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Welcome to my world, hyung.
With: @eas-razor
Naquela tarde, Yuri se encontrava na sala do clube de artes, como estava em grande parte dos dias, afinal era o monitor dali. Sentado sobre uma cadeira e com as mãos ocupadas em um lápis qualquer de seu material, os traços tão característicos dos desenhos do japonês de formavam ali. Cada traço havia sido pensado bem, mas ainda ele não estava totalmente satisfeito com o andamento do desenho. O jovem largou o lápis sobre a mesa e suspirou, estava cansado, mas pior que estar casado era estar em criatividade.
Deitou a cabeça sobre a mesa e os olhos pequenos do rapaz se focaram em uma pequena pilha de mangás que havia trazido à universidade para entregar para alguém que havia conhecido. Não sabia o verdadeiro nome daquele rapaz, mas se ele havia colocado o nome artístico de Razor, talvez não houvesse problema de chamá-lo assim. Levantou-se de onde estava e pegou o que havia trazido, tinha se esquecido totalmente de entregar mais cedo, esperava que pudesse encontrá-lo por aí naquele horário. Yuri arrumou os óculos de grau no rosto e tentou deixar a aparência o mais arrumada possível, não queria parecer tão esquisito, por mais que de fato fosse.
Saiu e passou a andar pelos corredores, não tinha pressa. afinal havia passado o dia quase que inteiro trabalhando, talvez respirar e passar um tempo fora não fosse tão errado assim. Após um tempo, Yuri estava quase desisto de procurá-lo quando finalmente avistou o contorno do homem alto no pátio, aos poucos o japonês fora se aproximando, estava envergonhado, mas ele não deveria ser tão ruim assim, não é mesmo? Sorriu terno e finalmente se aproximou do mais velho. — Razor? Olá… Eu sou o Kenzo, nós conversamos outro dia. Eu trouxe os mangás que havia prometido, espero que se divirta como eu me diverti. — Ele fez uma breve reverência e mostrou os exemplares para que o outro pegasse, o garoto era educado, não poderia agir diferente.
Mais um dia cansativo de aula regado à produções no clube de música e aquilo cansava pra caramba, seus dias se resumiam a dar uma volta qualquer pelo campus assim que o clube acabava com o restante da sua energia e depois se largava no quarto ou saia da universidade até voltar às seis da manhã. Dado o término do seu trabalho no clube, Sunghoon se despediu de alguns dos outros alunos e pegou seus pertences, rumando para o prédio dos dormitórios, a fim de tomar um banho e mofar naquela cama até a hora do jantar.
Banho tomado, roupas trocadas e logo o rapper saia do dormitório em direção à saída para comprar alguma coisa pra comer e até dar uma volta pela cidade, encontrar alguns amigos… Os passos pelo campus eram calmos até chegar ao pátio e ouvir alguém chamá-lo, não reconheceu pela voz, mas assim que virou o rosto para olhá-lo, deu de cara com um rapaz baixinho que usava óculos de armações redondas e um estilo muito do interessante. O reconheceu no mesmo instante, era o japonês mangaká que havia conversado um outro dia e que a apresentação alheia só serviu para confirmar de fato.
― Eu mesmo, e ai. ― Fez uma reverência breve em resposta e logo os olhos caíram para a pilha de mangás em suas mãos e Sunghoon sorriu largo, ainda mais ao se aproximar e reparar na estatura do rapaz e, realmente, ele era muito baixinho como disse para si na rede social. As mãos se ocuparam em pegar todos os que ele carregava e logo passava um por um, analisando as capas, assim como as páginas vez ou outra. Não estava com nenhuma mochila então teria que enfiar no carro mesmo ou voltar para o dormitório e a última opção era a menos viável. ― Você lembrou! Eu realmente tava querendo ler eles, que bom que me achou agora. Obrigado, hm?
