playing and learning with Lou âą one shot h!inter
Descrição: No seu aniversårio de dezessete anos, o doce e inocente Harry se surpreende com a presença de seu melhor amigo, Louis, que veio de Londres apenas para comemorar a data com ele. Com a volta do amigo mais velho, volta também aquela tensão sexual entre os dois, que precisam encontrar maneiras de conter ou pelo menos disfarçar seus sentimentos e desejos.
E o que poderia dar errado entre uma vadiazinha falsamente inocente e um amigo perverso que tira proveito de sua inexperiĂȘncia e suposta inocĂȘncia?
tag's: harry intersexual - diferença de idade (harry tem 17 e louis 23) - size kink/diferença de tamanho (harry vai ser menor que o louis) - falsa inocĂȘncia - kink de corrupção - manipulação - CNC (Consensual NĂŁo-Consensual)
p.s.: perdĂŁo quaisquer erros ortogrĂĄficos ou algo do tipo! boa leitura e beijinhos da isi (â ââ âąâ áŽâ âąâ ââ )â â§â *â ă
Aquele era um dia mais que especial. Harry estava completando seus 17 anos e nĂŁo tinha como ele estar mais animado. Tudo bem que ele teria de lidar com alguns parentes realmente chatos, especialmente alguns primos, mas tudo isso podia ser facilmente esquecido porque ele realmente adorava festas.
Mesmo naquele dia especial ele foi à escola para cumprir com suas obrigaçÔes. Porém quando chegou em casa, estranhou ao ver um carro preto desconhecido estacionado na entrada da garagem de sua casa.
Pensou que deveria ser o carro de algum familiar que veio para a festa que aconteceria mais tarde, por isso se adiantou para ir até a porta de entrada. Assim que entrou e bateu a porta atrås de si com um barulho, anunciando em voz alta que tinha chegado, levou o maior susto de todos ao sentir braços rodearem sua cintura e a palma de uma mão se posicionar sobre seus låbios para abafar seu grito.
Enquanto tentava se soltar, Harry escutou a risadinha daquela pessoa rente a sua orelha e entĂŁo uma voz familiar dizer:
â Feliz aniversĂĄrio, Hazz. â Aquela voz era tĂŁo familiar que fez Harry arregalar os olhos e inconsciente se acalmar. SĂł entĂŁo o aperto dos braços fortes envolvendo seu corpo diminuiu e pĂŽde se virar vendo ali o prĂłprio Louis, seu melhor amigo. Um irmĂŁo.
â Louis! â Harry gritou exasperado, o abraçando pelo pescoço com força em uma mistura de felicidade e choque, ainda do susto de poucos segundos atrĂĄs.
Em meio ao abraço demorado, os braços fortes do mais velho voltaram a segurar sua cintura de modo mais delicado, as palmas das mãos plantadas na curva suave da base de suas costas.
â V-VocĂȘ quase me matou! Eu nĂŁo consigo acreditar que estĂĄ aqui. â Se afastou um pouco de acordo que o aperto de Louis permitiu, vendo ele sorrir expondo as covinhas no canto dos olhos azuis.
â Eu nĂŁo faltaria seu aniversĂĄrio por nada. JĂĄ faz um tempinho que eu estava combinando com a tia Anne de vir, entĂŁo... â Louis nĂŁo foi capaz de concluir quando, na ponta dos pĂ©s, Harry se inclinou deixando um beijo demorado em seu queixo coberto pela fina camada da barba por fazer.
â Obrigado. Senti muito sua falta. â Harry disse em um tom honesto, piscando lentamente os grandes olhos verdes, servindo como um tipo de hipnose para Louis.
Tomado por um sentimento que não era capaz de explicar, Louis se aproximou mais e deixou um beijo no canto de seus låbios róseos, seguindo uma trilha até sua bochecha corada. Talvez fosse toda a euforia do reencontro, o cheiro doce e perfeito que Harry exalava, junto ao modo que ele estava vestido com aquela saia xadrez e camisa branca de botÔes. Seja o que fosse, Louis não foi capaz de resistir.
Sentiu tanta falta de seu menino.
Notou como Harry piscou algumas vezes, sorrindo timidamente com o rosto ficando extremamente corado. Os dois ouviram passos se aproximando e Harry foi rĂĄpido em se afastar e lhe dar as costas, paralisando com as mĂŁos de Louis se posicionando em seus ombros.
EntĂŁo Anne entrou na sala chamando por Louis e sorriu quando o encontrou ali junto a Harry, perguntando ao filho se ele tinha gostado da surpresa. Harry se limitou a murmurar em afirmação, assentindo depressa quando a mĂŁe pediu que levasse Louis atĂ© seu quarto e mostrasse onde podia deixar a Ășnica mala pequena que trouxe.
Harry acabou pensando que nĂŁo devia fazer muito tempo que Louis tinha chegado, caso contrĂĄrio as coisas dele jĂĄ estariam guardadas.
Esperou Louis pegar a mala e seguiu para as escadas com ele em seu encalço, não deixando de pensar como seria divertido aquele tempo que Louis passaria ali.
â Pensei que nĂŁo fosse vir esse ano, por causa da faculdade e do trabalho. â Harry comentou enquanto subiam as escadas, completamente alheio ao modo que Louis olhava suas coxas.
â Garanti de nĂŁo deixar nenhuma pendĂȘncia em Londres antes de vir. Eu nĂŁo poderia perder um aniversĂĄrio seu, sabe disso.
Então Harry abriu a porta de seu quarto localizado no final do corredor. Parou ao lado da porta dando espaço para Louis entrar e analisou sua expressão quando ele viu que ali não tinha mais um beliche, como costumava ter antes, e sim uma cama queen-size.
Somente Deus sabe o quanto Harry implorou para a mãe pra ter uma nova cama, porque simplesmente não podia suportar mais todo o ranger do beliche. Ela tocou muito na tecla de que não teria mais onde seus amigos poderiam dormir quando viessem passar a noite, e claro que Harry disse que não haveria problema algum em dividir a cama. Porém a mulher não concordou.
Harry insistiu tanto na cama que acabou conseguindo. Sua mĂŁe salvou os dois colchĂ”es de solteiro, guardando-os no quarto de hĂłspedes limpĂssimo pra quando recebesse amigos para passar a noite â o que nĂŁo acontecia com tanta frequĂȘncia quanto aparenta, jĂĄ que a mulher nĂŁo confia 100% nos amigos que fez ao longo do tempo.
Se tinha alguém que sua mãe confiava com toda a vida, esse alguém era Louis. Isso se dava ao fato dela ter sido uma grande amiga da senhora Tomlinson e por ter praticamente ajudado ela a criar seus filhos quando garotinhos, e que àquela altura não poderiam mais ser chamados assim.
Louis era seis anos mais velho e quando Harry nasceu, tambĂ©m nasceu em si um instinto de sempre cuidar e proteger o garotinho de ar dĂłcil e grandes olhos verdes. Conforme os dois iam crescendo as coisas nĂŁo fugiram do comum, tanto que conseguiram ficar ainda mais prĂłximos se possĂvel. Mesmo com a diferença de idade havia uma confiança de contar qualquer coisa um pro outro, e eles amavam esse sentimento de confiança e conforto.
