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Sobre Carlo Ancelotti como técnico da seleção. Não foi uma boa escolha desde o principio. O motivo de Ancelotti ter saído do Real Madrid foi a sua má fase, o rendimento estava baixo e a CBF o adquiriu em meio a derrotas. Isso por si só já é um mau pressagio.
Me pareceu pelas entrevistas e atitudes do próprio, que aceitou o contrato de comandar a seleção canarinha sem muito entusiasmo e vontade...Tendo assinado conosco simplesmente porque o cheque dado continha um valor irrecusável.
Como um casamento arranjado onde não há amor de fato.
Carlo, até o momento não apresentou resultados concretos, o desempenho da equipe verde amarela está muito abaixo da média.
Outro ponto em desfavor, foi chamado em 2025 até o Brasil na contagem regressiva para copa, não há como por melhor técnico que ele seja preparar os jogadores para um campeonato mundial de alto nível em tão pouco tempo. É preciso mais! Alguns anos mais para que ocorra o entrosamento perfeito, e para que haja confiança integral de todos os membros da equipe uns sobre os outros.
Difícil que após 2026, sem a taça, Ancelotti permaneça, pois o preço para mente-lo é muito oneroso.
Sempre tive a predileção por Jorge Jesus, que foi treinador do Flamengo, um dos melhores que passou pelo clube, ele entendeu o futebol brasileiro e se adaptou e assim que soube que havia disponibilidade para ser o nosso comandante deu sinais de que queria.
Se a seleção continuar nesse ritmo, seremos eliminados pela Austrália na copa do mundo.
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Obs: São eventos anos após o primeiro livro. Georgina aqui é maior de idade e está passeios em alguns países. O Livro 2 está em andamento. Enchantress in Stress, são só pequenas aventuras paralelas de aproximadamente 70 páginas, neste fragmento ela está no Brasil)
Ao longe em cima de uma casa parecia haver uma criança mexendo nas telhas, procurando se encrencar. Não havia nenhum adulto ao redor a monitorando, era acidente na certa. Pior, estava jogando as telhas ao chão, sem se importar se tinha algo ou alguém em baixo. Mas chegando de mais perto não era uma criança e sim um homem pequeno. O que piorava bem mais o atrevimento em arremessar cerâmica para o alto atrás de suas costas. A uma distância segura de do teto da casa que ia sendo depenado, enxergava-se finalmente um anão. Um metro e cinquenta de altura e trocentos de sem noção.
Quem o observava era Georgina , que o reconheceu e o encontrou finalmente, Ryszard Rolheiser. Que estava a um bairro após o bairro que disse que estaria.
Georgina gritou pelo seu nome:
O anão escutou, olhou para um lado, depois para o outro, como se fosse possível ter mais alguém ali em cima da casa com ele enlouquecido derribando as telhas. Quando olhou para baixo a viu quem o chamou , soltou um palavrão bem animado. Como queria bancar o durão, ignorou a escada e pulou de cima da casa para o chão.
Georgina – Você falou para mim te encontrar no Mondubim, aqui é o Bom Jardim.
Rolhaiser – Eu acabei as obras por lá, agora estou aqui.
Georgina – Que obras?
Rolheiser – Eu estou ajudando a construir casas em comunidades carentes. Já é a décima oitava nesses três meses. Virei um pedreiro para essa gente. Sou conhecido como o anão pedreiro.
Georgina – Eu vi você fazendo o contrário de construir agorinha.
Rolheiser – O dono quer mudar todo o telhado e tinha uns cupins comendo as ripas. Ia desabar a qualquer momento, imagine se fosse enquanto o homem dormia.
Georgina – Me explicara melhor esse negócio de Anão pedreiro.
Rolheiser – Vamos tomar um goró, que com a garganta seca se fala pouco, e eu tenho muito a contar, então um o rio cocó inteiro de pinga tem que passar pela minha boca.
Georgina – E você gostou da bebida local? Nossa, para língua que só era acostumada a ser servida com vinhos centenários e drinks milhardários, um copo de cana de três reais deve parecer água de vesícula.
Rolheiser – Eu gostei de primeira da maioria das coisas que eu provei aqui. Desceu tudo muito bem.
