lembranças de memória desse tal antigo amor…
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lembranças de memória desse tal antigo amor…
“Esses dias silenciosos, no qual você não encontra nada para se apoiar. Porém, nos dias barulhentos, você só quer o silêncio para chorar - estranho.”
— Dan Saltzman.
30 de agosto de 2025 ❤️🩹
Hoje, uma página em branco me chama para falar dele.
São 3 dias de silêncio logo após conseguir soltar o que estava engasgado há um tempo. Em cada um desses dias existe uma certeza que se solidifica como uma pedra: não era pra ser.
Fui eu que me apaixonei antes do encontro, que teci um caminho até ele, mesmo entre os vácuos da sua ausência. Fui eu que senti o coração em colapso quando o vi pela primeira vez, que quebrei minhas próprias regras e fui ao seu encontro, na sua casa. Fui eu, hipnotizada por seus olhos, sentindo o corpo se arrepiar em cada toque, cada beijo, cada abraço. Apenas eu. Sempre eu. Mas ele não tem a obrigação de colher os frutos que plantei sozinha em meu peito.
Ele não precisa preencher as expectativas que eram unicamente minhas. E mesmo que eu não sentisse essa avalanche há anos, nada justifica este desejo tolo de receber uma mensagem sua no meio do dia, falando do cansaço da semana, da tristeza por ser segunda-feira ou da demora para chegar a sexta-feira. Nada justifica a fome de ler um “estou com saudades”, um “quero te ver”.
Isso não vai acontecer. A conexão que eu senti foi um monólogo. Um eco que só eu ouvi.
“Hoje é sábado, talvez chova, talvez eu chore. Talvez você venha. Tudo é incerteza, tudo é talvez, tudo pode ser - o que é bom nunca acontece.”
— Caio Augusto Leite.
10 de Dezembro de 2024; 09 de Janeiro de 2025...
Sentir...
Eu te senti antes de te conhecer. Sua imagem surgiu, um farol, seguida por uma biografia que para mim era como um mapa naquele momento (coisa rara nestes tempos de palavras tão curtas). Havia logo ali, um eco do que eu já era, e eu soube, com toda a certeza do mundo que sentiria, que meu coração não pediria licença para se apaixonar. Eu senti que iria sentir.
E senti.
Mas não contei com a força da maré. Por pouco mais de duas horas, a realidade se desfez, e eu me perguntei se flutuava em um sonho tecido por nós (ou será que apenas por mim?). Foram duas horas mais vivas que minha alma havia experimentado em anos, um tempo que foi suspenso onde tudo era real demais: os olhares que se encontravam e não desviavam, o toque que incendiava a minha pele, o beijo que era casa e o carinho que era prece.
Agora. Depois. Não quis acreditar. Depois tanto tempo a minha alma se conectou a outra, de verdade, juro. Mas, foi apenas para que eu descobrisse que, talvez, eu estivesse dançando sozinha. E aqui estamos nós, mais uma vez, no limiar de um sentimento imenso que talvez só tenha morado em mim.
Voltando ao tumblr pois a vida pede um lugar seguro para desabar em palavras. Pois como li esses dias:
Não se guarda palavras, ou você as fala, as escreve, ou elas te sufocam.
“Ontem eu vi o sorriso dele. Acredite em mim, ele não gosta de sorrir para as fotos, sempre tá com uma cara fechada ou franzindo os lábios, mas ontem não. Ontem eu finalmente eu o vi sorrir e eu juro por Deus que nunca me senti tão feliz como ontem.”
— 2.751 km do meu amor. (via te-quileiro)
Poppymin and Rune ♥
Ela era a minha flor de cerejeira. Uma beleza sem par, de vida limitada. Uma beleza tão extrema em sua graça que não poderia durar. Fica para enriquecer nossas vidas, então voa com o vento. Nunca esquecida. Porque nos lembra de que devemos viver. De que a vida é frágil, mas, nessa fragilidade, há força. Há amor. Há propósito.
Mil Beijos de Garoto
@embrasando
Me perdi no abismo e voltei Teu amor diminui minha vontade de querer morrer
kamaitachi