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Os dedos de Bana apertaram-se com mais força contra o quadril alheio ao sentir os movimentos que a outra fazia contra seu corpo, cerrando os dentes para impedir que os sons que subiam por sua garganta fossem liberados. O olhar seguiu os movimentos das mãos de Malu, acompanhando-as enquanto estas desciam por seu corpo. Franziu levemente o cenho ao ouvir as palavras da garota, e estava prestes a questionar quando observou-a se ajoelhar, o que fez Bana soltar um riso rouco que viera carregado de malícia. Umedeceu os lábios ao que a morena se livrava de seus jeans, encarando-a pelos primeiros segundos, mas deixando que as pálpebras se fechassem assim que os movimentos se iniciaram. Um arfar pesado roubou seu fôlego ao que sentia a ereção ser trabalhada por Prado, os dedos instintivamente se alojando por entre os cabelos da morena e fechando-se contra os fios, enquanto Bana soltava um gemido arrastado e rouco.









