Audrey tentando parecer descolada na frente de @nottxleslie e falhando completamente.

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@audreyblignault
Audrey tentando parecer descolada na frente de @nottxleslie e falhando completamente.
A cada novo passo dado em direção à Floresta Proibida uma nova ofensa mental era proferida para si mesma. Por que diabos ela havia aceitado aquela proposta suicida de entrar naquele lugar? No fundo ela sabia muito bem o porquê daquilo, porém não podia conter os suspiros pesarosos, enquanto procurava uma forma ou desculpa suficientemente convincente para tirar aquela ideia da cabeça de @nottxleslie. “Não que eu esteja com medo, até porque nós vamos apenas entrar na Floresta Proibida, nada demais...” Iniciou, tentando manter a voz o mais estável e despreocupada possível, mesmo sabendo que provavelmente Leslie já havia percebido o seu medo por conta dos passos lentos. “Mas você tem certeza que quer entrar aí? Digo, certeza MESMO?” Indagou, como se aquela fosse a última oportunidade que elas tinham de voltar para o castelo antes que alguém desse falta de suas presenças. “Porque nós poderíamos estar assistindo a algum filme de terror, ou comendo doces, ou comendo doces enquanto assistíamos a algum filme de terror...” Comentou. “Mas estamos aqui, e ainda corremos o risco de levarmos uma advertência e perdemos pontos para a Lufa-Lufa...” Sabia que todo o seu choro seria em vão, porém, enquanto elas não adentrasse realmente a floresta, a esperança de Audrey estaria de pé.
STARTER CALL - HALLOWEEN!! ♥
Na listinha logo abaixo vocês encontrarão algumas opçõeszinhas de interações com a temática de Halloween! Me chamem no chat ou comentem o número do prompt desejado que assim que der eu iniciarei! <33 Obs: Se tiver alguma outra sugestão, basta me contar no chat e nós a colocamos em prática!
Cupcakes (1): Audrey achou que seria uma boa ideia fazer cupcakes com a temática de Halloween e #muse pode estar na cozinha a observando/ajudando/devorando os bolinhos. (Será que Audrey colocou algo a mais nos recheios? Quem sabe?! Afinal, ela é ótima em poções...) (2/2 - Luck // Raphael)
Fantasias/Maquiagem (2): Audrey e Annabelle estão testando várias maquiagens e combinações de roupas para suas fantasias (que podem ou não já terem sido definidas) e os testes podem dar muito certo ou muito errado. (1/1 - Annabelle)
Decoração (3): Audrey e Félix resolveram ajudar na decoração da comunal da Lufa-Lufa, porém nenhum dos dois entende muito disso e pode ser que acabe ficando mais zoado do que aterrorizante. (Precisa ser um personagem lufano). (1/1 - Félix)
Pegadinhas (4): #muse decidiu que seria uma boa ideia assustar Audrey e agora ela está completamente apavorada (ou pode ter uma reação peculiar, dependendo da pegadinha/susto criado pelo personagem). (2/2 - Lúcifer // Nyx)
Filmes (5): Clair convidou Audrey para ver um filme de terror bem pesado e agora a garota se recusa a tirar as mãos de frente dos olhos. (1/1 - Clair)
Assustado (6): Algo assustou Scorpius e ele procurou Audrey para que ela o acalme. (1/1 - Scorpius)
Boo!: Você se assusta facilmente?
E-eu?… Não! Ok, talvez um pouco… Mas não tanto!
TERROR: Você conhece alguma boa história assustadora?
