Ouvi dizer que você gosta de algo mais selvagem. Uma pequena que as coisas tenham saído de controle da última vez. Mas quem não tem um pouco de sangue nas mãos? -A
Não faço ideia do que você está falando.

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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
he wasn't even looking at me and he found me
Lint Roller? I Barely Know Her
trying on a metaphor

⁂
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DEAR READER
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@chrlxttiereid
Ouvi dizer que você gosta de algo mais selvagem. Uma pequena que as coisas tenham saído de controle da última vez. Mas quem não tem um pouco de sangue nas mãos? -A
Não faço ideia do que você está falando.
I'm still here bitches, and I know everything. -A
Depois de uma missão altamente perigosa e meticulosamente planejada, Thomas sabia que acabaria mais machucado que o normal. Durante sua vida e treinamento ele passara por poucas e boas e aprendera a lidar com os cortes e esfoliações pelo corpo, principalmente com a perda de sangue que deveria ser muita para deixar o outro um pouco tonto. A porta do hospital fora empurrada pelo homem cambaleante com a ajuda do ombro que estava praticamente sem força já que havia saído do lugar, ainda assim, contra tudo e todos, ele ainda se mexia. Seguiu para o pronto socorro para que as balas fossem retiradas de seu braço e perna bem como os cortes costurados. O agente não demonstrava quaisquer sentimento de dor ainda que o sentisse. Observou uma figura conhecida se aproximar mas mal pôde dizer uma palavra antes de ter a bala tirada de seu ombro e soltar um grunhido de dor.
Era normal para Charlotte fazer algumas visitas aos hospitais, uma vez que dava palestras para os médicos em raros momentos para que estes soubessem como lidar com as crianças quando apareciam machucadas e traumatizadas pelos mais diversos motivos e como poderiam conseguir as informações que precisavam sem que parecesse um interrogatório policial. Naquele dia em especial, ela havia acabado com sua palestra e estava procurando pelo diretor do hospital — um tanto perdida, é claro, o lugar era enorme — quando uma figura conhecida passando por si fez a mulher mudar o foco e seguiu o homem. Os olhos castanhos se arregalaram quando viu a situação do mais alto — Err… meu Deus, você quer que eu chame uma das enfermeiras? — indagou preocupada, sem saber muito bem o que fazer naquela situação e um impasse entre voltar para buscar alguém e ficar ali pra ver se poderia ajudar com alguma coisa. — Eu posso ajudar em algo… um curativo talvez. — se aproximou lentamente, mordendo o lábio inferior e reconhecendo o outro como o homem que havia conversado na festa de Camile.
Filipe nunca se importou de morar sozinho porque em toda a sua vida, desde sua pré-adolescência era assim que ele vivia. A única parte ruim era ir ao supermercado, muitas vezes eu comprava as coisas de várias quantidades para não precisar voltar depois que acabasse, mas dessa vez deixando de ultima hora ele precisou ir ao mercado comprar comida e assim o fez. Caminhava em meio o corredor de massas se pendurando no carrinho de compras como se fosse um brinquedo muito radical, por conta da velocidade em que ia acabou batendo no carrinho de outra pessoa empurrando este para longe. “Sorry, não foi minha intenção”
Desde que havia ficado… viúva — se é que poderia chamar assim —, Charlotte se pegava indo fazer o que nunca havia conseguido em paz, ir ao supermercado era uma dessas coisas porque antes sempre precisava se preocupar em esconder um olho roxo ou qualquer outra marca que pudesse chamar atenção, além é claro, de estar incansavelmente acompanhada pelo marido que se mostrava manso para as outras pessoas. Os olhos estavam analisando algumas das massas, pensando em qual delas poderia levar, quando sentiu algo se chocando em seu corpo acabando por desequilibra-la rapidamente e antes que pudesse falar alguma coisa ouviu o pedido de desculpas, dando um suspiro baixo. — É claro, está tudo bem, querido. Só preste um pouco mais de atenção, as pessoas podem querer arrumar confusão por qualquer coisa.
camilebennet:
“Você seria uma linda Fantine. Se fizesse Miseráveis… Já lhe disseram que parece a Anne Hathaway?” Perguntou, arqueando a sobrancelha com uma risada a sair dos seus lábios “Senhora Reid. Você está aberta para novos clientes?” Perguntou a morena.