Georgina observou que Rolheiser estava suando não só isso como também vermelho, cheio de queimaduras nos ombros e ao redor dos olhos, a prova de que ele havia passado muitos dias debaixo de um sol forte, estava castigado e envelhecido. Havia mais caroços prestes a estourar em suas mãos e costas que fita de um metro de plástico bolha. Ryszard, era bastante alvo e qualquer marca em sua pele era facilmente visível. Dava até para ver pontilhados de onde os mosquitos lhe picaram ao longo do braço. Cuidando tanto dos outros que se esqueceu das proteções básicas para si, protetor e repelentes.
Georgina estava feliz em vê-lo, não tão feliz pois seu amigo estava com má aparência e magro. O anão estava feliz em vê-la, mas estava cansado de mais para ficar animado por muito tempo, queria ostentar um grande sorriso até o fim do dia mas só conseguia manter a sua boca firme por alguns segundos.
Caminharam até uma pequena bodega, uma vendinha informal. Haviam salgadinhos e pipocas pendurados nas ripas. Havia uma bancada e em cima com frascos redondos cheios de bombons, caixas de chicletes. Ao chão, uma pilha de bassouras de palha e duas sacas de arroz e feijão encostados na parede. Na parede, haviam tábuas presas que seguravam as bebidas das mais variadas.
Atrás do balcão o dono que ao mesmo tempo era o atendente, caixa e o garçom.
Rolheiser – Abdias, meu camarada, me surpreenda. Arranje algo que ainda não provei do seu estoque. Duas doses sim, uma para este velho castor e outra para essa bezerra.
Abdias – Qualquer coisa serve?
Rolheiser – Eu o desafio! Qualquer coisa! Não vou reclamar. Só não pode ser veneno.
Abdias – Tenho algo com teor setenta. Nunca lhe ofereci a ti ou a qualquer outro com medo que passassem mau. É um das poucas que tenho que ainda não saboreaste. A bebida está na disposição a minha venda há mais de oito anos, e não conheci um cabra-macho com disposição para a secar a garrafa. A moça que vai lhe acompanhar não vai chiar?
Rolheiser – Ela possui o estômago revestido em couro. Azia, má digestão pra ela só engolindo brasa.
Abdias – Então a comadre tem histórico?
Georgina – Tenho e gosto de bebidas que também tenham. Anedotas e contos por detrás, como a sua, são as do tipo que prefiro.
Rolheiser – Digamos que ela é uma apreciadora de uma boa vida boemia, assim como eu e você. Bares, botequins e tavernas, é onde acontecem nossas sessões de descarrego, onde nossos músculos e mentes relaxam após o dia contraídos empurrando o mundo. Mas vamos deixar que os hábitos dela confirmem se confirmem diante dos teus olhos.
Abdias, pegou uma ampola de um litro que continha uma bebida escura, o frasco estava envelhecido e empoeirado. O dono da bodega tirou uma flanela do bolso e esfregou. De uma gaveta, puxou os copos e um saca-rolha.
Georgina, observou o rótulo. A ilustração na garrafa era uma mulher mulata, com uma saia bem curtinha quase vazando seu balangandã e segurando uma navalha na mão esquerda que reluzia de tão amolada.
Georgina – O nome da garrafa é, Negona Depilada?
Esfregou os olhos para ver estava vendo e lendo certo.
Abdias – Sim, é uma cachaça feita com mel e melado. Uma versão exclusiva, de uma parceria entre produtores brasileiros e angolanos. Nem produzem mais.
Rolheiser – Mas que belo desenho! A muito tempo não vejo uma estampa assim! Atualmente só encontro bebidas com imagem do capiroto.
Após abrir e encher metade da dupla de copos americanos. Abdias deu um recado aos dois fregueses antes de experimentarem.
Abdias – Se benzam e orem primeiro andes biritar!
Rolheiser – Claro, claro!
Rolheiser, que já sabia da ritualística do lugar só concordou, Georgina por outro lado que nunca esteve ali questionou a razão dessa marmota.
Georgina – Por quê?
Rolheiser – É um costume do bar, ninguém pode beber nada sem antes fazer o sinal da cruz.
A chefia complementou:
Abdias – Porque se alguém morrer enquanto se afoga aqui pelo menos já vai embalado pro céu.
O homem sacolejou o frasco e com um pequeno esforço, rolando o abridor removeu a rolha.
Bastou os ares do drink chegarem aos olfatos de Georgina, que ela constatou que aquilo era radicalmente forte e cheirava a querosene. Lacrada a tanto tempo que em contato com o oxigênio urrou e soltou gás, como uma jarra antiga amaldiçoada onde se aprisionam espíritos.