Lá no meu país existe a crença em uma criatura chamada de Tokoloshe. Na mitologia Zulu, esse bicho é uma criatura que um feiticeiro/bruxo cria através de um cadáver para se vingar de alguém que o ofendeu. Basicamente, é um cruzamento de zumbi, assombração e demônio. Ele possui um tamanho razoavelmente pequeno, como o de um anão ou um urso humanoide, porém são terríveis. Eles podem fazer o que quer que o seu mestre/invocador mandar, como amputar o braço (ou outras partes do corpo) da vítima amaldiçoada, por exemplo. Porém também possuem vontade própria, então é comum que cometam atos de estupro ou mordam os pés de suas vítimas, além de outras barbaridades. Por essa razão, em alguns lugares lá da África, as pessoas levantam suas camas com tijolos ou dormem na parte de cima de beliches, porque assim o Tokoloshe não consegue as alcançar (caso estejam sob sua cama), já que eles costumam atacar durante a noite. Além disso, ele também fica invisível e apenas a pessoa amaldiçoada pelo feiticeiro consegue a ver…
Assustador, não é mesmo?! Eu sei que não é bem uma história e sim uma criatura, porém fico aterrorizada só de pensar na possível existência desse bicho. E você?
ZUMBI: você acredita em uma vida após a morte?
Essa é uma pergunta difícil e eu realmente não sei… Não acredito que tudo acabe após a nossa morte, mas também não sei se acredito em um “céu”, ou em uma futura encarnação… Não sou uma pessoa muito religiosa, apesar de também não ser totalmente descrente. Isso faz sentido?
PESADELO: qual é o seu filme favorito de Halloween?
Tem que ter a temática de Halloween ou basta ser um filme de terror? Porque confesso que não assisto muitos, então vou apenas citar um do gênero que eu realmente gosto: “A Hora do Pesadelo”. Um clássico, não é mesmo? É muito antigo, porém eu amo esse filme.
lupino-tae:
A volta as aulas sempre eram um alívio para Tae, mas infelizmente o lufano sempre voltava para baixo e melancólico devido aos conflitos familiares que aguentava durante as férias. Esse ano não era diferente só que havia um pequeno bônus, uma confusão sentimental dentro de si devido a algo que aconteceu no último dia de aula antes das férias. O fato de não ter conseguido conjurar um patrono corpóreo também o deixou bastante frustrado.
Não queria ficar sozinho e sabia que podia contar com @audreyblignault, eram da mesma casa e desde a chegada da garota no ano anterior, haviam se tornada bastante próximos. A procurou em todos os cantos e não encontrou, voltou para o salão comunal com os olhos marejados, estava difícil conter as pequenas lágrimas e não queria que ninguém o visse assim. Respirou fundo e revolveu ir até as cozinhas, foi nesse momento que trombou com alguém, ao virar no corredor. Caiu sentado no chão, mas ao erguer o olhar reconheceu Audrey. Um nó formou-se em sua garganta e em um momento de pura fragilidade, se levantou abraçando a amiga. “Audrey…” Murmurou baixinho e choroso.
Havia gasto praticamente todo o seu tempo livre do dia se dedicando à atividade passada por Lúcifer e, por conta de todas as lembranças revividas, algumas nem tão agradáveis assim, Audrey se encontrava bastante mexida. A morte da avó ainda era algo recente para ela e, mesmo gostando de preservar a mulher e seus ensinamentos em suas memórias, ainda era uma ferida muito dolorosa e que requeria um grande esforço da garota para não acabar ficando deprimida. Por conta do seu estado melancólico, o qual a lufana odiava, ela acabou decidindo ir para o dormitório tirar um cochilo ou apenas ficar sozinha encarando o teto, porém antes mesmo de chegar na comunal, acabou trombando com alguém no corredor e, assim que o garoto que havia caído no chão voltou seu olhar para Audrey, suas sobrancelhas se franziram levemente. “Tae?!” Soltou, nem sequer tendo tempo para ajudá-lo a se levantar e logo sentindo-o abraçar seu corpo. Estava nítido o seu estado abalado e, por conta disso, todo o próprio estado abalado da garota foi ignorado e sua atenção se voltou toda para o amigo em sua frente. Estava preocupada. “Tae, o que aconteceu?” Indagou, ainda o abraçando. Sabia que talvez ele não estivesse pronto para falar, por isso fez questão de manter o abraço, como um sinal de que o lufano não precisava se preocupar em realmente lhe dizer o que havia acontecido e que, mesmo que não dissesse, ela ainda estaria ali.
