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This man…
I know it’s old news but… I just need to post it
SWEET MOTHER OF GODS HAVE MERCY ON MY SOUL
Virgil Van Dijk ❤️🔥🫀
look at his hair colour...is it natural? Deep brown...like his eyes?
Sometimes I just say things
miga outro plot pro nosso virgil delícia, depois da fic dele papai preciso disso. em que ele é a pp já tem a filinha mais velha e ela pede um irmãozinho, e eles começam a tentar 😈😈
───── FATHER FIGURE
⊹ ࣪ ˖ ໒꒱ᵎᵎavisos:smut, breeding kink, unprotected sex, apelidos, oral (fem!), after care, messy sex e....anal (i'm so sorry)
Notas:eu realmente não sei oq aconteceu aqui....nunca pensei que iria escrever algo ass
O cheiro de bacon preenchia toda a cozinha enquanto você servia num pratinho, com moranguinhos decorando o fundo, as frutas cortadas em pequenos pedaços pra sua filha, que estava sentada em cima do balcão, esperando pacientemente, as perninhas balançando no ritmo que cantarolava uma música inventada, já vestida pra creche.
Você entrega o talher nas mãozinhas dela e espera que ela te dê um sorriso de aprovação, os olhos iguais ao do pai, ficando menores à medida que a suas covinhas afundavam nas bochechas gordinhas, mérito seu.
Os três estavam seguindo com a nova rotina normalmente, agora que Cecília tinha idade pra frequentar uma escolinha vocês não hesitaram em fazer a matrícula o quanto antes, evitando possíveis dores de cabeça no futuro por causa da adaptação, todos os dias voltando com uma história nova de como a professora dela é doce e como uma coleguinha que senta ao lado é meio burra. A sinceridade também é mérito seu.
Então agora, de segunda a sexta vocês se arrumam bem cedo, tomam café da manhã, quase sempre preparado por Virgil, seguindo pra creche e logo depois pro centro de treinamento, onde você passa mais tarde depois de ficar o dia inteiro aproveitando os prazeres de ser casada com um jogador bem sucedido, indo pra academia e trabalhando quando lhe convém.
Tinha algo de diferente nessa manhã, Cecília parecia mais quietinha e pensativa, olhando pra um ponto fixo enquanto enrolava os dedos uns nos outros, como se criando coragem pra falar alguma coisa, incomum pra uma criança que dizia tudo o que vinha à sua cabeça.
Você terminava de comer os últimos pedaços do seu omelete quando a vozinha dela rompeu o silêncio, tomando a atenção dos dois.
"Mamãe, eu queria tanto uma irmãzinha, não dá 'pra brincar de princesa sozinha... Vocês não podem fazer uma pra mim?", seguido de um engasgo seu e uma risada alta de Virgil, ela olha confusa pros dois, os olhinhos piscando tentando entender o motivo da graça, as bochechas ficando coradas, o dedinhos brincando com a barra do vestido, esperando que vocês respondam que sim.
Ele finalmente para de rir, dando uma pausa pra recuperar o fôlego, olhando com uma seriedade fingida pra Cecília, segurando as mãos dela que desapareciam nas suas, falando baixinho como se um segredo só dos dois.
"Papai te promete que a gente vai tentar, não vamos descansar até conseguir", seguido por um estalo do seu tapinha nas costas dele, balançando a cabeça em negação, um sorriso bobo se curvando nos seus lábios, realmente se divertindo com a situação.
"Tá bom, papai", Cecília assentiu rapidamente, os cachinhos balançando enquanto estendia os braços pra ser levada ao chão, completamente satisfeita com a resposta do pai, dando pulinhos até a porta da frente com uma mochila maior do que ela nas costas.
Vocês se entreolham enquanto você finge um semblante decepcionado, os olhos se estreitando enquanto balança a cabeça.
"Não vamos descansar até conseguir, né?", você cruza os braços, se apoiando na bancada.
"Sabe, nesse final de semana Cecília vai estar na casa da sua irmã, por que não tentar?", ele levanta os ombros, se aproximando de você com aquele sorriso idiota e convencido, os braços grandes envolvendo a sua cintura e te trazendo pra perto, a mão descendo até a sua bunda, onde deposita um aperto forte, te fazendo morder levemente o lábio, o queixo levantado, concentrada nele, assistindo o seu olhar ficar mais escuro a medida que sua respiração se torna ofegante.
Ele sempre tem esse efeito sobre você, embaralhando as palavras na sua cabeça, te deixando confusa só com o toque e cheiro dele.
Ele deixa um beijo molhado na curva do seu pescoço, os dedos se infiltrando por debaixo do seu top de academia, sentindo você se arrepiar em suas mãos, os dedos quentes envolvendo um dos seus peitos, inclinando a cabeça pro lado, rindo da sua sensibilidade.
"Você fica gostosa 'pra caralho assim, sabia disso?", você ficou paralisada, sentindo o rubor subir do seu pescoço até as suas bochechas e orelhas, fazendo que sim com a cabeça, tirando uma risadinha dele.
