Axel Magnussen Kaisekamp at the Homecoming Ball 2018
“Because mama failed raising me to be many things, but she didn’t fail raising me to be a freaking fashion vision.”
trying on a metaphor

tannertan36
Sweet Seals For You, Always

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JVL
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Show & Tell
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
will byers stan first human second

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@bostaxel
Axel Magnussen Kaisekamp at the Homecoming Ball 2018
“Because mama failed raising me to be many things, but she didn’t fail raising me to be a freaking fashion vision.”
mafianxcandice:
@bostaxel
.⋆☾࿐ ࿔*:・゚ ♔ Se tinha uma coisa que Candice queria, era algo para animar-se um pouco, estava entediada com a rotina de: aulas e dormitório. Precisava de algo para quebrar aquela monotonia e ao ver Axel saindo da última aula foi a deixa perfeita para a russa se aproximar dele. - Axel! Amor da minha vida - chamou enquanto caminhava calmamente na direção do rapaz e parou a frente dele com um sorrisinho divertido nos lábios vermelhos. - Eu estava pensando em uma diversão, sabe, pra sair desse tédio um pouco. E… o que acha de irmos beber? - sugeriu ainda com aquele sorrisinho malicioso, aguardando pacientemente a resposta do rapaz.
--”Amor da minha vida? Pelas cuecas de Merlim, Candy, você deve ter aprontado alguma muito boa.”-- brincou, cruzando os braços frente ao torso, mas continuou parado à frente dela com um sorriso nos lábios. --”Por todos os deuses, sim!”-- respondeu, meio agradecendo aos céus só para efeitos dramáticos. Axel aceitava qualquer oportunidade de sair da rotina na qual tentavam lhe prender com as aulas de Durmstrang -não que ele comparecesse a todas elas, afinal. --”Sabe que eu sempre topo fugir do castelo com você. Principalmente se for para beber. Onde vamos?”--
angelmerliah:
@bostaxel
.⋆☾࿐ ࿔*:・゚ ❣ Merliah estava cansada das aulas, não via a hora de ir para o dormitório porém, o convite vindo do irmão de consideração a fez mudar logo de ideia e a sextanista estava louca para poder acabar logo a última aula e poder se encontrar com o mais velho. No instante que o professor dispensou a turma, a meio veela foi direto para onde sabia que Axel estaria quase correndo na direção do rapaz. - Vamos assistir filme? Mesmo? Aqueles que os trouxas fizeram? - indagou animada, os olhinhos verdes brilhando com a expectativa de passar a noite com o mais alto e o sorriso largo emoldurando o belo rosto da menina.
Sem pensar muito, ela pegou a mão de Axel para puxá-lo de modo a começar a andar mas não tinha tanta força assim e por acabou virando o rosto para ele - Vamos Ax! Por favorzinho! - pediu como uma criança, fazendo uma carinha como se implorasse para eles irem logo ajeitando a bolsa no ombro e jogando os cabelos loiros um pouco para trás. - Vai me dar o que comer? Estou com fome. - acrescentou piscando os olhinhos claros para ele.
Não era uma cena incomum. Talvez ainda fosse estranho para algumas pessoas, principalmente porque Axel e Merliah eram pessoas completamente opostas. Mas, ainda assim, o carinho que Axel tinha pela garota era surpreendente até mesmo para ele. Era como se ela fosse a irmã que ele nunca seria permitido de ter e ele se apegara muito a ela. --”Ah, dãh! Existe outro tipo de filme? Porque, convenhamos, bruxos são sensacionais em qualquer outra arte, mas o cinema é um território dominado pelos trouxas por enquanto. E você escolhe o filme dessa vez. Porque eu vou querer sugerir Jogos Mortais outra vez e você vai acabar me convencendo do contrário de qualquer forma.”-- Axel deu de ombros como se não se importasse, mas quem estava querendo enganar? Ele amava os filmes que ela escolhia.