Um sorriso se formou nos lábios do japonês assim que o estudante mais velho aceitou os mangás tão bem cuidados que possuía. Yuri não podia dizer que não sentia ciúmes de emprestar seus livros tão preciosos para si, porém Razor parecia alguém com o mínimo de responsabilidade para ficar com todo aquele aquele material, certamente ele faria bom uso dele e também iria gostar das histórias. — Tive um pouco de dificuldade de achar você, mas ainda bem que achei! Eu deveria ter te entregado tudo mais cedo, mas acontece acabei ficando um pouco um pouco ocupado no clube de artes.
Novamente o sorriso se fez presente ao olhar para o outro garoto alto. Acabou percebendo mais uma vez que ele era realmente mais alto, chegava a ser até cômico a diferença de tamanho dos dois, Yuri sempre fora baixo, mas ultimamente estava se sentindo menor que o normal, as pessoas dali eram realmente altas, principalmente os garotos. — Ah… Não precisa agradecer. Inclusive… Não me ache esquisito, mas eu estou te entregando algo que faz parte de mim, por favor… Cuide bem deles, hyungnim. Eu dificilmente empresto, mas você parece ser responsável, é como se fosse eu com você para sua casa, então cuide direitinho de mim. — Sorriu novamente, sentindo as maçãs do rosto ficarem coradas e logo os olhos fitavam o chão, um pouco envergonhado pelo que havia falado.
Welcome to my world, hyung.
With: @eas-razor
Naquela tarde, Yuri se encontrava na sala do clube de artes, como estava em grande parte dos dias, afinal era o monitor dali. Sentado sobre uma cadeira e com as mãos ocupadas em um lápis qualquer de seu material, os traços tão característicos dos desenhos do japonês de formavam ali. Cada traço havia sido pensado bem, mas ainda ele não estava totalmente satisfeito com o andamento do desenho. O jovem largou o lápis sobre a mesa e suspirou, estava cansado, mas pior que estar casado era estar em criatividade.
Deitou a cabeça sobre a mesa e os olhos pequenos do rapaz se focaram em uma pequena pilha de mangás que havia trazido à universidade para entregar para alguém que havia conhecido. Não sabia o verdadeiro nome daquele rapaz, mas se ele havia colocado o nome artístico de Razor, talvez não houvesse problema de chamá-lo assim. Levantou-se de onde estava e pegou o que havia trazido, tinha se esquecido totalmente de entregar mais cedo, esperava que pudesse encontrá-lo por aí naquele horário. Yuri arrumou os óculos de grau no rosto e tentou deixar a aparência o mais arrumada possível, não queria parecer tão esquisito, por mais que de fato fosse.
Saiu e passou a andar pelos corredores, não tinha pressa. afinal havia passado o dia quase que inteiro trabalhando, talvez respirar e passar um tempo fora não fosse tão errado assim. Após um tempo, Yuri estava quase desisto de procurá-lo quando finalmente avistou o contorno do homem alto no pátio, aos poucos o japonês fora se aproximando, estava envergonhado, mas ele não deveria ser tão ruim assim, não é mesmo? Sorriu terno e finalmente se aproximou do mais velho. — Razor? Olá… Eu sou o Kenzo, nós conversamos outro dia. Eu trouxe os mangás que havia prometido, espero que se divirta como eu me diverti. — Ele fez uma breve reverência e mostrou os exemplares para que o outro pegasse, o garoto era educado, não poderia agir diferente.
Diário de um idiota, don’t touch.
( Ooc: esse é um diário pessoal do Kenzo, fiz isso com a intenção de mostrar os sentimentos dele de forma bem clara, e um detalhe, está tudo escrito em japonês.)
Querido diário,
Eu sei que não venho muito aqui, fazem anos não é? Desde que aconteciam aquelas coisas ruins na escola… Agora eu estou em outro país, com pessoas diferentes, lugares diferentes, sem ninguém me perseguindo pelos lugares… Mas, eu sinto que esse lugar não é pra mim. Aqui é cheio de gente tão famosa, pessoas tão ricas, tão importantes… Aqui, na verdade é cheio histórias.
