“cuidar da sua princesinha se tornou parte de sua rotina. mas o que acontece quando esses cuidados extrapolam demais os limites? ainda mais quando harry decide testar a paciência de louis com tantas provocações quando descobre que talvez não fosse a única que recebesse seus cuidados?”
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Harry passou as férias de verão na casa de sua mãe. Voltou com saudades de sua casa, do seu verdadeiro lar. E claro, de uma pessoa em especial.
O tempo tinha mudado, o outono tinha feito abrigo. As árvores com as folhas laranja e amarelo, o ar úmido deixando a terra molhada e fofa, muitos dias seguidos de chuva fraca e um friozinho gostoso. Harry amava essa estação do ano.
— Jennie, pode me fazer um chocolate quente? — Harry pediu educadamente, sentada na cadeira da mesa posta. — Tô com vontade de tomar algo doce.
— Faço sim — a senhorinha sorriu de bom grado. — Acho que vou fazer para todos… está frio e todos gostam de chocolate.
— É mesmo — Harry estava distraída, puxando os fiozinhos da toalha que cobria a mesa, balançando os pés descalços pra lá e pra cá. Seu rostinho estava deitado em seu braço.
— Vou esperar Louis chegar antes de fazer, você espera, querida?
— Espero sim, mas… onde ele tá?
— Fiquei sabendo que foi para a cidade natal da namorada — a última palavra fez Harry se sentar ereta na cadeira. — Seu pai deu uns dias de folga a ele, talvez volte hoje para a fazenda e amanhã comece a trabalhar novamente. Mas não sei, pequena, apenas ouvi dos outros.
— C-como assim ele tem namorada, Jennie? — a voz de Harry se fez muito aborrecida, estava pasma.
— Ele tem, claro que tem — Jennie disse numa confiança… — Um rapaz tão bonito daqueles é difícil não ter nenhuma bela moça ao lado.
— É… — estava aérea demais, fixou seu olhar num ponto aleatório da cozinha. — Impossível não ter mesmo.
Harry não quis esperar na cozinha o seu chocolate quente. Foi andando um tanto paralisada para o seu quarto, pensando que Louis sentia outra pessoa além dela, pensando que outra pessoa recebia o carinho e o cuidado tão gostoso dele. Que absurdo! Como deixou isso acontecer?
Chegou no seu quarto com o punhos cerrados. Sentia raiva. Quando decidiu se olhar no espelho, encontrou em seus olhos um mar querendo inundar suas bochechas. O choro entalado na garganta era de rasgar seu coração. Ficou tão frustada que precisava botar para fora.
Harry enfiou seu rosto já úmido pelas lágrimas no travesseiro e gritou tão alto, mas tão alto, que sentiu sua garganta doer pelo timbre fino e arrastado. Debatia suas pernas contra o colchão a medida que tomava fôlego para gritar de novo, de novo e de novo. Estava muito tristinha.
E estava com raiva de Louis. Muita raiva.
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Uma manhã gelada se iniciava!
Os trabalhadores da fazenda tinham iniciado um novo projeto, novos carros rurais tinham chegado e a fazenda inteira estava no mais alto barulho possível. Buzinas, motores barulhentos e muitas vozes masculinas gritando pra lá e pra cá. E somente uma voz chamou atenção de Harry.
Mas ignorou totalmente. Fingiu não saber que Louis tinha chegado ontem à noite, trancou a porta de seu quarto quando ouviu os passos do mesmo indo para o banheiro. E sinceramente, Louis não ia para o quarto de Harry.
Desceu as escadas toda saltitante. Mesmo com o frio considerável, isso não impediu Harry de usar uma mini saia, a mais curta que tinha, toda plisada e rosa bebê, e somente um casaquinho com um botão segurando seus peitos, o tecido bem curtinho no corpo e com mangas longas. Parecia uma boneca.
— Harry! Não vai para o colégio? — Jennie disse assustada, vendo a garota se aproximar da cozinha aos poucos. — Querida, está cheio de homens aqui, eles estão tomando café.
Harry entendeu que Jennie estava falando da forma como estava vestida. A senhora já estava acostumada, não via problema para ela, mas sabia que aparecer daquele jeito podia atrair muitos olhares.
— Tudo bem, vó, ninguém vai me incomodar! — disse carinhosamente, seguindo caminho para o tal cômodo abraçada em Jennie.
E bem, assim que entrou na cozinha, todos os quatros homens mediram Harry de cima a baixo, e um deles sendo Louis, que quase se engasgou no próprio café na xícara. É claro que eles se olharam, e é claro que o olhar de Louis foi mortal, delicerando por todo o corpo de Harry.
— Quer seu chocolate quente, querida?
— Uhum — fez sim com a cabeça, se encostando na mesa de costas para todos os homens. — Quer ajuda, Jennie?
— Pode pegar as xícaras? Eu deixei em cima desse armário.
Harry olhou o tal armário e percebeu que teria que pegar um banquinho para alcançar. Uma pena que o banquinho não estava ali. Parecia até combinado, não é? Ainda mais quando um dos homens, moreno de cabelos cacheados, decide ajudar Harry, pegando as quatros xícaras duas em cada mão.
— Obrigadinha — e a forma como disse tão educadamente, tão sorridente, fez Louis fechar sua mão por baixo da mesa, apertando sua coxa.
— Qualquer coisa, pode me chamar — o rapaz ofereceu.
— Pode deixar — Harry sorriu com as bochechas saltadas.
E Louis observou como Harry se portou naquele momento. Ficava em volta de Jennie ajudando com coisas inúteis, como pegar um açúcar que já estava perto da senhora, se agachar para pegar o chocolate em pó só para levantar e empinar a bumbum, e quando achou que não podia piorar, Harry apenas se sentou na mesa de frente para Louis com os peitos apoiados na mesa, de tão gordinhos e empinadinhos que eram, sabendo que eles se balançavam a cada mísero e pequeno movimento.
Ouviu os homens cochichando enquanto olhavam para Harry.
— Não vai para o colégio mesmo? — Jennie questionou. — Se não for, tenho que avisar seu pai.
— Vou só no segundo turno — Harry disse.
Louis ouvia a conversa delas sem parar de encarar Harry. Mas tinha uma vontade de pular naquele pescoço e descontar toda essa provocação no corpinho que adorou tanto ficar mostrando, como se estivesse precisando de tanta atenção. Como se sua atenção não fosse o suficiente para Harry.
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Mesmo com o frio considerável, sentia um calor irritante a medida que ia trabalhando no celeiro. O celeiro estava de cabeça para baixo, tinha passado pelos ventos fortes e deixou o chão sujo, com os equipamentos todos um pra cada lado e sem falar no cantinho das coelhas de Harry.
Harry foi fazer sua contagem diária. Enquanto esteve fora, Jennie quem fazia a contagem. Estava morrendo de saudades de suas pequenas! Mal podia esperar para vê-las.
— Oi, meus amores! Sentiram saudades de mim?
Harry se fazendo de sonsa, fingindo não saber que Louis estava olhando bem para mais onde queria.
— Lolinha, meu Deus, que sujeira é essa? Ninguém cuidou de você? — Harry estava apoiada naquela portinha, brincando com os pés enquanto via todas as pequenas pulando com os focinhos inquietos. — Oh, Tina, deixe Dentuça em paz!
Louis não estava se aguentando. Soltou a enxada no chão e foi até Harry em passos pesados e largos, parou para um instante para olhar o bumbum empinado de Harry em na sua direção, e não bastou nem mais um segundo para abraçar sua cintura e puxa-la bruscamente em seus braços.
— Sua puta desgraçada — Louis disse quase rosnando, ao que simplesmente jogou o corpo de Harry contra a parede de madeira do celeiro, fazendo ela bater a cabeça e as costas dolorosamente. — Ficou uns dias seu meu pau e já foi procurar por outro, né? Precisa ser tão puta desse jeito, Harry?
Ficou toda assustada, nunca tinha ouvido aquelas palavras saindo da boca de Louis para si, naquele tom ríspido com os dentes cerrados, os olhos da mesma forma que tinha olhado para ela mais cedo. Puramente raivosos.
Louis sempre a tratou com carinho. Sempre. O que tinha acontecido?
— Você testa minha paciência de um jeito… — Louis sorriu de lado, muito cavajeste. Estava gostando de ver Harry respirando fundo e com os olhos de uma cachorrinha sendo reprimida por mal comportamento. — Não me faça querer estragar esse seu rostinho.
Quando Harry decidiu abrir a boca para dizer algo, Louis não deixou que concluísse com um tapa estalado em sua bochecha, fazendo a garota virar o rosto e voltar com os olhos marejados, tão arregalados que seu medo chegava ser lindo de ver.
— Eu tenho pena de te marcar — Louis confessou. — Mas você pede.
— Lou… — foi quase inaudível aos ouvidos de Louis, e ele percebeu que Harry estava se tremendo.
— É atenção que você quer, bebê? — ao perguntar, Louis fez Harry se ajoelhar na sua frente com as mãos nos ombros. — É atenção que o papai vai te dar — brevemente fez uma carícia no queixo de Harry, erguendo seu rosto para olhar em seus olhos. — Abre a boquinha e se acaba no meu pau.
Harry não conseguia parar de choramingar. Parecia uma garotinha mimada birrenta.
Suas mãos desabotoaram os jeans surrados de Louis, ficou assustada só pela semi ereção do homem, teria que aguentar todo seu tamanho sem reclamar, e se caso reclamasse, seria pior, estava muito ciente disso.
Tinha sido mal criada, precisava sim de uma punição. Só não entendia por que não estava recebendo carinhos. Louis nunca tinha sido desse jeito com Harry, e sinceramente, mesmo que não estivesse entendendo, aguentaria tudo de boca calada.
Harry começou a punhetar o pau de Louis com precisão e lentamente, já sentindo um incômodo entre suas pernas. Não podia tirar os olhos do cacete grosso e dos olhos de seu papai, tinha que olhar bem em seu rosto para se certificar de que estava sendo uma boa garota.
E então, sua boquinha foi parar só na glande avermelhada de Louis, os lábios inchadinhos bem ali, a sua língua dando leves lambidinhas, ainda se acostumando com o tamanho. Harry ficou sentada nas próprias panturrilhas, os cabelos preços em duas tranças só facilitou para Louis não precisar tocar nela, já que ficou com os dois braços ao lado de seu corpo, solto e de certa forma, despojado.
O celeiro estava aberto dos dois lados, as portas altas e vermelhas estavam praticamente mostrando todo o local caso alguém passasse por ali. Talvez fosse essa adrenalina de serem pegos que mais gostavam de tudo aquilo.
Harry tomou seu tempo para conseguir ir até o fundo de sua garganta com o pau de Louis, nisso que ele permitiu ela fazer isso. Porém, foram os últimos minutos de Harry praticamente beijando o pau de Louis, fazia questão de arrastar seus lábios por todo o comprimento, como se estivesse querendo distribuir seus beijinhos naquele cacete quente e grosso. Não estava se aguentando, gemia rouco e baixinho, só para sua garotinha ouvir, e então, começou a fazer estocadas rápidas usando o movimento de vai e vem de sua cintura.
Achava lindo olhar para baixo e ver Harry chorando com a boca no seu pau.
Harry teve que se segurar nas coxas de Louis, sentindo seu maxilar doer sem nenhum alívio, a cabeça no solavanco forte que enquanto o homem projetava tudo na sua boquinha pequena, bem apertadinha com aquelas bochechas prendendo o ar e fazer a sucção perfeita.
Os tapinhas começaram a se fazer na coxa de Louis ao que Harry já sentia uma necessidade de recuperar o fôlego. Louis começa ir muito rápido, sentindo a cabecinha de seu pau roçar no céu da boca da garota, e mal conseguiria parar nem se quisesse, o pré gozo escorrendo de seu pau só mostrava o quão excitado estava e que meu Deus! Não podia parar!
Harry fechava seus olhinhos com força, só derramando mais e mais lágrimas, e quando achou que não podia sentir mais dor, seus joelhos começaram a se queixar, o maxilar simplesmente travou e sua garganta já estava ardendo.
— Eu mandei você parar? — e um tapa foi desferido no rosto de Harry, logo suas mãos pegando suas bochechas num aperto forte, a boca toda inchada e babada, Harry mal conseguia abrir seus olhos direito. — Continua. Você só para quando eu quiser.
E já que Harry não tirava da cabeça o fato de que Louis tinha outra pessoa, iria fazer a valer a pena e sem reclamar.
A sua boca foi preenchida novamente pelo pau de Louis, e ela fez questão de ir fundo, não se importava se sua garganta já estava doendo e se seu maxilar ainda estava um pouco travado. Harry ficou balançando sua cabeça até encostar seu narizinho na virilha de Louis, e isso só causava a fricção certa para sentir seu gozo pingando toda sua boca.
Louis jogou suas duas mãos a sua frente e se apoiou na parede do celeiro, não tinha que fazer mais nada, mesmo com toda a sensibilidade de sua glande e mesmo que estivesse gozando, Harry não parava, ela por contra própria estocando a cabecinha daquele pau no céu de sua boca, esmurrando tanto que o barulho molhado era alto.
— Harry… — saiu como um gemido doloroso, a barriga de Louis se contraia pelo ofegos e pelas tentativas falhas de gemer devidamente. — Porra…
E Harry engoliu toda a porra de Louis, respirando fundo para se recuperar de tanto que se asfixiou no pau dele. A boca toda babada, os olhos vermelhos pelo choro e o rosto marcado, Louis observou tudo isso e sorriu sujo, dando mais dois tapinhas em sua bochecha, não muito forte.
— Levante e fecha o celeiro.
Que pena. Os joelhos de Harry se mostraram machucados, levou alguns segundos para ela realmente sair e fazer o que lhe foi mandada.
Louis ouviu uma porta fechar. Contou na própria cabeça quanto tempo Harry demoraria até chegar a outra porta.
— Lou… — Harry choramingou, ali parada com o cadeado nas mãos. — Eu posso ir? Tenho aula daqui a pouco…
— Não, não — Louis negou até com a cabeça, indo até ela em passos rápidos e pesados. — Você fica, mocinha — Harry foi bruscamente afastada da porta pelo empurrão de Louis, ele mesmo fechando de uma vez por todas. Pegou Harry pelos cabelos, trazendo ela até sua boca para sussurrar em seu ouvido: — Não queria atenção? Não estava sendo um putinha bem na minha frente horas atrás? Não sei do que está reclamando, bebê.
Harry foi arrastada até onde estavam, foi jogada no chão aos choros, só conseguia pensar na drástica mudança de personalidade de Louis, na mudança de tratamento e principalmente do carinho que recebia.
E quando Louis foi fechar a portinha da parte que estavam, Harry achou uma ótima ideia se levantar e tentar escapar, sendo interrompida no mesmo segundo, pois Louis a agarrou pela cintura e conseguiu jogá-la sobre seus ombros, suas costas sendo estapeadas a cada segundo por Harry.
— Me solta, Louis!
— Para de birra, sua pirralha! — Louis a colocou sentada em cima de uma mesa de ferramentas, lutando contra as pernas de Harry na sua barriga. — Você vai se arrepender tanto disso…
— Você tem outra! — e Harry simplesmente soltou, berrou na cara de Louis, era nítido sua raiva. — Você… me abandonou.
Louis teve seu olhar atônito sobre a figura de Harry, apertando tão forte seus pulsos que sentia os próprios dedos doerem. Não podia falar nada naquele momento. O que adiantaria? Era a verdade. Louis tinha outra que recebia todo seu carinho. O carinho que Harry se apegou tanto e que era necessitada. Mas isso não significa que não poderia lhe provar o contrário.
Harry se revoltou pela ausência de palavras de Louis. Começou lutar contra o homem de todas a formas, gritos, choramingos, chutes, tentativas falhas de tapas… E nada resolvia.
— Fica quieta! — Louis berrou na sua cara, desferindo um tapa ardido em sua bochecha. Harry voltou com o rosto mais vermelho do que antes, finalmente quieta.
Havia dois ganchos grandes ao lado de Harry, do lado direito e esquerdo, na altura de seu quadril. Louis não pensou duas vezes em abrir suas pernas e colocar uma em cada gancho, deixando sua buceta tão aberta que parecia brincadeira o fácil acesso ali. Harry estava encharcada, no fundo amando toda essa mudança drástica daquele homem. Não ousou em interferir, mas estava possessa.
— Então, me fode — Harry soltou, as mãos atadas para frente, dando um sinal para que Louis a prendesse. — Me fode o quanto você quiser. Só, por favor, papai, não me deixe ficar sem você.
— O quanto eu quiser? — a pergunta foi retórica. Louis queria que Harry repetisse, enquanto isso, rasgando o tecido molinho de sua saia, arrancando um pedaço.
— Uhum… — Harry já estava toda manhosa, conseguia contrair quase nada de seu quadril, se dando conta do quão imobilizada estava. Louis amarrou seus punhos para trás. — Eu senti tanta sua falta, Lou… se você soubesse-
— É, mas eu não quero saber. Você fala demais — apenas interrompeu, passando o tecido rasgado da saia de Harry em sua boca. — Só quero ouvir seus gemidos, seu choro… nada mais que isso.
Nem se Harry pedisse pra parar, Louis pararia. Podia chorar, berrar, fazer birra, fazer de tudo, Louis continuaria.
Bastou mais nada. Louis tinha aquela bucetinha só para ele, ela estava tão abertinha que podia ver ela pulsando, cada vez mais expelindo aquele melzinho que vagamente relembrou do gosto. Louis deu três tapa seguidos na buceta de Harry, deixando um beijo na bochecha úmida da mesma.
— Você gosta disso tudo — falou bem perto de seu ouvido, a voz rouca num tom sujo. — Tá vendo? — desceu dois dedos seus até a grutinha apertada de Harry, mostrando a ela como ficaram molhados. — Essa é a prova de que você é minha putinha, que ama ser meu depósito de porra.
Louis passou os dedos pelos lábios de Harry, deixando ali em sua boca o rastro do seu melzinho.
Que visão mais linda que estava tendo. Harry somente com seus sapatinhos e meias longas, a saia nem se fazia mais presente, e o seu casaquinho justinho com os botões abertos deixando a mostra seus peitinhos, os mamilos rosados bem pontudos.
Louis desceu vários tapas nos peitos de Harry, até que ficassem vermelhos e com as marcas de suas mãos. Estava amando ouvir os choramingos histéricos de sua garotinha.
— Você é a coisa mais linda, meu amor — Louis a elogiou, pelo bom comportamento, sendo devota a quem realmente devia ter sua devoção. Louis só se flexionou para frente, ficando com seus rosto bem na xotinha de sua garota. — Ainda mais desse jeito.
Harry se derreteu inteira. Inteirinha.
Os beijos sortidos por toda sua buceta, a barba de Louis fazendo uma cócega gostosa nos lábios gordinhos. Passou só a pontinha de sua língua naquele clítoris, bem devagar. Não deixava de olhar para Harry, só conseguindo achar linda a cena de vê-la com os dentes mordendo o tecido em sua boca, os olhinhos numa confusão de ficarem abertos ou fechados, e as sobrancelhas sempre bem unidas.
Ela remexia o quadril pelo extinto, algo que não podia controlar, e por esse motivo, Louis a segurou firme pelas pernas, com muita força, tanto que seus bíceps se mostraram definidos. Tudo deixava Harry mais insana. Ver os dedos tatuados de Louis sobre sua pele, a tatuagem do peito toda suada e as do braço naquele tom bronzeado.
Era de tirar o fôlego. Literalmente.
E quando Louis percebeu que Harry estava perto de gozar, parou com o que estava fazendo. Deixou a garota um pouco confusa. Tal confusão que acabou em instantes.
— Sabe no que eu mais gosto de te foder? — Harry fez que não, só sentindo a cabecinha de Louis roçando na sua buceta, provocando adentrar a qualquer momento. — Que nunca e nem ninguém vai saber o quão apertada você é. O quão gostoso é te fazer chorar quando goza.
— Mhn… — Harry gemia cada vez mais alto, de propósito, só para Louis ter a certeza de que estava a deixando louca. — Mhn!
— É minha garotinha? — mais um tapa naquele rostinho lindo, dessa vez, o mais forte até então. — Fala.
— S-s-sim, papai… — a voz embargada e toda atrapalhada de Harry foi o suficiente para Louis.
Harry não parava de chorar. Por mil motivos.
Louis a segurou pela cintura, e sem mais nenhuma palavra e sem demoras, afundou todo seu pau naquele bucetinha, bem devagar, bem devagar mesmo. Isso fez o corpo de Harry estremecer sobre o toque de Louis, era o que deixava aquele homem perder totalmente a noção.
Chegava a ser patético. Era fodidamente gostoso estar dentro de Harry. A buceta tão apertada, era notável que podia ser considerada como virgem ainda, já que Louis ainda via dificuldade de estar nela sem machucá-la. Tinha ido com todo cuidado do mundo todas as vezes, ia lentinho, fazia carinho no rosto de Harry até que sua garotinha se acostumasse com seu tamanho e grossura. Mas, dada as circunstâncias, não dava a mínima se machucaria ela naquele momento.
Queria que machucasse.
Não tardou para que Louis fizesse suas estocadas, a sua boca entreaberta para soltar os gemidos roucos e baixinhos, ao contrário de Harry, que misturava seus gemidos com seu choro, balançando a cabeça negativamente para Louis, pedindo aos céus que parasse por conta da dor, que desse alguns minutos a ela para que pudesse assimilar tudo.
Por mais que estivesse extremamente molhada, tanto que Louis deslizou seu pau em sua buceta, isso não era o suficiente. Harry era realmente muito apertada.
Com tamanha força, Louis só conseguia empurrar seu pau dentro daquela xotinha inchada e vermelha, era a melhor sensação do mundo quando voltava bruscamente. Louis era viciado naquela buceta. Tão quentinha. Tão fácil de marcar.
O som das estocadas inebriou todo o local, molhado e alto. Harry gemia tanto que o seu próprio corpo não conseguia mais se queixar pelo tanto de estímulo que estava recebendo. Tudo piorou - melhorou - quando Louis teve a brilhante ideia de espalmar uma mão na barriguinha de Harry, e então, seu dedão começou a massagear lentamente o seu clítoris. Um grande filho da puta. Tinha uma coordenação motora dos infernos. Enquanto a fodia com força sua entrada, enterrando seu pau a cada estocada, dedava com tanto carinho e lentidão seu clítoris que confundia seus pensamentos, sentidos e mente.
Louis sabia que Harry estava perto de gozar, pois sentia em seu pau a bucetinha dela piscando, pulsando muito forte.
— Se você gozar, eu não vou parar — Louis alertou, quebrando o contato visual só para olhar para baixo, e puta que pariu.
Harry estava muito aberta. As coxas tão separadas só possibilitando para Louis. Todo seu pau se afundando gostoso naquela bucetinha de lábios gordinhos e vermelhos, o seu dedo fazendo movimentos de vai e vem para cima e para baixo em seu clítoris, bem onde Harry soltava gritinhos histéricos, sem poder dizer uma palavra, não conseguia.
Muitos estímulos, muito prazer e muita dor. Harry tinha a sensação de fogo se aflorando no seu interior. Como se ela fosse um pequeno rastro de fogo, e Louis, a maldita gasolina.
— Olha pro papai… — Louis sussurrou, entre gemidos baixos e arrastados, encontrou um fôlego para falar. — Esse seu rostinho de putinha… — era inacreditável a visão que estava tendo de Harry, conseguia tanto focar em seu rosto quanto nos seus peitinhos, que iam para cima e para baixo devido os solavancos. — Minha princesa.
Louis fodia Harry com um sorriso cavajeste. Ele sim era inacreditável.
E tudo começou ir mais rápido quando Louis notou indícios de um squirt. Isso o motivou mais ainda. Harry estava se debatendo, gritava contra o tecido que prendia sua boca, estava conseguindo somente mexer seus pezinhos.
Louis arrancou de Harry um gemido longo e manhoso quando seu dedo foi tão rapidinho que finalmente aquela buceta estava esguichando contra sua barriga, tanto que nem o pau de Louis se mantéu dentro de sua xotinha. A cada movimento no clítoris de Harry, mais ela esguichava, mais ela chorava e mais ela gemia.
Decidiu provocar mais ainda. Louis deu um tapinha na buceta de Harry, em resposta, ouviu um gemidinho como “uh!” escapando da sua boca. Um atrás do outro. Louis soltou uma risada gostosa de ouvir.
— Deixou o papai tão orgulhoso, princesa… — e então, deixou um beijo nos cabelos de Harry, ouvindo ela choramingar. — Vai deixar mais ainda, não vai?
Harry não fez nada, só encostou a cabeça no peitoral de Louis, como se estivesse descansando.
O aperto em seu pescoço foi o sinal para que dissesse que sim, que precisava deixar seu papai mais orgulhoso.
— Não vai, Harry? — as três palavras foram como aumentar a força de seu aperto no pescoço pequeno e frágil dela. Harry fez que sim. — Boa garota.
Harry sentia uma necessidade de se provar para Louis. A todo momento. Por tal fato, apenas acatou. Sentiu, então, mais uma vez aquele pau se afundar dentro de si. Depois do squirt, todo e qualquer toque era sensível demais. E por algum acaso, Louis tinha seu pau bem posicionado no pontinho de Harry.
Cada vez que voltava com tudo, entre uma estocada e outra, Harry sentia a urgência de ser estimulada no clítoris. Louis lia seus pensamentos, e não demorou muito para que seu desejo fosse realizado.
Aquele corpinho tão pequeno, frágil e delicado, era literalmente o paraíso de Louis, era o vício e o depósito de porra dele. Era onde cuidava e maltratava. Livre para usar, para cuidar. Harry era propriedade dele. Não era o que ela mais queria tempos atrás? Pois bem.
Louis se colocou um pouco mais para frente, selou seus lábios na testa de sua garotinha, enquanto seu quadril ia para frente e para trás, com movimentos mais precisos e fortes, intervalos curtos. Ouviu baixinho a voz machucada e manhosa de Harry o chamando de papai.
— Goza, meu amor… — Louis estava tão perto quanto ela, já tinha deixando o rastro do pré-gozo. Tudo tinha virado uma cena extremamente erótica, a barriga de Louis molhada por conta do squirt e Harry completamente suada. — Goza pro seu papai, uhn?
— Uhum, uhum… — Harry fez que sim frenética. — Lo… Lou! Mhn…
Estavam gozando juntos. Louis grudou sua testa na de Harry, os dois gemendo tanto que parecia uma melodia cheia de harmonia para quem ouvisse. O pau de Louis sendo todo babado pelo gozo de Harry, e aquela bucetinha toda encharcada da porra do seu dono.
— Você me encheu de orgulho — Louis não saia de dentro de Harry, só para sentir seu pau bem aquecido por ela. — Aprendeu que não precisa chamar atenção dos outros para ter a minha? Aprendeu que só pode ser uma putinha pra quem te fode?
Harry fez que sim, revirando os olhos. A sensação de abrigar aquele pau era a melhor parte. Harry gozava gostosinho só por isso.
— Pode falar, bebê. Você aprendeu?
— Sim, papai! — que libertação era finalmente poder estar sem aquele tecido na sua boca. — Eu aprendi. Você me desculpa?
Louis fez que sim, deixando beijos por todo seu pescoço.
— Agora você pode ir pro colégio — Louis disse, pegando as pernas de Harry com cuidado, as deixando juntinhas na mesa. Seus punhos foram soltos. — Quando voltar, ainda estarei aqui.
— Posso te beijar? — Harry ignorou tudo o que Louis disse, só prestou atenção nos lábios finos do homem enquanto falava. — Por favor, Lou.
Não precisou pedir. Louis ainda permanecia com seu pau dentro de Harry, e então, apenas a colocou em seu colo e selou seus lábios. Era fofo como Harry espalmava suas mãozinhas pelo rosto de Louis, a diferença de tamanho dos dois era notável, bem notável. Amava receber os selinhos no final de cada beijo, amava sorrir preguiçosa depois de gozar com seu papai.
Louis a colocou no chão, e só se afastou depois de ter certeza que estava firme em seus pés. Harry recebeu um beijo no seu pescoço, nos ombros, nos braços, mãos, peitos… recebeu vários beijos de Louis. No final de tudo, o homem a agasalhou no seu casaco pesado, vermelho e xadrez, ficando grande o suficiente na garota para esconder o que devia ser escondido e somente visto por ele.
E antes que ela saísse, Louis a puxou contra o seu corpo, finalmente dando a ela o carinho que tanto sentiu falta.
— O papai te ama — e Harry foi a loucura. Não precisou retribuir, só de abrir um sorriso de orelha a orelha, Louis sabia que estava sendo correspondido. — Vai lá, amor.
Harry foi. Foi correndo até sua casa, bem rápido só para colocar a roupa do colégio e passar o resto do dia com a porra de seu papai vazando pela buceta, e com a voz do mesmo ecoando em sua mente “papai te ama.”
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A noite tinha chegado para dar boas vindas para o frio que já estava pertinho. A fazenda estava como devia estar naquele horário, os animais todos em seus lugares e os carros também, não havia nada fora.
Harry chegou tarde em casa por conta da grade de horários do colégio. Estava terrivelmente cansada e distraída. Não conseguiu focar em nenhuma aula. Por isso quando chegou em casa foi correndo tomar um banho.
Todos já estavam em seus quartos. E Jennie daquela vez não estava, somente mais duas empregadas. Desmond, como sempre, muito longe.
Tudo isso não importava. Harry passou um dos seus cremes favoritos, que na verdade, era o favorito de Louis. Colocou duas meias longas e brancas, uma calcinha justinha com desenhos de lacinhos, e somente um roupão cobria seu corpo. Foi assim seguir o caminho para o quarto de Louis.
A porta estava só encostada. Louis estava deitado na cama assistindo um jogo na televisão, a coberta cobrindo somente da cintura para baixo, o peitoral desnudo fez Harry juntar seus lábios num biquinho manhoso.
Sentia saudades de Louis todo segundo quando estava longe. Torturante.
— Lou? — cuidadosamente, Harry sussurrou. Olhou mais uma vez para trás antes de entrar no quarto e fechar a porta.
E ela foi correndo até a cama quando viu Louis abrir seus braços para receber sua garotinha. O abraço dele era tudo o que ela mais queria. Ainda mais sentindo nos peitinhos o contato apertado contra o peitoral de Louis.
— Oi, meu bebê — Louis deixou um beijo demorando na boquinha de Harry, logo desligando a televisão. — Como foi o colégio?
— Normal — disse, graciosamente, se sentindo pequena por conta do abraço de Louis. — Mal consegui fazer uma lição! Mas tudo bem. Fiquei pensando em você o dia todo, papai.
— É?
— Uhum… — Harry se virou contra o corpo de Louis, pegando a própria mão dele e colocando em seus peitos, se aconchegando ainda mais seu bumbum no quadril do mesmo. — Tô cansadinha. Papai pode me fazer dormir?
— Posso, amor — Louis deixou uma série de beijos em seu pescoço, sentindo o perfume doce e gostoso de seu corpo, daquele creme em especial, apertando de leve seus peitinhos. — Feche os olhos.
— Fechar os olhos?
— Isso. Tenho uma coisa para você.
Harry fechou. Ficou na dúvida do por quê Louis se afastou milímetros de seu corpo. Sentiu algo gelado no seu dedo anelar da mão direita.
— Pode abrir.
Oh, meu Deus! Harry tinha em seu dedo um lindo anel, prata e fino, somente uma pedrinha de diamante no topo.
— O que você ouviu, era mentira — Louis disse, bem perto de seu ouvido, fazendo um carinho na mãozinha de Harry, que sorria tanto até mostrar suas doces covinhas. — É você quem eu quero. Você é minha e eu sou seu. Sabe disso, não sabe?
Harry estava explodindo de felicidade, mas…
— Eu sei. Pode me explicar, então?
— Desmond não ia me dar folga nem se eu me ajoelhasse no milho, Harry, por isso inventei que tinha namorada na minha cidade natal e que era aniversário dela, que eu precisava ir por que seria o segundo aniversário que eu não estaria lá caso não fosse. Eu só precisava de um descanso.
— E para onde você foi?
Louis bufou, com um pressentimento estranho.
— Eu vou sair dessa cidade, amor…
— Louis! — Harry praticamente saltou dos braços do homem. O rosto que antes estava tão cheio de risos e graça, se fechou num olhar choroso. — Como assim, Louis? Você vai embora pra onde? Como eu vou… como eu vou f-ficar sem v-você?
— Não chora, Harry — Louis se apoiou em um braço para tocar nas bochechas dela, realmente ficando com o coração amolecido. — Eu vou comprar uma casa. Mas enquanto não consigo encontrar uma que me agrade, que era o que eu estava fazendo, irei ficar aqui.
Harry ficou revoltada. Se grudou nos próprios joelhos e começou um choro baixinho, muito abatida. Louis tentou puxar seu braço para ver seu rostinho, falhando miseravelmente.
— Isso não é justo.
— Olha pra mim.
Harry só deixou um olhinho seu amostra. Louis teria que se contentar somente com aquilo.
— Eu cometo loucuras por você toda vez que estamos juntos. Você sabe que Desmond nunca aprovaria isso — enquanto falava, tirava os cachos achocolatados de Harry da frente de seu rosto, ganhando a atenção da garota aos poucos. — Então, imagine que sempre estarei aqui na fazenda. Sempre estarei aqui quando você perder umas das suas coelhinhas…
Harry soltou uma risadinha, finalmente colocando seu queixo apoiado em seu braço, deixando Louis ver todo seu rosto.
— Quando você quiser só chorar no meu colo, desabafando sobre seus problemas, sempre estarei aqui. Quando você quiser o meu colo para desestressar, também estarei aqui. E quem sabe, em anos futuros, podemos seguir sem nos esconder. Entende o que quero dizer, meu amor?
— Uhum… — Harry parecia uma bonequinha prestando atenção em Louis. — Então, eu sou sua namorada?
— Você é tudo pra mim.
Ficou toda vermelhinha só de ouvir Louis dizer que era tudo para ele.
Harry se jogou em Louis, tendo seu corpo sendo abraçado pelos braços do único homem que a importava.
E as condições eram simples. Sabia que somente alguns anos poderiam dar a eles uma certa liberdade, e tudo bem. Louis não deixaria Harry por nada nesse mundo. Se passou um ano desde que se conheceram devidamente.
Construíram uma relação muito gostosa de ser vivida. Muitas das vezes, Harry só ia no quarto de Louis para ficar abraçada a ele, e muitas das vezes, Louis ia em seu quarto para deitar com sua garotinha, pelos pedidos manhosos da mesma. Ambos contaram inúmeras histórias de suas vidas, Harry admitiu as saudades que sentia de Desmond, e que boa parte de sua vida, nunca teve uma atenção que realmente merecia. Bem, isso ficou nítido para Louis.
Harry se entregava de corpo e alma. Louis a recebia de corpo e alma. E quem sabe, em uma casinha que finalmente agradasse Louis, não podiam iniciar uma outra história?
Muitas coisas se fizeram incertas naquela montanha russa de sentimentos e acontecimentos. Mas de uma coisa eles sabiam: Harry sempre vai precisar de Louis, e ele sempre estará lá por ela.
[…] Afinal, todo bichinho precisa de seu dono, não é mesmo?
Aquela onde depois de mais uma discussão com o pai, Harry corre para seu esconderijo na floresta acreditando que encontrará apenas o silêncio. Em vez disso, conhece Louis, um homem que parece enxergar sua alma. Só existe um problema: algumas criaturas sabem exatamente como parecer boas.
#daddyissues, dupla penetração, squirting, palavras de baixo calão, um pouco de blasfêmia, um pouquinho de manipulação, harrycisgirl, ltops, hbottom, sexo ao ar livre.
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terão alguns momentos que Louis usará o apelido "Cor" que nada mas é que, coração em latim.
Harry é maior de idade. (21 anos) Louis não terá uma idade exata e vocês vão entender conforme o desenrolar da história.
<3
boa leitura, xoxo
˚₊‧꒰ა ♱ ໒꒱ ‧₊˚
Harry sentia o ar gelado batendo em seu rosto conforme corria pelo matagal. O sol se escondia no horizonte, o céu alaranjado coloria as folhas esverdeadas.
As lágrimas corriam soltas por suas bochechas enquanto ela com os olhos fechados aumentava cada vez mais seus passos correndo pelas folhas. Só o som de seus sapatos mary jane pretos lustrados amassando as folhas secas era escutado na floresta.
Essa pelo menos já era a quarta vez ou quinta vez no mês que corria por ali depois de uma discussão com seu pai. Da primeira vez que fez, ficou por ali até as 03:30 da manhã.
Só voltou quando Rosa, sua babá, andou por ali gritando seu nome dizendo que tinha chocolate quente e bolachinhas esperando ela.
Mas hoje Harry estava muito chateada.
Seu pai havia passado dos limites, ela bateu a porta do quarto quando escutou da boca dele que era uma ingrata irresponsável e mimada. Seu pai mais parecia o vilão de sua história do que o primeiro homem que deveria ama-lá.
Correu por mais dois minutos e encontrou aquela pedra grande que se sentava todas as vezes, seu vestidinho azul com bolinhas brancas balançando com o vento gelado fazendo também seus cachos ficarem bagunçados.
Ela se sentou na pedra gelada e tombou a cabeça no joelho. Os olhos inchados e vermelhos de tanto chorar. Sua pele se arrepiava pelo vento gelado que batia contra ela, os pelinhos todos eriçados e as pernas tremendo devagar.
Seu peito doia conforme ela soluçava no silêncio da floresta, as folhas balançando devagar deixava um ar gelido e sombrio pro fim de tarde na floresta. O sol já havia abaixado totalmente, agora a luz da lua era o que iluminava as folhas das árvores.
Harry ainda choramingava, ainda mais encolhida. O frio fazendo ela se arrepender de sair sem casaco algum.
Alguns animais costumavam andar pela região tanto que Harry nem se assustava mais com os barulhos de galhos quebrando perto de si. Provavelmente era alguma raposa, algum esquilo ou até mesmo alguma cobra rastejando por ali.
Alguns galhos estralaram perto de si e ela não se importou, continuou chorando suas mágoas pra lua que brilhava no alto do céu.
– Papai é tão duro comigo. Eu não sei porque me trata dessa forma. – suas próprias mãos acarinhavam seu braço. – Ele devia me amar tanto, devia me mostrar como é o amor, mas ele é tão ruim.
Ela soluçou tão alto que até tossiu no processo.
– Ele trata o Leon tão melhor que eu. – deu de ombros ainda com a cabeça apoiada nos joelhos. – Será que é porque sou uma menina? Será que ele acredita que Leon é melhor que eu por ser um garoto?
Suspirou fundo engolindo o nó de sua garganta. Os galhos ainda chacoalhavam perto de si pelo vento. Ela ficou em silêncio por um instante e de repente sentiu um tecido quente em suas costas.
Ela sabia que Rosa não demoraria pra vir lhe acolher, a senhora de cabelos achocolatados era sua adulta favorita.
– Rosa, eu já volto pra dentro mas hoje nem o chocolate quente com bolacha vai me ajudar. – puxou o tecido sobre seu ombro e respondeu a mulher sem mesmo levantar a cabeça.
– Eu espero que tenha alguma outra forma de ajudar garotinha, porque eu não tenho chocolate quente e bolachas.
Era uma voz grossa. Harry gelou.
Não sabia se levantava a cabeça pra saber da onde vinha a voz, se permanecia de cabeça baixa e esperava o que fosse que estivesse ali ir embora, se respondia algo ríspido ou se só fingia que estava desmaiada.
Sem saber o que fazer ou responder continou assim, agora com menos frio pelo tecido grosso do casaco que tinha em suas costas.
– Os pais costumam amar de maneiras que os filhos nem sempre conseguem compreender – Harry estava ligeiramente intrigada com a voz.
Era melodiosa, arrastada com um sotaque forte e grossa, causava arrepios em seu corpo. Sem levantar totalmente a cabeça ela espiou pela fresta de seus cabelos e viu de relance uma figura esguia parada a sua frente.
Era um rapaz, devia ter seus vinte e oito anos. Vestia uma camisa de linho branca, as mangas dobradas até os cotovelos, uma calça escura do mesmo material, seus pés protegidos com um sapato preto brilhante, seu pescoço estava adornado com joias prateadas e em seus dedos alguns anéis grandes e pratas.
Harry não conseguia ver seu rosto.
Levada pela curiosidade levantou mais seus olhos e o viu inteiramente.
Havia algo nele que Harry não conseguia explicar. Não era apenas beleza. Era como olhar para alguém que jamais deveria existir naquela floresta, alguém deslocado daquele mundo.
Era hipnotizante a forma como o rapaz era bonito. Os cabelos castanhos raspados na lateral e mais compridos na parte de cima da cabeça, os olhos tão azuis quanto o céu em uma manhã ensolarada, o nariz tão delicado como se Deus tivesse o feito com tempo, tão inteiramente esculpido que chegava a dar inveja. Seus lábios eram pequenos e tão vermelhos que parecia até mesmo alguma pintura artificial.
– Oh, seus olhos estão tão vermelhos.
Harry ainda estava hipnotizada. Não sabia o que dizer, o que fazer, e nem o porquê aquele homem estava ali tão bem arrumado a sua frente.
Desceu o olhar por todo seu corpo mais uma vez e notou perto da cintura algumas penas saindo pelo tecido da camisa, eram duas ou três. E tinha seu cheiro também, mesmo que não estivesse tão próximo Harry sentia o cheiro forte de chuva, misturado com incenso, era único, um cheiro singular que nunca havia sentido antes.
– Posso me sentar do seu lado? – ele perguntou mesmo que percebesse que Harry não esboçava reação alguma.
Sem respostas ele se sentou em uma pedra ao lado da garota. Styles o acompanhou com o olhar. Agora mais de perto ela podia observar o quanto sua pele brilhava e como as bolsas roxas debaixo de seus olhos eram fundas. Harry podia afirmar com firmeza de que esse homem não dormia a tempos.
A garota no entanto sentiu todo seu corpo gelar quando o rapaz virou seu rosto, os olhos azuis profundos fixaram nas suas orbes verdes e parecia que o mundo a sua volta estava paralizado.
Ele quem desviou o olhar para apoiar os cotovelos em seus joelhos.
– Seu coração parece inquieto demais para uma garota tão bonita quanto você. – ele segurava o rosto com a mão, o queixo apoiado nos dedos que estavam entrelaçados.
Harry estava genuinamente inquieta. Aquele rapaz causava alguma coisa em seu interior, ela não sabia o que era, mas algo borbulhava ao fundo de seu estômago.
Não entendia como ele havia a encontrado, como suas roupas estavam tão limpas em um lugar tão sujo, como ele estava tão impecável mesmo Harry sabendo que pra chegar até ali era um caminho dificil.
– E seus olhos são muito bonitos para estarem tão sem vida como estão agora garotinha. – sua voz era tão doce quanto mel.
Havia algo naquela voz que a fazia esquecer, por um instante, o frio da floresta e o peso das lágrimas.
– Qual seu nome? – Harry perguntou pela primeira vez desde que notou presença do homem.
Tudo que obteve foi silêncio, ele respirava devagar e tudo nele transparecia calma.
– Louis. Louis William. – ele respondeu depois de um longo silêncio – Harry é um nome muito bonito também.
Styles franziu as sobrancelhas.
– Eu nunca disse meu nome.
Louis mirou seus olhos para frente, era como se algo dentro dele brilhasse e iluminasse a floresta.
– Não.
A floresta por um instante ficou em silêncio.
– Você não disse.
Harry mordeu os lábios, algo como adrenalina corria por suas veias.
– E como sabe? – ela perguntou de novo, seus olhos presos na figura ao seu lado. – Como sabe meu nome?
Louis permaneceu olhando pra frente até devagar virar o rosto e mirar as orbes verdes. O rosto impassível.
– Você está tentando decidir se deve fugir.
Harry congelou.
– Mas ainda está aqui.
Por mais que seu instinto pedisse cautela, seus pés permaneciam imóveis. Era como se a presença dele tornasse a floresta estranhamente silenciosa, e ir embora exigisse mais coragem do que ficar.
– Como... – sua voz falhou – Como sabe disso?
Louis inclinou a cabeça de leve.
– Porque todos fazem isso.
– Todos quem? – Harry perguntou com as sobrancelhas franzidas.
– Aqueles que me encontram pela primeira vez.
Styles não sabia se estava sonhando. Se aquele rapaz, Louis, era uma miragem ou algo que sua cabeça perturbada estava criando para consolo ou se era seu próprio pai que havia enviado aquele homem para sequestra-la.
Harry fechou os olhos com força e esfregou as pálpebras com os dedos magros, não era delicada enquanto esfregava a ponta dos dedos em suas pálpebras que achava até mesmo que ficariam algumas marquinhas roxas. Ela tinha medo de que, ao abrir os olhos, encontrasse apenas a floresta vazia.
– Vai machucar seus olhos assim, garotinha. – Louis disse devagar – E eu não vou desaparecer.
Harry abriu os olhos e ele ainda permanecia ali, sentado ao seu lado com os braços flexionados apoiados em seus joelhos. Suas costas subindo e descendo conforme ele respirava.
Ela prendeu o olhar ao fundo da floresta, onde sua casa ficava, estava longe, era pelo menos uns cinco minutos correndo por entre galhos e árvores secas. A floresta escura e gélida fazia Styles se perguntar da onde Louis havia surgido.
– Não foi ele quem te mandou aqui, foi? – ela perguntou apoiando o queixo no joelho ainda olhando pra frente.
Viu o rapaz se remexer ao seu lado, ele arrumava os fios de cabelo mesmo que estivessem em perfeito estado, nem o vento era capaz de bagunçar os cabelos castanhos.
– Seu pai não sabe que estou aqui.
– Então quem mandou você?
Louis deviou os olhos para o céu escuro por um breve momento.
– Faz muito tempo que ninguém me manda.
Harry abriu a boca e fechou, incapaz de formular qualquer resposta. Ela o encarou por alguns segundos a resposta não fazia sentido algum.
Ninguém o mandava.
Como alguém dizia aquilo com tamanha certeza no coração?
Nem mesmo seu pai. Nem sua mãe, enquanto ainda estava viva. Nem Rosa. Todos eles obedeciam alguém. Louis, no entanto falava como se tivesse deixado esse mundo para trás há muito tempo.
Harry ia rebater sua resposta mas uma rajada de vento bateu contra seu rosto. As folhas voando, balançando seus cabelos e o tecido leve de seu vestido, mesmo que o sobretudo cobrisse boa parte de seu corpo.
Styles porém franziu o cenho mais uma vez quando notou que Louis permanecia imóvel. Nem um fio de cabelo seu havia se mexido, sua roupa permanecia tão impecável quanto a de um manequim na vitrine de uma loja.
– Você ainda está pensando nas palavras dele, não é?
Harry permaneceu em silêncio olhando pra frente.
– Estou pensando em ir embora.
– Não.
Ela o encarou.
– Você está pensando que, se voltar agora, ele continuará zangado. E que, se não voltar, Rosa ficará preocupada.
Harry baixou a cabeça devagar, seus olhos voltaram a ficar molhados como estavam quando ela correu floresta a dentro. Rosa provavelmente deveria estar dormindo em seu quarto no andar debaixo, nem mesmo havia escutado a discussão dos dois no andar de cima.
Com tal pensamento Harry ligou seu olhar ao de Louis novamente.
– Por que está sendo gentil comigo?
A voz estava carregada de incerteza. Era uma pergunta genuina e Louis podia sentir de longe o quão importante era para ela que ele estivesse ali.
– Você precisava que alguém fosse.
Devagar a lágrima que estava em seu olho esquerdo escorreu por sua bochecha. Seu rosto branquelo estava banhado novamente pelas gotículas salgadas que saiam em abundância de seus olhos.
Louis devagar levou sua mão até o rosto delicado da menina e limpou a lágrima. Esfregou a ponta do polegar no canto dos olhos secando o rosto quebrado de Harry.
Ela no entanto abriu a boca enquanto admirava o ato do rapaz. O toque era tão delicado que mais parecia uma pluma a tocando. Ele percebeu pelo canto do olho o casaco caindo do ombro dela novamente e o arrumou até que todo o corpo estivesse coberto.
Enquanto fazia Harry notou mais algumas penas perdidas no tecido de linho da camisa, era a mesma quantidade que saia pra fora da roupa alguns minutos atrás. Ela não sabia se devia perguntar, se devia tocar ou se devia subir o olhar a Louis.
– Pode tocar garotinha – ele respondeu observando o quão intrigada ela parecia com as penas que escapavam de sua camisa.
Harry hesitou por um instante.
Seus dedos pairaram sobre as pequenas penas brancas presas ao tecido da camisa. Eram tão macias. Impecavelmente limpas, não fazia sentido estarem naquele lugar.
– São suas? – sua voz era baixa que podia ser comparada com a intensidade delicada de seu toque.
Louis fechou os olhos por alguns segundos antes de responder.
– Foram.
Harry mirou o rosto do rapaz, parecia que ele sentia alguma coisa que estava além do conhecimento dela. Era algo profundamente diferente de qualquer emoção que já havia sentido antes.
– Foram? – perguntou inquieta
Ela permaneceu acariciando apenas a pequena pena presa entre os botões da camisa. Tinha medo de avançar mais do que aquilo.
Era tão delicada que Louis quase nem sentia o toque.
— Há coisas que permanecem mesmo depois de terem sido arrancadas.
Harry não entendia algumas das metáforas que o rapaz constantemente fazia, ou ela fingia não entender.
Com os dedos perto do peitoral de Louis ela encostou em uma pena e viu o momento em que ele prendeu a respiração com os olhos fechados.
– Isso incomoda? – perguntou com a mão parada sem fazer movimento algum.
Ele demorou alguns segundos para responder.
– Faz muito tempo que ninguém me toca.
Styles permanece em silêncio, sua mão no mesmo lugar, sem se mexer e quase sem respirar. Tinha medo de qualquer movimento assustasse Louis. Ela fechou os olhos igual o rapaz fazia.
A floresta parecia silenciosa demais. O vento havia diminuído, os galhos já não balançavam tanto quanto antes e parecia que aqueles bichinhos que andavam por ali já haviam fugido há bastante tempo. Era um silêncio confortável.
Com um movimento delicado ela tirou a mão do peito de Louis e levou até a mão dele. O prata gelado do anel fazia um contraste frio com a mão quente dela. Ela segurou nos dedos cumpridos do rapaz segurando como se tivesse medo de que ele corresse pra algum lugar sem avisar.
Abriu os olhos esverdeados e viu que Louis tinha os seus abertos e encarava seu rosto com o cenho relaxado. Quase como se estivesse todo o tempo do mundo para observar uma obra.
– Você parou de chorar.
Ele analisava o rosto dela minuciosamente. As pálpebras branquelas e delicadas, os cílios tão grandes e curvados que pareciam como o de uma boneca. Os lábios vermelhos e os olhos. Os olhos tão esverdeados que a cor da floresta se tornava sem graça.
– Eu nem percebi. – ela respondeu com um pequeno sorriso nos labios.
Louis continua admirando-a quando responde.
– Eu percebi.
Harry abriu um sorriso um pouco maior do que o anterior, suas bochechas se esquentaram por um momento.
– Seu coração está mais leve também.
Ela abaixou o rosto. Nunca havia conhecido alguém com uma capacidade como essa, de notar mudanças tão pequenas assim. Parecia que Louis enxergava além de si.
Harry tirou sua mão da de Louis só pra colocar atrás da orelha uma mecha cacheada que insistia em cair em seus olhos. Ela sentia o olhar de Louis em si enquanto fazia qualquer minimo movimento.
Quando sua mão voltou a mão de Louis, ela parecia mais fria. Era um frio diferente do gelado que ela sentia na floresta mais cedo, o frio se aproximava a de uma igreja vazia e escura. Ela levantou o olhar, ele ainda mantinha os olhos azuis presos em si.
O azul que transbordava em suas iris eram da mesma cor, mas ainda assim tinha algo profundo naqueles olhos, quase como se escondesse algo vivo atrás daquelas íris azuladas.
A floresta estava em silêncio novamente. Da mesma forma que havia ficado há alguns instantes atrás, mas agora era um silêncio profundo, denso. O vento cessou, as folhas não balançavam, os grilos que cantavam um pouco mais afastado também não tinham mais voz. Não era mais um silêncio tranquilo, era um silêncio de espera.
Harry notou como Louis parecia nervoso de repente, ele rapidamente mirou sua mão e travou a mandíbula. Puxou uma forte lufada de ar que seu peitoral e costas se mexeram com o ato profundo. Ele tentava recuperar o controle de algo que Harry ainda não sabia o que era.
– Está tudo bem? – perguntou agora sentada de frente para Louis. Seus olhos analisando as feições em seu rosto.
Ele fechou os olhos, abaixou a cabeça e olhou para a menina novamente.
– Não deveria continuar me tocando.
Sua voz era profunda, grave e baixa. Causava alguns arrepios na pele de Styles.
– Por quê?
Harry não entendia porque de repente Louis havia ficado nervoso. Ele transparecia uma calma adorada, seus olhos mesmo com a floresta escura brilhavam, mas agora, era um brilho diferente que tomava conta deles.
O cheiro de chuva e incenso que ele exalava havia ficado diferente também. A fumaça de incenso estava mais forte agora, algo lembrava como terra molhada. Harry se sentia lentamente embriagada pelo cheiro forte que a rondava.
– Porque você não sabe o que desperta quando me toca.
Harry franziu o cenho. Sua mão ainda tocando delicadamente a de Louis.
Seus olhos estavam admirando Louis debaixo, sua pedra era minimamente mais baixa e tinha também a altura, Louis era alguns bons centímetros mais alto que ela.
A mão do rapaz lentamente escorregou por entre eles, agora ele apoiava as duas sobre suas próprias coxas. Nenhum dos dois dizia nada, apenas o silêncio da floresta era o que fazia do ambiente um lugar cada vez mais frio.
Louis se levantou e se aproximou de um tronco de uma árvore, suas costas se encostaram lentamente na madeira velha dela. Harry continuava sentada acompanhando com o olhar o comportamento do rapaz.
Ele tinha os olhos fechados e a cabeça levantada para cima, o pescoço branco e imaculado ficando na visão de Harry, uma veia saltada na lateral era o que chamava a atenção dela. Devagar ela começou a abaixar a cabeça pensando que talvez tivesse passado um pouco do limite que Louis tinha lhe dado.
Não deveria ter o tocado mesmo que ele tivesse dado permissão. Louis era um estranho em uma floresta escura.
Harry se levantou da pedra e caminhou devagar na direção de Louis. Ele não se moveu nem mesmo abriu os olhos. Ela não sabia o que dizer, se pedia desculpas, se passava por ele e ia embora ou se tentava entender o conflito em que ele estava.
– Me desculpa Loui-
Harry foi interrompida quando Louis levantou uma das mãos em direção a ela, a outra apoiada no meio de seu peito. Ele acariciava ali como se tentasse dissolver algum desejo que não queria sentir.
– Não peça desculpas. – ele sussurrou baixo dando as costas a Harry.
Essa que viu com um pouco de dificuldade, pela claridade da lua, suas costas tão bem definidas marcadas na camisa de linho. Nas omoplatas duas cicatrizes grandes e vermelhas marcando as costas dele.
De inicio Styles permaneceu quieta, apenas observando e tentando de alguma forma digerir o que era aquilo. Suas mãos nervosas estavam paradas em frente ao seu corpo se apertando de forma ridicula.
Ela podia ver os ombros de Louis descendo e subindo de maneira rápida, a cabeça tombada pra trás e alguns fios de cabelo caindo com o movimento.
– Você não fez nada Harry. – Louis completou mais uma vez.
O silêncio parecia observá-los. Nada era capaz de quebrar aquele círculo em que estavam envolvidos.
– E esse é justamente o problema.
Ele finalizou deixando a cabeça cair para frente. Com o movimento a camisa se apertou mais uma vez em suas costas, Harry deixou mais uma vez o olhar cair ali. Eram grandes cicatrizes, fundas. Não pareciam cortes. Era como se algo tivesse sido arrancado dali com tamanha brutalidade.
Louis permanecia em silêncio, sua respiração descompassada cortando o silêncio entre os dois. Harry começou a lentamente se aproximar dele. O mary jane quebrando alguns galhos chamou a atenção de Louis que levantou a cabeça e virou o rosto para observar a garota.
– Quem fez isso com você? – Harry perguntou encostando devagar a ponta do dedo nas costas de Louis.
Louis não se mexeu. Seus olhos permaneceram na floresta enquanto ele tinha a cabeça de lado, Harry podia ver o conflito dançando em seus olhos. Ele não dizia nada, não piscava, parecia até mesmo que não respirava.
Styles abaixou a cabeça, o silêncio de Louis cortava o peito dela, sentia que tinha mais uma vez ultrapassado a linha que Louis havia estabelecido de forma invisível. Ela deu um passo pra trás, iria voltar para se sentar na pedra e ficar ali até que o sol voltasse a raiar no céu e Rosa finalmente percebesse sua falta.
Ela viu quando Louis se virou devagar para ela, alguns centímetros os separavam. Os olhos estavam mais dilatados que o normal, aquele brilho era tão forte e tão sujo que chegava a competir com o brilho da lua.
A floresta parecia mais escura, as sombras mais altas mesmo que a lua não tivesse se movido.
– Não me olha desse jeito coração. – Louis agora de frente mirava seus olhos nos de Harry.
A garota sentiu seu corpo se arrepiar com o apelido que o rapaz dirigiu a ela, era como se em algum tempo algo conseguisse fazer seu coração bombear sangue mais rápido. Ela podia sentir seu corpo se arrepiar conforme Louis se movia devagar.
A respiração dele ainda desregulada tão alta quanto os batimentos cardíacos de Harry. Se prestassem bem atenção, os dois seriam ouvidos com clareza.
– De que jeito? – Harry perguntou com uma inocência grande.
Louis chegou perto demais. Um frio atravessou seu corpo inteiro, o arrepio cortou sua coluna de forma ridicula e pela primeira vez na noite Harry havia se esquecido de todas as coisas ruins que já tinha acontecido.
Pela primeira vez na noite ela sentiu seu coração se esquentar mesmo que seu corpo estivesse frio.
Louis arrastou seu polegar gelado pelo braço dela, o casaco grande ainda cobrindo seus ombros, impedindo Louis de ver o corpo inteiro com o vestidinho azul. Seu dedo subia lentamente, chegando até a lateral do pescoço.
– Desse jeito que acredita que exista algo de bom em mim. – ele sussurrou perto demais dela.
Os olhos azuis tomados por aquele brilho que Harry ainda não sabia qual era.
– Se eu fosse bom como pensa, não teria sido expulso do lugar de onde vim. – ele ditou com a mão agora apoiada no pescoço dela.
Harry tinha os olhos vidrados no rosto dele. Estava hipnotizada na forma como os lábios vermelhos mexiam conforme ele falava tão lentamente, estava hipnotizada na cor bonita dos olhos dele, em como tudo que ele fazia parecia segurar Harry ainda mais ali.
Louis levou a outra mão até o outro lado do pescoço dela, segurando a cabeça parada no lugar, querendo que ela tivesse os olhos focados somente nele. Como se Harry ousasse desviar.
– Mas eu posso ser bom pra você Harry. – ele sussurrou aproximando seu rosto do dela.
As respirações estavam sincronizadas, ridiculamente iguais. Louis se aproximava mais e mais do corpo dela, sua boca chegando milimetricamente perto da bochecha branquela de Harry.
Ele beijou ali.
Devagar e fraco. Quase como se tivesse medo de que Harry se machucasse.
Em seguida depositou outro, mais para baixo. E outro. E mais um. Até que seu alvo foi o pescoço imaculado, branquelo e cheiroso. Aquele cheiro doce constrastava fortemente com o cheiro singular de Louis.
Esse que passava o nariz pela pele, como se estivesse se drogando. Sentia a menina se arrepiando com o toque, o corpo dela ficando mole conforme ele fungava mais profundamente seu cheiro.
Seus lábios molhados selaram a pele dela, o beijo gelado fazendo a boca dela se abrir para soltar um suspiro. As mãos inquietas da garota seguraram a lateral do corpo de Louis, ela apertou a ponta dos dedos tão afetada com somente um selar de lábios em seu pescoço.
– Me deixa te fazer bem, coração? – Louis tinha seus olhos presos nos verdes de Harry.
Esses olhos verdes que quase não tinham mais a cor na iris. A pupila tão dilatada que o preto cobria toda e qualquer cor esverdeada dali. Harry não verbalizou a resposta, mas a forma que seu pescoço estava jogado para trás sendo segurado pelas mãos de Louis dizia muita coisa.
– Por favor, Cor. Me diga, quero que me fale. – Louis pediu encostando lentamente o nariz ao nariz da garota.
Harry abriu a boca, mas não saiam palavras, sua mente estava bagunçada, tudo o que ela sabia era repetir em letras grandes LouisLouisLouis em sua mente.
Ela levou uma das mãos até o rosto dele, acariciando a bochecha gelada devagar, com delicadeza como havia feito a noite toda.
– Por favor, Loui. – ela pediu com os olhos baixos e brilhosos – Coloque todos os seus pecados em mim.
Se tinha algum resquício de sanidade em Louis ela se esvaiu assim que a menina manteve o olhar fixo nos seu, depois de dizer com todas as palavras que Louis tinha permissão. Ele segurou o pescoço da menina com uma mão só, a outra escorregando quase que imediatamente para cintura dela.
Ele a segurou pelo pescoço, era como se sua mão tivesse sido criada pra estar ali. Aproximou seu lábio do dela e os encostou, não era um selinho, era só os dois lábios se encostando em um rápido movimento.
No entanto foi a garota que capturou a boca vermelha de Louis pra dentro da sua. O lábio inferior sendo chupado com uma força maior do que Louis imaginou que ela poderia ter, os dentinhos se prendendo devagar antes de soltar em um "plop" molhado.
Louis tinha um brilho feroz nos olhos, mas Harry não sentia medo, ela se sentia hipnotizada. Tão entregue aos toques do rapaz que parecia uma marionete em seus dedos. Sua cabeça tombou pra trás com o puxão que Louis deu em seus cachos da nuca.
A boca dele conhecendo aquela área tão bonita e delicada. Sua lingua dançou ali, o rastro de saliva subindo desde a base do pescoço até seu lóbulo.
– Tão linda e delicada, parece um anjo.
Harry apertou sua mão na nuca de Louis. Aquela voz causava arrepios em todo seu corpo.
Louis desceu um pouco a mão da cintura dela até a lateral da coxa, seus dedos traçando o caminho devagar, sentindo a textura lisa daquela pele. Ele inverteu as posições encostando a menina no tronco da árvore, o casaco protegendo as costas dela de se arranharem.
Os lábios estavam conectados de novo, Louis estava viciado naquela boca, o gosto doce, a maciez, a língua, tudo era tão bom que ele poderia permanecer o resto da eternidade com a boca na dela.
Sua mão direita apertou uma das bandas da bunda dela, os dedos grandes e magros apertaram a carne de maneira forte. A pele macia preenchendo a mão inteira e causando um gemido manhoso na boca dela.
Ele desceu sua boca, explorou o pescoço novamente e continuou a descer, chegando na borda do decote. Aqueles montinhos de carne ali, quase expostos somente pra Louis, como se fosse um prato cheio para um carnívoro faminto.
Louis enfiou uma das mãos por dentro do vestido e sentiu o biquinho duro raspar em sua palma. Harry soltou um suspiro. A palma da mão de Louis era gelada contra a pele fervorosa da menina.
– Seus peitinhos foram feitos pra mim. – Louis disse mantendo os olhos presos aos peitos dela – Olhe só como eles cabem certinho na minha mão, coração.
Harry tinha os olhos chorosos. Sentia uma submissão maior do que um dia sentiu, era como se Louis fosse uma força maior do que qualquer outra, como se ele controlasse seu corpo apenas com seu pensamento.
Louis puxou o peito da menina pra fora do tecido do vestido, o ar gélido da madrugada batendo direitamente na pele dela fazendo-a tremer. O biquinho ficando ainda mais duro se isso fosse possivel.
O rapaz segurava com o polegar e o indicador o mamilo, apertando, fazendo a menina delirar. Ela revirava os olhos e empurrava mais seu tronco em direção a Louis indiretamente pedindo mais.
– Hmm...Lou.. – sua voz era baixinha e sua garganta doia.
Sem aguentar mais, Louis abocanhou o seio dela. Sua boca grudando o mamilo inteiro e chupando com força, era evidente que uma marca roxa apareceria ali mais tarde. Os dentes brancos morderam os peitinhos arrancando um gritinho esganiçado da menina.
As mãos dela apertando os cabelos da nuca de Louis cada vez mais forte. A lingua do rapaz fazendo um trabalho árduo enquanto lambia e rodopiava sobre o biquinho.
Harry se derretia contra a madeira centenária da árvore, todo seu corpo queimava e tremelicava com os estímulos da boca de Louis. Não demorou muito para que ele baixasse mais o tecido do vestido liberando os dois peitinhos.
Louis se ergueu só pra admirar aqueles dois montes de carne. Suas duas mãos se fechando com força na pele, quase como se fossem um sutiã. A menina estava fora de órbita, as mãos estavam geladas contra sua pele e o aperto era tão gostoso.
O rapaz voltou a mordiscar o peito, dando atenção ao outro com os dedos. A pele ficava arroxeada facilmente, era como se Harry fosse neve, tão branca e delicada quanto.
– Lou...M-mais – a menina sussurrou apertando mais a cabeça de Louis contra seus peitos.
Ele sorriu chupando o seio dela. Chupava com tanto afinco que se fosse possível, leite sairia dos biquinhos. As duas mãos voltaram a cintura fininha apertando e marcando a pele branquela, sua boca subindo aos poucos até a boca da garota.
– Levanta seu vestidinho pra mim? – ele pediu com a lingua rodeando os lábios dela.
Tinha alguma coisa na voz de Louis que deixava Harry embriagada, ela não se sentia capaz de negar nada que o homem pedisse, era como se estivesse ali somente para atender a qualquer pedido que ele fizesse.
E assim ela fez.
Suas mãos impacientes desceram até a barrinha do vestido subindo e enrolando o tecido na cintura, seu quadril ficando todo a mostra. A pele inteirinha arrepiada, tanto pelo ar gelado quanto pelo olhar faminto de Louis em si.
Seus olhos estavam mais escuros se é que isso fosse possível, ele mordia o canto do lábio inferior enquanto mantinha seus olhos presos na calcinha branca dela. O pequeno lacinho no cós deixando o final da barriguinha delicada.
Ele desceu a mão gelada pela barriguinha lisa, os dedos encontrando facilmente o caminho para o meio das pernas. O dedo médio escorregou por cima do tecido da calcinha sentindo-o molhado.
Estava quente e tão molhado que Louis poderia jurar que ela ja tinha gozado. A pocinha de mel fazendo o grelinho ficar durinho contra o tecido. Louis salivava. Sua vontade era de afundar os dedos dentro da calcinha e mergulhar na bagunça molhada que ela tinha ali.
– Porra coração, olha como essa bucetinha tá – ele esfregava os dígitos para cima e para baixo, friccionando a intimidade.
Harry estava nas nuvens. Seus olhos reviravam e suas costas se empurravam na madeira da árvore, sua cabeça jogada pra trás e seu quadril rebolando nos dedos de Louis. Ela queria o contato direto dos dedos de William em si, queria aquele tecido longe dela.
Desceu a mão por entre seu corpo e o do rapaz e com os dedos vergonhosos, puxou a calcinha de lado, o ventinho gelado da floresta batendo em sua buceta melada. Louis mantinha os olhos presos aos olhos dela, hipnotizado pela maneira entregue que tinha a menina pra si.
Ela ainda segurava o tecido da calcinha quando empurrou a mão de Louis de volta em sua buceta, os dedos encostando devagar no grelinho causando um espasmo no corpo dela. A temperatura era ridiculamente diferente, sua bucetinha estava quente e muito, muito melada e os dedos de Louis eram gelados como pedras de gelo.
Mas não foi isso que impediu ela de rebolar o quadril devagar procurando contato. Ele rapidamente entendeu o que ela fazia e preensou o quadril dela com o seu na árvore.
– Desesperada coração? - Louis perguntou apertando a coxa dela disposto a deixar marcas roxas.
Ela chacoalhou a cabeça concordando e logo no segundo seguinte gemeu sôfrego quando Louis voltou a estimular seu clitóris. Os dedos eram grossos e gelados, causavam sensações tão gostosas na bucetinha de Harry que ela podia jurar que gozaria em menos de dois minutos.
Ele descia os dígitos e subia, era uma bagunça molhada e melada. A bucetinha tão escorregadia, liberando cada vez mais daquele suquinho que Louis se sentia sedento pra ter na sua boca.
– Me deixa te provar, Cor? – ele perguntou com a boca colada no pescoço dela. – Me deixa te lamber, por favor?
Harry grudou o pescoço de Louis, ela resmungava rapidamente concordando e permitindo que sim, que Louis poderia lamber ela inteira. Ela o empurrou pra baixo devagar, pelos ombros.
Ele descia lentamente, depositando beijos por entre os peitos, na barriga e quando finalmente seus joelhos bateram no chão ele viu, com um pouco de dificuldade pela falta de claridade, a bucetinha brilhando pra si.
Era tão gordinha, os lábios escondendo o grelinho e porra, brilhava, o melzinho escorria pelos lábios e pelas coxas deixando a pele dali brilhando. Louis engolia em seco de ansiedade pra poder se afundar ali.
Ele segurou no tornozelo dela e a olhou debaixo. – Coloca sua perna no meu ombro, coração.
Ela nem relutou, só abriu a perna a apoiou a coxa sobre o ombro de Louis. A palma da mão grande segurando com força a pele clarinha da coxa marcando seus digitos ali.
Deixou um beijinho na virilha e um nos lábios da bucetinha antes de finalmente afundar a lingua ali. E porra. Era como se fogos de artifício estivessem estourando através de suas pálpebras fechadas.
Louis nem mesmo se lembrava mais de qual era a sensação de estar no céu algum dia, desde que havia sido expulso de lá, mas ter sua língua afundada naquela buceta melada podia facilmente ser comparada com céu.
– Looouuu – ela gemia com as mãos segurando os fios de cabelos de Louis.
Ele explorava tudo dela, sua língua rodopiava sobre o grelinho, descia até a grutinha, e até mesmo seus dentes afiados e branquinhos mordiam de leve os lábios da buceta.
– Que bucetinha mais doce coração. – Louis estava embriagado com o gosto dela. – Olha só como seu gosto é bom.
Ele afundou dois dedos dentro da buceta e recolheu um pouco daquele mel, seus dedos brilhando com a luz da lua, inclinou um pouco seu corpo e mergulhou os dígitos na boca de Harry. Ela chupou com tanto prazer que vincos fundos se formaram em suas bochechas.
Chupava de maneira suja, como se fosse um pau. Tinha os olhos fechados e desgutava do sabor docinho de seu mel.
Louis puxou os dedos da boca dela e aproveitou a saliva pra lubrificar a entradinha da buceta, rodeou o buraquinho e voltou com a boca pro grelinho. A menina gemia descontrolada enquanto a perna sobre os ombros de Louis tremia incansavelmente.
Sem aviso ele meteu os dois dedos naquela buceta molhada. O gritinho que Harry deu foi como uma melodia de harpa para os ouvidos de Louis, era tão apertadinho que ele sentia uma dificuldade enorme em conseguir empurrar os dedos pra dentro dela.
Ele mantinha a boca grudada no grelinho, sugando e babando ainda mais aquela região sensível, as coxas da menina estavam completamente molhadas e babadas. A luz da lua que os iluminava fazia a pele branquela brilhar de tanta saliva e mel.
Seus dedos agora se curvavam buscando aquele pontinho dentro da menina, Louis queria tê-la gozando e tremendo em seus braços, ele não se levantaria dali até conseguir tomar todo aquele melzinho doce que ela expelia.
Sua língua fazia um trabalho árduo rodeando o clitóris e enviando cada vez mais saliva para o buraquinho sedento dela. Louis podia sentir ela contraindo envolta de seus dedos, era uma bagunça quente, doce e com a voz melodiosa de fundo soltando vários gemidos manhosos.
– Oh...L-lou – era tudo que saia da boca dela enquanto suas mãos forçavam a cabeça dele ainda mais contra sua buceta – E-eu acho que....Sua boca pode me levar até o c-céu!
Ela se contorcia dizendo algumas frases desconexas sentindo Louis sugar tudo de dentro de si. Era uma mistura de prazeres, os dedos curvados alcançando seu ponto G perfeitamente, a língua inteiramente molhada e Harry podia jurar que era bem mais comprida do que qualquer outra que já provara. E tinha também a mão que não abandonava de maneira nenhuma sua coxa.
Louis já podia sentir seus joelhos formigarem por estar ajoelhado há alguns minutos, o seu pau pulsava de maneira dura dentro da calça escura e ele poderia gozar somente escutando os sons manhosos que aquela maldita boca fazia.
Ele desgrudou a boca da bucetinha dela, não sem antes deixar um beijo delicado sobre o grelinho para se levantar e ficar na altura dos peitinhos, seus dedos enterrados bem ao fundo da buceta. Eram dedos generosamente grandes e grossos.
Ele foi bruto quando mordeu o biquinho amarronzado para logo em seguida o mamar pra dentro de sua boca, no mesmo instante começou a socar ainda mais fundo e forte os dedos na bucetinha dela. Os barulhos molhados se intensificando na floresta silenciosa, os gemidos aumentando gradativamente junto com as estocadas duras que ele dava com o punho.
– Vamos coração – ele sussurrou sujo no pé do ouvido de Harry – Se derrame nos meus dedos.
Harry abriu os olhos e segurou o rosto de Louis, os olhos esmeraldinos em um tom avermelhado pelo choro manhoso, as bochechas molhadas e os lábios sangrando de tanto serem mordidos. O rapaz foi rápido em passar a língua nos lábios dela para em seguida sugar o inferior pra dentro de sua boca.
No mesmo instante Louis pressionou a ponta do dedo médio no pontinho G dela, foi inevitável o grito que ela deixou escapar. Era alto e tão tão tão manhoso que Louis poderia cair de joelhos e se render a ela pelo resto de sua vida.
Ela tombou a cabeça para trás não se importando com a dor de ter os lábios puxados da boca de Louis, ela só se importava com a sensação gostosa que se espalhava por todo o corpo dela, o formigamento dançando por cada pequena parte de seu corpo e seus olhos tremendo por debaixo das pálpebras.
– Louis!
Ele estava maravilhado.
– Isso Cor. Molhe ainda mais os meus dedos.
Os movimentos dele não cessaram enquanto ela tremelicava encostada na árvore, sua cabeça ainda tombada mas agora com a boca aberta em O perfeito. Ela parecia estar fora de si, era quase como se estivesse anestesiada.
Louis beijava o pescoço dela carinhosamente, chegando perto do maxilar inspirando o cheiro doce do perfume com o gostinho salgado do suor que já escorria. Subiu seus lábios até os da menina beijando delicadamente, tinha medo de que ela quebrasse.
Tirou os dedos de dentro dela e antes que pudesse fazer qualquer movimento sentiu as duas mãos dela se prendendo em seu pulso trazendo os dígitos babados até sua própria boca. Ela sugava de maneira suja os dedos que alguns segundos atrás estavam enterrados na sua buceta.
– Vadia suja. – Louis com a mão livre bateu no rosto dela arrancando um riso malicioso dos lábios rosas.
Ainda chupando seus dedos ela desceu devagar a mão até o cacete e apalpou por cima do tecido da calça. A cabecinha formando uma poça de pré-porra no tecido a deixando sedenta.
Sem esperar abriu a braguilha da calça, impaciente puxou pelo buraco do zíper o pau liberando-o do aperto da cueca. A pouca iluminação impedia Harry de ver o falo com tamanha clareza mas ela sabia que era grande. Bem grande.
Seus dedos não se fechavam na grossura do pau. As veias eram saltadas, a cabecinha tão vermelha e grande que Harry salivava pra colocar na boca. Em um segundo parou de chupar os dedos só pra formar um biquinho em seus lábios e cuspir sobre o pau dele.
A saliva caindo diretamente na extensão servindo de lubrificação pra que ela subisse e descesse a mão desde a base até a cabeça.
– Porra, coração. – ele tombou a cabeça sobre o peito dela suspirando sôfrego sentindo a punheta gostosa.
Ela sabia como apertar, rodava o punho e passava devagar a ponta do polegar sobre a cabecinha provocando ainda mais o rapaz a sua frente. Era pesado, ela podia sentir em suas mãos o peso, a grossura e o quão gostoso ele deveria ser.
Vez ou outra fazia movimentos mais rápidos causando barulhos molhados e gemidos grossos em sua orelha. Louis era sensível ali. Desceu a mão até a base em um movimento lento, e devagar subiu até a cabecinha de novo, o polegar provocando a glande arroxeada.
Ela sentia o pré-gozo saindo em sua mão conforme esfregava a pontinha do pau de maneira delicada, seus dedos provocando tanto Louis que o corpo dele tremelicava encostado no seu. Estava absorta brincando com o cacete que não percebeu quando Louis levantou a cabeça de seu peito, agora ele segurava suas bochechas formando um bico em seus lábios.
Seus olhos estavam escuros como a floresta.
– Para de me provocar, sua putinha – ele disse duro com a voz baixa – Agora abre a boquinha pra mim
Harry nem pensou duas vezes. A voz de Louis tinha efeitos sob si. Com dificuldade por ele estar segurando suas bochechas ela abriu a boca e manteve seus olhos abertos conectados ao dele. Sua mão masturbando o cacete dele.
Viu Louis formar um bico e em seguida cuspir em sua boca, a saliva caindo diretamente em sua língua.
– Engole, Cor. – e foi o que Harry fez.
Obedecendo como um fiel obedece ao seu Deus. Engoliu a saliva de Louis e em seguida colocou a língua pra fora mostrando que havia engolido como ele tinha pedido.
– Meu coração obediente. – ele beijou a bochecha dela e soltou um resmungo sentindo a punheta aumentar a velocidade mais uma vez. – Chega de me punhetar. Vira de costas pra mim e apoia as mãos na árvore, amor.
Harry não sabe se foi o primeiro ou o segundo elogio que fez seu coração pular um pouquinho mais rápido, mas ela foi rápida em se virar de costas como Louis havia pedido, as duas mãos apoiadas na madeira da árvore.
– Empina pra mim.
Louis ordenou colocando a mão no final da coluna dela. O fio da calcinha enterrado entre as bandas gordinhas da bunda, ele não se segurou antes de espalmar aquela carne branquela arrancando um gritinho surpreso da menina. Puxou a calcinha de lado mais uma vez e segurou o vestido dela pra cima da cintura.
O cuzinho piscava buscando contato. Ela estava sedenta.
Ele formou um biquinho e cuspiu ali, a saliva quente escorrendo desde a entradinha até a buceta já molhada. Com o dedo médio e o anelar provocou a entradinha da menina, rodeou devagar e desceu novamente até a bucetinha mergulhando na bagunça molhada.
– Por favor, Lou – ela choramingou olhando para trás vendo o rapaz a provocar.
Louis sorriu malicioso ainda brincando com a bucetinha dela. Sua outra mão punhetava seu pau, o lubrificando o suficiente pra entrar nela. Devagar encostou a glande de seu pau na buceta molhada dela e pode subir aos céus.
A buceta molhada babando em seu pau e fazendo seus olhos se revirarem.
– Cacete, que buceta molhada coração. – ele esfregava sua cabecinha em toda a bucetinha, desde o clitóris até o começo do cuzinho, apenas a provocando sem realmente penetrar.
Ela tremia cada vez que a glande gorda raspava em seu grelo, era uma sensação tão gostosa que ela não conseguia segurar os gemidos. Ele ficou ali por mais alguns segundos apenas esfregando seu pau na buceta dela, provocando-a como um demônio realmente.
– Posso colocar meu pau na sua bucetinha, coração? – ele perguntou levando uma das mãos até os cachos dela enquanto encaixava a glande no buraquinho apertado da buceta.
A menina nem pestanejou, acenou positivamente, estava impaciente esperando que Louis finalmente colocasse aquele pau dentro dela.
– Será que você vai aguentar ele inteirinho?
Sua voz era lenta da mesma forma que sua glande entrando na buceta dela. Era fodidamente apertado, Louis sabia disso, seus dedos ficaram apertados naquele buraquinho, imagina seu pau que era cinco vezes maior.
Ela tombou a cabeça pra frente gemendo sôfrego. Louis era bem dotado e Harry tão apertadinha. Ele sabia que ela sentia um incômodo conforme ia empurrando seu pau, por isso desceu a mão em direção ao grelinho dela, os dedos fazendo um trabalho rápido em masturbar ela.
Seu pau não havia entrado nem pela metade e Harry já sentia como se estivesse sendo rasgada ao meio.
– Caralho, Lou – ela gemeu sentindo suas paredes abrigarem Louis. – Você é tão grande na minha bucetinha, senhor.
Louis gemeu pelo "senhor" e empurrou um pouquinho mais do seu pau, conseguindo finalmente entrar pela metade. O restante ele masturbava impaciente com a mão, não duraria muito naquele buraquinho apertado e quente.
– Mas a sua bucetinha vai me aguentar, não vai coração? - ele perguntou inclinando seu corpo continuando a masturbar o clitóris. – Você é muito boazinha, vai me aguentar inteirinho na buceta.
Ela chacoalhava a cabeça quase como se estivesse inconsciente de qualquer coisa que fazia. Sua buceta queimava pela sensação de ter algo tão grande entrando em si, mas ela aguentaria Louis inteiro.
