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Bom dia pessoas maravilhosas ❤️ 🥰🌻
Hoje é dia 22 de Shevat e o Tehilim do dia é :
Hoje é o Yhortzeit da esposa do nosso Rebe, filha do Rebe Yossef YItzhak, a Rabanit Haya Mushka
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A Rabanit Haia Mushka era uma grande erudita da Torá e junto com isso ela era uma pessoa de extrema humildade.
Rebetsin Chaya Mushka (1901– 1988)
25 Adar 5661-1901, 22 de Shvat de 5748 – 1988
A Rabanit Haya Mushka nasceu no Shabat 25 Adar, em Babinovitch, nas proximidades de Lubavitch.
A pedido de seu avô, o Rebe Rashab, ela recebeu o nome da esposa do Tzemach Tzedek que foi o terceiro Rebe de Lubavitch
Quando ela nasceu, seu avô, o Rebe Rashab, estava no exterior. Ele enviou para seu filho, o Rabbi Rayatz, a seguinte carta:
“Com muita alegria, eu recebi hoje o telegrama que anuncia que minha nora teve um filho. Eu expresso minha bênção do Mazal Tov para vocês, para sua filha que acaba de nascer, Mazal Tov, Mazal Tov.
Se vocês ainda não lhe deram um nome, devem chamá-la de Haya Mushka. Me avisem qual nome foi dado, em um bom momento.”
Quando ele ficou sabendo qual nome ela tinha recebido, o Rebe Rashab escreveu mais uma vez:
“Eu expresso minha bênção do Mazal Tov a vocês pelo nome que vocês deram à minha neta, sua filha, que se chama Haya Mushka.
Possa D’us fazer com que ela viva longos dias e bons anos, espirituais e materiais.
Ela será uma mulher virtuosa, que temerá D’us sinceramente, e que vocês tenham dela muita satisfação, espiritual e material”.
Desde jovem, a Rabanit se destacou por sua santidade e sua pureza, na casa de seu avô, o Rebe Rashab e na casa de seu pai, o Rabbi Rayats, que dedicava um afeto especial por ela.
Na quinta-feira, 22 de Shvat, 4 de fevereiro, 22 de Shvat de 5748 – 1988 a esposa do Rebe, Rabanit Chaia Mushka, filha do Rebe Yossef Yitzhak de Lubavitch conhecido como Rebe Rayats , deixou este mundo.
A Rabanit Chaya Mushka era a segunda filha do Rebe Rayats. Ela distinguiu-se pelo seu profundo conhecimento da Torá, sua grande inteligência e seu comportamento majestoso.
Seu sentido de humor refinado e sua atitude positiva com cada detalhe a tornavam agradável a todos. Ela assumia sua missão com uma profunda humildade.
O Rebe observou que o Rebe Rayats havia deixado este mundo em Shvat, bem como sua avó, a Rabanit Rifka, sua mãe, a Rabanit Shterna Sara e sua filha, a Rabanit Chaya Mushka.
Existe ainda outro laço entre as três Rabaniot. Quando a Rabanit Rifka deixou este mundo, pediu um copo de água e imediatamente devolveu a alma.
Assim também ocorreu com a Rabanit Shterna Sara que, exatamente antes de morrer, também pediu um copo de água.
E a Rabanit Chaya Mushka fez o mesmo pedido pouco antes de deixar este mundo.
Certa vez, as mulheres de Chabad enviaram um buquê de flores à Rabanit na ocasião do seu aniversário.
Também lhe dirigiram uma lista com o nome de mulheres que tinham necessidade de uma bênção.
O secretário recebeu o buquê e transmitiu a carta ao Rebe que, observando o envelope, viu inscrito no mesmo o nome da sua esposa.
Pediu então que ele fosse transmitido à Rabanit, mas o secretário explicou que se tratava de uma lista de pessoas solicitando uma bênção.
“Ela pode igualmente abençoar.”
Durante o processo que estabeleceu a propriedade dos livros da biblioteca Lubavitch, a Rabanit foi convidada para testemunhar.
O advogado da parte contrária perguntou-lhe:
“O que a senhora pensa? A quem pertencem esses livros? Ao vosso pai ou aos Chassidim?”
A Rabanit respondeu: -“Meu pai e todos os seus livros pertencem aos Chassidim.”
Essas palavras exerceram uma profunda impressão sobre o juiz e foram determinantes para a vitória final.
O Rebe fez esse relato na saída do Shabat da Parashá Terumá 5748-1988, após os sete dias de luto.
