nate, connor, becca & julian
MISSÃO: Lidar com os monstros da fenda, com @shadowlord-aro, @isokaybutnotokay, @ witchxbecca & @crescentsvn.
Quando foi chamado para ir para sua batalha, Connor sentiu-se aliviado. Desde que chegou no acampamento improvisado, esperava ansiosamente sua vez de entrar num combate, pois acreditava que quanto mais rápido fizesse sua parte, mais cedo poderia retornar para casa e ver Lee. Seu coração se apertava em só de pensar nela, por isso acabava carregando uma foto de sua filha na parte interna do escudo que tinha comprado recentemente do filho de Vulcano, ou Hefesto. Então, lá se encontrava o filho de Discórdia escutando atentamente as palavras do praetor Nate, alguém que Connor considerava estratégico e bem importante. Eram colegas de grupo, também, então a admiração por ele só aumentava. Concordou em silêncio com cada palavra alheia e segurou firme no cabo de sua arma. Estava na hora de empalhar algumas galinhas (embora tivesse algumas que Connor achava legais, como as do outro acampamento).
Então, a batalha começou. Ele viu uma harpia em direção a Aro, que pareceu não precisar de sua ajuda, por isso acabou focando na outra harpia que tinha derrubado o seu líder. Merda. Ignorou qualquer distração que pudesse lhe chamar a atenção e, antes que pudesse ir contra o monstro, encarou os outros semideuses que estavam por perto: — Nate precisa de nossa ajuda! Mas não se esqueça de Aro. — Com aquelas palavras, o senador voltou para a criatura que estava voando no momento e tentou alcançá-la com seu tridente. Porém, o monstro estava voando tão alto que conseguia desviar-se facilmente das suas iniciativas. Apesar de gostar de algumas galinhas, Connor odiava o fato de que elas conseguiam ser tão rápidas com aquelas suas asas. Então, aquilo aumentou sua raiva.
A harpia também não estava tendo sorte, pois toda vez que tentava pegar Connor com suas garras, ele levantava o escudo ou desviava para o outro lado oposto com agilidade. Os dois estavam se dando mal… Até que o menino começou a falar com facilidade: — Oh grande harpia poderosa. Eu sei como é difícil não ter amigos que se possam confiar, por isso estou aqui para te oferecer um presente… Se parar de voar e descer até a mim, eu lhe darei um lindo doce açucarado… — As palavras gentis (e enganosas) de Connor pareciam ter feito um certo efeito no monstro, pois este estava começando a parar de voar em direção ao rapaz. Ele, sorrindo convencido, segurou com força seu tridente e enfiou na lateral da perna esquerda do monstro que piou forçando a subir e rasgando um pouco a superfície do braço dele, o qual segurava o cabo do tridente.
Connor puxou a arma para si dando um leve gemido de dor e olhou-a com raiva intensificando. Talvez sua mãe estivesse orgulhosa no momento, pois até o clima estava ficando pesado. — Uma ajudinha aqui?! — Gritou para quem estivesse perto dele.
Aquela missão não era exatamente o que Rebecca pensaria que faria naqueles dias, esperava um tempo mais de calmaria porém ela sonhou alto demais em achar que semideuses teriam algum tempo de descanso. Apesar do receio daquela batalha, Becca considerava que trabalho dado, era trabalho feito, então lá estava a ruiva a postos com seu grupo da missão para todos fazerem o fazem de melhor: lutar pela sobrevivência. A filha de Hécate agradeceu mentalmente por estar em um grupo em que conhecia bem os integrantes que ali estavam com ela, só não tanto o líder, mas pela postura de Nate ele era líder nato. Inicialmente estava tímida por estar em um grupo onde a maioria era romano, constando apenas ela e Julian como os gregos ali, porém, a ruiva tentou ao máximo prestar atenção ao que o Pretor falava a todos ali. Assentiu para o mesmo ao que sua missão foi destinada. — Certo, entendido.— disse ela já pegando sua adaga em mãos preparando-se para batalha.
Becca fizera exatamente o que lhe disseram para fazer, ela estava apostos para dar suporte quando viu Nate e Connor precisando de assistência. A semideusa foi em direção a Harpia que atacava ambos para mirar o golpe na mesma, porém a criatura fora mais rápida agarrando o braço de Becca com as garras deixando ali um machucado bastante feio. A semideusa tentou manter a calma em meio a tanta dor e sangue, mirando sua adaga nas asas daquela galinha grotesca, acertando-a no braço direito. O que ocasionou certa raiva da mesma golpeando Rebecca de volta com suas garras no ombro da semideusa e novamente a dor lhe percorreu rapidamente o corpo. — Merda de galinha desgraçada.— praguejou a garota em meio a dor do braço e agora de seu ombro. Becca levantou a adaga e mirou na perna da Harpia, cravando sua adaga na coxa e descendo até o joelho da mesma, logo vendo o estrago que a mesma causara na inimiga, sorrindo de canto pelo feito. A Harpia então tentou revidar mas não teve sucesso algum pela lentidão que a mesma estava pelo machucado na perna, sendo assim errando a mira em Becca e a filha de Hécate aproveitou o momento para finalizar seu estrago na Harpia de uma vez por todas. Direcionou a adaga na garganta da galinha gigante, o golpe fatal fez a mesma virar pó em poucos segundos.
