oi danoninho
Danoninho? Não entendi, anon.
RMH
noise dept.
No title available

shark vs the universe
untitled

JVL

Discoholic 🪩

Janaina Medeiros
Misplaced Lens Cap
Cosmic Funnies
NASA
EXPECTATIONS
𓃗

@theartofmadeline
he wasn't even looking at me and he found me
Lint Roller? I Barely Know Her
I'd rather be in outer space 🛸
almost home

No title available
Fai_Ryy

seen from United States
seen from United Arab Emirates
seen from Türkiye

seen from Poland
seen from Iraq

seen from United States
seen from Saudi Arabia
seen from Türkiye

seen from Australia

seen from United States
seen from Israel
seen from Colombia
seen from Bolivia
seen from Brazil
seen from Costa Rica

seen from Mexico

seen from United Kingdom
seen from Morocco
seen from Chile
seen from Bolivia
@h-sawyer
oi danoninho
Danoninho? Não entendi, anon.
Obviously || Adam & Heather
— Prazer, Heather. — falou olhando diretamente para a menina. Adam não era muito observador quando se tratava das pessoas. Ele podia sentir uma formiga se aproximando caso estivesse de sentinela, ou ver algo se movendo há metros de distancia, podia perceber qualquer tipo de coisa perto dele, mas não conseguia saber quando uma pessoas estava triste, feliz ou desconfortável.Â
— Não tem problema usar o alvo. — falou dando de ombros. — Eu sou instrutor de arco e flecha, por falar nisso.. Se quiser ajuda é só me falar. — completou, sorrindo para a menina e se afastando, deixando o arco no chão, em frente ao próximo alvo e caminhando até ele para montá-lo. Ele não se importava realmente em fazer isso, ainda mais naquele dia. Ele estava calmo e relativamente feliz naquele dia.Â
Heather ouviu o rapaz dizer algo sobre ser instrutor e isso a deixou de certa forma curiosa. Não pensava em sair do acampamento, nem por um segundo pensava naquilo mesmo que Henry pudesse querer, a morena estava aliviada por estar em um lugar seguro. Um lugar que ela podia chamar de lar. Mas por um lado, a filha de Hecate não sabia se gostaria de ser instrutora, talvez não de armas, pelo menos, talvez outra coisa, magia por exemplo. -- Ahn, acho que só estou um pouco distraÃda hoje. -- Falou em resposta, afastando-se um pouco para que ele passasse com o alvo e depois o acompanhando com o olhar. Talvez não fosse uma péssima ideia treinar com outra pessoa de vez em quando, principalmente quando se tratava de um instrutor.
Olhou para os lados rapidamente, mais por impulso, e notou que ainda não havua ninguém por perto. A garoto deu e ombros e pegou outra flecha, a posicionou no arco, apontou a lamina para baixo e começou a caminhar para o local onde ela deveria atirar.
Let's kill tonight || {Caça à Bandeira} || Liana & Caleb & Heather
 Liana já tinha seu estoque de adagas pronto. Haviam duas de cada lado de seu quadril, presas ao seu cinto especial, uma em seu sapato, dentro de sua meia, para reserva, e mais uma que segurava em sua mão com uma firmeza especial, na mão oposta à seu escudo de bronze. Deu os últimos ajustes à sua armadura, e quando ouviu o sino soar, deu um suspiro, colocando seu elmo com o penacho azul. Alguns cachos saÃam pela parte de baixo, mas ela não se importou. Contanto que não atrapalhassem sua visão, estava tudo bem.
 Repassou, mais uma vez, o plano pela sua cabeça, assim como as possibilidades caso o plano não desse certo. Nada poderia sair errado, e seu time parecia ter entendido tudo, apesar de algumas desavenças. Ela só estava preocupada com Caleb, que não havia parecido tão seguro de si, mas a filha de Atena sabia do potencial que ele tinha armazenado, e pretendia que suas provocações, apesar de terem um fundo de verdade, pudessem fazer com que essas habilidades especiais viessem à tona.