Sem conseguir se conter, Axel riu da cena da qual ele participava. --”Vamos, vamos. Não precisa se exaltar, baixinha. Não pode se empolgar demais ou acaba explodindo, não cabe tanta animação em uma criatura tão pequena, cabe?”-- perguntou apenas para encher o saco dela e começou a andar ao lado dela. Pegou a bolsa dela e colocou sobre seu próprio ombro, carregando as coisas delas com as suas. --”Ugh. Desde quando é minha obrigação te alimentar, baixinha? Sorte a sua que eu tenho uma filosofia de que filme sem pipoca, doce e álcool não é um filme bom.”--
pedroocademeuchip:
— Foi a aposta mais ridícula que eu já fiz, eu devia ter imaginado que você ia conseguir tomar tudo, afinal, experiência com engolir você tem, né? — Não perdeu a oportunidade de alfinetar Axel, já que era um de seus melhores amigos e sua amizade permitia brincadeiras do gênero sem deixar uma sensação de inconveniência depois. Ao menos ele estava com PC naquele momento, apesar de não ter motivos concretos para isso, na opinião de Pedro Caio. — Ah, que migué da porra, Axel. Fala a verdade que você não queria deixar passar a oportunidade de ficar sozinho comigo. Você me ama, cara, fala aí. — Pedro lançou um sorriso cheio de flerte para o amigo, antes de estourar em risadas.
--”Nunca duvide da minha habilidade de colocar algo na boca. A minha prática vence qualquer desafio que puder pensar.”-- manteve a brincadeira e, com uma risada, deu uma cotovelada na lateral do corpo do amigo, apesar de não utilizar muita força para isso. --”Nah... Continue achando isso, PC. Vai ser divertido ver você morrendo iludido desse jeito.”-- retrucou dando de ombros rapidamente. --”Se você quiser mesmo fazer isso sozinho, é só falar que eu vou embora, machão. Mas pense bem, vai estar me privando de uma aventura e da oportunidade de rir da sua cara. Não é algo fácil de perdoar.”--
raspvtinho:
[ 👑 ] ——— ❝ — E é maravilhoso, eu estou dizendo! Se mentes brilhantes forem heranças dos Kaisekamp, você vai conseguir apreciar. Não tanto quanto Lutz, é claro, mas nem todo mundo foi abençoado com os nossos cérebros primorosos. ❞ Deu de ombros, como se lamentasse o fato. Acompanhou a risada de Axel, no entanto, piscando de volta. ❝ — Apenas se você decidisse disputar o lugar de passivo mais bonito dessa escola. Aí eu infelizmente teria que te humilhar e assassinar para limpar minha honra com sangue. Mas você entende que o mundo é cruel assim mesmo, não? ❞ Um olhar inocente, com longos cílios piscando delicadamente para o encanto do alemão. ❝ — Você está certo, mas ataques físicos são coisas que bruxos nunca esperam, então devem ser sua primeira opção ao lidar com eles. Eu poderia subjugar você com palavras se estivéssemos realmente disputando algo aqui, mas acredito que não seria efetivo para te matar, apenas te deixaria excitado. Aposto que você iria adorar minhas habilidades… Linguísticas. ❞ Não era sua culpa se confiava completamente no poder de sua língua… E não era apenas para falar. ❝ — Oh, tudo bem, eu sempre posso realizar uma cirurgia de emergência com uma faca de cortar pão e a varinha para remover sua suprarrenal e evitar que produza adrenalina. Assim nosso romance não chega a um término violento antes mesmo de ter começado, huh? ❞ Ofereceu, irônico, mas com um sorriso simpático. Puxou o braço do maior por cima de seus braços para andar ao lado dele ao invés de mantê-lo na dianteira. ❝ — Enfim, não se estresse, sim? Se concentre no meu rosto bonito. Você gosta de estrelas, aliás? Até esqueci de perguntar. ❞
--”Nah. Eu sei que o Lutz engana bem, mas a verdadeira herança dos Kaisekamp é ser um bosta. A nerdisse é particular do Lutz mesmo. E sua também, aparentemente.”-- acusou de forma divertida, fazendo uma careta ao falar. --”E privar o mundo de toda minha versatilidade? Nada disso, deixo esse posto para você. Apesar de que deve haver formas menos violentas de garantir seu título de passivo mais bonito da escola. Não julgo, porém. Ia ser divertido ver você destruindo alguém dessa forma.”-- ponderou com um sorriso quase sádico no rosto. --”Como fã de violência gratuita, eu sempre prefiro ataques físicos então vai precisar mais do que isso para me surpreender. Consigo pensar em maneiras mais divertidas de me subjugar com a língua, mas você tem razão em uma coisa. Seja como for, eu provavelmente ficaria mais excitado do que ameaçado.”-- e Axel falava aquilo com total certeza. Ele tinha essa péssima mania de se divertir até demais quando brigava com alguém. --”Ugh, melhor não. Não que eu esteja preocupado com o fato de você saber fazer isso, mas é que eu vou noventa por cento só adrenalina. Não tenho nenhum amor secreto por estrelas, mas quem não gosta?”--
