A parte mais perigosa do esgotamento é que ele não chega fazendo barulho. Ele chega fazendo você perder o interesse por tudo o que antes gostava.
EXPECTATIONS

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shark vs the universe

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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
we're not kids anymore.
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
occasionally subtle
🪼
will byers stan first human second

Andulka

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@4nimicida
A parte mais perigosa do esgotamento é que ele não chega fazendo barulho. Ele chega fazendo você perder o interesse por tudo o que antes gostava.
i can’t shake the feeling that i’ll always either be too much or not enough. too much to handle, but never enough to satisfy.
snoopy of the day
O que faz a relação ser longa e saudável é a capacidade das pessoas de enfrentarem o desconforto e terem por vezes conversas desagradáveis. é o quanto estão dispostas a vulnerabilidade porque relação é confiança. é usar a possibilidade de resolver questões em vez de acumulá-las.
-Impulsionarias
Socorrooooo 😭 Amgs, me ajudem! Preciso emagrecer e perder uns 20 kg. Aceito dicas, conselhos e até pacto com entidades
Vanity skinny girls file 1#
grunge/burnout th1n$p0
sukuna ❤️
Presente Impossível
Queria te comprar um presente,
Mas embrulhar o quê? O vazio? O caos latente?
Seria estranho, fora de tom, fora do ar,
Como tentar engarrafar o mar.
É tudo tão estranho, confesso sem pudor,
Tem dias que te odeio com fervor,
Quero distância, silêncio, um mundo sem cor.
Mas tem dias… ah, tem dias…
Que te amo mais que o próprio calor do sol,
Mais que café forte em manhã de ressaca,
Mais que promessas não cumpridas,
Mais que o medo de me perder em você.
Tem dias que aceito, respiro, finjo entender,
Outros, me recuso, grito para o vazio,
Faço birra com o destino, tropeço no próprio ego.
Mas, ironicamente — e que ironia, viu? —
Em todos esses dias, sem exceção,
Você está lá.
No canto da mente, no peso do peito,
Na memória que insiste em não apagar.
Então, o presente?
Talvez fosse mais fácil te dar o meu orgulho,
Mas ele também já é seu.
Cordel do Ponto Final
O caminho mais ligeiro
Pra te apagar da lembrança
Foi transformar tua ausência
Numa rima, uma dança.
Em poesia te guardei,
Mas sem dor, sem esperança.
Em frases que um dia, quem sabe,
Com orgulho eu vou ler,
Feitas de sonho e pranto,
Mas sem medo de doer.
Pois se a pena escreve o verso,
O tempo faz esquecer.
Te fiz prosa, pensamento,
Citação e até refrão,
Te tornei consoante e vogal,
Sem que houvesse emoção.
Mas entre nós, reconheço,
Só restou um ponto, então.
Nem reticências restaram,
Nem vírgula a separar,
Pois meu peito aprendeu, enfim,
A leitura de aceitar:
Que o amor que foi um livro
Não tem mais como editar.
Arquivo Morto
Você era tudo pra mim,
brilho, caos, tempestade,
o nome que eu sussurrava
nas noites de insanidade.
Mas agora é só um número,
frio, seco, sem cor,
um código sem sentido,
um vestígio de um amor.
Seu riso? Frequência esquecida.
Seu toque? Um eco apagado.
E seu nome, que já foi melodia,
é só mais um dado arquivado.
O tempo, esse grande hacker,
deletou sua sedução.
Te guardo em uma pasta velha,
com o rótulo: Ilusão.
Você merece alguém que olhe para ti,
Como quem avista o céu em mistério, sem fim.
Que em cada palavra, em cada sorriso,
Descubra um universo, tão vasto, tão preciso.
Alguém que sinta, ao te ver passar,
O brilho de estrelas no teu caminhar.
Que fale de ti como quem revela
Uma nova galáxia, secreta e bela.
Teu riso seria o cometa a cruzar,