 Olhou para seu time, e tomou uma profunda inspiração. Analisou a floresta com olhos atentos, esperando algum ataque iminente. Quando não viu nada, fez sinal para começarem a andar, indo para onde as árvores estavam mais juntas e seria muito difÃcil avistá-los. - Preparados, não é? — sua voz não estava nervosa, assim como a menina. Se sentia confortável com seu plano e a antecipação da batalha, afinal, sua mãe era a deusa da guerra, e Liana tinha sua bênção para os combates, assim como todos os seus irmãos. Ajustou o escudo, confiante em suas habilidades com o mesmo, parecia quase natural aqueles artefatos em sua mão. - Onde acham que a bandeira pode estar? Acho que Gregory iria querer que nós cruzássemos todos os seus obstáculos. - falou calmamente, olhando para seus companheiros e tentando passar-lhes confiança; Eles iriam se sair bem. Tinha certeza.
Caleb teve dificuldade em vestir a armadura, mas finalmente conseguiu. Era desconfortável, mas de uma forma que não parecia atrapalhar os movimentos de luta, pelo que ele via dos seus companheiros que treinavam ali perto. Viu Liana e Heather ao longe e se apressou em acompanhá-la. A filha de Atena já estava entrando na floresta, então ele soube que logo a batalha começaria.Â
Tirou a espada da bainha e entrou na floresta, logo atrás de Liana. Desde que chegara no Acampamento, Caleb nem mesmo pensaram em entrar na floresta um só vez que fosse e agora ele estava indo para uma batalha ali. Respirou fundo e tentou se concentrar, se livrar das lembranças da reunião que tivera mais cedo e focar em se livrar de qualquer um que ameaçasse eles três. Por mais que ele soubesse que as duas meninas eram bem mais treinadas que ele, Caleb se sentia responsável pela segurança das duas, por ser o único menino entre elas. Sabia que era um pensamento tolo, e que ele fora colocado ali justamente por ser menos treinado, mas não conseguia se livrar daquilo.
Quando Liana começou a falar, ele colocou o elmo na cabeça. Achava aquela coisa extremamente desconfortável, e adiou de todo o jeito o momento de ter que colocá-la. Ele não conhecia a floresta e não sabia nada sobre estratégia, então achou melhor ficar calado e apenas acompanhar as duas meninas, atento a qualquer movimento perto deles.Â
A cabeça de Heather não estava realmente ali, não era algo proposital, claro que não, mas pensar em ficar longe do irmão no meio de algo assim a assustava, afinal ele sempre esteve ali para protege-la e agora ela estava adentrando na floresta com dois campistas mais novos. Sabia que Liana era muito bem treinada e que Caleb, mesmo com pouco tempo, havia mostrado bons resultados. Ela não tinha com o que se preocupar, tirando o fato de estar apenas com seu arco, flechas e sua magia.
Segurava o arco com a mão direita e uma aljava cheia de flechas. Uma das flechas estava posicionada ao arco, apontada para baixo, mas bastava um movimento mais a frente e ela poderia atirar em seu alvo, e de preferencia sem errar. Liana estava a sua frente, parecendo confiante diante ao plano e aos dois que estavam com ela. Heather olhou rapidamente para trás vendo Caleb se aproximar. A filha de Hecate não estava exatamente preocupada com os dois, para falar a verdade. Estava mais preocupada se iria ou não conseguir ajuda-los quando a hora chegasse. Na verdade, tudo o que ela queria era que aquilo terminasse logo.
Assentiu ao ouvir a voz da filha de Atena, mesmo sem ter certeza de que ela ouviria. -- Hm, eles não tem nada do lado de lá, certo? Nada além das arvores... -- Comentou num tom pensativo, mas permaneceu assim, pensando. Não em onde estava a bandeira mas em como Henry deveria estar naquele momento Esperou que Caleb passasse por ela, para que ficasse atrás dos dois e pudesse atirar em quem pensasse em se aproximar, ou pelo menos tentar.
Obviously || Adam & Heather
Ele não conseguiu conter um riso baixo que escapou de seus lábios ao ver a menina errar o alvo por conta do susto. — Ah, claro. — respondeu, ainda sorrindo quando a menina falou sobre festas. Adam não podia concordar, ele mesmo adorava festas e concentrações de pessoas e meninas, claro. — Não, tive que fazer uma coisa para QuÃron ontem a noite e quando voltei o anfiteatro estava vazio. — explicou com um dar de ombros.Â
Começou a andar lentamente para perto da menina, sem notar se ela parecia nervosa com aquilo ou não. A garota era realmente bonita e Adam estranhava nunca tê-la visto ali. — Estou. Na verdade, fui eu quer armei esse alvo que você está usando. — respondeu com um tom divertido. — Entrei por alguns segundos para arrumar uma coisa na tenda, foi quando você chegou. — falou sorrindo. Se aproximou mais da menina e passou o arco para a mão que segurava a flecha e estendeu a mão livre para ela. — Sou Adam, prazer.