arianepoynter-rp:
“ —– Hilário demais! E finalmente que alguém concorda comigo, porque né. Ninguém cai daquele jeito, meu bem! Ah não, você fez isso? Sério, Axel? Você não perdoa uma mesmo. “
--”Será que jogaram alguma maldição nele para ele cair desse jeito? Se esse for o caso, eu preciso urgentemente saber que feitiço é esse. Não mesmo. Amigos, amigos, diversão à parte.”--
wilhxlminx:
“ –––– Ah, darling, vai mesmo querer estragar a surpresa no meio do caminho?” As mãos delicadas da bailarina conduziam o mais velho para um local que, claramente, era do seu agrado. Porém, Willa, naquele momento, só precisava de uma mão de obra extra para o que queria, e por algum motivo, achou que Axel era boa opção. “ –––– Não é difícil. Eu posso te proteger do perigo se ficar com medinho, huh?” Ronronou em tom de ironia, enquanto deixava um riso escapar dentre os lábios cheios. E quando viraram a curva da direita, foi possível ver claramente o local onde mantinham os dragões, e Willa havia ouvido sobre o da Wasser ter colocado ovos recentemente. Não sabia se era verdade, mas se fosse, a bruxa era curiosa o suficiente para querer conhecer um, mas não imprudente a ponto de invadir um ninho, mesmo com auxílio da magia. “ –––– Um simples accio não funciona, infelizmente. Mas eu sei que estou contando com um grande bruxo para fazer um favor pra mim, não concorda?” A ironia era sempre presente em sua fala, por mais que, para alguns, palavras como aquelas pudessem significar manipulação. Bastava saber para qual lado Axel levaria.
--”Eu não sou o maior fã de surpresas, para falar a verdade. Preferia que me contasse logo porque estou ficando entediado e pensando em tacar fogo em algo já.”-- murmurou com um tom entediado, mas deixou que ela continuasse o guiando para onde quer que fosse. --”Oh, graças a Merlim. Como eu poderia sobreviver sem seus poderosos músculos para me proteger?”-- Axel revirou os olhos, mas acabou rindo com o seu próprio tom sarcástico. Os olhos dele brilharam com a proposta, ele sabia disso. Gostava de acreditar que era idiota, mas não burro a esse ponto. Entretanto, aquela parte de Axel que era viciado em adrenalina já estava animada demais com a ideia. --”Que favor e por que não faz sozinha?”-- cruzou os braços, tentando fingir desinteresse.
alicxsawyer:
“Estamos quase chegando, calma.” A loira respondeu rindo. Na verdade, ela não sabia direito onde estava levando Axel, nem se seria algo empolgante, mas não queria descobrir sozinha e tinha certeza que o moreno a acompanharia. Caminhou mais alguns minutos antes de parar na frente de um quadro que ocupava, praticamente, uma parede inteira. “Se eu quisesse te matar provavelmente te levaria para fora do castelo, aqui seria muito suspeito.” Alice esperou alguns segundos antes de continuar, se perguntava qual seria a reação de Axel. “Então, supostamente, atrás desse quadro existe uma passagem secreta, mas eu não sei onde ela leva. Quer descobrir?”
--”Por que tão longe??”-- perguntou com a voz arrastada como a de uma criança irritante -o que, convenhamos, ele era 90% do tempo- mas continuou a seguindo. Tinha a sensação de que, no fim, valeria a pena. E para provar que estava certo, toda sua expressão se iluminou com a descoberta do quadro. --”Eu já disse que eu te amo hoje? Porque me apresentar a uma passagem secreta que eu não conheço ainda é definitivamente algo que conquista meu amor. E nós com certeza vamos descobrir aonde ela leva.”--
alxmirror:
Alison virou o rosto rapidamente, encarando-o com um ultraje quase cômico nas feições delicadas. Gods, se tivesse um espelho consigo nesse exato momento decoraria tal expressão para fazer em sua verdadeira forma. — E você me parece uma excelente pessoa, me chamando de infeliz e estranha logo de cara. Você flerta assim também? — Os braços cruzados sobre o peito, o pé batendo no chão ritmadamente. Escorregou um pouco para longe dele e, só depois, percebeu que podia estar dando um certo sinal bem errado. — Problemas pessoais, moreno. Vai me xingar mais?
