@barbiepsigotica
Cosimo Galluzzi

tannertan36
ojovivo

Love Begins

oozey mess
Three Goblin Art

#extradirty
Game of Thrones Daily
i don't do bad sauce passes
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

No title available

Janaina Medeiros

Product Placement
DEAR READER
Mike Driver

pixel skylines
todays bird
No title available
Jules of Nature

No title available

seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from Malaysia

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from United States

seen from Saudi Arabia

seen from United States
seen from Argentina

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Australia

seen from Türkiye
seen from Türkiye
seen from Singapore
seen from Malaysia
seen from India

seen from United States
@blackdahlic
@barbiepsigotica
zaramvsings:
não era incomum que zara ansiasse por momentos de paz sozinha. parecia que com a mudança de colégio, haviam muito mais pessoas juntas em um lugar só e aquela a deixava um misto de irritada e incomodada. não conhecia a trinity direito, porém escavou fundo pelos corredores e escadas até encontrar uma sala vazia e abandonada o suficiente para que pudesse sentar no parapeito e tirar um cigarro do maço. por ser atleta e participar de competições, tanto de natação quanto de boxe, a ela não era muito indicado o fumo. claro, era prejudicial a saúde e recomendações médicas e blablabla… acontecia que zara raramente dava ouvidos à conselhos de terceiros, e se nem ao menos as suas irmãs ou ben eram capazes de lhe convencer alguma coisa, um médico é que não o faria. foi despertada de seus devaneios pela entrada de dahlia, e o seu comentário fez exibir um sorriso repuxado nos lábios da indiana. “acho que você acertou em cheio, moça. deixo até você pegar do meu cigarro se depois me ajudar a voltar para civilização, porque eu não fazia ideia do caminho que eu tomei até aqui.”
“ — Finally”. Disse, sentando-se sobre uma das carteiras vazias e retirando seu próprio maço do bolso. Adquirira o hábito de fumar anos antes, talvez aos quatorze, quando saiu de sua primeira psicóloga. Descobriu na nicotina um remédio para suas ansiedades como nenhum outro e, desde então, era quase impossível que ela passasse um dia sem fumar. E, bom, quem iria reclamar? Já era uma maior de idade, todos que a conheciam a temiam, e a sua mãe sentia-se para achar-se no direito de privar a filha de seus alívios. Portanto Dahlia se tornava cada vez mais dependente dos cigarros, sem que ninguém lhe aconselhasse do contrário. “ — Não precisa, love, eu trouxe os meus. Mas te ajudo com os caminhos da Trinity. Mesmo que eu não seja a melhor tour guide que você vai encontrar por aqui... Muito pelo contrário.” Colocou o cigarro entre os lábios e o acendeu, deixando com que a fumaça tomasse conta do espaço entre as duas. “ — Então como está a sua irmã depois da merda explodir?”
jwzebelle:
∘⡊ ✧ * ⊹ bocejou, as mãos apoiadas na mesa e no rosto para que não pendesse, caso cedesse ao sono, corria sério risco de cair de cara no prato que se encontrava a sua frente. os olhos se esforçavam para se manterem acesos, decaindo em repouso, sendo assustada e desperta rapidamente pela voz da garota. ❝ ━ uh? o que disse? ❞ indagou ainda confusa, forçando a mente desacordada a se situar. ❝ ━ mas, isso devia cheirar assim mesmo? ❞
Só então ela direcionou os olhos para a garota do seu lado como se percebesse a sua presença. “ — Olha, eu não faço a mínima ideia, geralmente almoço cigarros.” Dahlia definitivamente não era um animal diurno, parecia que todas as suas funções corporais só existiam quando a noite tomava o céu. E isso geralmente incluía a fome. A garota seria capaz de passar horas sem comer durante o dia, mas jamais perderia um jantar. “ — Mas eu não acho que vá cheirar melhor se você cair de cara na comida.” Disse, reconhecendo o sono estampado no semblante da outra — como usualmente também estava no seu.