Heather não se pronunciou nem mesmo quando ouviu o outro começar a falar, apenas o observava com atenção e cuidado ao mesmo tempo, sabia que o acampamento era um lugar seguro para os semideuses mas, ainda sim, ela não gostava de arriscar sua sorte. Pressionou com lábios em um meio sorriso torto e olhou para os próprios pés, vendo o arco ainda em suas duas mãos. Estava segurando-os com tanta força e nem tinha percebido isso anteriormente, soltou um pouco as mãos, obrigando-se a relaxar mais, afinal ele não parecia ser perigoso ou algo do tipo, e ela saberia como se defender, certo?Â
Quando o rapaz começou a se aproximar, a filha de Hecate fez menção de se afastar, deu um passo, menor que o normal, para trás, mas logo parou. Era ridiculo ficar desconfiando de todos por ali, afinal ela e Henry tinham chegado faziam quase dois anos e ela ainda não conseguia confiar em ninguém além dele? Isso não parecia algo normal. Quando ouviu a voz dele novamente a morena se sentiu realmente idiota. -- Oh, sério? -- Indagou voltando o olhar para ele começando a se sentir culpada, afinal ela poderia ter armado outro alvo, mas preferiu ficar com aquele. -- Desculpe, e-eu pensei que não tivesse mais ninguém aqui... Sabe, é bem cedo e... -- Aquilo era em parte verdade, mas estava mais para uma desculpa improvisada, misturada com o nervosismo e a insegurança que carregara durante toda a sua vida. -- Heather, filha de Hecate. -- Respondeu logo depois, olhando para ele. A mão estendida parecia algo errado para ela, um ato de confiança talvez? Balançou a cabeça e apertou a mão de Adam abrindo um sorriso bobo, como se não tivesse percebido ela ali.
Obviously || Adam & Heather
Antes de atirar pela segunda vez, Adam deu meia volta e voltou para a tenda onde os arcos e flechas eram guardados. Ao atirar a primeira vez, lembrara que esquecera de assinar sua presença ali e sabia que se não tivesse algo para provar ao sr D. que ele comparecera ao trabalho naquele dia, coisas ruins aconteceriam a ele, não que ele se importasse muito, mas evitar castigos era algo que ele estava disposto a fazer.Â
Escreveu seu nome em um caderninho, junto com a data e a hora em que havia chegado ali, se perguntando porque ele precisava fazer isso sempre. O deus, ou QuÃron, acabaria por passar ali para monitorá-lo em algum momento de qualquer forma. Estava voltando para seu ponto de treinamento quando viu a menina parada ali, segurando um arco e se concentrando antes de atirar. Teria sido um tiro perfeito se não fossem por alguns centÃmetros.Â
Adam se aproximou lentamente, tentando reconhecer a garota, mas não conseguia lembrar de nome algum. Ela parecia ser pouco mais nova que ele, ou até da mesma idade, e o garoto se perguntou o que ela estaria fazendo ali tão cedo. Havia acontecido uma festa no dia anterior e era de se esperar que a todos os semideuses ainda estivessem dormindo à quele horário. Ele mesmo só não fora a festa por ter recebido uma tarefa para fazer na noite anterior e quando voltou ao anfiteatro, o lugar jé estava quase completamente vazio. Ser instrutor não o estava ajudando em nada.Â
Ele segurava o arco com a mão direita e com a esquerda segurava uma flecha de forma descuidada, a deixando pender dos desdo, segurando apenas a ponta. — Não foi a festa ontem? — perguntou de forma despreocupada, não querendo assustar a menina que parecia muito concentrada. — Ouvi dizer que foi muito boa.Â
Heather respirou fundo olhando atentamente para o alvo a sua frente, apenas esperando o momento certo para acerta-lo. Ainda não ouvia um som sequer de que outra pessoa estivesse ali. E quando pensou finalmente em soltar a linha, ouviu uma voz masculina por perto. A semideusa soltou a linha e pelo susto a flecha acabou passando bem longe do alvo em que ela havia mirado. A morena gelou, baixou o arco e o segurou com firmeza com as duas mãos, e virou-se lentamente para onde pensava ter vindo a voz. Seus olhos estavam atentos, afinal como ela não tinha percebido a presença de outro semideus ali?
