my heart is full of dead flowers that never bloomed.
cassidyhart, the pain didn’t make me stronger (via wnq-writers)
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Sweet Seals For You, Always

⁂
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
hello vonnie
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

izzy's playlists!
taylor price

★
occasionally subtle
Cosmic Funnies

JBB: An Artblog!
d e v o n
cherry valley forever
trying on a metaphor
$LAYYYTER

if i look back, i am lost

titsay
Alisa U Zemlji Chuda
seen from United States

seen from Spain

seen from Malaysia
seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Türkiye

seen from Switzerland

seen from China

seen from France

seen from Malaysia

seen from Canada

seen from United Kingdom

seen from South Africa

seen from United States
seen from Paraguay
seen from Canada

seen from Malaysia

seen from France
@raspvtinho
my heart is full of dead flowers that never bloomed.
cassidyhart, the pain didn’t make me stronger (via wnq-writers)
I want to try to make it up to you by offering you something you could really use. A boyfriend who doesn’t talk?
justcbite:
❝ Grossinho? Well, acho que posso lidar com essa ofensa ❞, comentou, dando de ombros. A partir do momento em que sentou ali já esperava que fosse ser ofendido de alguma forma; não importava que tivesse sido ele a começar com as provocações. ❝ Não vou nem comentar que deve estar acostumado aos mais finos e não sabe como lidar quando os grossos aparecem ❞, continuou, propositalmente usando do duplo sentido com o outro, que não era conhecido apenas por sua excentricidade. As ações alheias assustavam verdadeiramente o Dolohov. Ele não sabia como aquele ser humano tinha sobrevivido até a idade adulta, ou até a adolescência, que fosse. ❝ Não sei como seria possível tal coisa, Oleg. Experimentar uma bebida consiste, basicamente, em colocá-la na boca e engolir. Foi exatamente o que eu fiz ❞ — não devia dar tanta trela para o moreno, mas se via como incapaz de não responder, pois sempre tinha a impressão de que estava sendo feito de tolo por ele, por suas palavras. ❝ Massacres e batatas? Você está se ouvindo falar? Sabe que não pode usar essas duas coisas numa mesma frase, não é? ❞, perguntou, com indignação, afastando a mão alheia com um tapa logo depois de sentir o peteleco. Não precisaria de muito para que o outro o levasse ao limite da irritação se continuasse com os toques inapropriados. Makarios detestava que invadissem seu espaço pessoal. ❝ Eu não faço ideia do que está falando, Rasputin. Que tal calar a boca? Acho que minha constipação emocional ❞ — imitou, com a voz irritante do outro — ❝ melhora em cem por cento. Eu não vou beber com você, mas eu vou beber sua bebida ❞
[ 👑 ] ——— ❝ — Você não deveria ver como uma ofensa, mas sim como feedback dos consumidores. ❞ Seu corpo balançou com uma risada mal contida. Suas sobrancelhas arquearam, um tanto quanto surpreso com a frase imbuída de duplo sentido, mas estas eram suas especialidades. ❝ — Oh, querido, flexibilidade é algo que está em meu âmago. Eu posso acabar um pouco fora de mim quando os mais grossos aparecem, mas só preciso de alguns segundos para aprender a lidar com eles. Então a experiência torna-se interessante e prazerosa para ambas as partes. ❞ Terminou, com um grande sorriso, deixando a cabeça recair sobre um dos ombros. Oleg não era a pessoa mais certa naquela escola, mas crescera em uma casa com outras dez crianças mais velhas e dispostas a matá-lo em seu sono... Não era exatamente fácil se desenvolver como uma criatura sã em um ambiente do tipo. Ele acabou perdendo a noção em algum trecho de seu caminho e nunca voltou para recuperá-la. ❝ — É aí que você se engana. Você fala como um selvagem, eu posso quase escutar latidos ao invés de palavras, Makarios. Vou te ensinar como degustar uma bebida propriamente, ok? Primeiro: sua boca não é a parte principal. O seu nariz que é. 70% do gosto de algo está no nosso olfato. É por isso que você não consegue sentir o sabor da comida direito quando está doente. Se bem que... Você fica doente? ❞ Franziu o cenho, genuinamente curioso quanto à fisiologia do Dolohov. ❝ — Se você tiver um olfato apurado, a experiência pode ser ainda melhor! Você está perdendo um dos maiores prazeres da sua vida encarando a primeira prova de uma bebida de maneira tão simplista. ❞ Explicou, apaixonadamente. Oleg costumava ser intenso quanto às coisas que amava, e embora não gostasse tanto de álcool, gostava dos costumes que seu povo lhe ensinara e de passar esse conhecimento adiante.
❝ — Sim, eu estou, ainda bem. Eu amo o som da minha própria voz. Por quê? Muita gente diria que um mestiço e um sangue puro não poderiam estar sentados juntos, mas aqui estamos nós dois, enquanto eu te ensino a degustar álcool. É claramente uma noite para coisas supostamente proibidas acontecerem. Booo, onde está seu Deus agora? ❞ Revirou os olhos, levando a mão ao peito para acariciar os dedos doloridos após o tapa. Não prestou grande importância à agressão, continuaria fazendo o que bem entendesse. As atitudes do Dolohov não o agradavam tanto, então aquele era seu jeito de puni-lo: fazê-lo atingir o limite da paciência. Makarios não parecia ser do tipo que tinha muita, no final das contas. ❝ — Eu estou falando dessa sua cara de quem comeu e não gostou, Makarios. Sempre que te vejo no corredor tenho dificuldade de saber se essa é realmente sua face ou se você está andando de pernas para cima por algum motivo desconhecido pela humanidade. Você tem um dos rostos mais bonitos da sua Casa, mas é enfezado demais para mostrá-lo. ❞ Comentou, com uma expressão desdenhosa. ❝ — Oh, agora nós vamos fazer imitações? Eu