Ele era tão bonito que me… que me… que… sei lá. Lembro que na hora pensei algo assim “ah, má vá ser bonito assim lá na puta que o pariu”. E ele foi.
Tati Bernardi. (via eternismo)
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Ele era tão bonito que me… que me… que… sei lá. Lembro que na hora pensei algo assim “ah, má vá ser bonito assim lá na puta que o pariu”. E ele foi.
Tati Bernardi. (via eternismo)
Eu era sua, mas você nunca quis ser meu.
A Teoria do Caos. (via expurgar)
Pode-se prometer atos, mas não sentimentos; pois estes são involuntários. Quem promete a alguém amá-lo sempre, ou sempre odiá-lo ou ser-lhe sempre fiel, promete algo que não está em seu poder; no entanto, pode prometer aqueles atos que normalmente são consequência do amor, do ódio, da fidelidade, mas também podem nascer de outros motivos: pois caminhos e motivos diversos conduzem a um ato. A promessa de sempre amar alguém significa, portanto: enquanto eu te amar, demonstrarei com atos o meu amor; se eu não mais te amar, continuarei praticando esses mesmos atos, ainda que por outros motivos: de modo que na cabeça de nossos semelhantes permanece a ilusão de que o amor é imutável e sempre o mesmo. — Portanto, prometemos a continuidade da aparência do amor quando, sem cegar a nós mesmos, juramos a alguém amor eterno.
Friedrich Nietzsche. (via esgotada)
Nunca me compare com alguém.
“Me desliguei um pouco dessa paranóia de ‘o que os outros vão pensar?’ e agi, segundo a minha vontade, segundo aquilo que eu julgo certo, que se danem os outros, afinal quem vai viver o momento sou eu! E dai se eu acordar arrependida? Pelo menos não terei dormido na vontade! E se eu errar? Ah, arquiva aí como experiência.”
Tati Bernardi.