"Vamos, a gente não pode se atrasar", ele te deixa ali, com o peito subindo e descendo naquela respiração irregular, os nós dos dedos brancos com a força com que se segura no mármore branco da bancada.
Ele é convencido pra caralho.
O resto da semana se desenvolveu tranquilamente pra ele, já pra você, cada contato com Virgil parecia uma tortura, uma antecipação do que viria a acontecer naquele sábado, a ansiedade queimando no seu estômago e o seu ventre se contraindo com seus pensamentos.
Seu corpo ficava quente com cada toque que ele te dava, cada olhar demorado no seu corpo fazendo arrepios percorrerem a sua espinha, ele fazia isso de propósito, te preparando pro momento em que você poderia ser dele sem limitações. Sem uma garotinha muito agitada acordando várias vezes durante a noite, a alguns cômodos de distância.
O sábado finalmente chegou, e com ele, mais uma tonelada de expectativa acumulada, o silêncio prevalece dentro do carro o caminho inteiro até a casa de vocês depois de deixar Cecília na casa da sua irmã. Aquela promessa silenciosa deixando seu coração inquieto, como se fosse a primeira transa dos dois, o clima parecido com o do primeiro encontro de vocês, em que ele te levou pra um restaurante com pratos que valiam um mês de trabalho seu, o dia em que ele disse que você seria dele, sua mulher.
E agora aqui está você, sendo a mulher dele.
Ele segura seu rosto com uma das mãos grandes, o calor das suas digitais contrastando com o toque gelado da aliança na sua bochecha, a respiração contra o seu rosto, te trazendo pra perto, os lábios se tocando, sorrindo com a maneira que você fecha os olhos esperando que ele te beije.
Você sente sua extensão se arrastar pela sua fenda uma, três vezes, espalhando a sua lubrificação por toda a sua buceta, a ponta do seu pau vazando aquele líquido brilhante e quente.
Seu corpo se contrai e você aperta os olhos já fechados, mordendo os lábios com força sentindo aquele calor quente se espalhando por todos os lugares certos, os lábios entreabertos tentando respirar normalmente.
Ele segura o seu rosto com mais força, os dedos afundando na carne macia das suas bochechas, te forçando a abrir os olhos e encará-lo.
"Olha 'pra mim meu amor, eu preciso que você me olhe quando eu começar a te foder, 'tá bem?", você assente obedientemente, pequenos soluços no seu peito.
Ele desliza pra dentro de você com facilidade, você está encharcada, cada centímetro te abrindo docemente, chegando ao seu fundo antes mesmo que você possa processar.
Vocês se olham por um instante como se fosse realmente a primeira vez que ele estava dentro de você, as expressões supresas como se não soubessem que poderia ser tão gostoso.
Com Virgil sempre foi tão fácil e bom.
Ele acerta seu ponto G com estocadas profundas, seu pau encaixado da maneira certa dentro de você, fazendo seus olhos revirarem atrás das pálpebras, os cílios longos tremulando conforme o prazer aumenta no seu ventre, cada parte sua completamente dele.
Ele enterra o rosto no seu pescoço e afunda os caninos profundamente na sua carne macia, como se precisasse disso pra não se perder.
Os movimentos fortes fazendo seu corpo ser impulsionado nos lençóis. Tudo parece distante agora, os sons molhados dele contra você, o cheiro de sexo no quarto e os baques surdos da cabeceira da cama contra a parede, tudo guardado em um lugar específico do seu cérebro enquanto esse prazer quente te inunda, os dedos dos pés se curvando e a coluna arqueando em êxtase.
Ele levanta o seu corpo grande centímetros mais acima de você, fazendo com que a base do seu pau tenha mais fricção com o seu clitóris negligenciado, você não tem certeza se sussurra ou grita o nome dele, mas ele te ouve, deixando o seu pescoço pra te beijar, um beijo bagunçado, molhado e meio sem sentido, ele tenta absorver tudo o que você pode dar, te entregando a atenção que você precisa.
Sua visão fica turva e escura, o sentindo se despejar no seu interior, te preenchendo calorosamente, te deixando cheinha dele.
O seu corpo está suado e pegajoso contra o dele, lágrimas de prazer escorrendo pelas suas bochechas e pernas, seu interior se contraindo incessantemente, apertando ele tão forte que seu pau sai pra fora.
Ele separa mais as suas pernas, você sente a sua porra escorrendo da sua buceta até seu outro buraco, a cabeça confusa pendendo pra trás, o lábio inferior tremendo levemente enquanto o sente se encaixar sobre aquele lugar.
Uma risada abafada dele faz seus pelos se arrepiarem, os músculos das coxas impossivelmente tensionados quando ele te vira de bruços, seu peso não parece nada pra ele, te posicionando da maneira que lhe vem à cabeça, sua ansiedade lânguida enquanto você espera o seu próximo passo.
Ele parece mudar de ideia, levantando seus quadris do colchão, fazendo com que sua bunda fique erguida, encostada na virilha dele.
Virgil coleta um pouco do seu gozo e enfia de volta pra dentro da sua buceta cansada, os dedos grossos te abrindo de forma crua enquanto ele admira a bagunça que fez dentro de você, o indicador descansando no seu clitóris pulsante.