As coisas sĂł vieram a se complicar quando Harry completou dezesseis anos e certa noite confidenciou para Louis que nunca tinha beijado antes. Falou sobre um garoto da escola querer beijar ele e o quanto aquilo estava o deixando nervoso, porque nunca tinha tido qualquer tipo de experiĂȘncia e era inseguro sobre o pequeno segredo que possuĂa entre as pernas â esse que Louis tinha conhecimento jĂĄ fazia muito tempo.
Harry jĂĄ era um garoto bonito e aquela transição para a adolescĂȘncia apenas reforçou isso. Suas bochechas ainda eram gordinhas e com covinhas um tanto infantis, mas na opiniĂŁo de Louis realçava aquele ar angelical que ele emanava sem nem perceber. Curiosamente sua cintura permaneceu fina, enquanto os quadris se alargaram um pouco, o que nĂŁo era muito caracterĂstico nas mudanças fĂsicas de garotos.
Talvez Louis nem tivesse reparado em todas essas mudanças se a partir dos 16 anos Harry nĂŁo tivesse se sentido confiante o suficiente pra começar a usar roupas consideradas femininas em casa e mais tarde em pĂșblico tambĂ©m. Essas roupas em grande parte das vezes eram curtinhas, expondo sua barriga lisa, ou suas coxas que lhe tentavam a apertĂĄ-las.
Quando Louis percebeu que estava olhando com outros olhos para Harry, que deveria ser um tipo de irmĂŁo mais novo, nĂŁo demorou muito para se afastar um pouco e criar um tipo de barreira entre os dois. Harry era mantido naquela casa sob constante vigilĂąncia da mĂŁe que controlava quase todas as coisas que ele fazia, tĂŁo logo ele era um garoto inocente que nĂŁo fazia a mĂnima ideia das coisas que causava a Louis quando inocentemente trocava de roupas na sua frente, sentava em seu colo ou deixava aqueles beijinhos por seu rosto.
Mas aquela barreira que criou nĂŁo se manteve por muito tempo. Harry era inteligente e claro que percebeu como Louis estava se esquivando, fingindo que caiu no sono no sofĂĄ da sala para nĂŁo irem ao quarto juntos, ou quando dizia ter algo pra resolver sĂł para nĂŁo assistirem filmes juntos na cama dividindo o mesmo cobertor.
EntĂŁo, na noite em que confidenciou no quarto parcialmente escuro sobre nunca ter beijado antes, perguntou a Louis se poderia ajudĂĄ-lo com aquilo em uma tentativa de se aproximarem novamente. Em uma tentativa de mostrar que sentia falta quando os dois conversavam sobre seus segredos e confiavam um no outro para falar sobre qualquer coisa. De quando Louis o deixava ficar pertinho.
E quando Harry percebeu que Louis estava perto de se esquivar novamente, se adiantou em juntar seus lĂĄbios em um selinho muito rĂĄpido, se afastando em seguida para tentar ver a expressĂŁo em seu rosto.
Ficaram por alguns segundos no silĂȘncio do quarto, em meio Ă quela quase escuridĂŁo. Apenas era possĂvel ouvir a respiração um pouco acelerada de Harry, e em seguida a voz baixinha e rouca de Louis, dizendo:
â Quer que eu te ensine a beijar?
Harry prendeu a respiração por segundos, um pequeno sorriso surgindo em seus låbios porque era exatamente aquilo que esperava do outro. Então cantarolou em concordùncia, ainda não se sentindo pronto pra falar qualquer coisa.
â NĂŁo ouvi vocĂȘ. Use suas palavras.
Harry sentiu o baixo ventre dar um salto e aquela região entre suas pernas formigar um pouco, e essa reação apenas Louis conseguia arrancar de si sem nem mesmo saber. Se aproximou um pouco mais de Louis, rompendo aquela pequena distùncia que tinha entre os dois, e se inclinou na direção dele para deixar mais um selinho em seus låbios.
â Sim, por favor. â Disse baixinho mantendo seus rostos muito prĂłximos.
â Ătimo. â Louis falou no mesmo tom, a palma da mĂŁo se posicionando da bochecha quente do mais novo. â Mas nĂŁo vai poder contar isso pra ninguĂ©m. â Sussurrou lentamente com os lĂĄbios deslizando nos de Harry a cada palavra proferida roucamente.
Antes que Harry pudesse responder qualquer coisa sobre aquilo, como uma garantia de que manteria aquele segredinho, sentiu a mão de Louis em seu pescoço e os dedos dele apertarem levemente as laterais, mantendo-o parado para juntar seus låbios novamente.
Louis iniciou com apenas um selinho calmo e inocente, mas ele deslizar os lĂĄbios contra os seus entreabertos foi o suficiente para deixar Harry um pouco fora do eixo. Principalmente quando isso evoluiu e Harry sentiu a lĂngua dele deslizar lentamente contra sua, o calor dos dedos dele queimando em sua pele.
Harry nĂŁo se impediu de gemer com o contato de suas lĂnguas juntas, nĂŁo se dando conta de como isso mexeu com Louis, lhe despertando a necessidade de tocĂĄ-lo ainda mais. Essa necessidade de Louis fez seu corpo ser empurrado levemente para trĂĄs e suas costas baterem no colchĂŁo, ele se posicionando entre suas pernas e apoiando as mĂŁos nos lados de sua cabeça, seus lĂĄbios nĂŁo deixando de deslizar um contra o outro em momento algum.
A lĂngua de Louis manipulava a sua com agilidade, sempre ditando o ritmo antes tĂŁo calmo e doce que acabou se tornando algo mais necessitado e cheio de fervor da parte de Louis, que tinha simplesmente perdido o controle.
Louis mordeu seu lĂĄbio inferior rosado e o puxou levemente, o chupando em seguida com um barulho molhado, Harry erguendo a cabeça inconscientemente tentando se aprofundar mais naquilo novamente. Ao perceber isso Louis riu baixinho, deixando um Ășltimo selinho em seus lĂĄbios antes de se afastar voltando a sentar na cama no mesmo lugar que antes.
Harry continuou deitado paradinho no mesmo lugar em que tinha sido deixado, tentando controlar o ritmo acelerado de sua respiração e as batidas råpidas de seu coração, as pernas ainda abertas sentindo perfeitamente a sensação de quando segundos atrås Louis esteve entre elas. Sentiu a ponta dos dedos de Louis deslizarem por seu tornozelo e ele conferindo em voz baixa se estava bem.
â Sim. â Harry respondeu em um suspiro, a ponta da lĂngua deslizando pelos prĂłprios lĂĄbios, sentindo o mesmo gosto que sentiu quando a lĂngua de Louis ainda estava brincando com a sua.
â VocĂȘ gostou? â Harry nĂŁo era capaz de ver, mas pelo tom de Louis podia jurar que ele tinha um sorriso nos lĂĄbios. Sentou para voltar a se aproximar dele, se inclinando para deixar um beijo demorado em sua bochecha.
â Sim. Obrigado, Lou. â A mĂŁo de Harry tinha a intenção de se apoiar na coxa de Louis, mas a ponta de seus dedos acabou esbarrando em algo estranho, Louis imediatamente se afastando para levantar da cama. â Para onde vai? â Perguntou com um beicinho, vendo o momento que Louis abriu a porta do quarto para sair.
â Quero tomar um banho antes de dormir, Hazz. NĂŁo precisa me esperar, vocĂȘ deve estar cansado. â E entĂŁo saiu fechando a porta atrĂĄs de si.
