[william kaplan; wiccan]
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@b--kaplan
[william kaplan; wiccan]
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@b–kaplan.
. ◞ ‧ * recôndito em meio aos pesares advindos do cargo que ocupava nas empresas do pai adotivo, a exaustão adornava a cada singelo movimento de timothy drake. seus músculos retesados em virtude da árdua patrulha que protagonizou na noite anterior, além do fato de o robin vermelho não ter se permitido nada além do que algumas horas de descanso após sua missão no exterior. suas obrigações, no entanto, mantinham-lhe cativo dentre a empresa, aquela reunião não mais podendo ser adiada. ‘ senhor kaplan, por favor, sente-se. ’ era nítido seu cansaço, todavia, o drake não deixava de ofertar um sorriso gentil ao outro rapaz. ‘ meu nome é timothy drake-wayne, foi eu quem mandei chamá-lo. ’ disse-lhe estendendo a destra. não que precisasse se apresentar, afinal, seu nome estava no prédio em que ambos estavam agora; contudo, educação era algo que o prévio robin sempre prezava em suas relações negociais. ‘ sabe, eu vi suas fotos e são muito boas. o senhor, por acaso, não estaria interessado num contrato exclusivo com a wayne ? temos vários benefícios, além de várias oportunidades de ascenção de carreira, se é nisso que o senhor pensa. ’
A Exposição de Fotografias de Nova Iorque era, sem dúvidas, o projeto do ano o qual William sempre se empenhava, pois o prêmio poderia tirá-lo do pendura da noite para o dia... Literalmente e, talvez -- para não dizer com certeza --, por este motivo que realmente caiu da cama quando recebeu aquela ligação Wayne Enterprises. Seria essa sua chance? Seu convite? Já que uma vez foram os patrocinadores do evento? E finalmente vai conseguir pagar a hipoteca atrasada? - O Sr. Wayne me chamou... - Comentou com uma senhora que estava ao seu lado, já não mais aguentando a prender a ansiedade. -...ele quer falar comigo sobre alguma coisa. - A senhora, claro, o encarando sem entender o que diabos aquele garoto queria dizer com aquelas coisas. Era, de fato, tão bom ser chamado? Estava na empresa, olhando para todos os lados e aquelas pessoas que passavam por eles, observando as vestimentas e comparando com as suas se sentindo completamente deslocado e começando, talvez, a cair a ficha “aliás, o que esse povo quer comigo?”. Mexia no celular quando o chamaram e sem titubear o rapaz acompanhou a moça que gentilmente lhe mostrou o caminho e abriu a porta de um vasto -- real, era vasto -- escritório. William acenou com a cabeça para a moça, como um gesto de agradecimento, e sorriu antes de entrar de forma desconcertada e ser atingido pelas palavras de um rapaz que parecia ter sua idade... Talvez um pouco mais velho que estranhamente sabia seu nome. - Claro. - Respondeu, surpreso, de imediato repreendendo-se mentalmente pela resposta enquanto tomava seu lugar na cadeira. “Eu estou falando com o Timothy Drake, socorro...”, eufórico por dentro, tinha o coração acelerado quando o Sr. Wayne -- estranho demais pensar naquele cara como Sr. -- tomava a frente em explicar o motivo do contato que, infelizmente, não era um convite para ter suas fotografias expostas na próxima Exposição Anual -- ou talvez felizmente. - Nossa, er... Sr. Wayne eu... - As palavras começam a fugirem da garganta, pularem sem ao menos serem completadas, mas William se recompôs e puxou-as todas de volta. - Eu não sei o que dizer. - Sorriu soprado com surpresa e incredulidade. - Eu... Obrigado, pelo elogio e... Eu estou... Estou muito interessado nessa proposta. - Respondeu, finalmente, antes de ser William Kaplan novamente. - Er... Tem... Dinheiro envolvido?