Lubrifica a cabeça do pau com o próprio sêmen, e demora tanto para se encaixar que seu corpo já está molinho de novo, tremendo, agarrando os lençóis na esperança de conseguir acomodá-lo.
"Caralho, olha só isso. Você foi feita para eu te comer, né?Pra carregar os meus filhos", ele se encaixa e seu corpo trava, os ar escapando do seus pulmões enquanto ele acaricia o ponto onde seu pau força a entrada, soltando um grunhido rouco e surpreso que vibra pelas suas costelas, essa sensação nova preenchendo todo o seu corpo.
Ele é grande, demais até pra sua buceta então não faria sentido esperar que ele se encaixe aqui da maneira que está, a cabeça afundando docemente no seu interior.
"Tudo bem, meu amor?", ele afasta os fios de cabelo colados contra a sua testa, o rosto virado pra ele, o suor escorrendo entre o vale dos seus peitos. Você faz que sim com um gemido baixinho e sem fôlego.
"Continua, por favor", com o seu pedido ele mete talvez mais uma fração de centímetro mais fundo, é tão apertado e quente.
Ele precisa de um segundo pra respirar e tentar pensar direito por um instante.
Se movimenta em estocadas curtas, seu interior mais apertado a cada movimento, ele xinga baixinho, tentando chegar até a base do seu pau grosso, agarrando os seus quadris pra se firmar de alguma forma.
Ele não entra nem a metade, mas é o suficiente pra você se sentir transbordando, as pernas tremendo e se fechando incontrolavelmente.
Virgil aperta e abre carinhosamente a sua bunda, tentando te deixar mais maleável, tentando fazê-lo caber nesse buraquinho, os espasmos tomam seu corpo, e você soluça, engasgada com seu próprio prazer.
Ele te parabeniza por ser tão perfeita, por ser uma garota tão boa e gostosa, por ser dele, levantando seu rosto do colchão pra te dar beijos quentes no topo da sua bochecha e cabelo, os movimentos suaves contrastando com a maneira que ele te come. Te acalmando.
Suas pernas bem abertas sobre a cama, os tecidos embaixo de você molhados com a mistura do seu gozo e o dele. Consegue sentir o seu olhar em você, analisando, memorizando, te deixando corada e sensível embaixo dele, você está prestes a romper o silêncio, pedir que ele pare quando de repente seus dedos estão lá, movimentos preguiçosos cobrindo seu clitóris inchado, deixando mordidas doloridas entre a seu pescoço e clavícula. Te fazendo morder os lábios pra descontar a dor.
E então você goza de novo, se sentindo fora de órbita, sensível a tudo e qualquer coisa que ele te faça, mas ele não te toca mais, espera e assiste você se despedaçar sobre o seu toque, olhando seu corpo se contrair e expandir ritmicamente, absorvendo de forma crua cada onda do próprio orgasmo, gozando de novo dentro de você.
É tudo tão intenso, um misto de texturas e gostos, te deixando incrivelmente satisfeita e completa, de uma forma que só os dois podem proporcionar um ao outro, essa vibração quente reverberando por todo seu corpo cansado e brilhante.
Ele se retira do seu interior, você sorri pra si mesma com seu cuidado exagerado, a maneira como te deita na cama e deixa o corpo cair sobre o seu, seu peitos pressionados contra ele, as respirações voltando ao normal, o suor secando naturalmente, te deixando grudenta e mais carente.
Vocês não falam nada por um momento, apenas absorvendo aquele momento, ele passa os braços ao seu redor e te aperta tão forte que você perde o ar, soltando gemidos manhosos e baixinhos pra ele.
"Bom, acho que nós conseguimos...Ou a gente pode tentar de novo e de novo, só 'pra ter certeza, sabe?", vocês dois dão risadinhas bêbadas e sem sentido, os corpos emaranhados e grudentos.
Mesmo que não tenha dado certo, foi uma ótima tentativa.
Notas finais:aí gente....eu sei lá....
I wanted to read this so bad that I google translated it 🙏 it was worth it imo
Richard Wright (and his cigarette) in Chit Chat with Oysters, December 1971.
I wish I was that cigarette
Channeling my excitement for Fall into Elf Rick art :)
Oh my god
Virgil Van Dijk ❤️🔥🫀
今Harajukuにいるんだけど、まさかフィードに出てくるとは😂
I apologize in advance
Sometimes I let inside thoughts out
This photo I found on Pinterest
Richard Wright in Manhattan, New York City, on 15 April 1970. Photo by Thom Lukas.
Extremely hot btw
MY SHIRT IS HERE
i doubt that people post their edits on tumblr out of all apps but i refuse to post this on tiktok so here i go
made this not too long ago and at that time looked better to me but now i find it less than average? im unsure, but i do think its better than most of the things i made in the past
I changed my profile picture
I just love this photo so much
I am trying so fucking hard not to read the Virgil smut while scrolling on the tag, because I want to keep using my imagination and being delusional. I am FIGHTING DEMONS over here