Louis voltou a ficar ereto atrás dela só pra cuspir em seu comprimento e empurrar um pouquinho mais dentro dela, seu pau quase inteiro abrigado naquela buceta apertada. O cuzinho piscava pro nada, era tanto prazer que a menina sentia estando tão entregue a Louis que seu corpo inteiro dava todos os sinais.
Seus dedos não abandonavam de maneira nenhuma o grelo dela, fazendo movimentos circulares a todo momento só pra ouvir ela gemer cortado. Sua outra mão foi rápida em juntar saliva na ponta dos digitos e levar até o cuzinho.
Ele rodeava a entradinha que piscava procurando contato, ele enfiou a pontinha do dedo indicador devagar sentindo da mesma forma que sentia em seu pau o calor gostoso de dentro dela.
– LouLouLou – ela gritava baixinho – Por favor, coloca tudo de uma vez, eu vou te aguentar.
Louis sabia que ela não aguentaria tudo de uma vez mas foi rápido em dar uma estocada enfiando todo seu pau. A ponta da glande batendo na entrada do útero tirando um grito manhoso da boca dela.
– Caralho! – foi tudo o que saiu da boca dele quando seu pau estava todo dentro dela.
Era sufocante o aperto que ela dava em seu pau, ele se movimentou pra fora respirando fundo, deixou só a pontinha dentro dela pra em seguida voltar com o pau todinho. O corpo solavancava na árvore e provavelmente as mãos ficariam arranhadas, mas Harry não se importava com isso, tudo o que ela queria era continuar sentindo Louis dentro de si.
Os dedos estimulando seu grelinho, a outra mão abusando de sua entradinha e seu pau fazendo um otimo serviço em bater todas as vezes na parede de seu útero. Era tão grande, nenhum outro homem havia alcançado um ponto tão longe dentro de si assim como Louis fazia.
Quando os gemidos passaram a ser somente de prazer Louis tirou a mão do clitóris e a subiu em direção aos cabelos. Enroscou no meio dos cachos achocolatados e puxou a cabeça dela pra trás.
Os olhos vermelhos, o nariz com a pontinha tão vermelha que podia ser comparada com o sangue que escorria de seus lábios mordidos, lábios esses que estavam abertos sem emitir som nenhum. Louis puxou a cabeça até que seus lábios encostassem na orelha dela.
– Era assim que você queria coração? – ele perguntou sacana afundando o pau nela junto com os dois dedos na entrada. – Assim que você queria que eu fizesse com você, hum?
Ela estava aérea, seus olhos fechados e quando se abriam eram só pra se revirar. Louis estava da mesma forma, não aguentaria mais tanto tempo assim socando naquela bucetinha, ela era gostosa demais.
– Lou.....Hum – sua voz era entrecortada toda vez que Louis afundava o caralho dentro de si.
Ela queria dizer algo, mas as estocadas começavam a ficar mais brutas e era quase impossível formular uma frase tendo sua buceta comida dessa forma.
– Me dá s-sua mão Lou – ela pediu segurando o pulso que ele agarrava os cabelos.
Devagar e quase sem jeito ela levou a palma da mão até a parte debaixo de sua barriga e segurou ela ali. Louis estocou seu pau ao fundo e sentiu a protuberância se formando ali, seu pau alcançava o baixo ventre tão facilmente.
– Tá sentin-do? – ela gemeu sôfrega e entrecortada – Sente o quanto o seu pau vai fundo em mim, Lou
– Porra.
Louis estava fora de si. Começou a estocar ainda mais rápido com os quadris, ondulando vez ou outra só pra acertar com sua glande o ponto G e fazer a menina tremer, os dedos abusando da entradinha saiam e entravam na mesma velocidade que o pau estocava sua buceta.
O vento gelado da floresta já não incomodava mais os dois que estavam suados e em outra dimensão provavelmente. O céu que estava totalmente escuro, já começava a tomar algumas cores mais claras pela manhã que se aproximava.
William tinha uma coisa em mente, fazer seu coração gozar de novo pra enfim poder esporrar todo seu leite nela. Ela tremelicava as pernas e se não fosse a mão de Louis segurar os quadris enquanto a fodia na boceta e no cuzinho, ela provavelmente teria desabado a tempos.
– Vamos amor, goza mais uma vez. – Louis pediu mantendo os dedos dentro dela e voltando a meter o pau mais rápido.
Os quadris batiam e causavam um barulho satisfatório na floresta silenciosa, qualquer um que passasse por perto escutaria o som da maliciosidade.
Harry curvou todo seu corpo, suas mãos se prendendo em seus tornozelos, sua bucetinha ficando ainda mais exposta pra Louis fazer o que quiser. E ele fez.
Levou dois dedos até o grelo e voltou a masturbar na mesma velocidade das socadas que dava, os dedos no cuzinho iam e voltavam tão rápido que Louis teria dor no braço posteriormente.
– Own...LouisLouisLouis – Harry começou a gritar e com mais duas estocadas brutas que Louis deu em seu pontinho ela simplesmente esguichou.
Isso não impediu Louis de continuar metendo seu pau bem ao fundo enquanto segurava os quadris dela, prolongando ao máximo o segundo orgasmo da noite da garota.
– Isso coração, molha todo meu pau.
Louis sentia sua pré-porra saindo aos montes junto ao liquido transparente que ela jorrava da buceta. Demorou alguns segundos pra que as coxas parassem de tremer e o suquinho finalmente parasse de escorrer pelo buraco da buceta.
O pau de William estava mais molhado que o normal quando ele tirou de dentro dela. As veias extremamente saltadas e a glande arroxeada por estar a tanto tempo segurando seu orgasmo.
Ele punhetou seu pau observando a buceta de Harry extremamente vermelha e abertinha, piscando com sinais claros ainda do orgasmo recente. Mesmo inconsciente ela se virou e se ajoelhou diante de Louis.
Os olhos pequenos e molhados. Juntou suas pernas e apoiou as duas mãos nas coxas alcançando o pau de Louis com a boca, a glande batendo em seu lábio rosa e o sujando com o pré-semen.
Ela abocanhou o que conseguiu e começou a massagear com a lingua as veias que contornavam toda a extensão vermelha daquele pau. O canto de sua boca doia pelo tamanho exorbitante do caralho.
Desceu mais sua cabeça e conseguiu chegar até a metade quando engasgou soltando uma quantidade absurda de saliva ali.
– Putinha. – ele segredou jogando a cabeça pra trás, a saliva que escorria da boca dela sujando a calça social dele.
Disposta a tê-lo esporrando em sua boca ela enfiou o que conseguiu na boca e se concentrou em respirar pelo nariz, o peito subindo e descendo rapidamente e os olhos aguando ainda mais. Sua lingua rodopiava em toda a extensão enquanto se mantinha presa ao pau grosso.
Puxou a cabeça e sugou a glande com força formando vincos em suas bochecha. Aquilo foi o estopim pra Louis.
– Cacete coração.
Foi tudo o que ele conseguiu dizer antes de simplesmente começar a esporrar dentro da boca de Harry. Essa que mantinha a glande na boca como se fosse um pirulito dos mais doces que já provara.
Resquícios de porra começaram a escorrer pelo canto dos lábios de Harry enquanto Louis maturbava toda a extensão em um estado de êxtase extremamente agitado. Aquela veia em seu pescoço estava saltada e seus olhos fechados com força.
Harry manteve a boca no cacete até que a última gota pingasse em sua língua e Louis finalmente abrisse os olhos. Eles estavam em um azul claro, como um céu amanhecendo. Ele admirou a menina de cima e viu o momento em que ela engoliu todo seu prazer em seguida colocou a lingua pra fora pra mostrar que estava completamente cheia dos pecados dele.
– Seu pecado é doce Louis. – foi o que ela disse passando a mão no que havia escorrido em seu pescoço chupando o dedo em seguida.
Louis acreditava que estava delirando.
– Filha da puta. – ele sussurrou e puxou ela pra cima colando os lábios em um beijo doce.
Os dois ficaram uns bons segundos com os lábios grudados, as línguas rodando juntas e procurando dominância na boca um do outro.
Agora ela ajeitava a calcinha e descia o vestido, com a luxúria indo embora do corpo o vento da floresta voltava a arrepia-lá.
– Te machuquei? – ele perguntou preocupado enquanto fechava o ziper da calça e pegava o sobretudo no chão.
Harry segurou o rapaz pelas bochechas e negou prontamente. – Nunca me senti tão bem depois de uma discussão com meu pai.
Louis negou com a cabeça soltando um riso fraco pelos lábios. Passou o casaco pelas costas de Harry e prendeu na frente do corpo dela.
Os raios do sol já apareciam bem de leve no horizonte, as olheiras da garota se mostrando tão fundas quanto as de Louis.
– Você precisa ir pra casa coração. – a abraçou e beijou os cabelos que estavam suados. – Prometa que irá comer e descansar.
Harry ergueu a cabeça e concordou com um brilho forte em seus olhos.
– Você também precisa descansar, pode ir comigo pra casa pra comer algo...
Louis a olhou com os olhos pequenos.
– Você sempre saberá onde me encontrar coração. – William selou a testa, o nariz e em seguida os lábios. – Agora vá, estarei te vigiando daqui.
Ele virou o corpo dela e deixou dois tapinhas nas costas indicando que Harry deveria seguir seu caminho de volta pra casa. Se sentou na mesma pedra em que ela estava sentada quando Louis apareceu de madrugada e apoiou o queixo na mão.
Harry virou mais uma vez e observou o rosto branquelo de Louis. Jogou um beijo no ar e devagar foi dando alguns passos de volta para sua casa.
Louis continuava ali, observando devagar a menina se afastar. O vento atravessou a clareira e fez as folhas dançarem ao redor de seus pés. As penas escondidas sob o tecido estremeceram como se também relutassem em deixá-la partir.
Harry cruzou a última curva da trilha.
– Boa noite, cor meum. – ele sussurrou sabendo que ela não o escutaria.
No instante seguinte a pedra ficou vazia. Restou apenas o balançar das árvores, como se ele nunca tivesse estado ali naquela noite.
𓂃 🪶 essa one ficou parada no meu bloco de notas incompleta por dois anos, redescobri ela por acaso terminei de escrever e resolvi postar aqui, espero que gostem e ignorem qualquer erro amador pq é a minha primeira 😸
Harry era um garoto um pouco diferente dos outros, mais delicado as pessoas diziam. Vejamos, ele tinha dezenove anos, era um garoto magro de estatura mediana, tinha a pele leitosa, cabelos encaracolados na altura dos ombros, olhos grandes e incrívelmente verdes, cintura fina e covinhas adoráveis.
Arrancava suspiros de todos quando passava e alguns até se arriscavam dando olhares atrevidos para sua bunda redondinha e cheinha marcada pela saia curta que usava habitualmente.
Styles gostava de se vestir com roupas intituladas “femininas” como saias, blusinhas mais coladas e unhas pintadas, ele sabia bem do poder que tinha, sabia que deixava homens e até algumas mulheres doidos pelo seu jeitinho meigo e delicado como uma flor.
Desde pequeno fora um garotinho afeminado, trocando carrinhos por bonecas e jogos de futebol por festas do pijama na sua casa com sua irmã mais velha e suas amigas.
Ao passar pela puberdade o cacheado automaticamente foi atraindo mais pessoas para sua volta com a intenção de sair com o cacheado e conquistar seu coraçãozinho tímido mas quem realmente o tinha era o diretor Tomlinson, e não apenas o seu coração.
Eles mantinham esse segredinho sujo faziam alguns meses, alguns professores até estranharam a mudança repentina de comportamento de Harry, deixando de ser um aluno exemplar e passando a ter alguns comportamentos mais rebeldes.
Mal sabiam eles que ele fazia isso para passar mais tempo na sala do diretor sentando gostoso no pau dele e sendo comido em todas as posições possíveis até beirar a inconsciência.
Hoje era um dos dias em que o de cachos planejava parar na sala do seu diretor. Faziam dias, quase uma semana da última vez que eles tinham transado e Harry já estava subindo pelas paredes! Eram incontáveis as vezes que estava "assistindo" alguma aula e se pegava pensando no pau grosso de Louis esticando seu cuzinho até arder e no mais velho o comendo várias vezes seguidas só pra ouvir o garoto implorando pra meter mais forte e parar ao mesmo tempo.
— Styles! — Harry se segurou para não revirar os olhos ao ouvir a voz de Nick, um dos garotos que não saíam de seu pé cortando seus pensamentos. — Tem um tempinho? — Perguntou esperançoso.
A vontade de Harry era dizer que não e mandar ele ir catar coquinho no asfalto mas ao olhar a carinha de Nick completamente nervoso chegando a suar ele desistiu e apenas acenou positivamente.
O moreno sorriu largo e ajeitou seu topete antes de falar novamente.
— Então xuxu, sábado o Fender vai fazer uma festa na casa dele, você não estava…
— Os pombinhos não vão para a aula? — Nick foi cortado pelo diretor com uma cara nada boa encarando os dois. Styles percebeu a fuzilada que Tomlinson lhe deu e engoliu em seco, mas logo se lembrou que provavelmente iriam pra sua sala, então levantou sutilmente as sobrancelhas em sua direção com um pequeno sorriso vitorioso nos lábios.
— E-er… Então diretor Tomlinson, n-nós já estávamos indo. — O mais alto dos adolescentes disse sentindo o nervosismo ocupar novamente seu corpo.
— Deviam estar mesmo Nicholas. — Louis rebateu com sarcasmo. — Para a minha sala os dois.
Harry que até então não havia pronunciado uma palavra resolveu dizer.
— Não acho que há necessidade senhor diretor, eu e o Nick já terminamos aqui e vamos pra sala — Provocou apertando discretamente uma coxa na outra ao que Louis lhe lançou um olhar duro.
— Você não tem que achar nada Styles. Já para a minha sala, ou tem mais algo a acrescentar? — ergueu as sobrancelhas.
Nicholas que já estava suando novamente de nervosismo seguiu na frente, mal notando a movimentação atrás de si.
Harry se aproximou de Louis olhando firmemente no fundo de seus olhos.
— Talvez... vai me punir senhor? — Questionou o olhando inocente.
— Ah Harry… — O mais velho se aproximou, olhando pros lados antes de amassar sua cintura por cima da roupa. — Quando eu te pegar eu vou te foder tanto que você vai sentir a cabecinha da minha rola no pé da barriga. Vou meter no seu cuzinho com força até ficar a marca do meu quadril na sua bundinha gostosa, vou te deixar todo cheinho com a minha porra e você vai guardar todinha pro papai porque é pra isso que você existe. Pra me servir.
Styles sentiu seu pau babar e seu cuzinho piscar instintivamente, não conseguindo conter o gemido manhoso e baixinho no ouvido do diretor quando ele levou a mão até sua bunda por baixo da saia e apertou sua bundinha com força, iria levar um dedo pro cuzinho quando ouviram uma movimentação no corredor.
— Não prometa o que você não pode cumprir, Tomlinson. — Sussurrou Harry antes de se afastarem.
— Anda Styles. — Disse Louis vestindo novamente a máscara de indiferença quando três alunas passaram por eles disfarçando os olhares curiosos.
Harry se recompôs do breve momento e seguiu atrás de Nick para a diretoria com Louis em seu encalço.
— E então? — O diretor Tomlinson se ajeitou na cadeira dando um olhar questionador aos alunos. — O que faziam pelos corredores quase trinta minutos após o início das aulas?
— Nós estávamos apenas conversando, diretor. — Nicholas respondeu.
— Conversar você conversa em intervalos Nicholas e vocês estavam próximos demais pra ser só uma conversa, não estavam? — Se remexeu na cadeira desconfortável com o flagra desse pirralho flertando com o seu garoto, que o olhava despretensiosamente.
O silêncio tomou posse da sala após o questionamento do mais velho então ele prosseguiu com o sermão.
— Vocês sabem muito bem que a tolerância de atraso nas primeiras aulas é de apenas cinco minutos, visto que vocês tem dez para se acomodarem nas salas de aula. — Arqueou uma sobrancelha. — Já que vocês não conseguem respeitar uma única regra vão ficar de detenção. Nicholas por três dias já que não é a primeira vez que eu vejo o senhor perambulando por aí fora de hora.
Styles suspirou olhando obedientemente para Louis que sentiu o espaço nas calças ficando pequeno.
— Ah qual é diretor? — Tomlinson arqueou a sobrancelha e já foi motivo o suficiente para ele se recompor. — Tudo bem, eu fico. Mas e o Styles?
— Ele não é problema seu. Agora sai, ou quer os dias de detenção dobrados?
O aluno mais velho contrariado pela resposta grosseira bufou mas acatou a regra do superior e saiu da sala batendo a porta com força fazendo Louis revirar os olhos pela infantilidade.
— Lou? — Harry chamou.
— Hm? — Suspirou afastando um pouco a cadeira da mesa.
— Você está bravo comigo? — Se levantou e foi até o mais velho parando em sua frente.
— Não, boneca. — Soprou uma risada agarrando os quadris cheinhos do mais novo, o puxando para se sentar em suas pernas. — Eu só não quero mais você de conversinha com esse pirralho. — Apertou suas coxas roliças e Harry choramingou em seu ouvido. — Estamos entendidos?
Perguntou agarrando com força o rostinho do cacheado que instantaneamente assentiu com a cabeça e por impulso se remexeu no colo do seu diretor sentindo um volume começando a aparecer ali.
— Você é realmente uma puta, Styles. — Levou suas mãos para debaixo da saia que o mesmo usava sentindo as bandas cheinhas tomarem conta de suas mãos, as apertando com força ouvindo um gemido do menor.
— Sou sua Lou… — Sussurou passando a mão pelo abdômen definido do mais velho erguendo sua camiseta arranhando a pele arrancando um arfar do diretor.
— Eu sei que sim amor.
Harry desceu suas mãos afoitas até o botão da calça de Tomlinson fazendo o trabalho de desabotoar e descer o zíper enquanto o mais velho o ajudava levantando a bunda da cadeira para escorregar a calça apertada até o meio de suas coxas grossas.
Ao ter só a cueca branca cobrindo seu membro tirou as mãos de Styles de seu corpo e tirou a regata apertadinha que ele vestia. Levou automaticamente sua boca até os mamilos amarronzados, sugando-os enquanto ouvia Harry gemer baixinho se contorcendo no seu colo.
— L-louis… — Sentiu o moreno chupar mais forte enquanto torcia o outro mamilo entre seus dedos e gemeu mais alto. — Que tesão, amor. — Ditou manhoso no ouvido de Tomlinson que sentiu o espaço na sua cueca diminuir ainda mais se é que era possível.
Louis escorregou novamente suas mãos grandes para a bunda redondinha de Styles e amassou a carne fazendo com que seu cuzinho necessitado se esfregasse na ereção dolorida abaixo de si arrancando suspiros de ambos.
— Eu nem fiz nada com você e olha o seu estado sua puta — Riu sarcástico. — Eu vou acabar com você caralho.
— Vai mesmo? Estou esperando senhor — provocou o cacheado abrindo as bandas da bunda para se esfregar melhor no cacete grosso do diretor. — Até agora só ouvi você falando, faça mais e fale men–
— Cala a sua boca. — Tomlinson acertou um tapa na bochecha do menor que mordeu o lábio pra conter um sorrisinho e se esfregou com mais força no pau coberto. — Você tá falando demais pra uma coisinha que só me serve como depósito de porra. Eu te uso quando e como eu quiser, tá me entendendo putinha do caralho? — Apertou seu rosto.
Styles já estava molinho de tesão no colo do mais velho, o pau grosso babadinho se esfregando entre as bandas de sua bunda numa fricção gostosa e molhada estava o deixando louco. Soltou um choramingo manhoso quando o diretor soltou seu rostinho com brusquidão e agarrou sua nuca juntando suas bocas em um beijo molhado.
O beijo era rápido, quase desesperado, Louis engolia a boca de Styles com vontade enquanto enfiava a mão por baixo da saia do garoto em direção ao membro que achava estar coberto até então, fazendo-o arrepiar e gemer abafado. O maior desfez o contato chupando gostoso o lábio inferior do garoto, soltando um risinho incrédulo.
— Você ainda está sem calcinha sua vagabunda? — sorriu safado apertando a ereção de Harry que só conseguiu assentir sôfrego e enfiar o rosto no pescoço do diretor, chupando onde conseguia alcançar. — Tô falando com você porra, me responde.
Harry gemeu franzindo o cenho tentando se afastar quando louis apertou firme suas bolas com uma mão e segurando seu quadril no lugar com a outra.
— S-sai Lou, solta — pediu com os olhos lacrimejando, assim como seu pau que jorrava pré gozo. — Me deixa sair...
— Você não vai a lugar algum bonequinha. — riu safado vendo o menor se contorcer no seu colo — Me diz, quem mandou você fazer essa porra? Já veio pra cá pensando em me dar, vagabunda?
— A-ah... sim. — o olhou com os olhos lacrimando ao sentir o dedo do mais velho massageando a glande rubra devagar — Vim peladinho pra você, papai. — projetou um biquinho manhoso pra fora
— Filho da puta do caralho.
Tirou o pau do aperto da cueca com agilidade e começou a esfregar a cabeça gorda no cuzinho apertado de Harry forçando levemente pra dentro gemendo rouco no ouvido do garoto e afundando a cabeça no peitoral dele devorando seus peitinhos inchados, o cacheado por sua vez acariciava os cabelos do diretor mordendo os lábios quando viu algumas cabeças passando pelo vidro, alheios a bagunça que acontecia dentro da diretoria.
Louis percebendo que os barulhos de seu garoto cessaram e os puxões um tanto desesperados no cabelo ergueu a cabeça o olhando confuso, Harry apenas indicou a porta com a cabeça e ele viu alguns professores.
— Shh... — Sibilou Styles colocando o dedinho na boca do diretor enquanto rebolava fraquinho na sua ereção lambuzando seu rabinho com a pré-porra do mais velho.
Louis gemeu e levantou com o garoto no colo enlouquecido de tesão e empurrou os papéis em cima da mesa pouco se fodendo pra qualquer pessoa lá fora antes de deitá-lo na superfície, deixando a cabeça na borda. Subiu como pôde em cima dele e chupou o lóbulo da sua orelha e sussurrou baixinho:
— O papai vai te arrebentar bonequinha. — Sorriu canalha e harry gemeu dengoso — Vou mamar bem gostoso nos seus peitinhos — Passou as mãos pelos mamilos já inchadinhos e vermelhos de tanto serem chupados — E comer gostoso esse cuzinho apertado com a minha língua pra depois te arrombar com a minha piroca. É isso que você quer?
— Awn... Sim p-papai por favor. — revirou os olhos quando o maior segurou as duas ereções e começou a masturbá-los.
— Tão educado... — Chupou seu lábio inferior mas se afastou antes que Harry pudesse prolongar o contato. — Primeiro você vai deixar meu pau babadinho pra entrar em você boneca.
antes que Harry pudesse raciocinar louis se levantou de cima dele e contornou a mesa parando em frente ao seu rosto corado, massageando lentamente a ereção enquanto esfregava o pau por todo o rosto do menino o lambuzando com a pré-porra.
Harry parecia um bichinho desesperado tentando abocanhar o cacete grosso na sua frente. Com a língua pra fora ele tentava lamber o comprimento fazendo louis rir rouco das tentativas frustradas. Sem muita paciência Styles virou de bruços na mesa e segurou agilmente o pau do diretor nas mãos e antes que ele pudesse falar qualquer coisa começou a chupar com força a cabecinha fazendo o mais velho urrar de prazer e segurar com força seus cabelos.
— Boquinha boa do caralho... — Disse entredentes quando o aluno lançou um olhar inocente descendo a boca aos poucos no seu comprimento extenso masturbando o que não cabia. — Vou arrebentar com você filho da puta gostoso. — cuspiu na sua carinha bonita e logo recolheu a saliva com o dedão levando até sua boca enfiando-o dividindo o espaço pequeno com o seu pau fazendo Harry se sentir mais esticadinho do que nunca.
Ele sugava com devoção enchendo mais e mais a boca no caralho inchado e retirou por um segundo da boca só pra cuspir nos dedos e levá-los até as bolas pesadas e apertar gostoso descendo novamente a cabeça passando a língua pelas veias pulsantes do pau gostoso.
Boquetava sem pressa tentando ser bonzinho para seu papai sem engasgar na rola dele enquanto o mais velho o olhava com um misto de tesão insano pela carinha inocente enchendo a boca no pau e paciência esperando seu tempo de usar seu brinquedinho por ora. Acariciou sua bochecha e deu um tapa não tão forte quando Harry o levou mais fundo raspando de levinho os dentes de coelho na piroca grossa, gemendo com o impacto.
O cacheado franziu o cenho e fechou os olhos se sentindo perto de jorrar lubrificação na mesa tentou levar sua mão até sua ereção babadinha para ter um pouco de alívio quando sentiu abruptamente louis sair de sua boca e acertar outro tapa, dessa vez mais forte na sua bochecha seguido por mais um no mesmo lugar o deixando marcado.
— Tira essa mão daí agora se você não quiser que eu faça você usar sua palavra de segurança hoje. — Segurou seu rostinho com a mão e apertou forte suas bochechas fazendo um bico se formar nos lábios gordinhos. — Eu deveria te amarrar nessa mesa e te comer até deixar seu cuzinho aberto vazando minha porra o dia inteiro até te deixar vermelho de tanto ser usado e implorar com a sua vozinha de puta pra parar. — Harry gemeu alto revirando os olhos com a ideia fazendo Louis rir incrédulo. — Vagabunda. Ajoelha.
Obediente ele desceu rapidinho da mesa e se ajoelhou no chão atrás do objeto de madeira se certificando de deixar o rabinho bem empinado com as mãos entre as coxas, as bolas em um breve contato com o chão gelado deixando-o arrepiado endurecendo seus mamilinhos sensíveis.
— Vou foder sua boca até te deixar sem voz e você vai se esfregar no meu sapato enquanto isso como a cadelinha suja que você é. Não vou parar até gozar fundo em você, não adianta me bater ou apertar, ouviu bem?
Harry balançou a cabeça rápido apressado pra ter o pau do papai socando forte sua garganta o sufocando enquanto esporra fundo, revirando os olhos por baixo das pálpebras só de imaginar.
— Se lembra do nosso combinado se quiser parar e não puder falar, amor?
— Sim Lou. — Mordeu os lábios evitando um sorriso com o cuidado.
Ele apenas sorriu selando levemente os lábios gordinhos de Harry, cuspiu na palma da mão e espalhou pela extensão do pau devagar enquanto assistia os olhos grandes observando minuciosamente o movimento quase hipnotizado. O cacheado empinou bem a bunda em antecipação, juntou os cabelos enrolando com o dedo jogando com um só movimento pra trás e abriu a boca sem tirar a língua pra fora lançando um olhar inocente ao mais velho que sentiu a fenda expelir pré gozo em excesso.
Sem muito esperar guiou o membro pesado até a boca do menor metendo metade de uma vez na garganta engatando em uma sequência urgente, gemia arrastado jogando a cabeça pra trás toda vez que sentia a cabeça se afundar no espaço apertado sentindo as unhas de Harry arranhando e apertando suas coxas o deixando insano.
Styles por sua vez tão imerso na satisfação em agradar o seu moreno gostoso sobressaltou quando sentiu algo pressionando seu pau babadinho e levantou o quadril sutilmente não se dando conta de que era o sapato de Louis se encaixando entre suas pernas roçando a ponta bem no cuzinho que piscava desesperado por algo o preenchendo.
Soltou as mãos das coxas musculosas e agarrou a perna que estava abaixo de si quando Louis empurrou o pé pra cima com um impacto não tão forte no seu saco, o fazendo gemer de boca cheia e os olhos lacrimejarem em prazer em ser tratado como uma coisinha, em um sinal claro para que começasse a montar no couro e ele atendeu prontamente.
Começou rebolando fraquinho espalhando lubrificação aos montes pelo sapato olhando diretamente pros olhos azuis dilatados. Descia até a pontinha do pé e voltava até tomar seu ritmo indo e vindo com rapidez sem conseguir parar de choramingar no cacete gostoso do mais velho que assistia a cena empurrando com vontade na boca do aluno se sentindo cada vez mais perto de esporrar fundo.
Tomlinson apoiou uma das mãos na mesa de mogno à sua frente e com a outra segurou a nuca de Harry o imobilizando socando com força e grunhindo cada vez que ia e vinha com o quadril já com os movimentos erráticos pronto pra gozar fundo quando escutou batidas na porta seguida de vozes femininas do lado de fora. Revirou os olhos tão forte que sentiu que fossem sair das órbitas oculares.
Tirou o pau inchado da boca do mais novo que cruzou os braços fazendo bico como uma criança mimada. Subiu a calça e a cueca mas não vestiu, deixou apenas a extensão e as bolas pra fora e se sentou na cadeira aproximando-se novamente de Styles que o olhou confuso.
— Quietinho agora bebê, se não quiser que descubram a putinha que você é pela pica do papai. — Falou sem dar tempo do aluno rebater e agarrou seus cabelos botando tudo pra dentro de novo. — Entrem.
Quase no mesmo momento que respondeu a porta se abriu, revelando duas professoras que entraram, uma mais jovem que dava aulas de educação física e a outra um pouco mais velha, mas ainda assim jovem que lecionava matemática. A primeira era loira, usava uma camiseta de mangas curtas e branca com calça de alfaiataria preta, a outra era morena, usava jeans e uma camisa social listrada com os três primeiros botões abertos dando uma vista parcial de seus seios.
Sempre que uma das duas iam para a diretoria se jogavam pra cima de Louis flertando discretamente, às vezes nem tanto, com o diretor que não dava trela e apenas respondia o que queriam.
— Do que precisam? — Perguntou empurrando a cabeça do mais novo pra baixo repetidas vezes, rápido o suficiente para fazê-lo ver estrelas e devagar o suficiente para ser silencioso.
— Senhor, nós viemos para saber dos horários das aulas. — Começou a loira jogando os cabelos pro lado.
— Estamos perdidinhas com toda essa confusão de aulas, senhor Tomlinson. — Prosseguiu a morena o olhando por baixo dos cílios. — Será que poderia nos dar uma ajudinha?
Harry arregalou os olhos quando assimilou as vozes e parou com os movimentos do quadril no sapato de Louis de imediato sentindo a raiva o consumir. Sabia que aquelas eram as professoras que cobiçavam o seu diretor gostoso, havia ouvido algumas de suas conversas no fim do corredor da sala dos professores e desde então nutria uma antipatia enorme por elas.
Possessivamente começou por conta própria levar o caralho o mais fundo que podia na boca fazendo uma garganta profunda deliciosa em Tomlinson que tremeu na cadeira com um espasmo, desistindo de controlar sua bonequinha deixando-o levar ao limite.
— Na verdade... — Pigarreou escondendo um gemido. — E-eu vou ter uma reunião agora e- oh... — Não conseguiu se controlar quando Styles foi mais rápido judiando da gargantinha apertada.
— O que aconteceu senhor? — A loira apoiou os braços na mesa quase esfregando os peitos no rosto de Louis que abaixou a cabeça entre as mãos fingindo massagear as têmporas enquanto sentia o aluno o mamar com dedicação apertando as bolas ordenhando o cacete que parecia que ia explodir. — Precisa de alguma ajuda?
— Só um minuto. — Fingiu tentar se recompor quando Harry tirou o pau da boca masturbando rápido enquanto chupava as bolas fazendo o diretor vir forte na sua carinha que a essa altura já estava uma bagunça molhada apertando a mão forte no couro cabeludo dele descontando o tesão.
Apesar de já ter gozado, Styles não parou de chupar, voltando a abrigar o pau meio-duro na boca subindo e descendo devagarzinho prolongando o orgasmo e assistindo as coxas de Louis tremerem pela sensibilidade.
— Minha cabeça está me matando, sabe como é. — Riu meio nervoso. — Como eu disse, vou ter uma reunião agora, falem sobre isso com o coordenador.
Elas se entreolharam frustradas com a resposta mas apenas assentiram e se viraram de costas.
Harry aproveitou a deixa para provocar um pouco mais seu diretor e parou a boquinha na glande sugando repetidas vezes o que pegou Louis desprevenido fazendo-o franzir o cenho forte e gemer sobressaltando na cadeira e empurrando seu rosto pra longe. As professoras se viraram na direção do barulho assustadas e viram a feição não muito amigável do diretor antes dele dizer entredentes.
— Saiam. Não quero ninguém na minha sala nas próximas horas, deêm o recado.
Sem esperar muito elas acataram a ordem e fecharam a porta com uma batida sutil.
— Você é a maior vadia que eu já vi. — Se levantou olhando Harry de cima que sorria com satisfação. — Tá achando graça do quê hein caralho?
— Que agora elas sabem que você está disponível. — Levantou-se apoiando as mãos no peito quente do maior puxando os pelinhos de leve. — Você já tem um bichinho que te satisfaz muito bem, não precisa de ninguém te pedindo muito menos oferecendo "ajudinha" porque quem faz isso sou eu. — Ditou com esforço pela voz literalmente fodida.
— Tá com ciúmes do papai boneca? — Soprou um riso. — Você fica um tesão bravinho assim, tenho vontade de te dobrar nessa mesa e te comer até deixar você ardendo. — Falou no ouvido torcendo um mamilo nos dedos ouvindo o gemido arranhado de Harry, sentindo a mão atrevida descer agarrando sua piroca em uma punheta fraquinha de novo.
O soltou apenas pra virar de costas para o diretor e segurou de novo encaixando o cacete melado entre as bandas da sua bunda rebolando gostoso quando sentiu as mãos firmes de Louis no seu quadril puxando-o pra trás pressionando mais a ereção, esfregando-se um no outro numa tortura gostosa enquanto arfavam.
— Empina pra mim Harry. — Mandou o diretor se abaixando entre suas pernas.
Prontamente obedeceu a ordem e espalmou as mãos na mesa deixando as pernas um pouco separadas e o rabinho empinado pra cima esperando ansiosamente por mais algum contato no cuzinho pulsante. Sentiu mãos fortes agarrarem as bandas de sua bunda separando uma pra cada lado e uma cuspida bem em cima da região fazendo-o morder o lábio.
Gritou quando sem esperar muito, Louis chupou com fome o buraquinho apertado linguando o cuzinho e beijando como se não houvesse o amanhã. Styles gemia feito uma puta segurando a cabeça dele no lugar desesperado para que o contato não cessasse de jeito nenhum, rebolando na língua habilidosa do seu diretor gostoso.
— L-louis... — Gemeu abaixando o tronco até encostar na mesa e deixou a cabeça cair entre os braços se sentindo hiperestimulado com vontade de gozar mas sem permissão. — Para. — Tentou puxar seu cabelo para interromper o contato gostoso. Ignorado pelo mais velho teve apenas suas coxas puxadas mais para trás e o rosto de afundando mais entre as bandas enquanto Tomlinson o comia com gosto.
Desesperado Harry começou a se contorcer tentando fugir da boca do diretor que metia a língua habilidosamente no cuzinho guloso, sentia que gozaria a qualquer momento e não queria desapontar seu papai descumprindo uma ordem.
— Papai chega! E-eu vou gozar se continuar. — Avisou sentindo finalmente ele se afastar, dando uma última chupada antes de se levantar e o virar de frente em um só movimento.
— Você só goza no meu pau, gracinha.
Harry arfou afetado e Louis o pegou no colo passando a mão por baixo das coxas o colocando sentado na mesa. O cacheado deitou o tronco parcialmente se apoiando nos cotovelos enquanto Tomlinson o puxou para a borda e empurrou suas coxas pra cima dando uma visão privilegiada da entradinha gostosa.
Ele lambeu os lábios e pincelou a glande gorda no buraquinho assistindo Harry franzir o cenho com expectativa. Afim de distrair o mais novo da dor de recebe-lo – afinal, ele sabia que não era pequeno, muito menos fino – direcionou a mão até a ereção esquecida do aluno e começou a massagear ao mesmo tempo em que forçava a cabecinha pra dentro arrancando um suspiro pesado de si e um choramingo de Styles.
— Comer esse seu rabinho no seco vai me esmagar, amor... — Sussurrou inebriado empurrando os últimos centímetros até o talo revirando os olhos com o aperto ao redor do seu comprimento. — Vou arregaçar você, puta merda Harry.
— Tô te sentindo tão f-fundo Lou... Olha... — Segurou a mão tatuada e levou até o pé da barriga, apertou maldoso e Louis gemeu o encarando safado antes de começar a meter.
Saia até deixar apenas a cabecinha pra dentro e socava de novo com tudo buscando um ritmo olhando Harry completamente entregue gemendo contido mordendo o lábio vez ou outra ao tentar ser silencioso. Começou a estocar com rudeza quando percebeu seu menino impaciente tentando se mover de encontro com o seu quadril e tirou a mão do pau do mais novo levando-a até o pescoço apertando firme, o imobilizando.
Styles já tinha os lábios maltratados de tanto morder e simplesmente desistiu de tentar fazer silêncio começando a gemer desesperadamente enquanto sentia a glande de louis esmurrando sua próstata sem descanso espalhando tremores por todo seu corpinho, fazendo-o deitar a cabeça pra trás na mesa dando gostoso pro seu papai.
— Isso, geme pra mim bonequinha. — Passou a língua pelos lábios e acertou um tapa forte na bochecha voltando a apoiar a mão no pescoço imaculado. — Geme enquanto eu te deixo bem abertinho, vou gozar tanto nesse seu rabinho de puta que você vai andar essa escola toda pingando.
— O-oh papai sim... — Revirou os olhos vendo estrelas com o cuzinho sendo usado sem dó. — Me deixa vazando sua porra, me enche com o seu leitinho p-por favor. — Falou ao mesmo tempo em que puxava a mão de Louis do pescoço e levava até a boquinha, pondo os dois dedos tatuados dentro, chupando como estava fazendo no seu pau minutos atrás deixando o mais velho insano.
— Putinha do caralho. — Riu safado e gemeu em seguida sentindo Harry se espremer em volta do seu caralho ordenhando sua porra. Ele revirou os olhos e segurou seu quadril ao que metia firme sem dar descanso pra sua bonequinha.
— Loueh... mmhn eu não vou aguentar...
— Sabe que se gozar eu não vou parar. — Sibilou segurando seu rosto com a mão olhando nos olhos verdes que o encaravam com fome e exaustão.
— Eu aguento- a-ah... porra! — Gritou quando ele desceu a cabeça em direção aos peitinhos chupando e mordendo os biquinhos sensíveis. Styles tremia enquanto tentava conter o orgasmo mas não conseguiu, gozando forte no meio dos dois sentindo a próstata inchadinha ser socada com força e os mamilinhos sugados, com seu pau melado roçando entre eles.
Louis continuou em busca de mais um orgasmo gemendo alto sentindo o cuzinho apertado se contraindo violentamente no seu pau enquanto Harry começou a chorar sensível tentando fechar as pernas inutilmente, já que o diretor as segurava fortemente apertando a pele branquinha nos dedos deixando-o marcado.
— Aguenta filho da puta, não falou que conseguia? Agora você vai aguentar.
— Esp-pera Lou... ahn... s-só um pouquinho- Ooh, porra... — Gemia descontrolado, segurando as bandas da bunda ficando mais abertinho pro pau do papai deslizar com mais facilidade arrancando um rosnado quase selvagem de Louis que era imparável socando toda a rola pra dentro deixando as bolas doloridas pelo impacto, mas prazeroso o suficiente para não parar nem por um segundo.
— Que cu gostoso caralho. — Olhou para baixo tendo a visão do pau grosso alargando a entradinha e cuspiu em cima do falo deixando ainda mais meladinho facilitando um pouco mais o sexo no cuzinho estreito. — Vou deixar sua barriga estufada cheia do meu leite, você quer bebê?
— Sim, porra! — Arranhou as costas do diretor sentindo que poderia desfalecer. — M-mais oh... — Choramingou arrastado sentindo outro orgasmo se formando.
Tomlinson franziu o cenho de tesão vendo Harry soluçar imerso em prazer e gozou forte em jatos quentes e espessos dentro do buraquinho já vermelho de tanto ser usado sentindo o aluno vir mais uma vez punhetando seu pau afim de prolongar o orgasmo o assistindo tremer violentamente e tentar afastar a mão do membro rubro.
— Já chega papai... — Soluçou tremendo as pernas e se levantando novamente nos cotovelos. Louis apenas sorriu e retirou sua mão, se abaixando na altura do quadril lambendo a porra do mais novo dando uma última sugada na cabecinha do seu pau e subiu o beijando docemente acariciando a lateral do seu rostinho lindo.
— Você foi perfeito, amor. — Sorriu dando uma mordidinha na ponta do nariz afilado, assistindo os olhos verdes brilhando de satisfação. — O melhor que eu poderia querer.
Harry selou seus lábios duas vezes seguidas antes de beijar a boquinha fina novamente. Ficaram por uns bons minutos em seu próprio mundinho trocando carícias e beijos. Louis o segurou com delicadeza pelo queixo antes de deslizar seu nariz pelo dele e então dizer sussurrando:
— Eu te amo minha bonequinha.
Harry riu de forma adorável exibindo a covinha bonita vendo os olhos do diretor se tornarem pequenos devido ao sorriso que estampava seu rosto.
(estava limpando alguns arquivos do meu Drive e encontrei umas ones acabadas que não postei antes da minha vida ficar uma loucura... então vou postar agora, e é isso... espero que ainda gostem)
⚠️ +18. Desuso de camisinha. Palavras de baixo calão. Manipulação. Degradação. Fantasia. Submissão. Sexo anal. Sexo oral. E mais algumas coisinhas que vocês podem encontrar por aí ⚠️
- perfect kitten.
Harry estava saindo do prédio da faculdade quando recebeu uma mensagem de Louis, em uma ordem clara para que ela fosse direto para casa. Ela não ia contestar. Na verdade, estava bastante ansiosa para qualquer atenção que seu noivo desse a ela depois de quase duas semanas sendo privada de toques.
Louis estava sendo bem duro dessa vez, e Harry entendia. Merecia ser punida após ter causado uma pequena crise durante a confraternização da empresa que Louis comandava. Havia o respondido mal e sido bem irritante depois de ter ficado com ciúmes da atenção que seu noivo dava para uma sócia, mesmo que fosse estritamente profissional. Harry realmente entendia isso agora. Principalmente ao rever suas atitudes e admitir a si mesma que sim, ela passou do ponto e tratou mal Louis e sua sócia a noite inteira. E pra fechar com chave de ouro, deixou o noivo com mais raiva ao ver ela trocar risadinhas e sussuros com o barman contratado para fazer os coquetéis.
Tomlinson demitiu ele antes mesmo da confraternização acabar.
Desde então, tudo que ele tem dado a Harry é pequenos selinhos quando sai ou chega em casa. Ele havia a mimado demais, aquele foi o maldito problema. Tudo, absolutamente tudo que Harry pedia, ou queria, Louis corria para fazer e dar. Toda a atenção era dela, sempre foi assim desde que se conheceram. Bem, até isso interferir diretamente em seu profissional e sua noiva confundir as coisas.
O empresário havia cancelado todos seus compromissos da tarde para conseguir resolver as coisas em seu relaciomento. Ele tinha tudo definido em sua cabeça, e não aguentava mais fingir que não sentia falta de estar agarrado em Harry o tempo todo que tinham juntos.
Ainda vestia sua roupa de trabalho, uma calça preta social, presa em sua cintura com um cinto de couro, e uma camisa clara, com os dois primeiros botões abertos e sem a gravata, já que o ambiente agora permitia. Em seus pés, ainda vestia seus sapatos escuros. Poderia ter trocado de roupa, mas sabia dos efeitos que causava em sua noiva quando estava vestido assim.
Harry nunca havia feito o trajeto de volta pra casa tão rápido, e estava orgulhosa por isso. Não gostaria de deixar Louis esperando tanto.
"Hm... Lou?" Ela chamou baixinho, olhando curiosa para dentro da casa "Amor, eu cheguei..."
"Estou na sala." Louis respondeu em um suspiro quando escutou a voz dengosa que tanto amava preencher a casa
Foram exatos dois minutos para Harry passar pelo corredor e encarar o que Louis havia preparado. Seu corpo se aqueceu no mesmo instante.
Uma gaiola grande e retangular estava no canto da parede, e ao lado, uma coleira de couro preta, com detalhes rosa na escrita, combinando com o plug peludo e orelhas de gatinho que faziam parte do combo. Um pouco mais ao canto, meias 7/8 e um um sutiã rosa claro que com toda certeza era transparente demais para cobrir qualquer parte dos seus mamilos.
O olhar confuso da garota foi até o sofá, onde o noivo estava sentado, ao seu lado, uma caixa aberta com alguns vibradores, corrente e lubrificantes.
"Você se lembra do que eu te chamo desde quando nos conhecemos?" Louis perguntou quando viu que a noiva ia falar algo "Lembra que eu tenho um apelido carinhoso pra você? Você pode dizer ele pra mim?"
"Gatinha. Você me chama de gatinha do Lou."
A resposta ansiosa fez o mais velho sorrir. Harry estava mesmo carente.
"Muito bem. Hoje eu vou te adestrar, gatinha. Você precisa aprender a se comportar, sim?" O empresário levantou, notando a noiva morder os lábios e suspirar "Concorda comigo? Tem algo a dizer?"
Harry sabia que, no momento em que dissesse a Louis que não queria fazer aquela cena, eles não fariam. Mas bem... ela meio que já estava excitada ao imaginar tudo que iria acontecer ali.
"Não tenho, senhor. Apenas peço desculpas por te..."
"Basta, Harry. Guarde suas desculpas pra depois." Sua voz veio sem paciência, fazendo a garota parar de falar no mesmo instante "Eu vou lá fora fumar um pouco. Você já sabe o que fazer com isso tudo. Não me decepcione. De novo"
Louis saiu da sala a tempo de ver os olhos de Harry lacrimejar. Ela gostava de agradá-lo, de receber elogios por ser boa pra ele, então qualquer ideia de que ela o decepcionou, realmente a deixava um tanto desesperada e triste consigo mesma até que Tomlinson sussurrasse palavras doces em seu ouvido e dissesse que a amava e que ela era a gatinha dele.
A garota limpou o canto dos olhos, com medo de estragar seu delineado que lutou para fazer mais cedo antes de ir pra faculdade. Aos poucos, ela foi ficando nua na sala e pegando com cuidado tudo que tinha que vestir. O plug médio foi o mais difícil de colocar. Fazia tanto tempo que Louis não usava ali que todos os seus músculos estavam tensos ao receber o material gelado. A tiara com orelhas felpuda de gatinho prenderam entre as ondulações grossas de seu cabelo, e quando teve certeza de que não iria cair dali, vestiu a última peça que faltava. A coleira de couro preta tinha um bordado incrível com as inicias LT, agora posicionada bem em sua garganta. Uma argola pequena se prendia atrás, provavelmente onde encaixaria a corrente.
Quando escutou a porta dos fundos se abrir, Harry entrou em pânico com medo de decepcionar Louis outra vez. Ela temia não estar perfeita para ele.
De joelhos, parou dentro da gaiola, sorrindo ao notar que seu noivo, apesar de bravo, havia deixado o chão fofinho para ela, com um tapete peludo dobrado perfeitamente lá dentro. Trancou o pequeno portão de ferro, como imaginou que deveria estar, e se sentou sobre seus tornozelos, encarando ansiosa a divisória entre a sala e a cozinha.
O empresário sentiu seu coração bater mais rápido quando encarou Harry ali, com os olhos verdes ansiosos para acatar qualquer ordem. Foi difícil segurar o sorriso orgulhoso que queria surgir em seu rosto sério.
Com calma, se aproximou da gaiola. Sua calça começava a se apertar a cada detalhe no corpo da noiva. Conseguia ver os bicos grossos de seus mamilos quase furarem a renda, as meias apertando as coxas deliciosas que ele tinha saudade de morder e beijar, e os lábios entreabertos, cheios e levemente pigmentados com um pouco de vermelho. Era uma sorte do caralho ela ser dele.
Abaixou seu corpo até estar com o rosto alinhado ao dela, sua mão entrando em uma das aberturas para segurar seu queixo e não deixá-la desviar o olhar de si.
"Estou pensando de quantas formas eu vou acabar com você hoje, gatinha." Louis começou a falar. Sua voz calma atingindo diretamente o corpo de Harry, diferente da forma bruta em que ele agarrava seu rosto "Me diz, como você quer que isso aconteça?"
Era uma pergunta perigosa. Quase como uma pegadinha. Se Harry não tivesse tão atenta ao que saia dos lábios finos, ela teria caído naquilo.
"Como o senhor quiser que aconteça." A garota respondeu baixo enquanto encarava os olhos azuis que pareceram aprovar sua resposta "Faça o que quiser comigo. Sou sua. O senhor sabe o que eu mereço"
Louis limpou a garganta, segurando a risada irônica que iria soltar. Apertou as bochechas de Harry, fazendo-a abrir os lábios o suficiente para ele encaixar o indicador ali, sabendo que a garota poderia sentir o gosto leve da nicotina do cigarro que fumava minutos atrás.
"Sabe o que eu acho engraçado, gatinha? Você parecia não se lembrar disso na porra da confraternização que eu te levei." Ele sentiu Harry sugar mais seu dedo antes de soltar e segurar sua mão, dando pequenas lambidinhas em seu dorso e dedos, como se estivesse pedindo desculpas "Entende como eu fiquei nervoso com a situação que você criou? Com minha sócia, com a porra do barman, dando em cima dele como uma vagabunda. Na minha frente. Não sente vergonha? Tudo isso porque você é uma puta mimada do caralho e não sabe ficar nem alguns minutos sem receber a atenção do seu dono."
"Eu realmente sinto muito, senhor. Fui burra e egoísta por querer toda sua atenção o tempo todo, por favor me desculpa. Me deixa te agradar... quero mostrar que sou boa e obediente. Me deixe mostrar que sou sua gatinha boa, que aceita tudo que quiser dar. Por favor"
Harry estava mesmo implorando, segurando nas mãos de Louis e o olhando com tanto desespero que o mais velho quase ficou com dó da garota. Afastou sua mão da gaiola, levando até o cinto da sua calça para abrir ali, junto com o botão e o zíper. A noiva encarava com expectativa, acumulando saliva em sua boca enquanto encarava os movimentos na sua frente. Quando o pau grosso, que estava quase duro por completo, apareceu junto das bolas pesadas, a garota não conseguiu reprimir um gemido baixinho. Ela podia jurar que tinha fixação oral graças a Louis. Era simplesmente difícil não querer ter ele na boca o tempo inteiro.
Mesmo sendo grosso e pesado, maltratando sua garganta, era uma dor que ela amava sentir.
Observou Louis apertar a base e subir sua mão até estar puxando a pele para baixo, mostrando sua glande pontuda por inteiro, a pequena fenda soltando as primeiras gotas de lubrificação.
"Peça permissão, gatinha. Peça por isso. Quero escutar você implorar pra eu foder sua garganta até sentir a minha porra escorrer para dentro da sua boca. Vai ser o primeiro buraco que eu vou usar hoje do meu brinquedo de foda. E o melhor, você vai continuar aí dentro, ajoelha nessa gaiola sem se tocar ou usar suas mãos pra me segurar. Eu vou usar você, gatinha, de todas as formas. Então me peça por isso, seja uma puta desesperada por atenção igual você foi naquela festa."
"Senhor... Lou... Por favor, me deixa te agradar. Eu prometo ser boa" Harry falou realmente desesperada. Sentia tanta excitação que sua respiração começava a ficar falha, a fazendo apertar mais as coxas em busca de algum atrito "Me deixa te mostrar isso... Usa a minha boca e me deixa rouca de tanto foder a minha garganta, senhor. Eu sou sua pra fazer o que quiser. Apenas me deixe fazer isso. Por favor"
A garota abriu a boca, colocando sua língua pra fora e aproximando mais a cabeça da grade, onde Louis podia perfeitamente se encaixar ali e foder a garganta dela. Seus olhos verdes ficavam confusos entre encarar Louis que a olhava de cima, ou a glande rubra que brilhava tão próxima de seus lábios tingidos.
A fenda pincelou a ponta de sua língua quente, fazendo um arrepio subir pelo corpo do mais velho. Harry tentou avançar mais a boca ali, querendo o levar mais pro fundo, mas já estava no limite da grade.
"Mantenha os olhos em mim." Louis gemeu, segurando os cabelos da noiva enquanto se afundava na garganta apertada. Os lábios macios se fecharam rapidamente ao redor do pau repleto de veias "Isso."
Harry sentia a glande esmagar sua garganta, a fazendo ter dificuldade de respirar, mas não importava. Sua boceta pulsou quando sentiu as mãos do empresário apertarem mais seus cabelos.
Seus olhos agora já não conseguiam mais segurar as lágrimas por estar sendo privada de ar, junto ao incômodo na garganta. Os sons de engasgo pareciam apenas deixar Louis mais insano, já que ele passou a bombear com brutalidade na boca dela, gemendo junto a alguns palavrões.
Harry gemeu satisfeita, a ponta do seu nariz encostando na pélvis com pelos bem aparados. Sua garganta doía pelo esforço, e ela sentia a saliva e lubrificação pingar em seu queixo. Tossiu quando Louis se afastou para que ela tivesse alguns segundos de ar
"Goza na minha boca" A mais nova pediu com a voz falha, vendo o sorriso no rosto de Louis "Por favor. Me deixe engolir você."
A garota voltou a colocar a língua pra fora, deixando o mais velho usar sua garganta novamente, dessa vez com estocadas descontroladas. Parecia mesmo que ela não passava de um brinquedo. Quando os primeiros jatos saíram com força, Harry rapidamente fechou os lábios ao redor dele, não deixando nenhuma gota escapar
"Não engole ainda. Eu quero ver." O empresário mandou, e a garota assentiu fraco, se esforçando para não engasgar "Mostre pra mim" Harry o sentiu se afastar, e então abriu a boca, dando a Louis a visão de toda sua porra acumulada na garganta fodida "Agora você está começando a entender como se comportar, gatinha. Pode engolir."
Com pequenos tapas em seu rosto, Louis se afastou, mantendo seu pau pra fora ao se sentar no mesmo lugar do sofá que estava antes da garota chegar.
Harry se remexia com a bagunça molhada em suas coxas, sentia seu clitóris inchado entre seus lábios gordinhos mas não se atreveria em levar seus dedos ali para buscar alívio.
Ao invés disso, ela abriu a porta pequena da gaiola e encarou Louis, com um pedido silencioso para sair dali e se juntar a ele.
"O que você quer?"
A garota gemeu quando começou a ir até Louis, de quatro no chão, friccionando suas coxas uma na outra.
"O senhor quer ver o meu rabinho? Eu coloquei o plug com um pouco de dificuldade já que faz tempo que você não me fode assim... Só na minha bocetinha." A mais nova falou manhosa, sentando em seus tornozelos, de costas para Louis e deixando ele encarar o plug encaixado entre suas nádegas "Aposto que quando entrar em mim no lugar desse plug, vai me deixar toda larguinha de novo, igual da última vez"
"Você é tão burra, gatinha" Louis respondeu com a voz rouca, aproximando a ponta do seu sapato na base no plug e afundando ali "Tá de quatro pra mim, praticamente nua enquanto eu continuo com as minhas roupas, com a voz arruinada depois de eu foder sua garganta, sua boceta pingando louca pra levar uma surra e ainda acha que tem moral pra ficar me provocando? Oferecendo sua bunda pra mim? Você é uma puta mesmo. Uma puta do caralho." O empresário segurou o braço da noiva, fazendo ela levantar e virar-se de frente para si. Encarou a boceta molhada antes de sorrir e desferir um tapa ali. "Me entrega o plug."
Ordenou, estendendo a palma da mão para que a noiva colocasse o objeto ali. Harry gemeu baixinho, tirando os poucos o material gordinho e pontudo, sentindo falta de ter algo a preenchendo no mesmo instante.
"Agora senta aqui." Tomlinson segurou seu pau pela base "De costas pra mim"
"Lou..." Harry choramingou com um bico "Eu quero de frente, por favor, senhor, sabe que eu preciso de beijinhos pra fazer passar por-"
"Porra de garota teimosa e mimada. Está me fazendo perder a paciência Harry." O empresário grunhiu, debruçando a garota no sofá e colocando uma almofada debaixo do seu quadril. Desferiu seis tapas na bunda que agora ganhava tons de vermelho, escutando a mais nova dar alguns gritinhos e tentar se esquivar "Vou te mostrar o que acontece quando você me irrita, gatinha"
Harry sentiu um material gelado em suas costas, e então algo ser preso em sua coleira. Era a corrente, que agora Louis puxava, causando uma leve pressão em seu pescoço.
"Não quero mais escutar você falar. Agora você só abre essa boca de puta pra gritar meu nome, entendeu? Quero toda vizinhança escutando o que eu faço com uma gatinha teimosa feito você." Louis falou enquanto vestia uma camisinha e em seguida derramava bastante lubrificante em si "Eu deveria te comer lá no quintal pra eles verem a puta que eu tenho em casa"
"Lou!" a mais nova gemeu alto quando o noivo a invadiu por completo, choramingando por ter se esquecido como era aquela sensação de ter seu cuzinho fodido "Ah... senhor... Como quiser. Onde quiser me foder e me usar eu vou aceitar porque quero ser a sua gatinha boa, bem adestrada e obediente"
"Você vai ser amor." Louis gemeu, começando os primeiros movimentos antes de agarrar a cintura da garota e começar a ir com mais força, observando a bunda balançar com o impacto "Agora geme, gatinha. Geme bem alto pra mim"
Tomlinson sempre foi louco pelos gemidos de Styles. Aquilo o deixava insano em suas estocadas, fazendo foder ela com bastante fome. Harry passou a gemer cada vez mais alto, sentindo Louis bem fundo em seu cuzinho, indo e voltando incansavelmente e fazendo seu corpo balançar a cada impacto.
A coleira em seu pescoço a privava de um pouco de ar e aos poucos, seu rosto se tornava vermelho e molhado pelas lágrimas que saíam
"Senhor... você me machuca assim" Harry choramingou com dificuldade, sua boceta intocável agora pingava no estofado "Sua gatinha já entendeu, por favor, vai machucar o meu rabinho"
Louis sorriu, se abaixando para deixar beijos nas costas da noiva, afrouxando o aperto em seu pescoço. Suas estocadas ainda eram brutas, e ele não iria parar.
"Vai passar, gatinha. Você precisa aprender uma lição, sim?" Ele sussurrou completamente excitado próximo ao ouvido de Harry "Você aguenta isso... Oh sim... você foi feita pra isso. Feita pra mim, porra."
A mais nova gemeu manhosa, seu corpo inteiro arrepiado com as palavras de Louis, a fazendo assentir e empinar mais a bunda em direção ao quadril dele, o sentindo mais. O empresário levou uma mão até a boceta intocável, salivando quando sentiu o quanto ela estava molhada.
"Tá toda pingando, gatinha. Tudo isso porque estou te fodendo como uma vagabunda..." Tomlinson quase rosnou de prazer ao mergulhar o dedo dentro da garota. Se afastou rapidamente e a virou de frente, encarando o rosto vermelho e borrado nos olhos de preto "Destruída. Amo ver você assim por minha causa."
Harry sorriu tímida, aceitando o beijo carinhoso que Louis deu a ela, suspirando mais calma por sentir aquilo. Era exatamente o que precisava. Agarrou seus bíceps quando sentiu dois dedos rodearem sua entrada e se afundar ali de uma vez, a fazendo pulsar e morder os lábios finos
"Acho que se eu continuar fodendo seu cuzinho assim, em breve consigo enfiar meu pulso aqui, gatinha..." Louis sussurrou, estocando os dedos enquanto encarava os olhos verdes "Me diz, você fez certo em ficar chamando minha atenção daquela forma?"
"Não. Não, senhor. Eu não deveria ter feito nada daquilo... Aah, Lou!" A garota tremeu quando a glande se juntou aos dedos, apenas parada ali, alargando o buraco apertado. Ela precisou respirar fundo antes de voltar a falar "Não vai acontecer de novo."
"Não, não vai." Louis concordou, se empurrando por inteiro para dentro da garota, arrancando um gemido alto dela. Livrou seus dedos do aperto, pegando um pequeno vibrador clitoriano e o segurando em cima da bocetinha inchada "É bem melhor quando você fica boazinha pra mim, uh?" O movimento de seus quadris agora eram mais calmos que antes, mas ainda assim, era forte todas as vezes que batia contra a bunda de Harry "Se você não tivesse se oferecido pro barman que tava lá, eu poderia até foder essa sua bocetinha gostosa. Até te deixar cheia da minha porra. Mas gatinha, como eu poderia fazer isso depois de você praticamente abrir suas pernas pra um estranho?"
Harry apertou os olhos, querendo gritar pela sensação que a atingia com força. Ela não havia recebido permissão para gozar, mas com os movimentos de Louis e a pressão do vibrador sobre seu clitóris estava a fazendo perder toda força. Passou a sussurrar algumas palavras desconexas por desespero, balançando a cabeça ao sentir os lábios do noivo se fecharem contra um dos seus mamilos.
"Saiu por aí oferecendo o que deveria me pertencer... Ou essa boceta não é minha mais?" Louis tornou a perguntar depois de soltar um mamilo, sorrindo pela certeza de que Harry estava chegando ao seu limite "O que foi, gatinha? Você quer gozar?"
"Lou... Porra " Harry gritou ao Louis aumentou a velocidade da vibração junto com estocadas "Minha bocetinha é sua, senhor... Tudo é seu. Marca minha bocetinha, eu não vou aguentar mais"
"Vamos brincar, gatinha..." O empresário gemeu, sentindo que estava próximo de gozar mais uma vez, pegando impulso para ir mais rápido na garota que gemia descontrolado. Tirou o vibrador dela, e afundou três dedos na bocetinha que lutou para aguentar, o barulho molhado se misturando com os gemidos manhosos quando passou a movimentar sua mão de acordo com as estocadas. Quando curvou os dedos no ponto certo, Harry arqueou as costas, olhando desesperada para Louis "Não vai gozar."
"Eu não vou aguentar" a mais nova chorou, não aguentando sentir tudo aquilo de uma vez "Senhor... Eu..." Harry gritou, sua boceta esguichando por todo lugar do sofá, a fazendo perder as forças e chorar mais por perceber que havia desobedecido Louis, que parou com os movimentos no mesmo instante e se afastou do corpo dela "Merda... Me perdoa, Lou. Eu não pude aguentar, por favor me perdoa"
Lágrimas grossas saíam do rosto cansado da garota, junto a soluços sentidos. Louis sorriu, arrancando a camisinha de seu pau ereto e depois se livrando das peças de roupas que ainda vestia.
"Que bagunça você fez, amor... Espero que esteja disposta a me fazer perdoar você mesmo, porque eu vou foder a sua boceta agora, e só vou parar quando ela estiver pingando com a minha porra." Louis murmurou excitado, olhando para a garota com fome e se afundando no canal apertado da boceta sensível "É assim que eu vou te desculpar, te enchendo de filhotinhos.
Harry gemeu completamente afetada com o que escutava. Mal teve tempo para se acostumar com a invasão e já sentia Louis arremeter com força contra si. Sentia tudo demais, não aguentando manter seus olhos abertos com a quantidade de prazer que lhe atingia.
Louis estava fora de controle, escutando os gemidos e soluços manhosos que a mais nova soltava. O aperto e a pressão em seu pau o fazia gemer rouco, quase o fazendo atingir seu ápice.
"Você é tão deliciosa... Vou te encher tanto de bebês, gatinha" O mais velho se aproximou do rosto de Harry, beijando seu lábios delicadamente e logo sendo retribuído "Estava com saudade de comer essa bocetinha apertada. Não importa quantas vezes eu te foda, você sempre me aperta pra caralho"
"Tão bom... Você vai cuidar de mim?"
Louis riu apaixonado, deixando um último beijo nos lábios macios. Conhecia bem a noiva e sabia que ela já estava quase entrando em uma outra dimensão por estar pedindo por cuidado.
Seus movimentos agora se tornavam erráticos e seus gemidos mais altos, deixando o ápice tomar conta e o fazer gozar bem fundo em Harry.
"Você me deixou quentinha aqui dentro" Harry murmurou se embaralhando um pouco mas palavras, esfregando a barriga de forma lenta "Me perdoou? Eu sou sua gatinha boa?"
"Oh sim, meu amor..." Louis falou ao sair com cuidado de dentro dela "Você é minha gatinha perfeita. E eu vou cuidar de você, sim? Vamos tomar um banho lá em cima e vou te deixar tirar um cochilo."
"Vou engravidar de você..." Harry riu, esticando os braços para que o noivo a pegasse no colo "Vários bebês na minha barriga"
Tomlinson riu mais uma vez, pegando a garota no colo e a levando para o andar de cima, não deixando de torcer para que aquilo fosse verdade. Saberiam em breve.
Onde Harry está grávida e a atração por seu obstetra é maior do que o esperado. Em uma consulta, tudo o que consegue imaginar é Louis, seu médico, a fodendo. E, a partir daí, seus desejos podem ser realizados.
Hpussy
Harry grávida
Louis médico
Um pouco de sadismo e humilhação
porn with plot
7 mil palavras
🍓🍓🍓🍓
Subestimar é um verbo que refere-se ao ato de não valorizar ou dar a devida estima para algo ou alguém por achar que esta possui um valor abaixo do que realmente apresenta. E, sem dúvidas, Harry deveria começar a subestimar as pessoas.
Era difícil estar em uma balança entre o bem e o mal, entre o verdadeiro e o falso, entre a realidade e uma utopia. Mas era tão mais difícil não ser amado, não ser valorizado. No quesito amor, até mesmo um breve sinóptico era o suficiente. Aliás, quem media amor? Quem realmente preferia a solidão ao mínimo?
Para Harry o ato de amar existia. Ela amava Brandon, ela idolatrava-o. Não importa se o noivo emanava perfume feminino misturado com gim ao que chegava em casa. Não importa se a caixa de bombom que recebeu no dia dos namorados veio com alguns chocolates faltando na forma de coração. Não importa, não importava e não importaria jamais que Brandon usava de sua boca durante a noite e logo depois ia dormir no quarto de hóspedes. Porque, apesar disso, o homem dizia que a amava, dizia que seriam uma família feliz, que o bebê no ventre de Harry era fruto de uma paixão, e nem mesmo se importava em Harry ter engordado alguns quilos, ou sobre como soava tão irritante sua carência nas vezes em que estara em casa.
Estava chovendo lá fora, os pingos brutos na janela alertavam que a tempestade ia e vinha. O pequeno limão dentro de sua barriga - apelidado carinhosamente por seu obstetra conforme o bebê crescia - não parava por um segundo. As trovoadas não ajudavam, fazendo-o se agitar a ponto da garota soltar gemidos incômodos.
Harry olhou para seu relógio, era pontualmente 16h da tarde, o que significava que seu noivo estara meia hora atrasado. Mas Styles entendia, ele era muito ocupado cuidando de seu restaurante. O único detalhe que não conseguia entender era porque não subestimava o poder do homem de perder quaisquer compromisso que fizesse parte da vida do bebê e, até mesmo, da vida de Harry.
"Aconteceu alguns imprevistos, não vou poder levar você na consulta hoje. Até mais tarde xx"
Previsível.
Em todos seus 23 anos jamais se sentira tão humilhada como agora, na época de sua gravidez. Perguntava vez ou outra se a culpa era do bebê, se aquela pequena coisinha de 16 semanas estava arruinando sua vida. No seu emprego todos elogiavam, na sua casa não era nem mesmo desejado. Brandon mesmo disse que transar com Harry beirava ao tédio, que toda aquela barriga, os enjoos, os desejos, tudo aquilo o fazia querer sair de casa.
Neste instante, acariciando sua barriga enquanto estara sentada no sofá, perguntava se alguém no mundo a fora o faria se sentir desejada, ao mesmo tempo que respondia-se que era impossível.
Trajando shorts curtos jeans, uma camisa preta do Linkin Park que marcava os mamilos enrijecidos, uma calcinha rendada por baixo e seus cabelos em uma cascata de cachos, estava frustrada. A gravidez a fez odiar qualquer roupa que não fosse confortável o suficiente, e todo o trabalho que tivera estara arruinado, porque quem receberia o presente não iria aparecer aquele dia nem mesmo para borrar um pouco do seu gloss.
Quando tomou coragem de sair de casa, chamou um Uber. O caminho fora deprimente, ainda mais quando o senhor que dirigia o carro perguntou onde estava o sortudo que era pai do seu bebê. Ela queria, genuinamente, chorar.
Para melhorar ainda mais seu dia, a rua que dava ao consultório estara interditada, fazendo com ele precisasse descer e caminhar na chuva forte pela calçadada. E então, destruir-se. Ótimo, agora seu obstetra a veria ainda mais destruída - não que o senhor Tomlinson fosse alguém não compressível.
— Senhorita Styles, você está bem? — Lucy, quem costumava recepcionar os pacientes no consultório, chegou perto de si. Ele estava no hall do prédio, pronto para subir.
— Não se preocupe, foi apenas uma chuva. — Sorriu docemente, pegando o elevador junto à ela, que trabalhava no consultório de seu destino. Os olhos esverdeados olhavam sorrateiramente para a recepcionista, rezando para que ela não fizesse mais perguntas, já que amava bater longos minutos de papo.
Com muita sorte, Lucy não falou mais. Assim que as portas metálicas se abriram, as duas saíram. Doutor Tomlinson tomava um pouco de café na recepção enquanto distraidamente mexia em seu celular. Havia um óculos na ponta de seu nariz, e uma tensão consideravelmente grande em sua tempôra, além dos lábios rosados entreabertos.
Ele não pareceu notar as duas, a não ser que tenha preferido ignorar a presença em seu consultório. Todavia, no momento em que guardou seu celular no bolso do jaleco, abriu um sorriso para Harry e Lucy, esta que andou para trás de seu balcão assim que o telefone da recepção começou a tocar um pouco escandalosamente.
— Harry, pensei que não viria mais hoje. — Tomlinson a ofereceu aquele sorriso. Não simplesmente um sorriso, mas a porra do sorriso que a fazia esquecer da aliança em seu dedo.
— A chuva fez com que eu me atrasasse. — Aproximou-se timidamente, podendo sentir as gotículas gélidas escorrerem por suas costas, lembrando-se da chuva que havia tomado.
— Ah, claro! — Pareceu se martirizar por algo. — Como pude não oferecer uma toalha? — Perguntou retoricamente. — Vamos, preciso cuidar de você e do limão. — Sorriu, deixando-a passar meio sorridente em sua frente, enquanto sentia a mão deliciosamente quente e confortável se apoiar no fim de suas costas.
O médico encostou a porta, mas avisando à Lucy sobre a consulta. Ele foi rápido e preocupado em pegar uma toalha, oferecendo-a ao outro, que apenas agradeceu e entendeu que deveria ir se trocar.
Já era uma rotina estar ali e saber o que fazer. Harry entrava no banheiro do consultório, trocava sua roupa para a descartável e saía, deitava na maca e tinha alguns toques que precisava se controlar para não pedir mais. Louis costumava a elogiar para distrair, pensando inocentemente que a expressão distorcida no rosto alheio era desconforto. Na última vez ele disse sobre seus peitos, respeitosamente.
"Está passando a pomada que eu receitei para seus mamilos? Eles já estão bem mais macios." foi essa pergunta junto ao toque no biquinho enrijecido que fez Harry soltar a primeira gota de leite e, secretamente, sentiu-se molhar em sua intimidade.
Ela não aceitava ser culpada daquilo. Estava cheia de hormônios, sem conseguir gozar desde a descoberta da gravidez e, para piorar, Louis Tomlinson era uma perdição com seus toques, seus olhares e suas perguntas que variavam de "Você se alimentou hoje?" até "Me disse na última consulta que não está conseguindo chegar a um orgasmo, já tentou se tocar sozinha?". Harry sabia que era tudo parte do profissinal, ela não era burra, mas era uma grávida com necessidades que seu noivo não cumpria.
— Caso queira esperar suas roupas de secarem, posso mandar para a lavanderia aqui perto. — Harry abriu os olhos, vendo que Louis ajeitava a luva descartável em suas mãos.
— Sem preocupações, Doutor, vou sair daqui direto para casa.
— É claro que eu me preocupo. Já tivemos muitas preocupações durante a gravidez, não podemos ter mais. — Styles assentiu, sem querer voltar no assunto.
O caso das rotinas quase semanais tinham motivo: os riscos que apresentavam. A garota e seu bebê já haviam passado por sangramentos, resultados falsos, a espera duas vezes de exames que detectariam doenças ou anomalias, e claro, a própria rotina de Harry contra a ansiedade e seu estresse interminável com Brandon.
— Vou agendar uma transvaginal de novo para a próxima semana, okay? Só por precaução. — O doutor se sentou no banquinho, abrindo as pernas de Harry, que já estara deitada. Apoiou seus pés nos suportes da maca e levantou um pouco a roupa. — Você tem feito exercícios?
— Às vezes... A barriga está muito incomoda para a hidroginástica e o pilates. — Mordeu seu lábio inferior, sentindo os dedos de Tomlinson na entradinha de sua intimidade.
— Isso é preguiça, Harry. — Chamou sua atenção. Ele levantou o corpo para que pudesse olha-la, sorrindo. — Você está muito bonita hoje, querida. — Talvez ele disesse aquilo pelo desabafo de Harry algumas semanas atrás, alegando que sentia-se horrível. Mas lá no fundo ela desejava que ele achasse mesmo. — Como tem ido com Brandon?
— Um desastre, sinto que é mais fácil ele fazer outro filho em mim durante a gravidez do que me fazer go- —Sua fala fora interrompida com um gemido baixinho, Louis a distraia enquanto inseria o espéculo dentro dela, abrindo-o dentro de si e afastando as paredes internas da bucetinha apertada.
Ele foi rápido em fazer o exame, coletou o material de seu útero com o cotonete e guardou para mandar ao laboratório. No entanto, quando estava prestes a tirar o espéculo de Harry, as pernas se fecharam, fazendo com que ele entrassem ainda mais dentro dela, vindo junto a um gemido alto enquanto suas mãos apertavam a maca.
Louis estava sem reação, receoso e com medo dela ter se machucado, enquanto pensava se era aquilo que Styles queria. Quando olhou em seu rosto, ela estava se olhos fechados, os lábios entreabertos e suas bochechas vermelhas como pimentões. O material da roupa descartável deixava amostra como os mamilos estavam tão duros, se esfregando lentamente contra o plástico.
— D-desculpa. — Foi a única palavra que saiu dos lábios de Harry. Estava tão fodidamente envergonhada.
— Preciso tirar antes que você se machuque, querida. — Tentou afastar as pernas, mas a mulher mantinha firme.
— Tá tão bom, doutor. — Murmurou, fazendo-o engolir a seco. — Me desculpa. — Manteve o tom de voz, abrindo as pernas e deixando-o terminar seu trabalho.
Louis estava calado porque não havia palavras, e o maldito constrangimento pela ereção que se formava na calça social era pior ainda. Quando voltou a se sentar no banco, pôde ver as gotas do pré-gozo escorrendo até seu cuzinho. Harry estava insano, fazendo o obstetra se questionar do porquê Brandon não fazia seu trabalho certo tendo-a em casa.
O espéculo fora retirado com calma, já que estava ainda mais fundo. A bucetinha se contraia no nada, vermelha e molhada, tão irresistível que Louis precisou tocar. Dois dedos desceram pelos grandes lábios, subindo pelos pequenos lábios rosados. Tomlinson tinha pena de Harry quando o bebê passasse por ali, porque aparentava ser tão apertada.
Os dedos continuaram, agora, em seu clitóris inchado. Massageou, tocou e pressionou, focado em cada uma das reações das pernas de Harry. Ele apertava seus dedos com força, assim como contraia as coxas grossas excitado.
— Louis... - Gemeu imersa ao tesão, sentindo o látex da luva em seu interior, mas era tão pouco, era o começo de um maldito dedo que não a fodia. — Me chupa, eu sei que você quer me chupar. — Tudo o que a cabeça da cacheada conseguia imaginar era os lábios mamando em seu clitóris, a língua molhada entrando e saindo de si, ou a pontinha do nariz arrebitado se esfregando no seu pontinho enquanto era comido por aquela boca.
Tomlinson realmente queria enfiar seu rosto no meio daquelas pernas, mas ele não faria. Não faria ainda, na verdade.
— Nossa consulta acabou, senhorita Styles. Mas não saia daí, tenho dois presentes para você. — Ele se levantou, deixando um tapa pesado em sua buceta. Harry praticamente gritou, olhando para Louis finalmente, só para assentir ao seu comando.
Aquilo parecia ser uma brincadeira. A mulher estava fervendo de tesão e Louis havia sumido. Não que tivesse esperança que algo acontecesse. Seus presentes deveriam ser meias para o bebê como da última vez, ou talvez a polícia para o retirar de lá. Mas ao mesmo tempo que queria correr, ela queria respeitar Louis. Então, seu único movimento foi sentar, as pernas ainda abertas, deixando com que ele pudesse se esfregar na maca em busca de algum contato.
Sentia-se em um filme pornô por conta das circunstâncias. Sua xotinha era razoavelmente estimulada pela maca coberta com um papel que já estara completamente molhado. Seu quadril ia para frente e para trás com um pouco de dificuldade, enquanto uma mão segurava no apoio de pés e a outra se apoiava em sua barriga.
Ela cavalgaria em um pau se tivesse Louis ali, ela até mesmo ajoelharia só para receber seu gosto com a garantia de que seria fodida. Sua cabeça estara tombada para trás, deixando visível pequenas gotículas de suor descendo por seu pescoço. Gemia sem se importar com quem entraria por aquela porta, prestes a arrancar a roupa incômoda. A mão que antes estava na barriga, tocava seu seio, apertando forte até que o mamilo estivesse deixando o leite quentinho molhar seus dedos.
— Me come, Lou. Eu deixo você gozar dentro de mim. Deixo você acabar comigo. — Gemia quando ouviu a porta se abrir novamente. No entanto, quando abriu seus olhos, Lucy estava de queixo caído dentro da sala, e a figura de Louis chegou segundos depois atrás dela.
Harry não queria mais nada além da morte, a vergonha era muita para que ele pudesse lidar.
Tudo foi rápido, porque em um piscar de olhos a mulher já não estava mais lá e Louis ria em sua frente. Como ele podia fazer uma coisa dessa?
— Porra, bebê. Você estava gemendo tão alto que ela deve ter ficado preocupada. - Os olhos verdes estavam claramente assustados.
Queria gritar com Louis, bater em seu peito e falar que nunca mais voltaria a se consultar com ele. No entanto, o doutor havia vencido, porque agora Harry recebia um leve carinho em seu rosto, enquanto era trazido para mais perto do corpo de Tomlinson, ficando sentadinha na maca e tendo o outro entre suas pernas.
— Abre as pernas, tenho que verificar se a minha bucetinha está bem. — A cacheada pôde sentir a pele quente de Louid, já que agora não usava mais a luva. A massagem de seus dedos era tão superior a se esfregar em qualquer outra coisa. Porque nada poderia segurar seu cabelo firmemente enquanto beija seu pescoço como Louis estava fazendo.
Ele arrastou a boca por seu maxilar, sentindo os dedos com as unhas pintadas segurando em seu braço. Os lábios fininhos capturaram o inferior de Harry, chupando enquanto trazia-a para um beijo quente. Ainda a masturbava lentamente, ficando com os dedos ainda mais molhados quando deferiu dois tapinhas seguidos em seu clitóris, guardando a xotinha em sua mão conforme a deixava em forma de concha sob ela.
— É tão bom, seus dedos são tão bons... — Gemeu contra Louis, começando a rebolar nos dedos de forma desesperada. — Eu quero gozar assim — Murmurou, fechando as pálpebras trêmulas.
— Você está tão desolada, não é, putinha? — Riu, vendo-a assentir. — Tão desesperada que não se importa de ser chamada de puta. Você é uma vergonha. Sujando toda a minha sala. — O que Harry não esperava era que receberia um tapa tão forte em seu rosto que engoliria um choro que estava prestes a sair.
— Não faz isso. — Choramingou, acariciando seu rosto avermelhado.
— E por quê eu não faria? Me diz. — Cravou as unhas em seu maxilar, não parando os movimentos, até que sentisse ela pulsar em seus dedos. — Eu deveria encher você até engravidar de novo, sabia? Porque é só pra isso que você serve, cadela. — Sorriu sádico em seu rosto, parando os movimentos e se afastando. — Não fecha a porra dessa perna.
A cacheada estava com seu coração acelerado, e Louis já deveria ter notado que nada do que ele fizesse diminuiria o tesão dela, muito pelo contrário. Ela tremia, literalmente. Não sabia se era porque estava perto do seu limite, porque queria mais ou de tanta vergonha misturada com excitação. Iria enlouquecer antes de sair dali. E, para piorar a sua situação e melhorar a de Louis, seus peitos vazavam como nunca. Eram tantos estímulos que não conseguia se controlar.
Desesperada, desamarrou a roupa, tirou e amassou, cobrindo apenas seus seios para conter o leite que sujava a pele. Quando Louis voltou em alguns segundos, ela o olhava com os olhos marejados. Suas pernas abriram ainda mais e o doutor tinha uma caixa de presente em suas mãos. Ela era completamente preta com alguns detalhes em dourado, os olhos azuis a incentivavam a abrir a caixa, fazendo-a levar uma mão até o fecho e abrir.
Sua mente ficou genuinamente confusa. Havia ali uma corrente, tal que Styles não fazia ideia para o que servia, e na outra partitura havia um vibrador. Era o vibrador, na verdade. Rosa, com três partes. Esse, Harry conhecia. O vibrador em formato de pênis no meio, um vibrador ondulado grande e fino para seu cuzinho de um lado e um estimulador de clitóris do outro. Louis não queria apenas o dar prazer, queria que ele fizesse se sentir bem outra vez e, principalmente, consigo mesmo.