Momentos depois que tinha caĂdo no sono esperando Louis voltar, Harry despertou com a porta sendo aberta e ele entrando no quarto fechando a porta silenciosamente. Ouviu os passos de Louis e ele se aproximar de sua cama, sentindo a ponta dos dedos dele tirarem os fios de cabelo do seu rosto, deixando um beijo em sua testa antes de subir para o beliche de cima.
Depois disso os dois nĂŁo voltaram a se beijar propriamente, nĂŁo do jeito que tinham feito aquela noite no quarto, apesar de internamente quererem tanto aquilo.
Ainda assim, sempre que tinham a oportunidade fingiam que iam deixar beijos no rosto do outro, acabando por acidentalmente acontecer um esbarrar de låbios. Louis era quem mais fazia algo do tipo e Harry gostava de fingir que não entendia as intençÔes do mais velho com aquilo, como nas vezes que ele fazia cócegas em sua barriga e sem querer levantava muito sua blusa, acabando por expor seus peitinhos.
O baixo ventre de Harry dava um salto sempre que isso acontecia, ainda mais quando os dedos grossos de Louis esbarravam em seus mamilos durinhos e sensĂveis, quando ia arrumar a peça de roupa no seu corpo. Harry amava quando depois desses episĂłdios olhava para a virilha de Louis e encontrava o volume de sua ereção, que tentava esconder a todo custo atĂ© quando podia escapar para o banheiro onde poderia buscar alĂvio.
E Harry escutava os gemidos baixos dele de quando estava se aliviando no banheiro sob o jato morno do chuveiro. Gostaria que o amigo soubesse quantas vezes jå brincou com a xotinha no quarto, desejando que fosse aquele cacete duro se esfregando em seu grelinho até que gozasse.
Desejando que tivesse a bucetinha toda melada por aquela mistura de seu melzinho expelido aos montes com a porra branquinha dele.
Louis colocou as coisas que tinha trago ao lado da cĂŽmoda branca, ainda dando uma boa olhada nas poucas coisas que tinham mudado no quarto, olhando principalmente para aquela cama. Pensou se iriam dormir juntos, ou se Anne surgiria lhe mandando para algum outro quarto.
â Tudo bem? â Harry questionou chamando sua atenção, Louis imediatamente assentindo com um sorriso nos lĂĄbios.
â SĂł reparando como muita coisa mudou por aqui. â Louis ouviu alguns barulhos na rua e se aproximou mais da janela para dar uma olhada lĂĄ fora, acabando por ver dois carros estacionados e muitas pessoas saindo para cumprimentar a mĂŁe de Harry.
â Sabe que nĂŁo precisa se preocupar. â Ouviu Harry falar e se virou para vĂȘ-lo se aproximar, identificando aquele sorrisinho sapeca em seus lĂĄbios rĂłseos, as covinhas nas bochechas gordinhas e coradas. â Talvez minha mĂŁe te coloque pra dormir no quarto de hĂłspedes por causa das minhas primas que irĂŁo dormir aqui. Mas eu posso dar uma fugidinha pra deitar juntinho com vocĂȘ, assim como a gente fazia.
Aquele tom manhoso em sua voz e o simples piscar lento dos olhos muito verdes de corça, ele simplesmente segurar sua mão e se inclinar para deixar mais um beijinho em seu rosto, quase imediatamente enviou reaçÔes diretamente para o pau de Tomlinson.
Louis tinha esquecido como o ato de ficar perto de Harry conseguia despertar todas aquelas coisas nele. O garoto bastava apenas respirar ao seu lado, que ele logo tinha as mesmas reaçÔes de um rapaz virgem com absolutamente nenhum tipo de experiĂȘncia.
Naquele instante Louis apenas queria beijar aqueles lĂĄbios, ou fazĂȘ-lo cair sobre os joelhos pra poder forçar seu pau naquela boquinha atĂ© o fundo de sua garganta. Em sua cabeça se passou imagens de como deveria ser ter o garoto engasgando envolta de seu pau, aqueles lĂĄbios o envelopando e a linguinha brincando com cada pedacinho.
Droga, Louis precisava tanto daquilo e teria de um jeito ou de outro.
â Harry! â Os dois ouviram a voz da mĂŁe de Harry mais ao longe. â Desça aqui para cumprimentar todos!
Antes que Louis pudesse ousar segurĂĄ-lo para que nĂŁo saĂsse de perto, Harry correu atĂ© a porta e sumiu de vista, Louis sendo capaz de ouvir os passos dele descendo as escadas rapidamente. E ficando sozinho para trĂĄs, começou a pensar como suportaria aqueles dias sem fazer qualquer besteira.
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A noite tinha chegado e junto a ela o frio que Ă© capaz de lhe fazer tremer da cabeça aos pĂ©s. Durante todo aquele dia Louis teve sua paciĂȘncia testada pelas primas de Harry, que nĂŁo disfarçavam todas as investidas que estavam dando nele. Talvez ele pudesse ter se aproveitado da situação em circunstĂąncias diferentes, mas era difĂcil manter os olhos longe de Harry ou deixar de perceber como seu garoto era observado por outros rapazes.
Louis nĂŁo podia culpĂĄ-los por isso, Harry era simplesmente irresistĂvel e encantador demais para ser possĂvel manter os olhos longe dele. Ainda assim, de um modo um tanto possessivo, Louis sentia o sangue esquentar nas veias e nĂŁo deixava de pensar no que poderia usar como desculpa para trazer Harry para perto de si.
No final da tarde cantaram parabéns para Harry, ele apagou as velinhas e cortou pedaços do bolo para todos. Harry até tentava dar um pouquinho de atenção para Louis, ou até mesmo chamar a atenção dele de seu próprio modo, mas todas aquelas pessoas simplesmente não permitiam que ele ficasse um momentinho a sós ou quietinho.
As coisas só vieram ficar a favor de Harry e Louis quando a noite chegou e a maioria dos convidados jå tinha ido embora, ficando somente alguns parentes mais próximos que passariam a noite. O próprio Harry quem sugeriu que assistissem um filme na sala, onde foram colocados colchÔes no meio do cÎmodo enquanto outros deitavam nos sofås.
Louis sentou no sofĂĄ de trĂȘs lugares em frente a televisĂŁo, sorrindo satisfeito quando Harry colocou o filme e sentou ao seu lado, dividindo com ele um cobertor. Harry se encostou mais confortavelmente contra Louis, sorrindo quando esse colocou a mĂŁo em sua coxa sob o cobertor e longe do olhar de todos que estavam por ali.
Louis começou apenas fazendo um carinho no inferior de sua coxa com a ponta dos dedos, o que poderia ser considerado nada, mas estava sendo o suficiente para enviar arrepios para todo o seu corpinho jĂĄ levemente trĂȘmulo. Esses arrepios apenas se intensificavam mais quando os dedos de Louis deslizavam mais para cima e sutilmente os roçava sobre sua calcinha, bem nos lĂĄbios gordinhos de sua bucetinha.
Sempre que isso acontecia os olhos de Harry se arregalavam, o peito dele ficando levemente arfante. Espiou em volta pra ter certeza que ninguém percebia e então olhou de esguelha para Louis, que olhava concentrado pra televisão.
â O que estĂĄ fazendo? â Harry perguntou baixinho rente a orelha de Louis, vendo o sorriso que se formou nos lĂĄbios dele. Ele virou o rosto para olhar em seus olhos, Harry engolindo em seco quando seus lĂĄbios ficaram muito prĂłximos daquele jeito.