faria uma da sua cara, mas seria atentado ao pudor tirar minhas calças e mostrar minha bunda para todo mundo. ❞ Crispou os lábios, embora risse internamente. Ele puxou um copo e serviu uma dose de apenas alguns goles para Makarios, de maneira que o conteúdo não atingisse nem mesmo a metade do recipiente. Era o máximo que precisavam para o teste. ❝ — Que seja, meu anjo, ninguém liga. Problema seu, escolha sua. Olha só: você tem que saber primeiro que existem três tipos de vodca. Polonesa, russa e ocidental. Russa é a melhor delas porque não tem gosto de gasolina, é marcante e agradável, algumas têm gosto de frutas. Além desses tipos, você também tem que considerar processo de destilação, matéria prima, estilo... É uma arte, entende? Para o meu povo, beber vodca é um dos maiores prazeres da vida. Antes de qualquer coisa, você tem que servir e sentir o aroma. Diga para mim o que você está sentindo, morceguinho. ❞
leoblut:
⚜ ❛ ———— Epa, epa, epa! Parou! ❜ Leona o encarou com os olhos arregalados, se intrometendo na conversa e colocando ambas as mãos na própria cintura após arquear uma das sobrancelhas. ❛ ———— Endoidou, Oleg? Sai pra lá! ❜ Empurrou o de leve para o lado com um movimento dos quadris, encarando o aluno em sua frente com um sorriso. ❛ ———— Não escuta o pivete, não existe bebida melhor pra te derrubar do que a escocesa. Prova aí. ❜ Empurrou o copo em mãos para o encontro do outro, que tomou um gole, mas meio segundo depois tinha uma careta no rosto, começando a tossir, oque a fez suspirar, frustrada. Tomou o copo de volta, acabando com o líquido num único gole, batendo om o objeto na testa alheia. ❛ ———— Nàire! ❜ Exclamou. Some da minha frente. Empurrou-o para fora da mesa, ajeitando os fios claros em seguida. ❛ ———— Odeio gente fraca! ❜ Murmurou, virando a cabeça para Oleg e dando um risinho nasal. ❛ ———— Mas que lástima. Estão deixando as crianças beberem, agora? ❜ Provocou-o. Sabia que ele completara seus dezoito, mas não pôde deixar de cutucar.
[ 👑 ] ——— O russo começava a achar que tinha algum imã para atrair gaélicos ensandecidos. Tudo o que não precisava depois de um irlandês confuso era uma escocesa efusiva. Contudo, pensando bem, talvez o choque entre as personalidades dramáticas de ambos fosse suficiente para fazê-lo esquecer o beijo que recebera. ❝ — Ninguém aqui quer ser derrubado, sua coisinha matusquela! ❞ Oleg reclamou em voz alta, fingindo ofensa, enquanto preparava o quadril e retornava o golpe na mesma moeda, empurrando-a para o lado. ❝ — Você acabou com a experiência, William Wallace drag queen! ❞ Lamentou, exageradamente, abraçando sua garrafa de Stolichnaya com ternura. ❝ — Não é triste? Mas estão super generosos hoje, porque deixaram até as galinhas saírem do galinheiro para dar uma voltinha. Você está feliz de finalmente poder tomar um ar, amiga? Não tome muita cachaça, anjinha depenada, vai acabar não conseguindo encontrar o caminho do seu ninho! ❞ Sorriu, respondendo-a no mesmo tom. ❝ — Mas não sou uma criança. Sei que meu rostinho pode enganar, sabe, os Rasputin possuem uma ótima genética e eu simplesmente pareço muito mais jovem. ❞ Gabou-se, suspirando de amores pela própria imagem.
schaeferannett:
Oleg era um acontecimento em forma de gente, e era impossível estar em sua presença sem ter reações exacerbadas; naquele momento em especial, Annett ria como há muito não lembrava. O Rasputin tinha um humor sagaz que muito a agradava, e no geral ela gostava de estar em sua companhia. O calor da vodca permanecia em sua garganta, mas o retrogosto que ela deixava era diferente dos outros destilados baratos que ela já bebera; chegava a ser quase doce e, estranhamente, lhe dava vontade de virar mais uma dose. E o rapaz estava mais do que certo; eram jovens, estavam em uma festa adolescente e Annett passara muito tempo com um peso em seus ombros maior do que sua maturidade comportaria. Estava na hora de começar a se comportar como uma garota de 17 anos. “Não sou muito entendida quando o assunto é cinema trouxa, mas se você diz que é assim…” Curiosamente, como se o destino colaborasse com as péssimas decisões que queria tomar naquela noite, um garçom parou perto dos dois, a bandeja carregada de shots de vodca russa. A Schaefer não demorou a pegar dois, oferecendo um a Oleg e erguendo-o em um brinde. “À imprudência juvenil. Que aproveitemos dela enquanto ainda podemos ser irresponsáveis.”
[ 👑 ] ——— Oleg definitivamente não sabia muito sobre a história de Annett, mas os alemães em geral lhe passavam a sensação de serem jovens Atlas e suportarem grandes pesos em suas costas. Como um russo que abraçava todos os comportamentos esperados de seu país, não nutria especial afeição pelos nórdicos, mas estudar à fundo as características de sua cultura e aprender a diferenciar pessoas em Durmstrang lhe ajudara a conviver melhor. ❝ — O cinema trouxa tem alguns grandes títulos quando se diz respeito à jovens fazendo cagada. Na verdade, você deveria me acompanhar em algum dia das próximas férias para vermos alguns. ❞ Ofereceu. Naquele ano decidira abandonar sua posição reclusa durante o período fora da escola. Rasputin aceitou o copo oferecido e levou-o a encontrar o da menina no ar. ❝ — Nazdarovye! ❞ Respondeu ao brinde com a tradicional tradição russa, sorvendo o conteúdo de seu copo em um longo gole no momento seguinte. Embora não fosse amante de bebidas alcoólicas, gostava do toque de anis no fundo do espírito. ❝ — Agora diga para mim, querida, você já tem alguém em mente para trocar alguns beijos hoje à noite? Quantos já se aproximaram de você com segundas intenções? ❞
raspvtinho:
[ 👑 ] ——— Um assovio deixou os lábios do russo e ele levantou uma mão, fingindo se abanar com ela. ❝ — Agora você está falando a minha língua! Diamonds are a girl’s best friend e eu sou metade garota, então vou querer um diamante do tamanho da minha cara no nosso anel de casamento. Me dê diamantes e você pode ter esse corpinho quantas vezes quiser e aguentar na mesma noite. ❞ Oleg pousou uma das mãos na cintura, afastando a sobrecasaca para mostrar a cintura estreita e o físico esbelto em uma pose de modelo. Outras poses seguiram a primeira, acompanhadas das mais variadas expressões que buscavam rivalizar as das capas de revista, antes do Rasputin parar de viver sua fantasia. Ele odiava quando Benjamin ignorava o que dizia, mas já havia se acostumado com o hábito do mais velho, não colocando mais nenhum esforço em fazê-lo responder. Funcionavam bem assim, no final das contas, apenas prestando atenção nas brincadeiras que não buscavam fazer o Gainsbrouth corar como uma virgem. ❝ — Não, não, espera. Um atrás do outro não dá. Assim não dá, Benjamin, calma… ❞ Disse, em tom urgente. ❝ — Boxe? Você? Por Veles… Você poderia ter deixado essa informação de fora. Aposto que só quis me provocar e alimentar minhas fantasias. Você é tão diabólico… Eu amo isso. ❞ Riu, semicerrando os olhos e apontando o indicador para o irlandês como se houvesse descoberto todas as suas intenções ocultas. Havia um tom jocoso na fala, tal qual a dramaticidade exagerada que era um trejeito tradicional do Rasputin ao falar.
❝ — Estou nas nuvens! ❞ Respondeu, diminuindo a distância entre ambos para envolver o rosto de Gainsbrouth com ambas as mãos, deixando um beijo estalado na bochecha dele. ❝ — Agora você precisa provar os pães de mel. São minha sobremesa favorita! Você gosta de doces? Você não parece o tipo que gosta de doces, com toda essa marra… A não ser quando fica com cara de sonso. Aí parece um garotinho de 13 anos que está começando a descobrir o corpo. ❞
Benjamin poderia ter retrucado qualquer uma das falas de Oleg, mas sua atenção foi completamente voltada para outro detalhe: seu rosto entre as mãos do russo, a proximidade e a oportunidade ótima de atormentá-lo um pouco mais, principalmente se considerasse que já havia álcool o suficiente em seu sangue para tomar algumas atitudes das quais se arrependeria na manhã seguinte. Gainsbrouth não planejava realmente ficar ali por muito mais tempo, então por que não encerrar seu momento ao lado de Rasputin, com algo parecido como uma chave de ouro?
Deste modo, o mais velho remexeu-se em seu assento até que pudesse segurar a cintura alheia sem estar num ângulo estranho e manter Oleg no lugar enquanto aproximava seus lábios. Assim, num beijo desavisado, mas sem intenção de ser aprofundado; demorado demais, entretanto, até que Ben se afastasse por completo, colocando-se em pé com um sorriso desdenhoso sambando nos lábios. “Eu encaro esses pães depois. Vou procurar algo melhor para fazer agora, meu amigo. Algumas garotas da sua Casa estão esperando por mim, sabe?” Brincou apesar de estar falando sério, enquanto ganhava distância e sumia no meio da multidão, como se não tivesse acabado de fazer o que fizera. Benjamin realmente não estava em seu melhor estado, principalmente depois de virar aquela bebida forte e terrível oferecida pelo soviético que acabara de beijar e deixara falando sozinho.
CLOSED
xwhitefangsbenx:
“Talvez eu devesse alimentar suas fantasias materialistas relembrando-o da família a qual pertenço?” Riu nasalmente, revirando os olhos enquanto relaxava os ombros. “Uma das dez maiores fortunas do mundo bruxo e você vem me falar sobre maneiras de sustentá-lo no futuro?” Debochou. Não que estivesse planejando qualquer coisa com Oleg, nem que se importasse realmente com todo aquele dinheiro manchado com sangue e fruto de torturas e agiotagem, mas gostava de atormentar Rasputin vez ou outra. E, aliás, Ben era um exímio praticante da arte de ignorar algo ou alguém, quando todas aquelas besteiras deixavam a boca do russo quando o álcool já estava suficientemente presente em seu corpo. Afinal, em situações normais, o irlandês já estaria corando ou desviando o olhar. “Os braços fortes e musculosos vieram por causa do boxe, ioga só me ajuda a manter tudo isso.” Crispou os lábios, finalmente tomando entre os dedos o copo que lhe fora servido. Com certa desconfiança, analisou o líquido e cheirou-o em seguida. Bebericou de leve e ao constatar que o sabor era minimamente interessante, virou a dose de uma vez. “Feliz?” Perguntou, voltando-se ao outro sem nenhuma careta ou expressão de desgosto após a ingestão da bebida. “Favor a um velho amigo concluído com sucesso.”
[ 👑 ] ——— Um assovio deixou os lábios do russo e ele levantou uma mão, fingindo se abanar com ela. ❝ — Agora você está falando a minha língua! Diamonds are a girl's best friend e eu sou metade garota, então vou querer um diamante do tamanho da minha cara no nosso anel de casamento. Me dê diamantes e você pode ter esse corpinho quantas vezes quiser e aguentar na mesma noite. ❞ Oleg pousou uma das mãos na cintura, afastando a sobrecasaca para mostrar a cintura estreita e o físico esbelto em uma pose de modelo. Outras poses seguiram a primeira, acompanhadas das mais variadas expressões que buscavam rivalizar as das capas de revista, antes do Rasputin parar de viver sua fantasia. Ele odiava quando Benjamin ignorava o que dizia, mas já havia se acostumado com o hábito do mais velho, não colocando mais nenhum esforço em fazê-lo responder. Funcionavam bem assim, no final das contas, apenas prestando atenção nas brincadeiras que não buscavam fazer o Gainsbrouth corar como uma virgem. ❝ — Não, não, espera. Um atrás do outro não dá. Assim não dá, Benjamin, calma... ❞ Disse, em tom urgente. ❝ — Boxe? Você? Por Veles... Você poderia ter deixado essa informação de fora. Aposto que só quis me provocar e alimentar minhas fantasias. Você é tão diabólico... Eu amo isso. ❞ Riu, semicerrando os olhos e apontando o indicador para o irlandês como se houvesse descoberto todas as suas intenções ocultas. Havia um tom jocoso na fala, tal qual a dramaticidade exagerada que era um trejeito tradicional do Rasputin ao falar.