— Eu estava guardando há um tempo e tentando ganhar coragem para presentear você. — Beijou sua bochecha com um selar úmido.
— Não acredito, Lou... Obrigada. — Sussurrou risonho, negando com a cabeça. — O que é isso? — Apontou para a corrente, fazendo Tomlinson pressionar seus próprios lábios e deixar a caixa ao lado da mulher, pegando as correntes.
— Feche os olhos e me deixe ver seus peitos, bebê. — Afastou a roupa amassada dos seios fartos. Estavam ainda mais gostosos por conta da gravidez, empinados e com seus biquinhos vazando gotinhas esbranquiçadas.
Styles estava de olhos fechados quando sentiu o primeiro beliscão. Mas, diferente de beliscos dados com dedos, era gelado e dolorido, amassava o mamilo sensível, fazendo uma lágrima escapar de seus olhos. A segunda dor
veio ainda maior em seu outro mamilo, as mãos fracas marcando os braços de Louis por cima do jaleco.
— Uma palavra, bebê.
— Morango. — Previsível para quem tinha uma tatuagem de morango em uma nádega.
Uma corrente gelada passava por sua barriga, a mão de Louis escorregou até a xotinha, abrindo e prendendo seu clitóris. Dessa vez, Harry gritou. Não soou como um gemido ou um resmungo, era um grito em alto e bom som, acompanhado do orgasmo que a fez se contorcer e se jogar não braços do doutor, ofegantemente.
— Dói... — Choramingou, se agarrando ao corpo e chorando quando os mamilos estavam contra o peitoral de Louis. Este, por outro lado, acariciava suas costas lentamente, sentindo apenas a respiração contra sua pele e as lágrimas quentes. — Dói muito.
— Vai passar, bebê. Você até mesmo gozou, não foi? Eu estou tão orgulhoso do meu bichinho. - Beijou seu pescoço.
— Está mesmo?
— Muito. Como não estaria?
Afastou Harry apenas para selar seus lábios, sorrindo quando a olhou de baixo a cima. Um beijo carinhoso fora deixado em sua testa, com Louis arrumando os cachos bagunçados.
— Vá se vestir, uh? — Arrastou a pontinha de seus narizes. — Preciso atender outra paciente. Mas não tire os prendedores, seja boazinha. — Harry assentiu, se arrastando na mão de Louis como uma gatinha carente.
A cacheada respeitou a vontade de Louis. Ela vestiu sua roupa, olhou-se orgulhosa no espelho e saiu do banheiro, vendo o outro limpar sua bagunça. Sem dizer nada com a boca mas muito com o olhar, deixou um beijo na bochecha do homem, pegou a caixa do presente e saiu, sendo impedido de correr por conta das correntes. Aliás, elas ligavam seus seios ao seu clitóris, fazendo qualquer movimento ser demais.
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Já era noite quando Brandon chegou em casa. Parecia estar puto como sempre, reclamado de um lado para outro e falando para Harry que a marca roxa em seu maxilar era porque havia batido o rosto em uma parede por acidente.
Harry não ligava, na verdade. Ele estava radiante e o pequeno limão parecia compreender aquela felicidade. Styles não poderia estar mais feliz enquanto tomava uma taça de suco de uva para enganar seu cérebro. Fazia a janta com o maior prazer — nos dois sentidos —, servia os pratos na mesa e terminava de cortar a salada quando sentiu o noivo afastar os fios achocolatados de sua nuca e beijar com calma.
— Está tão animada hoje, tenho algum crédito por ontem? — Harry riu.
— Claro, amor. Claro que você tem.
Ele jamais teria crédito. Mas alimentar o ego de um homem egoísta era bom, ainda mais quando estava o enganando. Harry detestava a ideia de trair, acabando por ser apegar a outro detalhe: você não pode trair o que nunca foi seu.
— Mas hoje não vai rolar, okay? — Suspirou com desgosto ao sentir as mãos apertarem sua cintura, fazendo o robe de seda subir. — Ainda estou muito dolorida por ontem. O doutor disse que é bom dar um tempo de sexo também. Por conta do bebê, entende, meu amor? — Virou-se para ele, beijando sua bochecha e sorrindo inocentemente.
Em partes a cacheada não estava mentindo, ela realmente encontrava-se dolorida. Entretanto o motivo era que ainda estava tão apertada pelos prendedores. O banho havia sido uma tortura, em uma ponte da dor para o prazer sempre que precisava lavar sua intimidade, ou quando a água gelada caía com pressão em seus seios extremamente sensíveis. Não queria provocar Louis, mas depois do banho tudo o que pôde fazer fora o mandar uma foto enquanto roçava a buceta no porcelanato da banheira.
A parte ruim disso foi quando recebeu uma ordem de que não deveria nem mesmo ousar pensar em gozar.
Ela cumpriu.
E, mesmo que não aguentasse mais tanta pressão em pontos tão sensíveis, ela continuou. Durante o jantar, encontrava-se incomodada com os apertos vez ou outra, ousando gemer baixinho mas justificar que o bebê estava se mexendo. Não que seu noivo se importasse, estando muito focado entre dividir sua atenção na comida e no celular.
Quando notou que não teria nada além de uma janta, Brandon deixou seu prato na pia e subiu, ao menos desejando uma boa noite de sono à noiva.
Schopenhauer foi um homem inteligente. Ele acreditava que a vida era uma oscilação de tédio e sofrimento, que a felicidade existente era momentânea. Costumava citar que o homem mais feliz era aquele que buscava pela solidão e que o amor era terrível, dilacerante, mas fundamental.
Tudo o que passava na cabeça de Harry enquanto se acomodava em seus lençóis recém lavados era que, por muito tempo, acreditou que Schopenhauer fosse pessimista além do limite, que sua filosofia não era nada mais que uma utopia de sua cabeça. Era a realidade dele, a vontade dele, o mundo idealizado na cabeça dele.
Mas, talvez, quem passou tempos vivendo em outra realidade era Harry. Schopenhauer nunca esteve errado.
Os fragmentos de felicidade da cacheada estavam existindo e eram momentâneos, enquanto o amor terrível e fundamental era resumido em seu relacionamento. As pessoas estão e sempre estarão destinadas a ganhar parcelas de ápices de alegria, mas nunca uma vida inteiramente feliz. Aliás, qual seria a graça de viver sem sangrar?
E, por mais solitário que soasse, Harry e seu pequeno limão estavam em busca daquilo. A solidão soa melhor quando a única outra opção é desagradável.
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A semana foi uma completa tortura, mas todo dia cansativo era recompensado durante a noite. Harry ligava para Louis e eles conversavam durante um tempo antes que fosse impossível aguentar a excitação que cada suspiro de Tomlinson trazia ao seu corpo. Então, com ambas as partes já sabendo o quão previsível eram, Harry usava o dildo que fora presenteado.
A sensação de ser preenchido ao mesmo tempo enquanto tinha o pontinho doce estimulado era, sem dúvidas, incrível. A mistura dos prazeres não conseguiam ser contidos, ainda mais quando Louis sussurrava do outro lado da linha, não deixando de foder sua mão tão rapidamente. Os dois sempre chegavam juntos, ou com a cacheada explodindo em um orgasmo e pingando até o último segundo do prazer do outro.
Eles precisavam se encontrar, isso era óbvio. Mas haviam tantos empecilhos. Como, por exemplo, Louis trabalhar o dia todo, ou como Harry estava participando da semana de organização para a comemoração do dia das mães com seu grupo de apoio. Já era sexta e em apenas dois dias se comemoraria o dia das mães. Seria seu primeiro dia carregando um bebê e sendo mamãe. No próximo ano poderia estar com o bebê em seu colo e receber oficialmente felicitações da comemoração. Ela estava ansiosa com isso.
Como tudo não era e nunca fora flores, havia também Brandon. Ele estava insuportável e aflorando tantos sentimentos ruins em Harry. Na noite de quarta ficou parado em sua porta enquanto via a garota se deleitar em seu prazer. Por sorte, não estava conversando com Louis, mas para seu azar, o noivo queria participar no lugar do dildo que vibrava dentro de si. Dizia que aquilo era inútil, assim como disse à Harry quando ele se recusou a transar com ele.
Era um caso complicado. Ninguém era Louis, muito menos Brandon. Aquilo ocasionava brigas e gritarias, estresse e o noivo pegando dias de folga para ficar de olho em Harry. Agora nem mesmo seu banheiro tinha trancas. Era como viver sufocado por aquele maldito homem enquanto sua liberdade era suprida toda madrugada por uma ligação secreta.
Naquele dia, em uma sexta-feira calorosa, Harry terminava de contar os conjuntos de mesa e cadeiras dentro do salão da instituição que usavam para as reuniões em grupo. Já estava prestes a escurecer, algumas meninas ainda estavam por ali, algumas com seus 8 meses de gravidez e outras com apenas poucas semanas.
Quando finalmente acabou, pegou sua bolsa e foi para a rua chamar um táxi. Estava cansada, mas ainda era cedo. Se saísse naquele exato momento, ainda poderia enrolar Brandon. Então, sem se importar, chamou pelo carro de taxista que passava e mudou seu trajeto, indo para o outro lado da cidade.
Precisava ver Louis, mesmo que sua consulta tivesse sido adiada para segunda-feira por conta da agenda cheia e a confusão de Lucy com os horários. Harry se perguntava às vezes se todas aquelas mulheres iam atrás da melhor consulta da cidade ou atrás dos toques deliciosos do médico.
Mesmo não confessando, Styles era um tanto possessivo. Não seria muito diferente com Tomlinson, já que as perguntas em sua cabeça se resumiam a: Louis fazia ligação com todas? Dava presente para todas? Dizia como queria se lambuzar do melzinho de todas? Ou as palavras eram apenas para si?
Nem mesmo sabia se Tomlinson era comprometido, apesar de qualquer tipo de anel ou aliança se ausentar em seus dedos.
Se fosse um amante, pelo menos todas às vezes que gritou quando sem querer puxava a corrente dos prendedores quando estava absorto ao prazer da voz de Louis, teriam valido a pena. Ou todas as vezes em que sua mente fetichizava o doutor em sua sala fodendo sua buceta com instrumentos enquanto comia seu cuzinho com o pau grosso e quente.
Era, definitivamente, um fetiche de sua imaginação ter o seu médico trabalhando consigo daquela forma. Faria até mesmo consulta todos os dias.
Como agora, descendo do táxi após o deixar com o troco, subindo o elevador do prédio vazio e parando no consultório que conhecia muito bem. Assim como no hall do prédio, ali também não havia ninguém, mas as luzes estavam acesas. O computador estava desligado e o telefone fora do gancho, o que significava a ausência de Lucy.
Harry foi sedenta para a sala do homem, entrando e vendo que estava vazia. Louis teria que estar ali. E caso não estivesse, obrigaria Harry a implorar até que ele voltasse. Mas do que vale súplicas quando se tem fotos dos seus peitos?
A garota se livrou de suas poucas roupas, soltou seus cachos e se deitou na maca macia. Suas pernas estavam abertas o suficiente, os biquinhos dos peitos sendo acariciados com a ponta de seus dedos, fazendo a xotinha piscar. Poderia ficar nisso a vida toda, apenas esperando pelo seu homem chegar. Os peitinhos estavam tão empinados, mas pareciam tão judiados pelo uso recorrente dos prendedores. E, depois que passou a usá-los, seu clitóris estava sempre durinho, fazendo com que fosse uma tortura andar de calcinha ou shorts mais apertados, uma vez que ele insistia em se arrastar no pano a cada passo dela.
Ser gostosa, grávida e com tesão não cabiam na mesma pessoa.
— Certo, querida. Papai fala com você mais tarde. — Louis chegava perto, concentrado em suas palavras e em olhar para baixo, até que encontrou com os olhos o vestido florido jogado em seu chão. — Tchau, amor. — Suspirou pesado, desligando o celular e deixando-o em sua mesa.
Estava vidrado naquela cena. Tudo o que conseguia pensar em seu dia era Harry, Harry e Harry. Agora, ele estava ali. Sem muitas mudanças, mas sempre mais gostosa.
— "Papai"? — Questionou, soltando uma risadinha. — Pensei que apenas eu o chamasse assim. — Mordiscou o lábio inferior ao vê-lo se aproximar. — Diga a sua fi-
— Cala a boca. — Mandou, desferindo um tapa forte em sua coxa. — Vou dizer a minha filha para jamais ser uma vadia suja como você que tem a coragem de me esperar toda abertinha. — Subiu a mão por onde ganhava cor pelo tapa, apertando quando seu polegar encostou na virilha alheia. — Não conseguiu mesmo se segurar até segunda. — Riu, negando com a cabeça.
Como era possível estar a tão poucos segundos com Louis e já estar prestes a estourar em prazer?
Tudo o que conseguiu captar foi o cinto sendo arrancado rápido da calça, assim como o botão abrindo e o zíper descendo. Engoliu a seco, olhando nos olhos azuis completamente desconcertada.
— Ajoelha, que merda você tá esperando? — Falou tão rudemente que estremeceu o corpo. Mas Harry estava estática.
Tomlinson parecia tão determinado a acabar com ela quando agarrou seus fios e puxou de forma forte, até que tivesse o corpo fora da maca, encarando em seu rosto.
— Não me venha com a desculpinha que não aguenta ajoelhar. Ou eu vou precisar te mostrar todos os vídeos que eu tenho? — Ela negou com a cabeça, quase derretida. — Você adora esfregar essa sua bucetinha, o seu cheiro deve estar pela casa toda. No banheiro, no travesseiro, até no braço da cadeira. — Harry tentou ser forte, mas um gemido baixinho saiu antes que pudesse perceber.
— Eu quero que meu cheiro fique em você. — Sussurrou, beijando seu maxilar e se ajoelhando.
Se Louis fosse uma religião, Harry seria o maior devoto. Mas, apesar de não ser um Deus, Harry sempre seria regido por ele, para sempre seria fanático por sua figura.
As unhas pintas de vermelho, propositalmente, arranhavam a v-line lisinha conforme Louis se livrava de sua camisa e a boxer era a abaixada pela garota. Ela beijava a pele até que o cacete estivesse batendo em seu rosto, fechando brevemente os olhos. Arrastou a bochecha no comprimento, prestes a ronronar, lambendo sua glande com lambidas de gatinho, sentindo seu couro cabeludo arder com os dedos puxando brutalmente. Mas não reclamou.
Ela engoliu tudo de uma vez, engasgando no pau e saindo de pressa para tossir. Não teve tempo para olhar para Louis, sentindo o sapato social chutar sua intimidade, fazendo-a morder tão forte seu lábio que o gosto metálico fora sentido.
— Se você fizer isso de novo eu vou te chutar até que a porra dessa buceta esteja em carne viva e arrombada com o meu sapato. — Puxou com impacto sua cabeça para trás. — Ouviu?
— Sim, senhor. — Persistiu olhando em seus olhos, voltando a chupar o pau como um pirulito gostoso. Sua mão bombeava e sua boca engolia cada centímetro, fazendo a garganta se apertar nas veias pulsantes. Os olhos verdes rolavam em prazer e ao mesmo tempo uma dor suportavelmente deliciosa, fazendo-a pingar.
A cacheada se contraia no nada, começando a rebolar devagar no sapato impecável. Louis deixava chutinhos prazerosos em seu clitóris, começando a foder sua boca sem pena.
Cada vez que a glande batia na garganta da mulher, sua buceta se contraia e soltava mais do melzinho. Ela não suportava mais o ar em seus pulmões, eles queimavam como o inferno, assim como todo seu corpo e as coxas de Louis que eram maltratadas pelas unhas curtas.
— Maltrata meu pontinho! — Gritou manhosamente, estava tão perto. Chupava só a glande, seus dentes raspando com cuidando em seu falo. Louis continuava gemendo em deleite, maltratando sua intimidade com a ponta no sapato e segurando seu cabelo, mesmo que perdesse o controle.
Os lábios gordinhos mamaram nas bolas inchadas, uma por uma, até que as duas coubessem em sua boca e fossem molhadas por sua saliva. Lambeu entre elas e esfregou a língua sob a pele, deixando-a se arrastar por todo o pau até a glande. Mais uma chupada e Louis se afastou, com Harry cavalgando em seu sapato encharcado. Seu rosto se contorcia tão bem, prestes a gozar.
Os jatos de porra foram deixados no rosto angelical, e o sapato fora tirado de perto dela, fazendo-a cair de quatro pela pressão e formigamento em sua grutinha. A porra se misturava com as lágrimas que deixavam sei rosto, as duas quentes e escorrendo pela pele branquinha. Ele soluçava, uma agonia em seu peito e em seu ventre. Sua agitação fez o bebê se agitar também.
— Não é justo! — Gritou chorosamente, olhando com raiva para Louis. Ele tirava seus sapatos e a calça com a boxer.
— Para ser ingrata, vagabunda. — Pisou nos dedos de sua mão, vendo o choro aumentar. — Uma coisinha chorona e egoista. Eu deveria ter enchido essa boca de porra pra você ficar quieta. — Harry engolia o choro, as pálpebras trêmulas e a mão dolorida depois que Louis pisou.
Foi quando Styles abaixou a cabeça para continuar o patético choro que a mão firme segurou em sua nuca, puxando-a para cima e tendo as costas alheia contra seu peito.
— Não chora, princesa.
— Eu não tô chorando, Lou. — Se esfregou contra ele. — Eu tô sorrindo, não vê? — Sorriu grande, com as covinhas aparentes. Seus olhos ainda estavam vermelhos pelo choro, assim como as bochechas.
Louis puxou um lenço de papel, limpando o rostinho com calma, tendo alguma beijinhos desferidos no pescoço alheio. Sua outra mão acariciava a barriga, acariciando com amor e sentindo o bebê se mexer com calma.
Quando acabou de limpar, beijou os lábios maltratados, chupando-os e beijando lentamente, provando do seu gosto, vez ou outra os narizes de arrastando e as línguas se encontrando em sicronia. A língua quente de Louis passou por um vestígio de sua porra na bochecha corada, levando até a cacheada para que experimentasse.
— Me diga onde está doendo, eu vou sarar pra você. — Selou uma última vez seus lábios, suas mãos subindo de sua barriga até os seios inchados, estimulando os biquinhos duros.
— Minha bucetinha dói, Lou. — Tomlinson soltou um risinho, apertando mais seus peitos até ouvir seu gemido. As mãos foram até seus ombros, desceram por seus cotovelos e até duas mãos, apoiando as mesmas na maca.
Havia um problema com Louis. Ele não queria beijar e ter superficialmente o gosto de Harry em seus lábios. Ele queria prova-la, lamber seu corpo, morder seu corpo, comer a cacheada com a boca, cada pedacinho daquele corpo
Por isso, os lábios e a língua chuparam a nuca levemente úmida pelo suor, correu em sua espinha dorsal até seu cóccix e até suas nádegas.
Ele ainda estava ali, o pequeno morango desenhado em linhas pretas e finas, com suas sementes desenhadas, o cabinho da folha e seu formato comum. A tatuagem não era pintada, e isso fazia toda a diferença.
Sua boca chupou a "fruta", seu gosto era ainda melhor. Cheirava e tinha o sabor de Harry. Sabor de um leve hidratante de baunilha com a pele quente de sua nádega. Harry se empinou mais para ele, quase esfregando em seu rosto a bunda durinha.
Louis desferiu um tapa no morango, seguido de outro e mais outro, vendo as coxas se contrairem, os gemidos manhosos serem praticamente gritados e suas pernas se abrirem mais, deixando o cuzinho a vista enquanto a grutinha pingava.
Era como se tivessem injetado adrenalina nas veias de Harry. Ou, se fosse um animal, poderia ser facilmente considerado como um maldito cio.
A fruta tatuada estava vermelha, ganhando a cor forte nos próximos tapas desferidos, onde a língua de Louis era uma barreira dentro da boca da cacheada, impedindo-a de gritar mais. Ela não parava, nem mesmo com as unhas cravadas na pele ou quando a boca do doutor foi substituída por dois dedos fundos em sua garganta.
Os dedos foram usados para saciar a vontade de tocar Harry, sem cerimônias estando dentro dele, enquanto sua língua estava concentrada em lamber sua entradinha. Os dois buracos eram estimulados, fazendo Harry segurar nos fios do doutor desajeitadamente e o afundar mais.
— MAIS! — Gritava desesperada. — Mais forte, me come mais forte. — Rebolava nos dedos, ganhando um a mais. Harry praticamente quicava nos três dedos, apertando seus próprios na cama até que estivessem pálidos.
Louis descobriu que a mulher era, realmente, insaciável.
Ela gozou tão fortemente em seus dedos que os expulsou da xotinha. Mas não parava de se contrair, pulsando como se seus batimentos cardíacos estivessem controlando sua intimidade.
Quando Harry virou o pescoço, ofegante, seu rosto estava completamente vermelho, sua testa com um pouco de suor, suas pupilas dilatadas e os lábios entreabertos. Uma verdadeira bagunça deliciosa pra caralho. E bom, Louis não estava diferente. Com saliva escorrendo por sua boca, as bochechas vermelhas, o cabelo bagunçado e um sorriso nos lábios com sabor de Harry Styles.
A cacheada se virou, descendo as mãos pelo peitoral nu do mais velho, até estar bombeando seu pau enquanto saboreava sua boca, sendo tão bem agarrada pelas mãos em sua bunda. Era impossível não sorrir durante o beijo, e impossível não brincar com a glande em seu corpo, deixando-o com vestígios molhados.
Os braços se entrelaçaram no pescoço de Louis, que entendeu o recado quando uma coxa passou pela cintura alheia. O homem fez questão de pega-la no colo, mesmo com um pouco de dificuldade. Harry só precisava se sentir amada, se sentir desejada, sentir que o peso não era um empecilho, que sua barriga não dificultava as coisas, assim como seu desejo de estar nos braços de alguém não deveria ser tão difícil.
Tomlinson beijava seu pescoço, encaixando a glande e entrando de uma vez só, sentindo o gemido mudo que fora deixado em seu ouvido. A bunda de Harry fora parcialmente encostada na maca, apenas para que pudesse ser comido ainda melhor. Louis metia fundo, acariciando sua cintura e apertando um de seus seios, vendo-a delirar de prazer.
— Você é tão gostosa, bebê. Porra, eu poderia te comer a vida toda. — Louis disse roucamente, encantado com aquela beleza e com a excitação fora do normal que haviam criado naquela bolha.
O mais velho apertou sua coxa, acariciando a parte interna enquanto afastava as pernas para que a bucetinha ficasse ainda mais aberta. As bolas eram pesadas batendo em sua bunda, e seu interior era surrado tão bem.
Os braços de Louis não continham apenas as tatuagens, sendo marcados com os cortes dos arranhões que as unhas vermelhas faziam. Ele metia e era retribuído com marca dos seus dedos e gemidos altos, até mesmo com suas pernas tentando abrir mais do que o possível.
— Faz mais bebês em mim, Lou! — Sentiu seus fios serem puxados até que estivessem cara a cara, sendo separados apenas pelo caralho que saía e metia com tudo outra vez. Descendo os olhos para a visão perfeita de seu pau entrando e saindo dela, tudo o que podia notar era a vermelhidão e a bagunça de gozo que Harry fazia. — Eu quero seus bebês, porra! Eu quero todos eles dentro de mim.
E ela veio, chorando fortemente e com sua buceta pingando, melando completamente o pau de Louis que continuou até ir fundo e enche-la com a sua porra, respirando ofegante contra seu rosto, sem ponderar em beijar os lábios.
— Gozou bem fundo, amor? — Soltou uma risadinha, ajeitando a franja de Louis, deixando beijinhos em seu rosto.
— Uhum. Se conseguissemos fazer um bebê durante outra gestação, você já estaria grávida, bebê. — Beijou a pontinha do seu nariz.
— Então não sai de dentro de mim, fica mais um pouco. — Bocejou. — Eu estou cansada. — Se aconchegou no corpo, abraçando.
— Estou aqui, moranguinho.
Suas próximas lembranças foram um completo apagão. Apenas Louis deitando atrás de si e ainda dentro dela, se mexendo devagar enquanto metia com calma, mais alguns beijos em seu corpo e um leve acariciar em sua barriga.
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O som alto do toque de celular praticamente berrava dentro do quarto, ecoando na cabeça cacheada como um megafone em seu ouvido. Aquela ligação interrompia seu momento de paz, após uma noite tão agitada e estressante.
Estressante porquê a gravidez deixava tudo mais intenso, também porque a cota de aguentar Brandon já havia sido estourada. Agitada porque, após a saída do homem pela porta, ela ligou seu som alto enquanto dançava pela casa e mandava mensagens convidando Louis para a festividade que aconteceria no parque no outro dia.
Mas tudo parecia tão mais leve. O noivo era ex-noivo, sentia-se liberto. Suas roupas encontravam-se na porta de casa. A casa de Harry, afinal. Seus pais haviam a deixado morar lá com o noivo depois que se mudaram para os Estados Unidos.
Foi uma briga intensa. Carregada com gritos do homem e alguns pratos quebrados pela garota, além do vaso de plantas que atingiu a testa de Brandon. Mas, no final, ele aceitou o término do noivado dizendo que não queria que Harry o procurasse, muito menos o "verme" em sua barriga.
Styles faria isso com prazer. Nem ela e nem o pequeno limão mereciam passar por isso. E, como uma mãe protetora, ela mandou Brandon se foder, dizendo que o bebê não era dele. A raiva do homem aumentou, esmurrando a porta que tinha sido fechada em sua cara após a notícia — mesmo que falsa.
— Oi, mamãe. — Harry pegou seu celular na cama, atendendo a mãe que ligava sem parar. Anne era um pouco insistente. — Feliz dia das mães!
Enquanto esperava Anne descobrir onde ficava o viva-voz, Harry desenrolava a toalha de seu cabelo, passando pelas gotículas do torso nu. Andava com liberdade em sua casa, se ajeitando para logo sair e se encontrar com Louis.
— Feliz dia das mamães, boneca! — Ouviu os pais gritarem no celular, fazendo-a rir.
— Obrigada papai, obrigada mamãe. Eu estou bem feliz com isso. — Falou genuinamente risonha, penteando se eu cabelo em frente ao espelho.
— Estamos muito felizes também, filha. Como estão as coisas por aí?
A cacheada explicou a noite anterior, recebendo total apoio de seus pais. No entanto, assim que seu pai saiu, a mãe questionou se havia outro alguém, fazendo-a negar até o último segundo, mesmo com um sorriso em seu rosto.
Bom, é o que é. Mas Anne não precisava saber ainda.
Quando desligou a chamada, vestiu-se. Usando um vestido vermelho apertado que marcava sua barriga, tênis confortáveis e brancos, um sobretudo cinza por conta do dia um pouco frio. Louis iria adorar, assim como ele.
Vermelho era a cor dos dois.
Isso poderia ser comprovado quando, assim que o carro estacionou em frente a sua casa, Louis saiu segurando tulipas vermelhas e uma blusa da mesma cor, com um sorriso tão grande que fora possível sentir durante o selar de seus lábios, sujando os finos com o gloss que usava.
— Meus dois bebês estão bem? — Beijou sua bochecha, indo até o outro lado para abrir a porta do passageiro.
— Melhores do que nunca. — Sorria bobo. — Ela está aí? — Questionou tenso.
— Está esperando por você e pelo limão. — Permitiu que Harry entrasse no carro. No banco de trás, estava a garotinha de apenas 4 anos. Ela sorria grande para Harry, segurando uma caixinha de presente.
— Feliz dia das mães, Harry! — A menina de olhinhos azuis gritou, entregando o presente para a mulher. Harry olhou encantada, virando-se para Louis com os olhos molhados.
— Feliz dia das mães, bebê. — Selou a pontinha de seu nariz.
Seria, definitivamente, o começo de uma nova vida.
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Espero que tenham gostado ♥️🎀 mandem mais sugestões na ask! Perdão por qualquer erro.
– Harry será tratado no feminino na maior parte do tempo
– Palavras como florzinha, bucetinha, xota, xoxotinha, caralho, melzinho, buraquinho, papai e outras, serão usadas
– Harry terá peitos também
⊱✦⊰
Era fim de semestre na faculdade e Harry estava um poço de cansaço e stress, tudo o que ele precisava no momento era uma boa foda para relaxar. Claro que haviam dezenas de caras atrás dele interessados no mesmo, mas ele queria alguém bastante específico.
Harry queria transar com Tomlinson há muito, muito tempo, desde o primeiro semestre da faculdade, para ser mais exato. Louis era um choque de duas situações geralmente opostas: o nerd e o atleta. O de olhos azuis era um dos melhores alunos daquele período, era extremamente inteligente e dedicado aos estudos, o que era incrível tendo em vista que ele estava no time de futebol e era excepcional no esporte, também. Ele não era o tipo super popular que saía pelo campus falando com todos, mas todos sabiam quem ele era. Louis não frequentava muito as festas universitárias mas estava sempre em pubs com os amigos e algumas vezes em boates. Como ele conciliava estudos, treinos e vida social – se saindo bem em todos – era quase um mistério. Harry o via como o pacote completo: corpo e cérebro. Ou, como suas amigas chamavam "nerd gostosinho".
O único problema para Harry era que Louis era um pouco introvertido. Geralmente, estava sempre com o mesmo grupo pequeno de amigos e raramente era visto com algum garoto ou garota. E não que isso fosse um defeito, mas o cacheado não sabia como fazer para se aproximar. Ela já até tinha cogitado se insinuar um pouco para o mais velho, mas, como não conhecia nada sobre Louis e nunca tinha percebido nenhum tipo de olhar ou investida dele, tinha receio de tentar algo e levar um corte brusco.
[...]
Eles estavam numa aula de Educação Nutricional quando a professora pediu para eles acompanharem o material didático enquanto ela apresentava os slides. Louis se deu conta de que tinha, sem querer, pegado o livro errado quando saiu do dormitório e agora estava sem a apostila que precisaria. Ele olhou ao redor e Harry estava na carteira ao lado. Tomlinson já o observava há bastante tempo, achava Styles muito atraente, mas acreditava não fazer o tipo do de cachos.
Um pouco envergonhado, Louis tocou no braço de Harry o chamando:
— Ei, Harry. – os olhos verdes o encararam surpresos. — Desculpa te atrapalhar, mas você se importa se eu acompanhar a explicação junto com você? Eu peguei o livro errado e não queria ir até o dormitório agora.
Harry ficou imediatamente com o rosto quente e corado, sorrindo e acenando positivamente.
— Claro, Louis. Senta aqui.
Louis juntou-se à Harry levando suas anotações e computador consigo, mas sentiu vontade de recuar assim que o cheiro doce de Styles atingiu se olfato. Harry estava extremamente cheiroso, sua nuca branca e lisinha estava à mostra, por seu cabelo estar em um coque, fazendo Louis querer beijá-la e mordê-la. Ele tinha um tesão enorme no cacheado, sempre reparava nas pernas bonitas exibidas pelos shorts, saias e vestidos curtos, desfilando pelo campus. Harry também tinha um belo par de seios e raramente estava sutiã, geralmente preferindo deixá-los livres em suas blusas de alcinha. O corpo do mais novo era uma perdição para qualquer um, Louis morreria para fode-lo ao menos uma vez.
Nesse dia especificamente, Styles usava uma minissaia jeans preta, uma blusa de alcinhas finas creme e um cardigan clarinho. Os seios bonitos estavam visíveis apesar da luz da sala estar apagada por conta do projetor e Louis lutava para desviar o olhar. Em determinado momento, Harry percebeu o outro observando seu corpo de soslaio e depois ajeitando o pau na calça. Poderia ter sido uma impressão sua, então, ele decidiu fazer o teste.
Quando a aula acabou, as luzes se acenderam e todos começaram a deixar a sala, mas antes que Louis o fizesse, Harry o chamou.
— Louis. – falou quando o moreno estava já de pé. — Você poderia me ajudar com a última aula de Dietética? Eu cheguei um pouco atrasado e me perdi em alguns conceitos. Era aquela aula de...
Enquanto Harry falava, os olhos de Louis estavam presos nos seus seios, o biquinho duro marcava visivelmente a blusinha de tecido fino. Styles sorriu ao notar e se aproximou mais dele.
— 'Tá me ouvindo, Lou? – falou em tom provocativo.
— S-sim, sim. 'Tô, sim. A gente pode se encontrar na biblioteca mais tarde. – respondeu apressado, envergonhado por gaguejar.
— Ou você pode ir até o meu dormitório, não tem problema. – sorriu malicioso.
— Claro. Eu te mando mensagem, então.
— Obrigada. – falou meiga, deixando um beijinho de gloss na bochecha do mais velho antes de sair dali mexendo os quadris propositalmente.
Tomlinson respirou fundo e passou a mão pelos cabelos. Não seria uma tarde fácil.
[...]
Louis e Harry combinaram um horário no final da tarde para se encontrarem e o cacheado estava em seu quarto se arrumando para recebê-lo. Seus cabelos estavam quase totalmente secos depois do banho e ele vestia um shortinho de pijama e uma das famosas blusinhas de alça. Por baixo na roupa não usava sutiã nem calcinha, queria deixar explícitas as suas intenções. Ele estava passando seu hidratante de morango quando ouviu as batidas na porta e foi apressado atender.
— Oi, Louis.
— Ei. Desculpa a demora, quis tomar um banho depois da minha orientação.
— Relaxa, gatinho. Entra.
Louis entrou reparando em cada canto do cômodo, desde os livros e post-its na mesinha até o cobertor branco grosso e os produtos na pequena penteadeira. Todo o quarto tinha um cheiro docinho de morango e vela aromatizada de baunilha e a luz do sol entrava pela janela deixando o ambiente quentinho.
— Eu vou pegar meu material, você pode ir se sentando. – o cacheado falou indo até a escrivaninha.
A barriguinha de Harry ficava parcialmente amostra em sua blusinha justa e as curvas de seus quadris ainda mais bonitas no short pequeno e de paninho mole. Ele estava de costas para Louis, separando seus materiais em cima da mesa, quando sentiu mãos firmes agarrando sua cintura.
— Vai continuar com esse teatrinho de que quer estudar até quando? – Tomlinson falou no pé de seu ouvido. — Eu sei que não me chamou aqui 'pra isso.
Harry suspirou pesado e parou o que estava fazendo.
— Eu não sei do que você está falando. – respondeu em falsa inocência, surpreso pela atitude do outro.
— Então, quer dizer que você não quer meu pau comendo essa sua buceta gostosa? – sua mão direita desceu pela barriga do cacheado e ele passou os dedos grossos na xotinha, por cima do tecido do shortinho.
Harry soltou um gemido manhosinho e se encostou no corpo de Louis, sua bunda tocando a pélvis do mais velho, sentindo o membro dele começando a enrijecer sob a calça de moletom que usava.
— Fala, sua puta oferecida. Fala o que você quer e eu faço com você.
— Enche minha buceta com a sua porra, gatinho. Me fode até minha xoxota ficar toda arrombada e molhadinha pelo seu pau.
Louis virou Harry de frente para si e atacou seus lábios. O cacheado já estava todo entregue e molinho nos braços do moreno, deixando ele conduzir a situação. Seus braços contornaram o pescoço do mais velho, enquanto as mãos deste agarravam sua bunda empinadinha.
Louis os conduziu até a cama no canto do quarto e deitou Harry no colchão. Seus lábios foram para o pescoço e clavícula do mais novo, beijando, lambendo e chupando a pele macia e cheirosa. Harry arfava baixinho, ela já sentia o pau de Louis friccionar com sua bucetinha gorda, deixando o paninho do seu pijama molhadinho.
Tomlinson arrancou a própria camisa e na sequência a blusa de Harry, vendo os peitos branquinhos e durinhos chamativos.
A boca de Louis foi diretamente aos mamilos amarronzados, maltratando e mordiscando o biquinho. Harry gemia sem parar, sentindo a cada segundo mais sua buceta piscar e molhar, logo envolvendo o corpo do moreno com suas coxas.
Os beijos desceram por todo abdômen e Louis deu leves mordidas nos colutes e perto do umbigo do cacheado. Quando chegou no short viu que havia uma pocinha molhando o tecido e lambeu o grelinho por cima da roupa.
Harry não segurava seus gemidos nem a vontade instintiva de rebolar a xota na boca de Tomlinson, quem sentia seu pau completamente duro com todos os sons que vinham de Harry e seu corpinho gostoso e delicado sob o seu.
Cansado de esperar, Tomlinson tirou a última peça de roupa da garota e sorriu cafajeste vendo a bucetinha suculenta e rosinha toda meladinha de pré-sêmen louca para recebê-lo. Ele afastou os lábios grandes e carnudos com os dedos, exibindo o grelinho teso e maltratadinho, antes mesmo que ele tivesse feito algo.
— Você tem uma buceta tão linda e gostosa, boneca. Já tá toda judiadinha e eu nem fiz nada.
— Se é tão gostosa, por que você não come de uma vez, então? – Harry provocou ofegando.
Aquilo despertou Louis de um jeito que ele nem sabia ser possível. O moreno enfiou o rosto entre as pernas da cacheada lambeu todo o espaço entre os lábios até chegar ao clitóris e deixar uma chupada lenta ali. O melzinho da garota saiu em maior intensidade na boca de Tomlinson, melando todo o queixo dele, quem se deliciava no doce da mais nova.
Harry gemia escandaloso e sem nenhuma vergonha, suas unhas de esmalte vermelho empurravam o rosto de Louis contra si, passando a se esfregar na cara dele. O mais velho ainda lambendo e chupando a xota melada, enfiou dois dedos dentro da florzinha do cacheado, arrancando o grito desesperado do mesmo.
— Porra, você é tão bom, Louis. Me come com vontade, assim, isso.
O gosto de Harry era delicioso, o pau de Louis doía pra caralho dentro da boxer. A xota de Styles engolia os dedos do mais velho, as paredes internas na xoxotinha era tão macia e molhada, ele não via a hora de ser sua rola arrombando o buraquinho apertado e rosinha.
Tomlinson parou o que fazia e pairou sobre Harry e começou a beijar e lamber seu pescoço e clavícula novamente. O pau coberto friccionava a intimidade do menor fazendo ambos gemerem cada vez mais alto.
— Meu pau tá dolorido pra caralho, por que você não senta esse rabinho gostoso na minha cara enquanto me chupa, hm?
Louis tirou sua calça e boxer fazendo a rola grande e grossa bater contra o seu abdômen, ganhando olhos hipnotizados e uma boca salivando vindos de Styles. O mais velho deitou-se na cama e com dificuldade pelas pernas já molinhas, Harry fez o que ele pediu, sentando na cara de Tomlinson ao mesmo tempo em que alcançava seu pau.
Harry gostava de provocar, ele lambia o caralho do outro lentamente enquanto tocava suas bolas, nunca colocando dentro da boca realmente. Louis tava duro pra cacete e já não aguentava mais a provocaçãozinha, foi quando acertou um tapa ardido na bunda branquinha que estava em seu rosto.
— Faz o que eu mandei e me chupa direito, vagabunda.
O tapa ardido deixou Harry mais contente do que Louis esperava, a garota passou a rebolar com mais afinco em sua boca gemendo toda desesperadinha.
— Me bate mais, papai. Eu gosto quando você me bate.
Tomlinson sorriu malicioso antes de acertar mais um tapa forte na bunda empinadinha e Harry cair de boca no seu pau. Styles mamava Tomlinson com tamanha destreza e os gemidos de Louis estavam todos sendo abafados pelo rabo e a xota que iam mais e mais fundo no seu rosto a cada segundo. Louis estava literalmente sendo sufocado pelo chá de buceta que tomava. Era tudo tão gostoso e barulhento. Louis veio na boca de Harry que sentindo a porra do outro atingir sua garganta gozou também.
Quando Harry finalmente teve forças para se levantar do rosto do mais velho e se virar para ele, Louis estava uma bagunça. Cabelos desgrenhados, pele suada, ofegante e sujo pelo seu melzinho, do queixo até o maxilar.
Louis sorriu cafajeste e extasiado, seus olhos faíscavam luxúria. Ele agarrou Harry pela cintura e o trouxe para perto de si, a garota ficando por cima de seu corpo enquanto eles se beijavam lentamente.
— Você é boa 'pra caralho, sabia disso, princesa?
As mãos de Louis apertavam e passeavam pela bunda e coxas de Harry, a sua pele era tão lisinha e macia, o deixava louco para enchê-la de marcas.
— Papai, eu tô tão cansada mas ainda quero tanto você... – a voz de Harry era baixa e doía um pouco depois de levar os dezoito centímetros da ereção de Tomlinson na garganta. — Fode minha xota comigo deitadinha. Por favor.
— Você mal consegue falar e ainda quer tomar uma surra de rola nessa sua bucetinha de vagabunda?
Harry acenou positivamente e passou a deixar beijos lentos no rosto de Louis. — Você é grande mas eu aguento.
Tomlinson mordeu a curva do pescoço de Styles e o jogou bruto contra o colchão, ficando por cima e entre as pernas. Um tapa ardido foi depositado na xoxotinha pequena fazendo Harry dar um gritinho.
— Se abre direitinho pra mim, amor. Eu quero ver como você tá.
Harry arreganhou bem as pernas dando a visão da xoxota toda vermelhinha e molhada, mais deliciosa impossível. Ela levou seus dedinhos longos até o grelinho teso e começou uma massagem gostosa, gemendo feito uma putinha nos próprios dedos. Louis punhetava o próprio pau com a visão à sua frente, não demorando muito pra ficar duro novamente.
Louis soltou o próprio caralho e acertou um tapa no rostinho corado de Harry. — Chega, quem vai te foder essa sua buceta de vagabunda é meu pau, não a merda dos seus dedos.
Tomlinson separou ainda mais as pernas branquinhas uma da outra e enfiou o pau na entradinha de uma vez, soltando um gemido rouco pelo aperto gostoso que sentiu.
As estocadas começaram com força, as mãos de Louis apoiadas na cabeceira faziam a cama bater contra a parede. Qualquer pessoa que passasse pelo corredor saberia o que estava acontecendo ali. O quarto cheirava a sexo, os barulhos altos dos gemidos, da cama e do quadril de Tomlinson batendo contra o de Styles tornava tudo melhor.
— Mete mais forte... Assim, isso. Como você é gostoso. – Styles gemeu sôfrego.
Louis sentia-se como um animal, sua vontade era destruir Harry por inteiro.
Não demorou muito para a garota gozar no pau de Tomlinson, deixando sua entrada mais escorregadia fazendo a rola entrar com mais facilidade.
Louis gozou forte dentro de Harry, a quantidade grande de porra vazando da bucetinha e escorrendo pelas coxas e colchão, sujando os lençóis. Tomlinson saiu de dentro de Styles e o agarrou pelos quadris, encostando suas intimidades e o beijando gostoso nos lábios.
O banho quente com direito a sexo no chuveiro foi o bônus para que eles tornassem aquela transa casual em encontros diários depois das aulas.
Nota IMPORTANTE: Tudo o que acontece foi combinado previamente entre os personagens, mesmo que não tenha sido escrito na oneshot, apesar da simulação de medo. Harry pode pedir muitas vezes pra parar e não vai parar, acima de tudo ele gosta e o parceiro tbm! Pf não repitam isso em casa.
Harry apesar de ter medo de filmes de terror, tem uma que ele gosta, mas nunca assistiu de verdade, pânico.
Bem, ele gosta porque quem é o vilão é um ser humano e não um mutante, ou coisa estranha, ou alien, ou qualquer coisa feia e desagradável para sustos.
Não tira o medo dele pelo filme, poderia ser qualquer um daqueles adolescentes, por mais que só tenha assistido pequenas cenas e recortes pelo celular, gostava da franquia.
Já era halloween, estava vestido com sua linda fantasia de coelhinha da playboy, ficou incrível em si o corset apertadinho no seu quadril e cintura por cima de um body preto, usava uma luva até seus cotovelos, uma bota preta até seus joelhos com a meia calça e claro, as orelhinhas e o rabinho de coelho grudado no final do corset.
Ela tinha se inspirado levemente na Regina George, em Meninas Malvadas, seu filme favorito.
Arrumava seus cachos no banheiro da casa onde estava a festa, tédio o definia agora, ele não era de beber muito e muito menos se interessou em algum cara pra ao menos dar uns beijinhos, suas amigas e amigos se trancaram em algum quarto e a pista de dança (o que Harry poderia dizer, mas era a sala de estar) estava impossível de dançar de tanta gente.
Já havia se assustado com muitas fantasias naquela noite, é uma pessoa sensível e muitos na universidade que conhecem seu medo de levar sustos, acabam fazendo isso para a irritar, mas isso não importa, já estava de saída daquele local alvoroçado.
Isso se seu celular não estivesse tocando, um número desconhecido, tinha acabado de abrir a porta do banheiro, e resolveu voltar, era impossível de escutar algo fora dali, trancou a porta e atendeu o telefone.
— Olá, Harry Styles. — a voz desconhecida do outro lado fala, a fazendo tremer inteirinha, como que sabia seu nome? Isso deveria ser outro trote! Outra pegadinha de mau gosto consigo. — Quer jogar um jogo?
— Por favor, quem quer que seja, pare de me assustar, eu tenho sofrido a semana inteira. — disse rápido, já decidido de desligar a chamada, mas a outra voz é mais rápida em responder
— Posso ver sua cara de assustado Harry, você pode se livrar de mim, é só jogar comigo. — a voz conseguia ser incrivelmente assustadora, ela até pensa um pouco, era um trote então não havia porque não entrar nas gracinhas. — Duas perguntas, coelhinha, qual é o nome do primeiro ghostface?
Com essa pergunta acaba notando só agora todas as semelhanças do filme pânico. Isso não iria acabar bem. Era isso, era seu fim, iria ter um assassinato hoje e seria Harry a contemplada.
— E-eu n-não sei, eu não vi-
— Resposta errada, coelhinha. — cortou a fala da garota playboy. — Tem mais uma chance, já tô te vendo tremer nesse banheiro.
Harry assustada olhou ao redor do banheiro, mesmo sabendo que só tinha ela ali, ficou na ponta dos pés em cima da banheira, olhando pela pequena janela alta que tinha, não conseguia ver ninguém, mas apressou de destrancar a porta e sair do banheiro, ouvindo a voz novamente em seu ouvido.
— Quem é o vilão em Sexta Feira 13? — ao menos essa harry talvez poderia saber a resposta, enquanto ouvia ia descendo as escadas, decidindo ir na cozinha e chamar por Louis seu melhor amigo que estava bebendo e paquerando uma garota vestida de mulher gato antes de ir ao banheiro.
— Uhm... uh! desculpe. — falou distante do celular enquanto passava trombando por várias pessoas. — Jason!
— Tsc tsc tsc, suas vidas acabaram coelhinha, aproveite enquanto ainda não te pego. — a espinha de Harry se arrepia inteira, a tal pessoa desconhecida estava atrás dela e não sabia quem era. — Saia de perto de Jack, ele não para de te comer com os olhos — Ao olhar ao redor de novo, pode ver Jack, jogador do time de basquete, com os olhos grudados em sua polpa da bunda que estava a mostra pelo body, tendo ainda mais medo pelo o ghostface estar tão próximo de si para conseguir ver isso. E então a ligação cai.
Harry iria achar qual daqueles era o ghostface que o ligou, e daria uma boa surra, mas era uma tarefa tão difícil! Haviam tantos ghostfaces, é um patrimônio do halloween, como iria adivinhar quem era quem, como poderia fugir sendo que estão em todos os lugares?
Como uma lâmpada acendendo, teve a ideia de se juntar ao amontoado de pessoas no meio da sala de estar, indo mesmo no meio, cheio de pessoas, era tão quente, Harry estava a um passo de enlouquecer de tantas luzes e o calor, quando viu Louis passando subindo as escadas, claramente não escutou os chamados altos de Harry. Saiu do meio das pessoas, correndo atrás de Louis, vendo-o entrar em um dos quartos, não sabendo direito em qual Louis entrou, abriu o primeiro que não estava trancado, achando que seu melhor amigo estaria lá, mas acabou que não tinha ninguém.
A porta do quarto de casal se fechou num baque alto, mas insignificante para quem estava embriagado lá embaixo. Olhar para trás foi um tormento no momento que viu um homem completamente vestido de preto, sendo as únicas coisas que destoavam a imagem, era a máscara do ghostface e um canivete na mão.
Iria morrer e ninguém poderia a ajudar, sem pensar muito correu até a janela do quarto, mas era muito alto e correria o risco de quebrar alguma parte do corpo, estava encurralado.
— Viu um fantasma, coelhinha?
— Porfavor, p-porfavor não me m-mate! — seus soluços já poderiam ser escutados, sua voz trêmula de medo e gaguejando, mesmo que a máscara cobrisse o rosto do garoto, poderia sentir o olhar do outro preso em si. — E-eu faço qualquer coisa! Quer dinheiro? N-não me machuque por f-favor.
Ela falava choramingando, olhando para a tal pessoa que se escondia com a máscara, cada passo que dava, mais o ghostface se aproximava de si, a fazendo recuar dois passos a cada um do outro, não tendo uma saída quando acaba caindo na cama, vendo o tal homem em pé na sua frente no meio de suas pernas abertas.
O canivete deslizava por suas coxas, a meia calça fina e barata se descosturando pela ponta fina da lâmina, deixando-a mais tensa, olhando tão chorona e com um bico nos lábios, mas sentindo aquela formigaçãozinha na sua bocetinha, se debatendo mentalmente por ficar levemente excitada nessas situações.
— Por favor — saiu num fio de voz, tão manhosa. Pela calça que o outro usava era capaz de ver o membro marcado, a fazendo imaginar centenas de coisas, e se fosse alguém que conhecia? E se quisesse que aquele homem acabasse com ela? Será que vai o matar mesmo?
— Quero respostas de duas coisas, querida. — falou o ghostface que tinha uma voz incrivelmente grossa e gostosa de ouvir, familiar...
— Mas eu não sei de nada de filmes de terror-
— Cala a boca! Eu ainda não perguntei, porra.
Ligeiramente fechou sua boca, tremendo de medo, esperando as perguntas.
— Ouvi dizerem que tinha uma bocetinha. — levou a lâmina do canivete que segurava para entre as pernas da cacheada, que tremeu inteira só de saber que a faca estava tão pertinho da sua intimidade, essa que expelia melzinho escutando a voz do homem em pé a sua frente. — Verdade?
— É verdade… — respondeu num fio de voz, engolindo em seco, tremendo o que iria acontecer consigo, e definitivamente molhada, não sabia o porquê de se sentir tão quente por algo tão assustador.
— Ela vai aguentar meu pau? — Harry olha com surpresa, entreabrindo a boca enquanto tenta observar por trás da máscara do homem na sua frente, tentando enxergar os olhos do outro, tentando reconhecer. Com a ausência da resposta, a lâmina dá duas batidinhas no body preto em cima da sua florzinha. A mão enluvada agarrando de forma bruta o seu queixo, mandando Harry começar a falar, o assustando ainda mais. — Responde.
Sem conseguir mexer a cabeça para responder com um aceno, Harry engoliu seco e abriu a boca novamente. — A-aguenta.
Ela poderia jurar que do outro lado da máscara tinha um sorriso largo, ela podia sentir a satisfação do desconhecido. E ele finalmente larga o rosto de Harry,
Harry respira fundo aliviado, olhando o fantasiado se erguer um pouco, tocando o interior de sua coxa ainda com o canivete na sua mão e puxando sua perna pra cima, entrelaçando ela na cintura. Ela conseguia sentir o cinto do outro roçando na sua coxa, provavelmente o seu body já estava com uma mancha mais escura, era tão humilhante. — Eu espero mesmo que me aguente. Eu tenho muito, muito pra te dar, gracinha.
Suas mãos agarravam os lençóis da cama, engolindo novamente sua saliva, escutando o homem mascarado enquanto ele falava. Por um momento ele se levantou da cama, olhando-a de cima, talvez pensando por onde começar. Num descuido rápido de olhar para trás quando bateram na porta, Styles agiu rápido, ainda assustada com tudo, virou-se de bruços correndo engatinhando para o outro lado da cama, para conseguir fugir.
Coisa que ela não consegue, porque foi agarrada pela cintura com mais rapidez, os edredons a atrapalharam se enrolando na sua bota. Soltou um gritinho pelo susto.
— Não posso tirar meu olho de você que já quer fugir? — ele pegou uma corda que tinha escondido, Harry não sabe de onde ele retirou aquilo, mas o seu medo aumentou, sentindo seus pulsos serem amarrados na sua frente, além de seus cotovelos também, seus braços totalmente imobilizados. Se o seu corset já apertava seus peitos, a forma como o ghostface o atou apertava ainda mais. — Vamos ver se ainda vai conseguir.
O canivete voltou para perto de si, seus olhos liberando lágrimas quando o corpo do mascarado descia sob seu, parando sua cabeça na frente da sua intimidade. Ela tentava fechar suas pernas, mas só de ver a ponta da lâmina escorregando levemente nas suas coxas e rasgando o tecido transparente de sua meia já era apavorante, mas não tanto que não a deixasse vibrando lá embaixo.
— O que você vai fazer? — falou baixinho, recebendo um aperto em sua coxa, forte, que a fez tremer. A ponta da lâmina para mesmo em frente no fundo do seu body, enganchando na peça preta que já estava úmida. — Não me machuque, por favor.
— Pelo visto você tá adorando isso, não é bonequinha? — o homem tira suas luvas, revelando mãos com veias salientes, isso fez Harry arfar baixo, ele pressiona dois dedos por cima da mancha de sua lubrificação quente, puxando o tecido preto e rasgando com ajuda do canivete, fazendo Harry arquejar, ela podia sentir mais do seu melzinho expelir, ficando cheia de vergonha. — Agora, sim.
Ele toca por cima da calcinha, da sua buceta, a meia calça, rasgando de uma vez, abrindo com as duas mãos um buraco no tecido tão frágil tal qual a garota que estava amarrada sentindo tudo. Os dedos do outro agora roçavam na sua buceta por cima da sua calcinha de renda preta.
— Pensei que nunca iria conseguir chegar aqui. — ele dá dois tapinhas na bucetinha molhada por cima da renda, vendo as reações de Harry que mal conseguia falar direito, só reagir com pequenos ofegos. — Não esperava por isso, coelhinha? Tive que cavar muito pra chegar nesse seu tesouro, hm? Ter essa bucetinha só pra mim.
Deslizou a renda preta para o lado, finalmente mostrando a bucetinha de Harry, os lábios abertos, molhados, rosinha, brilhando com tanta lubrificação, ele desejava tanto meter a boca ali, era um convite lindo para ser fodida e acabada. Ele pega o canivete outra vez, assustando Harry, ele queria exatamente isso, brincar com essa carinha confusa, ele fecha na frente dela e joga na cômoda, decidido no que iria fazer.
— Cuidado por favor, e-eu não.. — gagueja tentando fechar as pernas, o ar quente que saía do nariz do mascarado batia mesmo no seu clítoris, a deixando sensível.
— Você nunca deu pra ninguém, gatinho? — o homem enfia dois dedos dentro da bucetinha com metidas lentas, sentindo ela apertar pela invasão repentina, gemendo alto, afinal, eram dois dedos grossos entrando em si. — A única coisa que você vai aceitar depois é meu pau, vou te encher de porra, e você vai ser só minha, entendeu? — a voz saía abafada pela máscara, fazendo a garota prestar atenção tentando reconhecer. Apertava os dedos do outro pra tentar fazê-lo sair, mas nada adiantava, não conseguia se concentrar direito, tudo que o ghostface dizia a fazia ficar vulnerável, molhada, os dedos dentro dela eram tão bons, chegaram tão perto do seu pontinho. Mesmo que tudo a assustasse, ainda era bom.
Sentiu um tapa em sua florzinha de novo, fazendo ela dar um gritinho alto, ofegante e assentindo com a cabeça repetidamente.
— Se não for me responder, que grite bem alto o quão bem vou te foder. Putinha do caralho. — ele fica erguido, tirando o cinto da sua calça, o som da fivela acordando Harry de sua névoa temporária de excitação. Ainda querendo fugir, ela vai se afastando aos poucos com ajuda de suas pernas, - consequentemente seus movimentos estimulavam a sua bucetinha, seus lábios e coxas se roçando - tentando sair da cama escuta uma risada que a faz parar imediatamente. — Acha que eu sou idiota, porra?
— Não… — ghostface segura o maxilar de Harry, fazendo com que ela olhe pra ele, ao menos, o que conseguia enxergar dois olhos escuros, as pupilas dilatadas, conseguia ouvir a respiração ofegante por dentro da máscara. — Não quero nada, por favor.
— Calada. — o mascarado termina de abrir a calça, ele não usava uma cueca, mostrando o pau grosso, a glande era vermelhinha e estava babada de pré-porra, ela viu as veias salientes saltando no membro, e longo, talvez uns vinte centímetros, aquilo definitivamente não iria caber em si, ele ainda era virgem. — Vo-
— Não vai caber, não dá, por favor, nã- — um tapa foi dado em seu rosto, a mão agora descendo para seu pescoço, apertando sua pele branca e imaculada, prendendo o ar de chegar em seus pulmões gradativamente.
— Quando não fala, me interrompe, você gosta de desobedecer? Fica fugindo mas essa sua buceta não mente o quanto quer meu cacete aqui. — ele ia falando enquanto se aproximava, o quadril dele batendo nas coxas de Harry, a cabecinha melada do pau dele descansando nos lábios quentes e molhadinhos, sentindo o choque de temperatura. — Você é minha, essa buceta é minha e você não pode fazer nada contra. — ela olha pro outro abismada, o lábio tremendo, sentindo pau a invadir, uma dor lasciva por não prepará-la estava lá, um grito sai de seus lábios vermelhos, suas pernas se fechando ao redor do homem de preto de uma forma que ajuda ele ir mais fundo dentro dela, a fazendo gemer mais alto. — Abre as pernas.
Nega com a cabeça várias vezes, ela conseguia sentir o cacete inteiro dele pulsando forte, não conseguia relaxar, precisava de um tempinho pra se acostumar, então decidiu por grudar suas pernas ao redor dele para que ele não conseguisse se movimentar.
O que pode não ter sido sua melhor ideia. O homem segura nas cordas bem presas no pulso de Harry, solta o pescoço dela, agarra a coxa que tentou fincar na cintura do outro, abriu a perna e começou a estocar num ritmo rápido, sem dar tempo de se acostumar, ou de esperar a dor sair.
— Espera! Devagar… d-devagar! — suas súplicas são ignoradas pelo homem que não deixa de meter bruto na entradinha suculenta de Harry, que suspirava alto, soltando gritos curtos misturados de murmúrios sem sentido. — N-não seja tão bruto…
— Já é tarde, coelhinha. — o homem sai de dentro de Harry, o deixando atordoado, tentando entender o que acontecia ao seu redor, o homem desistiu de si? Não era mais interessante? Até ele a virar de bruços, abrindo as suas pernas e empurrando os joelhos para a cama, a bunda empinada, seus ombros e seu rosto encostados na cama por não conseguir se apoiar nos seus cotovelos que estavam amarrados. Então ele agarra seu pescoço puxando-a para cima ao mesmo tempo que volta a enfiar aquele caralho grosso dentro de si, estocando de maneira desenfreada, agilmente achando seu ponto g, usando sua buceta como um brinquedo, usando ela inteira como um brinquedo.
— Porra! M-minha nossa, porra… — murmurava a garota sem conseguir pensar em palavras que falassem o quão gostoso estava sendo pra si agora. Seu pontinho especial sendo surrado pela cabeça do pau, sendo maltratado até sentir sua polpa da bunda arder com o choque das peles.
Seu corpo inteiro se arrepiou, era tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo.
Seu pescoço era apertado pela mão forte, dificultando sua respiração, sendo compartilhado com o corset que sufocava sua barriga e seus pulmões, complicando ainda mais, as cordas o prendendo, tudo a deixando presa, amarrada, totalmente vulnerável para fazerem o que quiserem com ela. Exatamente como esse homem mascarado fazia com ela.
A cada estocada forte, Harry ficava cada vez mais perto de vir, suas pernas tremendo, seu quadril não parando quieto, ela conseguia sentir sua lubrificação pingando em cada estocada, estava perdida de tesão. Um murmúrio baixo, uma lamúria pedindo, implorando para que o outro vá mais devagar, ela temia quebrar de tantos estímulos ao mesmo tempo que pedia um ritmo mais lento para tentar lidar com tudo, ela tinha medo de quebrar.
— Putinha gostosa do caralho, essa buceta é tão apertada. — ele aperta o pescoço branquinho que definitivamente ficaria com as marcas das mãos, metendo forte que se surpreende quando sente algo duro bater contra seu pau e o canalzinho molhado de Harry, que geme incrivelmente alto num soluço choroso. Ele mete ali de novo, sentindo de novo o local durinho, até ele perceber que era o corset super apertado, ou seja, aquele pau tava fodendo tão fundo que batia no espartilho justinho que Harry usava, isso o deixou louco, tão louco que fazia questão de sempre bater no mesmo local. — Caralho, que buceta boa, tá sentindo meu cacete te foder até o útero? Me sente batendo nesse corset apertadinho?
Harry não aguenta, tremendo suas pernas fechando elas de uma vez quando geme alto um palavrão, gozando pela primeira vez, ofegante, respirando tão fundo que seus peitos poderiam escapar do corset que comprimia todo seu corpinho, seu rosto descendo lágrimas mal conseguindo manter os olhos abertos.
— Não acredito que você gozou antes de mim. — ele segurou seus cabelos encaracolados puxando o corpinho trêmulo do recente orgasmo para apoiar a cabeça no seu ombro, a boca da máscara extremamente de seu ouvido, a voz grave, cheia de luxúria resmungando o quão inútil era. — Não vou deixar barato, coelhinha.
Tentava estabilizar sua respiração, sendo complicado com o corset e estar completamente ofegante. Sua buceta vibrava de tanto êxtase, nunca teve um orgasmo sem nem se tocar, ela não estava muito atenta quando ele pegou o cinto e chicoteou sob suas coxas que estavam juntinhas e trêmulas, soltou um grito assustado.
— Não! P-porfavor! Não me castigue.
— Você não tem direito em porra nenhuma aqui, quer fugir, não me responde, goza antes de mim, me desresepeita e acha que não vai ter punição? — ela geme baixo como um miado, não esperando outra lapada de cinto mesmo em cima da polpinha da sua bunda e sua entrada usada e gozada, a fazendo gemer alto num grito, arqueando seu corpo. — Só mais uma, e aí eu vou te amarrar, não aguenta ficar com as pernas abertas? Então vou deixar você como você tanto quer e vou te foder de novo.
— V-você vai me quebrar, eu não aguento. — outra chicotada em sua bunda que a pegou de surpresa, a fazendo choramingar, seu corpo tremendo com a ardência em sua pele. O homem a ignorando totalmente, rindo até do desespero dela. — Eu te imploro…
— Implorar não vai me fazer ir mais devagar só porque uma coelhinha não aguenta receber um caralho dentro dela. — ele vira ela de barriga para cima, juntando as coxas dela e prendendo agilmente com o cinto que usou para bater.
— Você vai acabar comigo. — não conseguia separar mais suas coxas, sentindo o homem ficar em pé depois de sair da cama e agarrar suas pernas juntinhas, deixando elas apoiadas nos ombros dele. — Vou ficar toda abertinha depois disso, p-por favor Lo-
O homem bate nas coxas de Harry com uma força descomunal com a palma da mão, ela dá um pulinho de susto, acordando novamente de seu estado de prazer, ele fez um pedido silencioso para calar sua boca.
Ele volta a enfiar o pau dentro de Harry, de uma vez, aquela buceta aquecia o seu cacete de uma forma tão gostosa que não conseguia pensar direito, além de apertar tanto que o deixava louco. Ele queria muito mais, e não perdeu tempo de meter gostoso, rápido, o corpinho pulando, tal qual os peitos cheinhos indo pra cima e pra baixo com o corset.
Harry estava chorando, seu rosto estava pintado de lágrimas, soluços, gemidos baixos e sem sentido. Todo seu corpo pulando, sua bunda doía pelo choque dos corpos e sua buceta extremamente sensível. Ela sentia toda vez a cabeça do pau do outro a abrir inteira por dentro, seu canal sendo aberto e arrombado pelo pau grosso. Cada estocada a fazendo morder os lábios, ou gritar quando batia de novo no seu corset. Suas coxas tremiam mesmo estando presas com o cinto do outro, suas costas arqueando, ficando totalmente arrepiada até a pontinha do pé toda vez que o cacete encostava no seu pontinho.
— Não existe bucetinha melhor que a sua. — ele escutava os soluços da outra, se divertindo com isso, indo mais lento, toda vez que saía esfregava sua glande no clitóris durinho e sensível, que ficava bem mais gostoso quando também fodia as coxas dela junto, seu caralho se esfregando nos lábios e nas coxas grossas da outra, depois enfiando tudo de uma vez. — Porra… Vai me fazer viciar nela, me aguenta tão bem, não para de ficar molhada. — ele começava a dar gemidos baixos, entrecortados, agarrando as coxas de Harry enquanto aumentava o ritmo das estocadas.
Ela mal parava de soluçar e chorar, ofegante, sentia a vibração familiar na sua bucetinha, tremeu-se inteira quando o outro agarrou sua cintura e se afundou em estocadas desengonçadas. Ela logo arregalou os olhos, sabia que ele estava perto, e fez um biquinho com os lábios vermelhos e maltratados de tanto mordiscar.
— D-dentro não! Vai me deixar cheia de filhotinhos. — ela procurou os olhos dele por debaixo da máscara, seu olhar sendo retribuído, parecia uma fera dominando tudo, ele não vai escutar ela. — Mhmm… p-para…
Suas súplicas em vão, ele a fode com mais algumas estocadas e geme alto, soltando toda a sua porra dentro, bem no fundo, de Harry, que gritou alto um gemido, soluçando não conseguindo se conter e acabar gozando junto do outro, sujando o pau dele com sua porra novamente, enquanto ele enchia ela do seu leite denso.
Ela não parava de tremer, sua bucetinha sentia tudo, estava tão tão sensível que cada pulsação do cacete dentro dela a deixava vulnerável. Sentia o seu interior quente, cheio, o pau ainda dentro dela. Mal conseguindo deixar seus olhos abertos, ela decide deixá-los fechados, respirando fundo, o corset ainda a sufocando, engolindo em seco, suas lágrimas caindo levemente. Estava tão cansada que decidiu relaxar enquanto o outro não se movimentava.
E tão rápido que fechou os olhos, abriu ao sentir as cordas de seus pulsos e cotovelos serem cortadas pelo canivete, o pau ainda fundo dentro dela.
— O q-que? — confusa, ela olha pra baixo, seus braços marcados pela corda, a pressão que o corset fazia em si sendo aliviado por cada corte que o canivete fazia nas fitas que prendiam, tirando de seu corpo. Ele torou o body que usava, literalmente, fez um corte pequeno com o canivete e rasgou em um puxão com suas mãos, o barulho do tecido se rasgando, sobrando somente sua meia calça toda furada e sua calcinha colocada de ladinho. — Obrigado. — falou num fio de voz, baixinho.
Tudo isso a deixou excitada de novo, ela não aguentava mais, mas ele era tão bom em tudo, o que a deixava confusa, atordoada, ela não deveria se sentir assim.
— Não acabei com você. — ele sai de dentro da grutinha molhada, ambos soltando um gemido baixo, não queria tirar de dentro dela, Harry fazendo uma carinha de coitadinha, um biquinho nos lábios e olhos pidões. Não demora muito pra ver sua porra descendo numa gotinha generosa, expulsando seu leitinho, Harry mal percebia por estar pulsando tanto.
Ele pega uma faixa preta, ou era uma gravata? Harry não se importou, e amarrou seus olhos, molenga demais para impedir ele de fazer alguma coisa, ela se deixa levar. Não conseguia ver nada então manteve seus olhos fechados, o cinto foi tirado de suas coxas, sentindo sua meia ser rasgada de uma vez e sua calcinha ser retirada com cuidado. Finalmente nua.
Sem conseguir ver o que acontecia ao seu redor, e depois de gozar duas vezes sem se tocar, tendo sua bucetinha toda arrombada e cheia de porra, qualquer suspiro batendo em sua pele a assustava. Ainda mais quando ele voltou a tocar sua bucetinha, esfregando seus dedos nela, espalhando a porra dele ao redor dos lábios cheinhos e inchados.
— De novo não! Por favor, e-eu não aguento. — falou numa súplica cansada, sua voz falhando, seu corpo tremendo. Harry tenta afastar o outro de si, mas tão fraca, o corpo tão forte do outro, era impossível, estava tão sensível.
Até uma coisa a surpreender. Uma boca quente beijando sua bucetinha, arqueou as costas com um gemido alto, suas mãos empurrando a cabeça para longe, se surpreendendo quando não sente a máscara, por isso estava vendada. A língua do outro passeava nos lábios meladinhos, sujos da porra de ambos, chupando com fome, introduzindo a língua, esfregando o clitóris de maneira lenta, quase torturando.
— N-não aguento, para… — num fio de voz Harry tenta avisar, empurrando ao mesmo tempo agarrando os fios de cabelo do homem. Suas pernas foram agarradas pelo outro e a boca logo saiu da grutinha molhada. — Por favor, obrigado. E-eu-
— Calada. — ele enfia dois dedos dele dentro da boquinha de Harry, além de não ver não podia falar. A garota soluçava sem parar, seu choro deixando suas bochechinhas rosadas assim como a ponta de seu nariz. — Você é minha, ouviu? Tudo isso é meu.
Ele volta a enfiar o membro duro dele de volta, estocando rápido, segurando a coxa pálida e marcada de Harry, tirando os dedos da boca dela só pra apertar os peitinhos que balançavam em cada investida. Ela não parava de gemer, murmurando súplicas pra ser devagar, parar, ter cuidado, mas o ghostface não dava a mínima, usava o corpinho da coelhinha que tinha à disposição.
Completamente destruída, rosto molhado, coxas e buceta meladas, corpo trêmulo, totalmente fraca, se agarrando nos lençóis, as vezes arranhando as costas do desconhecido, além de estar totalmente sensível, sua bucetinha doía com as investidas, mas vibrava de prazer toda vez que o pau surrava seu interior.
— Louis! — Tão extasiada, gritou num gemido o nome do seu melhor amigo, não conseguindo se conter, soluçando forte enquanto gozava, acontecendo algo que nunca aconteceu com ela antes, um squirt, melando todo o pau e pé da barriga do mascarado. — Porra, porra.. aahhnn…
— Deve ser o garoto sortudo que tem você, hm? — o ghostface fala baixo, perto de seu ouvido, gozando ao mesmo tempo, enchendo de novo sua buceta com a porrinha dele.
— Kiwi… — Harry fala num fio de voz, totalmente satisfeito do que passou, mas no seu limite, respirando fundo, seu lábio tremendo levemente querendo chorar mais de tanto prazer.
Não escuta mais nada quando sua mente e seus sentidos despencam, tudo fica mole, não consegue se mexer, nem abrir os olhos por baixo do tecido, nem fechar sua boca entreaberta, respirando ofegante, tremendo inteiramente. Ele se sentia distante de tudo, seu corpo ainda vibrando do seu recente orgasmo, umas mãos o acariciando, tirando sua venda, mas ela não liga, Harry não quer se mover, nem falar, quer dormir e é isso que faz.
Acordando no outro dia com Louis, seu melhor amigo, de seu lado na cama, estava embalado com o edredom, e seu conjuntinho de pijama favorito.
Antes de ir para a história, tenhos dois avisos a dar:
1. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que esta descrito nele.
2. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
É isso, boa leitura! 🍒
.୨⭒୧.
“E disse o Senhor Deus à mulher: Que é isto que fizeste?
E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi”
– Gênesis 3: 13.
— Porra! Claro que quero amor, não faz ideia de quantas vezes eu já me imaginei comendo esse cuzinho! – ele passou o dedo por cima do buraquinho enrugado, sentindo relaxar e então contrair, como se quisesse sugá-lo para dentro.
O cubículo apertado do banheiro fez Louis cogitar transar em frente ao espelho, sobre a bancada da pia. Porém, eles correriam o risco de serem pegos.
Às vezes ele gostaria que eles fossem, apenas para acabar com toda a mentira, para que não precisassem mais se esconder. Mas ele sabia que poderia ser demais para Harry lidar.
No fundo, Louis sabia que algo se romperia ali, tinha quase certeza disso. E só podia deduzir que seria o relacionamento deles. Então por hora, apenas decidiu ignorar o próprio turbilhão de sentimentos.
Ele a fez virar em seu colo outra vez, ficando agora, de frente para si. Nessa posição, podia olhar para o rosto doce dela, e ver se estava prestando atenção.
— Façamos assim, – Louis segurou o maxilar dela e subiu as mãos para acariciar as bochechas coradas, carinhoso. — você vai ficar de joelhos para mim e vai chupar o meu pau. Deixar ele bem babado, para que eu foda sua bundinha bonita depois, entendeu?
Harry tinha os olhos verdes vidrados, absorvendo tudo que podia, gravando os detalhes do rosto dele em sua mente. Ela se sentiu derretida pela forma que ele tocava seu rosto, mas se concentrou no que foi dito e prontamente obedeceu o comando, se afastando dos toques, murmurando um “ok Loiue”, ansiosa para senti-lo na boca.
— Mas presta bem a atenção, Hazz… é bom que você mame direitinho, não fique enrolando feito uma vagabunda, porque vou comer sua bunda com a baba que deixar no meu pau.
Ela choramingou em resposta, ajoelhou-se no chão frio e sujo, sentindo ele acariciar seus cachos e idealizando como seria ter o cacete grosso dele em seu cuzinho. Teria que salivar nele todo.
Harry o tocou por cima do tecido, massageando e arranhando desde os joelhos até o quadril. Com uma das mãos, desfez o cinto e abaixou o zíper, enquanto a outra esfregava o pênis marcado, sentindo a umidade no tecido onde a cabeça gorda está, o cacete angustiantemente aprisionado no espaço apertado entre a virilha e as roupas.
Ela lambeu os lábios, animada para tirá-lo dali. Puxou a calça social junto da boxer para baixo, com a ajuda dele, que ergueu o quadril e as coxas do vaso, deixando o pênis rígido, enfim, livre. Ele aproveitou para se mover um pouco mais para frente, sentando na beira da tampa, deixando suas bolas no ar.
William suspirou aliviado, e ela sentiu o corpo molhinho, em êxtase pelo orgasmo de antes. Tomlinson acariciava seu couro cabeludo, deixando-a relaxadinha, quase cantarolando em felicidade.
Harry se inclinou para frente, cuspiu nas mãos e punhetou da carne longa e rija até o falo suave. Apertou bem a cabeça vermelha, fazendo a porra escorrer, lambuzou os dedos na goza e voltou a deslizar a mão por todo o pênis.
Ela manteve a outra mão no escroto, massageando, acariciando assim como ele fazia em seus cachos. Até que finalmente quebrou a espera e colocou a glande entre os lábios, fechando-os ao redor, com cuidado para não raspar os dentes, e então sugá-la com um plop. Repetindo a ação várias vezes, sentindo o gosto salgado da carne e o amargo do pré-gozo na língua.
— Mama o meu pau direito, porra! – Louis deu um aperto punitivo em seu cabelo, reunindo-os em um rabo de cavalo mal feito, puxando os fios e a cabeça dela com firmeza, forçando-a para baixo, em direção a sua virilha.
Harry soltou lamúrias abafadas, sentindo sua garganta latejar e sua mandíbula doer para acomodar o pênis espesso e pesado.
Ela afundou as bochechas, formando um vácuo, e se concentrou em respirar pelo nariz, tentando não engasgar quando o falo alcançou sua goela. Louis forçou a cabeça dela, arrastando seu rosto nos pelos pubianos.
— Isso, assim mesmo… hmm… Porra, v-você é tão boa nisso querida. É provavelmente a única coisa que sabe fazer direito.
Ele soltou um grunhido quando a laringe dela espasmou, ouvindo com prazer seus chiados exasperados.
Louis estabeleceu um ritmo, fodendo a cavidade estreita em estocadas lentas. Saindo, até que apenas o falo avermelhado ficasse, e então, metendo tudo devagarinho, para senti-la engasgar. Sorrindo e batendo com a outra mão de leve em seu rosto. Isso deu a ele uma ideia.
— Sabe o que… uhm! eu acho? Que a minha cadelinha merece uns tapas. O que acha disso? – Questionou com doçura, puxando seu pênis para fora dos lábios vermelhinhos, deixando apenas um fiozinho de porra misturada com saliva.
Louis esfregou o pênis por sua bochecha esquerda, amando ver seus olhos verdes brilhando cheios d'água. O cacete quente deslizava contra a pele corada, dando leves batidinhas, melando a bochecha com baba e porra.
Harry suspirou um baixo “sim, por favor!”, mas não foi o suficiente.
— Por favor, o que?
— Por favor, me espanque. – ela suspirou, ansiosa.
— Com todo prazer, bebê.
Dando uma risadinha, Louis bateu a mão pesada no rosto dela, com tanta força que fez seu rosto virar. A bochecha antes corada pelo esforço, agora se encontrava com a marca da mão dele, volteada por pequenas manchinhas.
— O que você deve dizer quando te faço um favor? Você é uma vagabunda tão burra que não sabe?
— Desculpe, lou. Muito obrigada pelo tapa!
No minuto seguinte o barulho dos tapas ecoaram pelo banheiro todo.
clapt! “Ahm! obrig-ada!” clapt! “ Uh! Muito o-obrigada!“
Louis passou a intercalar entre dar batidinhas com o pênis babado, espalhando pré-gozo pelo rosto dela, para em seguida, pegá-la desprevenida com um tapa ardido.
Ele moveu uma perna entre as dela. — Roça sua bocetinha no meu sapato. – ordenou.
Harry fez o mais depressa possível. Sentindo o couro envernizado contra sua xoxotinha, moendo-se ali. Balançando para frente e para trás, ensopando o verniz, sentindo seu canal e o grelinho pulsarem, quentes.
Tomlinson passou a assistir sério, enquanto ela se remexia, roçando em sua perna. O rosto dela tão vermelho quanto um tomate maduro, os olhos cheios de lágrimas.
— Hum… vendo você assim, tão desesperada, tá me lembrando a Lolla, minha cachorrinha. Quando minha ela tá no cio, se esfrega nos ursinhos, nas almofadas, onde puder.
Ele respirou fundo, imperturbável, como se não estivesse com o pênis duro latejando e as bolas pesadas para gozar.
— Você é uma cadelinha no cio, não é amor? – sorriu, conversando com ela como se falasse sobre o tempo.
— Uma putinha doida pra dar para qualquer um que esteja disposto a te comer. Aposto que se não fosse eu, você deixaria qualquer um passar a mão debaixo da sua saia, sentir o quão molhadinha você fica.
Sua indiferença e o olhar de desprezo fizeram Harry se encolher, diminuindo vagarosamente o ritmo em seu sapato.
— Eu te mandei parar? É assim que vai ser com seu marido de merda. Você vai ficar se esfregando nele, implorando pra ele te comer e então vai agir como uma garotinha tímida.
Harry negou imediatamente, chacoalhando seus cachos chocolate, e então voltando a se esfregar no sapato dele. Louis continuou seu discurso insensível, humilhando-a.
– Convenhamos, você não é nada tímida. Acho até que tava louca pra abrir as pernas pra mim no dia em que nos conhecemos… Acredito que deixaria até o padre Nicolás te foder com a salsichinha dele, né? Ia gostar de ter aquela mão velha tocando sua bocetinha, sentindo o cheirinho dela de perto, lambendo...
Ele se aproximou dela, murmurando bem no seu rosto, o tom cheio de repulsa.
— Você ia gostar de ter aquele pinto enrugado dentro de você. Não ia?
Harry engoliu em seco e abaixou a cabeça, seus cachinhos cobrindo o rosto delicado. Ela sentiu pequenos choques no ventre, esfregando sua xoxota, bagunçando com seu grelinho. No fundo estava amando, mas se sentia realmente envergonhada por Louis pensar que ela seria capaz de transar com qualquer um além dele, e futuramente Maxwell.
Ele ergueu o rosto dela suavemente, seus dedos acariciaram seu queixinho trêmulo. As poucas lágrimas que escorriam pela face, molharam os dígitos dele. Excitou-o assisti-la chorar silenciosamente. Com um sorrisinho sacana, levou os dedos úmidos à boca, chupando-os, sentindo o gosto salgado.
Abaixando-se ao ponto de sentir a cabeça do próprio pau cutucar sua barriga, Louis lambeu o rosto dela. Desde a bochecha até próximo ao olho esquerdo. Em seguida desceu as mãos para os mamilos durinhos e os apertou, torceu e puxou, ouvindo ela gemer bem de pertinho, a sentindo ofegar em sua cara.
Ele apertou de mão cheia os peitinhos dela, fazendo com que sentisse uma dorzinha boa. Logo depois, enfiou as mãos debaixo da blusa e subiu arranhando a barriga quentinha, fazendo ela se contorcer em seus pés. Enfim chegou ao objetivo, alcançou os seios pequenos e calorosos. Louis repetiu o processo de antes, mas agora, pele na pele.
— Vem cá, vou te dar um bom motivo pra chorar. – sussurrou rente a face dela, arrastando o nariz da bochecha até a orelha, sentindo o cheiro gostosinho do creme de baunilha que ela usa no cabelo.
Ajeitando a postura, ele puxou-a para frente pelos cabelos e passou a foder sua garganta num ritmo brutal. Sabia que ao fim disso, ela estaria rouca.
Um filete de saliva dela escorria pelo cantinho dos lábios, molhando sua virilha, fazendo uma bagunça do caralho. Tomlinson sabia que sua garota já estava se cansando, sua mandíbula provavelmente doía. Ele mesmo estava perto de gozar com seu pênis sendo envelopado pela boquinha quente e úmida, precisava terminar logo.