slytherinxmorgan:
Ele parou por um tempo, pensando sobre a sua pergunta. Bem, não estava indo nada mal, até agora não havia conseguido fazer muito mais que acender um cigarro com o estalar dos dedos e para ele aquilo já era incrível e de muita ajuda. Pelo menos atearia fogo em alguém caso fosse necessário. Seu olhar pousou no anel que Audrey segurava em uma das mãos, seguindo-o enquanto ele levitava aterrissava novamente, Morgan pende a cabeça por lado involuntariamente, como uma criança que descobre uma nova habilidade. Ele o segurou com cuidado, como se este pudesse se desfazer se fosse pego de qualquer maneira. Manteve o olhar fixo nele por um tempo, até que finalmente o viu levitar no ar a poucos metros, não conseguindo conter o riso. Agora, sentindo-se mais animado, ele guiou o anel que ainda sobrevoava de volta para Audrey, lançando-lhe uma piscadela travessa. “Também consigo fazer isso.” Comentou antes de estalar os dedos e fazer uma pequena chama brotar em sua ponta e ser jogada em direção a um pergaminho que estava em cima da mesa. “E é tudo.”
Acabou soltando um leve riso pelo nariz ao ver o semblante de Morgan esboçar surpresa e admiração enquanto Audrey levitava o anel, feitiço que ele executou com sucesso logo em seguida. Não sabia se aquilo era o bastante para ele conseguir fazer grandes transfigurações, porém para o começo serviria. Ao vê-lo atear fogo em um pergaminho presente sobre a mesa, a lufana moveu a mão e fez com que o fogo cessasse, impedindo assim que ele destruísse seu material de estudo. “É bem a sua cara atear fogo nas coisas, mas vamos tentar não iniciar um incêndio na biblioteca, tudo bem?” Soltou, ainda com um tom divertido presente em sua voz. Apesar disso, não demorou para retornar o olhar para o anel e o estender novamente em direção à Morgan, o fitando logo em seguida. “Agora tente o transfigurar em alguma coisa. Nada muito grande, algo de tamanho, peso e matéria similar... Como um pingente, por exemplo.” Instruiu, aguardando que ele pegasse o item de sua mão e voltasse a se concentrar. “Tente sentir o anel, sentir o metal, o peso, a resistência... Enfim, tudo. Se concentre, tente tomar conta e dominar o anel, e em seguida, tente o transformar no que você quiser.” Completou, esperando que ele levasse suas palavras a sério. Magia sem varinha era algo mais sensitivo e você precisava se entregar ainda mais para fazer aquilo dar certo, principalmente em uma matéria complexa como a Transfiguração.
* // ELEPHANT PATRONUS • AUDREY BLIGNAULT POV.
O ELEFANTE: de confiança; calmo; poderoso; orgulhoso; determinado; fiel; sensível; sensato; feminino; forte; inteligente; afetuoso; intuitivo; perceptivo; empático.
Embora a primeira impressão que se tem de elefantes é que eles são grandes e possuem uma pele grossa, este não é o caso de seus invocadores. Aqueles com o patrono de elefante são geralmente sábios e tem uma conexão forte com aqueles que os rodeiam. São orientados para a comunidade, porém não seguem a multidão, possuindo assim uma essência única. Além disso, seu espírito de comunidade não se equipara ao centro das atenções, sendo que este patrono indica que seu conjurador é uma pessoa introvertida, que leva os outros em consideração e é cuidadoso com suas palavras. Eles também costumam ser afetuosos, acolhedores e calorosos a um sentido quase maternal, uma vez que permitem que alguém entre em sua vida. Esta é a decisão mais difícil para essas pessoas, pois desejam paz durante toda a sua vida e, quando são feridos, o golpe emocional é severo. A casa mais comum para um patrono de elefantes é a Lufa-Lufa.