â SĂł tĂŽ fazendo carinho. â Louis parou de mover os dedos ainda muito perto de sua xoxotinha, Harry sendo capaz de sentir o calor deles sobre o tecido de algodĂŁo da sua calcinha. â NĂŁo gosta quando o Lou faz assim?
A fala fez Harry fechar as mĂŁos em punhos e as pernas estremecerem um pouquinho, sentindo perfeitamente o momento que sua xotinha vazou deixando uma mancha molhada na calcinha bem sobre a grutinha.
â Ă que faz cĂłcegas. Fica estranho lĂĄ embaixo. â Harry sussurrou em segredo rente a sua orelha, colocando a mĂŁo em formato de concha no lado para impedir que ouvissem.
Depois disso Harry se afastou um pouquinho pra conseguir ver sua expressão diante da informação, precisando conter um sorrisinho sapeca e um tanto satisfeito quando viu o pomo de Adão do mais velho subir e descer ao que engoliu em seco.
Harry entreabriu os låbios quando teve a coxa apertada com força, logo em seguida querendo reclamar quando Louis rapidamente tirou a mão dali para receber da mãe de Harry uma bacia de pipoca que os dois poderiam dividir entre si.
Se passaram alguns longos minutos e Harry ainda tinha o coração acelerado, lembrando perfeitamente da sensação daqueles dedos deslizando superficialmente sobre sua intimidade sensĂvel. Manteve as pernas abertas o tempo todo, sĂł pro caso de Louis voltar a deixar a mĂŁo ali, mas nĂŁo aconteceu.
Harry se decepcionou com o pensamento de que aquilo nĂŁo voltaria a acontecer, acabando por cruzar as pernas e os braços tambĂ©m, se sentindo no mĂnimo frustrado.
Quando menos esperou sentiu a respiração de Louis contra seu pescoço, inconscientemente prendendo a respiração esperando pelo que viria.
â Se vocĂȘ vier mesmo ficar com o Lou essa noite, ele pode te mostrar e talvez te ensinar algumas coisas.
Era bom que Harry jĂĄ estivesse com as pernas cruzadas, ou ele nĂŁo seria tĂŁo sutil em apertĂĄ-las pra tentar conter um pouquinho do prazer por sua buceta ter pulsado tĂŁo gostoso com aquilo.
â TĂĄ bom. â Harry respondeu baixinho com um pequeno sorriso.
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Harry não teria conseguido dormir mesmo se quisesse. Toda aquela ansiedade consumia seu peito e ele mal podia esperar pelo momento em que iria até o quarto em que Louis estava para que pudessem ficar juntinhos.
Ele jĂĄ teria ido o quanto antes, o problema era que suas primas nĂŁo dormiam de jeito nenhum. Elas ficavam puxando assunto e o pior de tudo foi quando o foco delas se tornou Louis, sobre quem elas nĂŁo paravam de fazer perguntas para Harry.
Perguntaram de onde Louis era, no que trabalhava e se era solteiro. Antes que se iniciasse uma conversa de conotação sexual, as garotas no mesmo instante mudaram de assunto como sempre faziam. Afinal, Harry era o priminho inocente delas, que era mantido num tipo de gaiola e não deveria ter conversado nunca sobre essas coisas.
Harry se virou e puxou o edredom dizendo que jå iria dormir, esperando que assim as meninas também resolvessem que deveriam dormir também. Mas ainda demorou um pouco e Harry precisou ser muito paciente.
EntĂŁo aconteceu: um silĂȘncio se instalou no quarto e apenas um abajur em formato de lua estava acesso em uma das tomadas da parede, iluminando o quarto parcialmente.
Harry se levantou com os pés sendo protegidos pelas meias, dando uma espiada na prima que dormia consigo na cama e depois para as outras duas que estavam nos colchÔes no chão. Quando teve certeza de que elas estavam dormindo, caminhou cuidadosamente na ponta dos pés até a porta, que abriu lentamente e fechou assim que saiu.
Caminhou pelo corredor sem fazer nenhum barulho até chegar à porta fechada do quarto em que Louis estava. Bateu ali algumas vezes com o nó dos dedos, esperando que Louis jå não estivesse dormindo.
Quando se passou um tempinho e Louis não abriu a porta, Harry pensou que ele jå deveria estar dormindo e decidiu que era melhor voltar para o quarto. Porém, assim que deus as costas e estava prestes a se afastar, ouviu a porta ser aberta com um ranger bem atrås de si.
â Harry. â Ouviu Louis chamar baixinho e se virou para olhĂĄ-lo, vendo-o usar uma calça moletom e camisa preta. â NĂŁo vai entrar? â Convidou se afastando para sair um pouquinho da frente daquele espacinho que abriu da porta.
Harry nĂŁo demorou pra assentir e passar por Louis, entrando no quarto que estaria completamente escuro se nĂŁo fosse pelo abajur aceso ao lado da cama, onde sentou na beirada vendo o mais velho fechar a porta silenciosamente.
â Pensei que jĂĄ estivesse dormindo. â Harry comentou, sorrindo todo bobinho quando Louis chegou mais pertinho e deslizou o indicador sobre seu lĂĄbio inferior.
â Claro que nĂŁo. A gente marcou algo antes, lembra?
Harry se empolgou um pouquinho mais e engatinhou até o meio da cama, indicando que Louis deveria subir na cama também para ficar com ele. Viu Louis pegar o celular sobre a mesinha de cabeceira e subir na cama, sentando ao seu lado.
â O que vamos fazer? â Harry perguntou animadinho, vendo Louis desbloquear o celular.
â Pensei que a gente poderia assistir algo juntos.
â Um filme? â Por algum motivo sua pergunta fez o mais velho sorrir, olhando pra ele brevemente antes de se voltar pro celular.
â Tipo um filme. â Louis indicou que ele deveria deitar e Harry obedeceu, encostando a cabeça no travesseiro que estava contra a cabeceira. â Lembra quando estĂĄvamos no sofĂĄ e vocĂȘ sentiu algo diferente? â Seu tom de voz era baixinho e lento, a pergunta automaticamente deixando Harry alerta.
â Sim.
â VocĂȘ quer me mostrar onde tava estranho? â Harry assentiu lentamente, em seguida abrindo as pernas um pouquinho pra poder apontar para sua intimidade. â VocĂȘ sabe o que significa isso? â Harry umedeceu os lĂĄbios, mordendo o inferior antes de balançar a cabeça em negação.
Deus, era claro que ele sabia. Quantas vezes jĂĄ tinha acordado se sentindo tĂŁo excitadinho depois de ter tido mais um sonho em que Louis metia na sua bucetinha apertada sem dĂł?
Obviamente tinha vezes que chegava em um ponto em que sentia nĂŁo suportar mais, por isso que em busca de alĂvio chegando ao ponto de fazer qualquer coisa. Nesses momentos de desespero colocava um travesseiro entre as pernas e começava a se esfregar ali bem gostosinho atĂ© sentir o mais completo ĂȘxtase de tĂŁo forte que veio.
Ele sabia, mas era mais gostoso fingir que nĂŁo e ter Louis o ensinando... Ou tirando proveito de seu corpinho do modo que bem desejasse.
â Eu tava tocando vocĂȘ quando aconteceu, hum? â Louis colocou a mĂŁo livre em sua coxa novamente, os dedos deixando pequenos apertos na carne macia. â E vocĂȘ se sentiu daquele jeito porque queria mais.