— Babou bem o meu pau, amor? To muito afim de comer o seu cuzinho agora, acha que é o suficiente? – ele puxou seu cacete dos lábios dela com um cloct.
Ela tremia e sentia suas pernas bambas de novo, ansiosa e próxima de ter outro orgasmo. Olhou bem para o pênis, pensando em como ficaria arrombadinha por causa dele.
Mas ela queria tanto sentir isso! Só de imaginar seu ventre retraia, seu clitóris latejava e a boceta pulsava em necessidade, toda babadinha.
Hazz se levantou, com os joelhos vermelhos e doloridos, e sorriu satisfeita.
— Quer que eu cavalgue, ou que me apoie na porta?
Louis subiu as mãos pelas pernas lisinhas, tocando as marquinhas da pele no caminho para debaixo da saia, sentindo o quanto a xota estava molhadinha.
Brincou um pouco ali, tateando os pequenos lábios, a junção de suas coxas, os grandes lábios onde sabia que a tonalidade era de um vermelho, tom de cereja. Ela era tão adocicada em sua boceta quanto uma. Ele roçou também o clitóris inchado, maravilhado em como ela se contorcia, suas pernas tremiam e seus gemidinhos eram tão dengosinhos, que sentiu vontade de judiar dela. Mas, não fez.
— De frente para a porta, querida. Levante a saia, segure acima do quadril e mantenha assim.
Harry obedeceu, dolorida entre as pernas pela provocação anterior. Parou de frente para a porta de madeira, puxou a saia na altura da cintura e esperou.
— Abre as pernas – ela abriu, não distantes o suficiente, com vergonha por saber que os olhos azuis estavam presos em seu cuzinho. – Mais, abre mais!
Louis soou aborrecido, no entanto, ela gostava de deixá-lo bravo. Quanto mais nervoso, mais agressivo ele era. E Harry achava uma delícia toda a brutalidade.
Finalmente abriu mais as pernas. Suas nádegas contraíram e ele as afastou, observando o buraquinho.
— Amo essa sua bundinha. – murmurou com adoração.
Ela virou o rosto, encostando o corpo parcialmente na porta, e o viu levar os dígitos até sua abertura e esfregá-los ali. Sentiu uma sensação estranha dessa vez, mas gostou.
Tomlinson enfim se levantou, parou atrás do corpo miúdo e usou uma das mãos para pressionar a bochecha dela contra a porta. Levou os dedos à própria boca, salivando neles. Ao tirá-los, imediatamente cuspiu no cuzinho e o assistiu piscar.
Sem se demorar, pincelou dois dedos na pele macia, massageando antes de forçá-los para dentro, obrigando o canal dela a se abrir, adorando os gemidinhos finos que Harry soltava. Louis não queria realmente machucá-la, por isso, passou a dedá-la suavemente. Metendo os dígitos em estocadas lentas, aproveitando a sensação do calor das paredes apertadas ao seu redor.
— Como se sente querida? Bom o bastante?
— E-eu… é como uma pressão lenta e constante. Ah! a-ardeu no início, como se estivesse queimando, m-mas agora, agora está tão gostosinho Lou… – ela gemeu baixinho, toda dengosa.
Louis levou o nariz à nuca dela, sentindo o cheiro de suor e creme, arrastou os lábios até os ombros, e deu leves mordidinhas, arranhando os dentes pelas zonas erógenas.
Ele sentiu o pênis latejar, sensível e esfregou seu pelas bandas da bunda dela. A cabeça avermelhada melando a pele branquinha de sêmen.
Sua garota tão linda e doce. Porra! Às vezes ele não consegue acreditar que ela decidiu confiar seus sentimentos, fantasias e intimidade a ele. Pelo menos por um curto período de tempo, Louis pode tê-la completamente para si.
— Pode ir mais forte loui, mais rápido.. uhh!
William deu arremetidas grosseiras para dentro do buraquinho, abrindo-os lá dentro, alargando-a.
O quadril de Harry ia de encontro com a porta, batendo contra a madeira com a mesma força que os dedos dele entravam e saiam do cuzinho. Ela arfava e choramingava, se sentindo no limite, como se fosse esfolada de dentro para fora, tão, mas tão sensível que poderia ter outro clímax só com isso.
Podia gozar apenas com o ruído da porta batendo, os gemidos graves em sua nuca. O falo quente esfregando nas suas nádegas, as pernas firmes atrás das suas, bambas, e a leve ardência que ressurgiu em seu buraco por conta da ação brusca.
O ar parecia pesado e tudo era demais para suportar.
— Tô sentindo o seu cuzinho tão relaxadinho. Acho que já tá pronta para meu pau. – sussurrou contra a pele macia.
Harry apenas acenou em concordância, sem conseguir fazer mais do que sons incoerentes, seus sentidos sobrecarregados.
Ele retirou os dedos da abertura, e observou como ânus estava rosadinho e piscava em torno de nada, um convite para meter seu pênis ali.
Tomlinson puxou a nádega direita, expondo-a, para que pudesse guiar a glande para dentro. Ele cuspiu no pau, punhetando a si mesmo antes de forçar o falo quente no buraco que se contraia, resistindo a penetração.
Harry ofegou alto, sugando o ar como se estivesse sufocando.
— Relaxe e empurre amor, me deixe entrar.
Ela tentou descontrair, em contrapartida William foi rápido em empurrar-se, tendo a cabeça do caralho sugada para dentro do canal apertado. Seu gemido sufocado foi encoberto pelo grito angustiado dela, que moveu o quadril em direção a porta de madeira, se remexendo para fugir.
Os músculos da bunda dela apertaram, assim como o cuzinho, que comprimia ao redor dele em um ato reflexivo.
Harry rangeu os dentes, grunhindo aflita. Ela imaginou que poderia doer, mas se assustou com a pressão feita em seu canal, ela se contorceu com a queimação em seu buraco.
— Puta que pariu! Você está me esmagando! – ele resmungou se remexendo, sentindo a glande ser espremida num aperto sufocante.
Por mais que quisesse ser forte e aguentar, pela primeira vez ela considerou que essa pode ter sido uma má ideia.
— Loue… isso dói, você po-pode tirar? Eu não s-sei se eu consigo, eu… é grande demais – implorou chorosa. Chateada pelo pensamento de que não poderia lidar com o caralho grosso dele em si. Se só a cabecinha já deixava suas pernas moles, imaginar o comprimento todo fazia Harry estremecer.
—Oh querida, você pode suportar isso, sim? Podemos tentar mais um pouco, e se ainda sim não quiser mais, paramos por completo, uh?
Retirando a mão da nádega dela, levou-a em direção a um dos seios, acariciando e puxando o biquinho. A outra mão permanecia em seu pênis, segurando e mantendo-o no lugar onde estava.
— Tudo bem, podemos c-continuar. – Ela tentou se acalmar, focando na sensação dele apalpando seu seio, mas acabou chegando tendo uma ideia melhor, uma forma mais proveitosa dele usar as mãos.
— Toca no meu grelinho, Lou?
Louis bufou uma risadinha e largou o peito para tocar o clitóris, alisando e esfregando a carne suave, fazendo o que ela precisava.
Quando notou que Harry estava mais tranquila, voltou a se enfiar dentro do canal. As mãos dela apertaram o tecido da saia com força, o corpo relaxando e tencionando, pulsando com a entrada do caralho no cuzinho.
Era uma tortura lenta e dolorosa. O cacete parecia longo dentro de si, como se cutucasse seu estômago. Ela tinha a impressão de que poderia sentir o contorno dele em sua barriga.
As bolas roxas e pesadas encostaram nas nádegas, Louis suspirou de alívio, apesar da pressão do canal que envolvia seu pau, num aperto firme.
— P-parece que você está me deixando toda arrombadinha, lou. Porra-a! isso é tão.. Ahm!
Harry gemia a cada estocada, se sentindo aberta. Com uma pressão gostosa e estranha em sua bunda.
As coisas evoluíram gradativamente, em algum momento ele precisou largou o clitóris dela para que pudesse tapar sua boca. O barulho da porta se chocando com o batente retornou, dessa vez mais agressivo.
O quadril dela batia na madeira com força, as bolas e a virilha dele ricocheteavam em suas nádegas. Louis grunhia feito um animal fodendo com ela. Os gritos abafados ainda eram ouvidos, o som de pele contra pele. Qualquer um que passasse por perto, saberia o que estava acontecendo dentro do banheiro feminino da igreja, e seria a fofoca da semana.
O cuzinho pulsava, as paredes relaxadas para o cacete longo e grosso entrando e saindo, batendo dentro e fora.
Eles pareciam febris. Suando, contorcendo, gemendo, cheios de tesão e calor. Evoluindo como uma espiral ascendente, até parar finalmente, parar.
— Shh, alguém entrou. Fica quietinha.
Hazz resmungou, brava por ele ter parado de comê-la, logo quando as coisas estavam indo bem. Quando tinha se tornado tão gostoso e intenso.
Eles focaram para ouvir os passos, o clickt clacket do salto batendo no chão conforme a pessoa andava pelo banheiro.
Escutaram com constrangimento a porta do cubículo bater e fechar, seguido do barulho da urina batendo contra a cerâmica do vaso.
Hazz segurou o riso, mas não conseguiu se controlar. Soltando bufadas divertidas, sonoramente esquisitas.
A situação toda parecia ridícula. Eles estavam dentro do banheiro, com os pais e o noivo dela sentados na igreja, enquanto ela literalmente tinha um pau afundado em sua bunda e ouvia uma mulher, que não tinha a menor ideia da profanação que acontecia logo ao lado, fazer xixi.
Era distorcido, mas hilário. Pelo menos até William voltar a balançar o quadril, inquieto e perto demais de gozar para ter o pudor de se segurar. Caso a mulher ouvisse eles trepando, o máximo que poderia fazer, é ir fofocar para as pessoas. Mas não saberia ao certo qual casal estava ali tendo atos obscenos.
Evitando comê-la com força, apesar do tesão, ele passou a meter lento e suave. Aproveitando os apertos do canal, o quanto aquilo era bom. Fodendo ela com calma, absorvendo cada detalhe da transa.
Harry voltou a gemer, dessa vez, baixinho. E ele decidiu tirar a mão da boca dela, para alocar ambas em sua cintura, se apoiar ali e fodê-la.
— Ai, assim… isso! Uh! É tão gostoso!
Louis torcia para que a outra mulher não tivesse escutado, mas pelo som da descarga e o bater brusco da porta, parecia que sim. Os sapatos de salto voltaram a fazer barulho, dessa vez, indo rápido de encontro ao chão, o som de água corrente pode ser ouvido, então um bufar irritado e a batida estrondosa da outra porta.
A mulher definitivamente ouviu.
Louis saiu de dentro dela,e com calma virou seu corpo de frente para si, olhando em seus olhos carentes e avermelhados.
Ele acariciou suas bochechas e perguntou preocupado:
— Será que ela vai se dar conta que não estamos lá fora? Será que ela nos conhece? – Harry deu de ombros, sem dar a mínima para isso, excitada demais e ansiosa para gozar de novo.
— Não se importa, não é? Você é uma vadiazinha tão desesperada…
Louis revirou os olhos e guiou o corpo dela para frente do vaso sanitário.
— Ergue a perna e apoia o pé na tampa – mandou.
Ela seguiu as instruções novamente. Se virou, colocou um pé sobre a tampa do vaso sanitário e ergueu a saia, apertando o tecido junto do próprio quadril, segurando ali.
— Inclina o corpo para frente e apoia as mãos na parede.
Harry fez tudo que ele mandou, e prendeu a respiração em expectativa, só para soltá-la de uma vez, junto do grito fino quando ele meteu o caralho todo de uma vez em seu cuzinho.
Louis passou a penetrá-la com força e pressa, fazendo-a gritar e se contorcer. O buraco convulsionava ao redor do cacete, o corpo dele batia contra o corpo dela, empurrando-a para frente. Ela só se mantinha no lugar por causa das mãos firmes segurando seu quadril. As pernas magricelas bambearam mais uma vez, e ela achou que iria cair.
— Argh! Porra! Lou! Isso é tão bom!
Ele gemia, rouco e grave, sentindo o cuzinho escorregadio.
Louis não conseguia aguentar muito mais tempo.
Decidiu então, voltar com uma mão para o clitóris, esfregando lá, em seguida meteu os dedos na boceta babada. Podia sentir a lubrificação escorrer pelas pernas dela.
Harry soluçou o sentindo dedá-la, tocando seu ponto g. Estava tão intenso que a mente dela girava, o ar parecia pesado demais para respirar.
Era tudo tão visceral…
O orgasmo estourou, como explosivos. Adrenalina fazendo seus corações correrem igual a bugattis. 1.600 cavalos galopando contra suas costelas. Serotonina e ocitocina relaxando os dois, lançando-os a um novo grau de felicidade, como estrangeiros no paraíso.
Eles se sentiam drogados, os corpos pareciam flutuar, trêmulos e sensíveis, tendo choques no pé da barriga. Era além do que imaginaram sentir.
Louis ainda entrava e saia, sem coordenação, extasiado demais. A xotinha dela se molhou inteira, tremelicando, o clitóris parecia estar em carne viva, dolorido e inchado. O cuzinho aberto, e cheio de porra.
Ainda dentro da nuvem de confete orgásmica, ela sentiu quando Louis se retirou de dentro, soltando um muxoxo.
Tomlinson tirou a perna dela de cima do vaso, ergueu sua calça e se recompôs.
Ele sentou sobre a tampa e puxou ela de ladinho em seu colo.
— Você está bem, meu amor? – sem conseguir verbalizar algo, ela resmungou e acenou, deitando a cabeça no peito dele e ouvindo o coração acelerado. O cheiro de suor e sexo deixando-os satisfeitos.
Harry entrava e saia da inconsciência, ficando, como sempre, sonolenta após um orgasmo. Mas ela ainda pôde sentir quando Louis a limpou muito docemente, e tentou secar os respingos de esperma na saia.
Ele deixou que descansasse em seus braços, para se recuperar. Aproveitou enquanto podia observá-la dormir. Seu rosto amável, os cabelos cacheadinhos, o beicinho que fazia e a forma que suas pálpebras tremelicavam, numa tentativa falha de não cochilar.
William acariciou suas bochechas, e tocou-lhe o nariz com a pontinha do dedo, com um profundo afeto.
Sentia tanto amor e carinho por ela! Ter que deixá-la, seria como se rasgassem a carne do seu peito, puxassem as costelas com as mãos e arrancassem seu coração ainda palpitante. Apenas para deixá-lo sobreviver com contínua agonia e um peito vazio.
— Harry? Querida? Nós temos que voltar.
Louis espalhou beijinhos pelo rosto adormecido, tentando despertá-la.
Harry finalmente abriu os olhos, olhando dentro dos azuis significativamente, transmitindo o que não devia externalizar. Ela sorriu terna e Louis fungou, tentando não demonstrar sua tristeza, beijou-lhe a testa e a ajudou a se erguer.
— Vamos amor, alguém pode desconfiar.
— Está bem. – ela ainda sentia suas pernas bambas, a moleza fazendo com que fique dengosa, buscando acalento nele. E Louis gostava de cuidar de Harry, não só após o sexo, mas sempre que podia, o que não era frequente. Então todas as vezes que estas brechinhas, pequenas oportunidades, surgiam, ele aproveitava.
Quando eles param em frente ao espelho do banheiro, abraçados, Louis cai em si.
Ele se sente um idiota, por não ser capaz de dar a segurança que Harry precisa para ir com ele, e também pelo que estiveram mantendo. Estavam mentindo por quase um ano inteiro, traindo os pais e o noivo dela. Mas não havia um arrependimento real, nenhuma sensação de distorção em seu caráter por ser um traíra de merda e cornear alguém. Louis está apaixonado, não que isso justifique.
Mas ele caiu tão profundamente, que sentia como se despencasse em queda livre todas as vezes que estava perto dela, só para planar sobre o oceano. Era perigoso, excitante. Harry tem uma personalidade viciosa, e Louis é alguém ansioso para ter um sentido na vida. Ela deu isso a ele, uma motivação, felicidade, momentos de amor e carinho que atraíram-no.
Não a culpava, no entanto. Entendia que seria difícil para ela abdicar da única realidade que conhecia.
Tinha consciência que não poderia proporcioná-la o apoio da família, ou a compreensão e amor do amigo de infância. Pessoas as quais ela é apegada e passou tempo demais tentando agradar, para simplesmente deixá-los. Além do que, acabaria a influenciando a se questionar sobre sua religião. Que ela foi inserida muito cedo e sem a opção de declinar.
Harry aprendeu a aceitar mesmo quando não queria, e a igreja se tornou sua principal fonte de conhecimento sobre a moral.
Só dela ter se rebelado e estado com ele, já era um passo enorme. Louis não se igualaria aos pais dela, e a induziria a fazer algo por pressão. Em algum momento ela sentiria saudades de casa, mágoa e irritação. Em algum momento iria se arrepender e passaria a odiá-lo.
Harry ainda era jovem, e ele esperava com todo seu coração que ela amadurecesse uma mulher confiante, e que fosse livre dentro da realidade em que aceitou viver.
Ele soube, olhando para o reflexo deles, que não podia mais suportar isso. Sempre estaria numa disputa por ela com alguém, sejam os pais ou o noivo. Machucava saber que jamais a teria completamente.
Fielmente acreditava que um dia iria conseguir superá-la, apesar de amá-la com tudo de si.
— O que foi Lou? Você tá com uma cara estranha. – Ela sorriu ingênua, estudando sua expressão.
O olhar melancólico o delatou.
— Me desculpe–
Harry sentiu sua garganta comprimir em antecipação. Seus olhos verdes encheram-se de lágrimas, e ela ssurrou uma sequência de "não’s" .
— Por favor, não faça isso comigo. Não me deixe, Lou!
Ele fez uma careta triste, sabendo doeria em ambos. Se virou de frente para ela e aproximou seus rostos. Deu-lhe um selinho na testa, na pontinha do nariz, e nos lábios.
Ainda ali, respirou fundo e disse:
— Não aguento mais H, não posso mais fazer isso. Queria muito te pedir para vir comigo, mas isso seria egoísta. Só que eu não posso ficar com alguém, que nunca se entregará por completo. Ter que te ver casar com ele – respirou fundo, se esforçando para remediar as próprias mágoas. — tá me destruindo.
Tomlinson tentou secar as lágrimas dela, enquanto segurava as suas. O caroço dolorido em sua goela por tentar conter a angústia e a crise de choro iminente.
— Desculpe, mas não vou me machucar ainda mais só para ter um pedacinho de você.
Ela engasgou, angústia a consumiu inteira. O desespero de ser abandonada fazia com que Harry se agarrasse ao corpo dele como uma criança com medo. A dor física, ia muito além do aperto agudo no peito. Parecia que seu ácido gástrico corroía o próprio estômago, digerindo a si mesma, machucando-a.
Harry grudou nele, em um abraço sufocante, sem nunca querer soltá-lo.
Louis esperava que ela dissesse algo, que o convencesse a ficar, mas ela não conseguiu, assim como não disse que fugiria com ele, porque sua vida era ao lado de Maxwell, e dessa forma, permaneceria.
— Tchau, amor. Espero que encontre felicidade no seu casamento.
Ele se soltou dela e saiu dali, indo também embora da igreja discretamente.
Harry sentiu seu corpo mole, se agachou no chão do banheiro e chorou compulsivamente. Seus sentimentos dilacerando suas entranhas.
Ela ficou no banheiro feminino por uma hora, até que enfim se recompôs e voltou para o banco onde seus pais estavam, sentando-se ao lado de Max.
Harry deu um pulinho pela pontada que sentiu em seu buraquinho violado.
— O que foi? – ele perguntou, gentil e preocupado.
— Nada demais, acho que sentei numa farpa.
A conversa findou e ele buscou a mão dela no banco, voltando a se concentrar no culto, enquanto a mente dela se dispersou com os pensamentos de que ficaria dolorida por dias, ao andar ou sentar. Que arderia toda e lembraria quem fez isso com ela.
Buscou por Louis pelo ambiente, querendo observá-lo um pouquinho mais, porém, ele tinha sumido.
Não estava em lugar algum. Ela percebeu, enfim, que ele havia ido embora.
Harry apertou a mão de Max, e segurou o choro, fingindo não notar o olhar fixo e inquisitivo do pai.
Ela se convenceu que se casaria e seria muito feliz também, com o tempo iria entorpecer a dor da saudade.
…
Seus olhos correram ao redor da sala, a mente acelerada analisou os vestidos rendados, sapatos, spray para cabelo e maquiagens espalhadas. Estava plena e feliz com o que a bagunça representava.
Maxwell provavelmente estava esperando por ela no altar.
Imaginou a igreja lotada. Todos os seus parentes, desde os pais até os sobrinhos. A família do seu futuro esposo e os seus amigos. Todos presentes no momento mais importante da sua vida.
Ela alisou a renda do vestido chique e espalhafatoso de novo, observando como acentua bem em suas curvas, mas ainda fazia com que parecesse delicada e inocente.
Olhou para os sapatos, sabendo que seu salto não estava lá. Diana se dispôs a buscá-los junto com sua mãe, ambas saíram correndo porta afora, como se estivessem indo para uma missão de guerra. Na hora até achou graça, mas agora, com toda a demora, ela sente a angústia crescendo, como um monstrinho dentro de si.
Harry evitou estar só por muito tempo, para que sua mente não ficasse confusa sobre sua decisão. Não podia estar errada sobre isso, não mais. Mas agora, horas antes de entrar na igreja e desfilar pelo tapete vermelho até Maxwell, ela ficou sozinha, e sua mente começou a fomentar diversas dúvidas antigas.
Sua vida tinha se tornando uma loucura depois do término. Seu pai ficou desconfiado por ela ter demorado mais de duas horas no banheiro, e passou a pressionar que casassem mais rápido. A cerimônia que estava programada para dali seis meses, foi adiantada para três.
Foram os meses mais estressantes de sua vida, mas pelo menos tinha com o que ocupar a mente.
Graças ao bom Deus a porta se abriu. Harry se virou depressa, querendo calçar de uma vez os saltos e sair para sua enfim, vida de casada.
Mas seu coração caiu para o estômago quando viu quem fechava a porta. O som característico da chave girando a trava. Louis trancou os dois juntos na salinha, ao lado da igreja.
Ele se virou e escorou as costas na porta. Seus olhos brilharam olhando para ela, até que se tornassem melancólicos.
— Você tá tão linda! Meus parabéns por… – pigarreou quando sua voz falhou, instável — por tudo.
A voz rouca dele faz cada partezinha do seu corpo doer.
— O que tá fazendo aqui?
Louis está tão bonito, vestido com um terno preto e uma gravata cinza. Sapatos envernizados e um topete moldado a gel. Tem uma barba bem aparada e preenchida nos lugares certos. É tão diferente do Louis que conhecia, mais maduro.
Harry sente suas pernas amolecerem.
— Recebi um convite. No início eu achei que era alguma brincadeira. Que você obviamente não ia me querer aqui. Mas ai eu pensei: é claro, o único idiota que não seguiu enfrente fui eu, então porque você deixaria de me convidar, né?
Ele inclinou a cabeça, como se, só de pensar no dia que recebeu o convite pelo correio fizesse seu sangue efervescer de raiva novamente.
— Eu não faço ideia de quem enviou, desculpe. – A sinceridade em seu olhar doeu mais do que o pensamento dela enviando o convite por si mesma.
— Entendi. E… uhm… você tá animada? Quer dizer, é o seu grande dia e tudo.
Harry bufou, sem paciência para conversa-fiada, com receio de que Diana e Elise voltem a qualquer momento com seus sapatos o vejam ali.
— Como conseguiu a chave da porta?
Ele deu uma risadinha sem graça, se aproximando hesitante. Louis parecia tão… vulnerável, que fez com que desarmasse aos poucos. Se ele se aproximasse muito, Harry não sabe o que seria capaz de fazer.
Só o cheiro dele, a presença, estavam mexendo tanto com seus sentimentos. Estarem na mesma sala que, e não poderem se tocar, estava matando-a aos pouquinhos.
— Niall, ele me viu entrando pelos fundos… A gente conversou um pouco, não foi agradável, mas ele me disse onde você estava e me deu as chaves.
Harry suspirou profundamente,
— O que você tá fazendo aqui, Lou? – sua voz estava firme, ela se sentia esgotada emocionalmente.
— Eu… - engoliu em seco e pigarreou, parando na frente dela e tocando seu rosto suavemente. — Eu senti tanto a sua falta. Minha vida tem sido tão vazia sem você. Não suporto mais isso. Mas, eu não queria te atrapalhar então… Não sei, acho que queria ver se você está tão feliz quanto aparenta.
Ele olhou nos olhos dela, seus sentimentos totalmente expostos.
— Você está feliz?
Harry fungou, os olhos encheram de lágrimas. Eles apoiaram suas testas uma na outra, fecharam os olhos e bateram juntas as pontinhas do nariz.
— Eu estou… estou feliz.
Louis inspirou trêmulo, mas o ar parecia tão pesado, simplesmente não entrava nos pulmões. Ele deu um selinho leve na boca dela, ignorando as lágrimas que escorriam pelo próprio rosto.
— Que bom, amor. Eu odeio admitir que isso acaba comigo, mas… eu fico muito feliz por você.
Ele deu outro selinho, um pouco mais demorado, e se soltou.
– Infelizmente, não vou poder ficar para a cerimônia, mas eu te desejo felicidades, yeah? Quero tanto que você seja feliz querida…
Louis não falou, mas não precisava. Ela sabia que ele a amava ao ponto de ir até lá só para garantir que ela está feliz se casando com outro.
Ele virou de costas, com a chave na mão para ir embora.
— Lou, espera! Não vai, eu…
Virou-se de frente para Harry novamente, esperançoso.
— Eu quero tanto você! E me machucou muito quando você foi embora, a sua ausência. Mas eu não posso deixá-lo, eu sinto muito! Eu amo você, de verdade, mas eu… também o amo.
O silêncio que perdurou foi sufocante. Ele não conseguia falar nada, nem mesmo começar a entender como ela podia amar os dois. Mas antes que fizesse qualquer coisa, Harry avançou sobre ele, pegando-o de surpresa e o beijando com paixão.
“Eu senti tanta… tanta saudade de você!”, ela passou os braços sobre seu ombros, colando os corpos. “do seu beijo! seu gosto…” Harry se afastou um pouco, arrastando a boca para bochecha dele, murmurando o quanto sentia muito e como sentia falta dele. Louis agarrou o cabelo dela, bagunçando o penteado.
Eles voltaram a se beijar, dessa vez, até perderem o fôlego, tentando sanar uma ausência, uma carência, que não iria embora nunca.
“Porra, lou! Senti tanta falta do jeito que você me pegava!” – Harry sussurrou em seu ouvido, antes de morder o lóbulo da orelha, sentindo o punho firme em seu cabelo e o aperto em sua cintura.
— Não faz isso… não faz isso, Harry.
— A gente podia continuar junto! Você podia vir quando quisesse relaxar ou eu não sei, só me ver. Max está sempre trabalhando ou ocupado com visitas em nome da igreja, nós vamos ter tempo de sobra, uh?
Tomlinson se afastou, segurando o cabelo dela pela nuca e puxando até inclinar sua cabeça para trás.
— Você está seriamente me pedindo para ser seu amante, de novo?
Ela tremeu sob o aperto punitivo. Sabendo que isso seria horrível tanto para ele quanto para Max. Mas não conseguia evitar pedir por isso, implorar se fosse necessário.
— Eu… e-eu tô, sim… por favor, lou, por favor! Eu preciso de você comigo.
Louis não consegue ser racional, ele sabe que deveria dizer não, para o seu próprio bem. No entanto Harry tem esse efeito nele, faz com que a deseje acima de tudo.
— Tá, tá bom… – sua voz não saiu mais alto que um murmúrio, e ele tentou se recuperar.
Admirando Harry em seu vestido bufante, pronta para se casar com outro, deu vontade de marcá-la de alguma forma. De arruiná-la, assim como ela estava fazendo com os sentimentos dele.
— Quero comer você, agora.
Ela arregalou os olhos verdes, tentando sair do aperto do punho dele.
— E-eu- A minha mãe está voltando pra cá Lou… – ela se remexeu outra vez e ele soltou.
— Nós temos que ser rápidos então.
Louis sorriu, pensando em deixar um presentinho de casamento para Maxwell.
— Se apoia na mesa e segura o vestido. Eu quero te chupar.
Harry paralisou por uns segundos, ainda um pouco perdida. Seus olhos verdes fixos nele.
— Você não me ouviu?
“sim, desculpe, eu vou…” - sua comprimiu quando engoliu em seco, sabendo o que esperar. Ansiando por isso.
Fazia tanto tempo que tinha tido a língua quente de Louis lambendo sua xota. E porra! Harry sentiu tanta falta da boca de dele em sua boceta.
Trêmula, com a calcinha branquinha de rendinha ensopada, caminha vagarosamente até a penteadeira e deitou o peitoral ali. Seus seios apertados no tecido apertado do vestido pressionaram na madeira, roçando os mamilos, endurecendo-os.
Ela abriu lentamente as pernas, se concentrando em respirar. Desceu as mãos delicadas pelas camadas de tule francês e tafetá, até a altura dos joelhos, afundou os dedos, e ergueu. Empurrou os tecidos até que caíssem como uma carícia no ar e se espalhassem sobre os quadris dela e a mesa. Cobrindo toda a bagunça de maquiagens e laquês de cabelo.
As unhas pintadas desapareceram entre a pele exposta das pernas dela, onde os Harry esfregou, choramingando baixinho. Tão ansiosa… deslizou as mãos pela carne branquinha das coxas externas, até as cinta-ligas, e puxou com força.
O slapt do elástico contra pele pareceu cortar a tensão paralisante dentro do cômodo. Ela lambeu os lábios e abriu um sorriso safada, com a bochecha contra a mesa.
Amou saber que Louis estava cheio de tesão, vidrado nas marcas vermelhas que ficaram nela. Harry balançou a bunda, chamando por ele.
— Estava com tanta saudade de te ver se oferecendo, empinando essa bunda e esfregando essa buceta molhada na minha cara, como uma putinha.
Ela sentiu a presença dele em suas costas. As palmas quentes correram e amassaram a carne das nádegas dela com desejo.
Louis assistiu os olhos verdes revirarem O desejo consumindo ambos.
Ele afastou uma das mãos e ela roçou as coxas, apertando a bocetinha entre as pernas.
— Arhm! Loui! – o gemido baixo se perdeu no eco barulhento dos tapas seguidos que ele deu na bunda.
A cada bofetada, ela estremecia. Cada banda tingida da cor de framboesas maduras, com manchinhas arroxeadas. Uma arte visual explícita, capaz de evocar paixão, necessidade crua de arruiná-la. Louis massageou as nádegas superaquecidas com adoração. Olhando de volta para ela do espelho.
Baba e lágrimas, escorrendo, molhando a mesa.
O choro baixinhos, a carinha de volúpia e desolação que ele tanto quis ver novamente.
O fiozinho de saliva que derramava dentre os lábios vermelhinhos, igualzinho a lubrificação escorrendo entre os lábios da bucetinha rosada.
Louis suspirou, tão carente. Precisando tanto sentir o gostinho agridoce dela.
Ele se ajoelhou e deixou beijinhos na pele interna das coxas, afastando-as rudemente. Seus dentes rasparam pela carne e mordiscaram. Suas mãos foram até o cós de renda da calcinha, e num puxão, ele rasgou.
Harry arregalou os olhos, tensa.
— Louis? Você não devia ter rasgado essa calcinha, porra! Não acredito nisso, você-e, ahm! Ah! você pode lamber o meu grelinho? – a voz dela ficou suave, tão manhozinha.
Ela pode sentir ele sorrir com a cara enfiada em sua boceta. O babaca arrogantezinho!
Louis relaxou a língua estreita, passando a carne úmida do buraquinho da xoxota, até o clitóris. Sugando e arrastando-se ali, salivando e encharcando tudo, até seu rosto, sua barba, que esfregava nela.
Porra, tão gostosa!
Harry gemeu e grunhiu. Implorando por um orgasmo, implorando que ele a comesse, saboreando sua vagina.
— Mete sua língua dentro de mim, lou? Por favor… por favor! Uhm! Isso! isso! assim!
Louis chupou até as pernas dela amolecerem. Ele podia senti-la palpitar na língua, contraindo e relaxando em sua boca.
Chupou até a mandíbula doer. Se afastou e cuspiu, antes de meter a cara entre as pernas, esfregar os dedos no clitóris e massagear numa tortura lenta enquanto lambia o gozo pra fora dela.
O orgasmo rompeu feito uma barragem, submergindo a mente dela em uma avalanche avassaladora. A selvageria de uma represa rachando ao meio, desmontando-a inteira e perdendo as peças.
Confettis estouraram por detrás de suas pálpebras pesadas. Os lábios abriram em um grito mudo e as mãos dela apertaram, tensas, as bordas da mesa. Como se ela tentasse se segurar ali para não derreter para o chão.
Saliva geladinha molhando a carne quente, ejaculação escorrendo pela parte interna das pernas dela, até os joelhos. Deixando tudo melado.
Louis lambeu os lábios, amando o cheirinho de xota, o gostinho que ficou como um suvenir em sua boca. Ele acariciou levemente sua bunda, tentando acalmá-la.
Harry sentia que todos os ossos do seu corpo estavam moídos feito um pó. Ela se sentia tão leve e feliz. Porra, tão bem!
Tomlinson levantou, limpando as calças sociais nos joelhos. Ele limpou os lábios com a palma da mão e desafivelou o cinto, abriu o zíper das calças e puxou a boxer o suficiente só para retirar o pênis gordo fora.
Se aproximou do corpo tremelicando na mesa, segurou a base da coluna dela com uma mão e o pau na outra.
— Eu esperei tanto por esse momento, amor. Tanto para tirar a virgindade dessa bucetinha com a cabeça do meu pau!
Harry se empinou toda, prendendo a respiração se sentindo a coroa do pênis alargando o buraquinho da vagina. As paredes de sua xota esticaram ao ponto de arder! Ela esfregou as pernas de novo.
— Calma querida, você está lidando tão bem com isso. – Ele continuou se esforçando para entrar no canal apertado.
Harry se contraiu e soluçou. Mas não quis parar. Na verdade, queria tudo de uma vez.
— Eu achava que isso era melhor. Talvez… talvez seja seu desempenho, querido. Está um pouco fraquinho.
Ela riu até Louis revidar, metendo num empurrão o pênis inteiro entre as paredes estreitas da xoxota. Ele grunhiu, tão profundo e rouco que arrepiou seu corpo inteiro. Harry choramingou, sentindo a buceta queimar.
— Urgh! Louis! Porra! ahnm… – seus olhos vermelhos cheios d'água. Ela amava e odiava cada segundo daquilo.
— Eu estava tão orgulhoso, querida. Você tinha mesmo que agir como uma vagabunda desesperada, não é? Estragou tudo… – Ele bufou antes de tirar o comprimento todo, e meter de volta, ouvindo o barulho do quadril batendo na bunda dela, o som úmido do caralho avermelhado entrando na boceta molhada.
A mão que antes estava segurando seu pau, foi para a borda da bocetinha. Ele sentiu seu caralho entrando e saindo. Só para descer mais os dedos, e voltar a esfregar o grelinho.
Harry derreteu sobre o tampo de madeira, apertando tanto a mesa a ponto dos dedos ficarem esbranquiçados. Era tão gostoso senti-lo dentro de si.
O corpo dela chacoalhava sobre a penteadeira, arrancando gritinhos e suspiros suaves. As peles suavam sob as peças de roupas, e Louis se sentia acolhido por aquele canal quentinho, que se moldava a largura de seu caralho.
Sua mão deslizou da coluna dela, para a bochecha corada exposta, pressionando o rosto doce de Harry na mesa.
— Pronta amor? Eu vou ser mais-
— Rude? Sim! Sim! Por favor lou! Sim-AH!
Ele comeu ela com força, fodendo como um animal. O móvel tremia, derrubando alguns batons e bases no chão. O barulho da madeira batendo contra a alvenaria não abafava os gritos dela e os silvos que Louis soltava.
Os ruídos reverberavam nas paredes.
De repente Louis pareceu mais empenhado, concentrado. E então a dorzinha irritante de antes se dissipou no prazer da cabecinha do pênis dele roçando no seu ponto g a cada estocada.
Harry pulsava, se contraindo inteira, tensionando dos dedinhos dos pés a buceta. As bolas pesadas dele apertaram, prestes a gozar.
— Vou deixar sua bocetinha toda esporrada! Meu presente de casamento pro corno do seu noivo.
Louis moveu uma das mãos, para fechá-la sobre uma das dela, apertando-as na mesa. Quase deitando o próprio corpo sobre o de Harry.
— Uh! Uhm! Sim! Ahm!
— Você quer isso? Quer que, quando ele levantar seu vestido na noite de núpcias, e meter o pau em você, ele sinta minha porra escorrendo de dentro da sua xoxota!
— Lou! Sim, eu quero! Sim!
— Yeah? Quer mesmo que ele descubra, já na primeira noite, que você é uma vagabunda? – riu, debochando dela. — Veja pelo lado bom… Max não precisa se esforçar tanto para te deixar molhadinha. Sua buceta já vai estar aberta, e ele pode até usar a minha porra de lubrificante.
Ele deixou o tronco ereto, tirou o caralho e ficou observando ela se contrair em volta de nada. A bucetinha avermelhada, o buraquinho todo abertinho, brilhando de esperma.
— Louis! O que- Por que fez isso? Por que parou?
A coroa vermelha do cacete deslizou sobre vulva, a buceta dela pulsou, tentando sugá-lo para dentro.
— Percebe o quanto estou sendo generoso com seu noivinho? Dividindo a sua bocetinha com ele? Deixando você preparada, cheia do meu sêmen?
Ela choramingou, tentando mover os quadris para trás, para que pudesse penetrar a si mesma no pênis que está brincando com a borda da sua xoxota.
— Oh não, você é uma vadia estúpida, que não consegue nem notar o mínimo, mesmo quando está óbvio, bem na sua frente. – o ressentimento claro no tom de voz dele.
— Lou! Louis!
— Ah, não querida, não vou enfiar meu pau na sua boceta gulosa! Você não merece. Mas… – ele olhou pro relógio, ela ia se atrasar. —... acho melhor começar a implorar, o seu tempo tá acabando.
Harry bufou, irritada. Ele voltou uma das palmas em suas costas, imobilizando-a, frustrando suas tentativas de se abrir e se foder no caralho dele.
— Implora para eu meter em você, me mostra o quanto realmente quer isso...
Ela respirou fundo, tentando se concentrar.
— Por favor, por favor Lou! Você pode me comer? Tem sido tão bondoso da sua parte me deixar toda abertinha e pronta para o-...
— O, o que? O que ele é, querida?
—... para o corno do meu noivo. Por favor? Você pode meter o seu caralho grosso dentro de mim, e me comer até eu ficar mole, até minha buceta ficar ardendo… por favor! por favor! por- UH!
Louis voltou a deflorá-la. Trepando até ficarem sensíveis.
O orgasmo veio efervescente, borbulhando, até ebulir, como água fervente.
Harry gritou e se contraiu inteira, apertando o cacete dentro da xoxota, o que levou Louis além do limite, contorcendo e ejaculando dentro dela.
Ambos sentiam os corpos como massas gelatinosas.
Vagarosamente começaram a se recompor. Louis tomou várias respirações profundas antes de guardar o pênis dentro das roupas, fechar o zíper e arrumar o cinto. Ele pegou a calcinha rasgada do chão, ao lado do pé da mesa, e colocou no bolso, para levar de lembrancinha de casamento.
Ajudou Harry a se erguer e deu um selinho nela.
Olhando-a nos olhos, sorrindo para as bochechas vermelhas e o rostinho meigo, ele pensou que podia convencê-la a desistir do casamento.
— Amo tanto você. – disse de abrupto e Harry arregalou os olhos.
—Eu queria poder te fazer sentir segura sempre. Te proteger da rejeição e de toda essa confusão emocional. Mas não posso, infelizmente há limites do que podemos fazer pelos outros.
Louis se sentiu exposto demais, e mesmo com a vergonha e o desconforto de se abrir emocionalmente, ele tinha que ser rápido. Protelar só iria causar-lhes problemas.
Harry sorriu, incentivando ele a continuar.
— Eu fiquei miserável esse tempo que estive sem você. Senti tanta saudade amor, que parecia que eu tava doente. Então recebi aquele convite e senti tanta raiva, tanto desespero de pensar que ia perder você. E sei que casamentos não são para sempre, mas pareceu tão definitivo, que eu senti que precisava vir te ver e tentar pelo menos uma vez.
Ele respirou fundo, reunindo coragem, e lembrou do que seu amigo disse antes de chegarem ali. Se já estava sofrendo sem saber a resposta por medo da rejeição, então o que de pior iria acontecer se ela realmente dissesse que não? A dor já estava lá antes de qualquer maneira.
Suas mãos suaram, e Louis se sentiu ligeiramente zonzo. Mas não iria se acovardar, não dessa vez.
— Eu quero poder cuidar de você, querida. Te mimar e beijar cada pedacinho seu, sem ter que me esconder no banheiro. Quero te ter perto, mas não só uma parte de você durante uma ou duas horas. – ele colocou um cachinho que soltou do penteado dela atrás da orelha — Meu amor, eu quero que você venha comigo.
Ela piscou, aturdida. Por mais que soubesse aonde a declaração dele os estava levando, ainda não se sentia pronta para responder a isso. Finalmente ouviu o que mais precisava, mas não sabia o que deveria dizer.
Harry olhou ao redor, se sentindo perdida.
Se ela recusasse, estaria desistindo de alguém que ama, para viver um casamento infeliz, e sua família não se importaria. Mas se fosse com Louis, corria o risco de um dia ele notar que ela não o merece de verdade, e a abandonar.
E talvez Deus nunca a perdoe, e ela acabe sozinha e sem fé. Mas Harry vai aceitar o risco, e sofrer as consequências disso. Porque pela primeira vez, ela quer escolhê-lo.
— Sinto muito por ter demorado tanto. Acho que estava com medo de você perceber que não me queria mais. Ou dos meus pais deixarem de me amar por te escolher… Mas estou pronta para lidar com isso.
Ela entendeu, olhando para ele, que passaria o resto do casamento tendo que se convencer que estava feliz, usando o antigo amor juvenil deles como motivação para amar Maxwell como marido, o que ela nem mesmo consegue se impedir de sentir por Louis tão naturalmente.
— Quero enfrentar tudo, com você!
Harry deu a ele um beijinho de esquimó.
“te amo, louie!” – as palavras saíram sussurradas, como um segredo íntimo deles.
Ela sorriu e Louis a abraçou, dando vários beijinhos em sua cabeça e reafirmando que ele estaria ao lado dela sempre.
Minutos depois, eles estavam correndo pela square road de mãos dadas. O vestido branco arrastava pela estrada suja, ficando preto na barra longa.
Uma voz feminina gritou seu nome ao fundo, podia ser Diana ou sua mãe, no entanto Harry não se virou.
Ela imaginou Max, parado no altar, esperançoso em vê-la entrar triunfante, depois do burburinho sobre a demora. Imaginou a cara de decepção que ele faria quando soubesse que ela não estava vindo e como isso quebraria seu coração.
Sabia que a fuga seria a fofoca do mês. Todavia, preferia que o assunto fosse sobre ter ido embora com o amor da sua vida, do que estar entrando em um casamento onde seria infeliz.
Sentia muito por Maxwell, mas não podia se casar, não com ele. Só esperava que ele não a odiasse eternamente.
Harry bloqueou seu foco apenas em Louis, e na perspectiva de um futuro com ele. Ela não queria prestar atenção no que gritavam para si, se alguém havia saído da igreja, ou se estavam atrás dela.
Louis abriu a porta de trás do sedan preto e esperou que entrasse, afobada.
Inicialmente ela não viu o homem no banco da frente, pulando de susto quando ele a cumprimentou, ligando o motor do carro e saindo dali às pressas.
— Ah, amor, esse é o Liam, o nosso piloto de fuga. – Louis disse, sentado no banco ao seu lado, o corpo inclinando sobre o dela.
Harry riu, olhando-o com carinho.
— Ele me incentivou a vir, nós estávamos planejando isso há um tempinho.
Ela puxou o rosto dele bem pertinho do seu, sorrindo radiante, com as covinhas e tudo. Os olhos brilhantes de esperança e afeto.
— Eu amo você pra caralho Louis Tomlinson!
.୨⭒୧.
Desculpem ter demorado, mas espero que gostem!
Aliás, quero agradecer as meninas que me motivaram, mas especialmente a @tommobearbee e @barbiedirectioner que foram muito gentis comigo e me incentivaram a continuar escrevendo! 💓
Hoplofília (fetiche por armas, não há um nome oficial, mas de acordo com a internet, é esse), ltops, hbottom, h!inter, Louis policial.
L - 49
H - 25
Caso conheçam a série Chicago PD, pensem no Louis com a personalidade semelhante ao do Sargento Hank Voight.
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Era por volta das nove da noite quando Louis recebeu o chamado de um roubo no bairro próximo. De acordo com as informações passadas pela polícia no local, dois caras armados abordaram um senhor que voltava com as compras para o carro, o ameaçaram até que conseguissem entrar dentro do veículo e fugiram soltando disparos contra a polícia que estava fazendo patrulha próximo dali, mas que, infelizmente, chegaram tarde no local.
Essas eram as informações que Louis estava passando agora mesmo para sua equipe. Todos sendo detetives muito bem treinados e fazendo com que aquela fosse a melhor unidade de inteligência de Londres.
Louis era o sargento do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Londres. Era ele quem comandava aquela unidade há tempos e por mais que nem sempre estivesse dentro dos gostos de seus superiores, todos sabiam que independente de ele ter o seu lado “não tanto dentro da lei”, ele era sem dúvidas o sargento que mais realizava prisões e soluções de crimes. E somente por isso — sem levar em conta o podre de seus superiores que ele usava como carta na manga — ainda era o sargento mais respeitado e odiado de Londres.
— O senhor no local foi baleado? — Jay questionou.
— Não. Só se assustou, mas está bem para prestar depoimento e fazer o reconhecimento.
— Terceiro roubo seguido na mesma região. Acham que pode estar ligado? — Kin perguntou olhando para seus colegas.
— É isso que vamos descobrir. Todo mundo pro local, agora. — Ele passa os olhos pela equipe. — Quero testemunhas, câmeras, um padrão nesses roubos. Chequem placas, ladrões conhecidos. E falem com a gangue local. Eles sempre sabem de alguma coisa. — Louis falou e todos os detetives na sala se aprontaram para saírem o quanto antes.
Louis voltou para sua sala e fechou a porta, pronto para focar no caso em andamento. Mas antes que pudesse sequer pegar os arquivos, o telefone da entrada da Inteligência tocou.
Ele contraiu a mandíbula. Odiava aquele toque irritante. Mais ainda, odiava não ter alguém fixo para atender essas ligações.
Soltou um suspiro pesado, empurrou a cadeira para trás e se levantou. Ajeitou o cinto ao redor da calça com um puxão firme e caminhou até o telefone, o som insistente martelando seus ouvidos.
Pegou o aparelho com força, impaciente.
— Tomlinson.
O sargento atendeu a ligação e os sons do outro lado da linha eram sutis, mas carregavam um peso que Louis reconheceu na hora. Suaves, entrecortados, e inegavelmente íntimos.
— Ah... hm... — O gemido invadiu sua audição novamente e em seguida percebeu a dona dos sons engolir em seco, parecendo estar alheia ao homem na linha.
Ele franziu a testa, segurando o telefone com mais força. Não era o tipo de coisa que esperava ouvir em uma ligação de trabalho.
Por um momento, ficou em silêncio, ouvindo sem querer ouvir. A voz dela tinha uma doçura inesperada, um contraste estranho com o teor da chamada. Louis apertou os olhos, a mandíbula travando. Seu primeiro instinto foi desligar, acabar com aquilo ali mesmo. Mas algo o fez ficar. Ele apenas não sabia se foi a curiosidade, o interesse na voz doce, irritação ou sentir que seu pau pulsou uma única vez dentro das calças.
Levou o telefone de volta ao ouvido e falou, a voz baixa, firme, carregada de autoridade.
— Você tem ideia para quem acabou de ligar?
No segundo seguinte ouviu a garota se assustar do outro lado da linha.
— M-meu Deus... d-desculpa... — Ela falou com a voz tremula e a chamada deu como encerrada.
Louis permaneceu mais alguns segundos com o telefone em mãos tentando internalizar tudo que tinha acabado de acontecer. Nunca havia passado por algo assim — e, francamente, não fazia ideia do que infernos acabara de ouvir.
Ele soltou um suspiro pesado, jogando o telefone de volta no gancho. Decidiu ignorar o que acabara de acontecer e voltar para sua sala e para o seu caso. Ainda estava meio desnorteado com o que aconteceu, meio irritado talvez e até sem foco agora.
Por que uma ligação daquela mexeria tanto com ele, logo em uma noite que ele está com dois casos em suas costas? Não importa que houvesse um tempo considerável sem ao menos um toque carinhoso, não deveria se entregar assim e deveria focar no trabalho.
Aquilo com certeza foi um trote e agora ele estava totalmente sem foco por causa de alguma pessoa sem noção querendo gastar o seu tempo.
Se jogou irritado em sua cadeira e tentou concentrar-se nos arquivos em seu computador, mas não conseguiu, ainda irritado por ter que ir atender o telefone para ouvir um trote.
Mas e se... e se não fosse um trote, talvez não fosse o que ele estava pensando, poderia ser algo a mais não? Era muito suspeito. E mesmo que não fosse algo a mais, ele iria mesmo deixar que a pessoa que estragou sua concentração terminasse a noite rindo de sua cara? E não seria certo verificar se realmente não era algo mais grave? Com certeza era, com certeza deveria ir até o local para primeiro: ver se não era algo grave; segundo: saber se era um trote e se fosse, a pessoa iria ter sua consequência só por ter o pegado em um dia ruim e se caso não fosse, ainda seria válido um aviso para que tomasse mais cuidado da próxima vez que fosse fazer seja lá o que estava fazendo na hora que o ligou.
O sargento então pegou o telefone de novo e digitou rapidamente um comando no sistema. O número da chamada apareceu na tela, e em segundos ele já tinha um endereço. Fácil demais.
Seus instintos diziam para deixar pra lá. Mas Louis não era o tipo que deixava pontas soltas.
Ele ficou de pé, pegou a jaqueta e saiu da sala sem dizer uma palavra.
Louis foi até o estacionamento da delegacia e entrou em seu carro. O endereço anotado em um pequeno pedaço de papel rasgado, estava dobrado dentro de seu bolso. Aquilo não era nada de tão importante, então não achou que precisava de algum tipo de notificação ou relatório, mas é claro que se fosse preciso iria tornar toda aquela situação oficial.
O aquecedor do carro foi ligado e o mesmo respirou fundo e aliviado. A cidade estava branca e quase engolida pela neve. Tomlinson não iria mentir que era sua época favorita. Era difícil quando precisava trabalhar em casos muitos difíceis e ter que lidar não só com o estresse do trabalho, mas com o estresse que o calor gerava em seu corpo. Naquela época, era bem melhor de lidar com os problemas, mesmo que talvez ele não estivesse lidando da melhor forma com o problema atual.
O endereço dava em uma casa branca com uma bela grama verde e um jardim muito bem cuidado. Olhou para o relógio em seu pulso e depois olhou para as luzes acessas da casa, eram exatamente 23h40.
Louis pensou que talvez não fosse muito delicado bater na porta de alguém a essa hora, mas ele era policial e estava fazendo seu dever de verificar se estava tudo bem e se nada de suspeito estava acontecendo ali.
O policial saiu do carro e olhou para os dois lados da rua mal iluminada e vazia, ajeitou a arma escondida na calça e o distintivo. Ao ficar bem próximo da porta, tocou a campainha e esperou.
Ouviu alguém correndo descalça e então o barulho da tranca. Uma moça pequena e de cachos um pouco a cima do ombro abriu a porta, o sorriso em seu rosto agora era um sorriso um pouco forçado, provavelmente com receio por ter um homem àquela hora da noite em sua porta.
— Hm... boa noite, posso ajudar? — Ela falou baixo e Louis sentiu uma sensação boa ao reconhecer a voz. Então era ela a dona dos gemidos que não saíram de sua cabeça até agora.
Olhou discretamente para os brincos de morango em suas orelhas, o gloss brilhoso e vermelho em seus lábios e o pijama de flores que a garota usava, provavelmente sem sutiã, pois era perfeitamente possível ver os mamilos marcando na blusinha delicada, que continha alças tão finas e frágeis que pareciam se desintegrar apenas com um toque mais bruto.
Louis tirou o distintivo do bolso e mostrou para a garota, que agora perdeu completamente o sorriso nos lábios e demonstrou confusão em seu rosto.
— Sou Louis Tomlinson, sargento do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Londres.
— S-sim... — A moça engoliu seco, se encolhendo contra a porta — E-eu me chamo Harry. Como posso ajudar, sargento?
— Recebemos uma chamada suspeita desse endereço. Tudo certo por aqui? — Louis falou tentando olhar a casa por trás da garota.
A garota pareceu ficar nervosa e se encolher ainda mais — se é que era possível — contra a porta. Louis percebeu o rosto ficando vermelho até a raiz dos cabelos e uma concentração maior nas bochechas magras do rosto pequeno.
— E-eu acho que o senhor deve ter errado a casa. — Ela disse baixinho.
Tomlinson analisou mais um pouco da casa e olhou para a moça, sorrindo com a situação e pensando que, há poucos minutos, estava determinado a dar uma bronca na pessoa que abrisse a porta, mas se dava conta, agora, de que seria impossível fazer aquilo com aquela garota.
— Será que eu posso entrar pelo menos para confirmar se não há nada de errado? — Perguntou já sabendo que ela não teria coragem de negar.
— C-claro. — A garota respondeu e se afastou para dar espaço para que o homem entrasse.
Louis não estava fardado, claro, era sargento e em seu caso a farda era usada somente em casos especiais. Porém, Harry reparou na camiseta preta de botões e mangas dobradas até o cotovelo; a calça presa na cintura junto com o cinto que havia a arma que ele protegia com as mãos e o distintivo que ele usava na parte da frente. O cabelo liso com uma pequena franja caída no rosto e as laterais da cabeça raspada. “Realmente era um sargento muito bonito” pensou a garota.
A casa não era grande. Pequena, mas muito aconchegante. As paredes eram pintadas em uma cor creme, havia plantas e uma decoração de morangos, cerejas e corações; era realmente muito bem cuidada e limpa e era perfeitamente compatível com a personalidade que a garota transmitia ter: doce.
Após a breve análise, Louis tornou sua visão para a garota.
— É engraçado a senhorita achar que estou na casa errada.
— Por quê? — Um vinco se formou acima de seus olhos.
— Porque a sua voz é muito familiar.
— Droga... — Ela cochichou achando que o homem em sua frente não havia escutado.
— Foi você, não foi?
— Eu liguei por engano — Ela estava tão sem graça que mal conseguia olhar nos olhos do policial.
Louis riu baixo e trocou o peso da perna.
— Eu já vi que está tudo bem aqui, mas peço que tome mais cuidado na próxima vez que... Enfim, pode ser que outra pessoa atenda o telefone; há muitos policiais em Londres. De qualquer modo, se precisar algo ou alguma coisa ruim acontecer... — Levou a mão que não protegia a arma no bolso e pegou um de seus cartões. — Esse é meu número, a chamada irá diretamente para mim.
Harry pegou o cartão um pouco surpresa com toda a situação, estava no mínimo esperando levar uma bronca.
Olhou para o cartãozinho e viu o cartão da polícia com todas as informações do sargento de Londres.
— Tenha uma boa noite. — Fez um gesto com a cabeça e então saiu fechando a porta atrás de si.
— —
— Vê se mantém a calma lá dentro, hein, Tomlinson — Au, seu colega de trabalho, diz.
— Basta ele fazer o que eu quero e nada sai do controle — Louis falou dando o ultimo trago em seu cigarro e jogando no cinzeiro que ficava na entrada do estabelecimento.
Louis estava entrando em um dos vários bares que existia em Londres. Estavam em um caso complicado de tráfico de drogas e Louis precisava de um nome; o caso estava indo de vento em popa, e só precisavam confirmar uma suspeita. Sendo assim, o sargento Tomlinson andava tranquilamente ouvindo os demais no ambiente rirem escandalosamente enquanto se afogavam em suas cervejas, mas mantendo o foco no cara barbudo e de camiseta xadrez, com uma espécie de tigre tatuado no braço.
— Charlie Reid. — Louis falou se sentando ao lado do homem que deu uma golada grande demais em sua bebida e sentiu a garganta doer.
O cara barbudo viu o sargento bater o distintivo na mesa e já ia se preparar para correr quando a voz do mesmo cortou sua ação.
— Há viaturas na frente, nas saídas de emergência e nos fundos. Você pode facilitar as coisas: ser apenas uma conversa entre dois caras que só querem beber. Ou pode escolher o caminho mais difícil, que, particularmente, é o meu favorito: você corre, todos se levantam desesperados e eu te prendo. — Falou sem ao menos olhar no rosto do homem ao seu lado e pediu uma bebida ao moço que secava os copos logo ali.
O homem respirou fundo e sentou-se frustrado ao lado do sargento.
— Ta legal, o que você quer?
— Tráfico de drogas. Jesse Lee, conhece? — Reid cerrou os lábios e se ajeitou, desconfortável, na cadeira. — Um colega seu acabou de ser preso pelo meu pessoal porque ele não deu a resposta que eu queria.
— O que!? Quem foi preso?
— Alguém que não respondeu o que eu queria — Recebeu sua bebida e tirou outro cigarro do bolso. — Quero que me dê o nome do cara que fornece as drogas para Jesse Lee e eu sei que você sabe, Reid. Andamos de olho em você há alguns dias. — Tomou um gole da bebida e logo em seguida colocou o cigarro entre os lábios.
— Olha, eu não tenho nada a ver com esse...
— Não foi isso que eu perguntei, Reid — Louis o cortou rispidamente. A escuta em seu ouvido e a arma na cintura começando a o incomodar.
O homem barbudo respirou fundo mais uma vez, claramente irritado. Seus olhos lançaram um olhar de reprovação ao sargento antes de, a contragosto, virar o restante da bebida. Empurrou o copo para a frente com certa força, cruzou os braços e, com o semblante fechado, soltou a informação como quem não tinha outra escolha.
— O nome do cara é Nick Wechsler.
— Você é o garoto bonzinho, Reid. — Louis falou virando o copo e se levantando com o cigarro já pela metade.
Assim que saiu de dentro do estabelecimento encontrou um de seus agentes o olhando ansioso para alguma resposta.
— Nick Wechsler — Falou e o homem em sua frente puxou o rádio do bolso avisando para o restante do pessoal.
Sabendo que agora era só aguardar que a sua equipe — que ele julgava ser ótima por sinal — fazer o resto do trabalho, voltou para seu carro e começou a seguir direto para a delegacia, iria fazer seu relatório e ver como estava o andamento das coisas.
O relógio marcava 23:35. Louis abriu a janela do carro para que a fumaça do cigarro não ficasse presa dentro do veículo e ficou se perguntando o que a garota de cachos castanhos, que conheceu semana passada, fazia agora. Será que estava molhando as plantas? Pintando as unhas de rosa? Assando cookies? Ou gemendo no ouvido de outro policial de novo?
Louis não gostou muito da sensação que sentiu com a última pergunta; tragou forte o cigarro e respirou fundo, mandando para longe os pensamentos tão doces que rondavam a sua cabeça.
A delegacia era longe do local que estava, mas finalmente faltava pouco para chegar. Quando já estava chegando na esquina, o celular no bolso de sua calça tocou. Jogou o cigarro pela janela e com certo trabalho, conseguiu tirar o celular do bolso e contraiu a mandíbula ao ver que era um número desconhecido.
Voltou os olhos para a estrada e atendeu.
— Alô — Proferiu em um tom firme.
— É-é o sargento Tomlinson? — Poderia ser alguma ligação de trabalho, algum problema que teria que resolver, algum superior querendo resolver algo de última hora ou algum informante, e pensar isso já tinha o deixado em alerta e preparado para poder resolver qualquer problema que fosse; qualquer problema que fosse menos o problema de voz doce do outro lado da linha.
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— Harry? Está tudo bem? — Antes de deixar suas emoções o tomarem de conta — não poderia negar que havia ficado animado com a ligação, que havia, e que não gostaria de admitir, esperado todo esse tempo —, precisava lembrar que deu seu telefone de emergência para casos mais “privados”. Então, precisava ter certeza de que estava tudo bem.
Louis não entregava seu número para qualquer moça bonita que visse em sua frente. Aqueles cartões, na verdade, eram de uso exclusivo para o trabalho; normalmente, entregava para seus informantes, alguém que ele sabia que não tinha a melhor vida e poderia precisar de ajuda, coisas do tipo. E, bom, aquela moça poderia precisar de ajuda um dia, e talvez esse dia fosse agora.
Pensar que talvez Harry não estivesse bem o deixou meio inquieto no banco do carro.
— S-sim, está tudo bem, mas você disse que eu poderia ligar, então... Achei que se não estivesse muito ocupado... — Louis riu baixo.
— Eu sempre estou ocupado, meu bem... chegou aí em 10 minutos.
— Tudo bem, eu estou te esperando — Pelo tom da voz dela, Louis decidiu que ela estava sorrindo.
Dirigiu um pouco mais rápido que o normal, mas ainda respeitando a velocidade e talvez tenha chegado em menos de 10 minutos. Estava pensando o que será que ela poderia querer com ele, se estava tudo bem... aquela menina parecia ser muito inocente para ligar para ele com segundas intenções, só que ao pensar isso, conseguia sentir o baque desse pensamento colidindo com a lembrança dos gemidos desesperados da menina em linha.
Quando Tomlinson olhou para seu rosto no outro dia, apesar de ser a mesma voz, não conseguiu ver ali a mesma pessoa. Precisava ouvir aqueles sons pessoalmente, sabia que eles teriam uma influência muito maior sobre ele, do que por telefone. Precisava ver cada uma das expressões que aquele rosto tão meigo era capaz de fazer.
Sua maior curiosidade era saber o que a menina fazia naquela hora; ele queria saber se ela estava sozinha, se estava com mais alguém, por que o celular estava em sua mão, se ia ligar para alguém e acabou errando o número..., mas, se fosse ligar para alguém, por que estava ligando para ele agora? O que despertou o interesse nela?
Louis chegou na residência da garota e não demorou para estar em frente à sua porta, com o dedo na campainha.
Ouviu os mesmos passos apressados e descalços no chão, para em seguida, ouvir o barulho da porta sendo aberta.
— Boa noite, sargento — Ela falou com um sorriso, ainda parecia meio nervosa, mas não tanto quanto da última vez. A menina se afastou da porta e Louis entrou.
— Por favor, pode me chamar de Louis — Ele disse com um sorriso pequeno e como de costume, olhou ao seu redor para ver se estava tudo nos conformes. — Por que me chamou aqui?
— B-bom, eu achei que talvez não tivesse problema eu querer companhia para jantar...
— O que preparou para jantar? — Perguntou um pouco cético quanto a resposta da garota.
— E-eu... pensei que poderíamos pedir um lanche...
— Tem costume de jantar lanches? Não acha um pouco cedo para ter problemas de coração? — Perguntou bem humorado.
— Acho que não faz mal uma vez ou outra. — Ela disse juntando as mãos por trás do corpo e balançando para frente e para trás.
— Sabe, fiquei surpreso com a sua ligação — O policial se sentou no sofá e passou as mãos no estofado macio.
— Não esperava que eu fosse usar seu cartão?
— Não achei que entraria em perigo tão cedo — ele disse, e ela sorriu.
Harry deu de ombros e caminhou até a mesinha onde o celular estava. Louis acompanhou o movimento com os olhos, notando como o short dela subia levemente quando ela se inclinou. Ele desviou o olhar no segundo seguinte, puxando o próprio autocontrole de volta.
— Não estou em perigo — ela disse, os dedos deslizando pela tela do celular. — Mas acho que me senti um pouco… sozinha.
Louis arqueou uma sobrancelha, apoiando um braço no encosto do sofá.
— E resolveu que eu era uma boa companhia?
— Bom, você disse que eu poderia ligar…
— Se estivesse em apuros.
— E quem disse que se sentir sozinha não pode ser um apuro? — Apesar das falas provocativas, ele ainda via os traços de timidez dela e isso o chamava muita atenção.
Louis soltou um riso baixo, arrastado, e inclinou a cabeça para o lado. Ela estava o testando, e isso o divertia. Harry disfarçou um sorrisinho satisfeito ao notar a reação dele.
— O que quer comer? — ela perguntou, voltando ao celular.
Louis se levantou devagar, cruzando a sala até parar ao lado dela.
— Que opções tem?
Harry girou o celular na direção dele, mostrando a tela do aplicativo de entregas. Mas Louis não olhou para a tela. Seus olhos estavam nela — no jeito que segurava o celular com as unhas pintadas, no pescoço que expunha quando inclinava a cabeça, na forma como a respiração dela parecia hesitar quando percebeu o quão perto ele estava.
— Eu deveria confiar no seu gosto — Ele murmurou, a voz mais baixa, rouca.
Harry piscou algumas vezes antes de voltar a encará-lo.
— Eu… eu posso escolher então?
— Faça o que quiser, meu bem.
A palavra escapou sem que ele pensasse. Não deveria chama-la assim. Mas quando viu a forma como os olhos dela brilharam, e o jeito que ela sorriu antes de desviar o olhar, soube que não havia sido um erro.
Deu alguns passos pela sala e parou na porta da cozinha.
— Eu ainda estou bem confuso com toda a situação da semana passada — Falou olhando para a cozinha bem organizada.
— Como assim? — Ela desligou o celular e observou Tomlinson entrar em sua cozinha e fitar o cômodo.
— Eu quero saber como acabou ligando para a minha unidade. — Ele se virou para ela e começou a andar em sua direção. — O que estava fazendo na hora para ter ligado para lá? — Ao chegar próximo, seu olhar mudou a direção e ele continuou andando.
— E-eu já disse... Eu liguei errado — Ela o seguiu. Não estava se importando com o homem andando pela sua casa, estava cega na beleza do mesmo. Não conseguia tirar os olhos do rosto perfeito, a barba nem pequena demais e nem grande demais, a camiseta preta e a calça semelhante à do outro dia; o distintivo estava a mostra e seus braços estavam para trás do corpo escondendo a arma presa ali.
— Para quem iria ligar? — Andava calmamente pelos corredores e encontrou uma escada, será que levaria para o quarto dela?
— Eu não ia ligar para ninguém — Respondeu depressa. Ela nunca tinha visto homem mais lindo que aquele e não acreditava que poderia ser real o único que já havia visto pessoalmente, estar seguindo para o seu quarto.
— Ah não? — Ele riu. — Entrou nas chamadas sem querer? O que estava fazendo?
— Eu... — Harry começou a ficar com vergonha, estava extasiada com o homem lindo em sua frente, não parecia desesperada demais falar aquilo para ele? Mas ela já havia o chamado para sua casa sem nem saber ao certo o motivo, isso já não era ser desesperada demais? — Louis, eu só liguei errado...
— O que você estava fazendo? — Perguntou firme olhando dentro apenas dos cômodos com as portas abertas.
— Eu estava me tocando — Respondeu baixo.
— Não ouvi, responda claramente o que estava fazendo.
Harry respirou fundo.
— Eu estava me tocando. — Disse mais alto agora.
— Muito bom. Estava sozinha, certo?
— Sim — Seu coração acelerou quando Louis parou em frente a porta do seu quarto.
— Agora, me faça entender o que estava fazendo com seu celular e como acabou ligando "por engano".
— E-eu gosto de assistir quando estou me tocando.
— Você é uma putinha viciada em pornô, então? De anjo só tem essa carinha?
— Não! Eu não sou viciada em pornô, eu só assisto as vezes...
— O "não" é só para a parte do pornô? — Perguntou rindo baixo e entrando no quarto.
— O meu celular travou na hora e eu tentei desligar... Ele liga pra emergência automaticamente, mas achei que tivesse desligado... Eu me assustei ao ouvir sua voz, não foi intencional, eu não tinha visto que ainda estava em linha — Ela falou abaixando a cabeça.
— Eu quero ver seu celular — Ele disse após observar o quarto tão bem decorado.
— O- o quê? — Ela perguntou surpresa.
— Quero saber o que estava fazendo você gemer igual uma puta daquele jeito. Espero que seja algo bom mesmo.
Sem questionar mais, desbloqueou seu celular e entregou nas mãos do sargento, sem a mínima coragem de olhar para seu rosto e com as bochechas ardendo.
— Você gozou pra isso aqui, Harry? — Ele questionou olhando sério pra ela.
— Louis...
— Você é tão fácil pra abrir as pernas, ficar molha e gozar, que gozou pra isso?
— Eu estava muito excitada e já tinha muito tempo que eu não ficava com ninguém...
— E ligou pra mim pra que eu pudesse te fazer gozar de verdade?
Ela apenas concordou com a cabeça, incapaz de responder algo.
Tomlinson se aproximou lentamente e passou a mão em seu rosto, colocando o cabelo para trás de sua orelha.
— Me conta como você estava na hora — Ele ficou bem próximo da garota. Passando a mão em seus cabelos, os puxando para trás, mas com cuidado. Ainda não queria a machucar e nem estragar seus cachos.
— Eu estava de regata rosa... — Sua respiração era pesada e seu corpo estava paradinho, se acostumando com a proximidade do policial em sua frente. A sensação de ter seu corpo engolido pela a altura do outro era boa. — Mas ela estava abaixada...
— Eu quero que deixe do jeito que estava naquele dia. — Olhou para a alça branca que combinava com a pele pálida e reparou nos ombros pequenos e em como fariam um contraste enorme com os seus.
Harry levantou os braços lentamente e tentou abaixar sua blusa, estava nervosa e ao mesmo tempo queria que ele ditasse o próximo passo. Seus dedos trêmulos se atrapalharam para abaixar a blusa junto com o sutiã e Louis foi mais rápido em levar as mãos nas costas da garota e soltar o sutiã, que após solto, a peça se encolheu rapidamente e afrouxou nos ombros miúdos.
O policial desceu as alças pelos braços com os pelinhos arrepiados e sem receio, colocou a mão dentro da regata e tirou a peça, jogando no chão coberto por um tapete felpudo branco.
— Agora, faça.
Dessa vez, sem dificuldades, puxou a regata. Os peitos saltaram para fora e Harry olhou o quanto seus biquinhos estavam duros e suspirou pensando no quanto ela queria que o sargento os sentisse. Eles eram médios, mas ela tinha certeza que caberia completamente nas mãos dele e se segurava para não pedir isso.
— Continue.
Suas mãos tocaram as delas, que já estavam caídas na lateral do corpo, e subiram por seus braços, até que ele pudesse acariciar seus ombros macios.
— Eu estava sem o meu shortinho na hora e sem calcinha...
— E está sem calcinha agora? — Tocou seu nariz nos cabelos castanhos e fechou os olhos pra poder sentir o perfume dos fios macios.
— Hurrum — Ela respondeu e ele entendeu aquilo mais como um gemido.
— Eu posso ver? Não quero te ouvir gemer ainda, quero palavras.
— Sim, Louis.
— Muito bom.
Sua mão esquerda prendeu algumas mechas do cabelo macio e segurou com firmeza, empurrando a cabeça da garota até seu ombro, deixando-a deitar a cabeça ali.
— Você é tão cheirosa, Harry — Ele falava de olhos fechados, descendo a mão direita com toda a paciência do mundo pelas costas de Harry. — Tenho certeza que se preparou toda pra me receber, não foi? — Segurou a cintura e apertou, sentindo o corpo dela tremer e precisando pressionar a cabeça da menina contra seu ombro, quando ela tentou se afastar.
— Eu usei meu melhor perfume. — Disse baixinho e com a respiração acelerada por sentir as pontas dos dedos gelados, tocar a parte de sua barriga que estava exposta.
— Ele é ótimo, meu bem — Com os olhos ainda fechados e apreciando o corpo da garota, mergulhou sua mão por dentro do short, sentindo o quão quente estava aquela região. Acariciou a pele macia, sem deixar o contato ser muito forte, queria a provocar um pouco.
Harry foi um pouco mais impaciente e foi para frente, querendo sentir um contato maior com Louis, que afastou a mão rindo.
— Eu quero você quieta, Harry.
— Tudo bem, tudo bem, me desculpa... — Engoliu em seco e segurou a barra de seu shortinho em ansiedade.
— Será que você realmente é uma menininha doce ou as pessoas estão erradas em não te chamar de puta?
— E-eu me acho uma menininha doce, Louis... — Queria tanto sentir seus peitos sendo mais apertados contra o corpo do sargento, mas permanecia obedecendo a regra de ficar quieta.
Louis tocou toda as costas da mão na buceta macia antes de virar a mão e passar o dedo nos lábios, sem adentrar de fato. O que não foi necessário ser feito, para sentir que o melzinho já estava para escorrer em seu short.
— Fica quieta, eu não vou falar de novo — Ele falou abrindo os olhos por um instante quando a garota tremeu e gemeu baixinho.
— Louis, por favor...
— Quieta!
Assim que ela não o respondeu mais, deitou sua cabeça contra dela e fez carinho com os dedos enrolados nos cachos.
Espalhou o melado em seus dedos por toda a buceta da garota e então adentro um pouco os dedos, acariciando o clitóris inchadinho e tão quente quanto a parte de fora. Foi descendo os dedos sentindo o quanto a garota estava pegando fogo e percebendo o quanto ela se esforçava para não gemer.
— Você acha mesmo que uma princesinha estaria encharcada do jeito que você está?
— N-não, Lou. — Fungou apertando o tecido em seus dedos. Suas pernas estavam bambas e ela sabia que não parava de piscar sua bucetinha contra os dedos do policial.
— Então o que você é na verdade? — Seu dedo parou bem na entradinha de seu buraquinho e Harry não sabia mais se aguentaria ficar quieta.
— Eu sou uma puta, Lou... Ahh! — Ela gemeu alto e se mexeu, sentindo bem melhor a mão de Louis passando por sua buceta e quase a fazendo revirar os olhos. Aquela sensação tão maravilhosa que a fez querer segurar os ombros largos do sargento e se esfregar em seus dedos como uma gata no cio, durou muito pouco.
Louis se irritou e puxou seu cabelo, fazendo a olhar para cima e encontrar os seus olhos. Ele olhou os olhinhos assustados da menina e os lábios vermelhos entreabertos, provavelmente de tanto ela morder para não gemer.
— Eu não mandei você ficar quieta, porra? — Ele questionou e no momento seguinte enfiou os dedos melado na boca da garota, que se assustou e o olhou com os olhos arregalados. — Você sujou minha mão e agora vai limpar, sua puta!
Harry dava tapinhas no braço de Louis e tentava segurar a mão que apertava tão forte seu cabelo. Sentia que em algum momento iria engasgar com os dedos em sua boca.
— Você quer tanto assim esfregar essa buceta? Então você vai esfregar, mas vai esfregar quieta. — Ele tirou os dedos da boca dela, que se afastou tossindo e tentando recuperar o fôlego, e não pensou em dar um tempo para ela se recompor, logo a puxou para perto de volta.
Seus movimentos foram muitos rápidos, talvez por ser policial há anos e já ter feito diversas prisões. Para ele, virar alguém de costas e passar as algemas já era um comportamento condicionado, como levar um copo até a boca e saborear o gosto do café.
Quando Harry se deu conta, estava de costas para Louis e seus pulsos estavam presos em algemas.
— Louis, eu quero te tocar, por favor — Ela pediu com um biquinho, não acreditava que estava prestes a dar para um homem tão lindo e ao menos poderia tocá-lo.
Louis riu.
— Você é mimada pra caralho, quer tudo de uma vez e no seu tempo. Não é assim que funciona. — Ele disse tirando a arma da cintura e se afastou para abaixar o short da menina que ficou enrolado no meio das coxas. — Agora você vai esfregar essa buceta primeiro — Ele falou contra sua nuca e ela se assustou com o objeto gelado tocando seus peitos.
Ele passou a ponta da arma ao redor dos mamilos e deu algumas batidinhas, assistindo os seios tão lindos balançarem.
Ele desceu o objeto, passando pela regata, tocando a barriga dela que contraiu ao sentir o frio contra sua pele quente e enfim chegou em sua buceta, que ainda estava melada demais para alguém que mal havia sido tocado.
— Você vai deixar ela bem melada, entendeu?
— S-sim, sim!
— Acha que essa bucetinha é boa o suficiente pra deixar a minha melhor arma escorrendo mel de buceta?
— Sim, Louis! Sim, sim! — Ela respondeu apressadamente. Seus pensamentos estavam uma bagunça agora, sua respiração acelerada e seu coração errando as batidas. Nunca tinha experimentado tal situação e aquilo estava levando sua excitação em um nível completamente diferente. O medo e o desejo para saber tudo que Louis queria fazer com ela, a fazia querer ficar mais e mais entregue.
Ela pensou que pessoas normais não iriam se molhar ao ter um policial passando a arma em seus peitos, mas que graça tinha ser normal, a vezes?
— Ahh... Hmm... — O objeto já estava contra sua pele e Louis movimentava devagar, beijando a nunca da garota e o pescoço. Levou sua mão até os peitos dela e os apertou, eram tão macios, tão bons de apertar; ele poderia passar a noite toda os tocando e se sentiria o homem mais feliz da terra.
— Vem aqui.
A puxou para perto da cama e então ele se sentou, deixando-a parada em sua frente, a visão mais linda de todas.
Os cachos já não estavam mais tão bem feitos, a alça da regata estava um pouco caída e ela estava meio enrolada em sua barriga, assim como seu short ainda enrolado em suas coxas fartas. Harry estava com uma expressão manhosa e chorosa, os peitos que praticamente imploravam para serem tocados com força, subiam e desciam conforme a respiração desregulada. Ela estava uma bagunça.
— Eu quero poder assistir isso — A puxou para perto e segurou em seu quadril para poder beijar sua barriga. Parecia que não havia uma parte de seu corpo que não exalava um ótimo perfume e apesar de ele poder sentir o cheiro do creme que ela passara em seu corpo, ele ainda conseguia sentir muito bem o cheiro natural de sua pele.
Os beijos molhados começaram um pouco a cima do umbigo e foram para a região do ventre, onde havia um pequeno acúmulo de gordura e ele a puxou ainda mais para perto, como se estivesse com fome de tê-la. Ao descer um pouco mais, encontrou a buceta que tanto implorava por sua atenção e que mostrava isso por estar tão molhada.
— Ahh... Louis! Louis! Hmm... — Louis começou a chupar a bucetinha molhada, abrindo os lábios úmidos com a língua e sentindo o clitóris tocar sua língua e o gosto incrível tomar de conta de seu paladar. Louis a chupava com vigor e se deliciava em controlar os movimentos da garota com suas mãos e as suas pernas que prendiam as delas.
Tornou a pegar sua arma e apoiou seu rosto no ventre em sua frente, fechou os olhos apreciando o perfume incomparável e tocou sua arma entre as coxas tremulas e subiu até tocar a bucetinha de Harry.
— Abre as pernas pra mim, Harry. Eu quero me divertir um pouco com essa xota antes de comer você. – Harry não demorou muito para seguir o pedido e afastou um pouco suas pernas, gemendo manhosa quando Louis passou o braço por sua cintura e pressionou mais a arma contra sua buceta.
Ele se afastou lambendo os lábios e garantindo que nunca iria esquecer aquele gosto.
— Se esfrega — Ele falou vendo a garota se esfregar contra a arma.
Suas pupilas dilatadas e seus ouvidos agradecendo pela bela melodia que voava pelo quarto. Era como havia pensado, era bem melhor do que havia ouvido no telefone, era muito mais hipnotizante e deixava sua cabeça muito mais fora do lugar.
Harry estava agoniada porque ainda não era o suficiente, queria tocar Louis e queria dar a atenção necessária para sua bucetinha que pulsava tanto. Se esfregava desesperada contra a arma de Louis e sentia seu corpo ficar arrepiado por tê-lo a assistindo daquela forma.
Ele se levantou de abrupto e segurou seu cabelo novamente para a beijá-la. Desceu os beijos necessitados pelo pescoço até encontrar seus seios, os quais ele chupou sem o menor cuidado, sentia-se em seu estado mais necessitado.
— Lambe — Ele disse tocando o cano da arma, não mais tão gelada, contra seus lábios.
Harry, ofegante, olhou para Louis e sorriu. E sem nem mesmo cortar o contato visual, lambeu a arma sentindo o próprio gosto novamente.
— Você é uma filha da puta mesmo. — Disse rindo.
— E você gosta. — Chupou a ponta do objeto ainda o olhando.
— Vadia.
Louis a segurou pelos braços e a jogou de barriga para baixo na cama, de forma que seus joelhos ainda ficassem pra fora e tocassem o chão.
— Quero sentir mais desse gosto — Ele falou se abaixando por cima dela e não perdendo tempo em voltar sua arma para a buceta molhada.
— Você gostou, sargento?
— Eu amei — Viu os olhos dela abrirem mais e sua boca fazer o mesmo, soltando um gemido engasgado. — E você, gosta de ser fodida pela arma do seu sargento?
— Ahh... Louis — Seus olhos se fecharam com força e ela mordeu os lábios inquieta.
Tomlinson se posicionou de joelhos atrás dela e assistiu a buceta molhada engolindo sua arma tão bem, tão linda em volta do metal rígido, precisava urgentemente sentir o quão bem ela poderia aguentar seu pau.