Histórias boas e ruins, pessoas boas e outras nem tanto, mas o principal é: Eu não me sinto confortável. Achei que tudo iria ficar bem porque eu reencontrei o Akira senpai, eu fiquei muito feliz em vê-lo, eu sempre o amei mais do que realmente deveria e de repente, tudo voltou, mas eu não me sinto tão seguro ao lado dele como antes, eu me sinto… Triste. Mas ele tem os próprios problemas, ele tem outras pessoas para se preocupar também, não quero deixá-lo bravo, ou algo assim.
Eu me sinto no ensino médio, me sinto vazio. E o que é ser vazio? Não ter apego por nada e nem por ninguém, da mesma forma que eu pedia todos os dias para o ensino médio acabar, um dia me peguei pensando da mesma forma. O motivo, diário? O motivo é sentir-se sozinho e sem importância alguma para alguém. O único que se importava, se foi e eu fiquei. Antigamente, eu me sentia feliz apenas com meus desenhos, me sentia satisfeito em ser apenas o Yuri, o garoto esquisito que usa óculos e passa o dia desenhando, mas hoje… Hoje eu queria ser o Yuri, alguém que ama e é amado.
Sabe diário, eu consegui tudo que eu sonhei. Consegui ser um mangaká bem sucedido, consegui fazer com que minhas histórias fossem publicadas em uma das revistas de maiores circulação no Japão, eu até mesmo estou fazendo um anime baseado na minha série de mangás… Você lembra quando eu corri até você para contar do sonho que eu tive? Lembra também quando finalmente decidi o nome que a série deveria ter? Diário… Será que você lembra quando eu fui embora? Eu passei a escrever em várias folhas, mas escrever aqui me trás paz.
Eu ainda continuo me sentindo feio, talvez eu esteja menos feio do que antigamente, mas definitivamente, eu ainda sou estranho. Estou pensando, eu acho que alcancei todos os meus sonhos, só não consegui apenas um: ter amigos. Eu deveria me importar tanto com isso? Acho que não… Mas de qualquer forma, estou acostumado a estar sozinho, apesar de não gostar.
Eu acho que por hoje é isso, diário.
Com amor,
Yuri.
You make me feel drunk. Warm, fuzzy, and a little sad.
L.S. (via journal3ntries)
can you be any cuter?
5 Centimeters Per Second — Interview. (Self-para)
Yuri era acostumado a ir à grandes eventos de cultura nerd no Japão, lá haviam cosplayers, fãs de anime e mangás, assim como ele. Sua grande ideia de ser uma mangaká nasceu em um evento como aquele que ele participava, adorava ouvir as pessoas, ver como todos levavam tão a sério aquelas histórias que saíam da cabeça de autores como eles, que escreviam e desenhavam, algo que demanda tanto trabalho mas que se tem uma satisfação incrível ao ver o resultado pronto.
Eventos públicos como aquele o deixava zonzo, preocupado e muito nervoso. Ele não era acostumado a falar nem a sós com alguém , imagina em público, na frente de câmeras, fãs, pessoas tão influentes na mídia que iriam fazer matérias sobre o sucesso gigantesco de seu mangá. Ele brincava com dedos de forma nervosa, arrumou os óculos no rosto e deu uma última olhada em sua roupa, afinal não queria estar estranho nas fotos. Suspirou fundo e andou até o auditório do local que estava lotado. Ele entrou com calma, bastante acanhado e sem jeito, mas fez questão de sorrir para as câmeras e para as pessoas que iriam fazer perguntas para ele naquela tarde. Seu assessor desejou boa tarde a todos e já disse que estava aberto para perguntas de fãs e imprensa, e assim a rodada de perguntas havia se iniciado:
‘’Kenzo, primeiramente eu gostaria de te parabenizar pela história do mangá, eu li esses dias e achei a história maravilhosa e muito sensível, como vai ser adaptar essa história tão cheia de detalhes em um filme?’’