Néscia ela não era, sabia daqui a algumas horas ia acabar com um estômago infamado.
Observou e esperou Ryszard experimentar primeiro.
Ele fez uma expressão de dor inacreditável. Georgina, achou que ele fosse cuspir, mas botou tudo pra dentro, depois a língua pra fora.
Rolheiser – Meu amigo, essa daqui é braba. Quase me derruba de primeira.
Abdias – Vai matar todas as lombrigas do corpo!
Na sua vez Georgina pegou o copo e ingeriu o conteúdo inteiro de uma vez. Ela sentiu a boca efervescendo iguais aquelas pastilhas cítricas de vitamina C. Ela devia ter lido os ingredientes do rótulo antes, ali tinha mais do que mel e melado. Por isso a bebida saiu de circulação, era horrível, mais uma para a coletânea de sabores especiais malucos que aparecem de vez em quando e só servem para alavancar as vendas em períodos de baixa. A cachaça era bastante adocicada, mais do que deveria, o que a tornava enjoativa muito fácil, e havia derivados da laranja também, por isso era ácida.
Georgina – Ah! Já tomei poções com químicas piores.
Disse aos ouvidos do seu parceiro, que sorriu. Abdias em seguida veio com uma informação totalmente desnecessária.
Abdias – Dizem que deixa a bunda parecendo um foguete na hora do vazo.
Rolheiser – Rapaz, as histórias dessa Negona Depilada não acabam, tem sempre uma coisa pior para contar dela?
Georgina – Eu aceito qualquer coisa para me distrair. Bota outra dose para mim, eu consigo zerar a garrafa se você, Abdias, me eternizar no seu bar. Eu quero uma foto minha na parede, da única pessoa viva a beber um litro dessa branquinha sem vomitar. Assim você tira o prejuízo de oito anos dessa coisa batizada que ficou encalhada na sua bodega.
Abdias – Porque a dama precisa se distrair tanto?
Rolheiser – Ela descobriu uma coisa tremendamente ruim…Quer dizer, depende do ponto de vista…mas o que a deixa realmente abatida é e não poder divulgar a ninguém.
Abdias – É chifre?
Georgina – Não!!!
Foi um não tão expressivo e evasivo que agora Abdias, sem dúvidas pensaria mesmo que ela tinha sido traída. A pergunta lhe pegou de surpresa e fez perder a compostura, pois a indagação do senhorzinho a fez lembrar de seu término recente. Também lhe veio um frio na espinha em imaginar que seu ex, que ainda gostava muito já poderia estar de namorico com outra. É já se faz meio semestre desde que Georgina resolveu abandoná-lo…E um homem muito magoado como o seu foi deixado acaba ficando com qualquer uma que encontre pela frente.
Abdias – Bem, não posso simplesmente colar o seu rosto tão formoso na parede do meu estabelecimento, a minha mulher que parece o Cavalo do Cão vai morrer de ciúmes, mas posso tirar uma foto sua ao lado da TV De Uma Polegada e fazer um porta-retratos e deixar em cima do balcão.
Georgina como não entendeu a piada perguntou;
Georgina – Que TV?
Rolheiser – Eu sou a TV de Uma Polegada, também me chamam de Pingo do i. As pessoas aqui adoram frescar com o meu tamanho.
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O Brasil, não precisa se preocupar com um ataque americano aos cidadãos de nossas cidades e estados por hora, porque objetivo é explícito: a caçada ao narcotráfico. Caçada essa que só pode ser realizada com a cooperação entre os governos; Guarani e Apache. O nosso território é colossal, em extensão e densidade populacional, é um desafio logístico jamais enfrentado pelos nortenhos. Por isso que sem a ajuda e a guia das forças regionais nacionais, uma operação estrangeira aqui sem aval resultaria em fracassos e baixas civis inimagináveis. Como nosso presidente em exercício, hoje, parece não ter a intenção de classificar as gangues como grupos terroristas e colocá-los contra a parede, resta aos EUA esperar os resultados das eleições de 2026. Há uma pressão para que o próximo eleito em verde e amarelo esteja alinhado as politicas atuais antidrogas da América do Norte, e está mais que explícito que esse candidato seria Jair Bolsonaro. Caso o resultado das urnas seja desfavorável a preferência dos Yankees, o aperto financeiro e militar sobre as Terras de Vera Cruz, tende a piorar ainda mais. Veja: Os EUA, já classificam as organizações criminosas brasileiras como grupos terroristas, independente de nossa concordância a isso. E sabemos que quando eles buscam esses subversivos e começam a atacar, as coisas ficam bem severas, para os locais onde eles se abrigam. É Importante que após ano que vem independente de quem esteja no cargo de chefe de poder executivo PTBR evite provocações desnecessárias contra as chefias na Casa Branca, para que Estados Unidos, não se sinta provocado a vir para cá e realizarem ações secretas em nossas favelas e comunidades carentes onde está a concentração do trânsito de vendas de drogas e acabem despejando arsenais em barracos e lajes sem o conhecimento de nossas autoridades para avaliação e contenção de danos.