A Rabanit deixou este mundo na quarta feira da Parashat Mishpatim, 22 de Shvat 5788-1988, após uma curta enfermidade.
Seu enterro ocorreu algumas horas após o seu decesso, na presença de quinze mil pessoas. Ela está enterrada ao lado do túmulo da sua avó, a Rabanit Shterna Sara e em frente ao túmulo do seu pai, o Rebe Rayats.
“Rebetsin” é um título em iídiche derivado da palavra hebraica “rabino”. Geralmente conota uma mulher casada com um rabino e/ou sábia e instruída por esfoço e mérito próprio. Rebetsin Chaya Mushka Schneerson era a segunda de três filhas do Rabino Yosef Yitzchak (o sexto Rebe de Chabad) e Rebetsin Nechama Dina Schneersohn. Seu marido, um primo distante, tornou-se o sétimo Rebe, Rabi Menachem M. Schneerson.
A Rebetsin Chaya (Moussia) Mushka Schneerson nasceu em Babinovich, próxima à cidade russa de Lubavitch no Shabat, 25 de Adar, 1901. Era a segunda das três filhas do Sexto Rebe de Lubavitch, Rabi Yossef Yitschac Schneersohn.
Quando nasceu, seu avô, o Quinto Rebe de Lubavitch, Rabi Shalom DovBer, que estava no exterior, telegrafou ao pai dela nos seguintes termos: “…Mazal tov pelo nascimento de sua filha… se ela ainda não recebeu um nome, deve se chamar Chaya Mushka (o nome da esposa do Tzemach Tzedek).”
Desde seus tenros anos, a Rebetsin absorveu a pureza e santidade que a rodeava, tanto na casa de seu avô quanto na de seu pai.
Quando ela nasceu (25 de Adar de 1901), seu avô, o quinto Rebe Chabad, Rabino Shalom DovBer, estava viajando para o exterior e ele telegrafou para seu pai:
“… Mazal tov pelo nascimento de sua filha… se ela ainda não recebeu um nome, ela deveria ser chamada Chaya Mushka (o nome da esposa do Tzemach Tzedek [o terceiro Rebe Chabad]).”
Entre familiares e amigos próximos, ela era conhecida como “Mussia”, um equivalente russo/iídiche de Mushka. Nos documentos legais estava escrito: Moussia.
Ela Incentivou Suas Amigas a Acenderem velas de Shabat
Desde cedo ela seguiu o costume (que seu marido mais tarde transformou em uma campanha internacional) de que as meninas acendessem uma única vela de Shabat, mesmo antes do casamento.
Ela incentivava suas amigas a acender também, independentemente de havia precedentes para agir assim em suas famílias.
Enquanto o comunismo apertava o cerco e perseguições à comunidade judaica, Rabino Yosef Yitzchak corajosamente liderou a luta para manter a observância judaica e o estudo da Torá. Então, com 20 e poucos anos, Chaya Mushka estava ao lado de seu pai em seu ativismo.
Equilibrada e corajosa, seu pai a autorizou a agir em seu nome em todos os assuntos.
Quando os soviéticos prenderam seu pai e o condenaram ao exílio na distante Kostroma, ela o acompanhou a seu pedido. No dia 12 de Tamuz, ela foi a portadora da boa notícia da libertação de seu pai.
Enquanto morava em Rostov, ela contrabandeava regularmente comida e velas para a yeshivá Novardok, uma instituição não chassídica de aprendizado de Torá localizada na cidade.
Seus Sogros Não Puderam Comparecer ao Seu casamento. No outono de 1927, no dia seguinte a Simchat Torá, a família Schneersohn deixou a União Soviética e mudou-se para Riga, Letônia. Chaya Mushka já estava noiva do rabino Menachem M. Schneerson, que deixou a Rússia com sua família.
O casamento ocorreu em Varsóvia em 1928. As autoridades não permitiram que os pais do Rebe, Rabi Levi Yitzchak e Rebetsin Chana Scheerson, deixassem a União Soviética, e eles realizaram uma celebração paralela em seu apartamento em Dnepropetrovsk (Yekatrinoslav), que durou ao longo da noite.
Logo após o casamento em Varsóvia, na Polônia, o casal recém-casado se estabeleceu em Berlim, mas com a ascensão do nazismo, mudou-se para Paris. Em maio de 1940, a França foi invadida por forças alemãs e, como muitos judeus franceses, o casal fugiu para Nice, no sul da França.
Durante a fuga, houve um bombardeio devastador. Enquanto as pessoas corriam em todas as direções, Chaya Mushka notou uma bomba indo em direção a um homem ao lado dela.