O primeiro contato de Audrey com o feitiço Expecto Patronum foi quando a garota ainda estudava em Uagadou e fazia feitiços sem o uso da varinha, porém nunca havia conseguido realizar um patrono corpóreo antes da aula de Lúcifer, momento em que se concentrou bem e buscou em suas memórias o maior número de lembranças felizes que conseguia encontrar, selecionando as mais fortes e eliminando as que não seriam tão intensas para sustentar um feitiço como aquele. Não foi tão difícil encontrar lembranças boas, principalmente quando o alvo de seus pensamentos era sua avó já falecida (que também acabava trazendo sentimentos de tristeza por conta de sua perda), seus pais ou Kieren, porém a memória que sustentava seu patrono (ou melhor, as memórias) eram as dos momentos em que Audrey compartilhou com seu irmão. Não dava para explicar a forte ligação que havia entre eles, eram como almas gêmeas, porém em um sentido único e exclusivo de irmandade. A aceitação da garota feita pelo italiano em sua família foi quase que instantânea e estar com ele enchia o coração da mais nova de alegria, mais do que o suficiente para conjurar tantos patronos ela quisesse.
— AUDREY BLIGNAULT ♡ FAMILY TEMPLATE
Avô Materno: Mabud Blignault (Morgan Freeman)
Mãe: Kadija Blignault (Zoë Saldanã)
Avó Materna: Nabeele Blignault (Nichelle Nichols)
Pai: Giovanni Salvatore (Brad Pitt)
Irmão: Kieren Salvatore (Evan Peters)
Avô Paterno: Georgio Salvatore (Bruce Willis)
Madrasta: Donatella Salvatore (Vera Farmiga)
Avó Paterna: Paolla Salvatore (Jessica Lange)
prxncesspottxr:
FLASHBACK!
“ —— Ah! É porque eu tenho uma companhia de ballet onde eu me apresento. É trouxa, claro. E eu nunca cheguei a me apresentar aqui na comunidade bruxa em qualquer lugar, então, só umas poucas pessoas me viram dançar. — ela explicou para a garota, com um sorriso animado. —— Obrigada! Mesmo. Eu estava tão nervosa… ”
“Você também mora perto dos trouxas? Pensei que fosse de uma família bruxa...” Indagou, sem realmente ter certeza quanto à origem de Lílian. Já havia ouvido falar sobre ela ser uma Potter, mas nunca pesquisou muito a fundo a respeito disso e não conhecia muito sobre sua família. “De qualquer forma, acho maravilhoso que tenha decidido se apresentar aqui e espero que faça isto mais vezes.” Completou, sorrindo em direção à ruiva. “Sério? Não parecia! Chegou a me recordar aquelas cenas de filme, de tão confiante e glamourosa você aparentava estar.”
longbottomlice:
Flashback
“Pois está…Mas eu gosto de brincar um bocadinho com as pessoas. Posso ser doce, mas gosto de brincar.” Piscou o olho para a morena, dando uma risada de seguida “Sim. Ambos cantam…os sapos fazem mais sons do que cantam. Talvez um dia os veja atuar, em dias de festa eles cantam.”
Audrey soltou um leve riso junto da amiga, movendo a cabeça positivamente enquanto a ouvia comentar sobre o coral. “Ah sim, entendo... Deve ser algo meio à cappella, porém com sapos ao invés de apenas alunos... Qualquer dia acho que darei uma passadinha lá para ver os ensaios, deve ser divertido.” Comentou, assentindo novamente com a cabeça ao escutar a lufana lhe dizer que ela poderia vê-los atuar também durante as festas.
amb-iciousmalfoy:
FLASHBACK!
“Ah, sim… ela está aqui faz um bom tempo, não tanto quanto o das casas, claro! Não é assustadora, só é um pouco… irritante. E bem, brava se você tocar no assunto da morte dela, nada demais.” Ela disse, mas em seguida arrependeu-se, sentindo o desconforto da menina. “Bem, eu te explico onde fica para garantir que não passe por lá.” Ambrosia sorriu, tentando deixar a garota mais aliviada. “Ah, é sim… uma tradição de família. Temos muitas.” A morena assentiu, referindo-se ao nome do irmão.