[[FLASHBACK]]
Alguns alunos já me falaram isso também, mas eu acho que vocês só estão querendo puxar o meu saco. — brincou com ela, dando uma risada baixa em seguida antes de franzir o cenho com a pergunta alheia, cruzando os braços na frente do corpo para só então responder — ainda que em um tom desconfiado — Eu sempre estou, mas por quê a pergunta, Camile? — indagou estreitando os olhos para a mais nova.
galahax:
› 𝐎𝐮𝐭𝐫𝐚 𝐯𝐞𝐳, 𝐬𝐞 𝐬𝐮𝐫𝐩𝐫𝐞𝐞𝐧𝐝𝐞𝐮 com a fala de charlotte, hoje tão doce, calma e acompanhada de elogios, outrora tão alta e recheada de palavras rudes. como uma adulta, anaïs sabia que tinha de parar de se submeter tão facilmente ao espanto, já que ela própria era a prova viva de que comportamentos infantis mudavam com o passar do tempo; charlotte ainda havia lhe dito brevemente no shopping sobre como sua companhia não era lá tão requisitada por ela assim, praticamente como um pedido de desculpas indireto. e jamais duvidava disso, por um segundo sequer – apenas olhava nos olhos da mulher e se lembrava de uma época infeliz a qual preferia esquecer. mesmo assim, arrumando coragem para poder deixar o passado no passado, e não haver nada mais vivo (ou em chicago, pelo menos) que pudesse abalar a confiança que demorou décadas para construir, sorriu de volta para a outra.
❛ Na verdade, eu vim sozinha. Nesse caso, eu vou aceitar seu convite para tomarmos algo juntas. O que gosta de beber? ❜ ›› o tom de voz utilizado fora o profissional, o mesmo utilizado em seu escritório com seus clientes – não iria deixar transparecer nervosismo, não mais.
[[FLASHBACK]]
O modo como a mulher ficava quando estava perto de si, fazia com que Lottie acabasse por se sentir ainda pior quando lembrava da época de escola - mesmo que vagamente, mas que com toda a certeza havia marcado a outra profundamente, por ter sido a vítima de bullying - por isso, ela só esperava deixar o passado no passado ainda que lhe parecesse uma tarefa que iria levar um certo tempo já que Galahad não parecia tão disposta a acreditar facilmente em suas palavras. No entanto, ela preferia focar suas forças naquele momento, naquela tentativa de ser amigável de uma forma que deveria ter feito na época da escola e que agora se arrependia profundamente — infelizmente não era possível voltar ao passado para consertar os erros, se fosse possível, ela com toda a certeza já teria feito para evitar aquele casamento desastroso — Como sozinha? Bem, agora não ficará mais, eu vou amar lhe fazer companhia. Eu gosto mais whisky, vodka... bebidas fortes, sabe? Ajudam a afastar algumas coisas e a me sentir um pouco mais leve. — confessou de forma calma, encolhendo os ombros enquanto colocava as mãos nos bolsos da calça do terninho que usava. — E você? O que gosta de beber?
bennetkit:
Kit riu para a mulher ao seu lado com uma expressão de pura inocência enquanto tomava mais um pouco da bebida que tem em mãos. “Meninas e meninos também.” Acrescentou, antes de dar de ombros. “Eu não tenho nenhum tipo de preconceito.” Inclinou o tronco na direção da mulher apoiando um dos braços sobre a cadeira enquanto a observava em silencio por alguns poucos instantes. “Sabe, deveria fazer um, eu ia adorar te seguir de volta.” Lançou um sorriso maroto em direção a mulher. “E você ainda não me disse seu nome.”
[[FLASHBACK]]
Uma pequena risada escapou dos lábios vermelhos da mulher enquanto ela baixava momentaneamente a cabeça antes de novamente a erguer para fixar os olhos no rosto do mais novo. — É claro, eu me esqueci que alguns rapazes também ficam falando apaixonados sobre o senhor. — diz com sinceridade, porque é claro que havia esquecido que vários de seus pacientes suspiravam pelo moreno e pareciam ser bastante animados para lhe contar seus pensamentos. — Ainda bem que não tem, caso contrário, ficaria muito surpresa com o pensamento retrógrado, que infelizmente ainda é bem presente... mas com maior ênfase entre os mais velhos. — apoiou o corpo no balcão atrás de si, deixando-o ao lado do rapaz e desviou os olhos do rosto masculino por breves momentos para poder pedir mais uma dose de whisky para si. — Quem sabe eu faça, ainda não me acostumei direito com o facebook, quem dirá com o instagram. Mas vou pensar nisso. — virou o rosto novamente para ele, dando um sorriso divertido antes de virar também o corpo na direção do irmão de Camile e estender a mão em cumprimento — Charlotte Reid. É um prazer.