Não deu tempo sequer de comemorar pois outra Harpia veio voando em direção da filha de Hécate a empurrando ao chão e deixando um considerável arranhão em sem rosto. — Ouch.— reclamou quando sentiu o impacto do chão. A raiva da semideusa aflorava então concentrou-se na magia que corria em suas veias segurando a adaga com força ao que a Harpia vinha novamente na sua direção, esperando o segundo certo para atacar e assim que a mulher galinha aproximou-se Rebecca usou as sombras para tentar estrangular a Harpia tendo efeito por um momento, mas a mesma ainda teve força para agarrar a perna de Rebecca e ali deixar um furo profundo e o grito alto de dor sair da boca da semideusa. Num movimento rápido de raiva, dor e indignação Becca levantou-se e pegou sua adaga a cravando com força na barriga da Harpia, usando magia para fazer a ferida maior e mais podre, pelo toque necrosante, vendo a galinha gigante gritar de dor também ao que usava o seu máximo para fazer a magia, sentindo aos poucos o corpo fraquejar por tanto esforço exercido.
( ☼ ) —— Apesar de não gostar dos confrontos que entrava por ser um semideus, Julian sabia que o seu sangue divino lhe garantia reflexos de batalha e o instinto de um guerreiro. Sua mãe sempre lhe dissera que só deveria brigar se fosse extremamente necessário, e, considerando a profecia e a situação calamitosa no Tártaro, não tinha hora melhor para pegar as suas tralhas e ir para a batalha. Ele dificilmente ficaria na linha de frente: por ser um arqueiro, precisava estar em média ou longa distância para suas flechas terem algum efeito. Esperou, portanto, as instruções do líder do grupo — o praetor inspirava respeito e confiança, mesmo sendo tão jovem. Jules às vezes se perguntava o que tinha acontecido para alguém tão novo estar naquele tipo de cargo —, ouvindo o discurso com cuidado. O filho de Apolo sorriu, agradecendo silenciosamente pela inspiração nas palavras de Nate. Aquilo realmente faria uma diferença, no final das contas.
E como lhe foi pedido, ficou para trás, afim de dar auxílio e suporte para quem precisasse. Permaneceu atrás de Becca atento para ver se a ruiva estava necessitando de alguma ajuda, contudo, ela parecia estar bem melhor ao atacar uma das harpias e fazê-la virar pó. O filho de Apolo deu um sorriso orgulhoso, mas isso não durou muito tempo: ao virar o rosto, viu o líder da missão com mais monstros do que poderia lidar. Uma das harpias se preparava para investir, então, Jules logo fez alguma coisa. Guardou a flecha que tinha de volta na aljava, puxando a corda de um arco vazio e se passando de louco, muito provavelmente. Concentrou-se nas mãos, canalizando a luz que estava canalizada em si — era por isso que ficava tanto tempo debaixo do sol, recarregando-se para poder usar os seus poderes em momentos como aquele.
Uma flecha de pura luz brilhante e amarela apareceu, raios de sol condensados que esquentavam um pouco a mão do jovem. Usava o arco apenas para mirar na criatura, optando por acertá-la no rosto para irritá-la. O campo de batalha iluminou-se por um momento, como se uma estrela cadente tivesse passado rente aos semideuses enquanto viajava para o seu alvo. Aquilo era o suficiente para chamar a atenção para si e, com sorte, deixar Nate menos sobrecarregado com as criaturas.
Atordoada, a harpia voou até o filho de Apolo, que desviou do ataque com rapidez. Logo alcançou outra flecha, não gastando muito tempo entre a mira e o soltar da corda. Era como se seus músculos já soubessem o que fazer, mesmo sem a memória exata do treinamento. Havia nascido para isso. O monstro, com uma marca de queimadura no rosto e uma flecha atravessada estava começando a ficar verdadeiramente irritado com o garoto, tentando usar de suas garras para pegá-lo e alçá-lo no ar. Julian se desviou duas vezes, mas ainda sentiu a lateral do corpo queimar onde a criatura havia atingido-o. Numa luta compassada, Jules atirou mais duas flechas contra o monstro que se alojaram nas asas, e sentiu os arranhões da harpia em seus ombros e armadura. Certo, tinha que fazer mais do que aquilo se quisesse se livrar daquela galinha maldita.
NATE: 320/425 HP 260/360 MP
ARO: 400/400 HP 290/340 MP
CONNOR: 257/275 HP 215/240 MP
BECCA: 178/250 HP 170/220 MP
JULIAN: 162/250 HP 195/220 MP
HARPIA #01: -18/350 HP 350/350 MP
HARPIA #02: -10/350 HP 300/350 MP
HARPIA #03: 125/350 HP 350/350 MP
HARPIA #04: 239/350 HP 350/350 MP
HARPIA #05: 350/350 HP 350/350 MP