— Eu fico muito agradecido por ter lido e gostado do meu trabalho, já respondendo à sua pergunta, eu tenho procurado usar o máximo de detalhes possível. Desde cores, visual, e reforçar essa sensibilidade que eu usei no mangá durante todo esse tempo. Quero que as pessoas, ao assistirem, vejam como eu tenho imaginado todas as cenas na minha cabeça, com toda essa magia, é isso que eu quero proporcionar.
‘’Olá, me chamo Yumi e eu sou fã do seu trabalho faz um tempinho. Eu andei pesquisando sobre você e li que você passou algumas dificuldades na escola, como você superou e se tornou uma grande autor? Eu amo você! ~~’’
— Eu fico muito feliz com esse carinho, muito obrigado Yumi. É… A escola foi usa fase dolorida em que eu sofri bastante. Infelizmente, eu ainda guardo bastante mágoa desse tempo e desenhar se tornou uma fuga, eu passei a transformar minhas memórias ruins em coisas boas. Eu queria deixar algo para inspirar pessoas, porque eu sei que existem outros garotos que sofrem as mesmas coisas que eu sofria, bullying é algo sério, então espero que eles se inspirem e não fiquem calados, procurem ajuda.
‘’Kenzo, todos aqui concordamos da sua obra ser maravilhosa e dos traços serem únicos, mas foi bom ter se tornado um mangaká importante com pouquíssima idade? Há uma cobrança maior? ‘’
— Eu acredito que independente da idade, lidar com fama é algo que exige responsabilidade. Eu não sou famoso, eu não me considero isso, eu sou só um garoto que gosta de desenhar e escrever, eu andei pelo evento inteiro atrás de miniaturas para completar minha coleção da Sailor Moon, então… Eu sou igual aos jovens que estão aqui me ouvindo. Eu trabalho com o que eu amo, estudo o que eu amo, estou totalmente feliz com o que eu sou hoje em dia e pretendo melhorar ainda mais. A cobrança sempre vai ser muito forte, afinal, querendo ou não, eu trabalho com público, então sim, a cobrança é grande, mas acho que para qualquer mangaká à maior cobrança não é da empresa, somos nós mesmos que queremos deixar tudo perfeito.
‘’Kenzo, voltando a questão da sua fase escolar ter sido difícil, como foi que você superou isso tudo? E o que realmente aconteceu? Você nunca quis falar sobre isso… Poderia nos contar?’’
— Bom, eu sempre fui muito quieto e muito calado, então muitos garotos mais velhos me agrediam porque eu, sozinho, não era capaz de me defender, eu tinha muito medo. Eram xingamentos, às vezes até agressões físicas mesmo, isso me magoava muito e não era só dor física, era uma dor psicológica porque eu cresci tendo medo e não me sentindo alguém importante. Até hoje eu não me sinto tão importante, mas… Ao menos eu tenho meu trabalho e eu superei tudo isso focando inteiramente nele. Eu gosto de trabalhar, desenhar e escrever, me faz muito feliz e eu acabo transformando todas essas lembranças ruins em desenhos bons, que façam outras pessoas felizes.
‘’Mundo um pouco de assunto, você é muito comparado à Hayao Myiazaki, um grande diretor e responsável por grandes animações. Como você se sente sendo um dos maiores autores aclamado pela nova geração?’’
— Para mim é uma honra ser comparado à ele, já que eu inspiro muito nele, inclusive os traços mais reais no anime, eu valorizo muito os tons de realidade nos traços, mas também gosto de histórias profundas. É assim que eu quero ser lembrado, como alguém que sempre foi dedicado em seu trabalho e que tentar ser gentil e passar as emoções que sente. Espero que possam sempre sentir o que eu sinto quando escrevo. Ficaria muito feliz.