@b–kaplan
. ◞ ‧ * seu intuito era o de não permanecer em gotham mais que o necessário, as atribulações dos civis não mais sendo de seu interesse ao que o alcunha de heroína não era algo lhe pertencia, a jovem roth renegando seu manto em prol de manter sob controle a criatura demoníaca que carregava consigo. não conseguia, no entanto, manter-se inerte defronte as necessidades dos seres humanos quando que se encontravam em busca de auxílio, existindo em seu âmago um imperativo que contrastava com a natureza belicosa de seu ser. sem hesitação, a prévia titã se viu numa breve luta contra um grupo de homens que tentava machucar um infante desprotegido, findando o ataque com a força provinda de azarath. sabia, enfim, que estava sendo observada durante toda a luta e isso não era algo que a agradava. ‘ se você acha que está fazendo um bom trabalho se escondendo assim, devia rever seus conceitos. ’ disse-lhe, abaixando o manto negro que cobria os tão loiros fios de cabelo. revelar sua face não era das estratégias a melhor; contudo, ela conseguia sentir uma energia fora do normal, algo que —— definitivamente, não era inteiramente humano. ‘ revele-se, ou vai acabar igual a eles. ’
Por agir sozinho, e ser cem por cento escolha sua, quando se deparava com outras pessoas combatendo algum crime William se tornava passivo, apenas assistindo de longe. Kaplan costuma pensar que ao observar heróis, ou outros vigilantes, consegue aprender seus estilos e modos de combate -- coisas que provavelmente pode usar, ou até mesmo controlar o seu próprio poder. Apesar do convite para o baile, William não era louco o suficiente para aparecer em um lugar que não conhece aceitando um convite aleatório que apareceu em sua casa. Tirando, pelo contrario, a noite para fazer patrulha e, como sempre, encontrar outros em meio a luta. Se escondeu atrás de uma caçamba de lixo ficando apenas com os olhos a mostra pouco acima da tampa, e tapando o nariz no processo, pois aquele cheiro estava infernal. “Ela é boa”, pensa com tranquila excitação, mas quando percebeu que era com ele que falava, William estremeceu. “Droga”. Lenta e delicadamente, nitidamente desajeitado, ele se levantou de detrás da caçamba de lixo ainda mantendo o capuz do sobretudo vermelho que projetava uma sombra em seu rosto. - O.K. O.K. Não precisa, eu não... Quero acabar como eles. - Se apressou em dizer com as mãos estendidas para frente. - Eu perderia fácil, fácil. - Continuou, agora, ele tirando o capuz revelando o seu rosto. - Sou amigo. Juro de verdade. Só um garoto que estava no lugar errado e na hora errada. Me escondi ali quando ele apareceu. - Mentiu.
💚 = Does your muse get jealous easy?
Ah, eu não… Eu não sei. Tipo, já senti uma certa coisa ruim quando vi, algumas vezes, meus amigos se divertindo com outros – que não comigo. Fiquei meio mordido, sabe? Mas… sei lá, acho que não fico com facilidade… Ou eu fico? Assim… Sim, de vez em quando não, mas sim. Entendeu o de vez em quan… assim? Sinto sim, mas tipo, ontem não. Hoje já estou tentando, mas aí já vi um story de uma amiga no Central Park com um cara que acabou de chegar no nosso grupo. Aí eu já me perdi aqui nessa pergunta, já não sei. Eu tento não ficar, essa é a resposta.
“ do you ever get scared ?”
Olha, se posso ser sincero, sou medroso de carteirinha. Filmes de terror me deixam alguns dias sem conseguir dormir direito, por exemplo.
💚 = Does your muse get jealous easy?
Ah, eu não… Eu não sei. Tipo, já senti uma certa coisa ruim quando vi, algumas vezes, meus amigos se divertindo com outros – que não comigo. Fiquei meio mordido, sabe? Mas… sei lá, acho que não fico com facilidade… Ou eu fico? Assim… Sim, de vez em quando não, mas sim. Entendeu o de vez em quan… assim? Sinto sim, mas tipo, ontem não. Hoje já estou tentando, mas aí já vi um story de uma amiga no Central Park com um cara que acabou de chegar no nosso grupo. Aí eu já me perdi aqui nessa pergunta, já não sei. Eu tento não ficar, essa é a resposta.
“Eu tenho algumas teorias de como isto tudo aconteceu e algumas que estou a realmente testar se são verdade…” Comentou a Stark, a outra pessoa parecia não entender que tudo isto era resoltado de alguém e alguma coisa. Pelo menos, era isso que lhe fazia entender “A minha maior irritação é os mais velhos nunca ouvirem os mais novos.”
or like for a starter [3]
- Algumas coisas permanecem, mesmo que em outra realidade. - Comentou com sarcasmo em meio a um baixo riso soprado, deitado debaixo daquela árvore do Central Park, cuja sombra estava fresca. - Se isso tudo mesmo for verdade, e real pra eu tanto faz, me conte quais são as suas teorias. Me deixou curioso.