Harry respirou fundo, inconscientemente abrindo as pernas um pouquinho mais.
â Como assim? â Perguntou baixinho, observando o jeitinho que os dedos de Louis se moviam sobre sua pele.
â Deixe eu te mostrar. â Louis deitou ao seu lado, os dois ficando bem juntinhos, puxando o cobertor para cobrir os dois. Continuou segurando o celular de modo que ambos pudessem ver, Harry olhando para a tela com interesse brilhando em seus olhos verdes.
A tela estava escura e segundos depois se iniciou o vĂdeo, Harry prendendo a respiração quando se iniciou pelo que parecia ser do ponto de vista da mulher, que filmava o homem deitando de bruços no colchĂŁo entre suas pernas abertas.
Ambos naquele vĂdeo estavam completamente nus e Harry se moveu um pouco inquieto, assistindo o homem de cabelos pretos lamber uma longa faixa por toda a buceta dela. O baixo ventre de Harry repuxou quando o homem sorriu diante da reação da mulher, a lĂngua para fora circundando sobre clitĂłris dela.
â L-Lou. â Harry apertou forte o braço de Louis, nĂŁo reparando no sorriso um tanto perverso que ele carregava no rosto.
â Qual o problema, Hazz? â Louis perguntou em um sussurro e Harry nem se sentia capaz de tirar os olhos do vĂdeo, vendo desta vez o homem chupando a mulher com tanto afinco que se formava vincos em suas bochechas.
â A gente n-nĂŁo deveria assistir algo assim, devia? â Harry engoliu em seco, sua bucetinha pulsando tĂŁo forte que precisou levar a mĂŁo atĂ© lĂĄ.
â Shh, nĂŁo tem problema, desde que ninguĂ©m saiba. â Louis tinha um tom perverso que apenas piorava, ou melhorava, o estado que Harry se encontrava. â Algum problema, Hazz? TĂĄ sentindo alguma coisa aqui de novo? â Posicionou a palma da mĂŁo sobre o baixo ventre de Harry, um pouco mais sobre sua virilha, e o garoto quase entrou em combustĂŁo somente com isso.
â Sim, Lou, minha florzinha tĂĄ doendo. â Harry choramingou, pela primeira vez desviando os olhos do celular pra olhar Louis, flagrando como ele suspirou afetado, tirando a mĂŁo de seu baixo ventre para apertar o volume que tinha nas calças.
Harry conteve um sorriso e voltou a olhar para a tela do celular, naquele momento do vĂdeo jĂĄ tinha se evoluĂdo para o homem enfiando os dedos na bucetinha dela, enquanto se alternava em chupar ou lamber seu grelinho.
â Por que ela tĂĄ doendo, Lou? â Harry perguntou dengosinho, os dedos agarrando a camisa de Louis esfregando o rostinho em seu peitoral.
â Porque vocĂȘ tĂĄ vendo ele brincar com ela, e tĂĄ querendo que façam o mesmo com vocĂȘ. â Louis sussurrou afagando o topo de sua cabeça, puxando seus cabelos de leve fazendo-o se voltar para o vĂdeo. â Assiste, querido. Eu coloquei esse sĂł pra vocĂȘ.
â Mas eu me sinto tĂŁo estranho. â Harry levou novamente a mĂŁo atĂ© a bucetinha, os dedos se pressionando ali em busca de alĂvio. â Faz parar, por favor por favor.
Louis ficou por um tempinho o olhando em silĂȘncio, antes de bloquear a tela do celular e se posicionar sobre seu corpo, tendo cuidado de nĂŁo apoiar todo seu peso sobre ele. Harry tinha os olhos levemente arregalados sob seu corpo, tendo a reação automĂĄtica de abrir mais as pernas para que se encaixasse livremente ali.
â O Ășnico jeito do Lou te ajudar Ă© fazendo igualzinho o que foi feito no vĂdeo, entende? â Louis murmurou rente sua boca, mas nunca chegando ao ponto de encostar seus lĂĄbios.
â Mas vai machucar? â Harry perguntou baixinho, mostrando sua incerteza nos olhos verdes muito brilhantes e no beicinho que tinha nos lĂĄbios. â O L-Lou sĂł vai colocar a boca lĂĄ? NĂŁo Ă© errado?
â Shh princesinha. â Louis colocou os dedos sobre os lĂĄbios dele, nĂŁo evitando se sentir satisfeito quando ele imediatamente obedeceu. â O que vai acontecer vocĂȘ nĂŁo pode contar pra sua mĂŁe e nem pra ninguĂ©m, entende?
â Por que Ă© errado? â Harry murmurou por conta daqueles dedos sobre seus lĂĄbios muito rĂłseos.
â Porque Ă© segredo, sĂł isso.â Louis o corrigiu docemente. â O Lou nunca faria algo pra te machucar. VocĂȘ sabe disso, nĂŁo sabe? â Deixou um selinho demorado sobre os lĂĄbios de Harry e em seguida deslizou para baixo de seu corpo, abrindo suas pernas para abraçar suas coxas por baixo com o rosto ficando rente a bucetinha dele ainda escondida pelo shortinho do pijama e a calcinha.
Harry se apoiou nos antebraços para poder ver devidamente o que Louis estava fazendo, pressionando os låbios quando ele simplesmente aproximou ainda mais o rosto em sua intimidade, deslizando a pontinha do nariz de cima para baixo. Ele virou o rosto um pouquinho beijando o inferior de sua coxa, respirando fundo dando a entender que queria inalar seu cheiro o måximo que podia.
Ainda naquele processo de beijar suas coxas e pressionar o rosto de modo tão sedento contra sua buceta, os dedos de Louis agarraram o elåstico de seu shortinho começando a puxå-lo para baixo, deslizando-o por suas coxas e pernas até deixar a peça de roupa de lado e poder se voltar para o que fazia.
â Tem um cheiro tĂŁo bom. â Louis murmurou com os lĂĄbios roçando em sua calcinha, reparando na macha molhada que tinha ali. â Olha sĂł a pequena bagunça que vocĂȘ fez aqui. â Envolveu os dedos ali no tecido de algodĂŁo e o puxou de lado, expondo os lĂĄbios macios e gordinhos da xoxotinha melada que tanto se imaginou devorando como se tivesse fome.
Harry sentiu o hålito quente de Louis atingir a região pulsante e molhada que tinha entre as pernas, os dedos dos pés com as meias rosa se curvando fortemente, as mãos agarrando o lençol macio da cama.
â L-Lou. â Harry ia encolher as pernas, mas Louis segurou sua coxa um pouquinho mais forte com o braço livre, os dedos da outra mĂŁo ainda puxando sua calcinha de lado pra entĂŁo voltar a pressionar os lĂĄbios ali. â T-Tem certeza disso?
â Eu sĂł vou dar beijinho. â Louis fez o que disse, deixando um beijinho na regiĂŁo entre os lĂĄbios melados de sua xoxotinha.
Quando Louis se afastou um pouquinho depois disso, também tinha seus låbios melados por conta de toda aquela bagunça na sua buceta. Louis lambeu os próprios låbios para sentir o gosto de Harry, de repente se sentindo ainda mais tentado a chupar aquela coisinha tão apertada.
