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@gabriganoona
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Querendo ser eu mesma genuinamente
Muita coisa que eu acabo escrevendo aqui no Tumblr acaba saindo de algum tweet aleatório (ou não) meu, ou de alguma ideia que eu quis tuitar, mas não tuitei porque era extensa demais. Hoje. não poderia ser diferente.
Apesar de estar morrendo de sono, já faz uns dias que eu quero botar algumas dessas palavras para fora da minha cabeça; não só porquê para clarear a mente, mas para ver meus pensamentos e organizá-los melhor.
Recentemente, graças à um colega de Facebook, eu me deparei com a famosa Black do Pearl Jam no YouTube e, dentre os vídeos sugeridos na lateral, estava o clipe de uma das minhas músicas favoritas da banda: Even Flow.
Eu gosto de Pearl Jam há muito tempo, mas nunca tive uma relação muito próxima à banda; eu era mais uma admiradora do que uma fã. Redescobrir a banda recentemente está me transformando numa fã, porque estou entrando em contato com os bastidores de PJ e, principalmente, de Eddie Vedder, meu mais novo bias hahaha como eu amo importar nomenclaturas capopeiras para outros contextos hahaha por causa de sua voz, sua presença e ideias políticas (como ele fazer parte do movimento pro choice, por exemplo).
De todos os meus bias hahaha gente essa importação é engraçada e boba ao mesmo tempo, como pode hahaha, o Eddie é o único que se encaixa perfeitamente na minha definição de “homem dos sonhos”, tanto de aparência quanto de personalidade.
É, Uruha, essa você perdeu, amor, e acho que seu pedestal será passado para outra pessoa... como as coisas mudam, né. E nem posso colocar o Crash aqui porque eu não conheço muito da personalidade dele além de que eu e ele temos os mesmos gostos em praticamente tudo. Mas, enfim, essa observação está começando a ficar irrelevante.
Parece uma informação irrelevante aqui (a que não está rabiscada, ok?), mas, acreditem, não é.
Ver o Eddie novinho daquele jeito, praticamente na minha idade (ele era mais velho que eu sou agora, mas enfim), despertou não só o meu lado fangirl (que eu sempre tive e sempre terei; já aceitei essa minha realidade u___u’ ), mas algo a mais que eu não soube explicar muito bem na hora.
Junto com a fangirlzice toda, cresceu uma força dentro de mim que me fez querer parar de sentir vergonha de mim mesma, das coisas em mim que me desagradam gratuitamente, tipo ser uma fangirl.
Não é algo criminoso, nem machuca ninguém, então, pra quê a vergonha?
E não bastando isso, essa força se manifestou em fazer com que eu queira dar a minha cara à tapa por aí mostrando aos outros quem eu sou de verdade; sem máscaras; sem querer agradar por agradar; sem ser alguém que eu não sou originalmente.
Em resumo, ser genuinamente eu mesma.
Acho que é minha lua em Sagitário gritando dentro de mim, mas enfim
Fazia muito, mas MUITO tempo que eu tenho um sentimento parecido com esse. E digo parecido porque eu nunca senti isso antes (não estou exagerando).
Ultimamente, estou sofrendo uma crise de identidade que, normalmente, quem sofre é adolescente. Por alguma razão, talvez por eu ter sido quase 100% isolada numa fase crucial da adolescência, eu acabei me definindo e me identificando com coisas que eu gosto, fatores externos. Porém, conheci recentemente alguém que é EXATAMENTE como eu nessa área: gostamos EXATAMENTE das mesmas coisas, no mesmo período, dentre muitas coincidências assustadoras; é como se eu tivesse uma cópia de mim mesma.
Querer entrar em contato comigo mesma, identificar-me e não me envergonhar de quem sou é um puta de um respiro fresco no meio de tanta turbulência na minha crise de identidade.
Não, eu ainda não tenho comigo mesma a resposta da grande pergunta “quem eu sou”, e talvez eu só tenha essa resposta ao final da minha vida. Porém, tenho ao menos ideias do que quero fazer ou não.
São coisas simples, e podem até ser fúteis, mas que, querendo ou não, fazem parte do básico que constituem a identidade de alguém. Sim, estou falando de aparência física, algo que sempre me deu dor de cabeça.