--Eu ahn, não gostou muito de festas. -- Respondeu em um tom baixo, mas sem gaguejar ou demonstrar muito nervosismo, apesar de estar procurando uma forma de sair dali. Esperava que ele tivesse acabado de chegar ou coisa do tipo, afinal não era bom ser pega desprevenida ou ter a fama de desatenta por ali. -- E você, não foi? -- Indagou ainda sem olha-lo diretamente, mesmo que buscasse seu nome em algum lugar de sua mente, mas realmente não lembrava de tê-lo visto antes por ali. -- Está aqui a muito tempo? -- Perguntou quase que por precaução, tentando saber o que ele havia visto ou se a estava observando.
Obviously || Adam & Heather
Ele estava no campo de treinamento com arco e flecha. Era a primeira vez que ele daria aula avançadas desde que se tornara um instrutor e se perguntava se deveria estar nervoso. Ele estava vivendo no Acampamento como instrutor há um ano e sempre dera aulas para os mais novos, não os recém-chegados, mas à queles que viviam no Acampamento a algum tempo e já tinham algum noção sobre como usar a arma.Â
Estava parado diante de um alvo, arrumando-o e prendendo-o da melhor forma possÃvel. Não fazia ideia de quem iria até ali para treinar, ainda mais tão cedo da manhã, mas como havia acordado incrivelmente cedo naquele dia, não custava nada ir trabalhar um pouco. Terminou de arrumar o alvo e começou a caminhar para longe dele, parando em uma das áreas de tiros. Olhou para o Sol que começava a esquentar o dia, sem sentir problema algum em olhá-lo diretamente. Era quase reconfortante. As vezes ele se perguntava em que diabos Apolo estava tão ocupado para ser tão…Â
Desviou o olhar rapidamente, balançando a cabeça e tentando afastar aquele pensamento. Ele não era o único semideus que nunca recebera nenhuma atenção de seu pai olimpiano. Pegou seu arco e colocou uma aljava cheia de flechas nas costas, pegando apenas uma e atirando, sem nem mesmo perder um segundo inteiro no processo. Enquanto não chegava ninguém, ele ficaria treinando.Â
Eram difÃceis os dias em que Heather conseguia dormir até tarde. E aquele não foi um desses dias. Geralmente Henry e Heather acordavam quase na mesma hora e iam tomar café juntos, mas naquela manhã em especial o irmão da garota parecia preso ao sono profundo e ela, claro, não iria acorda-lo. A morena apenas trocou de roupa, colocando um short jeans qualquer e uma regata preta, prendeu seu cabelo em um rabo de cavalo e saiu do chalé em direção ao ponto onde iam aqueles que queriam treinar com arco e flecha e como essa era a arma cujo Heather mais havia se familiarizado ela para lá que ela iria para treinar.
O lugar parecia completamente vazio para a garota, até porque não era comum irem treinar antes mesmo do café, mas isso não lhe importava. Pegou o arco que sempre usava, e colocou apenas três fechas na aljava, já que não pretendia passar muito tempo ali. Posicionou a flecha no arco, ainda apontando para o chão e começou a andar em direção onde ficavam os alvos. Normalmente eles não estavam postos àquela hora da manhã, mas curiosamente um estava. Heather olhou para os lados rapidamente procurando por alguém, mas realmente não ouviu um ruido sequer. Deu de ombros, afinal poderiam ter esqueci o alvo ali no dia seguinte e ela não o desperdiçaria. A filha de Hecate mediu a distancia do alvo e se posicionou como haviam lhe ensinado. Abriu um pouco as pernas para dar mais apoio e mirou a flecha no centro do alvo. Puxou a linha até na direção de seu rosto sem nem mesmo piscar, e quando chegou perto de sua bochecha, onde deveria estar, Heather a soltou suavemente seguindo a flecha com o olhar rápido. Por pouco não acertara o ponto vermelho que ficava no meio. Relaxou os ombros e suspirou um pouco decepcionada consigo mesma, pegou uma oura flecha para tentar mais uma vez, agora com mais calma.