Louis voltou a deixar beijinhos em diferentes pontos de sua intimidade, o corpinho de Harry estremecendo um pouquinho a cada vez que seus lĂĄbios entravam em contato com a regiĂŁo sensĂvel, mais por conta da barba que fazia ele sentir cĂłcegas.
Harry fechou os olhos por um instante, aproveitando aqueles toques por sua coxa e os lĂĄbios de Louis deslizando por toda a sua intimidade.
Mesmo aproveitando toda a atenção que estava recebendo, Harry tambĂ©m queria agradar um pouco sem dar a entender o que queria. JĂĄ tinha escutado Louis muitas vezes se tocar no banheiro, apĂłs ter fugido do que poderia chamar de âmomentos de tensĂŁoâ entre os dois, mas nunca tinha visto como ele era lĂĄ embaixo, qual era seu tamanho.
â Posso te perguntar algo? â Harry perguntou ofegante, podendo respirar fundo calmamente quando Louis parou com o que estava fazendo para olhĂĄ-lo. â VocĂȘ tambĂ©m se sente assim? Estranho... lĂĄ? â Seu tom era baixinho e tĂmido.
â Sim, e dĂłi. â Louis falou com um pequeno beicinho, voltando a ficar frente a frente com Harry quando apoiou as mĂŁos nas laterais de sua cabeça. â Inclusive dĂłi um pouquinho agora, Hazz.
â E como para de doer? â Harry novamente jĂĄ estava tolamente ofegante, sentindo Louis segurar seu pulso e guiar sua mĂŁo atĂ© ereção dele escondida sob a calça moletom.
Os olhos de Harry se arregalaram um pouco se dando conta de como ele parecia tĂŁo grande em sua mĂŁo, os dedos se fechando e apertando o comprimento um pouco, Louis suspirando com os olhos fechados. Ele inclusive estocou os quadris para frente, como estivesse tentando foder a mĂŁo de Harry.
â DĂłi muito, Lou? â Tinha um beicinho nos lĂĄbios de Harry e um tom propositalmente manhoso, os dedos brincando com a ereção dele, apertando-a levemente. â Tem como eu ajudar? VocĂȘ ajudou quando eu estava estranho lĂĄ embaixo, dando beijinho em mim.
â Tem sim um jeito de ajudar, se Ă© o que realmente quer fazer. â Louis forjava um tom tranquilo e descontraĂdo, mesmo se sentindo a beira de enlouquecer com o modo que os dedos delicados de Harry trilhavam toda sua ereção de modo curioso.
â Eu- Eu quero ajudar. â Harry sentou no colchĂŁo, acabando por obrigar Louis a se afastar dele, sentando nas prĂłprias panturrilhas. â Eu preciso dar beijinho tambĂ©m?
â Sim. â A voz de Louis saiu rouca e ele teve de pigarrear para se recuperar. â Precisa ser bem gentil, assim como o Lou foi com vocĂȘ. â Harry assentiu com os olhos presos em seus movimentos, conforme abaixava um pouco a frente da calça para puxar pra fora a grande ereção, que jĂĄ tinha a cabecinha rubra vazando prĂ© porra.
Harry nĂŁo esperou Louis lhe pedir para fazer nada, apenas apoiando uma das mĂŁos no colchĂŁo, bem ao lado da coxa de Louis, e abaixou o tronco em direção ao pau totalmente ereto. Bem na cabecinha Harry deu uma pequena lambida com a ponta da lĂngua rosinha e macia, sorrindo com o gosto engraçado que tinha.
â Algum problema? â Louis perguntou em voz baixa, os dedos da mĂŁo que nĂŁo segurava a base de seu pau acariciando gentilmente o topo de sua cabeça.
â Tem um gosto engraçado. â Harry olhou para Louis ainda com aquele sorrisinho bobo, nĂŁo demorando a se voltar para a cabecinha daquele pau, passando a deixar beijinhos por toda parte.
Harry era tĂŁo delicado com os lĂĄbios encostando ali com um biquinho, e isso deixava Louis enlouquecido, fervendo com a vontade de enfiar tudo na boca dele pouco se importando com a possibilidade de machucar.
Em determinado momento, por tamanho tesão que estava sentindo, Louis não aguentou e da fenda de sua glande escapou um pequeno jato de pré gozo diretamente nos låbios de Harry. Tudo o que o garoto fez com lamber ali e sorrir todo sapeca, com direito a covinhas nas bochechas e o pacote completo.
â O que foi isso? â Harry perguntou curioso, a ponta do dedo indicador se pressionando um pouquinho na fenda.
â Ă que vocĂȘ foi tĂŁo bom em dar beijinho. â Louis disse ainda acariciando seus cabelos com poucos cachos.
â Ainda dĂłi? â Harry perguntou em meio aos beijinhos que dava glande, evoluindo para deslizar os lĂĄbios por todo o seu membro para dar carinho em toda parte.
â Sim, Hazz. â Louis suspirou, forjando tristeza e uma pequena expressĂŁo de dor. â Mas tem outro jeito de fazer melhorar. Sua florzinha ainda dĂłi, bebĂȘ?
â Sim. â Harry olhou para ele com um beicinho.
â NĂŁo tem problema. O Lou conhece outro jeito de fazer melhorar. Deita de novo, deita. â Louis mandou se sentindo menos controlado que antes, Harry deitando de costas novamente com as pernas jĂĄ abertas, esperando Louis se encaixar ali. â VocĂȘ gostou atĂ© agora de brincar certo?
â Uhum. â Harry assentiu rapidamente, a mĂŁo de Louis deslizando por sua barriguinha exposta e entĂŁo para cima atĂ© estar entre seus peitinhos tĂŁo pequenos e delicados, os biquinhos durinhos e arrebitados implorando para serem chupados.
â Fica quietinho, Hazz. â Louis falou em um tom sĂ©rio, porĂ©m ainda conseguindo passar tranquilidade por sua expressĂŁo calma. Nesse mesmo instante a mĂŁo dele espalhava o prĂ© gozo por todo o pau pra começar a masturbĂĄ-lo, os olhos azuis passeando por diferentes partes do corpo de Harry.
E Harry permaneceu ali paradinho, mesmo que tentado a tocar na bucetinha que se encontrava tão melada àquela altura, ou até mesmo no pau de Louis para sentir com perfeição cada veia proeminente que ali tinha.
Louis era tĂŁo grande e Harry nĂŁo deixava de imaginar como deveria ser ter ele entrando bem devagarzinho na sua xoxotinha, machucando ela do tanto que ela precisaria se alargar para recebĂȘ-lo.
Aqueles pensamentos apenas se intensificavam com o modo que Louis ajoelhado entre suas pernas olhava para seus peitinhos, que àquela estavam totalmente expostos, a mão livre deslizando e apalpando diferentes pontos do seu corpinho. E ainda tinha quando ele puxava sua calcinha pro lado novamente, sendo necessårio apenas olhar sua bucetinha pra começar a mover o punho mais råpido por todo o seu cacete duro e melado de pré porra.
Harry estava sendo usado como uma bonequinha naquele momento e Louis nem mesmo precisava enfiar o pau em seus buracos. O simples ato dele apalpar diferentes pontos de seu corpo, com a ponta dos dedos começar brincar com o biquinho dos seus peitinhos ou os apertar forte para dar mais volume, e até puxar sua calcinha para o lado pra esfregar seu grelinho com o polegar enquanto se masturbava, era o suficiente para deixar Harry insano.
