Terapia: A terapia é essencial e faz parte de todas as etapas de um tratamento contra as drogas. Mesmo durante e após uma internação, se for necessária. Marília conta que o dependente que procura o Proad pela segunda vez é encaminhado a um médico para dar continuidade ao melhor tipo de acompanhamento. A participação da família é obrigatória para adolescentes e recomendada para os adultos. No programa, também há um grupo de acolhimento, onde orientadores e pessoas em geral criam um espaço que permite a reflexão e informação a todos os presentes. “A pessoa tem que ver onde se sente melhor”, afirma Marília sobre a escolha do tipo de terapia. Segundo ela, em alguns casos, só a sessão individual não é suficiente. A psicóloga informa que a duração do tratamento depende muito de cada caso, mas, em geral, é necessário ficar dois anos sem usar nenhum tipo de droga para ser considerada livre da dependência. Além da própria Proad, programa da Universidade Federal de São Paulo, ela indica a Univesidade de São Paulo (USP), o Alcoolicos Anônimos (AA) e até as igrejas para quem quiser procurar ajuda. Se o dependente não estiver disposto a iniciar um tratamento, a família pode comparecer às reuniões e aos centros para se informar qual é a melhor maneira de lidar com a situação.