spzdergwen:
Assim que a atenção fora chamada por outro integrante do grupo de visita, Gwen ergueu o pescoço e os pés para poder enxergar; sua altura não favorecia muito. Deu um tapinha nas costas da companhia anterior, falando rapidamente: “Explorar. Quinze minutos!” apontou para o restante da sala e logo o grupo se dissipou para, finalmente, poder dar atenção para o rapaz. “Bom…” olhou para o lado, suspirando. “Eu diria que pode, mas alguns não gostam de ter a imagem exposta fora dos limites de mídia da Oscorp. Talvez você possa fotografar só as mãos e eles de costas? Vai ser melhor pra você e pra mim.” sorriu torto, mordendo o lábio para tentar convencer de que era uma boa ideia. “Ou aquele cara ali de cabelo espetado. Ele já é mais flexível e, huh… Por favor, evite usar flashes. Alguns usam espécies vivas para pesquisa e são muito sensíveis a luz, especialmente as aranhas.” defendeu os aracnídeos por saber exatamente como era receber um flashe de luz diretamente na cara; havia sido um verdadeiro inferno nos primeiros dias de Spider-Gwen. “Vamos lá, posso te mostrar melhor e vai pegar bons ângulos. Pode me chamar de Gwen, a propósito. E você é…?”
- Não, claro, sem problema. Não quero ser invasivo com ninguém. - Ele estendeu a mão, como se fosse tocá-la, mas interrompeu o movimento assim que soltou a câmera com uma das mãos. - E tudo bem, sem flashes. Aqui tem uma luz boa, não vai precisar. E, qualquer coisa, eu retoco no photoshop antes de enviar para o jornal. - Assentiu com um breve riso soprado ao olhar em volta se perguntando por onde iria começar, logo dando passagem para Gwen. - Oh, sim, claro, desculpa a falta de educação. - Ele riu. - Me chamo William. Isso foi menos profissional do que eu pretendia. Mil desculpas. Sou fotógrafo, como eu disse, e o Clarim às vezes me contrata para fazer algumas fotos para eles. Parece que estão querendo fazer uma coluna sobre as pesquisas mais recentes da Oscorp, ou seria da que vocês estão especulando? Eu não me lembro ao certo. Só recebi instruções claras de fazer algumas fotos desas pesquisas -- as autorizadas, claro. - Foi logo tomando a frente antes que Gwen pudesse pensar algo errado a seu respeito... Pelo menos não naquele momento, ali ele era apenas William conseguindo seu ganha pão.
Uma das coisas que ocupavam a mente da kryptoniana e que a ajudavam a se adaptar nessa nova realidade eram as patrulhas e missões que fazia por National City e outras cidades. Ajudar as pessoas lhe trazia uma sensação de familiaridade e conforto, que ela também sentia como repórter, mas que era muito mais forte quando vestia seu uniforme. Nunca ficava muito tempo sem algo para fazer. Especialmente agora que as pessoas pareciam estar mais divididas e com mais medo do que nunca, parecia que sempre havia algo acontecendo. E naquela noite, não foi diferente. Não demorou muito para notar um tumulto em uma das ruas que sobrevoava, e sem pensar muito, acabou indo até lá checar. “O que está acontecendo aqui ??” Questionou logo assim que pousou.
ou aperta o coraçãozinho ai pra uma starter fechada !! ( up to 3)
Desde que quase foi reconhecido alguns dias atrás em um restaurante, William enclausurou o sobretudo vermelho dentro do armário ao lado da sua cama, entretanto, ter guardado o manto de um vigilante não o deixou menos atento. Votava de um trabalho recente, o qual fotografou uma festa de aniversário, quando sentiu uma inquietação psíquica. Ainda que não tivesse um controle tão bom da telepatia, conseguia segui-la quando era necessário. Já estava quase chegando no metrô que sentiu aquela forte dor de cabeça que dependendo de para onde se virava ela diminuía. - Algo de errado não está certo. - Disse a si mesmo, seguindo aquele desconforto e fazendo notas mentais de tomar um remédio para dores de cabeça quando chegasse em casa. O tumultuo podia ser visto a mais de metros e só quando chegou que sentiu o alívio mental. O que está acontecendo aqui? Perguntou uma moça loira vestida de super heroína... Conhecia aquele traje. Concomitantemente ao diálogo entre eles, William vasculhava mentalmente as pessoas envolvidas atrás de algo. “Ninguém sabe...” Ressoou, com cautela, dentro da cabeça da heroína tentando manter a conexão entre eles.