Ela estava tão excitada, gemia tão alto e ele via como os seus dedos estavam agitados, querendo serem soltos da algema de Louis. Vendo a quão desesperada a garota estava em sua frente, parou de socar a arma e esperou para ver qual seria reação e ele precisava admitir que foi a melhor das que já presenciou.
— Está se fodendo na minha arma, Harry? É isso mesmo? Você é tão cadela que está adorando ser comida por uma arma?
— Louis, por favor! Eu quero tanto dar pra você! Por favor... Ahhh! — Suplicou enquanto rebolava sentindo a buceta preenchida.
O sargento sorriu com o gemido em protesto por ter tirado a arma da buceta dela, mas sorriu mais ainda ao segurar a bunda farta em sua frente e afastar as duas poupas. Assim pode ir direto com seu rosto chupar a xotinha tão molhada da garotinha presa em sua frente.
Fazia tanto tempo que não afundava o seu rosto em uma bunda tão gostosa que sentia que era realmente um sortudo aquela noite. Lambeu toda a buceta e seguiu com a língua até o cuzinho que piscava tão necessitado de atenção.
Enquanto chupava Harry sem dó dos gemidos altos e das suplicas para ser solta, Louis enfiou ou dedos na buceta melada e os meteu com força, vez ou outra deixando tapas na bunda farta.
Seus dois dedos sendo engolidos pelo interior quente e molhado, iam fundo e eram apertados toda vez que Harry contraia a buceta, vez ou outra esfregava o grelinho sensível e em nenhum momento deixou de chupar o cuzinho que estava todo melado agora. Também não perdia a oportunidade de morder a bunda enorme e apreciar os gritos doloridos da menina.
— Louis! Louis! Por favor, me solta! Eu quero gozar, Louis, por favor!! — Por mais que estivesse morrendo de vontade de ela mesma se esfregar contra o rosto de Tomlinson, preferiu tentar ficar com as pernas os mais quietas possível. — Eu vou gozar, Lou!! Ahh...
Tomlinson tirou os dedos da buceta e então voltou sua língua para ela, chupando com vontade e levando a língua até o grelinho inchado, onde ele lambeu de chupou com mais vontade quando percebeu as pernas da garota tremendo e os gemidos ficarem descontrolados.
— Lous!! Ahh!! Hmm!
— Gostosa da porra! — Ele falou assim que sentiu o corpo se acalmar e então lamber a buceta que havia ficado mais molhada após ela gozar.
— Louis... — Ela chamou baixinho e manhosa.
Ele se levantou sorrindo e pegando as mãos dela para soltar as algemas, e deu risada quando a viu soltar os braços em cada lado de seu corpo, exausta.
— Tira a roupa.
Harry arregalou os olhos e ouviu o barulho de algo cair no chão. Se forçou a apoiar os braços na cama e se virou para trás, ficando com a boca entreaberta ao ver Louis segurando o pau completamente duro e que sem dúvidas, era maior em comparação aos brinquedos que tinha guardado na gaveta da mesinha, ao lado da sua cama.
— Lou, eu não aguento... eu estou muito sensível agora.
Ele deu risada e pensou no quanto estava se divertindo essa noite, ela realmente era uma graça.
— Eu não perguntei se você quer tirar a roupa, meu anjo — Disse ainda masturbando seu pau que doía como o inferno dentro da calça e que parecia muito mais aliviado agora que estava prestes a comer uma menina tão gostosa.
Harry havia acabado de gozar, mas sua bucetinha ainda piscava com a forma como Louis falava e sabia que por mais que reclamasse, em poucos minutos estaria mais molhada ainda porque, não sabia como, mas Louis mexia muito com ela.
Então sem protestar mais, tirou seu shortinho e a regatinha, ficando com seu corpo completamente exposto para o policial.
— Deita com as pernas abertas pra mim. — Ele assistiu ela subir na cama e engatinhar de quatro até ficar no topo e então abrir as perninhas, segurando-as por baixo, ficando à mercê de Louis.
— Você é uma delícia, meu bem. Que gemido maravilhoso que você tem. Eu poderia ficar aqui a noite toda te comendo, só pra ouvir você gemer assim pra mim sem parar. — Ele subiu na cama e foi se aproximando dela até estar com os rostos bem pertinho.
— Então me come, Lou. Eu adoro gemer pra você.
Seus lábios se juntaram e os dedos de Louis entraram de uma vez na buceta da menina. Se afastando para olhar o quão vermelha e inchada ela estava.
— Louis, por favor!! — Ela gemeu alto e sentiu os dedos pararem de penetrá-la com tanta rapidez, para em seguida, Louis enfiar o pau duro com força dentro dela. — Ahh... sim... ah...
Era bem mais grosso que os seus brinquedos e era extremamente gostoso sentir sua xotinha tendo certo trabalho para aguentar a largura do policial. Doía, mas era uma dor gostosa e que ela estava sentindo falta. Sorriu ao se perceber toda aberta e gemendo para o policial que ela havia acabado de conhecer e que a comia tão bem.
— Ser feita de puta assim não é bem mais gostoso, meu amor? Não é bem melhor quando tem um pau pra te comer sem dó nenhuma?
— S-sim, Louis... ah... hm... por favor...
— Olha só como você já está toda molhada, minha vadiazinha. Que gostoso é você toda aberta assim pra mim, Harry.
Agarrou os seios que balançavam em sua frente e apertou os mamilos, segurando-os firmemente enquanto socava seu pau nela.
— Aposto que já planejava abrir as pernas pra mim desde que cheguei aqui, não é?
— Sim!!! Eu já estava querendo dar pra você desde a hora que te liguei, Louis!! Hmm...
— Delícia, me chamou aqui só pra te comer. Ta sendo ótimo essa pausa no trabalho, vai me fazer voltar bem mais disposto — Tomlinson sentia vontade de revirar os olhos com o aperto em volta de seu pau, sentia-se tão fundo em Harry e queria nunca mais deixar de sentir aquele calor do meio das pernas dela.
— Aahh... aah...
— Você vai ser minha putinha fixa pra foder sempre que eu estive estressado? Sempre que eu tiver uma pausa no trabalho? Às vezes, ser o chefe é estressante e é sempre bom ter uma bucetinha pra usar nessas horas.
— S-sim!! Eu vou Lou, eu prometo aahh!!
— Assim que eu gosto de ouvir! — Ele disse metendo com força, ouvindo os gritos ficarem mais desesperados e Harry gozar logo em seguida, molhando todo o seu pau e a cama. — Caralho — Ele falou saindo rapidamente de dentro dela e a puxando pelos cabelos, até que caísse em sua frente. — Abre a boca — Harry obedeceu e ele enfiou o pau em sua boca. — Mama feito uma boa menina pra mim, vai!
A posição que ela estava não era boa, mas isso não importava. Ouvir os gemidos de Tomlinson enquanto ela chupava seu pau com urgência era muito melhor do que se preocupar com uma posição mais confortável para fazer aquilo.
Não eram todos os homens que a comiam que gostavam de gemer e poder ouvir a voz rouca de Louis e saber que ele estava de olhos fechados aproveitando como usava a sua boquinha, era simplesmente ótimo.
O policial olhou para baixo e sentiu seu pau pulsar por ver a garota tão empenhada em mamar seu pau, como se fosse a última coisa que faria antes de cair em um sono pesado; foi preciso muito esforço para não gozar apenas com aquela visão.
— Vou fazer sua boca de buceta agora, abre bem a boca — Harry e sentiu o pau entrar fundo em sua boca, as mãos de Louis segurar sua cabeça e ele foder sua boca igual estava fazendo com sua buceta, sem dó.
Sua garganta doía e o aperto em seu cabelo também, sem contar que as vezes sentia tapas ardidos em sua pele.
— Caralho... hmm... — Olhava os olhos lacrimejando e seu pau pulsava cada vez mais com os barulhos altos que fazia toda vez que socava na boca de Harry. — Isso daria uma ótima foto para a minha mesa... merda...
A falta de ar estava a incomodando e quando estava começando a pensar em tentar se afastar, Louis segurou sua cabeça parado e então começou a gozar, enchendo sua boca com porra quente e não dando a escolha de não engolir.
— Porra! Engole tudo...
O pau pulsava em sua boca e ela engolia todo o líquido quente sem dar a chance de derramar.
— Ah... caralho... — A respiração de Louis agora estava tão ofegante quanto a de Harry. Por um instante sentiu como se toda a sua energia tivesse saído de seu corpo e desejou ficar nu, igual a garota, para poder dormir ao seu lado. Mas sabia que não era possível porque a qualquer momento poderia ter uma chamada nova. — Como você está? — Tirou o pau da boquinha judiada, vendo o fio de saliva ainda mantendo os dois conectados e levantou o delicado rosto pelo queixo.
Apreciou o rostinho cansado e os olhos úmidos, a boca vermelha e inchada, apostava que a bucetinha estava bem pior, e sorriu. Juntou os cabelos dela para trás e a ajudou a ficar de joelhos, ficando agora quase na mesma altura que ele.
— Tudo bem? — Fez um carinho em seu rosto e secou os olhos molhados.
— Sim, sim — Disse rouca e ficando vermelha logo em seguida. — Você gostou?
Louis riu baixo.
— Se eu gostei? Eu amei, Harry. Você foi ótima pra mim. E você, gostou?
— Muito, muito. É sem dúvidas, muito melhor do que quando me toco sozinha assistindo vídeos.
— Eu sei que é — Riu ao descer da cama. Colocou o pau de volta para sua cueca e se vestiu.
Enquanto se arruma, Harry o via pegar o distintivo que havia caído e a arma na beirada da cama.
— Estava carregada? — Questionou.
— Como? — Louis a olhou, colocando cada um de seus acessórios, inclusive as algemas, em seus devidos lugares.
— A arma, estava carregada?
Ele sorriu e enfiou a mão no bolso da frente, tirando de lá todas as balas.
— Você não era a única que estava planejando algo com aquela ligação. Eu nunca enfiaria uma arma carregada em você.
Ela sorriu para ele e se sentou sobre seus pés.
— Eu gostei de ter me falado isso só agora.
Ele deu risada e se aproximou dela, dando um beijo em seus lábios.
— Aquele lanche ainda vai demorar muito para chegar?
— Que lanche? — Arqueou a sobrancelha, não tinha a menor ideia do que Louis estava falando.
— Bom, quando eu cheguei aqui, me falaram sobre um jantar e eu fiz um trabalho muito pesado aqui. Estou com fome agora — Disse apreciou o sentimento bom da risada de Harry.
— Eu esqueci! Acabei não pedindo o lanche!
— Você estava mesmo desesperada para ser comida né? Se não se importar, eu acho que ainda tenho um tempo antes de precisar voltar para a delegacia e não recebi nenhum chamado ainda. Se a ideia do jantar ainda estiver de pé...
— Sim!! — Se levantou eufórica da cama e pegou suas roupas jogadas pelo chão do quarto. —Eu só preciso ir no banheiro e já peço os lanches.
— Tudo bem, minha gatinha. Eu ficarei aqui esperando — A assistiu correr para o banheiro.
Louis com certeza não poderia negar que aquela foi a melhor noite de trabalho.
Enquanto destrancava a porta, Louis já podia escutar o choro de sua boneca dentro do quarto e ao abri-la, encontrou exatamente o que esperava. Harry estava tudo em uma poltrona, com as mãos amarradas aos tornozelos, mantendo suas pernas bem abertas e consequentemente expondo sua bucetinha.
O garoto estava uma completa bagunça, os fios do cabelo longo se encontravam bagunçados e por seu rosto desciam lágrimas nas bochechas avermelhadas que se misturavam a saliva por volta de sua boca. Em seu peito nu, os mamilos eram presos por dois grampos de metal juntos por uma corrente que ia até sua buceta molhada. Um sugador íntimo estava preso a seu clítoris, sugando o órgão incansavelmente. O brinquedo tinha um pequeno pedaço de borracha dentro que imitava uma língua, lambendo o ponto g de Harry enquanto seu clítoris era maltratado com a pressão da sucção do brinquedo. Seu buraquinho abrigava um plug de vidro, com uma linda pedra de coração rosa enfeitando a buceta. Seu estômago subia e descia pela respiração frenética no mesmo ritmo que seu cuzinho piscava em busca de algo para preenchê-lo.
Louis havia o deixado naquela mesma posição cerca de quarenta minutos atrás. Naquela mesma noite, o casal compareceu em uma festa de aniversário de um amigo íntimo de Louis. O homem estava ansioso para o evento por toda a semana, contente por reencontrar seus amigos de longa data. Acontece que em menos de duas horas de bebidas, danças e conversas nostálgicas, Harry decidiu que seria uma vadia mimada cujo a principal missão era tirar a paciência do namorado. Ficava o tempo inteiro em sua cola, dando beijos em seu pescoço e sussurrando desejos sujos ao seu ouvido ao mesmo tempo que se esfregava no colo de Louis. Ele implorava para ser fodido ou para que pelo menos tivesse permissão de chupar o homem, nem que fosse no banheiro da festa. Estava quase explodindo de tesão e faria qualquer coisa pra conseguir o que queria.
Quando viu uma oportunidade, Harry a agarrou.
Louis estava sozinho na cozinha, havia ido ali pra buscar algumas cervejas e Harry o seguiu. Sem mais nem menos, encurralou o homem na geladeira e enfiou a mão por dentro de sua roupa íntima, agarrando o pau flácido e começando movimentos de masturbação lentamente. Louis não o afastou, apenas olhou dentro de seus olhos e pediu para que Harry o largasse e pedisse desculpas, mas Harry não o escutou e se ajoelhou na frente do namorado. Em segundos, já se deliciava com o caralho do homem em sua língua, mas isso foi por pouco tempo pois logo sentiu uma ardência conhecida em seu coro cabeludo quando Louis puxou seu cabelo rudemente, obrigando-o a se reerguer. Sem aviso prévio, Louis estendeu a palma esquerda e deu dois tapas fortes em seu rosto, um em cada lado, deixando Harry desnorteado. Ele colocou o pau de volta dentro de sua calça e abotoou os jeans antes de entrelaçar sua a mão com a de Harry e caminhar para fora, onde estavam as outras pessoas. Se despediu dos amigos rapidamente, com a desculpa de que teria que resolver um problema, mas que voltaria em alguns instantes e seguiu para o carro.
O caminho até o apartamento foi silencioso. Harry parecia envergonhado com o que tinha feito, encolhido no banco de carona, olhando fixamente para a janela enquanto Louis estava com uma carranca no rosto, o maxilar trincado e os olhos azuis carregando fúria.
— Não me machuca, papai, eu não fiz por mal — Harry suplicava com a voz mansa e falha ao que o namorado o carregava no colo até o apartamento deles, mas o homem não ouvia sua petições, ou apenas ignorava elas.
Louis o jogou na poltrona ao lado da cama sem nenhuma delicadeza, claro que Harry não ousou se mexer. Observou calado e atento Louis andar pelo quarto e buscar algumas coisas na gaveta de brinquedos que tinham. Um sorriso fraco cresce no canto de seus lábios quando o namorado volta com uma corda e mais alguns outros objetos que deixou na cama. — Tira a roupa — mandou.
Harry obedeceu prontamente, retirando suas roupas em questão de segundos e sentando novamente na poltrona ao terminar sua tarefa. Louis entrou em cena ao agarrar seu joelhos e dobra-los, arrumando as longas pernas de modo que ficassem totalmente abertas para então pegar seus pulsos e prendê-los nos tornozelos para que Harry não saísse daquela posição. Admirou por alguns segundos o corpo de seu namorado, seu rosto angelical, os peitos vantajosos em formato de gota com os mamilos amarronzados enrijecidos, a linda tatuagem de mariposa em seu estômago malhado, a cintura fina que ele agarrava quando o fodia de quatro, a buceta rosadinha, já pulsando com o vento gelado que batia em seu grelinho grande e o cuzinho que buscava qualquer tipo de estímulo.
— O senhor vai me maltratar? — pergunta com falsa inocência, tentando decifrar o que Louis iria fazer apenas com o olhar.
— Maltratar você, boneca? — Louis questiona, rindo ironicamente. O homem apoia em seus joelhos, ficando cara a cara com Harry, e beija sua bochecha pintada por um vermelho intenso pelo tapa que havia levado anteriormente e o blush que estava usando. — Não, amor, papai vai te dar exatamente o que você quer.
Harry o olha confuso. Aquilo parecia uma punição e Louis iria simplesmente satisfazer suas vontades ainda que não tivesse agido como um bom garoto. Sua respiração falha e ele sorri para o namorado, agradecendo silenciosamente por ele ser tão bom consigo. Louis apenas deixou mais um beijo longo em sua testa em resposta e se virou para pegar o primeiro item que usaria naquela cena. Prendedores de mamilo. Ele lambeu os metais e então colocou um pregador em casa mamilo, assistindo a reação de Harry, que fechou os olhos e pendeu a cabeça para trás com a dor instantânea. Louis não o dá tempo de se recompor quando abre os lábios de sua buceta, expondo o clítoris rosado, e posiciona o brinquedinho rosa bem no meio, o ligando logo em seguida. Harry geme alto ao sentir o silicone imitando momentos de lambida em seu ponto G numa velocidade lenta ao mesmo tempo em que sentia as sucções em sua bucetinha.
Começou a rebolar quase que involuntariamente na poltrona acolchoada, olhando para o namorado com olhos carregados de luxúria e a boca semi aberta que o namorado logo tratou de ocupar com um plug de tamanho médio, o qual tinha três esferas de três tamanhos diferentes. Era o favorito de Harry pois o alargava de forma lenta e gradual. Segurou seu queixo com brutalidade, forçando o a olhar pra ele e então enfiou o vidro entre seus lábios. Harry aceitou de bom grado, fazendo o seu melhor para lamber o material e deixá-lo bem molhado. — Não que uma puta como você precise de alguma preparação, mas como eu sou muito bonzinho, vou deixar que você se divirta com esse brinquedinho patético — dizia com seriedade, assistindo seu garoto lamber o plug enquanto segurava a base para ele. Harry fechou os olhos, imaginando que aquele fosse o pau de Louis na sua boca e que o sugador fosse sua língua. — Não economize saliva, essa vai ser a única lubrificação que você terá.
Um exato minuto se passou quando Louis retirou o objeto da boca do namorado, olhando para a bagunça que Harry tinha feito em si mesmo. Fios de baba escorriam por seus lábios inchados e suas bochechas brilhavam com saliva. Cuspiu em sua entradinha, surpreendendo Harry quando colocou o brinquedo inteiro dentro de si sem nenhum resquício de dó. Ele gritou ao sentir a dor das três bolas do plug o invadindo, como se tivessem o rasgando por dentro. Louis pouco se importou, se virou de costas, ignorando seu sofrimento quando pegou uma câmera que mais parecia uma babá eletrônica e a posicionou de forma que captasse o corpo inteiro de Harry e parte do ambiente. O garoto o olhou confuso, mas estava muito ocupado se afogando no próprio prazer para perguntar o motivo daquilo. Louis e Harry nunca foram um casal comum quando se tratava de sexo. Tipo baunilha apenas não era a “praia” deles. Mas não era costume gravar suas relações, apenas quando o outro pedia para manter de lembrança, o que não era o caso agora.
— Preste atenção no papai agora, boneca — Louis se voltou para o namorado, quase desistindo de seu plano maligno ao observar seu garoto se contorcendo de prazer. Engoliu em seco e continuou a dizer: — você vai ficar aqui e eu vou voltar pra festa.
— Não! — Harry grita, desesperado.
O homem ri e se senta na cama, despreocupado pois sabia que Harry obedeceria qualquer ordem que lhe fosse dada como o bom submisso que era. — Se existe alguém que manda nessa porra, boneca, não é você — ele dá leve tapinhas em suas coxas nuas. — Continuando, eu vou voltar pra festa e você vai ficar aí sozinho. Não há regras, você pode gozar quantas vezes quiser.
— Não, senhor — ele choraminga. — Eu só quero gozar se for com você, por favor.
Harry implorava, mas Louis já estava colocando de volta sua jaqueta de couro e verificando se suas as chaves estavam ali. — Você pode ficar sossegado, ok? Essa camera está conectada ao meu celular e o papai vai estar te assistindo o tempo inteiro. Se quiser parar, o que vai dizer?
— Minha palavra de segurança.
— Confia em mim?
— Sim, senhor.
Com isso, Louis se despede, desaparecendo quando a porta é fechada e deixando um Harry desolado para trás, totalmente vulnerável.
De volta a festa, ficava o tempo inteiro de olho na câmera que havia deixado no quarto, observando Harry ser envolto na própria bolha de prazer. O garoto começou uma sequência de choros enquanto era estimulado incansavelmente mas se negava a gozar. Continuava rebolando no plug, mordendo os lábios com força ao se contorcer na poltrona. Em meio a inúmeras tentativas -todas falhas- de se libertar do aperto da corda, Harry finalmente se deixa vir, gemendo alto e tendo espasmos em todo seu corpo quando gozou pela primeira vez, olhando diretamente para a câmera. Na segunda, Louis precisou deixar o baseado que fumava com um colega e ir ao banheiro mais próximo pra se aliviar numa punheta rápida. Seu pau já estava duro desde que ele deixou Harry no apartamento deles e era difícil se conter ao ver o namorado chorando em êxtase enquanto apoiava a cabeça no próprio ombro e esfregava o cuzinho na poltrona, gemendo sem parar.
Após gozar, desperdiçando a porra nas costas de sua mão, Louis usou o controle do sugador de clítoris e o desligou por exatos trinta segundos, assistindo Harry suspirar aliviado para logo depois gritar novamente com a volta do estímulo. Ele implorava para que Louis voltasse e o tirasse dali, contestando que já não aguentava mais gozar, mas Louis não teria piedade dele naquele momento e Harry sabia disso.
Gozou pela terceira vez minutos depois. Já não tinha mais forças para esboçar nenhuma expressão de prazer naquele patamar, apenas fechando os olhos e deixando a boca semi aberta.
Louis demorou cerca de quarenta minutos na festa. Não aguentou ficar mais tempo do que isso longe de seu garoto. Ao ver a figura de Louis em sua frente, Harry choramingou pra ele. — Senhor, por favor, eu não aguento mais.
— Você está tão linda, minha boneca — Louis elogia, se inclinando para ficar mais próximo do namorado. Com calma, Louis desprende os pregadores em seus mamilos que estavam marcados pelo metal, completamente vermelhos e rígidos. Deixou um beijo em cada um deles antes de descer para sua buceta. Passou lentamente os dedos nos lábios de sua xota, observando Harry tremer ao toque enquanto inúmeras súplicas inaudíveis saíam por sua boca. O homem desliga o sugador de clítoris e o afasta do órgão, deixando um beijo ali assim como havia feito com os mamilos anteriormente. — Vê como está inchadinho, amor — aponta, chamando a atenção de Harry, que olha pra baixo e arfa ao ver o clítoris completamente inchado, vermelho e maior do que usualmente era.
Por último, Louis retirou o plug de vidro sem pressa alguma, dando tempo para Harry respirar fundo. Admirou seu buraquinho completamente aberto e molhado pelo gozo do namorado e não conseguiu evitar dar uma longa lambida do cuzinho até o monte de Vênus, se deliciando com o gosto de sua boneca.
— Por favor, papai. Me tira daqui, eu não aguento mais! — exclama quando Louis ameaça enfiar dois dedos dentro de seu buraquinho enrugado que pulsava, implorando por atenção e estímulo. — Eu só quero que o papai cuide de mim. Estou tão cansado, Lou, me leva pra cama e me abraça.
— Claro, minha boa menina, o papai vai fazer isso depois que gozar, ok? — Dito isto, Louis abre o zíper de sua calça e coloca o pau grosso e completamente duro. Harry queria chorar, e é isso que ele faz. Estava cansado depois de gozar prazerosamente quatro vezes. Seu corpo inteiro doía pela posição desconfortável e suas partes íntimas estavam extremamente sensíveis pelos estímulos incansáveis que recebeu na última hora. Lágrimas escorrem por sua bochecha quando Louis enfia a cabecinha em seu cuzinho e começa a meter todo comprimento no buraquinho que já começava a ficar vermelhinho. — Minha puta, tão boa para o papai — resmungava ao foder Harry sem dó. O garoto gemia alto, gritando num misto de dor e prazer absoluto. Ele poderia desmaiar naquele momento.
Desafiando as leis do possível e impossível, Harry goza mais uma vez ao ter seu cuzinho judiado. Era apenas demais ter Louis vestido o fodendo como uma puta barata de esquina, o olhando com tanto desejo. Louis vem logo depois ao sentir o buraquinho contrair ao redor de seu pau, preenchendo Harry com seu leitinho quente.
O homem se joga na cama, destruído.
— Lou, eu ainda estou aqui — Harry diz num tom engraçado.
Louis sorri e se levanta, deixando um beijo na testa suada do namorado antes de começar a desatar os nós da corda — sim, minha boneca. Lou vai cuidar de você. (…)
Onde Louis é um alfa acanhado nerd, físico teórico e tem um novo vizinho, e Harry é um ômega simpático, bonitinho e confeiteiro que muda de apartamento.
avisos!: É minha primeira oneshot entt pode n estar muito boa! Foi reescrita mas pode haver erros.
•°.* Bellybulge, creampie, hbottom, ltops, palavras de baixo calão, nudez, conteúdo totalmente sexual, omegaverse (abo), louis!alfa, harry!omega. Provavelmente esqueci algo mas é o principal.
De todas as formas, aquela era, de fato, a primeira vez deles.
Harry vestia uma daquelas camisas de turnê, de um tecido fino que abraçava suas curvas e possuía uma abertura estratégica até a cintura. Por baixo, apenas um short curto — que já havia sido descartado em algum canto do quarto — e suas meias. Louis, fiel ao seu estilo, usava nada mais que uma camiseta oversized do Lanterna Verde e uma calça de moletom cinza.
O contraste era hipnotizante. O peito do ômega, sutilmente marcado pelo tecido justo da blusa, fazia a libido de Louis atingir níveis astronômicos. Harry já estava entregue sobre a cama do mais velho, os cachos espalhados pelo travesseiro, em um estado de quase êxtase. Louis havia sido meticuloso: beijos no pescoço, mordidas precisas na glândula odorífera e uma atenção devota aos mamilos de Harry por cima do tecido, enquanto sua coxa pressionava com a força exata o centro das pernas do ômega.
Para um nerd, ele era perigosamente bom com a boca... e com as mãos.
Mas espere um pouco. Você sabe como eles chegaram aqui?
Deixe-me fazer as honras e narrar o desenrolar improvável entre um físico introvertido e um confeiteiro de mão cheia.
.•°*.*°•.
Harry mudou-se para o novo apartamento em um dia ensolarado, cercado por pilhas de caixas de papelão que pareciam se reproduzir sozinhas. A mudança foi exaustiva; a noite já havia caído e ele ainda lidava com o caos, ciente de que, no dia seguinte, a rotina na padaria seria pesada, com tortas, bolos e encomendas esperando por ele.
Exausto, Harry aguardava seu jantar na porta quando dois rapazes saíram do apartamento da frente. Eles pareciam tímidos, quase envergonhados, como se tivessem sido interrompidos em algo importante. O ômega sorriu, observando-os, até que seus olhos pousaram em um rosto familiar. Era Zayn! Seu amigo de infância, de quem a vida e a faculdade haviam acabado por afastar.
— Zayn Malik? — Harry exclamou, surpreso.
— Harry? — O rosto de Zayn iluminou-se. — Zee! Meu Deus, quanto tempo!
O abraço foi apertado, carregado de nostalgia. O outro alfa, que acompanhava Zayn em silêncio, ficou momentaneamente em segundo plano, observando a cena com uma curiosidade contida.
— Harry, este é o Louis — Zayn os apresentou. — Ele é físico teórico e meu melhor amigo.
— Prazer, Louis. Sou confeiteiro — Harry estendeu a mão, fixando o olhar nos olhos azuis intensos do alfa. Ele o achou inegavelmente atraente; uma mistura de intelecto e uma aura "quente" que não esperava encontrar em um acadêmico. — Acho que já sabe que me chamo Harry. Vai ser um prazer ter você como vizinho.
— O prazer será todo meu... em ter você por aqui — Louis respondeu, e o peso da palavra "prazer" pareceu vibrar no ar, instaurando uma tensão instantânea entre os dois.
.•°*.*°•.
Harry recebeu seu sushi, pagou o entregador e, num impulso de gentileza, convidou os dois para entrar. Embora tenham recusado a comida — para o alívio secreto de Harry, que estava faminto —, eles o ajudaram a carregar as últimas caixas pesadas para dentro, garantindo que nada fosse deixado no corredor.
— Muito obrigado pela ajuda. Eu não saberia como retribuir — Harry disse, recostado na porta.
— Você poderia aparecer no nosso apartamento amanhã — Louis sugeriu rapidamente. — É sexta, dia de pizza. O Zayn vem sempre, e acho que o Liam e o Niall iam adorar te conhecer.
— Oh, eu não queria incomodar...
— Não seria incômodo nenhum, Harry — Zayn reforçou. — Nós realmente queremos que você vá.
Harry pensou por um segundo, abrindo aquele sorriso de covinhas que fez o coração de Louis errar uma batida.
— Tudo bem. Vocês me convenceram.
Na noite seguinte, o cenário era composto por quatro alfas e um ômega, este último vestindo um vestido leve que atraía olhares discretos. Após a pizza, a atmosfera relaxou e, por sugestão de Zayn e Harry, o grupo começou a jogar "Eu Nunca" regado a doses generosas de álcool.
— Eu nunca tive dois paus me fodendo! — Alguém soltou, e o som dos copos batendo na mesa foi imediato.
A essa altura, três coisas eram certas:
Ninguém mais sabia quantas doses já tinham tomado.
O álcool estava ditando as regras.
A conversa tinha tomado um rumo irremediavelmente sexual.
— Eu nunca usei, ou fiz algum parceiro usar, fantasias de super-heróis no sexo! — disse Niall, o astrofísico irlandês, entre risos.
Apenas Harry não bebeu. Ele nunca tinha explorado esse fetiche. Todos o olharam com uma mistura de surpresa e interesse, especialmente Louis, que sorria como um golden retriever levemente embriagado. As confissões continuaram: dildos, recordes de orgasmos, preferências na cama... até que Harry tentou trazer o jogo de volta para águas mais calmas.
— Eu nunca deixei a toalha molhada em cima da cama — ele tentou.
Mas o destino — ou o álcool — tinha outros planos.
— Eu nunca recebi uma creampie — Harry soltou, quase num sussurro.
O silêncio foi imediato. Ele falou tão baixo que os outros pediram para repetir. Entrando em pânico e com as bochechas ardendo, ele reformulou rapidamente:
— Eu... eu nunca recebi um buquê de flores!
Apenas Liam bebeu, explicando que sua mãe sempre lhe dava uma flor no Dia dos Pais e que, "tecnicamente, se juntasse tudo, dava um buquê". Harry suspirou aliviado, embora soubesse que a primeira frase ainda pairava em algum lugar da mente de Louis.
.•°*.*°•.
Um mês se passou. A amizade entre Harry e Louis floresceu entre trocas de correspondências e jantares casuais. Louis, movido pela curiosidade científica e por uma vontade genuína de agradar, ficou com aquela palavra na cabeça: creampie.
Em sua mente literal de físico teórico, ele associou com o termo da culinária: torta de creme. Ele procurou na padaria de Harry e não encontrou. Questionou o ômega, que ficou vermelho como um tomate e disse que ainda estava "se aperfeiçoando na torta".
Decidido a fazer uma surpresa, Louis foi para a internet pesquisar receitas. Foi então que a internet o levou por um caminho... diferente. Três links de sites de pornô apareceram nos resultados. Curioso, ele abriu uma guia anônima e pesquisou ‘creampie pornô’. Sua visão pareceu embaçar ao descobrir o verdadeiro significado.
O choque inicial foi substituído por uma compreensão súbita do porquê de Harry agir de forma tão tímida. Mas Louis, apesar de nerd e introvertido, tinha seus 25 anos e uma dose considerável de audácia.
Harry o convidou para um chá em sua casa naquele sábado. Louis decidiu levar uma torta de creme real, da padaria local, mas com um plano B em mente. Se Harry estivesse falando da torta, ele seria apenas um vizinho gentil. Se ele estivesse falando de outra coisa... bem, Louis estava pronto para a aula prática.
.•°*.*°•.
Harry estava adorável em sua blusa de alcinhas branca e shorts folgados. Ele havia arrumado a mesa com biscoitos e chá de camomila quando a campainha tocou.
— Trouxe uma torta de creme — Louis anunciou, entrando no apartamento com uma sacola.
Harry quase engasgou com a própria saliva. Ele não sabe, ele com certeza não sabe, pensou o ômega, tentando manter a compostura enquanto Louis o observava atentamente.
— Quer experimentar? — Louis sugeriu, cruzando os braços e se aproximando. — Você disse que estava se aperfeiçoando, pode usar essa como referência.
Harry cortou uma fatia, sentindo o olhar do alfa queimar em sua pele.
— É boa... — Harry começou, a voz um pouco trêmula. — Só tem um pouco de chantilly demais e a massa está um pou...
— Eu sei o que é uma creampie, Harry.
O tempo pareceu parar. Louis se aproximou, tirando o prato das mãos de Harry e o colocando sobre o balcão, com o ômega o acompanhando no olhar.
— Louis...
— No começo, eu realmente achei que era a torta — Louis confessou, ficando frente a frente com o ômega, cujos feromônios de vergonha e excitação começavam a inundar a cozinha. — Mas depois eu pesquisei. E, para ser sincero... eu fiquei muito interessado no conceito.
Os cheiros de pinheiro, lavanda, baunilha e morango se fundiram em um coquetel inebriante.
— Você tem interesse... nisso? — Harry perguntou, os olhos verdes fixos nos de Louis.
— Tenho — Louis afirmou, a voz se tornando mais grave.
Harry olhou para baixo, notando o volume na calça de moletom cinza de Louis. Ele era um alfa atraente, inteligente e estava ali, confessando um desejo mútuo. Por que não juntar o útil ao agradável.
— Quer saber como que faz?... — Harry desafiou, com um sorriso audacioso.
Agora foi a vez de Louis perder o fôlego. Sem palavras, ele apenas assentiu, deixando que seus próprios feromônios de desejo respondessem por ele.
— Vem para o meu quarto. — Harry segurou sua mão, guiando-o com pressa.
Louis observou o balanço dos quadris de Harry e sentiu o sangue latejar. Puta merda, ele pensou, eu vou mesmo foder o Harry.
Louis agarrou os quadris de Harry, fazendo-o deitar-se na cama. Ao retirar o shortinho branco, revelou-se um membro já desperto sob a calcinha confortável. Um rosnado baixo escapou da garganta de Louis com a visão.
Ele uniu seus lábios aos de Harry, lábios cheios, em formato de coração, um convite irresistível. Suas mãos apertavam as coxas pálidas e macias, subindo pelos quadris de curvas suaves até a cintura definida. A blusinha justa, ainda presente, tornava tudo mais provocante ao marcar o peito do ômega.
Harry soltava suspiros deleitosos, sentia falta de ser tocado com aquela intensidade. Seu corpo já respondia ao toque, liberando o pré-gozo que começava a umedecer a peça íntima, acompanhando a lubrificação que já encharcava sua entrada.
Louis focou sua atenção no pescoço e na glândula de Harry, mordendo e lambendo cada pedaço de pele que exalava o aroma inebriante da excitação. O lobo dentro do alfa rugia em aprovação ao cheiro doce que dominava o quarto.
— Louis, eu quero agora... entra, por favor — Harry gemeu de forma arrastada quando os dedos do alfa brincaram com seus mamilos por cima do tecido. O atrito era delicioso, o fazendo arquear o corpo cheio de desejo. — Lou… Alfa!
Louis rosnou, tocando a pele leitosa com uma possessividade descomunal. Ele observou o ômega por alguns instantes, ele quer tanto tomá-lo com a roupa e tudo, manter a blusinha seria o toque final de luxúria que ele tanto precisava.
Libertando-se da sua calça de moletom, Louis pouco se importou com a camisa do Lanterna Verde que ainda vestia. Seu foco era total no ômega de íris brilhantes e verdes que o devorava com o olhar. Ele se abaixou, beijando cada lado do quadril de Harry antes de puxar a calcinha pelas pernas pálidas. Ao ver o fio de lubrificação se romper entre o tecido e a entrada avermelhada, Louis sentiu a própria boca salivar.
— Alfa! Por favor, me preencha... — o cheiro de pinheiro de Louis se intensificou, mergulhando Harry em um estado de necessidade absoluta, seu corpo pulsando só por sentí-lo.
— Calma, ômega. Vou te dar exatamente o que você precisa — Louis murmurou. Ele desceu a boca até a base do membro de Harry, distribuindo beijos úmidos enquanto massageava o que estava ao redor. — Você é delicioso, Harry.
Os dedos de Louis desceram para a entrada, que pulsava em expectativa. O aroma ali era tão forte que quase se podia sentir o gosto na sua língua. Louis usou sua boca para explorar o local, enquanto dois dedos preparavam o caminho, fazendo Harry segurar seus cabelos lisos e implorar por mais.
— Consegue chegar ao ápice apenas com minha boca e meus dedos, ômega? Quero sentir o seu gosto em mim — Louis questionou, enquanto uma mão apertava a coxa grossa de Harry e a outra trabalhava ritmadamente em sua entrada.
— Consigo, alfa... Sim! — Harry soltou um gemido alto. A mistura de sensações era avassaladora. Quando os dedos de Louis pressionaram o ponto certo, o estopim foi inevitável, e Harry atingiu seu primeiro orgasmo, rápido demais até, mas o cheiro, os dedos grossos de Louis, tudo era tão bom que não conseguiu se conter.
Louis saboreou o momento, limpando cada vestígio com a língua antes de se posicionar. Harry, ainda envolto na névoa do prazer, sentiu quando Louis finalmente afundou seu membro, grosso, com 17 cm e uma glande grossa, dentro dele. O movimento foi lento e firme, permitindo que Harry se acostumasse com o preenchimento. A cabeçinha do pau do alfa entrando com resistência, abrindo o ômega aos poucos, era tão bom que fez ambos soltarem um xingamento em uníssono.
Harry sentia cada centímetro de si sendo expandido. Louis levou os dedos, ainda úmidos, até a boca do ômega, que os chupou ansiosamente enquanto tentava processar a sensação de ter Louis tão fundo. O alfa pega as pernas de Harry entrelaçando as coxas ao redor de sua cintura, intensificando o contato, finalmente chegando até a base, com as bolas de Louis batendo na polpa da bunda do outro.
Pela sua posição, Louis conseguia ver o relevo de sua própria cacete contra o abdômen de Harry. A visão de um montinho feito por causa da cabeça grossa de seu pau, junto do seu membro pulsando dentro do ômega o deixou ainda mais excitado.
— Lou... eu,... uh! Eu sinto você tão fundo — Harry murmurou com gemidos, abrindo os olhos para ver a silhueta protuberante em seu ventre. — Tão grosso... você é tão bom… minha nossa.
— Puta merda, Harry — Louis rosnou, vendo a mão pequena do ômega tocar a superfície onde o membro o pressionava por dentro.
— Não é pra ter dó de mim, alfa.
Atendendo ao comando, Louis começou a estocar com força e precisão. O ritmo era frenético, a pele se chocando e o som da lubrificação densa preenchendo o ambiente. Harry já choramingava de prazer, chamando pelo nome do alfa enquanto seus corpos se moviam em perfeita sincronia.
Harry solta um gemido baixo, quase como um miado, suas mãos agarrando o pescoço e os ombros de Louis arranhando-o enquanto sentia cada estocada forte. O ômega tinha certeza que iria ficar muito abertinho, sua lubrificação descia entre suas pernas e melava Louis, tão escorregadio, quente, molhado.
Arqueou as costas quando o alfa achou sua próstata, gemendo alto, arranhando as costas do alfa que tremeu inteiramente sob si depois de apertar todo o membro grosso depois de uma estocada.
— Você vai acabar comigo… Porra. — cada vez que Louis retirava e colocava o cacete grosso dentro de si, era como se estivesse sendo partido ao meio de uma forma tão gostosa que não se importaria de deixar Louis o usar como um brinquedinho. Pensando bem, Harry queria isso. — Lou! Alfa! Hum! minha nossa, e-eu quero vir.
— Eu também — Louis respondeu, focando toda a sua energia em levar Harry ao limite. Ele diminuiu o ritmo por um segundo, apenas para forçar a glande mais fundo, buscando fuder o colo do útero do ômega.
Toda vez que metia ele sentia a pequena barreira batendo contra sua glande, ele sentia pequenos espirros de pré-porra saindo de si em cada estocada que batia. O alfa queria mais, muito mais, e se ele tinha como fazer, ele vai tentar.
O ômega tremeu inteiramente, sentindo a glande dentro de si pressionando mais e mais, sua respiração descompassada, seu corpo inteiro formigando, trêmulo, ele não sabia o que Louis estava tentando fazer, mas a sensação era terrivelmente deliciosa, mesmo que doesse.
Até Louis finalmente conseguir o que queria, meter a cabecinha do seu pau sendo sugado pelo colinho do útero do ômega, era tão fodidamente apertado, era quente, molhado. Seu corpo inteiro arrepiou-se, tremendo levemente. A visão de ver Harry tentando arquear o corpo, suas mãos empurrando o ventre de Louis de tantos estímulos que quase pedia para parar, sua barriga lisinha conseguindo mostrar o quão cheio estava foi o fim da sanidade de Louis.
— Veja o quão fundo eu consigo chegar, babe. Sente o meu pau te abrindo, te deixando pronto só pra ele te foder. — Ele passa a mão por cima do relevo pequeno no ventre de Harry, o vendo com a cabeça arqueada, tremendo, soltando murmúrios baixos, respiração ofegante.
Harry volta sua atenção em Louis, piscando lento, sendo torturado pela pequena dor gostosa de ser totalmente preenchido, seus cachos totalmente bagunçados enquanto viu o pau de Louis dentro de si. Nunca se sentiu tão cheio em sua vida, tremia de excitação.
Olhou para o alfa, que não parava de acariciar seu corpo, sua cintura, uma de suas mãos agora estimulava seu mamilo durinho, enquanto a outra apertava sua coxa branquinha. Num flash de rapidez, a pupila de Louis dilata, o cheiro se intensificando, o ômega por um momento achando que era o hut do alfa, mas simplesmente o seu lobo tomou as rédeas, falou mais alto.
Com uma estocada final forte e profunda, saindo do encaixe e voltando de uma vez, arrombando o colinho, o nó de Louis começou a se formar exatamente onde deveria. As pernas de Harry tremeram violentamente, lágrimas de puro êxtase rolaram por suas bochechas enquanto ele gritava o nome de Louis. Harry atingiu o ápice novamente pintando seu peitoral com as gotas de porra, ao mesmo tempo sentindo o útero jorrar seu melzinho contra o cacete grosso do alfa no instante em que Louis o preenchia com sua própria porra quente.
O nós prendendo-os um ao outro. O ventre de Harry estava visivelmente inchado, preenchido pelo alfa. O ômega estava exausto, com a boca aberta em um 'O' silencioso, sentindo cada pulsação de Louis dentro de si. Sentindo tudo, seus peitos agora sendo chupados por um alfa que arrancou sua blusinha.
— Vai aguentar tudo aqui dentro? Veja como sua barriguinha está, hmm... tão cheia de mim — Louis sussurrou, tremendo enquanto o nó finalizava o processo.
— Uhm… uhum… — Harry respondeu com um murmúrio baixinho, mal conseguindo abrir os olhos, mas quando os faz, brilhavam de satisfação. — E-eu… hmm.
Louis sorriu, beijando-o com carinho, sendo retribuído de maneira desajeitada por Harry, que ainda estava absorvendo tudo
— Eu sinto cada jato seu… em mim, uh alfa… — Harry confessou, já quase sendo tomado pelo sono. — Não sai… por favor, não… não tira.
Harry lutava fortemente para não dormir, mas seu corpo não o ajudava, choramingando, lágrimas caindo pelo seu rosto quando Louis se movimentou tentando procurar uma posição confortável.
— Prometo, meu bem. Eu cuido de você — o alfa deixa um último selinho antes que o ômega se entregasse ao descanso. Se arrumou levemente contra o corpo do ômega, ficando numa conchinha. Mesmo seu nó já desinchando, ele continuou dentro do outro, caindo em um sono junto do cacheado.
Descrição: Harry tem uma devoção que pode ser considerada fora do comum pelo padre Tomlinson e sabe que nem mesmo Deus será capaz de salvá-lo do tentador pecado de cair em tentação pelo divino homem de olhos muito azuis.
Aviso: a baby Isi de 2020 estava passando por muitas coisas quando escreveu essa one, uma fase meio punk, então vai ter blasfêmia e sexo gay à torto e a direita nessa obra. Caso se sinta desconfortável com o tema, não curte nenhum pouco a ideia, recomendo que passe longe. A Isi nova mulher de 2023 reescreveu essa obra pra ficar mais agradável e vocês não tenham uma AVC com tantos errinhos e dentre outras coisas que ficaram escritas meio “nhe”.
Nessa o Louis é um padre de caráter meio duvidoso e o Harry é um esquisito que só quer muito dar para ele, tendo umas ideias bem esquisitinhas sobre religião, devoção e beirando talvez uma obsessão. Ou seja, só coisa boa e comum nessa altura do campeonato.
Enfim, a Isi aqui te deseja uma boa leitura!
📿.
ATO I.
Era domingo e todos os domingos a Igreja sempre estava lotada. Todos cumprindo com seus papéis de adorar a Deus, ouvir a sua palavra e seus ensinamentos. Ouvir como Deus os ama, mesmo sendo meros pecadores e falhos, Ele os aceita, desde que você seja fiel a Ele.
Harry queria ser fiel a Deus. Queria passar por aquelas enormes portas de madeira daquela Igreja com sua consciência centrada em como ele queria servir a Deus. Queria entrar ali e dizer para “aquele todo poderoso” que se arrependia tanto pelos seus pecados e implorar pelo seu perdão, pois era tudo que ele queria além de sua graça.
Mas não era isso que Harry queria. Nem de perto. De maneira alguma...
No fundo ele desejava que algum dia Deus o perdoasse por todos os seus pensamentos e desejos impuros. Ele desejava que Deus pudesse o perdoar por todos os domingos estar naquele ambiente sagrado apenas para desejar alguém. E céus! Como Harry o desejava.
Ele sabia que não era nada certo ter seus olhos em um Padre, assim como também sabia que era mais que errado se tocar enquanto o ouvia falar com tanta adoração a palavra do senhor naquele altar. Tudo aquilo era muito errado, e o pior era que Harry reconhecia tudo isso.
Talvez se ele fosse ignorante quanto à própria promiscuidade as coisas fossem um pouco mais fáceis e ele não ficasse com muitos pensamentos remoendo em sua cabeça. Ele queria ser totalmente alheio ao quanto tudo aquilo era errado, mas ele não conseguia, e ao mesmo tempo se sentia incapaz de se ver livre daqueles desejos e pensamentos impuros.
Então ter o seu perdão de Deus estava fora de cogitação, pois ele não se arrependia nem por um segundo de todas as coisas que sentia por aquele homem. Nem por um segundo ele se arrependia de o desejar tanto e ter curiosidade em saber qual era seu gosto, de como seria o ter todo dentro de si preenchendo cada parte, fazendo-o gritar em mais pura devoção pelo gosto do pecaminoso.
Louis era como o fruto proibido aos olhos de Harry. Mas, diferente de toda a história que já conhecemos, não havia uma serpente tentando o convencer de cometer o pecado e finalmente cair nos braços da tentação. Tudo ali era sobre Harry e seu desejo imensurável.
Tudo o que ele queria era que no fundo Louis o desejasse também. Que ele também pensasse nas mesmas coisas que ele quando o olhava daquele jeito. Quando de repente tudo parecia ser sobre ambos finalmente cederem a suas vontades e então saciar a cede que tinham. Mas Harry não tinha certeza de nada, além da que ele tinha sobre si mesmo.
Harry não tinha uma boa fama na Igreja. As pessoas cochichavam sobre ele não se vestir apropriadamente para frequentar a casa de Deus, sobre ele não estar no padrão imposto pelas pessoas e que Deus não apoiava tal atitude.
Quando muitos foram falar sobre o assunto “desagradável” com o Padre Tomlinson – sim, muitos ousaram em se posicionar sobre as vestimentas do garoto em uma tentativa de prejudicar ainda mais as coisas para seu lado – Harry ficou com medo do que viria pela frente quando padre Tomlinson o chamou para conversar.
Obviamente, a primeira coisa que se passou por sua cabeça, era que o padre o pediria para não retornar mais à igreja, caso continuasse usando aquele tipo de roupa considerada feminina demais. Mas isso não foi o que aconteceu. Louis apenas falou que sabia que as pessoas as vezes podiam ser muito maldosas, mas que não era para Harry se permitir ficar triste com os comentários das pessoas.
“Acha que Deus desaprova as roupas que uso? Acha que irei para o inferno por causa disso?” Harry perguntou baixo, olhando para as próprias mãos que estavam juntas em seu colo em certa manhã.
“Harry, no mundo existe guerra, violência, fome, injustiça, pobreza e muitas outras coisas horríveis que causam um mal terrível às pessoas. Não acho que você esteja causando mal a alguém por usar saias e passar um batom.” sorriu doce com os olhos azuis lhe observando com atenção e Harry acabou sorrindo, deixando uma lágrima escapar. “Deus o ama pelo que você é, Harry. Não deixe que a amargura de algumas pessoas deixe seu coração amargurado”.
Não é preciso nem dizer como Harry se sentiu tão bem e aliviado ao ouvir o Padre Tomlinson dizer isso. Nem é preciso dizer também que ele passou a admirar o homem mais ainda e parecia ser ainda mais impossível ainda lidar com a vontade de receber algo dele.
Harry sabia que era errado, sabia que era um pecado terrível, mas o que ele podia fazer sobre isso? Ele apenas não conseguia resistir a nada em relação ao dono dos mais profundos olhos azuis. Um azul tão angelical que era capaz de fazê-lo de sentir tão em paz e abençoado.
O perdão de Deus? Não seria necessário, desde que Harry fosse capaz de saciar a sua sede. A sede que ele tinha de orar em Tomlinson, de gemer apenas o seu nome e gritar o nome de Deus somente se estivesse sendo cheio por ele e toda a sua graça. Nada além disso.
Nesse ponto ele não se importava mais sobre tanta coisa. Ele só seguiria em frente depois de saber se ele e Louis compartilhavam do mesmo desejo. Se ele estaria disposto a pecar dentro de Harry.
📿.
Como de costume quando o padre parou de falar a palavra, Harry se esforçava para não pensar tanto no plug que tinha enfiado na bunda e tentava se recompor para não parecer tão suspeito.
Durante a missa ele se mexeu algumas vezes e precisou levar as mãos até a boca para não deixar um gemido escapar por causa do plug que encontrava vez ou outra se pressionava bem sobre a sua próstata. Ele jurava que em algumas dessas vezes o padre Tomlinson estava o olhando, mas não achou isso tão provável e considerou que fosse apenas coisa de sua cabeça.
Só que algo aconteceu.
Harry já havia ido outras vezes para a Igreja usando alguns brinquedos, só que em nenhuma dessas vezes Harry havia gozado. Não por não conseguir, mas como uma forma de castigo para si mesmo por estar fazendo aquilo. Podem até mesmo achar um pouco estranho, mas se Harry não havia alguém para o punir de alguma forma sobre o que ele fazia, por que não punir a si mesmo da maneira que deseja? E o que acontece quando saímos da nossa própria "punição"? Alguém de fato vem e nos pune, ou acontece nada além de um nada?
Harry não sabia a resposta para nada disso. Ele estava muito perdido em si mesmo se forçando a segurar os próprios gemidos, enquanto ainda gozava no tecido da calcinha que usava com sua próstata ainda sem judiada pelo maldito plug. Ele nem ao menos notou que a missa estava acabando, pois estava muito focado em sua bolha de prazer e satisfação por final ter gozado depois de uma hora inteira sendo torturado.
Quando tentou se mexer para tentar mover o plug de lugar, ele apenas pressionou mais a sua próstata. Harry abriu a boca em um gemido sem som com seus olhos fechados. Perdido.
Quando finalmente conseguiu de certa forma mover o plug ele suspirou aliviado, sentindo que estava suando por toda a tensão que estava sentindo. Ao abrir os olhos, algumas pessoas já estavam ficando de pé para irem embora e a mulher que estava sentada ao seu lado parecia ter visto tudo que aconteceu, pois olhava na sua direção de modo horrorizado.
Tão bêbado de satisfação pelo orgasmo recente, Harry apenas sorriu grogue para ela que ficou de pé e saiu dali tão rápida quanto um raio.
Ele não estava nada pronto para ficar de pé e sair para voltar o caminho inteiro à pé para sua casa um pouco mais para o sentido de saída da pequena cidade. O tecido da sua calcinha estava completamente encharcado, o plug ainda estava enterrado em sua bunda e ele se sentia fraco depois de ter gozado tanto e ter sido tão prolongado por causa do plug que não saiu de si em momento algum. Quando ele tentou ficar em pé, o plug entrou mais dentro de si e ele se permitiu gemer baixinho contraindo suas paredes no objeto.
Sabendo que não iria conseguir sair dali naquele momento, voltou a se sentar com cuidado e quando foi conferir se alguém estava olhando para ele, encontrou um par de olhos azuis o observando com atenção.
O coração de Harry nunca esteve tão acelerado.
Harry quem cortou o contato visual ofegante, olhando para as próprias mãos que estavam apertando o tecido de sua saia vermelho vinho, os olhos verdes um tanto arregalados em desespero.
Ele havia notado alguma coisa?
Harry estava em pânico.
Mesmo que suas pernas estivessem um pouco tremulas, a calcinha completamente encharcada com sua porra e a droga do plug ainda estivesse enfiado em sua bunda, ele se forçou a ficar de pé e tentar andar normalmente até sair da Igreja.
E antes de sair por uma das portas das laterais da Igreja, ousou olhar para o padre Tomlinson mais uma vez, mas o homem não o olhava mais.
†
Não era dia de missa, mas Harry foi à Igreja.
Ele sabia que o Padre Tomlinson não ia estar na Igreja naquele dia, pois em um dos eventos de caridade da igreja ele comentou sobre precisar fazer uma pequena viagem para a cidade vizinha por causa de uma reunião importante.
Harry queria se confessar. Fazia muito tempo que ele não o fazia e de repente achou que precisava fazer isso. Achou também que naquele momento seria mais fácil que não fosse para o Padre Tomlinson que iria confessar seus pecados. Ele até queria experimentar isso, mas não achava que fosse o certo depois de ter sido flagrado e ainda assim ele esperava que tivesse sido algo que sua mente que criou. Esperando que não. Não, Louis não o viu gozar no final de uma missa em uma Igreja. Não.
Ele não sabia porque estava indo se confessar quando para isso ele deveria estar arrependido. Apesar de ter sido algo arriscado e, por Deus, algo muito errado, ele não estava arrependido. Talvez ele apenas quisesse alguém para o ouvir e ouvir que poderia ser perdoado por isso, apesar de às vezes ele parecer indiferente ao perdão de Deus, ao paraíso e a vida eterna.
Quando entrou no confessionário, sentou na cadeira macia e intimidante do lugar minúsculo. Começou:
— Bom dia, Padre. – falou em voz baixa. – Preciso me confessar.
— Bom dia, Harry. – ouviu aquela voz. A voz dele.
Quase em um ato infantil Harry pensou em sair correndo e fingir que nada tinha acontecido, mas se tratava de Louis. Louis quem estava ali dentro prestes a ouvir sua confissão. Ele podia privar a parte que ele gozou no final da missa? O Padre ao menos sabia o que tinha acontecido?
Improvável.
— Você faltou a missa passada. – o silêncio foi cortado pelo Padre.
Harry respirou falho mordendo o lábio inferior pelo nervosismo.
Então o Padre tinha notado a sua ausência?
— Não me senti confortável para vir, Padre. – acabou respondendo.
— Por quê?
Silêncio.
— O que aconteceu no final da última missa que você veio, Harry?
Ele sabe.
Ele não estaria perguntando se não soubesse. Harry estava completamente ferrado e estava certo que ali seria o fim das suas idas a Igreja. Ele não queria que as coisas acabassem assim.
Pensou que talvez aquele fosse seu castigo por ter ido contra a sua punição particular.
— Lembre-se que não pode mentir. É pecado. — O padre falou em um tom baixo e um tanto rouco.
E eu ter gozado durante a missa também não é?
— E-Eu... – engoliu em seco. – Acho que fiz algo ruim.
— E o que você fez, Harry?
— Eu- e-eu tive um… — Harry tinha os olhos verdes marejados, se sentindo incapaz de completar a frase, pois tinha certeza de que aquele era o seu fim.
— Harry. — O garoto ouviu a voz do padre chamando sua atenção com firmeza e piscou os olhos algumas vezes, o que fez as lágrimas acumuladas em seus olhos rolarem por suas bochechas. — Deus quer que você seja bom e me conte absolutamente tudo. Deus sabe que você é um bom garoto e quer ser melhor, pois vê seu potencial em fazer coisas muito boas… Eu quero que você me conte agora.
— Eu sei que Deus está decepcionado comigo. — Harry disse baixo com a voz embargada.
— Eu não ficarei. — E se padre Tomlinson, que era o único com quem Harry verdadeiramente se importava estava falando algo daquele peso, então Harry sabia que tudo ficaria bem.
— Padre Tomlinson… — Harry iniciou baixinho, engolindo em seco temendo que o medo voltasse a consumi-lo até a borda. — Eu tive um orgasmo no final da missa daquele dia. — Harry ouviu o que parecia ter sido um tipo de suspiro logo ao lado e outro barulho um tanto familiar, mas que ainda não foi capaz de distinguir.
— Como isso aconteceu? — O padre perguntou em um fio de voz.
Então Harry percebeu que estava ficando duro com apenas isso. A razão central para suas ereções e orgasmos estava o perguntando como ele havia chegado ao orgasmo em sua missa. Diante de uma situação como aquela, Harry não demorou a pensar que deveria aproveitar e abrir todo o jogo de uma vez por todas, pois depois do que admitiu, sabia que era um caminho sem volta.
— Em todas as missas eu venho com um plug anal. — Falou em um tom baixo, passando as costas das mãos nas bochechas molhadas pelas lágrimas.
— Por que- por que faz isso?
— Não está óbvio? — Harry riu sem humor, fungando um pouco olhando para os próprios pés. — Por sua causa. — Sussurrou com os lábios marcados por um tom avermelhado rente à fina parede com pequenos buracos, sendo capaz de ver a silhueta do padre dali.
Silêncio.
Harry esperou por algo grande, mas nada aconteceu. O padre ainda estava na cabine ao lado, mas agora se encontrava no mais completo silêncio. Ele apenas esperava que o Padre não esperasse que ele dissesse mais nada, pois já estava sendo uma tarefa difícil respirar.
Como uma grande descoberta, Harry percebeu que ele não tinha medo na verdade de ter ou não o perdão de Deus sobre todas as coisas que ele já fez e que ainda estava fazendo, pois ele já sabia bem que se você quer ser perdoado, precisa estar verdadeiramente arrependido. E como se percebe, Harry não se arrepende de absolutamente nada, pois foram essas atitudes pecaminosas que o fez se sentir mais vivo que nunca. Naquele momento, sentado naquele confessionário com um silêncio ensurdecedor, Harry percebeu que ele temia nunca poder cometer o pecado que Louis era aos seus olhos. Ele tinha medo de não poder pecar pelo que tanto estava desejando já havia muito tempo.
Sentia que essa rejeição e afastamento seria capaz de quebrá-lo de modo nunca feito ou visto antes.
Por essas razões Harry não ia para a Igreja por causa de Deus, amar a Deus e adorar a Deus. A única pessoa que Harry queria adorar era Louis. Queria ler ele como uma bíblia. Queria o tocar como tocam ao terço. Queria orar de joelhos à ele quando estivesse com ele. E se existisse um Paraíso prometido por Louis, ele deixaria que o homem o trouxesse para si.
Exagerado ou não, era assim que Harry se sentia.
Ser cristão é seguir Jesus e seus ensinamentos. Diferente disso, Harry queria que Louis o ensinasse tudo o que ele ainda não sabia sobre si, mas de modo que Louis aprendesse também.
Se Jesus amava tanto aos seus seguidores, poderia Louis um dia amar Harry desse modo também? Harry rezava que sim.
— Por minha causa... – O padre ponderou em voz alta, em meio a um suspiro. – Não sei se fico feliz ou assustado com sua revelação.
— Por que ficaria feliz?
— Porque sei que me deseja, tanto quanto eu o desejo de modo que nunca fiz antes por nada ou ninguém.
Harry entreabriu um pouco os lábios sem saber o que dizer. Ele só conseguiu sorrir, ainda mordendo o lábio inferior nervosamente tentando ignorar a ereção crescente no meio das pernas e ficando apertada na calcinha justa de renda.
— P-Por que ficaria assustado? – Sua voz falhou tolamente, mas ele não estava ligando para isso.
— Porque sei que é errado para alguém como eu desejar algo assim. – Louis suspirou. – Eu nunca desejei tanto algo em toda a minha vida. – finalizou e Harry sentiu um jato de pré-gozo escapar do seu pau duro e necessitado.
— E o que irá fazer sobre isso? – colocou a mão sobre o volume de sua saia e apertou de leve a ereção já um tanto dolorida. Um gemido baixo escapou de seus lábios e Louis ofegou na cabine ao lado.
— Cair em tentação.
†
ATO II.
Após uma confissão daquele peso, tamanho silêncio estava o matando.
Ele com certeza deveria ter uma iniciativa de dizer algo. Mas o que poderia ser dito coerentemente diante daquelas palavras que foram certeiras em deixá-lo fora de órbita?
Harry tinha acordado aquela manhã com a ideia de que precisava se confessar para ver se aliviava pelo menos um pouco todo daquele peso que estava carregando tanto na cabeça quanto em seu coração nos últimos dias. No final, acabou por receber a confissão do padre que tanto amava e admirava com todo o seu ser. Admirava da sua maneira única, claro.
Ele mal conseguia respirar e sentia que a qualquer momento iria desmaiar. Em momento algum ele estava sendo exagerado. Um homem que ele tanto desejou em segredo, sonhou tantas vezes e fez tantas loucuras apenas por pensar no homem, estava logo ao seu lado confessando com todas as letras que o queria tanto quanto.
Louis o desejava e Harry não podia se sentir mais realizado em sua vida. Louis não apenas o desejava, como também parecia querer cair de cabeça nisso junto a ele. O grande finalmente de Harry chegou e ele vai poder provar do pecado que achou nunca poder provar.
— Então você...
— Por que não vem aqui? – Louis o interrompeu.
O coração de Harry tropeçou dentro do peito e o garoto genuinamente achou que ele havia falhado em algumas batidas importantes.
Ele tentou falar algo, mas estava muito chocado para conseguir dizer alguma coisa, ou até mesmo conseguir se mexer. Ficou parado sentindo o coração bater forte dentro do peito e as mãos suando com ansiedade, engolindo em seco tentando colocar na cabeça que era exatamente aquilo com o que sonhou por tantas noites. Um medo bobo não poderia impedi-lo de ir em frente quando estava tão perto de ter o céu.
— Você não precisa ter medo, Harry. — O garoto ouviu a voz tranquila e melodiosa de Louis ao lado e fechou os olhos respirando fundo. — Honestamente, sabe o que eu penso? Acho que fomos feitos para esse momento. Você sabe que a essa hora eu nem deveria estar na cidade, pois tinha outras coisas para resolver fora. Mas algo me fez ficar e agora estamos aqui, e tudo o que você precisa fazer é ser bom e querer isso tanto quanto eu.
— Eu quero. — Harry respondeu imediatamente, ficando de pé em um pulo, chegando a se sentir um tanto tonto pela rapidez que o fez.
— Ótimo. Eu preciso ver você. — Essa fala fez as borboletas no estômago de Harry darem cambalhotas contentes e ele rapidamente se aproximou da porta.
Harry saiu devagar e olhou em todos os pontos da igreja silenciosa para ter certeza de que não seria visto entrando onde certamente não deveria entrar. Mais uma vez respirou profundamente antes de abrir a porta devagar e encontrou o padre Tomlinson ali dentro, sem sua batina que costumava usar em todas as missas. Um tanto nervoso com aquela visão, Harry entrou e fechou a porta atrás de si, se recostando contra ela para observar melhor como ele estava tão atraente usando aquela camisa social branca de botões, a calça social preta torneando bem suas pernas e marcando aquele volume considerável em sua virilha.
Ele se sentiu tão pequeno tendo Louis olhando com tanta atenção para todo o seu corpo. Era possível perceber naqueles olhos azuis, a forma que ele o observava, que havia tanta necessidade nele quanto a que havia em si.
Toda aquela situação fez Harry se encolher um pouco envergonhado, as bochechas coradas em uma timidez que há muito tempo não sentia de tal maneira. Era aquele o efeito de Tomlinson sobre si e ele era inegável.
— Eu nunca imaginei que um dia eu veria alguém como você tímido dessa forma. — Louis disse em um tom baixo, mas sendo alto o suficiente para que Harry escutasse.
— Você faz eu me sentir assim. — Harry disse com um pequeno sorriso, engolindo em seco quando viu ele ficar de pé.
No momento em que Louis levantou e se aproximou mais de Harry, o garoto imediatamente se sentiu incapaz de manter o contato visual por muito tempo, logo abaixando a cabeça sentindo a respiração quente dele o atingir mostrando o quão próximos eles estavam um do outro. Seus olhos se fecharam sentindo o calor dos dedos dele tocarem sua bochecha e ele acariciar ali gentilmente, a ponta do nariz encostando em sua testa.
— Tão bonito. — Louis sussurrou deslizando os dígitos pela linha de seu maxilar até o queixo, fazendo ali um pequeno impulso para que o garoto erguesse a cabeça e olhasse em seus olhos novamente. — Gosto quando olha assim para mim. É como se eu pudesse ter acesso à tudo…
— Você tem. — Harry falou em um fio de voz. — Pode fazer tudo que desejar, senhor. — Ele sabia que tinha soado um tanto desesperado, mas não passava da mais pura verdade.
Diante de sua fala, o padre Tomlinson tinha um pequeno sorriso sutil nos lábios finos, os dedos continuando a passear em diferentes pontos da sua pele leitosa em seu pescoço. Harry olhou para baixo, seus olhos encontrando os dedos grossos do padre tocando o pequeno crucifixo prata e delicado de seu colar.
No momento em que ele soltou o pequeno crucifixo, logo em seguida emaranhou os dedos nos cabelos de sua nuca e assim o puxou um pouco mais para perto. No momento em que isso aconteceu, Harry sentiu as pernas amolecerem um pouco pela sensação.
— Não pode dizer isso. — Louis murmurou, seus rostos a pouco centímetros de distância um do outro, Harry não se contendo em avançar um pouco e tentar juntar seus lábios.
— E por que não? — Um beicinho se projetou em sua boquinha rosa quando Louis continuou segurando seus cabelos com firmeza para impedi-lo de ir em frente.
— Acho que você não tem ideia do quanto tem mexido comigo desde o começo, Styles. — Louis sutilmente levou a mão livre até a saia de Harry, deslizando a mão para de baixo dela e tocando superficialmente na renda da calcinha bem sobre seu pau muito duro e sensível, continuando a falar tranquilamente enquanto a mente de Harry entrava em parafuso. — Eu percebia a maneira que você olhava para mim e comecei a me questionar se era realmente o que eu estava pensando. Eu lembro da primeira vez que você pisou nessa igreja e veio até mim querendo fazer uma confissão e me contou sobre todas aquelas coisas que fez com todos aqueles homens nojentos da cidade grande. — Louis falava calmamente, dois dedos puxando a calcinha de Harry para baixo a fim de libertá-lo daquele aperto, sorrindo quando o ouviu gemer aliviado. — Em todos esses anos, nenhuma outra confissão conseguiu mexer tanto comigo, Harry. E sabe por quê?
— N-Não. — Harry engoliu em seco, abrindo os lábios em um gemido sem som quando Louis usou a ponta do dedo para provocar a cabecinha da sua glande sensível e começou a esfregar a fenda melada em provocação.
— Porque eu sabia que você ainda tinha certo orgulho das coisas que fez. — Louis aproximou os lábios da orelha dele. — Você falava sobre tudo aquilo com tantos detalhes, sobre como você amava quando eles te usavam como se fosse uma coisinha e ainda teve coragem de me dizer que sentia um pouco de falta de tudo isso. Naquele dia, eu já soube que você seria minha perdição, e agora eu vejo como eu estava totalmente certo. — Louis sem aviso colocou os dois dedos dentro da boca dele, Harry engasgando um pouco por ter sido pego de surpresa, mas ainda assim gemeu satisfeito começando a chupar os dedos com tamanho prazer que há muito tempo não sentia.
E aquela merda era tão quente, pois naquela mesma mão padre Tomlinson ton
Louis o olhou com tamanha admiração, que ela brilhava em seus olhos azuis, os olhos verdes atentos nas expressões de seu rosto para ter certeza de que estava fazendo aquilo do jeito certo. Que Louis estava satisfeito e o aprovando de verdade, o garoto gemendo satisfeito quando Louis começou a usar o pré gozo expelido para punhetar seu pau de um jeito gostosinho.
— Estou aqui e agora te falando a verdade: eu fiquei muito duro por sua causa naquele dia. — Louis sussurrou movendo a mão em seu pau em um ritmo preguiçoso, Harry piscando os olhos algumas vezes com a nova informação, a língua brincando com os dedos que mantinham sua boca cheia. — Por horas eu rezei e pedi por algum tipo de sinal do que eu deveria fazer. Você mexeu tanto comigo e eu sabia que aquilo era só o começo de tudo. E agora, com isso que está acontecendo, eu não paro de pensar que talvez seja exatamente isso que eu precise fazer porque você precisa de sim.
Harry rapidamente balançou a cabeça e afirmação e teve a boca liberta por um momento, lambendo os próprios lábios para se recuperar e tentar dizer algo coerente: — Oh sim! Eu preciso tanto de você, senhor.
Droga, Harry ainda estava se referindo a ele como “senhor” como um tipo de divindade e aquilo estava conseguindo afetá-lo de maneiras inimagináveis, o pau duro de modo que nunca esteve antes nas calças.
— Eu estava tentando o máximo que eu podia manter o meu autocontrole, e você acaba com tudo falando que eu posso fazer o que eu quiser.
— Eu quero você. — Aquele beicinho se voltou para seus lábios, piscando os grandes olhos verdes algumas vezes, batendo os longos cílios pretos. — Não o seu autocontrole.
O mais velho não se conteve e sorriu com o seu comentário, o fazendo pender a cabeça para trás e aproximou os lábios de seu pescoço, inspirando para se embebedar em seu cheiro doce e tão agradável, não conseguindo acreditar que tudo nele conseguia ser tão bom. Harry ofegou quando Louis não se conteve mais e finalmente sugou a pele de seu pescoço, chupando com um som molhado e usando a língua para esfregar contra a pele quente e ainda tinha aquele atrito gostoso da barba por fazer.
— Por favor… — Harry gemeu em um ofego, sorrindo safado com ele tendo menos controle e começando chupar diferentes pontos daquela região, não resistindo em começar a empurrar os quadris para frente, se esfregando contra os de Louis.
— Você não está usando um brinquedo agora, está? — Ele parou por um momento com o que estava fazendo para voltar a olhar em seus olhos, Harry imediatamente balançando a cabeça em negação.
— Não, mas o que você quiser fazer comigo, eu consigo. — Harry disse imediatamente, o puxando apertado para perto si temendo que ele acabasse se afastando.
Harry segurou o pulso de Louis e voltou a chupar aqueles dois dedos, movendo a cabeça para frente e para trás como se chupasse um pau, olhando diretamente naqueles olhos muito azuis que o observavam com tamanha fome. Se não estivesse fazendo algo tão sujo e libidinoso, Harry até mesmo poderia ter sido confundido com um anjo com aqueles cabelos chocolate com alguns cachos, olhos muito verdinhos e boca tão rosada envelopando seus dedos.
Daquela vez Harry se dedicou em deixar os dedos bem molhados com saliva, se afastando um pouquinho para ver que tinha feito um bom trabalho ali.
— Assim você consegue, não consegue? Colocar eles bem molhados dentro de mim? — Harry perguntou baixinho. — Porque eu preciso tanto, tanto disso. — Disse desesperadinho, voltando a colocar os dedos na boca e acumular saliva neles.
E com Harry chupando seus dedos com tanta determinação, impulsionando os quadris contra os seus em um pedido silencioso para ser tocado, Louis não teve dúvidas de que o garoto era o pecado mais prazeroso que estaria cometendo em toda a sua vida. Não teve dúvidas de que ele seria do tipo em que uma única vez não é suficiente. Que você sempre está atrás dele para mais, pois, apesar de todo o corpo angelical, ele era o próprio diabo o atraindo para a tentação do pecado.
E a maior das tentações era pecar em Harry. Harry era seu melhor pecado.
Louis incentivou Harry a virar de costas e apoiar ambas as mãos e a bochecha na porta de madeira, não demorando para levantar a saia de seus quadris e ver com perfeição aquela bunda bem empinada na direção de seu pau. Mostrando o quanto estava verdadeiramente desesperado por aquilo, o garoto começou a balançar a bunda redondinha de um lado para o outro, deixando um gemido manhoso escapar quando Louis pressionou os dedos molhados em seu buraco apertado.
Harry deixou mais um som prazeroso escapar quando Louis investiu os quadris contra sua bunda, o volume da ereção se encaixando bem entre as bandas. Descobrindo que a sensação era muito boa, Louis também gemeu baixinho e continuou estocando os quadris daquele mesmo jeitinho para estimular o pau dolorido nas calças.
— Satisfeito com o que causou? — Louis continuava com aquelas estocadas, Harry ofegando excitado com o tecido da calça roçando em seu cuzinho e nas bolas cheias.
Harry sabia que ele estava se referindo ao ter feito ele ficar duro tão depressa, então apenas continuou sorrindo, ainda esfregando sua bunda contra o pau dele.
— Sim, senhor. — Harry balançou a cabeça vezes demais, não conseguindo raciocinar muito bem com toda aquela sensação que estava o consumindo até o topo.
De repente ele sentiu padre Tomlinson se afastar dele por completo. Antes que pudesse questionar ou choramingar sobre aquilo, sentiu os dedos dele puxarem com força seu bumbum para os lados, expondo ainda mais seu buraco apertado e esse sendo massageado pelos dígitos molhados a fim de ser ainda mais estimulado. Harry rapidamente levou uma das mãos para tapar a própria boca e conter a si mesmo com a sensação dele enfiando a ponta dos dedos para tirar logo em seguida.
Louis olhava hipnotizado para a entrada rosada e pulsante do garoto se abrindo aos poucos na ponta de seus dedos e voltando a se fechar quando ele os tirava. Ele via o garoto rebolar contra seus dedos, querendo os ter inteiros dentro de si e resmungar chateado quando Louis os tirava. Suas mãos apertaram a carne macia de sua bunda, puxou as nádegas para os lados para ter uma visão melhor da sua entrada rosada. Não resistiu em lamber do períneo até o cuzinho apertado e sorriu ao ver a maneira adorável que Harry estremeceu e gemeu manhoso.
Disposto a ver Harry estremecer mais uma vez daquela maneira apenas com sua língua, não demorou a voltar com o trabalho de lamber todo o seu cuzinho, chupando a pele e encostando a ponta dos dentes em provocação. Em certo momento enrijeceu a língua enfiando somente a pontinha, ouvindo Harry gemer mais alto com isso e empurrando a bunda mais forte em direção ao seu rosto.
Harry sabia que ele podia ser muito escandaloso e se sentia um pouco em pânico com a possibilidade de alguém estar ali perto e poderia facilmente ouvi-lo gemer feito uma puta. E ele ainda estava gemendo em ter a língua de alguém como padre Tomlinson entrando e saindo de dentro de si. Tinha algo melhor que isso?
Mas ele não estava disposto a causar problemas.
Com aquela possibilidade um tanto assustadora de serem descobertos por sua causa, Harry passou a se esforçar ainda mais para evitar os gemidos, mordendo os lábios com força. Mas acabou gemendo alto e surpreso ao sentir um tapa forte em uma de suas nádegas e esses continuaram em ambas as, pintando-as de vermelho a cada golpe.
— Olha o que está me fazendo fazer com você, Harry. — Louis grunhiu, deixando algumas mordidas na carne de sua bunda, usando a outra mão para voltar a punhetar seu pau esquecido que àquela altura já se encontrava gotejante. — Já está impaciente com isso, huh?
— Sim. — Harry respondeu ofegante, olhando para Louis sobre seu ombro.
— É uma pena não poder sentir meu pau dentro de você. Pelo menos não hoje. — Louis ainda deslizava seus dedos entre as nádegas do mais novo.
— E p-por que não hoje? – Harry perguntou contendo uma birrinha. Enquanto isso, Louis voltou a ficar de pé com os dois dedos bem posicionados sobre seu cuzinho, disposto a colocá-los para dentro a qualquer momento.
— Aqui é um pouco arriscado, não acha? — Louis chegou mais juntinho dele, os lábios rente a sua orelha. — Deus desaprovaria algo assim…
— E-Eu só ligo pra você, senhor! — E em seguida veio um gemido alto e delicioso.
Harry se interrompeu ao que Louis penetrava devagar seus dois dedos dentro dele. Se deliciou com ardência familiar da sua entrada se alargando nos dedos grossos de Louis. Ele mal teve tempo para racionar e gemeu alto quando Louis começou a curvar os dedos dentro dele, girando o punho à procura daquele pontinho especial que sabia ser bom para deixá-lo fora de órbita.
Harry mexia seu quadril desesperado, gemendo feito uma puta. Rebolava nos dedos de Louis, em um pedido silencioso para que ele começasse com os movimentos de vai e vem, rápidos e fortes.
— Você está tão lindo assim. – Louis aproximou sua boca em sua orelha, ainda com os dedos enterrados dentro do garoto. – Se pudesse ver como é delicioso você rebolando em meus dedos desejando tanto que fosse o meu pau dentro de você. Meu pau ia foder tanto esse seu cuzinho apertado, Harry. – Louis sussurrou na orelha de Harry que gemeu com as palavras, se movendo mais rápido contra seus dois dedos. – Você queria isso, não queria?
— Sim! Sim, senhor- – mais uma vez se interrompeu com o próprio gemido quando Louis começou a curvar e movimentar os dedos com tamanha força, que causava barulhos estalados e fazia o bumbum de Harry balançar tentadoramente.
Louis começou a fazer movimentos de tesoura com os dedos e Harry precisou morder as costas da mão para não fazer barulho. Ele estava se dedicando em abrir o garoto o máximo que podia e assistir com prazer como estava conseguindo o deixar tão afetado e mole em seus braços.
O mais velho fez Harry voltar a se virar na sua direção, sorrindo com a visão perfeita de seu rosto extremamente corado e levemente suado, a boquinha brilhante pela saliva e ainda mais rosa pelas mordidinhas. Harry ainda estava encostado na porta e precisou se manter paradinho por uns bons segundos, ou tinha certeza de que seria capaz de cair sentindo as pernas tão moles por toda aquela excitação. Harry assistiu Louis se abaixar para pegar sua calcinha jogada e esquecida no chão para colocar no bolso na calça, voltando a se aproximar de si punhetando seu pau.
Harry choramingou ao ter seu pau dolorido sendo tocado tão lentamente, inconscientemente apertando o pulso dele em uma tentativa de ditar o ritmo, mas os movimentos da mão de Louis estavam cada vez mais rápidos e constantes ao longo de seu membro sensível e rosado, suas longas pernas estremecendo mostrando seu desespero por um orgasmo.
— É perfeito assistir você assim por minha causa, tão desesperado pra gozar. — A mão de Louis ficava cada vez mais melada com o pré gozo que Harry estava deixando escapar aos montes, e ele logo a levou de volta para a boca do seu garoto desesperado, para que ele limpasse a própria bagunça. — Eu quero muito foder você com meu pau. E eu não deveria, esse é o ultimo lugar pra fazermos algo assim. Eu sou a ultima pessoa que você deveria desejar dessa maneira.
— N-Não fala isso. — Harry disse um pouco embolado, fazendo os dedos dele saírem de sua boca. O garoto não resistiu e avançou para frente, ambos os braços abraçando seu pescoço para juntar seus lábios de modo desesperado.
Por um momento, Harry pensou que Louis ia afastá-lo diante do modo que segurou seus quadris e o empurrou um pouco. Mas bastou Harry deslizar a língua contra seus lábios em um gemidinho delicioso, os dedos magros agarrando o tecido da sua camisa branca puxando-o para mantê-lo por perto, para que Louis cedesse de uma vez por todas e retribuísse deslizando a língua molhada contra sua na mesma intensidade.
As mãos fortes de Louis deslizaram da sua cintura até sua bunda e o puxou para seus braços, Harry imediatamente entrelaçando as pernas em seus quadris, enquanto Louis recuava até voltar a sentar no banco acolchoado vermelho com o garoto excitado em seu colo.
Harry continuou o beijando rebolando em seu colo desesperadinho, aproveitando o momento para levar ambas as mãos até a braguilha de sua calça para abrir o zíper e libertar o pau que se encontrava tão duro quanto o seu.
E no momento que Harry o puxou para fora do aperto de sua cueca branca, gemeu contra a boca de Louis com a sensação do membro extremamente duro e quente na palma de sua mão. Ele até precisou parar de beijar Louis por um momento, passando a assistir os movimentos da própria mão de começar a punhetar ele inteiro, a boca salivando só de ver aquele pau com a glande bem rubra e melada, algumas veias ressaltadas em toda parte.