Make myself disappear // Festa // Heather&Caleb
Parou de andar quando finalmente alcançou a menina. Ela vestia uma roupa preta e ele se perguntou o que aquilo tinha a ver com a sua mãe olimpiana, mas não falou nada, não queria importunar a garota. — Eu não gosto. — respondeu encolhendo os ombros. A verdade é que nem ele mesmo sabia porque exatamente tinha ido até ali.Â
Um vento frio passou pelo lugar e ele se encolheu. Caleb vestia apenas uma toga, ou seja um mÃsero pano enrolando todo o corpo, e aquela não era bem a roupa mais apropriada para lugares frios. — Um pouco sujo. — respondeu, uma brincadeira meio sem jeito. — Anh, eu derramei Coca-Cola no chão. Ficou uma bagunça. — explicou, voltado a beber um gole do vinho em sua mão. — Você estava indo para lá? — perguntou, só então percebendo que a menina caminhava para o caminho oposto ao anfiteatro. Havia acontecido alguma coisa com ela? Pelo modo como Henry reagira, Heather não era muito de sair de casa, então provavelmente não estava indo a festa. Pergunta completamente idiota.Â
Heather não pode deixar de rir ao ouvir o garoto dizendo que havia derramado refrigerante no chão do anfiteatro, mas como sempre o sorriso não durara muito. -- Ahn, não, não sou muito de festas. -- respondeu pressionando os lábios e franzindo o cenho rapidamente. A morena olhou para o lugar onde a festa estava ocorrendo e se perguntou se iria mesmo entrar ali de qualquer forma, e a resposta veio em sua mente logo em seguida. Não, ela não entraria de forma alguma, sabia que a multidão e o barulho não iriam lhe fazer bem. Voltou o olhar novamente para o filho de Poseidon e soltou um suspiro lento. -- Você viu meu irmão lá dentro? -- Perguntou com um tom baixo e logo notou que nunca havia falado de Henry para Caleb. -- Ele é um pouco mais alto que eu, cabelo preto, olhos azuis... -- Completou rapidamente, mostrando a altura aproximada a de Henry, ela realmente só queria ter certeza de onde o outro estava, nada mais do que isso.
-- Estava voltando para o chalé? -- Indagou logo depois num tom ameno e gentil, pensava em fazer o mesmo, voltar para o chalé vinte e tirar aquela roupa e maquiagem ridÃculas.
Do que mais gosta aqui no acampamento?
Da praia e dos estábulos.
Uma filha de Hécate dando em cima de um novinho? Coisa feia, moça
Acho que me confundiu com alguém, anon. Acho não, tenho certeza.
5 coisas que quer fazer antes de morrer e porquê.
Conhecer minha mãe. Porque sempre quis conhece-la, desde quando era pequena e como só a vi uma vez em um sonho...
Conseguir controlar a névoa, porque até agora não consegui controlar perfeitamente.
Ver Henry feliz, porque é tudo o que desejo pra ele.
Sair em uma missão, sempre quis ver o mundo lá fora de outra forma, mas acho que não vou conseguir.
Conseguir controlar meus sonhos, porque estou cansada de pesadelos.
Make myself disappear // Festa // Heather&Caleb
Ele tinha acabado de falar com Henry e começava a caminhar pelo anfiteatro novamente, procurando outra coisa para beber e dessa vez pegando um copo de vinho de uma pessoa que passava com alguns copos em uma bandeja. Ela não perecia ser um garçom ou coisa assim porque lançou ao garoto um olhar de desprezo e continuou andando, cada vez mais rápido.Â
Com um dar de ombros, o garoto deu um gole na bebida e começou a caminhar lentamente para fora do anfiteatro, dando pequenos goles em sua bebida e olhando para as pessoas que ainda estavam chegando no local. Ele estava pensando seriamente em ir para seu chalé e tirar aquela toga ridÃcula. Ele definitivamente não fora feito para usar saias.Â
Já estava saindo do lugar, ainda com o copo na mão, indo em direção ao Chalé 3 quando viu uma menina ao longe, ela parecia indecisa e n hora que ela virou-se de costas para ir embora, Caleb soube que era Heather. Nem mesmo pensou duas vezes antes de começar a andar na direção da menina que quase corria de volta ao seu chalé. Ele não podia julgá-la, também não fora feito para esse tipo de vida. — Heather, espera! — falou, tentando fazer sua voz ser escutada pela menina, ao longe e acima do barulho da música.Â
Aquela sem duvidas fora uma ideia idiota. Heather nem mesmo sabia como deveria se portar naquela festa e nem o que faria ali, só tentava se encaixar em algum lugar mas isso era ainda mais ridÃculo. Henry sempre lhe falara que ela não deveria mudar para agradar as pessoas, então por que ela estava tentando fazer isso agora? Revirou os olhos quase involuntariamente realmente se sentindo ridÃcula naquele momento. Começou a andar rapidamente em direção ao seu chalé, com os braços cruzados e cabeça baixa, quase se escondendo de quem quer que passasse por ali.Â
Não conseguiu andar muito longe até ouvir alguém chamar seu nome, pedindo que ela esperasse. Heather parou quase que involuntariamente, odiava quando falavam alto perto dela, mas no momento em que reconheceu a voz de Caleb conseguiu relaxar os ombros e soltou um suspiro tranquilo abrindo um sorriso largo e virando-se na direção que achou ter ouvido sua voz. Deu alguns passos na direção dele para que não precisasse correr muito para alcança-la. - -  Hey! Não sabia que gostava de festas. -- Falou erguendo uma das sobrancelhas para o garoto, com um tom meio irônico, pois mesmo que não se conhecessem muito ela já havia percebido que ele não era realmente do tipo que realmente gostava de festas. Notou que ele provavelmente vinha de dentro do anfiteatro e não pode deixar de matar um pouco de sua curiosidade. -- Como estão as coisas lá dentro? -- perguntou um pouco incerta.