@cuernogrande sent a 🐍 + 📚 for me to grab the book nearest to me, flip to a random page, and use the first line of dialogue I see as a starter
O final das aulas era, sem duvida, o momento favorito do dia de Dahlia, quando ela finalmente podia deixar as 4 paredes da trinity — e todas as pessoas insuportáveis que as habitam — e, finalmente, se dedicar as partes que interessavam da vida. Naquele dia, no entanto, seu escape demorava-se mais do que ela gostaria. Esperava por Miguel sentada no capô de seu carro, um cigarro entre os dedos e a fumaça envolvendo o seu rosto.
Foi quando uma mão tocou o seu ombro e, com o susto — Dahlia não era a maior fã de contato físico — ela deixou o cigarro cair. “ — Olha o que você fez, seu inútil!” bradou, apesar de não estar tão irritada assim. Rapidamente recuperou o objeto ainda aceso e o colocou de volta entre seus lábios, só então direcionando seus olhos para o amigo. “ — Então, o que iremos fazer hoje?”
@zaramvsings
@jwzebelle sent a 🐍 + 📚 for me to grab the book nearest to me, flip to a random page, and use the first line of dialogue I see as a starter @jwzebelle sent a 🐍 + 📚
Não era de seu costume almoçar no refeitório da escola, mas, naquele dia em especial estava de bom humor o suficiente para a empreitada. Serviu-se do prato vegetariano, ainda que não de fato o fosse, e seguiu para uma das mesas. Procurou o lugar com menos pessoas, encontrando um com apenas uma garota, onde sentou-se. Sem sequer dizer oi, levou uma garfada de comida até a sua boca. “ — Tem o cheiro do jardim”, ela comentou, mais para ela do que para a menina ao seu lado.
@itsnathaliebxtch sent a 🐍+👊 or an argument/fight starter
Dahlia estava sentada em uma das arquibancadas comendo o sanduíche que trouxera para seu lanche. Não era incomum que ela almoçasse sozinha, na maioria das vezes por opção, comer era um ato que necessitava de paz que, geralmente, era negada por companhias. Mas, quase como uma ironia do destino, o incomodo veio até ela mesmo assim, e logo ela sentiu uma dor fina em sua mão, resultado de um pisão de uma das pessoas que subia a arquibancada sem prestar atenção. “ — Que porra é essa, você não olha pra onde anda?” disparou, a raiva incontida clara em sua voz.
@zaramvsings sent a 🐍 + 🌈 for a starter
Dahlia caminhava pela Trinity a procura de um lugar secreto o suficiente para que pudesse acender um de seus cigarros. A irritação era clara em seu semblante, afinal todos os seus lugares usuais pareceram ser invadidos por casais transando, e foi precisa toda sua paz interior para não expulsá-los aos gritos. Abria cada porta de cada sala aparentemente inabitada em busca do local perfeito, e foi em uma das salas que encontrou Zara. Um sorriso tomou seu rosto ao ver a amiga, uma das poucas pessoas por quem Dahlia nutria algum respeito dentro da escola. “ — Por favor me diga que esse lugar é escondido o suficiente pra fumar. Ou, pelo menos, que você tá com paciência pra afugentar alguns horny teenagers”.
𝕨𝕠𝕦𝕝𝕕 𝕪𝕠𝕦 𝕜𝕟𝕠𝕨 𝕙𝕠𝕨 𝕥𝕠 𝕗𝕚𝕩 𝕞𝕖? {ꜰʟᴀꜱʜback}
Se perguntasse a qualquer um da Trinity se Barbara Brancaccio tinha um coração, a resposta provavelmente seria um não. A garota gostava dessa pose e deixava as pessoas acreditarem no que queriam sobre ela, era mais fácil assim. Gostava de ser a heartless bitch do colégio. Por isso não fazia o menor sentido o aperto no peito que sentiu quando, ao sair para fumar, encontrou Dahlia naquela posição tão… Vulnerável? Barbie engoli em seco e mandou essa sensação para o fundo de seu ser e, olhando ao redor por um momento, sentou-se na frente da morena. –”Você está bem, Dah? O que houve?”– perguntou com uma preocupação real em seu tom anormalmente leve. Esperando pela resposta -que ela nem tinha certeza se viria, porque não sabia se Dahlia queria falar sobre isso, ainda mais com ela- Barbie tirou seu vaper do cinto de sua fantasia e o ligou.