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Só uma conjectura: A transmissão da copa de 2026 para o Brasil está em risco. Por quê? Nossos representantes estão em atrito com o país que vai sediá-la próximo ano: EUA. Já vimos que o Trump está disposto a ir muito longe com sansões essa é uma ameaça bem plausível. Nossas emissoras de TV também fizeram matérias e entrevistas contra o líder da direita americana antes durante e depois de ser eleito em seus dois mandatos. Não foi inteligente a longo prazo a parcialidade do jornalismo tupiniquim, pois os direitos de transmissão do maior evento do mundo podem ser revogados em um estalar de dedos assim que Trump desejar retalhar quais quer coisas ditas contra ele nestes canais de telecomunicação. Pode até ser que ele enxergue nestes veículos, fontes de desinformação, quais precisem ser combatidas e um meio seria o estrangulamento através da grande fonte de lucros deles que é a copa.
Outra, a demonstração de submissão do presidente da Fifa quando foi entregue o troféu original de ouro para o comandante de Washington e ao campeão Chelsea a réplica. Ali não foi só um simples afago, mas uma curvatura institucional da federação de futebol a figura republicana.
E se nesse meio tempo se o Brasil for declarada uma ditadura reconhecida internacionalmente nossos talentosos atletas podem ate ser barrados da competição e mais há alguns anos a frente barrados em olimpíadas.
México e Canadá apesar de sediarem a copa igualmente , duvido muito que não seguirão o corte dos jogos ao Brasil se os Eua pressionarem.
Terminei Minha Melhor Amiga Sanguessuga na metade do mês passado. Faltam poucos passos para a publicação e esses podem vir a ser demorados mas estou feliz porque a maior marcha foi concluída. É o livro 1 de 2 , qual a sequência ainda não tenho previsibilidade para iniciar, afinal há outros trabalhos literários que merecem atenção.
É Para maiores de 16 anos e o preço é basicamente dez reais a cada cem páginas e o livro contem um total de trezentas e quarenta.
Eis as razões para não ter escrito mais nada de contos e poemas pois estava integralmente me dedicando a uma só obra.
A nova adaptação da DC lançada nessas férias deveria se chamar Superboy e não Superman , o filme é alto-astral, jovial, mas não é uma trama madura. O Clark e a ‘’liga da justiça’’ se comportam de maneira diversa a esperada de adultos. O grupo de salvadores da terra que deveriam ser uma equipe profissional as vezes parece que só age para salvar o mundo de maneira recreativa. A uma sensação de que estão brincando enquanto lutam contra inimigos que estão ameaçando a vida dos cidadãos.
As consequências, a aflição da população das cidades sendo destruídas por uma ameaça é nula e os ditos heróis também não se importam com quaisquer danos colaterais. Nada no filme possui gravidade.
O estilo de James Gunn nunca me atraiu não gostei de Guardiões da Galáxia a trilogia, Esquadrão suicida, Pacificador e afins, logo já me preparei para deparar com a mesma fórmula de sempre neste Superman. É qual é a fórmula desse diretor? Simples; Uma equipe improvável e disfuncional , animais de estimação, guaxinins , cachorros, águias para apelo emocional em torno dos pets ‘’fofos’’, e cenários e efeitos visuais com cores psicodélicas e uma pequena carga dramática em volta de algum personagem que precisa ser resolvida antes da trama principal. Tem tudo isso no novo longa do Último Filho de Krypton como de praxe.
Superman e os demais defensores ao seu redor parecem amadores , resolvem com facilidade mas de um jeito completamente estabanado. Deveriam ter a experiencia de mestres , mas se comportam como alunos de primeiro semestre no curso de ajudantes de super-heróis.