“Ah... E como ela morreu? Espero que não tenha sido algo muito desagradável, apesar de não conseguir imaginar uma forma agradável de alguém morrer dentro de um banheiro...” Perguntou, temendo que a garota achasse aquela pergunta muito mórbida ou algo assim. Ao escutar que ela lhe explicaria onde fica o tal banheiro, Audrey sorriu e moveu a cabeça positivamente. Não queria acabar entrando no local sem querer e dar de cara com uma fantasma, então isto a deixaria mais aliviada. “Acho muito legal isso de tradição de família, assim como aquelas heranças que passam de geração para geração, sabe? Não necessariamente dinheiro, é mais no sentido de algum objeto em particular, seja um colar, um relógio ou um medalhão.”
slytherinxmorgan:
Morgan revirou os olhos assim que ouviu sua provocação. Pendendo a cabeça para trás, denunciando sua impaciência por não conseguir realizar nada até agora. Estava a poucos passos de arrancar o livro de Audrey e obriga-la a lhe dar toda a atenção, afinal, na cabeça do sonserino não conseguir êxito algum era culpa das explicações mal dadas da lufada. “Podemos fazer o que quiser, desde que me ensine corretamente. Sério, você sequer estava me ajudando, o que está lendo de tão importante afinal?!” Perguntou com uma clara irritação em sua voz, mas, logo percebeu que esta agindo como um completo idiota, e não poderia ser assim quando estava precisando da ajuda de Audrey, além de sentir um certo apreço pela morena. Ele apenas suspirou alto e profundamente, fechando os olhos por alguns segundos, como sempre fazia quando tentava recuperar a própria paciência. “Desculpa, acho que só preciso comer algo.” Respondeu mais calmo, forçando-se a sorrir para ela, torcendo para que não começasse a trata-lo mal ou simplesmente saísse andando, como a maioria fazia.
A lufana esvaziou os pulmões, fazendo com que o ar saísse pelo nariz soando quase como um suspiro. De certo modo, ela não tinha certeza se seu método de ensino era realmente bom, mas, em contra partida, também não sabia uma forma melhor para o ensinar transfiguração ou qualquer outra coisa que ele quisesse aprender. Ao escutar o pedido de desculpas, a africana apenas balançou a cabeça negativamente, se aproximando um pouco mais da mesa e pensando em alguma forma de ajudar mais Morgan. “Ok, vamos ver... Você está conseguindo ir bem nos feitiços sem a varinha? Talvez isso possa estar te prejudicando também...” Comentou, retirando um dos anéis presentes em seu dedo e o mantendo sobre a palma da mão. Aos poucos o pequeno objeto começou a levitar no ar e, quando alcançou uma altura boa, Audrey passou a mão no ar, pegando-o. “Tente fazer algo assim, vamos testar a estabilidade dos seus feitiços e depois nós voltamos para a transfiguração.” Disse, estendendo agora o anel em direção ao sonserino.
rosegrangx:
Estava quase desanimando quando percebeu que a lista de inscrições para o Grêmio ainda não havia tido uma sequer assinatura, era cedo demais para se desmotivar mas, depois dos bons debates que haviam tido durante todo o dia e o engajamento dos alunos dentro do stand do Grêmio, havia acendido uma chama de expectativa muito grande em Rose, que se dissipava aos pouquinhos quanto mais ela observava a lista vazia a sua frente. “Não devia ser tão difícil convencer alunos a participarem de uma atividade responsável pela resolução de suas próprias problemáticas.” Ela resmungava sozinha, desenhando com total desanimo a parte de trás de um folheto jogado sob sua mesa. “Tô começando a achar que devo apelar para distribuição de sapinhos de chocolate, totalmente de graça.” Brincou, rindo de sua própria fala.
“Olha, talvez não seja uma má ideia...” Comentou Audrey baixo, tentando não assustar a garota por conta de sua aproximação repentina. O desânimo era evidente no semblante de Rose, mas, por mais que quisesse tentar ajudar, a lufana não tinha certeza sobre o que poderia fazer. “Mas ainda precisa de muita gente? Talvez também pudesse ser uma boa ideia fazer umas camisas personalizadas... e uns cupcakes.” Sugeriu em um tom de brincadeira, porém sabendo que no fundo talvez não fosse uma ideia tão ruim.