jxhnsonth:
{ FLASHBACK }
Agradeceu ao elogio apenas com um abaixar leve da cabeça e logo em seguida levou sua atenção novamente aos olhos da morena, com toda certeza ela tinha algo que prendia a atenção de Thomas e fizesse com que ele quisesse levar a diversão da festa para mais tarde. “Concordo.” disse em relação ao uísque, seria mentira dizer que a forte bebida não era a preferida dele, Thomas apreciava e colecionava boas garrafas do álcool. “Não vim acompanhado e aceito sua oferta.” disse lhe estendendo o braço levemente dobrado como que a chamasse para segurar no mesmo para que então caminhassem até a pista de dança que diferente das outras festas não tocava música eletrônica no momento da conversa dos dois. “Então, me dá a honra dessa dança, senhorita?” disse imitando o tema da festa e inclinou a cabeça levemente para o lado enquanto fazia o pedido.
O homem à sua frente parecia-lhe extremamente misterioso e isso era algo que deixava Charlotte com ainda mais vontade de ficar na presença do homem – ainda que da última vez que deixou sua curiosidade levar a melhor, tivesse se envolvido em um relacionamento nada saudável – mas o que ela tinha a perder? Absolutamente nada, então, estava agora decidida a levar a diversão que poderia obter ali na festa, para casa. – Então temos um ótimo gosto para bebidas. – comentou com um sorriso divertido, erguendo o próprio copo em um breve cumprimento para o mais alto antes de acabar com o líquido âmbar dentro do mesmo. - Ótimo, prometo que não vai se arrepender. – o tom um tanto atrevido, deixava claro que os pensamentos de Charlotte estavam indo em alguma outra direção, mas ela resolveu apenas afastá-los por enquanto, enlaçando o braço no que lhe era oferecido pelo homem e caminhou com ele até a pista de dança. – Sim, senhor, vai ser um prazer. – fez uma breve reverência, pegando a mão dele e colocando-a em sua cintura antes de aproximar o corpo esguio do masculino, deixando que ele lhe guiasse. – Então, o senhor ainda não me disse seu nome... eu sou Charlotte, é um prazer lhe conhecer.
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chistopher-s:
- Olha só… - Christopher mostrou um sorriso de canto, galanteador. -…Me lisonjeia que seja recíproco. - Respondeu em meio a este sorriso branco com o sotaque inglês carregado. Recíproco, entretanto, nada que tenha sido construído com o tempo, que tenha passado pela fase paquera à distância e flerte em meio a assuntos, mas uma reciprocidade notada no momento em que pousou os olhos de um azul claro por sobre as feições desta que se apresenta como Charlotte. Naquele momento o conflito de seus nomes veio á sua cabeça. Todos os que já usou e alguns que pretendia usar, junto com a dúvida se daria o seu real nome para ela. Cortejador, tomou a mão de Charlotte com a sua adotando a postura do tema da festa ao fazer uma breve reverência para beijar a superfície de sua mão. - Jack. - Respondeu elevando o olhar para a face de Charlotte.
O sorriso galanteador do mais alto com toda a certeza não passou despercebido por Charlotte, que acabou por retribuir o mesmo na idêntica forma galante sentindo um leve arrepio com o sotaque inglês que o moreno possuía e é claro, era extremamente atraente. Os olhos grandes de Lottie correram brevemente para as pessoas que ali estavam, mas que naquele dado momento não lhe chamavam tanta atenção quanto o estranho parado a sua frente e a mulher retornou a orbes âmbar para a face masculina, esperando pacientemente que este viesse a se apresentar. Não foi… comum para ela, entretanto, o momento em que ele pegou sua mão e deu um breve beijo em seu torso, um gesto um tanto diferente, ela tinha que admitir mas não conteve um pequeno sorriso que delineou os lábios vermelhos. — É um prazer conhecê-lo, Jack. Veio acompanhado? — indagou interessada, mas claro que anos como psicóloga faziam-na perceber que tinha algo mais sobre o homem e isso fez sua curiosidade ser atiçada, queria saber mais sobre ele.
volsenmia:
a voz da pessoa ao lado fez com que toda a atenção de Mia pairasse ate a morena. Sempre tão educada e suas vestes eram maravilhosas. Típicas de uma mulher muito elegante. “Pois é, as famílias não economizam nada quando o assunto são eventos. Soube que tem um pouco de cada coisa, até Karaokê. Infelizmente eu sou tão mal cantando que não tenho coragem nem de ao menos tentar. Mia falou soltando um riso e bebericando o whiskey que estava em mãos, em seguida colocou o copo sobre o balcão e olhou para as próprias roupas. Tinha custado bem caro e ver que alguém tinha ao menos a admirado era gratificante. ”Muito obrigada, mas você também não fica nada, nada para trás mesmo. Está linda!”