De modo um tanto erótico e sujo, Harry segurou com firmeza a ereção de Louis e se afastou um pouquinho para cuspir bem sobre a glande, passando a punhetar o pau causando barulhos molhados e com certa agilidade que fazia o padre ofegar e gemer rouco em um tom baixo.
— Nós dois precisamos disso, padre Tomlinson. — Harry dizia baixinho em meio aos beijinhos estalados que deixava nos lábios entreabertos dele. — Lembra do que disse antes? Que achava que fomos feitos para esse momento. No final das contas deve ser exatamente isso, meu senhor. Deus quer que faça isso por mim. Deus sabe que precisamos fazer isso um com o outro, que vai ser nossa salvação, então por favor-
Harry foi interrompido quando Louis segurou seu pescoço com uma das mãos de um modo firme e juntou seus lábios em um beijo ainda mais fervoroso e desesperado. Seus lábios se moviam contra o outro de um jeito gostoso, causando barulhos estalados em uma bagunça de saliva, ambos gemendo com suas línguas buscando ter poder em ditar um ritmo.
Louis interrompeu o beijo para fazê-lo tirar sobre a cabeça a camisa que estava usando, a boca indo ineditamente até seus mamilos amarronzados começando a se alternar em chupar os dois e provocar raspando a ponta dos dentes nos biquinhos sensíveis.
Harry já era naturalmente tão sensível nos mamilos e Louis parecia saber o jeitinho certo de fazer aquilo e tirá-lo do sério. E em momento algum Harry parou o que fazia antes, continuou a punhetar o pau grosso dele em uma tentativa de retribuir tudo aquilo que estava sentindo e parecia estar conseguindo, diante dos pequenos gemidos prazerosos que o mais velho deixava escapar vez ou outra.
Tudo aquilo estava muito gostoso, mas Harry não estava mais suportando se sentir tão vazio depois de ter tido o prazer de ter os dedos grossos de Louis enfiados até o fundo dentro de si. Se Harry adorou a sensação de ter apenas os seus dedos, mal conseguia imaginar como suportaria a sensação daquele pau tão grande enfiado dentro de si.
Harry ainda tinha padre Tomlinson chupando e brincando com seus mamilos, como se tivesse acabado de descobrir uma nova coisa que poderia passar o resto da vida fazendo. Aquela sensação em seu baixo ventre estava cada vez mais crescente e ele tinha a sensação do seu pau pesado de tão duro, e uma sensação de formigamento por toda a parte.
Harry precisava gozar, já tinha virado questão de necessidade àquela altura.
Na situação em que se encontrava, Harry por conta própria se apoiou na ponta dos pés no chão para se erguer um pouco, lambendo a ponta dos próprios dedos para levar a mão para de trás do corpo e começar a dedilhar o próprio cuzinho, ainda tendo os mamilos sugados e mordiscados daquele jeito gostoso.
— Coloca dentro de mim. — Harry pediu em um sussurro, a mão segurando o pau de Louis guiando a cabecinha gorda até seu cuzinho apertado. — Eu to precisando tanto de você dentro de mim, padre, por favor.
— Você vai precisar ficar bem quieto. — Louis murmurou em um tom sério e Harry rapidamente assentiu, enquanto esfregava a glande bem sobre seu cuzinho em preparação ao que vinha pela frente. — Nenhum barulho, Harry. Você está me entendendo bem, sim? — Daquela vez ele apertou ambas suas bochechas com uma só mão para ter sua total atenção, um beicinho se formando nos lábios de Harry assentindo com a cabeça.
— Sim, meu senhor. — Harry respondeu um pouco embolado, ainda tinha as bochechas sendo apertadas com força. O garoto sorriu safado ao que forçava a glande para dentro de si, percebendo como isso junto a sua fala tinha afetado o homem de olhos azuis.
Os lábios de Harry se abriram em um suspiro afetado com a sensação da glande o invadindo com dificuldade de pouquinho em pouquinho. Louis, assim como ele, estava um pouco ofegante tentando lidar com a sensação um tanto inebriante, as mãos dele agarravam seus quadris com força para descontar um pouco do prazer que estava sentindo.
Harry apertou os lábios com força, aproveitando que Louis estava o segurando pela cintura para levar ambas as mãos para de trás do corpo e puxar as bandas da bunda para os lados e ficar mais abertinho, a fim de Louis entrar com um pouco mais de facilidade.
— Deus… — Harry sussurrou excitado quando Louis tinha entrado pelo menos até a metade, as íris se revirando nas órbitas com o coração batendo acelerado no peito, aquela sensação de ardência do cuzinho forçando a se alargar para recebê-lo estava conseguindo acabar com ele.
Os olhos de Harry piscaram algumas vezes quando sentiu algo se pressionar em seus lábios, vendo se tratar de Louis pressionando o tecido da sua calcinha ali. Ele nem precisou falar nada para Harry abrir a boca obedientemente e a ter preenchida com o tecido, que talvez fosse ajudá-lo na tarefa de ser o mais silencioso possível.
Quando Harry chegou mais cedo na igreja, não tinha absolutamente ninguém ali. Mas àquela altura, o pau já tão fundo no seu cuzinho em uma situação tão comprometedora e ainda com um homem daquele, tinha certeza de que já tinha escutado alguns passos por perto e conversas em um tom baixo pelo local sagrado. E talvez isso explicasse mais a preocupação de Louis em ocupar sua boca com aquela calcinha e evitar seus gemidinhos.
Harry tinha Louis totalmente dentro de si, o mantendo tão cheio que ele mal conseguia respirar, as bandas da bunda apoiadas em suas coxas. Ele parou de se mover por um momento para tentar se acostumar com aquele tamanho o preenchendo, mas Louis não parecia estar tão paciente como ele.
Era necessário entender. Louis não era como qualquer homem que pode ter suas necessidades saciadas facilmente e no momento que bem deseja, pois ele precisa ser um homem puro, um homem que Deus deu um dom de estar na ocupação que tem. Mas agora ele estava em um momento como aquele, tendo uma figura pecaminosa como Styles se afundando em seu pau e gemendo feito a maior das putinhas.
Há quanto tempo Louis não se encontrava em um momento como aquele com outro alguém? Ele precisava se embebedar com cada vez mais disso e Harry ficar parado daquela maneira era como uma tortura muito injusta a àquela altura do campeonato.
Então com certa agressividade, relembrando como ele era e como ele costumava fazer quando ainda não tinha entrado naquela nova vida, agilmente levou a mão para posicionar com firmeza sobre a boca de Harry para garantir que realmente não faria barulho algum e a outra apertou fortemente sua bunda, começando a meter forte balançando os quadris para cima.
Os olhos de Harry se arregalaram e seu gemidinho desesperado foi abafado pela grande palma sobre sua boca, seu corpinho sendo impulsionado para cima a cada estocada forte que Louis dava contra seu cuzinho apertado. As pernas de Harry tremeram de modo nunca feito antes, as costas se arqueando prazerosamente, a mão tateando cegamente na parede de madeira em busca de algo para segurar como se fosse a própria sanidade.
— Isso… continue assim. — Louis orientou em um gemido baixo, os olhos de Harry se enchendo de lágrimas com a sensação, mas ainda assim continuando com o que lhe havia sido ordenado. — Você é tão apertado, você é como o céu, droga… — A cabeça de Louis pendeu para trás apoiando na parede, a mão continuando a impulsionar os quadris de Harry para cima e para baixo, literalmente usando o seu buraco como uma coisinha e a outra o silenciando do modo que podia.
Harry tinha os olhos verdes atentos nas feições de padre Tomlinson, os olhos dele fechados e o cenho franzido em prazer, os lábios finos entreabertos naqueles ofegos e pequenos gemidos roucos que insistiam em escapar. Harry observando aquele pescoço e aquela veia levemente ressaltada, o pomo de Adão se movendo quando engolia em seco, a barba por fazer em um tom ruivo queimado. Todos esses pequenos detalhes estavam mexendo muito com Harry e apenas contribuindo ainda mais para aquele estado desesperado que já se encontrava.
Uma das mãos de Harry se apoiou no joelho de Louis, a outra começando a tocar o próprio pau ao mesmo tempo que rebolava naquele pau enfiado até o fundo, a cabecinha do pau gotejando e melando a camisa social branca que Louis ainda usava.
Quando Louis viu que Harry tinha começado a se tocar, não demorou muito para afastar sua mão e começar a fazer aquilo por ele, em um sinal silencioso de que Harry deveria se preocupar somente em sentar e rebolar no seu pau daquele jeitinho.
— Você tá fazendo tanta bagunça. — Louis sussurrou, olhando admirado para aquela linha de pré gozo ligada da cabecinha daquele pau até a poça molhada feita em sua camisa branca social. — Você queria muito que isso acontecesse, sim? Esperou muito por isso.
— Uhum. — Harry cantarolou por trás da calcinha, mordendo o tecido com força quando se moveu de um jeitinho específico que atingiu sua próstata em cheio, seu corpo estremecendo em tesão.
— Mesmo estando assim, você ainda consegue ser tão barulhento. — Louis murmurou baixinho, puxando ele para perto, usando os polegares para brincar com seus mamilos sensíveis já com algumas manchas de quando foram chupados antes. — Você deveria tentar disfarçar um pouco como é tão sujo. Estou começando a pensar que você gosta da possibilidade que alguém pode nos encontrar assim, Harry. Você não seria tão sujo nesse nível, seria?
O garoto balançou a cabeça em negação lentamente, os olhos levemente arregalados com o pensamento que cruzou sua cabeça. Não tinha como negar que, caso eles realmente fossem vistos fazendo algo como aquilo, eles realmente poderiam entrar em grandes problemas. Mas excitava tanto Harry aquela ideia do errado, dos dois sendo descobertos naquela pequena diversão pecaminosa e eles ainda fazendo aquilo em um lugar como aquele.
Era muito errado, mas ele se sentia tão bem pensando nisso.
Droga, não tinha como negar diante daquele olhar em seu rosto, Harry adorava toda aquela merda e Louis já tinha se mostrado ser muito bom em lê-lo como se fosse um livro aberto.
— Ah sim, é isso que você quer. — Louis o fez parar de se mover por um momento, voltando a agarrar suas bochechas naquela agressividade impulsiva que fez Harry se encolher um tantinho. — Isso é tão nojento… e você sabe disso, não sabe? Essa é a pior parte. — Louis começou a acertar tapinhas pesados em sua bochecha, isso fazendo Harry se apertar com mais força em seu pau com os olhos voltando a lacrimejar.
Louis estava prestes a ordenar que Harry voltasse a se movimentar daquele mesmo jeito dedicado de antes, no mesmo momento em que Harry também estava prestes a começar a fazê-lo por conta própria, quando escutaram o som da porta do confessionário ao lado ser aberta por alguém que iria se confessar.
— Padre? — Ouviram uma voz feminina e ambos paralisaram prendendo suas respirações por alguns instantes, os olhos presos um no outro em dúvida do que deveriam fazer. — Bom dia.
— B-Bom dia. — Louis respondeu incerto e Harry estava conseguindo assistir com clareza a mente dele entrando em parafuso.
— Padre Tomlinson? Pensei que tivesse viajado à uma reunião mais cedo. — A mulher com uma voz familiar comentou um tanto surpresa e os olhos de Louis se fecharam com força, as mãos agarrando as nádegas de Harry em um modo que indicava que ele deveria se manter parado por ora.
— A reunião foi adiada, Judith. — Louis respondeu com a voz rouca, pigarreando um pouco para que pudesse continuar. — No que posso ajudá-la?
No rosto de Harry tinha uma careta inegável, porque ele sabia bem quem era essa tal Judith. Era uma mulher na casa dos quarenta anos que gostava de se sentir muito superior às outras pessoas e ele sabia bem que ela tinha sido uma das primeiras a ir atrás do padre para falar sua reprovação sobre ter alguém como Harry frequentando a igreja constantemente. Fora que tinha sido ela a dar a ideia sobre reunir um grupo de pessoas para ir até o padre pedir que conversasse com Styles para que mudasse seu comportamento, ou então parasse de frequentar a casa de Deus.
Ela tinha começado a falar sobre querer fazer uma confissão e que estava feliz sobre o padre estar na cidade, começando com certas bajulações ridículas sobre ele ter sido o melhor padre em anos a pisar naquela paróquia.
Céus, como Harry a detestava.
Harry foi obediente e se manteve parado por alguns minutos sobre o colo de Louis, o pau duro e pulsante dele enfiado até o fundo de seu buraco apertado. O tempo todo os dois ficaram em silêncio olhando um para o outro e Harry meio que estava se sentindo satisfeito em ver como Louis estava tão afetado, continuando a segurar seus quadris com força pois temia que voltasse a se mover e aquela mulher desconfiasse de que havia algo muito errado ali dentro.
Porém, passando minutos ouvindo aquela mulher insuportável falar sobre as coisas mais tolas, Harry em determinado momento tirou por conta própria aquela calcinha que tinha enfiada na boca, sorrindo para o padre de olhos azuis levemente arregalados, balançando a cabeça dizendo silenciosamente que não deveria fazer nada estúpido.
— Tudo bem. — Harry sibilou para que Louis lesse seus lábios, segurou então as bochechas dele e juntar seus lábios em um beijo lento.
No começo o garoto percebeu como Louis estava hesitante e ele mal respirava, mas ainda assim persistiu em continuar beijando ele preguiçosamente, os lábios deslizando um contra o outro tão deliciosamente devagar. Harry parou por um momento para trilhar os beijos por sua bochecha, maxilar até a lateral de seu pescoço, pouco abaixo da orelha.
Harry fazia certa questão de que os beijos fossem lentos e molhados, em determinado momento usando a língua para provocá-lo, lambendo lentamente uma faixa de seu pescoço até o lóbulo de sua orelha.
Aquilo deixava Louis ofegante, se sentindo fora de órbita e nem mesmo conseguindo prestar atenção a sequer uma palavra do que a mulher dizia no outro lado. Estava tão viciado naquilo que Harry estava o oferecendo, que nem percebeu quando começou a empurrar e puxar os quadris dele, para que se esfregasse em seu colo estimulando seu pau pelo menos o mínimo.
— É tão gostoso. — Harry sussurrou bem baixinho perto da orelha de Louis, enquanto ele falava algo para a mulher e simplesmente não se deu ao trabalho de tentar entender o que era. — Seu pau é tão bom… — Harry lambeu os lábios dele lentamente e Louis apertou os cabelos de sua nuca, aprofundando aquele beijo lento, mas ainda tão intenso onde se devoravam.
— Padre? — A mulher chamou em um tom confuso. — Tudo bem? Você me ouviu?
— Uhum. — Louis cantarolou, ainda devorando os lábios de Harry com os seus, aproveitando aquele momento para conter os gemidos com Harry rebolando gostoso em seu pau.
— Goza dentro de mim. — Harry voltou a sussurrar bem baixinho no meio das pausas de seus selinhos estalados. — Tudo dentro de mim. — Harry continuou de modo que Louis lesse seus lábios, vendo o momento que o mais velho assentiu balançando a cabeça em afirmação, o incentivando a pular muito em seu pau com os sons abafados da bunda batendo em suas coxas.
— Sim! E-Eu escutei. — Louis falou se sentindo um pouco tonto, admirando aquele esforço que Harry estava fazendo para se manter consistente e ainda quieto.
Aquele sorriso no rosto de Harry cresceu ainda mais com Louis se concentrando em falar palavras coerentes em cima do que tinha conseguido escutar sobre a mulher falou, enquanto Harry se acabava naquele pau como se fosse sua coisa preferida em todo o mundo.
— Padre, você está bem mesmo? — A mulher perguntou preocupada.
— Sim, Judith. — Louis respondeu, olhando diretamente nos olhos muito verdes. — Se você está aqui, significa que se arrepende verdadeiramente do que fez. E isso- isso é muito bom. — Harry e Louis sorriram um para o outro, porque em parte Louis falava aquilo sobre a figura atrativa sentando e rebolando em seu colo feito uma coisinha desesperada.
Louis de um jeito um pouco urgente orientou quais orações Judith deveria fazer e a aconselhou de modo um pouco raso, afinal ele não estava nas melhores condições para aquele tipo de coisa justo naquele momento. Judith agradeceu ao padre e voltou a repetir como ele tinha sido a melhor coisa que aconteceu às pessoas que frequentam aquela paróquia, enquanto tudo que o padre pensava era no quanto ele precisava preencher aquele cuzinho com sua porra e torná-lo inteiramente seu.
Eles ouviram a mulher ficar de pé, se despedir e sair do confessionário de carvalho escuro, em seguida seus passos se distanciando de onde estavam. E aquilo foi o suficiente para Louis começar a meter tão forte e gemer um pouco mais alto com a sensação daquele cuzinho o apertando, Harry gemendo junto a ele com aquela sensação tão gostosa o consumindo.
— Eu não vou aguentar mais tempo. — Louis gemeu agoniado, os dentes mordendo diferentes pontos do pescoço de Harry para deixar sua marca. — Eu vou gozar, Harry.
— Dentro de mim. — Harry pediu/ordenou, quicando sem parar e gemendo com a cabeça pendida para trás naquela sensação gostosa, ouvindo o som do banco de madeira rangendo junto ao som de seus gemidos mesclados. — Faz isso agora! Por favor, meu senhor, eu preciso disso. Preciso me sentir útil, preciso saber que eu fiz você se sentir bem. Coloque tudo dentro de mim.
— Puta merda! — Louis grunhiu agarrando os cabelos de Harry e juntando seus lábios, enquanto gozava tão forte pelo tempo que passou sem ter qualquer tipo de estímulo semelhante àquele.
Harry sentia o pau de Louis pulsando forte e gozando gostoso dentro de si, o deixando tão cheio que ele mal conseguia respirar com a sensação tão boa que o consumia, e Louis ainda devorava seus lábios como se fosse a última coisa que conseguiria fazer em vida. E foi só no meio daquilo que Harry conseguiu punhetar desesperado o próprio pau dolorido pelo tempo que pendia ereto com as bolas cheias, gozando pouco depois em longas tiras que melaram a região o abdômen de Tomlinson.
Após o orgasmo intenso, os dois ficaram por um bom tempo em silêncio navegando naquela bolha de prazer que ainda não havia se estourado. O pau de Louis continuava dentro de si e Harry não pretendia tirá-lo tão cedo, sabendo que seria desconfortável aquela sensação de vazio que viria logo depois.
Ainda assim, Harry sorria satisfeito com os lábios de Louis continuando a passear pelo seu pescoço e se voltando para sua boca, disputando por poder com sua língua e ainda o provocando quando parava de beija-lo de repente para observar seu desespero para que se voltassem àquilo.
— Você é a minha perdição, Harry Styles. — Louis dizia em um sussurro, as mãos acariciando sua bunda marcada pelos apertos fortes, a língua explorando a sua pele macia. — E eu nunca me deliciei tanto pelo errado antes.
— Se é bom, não é tão errado assim. É? — Harry perguntou em um tom adoravelmente meigo, os dedos acariciando os cabelos curtos de sua nuca.
— Não, anjo, é pior. — Louis disse sério, afastando Harry para fazê-lo olhar em seus olhos. — E pela primeira vez em muito tempo eu não dou a mínima…
Louis entra no quarto, sua calça de moletom cinza deixava a linha de seu quadril a mostra, o tronco nu e brilhante contra a luz do sol que atrevessava os vidros da janela.
– Eu preciso da sua ajuda!
Tomlinson deixa o celular sobre a bancada do quarto e fixa seus olhos em Harry. O marido tinha seus cachos presos em um coque mal feito, seu peitoral estava a mostra, as andorinhas em seu peito, a mariposa em seu estômago e as folhas em seu quadril, aquele tecido fino do baby doll pendia em um pedaço tão pequeno de seu quadril que escondia somente seu membro.
– Do que precisa boneca?
Louis tinha esse jeito sacana de ser. Harry não sabia dizer se era a diferença de 12 anos de idade que deixava o mais velho ainda mais charmoso ou se era só o tesão falando mais alto.
Harry formou um bico nos lábios e chamou o marido com a ponta do dedo logo tendo ele deitado nos lençois junto dele.
– Pode me ajudar a gravar um video? – ele pediu baixo enquanto tinha as mãos de Louis passeando por seus ombros.
Louis beijou sua nuca e seu pescoço colando a boca em sua orelha. – Que video? – Lambeu o lóbulo e raspou os dentes.
Harry gemeu e levou uma das mãos pra debaixo do travesseiro puxando as duas caixinhas de cor vinho. Louis apertou os olhos quando viu as letras em branco 'Pleasing' decorando a caixinha fosca.
– O que pretende fazer com isso, Harry? – ele perguntou, agora sua mão passeava pelo pescoço dele.
– Quero que use em mim, Lou – ele manhou jogando o pescoço no ombro do marido.
Louis suspirou. – Quer que eu use isso em você?
Harry chacoalhou a cabeça. – Eu preciso que você me ajude Lou, use em mim e me grave enquanto faz.
Louis franziu as sobrancelhas. – Quer que todos vejam o quanto você é sujo? – ele perguntou com a voz mansa. – Quer que vejam o quanto você implora por um pau enterrado nessa sua bunda?
– Uhum, por favor senhor, mostre como sou bom e como meus brinquedinhos novos são bons também. – ele implorou com a boca colada na bochecha de Louis.
Tomlinson sorriu sádico. Ele se levantou e posicionou o celular na ponta da cama, o ângulo era propositalmente escolhido pra gravar somente o corpo dos dois. Ele clicou no botão de gravar e seus olhos rapidamente se dirigiram ao marido.
– Você é uma vagabunda sabe disso não sabe?
Os olhos de Harry brilharam e ele chacoalhou a cabeça concordando. Louis engatinhou pelos lençois subindo lentamente pelo corpo do esposo. Primeiro deixou beijos sobre as pernas lisas e brilhantes, eram tão cheirosas, algo como tangerina e gengibre, subiu até as coxas tão roliças e gostosas. Mordiscou e sentiu Harry se remexer e arquear as costas.
Passou os lábios por cima do pau dele sem muito contato, apenas por provocação. Harry gemeu alto. Subiu mais um pouco e beijou o umbigo pequeno, pequenas lambidas sobre a barriga e principalmente sobre a mariposa bonita. Os peitos foram os proximos alvos.
Primeiro sua língua forçou o biquinho amarronzado arrancando de Harry um suspiro alto, depois deixou um selinho na pele, para logo em seguida mordiscar aquele montinho sensível e sentir Harry puxando seus cabelos da nuca.
– Senhor, por favor! – Harry suspirou sentindo seu corpo inteiro tremelicar.
Louis sorriu contra o peito do marido e passou a boca para o outro mamilo, cuspindo sobre a área sensível e mordendo com força em seguida. Seus dedos foram ágeis em apertar o outro mamilo, massageando e arrancando de Harry cada vez mais gemidos gritados.
Louis continuou beliscando com os dedos o mamilo de Harry, sua boca subia em direção ao pescoço, era uma pele tão cheirosa, tão macia e porra, tão gostosa de sentir sob os lábios. Sua língua traçou o caminho até os lábios róseos do marido.
Seu rosto pairado ao rosto dele, os olhos tão escuros e tão brilhantes fitando seus azuis. A boca aberta tão pequena soltando suspiros, as bochechas tão vermelhas de calor, de tesão. Tomlinson contornou os lábios dele com a língua, como se sua boca fosse uma tela em branco e sua língua o pincel, pintando sua obra mais bonita e valiosa.
Enquanto Louis passava sua língua sobre a boquinha de Harry, ele se esfragava como uma cadelinha em seu quadril, suas mãos arranhavam os quadris do marido e suas pernas se entrelaçavam juntas. Tomlinson-Styles chupou a lingua do marido pra dentro de sua boca, sugou com seus lábios atraindo o olhar dele pra cena.
Chupava de forma tão pecaminosa a língua, insinuando obscenamente um boquete, um boquete babado como ele sempre fazia na rola dele.
– Porra, você tem uma boquinha de puta tão boa. – Louis gemeu passando a mão sobre os cachos os puxando pra baixo.
Harry suspirou e mordeu os lábios de Louis, mordeu e sugou pra dentro de sua boca pra em seguida beija-lo de forma sedenta. Era um beijo molhado, babado e profano.
Tomlinson agora subia sua mão pro pescoço do marido, seus dedos apertavam a pele branquela privando-o de respirar. O beijo ia ficando mais lento conforme os dedos se apertavam com mais força e os suspiros se tornavam mais altos.
– Putinha suja.
Louis cuspiu as palavras sobre a boca dele, Harry sorriu lento e fechou os olhos mordendo os lábios.
– Me usa senhor. Se dê prazer com o meu corpo. Se dê o prazer como se quisesse isso.
O mais velho bateu na cara de Harry, um tapa fraco mas que foi forte o suficiente pra virar o rosto dele. Quando Harry voltou o rosto ele tinha um sorriso nos lábios, um daqueles sorrisos provocadores, daqueles que a ponta dos olhos até se curvam.
Louis apertou as bochechas dele formando um bico, bico esse onde ele cuspiu, a saliva pintando seus lábios rosados, ele não demorou a engolir toda a baba sorrindo grande quando Louis o elogiou.
Tomlinson sentou sobre a barriga de Harry, suas mãos puxaram a caixa vinho e sem mais delongas a abriu. O vibrador era lindo. A parte mais cumprida era da mesma cor fosca da caixa, os dois botões ficavam no topo logo perto da cabeça do brinquedo, que era em uma cor rosada.
Ele segurou o brinquedo com uma das mãos e encarou o marido, franziu as sobrancelhas e desceu seu tronco até que seus cabelos encostassem na testa do outro.
– Você quer isto dentro da sua boca? Hum? – ele perguntou enquanto beijava a bochecha de Harry, esse que assentia desesperado. – Quer babar nesse brinquedinho até engasgar e deixa-lo melado com a sua saliva? Quer?
– Sim senhor, por favor!
Louis sorriu e se endireitou. Segurou o vibrador em uma das mãos e em seguida o levou até os lábios de Harry, esfregou a ponta emborrachada naquela boca rosada e em segundos Harry tinha a lingua pra fora lambendo a ponta do brinquedo.
Tomlinson estava absorto, seus olhos se perdiam na pecaminosidade que era a lingua melecada de Harry lambendo aquele brinquedo tal como ele fazia quando lambia sua piroca.
– Que boquinha mais linda não é boneca? – Louis suspirou quando enfiou o brinquedo na boca de Harry vendo-o engolir tudo sem se engasgar.
Os olhos com lágrimas grossas, a respiração sôfrega, as bochechas coradas, os cabelos bagunçados e aquelas mãos delicadas passeando sobre os lados de sua cabeça, acariciando seu cabelo que estava maior na parte de cima e curto nas laterais.
Harry amava quando Louis cortava o cabelo daquela forma.
Tomlinson não tinha dó de Harry, afundava o brinquedo ao fundo da garganta, e toda vez que ele saía e voltava com o brinquedo pra dentro daquela cavidade gostosa, ainda mais sujo de saliva ele voltava.
Louis continuou a meter o vibrador na boca do esposo, desceu os lábios pros mamilos gordos dele. Porra ele passaria o resto dos seus dias mamando naqueles peitos. Tomlinson-Styles tremelicou na cama quando sentiu o vibrador atingir o fundo de sua garganta e Louis mordiscar seu mamilo.
– Senhor por favor – a voz saia abafada pela boca ocupada.
Louis mordiscava ainda mais seus mamilos, era até mesmo bonito de se ver a pele ficando cada vez mais vermelha por estar sendo extremamente estimulada. Com a mão livre Louis passeou pelos quadris de Harry e dedilhou seu pau, o baby doll ja estava totalmente arruinado pela quantidade de pré-porra que vazava da glande.
– Não tem vergonha de estar tão molhado assim? – Louis segurou o brinquedo dentro da boca de Harry, ele respirava pelo nariz de forma lenta. – Você não passa de uma vadia sedenta por pau, não é Harry?
Styles choramingou, a lágrima rolou por seu rosto enquanto chacoalhava a cabeça de forma agoniada. Ele sentiu o engasgo quando Louis meteu o brinquedo em sua boca e no mesmo instante apertou a glande de seu pau.
– S-senhor – Harry gemeu empurrando o quadril pra ter mais contato com as mãos do marido.
Louis sorriu grande quando percebeu o que ele fazia.
– Fique quieto e pare de mexer esse quadril, se controle. – Louis ditou empurrando o quadril dele com as mãos de volta pra cama.
Tomlinson arrancou o brinquedo da boca, um fio de saliva permaneceu grudado aos lábios de Harry e a ponta do vibrador, Louis fez questão de o esfregar sobre a ponta dos mamilos deixando-os cada vez mais durinhos.
Sem que ele esperasse Louis apertou o botão e o brinquedo tornou a vibrar. Era uma vibração intensa, fazia Harry gemer sôfrego e curvar o tronco na cama, o de olhos azuis assistia a cena maravilhado.
– Senhor! – Harry apertou os fios de cabelos de Louis – P-papai, lá embaixo, por favor!
O mais velho forçou o brinquedo sobre o peito de Harry quando escutou a palavra suja saindo da sua boca.
– Papai é? – Louis mordeu o lóbulo da orelha dele, a voz saindo junto com o rosto em uma feição sacana. – Agora sou seu papai?
Harry choramingou.
– Você sempre foi meu papai. M-meu único papai – ele apertou os cabelos da nuca de Louis – Meu p-papai favorito!
Louis desceu o brinquedo pela barriga e sua mão ousou descer pelas coxas de Harry. Ele apertou o pedaço de pele tão forte que Harry precisou choramingar, o vibrador descia por sua barriga chegando provocativamente perto da barra do baby doll.
O de olhos verdes se remexia impaciente.
– Mas que caralho. – Louis bufou e deixou um tapa sobre a coxa de Harry, no mesmo instante ele arregalou os olhos e voltou o corpo quieto ao colchão, Tomlinson subiu seu corpo sobre o dele novamente, seu rosto em frente ao rosto dele. – Você é uma putinha burra que não fica quieta enquanto não tem o que quer não é bebê? Mas isso me deixa tão chateado, porra.
Louis exasperou. Ele mordeu os labios de Harry, forte o bastante pra que um filete de sangue escorresse pelo canto deles.
– Se fosse bonzinho o suficiente eu iria te fazer gozar com os meus dedos, depois ia te fuder com o brinquedinho que você tanto quer ter enterrado na sua bunda, só então que o papai ia te usar como você merece. – ele revirou os olhos e negativou com a cabeça – Mas parece que não é isso que você tá merecendo, não é? Você é uma vadia barulhenta e impaciente, vou te usar como acho que devo usar, tá bem? E se você ousar fazer alguma graça, eu acabo com você, bebê.
Harry chorava. Chorava de tanto tesão, sentia seu pau escorrendo por entre suas pernas e seu cuzinho piscando desejando ter alguma coisa dentro dele.
Sem demora Louis puxou o baby doll pra fora do corpo dele e o virou de bruços no colchão, abriu as bandas gordinhas da bunda e cuspiu ali, sem dó algum, como se Harry fosse seu brinquedo. A saliva brilhou na entrada de Harry e o cuzinho piscou clamando por contato.
Esse que foi atendido, Louis esfregou a ponta do vibrador na entradinha de Harry, a outra parte rosada servindo de apoio para que ele pudesse provocar o esposo. A vibração enviava arrepios por todo o corpo dele, pequenos espamos atrevessavam seu corpo e ele segurava os gemidos em sua garganta.
Tomlinson estapeou a bunda branquela no mesmo momento em que enfiou o brinquedo de uma vez só. Styles gritou, sua garganta doeu e ele apertou os dedos nos lençois, os nós dos dedos brancos de tamanha força.
– Era isso que queria, não era? – Louis perguntou aumentando a velocidade do vibrador segurando ao fundo dentro de Harry enquanto com a outra mão puxava os cachos trazendo a cabeça pra trás.
As lágrimas escorriam livremente pelas bochechas. Harry não respondeu.
– Responde sua putinha.
– S-sim senhor, era i-isso que eu queria! – o mais novo forçou a cabeça no travesseiro – Oh porra!
Louis havia encontrado sua próstata. O esposo conhecia cada canto daquele corpo, seria quase como uma piada se não encontrasse a próstata tão rápido como o fez.
– Geme um pouquinho mais alto. – o tom da voz sarcástico saiu como um desafio ao de olhos verdes.
Harry virou sua cabeça de lado nos travesseiros e gritou. Literalmente gritou até que a veia do seu pescoço saltasse.
– Isso, geme assim mesmo – Louis massageou suas bolas pesadas – Bem alto pra que todos saibam que é o seu senhor que tá te fodendo.
Harry contraiu a entrada e Louis soube que ele estava bem proximo do orgasmo.
– Você não goza agora, tá me ouvindo?
Tomlinson-Styles abriu os olhos e fitou Louis, ele com uma expressão tranquila, diferente da sua que estava com as sobrancelhas franzidas, bochechas molhadas e vermelhas e lábios inchados de tanto morder.
Louis empurrou o vibrador até ter ele enterrado dentro do cuzinho do esposo. Ordenou que ele permancesse assim, de quatro com a bunda exposta pra cima e na visão da câmera. Saiu de trás do corpo dele e se deitou por debaixo do corpo magro, sua rola estava extremamente marcada e dura, as veias marcando no tecido claro do moletom.
Harry salivou enquanto tinha o quadril do marido ali, tão pertinho de sua boca, seus olhos eram pidões e boca ansiava para te-lo dentro dela, sentir o peso da pica esfregando contra sua língua e a cabecinha gorda surrando sua garganta.
– Cacete, dá pra parar de ser uma putinha burra e me mamar logo? – Louis pediu impaciente puxando a calça pra baixo.
Seu pau saltou pra fora em um som molhado, bateu na barriga e formou uma pocinha de pré-porra. Harry foi rápido e obediente ao estender a língua pra fora pra recolher todo aquele tesão que vazava da piroca dele.
Louis era bem dotado. Seu pau era grosso e grande, as veias tão grossas e marcadas, a cabeça grande e vermelha brilhava contra a luz do quarto. Harry salivava, a piroca de Louis era seu brinquedo favorito.
Ele esticou sua língua e lambeu desde a base até a glande, arrancando um suspiro sôfrego do marido. Louis foi rápido em segurar os cabelos da nuca de Harry, segurava com a outra mão a base do seu caralho, estava duro e pingante.
Bateu com a cabecinha sobre os lábios de Harry e a forçou pra dentro da boca dele, os lábios eram melados e a glande escorregava com facilidade ali, as bochechas sugavam com tanta força que era possível ver os vincos fundos deixando a maçã do rosto saliente.
Styles era provocante, mantia o olhar pregado em Louis, seus olhares permaneciam conectados não importava quão fundo sua rola batesse na garganta, seus olhos poderiam aguar e eles ainda estariam conectados aos azulados de Louis.
A câmera filmava perfeitamente a bunda de Harry empinada, o corpo todo inclinado pra frente, os cachos bagunçados presos por entre os dedos de Louis, ele que tinha o controle da cabeça cacheada e ditava a velocidade do boquete. Não tinha piedade da boca de Harry, o fazia engolir toda sua piroca sem pudor algum, fazia sua língua se esfregar em suas veias e massagear sua glande.
– Isso amor! – Louis jogava a cabeça pra trás – Mama o papai direitinho, isso! – Harry sugou a glande vermelha e gorda e punhetou o restante da piroca causando arrepios em Louis.
Tudo a partir daquele momento foi uma bagunça.
Louis tomou controle da situação e segurou a cabeça de Harry parada no lugar, as duas mãos segurando a cabeça cacheada e o quadril trabalhando arduamente metendo com força pra cima. As bolas batiam no queixo de Harry e ficavam molhadas pela saliva que escorria pelos cantos da boca dele.
Os lábios inchados de tanto rodear o pau gordo de Louis, a garganta já dolorida de tanto aguentar aquele tamanho grande batendo ao fundo dela. Seu cuzinho piscava entorno do vibrador, seu baixo ventre se revirava pelo orgasmo se aproximando mas ele obedeceria seu senhor.
– Isso amor! Sua boca de putinha me aquece tão bem! – Louis jogava a cabeça pra trás inerte a qualquer coisa que acontecia naquele quarto.
Harry rebolava lentamente sobre o vibrador, tirando dali seu próprio prazer, era tão gostoso sentir aquela vibração incessante em seu pontinho, ele podia notar o abdômen do marido se repuxando e subindo e descendo mais rapido, sabia que ele estava proximo de seu orgasmo.
– Isso boneca, mostra pra todo mundo como você me mama até ter meu leite escorrendo da sua boca – Louis bateu com a palma da mão sobre a bochecha de Harry – Até o fim boneca do papai, tô quase enchendo sua boca de porra!
Louis tinha os olhos escuros, como ele sempre ficava quando estava proximo de gozar. Harry amava quando a cor dos olhos dele ficava assim. A mão de Louis segurou o vibrador e no mesmo instante que estocou sua piroca na boca do marido empurrou o brinquedo até o fim.
O gemido que ele soltou enviou vibrações para o pau de Louis que não precisou de mais nenhum estímulo e esporrou todo seu prazer.
– Caralho!
Ele mantinha a rola enfiada na boca do marido derramando sua porra, fazendo-o engolir tudo. Harry tinha seus olhos chorosos, a boca extremamente vermelha e o corpo tremelicando, ele também havia gozado junto ao marido.
– Uma boneca tão boa, gozando junto do papai – Louis elogiou tirando o pau ainda duro da boca dele.
Segurou as bochechas do marido e o aproximou da câmera. Apertava a pele formando um bico gordo nos lábios dele, esses lábios que estavam melados e vermelhos, brilhavam contra a câmera do celular.
– Olha que boca de putinha, toda melada de porra do papai – o dedão se esfregou no lábio e empurrou pra dentro fazendo-o sugar o polegar. – Fala pra eles amor que você ama ter a porra do papai escorrendo da sua boca.
– Eu amo quando o papai me enche de porra!
Louis abaixou seu tronco e beijou os lábios do marido, beijou de forma faminta, sugou o lábio inferior e mordiscou arrancando um gemido sofrego. Empurrou ele de volta sobre o colchão e suas mãos puxaram o brinquedo de dentro dele, um gemido baixo foi a resposta pelo vazio que se instalou ali.
Tomlinson pegou o lubrificante e melecou seu próprio pau, punhetou bem proximo a entrada de Harry, a cabecinha esfregando naquele buraquinho sedento. Melecou o pau de Styles e punhetou na mesma velocidade que fazia em si.
– Você é tão gostoso Harry, tão perfeito pra me receber – Louis elogiava o corpo do marido enquanto provocava empurrando a pontinha de sua piroca no cuzinho dele.
– Me come senhor, me faça ser seu mais uma vez – a voz era tão sôfrega. – Me dê tudo de você, me usa, por favor!
Louis tinha um sorriso sacana enquanto punhetava seu próprio pau e afundava a cabecinha na entrada do esposo. Era gostoso sentir aquele calor lhe abrigar, tão gostoso que Louis sentia que iria ter que fazer um esforço absurdo pra não gozar assim que entrasse nele.
Empurrou sua piroca devagar, provocando tanto a si quanto ao marido que se remexia impaciente.
– Porra Lou me fode logo, mete logo esse caralho em mim – ele arranhou a nuca de Louis e puxou os cabelos curtos dali em sinal claro de impaciência.
Tomlinson então sorriu e sem esperar mais nada meteu todo seu caralho na entradinha dele. Seu quadril bateu nas nadegas branquelas e as bolas estalaram na bunda, os dois gemeram em uníssono, Harry por ter aquele pau grande e grosso atolado em si e Louis por ter um calor gostoso abrigando sua piroca.
– Ai caralho – Louis gemeu descendo o tronco só pra sua boca encontrar os mamilos de Harry.
Mordeu os biquinhos e puxou por entre os dentes, beijou a pele sensível e estocou fundo no marido. As costas se arqueavam a cada vez que Louis ia lento e fundo dentro de si, o pau encostando em sua próstata em todas as estocadas.
O calor que abrigava sua piroca era uma das melhores sensações do mundo, Louis passaria o resto de sua vida dentro do esposo. Tomlinson empurrava seu quadril com força na bunda de Harry, eram estocadas lentas, mas tão profundas que o corpo solavanca pra cima nos lençóis.
– Awn, senhor...V-você me fode como ninguém! – Harry arranhou a nuca de Louis – O-olhe, eu posso te s-sentir aqui.
Sua mão foi até seu baixo ventre onde ele sentia a cabecinha do pau de Louis batendo e causando uma protuberância . Seus olhos brilhavam enquanto mantinha a mão de Louis ali pra sentir o quanto o marido o fodia gostoso.
Louis pegou o brinquedo esquecido no colchão e o ligou, na velocidade media, o aproximou da glande do pau de Harry e sentiu o espasmo que percorreu o corpo dele, ele esfregava aquela ponta cor de rosa por toda a extensão do caralho de Styles, a pré-porra formava até uma poça proximo ao umbigo dele.
– Você dá gostoso demais boneca! – Louis elogiou descendo o tronco mordendo o lóbulo da orelha e prendendo o vibrador por entre eles. – Porra, essa sua 'bucetinha' de puta é tão gostosa.
Harry gritou. Seu corpo todo se arrepiou, sua entrada apertou Louis e seu pau liberou uma quantidade absurda de porra.
– F-fala de novo papai, por favor – Harry pediu agarrando o pescoço de Louis.
Ele sorriu sacana, obvio, levou sua mão até o pescoço de Harry, seus dedos envolveram a garganta como uma gargantilha das mais caras expostas nas vitrines, apertou com força a ponta dos dedos arrancando um suspiro dele.
– Você tem uma 'bucetinha' de putinha tão boa, tão gostosa, porra! – ele segredou raspando os lábios nos dele – Tenho vontade de te usar pra sempre boneca.
Harry tinha os olhos chorosos enquanto chacoalhava a cabeça afirmando que sim, Louis poderia usa-lo para sempre. O vibrador escorregava do pau de Harry de tão molhado que ele estava, o pau de Louis ia fundo, alcançando seu baixo ventre, o quarto fedia a sexo, a garganta de Harry raspava por estar tão seca e mesmo assim continuar a gritar pleno pulmões.
Louis socava sua piroca fundo na 'bucetinha' de seu esposo, o prazer dos dois nevoando o quarto e os deixando malucos, sedentos, com mais vontade um do outro. Harry já não sabia mais como estava aguentando tanto estímulo assim.
Era Louis empurrando sua rola até a base, a mão dele brincando com seus mamilos e vez ou outra apertando seu pescoço, o vibrador provocando sua glande avermelhada a todo momento e os lábios do seu senhor chupando e machucando o bico dos seus peitos.
– Isso!....Ai mesmo papai, não para – Harry gemeu quando Louis massageou com sua glande gorda sua próstata. – Você come minha buceta tão bem...
Ele estava inerte. Sempre ficava assim quando Louis o fodia, porque o marido era assim, um deus do sexo na cama.
– Que 'buceta' apertadinha hein bebê – Louis desceu seu corpo, o vibrador sendo preso por sua barriga no pau de Harry – Não importa quantas vezes eu já tenha te comido, ela sempre continua tão apertadinha pra receber meu cacete.
Ele falava contra a bochecha de Harry, o ar quente batendo ali fazendo o esposo revirar os olhos. Lambeu uma linha desde o maxilar até sua boca e mordeu os lábios, sem dó nem piedade, passou a lingua pelo corte recolhendo o sangue e sem esperar mais nada o beijou de forma sedenta e faminta.
Ele controlava o beijo, ele controlava o ritmo, a forma como sua lingua rodopiava, os estalos que saiam e até mesmo a forma como Harry mexia sua cabeça.
Ele sentia em seu pau os apertos da entrada de Harry, avisando que estava bem proximo de seu orgasmo, Louis o privava a tantos minutos que saberia que o esposo ficaria inconsciente quando finalmente gozasse.
– Vai gozar de novo pra mim bebê? – Louis perguntou socando mais rápido seu pau, apertando o vibrador junto do membro do marido e acariciando seus cachos. – Vai vir pro teu papai como a boa vadia que é, hum?
Harry gritou e chacoalhou a cabeça.
– Então vem amor. – Louis levantou seu tronco e dobrou os joelhos ficando com as coxas de Harry acima das suas, as pernas arreganhadas e o caralho ao fundo em sua bucetinha. – Fode essa 'bucetinha' no cacete do papai e goza pra mim mais uma vez.
Tomlinson-Styles não esperou mais nem um minuto pra começar a rebolar os quadris de forma lenta e sentir o pau de Louis saindo até a glande e entrando até a base. Era bom, tão fodidamente bom que era impossível pra Louis segurar os gemidos dentro de sua própria boca.
Louis forçava o brinquedo contra a glande melecada de seu bebê, subindo e descendo sobre todo o comprimento desenhando as veias e o provocando arduamente enquanto sentia seu pau ser bem aquecido.
– Isso é o máximo que consegue? Vamos brinque direito no meu pau, caralho – Louis estapeou a coxa de Harry que no mesmo momento começou a rebolar com rapidez. – Isso, assim...Cacete!
Harry sabia exatamente o que fazer. Cada vez que levava o pau do marido até a base contraia sua entrada pra que quando chegasse até a glande a apertasse com ainda mais força. Se fodia tão bem no cacete do marido que via estrelas passando por entre suas pálpebras.
– V-você... – Harry começou ofegante enquanto apertava seus próprios mamilos – V-você é meu brinquedo f-favorito.
Louis gemeu manhoso e começou a punhetar o caralho de Harry, punhetava com uma mão enquanto a outra ficava responsável por segurar o vibrador contra sua glande. Cuspiu em seu próprio pau ajudando a bagunça molhada de Harry, sabia que ele estava bem próximo.
Percebia o marido vez ou outra perdendo a força no quadril por tamanho esforço que fazia pra alcançar seu prazer. Louis tinha vontade de voltar a meter com força nele, só pra que pudesse ver os olhos se revirando e a boca em um O perfeito, mas esperaria que o marido implorasse.
Mesmo com a dificuldade não deixou de rebolar a bunda, o pau batendo todas as vezes em sua próstata o fazendo tremelicar e gemer gritado. Descia e subia no pau de Louis o fazendo ser seu próprio brinquedo, o usando em busca de seu próprio orgasmo.
– L-lou, eu não a-guento – ele arranhou as coxas de Louis debaixo das suas – Mete por favor.
Tomlinson sorriu contente, segurou o vibrador junto ao pau de Harry e deitou seu corpo sobre o dele, seu rosto pairando ao rosto do marido, ele estendeu a lingua e lambeu o queixo dele até que ela estivesse dentro de sua boca mais uma vez abusando daqueles lábios escarlates.
Seu quadril voltou a bater contra o do marido com uma força absurda, os corpos solavancavam na cama, Harry nem conseguia gemer, sua boca formava um O perfeito e seus olhos estavam revirados na pálpebra, suas unhas arranhavam as costas do marido descontando ali toda a euforia do orgasmo que chegava.
Louis também estava bem proximo de gozar, se segurava ao máximo pra simplesmente não encher o marido de porra. Sentia seu pau entrando em uma facilidade absurda por estar soltando tanta pré-porra, suas bolas estavam pesadas e causavam barulhos molhados na bunda do marido.
Não sabia como mas suas mãos ainda mantinham o brinquedo rente ao pau de Harry, ele pulsava tanto sobre sua palma que Louis achava até mesmo que ele estava gozando.
– Eu passaria o resto...Da minha vida fodendo sua 'buceta' bebê – Louis mordiscou o lábio inferior de Harry – Vem pra mim, goza no pau do teu papai, goza...
A voz era aveludada, e as investidas tão mas tão gostosas que Harry simplesmente não aguentou mais.
Sua entrada se contraiu com tanta força que Louis começou a empurrar ainda mais forte seu quadril contra ele, seu pau pulsava absurdamente na mão do marido esporrando tudo contra os abdômens dos dois, a boca gemendo alto, o pescoço todo jogado pra trás e as costas arqueadas no colchão.
– Isso amor...Assim mesmo... – Louis ficava maravilhado quando Harry gozava forte assim.
O de cabelo cacheado tinha os olhos fechados, como se estivesse fora de órbita, sua entrada se contraindo toda vez que Louis voltava com o cacete todo pra dentro, o pau extremamente sensível pulsava no meio dos corpos.
Tomlinson não parou de o foder, queria chegar no seu ápice.
– Agora você é meu brinquedo, putinha – Louis desferiu um tapa sobre o rosto de Harry não tão forte visto que o marido estava inerte pelo segundo orgasmo.
Louis levantou e se apoiou com as duas mãos ao lado da cabeça de Harry, seu corpo já extremamente suado e cansado pelo esforço, sua barriga suja pela porra do marido, alguns fios grudando em sua testa e suas costas tão molhadas que parecia que ele havia acabado de tomar banho.
Esfregou dois de seus dedos na poça de porra que Harry tinha feito em sua barriga e sem mais delongas chupou saboreando do sabor agridoce. Se abaixou apenas para deixa-lo limpo enquanto ainda metia dentro dele.
Juntou seus lábios aos de Harry fazendo o outro sentir seu próprio gosto.
– P-papai – a voz era tão baixa que se não tivesse colado ao rosto dele não escutaria. Louis resmungou esperando que ele continuasse – Me deixa cheio de porra, por favor.
Louis gemeu deixando mais duas investidas contra o marido. Rapidamente pediu que Harry se virasse de bruço, um travesseiro foi posto embaixo do quadril dele deixando a bunda empinada.
Tomlinson começou a punhetar seu pau rente a entrada do marido, sua glande arroxeada por estar se segurando, notou que Harry tinha as mãos inquietas mexendo nos lençois e os pés se esfregavam contra o tecido já todo amassado.
Louis então viu que Harry rebolava sobre o travesseiro buscando aliviar a dor de seu próprio pau.
– Já tá se esfregando como uma cadelinha boneca? — Louis perguntou enquanto provocava metendo só a cabecinha de seu pau dentro do marido.
Harry prontamente respondeu chacoalhando a cabeça. Tomlinson parou de provocar o esposo e enfiou o caralho de uma vez nele.
– Porra de cuzinho gostoso amor.
A visão que tinha era absurda, Harry se contorcendo e gemendo alto contra o travesseiro, vez ou outra mordendo a fronha por tamanho prazer que sentia. O mais novo contraiu a entrada apertando o caralho de Louis fazendo com que ele metesse ainda mais rapido.
Louis soltou um gemido estridente jogando a cabeça pra trás, as veias de seu pescoço saltadas, seu abdômen contraia e seu pau pulsava no cuzinho do marido. A porra quente prenchia Harry que tinha os olhos fechados, as sobrancelhas franzidas e o peito subindo e descendo freneticamente.
Harry também gozava de novo. Só o fato de ver Louis ali se desmanchando dentro de si foi o suficiente pra que ele viesse em sua barriga de novo. Seu corpo todo tremelicava na cama e sua cabeça rodopiava.
– Caralho!
Louis estava maluco. Seu pau pulsava tanto que chegava até doer e repuxar. Suas coxas tremiam e ele achava que iria até mesmo perder a força nas pernas.
Harry então se encontrava em outro planeta, os olhos fechados o corpo subindo e descendo na cama completamente inerte e tudo que acontecia no quarto.
Demorou algum tempo até que Louis se recuperasse e fosse até o celular ele focou na imagem de Harry acabado sob os lençóis e
em seguida desligou o video, a cama estava uma bagunça e Harry agora respirava de forma mais calma ainda de olhos fechados, Tomlinson foi até ele e acarinhou os cabelos cacheados.
O quarto fedendo a sexo, estava quente, assim como o corpo dos dois que estavam suados e pegando fogo.
– Amo você boneca. – Louis beijou a bochecha do esposo e trouxe o corpo mole pra si.
Tomlinson pegou o corpo do marido e o levou até o banheiro, encheu a banheira do quarto e permaneceu ali por tempo suficiente até que Harry estivesse consciente e limpo.
– Amo você Lou. – foi o que ele disse antes de se deitar sobre o peito do marido nos lençóis quentinhos.
Hazza estava tendo um dia horrível. O trabalho a deixou exausta, uma nota baixa em um projeto da faculdade a frustrou, e, para piorar, seu namorado lhe deu um bolo, deixando-a sozinha com seus pensamentos. Mas Hazza não era do tipo que ficava em casa chorando, remoendo o dia e se sentindo pior. Em vez disso, ela decidiu agir. Colocou seu vestidinho preto favorito, curto o suficiente para atrair olhares, e foi para um bar, determinada a encontrar um homem mais velho que a fodesse do jeito que ela gostava, com força, sem rodeios, tratando-a como a putinha que ela adorava ser. Era a melhor solução que Hazza podia imaginar para transformar seu dia em algo memorável.
Avisos de Conteúdo: Esta história contém conteúdo explícito, incluindo sexo oral e vaginal, dinâmicas de dominação/submissão, daddy kink, humilhação leve, privação de orgasmo, sexo bruto, marcação (chupões), exibicionismo, diferença de idade, sexo em local semipúblico, fluidos corporais e leve dor. Leia por sua conta e risco!
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O bar estava lotado, o ar denso com o burburinho de risadas, tilintar de copos e o som abafado de uma música que saía de uma jukebox encostada na parede. Era por volta de uma da manhã quando Hazza passou pelas grandes portas de madeira do local, o rangido delas se misturando ao caos sonoro. Ela usava um vestidinho tomara que caia preto, justo o suficiente para destacar suas curvas. Nos pés, suas fiéis mary janes, que já haviam pisado em muitos bares e muitas noites incertas. Seu cabelo solto balançava levemente enquanto ela atravessava o salão, desviando de corpos suados e olhares curiosos.
Hazza se direcionou ao balcão com passos decididos, já sabendo o que queria: uma bebida forte o suficiente para soltar as amarras da sua timidez e dar coragem para conversar com alguém. Porque, apesar de carregar uma aura de quem sabe o que quer, e, às vezes, de quem já teve o que quis, Hazza era um paradoxo ambulante. Por fora, uma verdadeira putinha, como ela mesma se descrevia com um sorrisinho malicioso; por dentro, uma garota que sentia as bochechas queimarem só de pensar em puxar conversa com um estranho. Beber, então, era o empurrãozinho que ela precisava para deixar a vergonha no fundo do copo.
— Vou querer uma bebida, por favor — pediu baixinho, quase num sussurro, enquanto se acomodava no banco alto do balcão, cruzando as pernas com cuidado para não deixar o vestido subir demais. Só então levantou o olhar, e foi aí que o mundo pareceu desacelerar. O barman era um homem mais velho, talvez na casa dos quarenta, com a pele bronzeada contrastando com um par de olhos azuis que pareciam enxergar através dela. Ele tinha uma barba rala, bem aparada, os braços cheios de tatuagens que escapava pela manga da camisa preta, enrolada até os antebraços. Hazza engoliu em seco. Se tivesse olhado para ele antes de falar, com certeza as palavras teriam travado na garganta, emboladas como um novelo de lã.
Ele ergueu uma sobrancelha, um meio sorriso surgindo nos lábios enquanto pegava uma garrafa de uísque sem nem perguntar se era isso que ela queria. Como se soubesse. Como se já tivesse lidado com garotas como Hazza antes.
— Gelo ou puro? — A voz dele era grave, com um toque rouco que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem.
— Puro — respondeu ela, tentando soar mais firme do que se sentia. Ele assentiu, sem desviar o olhar, e deslizou o copo na direção dela com uma precisão que denunciava anos atrás daquele balcão.
Hazza segurou o copo, os dedos brincando com o vidro frio enquanto tentava organizar os pensamentos. O barman voltou a limpar o balcão, mas ela podia jurar que ele a observava pelo canto do olho. O ambiente ao redor parecia pulsar, como se o bar inteiro soubesse que algo estava prestes a acontecer. Ela tomou um gole generoso da bebida, sentindo o calor descer pela garganta e se espalhar pelo peito. Era exatamente o que precisava para se lembrar de quem era, ou de quem queria ser naquela noite.
— Noite longa? — perguntou ele, casualmente, enquanto polia um copo que já parecia limpo demais. Hazza hesitou, surpresa com a iniciativa. Normalmente, era ela quem precisava dar o primeiro passo, mesmo que tremendo por dentro.
— Ainda não sei — respondeu, inclinando a cabeça com um sorriso tímido, mas com um brilho nos olhos que dizia mais do que as palavras. — E a sua?
Ele riu baixo, um som que parecia vibrar no ar entre eles, e se apoiou no balcão, chegando um pouco mais perto. Perto o suficiente para Hazza sentir o leve cheiro de colônia misturado com o aroma de uísque e madeira polida.
— Depende de como essa conversa vai terminar — disse ele, os olhos azuis cravados nos dela, como se estivesse desafiando-a a decidir o próximo passo.
Hazza sentiu o coração acelerar, mas dessa vez não era só timidez. Era o tipo de faísca que fazia suas noites valerem a pena. Ela tomou outro gole, deixou o copo no balcão e se inclinou ligeiramente para frente, diminuindo a distância entre eles. A noite, que até então era só mais uma, de repente parecia cheia de possibilidades.
─── ୨୧ ───
A conversa fluiu como a bebida no copo de Hazza, cada gole a deixando mais solta, mais atrevida, enquanto o bar ao redor parecia desvanecer num borrão de vozes e luzes amareladas. O barman, que agora se apresentava como Louis, mantinha aquele meio sorriso que parecia saber demais, como se já tivesse jogado esse jogo antes, e vencido. Ele se movia com uma calma deliberada, limpando o balcão, servindo os últimos clientes, mas sempre voltando os olhos azuis para Hazza, que sentia o peso daquele olhar como se fosse um toque.
— E você, Louis? — perguntou ela, a voz arrastada pela bebida, inclinando-se para frente até que seus seios quase tocassem o balcão. — Nunca ficou com alguém que entrou por essas portas? Ou só fica olhando… como tá fazendo agora?
Ele riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Seus olhos não disfarçavam mais, cravados no decote, onde o vestido mal segurava o volume dos peitos.
— Olhando? — Ele se inclinou mais, a voz baixando a um tom quase íntimo. — Tô imaginando como seria tirar esse vestido de você bem aqui, com o bar vazio.
Hazza engoliu em seco, o calor da bebida agora misturado com o fogo que subia pelo seu corpo. Ela sentiu a bucetinha molhar e mordeu o lábio, os olhos travados nos dele, e respondeu, quase num sussurro:
— E o que te impede?
A tensão entre eles era palpável, como uma corda esticada prestes a romper. O bar foi esvaziando, os últimos clientes tropeçando para fora, o relógio marcando quase três da manhã. A música parou, as luzes ficaram mais fracas, e só restavam Hazza, Louis e o eco do que estava por vir. Ela estava no quarto copo, a cabeça leve, o corpo solto, as pernas cruzadas balançando no banco. Louis varria o chão, mas seus olhos voltavam para ela a cada poucos segundos, como se estivesse marcando território.
— Tá ficando tarde, Hazza — disse ele, apoiando a vassoura contra o balcão. A voz era um convite disfarçado, os olhos ainda devorando o decote, agora sem nenhuma tentativa de disfarce. — O bar tá fechando.
Ela girou o copo vazio entre os dedos, o coração disparado, a timidez completamente afogada no uísque.
— E se eu não quiser ir embora? — retrucou, descendo do banco com um movimento lento, o vestido subindo o suficiente para mostrar mais coxa do que deveria. Ela se aproximou do balcão, os seios quase roçando a madeira, e olhou para ele com um desafio nos olhos. — O que você faz com quem fica?
Louis largou a vassoura, deu a volta no balcão e parou a poucos centímetros dela. Ele era mais alto, mais imponente de perto, o cheiro de colônia misturado com uísque e suor a envolvendo.
— Fica que assim você descobre — disse ele, a voz rouca, quase um comando. — Meu turno acaba quando eu trancar essa porta. E eu quero você aqui quando isso acontecer.
Hazza sentiu um arrepio descer pela espinha, o corpo inteiro respondendo ao tom dele. Os outros funcionários já tinham ido embora, o bar estava silencioso, exceto pelo som da respiração dos dois. Ela sorriu, um sorriso bêbado e provocador, e se recostou no balcão, deixando o vestido subir mais um pouco.
— Então tranca logo essa porta, Louis — disse ela, a voz carregada de intenção. — Porque eu não vou a lugar nenhum.
Ele a encarou por um longo segundo, o olhar tão intenso que parecia despi-la ali mesmo.
— Fica aí — disse ele, a voz grave carregada de algo que não era exatamente uma sugestão, mas também não era uma ordem. Era um convite, um desafio. Ele largou o pano que usava para limpar o balcão e caminhou até a porta da frente, os passos firmes ecoando no silêncio. Hazza o observou, o jeito que os ombros largos se moviam sob a camisa preta, a tatuagem no antebraço flexionando com cada gesto. Quando ele girou a chave na fechadura, o clique metálico soou como o estopim de algo inevitável.
Louis voltou devagar, como um predador que sabe que a presa não vai escapar. Seus olhos não deixavam os dela, mas desciam sem pudor pelo corpo de Hazza, o decote apertado, os seios que pareciam implorar para serem tocados, as coxas expostas contra a madeira do balcão. Ele parou a poucos centímetros dela, tão perto que ela podia sentir o calor que irradiava dele, o cheiro de colônia misturado com uísque e algo mais.
— Última chance de correr, garotinha — murmurou Louis, a voz rouca, um sorriso torto nos lábios enquanto se inclinava, as mãos apoiadas no balcão, uma de cada lado dela, prendendo-a sem nem tocar.
Hazza riu baixo, a cabeça leve do álcool, o corpo vibrando de antecipação.
— Correr pra onde? — retrucou, inclinando-se para frente, o vestido esticando ainda mais contra os seios. — Eu disse que ficava, não disse?
O sorriso de Louis se alargou, quase perigoso. Sem aviso, ele a agarrou pela cintura com uma força que arrancou um suspiro dela, erguendo-a como se ela não pesasse nada e jogando-a sobre a bancada do bar. A madeira fria bateu contra as coxas grossas de Hazza, e ela abriu as pernas instintivamente quando Louis se encaixou entre elas, o corpo dele firme, quente, dominando o espaço. Ela se arrepiou inteira, o toque dele eletrificando cada centímetro de pele.
Louis não perdeu tempo. Inclinou-se, os lábios encontrando o pescoço branquinho dela, deixando uma trilha de beijos molhados que começaram suaves, quase doces, mas logo se tornaram mais famintos. Ele inalava o cheiro de morango que vinha da pele dela, um contraste com o ambiente pesado de uísque e madeira. Hazza se derreteu, as mãos agarrando os ombros dele, sentindo os músculos tensos sob a camisa. Cada selinho deixado no pescoço a fazia tremer, o corpo se rendendo, ficando molinho enquanto ela se entregava ao calor da boca dele.
Ele chupou a pele com mais força, os dentes roçando de leve, marcando o pescoço com a clara intenção de deixar roxos que ela sentiria no dia seguinte, um lembrete pulsante de quem tinha estado ali. Uma das mãos dele subiu, agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando o suficiente para fazer o pulso dela disparar, enquanto a outra mão deslizava pela coxa, puxando-a mais para si, o vestido subindo até quase revelar tudo.
— Você é um problema, sabia? — rosnou ele contra a pele, mordiscando o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer sob ele. Hazza só conseguiu gemer baixo, as unhas cravando na camisa dele, puxando-o mais perto, os seios quase pulando do decote enquanto arqueava as costas, querendo mais, querendo tudo.
Louis a ergueu com um movimento firme, jogando-a sobre a bancada do bar, a madeira fria contra as coxas grossas de Hazza. Ele se encaixou entre elas, forçando-as a se abrirem para acomodar sua presença, o calor do corpo dele contrastando com o arrepio que subia pela pele dela. Hazza tremia, o corpo inteiro reagindo ao toque, à proximidade, ao jeito que Louis a dominava sem dizer uma palavra. Ele inclinou a cabeça, os lábios roçando o pescoço branquinho dela, inalando o doce cheiro de morango que parecia emanar da pele quente.
Os beijos começaram suaves, quase torturantes, selinhos molhados que desciam pela curva do pescoço, cada um arrancando um suspiro trêmulo de Hazza. Ela se derretia sob ele, as pernas instintivamente se apertando contra os quadris dele, o vestido preto subindo ainda mais, expondo a pele macia das coxas. Louis sorriu contra a pele dela, os dentes arranhando de leve antes de chupar com mais força, marcando o pescoço com intenção. Ele queria deixar roxos, queria que ela acordasse no dia seguinte e sentisse cada marca latejando, um lembrete dele.
As mãos dele subiram, uma agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando justo o suficiente para fazer o pulso dela acelerar, enquanto a outra mão deslizava pela cintura, puxando-a mais para si. Hazza arqueou as costas, os seios quase saltando do decote, e deixou escapar um gemido baixo, entregando-se completamente ao calor da boca de Louis e à pressão dos dedos que pareciam saber exatamente onde tocar.
— Você é um perigo, garota — murmurou ele contra a pele, a voz rouca, quase um rosnado, enquanto mordiscava o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer. Hazza só conseguiu responder com um suspiro, as mãos agarrando a camisa dele, puxando-o mais perto, querendo mais, querendo tudo.
— Lou, eu tô tão molhadinha — sussurrou Hazza, a voz baixa e trêmula, roçando os lábios na orelha de Tomlinson. Seus dedos estavam enterrados na nuca dele, puxando de leve os cabelos castanhos enquanto os acariciava com uma mistura de timidez e ousadia. — Fode a minha bucetinha, por favor! — implorou ela, o tom carregado de desejo, mas com um toque de vergonha que só tornava as palavras mais provocadoras.
Hazza sempre foi uma garota tímida, mas aquela tortura estava além do que ela podia suportar. O tesão a consumia desde a manhã, uma vontade ardente de se entregar que pulsava em cada pedaço do corpo. Ela não aguentava mais esperar, queria o pau de Louis entalado na sua buceta, enchendo-a o mais rápido possível.
Louis não pensou duas vezes. Sem hesitar, deitou Hazza sobre a bancada do bar, as mãos firmes abrindo suas coxas grossas com uma urgência que fazia o ar crepitar. Ele arrancou a calcinha rosa, já encharcada, revelando a bucetinha lisinha, vermelhinha e pingando de tesão. A visão era quase demais para ele. Louis queria meter de uma vez, foder aquela garota a noite toda até ela implorar por mais. Mas antes, precisava sentir o gosto daquele paraíso molhado.
— Porra, você é tão gostosa — sussurrou ele, a voz rouca e cheia de desejo, os lábios tão próximos da buceta dela que o calor do hálito fez Hazza se arrepiar inteira. Ele selou o grelinho com um beijo leve, quase cruel de tão provocador. Louis queria mergulhar de cabeça, chupar sem parar até sugar cada gota, mas torturar a garotinha era delicioso demais. Começou distribuindo selinhos lentos por cada canto da buceta, os lábios ficando melados com o doce que escorria dela. Apertando as coxas macias com força, ele finalmente caiu de boca, lambendo e chupando aquele pedacinho de céu com uma fome que fez Hazza gemer alto, o corpo tremendo sob o toque da língua dele.
Hazza gemia alto, os dedos cravados na cabeça de Louis, puxando os cabelos dele enquanto ele se enterrava contra a xoxota molhada dela. Louis se lambuzava sem pudor, a língua deslizando por toda a buceta, chupando o grelinho com uma fome que fazia as pernas dela tremerem. Ele lambia, beijava, explorava cada centímetro, tentando enfiar a língua o mais fundo que podia naquele buraquinho apertado e encharcado.
Os dedos do mais velho entraram em cena, roçando a bucetinha antes de se concentrarem no grelinho, esfregando-o em círculos precisos que arrancavam gemidos mais altos de Hazza. Enquanto isso, a língua de Louis mergulhava no buraco apertado dela, invadindo com uma mistura de urgência e provocação, saboreando cada gota do mel que escorria. O corpo de Hazza se contorcia na bancada, completamente entregue ao prazer que ele arrancava dela.
— Papai, por favor — Hazza gemeu baixinho, a voz quase um sussurro, as bochechas já rosadas ficando vermelhas como brasa quando percebeu o que tinha escapado. O apelido “Papai” saiu sem querer, e ela mordeu o lábio, envergonhada, o coração disparando enquanto tentava avaliar a reação de Louis.
Ele ergueu o rosto da buceta dela, os lábios brilhando com o mel que escorria, os olhos azuis cravados nos dela com um brilho de diversão e desejo. Seus dedos, no entanto, não pararam, continuando a brincar com o grelinho dela em movimentos lentos e torturantes que faziam Hazza se contorcer na bancada.
— Papai, é? — perguntou Louis, a voz rouca, carregada de um tom provocador que a fez estremecer. — Você gosta de me chamar assim, princesa?
Hazza hesitou por um segundo, o rubor nas bochechas intensificando, mas o olhar dele, tão seguro e sem julgamento, a fez deixar a timidez de lado.
— Gosto, Lou — admitiu ela, a voz ainda tímida, mas com um toque de ousadia que crescia a cada segundo.
— Então me chama assim, gatinha — rosnou Tomlinson, um sorriso safado nos lábios antes de mergulhar de volta na buceta dela. Sua língua voltou ao trabalho com fome, lambendo toda a extensão daquele lugarzinho molhado, do grelinho inchado até o cuzinho intocável da mais nova, explorando cada pedaço com uma mistura de devoção e provocação que arrancava gemidos cada vez mais altos de Hazza.
— Me fode, papai — Hazza reuniu o restinho de coragem que o uísque e o tesão lhe davam, as palavras saindo firmes, sem o tremor tímido de antes. Suas bochechas ainda estavam vermelhas, mas o sorriso de ladinho de Louis, cheio de aprovação e malícia, a fez relaxar, o corpo vibrando de antecipação na bancada do bar.
— Se é isso que a princesinha quer… — Louis respondeu, tirando a boca da buceta molhada da menina, a voz grave e carregada de promessa, os olhos azuis brilhando com um desejo quase predatório. — O papai vai foder essa bucetinha gostosa a noite toda.
Com um movimento rápido, Louis abaixou as calças, deixando o pau grosso e duro saltar da cueca. A cabecinha vermelhinha brilhava, molhada de tesão, pulsando de vontade. Hazza abriu ainda mais as pernas, os olhos arregalados ao ver o cacete do “papai” tão perto da sua buceta, que já pingava de expectativa. Era grande, muito maior do que ela estava acostumada, bem mais grosso que o do namorado, com veias marcadas que prometiam esticar cada centímetro dela.
— Você é tão grande, papai — murmurou Hazza, a voz misturando excitação e um toque de receio. — Não sei se minha bucetinha vai aguentar.
Louis riu baixo, um som rouco que a fez se arrepiar, enquanto segurava o pau com uma mão, roçando a cabecinha contra a entrada molhada dela, só para provocá-la.
— Você é uma putinha, amor. Tenho certeza que aguenta — rosnou Louis, a voz carregada de desejo enquanto passava o pau grosso por toda a bucetinha de Hazza, sentindo o calor molhado dela envolver a cabecinha vermelhinha. Ele esfregava a rola no grelinho inchado, arrancando gemidos trêmulos dela, que se contorcia na bancada, implorando por mais com cada som.
— Mas antes, quero que você mame no meu pau — ordenou ele, afastando o cacete da entrada dela, o que fez Hazza soltar um gemido de protesto, o corpo vibrando de frustração.
Ainda deitada no balcão, ela se virou, empinando a bunda branquinha de um jeito que fez o vestido preto, já embolado na cintura, exibir cada curva. Hazza lambeu os lábios, a língua saindo provocadora enquanto Louis se aproximava, o pau duro pulsando diante dela.
— Chupa do seu jeitinho, princesa — disse ele, segurando os cabelos dela com firmeza, mas deixando espaço para ela brincar. — Depois, o papai vai foder essa boquinha até você não aguentar mais.
Hazza sorriu, os olhos brilhando com uma mistura de ousadia e timidez, e começou deixando selinhos suaves na cabecinha do pau, saboreando o gosto salgado do tesão dele. No começo, ela chupava só a ponta, lambendo devagar, tentando torturá-lo como ele havia feito com ela. Mas Hazza não tinha o mesmo autocontrole, o desejo a dominava. Logo, ela abriu mais a boca, engolindo o pau o máximo que conseguia, a língua dançando enquanto tentava abrigar o tamanho dele. Suas mãos subiram, apalpando as bolas com cuidado, sentindo o peso delas, enquanto gemia baixo, os olhos fixos no rosto de Louis, que se contorcia de prazer.
— Porra, que boquinha gostosa — grunhiu Louis, a voz rouca, os olhos semicerrados. — Mas você gosta de deixar o papai foder ela, não é?
Sem esperar resposta, ele puxou os cabelos dela com mais força, tomando o controle. Começou a foder a boca gordinha de Hazza, o pau acertando o fundo da garganta dela a cada estocada. Ela se esgasgava, os olhos marejando, mas não recuava, as mãos agarrando as coxas dele para se equilibrar. O vestidinho, completamente embolado na cintura, deixava a bunda branquinha empinada, balançando a cada movimento, os pezinhos dela balançando no ar enquanto Louis metia sem piedade, o som molhado dos lábios dela ecoando no bar vazio.
Louis segurava a cabeça de Hazza com uma mão, os dedos entrelaçados nos cachos dela, enquanto a outra mão apertava e dava tapas firmes na bunda branquinha, deixando marcas rosadas na pele. Ele não aguentava mais a pressão, o calor da boca dela o levando ao limite. Com um gemido rouco, puxou o pau da boquinha dela, admirando o rosto da garota, as bochechas coradas, os olhos brilhando com lágrimas suaves, o batom borrado dando um ar de puro desejo.
— Abre a boquinha, deixa o papai gozar no fundo dessa garganta de putinha — ordenou ele, a voz grave e carregada de tesão. Hazza obedeceu na hora, a língua saindo provocadora, os olhos fixos nos dele, esperando ansiosa. Tomlinson gozou com um grunhido, o leitinho jorrando na boca dela, que engoliu tudo com um sorriso safado, lambendo os lábios enquanto o encarava.
— Boa garota — sussurrou Louis, acariciando os cachos dela com uma ternura que contrastava com a intensidade do momento. Ele deu leves tapinhas com o pau nas bochechas rosadas dela, o som ecoando no bar vazio. — Agora, continue sendo boa e vira essa bunda pra mim.
Hazza sorriu ainda mais, o corpo vibrando de excitação. Ela deslizou do balcão com um movimento lento, tirando o vestido preto num gesto rápido, deixando os peitinhos livres, os mamilos endurecidos pelo ar frio e pelo desejo. Virou-se de costas para Louis, apoiando o tronco na bancada, os pés firmes no chão, a bunda empinada para ele, os peitos esmagados contra a madeira fria. A posição a deixava completamente exposta, vulnerável e pronta, exatamente como ela queria.
— Vou foder tanto você hoje que seu namoradinho vai perceber o estrago na sua bucetinha — sussurrou Louis no ouvido de Hazza, a voz rouca e carregada de promessa, o hálito quente contra a pele dela. Ele esfregava o pau duro sobre a bunda empinada da mais nova, sentindo o cuzinho dela contrair de leve sob o toque provocador. — Você é mesmo uma putinha, hein? — continuou, o tom entre o deboche e o desejo. — Nem deu a buceta ainda e já tá louca pra me dar o cuzinho também?
— Papai, não diz isso, por favor — murmurou Hazza, as bochechas ardendo de vergonha ao ser chamada de putinha, mesmo sabendo que havia verdade nas palavras de Louis. Ela nunca tinha dado aquele lugarzinho, mas agora, sentindo o pau grosso dele esfregar gostoso contra seu cuzinho, o desejo a consumia. Tudo o que ela queria era que Louis a tomasse, que a fodesse até não aguentar mais.
— Por quê? Não é o que você é? Uma putinha sedenta por rola? — retrucou Louis, rindo baixo, a voz carregada de provocação enquanto dava um tapa forte na bunda da mais nova, o som ecoando no bar vazio e deixando uma marca rosada na pele branquinha.
— Lou, por favor, fode a minha bucetinha, papai — implorou Hazza, deixando a timidez de lado. Com as mãos, ela abriu as bandas da bunda, exibindo a xoxotinha molhada e brilhante para Louis, o convite descarado fazendo o corpo dela tremer de antecipação.
— Porra — grunhiu Tomlinson, os olhos fixos no buraquinho reluzente. Ele se aproximou, segurando os pulsos dela com uma só mão, imobilizando-a contra a bancada. A cabecinha do pau dele roçou a entrada da buceta, e quando ele empurrou, o buraquinho apertado abrigou a ponta tão bem que Louis não segurou o gemido rouco. Hazza se contorcia, sussurrando um “Papai, tá doendo” entre gemidos, mas mesmo assim rebolava, o corpo pedindo mais, querendo tudo.
Louis não se conteve. Enfiou o pau inteiro na bucetinha dela, começando a foder devagar, sentindo o calor e a pressão ao redor dele.
— Que delícia, papai — gemeu Hazza, as bochechas esmagadas contra a bancada, os olhos semicerrados de prazer. — Mais forte, Lou.
Louis não precisava de mais incentivo. Ele acelerou, fodendo com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela preenchendo o silêncio. Uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes de Hazza, apertando os mamilos endurecidos com firmeza, arrancando gemidos desesperados dela enquanto a bancada rangia sob o peso dos dois.
Louis não resistiu, acelerando as estocadas, fodendo a bucetinha de Hazza com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela ecoando no bar vazio. Os gemidos desesperados dela enchiam o ar, e uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes, apertando os mamilos rosados com firmeza enquanto beijava o pescocinho dela, os lábios quentes deixando uma trilha de calor na pele marcada.
— Caralho, que buceta gostosa, amor — grunhiu Louis, as mãos voltando para a cintura dela, os dedos cravando na carne macia enquanto ele metia com ainda mais força. O aperto da xoxotinha dela ao redor do pau grosso era enlouquecedor, cada estocada o levando mais perto do limite. Ele imaginava gozar naquele buraquinho apertado, vendo a porra escorrer lentamente, marcando-a como sua.
Hazza gemia alto, lágrimas escorrendo pelas bochechas rosadas, o prazer misturado com a intensidade quase insuportável. Era bom demais sentir o “papai” alargando seu buraco, esticando-a de um jeito que fazia seu corpo tremer. Seus peitos doíam, esmagados contra a bancada fria, enquanto Louis a fodia por trás, as pernas dela bambas, o desespero gostoso crescendo no fundo do ventre. Ela sabia que estava no limite.
— Papai, eu vou gozar — sussurrou ela, a voz entrecortada por gemidos, o corpo se contorcendo enquanto se rendia completamente ao prazer.
— Então goza gostoso pro papai, amor — grunhiu Tomlinson, aumentando a velocidade e a força das estocadas, o pau grosso deslizando com fúria na bucetinha apertada de Hazza. Sua mão desceu até o grelinho dela, começando uma siririca gostosa, os dedos esfregando o montinho de prazer com precisão. O toque foi demais para Hazza, que gozou no mesmo instante, o corpo tremendo enquanto gemia manhosa, sentindo Louis continuar a foder sem parar.
— Você é tão gostosa… poderia passar a noite toda comendo essa buceta — murmurou Louis, a voz rouca de satisfação.
Hazza mal conseguia se segurar na bancada, o corpo tremendo violentamente enquanto o orgasmo a atravessava como um choque elétrico. Seus gemidos ecoavam no bar vazio, misturando-se ao som molhado das estocadas de Louis, que fodia sua bucetinha sensível com uma força que parecia querer marcá-la para sempre. As lágrimas grossas escorriam pelas bochechas rosadas, o prazer tão avassalador que ela mal conseguia respirar.
A xoxotinha dela apertava o pau grosso dele com cada espasmo, leite quente do gozo anterior escorrendo pelas coxas, deixando um rastro pegajoso na bancada. Louis grunhiu, o aperto dela o levando à beira da loucura.
— Caralho, amorzinho, você goza como uma putinha perfeita pro papai — rosnou ele, os dentes cravando no pescoço dela, deixando mais um chupão roxo que pulsaria por dias.
Ele não parou, metendo mais fundo, mais rápido, prolongando o orgasmo dela até Hazza achar que ia desmaiar de tanto prazer. Com um último impulso brutal, ele gozou, o leitinho quente jorrando dentro da bucetinha apertada, enchendo-a até transborda, a porra escorrendo em fios grossos pelas coxas dela, pingando no chão escuro.
Hazza estava destruída, o corpo mole, as pernas bambas, os peitos doloridos enquanto tentava recuperar o fôlego. Louis se inclinou sobre ela, o peito largo pressionando as costas dela, o pau ainda meio duro roçando a bunda empinada enquanto ele mordiscava a orelha dela.
— Olha o estrago que o papai fez nessa xoxotinha — sussurrou ele, a voz rouca e carregada de satisfação. Ele deslizou a mão entre as pernas dela, os dedos roçando a buceta melada, espalhando a mistura de porra e melzinho dela enquanto ela se contorcia, sensível demais. — Tô pensando em te levar pra casa e te foder até você esquecer o nome daquele seu namoradinho.
Hazza gemeu baixo, o corpo reagindo mesmo estando no limite. Ela virou o rosto, os lábios entreabertos, os olhos brilhando com uma mistura de exaustão e desejo insaciável.
— Papai… eu não aguento mais —lmurmurou, mas o jeito que abriu as pernas de leve, expondo a xoxota pingando, dizia o contrário. Ela lambeu os lábios, o sorriso safado lutando contra a timidez. — Mas quero ser todinha sua, a putinha do papai.
Louis riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Ele a agarrou pela cintura, virando-a com um movimento rápido, os seios dela balançando livres enquanto ele a puxava para sentar na beira da bancada. Sem aviso, ele meteu dois dedos na bucetinha dela, mexendo devagar, sentindo o calor e a porra que ainda escorria. Hazza gritou, as unhas cravando nos ombros dele, o prazer misturado com a dor da sensibilidade a deixando à beira de outro orgasmo.