Muito tempo de tela é perdido com outros coadjuvantes , não roubam o protagonismo mas atrapalham bastante o desenvolvimento do Clark e seu alter ego, vida, família e amor. O plano de fundo do personagem principal foi minimizado e no lugar piadas e comicidade ganharam destaque. O humor é bom mas inadequado em muitos momentos em que a história deveria crescer e a história não cresce , ela segue uma linha e padrão de ritmo sem qualquer evolução, como a música Around the World de um único refrão da banda DaftPunk.
O diretor não teve a ousadia, talvez a experiência de trabalhar com apenas no foco em sujeito, então ele amplia o leque sempre para mais fulanos . É como um salva guarda , se o personagem principal não funcionar há os secundários e sim é infelizmente os coadjuvantes ao redor são bem mais interessantes que o nosso homem de aço.
Os efeitos de Voo do Icaris do filme Eternos da Marvel é superior. Os efeitos do extinto Dcu comandados pelo Zack snider também. Há uma clara regressão.
Neste longa o maior problema visual, o mais evidente , são câmeras exageradamente perto do rosto dos atores , fica constrangedor. Quando estes estão em momentos de emoção , felicidade , dor e sofrimento e raiva. O cgi é caprichado em quase todos os momentos. Exceção quando alguém alça aos ares , problema já detectado nos trailers.
Quinhentos milhões a seis em bilheteria é o suficiente. Não acho que tenha potência para um bilhão, pois é um filme vai dividir as opiniões do publico e mais uma vez não haverá consenso ou maioria para decidir se esse nova roupagem dada ao Superman presta ou não .
Filme é nota 5 , Jurasic world me divertiu muito mais nesse verão e apesar de não gostar das obras do Jammes guun o respeito por seu estilo autentico.
Nota do carisma de personagens :
Sr Incrivel – 9
Guy gardner – 8
Mulher gavião – 3
Piriguete amante do Lex – 8
Lex luthor – 3
Louis lanne – 3
Superman – 3
Jurassic rebirth, é melhor que seu antecessor. Dominion, deixou um gosto amargo, tão amargo que fiquei com receio de assistir qualquer outro filme futuro da franquia após. Meu interesse estava baixíssimo, estava desacreditado, pensando que Jurassic teria o mesmo fim de Star wars, que atualmente sofre de desafeto pelos fãs devido aos últimos terem sido roteirizados em linhas tortas e garranchos. Dominion, Os últimos jedi , Ascenção Skywalker,são coisas malcheirosas que ninguém quer chegar perto. Lotados de lentidão e coisas frívolas apenas para preencher duas horas , tempo padrão para os blockbusters atuais.
‘’ o Filme é ruim , sabemos disso , mas para que quem assistiu fique ao menos fartado, vamos fazer valer o preço do ingresso delongando o término para 120 minutos, em vez de 90‘’
Não duvido que muitos estúdios pensem assim, inflem propositalmente uma obra desagradável para remediar a sensação de dinheiro perdido que o publico gastou vendo aquela patifaria.
Bom, Jurassic Rebirth, é dinâmico é um filme com poucos respiros, há sempre uma cena de ação para chamar sua atenção de volta ao longa-metragem, porque os diálogos entre os personagens são conversas fiadas, ‘’memeticas ‘’, linguajar de internet, e nada robusto filosoficamente falando. E é isso; um misto de cenas bobas com os atores interagindo e logo em seguida adrenalina com dinossauros aparecendo sorrateiramente, que graças!! Comem toda a balela.
O que torna o filme genérico é a trama entre os seres humanos. O mesmo problema que os fãs do Sonic, Transformers e Godzilla tem sinalizado; Protagonistas; crianças , adultos ,adolescentes , estão mais atrapalhando o desenrolar da história que a ajudando a ir para frente . Quando os atores conversam entre si o filme murcha, declina drasticamente. São prosas sem revisão, desinteressantes, sofríveis. Não há como se conectar com quase nenhum personagem, a história da Scarlet johanssom sobre seu passado é banal , bem como de qualquer outro membro da tripulação do navio que vai para ilha, são personagens que se apresentam de maneira curta e ligeira as vezes só para morrer na cena seguinte e chocar ninguém, pois se percebe logo quais são os membros que serão descartáveis da equipe, pois não tiveram o mínimo de desenvolvimento.
Scarlet johanssom está interpretando a viúva-negra mais uma vez, só que ao em vez de combater Loki e Thanos, seus adversários são lagartos mutantes.