Os olhos da morena pousaram sobre a delicada figura feminina ao seu lado, analisando-a discretamente e se admirando que havia conseguido — quase o impossível — ficar ainda mais bela do que normalmente era e claro que trataria de ficar o máximo de tempo possível perto da loira. — O que é muito bom, já que ficou lindo e tenho certeza de que Camile vai lembrar dessa festa por um bom tempo. Tem? Eu não tinha visto ainda, agora que falou estou pensando seriamente em passar um pouco de vergonha cantando lá… poderia me acompanhar, aposto que deve ter uma voz maravilhosa. — piscou para ela, o sorriso aumentando nos lábios rubros enquanto esperava a resposta da mulher levando o copo aos lábios para tomar um gole da bebida alcoólica que ali estava localizada. — Obrigada pelo elogio, sabe, você alimenta o meu ego. Afinal, elogios de uma mulher bonita são sempre muito bem vindos. Mas me diga Mia, veio só? Ou está acompanhada de alguém bastante sortudo?
fitzsebastian:
Já era a terceira vez que Sebastian se dirigia até a mesa de bebidas, seu pedido se manteve o mesmo em todas as vezes: uma dose de whisky, sua bebida alcoólica preferida. Bash estava pronto para dar meia volta e procurar por um rosto familiar quando notou a presença de Charlotte praticamente ao seu lado “Realmente está tudo muito bonito e sofisticado. Não dava pra esperar menos da filha do prefeito” sorriu, dando um longo gole no copo que estava em suas mãos “Obrigada! Você está incrível. Você sempre está tão elegante, não é a toa que você se destaca no meio de toda essa gente” sorriu, analisando a morena da cabeça aos pés.
Assim que a voz de Sebastian chegou aos ouvidos de Charlotte, a mulher sentiu um leve arrepio pela espinha e lembrou-se brevemente de alguns momentos que passaram a sós já que fazia muito tempo que não o via mas logo afastou qualquer tipo de sentimento que não fosse amigável — mesmo que a curiosidade fosse sempre um fato presente dentro de si — e tratou de dar um sorriso simpático para ele, tomando mais um gole de sua bebida antes de deixar o copo vazio de lado. — Não mesmo, ainda mais quando ela é tão criativa a esse ponto. — comentou com ele, pegando outro copo de whisky para poder sustentar a conversa sem virar os olhos para o mais novo — Obrigada, acredito que outras pessoas se destaquem mais, mas ainda assim agradeço pelo elogio. Mas então, está acompanhado aqui? Ou apenas apreciando a própria companhia?
bennetkit:
Encarou a mulher a sua frente com um sorriso simpático, ela era muito bonita e chamou sua atenção imediatamente. “Ah, sim, minha irmã é mestre nessas coisas.” pegou para si também um copo com whisky, tomando um gole da bebida. “É porque você está, i’m kind of a big deal on instagram.” Deu de ombros. “Me chamo Kit Bennet, e você é?” Ergueu uma mão na direção dela em forma de cumprimento.
As palavras do rapaz fizeram uma expressão de compreensão tomar conta do rosto de Charlotte, então ele é que era o irmão de Camile, sempre tivera bastante curiosidade em saber quem poderia ser. — Ah sim, infelizmente eu não tenho instagram, é muita tecnologia para o meu gosto. Mas acredito que seja você por quem todas as meninas da escola em que trabalho são apaixonadas. — comentou para ele, já tinha ouvido alguns comentários das jovens suspirando pelo rapaz nas redes sociais e chegava a ser até engraçado porque pareciam esmo ter um vínculo em comum.