Era com o jornal bem seguro em suas mãos e com os olhos bem fixos no papel que Kitty caminhava, pouco prestando atenção em seu caminho. Tal distração fez com que seus passos a guiassem quase sem rumo e, antes que pudesse perceber, se via dentro de um ambiente no qual, definitivamente, não planejara estar. “Ah, não…” murmurou, para si mesma, se sentindo quase patética por se ver naquela situação, mais uma vez. Já deveria ter se acostumado, era verdade, e havia se acostumado; mas os últimos dias a deixaram mais desatenta do que o normal, justificando ao menos um pouquinho sua situação naquele momento. “Olha, desculpa, eu juro que não queria te atrapalhar.” desculpou-se, encolhendo os ombros ao que as bochechas adquiriam certo rubor.
William não estava sabendo onde se esconder. Sentia o rosto esquentar, assim como todo o resto seu corpo, mas seus músculos não obedeciam, pois queria sair dali e se esconder. Precisou olhar em volta, mais um vez, a fim de ter certeza de que estava no lugar certo... E realmente estava, além de nunca ter passado por uma situação embaraçosa como aquela. Ser pego naquela posição, naquele lugar, por uma mulher e com a mão no... - Er... Bom, eu... Esse... Esse aqui é... É o banheiro masculino. - Aos trancos e barrancos tentou falar, enquanto ainda se mantinha em pé no mictório encarando-a completamente desconcertado e vermelho sem nem conseguir terminar o que estava fazendo.
“Não, nós não aceitamos mais humanos como cobaias.” Gwen disse antes mesmo de ouvir o que a outra pessoa tinha para dizer. O uniforme da Osborn deixava explícito o seu local de trabalho e sabia que eram famosos por diversos desastres mutantes. “Depois que o último acabou resultando num homem metade lagarto, metade humano e, no fim das contas, um total reptiliano, o setor lá de cima acabou suspendendo esse tipo de coisa.” apontou para o teto, como se a presidência da empresa estivesse bem ali. “Já conseguiu imaginar crescer um rabo enorme de você e depois patas de lagartixa? É no mínimo estranho…” pensou consigo mesma, só então franzindo a testa por perceber que estava falando completamente sozinha. Virou-se para a companhia de uma só vez. “Desculpe, o que você ia perguntar mesmo?”
William se mantinha a postos acompanhando o pequeno grupo, que ele ainda não tinha entendido se eram estagiários ou apenas um grupo de passeio para conhecer a Oscorp, com a câmera ora nas mãos ora apenas pendurada no pescoço. Se perdeu nas observações das dependências da empresa. Todas aquelas pessoas de jalecos, outras de terno e gravata e pessoas com roupas comuns -- como era o caso do pequeno grupo -- tirava sua atenção do que a guia, a moça loira, falava a todo instante. Conseguiu ver algumas anotações em telas de computadores, imagens e esquemas em telas de vidro que subiam do chão, diagramas e hologramas que subiam de mesas digitais, mas eram poucas as coisas que podia registrar para o Clarim Diário. - Er... Com licença... - Ele levantou a mão, lá de trás, para atrair atenção para ele, claramente não percebendo que ela parecia estar ocupada conversando com outra pessoa. -...Tem algum problema se eu fotografar alguns desses cientistas trabalhando? É para o Clarim.