— Você é uma putinha gulosa, hein? — provocou ele, os dedos acelerando, o polegar esfregando o grelinho inchado enquanto a outra mão agarrava o cabelo dela, puxando com força para trás, expondo o pescoço. Ele chupou a pele ali, os dentes marcando mais um roxo. — Vou te levar pro meu apartamento, te jogar na cama e foder cada buraquinho seu até você implorar pra parar. E mesmo assim, talvez eu não pare.
Hazza gemeu, o corpo se contorcendo sob os dedos dele, a cabeça jogada para trás.
— Papai, me leva… faz o que quiser comigo — sussurrou ela, a voz quebrada pelo desejo, as pernas se abrindo ainda mais, como se estivesse implorando para ser usada. Louis parecia faminto, os olhos devorando cada centímetro dela.
Louis devorava a boca de Hazza com um beijo feroz, a língua invadindo-a, dominando cada canto enquanto seus dedos continuavam fodendo a bucetinha dela sem piedade, o polegar esfregando o grelinho inchado com uma precisão cruel. Hazza gemia contra os lábios dele, o corpo tremendo na bancada, as pernas abertas, a xoxotinha pingando e apertando os dedos dele, à beira de outro orgasmo. Ela estava desesperada, os quadris rebolando contra a mão dele, implorando sem palavras para gozar.
Mas Louis tinha outros planos. Bem no momento em que os gemidos dela ficaram mais altos, o corpo se contorcendo no limite, ele parou de repente, retirando os dedos com um sorriso sádico. Hazza arfou, os olhos arregalados, as bochechas vermelhas de frustração.
— Papai, por favor… eu tava quase… — implorou ela, a voz manhosa, o corpo tremendo com a necessidade não satisfeita.
— Não, gatinha — rosnou Louis, lambendo os dedos melados dela enquanto a encarava, os olhos azuis brilhando com malícia. — Você só goza quando o papai quiser. E agora, não quero.
Ele deu um tapa leve na bucetinha sensível, arrancando um gritinho dela, antes de se afastar, deixando-a ofegante e à beira da loucura.
Hazza ficou ali, na bancada, o corpo ainda vibrando, a xoxota pulsando de desejo, a porra e o melzinho escorrendo pelas coxas. Louis pegou o vestido preto embolado ao lado, o tecido que mal cobria o corpo dela, e começou a vesti-la com uma calma provocadora. Ele puxou o vestido pelos braços dela, ajustando-o sobre os peitos grandes, os mamilos ainda duros marcando o tecido fino. Cada toque dele era deliberado, os dedos roçando a pele dela de propósito, fazendo-a se contorcer de frustração.
— Papai… por favor, deixa eu gozar — sussurrou ela, a voz trêmula, enquanto tentava esfregar as coxas para aliviar a tensão. Louis apenas riu baixo, um som gutural que a fez estremecer.
— Quieta, putinha. Você vai esperar até chegarmos na minha casa — disse ele, ajeitando o pau ainda duro dentro das calças, o volume evidente sob o tecido. Ele fechou o zíper com um movimento lento, os olhos fixos nela, como se estivesse saboreando cada segundo da tortura. — Lá, o papai vai te foder até você não lembrar nem do seu nome.
Hazza mordeu o lábio, o corpo inteiro implorando por alívio, mas a promessa na voz dele a mantinha rendida. Ela desceu da bancada com as pernas bambas, o vestido mal cobrindo as coxas, a bucetinha sensível roçando contra o tecido a cada passo. Louis pegou a bolsa dela do chão, jogou-a sobre o ombro e a puxou pela mão, guiando-a em direção à porta dos fundos. O pau dele, ainda pulsando nas calças, roçava contra a bunda dela enquanto caminhavam, uma provocação constante.
— Vamos, gatinha — murmurou ele, a voz carregada de promessa enquanto abria a porta, o ar frio da noite contrastando com o calor do corpo dela. — A noite tá só começando, e na minha cama, você vai implorar por cada gozo que o papai te der.
Ele a levou para fora, o bar ficando para trás, enquanto Hazza, com a xoxota latejando e o coração disparado, sabia que estava caminhando para uma noite que a destruiria de todas as formas que ela secretamente desejava.
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Então, essa foi minha primeira história, espero que tenham curtido tanto quanto eu gostei de escrever. Se vocês quiserem mais dessa putinha e do “papai” Louis, é só comentar que eu posto a parte 2, com eles na casa dele. 💗
Onde Louis divide sua namorada com seus melhores amigos.
#cnc #f0ursome #duplap3netr4çao #humiliationkink #cumslut #daddykink #an4lsex #v4ginalsex #exibici0nismo #spitkink (h vai chamar os amigos do l de titios em algum momento. se n gosta, n leia)
<3
Ele estava segurando até agora. Mas Harry havia atingido seu limite. As mãos se fecham em um punho e a sua expressão muda de relaxada para tensa quando sua namorada entra desfilando de shortinho e cropped na sala.
Era dia de amistoso e Louis tinha achado uma ótima ideia convidar seus amigos para assistir o jogo em sua casa, mas Harry estava tornando o que era para ser uma tarde tranquila em um verdadeiro inferno. Podia sentir os olhares dos outros homens presentes na sala em Harry quando ela se inclinou para deixar uma bandeja de frios na mesinha de centro, empinando descaradamente a bunda no processo.
Não era a primeira vez que Harry fazia isso. Louis devia ter previsto. Ela adorava se exibir pra quem quer que fosse, seja para desconhecidos ou para os amigos de seu namorado. Por isso que quando uma tampinha de cerveja cai no chão ao lado de Zachary, Harry coloca um sorriso cafajeste nos lábios antes de se colocar de joelhos bem no meio das pernas do homem, juntando bem os peitos para que o decote ficasse visível para quem quisesse ver no processo. — Oops. — Ela sussurra, pegando a tampinha na mão e se levantando para colocar de volta na mesa.
O estopim para Louis foi assistir a reação de Zachary. O homem de cabelos pretos e olhos verdes com traços árabes ainda parecia estar estático com o que havia acabado de acontecer e em um ato de puro tesão, apertou disfarçadamente o pau que começava a marcar na calça jeans. Se levantou com fúria nos olhos e marchou forte até a cozinha, tentando conter sua vontade de espancar a bunda da namorada até que ela pedisse desculpas por estar agindo como uma puta desesperada.
Os olhares o seguem confusos pela explosão repentina. Era notório que ele estava nervoso apenas pelo tom de voz que usa ao chamar sua garota. — Harry, vem aqui. — Harry engole em seco ao ouvir seu nome sendo chamado, ansiosa demais para se quer obedecer. Sabia exatamente sobre o que Louis queria falar e se considerava cem por cento culpada. Treme quando ele bate a palma da mão na bancada da cozinha, dando um susto no namorado e nos três companheiros, que ainda se encontravam alheios ao clima que se criava. — Agora! — Grita e Harry imediatamente se levanta e caminha devagar em direção a Louis.
Os pés deslizavam no piso e um sorriso brincalhão estampava em seu rosto, como se ela quisesse provocar Louis ainda mais. — O que foi? Eu fiz algo errado, Lou? — Pergunta com falsa inocência ao chegar ao lado do namorado. A voz era manhosa e os lábios gordos e pintados se mexiam de tal forma que fazia com que Louis quisesse apenas força-lo a chupar seu pau ali e agora. Sabia que poderia fazer aquilo se realmente quisesse. Mas Harry não merecia. O que ela merecia era uma boa lição. Lição essa que Louis faria questão de ensinar.
— Desfaz essa cara de sonsa. — Ele aponta o dedo no rosto de Harry, intimidando a namorada a se afastar minimamente dele. Seu corpo bate na geladeira quando ela dá mais um passo para trás e é quando ela percebe que não tem mais para onde fugir. Louis estava furioso e ela sabia que uma punição estava por vir pelo seu mau comportamento. Morde os lábios inferiores nervosamente quando pensa em Louis judiando de suas pernas e coxas na frente de seus amigos apenas para lhe mostrar qual era seu lugar. — E pare de falar comigo como se não estivesse se amostrando para os meus amigos desde o momento que eles pisaram aqui.
Sua cintura é pressionada de modo bruto pelas mãos fortes do namorado, que o segurava de firme com uma mão enquanto a outra apertava seu queixo rispidamente, obrigando-a a o olhar nos olhos. — Eu? — Questiona com um biquinho. As sobrancelhas franziam ao que ela tentava se desviar do toque e Louis o segurava ainda mais forte. — Eu não estou fazendo nada disso!
— Ah, não? — Harry nega. Louis parece tirar um tempo para analisar a namorada e sua linguagem corporal. A começar pelas pupilas, tão dilatadas que quase escondiam o verde esmeralda de seus olhos. Podia ver toda área da clavícula arrepiada, mesmo que não tivesse tocada em nenhum ponto sensível. O top rosa choque, tão pequeno quanto uma faixa, não conseguia esconder os biquinhos duros e os peitos grandes subiam e desciam, denunciando a respiração pesada. Louis passa a mão por sua cinturinha, contemplando a marca vermelha que seus dedos deixaram na pele alva da barriga lisa. As coxas gordas se juntas automaticamente quando o namorado começa a brincar com a pedrinha que perfurava seu umbigo, tentando conter sua buceta de ficar molhada e sujar o short jeans que mal tampava a polpa de sua bunda arrebitada. — O que exatamente você está tentando fazer, Harry? — Louis sussurra em seu ouvido, afastando os cachos da orelha de Harry antes de morder o lóbulo, arrancando uma arfada curta e desesperada da namorada. Ele olha por cima da bancada. Seus amigos ainda assistiam ao jogo na tv lado a lado enquanto comentavam sobre a atuação dos jogadores na partida.
É quando uma luz se acende em sua mente. Louis sabe que Harry era uma vadia exibicionista. Sabia o quanto ela amaria ser tocada e usada por todos aqueles homens. Ainda se lembra de uma vez em uma festa na piscina que a garota pediu para fazer um topless apenas para receber os olhares babões de todos que estavam ali. Felizmente para Louis, só ele poderia tocar e usufruir daquele pedacinho de céu. Mas hoje seria diferente. Harry certamente não merecia seu pau agora, mas ele teria o pau de seus amigos. Conseguia sentir apenas no olhar da namorada o quanto ela almejava por isso. — Acho que só minha pica não é suficiente pra você, não é? — Pergunta retoricamente, engolindo seu ciúmes para o que estava prestes a fazer. Harry não responde, mas tenta abraçar Louis, que desvia de seus braços, a deixando com uma carinha nada satisfeita no rosto. — Você precisa de mais. E é isso que você vai ter.
Dito isso, Louis faz seu caminho de volta para a sala, porém seu braço é puxado antes que os outros sequer percebessem sua presença. — Espera, amor. — Harry pede, apreensiva. — O que você vai fazer?
Louis sorri com deboche. — Está mais para o que você vai fazer. — Ele acaricia a bochecha de Harry, que se inclina ao toque, quase ronronando na mão do namorado. O carinho vai para a nuca, Louis massageava a área lentamente, tirando qualquer resquício de tensão que Harry segurava. Quando sente que seu corpo está relaxado o suficiente, ele puxa os fios da namorada, forte o suficiente para fazê-la acordar de seu transe. — Tira a roupa. — Manda firme, a mandíbula marcada em seu rosto dando uma áurea ainda mais autoritária.
Harry parecia perdida demais para receber comandos e fica parada, assim como foi deixada, sem mover um músculo, ainda tentando processor o que Louis tinha acabado de exigir. Ela usava apenas calcinha e sutiã, como poderia tirar a roupa quando havia outras pessoas no mesmo cômodo que eles? Não que isso fosse algo que não ia -amar- fazer, mas era repentino demais, Harry definitivamente não estava preparada. Mas Louis não se importava e é por isso que mais uma vez a voz severa sai por sua garganta. — Eu não vou falar de novo. — Avisa, já levantando a palma para deixar um tapa estalado no primeiro pedaço de pele que enxergasse. Harry fecha os olhos, como se aquilo fosse evitar que bofetada fosse desferida, porém Louis não encosta um dedo nela pelos próximos segundos, então ela abre minimamente as pálpebras, suspirando antes de finalmente ceder e começar a se despir.
O cropped é a primeira peça a ser retirada e o namorado não segura o sorriso malicioso que crescia em seus lábios finos ao ver os peitos grandes sendo segurados pelo sutiã de renda branco. Não era difícil visualizar o mamilo rosado ali. O biquinho duro tão conhecido por sua língua também poderia ser visto por qualquer um e Harry já podia sentir seu pré gozo vazar só com o pensamento de que a qualquer momento algum dos homens poderiam tirar o olhar da televisão e ver o que estava acontecendo ali. A próxima peça a ser retirada é o short, tão curto que parecia uma calcinha. Era seu shortinho mais indecente e ele havia escolhido especialmente para receber os amigos de seu namorado. Desabotoa lentamente o jeans enquanto olhava pra Louis antes de descer o zíper e descer o pano entre suas pernas. Louis não queria demonstrar o quanto aquela calcinha o afetava, mas não evitou salivar com o espetáculo. Harry usava uma calcinha fio dental. A renda branca só escondia o clítoris e duas cordas brancas prendiam em sua cintura. Louis engoliu em seco, e ele não tinha nem visto a melhor parte.
É quando Harry se abaixa para pegar as roupas caídas que Louis sabe que sua morte está próxima. Era possível ver apenas o fio tampando aquele cuzinho rosado por dentro das bandas daquela bunda gordinha que tinha um LT tatuado na nádega esquerda. No cóccix, ao invés de um elástico, uma corrente dourada segurava o paninho da calcinha. Uma corrente com quatro pingentes com as seguintes letras: SLUT. Ouvindo o suspiro do namorado, Harry se volta para ele, as mãos juntas na frente do corpo numa posição de submissão para mostrar que estava pronta para a próxima ordem. — Ótimo, muito bem! — Louis elogia, a voz um pouco mais fraca do que antes. — Agora nós vamos voltar para sala e você, amor, vai ficar sentado no meu colo como uma puta comportada. Não quero que você fale sem que eu mande. Estamos combinados? — Pergunta pausadamente ao levantar as sobrancelhas, alternando o olhos azuis para as veias roxas exibidas na pele das tetas da namorada e os olhos dela.
Harry assente e desvia o olhar para os próprios pés. — Sim, senhor. Eu prometo que vou me comportar.
— Eu sei que vai. — Louis se aproxima novamente, deixando um beijo casto no canto da boca de Harry antes de pegar sua mão enfeitada com vários anéis e a guiar até o sofá. — Me desculpem, caras, eu e Harry estávamos resolvendo um probleminha na cozinha. — Ele diz e se senta no sofá, um pouco afastado dos outros, sendo acompanhado por Harry, que senta comportadamente em sua coxa, com as pernas cruzadas. Assim que olham para o amigo, os homens são agraciadas pela visão de Harry vestindo apenas uma lingerie que falhava em esconder suas partes íntimas. O olhar não deixava seu próprio colo e a garota brincava com os próprios dedos para tentar se distrair enquanto sentia o olhar dos outros em si e em seu corpo. Louis apenas sorri ao observar o efeito que Harry causou neles e continua a agir naturalmente, voltando sua atenção para a televisão e não se importando com as expressão boquiaberta que os três tinham. — Quanto está o placar? — Pergunta, alisando a coxa de Harry de forma possessiva.
O corpo de Cody, homem loiro que sentava no meio dos outros dois, se mexe desconfortavelmente antes de pigarrear e responder com um tom quase assustado. — Ainda empatado. — Diz, tentando olhar para qualquer coisa que não fosse os peitos da namorada de seu melhor amigo. Não queria arrumar um problema nas calças, muito menos com Tomlinson, que conseguia ser extremamente ciumento quando se tratava de Harry. Além do mais, ele tinha a porra de uma aliança no dedo anelar, mas Cody estava pouco se fodendo para sua própria namorada agora.
— Mas que merda! — Xinga baixo. Sente as bochechas quentes de constrangimento da namorada quando ela descansa o rosto no vão de seu pescoço, se abrindo ali e sentindo o aroma de seu perfume masculino. O seu plano era retardar um pouco as coisas, adiar o que estava para acontecer, mas sabia que era a hora. Sabia que sua princesa não ia aguentar muito tempo quieta em seu colo, sem ter nada para conter seu tesão.
Harry era uma submissa, mas sabia ser uma brat irritante pra caralho quando queria. Principalmente quando se tratava de receber atenção. Louis sabia que isso era culpa dele, ele a mimou demais e agora Harry acha, ou melhor, ela tem certeza, que precisa ter toda a atenção em si o tempo inteiro. Precisa de toques, de beijos, de tapas, de carinho. E os olhares disfarçados que recebia dos amigos de seu namorado não eram o suficiente para alimentar seus fetiches. — Thomas, me passa a cerveja. — O homem leva um susto ao ouvir seu nome. Ele passa os dedos nos dreads curtos de seu cabelo, limpando a camada de suor que se formava em sua testa no processo e pega um vidro de cerveja aberto na mesinha de centro antes de se inclinar e entregar para Louis. — Valeu!
Louis leva a boca ao gargalo da garrafa, entornando o líquido gelado em sua boca. Ele dá um, dois, três goles, deixando a ponta do vidro cheia de saliva. Sente os selinhos estalados que Harry deixava em seu pescoço, causando barulhos molhados no ambiente já que todos estavam em completo silêncio e a única coisa que dava para ser ouvida era a narração do jogo que vinha da TV e as respirações pesadas na sala. Louis passa a cerveja para a mão que descansava na coxa da namorada e usa a outra para alisar os joelhos de Harry, ouvindo as arfadas dela ficaram cada vez mais longas ao que ele ia subindo até chegar em sua virilha depilada. Fica um tempinho com a palma ali, vez ou outra passando o dedo indicador de leve no clítoris apenas para sentir a garota rebolar em seu colo. É em uma dessas reboladas que Louis separa as coxas de Harry.
O corpo dele estava virado para o outro lado do sofá, onde os amigos de Louis estavam sentados, o que significa que se suas pernas fossem abertas, eles teriam acesso livro a sua bucetinha. Por isso, ela luta contra Louis, grudando as coxas uma nas outras enquanto o namorado tentava deixá-las separadas. — Lou. — Choraminga ao pé do ouvido de Louis. O pré gozo molhava sua calcinha, contrariando suas atitudes e mostrando o quanto ela estava adorando a situação.
— Shiu. — Deixa um tapa forte na tatuagem de tigre que a garota tinha na coxa. A pele sensível fica vermelha com rapidez e ela treme no colo de Louis ao ser surrada, gemendo o mais baixo que conseguia.
Ao ouvir os gemidos de Harry, Zachary abriu as pernas, tentando ficar mais confortável com o volume que crescia cada vez mais em suas calças apertadas. Já não conseguia mais desviar o olhar da cena, afinal, olhar não arrancava pedaço. — Você já esqueceu que só fala com a minha permissão? — Louis fala autoritário. Harry arregala os olhos com o tom usado e se agarra ainda mais ao pescoço do namorado, se acalmando ao exalar seu aroma. Respira fundo, tentando colocar seus pensamentos em ordem antes de assentir contra a pele morena. — Ótimo. — Novamente, ele separa as coxas de Harry, de forma com que suas pernas ficassem como um losango, com a sola dos pés juntas.
Porém como um reflexo, Harry tenta fechar as pernas de novo quando sente as unhas do namorado arranhando suas coxas internas, bem perto de sua virilha. Dessa vez, dois tapas são desferidos na bunda desnuda, como uma punição por sua desobediência. — Deixa aberta, porra! — Ele grita, afastando os joelhos da namorada de forma bruta e batendo certeiro na xoxota gorda de Harry. — Eu te quero toda arreganhada, ouviu bem?
Harry assente frenética, dessa vez determinada a obedecer. — Sim, papai. — Ela responde manhosa.
— Boa garota. — Elogia a namorada, que ronrona e rebola em seu colo. Louis passa a mão por cima da rendinha encharcada com o líquido viscoso e transparente que transbordava da buceta de Harry. O corpo da garota treme quando a calcinha é tirada de dentro dos lábios que a engoliam e arrastada para o lado. E agora, Harry estava totalmente exposta. O buraquinho rosado se contraia e sua xotinha chorava a cada vez que Louis passava o dedo no clítoris rosinha. — Pode olhar, Cody. — Louis diz com um tom de zombaria ao perceber que o amigo tentava não olhar para a buceta de sua namorada. — Ele gosta que olhem, não é, baby?
O garoto geme alto antes de responder. — Sim, eu gosto. — Louis olha novamente para Cody com uma expressão convencida. Sabendo que tinha audiência, Louis leva o dedo indicador e o do meio até a abertura da buceta. Os dedos entram com facilidade pela lubrificação e pelo fato de que Harry era fodida constantemente ali, fazendo com que ela ficasse sempre aberta e pronta para receber o namorado. Ele enfia as pontas lentamente, tirando e colocando casualmente e fingindo que estava assistindo ao jogo.
Aquilo já estava esgotando a paciência de Harry, que mal podia esperar para o próximo passo, e quando a garota começa a ter espasmos e morder sua mandíbula é que Louis pega a garrafa de cerveja, levando a boca e lambendo a ponta antes de levar o objeto a entradinha da namorada. Harry não conseguia ver, mas sentiu o vidro gelado em sua xotinha. Não aguentou conter os gemidos quando Louis começou a enfiar o gargalo fino dentro de si. — Ah, papai. — Choramingava enquanto Louis metia o vidro em sua buceta, enchendo o objeto com seu pré gozo. Tirou a cerveja de perto de Harry quando ela começou a rebolar, como se estivesse pedindo para ele meter mais rápido com a garrafa, seu objetivo ali não era aquele. Passa a pontinha do vidro gelado mais uma vez por entre os lábios finos, recolhendo sua lubrificação antes de levar a própria boca e entornar a bebida em sua língua, saboreando o sabor da cerveja barata misturada com o melzinho de sua namorada.
— Quer um gole? — Pergunta cafajeste, estendendo a garrafa que ainda brilhava com o líquido da bucetinha de Harry para Thomas, que estava mais perto de si.
Dos três, ele era o que parecia mais desconcertado, tentava ao máximo focar na tevê ou até mesmo no próprio celular. Porém o pau marcado na bermuda era a prova de que ele também não estava odiando aquilo.
— É tua mulher, cara, eu não quero me meter. — Desconversa, se permitindo pela primeira vez dar uma olhada para aquela buceta rosinha. Podia sentir o cheiro do pré gozo da namorada de seu amigo de tão perto que ela estava e não precisaria fazer muito esforço caso quisesse tocar ali. Harry era uma tentação, isso era inegável. Thomas frequentava a casa de Tomlinson constantemente, e não era difícil ele chegar em casa e se masturbar pensando no corpo gostoso de Harry. E naquele rostinho. Ah, aquele rostinho não enganava ninguém. Os olhinhos de anjo eram apenas uma cilada para o inferno. Harry o provocava sempre, fosse beijando Louis com fervor em sua frente enquanto o olhava ou usando blusas finas e transparentes sem sutiã em casa quando sabia que Thomas estava pra chegar. E ele se segurava muito pra não ceder e meter naquela buceta sempre que a namorada do amigo pedia. Louis era seu melhor amigo e ele não queria estragar a amizade, porém naquele momento, ele pensou que talvez valesse a pena.
— Sim, é minha mulher. — Louis confirma, ainda com a garrafa estendida para o homem de pele preta. — E vocês são meus amigos, por isso eu estou dividindo. — Explica, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
Thomas parece cogitar a proposta, mas antes que pudesse tomar uma decisão, Zachary pega a garrafa da mão de Louis. — Foda-se! — Ele não hesita em levar a bebida aos lábios e provar de Harry no gargalo da garrafa, que revira os olhos ao ver que seu melzinho estava sendo compartilhado de uma forma tão suja.
— O gosto é bom, né? — Louis pergunta, assistindo seu amigo se deliciar com o pré gozo de sua namorada ao lamber a ponta da garrafa da cerveja que estava na buceta de Harry anteriormente.
Ao seu lado, Cody observava a cena boquiaberto, quase pedindo para experimentar também quando vê a expressão prazerosa que Zachary tinha no rosto. — O melhor que eu já provei. — Responde, passando a cerveja para Thomas, que bebe o líquido com os olhos fixos em Harry. Um gemido de aprovação deixa seus lábios quando sente o gosto levemente adocicado da xotinha da namorada de seu melhor amigo.
O próximo a beber da garrafa é Cody, que até então estava salivando pra experimentar Harry. As teorias de Louis de que era consenso geral que sua namorada era uma grande gostosa quando Cody entornou a cerveja e levou a mão até o próprio pau, massageando o volume enquanto lambia o vidro, tentando pegar qualquer resquício do melzinho de Harry ali. — Está vendo como eles gostaram, amor? — Louis se volta para Harry, que ainda estava agarrada ao seu pescoço e com as pernas arreganhadas. Harry murmura um "sim" baixinho em resposta e começa a arfar quando seu namorado passeia com as mãos em seu corpo, desde as tetas cheias até a bucetinha depilada. Não conseguiu conter seus quadris, que rebolavam para cima e pra baixo, se inclinando ao toque de Louis. — Por que não vai lá e deixa eles brincarem um pouco com a sua bonequinha também? — Diz, se referindo a xota da namorada.
Os olhos de Harry se arregalam com tal sentença e seus lábios inferiores são mordidos com força apenas com o pensamento de ser usada pelos amigos de seu papai. Assentindo, ela se ajeita no colo de Louis e se levanta após deixar um beijinho na mandíbula do namorado, sentindo a barba rala arranhar sua boca. Coloca a calcinha de volta no lugar e vai insegura até os homens do outro lado do sofá. A bucetinha encharcada fazia barulho conforme andava e as bochechas ficaram rubras de constrangimento ao perceber que de todos na sala, apenas ela estava despida.
Thomas foi quem abriu espaço, chegando um pouco para o lado para que Harry pudesse sentar no meio dele e Cody, que sentava do lado de Zachary. Enquanto isso, Louis estica as pernas na mesinha de centro após acender um cigarro e levar a boca, assistindo descontraído aos comercias que passavam no intervalo do jogo que passava na TV. Olhava apenas de canto de olho para sua namorada.
A garota agora tinha suas pernas abertas, uma apoiada no colo de Thomas e outra no colo de Cody, exibindo a bucetinha ainda tampada pela renda da calcinha. Sua expressão era de puro êxtase. A boquinha vermelha estava aberta, gemendo baixo com os olhinhos fechados enquanto sentia mãos que ele nem mesmo sabia de quem eram tocarem seu corpinho. Traga forte o maço entre seus dedos quando Zachary se inclina para apalpar os seios fartos da namorada, apertando-os por cima do sutiã ao mesmo tempo que Cody deslizava os dedos pelo monte de vênus de Harry, claramente tentado a enfiar a mão por dentro da calcinha fina da garota. Harry gemia fraco em resposta a todos aqueles estímulos, bem perto da boca de Thomas enquanto tinha seus fios da nuca puxados pelo homem.
E porra, aquela sensação era simplesmente inenarrável. Finalmente, ela estava tendo tudo que queria, toda atenção pra si e se sentia tão grata por Louis estar deixando ela realizar toda aquela fantasia. Estava amando estar ali, sendo desejada e servindo como um aperitivo para aqueles homens que o olhavam como se fosse o último pedaço de carne do açougue. Um sorriso safado cresce em seus lábios quando arrasta as mãos curiosas para o cumprimento marcado na bermuda de Thomas, imaginando como seria o ter em sua boca, ou talvez até em sua xotinha.
Zachary é o primeiro a tomar coragem de arrastar o pano molhado para o lado, libertando sua buceta pulsante. Os lábios grudavam um no outro mesmo com as pernas abertas pela lubrificação que liberava e Harry podia sentir o líquido descendo em seu períneo e sujando seu cuzinho também. — A gente pode tocar aqui, Haz? — Zachary pergunta ao acariciar levemente a virilha lisa.
Harry pondera o pedido antes de encarar seu namorado, sorrindo quando vê que Louis prestava atenção em si. — Só se o papai deixar. — Diz fingindo inocência ao fazer um biquinho pidonho.
— Que se foda. — Louis xinga fraco, usando um tom falso de desprezo ao soltar fumaça por uma frecha em seus lábios.
Com a "permissão" dada, os dedos grossos começam a contornar os lábios expostos de sua buceta. Ela mal sabia quem era, mas um dos homens rodava o dígito em seu clítoris, estimulando o grelinho de uma forma extremamente quente. Harry relaxa, deixando a cabeça deitar no ombro de Cody. A boquinha aberta gemia alto, implorando para que alguém tivesse a audácia de foder sua buceta. Thomas aproximou suas bocas ao afastar os cachos que grudavam em sua testa suada e Harry coloca a língua pra fora, como se estivesse tentando capturar os lábios do homem, que se afastava e ria de seu desespero.
Antes que pudesse protestar, o melhor amigo de seu namorado junta as línguas, deixando que Harry chupe seu músculo quente de forma desengonçada por não conseguir parar de gemer. O beijo é rápido, ríspido. Puramente carnal. Com a saliva de Thomas escapando de sua boca, Harry se afasta e passa um braço por trás de Cody, ajeitando seu quadril para frente e se abrindo mais para que os homens pudessem brincar livremente com sua xota como se fosse a porra de um playground.
Assiste quando Zachary colhe uma grande quantidade de seu melzinho na ponta dos dedos e os chupa, provando mais uma vez o gostinho daquela buceta. — Que sabor viciante você tem, gatinha. — Afirma extasiado e leva os dígitos para os lábios de Harry, espalhando sua saliva na pele avermelhada por tanto ser mordida.
Arfa alto quando um dedo invade sua entradinha. Ela sabe que é Cody apenas por causa do metal gelado da aliança arrastando em seu órgão. — Droga, ela é toda apertadinha. — Diz para Zachary, falando de sua bucetinha como se ele nem estivesse ali. O homem se sente tentado a experimentar da sensação e não tarda em meter o dedo do meio, fazendo com que Harry tivesse dois dedos de pessoas diferentes o dedando simultaneamente.
Do outro lado do sofá, Louis nega lentamente para a sentença dita anteriormente. — Não se engane, ela aguenta um pau bem grande e grosso. — Confirma, atraindo a atenção dos outros. Leva o cigarro aos lábios mais uma vez, inalando a fumaça antes de chegar para o lado de Thomas, consequentemente ficando mais perto da namorada. Ele a encara com luxúria e os olhos dela logo encontram os dele, como se um imã os prendesse. Louis sopra a fumaça no ar e estica o braço, usando seu polegar para massagear o queixo macio e babado de Harry. A garota, necessitada de ter algo em sua boca, se inclina ao toque, capturando o dedão do namorado entre os lábios e começando um movimento de sucção.
— Na verdade, ela ama. Não é, baby? — Harry acena positivamente. — Ia gostar que o Cody enfiasse a rola dele em você? — Louis retira o polegar de dentro da boca de Harry, que murmura baixinho pela falta de contato. Se vira para Cody, que estava estático com a mão parada na coxa interna da garota. Todos os outros haviam parado com os toques ao ouvir o que Louis havia dito. Quer dizer, eles estavam todos ali brincando um pouco com Harry mas não imaginavam que poderiam foder ela.
— Ia gostar muito, papai, mas tem que ser bem grande pra me deixar toda arrombadinha. — Responde com a voz manhosinha, a mão indo para seu grelinho de imediato quando percebeu que eles haviam parado de mexer ali. Já estava começando a se sentir frustrada pois com tantos paus ali naquela sala, nenhum estava a mostra pra que ela pudesse se satisfazer. Choraminga em desespero, massageando o peito direito e beliscando o mamilo durinho por cima do sutiã. Aflita por qualquer tipo de fricção, Harry coloca o pano de sua calcinha por cima do clítoris novamente e começa movimentos circulares ali, buscando prazer no atrito da renda branca.
Acontece que seus espectadores não gostaram muito do fato dela ter acabado com a diversão e tampado a visão deles. Se Harry estivesse com os olhos abertos, veria o olhar de desaprovação de Louis. Mas ela estava tão envolta na bolha de luxúria, onde o único som que poderia ser ouvido era de buceta molhada e seus próprios gemidos que não se atentou. É quando ela sente sua mão sendo retirada de diz xotinha e segurada por Cody, assim como a outra que repousava em seu seio foi segurada por Thomas. Harry queria chorar. Gritar. Mas até esse recurso foi tirado dela quando seu namorado usou a palma para tapar sua boca, deixando a completamente imóvel. Uma lágrima deixa seus olhos quando sente sua calcinha ser arrebentada e arrancada de seu corpinho. A peça era uma de suas favoritas e agora estava completamente destruída, jogada em alguma parte da sala. — Não chora, baby. Você não vai mais precisar dela. — Louis o consola, afrouxando o aperto em sua boca e indo lentamente em direção a seu pescoço. Ele acaricia a pele alva antes de bloquear sua respiração, enforcando-a. — A partir de agora, sua xotinha vai ficar a vista, pra todo mundo fazer o que quiser com ela. Entendeu?
Alguns segundos se passam. Nenhuma resposta. Até que a mão que antes o enforcava vai para seu grelinho. Louis belisca o seu clítoris fortemente, contorcendo o órgão e assistindo enquanto Harry gritava alto e tentava se afastar do toque rude. Os olhos se viram num misto de dor e deleite ao que ela tenta raciocinar uma resposta. Mas parecia que as palavras simplesmente estavam entaladas em sua garganta. — Entendeu? — Ela é questionada novamente, a intensidade do aperto dos dedos de seu namorado sendo cada vez maior a cada segundo que ela demorava a responder.
— Sim, senhor. — Diz fraco em meio a lágrimas, respirando fundo quando Louis finalmente abandona sua buceta e seus braços são liberados.
— Muito bem. — Louis a elogia. — Agora você vai ser nossa putinha, né, amor? — Pergunta num tom debochado. — Vocês podem fazer o que quiserem, chupar, foder, beijar, bater... Só tem uma regra. — Ele faz uma pausa dramática, chamando a atenção dos três homens ali. Harry sabia exatamente o que seu namorado iria falar. Ele costumava ser bastante ciumento e possessivo quando se trata de Harry, e estar ali, assistindo ela ser tocada e abusada por outros homens era como uma tortura. Uma tortura gostosa. Afinal, Louis tinha a plena certeza de Harry era só dele. Aquele corpo era apenas dele e para ele. E se em algum momento se sentisse desconfortável com a situação, poderia parar tudo com apenas uma palavra.
Até agora, o único desconforto que sentia era nas calças, no volume grande e grosso preso na box. Mas para tudo existem limites. E havia uma coisa que Louis jamais abriria mão. — O cuzinho dela é só meu. Não quero que ninguém toque. E você, — Louis toca seu queixo, obrigando-a a o encarar. — só goza comigo!
A garota assente e Louis se dá por satisfeito, voltando para seu lugar original após deixar um beijo na testa suada da namorada. Outro cigarro é acendido e deixado por entre seus lábios para que ele tivesse as mãos livres para desabotoar sua calça e descer o zíper enquanto assistia os três homens se alternarem para beijar Harry com fervor.
A pele do pescoço da garota era chupada com vigor e o sons molhados denunciavam a guerra de línguas que acontecia entre Harry e Thomas apenas para segundos depois Zachary clamar por sua atenção e puxar seu cabelo, forçando-a a virar em sua direção e atacar seus lábios com mordidas e chupões. — Olha só como tua buceta tá molhadinha. Implorando para ser chupada. — Zachary dizia entre estalos, fazendo Harry gemer em consequência e puxar os cabelos loiros de Cody, que ainda estava ocupado em sugar seu pescoço. — Quer minha língua lá embaixo, princesa?
Uma reza de "por favor" sai dos lábios de Harry em forma de sussurro e o homem de olhos claros se apressa em sair de seu lugar e ficar de joelhos na frente da garota. Ele coloca as duas coxas gordas sobre os próprios ombros, ficando frente a frente com o órgão sexual pulsando de tesão. Provocando Harry, Zachary passa o nariz de leve na virilha, exalando o cheiro forte de seu pré-gozo. Para acabar com qualquer resquício da sanidade da garota, Thomas usa o dedo médio e indicador para abrir os lábios de sua buceta, exibindo o clítoris para Zachary, que esticou a língua e recolheu parte do melzinho de Harry. — Awn, Zach! — Ela geme alto ao sentir o músculo quente na buceta e empurra os quadris para frente num claro pedido para ser comida.
Os dedos se enrolam no cabelo do homem entre seus joelhos quando ele lambe uma linha longa de seu períneo até o grelo duro. Ao se afastar minimamente, Zachary observa a xota vermelhinha. Ele aproveita a deixa para soprar o clítoris sensível, assistindo o corpo da garota dar leves espasmos. Sorri com a reação antes de voltar a beijar o órgão com desejo e afobação, explorando cada pedacinho de Harry. A garota soltava murmúrios de aprovação nos lábios dos dois homens que estavam ao seu lado arrastando preguiçosamente as mãos grandes e firmes em sua barriga, subindo para os seios.
— Por que você não tira o sutiã, Haz? — Thomas pergunta num tom malicioso ao segurar seu pescoço, forçando ela a prestar atenção nele. Porém Harry estava sobrecarregado demais para sequer raciocinar. Os olhinhos reviravam de prazer ao ter Zachary mamando forte em seu clítoris enquanto os outros dois pediam para que ele mostrasse seus seios. Em meio a tanto estímulo, a garota ainda precisava se concentrar para não gozar. — Mostra seus peitinhos pra gente.
Tudo que conseguiu fazer foi acenar positivamente, dando passe livre para os homens arrancarem a última peça de roupa em seu corpo, exibindo totalmente os seios grandes. Logo ela sente as duas mãos apertando fortemente as mamas. E mesmo que as mãos fossem grandes, ainda não conseguiam segurar os seus montinhos por completo, o que arrancou risadinhas de ambos. — Porra, que delícia. — Cody comenta, beliscando o mamilo excitado e balançando para cima e para baixo. — Aposto que o Tomlinson faz bom uso desses peitos.
— O papai adora brincar com os meus biquinhos. — Harry assume em meio a gemidos. — Ele mama neles a noite toda quando eu me comporto.
— É mesmo? — Ela assente a pergunta feita por Thomas. — Então agora é a vez dos titios.
Quase imediatamente, Harry sente o calor da boca dos dois amigos de seu namorado ao mesmo tempo, um em cada mamilo. Os olhos dela lacrimejam e ela tenta seu máximo para os afastar dali pois seus peitinhos eram tão sensíveis e Harry queria ser uma menina obediente e gozar apenas com o papai. Mas isso estava se tornando uma tarefa quase impossível pois quanto mais ela tentava afastá-los, mais forte eles mamavam, judiando dos biquinhos. A língua áspera de Thomas rodava toda sua areola enquanto Cody mordia o mamilo com força.
Enquanto ela dava seu máximo para não decepcionar seu papai e acabar gozando, Harry sente os dedos de Zachary a penetrarem ao mesmo tempo que fazia um movimento repetitivo no clítoris com a língua. Os dois dígitos entravam e saíam de si com rapidez e veracidade, sem dar a garota nenhum descanso.
De onde Louis estava, ele conseguia visualizar o corpo de sua menina se arrepiando por completo, recebendo tantos estímulos que ela nem ao menos sabia que nome gemer, alternando entre clamar pelos amigos de Louis e por seu papai. Depois de alguns minutos do que parecerem horas assistindo sua namorada ser comida de todos os jeitos possíveis, Louis pigarreia, chamando a atenção dos outros. — Parem, agora!
Os homens param, assim como foram mandados. Porém Harry decidiu agir como uma pirracenta. Agarrou os cabelos de Thomas e Cody e tentou fazê-los voltarem a chupar os biquinhos necessitados, brilhantes com a saliva deles ao mesmo tempo que empurrava o quadril nos lábios de Zachary para que sua buceta fosse novamente chupada.
— Não, papai, não. — Ela reclama manhosa com os olhinhos lacrimejando. — Estávamos nos divertindo, por favor, eu quero brincar mais.
Louis se levanta de seu lugar. Ele pega Harry pelo cabelo e puxa até que ela esteja de pé, na frente dele, sentindo seu coro cabeludo arder. Zachary, que antes estava ajoelhado no chão se ocupando em chupar a xota da garota, senta no espaço do sofá que era ocupado por ela e assiste a cena com curiosidade ao arrear a calça jeans e liberar o pau pesado. Antes de dizer qualquer outra coisa, Louis apaga o maço de cigarro que segurava entre os dedos da mão que não estava no cabelo de Harry no mamilo molhado dela antes de jogar na mesinha de centro. A garota grita alto ao sentir sua pele arder pela queimação recente, lágrimas quentes caiam por suas bochechas vermelhas ao que Louis olhava para ela com seu olhar dominante ainda puxando forte os fios de sua nuca, forçando-a a ficar com a cabeça erguida. — Cala a porra da boca, Harry. — Manda autoritário quando Harry começa a soltar lamúrias. — Você me prometeu que ia ser uma vadia comportada e agora está agindo feito uma piranha mimada.
Tudo fica em silêncio e então dois tapas são desferidos em seu rosto, um em cada bochecha. —Será que eu não te dei educação o suficiente? Você acha justo estar recebendo toda a atenção, sendo paparicada enquanto o Thomas está se punhetando sozinho, sem ajuda nenhuma?
Harry olha para trás quando o aperto é afrouxado, os olhos cheios de lágrimas embaçavam a sua visão mas ela ainda conseguia ver Thomas com a mão masturbando preguiçosamente o próprio pau. Era definitivamente grande, com a glande rosa escuro e tinha poucos pelos na base. Harry salivou. Estava tão mergulhada em júbilo enquanto tinha suas partes mais sensíveis sendo chupadas que nem percebeu quando o amigo de seu namorado começou a se masturbar em seu lado. Ela ficou imediatamente triste por ter perdido tal oportunidade. Por não ter sido boa e útil para seus titios. Por não cumprir com seu papel e decepcionar seu papai. — Não, senhor. — Ela responde, abaixando a cabeça com vergonha.
— Foi o que eu pensei. — Dito isto, Louis volta ao seu lugar, nunca tirando os olhos de Harry. Vendo que ela continuava parada na frente de seus amigos, sem saber ou fingindo não saber o que fazer, Louis levanta a contragosto e agarra as duas mãos de sua namorada, prendendo-as atrás de suas costas. — O que está esperando, sua puta? — Ele fala ríspido e agressivo, deixando fios de saliva escaparem de seus lábios e indo direto para o rosto assustado de Harry. — Ajoelha e pede desculpas!
Harry tenta controlar seus soluços ao obedecer a ordem e se colocar de joelhos com a cabeça baixa e um biquinho nos lábios. — Desculpa, Tommy. — Pede manhoso. — Foi egoísta da minha parte deixar você brincar sozinho. É que o Zach tava dedando a minha bonequinha tão gostoso que eu não me aguentei.
Thomas se inclina, chegando perto de Harry, e enfia os dedos entre os fios do cabelo dela, massageando a área e limpando as lágrimas que caiam de seus olhinhos. — O Lou tá certo, você foi uma garota muito, muito má. Mas tenho certeza que pode me recompensar agora, não pode?
— Posso! Eu vou ser boa! — Afirma. Queria fazer o possível para se conciliar com os amigos de seu papai e ser uma boa garota. Ela pondera por um tempo, pensando em alguma coisa para satisfazê-lo.— Que tal eu chupar você? O papai deixa, não é, papai?
Harry olha para cima, onde Louis estava em pé, ao lado dela. Ele assente. — Viu só? Eu prometo que vou fazer direitinho.
O homem de pele escura sorri malicioso com a sentença e com os olhos cheio de expectativa de Harry em chupar seu pau. Pega o próprio comprimento, massageando a base devagarinho antes de levar a ponta brilhante com pré gozo até os lábios gordinhos da garota, provocando-a ao arrastar a glande ali mas nunca deixando a língua dela encostar.
— Pode bater se ela não chupar direito. — Louis avisa antes de voltar ao seu lugar.
Harry mal ouviu o que ele disse pois num piscar de olhos, Thomas enfiou metade do comprimento em sua boquinha, fazendo a garota tomar um susto e consequentemente, engasgar. Mas ela logo se recompõe, as mãos ainda atrás das costas assim como foram deixadas por seu namorado enquanto ela chupava a cabecinha com afinco e determinação, escutando os gemidos que causava em Thomas. — Caralho! — Os olhinhos inocentes encaram o homem e sua expressão de êxtase quando ela respira fundo, tentando colocar todo o pau na boca. Porém o pau era muito grande, e Harry só aguentou até a metade. Se ocupou então em dar lambidas longas, desde a base até a glande inchadinha, provando o gosto do pré gozo do homem.
Uma sombra se forma em cima de si e quando Harry olha para o lado, ainda com uma parte do comprimento de Thomas entre os lábios, vê os outros dos amigos de seu papai formando quase que um círculo em volta dela. Ambos estavam com as calças até o joelho, com o pau pingando pra fora da cueca. Seus olhos verdes brilham ao ver tal cena e em segundos, Harry tira o pau da boca com um barulho alto e molhado. — Vocês querem ajuda também? — Pergunta ansiosa para ter sua gargantinha surrada por três cacetes.
— Isso seria ótimo, princesa. — Diz Cody ao afagar os cachos de Harry. Com um sorriso enorme no rosto, ela se ajeita em seus joelhos de modo que ficasse no meio deles antes de deixar um beijinho molhado na ponta de cada membro. As mãozinhas vão para o pau de Thomas e Cody e começam uma punheta lenta ao que ela estendia a língua para receber o caralho de Zachary, que estava em pé no meio dos dois outros.
Era menor do que o de Thomas, um pouco mais fino também. As veias grossas cobriam todo a extensão e a base era totalmente livre de pelos, assim como as bolas cheinhas. — Puta merda. — Zachary xinga baixo ao arrastar a glande na língua áspera. Harry leva isso como um incentivo e sem perder tempo, abriga metade do comprimento em sua boquinha. Ela fecha os olhos e respira fundo e tenta ir mais fundo, sendo levemente forçada pelos dois homens que tinham as mãos em seus cachos. Quando seu nariz encosta na testa depilada, Harry retira o pau da boca com um engasgo baixo. Leva alguns segundos para se recompor e então ela volta a enfiar o membro dentro de sua cavidade quente, indo para cima e para baixo até onde conseguia. — Porra, Tomlinson. Precisa me dizer em que esquina você arrumou essa vadia. — Ele diz em meio a gemidos quando Harry começa a sugar suas bolas. Louis apenas dá de ombros.
A mão que masturbava o pau de Cody é retirada delicadamente pelo homem, que chega mais perto e começa a arrastar a cabecinha na bochecha de Harry, molhando a área com pré gozo. A garota sorri para ele e junta as duas glandes antes de colocar a língua para fora e balançar a cabeça de um lado para o outro, alternado em lamber Cody e Zachary. — Tá adorando isso, não é? Dá pra ver na sua cara, Haz. — E realmente dava. Era possível ver em sua expressão fácil, em seus olhinhos molhados com lágrimas, nas sobrancelhas juntas, na forma com que ela nunca parava, nunca cansava de dar prazer aos homens. Parecia que ela estava na porra de um playground.
Continua masturbando o pau de Zachary na mesma velocidade em que engole a rola grossa de Cody, que prende a cabeça para trás e grita alto ao sentir o calor de sua boquinha. Ele começa a estocar na cavidade, fodendo a boca de Harry sem nenhuma delicadeza. A garota relaxa a garganta para receber seu comprimento inteiro na boca e ter sua garganta surrada pela cabecinha inchada. Então, sua cabeça é segurada quando o pau é metido por completo, obrigando-a a ficar com o cacete dentro de sua boca. O nariz encostava nos pelos pubianos do homem, que mantinha seu rosto ali sem dar tempo dela respirar até que suas bochechas fiquem vermelhas e os olhos se arregalassem pela falta de ar.
Um fio de saliva conecta os lábios molhados e o pau de Cody quando ele finalmente a solta e não muito tempo depois, Zachary está enfiando o próprio membro na boquinha judiada, exigindo que ela voltasse a o chupar. Harry ignora a queimação em sua garganta, preocupada apenas em agradar os amigos de seu papai, e se esforça para dar prazer a Zachary, sugando a pica com tanta determinação que suas bochechas formavam covinhas fundas.
Gemidos enviam vibrações para o pau quando sente seus mamilos serem puxados por dígitos molhados de saliva. Ela olha para o lado e sorri com o membro na boca ao ver que é Thomas, que ainda estava sentado com as pernas abertas e o cacete duro vazando. Com um puxão na pele enrugada da rola de Zachary, Harry substitui a língua por sua mão, bombeando ali o mais rápido que conseguia ao que ia de encontro a Thomas. Seus cachos são agarrados, enrolados em um rabo de cavalo desleixado e forçando ela a manter a cabeça erguida. Thomas segura a base de seu pau com a mão livre e começa a pincelar os lábios gordinhos para depois bater o membro duro no rostinho da garota. — Seu papai é um homem de sorte. — Ele sussurra, esfregando a fenda na língua de Harry, que geme com a fala. — Se você fosse meu eu ia fazer você ficar com a minha piroca na boca o tempo inteiro.
Os lábios de Harry se esticam pra receber todo comprimento na boca. Dessa vez ela consegue ir até a o final, engolindo cada centímetro. Harry olha para Thomas com olhos pidões num pedido para que o homem fodesse sua boca ele não demora em começar a estocar fundo em sua garganta. — Porra de boquinha gostosa. — Thomas pega impulso com os quadris, metendo rápido na cavidade quentinha. Os dentinhos de coelho arrastavam na pele sensível de seu pau, tornando o boquete ainda mais prazeroso. Eventualmente o membro escapa da boca de Harry pela força usada para foder sua boca, mas ela se apressa em enfiar novamente em sua boca. — Engole esse caralho todo, sua puta. — Xinga, voltando a meter num ritmo rápido.
A garota empina sua bunda para o ar quando sente duas mãos apertando seus glúteos. Estava sentindo falta de ter alguém tocando seu corpinho. — Fica de quatro. — Zachary sussurra em seu ouvido e Harry fica mais que feliz em obedecer. Se levanta e fica de quatro no sofá, assim como foi ordenada. Morde os lábios quando dígitos desconhecidos começam a deslizar em sua xotinha e nenhum segundo depois, dois dedos penetram seu buraquinho. — Quietinha. — Sussurra quando a garota geme alto e começa a rebolar nos dedos, indo pra frente e para trás desesperadamente. Ele não se preocupa muito em prepará-la propriamente e logo seus dedos saem de dentro de Harry, fazendo a garota resmungar e empurrar a bunda no quadril do homem na busca de fricção. Palavras indecifráveis saem de sua boca quando Zachary arrasta o pau em sua buceta, pincelando a área antes de enfiar a cabecinha em seu buraco. — Eu vou foder sua bucetinha, não é isso que você queria desde o início? Provocando a gente com aquele shortinho curto de vadia.
Tapas são desferidos em sua coxa, marcando a pele branquinha ao mesmo tempo que o comprimento era arrastado para dentro de Harry cada vez mais. As sobrancelhas juntam e os olhos dela lacrimejam ao sentir sua xota sendo rasgado pelo pau de Zachary, que deslizava para dentro sem esforço pela lubrificação vasta. Numa tentativa de amenizar a dor, Harry retira a mão que masturbava o membro de Thomas e leva até seu clítoris para massagear a área.
— Eu mandei você parar? — Ela é questionada por Thomas, que agressivamente agarra seu braço e põe a mão dela de volta em seu cacete. Com um olhar arrependido, Harry volta a masturbar o pau em sua frente e coloca a cabecinha na boca, mamando seu pré gozo para se distrair do fato de que Zachary estava completamente dentro dela.
"Harry nunca pensou que seu melhor amigo pudesse ter algum tipo de interesse nela. Até descobrir que Louis gostava de foder garotas parecidas com ela.... e postar na Internet"
Inspiração de uma ask anônima!
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- Louis tem onlyfans ❤️🔥, 24y
- Voyerismo
- Um pouco de inocência (bem pouco mesmo)
- Escrevi pensando em harry fetus e frat boy louis, mass vai da imaginação de vocês
ᥫ᭡
- Um, dois, três, quatro... - A voz um tanto irritante da Senhorita Miller ecoava pelo estúdio de dança naquela noite. - Um dois, três, quatro... Vamos lá, Ruby, sem corpo mole!
Observei minha amiga revirar os olhos brevemente, claramente irritada pela forma como a senhorita Miller havia chamado sua atenção três vezes nos ultimos dez minutos.
Também estou cansada da voz irritante da senhorita Miller gritando pela tarde inteira, ultrapassando até mesmo a música calma que soava no rádio na extremidade da sala - uma melodia suave que tentava, em vão, abafar a tensão no ar.
Sinto meu corpo doer, e meus músculos arderem, mas dançar sempre foi assim. Então permaneço firme, seguindo os movimentos ensaiados. Tento ignorar a sapatilha apertando meus pés - provavelmente já desgastada demais pra estar em uso -, mas mesmo assim, ali estava eu, teimosa como sempre.
Sigo os passos gravados na minha própria memória, cada giro, cada extensão, quase como um mecanismo automático. E enquanto o corpo obedece, minha mente, inquieta, foge pra longe. Preciso de um escape. Algo que me faça esquecer onde estou por um instante.
Automaticamente, penso nele.
Louis.
Não, ele não é meu namorado. Nem nada assim. Apenas... meu melhor amigo.
Não me lembro quando viramos melhores amigos. Claro, provavelmente eu era pequena demais pra essa constatação. Então me sinto leve ao pensar que ele está na minha vida desde muito cedo - e nunca saiu dela. Nem mesmo quando ele se formou e teve que ir pra outra cidade cursar faculdade, e eu permaneci presa no ensino médio, porque sou alguns anos mais nova.
Ele me ligava quase todos os dias. E quando, por algum imprevisto universitário, não podia, me mandava no mínimo quinze mensagens e áudios, com mais cinco emojis de coração e carinha triste, explicando detalhadamente o motivo e se desculpando.
Claro, eu nunca me incomodei de verdade quando ele não podia me ligar. Eu sabia que ele estava sempre ocupado, imaginava que a vida na faculdade não era fácil. Mas o Louis não se importava em dar satisfação - ele fazia questão disso, na verdade. E eu, como uma boba apaixonada pelo melhor amigo, ficava inconscientemente de coração quentinho. Sempre.
Mas isso durou apenas três anos, até eu me formar também e passar na faculdade - e então me mudar pra mesma cidade que ele. Ele nem me perguntou. Só contratou um serviço, empacotou minhas coisas da casa da minha mãe e mandou tudo direto pro apartamento dele.
Sim. Ele praticamente me obrigou a morar com ele.
E eu, infelizmente, não me incomodei com isso. Nem um pouco, se quer saber.
Isso faz pouco mais de um ano, e nosso hábito de ter noites de filmes voltou com tudo desde que passamos a dividir o mesmo teto.
Ele logo vai estar na porta do estúdio, me esperando com aquele sorriso absurdamente lindo e idiota para irmos pra casa.
Esse pensamento me faz querer, ridiculamente, que a aula acabe logo.
Para confirmar ainda mais o quão ridícula eu pareço pensando nele, dou uma olhada para a porta no instinto de vê-lo através do vidro, me esperando. Esse movimento me faz errar um passo sutilmente. Tento me recompor na esperança de que ninguém tenha percebido, mas no balé as coisas não funcionam assim.
- Harry, mais concentração! Em que mundo você está? - Senhorita Miller bate duas palmas ao meu lado, e eu, pela primeira vez, estremeço em errar. - Último ato, vamos! Um, dois, três, quatro...
- Não faz ela começar de novo, sua idiota. - Ouço a voz rígida de April atrás de mim, e me seguro pra não revirar os olhos e dar uns tapas na cara dela.
Tento me concentrar na dança e continuo seguindo os passos até a música acabar e o relógio, enfim, marcar sete e meia.
- Ok, meninas, encerramos por hoje. Na segunda vamos fazer duas horas extras. - Uma série de murmúrios ecoa pelo salão enquanto todas saem das suas posições na barra. - Ruby, precisa de mais leveza. Ava, tente levantar mais a perna. Charlotte está péssima no plié. Harry está no mundo da lua. E April... você foi perfeita, como sempre.
- Perfeita como sempre... Dá um tempo, ela mal consegue abrir os braços - ouço minha amiga Ruby reclamar quando nos afastamos para pegar nossas bolsas no canto da sala, para trocarmos de roupa.
Rio do seu comentário, também um pouco irritada com a clara diferença de tratamento que April recebe aqui dentro.
- Ela faltou nos últimos dois ensaios. Não sei como ela ainda está aqui... - comento baixinho, pegando uma calça de moletom na bolsa e desamarrando minha saia para me vestir.
- Ela é filha do diretor da academia. O que você esperava?
Balanço a cabeça e estou prestes a responder Ruby quando escuto a porta ser aberta e uma breve movimentação. Elizabeth e Mia estavam saindo da sala, mas foram interrompidas por uma voz que eu conheço muito bem.
- Já acabaram? Harry está aí? - apenas a cabeça dele aparece na sala enquanto as outras meninas saíam lentamente.
- Parece que sua carona chegou... - Ruby comenta enquanto se afasta com a bolsa também. Dá um breve cumprimento com a cabeça para Louis quando passa por ele e me dá tchau antes de sair também.
- Louis! - tento repreendê-lo por não me esperar lá fora.
Ele sorri lindamente na minha direção, batucando os dedos distraído no batente da porta.
- Oi, gatinha.
Eu olho para ele e tudo parece desaparecer. Seu cabelo está bagunçado e eu sei ele não os penteou depois do banho. Os braços fortes estão cobertos por uma jaqueta de couro preta, e não posso ver mais do que o pescoço um pouco tatuado - porque ele não dá mais um passo pra dentro do estúdio.
Na última vez que ele fez isso, a senhorita Miller quase o matou por estar pisando de tênis sujo no piso de marley.
Seus olhos se fixam em mim, e eu percebo eles descerem pelo meu corpo. Só então me dou conta: tirei a saia. Estou de meia rosa e collant, na frente dele.
Minhas bochechas esquentam, e eu provavelmente estou vermelha.
Ele percebe, é claro.
E morde os lábios finos enquanto sorri... daquele jeito canalha.
Uso a calça cinza de moletom que seguro para tentar esconder meu corpo do seu olhar provocador.
- Me espera lá fora, Lou - peço, e ele ergue os olhos para me olhar, franzindo as sobrancelhas, e eu sei o que está por vir.
- Você demorou... Vim ver se estava tudo bem - sua voz doce me manipula direitinho, e eu me seguro pra não revirar os olhos e sorrir bobamente.
- Louis... quanto tempo! - nossa pequena bolha é interrompida por April, que eu nem percebi que ainda estava presente, se aproximando de Louis com aquela voz chata e... ridícula dela. - Bom te ver...
- Oi, April - ele responde com um aceno breve, educado, mas sem real entusiasmo. A voz dele soa neutra, quase fria.
Ele não pergunta como ela está, não sorri de volta, e em segundos seus olhos já estão de novo em mim - como se ela nunca tivesse falado.
Louis até era um pouco mais receptivo com April, que nunca escondeu realmente seu interesse, mas isso mudou quando, em um dia de ensaio, meses atrás, eu voltei da aula chorando - obviamente eu estava de TPM e exagerei na reação - mas Louis não desistiu até me fazer contar tudo que tinha acontecido.
Não foi nada grave, como vocês devem pensar. April apenas tinha sido, mais uma vez, desnecessária. E suas palavras me dizendo que eu deveria ser "mais delicada" me quebraram de um jeito ridículo.
Não evito sorrir satisfeita com sua reação, como se ele não fosse assim sempre com as pessoas que me machucam, e mordo os lábios levemente, tentando não perder o raciocínio.
- Lou... - sua cabeça se inclina pra frente e ele parece esperar qualquer coisa, menos: - Lá fora, por favor.
Ele suspira, se dando por vencido, e sai da sala.
Tento não pensar em April saindo junto também e provavelmente tentando mais investidas quando está longe de mim, me concentro em colocar o moletom e sair da sala o mais rápido possível.
Assim que empurro a porta e piso do lado de fora, a brisa gelada da noite me acerta o rosto - e quase instantaneamente o cheiro dele também. Aquele perfume amadeirado com fundo doce, que gruda na gola da blusa dele e, às vezes, sem querer, na minha também.
Louis está encostado no carro, de braços cruzados, os olhos perdidos no celular como se estivesse apenas matando tempo, mas eu conheço ele demais.
Tento ignorar a sapatilha machucando meus pés e, quando me aproximo, ele ergue os olhos e sorri pequeno, discreto, do jeito que só ele sorri pra mim.
- Vamos, gatinha? - pergunta, como se não tivesse absolutamente nada de especial nisso tudo. Como se eu não estivesse a um passo de explodir de nervoso só por andar ao lado dele com a roupa de dança ainda grudada no corpo e a lembrança do seu olhar de minutos atrás fervendo nas minhas bochechas.
Assinto com a cabeça, segurando a alça da mochila com força demais, e cessei a distância dos nossos corpos. Louis abraça minha cintura e eu agarro seus ombros também. Escondo meu rosto no seu pescoço e sinto as carícias dos seus dedos sob o tecido do collant.
- Você tá bem? - ele pergunta baixinho quando nos afastamos e ele ainda me mantém perto, segurando minha cintura. Dou um murmúrio de resposta, mas meu rosto se contorce em dor quando os machucados nos meus pés parecem insuportáveis demais.
- Haz... gatinha, o que foi?
Seu tom preocupado me faz querer chorar e me esconder nos seus braços pra sempre. Mas sei que não posso fazer isso, isso seria mais do que melhores amigos fazem - e eu não quero ser a idiota que ultrapassa esse limite.
- Não foi nada, Lou... apenas... - gemo dolorida ao tentar não pisar de uma forma que doa mais, e Louis parece automaticamente entender. Puxa minha mochila pro ombro dele e, antes que eu possa protestar, ele simplesmente me pega no colo em estilo noiva.
- Louis! Não...
- É a sua sapatilha de novo? - ele pergunta com pesar, mas eu noto a irritação na voz. Sei que vou levar um sermão agora. - Você me disse que iria comprar uma nova, Harry.
- Eu ia! Mas- eu esqueci! - me interrompo quando estou prestes a falar que não comprei porque estavam caras demais e eu não tinha dinheiro. Louis só iria ficar mais irritado com isso. - Não briga comigo...
Falo baixinho e com certa manha na voz, tentando persuadi-lo. Encosto minha cabeça em seu ombro brevemente enquanto ele abre a porta do carro e me coloca no banco do passageiro com cuidado.
Ele se abaixa para prender o cinto em mim e, por um segundo, nossos rostos ficam perigosamente perto. Louis não diz nada. Nem eu. Mas o silêncio parece pulsar entre nós com uma intensidade que me faz engolir seco.
Ele fecha a porta devagar, dá a volta no carro e entra pelo lado do motorista.
- Você ainda tá usando as mesmas sapatilhas de quando começou o semestre, Harry - ele diz, ligando o carro, mas sem olhar pra mim. O tom é calmo, mas existe algo afiado por trás. Uma culpa minha, talvez.
- Eu sei... - murmuro, encarando a ponta dos meus dedos no colo. - Eu só... não queria te preocupar.
Ele aperta o volante por um segundo, como se processasse a frase.
- Isso não funciona comigo, gatinha. Você me preocupar é tipo... meu estado natural - ele solta um meio sorriso cansado. - E eu vou te dar um par novo amanhã. Acabou. Sem discussão.
- Louis...
- Harry. Sem. Discussão.
Ele me encara agora, firme, mas os olhos são só cuidado. E eu não sei o que fazer com isso. Com esse tipo de carinho que machuca mais do que qualquer sapatilha.
Então, com a manha e a teimosia que somente Louis consegue despertar em mim, eu cruzo os braços e olho pela janela, vendo o cenário se mover à medida que ele engata o carro rumo à nossa casa.
- Não adianta vir com esse biquinho de gatinha manhosa pra cima de mim - Louis comenta, rindo levemente, e eu continuo imóvel, mantendo o teatrinho. Porque eu sei que posso convencê-lo do que eu quiser, se insistir um pouquinho. - Vamos, Haz... não seja má comigo. Eu não aguento.
- Hum, não gosto que briga comigo - murmuro, ainda olhando pra janela, fazendo bico real agora. Sei que estou sendo um pouco mimada, talvez até ridícula, mas é divertido. E até um pouco... prazeroso. Ver Louis se desmontar, fazer tudo que eu peço. Até mesmo quando ele é o único certo na situação - como agora.
- Certo... me desculpe, gatinha. Te deixo escolher o filme hoje. E podemos comer a pipoca doce ao invés da salgada.
Automaticamente olho pra ele, sorrindo abertamente, e agora mais tímida que o normal.
- Deixa, Lou? Deixa mesmo? - minha voz sai baixinha, quase como um ronronar afetado que nem percebo fazer.
Mas ele apenas concorda com a cabeça, sem perceber o tom, com os olhos presos na estrada e o canto da boca levantado num sorriso de quem gosta de ceder. E eu me pego desejando que seja só por mim... sempre.
ᥫ᭡
Durante a tarde de sábado, eu convenço Louis a irmos na nova cafeteria que abriu na nossa rua, persuadindo-o, claro, de que eu precisava provar a torta de banana e cheesecake que eles divulgaram como a melhor do mundo.
Passo minutos demais olhando a vitrine de doces enquanto ele faz o pedido da torta e de dois cafés. Estou distraída quando percebo duas garotas um pouco mais velhas - talvez da idade de Louis - se aproximando dele e dizendo alguma coisa que eu não consigo escutar. Não entendo de imediato o que está acontecendo, mas meu melhor amigo é rápido em responder algo para elas, e então elas se afastam. Percebo também o olhar breve das duas sobre mim quando passam pela porta, saindo do estabelecimento.
Faço um biquinho confuso sobre a situação e vejo Louis se aproximar de mim agora com minha torta e meu café.
- Realmente, Harry, isso tá com um cheiro muito bom... - ele diz distraído, nem mesmo notando meu olhar desconfiado em sua direção.
- Quem era?
Ele parece finalmente entender e seus olhos se fixam nos meus por alguns instantes. Mas, como se não fosse nada demais, ele sorri de leve.
- Umas conhecidas da faculdade, gatinha. Relaxa - ele sorri sacana, e eu sei que está tentando me provocar. Reviro os olhos na sua direção e pego a torta da sua mão, indo me sentar em uma das mesas.
- Ciúmes, gatinha? Sério?
- Por que eu teria ciúmes de você, Louis? - Minha pergunta parece retórica, mas uma voz irritante no fundo da minha mente diz que eu estou sendo péssima em tentar omitir meus sentimentos. Novamente. - Só estava curiosa.
- Sei...
- Sério! Você é meu melhor amigo... Fiquei curiosa se você tinha outras amigas e não me contou, apenas isso - digo rápido, tentando encerrar o assunto o mais depressa possível. Seria horrível Louis perceber meu estômago embrulhando com a ideia de estar com ciúmes dele.
Entretanto, minhas palavras parecem surtir efeito nele, pois ele apenas assente brevemente, murmurando um: "Claro, amigos..." antes de voltar a beber seu café. Tento ignorar a confusão que surge no meu peito com a possibilidade de Louis ter se incomodado com esse termo, mas logo esqueço disso, mais preocupada em manter suas mãos intrometidas longe do meu pedaço de torta.
Conversamos por horas enquanto comíamos, pois sempre foi assim quando se trata de nós. Nunca ficamos sem assunto e sempre parece haver algo a acrescentar. Eu amo isso demais.
Voltamos para nosso apartamento quando a noite começou a cair, pois naquela noite eu teria um jantar com meus pais, que estavam na cidade esse fim de semana, e precisava me arrumar. Louis ficou na sala assistindo algum programa de futebol que ele sempre via nos sábados, e quando eu saio do banho e passo pelo corredor apenas de toalha, noto que na sala não há mais barulho nenhum de TV.
Penso que talvez Louis tenha ido para o quarto mais cedo. E, antes de entrar no meu próprio quarto, lembro que a roupa que planejei usar hoje está na lavanderia, secando. Provando mais uma vez que perdi o juízo, não penso duas vezes antes de andar pelo apartamento apenas com a toalha cobrindo meu corpo e os cabelos ainda molhados, indo até nosso varal improvisado nos fundos.
Estou levemente inclinada, meu bumbum coberto apenas pela toalha rosa está todo empinadinho enquanto me esforço para pegar todas as roupas na secadora. Quando consigo achar a que estou procurando, ergo meu corpo novamente, virando para sair da lavanderia, e meu corpo ainda quente pela água se estremece inteiro no milésimo seguinte.
Louis está parado na minha frente, os olhos fixos em mim. No meu corpo. Especificamente.
No meu corpo molhado e nu, coberto apenas por uma toalha que - sim, eu confesso - é pequena demais.
- Loueh! Não olha...! - falo rápido, ao mesmo tempo em que ele parece acordar dos próprios pensamentos e vira de costas, ainda que de forma preguiçosa, eu reparo.
- Você não estava no quarto?
Estou totalmente envergonhada pela situação. Por Deus, eu estava totalmente peladinha por baixo daquele tecido íntimo demais, e segundos antes com o bumbum todo arrebitado, provavelmente mostrando... Oh, Deus!
Sinto minhas bochechas arderem de tanta vergonha, e eu sei que dessa vez estou muito, muito vermelha.
Por sorte, Louis já está de costas pra mim, agora rindo de um jeito bobo e totalmente canalha, com as mãos para cima, parecendo rendido. Eu sei que ele deve estar me imaginando corada e sem saber o que fazer. Cretino!
- Foi mal, gatinha. Eu só tinha ido buscar uma encomenda na portaria - seu tom de voz é calmo, como se não tivesse absolutamente nada de errado em toda a situação. Eu sei que ele é muito mais tranquilo quando se trata dessas... coisas.
- Você me assustou... - digo baixinho, ignorando o fato de que minhas coxas grossinhas estão roçando uma na outra de forma quase desesperada.
- Oh, minha gatinha, me perdoa. Prometo tomar mais cuidado na próxima vez - seu rosto vira sutilmente para trás e seus olhos passam por mim novamente. Meu coração acelera e eu passo rapidamente por ele, saindo do cômodo.
- Fecha os olhos, Lou! - teimei com a voz um pouco trêmula enquanto caminhava rapidamente para meu quarto, segurando minhas roupas com firmeza demais sob o peito.
Ouvindo a risada alta de Louis, tento não pensar nos olhos fixos dele na minha bunda.
ᥫ᭡
Depois da cena vergonhosa, Louis se oferece para me levar de carro ao restaurante onde eu jantaria com meus pais, num pedido de desculpas por ter me deixado envergonhada. Aceito sua gentileza, claro, mesmo sabendo que ele iria me convencer da carona de todos os jeitos.
Ignoro também o formigamento no meu estômago quando ele elogia meu vestido e meu penteado da noite, agradecendo docemente enquanto sorrio tímida e me despeço dele com um beijinho na bochecha.
Quando volto para casa, horas depois, com meus pais me dando uma carona no carro que eles alugaram, encontro o apartamento totalmente apagado e a porta do quarto de Louis fechada. Penso que ele já está dormindo, apesar de não passar das onze em um sábado, mas, quando passo pelo seu quarto, noto uma luz sutil pela fresta da porta e, quando me aproximo mais, meu corpo trava com o que escuto em seguida.
São baixos, até mesmo sutis, mas eu escuto pelo silêncio da noite. São rouquinhos e totalmente... deliciosos. Louis geme baixo e não parece nada desesperado, até mesmo um pouco aproveitador do prazer de ser calmo.
Engulo seco e tento me afastar da porta, mesmo que um choque elétrico tente me fazer permanecer ali, parada ao lado da sua porta, ouvindo ele gemer baixo, enquanto sinto minha bucetinha babar e o ar sair dos meus pulmões.
Não posso permanecer muito tempo parada ali, então me forço a entrar no meu quarto e fechar a porta. Segundos depois, como se fosse planejado, ouço a porta de Louis abrir e ele entrar no banheiro.
Meu corpo estremece, e eu me obrigo a dissipar os pensamentos dele saber o que eu estava fazendo e sentindo.
Deito na cama ainda vestida com a roupa do jantar e encaro o teto com os olhos arregalados, o coração batendo tão rápido que chega a doer. Tento me concentrar em outra coisa. Qualquer coisa. Mas é impossível. A imagem da luz suave sob a porta, o som abafado, a respiração dele... tudo está entalado dentro de mim.
E na minha bucetinha molhada piscando.
Levo as mãos ao rosto e solto um suspiro frustrado, abafado pelo travesseiro.
Ele é meu melhor amigo. Meu melhor amigo.
Mas esse lembrete parece só me deixar pior.
Fecho os olhos com força, como se isso fosse apagar a memória do som da sua voz rouca - ou pior, o que ela causou em mim. Me sinto culpada. Envergonhada. Excitada. Confusa. Tudo de uma vez.
Ouço o barulho do chuveiro ligando no banheiro e meu corpo reage outra vez, numa reação involuntária, primitiva, que me faz apertar os lençóis entre os dedos e desejar que o tempo passe rápido. Que ele saia dali. Que ele fique. Que ele me veja. Que ele nunca descubra.
Eu sou um desastre completo.
Viro de lado, enterrando o rosto no travesseiro, e sussurro pra mim mesma:
- Para com isso, Harry... para com isso...
Mas, é claro, meu corpo não obedece. Ele nunca obedece quando se trata de Louis.
ᥫ᭡
É segunda de manhã novamente, e Louis anda ao meu lado pelo estúdio enquanto tenta me convencer pela milésima vez da mesma coisa.
- Qual é, Harry, vai... eu tenho certeza de que você vai adorar! - seu tom de voz é carregado de uma dengosidade que é estranha demais vindo de Louis, mas ele sabe que me ganha até com isso.
- Lou... você já disse pra mim que dói - paro no meio do corredor e olho pra ele. - Eu não gosto de dor... você sabe.
- Ah, gatinha, mas eu vou estar do seu lado o tempo todo - sua voz doce invade meus sentimentos, e eu sinto a ponta dos seus dedos mexerem nos meus cachinhos presos para trás com uma fitinha azul.
Meus cabelos são curtos demais, então não preciso necessariamente prendê-los em um coque para ensaiar. Gosto dos cachinhos soltos para trás e de usar pequenas presilhas coloridas para enfeitá-los. Louis sempre faz questão de elogiar.
- Lou... não irei fazer uma tatuagem.
Ele cruza os braços, como se estivesse ofendido, mas um sorriso maroto já entrega que ele não vai desistir fácil.
- Mas é uma pequenininha, Harry. Juro. Um coraçãozinho no pulso. Minúsculo. E fofo. Igual você - diz, com os olhos brilhando de ideia fixa.
- Eu sou sensível, Louis. Tipo... muito sensível. Eu chorei quando você me puxou pra fora da piscina gelada aquele dia, lembra?
- Você chorou porque eu derrubei seu sorvete no chão, gatinha - ele responde, rindo, e me cutuca de leve com o ombro. - Mas tudo bem, vou te dar sorvete depois da tatuagem também. Aí equilibra.
Reviro os olhos, mas sorrio, porque é impossível não sorrir com ele. Louis tem esse poder idiota de tornar tudo menos assustador. Até dor. Até agulha.
Até seus gemidos excitados. Balanço a cabeça para tentar dissipar os pensamentos.
- E por que, exatamente, você quer tanto que eu tatue um coração no pulso?
Ele morde o lábio inferior e parece pensar por um segundo. Depois, dá de ombros como se não fosse nada demais, mas sua resposta me desmonta completamente:
- Porque você é meu coração, ué.
Fico completamente muda. E Louis sabe disso. Então, como se não fosse me destruir ainda mais, ele dá um passo a frente. Mãos firmes na minha cintura, seu corpo grande e forte cobrindo o meu quando ele me empurra levemente pra trás e eu sinto minhas costas na parede.
Eu prendo a respiração quando Louis junta nossos corpos e sussurra na altura do meu ouvido.
- Não se preocupe com a dor, tenho certeza que você vai gostar. – Seus lábios fininhos raspam na lateral do meu rosto e ele morde levemente o módulo da minha orelha. Seguro um gemido no fundo da minha garganta. – Pensa com carinho, gatinha.
Então se afasta, andando de costas com aquele sorrisinho canalha, e desaparece pelo corredor como se não tivesse acabado de quebrar todas as minhas defesas. Minha respiração está sem ritmo, minhas bochechas coradas e sinto minha bucetinha latejar entre as minhas pernas.
Eu fico parada ali por uns segundos, com o coração batendo forte demais no peito e a sensação inquietante de o que foi isso?
ᥫ᭡
Aproveito o fim da aula para ir até o vestiário. Meus músculos ainda doem um pouco do ensaio puxado, e tudo que eu quero é tomar um banho quente, vestir um moletom que roubei de Louis e ir pra casa.
Mas, assim que entro, percebo que o ambiente não tá como de costume. Algumas das meninas estão reunidas num canto, rindo entre si, e April, claro, está no centro.
— Aproveitou bem o fim de semana, não é, Harry? — ela diz, a voz melodramática carregada de ironia.
Franzo a testa, confusa.
— Desculpa...?
— Ah, qual é, Harryzinha — ela se aproxima devagar, com aquele sorrisinho que dá vontade de revirar os olhos. — A gente descobriu seu segredinho.
Minha confusão só aumenta. Uma das meninas, Stella, segura um celular e parece ansiosa pra mostrar algo. April faz um gesto teatral com a mão, e então...
A tela vira na minha direção e tudo em seguida parece inacreditavelmente demais.
E eu vejo.
É um vídeo. Um site. Um vídeo num site de conteúdo adulto.
E... é o Louis.
Ou melhor, é o corpo do Louis.
Ele está por cima de uma garota. Nua. E ele também está nu.
E estão transando.
— É. O seu “melhor amigo” — April fala, usando aspas no ar com os dedos. — Ele é famosinho até, viu?
Minha mente entra num tipo estranho de névoa. Não estou com raiva. Não tenho nem esse direito. Mas o choque me faz recuar um passo. E tem algo mais, algo quente que sobe pelas minhas pernas e me pega desprevenida.
Minhas bochechas coram e eu sei que devo estar parecendo um tomate a essa altura.
Porque é o Louis.
Porque é meu Louis, assim. Em um site de conteúdo adulto.
— Ah, tadinha... ela nem sabia, né? — April debocha. — Aposto que pensou que ele era só um bom menino.
— Ou talvez queria ser ela ali — Penélope completa, rindo.
As gargalhadas ecoam pelo vestiário como um zumbido nojento. Mas eu não respondo.
Só seguro a alça da mochila, tentando parecer inteira.
Meu rosto tá fervendo. Minhas pernas, bambas. Sinto esse calor subir pelo corpo e eu não sei onde enfiar meu rosto para me esconder.
ᥫ᭡
Chego em casa ainda com o cheiro da rua grudado nas roupas e os pensamentos bagunçados demais pra uma segunda-feira. Meus passos são lentos no corredor, como se meu corpo soubesse que tá prestes a explodir por dentro. Eu só quero entrar, tomar banho e... tentar esquecer.
Mas é claro que o universo não me dá essa paz.
Louis tá no sofá da sala, o corpo largado, uma perna apoiada na mesinha de centro e a camisa meio levantada revelando um pedaço da barriga. Tento não reparar. Ele mexe no celular, mas ergue os olhos quando ouve a porta.
— Gatinha... — ele sorri, como se o mundo não tivesse virado de cabeça pra baixo. Como se ele não fosse a razão de todos os meus pensamentos impróprios. Quero me enterrar viva. — Pensei que fosse ficar até mais tarde, eu ia te buscar.
Ele se levanta, se aproximando, e estica os braços pra me abraçar — como sempre faz. Como sempre foi. Como se nada tivesse mudado.
Mas pra mim... mudou.
E quando a mão dele encosta na minha cintura, meu corpo enrijece.
Meu coração dá um tranco no peito.
E eu recuo.
Pequeno. Discreto. Mas suficiente pra ele notar. Ele sempre nota tudo de diferente em mim.
Um vez tentei mudar o meu estilo de depilação íntima. Obviamente não era algo que eu normalmente contaria a ele, mas Louis parece querer arrancar tudo de mim. Acontece que quando cheguei em casa naquele dia, depois de passar pela pior dor da minha vida, Louis inacreditavelmente notou como eu andava mais devagar que o normal, talvez roçando minhas pernas mais do que o necessário e com a pele do corpo inteiro sensível.
Ele perguntou o que tinha de errado, é claro, e quando notou meu pescoço queimar de vergonha ficou ainda mais decidido em arrancar cada informação de mim.
Eu sei que ele vai fazer o mesmo. Mas, dessa vez, não tem a menor possibilidade de eu admitir o que estava acontecendo.
Ele franze a testa, os olhos grudados nos meus.
— O que foi? — a pergunta vem rápido, e eu claramente não consigo ser mais rápida que ele. — Aconteceu alguma coisa?
— Não... não, só... tô cansada. Muito ensaio hoje — invento rápido, fugindo do olhar dele e indo direto pra o meu quarto. Não posso ficar mais tempo ali, não quando eu sei que ele vai conseguir arrancar cada informação que passa pela minha cabeça.
Meu rosto inteiro deve estar muito vermelho porque ele me lança um olhar ainda mais preocupado e confuso.
— Harry, você est... — ele insiste, mas minha mão já alcança a maçaneta e eu consigo interromper.
— É só cansaço, Lou. Eu só quero um banho — forço um sorriso e entro no quarto fechando a porta antes que ele possa falar mais.
Sei que provavelmente vou ter que me desculpar mais tarde por ter sido tão fria com ele. Mas não consigo pensar nisso. Não quando tudo que me vem na mente é a imagem dele...