Empurrando-o rapidamente para o chão, ela salvou sua vida. Recontando essa história décadas depois, a Rebetsin disse: “É verdade, eu salvei a vida dele, mas para derrubar um judeu é preciso fazer teshuvá”.
Ela e Seu Marido Perderam Irmãos Vítimas do Nazistas
Embora Chaya Mushka e seu marido tenham chegado às costas americanas na primavera de 1941, sua irmã mais nova, Sheina, e seu marido, o rabino Menachem Mendel Horenstein, ainda estavam presos na Polônia. Após a guerra, descobriu-se que eles morreram nas câmaras de gás de Treblinka.
Quando a guerra estourou, seus sogros estavam na aldeia de Chiili, (atual Shieli) Cazaquistão, onde o rabino Levi Yitzchak foi forçado ao exílio como punição por seus esforços em prol do judaísmo. Ironicamente, isso os salvou do ataque nazista. Seu filho, DovBer, no entanto, foi assassinado pelos nazistas e enterrado em uma vala comum.
Após o falecimento de seu pai em 1950, a liderança do movimento Chabad-Lubavitch mundial passaria para o marido de Rebetsin Chaya Mushka. Apesar do Rebe inicialmente relutar em aceitar o manto da liderança, foi sua esposa, a Rebetsin, que, apesar do grande sacrifício pessoal que isso acarretaria, finalmente o convenceu a assumir o cargo.
Após a morte de seu pai em 1950, a liderança do movimento Chabad-Lubavitch mundial passou para o marido de Rebetsin Chaya Mushka. Apesar de sua recusa inicial em aceitar o manto, foi sua esposa, a Rebetsin, que, apesar do grande sacrifício pessoal que isso acarretaria, finalmente o convenceu a aceitar o cargo.
Por décadas, o Rebe chegou ao seu escritório no meio da manhã e lá permanecia até bem depois da meia-noite. Nas noites em que recebia pessoas para audiências privadas (yechidut), o Rebe costumava chegar em sua casa às sete da manhã. Auxiliares e confidentes lembram que a Rebetsin muitas vezes ficava acordada a noite toda, pronta para receber seu marido.
Ela se Orgulhava das campanhas de Seu Marido
Aqueles que conheciam a Rebetsin atestam que ela se orgulhava muito das campanhas de Mitsvá iniciadas por seu marido; ela, mais do que ninguém, compreendia o pensamento que estavam incutidos neles.
Ela costumava se referir a si mesma como ‘Sra. Schneerson’
A Rebetsin Chaya Mushka evitava os holofotes e raramente aparecia em público, onde sem dúvida seria recebida como a reverenciada Rebetsin. Em vez disso, ela optou por permanecer dentro de um pequeno círculo social onde seria tratada com discrição. Ao fazer ligações telefônicas, ela geralmente se referia a si mesma simplesmente como “Sra. Schneerson da President Street.”
Ela Não Foi Abençoada com Filhos, Mas Possuía Milhares de Descendentes
A Rebetsin não tinha filhos, mas quando uma criança a visitava em sua casa e lhe perguntava: “Onde estão seus filhos?” ela respondia que os chassidim, aqueles que seguiram os caminhos ensinados por seu marido, eram seus filhos.
Certa ocasião, a Organização das Mulheres de Lubavitch lhe enviou um buquê de flores, junto com uma lista de pessoas para as quais foram solicitadas bênçãos. Deixando de lado as flores para a Rebetsin, o secretário passou a carta ao Rebe que, observando que era endereçada à sua esposa, pediu ao seu secretário que a entregasse a ela, dizendo: “Ela também pode dar bênçãos”.
A Rebetsin faleceu na quarta-feira, 22 de Shevat, em 1988, após uma breve doença. Seu enterro ocorreu algumas horas depois na seção Chabad do Montefiore Cemetery no Queens, Nova York. Pouco antes de sua morte, Rebetsin Chaya Mushka pediu um copo de água. Depois de recitar a bênção, “… por cuja palavra todas as coisas vêm a existir”, ela devolveu sua alma ao seu Criador.
A data de seu falecimento foi posteriormente escolhida para anualmente ocorrer a Conferência Mundial (Kinus HaShluchot) das mulheres emissárias de Chabad Lubavitch.
Após o falecimento da Rebetsin, o Rebe solicitou que as meninas recebessem o nome dela.
Até hoje, milhares de jovens levam orgulhosamente o nome de Chaya Mushka, continuando seu legado de devoção e inspiração.
Mas sempre rezando por você ❤️
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