Inevitavelmente, Axel riu da expressão que ela tomou, ainda que isso provavelmente só piorasse sua situação com a garota. --”Já falei coisas piores para você durante os duelos, se me lembro bem. Não fique sentida só por isso. Não, meus flertes são ainda mais diretos do que isso. Ok, você definitivamente não está de bom humor. Não vou te xingar mais, porque não te xinguei ainda. Mas vou ficar quieto antes que arranque minha língua fora.”--
𝕡𝕠𝕧 𝕀: egon’s crumbling empire
Berlin Bruxa, Alemanha. 2018, um dia antes das aulas começarem.
[content warning: menções implícitas de aborto]
Há tempos os Kaisekamp deixaram para trás a tradição de morarem em uma só residência. Eike Kaisekamp I teve três filhos, cada um construiu a família em uma casa diferente. O mais velho era Egon Kaisekamp, pelo fato de ser o primogênito ficou com a Mansão Kaisekamp e se tornou o patriarca da família após a morte de seu pai. Teve três filhos, Erik Kaisekamp II – o futuro patriarca da família –, Eden Kaisekamp – o irmão do meio que sonhava com o cargo do mais velho por achá-lo corrupto demais para o cargo, e Eike Kaisekamp II – o filho bastardo –. O filho do meio era Aaron Kaisekamp, se casou com Loki Magnussen, herdeira de uma família puro-sangue sueca, e teve Axel Kaisekamp. O filho mais novo era Lothar Kaisekamp, e por isso não teve muitas exigências além de levar adiante o legado da família. Se casou com uma puro-sangue, teve filhos homens, todos apropriados para perpetuar a linhagem Kaisekamp com mais filhos homens fortes e sadios. Disso, nasceu Lutz Kaisekamp.
Lothar se casou com Ophelia Beauregard, uma duelista francesa que fora campeã mundial sete vezes em categorias diferentes três anos seguidos. Ophelia estudou a vida inteira em Beauxbatons, e possui um antepassado que fora campeão do Torneio Tribruxo. O casamento dos pais claramente foi arranjado, fazendo com que a curta e promissora carreira de Ophelia chegasse ao fim. Para a família Beauregard, não era de bom gosto que ela continuasse fazendo isso, solteira e sem filhos. Aos vinte e nove anos, Lothar e Ophelia se casaram sem ao menos se conhecer direito. Ele era um político influente no Ministério da Magia alemão, trabalhando para o Wizengamot e trazendo muitos casos – e galeões – para o local onde trabalhava. Conhecido por sua paciência e temperamento brando, tinha uma mente calculista cujas engrenagens rodavam a partir do seu conhecimento do comportamento humano. Era fácil prever as reações das pessoas, bastava falar algo, e a resposta seria imediata como previa. Nunca teve a ambição de dominar, ser o líder mundial, receber todos os olhares. Em Durmstrang, era um garoto inteligente e reservado, não estava interessado em contatos que não fossem para o bem de sua carreira. O que Lothar queria era ganhar muitos galeões e viver montado no ouro pelo resto da vida.