A imagem dele fodendo aquela garota.
Minha mente parece nublada enquanto eu largo minha mochila no chão e puxo minha camiseta devagar, sinto o ambiente gelado do quarto atingir minha pele e os biquinhos dos meus seios se arrepiarem.
Solto meus cachinhos, deixando-os caírem desajeitados pelos ombros. Lembro de Louis os elogiando mais cedo quando me viu os prendendo com a fitinha. Fecho os olhos em deleite e puxo a calça de moletom também.
Não me atrevo a tirar minha calcinha, eu sinto ela molhada demais e isso me faz estremecer. Me jogo na cama com o celular na mão.
Minhas mãos tremem quando abro o navegador. Mas é inevitável.
Digito o endereço do site e pesquiso pelo nome do canal que estava no celular da April.
Tudo nos minutos seguintes se torna demais.
Clico no primeiro vídeo que me chama a atenção.
Vejo uma garota de joelhos na cama. O homem - Louis - segura seus cabelos com força enquanto ela chupa o pau dele. Ouço os gemidos gostosos de novo. É ele mesmo.
Eu reconheço o som. O mesmo som delicioso que eu escutei vindo do quarto dele naquela noite. Minha florzinha dói e eu so quero que isso passe.
Clico em outro vídeo na medida que minha mão desce para a minha calcinha destruída.
Nesse agora ele fode outra garota. Ela está de quatro de frente para a câmera, como se quisesse que seu rosto contorcido de prazer ao ser fodida por Louis ficasse gravado para todos.
Louis aperta sua cintura e investe constantemente nela, estapeando sua bunda e coxas, a ponto de ficarem vermelhas. Meus dedos seguem por dentro da minha calcinha e toco a grutinha molhada ao lembrar de como meu melhor amigo segura na minha cinturinha ao me abraçar.
Penso nos seus braços me segurando com força e no seu pescoço tatuado e tão cheiroso. Na forma como ele senta confortável no sofá de pernas abertas e shorts de tecido fino.
No fundo da minha mente, eu me imagino voltando para a sala, me rastejando lentamente para seu colo, apenas para me esfregar devagarinho e manhosa em cima dele.
Clico em outro vídeo. E em outro. Vejo provavelmente todos que ele tenha postado, assisto do início ao fim. Ele testa diversas posições com todas, sempre mostrando do pescoço para baixo, mas eu o conheço por inteiro.
Seu rosto estar coberto me faz choramingar manhosa, querendo mais que tudo ser a garota que olha em seus olhos enquato ele fode. Mas isso também me faz focar bastante nas garotas com quem ele transa. Notar como elas têm sempre algo em comum.
As coxas finas, a bunda redonda, os seios gordinhos mas nem tão grandes, os lábios inchados e vermelhos. Mas o que mais me chama a atenção. Os cachos. As vezes mais curtos, as vezes mais longos. Mas nunca passando a altura dos seios.
E a ficha cai com tanta força que quase me afoga. Meu coração erra uma batida e eu enfio meus dedinhos na minha florzinha.
Elas parecem comigo.
Todas elas têm pelo menos algo semelhante a mim e isso me faz aumentar a velocidade dos meus movimentos.
Ele fode meninas que se parecem comigo.
E grava.
Me imagino ali. Sendo uma dessas garotas. Dele me pegando por trás, segurando minha cintura. Daquele jeito que ele sempre faz, porém, mais forte. Me moldando nas suas mãos.
Penso na minha xoxotinha na sua mão, nos seus dedos dentro de mim, muito melhores que os meus próprios. O pau grosso na minha boca, meus cachinhos sendo puxados e meus peitinhos sugados pela sua língua.
Meu peito sobe e desce rápido demais e eu perco o ar quando sinto um ápice me atinger e minha bucetinha latejar enquanto solta mais do meu melzinho.
E, mesmo com vergonha me atingindo fortemente, do queimar nas minhas bochecas e da sensação de estar fazendo algo de errado.
Eu solto um gemidinho alto e gozo com o video de Louis se masturbando na minha tela.
〝Harriet uma jovem e doce menina, não esperava que a volta de Louis, um ex-militar e melhor amigo de seu irmão, despertasse tantas emoções novas dentro dela. O garoto que brincava com ela na infância agora era um homem irresistível, e ela luta para esconder sua atração pelo mais velho, temendo que ele descubra.
Mal sabia Harriet que o desejo era mútuo, e a tensão entre eles pode se tornar algo impossível de se conter. 〞
▪︎h!inter▪︎spanking▪︎perda de virgindade ▪︎dacrifilia▪︎dirty talk▪︎harriet19|louis26 ▪︎um pouco de manipulação▪︎squirting
🎀ྀིྀི
O sol da manhã invadia o quarto com uma intensidade cálida, derramando-se pelas frestas da cortina como fios dourados. A luz acariciava o chão de madeira, destacando a cor rosa do quarto. O calor era palpável, envolvente, e carregava consigo o aroma da terra aquecida e das flores do lado de fora. O ambiente parecia suspenso em uma tranquilidade quase mágica, onde cada raio de sol transformava o espaço em um refúgio dourado, acolhedor e preguiçoso.
Harriet estava sentada em sua cama, enquanto penteava sua coelhinha, pétala. Os pelinhos branquinhos e lisinhos reluziam sob a luz do sol que adentrava o quarto.
— Pétala, acho que você é a coelhinha mais calma que já existiu. Como consegue ficar tão quietinha enquanto eu te escovo? – harriet indagou suavemente, enquanto passava a escova pelas orelhinhas fofinhas.
A coelhinha fica imóvel, os olhos fechados enquanto mexe o fucinho a cada vento que bate em seu rosto. A mais nova solta um risinho com a visão amável, continuando a escovar.
— É, você tem razão. Às vezes, a gente precisa só de um momento para relaxar, né? Como se mais nada importasse.
Pétala abre os olhos e a encara fixamente, como se entendesse tudo.
— Eu sei, você só quer amor, paz e carinho. Eu também queria mais disso, sabia? Só que parece que a vida sempre tem algo a mais para pedir da gente.
O animalzinho faz um movimento leve com a pata, como se concordasse com tudo que estava escutando. Harriet solta um risinho meigo.
— Sim, é verdade. Às vezes tudo o que a gente precisa é de um amigo fiel como você, Pétala. Só nós duas, uma para a outra.
Pétala se acomoda ainda mais confortável no colo de Harriet, fechando os olhos enquanto recebia um carinho nas orelhas.
— Você tem a alma tão tranquila e pura, coelhinha. Talvez eu devesse aprender com você. – a jovem sussurra.
🎀ྀིྀི
Harriet estava na cozinha, ajudando sua mãe a organizar a mesa para o jantar, quando a notícia chegou. O som da porta sendo aberta anunciou a chegada do irmão mais velho, Caleb, que entrou com um sorriso animado e um brilho nos olhos. Ele estava sempre com aquele entusiasmo que fazia qualquer notícia parecer ainda mais importante.
— Você não vai acreditar, Harriet! – Caleb disse, deixando a sacola de compras na bancada e se aproximando dela. — Louis está voltando do exército! Finalmente!
As palavras pairaram no ar por um momento, e Harriet sentiu um leve nó na garganta. Louis. O melhor amigo de seu irmão, o garoto que sempre ficava em sua casa depois das aulas, sempre se metendo em encrenca com Caleb, com quem brincava nos verões da infância, cuidando dela como se fosse sua irmã mais nova. Para ela, ele sempre foi um irmão de coração, alguém que a protegia e a fazia rir. Mas a ideia de que ele estava voltando agora, aos 26 anos, fez uma sensação estranha se formar no fundo do seu estômago.
— Louis? Mas… ele vai voltar agora? – Harriet perguntou, tentando esconder a surpresa que sentia. Ela não sabia por que, mas uma sensação de ansiedade se apoderou dela. Não era apenas a volta de Louis. Algo mais estava ali, algo que ela não conseguia definir.
— Sim! Ele chegou hoje, depois de quatro anos no exterior. Eu estou tão animado para vê-lo novamente. – Caleb respondeu, sem perceber o turbilhão de emoções que começava a tomar conta de Harriet.
Ela forçou um sorriso, tentando esconder a confusão que sentia. Louis. O garoto que brincava de cavaleiro com ela quando tinha 10 anos, o mesmo que fazia dela sua princesa nas brincadeiras de infância. Agora ele voltava, e ela não era mais uma criança. E de repente, a lembrança das tardes passadas correndo pelos jardins da casa, com ele dizendo que a protegeria de tudo, parecia distante, quase irreconhecível.
— Eu… não sabia que ele voltaria tão derrepente. – Harriet disse, a voz um pouco trêmula. — Eu acho que vai ser… estranho.
Caleb não percebeu nada estranho em sua reação e continuou a falar sobre a visita que Louis planejava fazer naquela tarde. Mas, enquanto ele falava, Harriet ficou quieta, seus pensamentos correndo mais rápido que suas palavras. Louis voltava, mas não mais como o garoto travesso e protetor de antes. Ele voltava como um homem. E, de alguma forma, Harriet não sabia como lidar com essa nova versão dele.
🎀ྀིྀི
O sol do fim de tarde tingia o céu com tons de dourado e laranja, refletindo suavemente nos longos cachos morenos de Harriet, que caíam em ondas sobre suas costas. Ela estava sentada no balanço da varanda, após ajudar sua mãe com o restante dos preparativos para o café da tarde.
Seus pés macios descalços roçando o chão de madeira, criando um movimento preguiçoso. Um livro estava aberto em suas mãos, mas sua atenção estava mais na coelhinha branca, Pétala, que dormia aninha em seu colo. Seus olhos verdes claros capturavam a luz quente do entardecer, tornando-a uma visão delicada e serena no meio da quietude da casa.
O ronco grave de uma moto ao longe quebrou o silêncio da tarde, arrancando Harriet de seu devaneio. Seu coração acelerou antes mesmo de ela compreender o porquê.
Pétala ergueu as orelhas, igualmente curiosa, enquanto Harriet levantava o olhar em direção à estrada. Ela viu a moto se aproximar, o reflexo da luz dourada do sol brilhando contra o metal polido, e sentiu algo inusitado, uma mistura de expectativa e nervosismo.
Louis desceu da moto casualmente, tirando o capacete, revelando os cabelos castanhos com a franja ligeiramente bagunçada em sua testa de um jeito charmoso. Ele parecia maior, mais alto, com a postura ereta de quem carregava o peso de experiências que ela nem imaginava.
O uniforme do exército já não estava mais com ele, mas sua presença parecia mais marcante do que nunca. Vestia um moletom verde despojado, e seus jeans surrados completavam a imagem de um homem que havia mudado completamente desde a última vez que ela o vira.
Ele ergueu o olhar na direção da varanda, e ao vê-la, seus lábios se curvaram em um sorriso fácil. Ela sentiu uma onda de calor subir pelo peito enquanto ele se aproximava, o que a deixou sem saber como reagir.
Ele era o mesmo, mas ao mesmo tempo, algo havia mudado. O garoto que brincava com ela de príncipe, corria pelos jardins e fazia caretas, agora era um homem. Um homem que, de alguma forma, mexia com ela de um jeito que ela nunca se sentiu por ninguém.
— Harriet. – ele disse, o tom grave e carregado de sotaque como ela se lembrava, mas agora com uma profundidade nova que a fez engolir em seco.
— Louis. – ela respondeu, tentando soar tranquila, mas sua voz saiu baixa, quase hesitante.
Ele subiu os degraus com passos lentos, o olhar fixo nela como se quisesse absorver cada detalhe. Quando parou ao lado do balanço, seus olhos se moveram para Pétala, que o observava curiosa.
— Essa coelhinha é sua? – perguntou, abaixando-se um pouco para olhá-la mais de perto.
— É, essa é a Pétala. – Harriet disse, acariciando a cabeça da coelhinha, que se aconchegou ainda mais em seu colo. — Tenho ela desde que você foi embora.
Louis sorriu, estendendo a mão com cuidado para Pétala. — Ela é linda. Parece tranquila, igual a dona. – comentou, a voz levemente provocativa enquanto seus olhos voltavam para Harriet.
Ela desviou o olhar, sentindo o calor subir pelo rosto. — Obrigada. Ela é mesmo uma ótima companhia.
Ele ficou de pé novamente, encostando-se no corrimão da varanda com um ar relaxado. — E você? Como tem sido a vida por aqui? Parece que tudo está igual… menos você.
Harriet sentiu o peso do comentário e forçou um sorriso tímido. — Não sei se mudei tanto assim. As coisas por aqui continuam as mesmas. Só o tempo que passou rápido, eu acho.
Louis arqueou uma sobrancelha, cruzando os braços enquanto a observava. — Eu diria que mudou sim. Cresceu. Ficou diferente. – ele disse, a voz baixa, mas com um tom diferente que ela não soube identificar, enquanto a encarava com intensidade.
Ela desviou os olhos para o livro em seu colo, sentindo o peso daquele olhar.
— E você? Parece que o tempo fez um bom trabalho também. – arriscou, tentando manter a conversa leve, embora a timidez quase a travasse.
— Ah, o tempo, sim. – ele respondeu com um sorriso melancólico. — Mas o que realmente muda uma pessoa são as experiências. Algumas boas, outras nem tanto.
Harriet levantou os olhos para ele, sentindo que havia algo não dito em suas palavras.
— Você parece… mais sério. – comentou com cuidado, tentando não ser indelicada.
— E você parece mais curiosa. – ele rebateu a provocando, fazendo com que ela sorrisse de leve, mesmo tentando não demonstrar.
Pétala, como se sentisse a tensão no ar, se mexeu no colo de Harriet, atraindo novamente o olhar de Louis. — Ela é uma boa ouvinte? – ele perguntou, brincando, enquanto indicava a coelhinha com o queixo.
A mais nova soltou uma risadinha suave. — Muito. Melhor que muitas pessoas, na verdade.
Louis riu também, e o som grave e despreocupado parecia fazer o ar entre eles ficar menos tenso.
— Bom, espero que ela não roube toda a sua atenção hoje. Sua mãe me convidou para um café, e eu estava morrendo de saudade do bolo de cenoura dela. Ainda tem?
— Tem sim. – Harriet respondeu, sentindo um alívio súbito por poder mudar de assunto. — Ela praticamente fez a receita pensando em você. Quer entrar?
— Se você me acompanhar. – ele disse, piscando para ela com aquele sorriso charmoso que a derretia.
Ela se levantou, ainda segurando Pétala no colo, e caminhou na frente, sentindo o olhar dele em suas costas. Harriet não sabia o que esperar daquela visita, mas tinha certeza de que aquele fim de tarde ficaria marcado de uma forma que ela jamais esqueceria.
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A casa estava preenchida com o aconchego do café da tarde. A mesa estava repleta de pães quentinhos, bolos frescos e a chaleira de chá que ainda exalava o calor da bebida. Harriet estava sentada ao lado de sua mãe, enquanto Louis, estava à sua frente. O irmão dela, Caleb, estava ao lado dele, rindo enquanto fazia gestos exagerados com as mãos, provavelmente no meio de uma história.
Louis olhou para Caleb com um sorriso descontraído, mas seus olhos, com um brilho distante. Harriet sentiu um leve nó na garganta e mexia distraidamente na xícara de chá, tentando ignorar os olhares furtivos de Louis que pareciam pousar nela com mais frequência do que ela gostaria.
— Ah, mas vocês precisam ouvir essa. – Caleb começou, a voz carregada de entusiasmo, já com o tom provocativo que Harriet conhecia bem. Ela imediatamente sentiu um alerta acender em sua mente. Quando Caleb usava aquele tom, nada de bom estava para ser dito.
— Você não vai acreditar, Louis. – ele continuou, segurando o riso enquanto Harriet começava a corar sem nem saber o que estava por vir. — Uns meses atrás, eu cheguei mais cedo em casa e, adivinha só? Encontrei a doce Harriet no quarto dela, aos beijos com um garoto! E ela ainda tentou disfarçar quando me viu, mas estava tão vermelha que parecia um tomate maduro!
Harriet arregalou os olhos, sentindo o rosto queimar instantaneamente. — Caleb! – ela exclamou, tentando manter a voz firme, mas não conseguiu esconder o constrangimento. — Você é impossível! E para sua informação, ele era só um amigo.
— Amigo? – Caleb riu, levantando uma sobrancelha. — Bom, se era só um amigo, você tem uma forma bem peculiar de cumprimentar os amigos por aqui.
Louis, que até então estava relaxado, agora tinha o semblante mais sério, embora tentasse disfarçar. Ele olhou para Harriet com um misto de surpresa e curiosidade, como se estivesse tentando processar o que havia acabado de ouvir. Harriet evitou seus olhos a todo custo, concentrando-se em sua xícara como se ela fosse o objeto mais interessante do mundo.
— Você precisa parar de invadir meu quarto sem avisar, Caleb. – Harriet retrucou, soando atrevida para mascarar o desconforto. — Não que você entenda, mas existem coisas chamadas privacidade e respeito.
— Ah, claro, privacidade. – Caleb respondeu, rindo. — Isso é exatamente o que você queria naquele momento, né?
Louis, por sua vez, não conseguia disfarçar o interesse pela situação. Ele pigarreou levemente e perguntou, com um sorriso quase imperceptível: — E esse… amigo? Ele ainda está por perto?
Harriet levantou os olhos rapidamente para ele, tentando decifrar o tom na pergunta, mas o olhar dele era indecifrável, como sempre. Ele parecia casual, mas algo na forma como a observava a fazia sentir que havia mais por trás da pergunta. — Não, não está. – ela respondeu de forma curta, torcendo para que o assunto morresse ali.
Mas Louis não parecia satisfeito. — Bom, pelo menos ele teve sorte de conhecer você. – ele disse, a voz baixa e quase gentil.
Havia algo no jeito que ele falou que fez o coração de Harriet disparar. Era um elogio? Uma observação casual? Ela não sabia, e isso só a deixava mais nervosa.
A conversa seguiu, com Caleb rindo das próprias provocações e mudando de assunto para aliviar o clima, mas Harriet mal conseguiu acompanhar. Seu rosto ainda estava quente, e ela sentia o olhar de Louis em si de tempos em tempos, como se ele estivesse analisando cada uma de suas reações. Harriet tentou manter a compostura, mas a tensão no ar parecia crescer a cada segundo.
Quando Louis falou novamente, sua voz era calma, mas carregava um peso que Harriet não conseguia ignorar.
— Parece que muita coisa mudou por aqui enquanto eu estava fora. – ele comentou, seus olhos pousando sobre ela por um instante mais longo do que o necessário. — Imagino que você também tenha mudado bastante, Harriet.
Ela ergueu a cabeça, encontrando o olhar dele por um breve momento antes de desviar.
— Bom, todo mundo muda, não é? – ela respondeu, tentando soar confiante, mas sua voz saiu mais trêmula do que ela gostaria.
Louis apenas sorriu, mas o sorriso não era tão despreocupado quanto antes. Era como se ele estivesse pensando em algo que não dizia em voz alta. Harriet sentiu o peso do momento e tentou se concentrar no chá em sua xícara, mas sabia que a tensão entre eles estava longe de desaparecer.
A mãe de Harriet, sempre gentil e curiosa, aproveitou o momento para quebrar o silêncio constrangedor que pairava no ar. Enquanto colocava mais chá na xícara de Louis, ela perguntou com um sorriso caloroso.
— E então, Louis? Conte mais sobre sua experiência no exército. Imagino que tenha sido desafiador, mas também uma grande aventura.
Louis endireitou os ombros, assumindo uma postura mais séria, mas ainda relaxada. Ele era claramente confortável em falar sobre isso, embora sua voz carregasse um peso que indicava o impacto do que havia vivido.
— Foi desafiador, sim, Anne. No início, foi mais difícil me adaptar à rotina. Acordar antes do sol nascer, os treinamentos intensos, as missões que pareciam intermináveis. Mas com o tempo, tudo isso se tornou parte de quem eu sou. Aprendi a importância de manter a calma, mesmo em situações extremas. Claro, houve momentos em que foi assustador, mas acho que evolui muito como pessoa.
Todos na mesa ouviram com atenção, até mesmo Caleb, que geralmente era o mais desinteressado em conversas sérias. Harriet, no entanto, sentia seu coração bater rápido.
Não era pela história em si, mas pela forma como Louis falava. Sua voz firme e o brilho nos olhos mostravam o homem que ele havia se tornado.
— Você deve ter algumas recordações desses momentos, não? – perguntou a mãe de Harriet, curiosa.
Louis sorriu e pegou o celular do bolso. — Tenho algumas fotos, sim. Sempre que podia, registrava algo. – Ele deslizou o dedo na tela por alguns segundos antes de virar o aparelho para a mesa.
— Essa foi durante um dos nossos treinamentos finais. – disse ele, mostrando uma foto de si mesmo.
Na imagem, Louis estava com o uniforme militar ajustado ao corpo forte, o tecido marcando cada músculo bem definido. Ele segurava uma arma com firmeza, os braços tatuados tensos e as veias salientes, enquanto o rosto exibia uma expressão séria e concentrada. A luz do sol realçava os traços de seu rosto, deixando-o com uma aparência tentadora.
Harriet, que estava tomando um gole de chá, quase engasgou ao ver a foto. Sentiu um calor súbito subir por seu corpo, seguido por uma sensação estranha, como se sua pele estivesse formigando.
— Uau. – Caleb comentou, impressionado. —Você realmente parece um cara durão aí, hein!
A mãe de Harriet também elogiou: — Você parece muito corajoso, Louis. Deve ser o orgulho da sua equipe.
Harriet, no entanto, não conseguiu dizer nada. Seu olhar estava fixo na imagem por mais tempo do que deveria, e seu coração batia tão rápido que ela temia que todos à mesa pudessem ouvir. Cada detalhe da foto parecia intensificar a atração que ela sentia, e isso a assustava profundamente.
— Harriet, o que você acha? – A voz de Caleb a puxou bruscamente de seus pensamentos.
— E-Eu… ah, É uma foto b-boa. – ela respondeu, gaguejando, enquanto tentava desviar o olhar. Mas a imagem de Louis parecia gravada em sua mente, e o calor que tomava conta dela se direcionava diretamente para sua florzinha.
Ela se levantou abruptamente, derrubando a cadeira no processo. — Com licença, e-eu esqueci que tinha que… pegar algo no meu quarto!
Sem esperar por uma resposta, Harriet saiu quase correndo da cozinha, deixando todos na mesa olhando para ela com expressões confusas.
Quando chegou ao quarto, fechou a porta e encostou-se contra ela, tentando recuperar o fôlego. Seu coração ainda batia descontrolado, e ela levou as mãos ao rosto, sentindo o calor que tomava conta de si.
— O que está acontecendo comigo? – ela sussurrou, incrédula. Nunca havia sentido algo assim antes, e o fato de ser por Louis tornava tudo ainda mais complicado. Ela precisava se recompor, mas sabia que, depois de sentir sua calcinha molhar com aquela foto do mais velho, nada mais seria como antes.
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Harriet estava no quarto, tentando acalmar a confusão de sentimentos que borbulhava dentro dela. Sua xotinha ainda estava quente e melada por baixo da calcinha. Ela nunca se sentiu desse jeito, nem quando beijou alguns meninos da escola.
— Respira, Harriet, respira. – ela sussurrou para si mesma, segurando as próprias mãos para tentar parar de tremer. — Foi só uma foto. Você só está impressionada. É isso. Nada demais.
Depois de alguns minutos, ela finalmente se obrigou a se recompor. Arrumou o cabelo rapidamente no espelho, respirou fundo e decidiu sair do quarto. Quanto mais tempo ela ficasse ali, mais suspeitas levantaria. Precisava voltar para o andar de baixo e agir como se nada tivesse acontecido.
No entanto, ao abrir a porta, Harriet deu de cara com Louis saindo do banheiro, a franja um pouco bagunçada e as mangas de sua camisa dobradas, revelando os antebraços fortes. Ele parou assim que a viu, os olhos encontrando os dela com intensidade.
Por um momento, o tempo pareceu congelar. Harriet sentiu o rosto esquentar de novo, o silêncio entre eles se tornando insuportavelmente palpável. Ela tentou desviar o olhar, mas não conseguiu.
— Harriet. – Louis disse com um leve sorriso nos lábios, aquele tipo de sorriso que parecia saber mais do que deveria. Ele deu um passo em direção a ela, e ela automaticamente recuou.
— Sim? – ela perguntou, a voz saindo um pouco mais alta do que o esperado.
— Você saiu da mesa tão rápido que fiquei pensando, tudo bem com você? – Ele inclinou a cabeça de leve, como se realmente estivesse curioso, mas havia algo em seu tom que a fez desconfiar que ele estava se divertindo com a sua cara.
— Ah, claro! Claro que sim – Harriet respondeu apressadamente, forçando um sorriso. — Eu só lembrei de algo que precisava fazer. Nada importante.
Louis arqueou uma sobrancelha, claramente não acreditando. Ele deu mais um passo em sua direção, diminuindo a distância entre eles, o sorriso nos lábios se alargando levemente.
— Mesmo? Porque parecia que você estava fugindo de alguma coisa. Ou talvez de alguém?
Harriet sentiu o coração acelerar de novo. Ele sabia. Ou, pelo menos, desconfiava. Mas ela não podia, de jeito nenhum, admitir o que estava sentindo. Não para ele.
— Você está implicando comigo, não está? – ela retrucou, tentando parecer desafiadora, mas sua voz tremia levemente.
Louis riu baixinho, cruzando os braços enquanto a observava com atenção. — Eu? Implicando com você? Nunca.
— Claro que está. – Harriet insistiu, aproveitando a deixa para tentar mudar de assunto. — Você sempre adorou me provocar desde que éramos crianças.
— Talvez. – ele admitiu, com um brilho divertido nos olhos. — Mas você não respondeu minha pergunta.
Harriet sentiu que estava prestes a entrar em pânico novamente. Ele estava encurralando-a de forma tão óbvia, que ela precisava sair dali antes que dissesse algo que não deveria.
— Eu não sei do que você está falando, Louis. – ela disse rapidamente, dando um passo para trás em direção à escada. — E, sinceramente, não tenho tempo para isso agora. Minha mãe deve estar me esperando lá embaixo.
Sem esperar por uma resposta, Harriet se virou e praticamente desceu correndo as escadas, sentindo o olhar de Louis queimando em suas costas enquanto ela fugia mais uma vez. Ao chegar ao andar de baixo, ela tentou parecer calma, mas por dentro ainda estava um caos.
— Isso não pode continuar assim. – ela murmurou para si mesma, enquanto fingia se ocupar com algo na cozinha. Mas no fundo, ela sabia que, depois daquele encontro, era apenas uma questão de tempo até que Louis a provocasse de novo. E o pior? Ela não tinha certeza se conseguiria resistir.
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Nos dias seguintes, Harriet fez o possível para evitar qualquer momento a sós com Louis. Sempre que ele entrava em um cômodo, ela encontrava uma desculpa para sair. Se ele começava a se aproximar, ela rapidamente se ocupava com algo ou se refugiava no quarto. Era uma estratégia cuidadosamente elaborada que, para sua surpresa, parecia estar funcionando.
Louis, por sua vez, parecia ocupado demais para provocá-la novamente. A casa estava cheia de parentes que vinham visitá-lo, ansiosos por ouvir suas histórias do exército e ver como ele havia mudado. Ele estava constantemente cercado por adultos que o admiravam, jovens que faziam perguntas incessantes e até crianças que o seguiam como se ele fosse um super herói de histórias em quadrinhos.
Harriet se sentia aliviada. Com a atenção de todos voltada para Louis, ela finalmente pôde relaxar um pouco. Ele estava sempre ocupado conversando, rindo ou compartilhando fotos de suas experiências.
À noite, a família se reunia para jantares animados, e Harriet se escondia entre as conversas dos outros, mantendo a cabeça baixa e participando apenas quando necessário. Sempre que seus olhos cruzavam com os de Louis por acaso, ela desviava rapidamente, sentindo o calor subir pelo rosto, mas ele não parecia notar.
Apesar disso, algo dentro dela ainda estava inquieto. Mesmo sem a provocação direta, a simples presença de Louis era suficiente para deixá-la desconcertada. Ele parecia ainda mais carismático, mais confiante e mais tentador, impossível de ignorar. Mas Harriet estava determinada a manter sua distância.
Assim, os dias se passaram em uma espécie de equilíbrio frágil. Harriet evitava, Louis não insistia, e a dinâmica da casa seguia tranquila, pelo menos na superfície.
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A sala de estar estava cheia de risos e conversas animadas. A família de Harriet se reunia novamente, e o centro das atenções, como sempre, era Louis. Ele estava sentado em uma das poltronas, com a postura relaxada e o sorriso charmoso que parecia atrair todos à sua volta.
Harriet, que tentava passar despercebida sentada no canto oposto da sala, observava de longe enquanto uma de suas primas, Lily, fazia um esforço evidente para monopolizar a atenção dele. Lily era um pouco mais velha que Harriet e conhecida por seu jeito encantador, sempre se destacando em qualquer reunião familiar.
— Então, Louis. – Lily disse, inclinando-se um pouco mais do que o necessário, os olhos brilhando de interesse. — Deve ser tão emocionante estar no exército. Aposto que você tem histórias incríveis para contar.
Louis sorriu de um jeito que Harriet reconhecia muito bem, aquele sorriso sacana e quase provocador que ele costumava usar quando era mais novo e seduzia as garotas do bairro. — É, tem seus momentos emocionantes. Mas não sei se seriam interessantes o suficiente para você, Lily.
— Oh, tenho certeza que seriam, qualquer dia desses você poderia me falar ou mostrar. – ela retrucou, tocando levemente o braço dele, uma risada suave escapando de seus lábios.
Harriet sentiu o sangue ferver. Ela sabia que não tinha o direito de se incomodar, mas não conseguiu evitar. A cena diante dela era como um espinho em sua pele. O que a irritava mais, porém, não era Lily, mas o fato de Louis parecer estar gostando da atenção.
Ela apertou o punho contra o braço da poltrona, tentando manter a compostura. Mas quando Louis olhou para Lily novamente com aquele mesmo sorriso provocador, algo dentro dela estalou.
Sem perceber, Harriet lançou um olhar fulminante na direção dos dois, o ódio evidente em seus olhos. Foi só quando Louis virou a cabeça e encontrou o olhar dela que Harriet percebeu que havia se entregado. Ele a encarou por um momento, a sobrancelha levemente arqueada, como se estivesse tentando decifrar sua reação.
Depois de alguns segundos, o canto da boca de Louis se curvou em um sorriso divertido. Ele sabia.
Mais tarde, quando todos estavam espalhados pela casa e Harriet finalmente pensou que tinha escapado da cena embaraçosa, Louis apareceu do nada na cozinha, onde ela estava tentando se ocupar cortando uma fatia de bolo.
— Você está estranhamente quieta hoje, Harriet. – ele disse, encostando-se casualmente na bancada, os braços cruzados. — Algo errado?
Ela nem olhou para ele. — Nada. Por que teria algo errado?
— Não sei. – ele disse, em um tom que soava inocente, mas o brilho nos olhos denunciava sua verdadeira intenção. — É que lá na sala você parecia… incomodada com alguma coisa. Achei que talvez tivesse algo a ver com Lily.
Harriet parou de cortar o bolo por um instante, sentindo o coração disparar. Mas ela rapidamente se recompôs. — A idade avançada está fazendo você imaginar coisas, Louis.
— Será? – Ele deu um passo em direção a ela, abaixando a voz. — Porque, para mim, parecia que você estava com ciúmes.
Harriet girou para encará-lo, chocada, seu rosto ficando vermelho instantaneamente. — Ciúmes? Não seja ridículo!
Louis riu, um som baixo e divertido que só a irritou ainda mais. — Ah, claro. É ridículo. Deve ter sido impressão minha, então.
— Exatamente. – ela retrucou, tentando soar firme, mas sua voz vacilou levemente. Ela virou as costas, voltando sua atenção ao bolo, mas sentia o olhar dele a queimando.
Louis deu outro passo, ficando mais perto, e se inclinou ligeiramente para falar perto de seu ouvido. — Se quiser que eu dê atenção para você, é só dizer, Harriet.
Ela se virou novamente, os olhos arregalados de choque. — Você é insuportável, sabia?
— Talvez. – ele disse, dando de ombros, o sorriso divertido ainda nos lábios. — Mas pelo menos sou honesto.
Antes que ela pudesse responder, ele se afastou, saindo da cozinha com a mesma confiança provocadora que a deixava sem saber como agir. Harriet ficou parada ali, com o bolo esquecido na bancada, o coração batendo tão rápido que parecia que ia explodir.
Ela levou as mãos ao rosto, respirando fundo, enquanto o medo crescia em seu peito. Louis havia percebido. Ele sabia. E Harriet não tinha ideia de como esconder seu segredo agora que ele parecia determinado a provocá-la.
Harriet ficou alguns minutos na cozinha, tentando recuperar o controle. Passava as mãos pelo rosto, respirava fundo, mas nada parecia aliviar o turbilhão que Louis tinha causado dentro dela. Ele sabia, e isso a deixava completamente vulnerável.
Ela pegou uma fatia do bolo que cortara e se apoiou na bancada, tentando convencer a si mesma de que tudo não passava de uma brincadeira sem graça dele. — Ele só quer me provocar… Só isso. Não significa nada. Não pode significar.
Mas, no fundo, Harriet sabia que não era tão simples assim. Louis parecia se divertir demais com as reações dela, como se estivesse testando seus limites. E o pior? Ele parecia estar sempre um passo à frente.
De repente, passos soaram pelo corredor. Antes que Harriet pudesse sair ou se recompor, Louis entrou na cozinha novamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
— Ah, você ainda está aqui. – Ele parecia surpreso, mas o tom em sua voz entregava que estava longe de ser um acaso. Ele encostou na bancada novamente, cruzando os braços, os olhos fixos nela.
— E onde mais eu estaria? – Harriet respondeu, tentando soar casual, mas sua voz saiu mais irritada do que queria.
Louis sorriu de canto, aquele sorriso que fazia seu coração tropeçar. — Achei que já tivesse fugido. Você parece fazer isso muito bem ultimamente.
Harriet o encarou, tentando manter o controle. — Se estou fugindo de alguma coisa, é de você. E com razão, já que não me deixa em paz.
Ele se aproximou alguns passos, reduzindo ainda mais a distância entre eles. — E por que você acha que não consigo te deixar em paz, Harriet?
Ela ficou sem resposta. As palavras pareciam presas em sua garganta enquanto os olhos de Louis a prendiam no lugar. Ele era intenso, confiante, e isso a desestabilizava por completo.
— Talvez você só goste de implicar comigo porque não tem nada melhor pra fazer. – ela disse finalmente, tentando soar desafiadora.
Louis soltou uma risada baixa, inclinando-se levemente, ficando perigosamente perto de seu corpo. — Ou talvez eu tenha minhas razões.
Harriet sentiu o ar faltar. Suas mãos apertaram o balcão atrás de si, e seu coração batia tão rápido que ela achou que ele poderia ouvir. — Razões? Que razões?
Ele abriu um sorriso enigmático, como se soubesse exatamente o que estava fazendo. — Acho que você sabe, Harriet.
Antes que ela pudesse responder, um som de passos vindo do corredor interrompeu o momento. Harriet aproveitou a chance para escapar, passando por ele apressada e sem olhar para trás.
Quando chegou à sala, sentou-se rapidamente no sofá, tentando parecer natural enquanto sua mente ainda girava com as palavras de Louis. Ele a estava testando, provocando ou havia algo mais? Harriet não sabia, mas uma coisa era certa: ela não podia esconder para sempre o que sentia. E, pelo jeito, Louis sabia disso tão bem quanto ela.
🎀ྀིྀི
Após o café da tarde, o ambiente da casa parecia mais tranquilo, menos para Harriet que estava no jardim dos fundos, o sol já se escondendo atrás das colinas, deixando o céu tingido de tons alaranjados e rosados. Ela estava agachada perto da cerca de madeira, chamando por sua coelhinha.
— Pétala? Onde você está? – Sua voz estava trêmula, carregada de preocupação. Harriet andou por entre os arbustos e a pequena horta, seus olhos atentos a cada movimento, mas a coelhinha não aparecia. — Oh, não, onde você se meteu?
O desespero começou a tomar conta. Pétala nunca se afastava tanto, e a ideia de perdê-la fazia seus olhos arderem. Harriet sabia que não conseguiria procurá-la sozinha, mas ninguém da sua família estava em casa. Restava apenas uma pessoa. A última pessoa com quem ela queria interagir tão de perto.
Louis.
Ela respirou fundo, apertando as mãos contra o tecido de seu vestido. Pedir ajuda a ele seria embaraçoso, mas não havia alternativa. Harriet entrou na casa rapidamente, encontrando Louis casualmente escorado no balcão da cozinha, mexendo no celular, com aquele sorriso despreocupado que sempre a desarmava.
— Louis… –Ela hesitou, a voz baixa.
Ele ergueu o rosto em sua direção, as sobrancelhas arqueadas em curiosidade. — O que foi, Harriet?
— E-Eu, P-Pétala desapareceu. Eu não consigo encontrá-la, e preciso de ajuda para procurá-la no campo. – As palavras saíram apressadas, quase atropelando umas às outras, enquanto ela evitava olhar diretamente para ele.
Louis a observou por um momento, o sorriso crescendo nos lábios. — Você quer minha ajuda?
Ela assentiu rapidamente, sem confiar em sua voz para responder.
— Interessante. – ele murmurou, empurrando-se da porta e ficando mais próximo. — Você nunca pede nada pra mim, Harriet. O que mudou?
— Não é hora para brincadeiras, Louis. – ela disse, a irritação começando a transparecer. — Você vai ajudar ou não?
Ele riu baixinho. — Claro que vou. Não posso deixar você sozinha numa missão tão importante.
Sem mais uma palavra, eles saíram para o campo. O silêncio entre os dois era denso, quebrado apenas pelos chamados ocasionais de Harriet por Pétala. Louis, no entanto, parecia menos preocupado com a busca e mais atento a Harriet, observando-a seu corpo com aquele olhar que sempre a deixava aflita, como se ele enxergasse todo o seu corpo nu.
Depois de alguns minutos, ele finalmente quebrou o silêncio.
— Você parece bem nervosa, Harriet. – comentou casualmente, caminhando ao lado dela.
— É claro que estou nervosa. Pétala está perdida. – ela respondeu, sem olhar para ele.
— É só isso? – ele provocou, inclinando a cabeça para tentar captar sua expressão.
Harriet parou abruptamente, virando-se para encará-lo. — O que mais seria, Louis? Por que você sempre tem que implicar comigo?
Ele deu um passo à frente, reduzindo a distância entre eles. Seus olhos encontraram os dela, e o sorriso em seus lábios se tornou mais intenso, quase perigoso.
— Você realmente acha que não percebo? – ele disse baixo, a voz rouca, carregada de malícia.
Harriet piscou, confusa. — Percebe o quê?
Louis deu mais um passo, e agora estavam tão próximos que Harriet podia sentir o calor e o cheiro másculo dele. — O jeito que você me evita. Como você fica tensa quando estou por perto. E, principalmente, como você nunca consegue me olhar nos olhos por muito tempo.
O coração de Harriet começou a bater mais rápido, e ela deu um passo para trás, mas Louis avançou na mesma medida, mantendo-a presa entre ele e uma árvore próxima.
— E-Eu não sei do que você está falando. – ela disse, tentando soar firme, mas sua voz saiu mais como um sussurro.
Ele riu, o som baixo e rouco. — Não sabe? Harriet, você é péssima em esconder as coisas. Eu sei que você sente tesão por mim.
O choque a atingiu como um raio. Seus olhos se arregalaram, e ela balançou a cabeça, tentando negar. — Isso é… a-absurdo. Eu não sinto nada por você, Louis.
Ele inclinou a cabeça, examinando-a como se estivesse tentando decidir se acreditava ou não. —Você pode mentir pra si mesma, mas não pra mim. Eu sei que você ficou excitada quando viu minha foto, aquilo te deixou molhadinha, Princesa?
As palavras dele a atingiram com força, deixando-a completamente sem chão. Harriet ficou em silêncio, a mente girando, tentando processar o que acabara de ouvir.
— Você está zombando de mim. – ela finalmente conseguiu dizer, embora sua voz estivesse trêmula.
Louis deu um meio sorriso, inclinando-se ainda mais perto, até seus rostos estarem a poucos centímetros de distância. — Não estou.
Antes que ela pudesse responder, ele ergueu uma das mãos, segurando-a pelo queixo com firmeza. Seus olhos estavam fixos nos dela, e Harriet sentiu como se o mundo ao redor tivesse parado.
— Eu quero você, Harriet. – ele disse, a voz baixa, quase um sussurro. — Eu quero tanto te foder, desde o dia em que eu cheguei e coloquei os olhos em você na varanda.
Sem dar tempo para que ela respondesse ou fugisse, Louis se inclinou e tomou seus lábios em um beijo desejoso, pressionando-a contra o tronco da árvore. O toque dele era firme, em sua cintura, mas deslizou mais um pouco para baixo, acariciando a poupa da sua bunda por de baixo do vestido, e Harriet sentiu todo o calor que a mão dele transmitia, um calor que parecia irradiar toda a sua xotinha.
As línguas se esfregavam lentamente, causando um arrepio no corpinho da mais nova. Quando ele finalmente se afastou, Harriet estava sem fôlego, o rosto corado e o coração batendo como se fosse explodir. Louis olhou para ela com um sorriso satisfeito, antes de descer os beijos para o seu pescoço branquinho, lambendo a pele sensível e chupando.
A mais nova se assustou quando entre um chupão e outro, ela sentiu sua bucetinha se melar inteira, do mesmo jeito de quando ela viu a foto de Louis vestido com aquele uniforme militar.
— Louis e-espera – harriet empurrou suavemente ele pelos ombros, completamente nervosa.
— O que foi? – ele perguntou lambendo os lábios molhados, enquanto encarava fixamente os lábios gordinhos da mais nova.
— Eu acho melhor pararmos, eu to me sentindo estranha. – ela falou e o mais velho soltou um riso pelo nariz.
— Estranha é? Aonde? Aqui? – ele adentrou a mão por baixo do vestidinho curtinho que ela usava, passando a mão pela xotinha da mais nova por cima da calcinha, sentindo a umidade no local.
— S-sim – Harriet gaguejou, suas pernas tremendo quando Louis começou a fazer movimentos circulares em cima do seu grelinho.
— E está doendo, né? – ele perguntou manso, enquanto esfregava a xotinha molhada com mais força.
Sem forças para responder, a garota apenas acenou frequentemente com a cabeça enquanto se pendurava no mais velho pela diferença de altura, e se agarrava nos ombros fortes em apoio, gemendo descontroladamente.
— Eu sei um jeito de fazer parar, você quer que o Lou te ajude?
— S-sim Lou. E-eu – sem conseguir terminar a frase, a garota joga a cabeça para trás, seus olhos rolando enquanto Louis chupava o seu pescoço e acelerava os movimentos por cima da calcinha.
— Porra, Harriet. Você é tão gostosa. – ele geme em seu pescoço, seus dedos adentrando a calcinha da garota, sentindo livremente a textura da xota macia depiladinha e molhada da garota.
O tatuado espalhava o melzinho que saia aos montes da sua entradinha por seu clítoris, deslizando os dedos com mais facilidade. Sentindo as pernas branquinhas tremerem com força quando escorregou um dedo para a entrada molhada sem dificuldades.
— Abre mais as pernas, amor. – Louis disse baixinho em seu ouvido, a garota obedecendo no mesmo segundo, levantando e apoiando uma de suas pernas no quadril largo, dando espaço para o dedo que entrava com força em sua grutinha. — Porra, você tá tão molhada que seu melzinho tá espirrando nos meus pulsos.
Harriet leva seus olhos brilhantes para a cena, soltando um gemido manhoso ao avistar o pulso tatuado totalmente molhado, enquanto impulsionava os dedos para dentro. Louis sentia seu cacete formigar ainda preso na cueca, então com a mão livre, abriu o zíper da calça, puxando seu pau dolorido para fora da boxer.
Ao ver o membro imenso em sua frente, Harriet se assustou, nunca tinha visto um pessoalmente antes já que era sua primeira vez com um homem, viu somente por vídeos na internet. Nervosa, ela tenta abaixar suas pernas, mas Louis a segura firmemente, enquanto punhetava seu pau com firmeza.
— Eu não vou machucar você, não precisa ter medo. – ele deixou um selinho em seus lábios, lubrificando o pau com seu melzinho. — Eu só vou esfregar um pouquinho, por isso você tem que deixar as pernas bem abertinhas, tá bom?
Não tinha como voltar atrás, sua xotinha estava doendo tanto, então ela apenas ficou ali, com as pernas abertas enquanto Louis puxava sua calcinha e encaixava a cabecinha gorda do seu pau, prendendo ela ali dentro.
Harriet soltou um gritinho com a sensação nova, nunca sentiu nada assim antes, a cabecinha molhada esfregando deliciosamente em seu grelhinho. Ela apenas não conseguia mais conter seus gemidos e Louis estava adorando, vendo a mais nova se deliciar conforme ele esfregava o comprimento na xotinha macia dela, sentindo as mãos pequenas dela puxarem os cabelos de sua nuca, em busca de algo para se apoiar conforme ele acelerou os movimentos do quadril.
— Porra você tá tão molhada com tão pouco, como você vai ficar quando eu comer você gostoso?
A mais nova gemeu baixinho com a fala, arranhando a nuca de Louis, sentindo seu corpo alavancar para cima a cada estocada do maior. O barulho molhado que fazia toda vez que ele estocava com força sua cabeça na grutinha encharcada o deixava insano.
Os olhos de Louis desceram para os peitinhos que balançavam levemente, dependendo da força que ele colocava nos movimentos. Levantando a mão em direção a alça da regata da mais nova, ele puxa suavemente para baixo, deixando os peitinhos a mostra, sua boca salivando ao olhar para eles, por que eram tão lindos. Grandes e cheinhos na medida certa.
Louis aumentou a velocidade e a força que esfregava seu pau totalmente babado na xota da garota, agarrando e puxando com força um punhado dos cabelos encaracolados para trás, apenas para ver os peitinhos rosadinhos dela balançando perto do seu peitoral.
— L-lou e-eu não consigo segura-r, acho q-que vou faz-er xixi… – a mais nova chora dengosa, era muito estímulo para sua bucetinha virgem e seu corpo sensível. Os olhos de Louis desviaram dos seus seios apenas para encarar seus olhos encharcados de lágrimas.
— Tudo bem, Meu Doce. Você pode gozar, goza gostoso no meu pau, vai.
E ela gozou. Gozou forte enquanto gritava alto e seu corpo convulsionava. Sua xotinha ardendo de tanto tesão conforme a pegada de Louis em seu cabelo ficou mais forte, o pau continuando a estimular seu grelhinho sensível, mesmo ela se acabando em lágrimas.
— Porra, Princesa. Como você é deliciosa.
Ela sentiu Louis esporrar em sua entradinha, o mais velho abafando o gemido grosso ao enfiar e sugar um de seus peitinhos na boca. A porra jorrada se misturando junto com seu melzinho
Se Louis não tivesse a segurado, ela definitivamente tinha caído no chão, suas pernas ainda tremelicavam, e conforme ela chorava sensivelmente, Louis ajustava no lugar a roupa dos dois, enquanto deixava beijinhos carinhosos em seu rosto molhado.
— Você foi incrível.
Harriet sentiu as palavras dele aliviar parte de sua tensão, mas seu coração ainda estava acelerado. Ela não sabia como lidar com tanta informação, mas, de algum modo, o carinho de Louis fazia tudo parecer menos preocupante.
— Agora vamos encontrar sua coelha. – ele disse, com um tom mais leve, recuando um pouco para dar espaço a ela. Eles continuaram caminhando em busca da coelhinha. A pernas de harriet um pouco trêmulas, enquanto ela sentia a porra de Louis escorrer entre suas pernas a cada passo que dava.
O sol já havia se posto há muito tempo quando Harriet e Louis voltaram do campo com Pétala em segurança. A coelhinha estava aninhada em seus braços, mas o peso que ela sentia em seu peito era completamente diferente.
Durante o jantar, os olhares entre os dois foram constantes, e nenhum dos dois fez esforço para disfarçar. Harriet se esforçava para agir normalmente, mas cada vez que seus olhos cruzavam os dele, um arrepio subia por sua espinha, e ela se lembrava vividamente de tudo que fizeram no campo.
Quando os risos e as conversas familiares finalmente terminaram, Harriet achou que teria paz. Mas, ao sair da mesa de jantar em direção ao corredor, ela sentiu uma presença logo atrás de si.
— Fugindo de mim, Harriet? – A voz rouca de Louis soou perto de seu ouvido, e antes que ela pudesse reagir, ele a encurralou contra a parede do corredor, o olhar intenso fixo no dela.
— Louis, o que você está fazendo? – ela sussurrou, sua voz falhando enquanto o coração disparava.
Ele se inclinou mais perto, o rosto a centímetros do dela. — Você sabe exatamente o que estou fazendo.
Ela engoliu em seco, sentindo o calor subir por suas bochechas. Acompanhando com o olhar as mãos de Louis irem para baixo do seu vestidinho, os dedos adentrando a calcinha e dedilhando os lábios de sua bucetinha, ainda molhada de porra.
Louis riu baixinho, inclinando a cabeça para o lado. — você é terrível em esconder o que está sentindo. Desde o momento que voltamos do campo, você tem me olhado como se ainda estivesse com as pernas abertas esfregando essa xotinha em mim naquele tronco de árvore.
Harriet arregalou os olhos, o rosto ardendo de vergonha. — Fale baixo, Louis! Alguém pode escutar.
— É mesmo? – ele provocou, os olhos brilhando em diversão. Ele recolheu com as pontas do dedo e levou aos lábios, lambendo seu melzinho em uma provocação que a fez estremecer. — Sabe, Harriet. Ainda podemos continuar de onde paramos, se quiser.
Ela o empurrou com um pouco de força, passando por ele com passos apressados. — Você é impossível, Louis!
— Boa noite, Harriet. – ele respondeu com um sorriso que sabia que a mais nova mais cedo ou tarde iria atrás dele.
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Já passava da meia-noite, mas Harriet não conseguia pregar os olhos. Virava de um lado para o outro na cama, sentindo-se inquieta. Cada vez que fechava os olhos, a imagem de Louis surgia em sua mente. Ela respirou fundo, sentando-se na cama. Talvez, se resolvesse aquilo agora, pudesse finalmente dormir.
Sem pensar muito, antes que a coragem a abandonasse, Harriet levantou-se, seu corpo coberto por uma camisola de seda e saiu do quarto. O corredor estava escuro e silencioso, cada passo ecoando levemente enquanto ela se aproximava do quarto de hóspedes onde Louis estava.
Quando finalmente chegou à porta, hesitou por um momento, o coração disparado. Mas, reunindo toda a coragem que tinha, bateu suavemente.
A porta abriu-se quase imediatamente, revelando Louis, que parecia ter acabado de sair do banho. Ele estava descalço, vestindo apenas uma calça de moletom cinza, o cabelo ligeiramente bagunçado. O sorriso presunçoso que surgiu em seus lábios quando a viu fez Harriet desejar ter voltado para o quarto.
— Harriet. – ele disse, nenhum pouco surpreso com visita, sabia que em algum momento ela iria trás dele. — O que está fazendo aqui a essa hora?
— Eu… – Ela tentou desviar o olhar, mas não conseguiu. — Eu só q-queria agradecer por ter me ajudado com Pétala hoje.
Louis encostou-se ao batente da porta, cruzando os braços, o sorriso provocador crescendo. — A essa hora?
— Eu não conseguia dormir. – ela confessou, a voz quase inaudível.
Ele riu suavemente, abrindo mais a porta. — Quer entrar?
Harriet hesitou, mas acabou entrando, sentindo-se incrivelmente nervosa. O quarto parecia ainda menor com os dois ali, e ela mal sabia onde colocar as mãos ou o olhar.
— Você realmente veio até aqui só pra agradecer? – Louis perguntou, fechando a porta e se aproximando.
— Sim! Por que mais eu viria? – ela respondeu apressada, mas sua voz vacilou no final, a entregando.
Louis inclinou a cabeça, a observando como se estivesse lendo cada pensamento dela. —Sabe, Coração. Acho que você está mentindo pra mim.
— Eu não estou! – ela retrucou, embora seu tom estivesse afetado pelo modo em que ele a chamou.
Ele riu, parando a poucos passos dela. — Você podia ter me agradecido amanhã de manhã, mas veio aqui agora, no meio da noite, no meu quarto, com essa camisola curtinha. Sabe o que eu acho?
Harriet engoliu em seco, incapaz de desviar o olhar. — O quê?
Louis se inclinou levemente, seu rosto próximo ao dela. — Acho que você não veio só pra agradecer. Acho que você veio me dar algo mais.
O coração de Harriet parecia que ia sair do peito. — Louis, você está delirando…
— Estou? – ele provocou, a voz baixa e carregada de luxúria, que fazia a pele dela se arrepiar. Ele deu mais um passo, e Harriet recuou instintivamente, mas a cama atrás dela impediu que fosse longe.
Louis ergueu uma das mãos, tocando suavemente o rosto dela. — Se quiser voltar para o seu quarto, pode ir agora. Mas, se ficar…
Harriet o interrompeu, balançando a cabeça. — Você é um canalha…
— E você é irresistível. – ele murmurou, antes de inclinar-se e capturar seus lábios em um beijo que a fez perder as forças das pernas.
Louis não lhe deu tempo para fugir. Assim que seus lábios tocaram os dela, Harriet sentiu o mundo girar. A pegada dele era firme e intensa em sua cintura, puxando-a para mais perto, enquanto ela sentia o calor de seu corpo contra o dela. Ela tentou resistir ao turbilhão de emoções, mas seu corpo parecia agir por conta própria.
Suas mãos hesitantes subiram até os ombros largos de Louis, e ela se sentiu pequena diante dele. Ele era muito mais alto, ela mal conseguia alcançar o pescoço dele sem ficar na ponta dos pés. Louis notou isso, então firmou o aperto em sua cintura e a ergueu levemente, deixando-a cruzar as pernas em seu quadril, enquanto a mantinha na altura perfeita para que pudesse beijá-la sem esforço.
Ela soltou um suspiro surpreso, e ele aproveitou para aprofundar o beijo, entrelaçando suas línguas, explorando a boca dela de uma maneira faminta que a deixou sem ar. Harriet sentiu o calor tomar conta de todo o seu corpo quando sentiu sua xotinha livre de qualquer pano se esfregar na pele exposta do maior, gemendo baixinho ao sentir os pelos aparados da pélvis arranharem sua bucetinha sensível, suas mãos se agarrando ao pescoço dele enquanto suas pernas estavam bambas.
Quando ele finalmente se afastou, ambos estavam ofegantes, os lábios interligados com um fio de saliva. Louis a colocou de volta no chão devagar, mas não se afastou. Ele olhou para sua pélvis, vendo ela molhada com seu melzinho, dando um sorriso de lado antes de pegar com as pontas dos dedos e levar até os lábios.
— Seu gostinho é tão bom, Princesa. Você quer esfregar sua bucetinha no meu pau novamente? – ele perguntou sedutoramente, os olhos passeando pelo rosto dela, vendo quando ela mordeu os lábios, enquanto cruzava as pernas com força.
Louis inclinou-se novamente em sua direção e tomou seus lábios fortemente. Ela correspondeu sem hesitar, fechando os olhos e se entregando enquanto sentia a língua dele se esfregar na sua deliciosamente.
Os movimentos das suas línguas eram firmes e calorosos, e ela gemeu ao sentir as mãos fortes dele deslizaram por sua cintura até sua bunda, alisando e apertando com força antes de adentrar as mãos por baixo do tecido, puxando seu quadril levemente para mais perto.
— Você não tá usando calcinha?
Harriet negou timidamente, soltando um som supreso e manhoso quando sentiu os fios da sua nuca serem puxados com força.
— Você é uma putinha mesmo, não é? Foi só esfregar um pouquinho dessa xotinha em mim e se tornou essa desesperada por pau. – ele falou firme, puxando o cabelo dela com mais força. — Se ajoelha, já que faz tanta questão do meu pau, eu vou te dar ele.
O rosto angelical já estava banhado de lágrimas, fungando chorosa conforme se colocava de joelhos. Louis nunca soltando o agarre em seus cabelos enquanto puxava a barra da calça moletom, colocando somente o seu pau completamente duro e babado para fora. Harriet lambou os lábios, sentindo sua boca salivar ao ver o maior punhetando o pau deliciosamente em seu rosto.
— Agora você vai abrir a boquinha e me chupar gostoso.
E ela obedeceu rapidamente, seus olhos brilhando em ansiedade enquanto via Louis aproximar seu pau de seus lábios. Ela sugou a cabecinha lentamente, se familiarizando, sentindo mais do comprimento grosso entrar em sua boca. Harriet era inexperiente mas não inocente, teoricamente ela sabia como fazer um boquete, ja tinha visto vídeos na internet quando era mais nova.
Ela soltou um pouco de saliva na cabecinha, antes de abrigá-la em sua boca, rodopiando a língua úmida em volta dela, friccionando constantemente na linha da glande, sentindo o mais velho contrair o quadril para trás, gemendo surpreso pelo estímulo intenso, apertando mais forte seu cabelo.
Harriet tentou levar mais do comprimento em sua boca, os cantos dos lábios se esticando para receber mais do comprimento grosso, nunca deixando de acariciar a língua pelos lados. Em algum momento a cabecinha pressionou em sua goela, fazendo a mais nova engasgar com força, se afastando do comprimento e tossindo.
Mas não teve muito tempo para se recompor já que Louis levantou sua cabeça para cima e enfiou seu cacete com tudo na boca encharcada novamente, a mais nova apoiando as mãos nas coxas musculosas do mais velho, tentando relaxar a garganta enquanto gemia abafado, enviando vibrações para o cacete entalado em sua garganta.
— Porra isso, se engasga gostoso no meu pau. – Louis proferiu gemendo rouco, enquanto puxava grosseiramente os cabelos da nuca garota, a forçando a enfiar mais do seu caralho na boca.
E harriet não tinha o que fazer, a não ser aceitar de bom grado tudo o que estava recebendo, esticando sua língua e babando no comprimento grosso, gemendo dengosa ao ver seu nariz encostando na pélvis do mais velho, sentindo quando ele começou a estocar seu cacete na sua cavidade quente. Sua xotinha estava pegando fogo, pulsando e se melando toda, seu melzinho pingando no chão.
Tentando de algum modo aliviar a pulsação entre suas pernas, ela separou as pernas, levando a mão por baixo da camisola curtinha, seus dedos esfregando timidamente seu grelhinho, a sensação de prazer fazendo ela soltar um grito entalado enquanto ainda sentia o pau indo e voltando na sua goela.
Os gemidos que Louis soltava acima de si fizeram ela levantar o olhar, a visão do rosto másculo contorcido em prazer e a franja grudando em sua testa fez a mais nova esfregar furiosamente seu grelhinho sensível, seu corpinho tremendo com tanta estímulação.
Tudo isso era muito para ela, então ela levou a mão livre para o pulso que ainda segurava firmemente seu cabelo, apertando e arranhando tentando chamar a atenção de Louis. Ela sentiu o momento em que ele se retirou da sua boca, ao mesmo tempo em que sentiu o tapa forte em sua bochecha, em seguida pegando sua franja e puxando com tudo para trás.
— O que foi, hm? A vagabunda sedenta não aguenta levar um pau na garganta? – ele grunhiu irritado, vendo o momento em que a garota franziu as sobrancelhas e gemeu chorosa.
— D-desculpa, Lo-ou. E-eu – harriet tentou falar, mas sua voz falhou, totalmente rouca pelo esforço que fez ao chupar o pau. — Minha florzinha e-esta doendo Lou, eu ‘to mui-muito m-molhada.
Para comprovar sua fala, ela se afastou um pouco para trás, abrindo bem as pernas e levantando a camisola, dando a visão para o mais velho da poça molhada no chão. Os olhos azuis analisaram a bagunça que ela fez no chão, antes de levantar em direção ao seu rostinho angelical totalmente corado e banhado de lágrimas.
— Levanta. – Louis mandou irritado, a voz mais grave do que antes. A garota tentou se equilibrar e reunir forças nas pernas bambas, suas pernas tremendo ao fazer esforço para cima. — Anda logo, caralho!
Harriet grunhiu dolorida ao sentir as mãos do mais velho puxar seus cabelos para cima, a jogando na cama, seu corpo pulando ao cair sentada no colchão. Sua bucetinha se melando ainda mais ao ver o pau vermelho rubro totalmente ereto em sua frente, não balançando em nenhum momento de tão duro que estava.
— Coloca esses peitinhos para fora, hm? – o maior pediu excitado, punhetando seu membro e acompanhando as mãos da mais nova abaixando as alças da camisola, seus peitinhos cheinhos e empinadinhos pulando para fora, totalmente expostos.
Com a mão livre ele apertou o seio direito, a pele transbordando entre seus dedos. Ele escutou o gemidinho dengoso da mais nova com o estímulo e soltou um riso quando avistou ela separar as pernas e tentar se aliviar no colchão.
— A minha garotinha está tão desesperadinha para gozar, você quer que eu te ajude? – harriet assentiu freneticamente, seus olhos verdes encarando fixamente seu pau.
— Como você quer? Que eu use os meus dedos? Ou quem sabe o meu pau?
— Eu quero tudo, Lou. T-tudo que vier de V-você. – harriet gemeu baixinho, mordendo seus lábios ansiosa.
Louis rapidamente a empurrou contra a cama, a fazendo se deitar, levantando e embolando rapidamente a camisola na sua cintura. Ele apoiou as mãos por trás das suas coxas, as levantando e fazendo seus joelhos pressionarem seus peitinhos, a deixando totalmente a sua mercê.
Ele analisou sua bucetinha, lubrificando os lábios finos enquanto dedilhava com as pontas dos dedos os lábios molhados, levando o polegar até seu clítoris esfoladinho e movimentando devargazinho a provocando.
— Porra, que buceta linda. – Louis gemeu rente a sua bucetinha, ele acumulou um pouco de saliva na boca antes de deixar cair em cima do grelhinho inchado, assoprando logo em seguida e fazendo ela gemer pela a sensação gélida na sua florzinha.
— P-por favor, e-eu – a garota implorou baixinho, não ia aguentar ser provocada por mais tempo.
Louis olhou para cima, seus olhos flagrando o momento em que lágrimas caíram dos olhos verdinhos. Por mais que quisesse provocar a garota, sabia que era a primeira vez que seu corpo era estimulado dessa forma, então sem desviar o olhar do rosto corado, ele lambeu uma faixa da buceta vermelha, recolhendo com a ponta da língua um pouco do melzinho que escorria e depois subiu até o grelhinho, dando lambinhas fracas para testar as reações dela.
Harriet gemeu escandalosa, nunca teve nenhum tipo de contato na sua bucetinha virgem, e agora ter a língua quente massageando seu grelhinho inchado e sensível fez a mais nova se espernear na cama, alto demais. Estava tão presa nas sensações que seu corpo estava sentindo que não viu quando Louis se aproximou de seu rosto e deu um tapa ardido em sua bochecha, arrancando um gemido surpreso dela.
— Sua vadia escandalosa, tem como calar a boca? Ou eu vou ter que fazer você se engasgar no meu pau até ficar sem voz? – Louis cuspiu irritado em seu rosto, pegando um dos travesseiros que estava no centro da cama e enfiando com tudo na sua cara. — Se você for escandalosa novamente eu te largo aqui do jeito que você está.
— Não Lou p-por favor eu irei me c-comportar – ela gemeu chorosa, temendo que Louis realmente a deixasse daquele jeito.
Louis deixa um beijinho na lateral de suas coxas, murmurando um ‘muito bem’ antes de voltar a esfregar a língua quente e molhada no seu grelhinho, para cima e para baixo, a barba rala raspando na sua entradinha molhada.
Harriet tremeu as pernas em desespero, mordendo um pedaço do travesseiro, obedecendo Louis ao tentar gemer baixinho. Ela não podia fazer mais nada a não gemer contido no travesseiro, as vezes escondendo seu rosto, enquanto levava uma das mãos no cabelo do mais velho, apertando toda vez que o estímulo era muito.
Harriet tentou se conter, tentou mesmo, mas no momento em que Louis abriu mais da sua bucetinha e esfregou a língua molhada freneticamente no nervinho do seu grelhinho, ela não aguentou. Ela soltou o travesseiro e agarrou violentamente com as duas mãos o cabelo do mais velho, seu gemido surpreendentemente baixo mas ainda sim esganiçado, enquanto ela abria mais as pernas e se contorcia com o orgasmo avassalador que estava sentindo.
E mesmo assim Louis não parou de esfregar sua grutinha sensível, indo mais rápido com a língua, levando dois dedos para o buraquinho sensível, sentindo mais do melzinho escorrer direto nos seus dedos, sua barba rala toda molhada de gozo.
Ele só parou quando levantou o olhar para o rostinho rubro e viu a mais nova se tremendo inteira, seus peitinhos tremelicando junto com o corpo, a boca totalmente aberta enquanto o queixo estava todo babado de saliva. Os olhos verdes estavam sendo revirados para trás. E Louis não deixou de pensar em como ela ficaria quando levasse todo o seu pau.
Ficando entre as pernas moles dela, ele puxou o cabelo que estava grudado no rosto suado da garota para trás, vendo o momento em que ela começou a chorar devido aos estímulos intensos que sentiu. Louis não resistiu ao esfregar seu comprimento na xotinha gorda, ficando satisfeito ao ver a garota soltar mais lágrimas ao tentar se esquivar da sua cabecinha esfregando no clítoris inchado dela.
Louis voltou sua atenção ao rosto angelical, vendo os olhos verdinhos brilhantes encarando fixamente os seus olhos azuis. Ele apoiou um dos antebraços do lado de seu rosto, dando selinhos no seus olhos molhados e lábios conforme colocava uma das pernas apoiadas na beira da cama, a outra continuando plantada no chão.
Ele a incentivou a abrir um pouco mais as pernas, em seguida segurou na base do seu pau, direcionando a cabecinha na entradinha. Harriet gemeu baixinho quando sentiu a cabecinha tentar a alargar, a dor dilacerante fazendo ela recuar o quadril pra trás, desfazendo o contato. Ela olhou para baixo, se assustando ao ver a glande manchada com um pouquinho de sangue, e sem pensar tentou fechar as pernas, sabendo que foi um grande erro quando sentiu os dedos grandes apertarem suas bochechas rudemente.
— Eu mandei você se afastar? – Louis proferiu rouco, as sobrancelhas franzidas em irritação.
— Doeu m-muito, eu prom- — Ela não foi capaz de terminar, no momento seguinte ela sentiu o tapa ardido em sua bochecha, gemendo baixinho com a ardência.
— Você anda me prometendo muitas coisas, Harriet. – ele sussurrou rente ao seus lábios, apertando a bochecha recentemente atinga. — E não está sendo capaz de cumpri-las, de tão inútil que você é.
Harriet se encolheu ao ouvir as palavras proferidas, se surpreendendo ao que sua xotinha se molhou ainda mais ao ser humilhada daquele jeito e o mais velho percebeu isso, dando um sorriso ladino que a fez soltar um gemidinho.
— E-eu juro que serei b-boa dessa vez, s-senhor. – ela proferiu em um sussurro, esfregando os peitinhos no peitoral suado, tentando o amansar ao ver que ele continuava irritado.
— Senhor, hum? – ele deixou um beijo no seu queixo antes de fechar os dedos na sua garganta, a pegada fazendo a mais nova revirar os olhos e agarrar o pulso tatuado a sua frente. — Então você será boa para mim? Vai deixar o seu senhor foder a sua bucetinha?
— Sim senhor, eu i-irei.
Após a afirmação, ele ajeitou sua posição entre as pernas dela novamente, esfregando seu pau entre os lábios molhadinhos de sua bucetinha.
— Só vai de-devagarzinho Lou, por favor. – harriet pediu enquanto olhava fixamente no rosto másculo, que estava com os olhos direcionados para o que fazia mais abaixo.
— Eu prometo, Doce.
Depois de posicionar a cabecinha rente ao buraquinho, ele apoiou uma das mãos atrás da coxa dela incentivando-a a se abrir um pouco mais, enquanto com o outro ele apoiou o antebraço no colchão, passando a mão por baixo da sua cabeça, fechando os dedos nos cabelos macios e firmando a pegada ali.
Louis deixou um selinho nos lábios carnudinhos dela, olhando fixamente nos olhinhos verdes enquanto empurrava o quadril lentamente, avistando quando ela abriu a boca e soltou um ofego engasgado, estirando a cabeça para trás deixando seu pescoço a mostra aonde Louis deixou mordidinhas conforme empurrava para frente.
Ele sentiu quando a bucetinha fez pressão no seu pau, tentando o expulsar para fora. Ele tentou entrar novamente, mas harriet fechava as pernas em dor, impossibilitando o comprimento de continuar o caminho para dentro.
— Porra, princesa. Abre mais as pernas para eu conseguir entrar. – Louis grunhiu abafado, sentindo a pressão forte ao redor da cabecinha do seu pau. Ele abriu as pernas dela rudemente, abaixando seu tronco para baixo a impedindo de fechar as pernas. — Se você fechar as pernas vai doer mais.
Após abrir as pernas e conseguir mais acesso para se movimentar livremente, Louis voltou a tentar empurrar mais do seu comprimento para dentro, começando a estocar lentamente somente a cabecinha para frente e para trás, acariciando seu grelhinho inchado com o polegar facilitando a entrada do seu cacete mais para dentro.
Quanto mais Louis acariciava o clítoris sensível, mais molhada a entrada ficava, facilitando os movimentos. Sem excitar ele empurrou completamente tudo para dentro, o calor envolvendo-o como uma luva de veludo, as bolas inchadas pressionaram o cuzinho molhado.
A mais nova gemeu baixinho, não sabendo reagir diante de tanta estimulação em seu corpo, sentindo quando o aperto em seu cabelo ficou mais forte, ela agarrou o braço musculoso que estava do lado do seu rosto quando sentiu o cacete a alargar de uma vez.
Louis não conseguiu evitar o rosnado na garganta, a buceta o apertando fortemente. Ele continua a massagear o clítoris totalmente inchadinho, movendo-se lentamente para dentro para ajudá-la a se ajustar.
— Tá gostoso? – ele perguntou ofegante, seus quadris aumentando a velocidade conforme via a garota acenando com a cabeça freneticamente. Rindo baixinho quando ele percebeu ela arreganhar as pernas, dando ainda mais espaço para as estocadas.
Louis firmou o pé no chão enquanto apoiou o joelho direito com mais precisão na beira da cama o dando apoio quando voltou a estocar com força porém lento na entradinha judiada, a posição nova fazendo ele acertar o pontinho intocado dentro dela, vendo o momento em que ela abriu a boca em um ‘O’ perfeito, gozando fortemente em seu pau.
— Você é tão sensível, gatinha. Mal comecei a te comer e você já tá gozando? – ele zombou, olhando para baixo apenas para ver seu pau brilhando do gozo que jorrava do buraquinho, antes de voltar a olhar para os olhos verdes que estava transbordando em lágrimas.
— M-me desculpa Lou, mas é tão g-gostoso que não consigo controlar, eu p-pro–
A garota foi interrompida pois no momento seguinte o maior começou a estocar mais rápido, seu ponto G sendo massageado grosseiramente pela cabeça gorda do cacete grosso. Harriet não conseguindo mais segurar os gemidos, soltando ruídos entrecortados por conta das estocadas, ela mesma levou as mãos até os lábios, tampando-os para abafar os gemidinhos quando sentiu sua bucetinha queimar e jorrar mais melzinho direto no cacete.
Mas chegou uma hora em que só suas mãos não estavam sendo o suficiente, ela se assustou quando ele se retirou rapidamente do seu interior e a virou grosseiramente de bruços. Os seus peitinhos pressionados no lençol, gemendo ao sentir o agarre das mãos grandes empinar sua bunda para cima e abrir mais suas pernas.
Harriet sentiu o cacete grosso entrar com tudo na sua grutinha encharcada novamente, sentindo a textura macia do pau dentro de si, tudo mais intenso devido sua bunda estar mais empinada. Ela sentiu ele começar a meter com força, a cabecinha rapidamente achando seu pontinho novamente e o massageando, sua bucetinha pulsou loucamente a fazendo bater os pés com força na cama tentando se desvincular do toque.
Mas o maior a prensou com força na cama, estocando até o fundo, provocando seu ponto G enquanto rebolava o quadril. Harriet revirou os olhos pela pressão em sua xoxotinha, ela soltaria um grito que acordaria a casa inteira se Louis não tivesse sido mais rápido, levando as duas mãos em direção a sua cabeça e pressionando duramente seu rosto no colchão.
Os gritinhos abafados deixaram o mais velho louco, que colocou ainda mais força e velocidade nos movimentos, arregaçando sua bucetinha.
— Eu não quero escutar a sua voz, entendeu? Eu quero escutar somente os seus gemidinhos enquanto eu usufruo dessa buceta. – Louis falou rouco. Ela virou o rosto a tempo de ver ele apoiar a outra perna que estava no chão junto com a outra na beira da cama, colocando os joelhos por fora das suas pernas trêmulas a impossibilitando de se abrir ou se esquivar.
Louis abaixou o tronco e se aproximou de seu rosto, ela gemeu dengosa a partir do momento em que sentiu o abdômen forte encostar em suas costas suadas, o mais velho afastando os cabelos grudados de seu rosto antes de beijar sua bochecha molhada pelas lágrimas.
— Que bucetinha gostosa amor, só eu posso comer ela assim, não é? – ele indagou, vendo a mais nova proferir vários ‘sim’ enquanto tinha o corpo sendo impulsionado para cima. — Óbvio que sim porque você é minha putinha, só minha.
Ela soltou vários gemidinhos finos, tentando abafá-los no colchão. Os seus peitinhos sendo friccionados na colcha da cama conforme seu corpo impulsionava para cima, sentiu Louis passar as mãos por baixo do seu corpo, agarrando os seus peitinhos e os apertando enquanto pegava impulso para meter com mais precisão, usando o agarre para trazer seu corpo em direção as estocadas.
Mas o momento foi quebrado ao escutar batidas na porta, Louis sabia que ela estava gozando novamente, então retirou as mãos dos seus peitinhos e rapidamente levou a mão até sua boca, tampando o gemido esganiçado que ela soltou conforme gozava forte enquanto escutava a voz de Caleb do outro lado da porta.
— Louis? Ta acordado?
Harriet enrijeceu embaixo de si, a névoa do orgasmo passando, ela virou a cabeça e ergueu os olhos medrosos em direção aos olhos azuis que já a fitava. A bucetinha apertando o pau fortemente em tensão, com medo de ser descoberta.
— Estou sim Caleb, aconteceu algo?
— Não cara, eu fui descer para beber água e acabei escutando uns barulhos, vim conferir se tava tudo bem.
— Eu estava vendo vídeo no meu celular, acho que me empolguei no volume, foi mal. – ele respondeu alto, voltando a estocar o quadril na bucetinha quente da garota, sentindo o gemidinho abafado que ela deu. Os olhos azuis revirando pelos estímulos que o buraquinho tenso fazia no seu pau.
— Beleza, se precisar de qualquer coisa é só me chamar. – Caleb falou por último, antes de se afastar da porta.
Ao escutar os passos se distanciando, Louis se afastou do corpinho tremulo, puxando seu pau vermelho do interior quente e retirando as pernas que estava em volta das pernas dela, alisando a bunda macia enquanto olhava a bucetinha judiada e vermelha piscando, manchada com um pouco de sangue. Louis viu o momento em que o corpo fraquejou completamente fraco, ele pegou na cintura dela e a fez deitar de ladinho, a bundinha completamente empinadinha em sua direção.
— Você vai continuar sendo boa para mim? Vai deixar o papai gozar dentro da bucetinha que o pertence? – ele proferiu rouco, levantando a perna esquerda dela para encaixar mais fácil a glande na xoxotinha molhada. Ela gemeu baixinho ao escutar Louis se chamando daquela forma.
— Sim p-papai, pode g-gozar aonde quiser.
Louis gemeu ao adentrar novamente no calor molhado, posicionando uma mão ao lado do rosto corado, os movimentos ainda lento ao sentir seu pau sensível por estar segurando o orgasmo por muito tempo. Ele levou a mão livre até o peitinho que balançava devido aos movimentos, apertando-o com força, ouvindo o gemidinho dengoso que mais nova soltou.
— Segura a perna para mim, huh? – ele pediu baixinho, vendo quando a mão delicada da garota segurou por trás da perna esquerda, a erguendo e pressionando o joelho na lateral de seu busto, ficando abertinha para Louis que voltou a meter o cacete na sua bucetinha.
Ela sentiu dois dos dedos dele esfregarem seu grelhinho furiosamente, causando um barulho molhado. A nova posição fazendo ela gemer alto, sentindo sua grutinha queimar enquanto recebia as estocadas potentes de Louis.
— Papai p-para – harriet com a mão livre tentou afastar a pélvis do mais velho, chorando quando ele agarrou seu pulso e empurrou no colchão, entrelaçando seus dedos. — Lou eu v-vou fazer x-xixi.
Louis deu uma risada com a ingenuidade da garota, provavelmente ela estava sentindo vontade de esguichar e confundia isso com a vontade de fazer xixi. — Tá tão gostoso assim que você quer esguichar, bebê?
A expressão de Harriet se tornou confusa, não compreendendo o que Louis quis dizer, mas não teve muito tempo para pensar nisso quando no momento seguinte ele pôs a mão em cima da sua que estava segurando sua coxa, a fazendo abrir mais a perna enquanto metia diretamente no seu pontinho doce, ele voltou a esfregar rapidamente seu grelhinho agora com os quatro dedos e tudo isso foi demais para ela.
Ela esguichou com força, expulsando o caralho encharcado de Louis para fora e molhando toda a pélvis dele. As lágrimas escorriam aos montes do seu rosto conforme ela se contorcia com os dedos ainda esfregando sua xotinha sensível. Ela estava completamente fraca quando sentiu Louis voltar a enfiar o pau dentro da sua bucetinha, negando com a cabeça freneticamente, soltando ruídos chorosos.
— O papai só vai enfiar um pouquinho para gozar, princesa. Fica quietinha. – ele sussurrou, os olhos brilhando de excitação ao ver as lágrimas molharem a bochecha corada, voltando a meter com força, os movimentos lisos conforme o gozo da garota molhava seu cacete, facilitando no deslizar.
Os gemidinhos dengosos e sensíveis que harriet soltava foi o estopim para Louis. O gemido grosso ecoando pelo quarto quando ele gozou em jatos longos e grossos na xoxotinha quente, seu quadril metendo lentamente no buraquinho que pulsava freneticamente ao redor do seu pau para prolongar a sensação gostosa, vendo o rosto angelical destruído abaixo de sí.
Se retirando com cuidado de dentro dela, ele se sentou nas panturrilhas vendo a xotinha completamente vermelha. O clítoris e os lábios da bucetinha completamente esfoladinhos, o buraquinho usado pulsava compulsivamente e completamente molhado com o gozo branquinho escorrendo do interior. A visão fez Louis apertar o pau com força, vendo o estrago que causou na garota.
Ele estranhou o silêncio e olhou para cima, a garota se encontrava apagada, seu corpo mole depois de tanto esforço. Louis ajeitou o pau nas calças, se levantando e indo até a mesa de cabeceira ao lado da cama, abrindo e pegando um pacote de lenço umedecido, voltando até a garota adormecida. Ele a limpou, colocou a camisola no lugar novamente e a acomodou direito na cama, cobrindo o corpo com um lençol fino.
Após ter ajeitado harriet, ele mesmo se limpou e colocou outra calça moletom, se posicionando ao lado da garota, o colchão afundando levemente sob seus corpos. Ele apagou a luz do abajur, deixando o ambiente iluminado apenas pela luz fraca da lua que entrava pela janela. Louis a puxou delicadamente para mais perto, envolvendo-a em um abraço íntimo.
Louis não demorou a adormecer, os corpos entrelaçados, o calor um do outro mantendo-os próximos durante a noite inteira.
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Na manhã seguinte, Harriet foi a primeira a acordar. Ela piscou os olhos lentamente, sentindo o sol matinal tocar sua pele. Foi só quando tentou se mover que percebeu que Louis estava com um braço em volta de sua cintura, mantendo-a firmemente junto a ele. Ela olhou para trás, encontrando-o ainda adormecido, a expressão tranquila e serena.
Um sorriso suave surgiu em seus lábios enquanto ela observava o rosto dele, se lembrando também da noite anterior, suas bochechas corando um pouco. Pela primeira vez, ela percebeu que não sentia medo ou dúvida. Algo dentro dela dizia que aquilo não era apenas um momento passageiro. Eles estavam construindo algo, algo real, mesmo que ainda não soubessem exatamente como seria.
Quando Louis começou a se mexer, ainda meio sonolento, ele a apertou mais contra si, murmurando algo inaudível antes de abrir os olhos devagar. Ao perceber que ela estava acordada, um sorriso preguiçoso curvou os lábios dele.
— Bom dia. – ele disse, a voz rouca e grave, tão irresistível quanto o próprio.
— Bom dia. – Harriet respondeu, sentindo o coração bater mais forte.
Louis afastou uma mecha de cabelo do rosto dela, ainda com aquele sorriso tranquilo. — Espero que você saiba, Harriet, que depois disso eu não vou te deixar fugir de mim.
Ela riu baixinho, encostando a testa na dele. — Eu nem quero fugir.
Ele sorriu, a puxando para um selinho suave, e Harriet soube, sem sombra de dúvida, que estava exatamente onde deveria estar.