Make myself disappear // Festa // Heather&Caleb
A noticia sobre a festa de um filho de Dionisio se espalhou rapidamente pelo Acampamento naquele dia, alguns convites foram feitos e todos os campistas realmente pareciam animados para a chegada da noite, todos menos Heather. Ela nunca fora do tipo festeira, na realidade mais fugia das festas do que comparecia a elas, mesmo quando Henry a convidava, a morena insistia para que os dois continuassem ali, em casa, no chalé, ou aonde quer que estivessem, na maioria das vezes funcionava, mas ela sabia que não poderia prender o irmão para sempre, e nem mesmo gostaria disso.
Já era noite, a festa certamente já havia começado, Heather não estava no chalé pelo simples motivo de não querer ser o motivo para Henry não aproveitar a festa, sabia que o acampamento era seguro e não tinha motivo para pedir que ele ficasse com ela, então preferiu simplesmente deixar que ele decidisse mesmo que, no fundo, torcesse para que ele decidisse ficar ali mesmo no chalé vinte. Heather levantou-se da grama, estava na colina observando a parte de fora do acampamento já havia algum tempo, se direcionou ao seu chalé pensando no que faria quando chegasse ali. Nada lhe veio a mente, nada que não incluÃsse Henry, Jack ou até mesmo Caleb. Sim, Sawyer era solitária, não conseguia simplesmente sair por ai fazendo amizades, pelo simples fato de não conseguir confiar em alguém como todos pareciam conseguir, não era por falta de tentativa e sim por medo. Gostava da companhia de Jack, ele sabia como fazer ela sorrir mesmo que por poucas vezes. Também gostava de Caleb, ele lembrava um pouco Henry, gostava mais ainda como ele parecia adulto demais para a idade, e fazia questão de tratá-lo como tal. Chegou ao chalé pouco tempo depois, o encontrando completamente vazio. Soltou um suspiro longo, Henry havia ido a festa, assim como os outros campistas. Aquilo era quase como um "ele seguiu em frente" para ela, então por que Heather não conseguia simplesmente fazer o mesmo?
Demorou um pouco até que ela se convencesse a ir até lá mesmo que fosse simplesmente para olhar de longe. Vestiu um vestido rodado preto, a baixo dos joelhos, com alças finas. Prendeu o cabelo para trás com uma fivela de prata deixando apenas alguns fios da franja soltos. Por fim calçou seu all star de sempre e colocou uma sombra roxa nos olhos. Não sabia exatamente como estava representando sua mãe, Hécate, mas não se importou com isso na hora. Saiu do chalé insegura, com a mão gelada, nervosa. Não sabia o que faria ao chegar lá, quem poderia encontrar e nem mesmo quem deveria procurar. Talvez Henry, ou Jack ou Caleb? Não, ela não queria parecer desesperada.