A entrevista acaba e Yuri agradece pela presença de todos. Foi até mais fácil do que pareceu. O mundo fora de seus quadrinhos parece ser legal, com fãs e pessoas que o entendem, gostam dele da forma que ele é. Yuri levantou-se, saiu do lugar que estava e deu ‘’tchauzinho’’ para as câmeras. Ele estava radiante pelo seu trabalho ser tão reconhecido em seu país. Antes de ir, ele apenas disse as seguintes palavras: ‘’— Espero que gostem muito do filme, estou aguardando o aval de vocês! Se este projeto der certo, estaremos vindo com muitos outros. Deem amor à 5 Centimeters Per Second, foi feito com muito amor e carinho. Muito obrigado!’’
My favorite small man, Taeil 💕 (x)
Bold what applies to your muse.
Yuri Kenzo PLACE IN SOCIETY
Financial: Wealthy / moderate / poor / in poverty
Medical: Fit / moderate / sickly / disabled / disadvantaged
Class or caste: Upper / middle / working / slave / Unsure
Education: Qualified / unqualified / studying
Criminal record: yes, for major crimes / yes, for minor crimes / no (yet)
FAMILY
Married - happily / Married - unhappily / engaged or betrothed / partnered / single / divorced / separated
Has a child or children / has no children / wants children
Close with sibling(s) / Not close with sibling(s) / Has no siblings
Orphaned / adopted / disowned / raised by birth parents
TRAITS + TENDENCIES
Extroverted / Introverted / in between
Disorganised / Organised / in between
Close minded / Open minded / in between
Calm / Anxious / in between
Disagreeable / Agreeable / in between
Cautious / Reckless / in between
Patient / impatient / in between
Outspoken / Reserved / in between
Leader / follower / in between
Empathetic / Unempathetic / in between
Optimistic / pessimistic / in between
Traditional / modern / in between
Hard working / lazy / in between
Cultured / un-cultured / in between / unknown
Loyal / disloyal / unknown (depends on who it is)
Faithful / unfaithful / unknown (depends on to what)
BELIEFS:
Monotheist / polytheist / atheist / agnostic
Belief in ghosts or spirits: yes / no / don’t know / don’t care
Belief in an afterlife: yes / no / don’t know / don’t care
Belief in reincarnation: yes / no / don’t know / don’t care
Belief in aliens: yes / no / don’t know / don’t care
Religious: orthodox / liberal / in between / not religious
Philosophical: yes / no
OPINIONS
Pro-suicide / anti-suicide / doesn’t know or on the fence
Pro-euthanasia / anti-euthanasia / doesn’t know or on the fence
Pro-choice / anti-abortion / doesn’t know or on the fence
Pro-marriage / anti-marriage / doesn’t know or on the fence
Pro-death penalty / anti-death penalty / doesn’t know or on the fence
Pro-drug legislation / anti-drug legislation / doesn’t know or on the fence
SEXUALITY + ROMANTIC INCLINATION
Allosexual / Asexual
Alloromantic / Aromantic
Sex repulsed / sex neutral / sex favourable
Romance repulsed / romance neutral / romance favourable
Sexually: adventurous / experienced / naive / inexperienced / curious
Potential sexual partners: male / female / agender / other / none / all
Potential romantic partners: male / female / agender / other / none / all
ABILITIES
Combat skills: excellent / good / moderate / poor / none
Literacy skills: excellent / good / moderate / poor / none
Artistic skills: excellent / good / moderate / poor / none
Technical skills: excellent / good / moderate / poor / none
HABITS
Drinking alcohol: never / sometimes / frequently / to excess
Smoking: never / sometimes / frequently / to excess
Other narcotics: never / sometimes / frequently / to excess
Medicinal drugs: never / sometimes / frequently / to excess
Indulgent food: never / sometimes / frequently / to excess
Splurge spending: never / sometimes / frequently / to excess
Gambling: never / sometimes / frequently / to excess