its-hellstone:
Dominic não tinha se importado com a necessidade de Helena em se ausentar por certo período na festa, aparentemente a mexicana tinha algumas pessoas com quem conversar para garantir uma boa imagem. Isso dava ao autor a oportunidade de absorver melhor o ambiente e manter os ouvidos e olhos atentos a qualquer coisa que denunciasse algum tipo de escândalo, ou algo minimamente interessante. Enquanto brincava com o copo agora vazio encostado no balcão do bar, virando o rosto ao notar pela visão periférica alguém se aproximar. A face conhecida o fez abrir a boca para cumprimentá-la, mas as palavras - que denunciavam uma leve embriaguez - da morena foram disparadas com maior rapidez e assim ele a aguardou terminar. O elogio o fez dar um riso sem graça, antes de respeitosamente correr os olhos pelas vestes azuladas da moça. Estava bem distinta de como a maioria das mulheres ali se vestiam, e ele achou graça. Não pela escolha de roupa em si, mas pela maneira como aquilo parecia genuíno e não apenas um ato em busca de destaque. — Você está linda, Charlotte. — Retribuiu o comentário, antes de responder às suas perguntas. — Eu vim acompanhar Helena Garcia. Não sei se a conhece. Mas ela está falando com algumas pessoas agora. — Olhou para o copo que tinha em mãos, onde instantes atrás tinham dois dedos de uísque. Afastou o recipiente de si — Claro. O que gosta de tomar? Acho que o cardápio de bebidas está bem variado.
Em circunstâncias normais, Charlotte jamais chegaria em Dominic daquela forma, porém, a embriaguez — ainda que singela — a fizera tomar uma coragem que na maior parte do tempo ficava muito bem escondida dentro de si, agora lá estava ela disparando perguntas para o mais alto enquanto o sorriso travesso continuava a delinear os lábios vermelhos da psicóloga. Antigamente, nunca havia sido muito próxima do mais velho, o ex jamais aceitaria e ela evitava a todo custo dar motivos para mais brigas e violência do que já eram “normais” dentro de casa. O elogiou a fez dar um sorriso maior, os olhos brilhando momentaneamente de forma verdadeira — e até mesmo rara — antes de responder — Obrigada, Dominic. É bom receber elogios de vez em quando. — brincou com ele, soltando uma risada baixa em seguida para só então voltar a prestar atenção no que era dito pelo homem. — Sim, eu a conheço. Lindíssima ela, por sinal, muito bem acompanhado você veio. — assentiu com a cabeça em um sinal de afirmar com maior firmeza o que estava falando. — Qualquer coisa que tenha álcool, não bebo assim desde a faculdade e… — parou de falar notando que iria mencionar o ex-marido e que aquilo poderia levar o homem a perguntar alguma coisa, mas eram amigos a tanto tempo que não via problemas em falar algo mais sério com ele. — E desde que sumi da vida de todos por causa de um relacionamento tóxico até demais.
sgt-bartz:
Conhecia a mais velha de algumas vezes no bar, nunca tinham conversado de fato algo além no necessário para o atendimento mas Allissa sabia algumas coisas sobre a outra, sobre como era bem engajada em seu trabalho além de lhe parecer pelo olhar uma pessoa bastante madura e simpática. “— Estava hoje mais cedo, quando começaram a preparar o local e ficaria surpreendida se soubesse a rapidez que transformaram o lugar nesse mundo encantado.” Olhou para os lados, bebericando um pouco mais da sua bebida. Tinha pego um suco de laranja, que estava começando a ficar em falta na mesa e logo Allie teria que arrumar isso para não ter contratempos. “–- Minha escolha foi dada puramente pela rapidez que precisei arrumar um vestido. Me esqueci completamente desse detalhe durante a semana e fui atrás de algo para vestir ontem a noite no shopping. Ainda bem que esses existem ou precisaria ter vindo de calça e uma camiseta do Bartz’s.” Apesar de dar risada com a situação, aquilo era muito sério. Ainda que tivessem avisado a ela que deveria estar de acordo com o dress-code da festa, a morena se esqueceu disso. “— Obrigada, se não fosse pelas dores que ficarei mais tarde nos pés, iria falar que gostaria de trabalhar sempre assim. Me sinto como uma princesa profissional.”