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bostaxel:
–”Eu sei que eu concordei com isso, mas você já pode falar para onde está me levando?”– Axel franziu o cenho, extremamente confuso. Ele amava uma aventura, mas já estavam andando a tempo demais para que ele ainda estivesse animado com a possibilidade. Desde quando Durmstrang era tão grande assim? Ok, Axel sempre soube da massividade do castelo, mas nunca se importou porque sempre tinha algo para se distrair. Naquele momento, ele estava entediado. –”Se está tentando achar um lugar para me matar, eu devo te avisar que vai precisar se esforçar para me matar. Mas, ao menos, a briga vai ser divertida.”–
[ 👑 ] ——— Ambos os braços agarraram-se ao de Axel, puxando-o pela escola no final da tarde. ❝ — Qual é a graça de te falar? ❞ Questionou, semicerrando os olhos como se a resposta fosse óbvia. Não estava levando-o exatamente a uma aventura, mas gostaria de mostrar algo a alguém e o Kaisekamp fora a primeira pessoa encontrada vagueando pelos corredores. Azar dele que estivesse desocupado naqueles instantes, pois agora seria obrigado a acompanhar o Rasputin até a torre de astronomia. ❝ — Corvos têm garras, Axel. Eu sou mais ruim do que você imagina. Se quisesse te matar, você não saberia. ❞ Um sorriso malicioso surgiu no rosto de Oleg. Falava sério ao dizê-lo. Poderia executar os venenos mais perfeitos de olhos fechados. ❝ — E eu não me atreveria a ir contra minhas propriedades físicas. Eu sei que você é um poste e que eu não conseguiria subjugá-lo em um ataque físico. Se der uma olhada entre o meu porte e o seu… Fica claro quem iria ganhar se nós dois saíssemos na mão. ❞ Explicou. ❝ — Ainda bem que você é completamente apaixonado por mim e nunca faria algo assim, certo? ❞
O Kaisekamp revirou os olhos para a resposta. Sabia que não adiantaria perguntar, mas queria logo saber para onde estavam indo. --”Espero que seja lá o que você queira me mostrar no final disso, que seja muito bom.”-- retrucou, um pouco ranzinza e cutucou o outro garoto nas costelas. --”Eu não duvido. Mas você não me mataria, né? Seria crueldade privar o mundo da minha existência sensacional. Fora que, você me ama demais para me matar.”-- Axel riu, piscando um dos olhos para ele. Realmente acreditava que Oleg poderia mata-lo com uma facilidade surpreende, até. Mas medo de morrer era algo que Axel desconhecia desde sempre. --”Não é só com ataques físicos que se subjulga uma pessoa, mas gosto da forma que você pensa. Continue assim. Até porque eu realmente iria ganhar de você, se tentasse algo. Isso eu já não posso prometer, Oleg. Sabe como é, paixões são paixões. Adrenalina é algo completamente à parte. Principalmente quando estou andando a mais de quinze minutos sem saber ainda para onde estou indo.”--
alxmirror:
Alguns sinais foram vistos, os números disseram que não seria um bom dia, mas quem disse que Alison prestou atenção em algum deles? Quando o céu estava perfeito para pegar a vassouro e soltar o balaço quebrado escondido embaixo da cama? A caixa forte, para segurar o poder da bola, rachou e ela escapou. A vassoura perdeu o fio e se tornou inútil. O uniforme do time rasgou num canto e está longe do concerto. Almoço perdido, fome avassaladora e, para completar, o pior dos males atinge: estresse. A tensão formada endurecia os ombros e deixava o corpo volátil, maleável, pronto para se transformar na primeira pessoa que passasse ao lado. — É uma fucking maravilha. Um dia fucking maravilhoso. Por Merlin, eu sou o homem mais feliz do mundo! — O pássaro agitou as asas e bicou sua bochecha, bem a tempo de avisar da chegada de alguém – mas não de impedir as palavras de saírem. — Não sei o que é pior, as roupas que não se encaixam ou o espaço vazia na minha cue-.
--”Você não parece muito feliz. E nem soa muito normal...”-- não que Axel conhecesse muito a garota. Eles frequentavam o clube secreto de duelos juntos, mas o Kaisekamp jamais seria um exemplo de atenção para saber distinguir todas as manias de todas as pessoas com quem convivia. Naquele momento, tinha apenas o pressentimento de que havia algo estranho com ela. --”O que houve, loira?”--
— É a aposta mais idiota que eu já perdi na minha vida. — PC murmurou para si mesmo, enquanto usava sua caminha para iluminar o caminho escuro por entre as paredes de pedra. Apostou que umx amigx não conseguiria beber cinco litros de suco de uva seguidos – afinal, quem bebe tanto assim? – mas logo descobriu que sim, a bexiga humana é capaz de aguentar tanto suco assim sem a pessoa borrar as calças. Agora, por causa daquela aposta estúpida, foi forçado a passar uma noite nas Prisões de Durmstrang. Todavia, ouviu um barulho atrás de si, e parou repentinamente, apontando a varinha para quem quer que estivesse vindo. — Não tá muito tarde pra você estar fora da cama desse jeito, não?