Quero colorir meu cabelo; usar piercing; fazer tatuagens; ir a mais shows de rock; ir a mais bares de rock; usar mais roupas que expressem quem eu sou, e não apenas as que são convenientemente confortáveis. E tudo isso sem medo de ser julgada mal; sem medo de eu mesma me julgar mal.
É engraçado também essa epifania será que posso chamar essa situação toda disso? vir justo de uma banda de rock. Eu sempre gostei de rock e sempre me identifiquei como uma roqueira, mas nunca me assumi como tal com todas as letras porque eu me achava “poser”, “princesinha/patricinha demais para ser roqueira” (tanto que, até hoje, roqueiros em geral me intimidam); ah, que esses esteriótipos de merda vão para a pqp!
Sim, são coisas comuns de adolescentes fazerem, eu sei. E são coisas que eu não fiz quando fui adolescente. Minha adolescência foi a minha fase mais adulta até hoje, porque eu não me permiti experimentar e me descobrir; eu me reprimi ao máximo, e transferia a frustração que isso gerava para o exterior, como buscar conforto nos meus gostos e apoiar minha identidade neles.
Eu não sou o que eu gosto. Meus gostos me influenciam, mas não me definem.
Acho que cheguei à fase da minha vida onde eu vou me conhecer melhor; finalmente, vou poder viver minha adolescência, com a vantagem de já ser adulta e ter mais maturidade para evitar desastres.
Eu quero e preciso me permitir a ser eu mesma e viver mais.
Engraçado como um simples clipe me fez refletir tanto... Eu briso muito vendo clipes, mas essas brisas sempre acabam em reflexões bacanas.
I’d like to thank not only god but also jesus
you’re going too close, baby
Não sou exatamente uma shipper de JunHan, mas... Gente, que sedução foi essa?!
i am me.
Ah, Jackson *-*
the humble guy who is always appreciative of the people around him, this is wang jiaer ❤️
Mais um motivo para continuar amando sempre o Jackson
Uma reflexão sobre debate, empatia e politicamente correto
Esses dias, o seguinte vídeo do jornalista fictício Jonathan Pie apareceu na minha timeline no Facebook (legendado em português e com alguns cortes quando ele fala sobre as ações de Hilary Clinton):
Além de ter me lembrado de um vídeo antigo do Pirula sobre "Politicamente correto, anti-militância e o efeito mola", o que mais me chamou atenção nesse vídeo, e quero destacar aqui, é o ponto onde Jonathan diz que "a esquerda é responsável pela vitória de Trump". Responsável como, se ela é a oposição do quê Trump defende? Basicamente, por sua arrogância e, ironicamente, falta de empatia com a direita.
Arrogância porque muitos militantes da esquerda, num debate (normalmente, nos comentários do Facebook ou do YouTube), respondem os argumentos dos outros (independente de estarem certos ou errados) com a velha resposta "vai estudar [insira aqui o tema desejado]". Onde diabos isso é um debate?! Aliás, onde diabos isso é um argumento?! Chamar o outro de burro (porque é isso que "mandá-lo estudar" significa) não faz de você mais inteligente ou expert em determinado assunto.
Claro que isso não é exclusivo da esquerda, nem da direita; todo mundo faz isso.
Essa arrogância só contribui para empobrecer um debate e ajudá-lo a chegar à lugar nenhum. Porque é isso que acontece: ficamos estagnados, e questões importantes não são realmente discutidas, muito menos solucionadas.
Estagnar nos prejudica. Precisamos estar em movimento para progredir. Os momentos em que a humanidade mais progrediu foram aqueles onde as pessoas discutiam mais, debatiam mais, trocavam mais conhecimento. Porque, honestamente, debates não deveriam ser vistos como disputas entre egos discordantes onde um é vencedor, mas sim uma troca de conhecimento e informação em prol de solucionar um problema que afeta todo mundo.
Sim, afeta TODO MUNDO.
A crise econômica não prejudica apenas os mais pobres, apesar deles serem os mais vulneráveis de todos; afeta a mim, minha família, meus vizinhos, minhas amigas. O mesmo vale para o racismo, machismo, homofobia, e tantos outros problemas que temos impregnados nas nossas vidas desde sempre (a única diferença é a intensidade que cada um sente; óbvio que os mais vulneráveis vão sofrer mais).