Sempre ao olhar de Charlotte, a mais nova parecera-lhe alguém bem agradável e simpática — ainda que fosse apenas julgamentos baseados na aparência que fazia com relação a outra — Poxa, eu adoraria ter visto, deve ter parecido mágica. Mas realmente, foi um trabalho excelente, merecem todos os méritos possíveis e claro, muita recomendação por parte da Camile. — apoiou o corpo no balcão atrás de si, levando o copo de whisky quase vazio aos lábios vermelhos para poder terminar a bebida e colocar o recipiente vazio sob a superfície de madeira. Os olhos castanhos voltaram a procurar o garçom, queria mais uma dose para que não sentisse a vontade de ir embora tomar conta de si novamente antes de voltar as iris para a mais baixa ao seu lado. — Foi uma rapidez com muito bom gosto, acredite, ficou lindíssima. Eu vou ser suspeita ao falar que com toda a certeza você ficaria bem até mesmo com uma calça e camiseta do Bartz’s? Que cá entre nós e sem querer puxar o saco, é um lugar ótimo. — deu uma piscadela para Alissa, avistando um garçom próximo, tratando de estender a mão para pegar o copo que estava sob a bandeja. — Uma princesa profissional… essa é nova, mas eu gostei. Se quiser uma massagem nos pés depois, só me dizer.
galahax:
› 𝐆𝐚𝐥𝐚𝐡𝐚𝐝 𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚𝐯𝐚 𝐟𝐞𝐬𝐭𝐚𝐬, 𝐢𝐬𝐬𝐨 não podia negar. ainda mais com um tema de realeza – por muito tempo, a vergonha de seu nome de cavaleiro a impedira de gostar do assunto, mas hoje em dia, estava até bem a caráter, como mandava a ironia. ajeitou a coroa de louros nos fios cuidadosamente amarrados em um coque, e se dirigiu para o bar, onde poderia começar a pedir suas bebidas e se soltar um pouco mais. esperava que os resultados dessa festa fossem melhores dos que o da anterior. porém, mal havia chegado até lá e alcançado o uísque das mãos do garçom, uma voz familiar chamou sua atenção ao lado. deus, como poderia não ter notado charlotte reid? o elogio a pegou de surpresa, e por pouco não derramou sua bebida.
❛ Você acha?! ❜ ›› a surpresa escapou pelo timbre mais do que gostaria. mesmo assim, era inevitável. charlotte estivera presente mais em sua vida há vinte anos atrás lhe martelando palavras maldosas, e não era um último encontro no shopping que a faria ter menos receio da presença alheia. mesmo assim, o elogio fez com que as maçãs de seu rosto ficassem ligeiramente avermelhadas (galahad, corando por vergonha? amanhã choverá canivetes), e logo tratou de desviar o rosto para a peça de roupa que a outra usava, respondendo-a com um tom de voz mais controlado.
❛ Obrigada. Você também está maravilhosa. ❜
É claro que a tensão que Galahad ficava no momento em que Charlotte chegava perto e cada vez mais fazia com que a psicóloga se sentisse um tanto culpada por aquilo, porque era em partes por sua culpa — ou melhor, culpa da criança idiota que fora — que a morena não sentia-se bem em sua presença, mas a Reid estava determinada a mudar aquela percepção que a outra tinha de si. — É claro que eu acho. — a calma era presente na voz de Charlotte, uma técnica que tinha adquirido com o tempo para não deixar as pessoas tão nervosas — e também porque acabava se dando um pouco mal quando usava um tom irônico, o ex-marido vivia gritando consigo por aquelas coisas — mas agora lembranças horríveis não faziam sentido naquele momento e ela preferiu se focar na bela figura feminina ao seu lado. — Obrigada. Veio acompanhada? Caso não, eu vou ser ousada e perguntar se você não gostaria de tomar alguma coisa comigo. — falou logo de cara, não era muito do feitio da morena ficar enrolando em alguma coisa, por isso resolvera ir logo ao ponto e torcia para que ela aceitasse uma bebida… ou duas, se fosse possível.
camilebennet:
“Muito obrigada! Você está muito bela também! Adoro o facto que todo mundo aceitou o tema!” Sorriu, feliz que todo o mundo estava tão bem vestido e feliz em estar presente e terem aceitado o tema louco de Camile que nunca teve um baile e aquilo foi uma enorme oportunidade.
Obrigada, querida. Acredito que todos gostam da ideia de sentir-se como uma celebridade de vez em quando, eu confesso que estou realmente me sentindo em Hollywood durante um Oscar… tipo Miseráveis. — sorriu de volta para a mais nova, sentindo-se bem ao ver o quanto ela estava feliz com todos ali e mais ainda sabendo que poderia ser uma pequena parte daquela felicidade dela. — Mas parabéns, Camile. Você merece o melhor. — colocou uma das mãos no ombro da mais baixa, dando um pequeno beijo no topo da cabeça dela.