Sua relação com Babara era, no mínimo, complicada. Desde que se conheceram pela primeira vez nunca mais estiveram separadas, mas seria também um exagero dizer que em algum momento estiveram juntas. Eram sempre diversos altos e baixos, que por vezes pendiam a indiferença e em outras a algo similar, mas jamais o mesmo que, ao amor — já que ambas consideravam-se completamente incapazes de envolver-se, e talvez fossem. Mas, de alguma maneira estranha, a loira não lhe causava tanto incomodo assim ao encontrá-la tão vulnerável. Talvez ela só estivesse exausta demais para manter sua pose de invencível, talvez fossem outras coisas. “ — Nada, você devia ter visto o outro cara.” brincou, abrindo um sorriso nada verídico, numa tentativa um tanto falha de mostrar-se bem. “ — Você por acaso ‘tá de carro?”. A voz que deixava os seus lábios era mais frágil do que Dahlia pensava que ela poderia algum dia soar. Colocou mais uma ver o cigarro na boca, deixando que a fumaça densa se instalasse entre as duas logo em seguida.
ɪ'ᴠᴇ ɢᴏᴛ ᴀ 𝓼𝓮𝓬𝓻𝓮𝓽 ᴄᴀɴ ʏᴏᴜ 𝕜𝕖𝕖𝕡 𝕚𝕥?
TW: sequestro, ptsd, ataque de pânico.
revcnge:
Sua cabeça já estava um pouco dopada com a quantidade de drinks que tinha tomado, o que fazia com que o melhor lado de Nadine aparecesse, então sorria com mais frequência, até mesmo para estranhos. Quem descobria quem era a dona do vestido vermelho, com certeza acabava se surpreendendo com a personalidade leve e carismática que a Souverain estava demonstrando. “Felizmente, eu sou satã, então não precisa se preocupar. Vou ser um noivo gentil.”
Tirou o pano vermelho de cima de si, incomodada com o calor que o mesmo causava, e o colocou de volta sobre os ombros de Nadine, se aproximando levemente. “ — Quem te deu a impressão de que eu quero gentileza?” Seria mentira dizer que não era uma pessoa naturalmente provocativa, não necessariamente por querer algo, mas apenas para se divertir com os jogos de poder envolvidos. E, bom, quem melhor para um jogo como aqueles que a rainha da escola? Pegou uma bebida roxa de uma bandeja e deu um longo gole na mesma antes de continuar. “ — Isso seria um verdadeiro desperdício.”
lovejcy:
–”Oh… É uma pena. Quero dizer, eu não sei se eu acredito nessas coisas, sabe? Mas é uma experiência divertida...”– Rapha deu de ombros, alternando em olhar para a cigana e para a garota por um momento antes de desistir completamente da ideia de se consultar com a cigana. Era capaz ainda dela dizer algo que ele não queria ouvir e acabar com sua noite. Se virou para a sua salvadora e abriu um sorriso brilhante para ela. –”Nesse caso, eu não poderia duvidar mais das capacidades dela. Como alguém como você teria uma péssima noite em uma festa como essa? Ãh-ãh, impossível. Amei os chifres!”–
“ — Eu não duvido de nada. Mas essa mulher definitivamente está mentindo” disse, dando de ombros. Não era uma pessoa de crenças vastas, mas também não eram assim suas descrenças. Dahlia preferia deixar todas as possibilidades em aberto, principalmente aquelas linhas que não ofereciam morais extremamente estritos. “ — Exatamente o meu pensamento. E, well, that’s what my ex said” Brincou. Não se lembrava de ter estado em um relacionamento sério o suficiente para ter a chance de trair alguém. “ — Eu acho que agora você devia me arrumar uma bebida por ter salvado a sua noite”. Bebeu o resto do uísque, ou pelo menos ela cria ser uísque, em apenas um gole.
𝕨𝕠𝕦𝕝𝕕 𝕪𝕠𝕦 𝕜𝕟𝕠𝕨 𝕙𝕠𝕨 𝕥𝕠 𝕗𝕚𝕩 𝕞𝕖? {ꜰʟᴀꜱʜꜰᴏʀᴡᴀʀᴅ}
tw: ataque de pânico