Andava pelo lugar sorrateiramente, quase se escondendo dos olhos. O olhar era, como sempre, atento à tudo em sua volta. Pode ver o anfiteatro quase lotado, alguns campistas ainda chegando. Heather quase entrou em panico, por assim dizer. Ficou abismada com a imensidão que tudo aquilo parecia para ela e como todos pareciam prestes a fazer alguma loucura. Isso a deixou sem ar por um segundo, como quando acordava em um de seus pesadelos, mas em uma escala bem menos. Rapidamente ela se virou para trás, tomando rumo ao chalé novamente torcendo para que não tivesse sido vista por um campista sequer, conhecido ou não.Â
Just Forget // Ryan&Heather
Ryan nunca tinha nada para fazer, aquilo não era novidade para ele. Sempre estava perto de algo que tenha água ou deitado na sua cama tendo que ouvir os meio irmãos brincarem de algo. Considerava poucas pessoas de amigos, umas duas ou três, no máximo, a maioria eram apenas seus colegas de acampamento. Pode não parecer, mas é muito difÃcil se tornar um amigo do garoto e ganhar sua confiança e claro, tudo isso por causa das decepções do passado, nada poderia dizer que não fosse acontecer novamente, então o modo de se proteger era ter poucos laços de amizade.
Um desses seus amigos é Henry e como Ryan estava completamente entediado, fora procurar o amigo para conversar que fosse, mas isso o deixaria mais animado. Foi andando com passos lentos naquele dia nublado até o chalé 20, o do amigo. Ryan pensava que o amigo estivesse no local pois também nunca fazia nada da vida, o principal motivo pelo qual começaram a conversar. Chegou até o chalé e primeiramente pensou que não tivesse ninguém presente, tudo estava fechado e escuro, mas como a curiosidade de Ryan sempre fora muita, ele não resistira e adentrou no local.
– Ahn, tem alguém ai? – perguntou o garoto procurando algum interruptor para conseguir enxergar. Sabia que tinha alguém, ouvia algo que deduziu ser alguns soluços. Uma pessoa chorava, ele não sabia quem era, quase nunca entrara no chalé 20 e não fazia ideia de quais outros eram seus moradores. Viu um vulto correndo, indo se esconder e, finalmente, ele conseguiu achar o interruptor. Viu uma garota parecida com o amigo, tinham aparência idêntica a Henry, porém nunca tinha ouvido o garoto falar de alguma irmã ou o que fosse, mas não tinha outra explicação.Â
Heather não pensou estar ali por tanto tempo. Havia continuado na mesma posição, limpando as lágrimas que escorrido de sues olhos azuis com a manga da blusa, tirando os fios negros dos olhos, pensando como sua vida estava melhorando e como nada daquilo parecia realmente real. Era bom demais para ser verdade, pelo menos para ela. Estava num lugar seguro com o irmão, sem o pai, sem monstros, aprendera a lutar e se defender. Em geral, estava tendo a chance de recomeçar, mas por que não conseguis simplesmente deixar tudo para trás? Ela não sabia. Henry parecia já ter esquecido tudo e seguido em frente e ela queria acompanha-lo, mas não conseguia simplesmente esquecer, não era tão fácil.
Ouviu alguém se aproximar do chalé e seus olhos ficaram em sinal de alerta, esperando que fosse apenas um campista passando perto do chalé, tentou se manter quieta mas os soluços era algo que ela não sabia como controlar. Então, quando ouviu a porta se abrir a garota correu para perto da cama, enxugando as lágrimas com rapidez e respirando fundo e silenciosamente. A voz que ouvira não era a de seu irmão, e pelo que ela sabia não haviam muitos campistas no chalé vinte, apenas ela, Henry e Niall que quase nunca estava. Seu cenho ficou franzido buscando em sua mente a voz que ouvira anteriormente. Até que lembrou de Henry ter mencionado um  garoto filho de Poseidon, e que haviam se aproximado. Isso não a fez ficar mais tranquila, na verdade, ela agradeceria para que fosse Jack, pois ele pelo menos saberia como esconder isso de Henry, mas não poderia pensar mais nisso e muito menos continuar se escondendo.
Levantou-se lentamente com a respiração controlada pedindo para que suas olhos não estivessem vermelhos ou muito inchados, mas como a luz estava ligada isso apenas estaria ainda mais visÃvel. Suspirou por fim ao ficar de frente ao garoto. -- Está procurando alguém? -- perguntou com um tom ameno, quase simpático. A voz saÃra rouca, um pouco valha devido aos minutos anteriores, mas ela estava sim fazendo tudo o que podia para disfarçar o ocorrido.