Por isso ele não resistiu e gemeu dengosinho, balançando os quadris denunciando como se encontrava tão desesperado e necessitado naquele momento. Somente isso foi capaz de despertar Louis e tirå-lo daquela bolha em que se encontrava.
â Shh, eu vou brincar com vocĂȘ. â Louis voltou a puxar sua calcinha, mas dessa vez segurando a glande do pau para esfregĂĄ-la de cima a baixo entre os lĂĄbios gordinhos da xotinha rosada e melada.
Isso fez os olhos de Harry voltarem a se arregalar e a mente dele dar muitos giros. Ele entreabriu os låbios e voltou a se apoiar nos antebraços, vendo e sentindo com perfeição a glande quentinha se esfregando pelos låbios da sua xota, se pressionando principalmente em seu grelinho proeminente.
â L-Louis, isso Ă© muito errado. â Harry gemeu com ele esfregando a glande em movimentos circulares por seu grelinho, estimulando perfeitamente seu clitĂłris sensĂvel e inchadinho.
â SĂł Ă© errado se o Lou colocar dentro, nĂŁo se preocupe. â Louis tinha a voz afetada, o comprimento ficando encaixado entre os lĂĄbios da bucetinha de Harry com a calcinha de algodĂŁo o mantendo preso ali por conta no elĂĄstico.
Louis apoiou ambas as mãos nas laterais da cabeça de Harry novamente, experimentando puxar os quadris para trås e empurrar novamente, revirando os olhos em prazer com o som molhado que o movimento causou e em como seu pau deslizava tão bem entre os grandes låbios daquela bucetinha gordinha e macia. O próprio Harry precisou levar a mão até os låbios para abafar um som prazeroso, quando a glande de Louis se esfregou com mais intensidade sobre seu grelinho proeminente.
As estocadas do pau de Louis fodendo a calcinha de Harry e consequentemente esfregando e estimulando a bucetinha dele continuaram em movimentos ritmados, que logo acabaram por perder o controle.
Sempre que os quadris de Louis batiam nas coxas de Harry, seu corpinho fraco e usado era impulsionado para cima, os biquinhos rosados de seus peitinhos chegando a balançar um pouquinho com aquilo. Flagrando esses momentos Louis não era capaz de resistir, o indicador logo começando a brincar com o mamilo, assistindo ele durinho se mover sob seu dedo.
Estava sendo uma fricção gostosa e Louis estava gostando de sentir como Harry era molhado e macio contra sua ereção, mas ele sabia que não tinha nem comparação com estar de fato dentro dele, com a entradinha dele apertando sem cacete enquanto mete sem dó.
Louis ainda o faria, sĂł nĂŁo seria naquele dia.
Começou a sentir aquela sensação se enrolar em seu baixo ventre começar a consumir ele, se espalhando especialmente para sua virilha. Sabia que se continuasse com aquelas estocadas, em breve estaria gozando, por isso que parou imediatamente, deslizando totalmente para fora vendo como seu cacete estava todo babado pelo melzinho de Harry.
â Olha como vocĂȘ me deixou. â Louis disse baixinho e Harry olhou para baixo, os lĂĄbios sendo mordidos com força para evitar sons muito altos, caso contrĂĄrio entrariam em problemas.
â Por que parou? â Harry questionou um pouquinho ofegante, uma fina camada de suor na testa e bochechas muito rosadas.
Louis deitou ao lado de Harry no lugar vazio da cama com a cabeça sobre o travesseiro, puxando mais para baixo a calça de moletom para liberar tambĂ©m suas bolas cheias, que nas quais massageou querendo um pouquinho de alĂvio. Naquela posição o pau dele continuava mais ereto que nunca sobre a barriga, a glande gorda vazando prĂ© gozo em seu umbigo.
â Agora Ă© sua vez de brincar. â Louis indicou que ele deveria se aproximar e Harry tinha o cenho franzido em confusĂŁo, sentado sobre as panturrilhas ao lado do corpo dele. â Vem aqui, vem. â Com a mĂŁo forte Louis segurou a coxa magra dele, passando sobre seu corpo para que ficasse sentado sobre suas coxas com os joelhos de cada lado do seu corpo. â Senta aqui. â Louis o guiou com as mĂŁos segurando ambos os lados de seu quadril, literalmente o pegando e colocando sobre seu pau com a buceta bem posicionada sobre ele.
â O que faço agora? â Durante sua pergunta, Louis o incentivou a tirar sobre a cabeça a camiseta que ainda usava, e poderia estar totalmente nu sobre seu corpo se nĂŁo fosse pela calcinha rosa bebĂȘ que ainda usava.
â VocĂȘ brinca de cavalinho. â Louis voltou a segurar seus quadris, o incentivando a se mover para frente e para trĂĄs, enquanto impulsionava os prĂłprios quadris para cima.
Aquilo conseguiu deixar Harry ainda mais excitado se possĂvel, olhando para baixo podendo ver com mais clareza aquela diferença de tamanho entre os dois. Mesmo que estivesse sobre Louis, ainda se sentia tĂŁo pequeno, ainda mais com o modo que ele facilmente manipulava seu corpinho e seus movimentos sobre o pau dele.
Sua bucetinha estava tĂŁo molhada na calcinha, se esfregando no cacete que se encontrava tĂŁo babado quanto. O movimento foi o suficiente para estimular tanto ele quanto Louis, e ele logo quis mais.
â Hum... â Harry gemeu dengosinho, experimentando se movimentar devagar por conta prĂłpria, as palmas das mĂŁos apoiadas no abdĂŽmen dele durante o movimento. â Assim? â Perguntou baixinho, enquanto ainda se movimentava experimentalmente.
â Sim, princesa... bem assim. â Louis suspirou afetado, assistindo Harry aos pouquinhos ficar cada vez mais rĂĄpido.
Louis soltou os quadris dele para colocar as mãos atrås da cabeça, se permitindo ser apenas um telespectador do modo que Harry se movia tão deliciosamente sobre seu pau. Então Harry continuou por conta própria os movimentos sobre o pau grosso e tão duro, gostando de como aquela fricção gostosa acabava estimulando seu grelinho tão bem.
Era quase do jeitinho que fazia no meio da noite quando o tesĂŁo falava mais alto, acabando por montar bem gostoso em um de seus travesseiros, ou nos bichinhos de pelĂșcia. Estava fazendo do mesmo jeitinho que estava acostumado a fazer quando precisava se divertir sozinho, sĂł que daquela vez sentia com perfeição como Louis era grande sob sua bucetinha, que vazava cada vez mais no tecido da calcinha.
Harry fechou os olhos e mordeu o låbio com força, precisando se concentrar em não fazer nenhum barulho pra não chamar a atenção para o que faziam naquele quarto.
Conforme continuava montando e se esfregando ali sem parar, sua bucetinha esquentava e formigava denunciando que estava prestes a gozar. Por isso Harry começou a ser cada vez mais urgente no modo que se movia, voltando a abrir os olhos com as mãos de Louis deslizando por sua barriguinha até seus peitinhos, os dedos circundando os biquinhos durinhos e tão perfeitinhos.
â Muito bem. Ă como montar em um cavalinho, hum? â Louis apertou seus peitinhos, os dando volume daquele modo e guiando seus movimentos por ali.
â S-Sim. â Harry tinha a voz fraquinha posicionando as mĂŁos sobre as de Louis que ainda apertava seus peitinhos, os indicadores brincando com os mamilos sensĂveis no processo.