Teu olhar, a aurora a iluminar.
Teus gestos, constelações dançando,
Teu abraço, um cosmos pulsando.
Porque amar é desbravar o infinito,
É encontrar em alguém o mais bonito.
E você merece, sem fim ou medida,
Ser o universo que dá sentido à vida.
Há pessoas que cruzam o nosso caminho,
Mas nem todas são trilhas do destino.
Por mais que o peito clame em desatino,
Nem sempre o querer é um bom vizinho.
Meu corpo, faminto, deseja o teu ser,
Anseia teu toque, teu jeito de viver.
Mas minha razão, sábia e serena,
Sussurra verdades que a alma condena.
Defeitos que ferem, incompatibilidades,
São laços que apertam com crueldade.
Insistir no que fere é negar o espelho,
É apagar aos poucos o próprio brilho.
Eu te quero inteiro, sem condições,
Mas trago na mente os meus porquês.
Por que te amar é tão contraditório?
Por que meu afeto se torna um velório?
Talvez amar seja também deixar,
Abrir as mãos para o vento levar.
Pois ferir-se em nome de uma paixão
É esquecer que amor começa em si, na razão.
P3∆®0,
Tem uma coisa curiosa sobre você.
Durante anos eu fui a pessoa das paixões intensas, das ideias mirabolantes e das emoções que chegavam correndo na frente da razão. Sempre achei que, se um dia gostasse de alguém de verdade, perceberia imediatamente.
Mas com você não foi assim.
Não teve um momento específico. Não teve revelação cinematográfica. Não teve música tocando ao fundo.
Você simplesmente foi ficando.
Entre conversas aleatórias, filmes, piadas ruins, discussões absurdas e histórias que provavelmente não deveriam existir, você foi ocupando um espaço cada vez maior na minha vida sem que eu percebesse.
E talvez o mais estranho seja justamente isso.
Porque eu conheço a minha tendência ao caos. Conheço minhas obsessões, minhas paixões platônicas e minha capacidade de transformar qualquer emoção em um evento de proporções duvidosas.
Mas com você não veio assim.
Não veio como vício, ansiedade ou obsessão.
Veio devagar.
Leve.
Silencioso.
Quando notei, você já era uma das pessoas que eu mais procurava para contar qualquer coisa. As importantes e as completamente inúteis.
Você já fazia parte da minha rotina emocional antes mesmo de eu entender o quanto isso significava.
E acho que o que mais me surpreendeu foi a tranquilidade disso tudo.
Nunca pareceu esforço.
Nunca pareceu um papel que eu precisava interpretar.
Eu não precisava parecer mais inteligente, mais interessante ou mais engraçada do que realmente sou.
Eu só podia ser eu.
E isso é raro.
Talvez por isso eu tenha demorado tanto para entender o que estava sentindo.
Porque não parecia com nada que eu tinha vivido antes.
Parecia mais calmo.
Mais saudável.
Mais real.
E, justamente por isso, mais assustador.
Porque existe a distância. Existe a realidade. Existe uma parte de mim que sabe o quanto tudo isso pode ser complicado.
Talvez por isso eu tenha tentado ignorar por tanto tempo.
Mas a verdade é que, em algum momento desses últimos anos, você deixou de ser apenas um amigo para mim.
E eu percebi que já não conseguia colocar esse sentimento na mesma gaveta onde guardo as outras amizades.
Não estou te dizendo isso para te pedir nada.
Nem para mudar nada entre nós.
Nem porque espero alguma resposta específica.
Só porque algumas verdades ficam grandes demais para continuarem morando apenas dentro da nossa cabeça.
E essa era uma delas.
Em português, dizemos: "Sonhei com você."
Mas, na poesia, dizemos: "Mesmo no silêncio do sono, minha mente sussurra a melodia do teu nome."
— Mari Majolo
E se eu te quiser agora? E se eu pedir com jeitinho: meu bem, não demora. Você vem?