Anywhere else but here // Sawyers // TASK
 Henry sonhou com sangue. Suas roupas, mãos e braços melados com sangue, um sentimento de culpa fazendo seu peito ficar pesado, o lÃquido quente se agarrando à sua pele. Olhando em volta, distinguiu um par de olhos azuis iguais aos seus, mas que, ao invés de um olhar confuso e assustado, beiravam o pânico. Seu pai jazia no chão, mas o cachorro que havia acabado de matá-lo parecia diferente, mexendo a boca quase como uma pessoa de verdade, sussurrando algo que custou toda a concentração do menino para decifrar: …sua culpa. Você o matou. Semideus imundo… Ele não conseguia mais aguentar. Aquilo tinha que parar, e tinha que parar agora. Ele não suportava toda aquela culpa, não suportava mais a sensação do sangue que cheirava a ferrugem em suas roupas, ou o olhar de medo que a irmã lhe lançava. A ele!  Ele, que sempre tentara protegê-la. E agora ela estava com medo dele!
 O garoto acordou suando, sabendo que aquilo tudo era um pesadelo, que algo brincava com sua mente, mas não pôde deixar de olhar para suas mãos, tendo certeza de que estavam limpas. Só então pareceu notar que havia acordado, e tudo de ruim que havia acontecido mais cedo retornou, de uma vez, para sua mente. Uma lágrima teimosa e silenciosa conseguiu escapar, mas ele não desmoronaria agora. Não quando Heather precisava dele. Heather. Olhou ao redor, procurando pela irmã, e quase caindo de alÃvio quando a viu deitada em uma cama próxima à sua, dormindo. Notou o lugar onde estavam, e levantou-se devagar, querendo explorar um pouco para ver se havia algum perigo, mas sem acordar a irmã. O barulho que produziu, porém, foi suficiente para um garoto virar a cabeça em sua direção e sorrir simpático. Henry não se sentiu ameaçado, algo em seu âmago dizia que o menino não era uma ameaça, então deixou-o se aproximar.
-Finalmente acordou - o garoto disse. - Sou Nial, seu irmão - irmão? Ahn? O olhar absolutamente confuso na face de Henry deve ter sido suficiente para o menino poder entender que ele não fazia ideia do que estava falando. - Ah, então você ainda não sabe. Bem, acho que tenho uma história para lhe contar, então - Nial fez menção para que Henry se sentasse na cama, e sem dizer nada, o garoto obedeceu. Dois segundos depois, precedida de uma profunda inspiração, a explicação mais absurda que o garoto já ouvira escapou dos lábios de Nial. Algo sobre deuses gregos, e como eles seguiam a chama da civilização, como agora estavam no ocidente, o Olimpo no Empire State… Henry ouviu tudo com os olhos arregalados, sem conseguir emitir som algum, apenas assentindo. Sem dúvida, aquilo explicava algumas coisas, mas mesmo assim, era absurdo demais… E se Heather ouvisse isso? Ela acreditaria? O garoto não pôde evitar de virar-se para a irmã, perguntando-se quanto mais demoraria para ela acordar.
Ela caia. Lembrou de quando era mais nova e viu o filme de uma garota loira que caia dentro de uma toca de coelho sendo levada para um mundo mágico chamado Wonderland, Heather sempre desejava que ela e o irmão pudesse encontrar um tipo de portal e fugir da casa de seus pais, sim ela queria fugir, queria que ficassem a salvo, mas não iria sem Henry, nunca sem ele. Abriu os olhos logo que deixou de sentir o vento passar pelos cabelos, estava deitada em um tipo de superfÃcie molhada, não sabia onde e nem mesmo lembrava de ter sofrido com o impacto da queda que pareceu ser bastante alta. Heather não sentia dor alguma, o cansaço havia ido embora assim como a dor no peito, a respiração exausta ou qualquer outro sintoma de que ela não estava bem. Por um momento ela se perguntou se ainda estava mesmo viva.
Levantou-se lentamente olhando ao redor, estava em uma espécie de colina, talvez a mesma colina que ela e o irmão haviam subido para fugir do cão infernal. Seu cenho ficou franzido pensando onde ela realmente poderia estar. Até que um medo tomou o interior da morena, foi quase desesperador nos primeiros segundo. Onde estava Henry? A garota olhou para os lados rapidamente, começando a andar como se estivesse sendo guiada por alguém. Não, ela não sabia quem. Seu passos eram bambos por mais que ela não se sentisse tonta, a ideia de ter se perdido do irmão lhe deixava atordoada. -- Henry? -- chamou em alto tom ao ver um vulto passar em seu campo de vista alguns metros à frente. Heather começou a correr tentando segui-lo, sem ter ideia de onde a levaria. -- Henry! -- gritou para que ele parasse, ainda sem ter certeza de que era realmente o rapaz, mas para ela, não poderia ser outra pessoa.