❝ — Estou nas nuvens! ❞ Respondeu, diminuindo a distância entre ambos para envolver o rosto de Gainsbrouth com ambas as mãos, deixando um beijo estalado na bochecha dele. ❝ — Agora você precisa provar os pães de mel. São minha sobremesa favorita! Você gosta de doces? Você não parece o tipo que gosta de doces, com toda essa marra... A não ser quando fica com cara de sonso. Aí parece um garotinho de 13 anos que está começando a descobrir o corpo. ❞
fighhhtme:
“Lá vem…”, comentou baixo, com um revirar de olhos, enquanto sorvia um pouco mais do próprio copo e concordava com a cabeça, deixando que falasse. O cenho de Rhaella se franzia gradativamente à medida que a tese era esboçada, mas, para seu crédito, ela não o interrompeu. “Olha, docinho, é mesmo um saco quando nosso time perde, mas já faz muito tempo que a Irlanda não faz jus ao título de campeã mundial. Aliás, eu acho que as pessoas até já esqueceram que eles ganharam a taça porque, caramba, faz mais de vinte anos! Então, não adianta vir com esse papinho de árbitro de vídeo que não vai dar em nada” — comprimiu os lábios, como se lamentasse, enquanto pendia a cabeça em condescendência. “Inclusive, melhor seria se parasse com essas teorias malucas como um todo. Não está fazendo bem pra sua sanidade”
[ 👑 ] ——— Oleg franziu o cenho ao receber a informação. A bem da verdade, não sabia coisa alguma de quadribol além das regras básicas. Seu cérebro poderia guardar muitas coisas, mas informações esportivas não estavam inclusas no pacote. Apenas começara a discursar sobre teorias para entrar em algum assunto que pudesse dominar. ❝ — Durmstrang não faz bem para a sanidade de ninguém, garota. As teorias distraem a cabeça do ambiente retrógrado e escuro. São uma boa maneira de terapia, inclusive. ❞ Deu de ombros. ❝ — Para quem você estava torcendo quando essa copa começou? Porque é claramente mais entendida do assunto do que eu. I mean... Eu nem sei se o meu país estava entre os classificados. ❞
teaganhei:
。..。.☆ Qualquer felicidade que ela estava experimentando por si mesma não era maior do que o alívio em não decepcionar Oleg. Ela sabia que não era boa, todos seus professoras sabiam disse, seus colegas sabiam e até seus pais — que não eram bruxos e moravam no outro lado do mundo — sabiam. Mas Oleg ainda sim se dispunha a ajudá-la, decepcioná-lo em algo tão simples seria terrível demais para ela. Por isso, quando ele comemorou, a risada veio fácil e a gargalhada, recheado com gritinhos de animação, escapavam pelos lábios da morena. —- Acho que alguém não superou o térmico da copa ainda! — Ela riu, ainda pulando, e quando ele pareceu verdadeiramente orgulhoso de si, por tê-la educado, era uma sensação estranha sentir satisfação, mas não havia outra maneira de explicar. Ela estava satisfeita de ter orgulhado o moreno. — Está confirmado, se você conseguiu me ensinar, o próximo passo em domesticar testrálios está mais próximo do que imaginávamos! — Ela riu, parando de pular enquanto ele se recompunha. — Eu não estou dieta, seu porco! — Ela estapeou o braço dele, porém não o deixou de seguir em direção a mesa de sobremesas que ocupavam grande parte do salão. — Como foi as férias? Me atualize de tudo… ande.
[ 👑 ] ——— ❝ — Eu não superei nem o fim das Spice Girls ainda, quanto mais o final da copa. ❞ Justificou, de maneira jocosa. Oleg a acompanhou nas risadas e animação porque estava feliz pelas próprias habilidades. Teagan viera parar em suas mãos como um caso perdido, mas Rasputin não desistia tão facilmente de nada e encheu os ouvidos da garota até que aprendesse alguma coisa. Poderia ser apenas um feitiço doméstico, mas era um começo. ❝ — Testrálios são criaturas adoráveis, nós não teríamos problemas com isso! Você já viu um deles? Eles aceitam comida na mão se você for gentil o suficiente. ❞ Existiam alguns poucos testrálios sobrevoando o cemitério atrás da mansão Rasputin quando Oleg era pequeno. As criaturas foram seus companheiros por muito tempo porque espantavam os espíritos ruins e deixavam que se aproximasse do lugar sem problemas. ❝ — Mas deixa eu te dizer uma coisa e você leva para a vida, ok, coisinha? Ninguém é burro o suficiente que não possa aprender nada e não tenha nada a ensinar em troca e ninguém é inteligente o suficiente que não tenha nada para aprender e errar. Esse foi o primeiro feitiço que te vi executando fora das aulas, mas outros virão ou eu não me chamo Oleg. ❞ Prometeu, batendo o ombro no dela de forma cúmplice. ❝ — Você acha que Mikhail é um bom nome? Combina com o meu rosto? ❞ Emendou em seguida, não querendo perder o tom ácido com o qual tratava as pessoas. Riu ao sentir os tapas. ❝ — Que bom que não está, então. Mas... Já percebeu como as garotas dessa escola parecem modelos alemães que fazem jejum por dez dias? É assustador. Durmstrang tem um padrão impossível até nisso. ❞ Revirou os olhos, olhando ao redor. Não que ele mesmo não fosse extremamente magro, mas isso se devia muito mais ao metabolismo rápido do que o esforço em se encaixar nos padrões. ❝ — As férias foram bem entediantes, como sempre. A parte boa é estar de volta em solo russo, a parte ruim é... Hum... Todo o resto. E as suas? ❞
xwhitefangsbenx:
Os elementos corrosivos estavam destampados para atingir você, ou seja, suas atitudes colocaram meu plano de me livrar da sua pessoa, a perder. O que foi bom, no final das contas, porque agora eu tenho um papagaio da Wasser no meu encalço todo dia da semana.
Um presente que vai voltar para o seu pescoço, mas sem muita gentileza, se me puxar assim em público outra vez, gracinha. E eu não vou me servir, isso é o mínimo que você poderia fazer pela minha pessoa também. Antes que eu mude de ideia, aliás.
[ 👑 ] ——— O Rasputin levou as mãos ao peito, ofendido. ❝ — Você é um monstro! Por que iria querer se livrar de mim, que estou sempre aqui para te apoiar nos seus projetos pessoais? Tudo bem que você não tem nenhum, então por isso eu não apoio, mas a culpa disso é totalmente sua. Deveria arranjar algum e ser um homem de sucesso que possa me sustentar no futuro. ❞ Levantou as mãos, como se retirando a culpa de cima de si. ❝ — Owwwn, você acabou de admitir que adora minha companhia e meus discursos comunistas intermináveis, Benjamin? Você vai se juntar à minha luta contra a burguesia quando deixarmos a escola? ❞ Puxou a manga do irlandês, os olhos brilhando com falsa alegria diante da possibilidade sarcástica. Oleg não queria nada daquilo, mas era engraçado alimentar os estereótipos que esperavam dele.
❝ — Uuuh, isso foi uma ameaça? Você sabe que eu não consigo resistir a um tom hostil. Não me faça passar vergonha e ficar duro na frente de todo mundo, Benjamin! ❞ Soltou uma gargalhada alta. ❝ — Ou você pretende arruinar meu nariz me dando outro soco? Saiba que eu estou decidido a me vingar agora e um beijo não vai fazer com que eu te perdoe. ❞ Avisou, ironicamente. Revirou os olhos, soltando um suspiro alto ao levantar-se para servir uma dose ao maior. ❝ — Você é um bruto. Aposto que não quer se servir porque iria quebrar a garrafa com a força desses braços grandes, musculosos e definidos por horas de ioga... ❞ Em algum momento, Oleg se perdera, muito mais interessado em observar a forma física alheia do que servi-lo. No final, deu de ombros, livrando-se dos pensamentos sujos. ❝ — Aqui está, Benjamin. É Stolichnaya, minha favorita. Basicamente o único álcool que aceito tomar. Se você não gostar, eu lamento, mas vamos ter que romper todos os nossos laços. ❞
melhordxbaile:
。✧◂ Embora apreciasse o alcool, não era um adepto da embriaguez, e quando o jovem Rasputin aproximou-se com claros sinais de não estar em seu melhor estado, a expressão de tranquilidade fora substituída por tédio nas feições de Meliorn. ❝ Será que pode repetir? Para que eu anote no meu caderno essa grande descoberta… ❞ Comentou com sarcasmo, olhando ao redor como se buscasse por alguma saída. Mas ao mesmo tempo não poderia simplesmente sair dali sem dizer o que pensava, sua persona jamais admitiria. O braço envolveu os ombros de Oleg, uma risada extravagante escapando, como se o que o outro havia dito fosse a coisa mais engraçada do mundo. E então os passos tentaram guiar Oleg consigo, para um canto mais afastado. ❝ A melhor? ❞ Comentou em falsa curiosidade, aproximando os lábios do ouvido do garoto finalmente. Os dedos afundando na derme alheia com uma pressão um pouco maior. ❝ Não sei se esta é a postura esperada de um monitor em um evento oficial. Precisa de ajuda para voltar ao normal? Posso pensar em algo bem criativo. ❞
[ 👑 ] ——— Embora muita gente cultivasse a ideia de que Oleg estava fora de si, ele não estava. Um copo de vodca definitivamente não serviria nem mesmo para fazê-lo ficar tonto. Contudo, a repentina mudança facial de Meliorn trouxe um sorriso aos lábios do Rasputin, entretido, porque tinha talento para transformar tédio em divertimento ou irritação. ❝ — Me dê um minuto, Merlot, eu vou anotar na minha máquina de escrever invisível e mandar por correio. ❞ Emendou, com o mesmo tom sarcástico dramaticamente exagerado. Estendeu os dedos no ar e fingiu teclar em uma máquina, puxando uma folha invisível e entregando-a ao mais velho. ❝ — Oh, c'mon, Merlot! Eu entendo que queira um tempo à sós comigo, todo mundo quer, mas eu já não disse que não aceito esse tipo de proposta tão repentina? Você tem que me pagar o jantar antes. ❞ Comentou, seguindo-o até certo ponto, mas parando no meio do caminho. O sorriso sumiu quando Meliorn intensificou a pressão em sua pele, beirando o desconfortável. Oleg revirou os olhos nas órbitas. A garrafa de Stolichnaya que se recusara a largar e agora jazia debaixo de um dos braços parecia extremamente atraente para ser virada e tomada no gargalo naquele instante. ❝ — Bem, mas eu não estou fazendo nenhum mal, uvinha. Não ofereço vodca aos menores de idade e deixo que os maiores bebam apenas um golinho para provar. Eu sou um bom garoto. ❞ Garantiu, virando o rosto para o outro e sorrindo de maneira angelical. ❝ — Não sei o motivo de me achar fora do normal. Estou completamente bem. Você deveria conviver mais comigo para saber que este é meu estado comum de me portar... Quando meu lado comunista não fala mais alto e me vejo obrigado a parar no meio do corredor para imbuir outros discentes de igual força e coragem para enfrentar o dia de trabalho duro. Os sacrifícios que faço por essa escola... ❞ Suspirou, fingindo cansaço. ❝ — Mas muito obrigado pela sua preocupação e feedback, Merlot. A resposta do público é muito importante para mim! Eu adoraria ouvir mais sobre suas maneiras criativas de resolver problemas, querido, por favor, vá em frente. Quem sabe não podemos utilizar sua alma caridosa para auxiliar outras pessoas aqui no salão? ❞
xsuspend-the-guilt:
·˚.・° —— Você ainda faz uso dos bons modos? Que gracinha. Não importava o quanto se obrigasse a deixar no passado o que era do passado, não existia a remota possibilidade daquele evento não ser a coisa mais importante da sua vida, sobretudo quando todos julgavam-se na razão de comentar sobre sua vida. Por vezes pensou em dar aos outros exatamente o que eles queriam, a bad bitch que todos esperavam, todavia essa Anine estava tão perto disso quanto um trasgo de ser refinado. Se em qualquer momento notasse que o russo não se sentia à vontade com a situação, seria ela quem tentaria reatar, mas estavam naquela situação a tanto tempo que temia esquecer como era bom estar ao lado dele, muito provavelmente essa era a razão por trás de todas as vezes em que, a despeito das palavras hostis se obrigou a caminhar na direção dele nos corredores ou se sentar na comunal da Wasser quando o outro estava por perto, se ela pudesse apenas presenciar o Rasputin fazendo uso de seus modos escrachados – ainda que com outras pessoas – saberia que o garoto especial que conhecia ainda estava ali em algum lugar.
Desfrutou dos segundos fora das vistas do rapaz comprimindo os lábios, pensar em como queria contar a ele que naquele ano havia visto a aurora boreal mais incrível que já vira, bem da janela de sua casa em Nordkapp, parecia bobo e infantil, talvez fosse, mas eram detalhes como aquele que foram tirados dela, pouco se importava com sua reputação ou com o fato de nunca conseguir um bom marido. Pro inferno com toda essa história, precisava apenas do seu Oleg de volta. Era gratidão o sentimento que enfeitou as feições daquela que se mantinha severa até então? Precisava daquela provocação para não fraquejar, pois uma onda de sentimentalismo inundou seu ser enquanto analisava sua atual situação. ——Não espero nada de você, não mais. Doía ficar perto, porém era torturante se manter afastada. Havia se passado anos e parecia que nunca iria superar. Nesse momentos Uagadou sorria sedutoramente para aquela com as tranças azuladas naquela noite. —— Não sei o que estou fazendo aqui.
[ 👑 ] ——— Uma coisa sobre Oleg: ele acreditava que era melhor fazer outras pessoas o odiarem e desistirem de si quando precisava afastar-se. Era por isso que insistia em machucá-las, uma e outra vez, até que se convencessem de que Rasputin não tinha nenhum conserto. Era assim com suas namoradas, era assim com suas irmãs, era assim com seus antigos amigos. Cada um deles poderia desenrolar um pergaminho e citar situações onde o russo fora absurdamente grosseiro sem nenhum motivo aparente. Fato é que ver os olhos alheios esperançosos, como se algum dia pudessem voltar a ter boas relações, era demais para ele. Existia uma ponta macia em Oleg, ainda havia um coração batendo em seu peito, e toda sua armadura de frieza e efusividade lascava um pouco mais a cada vez que via pessoas que tivera de sacrificar tentando se aproximar novamente. Ele amava ser amado e também amava amar outros, mas não poderia deixar que o fizessem.
Devido ao seu enorme medo de se reconectar com quem perdera, Oleg quase entrava em pânico todas as vezes em que Anine tentava aproximação. Não poderia existir algo que ele desejasse com maior fervor, mas não poderia se deixar segui-la. Havia imensurável dor nos olhares de ambos e esta apenas aumentou quando a ouviu. Foi um momento de fraqueza breve. Oleg levantou o queixo, tentando recuperar a arrogância usual de sua postura. Tentou levantar suas muralhas, fortificar suas barreiras. Mas já havia perdido aquela batalha e não adiantava mais se proteger de coisa alguma. ❝ — Nasrat! ❞ Amaldiçoou, empurrando a cadeira para fora violentamente ao se levantar. Havia raiva e alívio em seus movimentos, substituindo a comum graciosidade dos membros esbeltos por modos mais desajeitados pelas mãos trêmulas.
❝ — Anine... ❞ Estendeu a mão, tocando o braço da mulher, e mordeu o lábio inferior. Sua garganta ameaçava fechar com o choro, mas Oleg engoliu-o em prol do momento. Soltou um suspiro antes de falar novamente, encontrando extrema dificuldade em soltar as palavras necessárias. ❝ — Eu ainda amo você. ❞ Murmurou, permitindo-se mais alguns passos para dizimar a distância entre ambos. ❝ — E você ainda é uma das minhas amigas mais queridas. ❞ Completou, levando as mãos ao rosto dela, emoldurando a face feminina antes de esticar o pescoço e pousar um beijo na testa dela. Uma coisa levou à outra e ele sentia tanta falta de poder demonstrar afeto pela garota sem restrições que abraçou-a no minuto seguinte.
xwhitefangsbenx:
Afeto? Quando isso? O máximo que você faz é tentar conseguir uma transa comigo sem ter muito sucesso na sua empreitada.
Vestuário que, eu preciso lembrá-lo, já era meu e não foi escolhido em uma loja por você. Mas… Hm, tudo bem. Só mais uma dose. Nada que vá me matar, eu espero.
[ 👑 ] ——— ❝ — Afeto! Meu Deus, você parece um cavalo, Benjamin, só olha para frente. Eu sempre cuido da sua pessoa! Até porque é um sonso que sempre esquece elementos corrosivos destampados enquanto faz poções. ❞ Provocou, embora o ato só tenha acontecido uma vez. ❝ — Claro que era seu, mas você não teve bom gosto suficiente para combiná-lo. Ao invés disso queria vir com um coletinho cafona que te deixaria a cara de um professor do primário que ninguém respeita. Para onde iria essa sua pose de garanhão sem uma mãozinha de quem sabe o que fica bem em você? Aliás, nem todo esse seu vestuário era seu. ❞ Oleg levantou-se e inclinou-se sobre a mesa, estendendo a mão e puxando a gravata de Benjamin para mais perto — consequentemente, trazendo o irlandês junto dela. ❝ — Ou esqueceu que isto aqui foi presente meu? ❞ Arqueou ambas as sobrancelhas. Soltou o Gainsbrouth e voltou ao seu lugar, jogando as pernas por cima do encosto da cadeira e assumindo uma posição mais confortável para si. ❝ — Sirva-se, grandão. Eu bebo um gole antes para provar que não é veneno se quiser. ❞
such a beautiful night; rasbrouth
raspvtinho:
[ 👑 ] ——— Era uma pena que Benjamin possuísse ótimo controle sobre si, mas o russo vivia pela premissa de que nenhum homem era inabalável. Oleg apenas precisava estudá-lo e descobrir o que lhe despertava desejo e irracionalidade. Deixou escapar uma risada, que soaria bastante fora de lugar aos ouvidos de Benjamin, mas para ele fazia sentido: seria no mínimo divertido brincar com o que poderia causar no Gainsbrouth, agora que já havia conseguido arrancar-lhe demonstrações em dois diferentes períodos. Seus jogos pessoais eram o que mantinham Oleg sentindo-se vivo e capaz, adicionando mais um pouco de combustível no já enorme ego. E pelo que aparentava, o irlandês seria um belo desafio. Não esperava menos vindo dele.
Mas seu entretenimento acabou no momento seguinte com a citação do odiável momento. ❝ — E… É isso. Pelos olhos claros de Grigori Rasputin, você é realmente um grosseirão. Vesti-lo tão bem é quase um crime contra a sociedade. Deveria voltar para a natureza, que é onde merece ficar. ❞ Oleg revirou os olhos, bufando enquanto pescava o bastão em um dos bolsos internos de seu casaco. Inclinou-se sobre a bancada para melhor visualizar a ação. ❝ — Exatamente. Durante a festa. Por isso mesmo que eu disse para nos encontrarmos depois da festa, mongo. Vou estar muito ocupado me entupindo de pão de mel e dançando até o chão para lhe dar atenção ao longo do percurso da comemoração. Após o término, posso ser apenas seu… Embora você me faça repensar a oferta cada vez mais. ❞ Suspirou profundamente, franzindo o cenho e admirando a imagem do Gainsbrouth pelo espelho, como se fosse um terrível desperdício. Dedicou-se então a contornar os lábios com o tom róseo, quase se desconcentrando ao perceber as íris de Benjamin focadas em si. Maldito.
Oleg virou-se, guardando o batom no bolso. ❝ — Eu tenho que manter minhas opções em aberto. Enquanto nada estiver prometido, tudo pode ser mudado. ❞ Estreitou os ombros, um sorriso sem mostrar os dentes adornando a face enquanto os olhos focavam-se nas mãos enluvadas do mais velho. ❝ — Juro que eu te deixaria bater na minha cara se estivesse usando essas luvas. Talvez na minha bunda. ❞ Disse, em tom sério, mas logo depois riu sonoramente para aliviar o clima. Que os deuses eslavos afastassem dele aquele pecado em forma de homem… Mentira, não. Poderiam aproximar o máximo, se possível enfiá-lo dentro do russo. ❝ — Vamos. ❞ Concordou, passando pelo Gainsbrouth ao sair do banheiro, apanhando sua bengala. Esperou que ele chegasse perto para engajar um braço ao dele, decidindo que seria muito mais elegante se chegassem assim ao salão.
closed
xwhitefangsbenx:
…
E eu achando que eu já estava ruim.
Não, não, eu passo. Já bebi mais do que eu deveria e misturei tudo o que não podia, também.
[ 👑 ] ——— ❝ — Eu não estou bêbado, tanso, precisa de muito mais do que isso para me derrubar. Só estou um pouco mais... Libertino. Algo com o que você já está acostumado. Vão ser necessários mais uns quatro litros de vodca russa para forrar meu estômago. ❞ Oleg ergueu ambas as mãos com o copo entre os dígitos, como se oferecendo algo a uma divindade. ❝ — Por favor, Arthur! Não seja um pudico. Você deveria dar essa honra a um velho amigo. Eu não mereço isso por todo meu trabalho de te aguentar, dar afeto e ainda te manter bem vestido? Garanto que metade das garotas que já te cantaram hoje só o fizeram pelo vestuário que eu escolhi para você. ❞
xsuspend-the-guilt
·˚.・° Não mantinha ressentimentos com os demais colegas que se afastaram, afinal, em um local como Durmistrang reputação era seu bem mais valoroso, entendia melhor do que ninguém, por conseguinte compreendia a distancia que Oleg tivera que adotar, todavia, aceitar que ele tivera passado a jogar no outro time era como uma ferida que nunca se curava, já que constantemente um novo golpe era executado contra si. Girou os orbes esverdeados em suas orbitas para a galhofa que aquelas palavras representavam. Adorava o senso de humor pertencente ao russo. Não houve necessidade de segurar o riso, o rapaz havia trabalhado para que a face feminina continuasse a exibir uma feição fechada. —— Imagino que não seja do seu interesse saber do meu estado civil, meu bem. Oh, por Merlin, porque não continuara fingindo que não o via? Porque tivera de responder aquele convite, não queria se desgastar com alguém que outrora fora um dos seus motivos para chamar o instituto de lar. —— Está melhor que a sua, pelo menos não preciso ficar me entupindo de vodka porque não suporto a minha própria companhia. A verdade era que Nine preferia estar com seu melhor amigo bebendo fosse lá o que fosse.
[ 👑 ] ——— Se ela demonstrasse que o odiava seria mais fácil. Gritos, choro, agressão, qualquer coisa. Mas Anine conseguia modular elegância e graciosidade com primazia e Oleg admirava a mente afiada escondida por trás daquela socialite puro sangue. Aquela confiança e a forma com a qual recusava-se a baixar a cabeça para qualquer um, mesmo após a injusta humilhação pública. Oleg era forte, mas Anine era invencível. Rasputin desejava ter metade de sua impenetrabilidade quando crescesse. ❝ — Não muito, mas nós costumamos perguntar por educação. ❞ Ele mirou seu copo, erguendo-o diante do rosto e examinando o conteúdo com interesse obsessivo. Esperava que parecesse estar dando pouca importância à existência da garota, mas a bem da verdade apenas não conseguia olhar diretamente em seus olhos. Não agora, com dois ou três copos de Stolichnaya correndo por suas veias. Suas correntes estavam soltas, ele não poderia confiar em si mesmo. ❝ — Ou porque não suporto a companhia de traidores de qualquer tipo. ❞ Dizia ele, com o rosto repleto de maquiagem para representar os traidores