Ele já tinha feito coisas mais idiotas do que aquilo. Para ser honesto, aquilo não estava nem no seu top 5 de coisas mais estúpidas que Axel fizera em sua vida. Mas seria divertido demais para ele não fazer. E tudo que precisara, para começar, fora beber cinco litros de suco de uva. Não tinha nada a perder. --”Nada disso. Eu vou ficar aqui com você para garantir que você vai cumprir a sua parte da aposta. E para rir da sua cara toda vez que for paranóico como agora e achar que algum monstro está te seguindo.”-- Axel disse apenas para encher o saco do amigo e continuou andando até ele. --”Abaixa essa varinha, cara, você não me assusta.”--
“Okay, mas a gente pode falar sobre como chocolate é importante?”
--”Ok...? Não é um assunto comum, mas vou te dar o benefício da dúvida e parar de te encher o saco um pouco. Mas se quer mesmo me distrair, fale sobre como chocolates explosivos são importantes.”--
Após breve verificação das folhas, algo parecia estar faltando. Podia ser apenas impressão, e não seria a primeira vez. Makarios tinha o péssimo costume de perder coisas o tempo todo e isso passava a ideia de descuido. A verdade, no entanto, era que só perdia o que não lhe interessava. Naquela ocasião, resgatou brevemente o relógio entre os livros, sem saber como este havia ido parar ali. Ao ver que outra pessoa lhe observava, a reação foi imediata, desconfiado: ❝ Perdeu algo aqui ou só quer uma foto? Ah, desculpe, isso não seria possível por razões óbvias ❞
Eram pouquíssimos os motivos que faziam Axel ir até a biblioteca. Ele até gostava de ler, mas dentre tudo que ele gostava de fazer, a leitura era a menor de suas prioridades. Estudar estava fora de questão, como parte de seu eterno protesto nem-tão-silencioso contra o fato de ser obrigado a estudar. Só restava, portanto, ir ali para ou encontrar alguém ou dormir -a biblioteca era um dos melhores locais para tirar um cochilo. O som de um livro caindo o acordou e, sonolento, Axel encarou a primeira pessoa que viu. --”Sempre aceito uma foto, principalmente se for um nude.”-- comentou com a voz carregada pelo sono ainda e esfregou os olhos. --”Por que esse mau humor todo? Quem foi acordado fui eu, não você.”--
“ —– Nossa, você viu a queda daquele garoto? Foi demasiado estranha, juro. “
--”Puta merda, aquilo foi hilário! Quem cai daquele jeito? Tudo bem que talvez eu tenha dado uma ajudinha para ele cair, mas não esperava que fosse tão engraçado.”--
lutzkaisebosta:
Às vezes Durmstrang era too much pra Lutz. Muitas pessoas tentando provar que eram as melhores, melhores que os outros, camadas infinitas escondendo inseguranças profundas, e usando toda hostilidade possível para atacar os outros. Muita briga de ideologias diferentes, muitas críticas de puristas e traidores do sangue. Ele geralmente lidava com tudo isso tranquilamente, afinal, ele cresceu nesse meio. Entretanto, às vezes ele só precisava de um momento de paz e silêncio, e um belo cigarro de gillyweed para auxiliar na contemplação do universo.
— As aulas mal começaram e já tem gente começando a terceira guerra bruxa, impressionante. Não que eu esteja criticando de forma muito voraz, é só que… Não precisa de tanto estresse, cara. — Comentou, exalando a fumaça e observando outros fumantes que o rodeavam, visto que estava no fumódramo não oficial da escola. — Tipo, qual foi o último livro que você leu não relacionado a política ou qualquer coisa relativa a isso?
--”Bla bla bla. Sem isso de não estar criticando. Eu estou julgando mesmo.”-- Axel revirou os olhos, interrompendo sua fala para esticar a mão, pedindo silenciosamente para que o primo lhe passasse o cigarro de gillyweed. --”Esse povo está todo surtando como se essa escola fosse a última coisa que eles vão fazer na vida, como se só isso importasse. Great news, fuckers! None of this matter!”-- o mais velho exclamou para ninguém em específico. Aquela escola o frustrava, isso não era segredo para ninguém. --”Hey, não conte isso ao senhor Aaron Sabe-De-Tudo Kaisekamp, mas eu de verdade gosto de ler livros de política. Felizmente para mim, eu tenho coisas melhores para fazer do que ler. Então, na boa, eu não lembrou qual foi a última coisa que eu li e estou bem feliz com isso. Agora passa a merda da erva antes que eu dê na sua cara, humildão.”--