wintvrfires:
. ◞ ‧ * embora esse fosse um de seus maiores anseios, a mutante ômega não se permitia esquecer que estava na realidade infinita, ficando devidamente frustrada com o fato de nada poder fazer para revertar a situação ( pelo menos por enquanto, ao menos ). ❝ —— ah, peço perdão. eu conhecia você. bem, o outro você. ❞ em sua realidade, ela e billy tiveram alguns atritos consideráveis, assim como também era a tortuosa a relação que tinha com a progenitora do rapaz, porém, não iria deixar-se guiar pelo passado. ❝ —— billy kaplan. william. ou wiccan. você tinha vários nomes na minha dimensão. ❞ sabia que poderia estar entregando informações demais, mas o jovem era poderoso em demasia e isso, no fim, acabaria por não fazer diferença caso ele realmente utilizasse seus poderes. rindo com a tentativa alheia, jean assentiu brevemente. ❝ —— sim, a mansão xavier para jovens superdotados. ❞ não era necessário usar de sua telepatia para ver que o rapaz demonstrava algum desconforto, portanto a grey tentou findar as suspeitas que podia levantar. ❝ —— novamente, sim. meu nome é jean grey. sou uma mutante. ❞ assim como você, inseriu as palavras na mente alheia; contudo, sabia que billy poderia bloquear seu poder caso assim ele desejasse, já que jean estava bastante limitada para com a própria força. ❝ —— ah, sobre os copos… eu não conto se você não contar. ❞
- Sim, definitivamente você é uma mutante. - Respondeu assim que ouviu a voz, de agora nomeada Jean Grey, soar em sua cabeça. William logo tratou de bloquear seus pensamentos, todos referente aos seus poderes e as patrulhas deixando a mostra apenas do seu trabalho e sua vida seus os pais e tudo de normal de uma vida humana. Ninguém poderia saber que ele era um dos vigilantes. - E eu não sou um mutante, mas tudo bem, seu... Segredo está guardado comigo. - Respondeu franzindo o cenho num riso baixo e desconcertado. - Então você é uma daquelas pessoas que defendem a terra um... - Não era fácil esconder a estranheza que era ouvir falar dele, como se fosse outra pessoa, mas no mínimo fascinante saber que toda aquela história de realidades paralelas poderia ser real, apesar da sua neutralidade perante a atua situação. -...Ahn, apenas William, por favor. É tão estranho ouvir sobre um eu de outro lugar, mas... Apesar de eu não acreditar muito nesse lance de outras realidades, me conta uma coisa.. e esse outro eu? Ele também era fotógrafo?
wintvrfires:
. ◞ ‧ * por alguns instantes, jean ficou atônita por não ter percebido a deficiência alheia, a culpa lhe corroendo o cerne ao que aquela não fora a educação que charles xavier havia lhe ensinado com tanta ênfase. ❝ peço mil perdões por minha insensibilidade, senhor. ❞ discorreu seus pensamentos na mente da companhia, finalmente notando a presença de billy kaplan, um velho conhecido de seu passado. ❝ —— ah, olá william. como vai ? ❞ embora aquele não fosse o billy que conhecia, não podia deixar de seu cautelosa enquanto na companhia de wiccano, uma criatura que detinha um poder não podia ser, de forma alguma, ignorado e a ruiva sabia bem disso. ❝ —— você… você não se lembra de mim, certo ? ❞ não podia correr o risco de alguém de sua prévia dimensão também ter estar cativo na realidade infinita. era um risco que ela não podia controlar e aquilo fazia seu sangue ferver, a mutante usando de todo o seu controle para evitar qualquer hostilidade advinda de seu poder latente. ❝ —— não tem ido até a mansão ultimamente, tem ? charles ficará preocupado. ❞
Kaplan franziu o cenho com estranheza. Tombou levemente a cabeça para o lado e deu um sorriso confuso. - Ahn... Me desculpe, nos conhecemos? - Seu trabalho como fotógrafo lhe rende vários rostos distintos dentre todos eles -- a não ser quando trabalha com gêmeos --, mas certamente se lembra de todos eles sem se esquecer de nenhum. - Er... Não me lembro. Me desculpe. - William apertou os lábios com certo desconcerto, pois caso já tivessem e visto antes, e até mesmo conversado, estaria pagando um grande mico neste exato momento, mas foi quando a mansão do Professor X foi mencionada que a confusão deu lugar a surpresa. “Ela sabe?”. - Mansão? Do Professor X? Charles? É esse o nome dele? Não, eu nunca fui lá. - Riu baixo e desviou o olhar para disfarçar. - É um lugar para mutantes. Não sou um... - “Quando foi que me deixei descuidar? Eu tenho certeza que nunca deixei que vissem meu rosto durante as patrulhas”, pensava acelerado. “Eu sabia que essa história de vigilante começando a passar na TV e estampar em jornais complicaria para o meu lado”. - Você... Você é mutante, não é? Foi você que... Você sabe... Os copos...