Era capaz de sentir as lágrimas secas em sua face. Se algumas horas antes estava tão ébria que mal conseguia sentir o seu corpo, agora sentia tudo. Sentia a dor no peito, o grito silencioso que enchia sua mente e fazia sua cabeça pesar, a ardência na palma das mãos onde fincara suas unhas. Se esforçava o máximo possível para manter a respiração calma, o pior já havia passado, mas depois sempre lhe restava um peso vazio. Como a ressaca do mar após a tempestade. Levou o cigarro a boca como se fosse a coisa mais importante do mundo e, quando ergueu seus olhos para acendê-lo, captou os cabelos alvos de @barbiepsigotica. “ — Hey” disse, a palavra ferindo cada centímetro de sua garganta e quase sendo inaudível quando finalmente deixou seus lábios. Encontrava-se sentada na área de fumantes, os joelhos dobrados e envolvidos por seus braços.
tw: claustrofobia, ataque de pânico.
Dahlia caminhava pelo salão com o que deveria ser sua quarta taça de bebida, ela sequer sabia o que estava bebendo. Estava, definitivamente, no melhor de seus humores que só era vislumbrado em festas noturnas e, provavelmente, um tanto desconhecido para a maioria de seus colegas. Mas nada é tão bom que não pode piorar, e logo ela sentiu mãos fazendo força contra os seus ombros. O que aconteceu em seguida foi rápido demais, antes que ela pudesse reagir desconhecidos a enfiaram dentro de um armário gritando “7 minutos no céu”. A morena pode sentir cada um de seus músculos se enrijecendo, e logo se colocou a procurar a abertura do local, no entanto, ao que lhe parecia estava trancada. Um nó fez presença em sua garganta. “ — Merda, merda, merda” disse, socando a porta, tão desesperada que sequer percebeu a presença de @goodxxthemis no local.
Dahlia amava tudo sobre a noite, e principalmente sobre festas. Amava as bebidas que lhe entorpeciam o corpo, e a música alta que tornava quase impossível ouvir os próprios pensamentos. Amava os olhares ébrios ao redor da sala. Aquele era, sem dúvidas, o seu ambiente natural e, como tal, ela estava em um estado quase simpático, mesmo com os mais insuportáveis de seus colegas. “ — Ei, não escuta essa mulher” disse, chamando a atenção da pessoa que fazia menção em consultar-se com a cigana. “ — Ela disse que eu teria uma péssima noite, e bom, eu to bêbada demais pra isso ser possível. Charlatã.” Estava brincando, um sorriso quase se fazia presente em seu rosto enquanto ela levava o copo de uísque em direção aos lábios.
O véu vermelho que cobria o seu cabelo já estava começando a irritá-la, fazendo com que sentisse muito calor, a bebida apenas piorando a situação. Retirou a coroa que estava em sua cabeça, logo depois o véu, olhando para a pessoa em sua frente com um sorriso nos lábios. Jogou o tecido sobre a outra, não mantendo o comportamento que se era esperado de Nadine. Esperava que a máscara fosse o necessário para que não descobrissem sua identidade. “Agora você é uma noiva. Espero ser convidada para o casamento.”
Festas definitivamente traziam a tona o melhor de seus humores, era até mesmo possível ver um sorriso nos lábios carmesim enquanto a morena perambulava pela festa atrás das diversões do momento. Quando um tecido vermelho caiu sobre o seu rosto ela ficou um tanto surpresa, mas ao invés de esbravejar, apenas deixou um sorriso um tanto maldoso tomar conta de seus lábios. “ — Só se eu for a noiva de satã, e bom, para esse casamento você tem que sentar na primeira fila”.
𝕨𝕣𝕚𝕥𝕖 𝕤𝕚𝕟𝕤 𝕟𝕠𝕥 𝕥𝕣𝕒𝕘𝕖𝕕𝕚𝕖𝕤 — 𝒹𝒶𝒽𝓁𝒾𝒶 𝑔𝑜𝑒𝓈 𝓉𝑜 ‘𝓌𝑜𝓃𝒹𝑒𝓇𝓁𝒶𝓃𝒹'𝓈 𝓋𝒾𝒸𝑒𝓈 𝒶𝓃𝒹 𝓋𝒾𝓇𝓉𝓊𝑒𝓈 𝓅𝒶𝓇𝓉𝓎’
❝ So, what the fuck does ‘steampunk’ even means?” Well, steampunk is a subgenre of science fiction or science fantasy that incorporates technology and aesthetic designs inspired by 19th-century industrial steam-powered machinery… “Okay, does that mean I can dress like a metallic demon?”