Mas debate parece mais uma disputa entre certo e errado, definições muito mutantes porque dependem do ponto de vista de cada um. Uma disputa de egos que não buscam resolver problemas, e sim mostrar que "eu sou melhor que você".
Eu, honestamente, não consigo ver um saldo positivo em agir assim. O saldo positivo é ver que isso não leva a lugar algum e precisa ser modificado.
Somada à essa arrogância, existe a falta de empatia. Isso é extremamente irônico se levarmos em consideração que é a própria esquerda que mais defende a empatia (no caso, para com os grupos oprimidos). A empatia existe para que você entenda como o outro se sente, e isso vale sim para o grupo dos opressores também.
Novamente, isso também não é exclusivo da esquerda; muitas pessoas, independente de vertente política, religiosa, etc, não praticam empatia.
Eu poderia vir aqui com um discurso gigantesco sobre como as pessoas desse grupo opressor também são seres humanos e blablablá, MAS eu deixo apenas a seguinte questão: se você quer solucionar um problema, por quê você só ouve PARTE das pessoas envolvidas nesse problema? Afinal, todo problema cria vítimas assim como cria benefícios; nada é 100%.
Acredito que as vítimas devem ter um destaque maior nessas resoluções, afinal, são elas que sofrem. Mas calar os beneficiados (1) não soluciona 100% do problema e cria outro, na verdade, e (2) afasta os beneficiados de ajudarem nessa solução.
Vivemos em sociedade. Vivemos constantemente em um trabalho em grupo. Como podemos ter um bom trabalho se o grupo não trabalha junto?
Apontar o dedo na cara dos outros chamando-os de "machistas", "homofóbicos", "racistas", "malvados", "opressores", etc., é justamente uma total falta de empatia, por mais que determinado indivíduo tenha ações machistas, homofóbicas, racistas, etc.
Por quê é errado ser machista/racista/etc.? A resposta pode parecer ridiculamente óbvia para mim e para quem concorda comigo, mas não é óbvia para aqueles que discordam de nós. Eu ainda não conheci ninguém que aponta essas acusações nos outros procurando explicar porquê tais ações são prejudiciais.
Criar rótulos, nesse contexto, não simplificam a questão, mas nos faz ignorar o real problema.
Chamar pessoa X de machista não vai salvar as vítimas de estupro. Chamar pessoa Y de racista não vai impedir que mais um negro seja morto.
ROTULAR NÃO RESOLVE NOSSOS PROBLEMAS!
Pior: rotular cria um problema novo! Essa ação afasta aqueles que são rotulados.
Por mais que eu seja mestiça, sou vista socialmente como branca e, mesmo não sendo muito ativa, apoio movimentos que defendam igualdade racial, só pra ver em um vídeo de uma feminista negra dizendo que ela "ri diante do choro de brancos". Se isso não é discurso de ódio, eu gostaria que alguém me explicasse o que é, então.
Aliás, o vídeo fala superficialmente sobre Apropriação Cultural: é mais um guia óbvio-para-quem-faz-parte-do-movimento, com direito à muito discurso de ódio, do que um vídeo realmente explicativo (se ela chegar a ler isto aqui, aposto que vai estar rindo das minhas "lágrimas", não é? haha).
Esses discursos de ódio contra brancos não me faz mudar de ideia em relação ao meu apoio à igualdade racial (na verdade, acho que nada vai mudar isso: todos somos iguais e ponto). Mas nem todo mundo é assim, não é mesmo? Muita gente que recebe um tapa na cara estando de braços abertos resolve dar as costas e, dependendo da intensidade do tapa, começa a bater de volta.
Nesse exemplo de racismo, só vamos continuar tendo uma guerra desnecessária e os reais problemas não serão resolvidos.
Parabéns, militantes que só propagam discurso de ódio. Vocês estão ajudando muito na causa que defendem.
Isso vale também para Feminismo, Veganismo, enfim, é aplicável à qualquer ação cujo âmago é destruir o status quo. Mas as ações de boa parte desses grupos só estão levando à inversão do status quo.
Boa parte SIM, pelo menos na internet dos EUA, porque se todo mundo desses grupos militantes e ativistas fossem menos arrogantes e tivessem mais empatia pelos seus oponentes, alguém como o Trump não teria sido eleito.