Reforço; o que compensa no Rebirt são os momentos em que os dinossauros atacam , ai sim há um trabalho de direção bem-feita, nesse caso a franquia sempre pecou pouco ao longo dos anos , cenas que não deixam a desejar quando finalmente os monstros pré históricos se expõem a luz e avançam com todo o seu tamanho e força para cima de protagonistas e figurantes.
Nota 6 / 7
Não é horroroso , não é uma porcaria...Provavelmente quem desmerecer muito o Jurassic rebirth , está tentando diminuir a concorrência direta que ele está fazendo ao novo Superman.
Jurassic rebirth , é divertido e não parece em nada com os anteriores, tem seu próprio estilo de arte cgi. Sequer parece uma sequência/ continuação de Jurassic park. Crianças menos sensíveis podem assistir.
Teria dado uma nota maior se o final tivesse tido uma luta épica, entre os antagonistas , D-rex contra algum outro dinossauro ou contra a nossa queridíssima viúva-negra.
E nada superou até hoje o momento ; T-rex contra Indominus do longa de 2015 ! Com Brice dallas e Chris pratt ...Então desde 2015 ando aguardando um momento de apoteose com aquele de titãs de quinze metros se digladiando mais uma vez.
Mesmo que os imigrantes mexicanos conseguissem por um milagre tomar a Califórnia, não haveria meios de sustentar aquele pedaço de terra sem governo porque o próprio Estado do México não anexaria, se o fizesse ou tentasse entraria em guerra com os Estados Unidos. Então sem presidente, governadores e prefeitos oficiais, viria um lugar sem lei, dominado por guerrilhas. Hollywood, seria transferida, vale do silício e todas as suas sedes de empresas de tecnologia também, resultando na perda de valor cultural, monetário e turístico do lugar, sem contar com o êxodo das pessoas que não vão querer viver ali, pois a Califórnia não pertencendo mais a federação estadunidense, americanos debandariam em massa. Califórnia se transformaria em um deserto em meses.
O que os imigrantes mexicanos não percebem é que estão pondo em risco o próprio México, pois Donald Trump, tem um histórico de retalhar atos antiamericanos internos e externos com muita rudeza.
Agora, não há como afirmar com toda certeza que os protestos são de imigrantes reais ou infiltrados, pois os latinos que vão pra lá em sua maioria são decentes, não baderneiros…Entretanto não há como negar que uma raiva ideológica vem sendo fomentada entre nacionais e estrangeiros em vários locais do mundo, América do norte, Europa, inclusive aqui, América do Sul e pode ser de fato que estamos vendo uma luta com legítimos cidadãos mexicanos inconformados e não apenas uma tentativa de desestabilizar a ordem de Washington vinda dos democratas. A balburdia na ‘’casa dos aristas’’ não será nem de perto o último confronto a ser registrado...
Há uma possibilidade de que daqui a alguns anos o Brasil passe pelo mesmo, por venezuelanos que vem atravessando a fronteira cada vez mais e vão exigir mais direitos, recebendo mais atenção do governo que os próprios brasileiros, criando um ressentimento, ou dos paraguaios quais nos tomamos terras e recentemente pediu indenização a nos os descendentes do legado de Dom Pedro II por conquistas que fizemos sobre eles a mais de cento e cinquenta e quatro anos.
Eu acho que o público brasileiro está sendo usado para dar visibilidade as premiações cinematográficas que andam com baixa audiência. Não só o brasileiro como o público latino em geral foi impelido a assistir por casa das indicações incomuns. Dois dos filmes mais falados de 2024-2025 um sendo Mexicano outro Verde-amarelo ambos de pedaços emergentes da América, ambos de partes desprivilegiadas de atenção internacional da sétima arte não acho que seja coincidência.
Criaram-se nos brasileiro e nos mexicanos expectativas e rivalidades para o Oscar, para a busca pelo reconhecimento através dos filmes Ainda Estou Aqui x Emília Pérez por tanto os cidadãos orgulhosos das duas nações irão assistir a cerimônia em uma torcida e apreensão equiparável a um jogo de futebol valendo um grande título.
A tendência do Oscar é ir premiando filmes de diferentes regiões globais atualmente , já que caiu por terra o complô das estatuetas em premiar apenas filmes estadunidenses.
O americano do norte, que era a principal audiência do Tapete Vermelho não liga mais quem vai receber os troféus , então o publico originário foi substituído, o publico estrangeiro é o que importa agora, países menores que nunca foram premiados antes vão começar a ser para que a Academia continue relevante e não pereça.