É melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão.
Eleanor Roosevelt
$LAYYYTER

❣ Chile in a Photography ❣
Keni
Cosimo Galluzzi
Claire Keane
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
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Sweet Seals For You, Always
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"
we're not kids anymore.
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Jules of Nature
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@abdicou-se
É melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão.
Eleanor Roosevelt
Há um azul em você que não pede explicação. Não é céu, mas é profundidade.
Algo que fica mesmo quando tudo passa.
Caio Araújo
estamos menos vivos que antes.
rupi kaur.
a gente fecha os olhos pra tanta coisa, até pra si mesmo
eu já vivi amores que gritavam. o seu não. o seu é silêncio que acolhe. é presença que cria força. é paz que vira vício. contigo não existe guerra, não existe desgaste, existe futuro. em alguns meses, você me deu mais estabilidade do que muita gente tentou dar em anos. eu te escolho porque minha vida fica melhor ao seu lado. e vou continuar escolhendo.
nossas vidas começam a terminar no dia em que permanecemos em silêncio sobre as coisas que importam.
eu sei que você também me perdeu. mas não foi o tipo de perda que faz você beber whisky no bar da esquina em plena segunda. não foi o tipo de perda que faz você querer tomar dez banhos por dia só para poder chorar. não foi o tipo de perda que faz seu peito literalmente doer. eu sei que você também me perdeu. mas não como eu te perdi.
Eu gosto da surpresa, dos olhos que sorriem, da alma que encanta, da boca que esconde. Eu gosto das estrelas, de olhar para o céu, naquelas noite frias onde você nem sabe se vai ser feliz, mas vai.
O tempo sempre me mostrou o que eu precisava ver para aprender mesmo que gerasse desconforto
no início eu não entendia e hoje eu aceito melhor o desconforto na verdade sempre precede a liberdade.
Maxwell Santos
domingo
é a monotonia sentimental.
é quando a saudade de quem partiu, se faz mais presente.
é quando o vazio no peito, grita.
“Eu pensei que com você seria diferente. E não me entenda mal, mas é que eu sempre me senti um pouco sozinho nessa vida. As pessoas têm uma certa tendência a me deixar quando eu mais preciso delas. Ou simplesmente, vão atrás de outros sorrisos, outros abraços, outros olhares. Teve aquele meu cachorro, Billy. Quando ele chegou em casa, foi uma alegria sem fim. Eu amava cuidar dele, dar carinho, dar comida, dar banho, limpar a sujeira. E mesmo assim, Billy gostava mais da minha mãe do que de mim. E tudo bem, porque eu também gosto mais da minha mãe do que qualquer outra pessoa deste mundo. Também teve aquela minha tia Maria. Lembro que eu era o único sobrinho que a respeitava, que era educado e que fazia tudo de certo e de melhor para agrada-lá. E por algum motivo, ela gostava mais dos meus primos que faltavam dar na cara dela. E ela deixou isso bem claro quando me disse uma das coisas que eu jamais vou esquecer: “Eles podem ter todos os defeitos do mundo, mas ainda assim, eu gosto mais deles do que de você”. Confesso que fiquei um pouco triste. Um pouco triste do tipo que chorei a noite inteira. Mas passou. E não posso esquecer daquela minha namorada de infância, meu primeiro amor, meu primeiro beijo, minha primeira dor. Ela me mandava cartinhas escrito “teu sorriso é tão lindo, imagino como será o teu beijo”, e eu era tão ingênuo, que além de sorrir, retrucava dizendo “obrigado, o seu também”. O seu também o que? O sorriso, o beijo? Não fazia sentido algum. Mas eu sempre fui desses que fica nervoso em momentos de pressão. A gente fez promessas de amor eterno, foi eterno até que um dia os meus pais resolveram se separar, e tudo bem também, porque eles brigavam mais que cão e gato. Mas meu pai resolveu ir embora pra muito longe de mim. E por algum motivo, não identificado, você achou que esse seria o momento perfeito para terminar comigo. Eu senti uma dor mortal, um aperto no peito que estrondava até os dedinhos do pé. E mesmo assim, superei, sobrevivi. Eu fui mais sozinho e independente do que o mundo permite ser. E é por isso que eu pensei que com você seria diferente, e no começo foi. Ou parecia ser, não sei mais. Fiquei do seu lado até quando você disse para eu me afastar. Senti a sua dor, mesmo não tendo nada haver com os motivos dela. Lembra? Eu fiquei do seu lado até quando a sua gata Debbie morreu. E você manchava o meu peito com lágrimas, eu te abraçava, você colocava a cabeça no meu ombro, e me perguntava “por que você sempre fica do meu lado?” e eu sorri, sem graça, dizendo “porque é isso que a gente faz quando ama alguém.”. Mas não foi o que você fez. Alguns meses depois, o tio Bill, que eu tinha como um segundo pai, ficou muito doente. Uma semana depois, você terminou comigo e disse que não queria me ver na sua frente nem pintado de ouro. E uma semana mais tarde, ele venho a falecer. Eu fiquei tão triste e desanimado, que por pouco não vou ao enterro. Quando cheguei lá, senti uma dor demasiada, olhei ao redor, e vi que todos os meus primos, tios ou seja lá quem for. Estavam acompanhados por alguém. Seja amiga, namorada, esposa. E eu olhei ao meu lado, e percebi que eu, eu não tinha ninguém. Ninguém para encostar a cabeça no ombro e chorar, ninguém para abraçar e me acalmar, ninguém para dizer que vai ficar tudo bem. Eu não tinha você. E me senti sozinho de novo. E por mais que o mundo diga que não estou só, o meu coração se sente dessa forma. Eu pensei que você seria diferente. Não porque eu queria que estivesse do meu lado quando eu mais precisava, não porque eu fiz isso por você, não porque tivesse me devendo alguma coisa. Mas porque é isso que a gente faz quando ama alguém. A gente fica.”
— Allax Garcia. (via allaxg)
Eu realmente precisava ser perdoado, mas primeiramente por mim mesmo.
Mr. Darkman
“Meus escritos são meus desabafos mais profundos. O que minha cabeça me permite, eu falo. O que não consegue, meu coração escreve.”
— Amanda P.
e eu confesso que escrever sempre me aliviou o peso de tudo como se a escrita fosse o meu processo de cura, de cicatrização. o problema é que ultimamente tudo tem sempre sido tão pesado porque para me curar eu preciso relembrar… relembrar de coisas que eu demorei muito para conseguir esquecer.
céu de júpiter e desonestos em: as vezes para curar é preciso doer.