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@chuvanaaldeia
.Narrativas Visuais.
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.Sequência de Imagens.
.Narrativas Visuais.
.Sensibilidade ISO/ruído digital.
.Tempo de exposição/movimento do objeto.
.Tremido.
.Tempo de exposição/movimento do objeto.
.Congelamento.
.Tempo de exposição/movimento do objeto.
.Arrastamento.
.Abertura de diafragma/profundidade de campo.
.Lei da reciprocidade.
Processo.
"A fotografia é luz."
Até experimentar criar a fotografia com luz, não entendia o que realmente queriam dizer com tal. A câmara obscura é um dos primórdios, se não o primórdio da fotografia, e com esta, percebe-se finalmente de como a partir de luz se cria algo material, a imagem.
É um resultado mágico e fascinante. Por mais frustante que seja o processo até chegar a um resultado satisfatório; ao obter-se um produto final a partir da tentativa/erro, o fascínio torna-se mais concreto, e em algo material, isto é, o registo dos resultados.
O processo de construção das câmaras obscuras foi complexo, e como já dito, algo bastante experimental. A tentativa/erro é o único método que permite desenvolver a proposta em questão. Foi necessário bastantes mudanças ao longo da experiência até a "apanha" da luz e a sua "transformação" em imagem.
Procurei a "chuva na aldeia". Todas as imagens conseguidas são da dita aldeia, depois da chuva. Os resultados?
Luz materializada da chuva na aldeia.
.Câmara Obscura (Macro).
.Câmara Obscura (Micro).
Imagem: representação visual de algo.
Se o Ser Humano fosse completamente objetivo quanto aos seus juízos, o aqui em causa, em concreto seria definido desta forma; contudo, como seres subjetivos e influenciados por causas interiores como os sentimentos e outros fatores, tendemos a complexificar determinados contextos.
Sempre fui desde criança, muito visual. Poderia passar muito tempo a olhar para as coisas, como se pretende gravar estas na memória. Era um momento de contemplação e talvez de análise pessoal, quem sabe?
À medida que se cresce, aprende-se. Aprendi a gravar os mais diversos cenários, planos, objetos e pessoas numa “caixinha mágica”. Depois aprendi que a origem da fotografia é algo complexo e, com influência de outras áreas plásticas.
As raízes da fotografia remetem aos Impressionistas. Estes eram os pintores da luz, que capturavam o momento efémero na sua tela; a luz naquele exato momento, o que resultou em composições autênticas, momentâneas e, de certa forma, fotográficas. A magia da efemeridade do tempo e da imagem era assim capturada antes da invenção da fotografia. Hoje, capturamos o instante através das mais diversas tecnologias.
Para mim, o campo das tecnologias da imagem, a fotografia e/ou vídeo são isso mesmo. Luz. Instante. Efemeridade. Movimento. E a memória de tudo isso.