dos costumes e as costas preenchidas por traições de sangue a partir de sua constante aliança com mestiços. Sua simpatia pelos trouxas deslizava pelos ombros como serpentes enrolando-se no pescoço alvo, punindo o hipócrita por suas mentiras. ❝ — Ainda me pergunto porque se aproximou hoje, de todos os dias. Esperando que a bebida me deixasse mais gentil com você? ❞ Provavelmente poderia. Ele também queria poder sentar-se ali com Anine e beber em honra aos seus antepassados, contar todas as histórias entendiantes sobre os heróis de guerra e personagens de contos de fada que amava. Mostrar sua cultura e aprender mais sobre a dela, todas as coisas maravilhosas que sua mãe deveria ter falado sobre Uagadou e o que via em seu dia a dia na Noruega. Mas ele não podia. Nunca tivera nem mesmo a opção de beber com ela. Eles eram tão novos quando tudo aconteceu... Nenhuma criança deveria ser obrigada a separar-se de seus amigos assim. Nenhuma criança deveria ser como Anine ou como Oleg.
such a beautiful night; rasbrouth
xwhitefangsbenx:
Felizmente, Benjamin era uma pessoa controlada. Poderia se meter em algumas confusões às vezes, mas costumava ter um auto-controle impossível de ser sabotado, que tendia a ser muito útil em situações como aquela onde seu coração lhe dizia para fazer uma coisa e seu cérebro tentava guiá-lo pelo caminho mais correto, considerando que a cena de Oleg à sua frente, movendo-se daquela maneira, era tentadora o suficiente para fazer o sangue correr mais rapidamente por suas veias e terminar de bagunçar com seus batimentos cardíacos devido a isso. Entretanto, Gainsbrouth não precisava de um alarme soando dentro de sua consciência, sendo acionado por sua moral, para saber que aquilo deveria ser encerrado ali antes que qualquer novo problema surgisse ou Oleg decidisse usar daquela situação toda contra ele, futuramente.
“Se pensássemos igual um momento que fosse, não acho que eu chegaria ao ponto de socar a sua cara por você estar sendo inconveniente demais.” Desdenhou, sem real concentração naquilo; estava mais interessado em absorver aquela sensação dos lábios alheios contra o seu, sentindo minimamente um pouco do gosto do batom do outro. O que o lembrou de levar os próprios dedos à boca, tentando livrar-se de qualquer resquício que tivesse ficado ali. “Você mesmo disse que não vai me procurar durante a festa.” Comentou enquanto seus olhos examinavam os dígitos à procura de qualquer mancha de batom. Encontrando algumas, moveu-se pelo quarto até encontrar suas luvas de couro, pegando e voltando para perto de Oleg. Mais especificamente, parando atrás dele de modo que pudesse fitá-lo através do reflexo no espelho do lavabo.
“A menos que… Eu tenha conseguido te fazer mudar de ideia.” Debochou, rindo nasalmente enquanto calçava as luvas pretas. Benjamin realmente detestava aquele clima frio, que poderia ter até melhorado devido às temperaturas mais altas nos últimos dias, mas continuava sendo inconveniente. “Vamos?” Perguntou, voltando a olhá-lo após alguns instantes analisando as próprias luvas, tentando ajustá-las aos dedos.
[ 👑 ] ——— Era uma pena que Benjamin possuísse ótimo controle sobre si, mas o russo vivia pela premissa de que nenhum homem era inabalável. Oleg apenas precisava estudá-lo e descobrir o que lhe despertava desejo e irracionalidade. Deixou escapar uma risada, que soaria bastante fora de lugar aos ouvidos de Benjamin, mas para ele fazia sentido: seria no mínimo divertido brincar com o que poderia causar no Gainsbrouth, agora que já havia conseguido arrancar-lhe demonstrações em dois diferentes períodos. Seus jogos pessoais eram o que mantinham Oleg sentindo-se vivo e capaz, adicionando mais um pouco de combustível no já enorme ego. E pelo que aparentava, o irlandês seria um belo desafio. Não esperava menos vindo dele.
Mas seu entretenimento acabou no momento seguinte com a citação do odiável momento. ❝ — E... É isso. Pelos olhos claros de Grigori Rasputin, você é realmente um grosseirão. Vesti-lo tão bem é quase um crime contra a sociedade. Deveria voltar para a natureza, que é onde merece ficar. ❞ Oleg revirou os olhos, bufando enquanto pescava o bastão em um dos bolsos internos de seu casaco. Inclinou-se sobre a bancada para melhor visualizar a ação. ❝ — Exatamente. Durante a festa. Por isso mesmo que eu disse para nos encontrarmos depois da festa, mongo. Vou estar muito ocupado me entupindo de pão de mel e dançando até o chão para lhe dar atenção ao longo do percurso da comemoração. Após o término, posso ser apenas seu... Embora você me faça repensar a oferta cada vez mais. ❞ Suspirou profundamente, franzindo o cenho e admirando a imagem do Gainsbrouth pelo espelho, como se fosse um terrível desperdício. Dedicou-se então a contornar os lábios com o tom róseo, quase se desconcentrando ao perceber as íris de Benjamin focadas em si. Maldito.
Oleg virou-se, guardando o batom no bolso. ❝ — Eu tenho que manter minhas opções em aberto. Enquanto nada estiver prometido, tudo pode ser mudado. ❞ Estreitou os ombros, um sorriso sem mostrar os dentes adornando a face enquanto os olhos focavam-se nas mãos enluvadas do mais velho. ❝ — Juro que eu te deixaria bater na minha cara se estivesse usando essas luvas. Talvez na minha bunda. ❞ Disse, em tom sério, mas logo depois riu sonoramente para aliviar o clima. Que os deuses eslavos afastassem dele aquele pecado em forma de homem... Mentira, não. Poderiam aproximar o máximo, se possível enfiá-lo dentro do russo. ❝ — Vamos. ❞ Concordou, passando pelo Gainsbrouth ao sair do banheiro, apanhando sua bengala. Esperou que ele chegasse perto para engajar um braço ao dele, decidindo que seria muito mais elegante se chegassem assim ao salão.