. ◞ ‧ * oi, olá ! você está esperando alguém ? ❞ a mutante não tardou em sentar-se no acento disponível ao lado da companhia, praticamente ocultando-se dos olhares curiosos e julgadores no corpo alheio. observando com cautela, jean, na maior parte das ocasiões, detestava atenção que recebia, as inúmeras missões que cumpriu ao lado dos xmen lhe trazendo esse lado negativo — — — ademais, em sua prévia dimensão, a ruiva tinha plena consciência de que o fitar dos demais carregava certo receio e até mesmo raiva, ela não podendo culpá-los, ora que o que havia feito não er algo digno de um perdão fácil. com um breve aceno, quase imperceptível, a grey utilizou-se de sua telecinese, fazendo as bebidas daqueles que a fitavam voarem longe, causando espanto nos demais ao que apareciam ceder e não mais deter interesse na figura da mutante. ❝ —— ah, desculpe-me por isso. as vezes é… frustrante ❞ disse-lhe, agora prestando a devida atenção em seu oposto enquanto a notícia sobre a falha da experiência destacada na televisão do restaurante. ❝ —— conhecia um deles, não é ? ❞ indagou, não era necessário uso de sua telepatia para notar o desconforto alheio ( a ruiva temendo que fosse em virtude de sua presença ). ❝ —— vai ficar tudo bem, eu tenho certeza. me deixa te pagar uma outra coisa, que tal ? ❞
William permanecia estático prestando atenção no noticiário, ao mesmo que se indagava se aquela história toda de nova realidade era real ou mais uma teoria da conspiração. A jornalista já parecia estar encerrando o que dizia sobre o experimento quando o grito de uma moça ecoou pelo lugar atraindo olhares para ela -- parecia estar acompanhada por um rapaz de cabelo liso cumprido, mas que estava amarrado em um quase coque. Ele negou com a cabeça para nada de mais e se assustou ao ouvir vidros se estilhaçando contra o chão e paredes. Pôs-se imediatamente em alerta e as mãos pouco se encandeceram num branco azulado, mas ao perceber que aparentemente não era nada demais, voltou-se para a TV novamente a ponto de ouvir parte da conversa ao seu lado. - Ele surdo e mudo. - Afirmou. - Conhecia Arthur e adoraria que você pagasse algo para ele.
☇ ❛ TIME TO RISE;
hulxing:
“Obrigado!” Foram as únicas palavras que saíram de seus lábios enquanto o observava olhar as paredes distraidamente. Billy era a coisa mais perfeita nas quais seus olhos já pousaram, Theodore queria chegar mais perto e toma-lo para si como fizera na primeira vez que se encontraram, queria poder beija-lo de novo, não entendia muito bem o porque de todos aqueles sentimentos. Antes de Billy ele simplesmente não os tinha por ninguém, não se atraia por meninos ou meninas, estava ocupado demais para reparar em outra pessoa, então de repente lá estava ele, o homem dos seus sonhos, literalmente. As unica coisa que o repreendia era forçar algo que deixasse o moreno mais desconfortável do que ele já estava, embora Teddy pudesse notar o quanto ele se esforçava para parecer que tudo estava numa boa, e ele apreciava aquilo, e por isso decidiu que esperar seria a coisa mais sensata a se fazer, afinal se Billy tivesse realmente de ser dele, então isso aconteceria mais cedo ou mais tarde. - Olha, eu vou aceitar a ajuda, mas vou logo avisando que a unica coisa que eu sei preparar são sanduíches, isso se você tiver todos os materiais necessários para isso ai. - Riu, indo até uma das sacolas jogadas no chão e pegando um outro pincel, voltando e entregando-o ao moreno. - Preciso ver algum trabalho braçal aqui, Billy, nada de usar os seus poderes para terminar mais rápido, hein?!
- Ahn... Pizza de brócolis amanhecida conta como material necessário? - Riu baixo enquanto já analisava a parede que ainda faltava pintar. Suas mãos brilhavam no tom branco azulado, porém fraco, costumeiro dos seus poderes, quando Theodore o interrompeu. Billy murmurou cansaço jogando a cabeça para trás. - Assim você tira toda a diversão. - O brilho em suas mãos se apagou e ele pegou o pincel.
Aos poucos a antiga pintura era coberta com a tinta branca. Cada pincelada era como se apagasse a história que aquele cômodo tinha para contar, mas qual? Lembranças vagas e flashes vívidos... Em quais podia confiar? Aquela era mesmo sua casa, ou só um lugar criado por alguma coisa semelhante à sua casa? Os olhos claros estavam fechados num devaneio imaginário enquanto acordado para o trabalho braçal oferecido por Theodore. Ele sorriu. - Então Theodore, me diga... O que costuma fazer da vida? - Indagou com certa curiosidade, além, claro, de tentar puxar um assunto e manter a conversa. - Ainda que eu me sinta muito familiar a você continuo não te conhecendo muito bem.