â Se sente bem? â Harry choramingou em afirmação. â Sabe como se sentiria melhor ainda? Se tirasse essa calcinha pra brincar. â Deslizou uma das mĂŁos atĂ© chegar barra da calcinha de tecido tĂŁo macio, envolvendo os dedos ali para puxĂĄ-la um pouquinho para baixo.
NĂŁo tendo tempo para mais joguinhos, estando doidinho pra gozar logo, Harry se posicionou sobre os joelhos começando a puxar a calcinha minĂșscula para baixo. Todo desajeitadinho por tamanha empolgação para continuar aquilo, se desequilibrou um pouco e teve que apoiar uma das mĂŁos no peitoral de Louis, rindo tolamente no processo de tirar a calcinha por uma das longas pernas bonitas.
Dava para notar claramente aquela satisfação no olhar de Louis, que jĂĄ tinha o azul das Ărises totalmente tomadas pelo preto das pupilas. Ele nĂŁo conteve um gemido alto ao que Harry sentou forte sobre seu membro sensĂvel, o mais novo tambĂ©m deixando escapar um som prazeroso por estar com a bucetinha tĂŁo sensĂvel Ă quela altura.
Louis voltou a apertar os quadris estreitos de Harry com força, começando a empurrar e puxar seu corpinho usando-o para esfregar sua buceta mais depressa sobre seu cacete para consequentemente masturbå-lo entre os låbios gordos da xoxotinha.
O mais velho rosnava excitado a cada movimento rĂĄpido e desesperado que fazia a cama ranger, Harry gemendo manhoso com as mĂŁos fechadas em punhos sobre seu peitoral tatuado por se sentir cada vez mais perto. Tinha os quadris agarrados com tamanha força, que eles doĂam fazendo Harry pensar se nĂŁo ficariam marcas ali mais tarde.
â Lou! Lou, Lou, Lou. â Seus gemidinhos ficaram mais desesperados com a xotinha pulsando como nunca, arregalando os olhos assistindo Louis grunhir com a cabeça pendendo para trĂĄs.
Louis gozava forte com longas tiras de porra branquinha sujando o abdĂŽmen, enquanto o pau pulsava se liberando bem sob a xotinha de Harry, que foi forçado a se manter paradinho para nĂŁo estimular muito o membro mais que sensĂvel.
ApĂłs ter se recuperado o suficiente, Louis abriu os olhos com o peito ofegante, acariciando a bochecha de Harry que olhava em silĂȘncio tendo um sorrisinho sapeca no rosto.
â O que foi isso? â Harry perguntou baixinho, Louis deslizando a ponta do dedo no prĂłprio abdĂŽmen para pegar um pouquinho de porra, levando entĂŁo atĂ© os lĂĄbios de Harry.
Harry olhou para aquele lĂquido viscoso e perolado que estava sendo oferecido, resolvendo colocar a linguinha para fora pra recolhĂȘ-lo. Talvez Harry tenha gostado do sabor.
â Isso Ă© a prova do quanto vocĂȘ fez eu me sentir tĂŁo bem, Hazz. E agora Lou quer te fazer se sentir tĂŁo bem quanto. â Colocou as mĂŁos em suas coxas, puxando-o para que se aproximasse mais. â Agora vocĂȘ vai sentar no rosto do Lou.
Louis guiou com a voz baixinha, orientando Harry a posicionar os joelhos nas laterais de sua cabeça, puxando-o para que se abaixasse com a bucetinha bem sobre sua boca.
Harry soluçou com as mĂŁos agarrando a cabeceira da cama com força, a boca de Louis comendo sua buceta tĂŁo bem que fazia suas coxas tremerem. Ele jĂĄ se encontrava tĂŁo sensĂvel apĂłs ter suportado tanta estimulação, que obviamente nĂŁo aguentaria muito.
AlĂ©m de chupar sua xoxota tĂŁo bem, Louis ainda tinha os olhos bem abertos para assistir a expressĂŁo do mais novo enquanto o comia, gostando de vĂȘ-lo tĂŁo desesperado sem saber o que fazia com tamanho prazer. Os braços tambĂ©m estavam erguidos para as mĂŁos poderem apertar bem seus peitinhos macios durante aquela sucção em seu grelinho.
Harry jĂĄ estava gemendo muito alto para quem antes estava preocupado que alguĂ©m pudesse escutar. Louis atĂ© mesmo precisou parar por um instante para avisĂĄ-lo de que deveria fazer mais silĂȘncio, mas nĂŁo demorou muito pra voltar o que estava fazendo.
â TĂĄ tĂŁo estranho, Lou. â Harry agora puxava os cabelos do topo da cabeça de Louis, que agora gemia abafado em meio aqueles sons molhados sucção. â Ă como se fosse explodir, e-eu nĂŁo... Awwn, Lou.
E entĂŁo aconteceu, do modo que a posição em que Harry estava e Louis podia, desceu sua mĂŁo atĂ© a xotinha dele e sem aviso meteu um Ășnico dedo naquele calor tĂŁo apertado e molhado. Um Ășnico dedo foi o suficiente para Harry a arregalar os olhos e gemer desesperado enquanto gozava rebolando os quadris.
Harry nĂŁo saberia dizer se foi por conta daquela pequena ardĂȘncia do dedo grosso forçando sua bucetinha virgem a se alargar para recebĂȘ-lo, ou por conta da sensação completamente nova por nunca ter enfiado um dedo lĂĄ. Mas Harry gozou, e ele nunca tinha gozado tĂŁo forte antes.
O corpinho de Harry, agora caĂdo no colchĂŁo, ainda tremia dos espasmos de prazer quando Louis forçou mais um dedo a entrar, mesmo com Harry implorando baixinho e todo choroso para que parasse com aquilo porque estava machucando sua bucetinha virgem.
â Tudo bem, Hazz. â Louis deslizou os dedos para fora com certeza dificuldade, por conta do prĂłprio Harry que apertava a bucetinha fortemente envolta deles. Harry ainda chorava baixinho, secando as lĂĄgrimas com as costas da mĂŁos. â O Lou vai beijinho e vai passar, princesa. NĂŁo se preocupe.
â Machucou, Lou. â Harry disse choroso.
â Eu sei, bebĂȘ. Mas a brincadeira atĂ© agora estava boa, nĂŁo estava? VocĂȘ se sentiu tĂŁo bem agora a pouco. â Louis falava em meios aos beijinhos que dava em sua florzinha judiada, vendo Harry cantarolar em concordĂąncia. â AmanhĂŁ a gente brinca de novo. E nessa nova brincadeira, o Lou vai fazer de um jeito um pouquinho diferente.
â O Lou vai enfiar os dedos dentro de novo? â Harry perguntou, falhando um pouquinho em esconder sua empolgação para aquilo.
Louis sorriu um tanto sĂĄdico, beliscando de leve seu quadril dolorido.
â Isso e quem sabe mais um pouco.
â E nĂŁo vai machucar? â Harry engoliu em seco vendo aquele sorrisinho no rosto de Louis.
â NĂŁo, princesa. VocĂȘ sabe que o Lou nunca machucaria ou faria algo de errado com vocĂȘ nĂŁo sabe?
E Harry sorriu, porque sabia tanto quanto Louis o quanto aquilo era mentira.
â Eu sei. â Sussurrou de volta, aceitando ser beijado nos lĂĄbios pelo outro.














