De tudo que podia ter sido, escolhi ser eu!
Mas e agora? O que mais posso ser?
Engolida pela rotina ou mais uma presa na exaustão pela busca incansável de ter mais?
Posso agora ser aquela que busca resultados, que não dorme em nome do sucesso, mas que sucesso? Como posso considerar sucesso o que me faz não ter tempo, o que me faz não ter paz?
Ser eu: aquela que toma um café no final da tarde de uma segunda-feira enquanto ouve Maria Bethânia. Ser eu é perfeito para mim!
Ser eu: ter tempo para ouvir os problemas do meu filho adolescente com calma enquanto ele reclama de ter que arrumar a bagunça do cachorro que ele escolheu ter. Ser eu é incrível para mim!
A minha vida, a minha rotina, meus amores, minha fé! Ser eu é exatamente o que quero ser!
Mas o ser eu já tiveram tantas versões, e terão muitas mais. Essa de hoje é madura, feliz e grata, que pratica espiritualidade sem uma religião e trabalha pela Internet sem preocupações com horários e metas rígidas. De todas as versões que já tive, essa é com certeza minha preferida!
E agora, eu escolhi quem posso ser: serei sempre eu, amando cada versão que nasça, abraçando cada novo ciclo, vivendo em plenitude por ser a minha versão preferida sempre!