O problema não é o politicamente correto (eu particularmente o chamo de bom senso, mas nem todo mundo faz essa associação), mas sim como ele está sendo "ensinado". E coloca aspas porque não estamos ensinando os outros a terem bom senso serem politicamente corretos; estamos FORÇANDO os outros a engolirem o que ditamos ser certo e errado, e, se formos questionados, reagimos de forma agressiva!
Acho que, finalmente, entendi o quê tantos coxinhas queriam dizer com "ditadura do politicamente correto": ninguém que discorda pode dar sua opinião sem ser linchado!
QUANDO alguém vai mudar de ideia e concordar com você depois de você ter linchado essa pessoa? Seja de forma verbal ou física, linchamento é linchamento.
Para os mais radicais que possam ter entendido isto aqui errado: não é para passar a mão na cabeça de todo mundo dizendo "pobrezinho, você está certo, tadinho". NÃO! Estou dizendo que precisamos estar abertos ao quê os outros tem a dizer e deixarmos nossos egos de lado.
Se discordamos, vamos EXPLICAR os motivos da discordância e PERSUADIR o outro a concordar conosco; vamos trocar conhecimento em prol de achar a melhor solução possível para todo mundo. Se o argumento do outro é válido, vamos nos dar o DIREITO de estarmos errados; errar é humano!
Apenas deixando documentado aqui neste Tumblr o fanservice lindo deste MV.
Faltou meu JiHan, mas teve SeungCheol, então, eu tô de boas xD
Obrigada, Seventeen.
GOT7 is releasing a new mini album in Japan on 11/16
person: that’s very nice!
me: ha ha sick 아주 NICE™ reference bro : )
The concept is about feminism, to remind women that they should be confident to do things on their own and cherish their own quality. Everybody will realize, in the process of their growth, that self-confidence is very important. So I encourage fans, especially women, to be proud of their achievements, to escape the confines of patriarchy, and not to be dependent on others.
Jolin Tsai on the feminist aspect of her album PLAY (via caiyilin)
DON’T PLAY BITCH.
The GIF represents me when I listen to that Jolin’s song, hahaha
I’m like that now, btw, lol
like and credits to artangerls if you use;
PLAY World Tour Atlantic City, 2nd day (March 27th)
wow her team did a terrible fucking job promoting this, I could have been there and haven’t seen a single notification it was happening
Jolin’s concerts outside of Asia are unfortunately only targeting Chinese people who study there/people of Chinese descent. Marketing is mostly done by fanclubs and the organizer’s Weibo/Facebook, and in Chinese only…
So basically if you don’t follow any of her fanclubs/fansites (including me for that matter since I posted about it on Feb. 7th), you’re screwed :/
I actually went to see her in London in 2012 (I actually won the tickets through a competition lol) but anyways that’s not the point, my sister lives in London and before Jolin’s London concert, her concert was like the first full page spread advertisement on the London newspaper … My sister was like wow that’s impressive…so yeah, she deffo did advertising for her London 2012 one so idk what happened from there haha
One more thing I wanna do before I die: go to Jolin Tsai’s concert; just by the pictures, I’m like “This must be amazing live! *O* ”
Jolin Tsai, a Taiwanese singer, dressed as Judy Hopps from Zootopia!
So cute!! That’s a good custom!!
So cute *-*
Jolin is making her dubbing debut with Disney’s animation movie 動物方城市 Zootopia!
She will be the voice of the main character, Lt. Judy Hopps.
OMFG, I DIDN’T KNOW THAT!
Zootopia is one of my favorite Disney movies of this new Disney Era, and Jolin dubbed it?!
I NEED to watch it in Chinese, for God’s sake! *O*
Eu falei que Chuck seria promovida com Pretty U, não falei? HA!
Cuidado, a menina aqui deu alok
Gente, que medo deles performando Chuck no meio daquela chuva; e o Jisoo escorregou feio, tadinho ;-;
Mas parece que ele só escorregou e não caiu; a apresentação continuou e ele pareceu bem, né. Espero que ele esteja bem e que aquilo tenha sido só um susto mesmo.
Enfim...
Tó amando essas coreografias novas, meu Jisoos; Performance Team tá, como sempre, de parabéns!