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@hrrysluv
ˢᵒᶜᶜᵉʳ ᵖˡᵃʸᵉʳ ✧*:.。
・゜★Onde Louis e Harry se encontram novamente depois dos anos de universidade separados, e a tensão sexual não desaparece★゜・
Conteúdo homossexual -Desuso da camisinha -Ltops/ Hbottom -Harry inter/ Harry com bocetinha -Fixação oral: quando o personagem sente necessidade de manter a boca preenchida; -Spit kink: fetiche em ver o parceiro cheio de saliva, usar muita saliva durante as preliminares e o ato -Belly Bulge: prazer em sentir o parceiro na barriga, sentir a ondulação do membro quando é muito grande; (FICTICIO NO CAP, o belly bulge é apenas possível com introdução no anus, e não no canal vaginal!-Enimes tô fuckers -Louis Pauzudo -Dirty Talk -Palavras usadas: boceta, bucetinha, caralho, melzinho, xoxotinha, xota, vadia, putinha, cacete, cuzinho, grutinha, buraco de foder…
"Sabe que isso não vai fazer diferença, não é?". Harry relutava de toda forma possível sobre aquela situação, o quão ridículo seria em faze-la?.
"Vamos, Hazz, é o ultimo jogo do Tommo nesse ano, e vocês não se veem a quanto tempo? Alguns anos e aliás, essa richinha idiota de vocês não faz mais sentido". Harry revirou os olhos, relutando sobre aquilo novamente como a boa garotinha mimada que ele costuma ser.
"Ele continua sendo insuportável e metido, tenho certeza disso!". Disse enfatizando, afinal, ela tinha total certeza daquilo, Tomlinson costumava ser um adolescente como os outros popular, mas obviamente tinha suas particularidades. "Se lembra a vez que ele sumiu com a minha roupa do treino para não torcer para o time oposto?".
"Isso me cheira como outra coisa". Respondeu em um tom risonho.
"Não inventa Zayn, ele me odiava completamente e era reciproco, tive sorte por esses anos de universidade que me afastei dele". Continuou seu discurso sobre o garoto sempre mascarando suas verdadeiras intenções e pensamentos.
A verdade era que independente que Louis fosse escroto consigo, não deixava de ser extremamente gostoso, algo que ele carrega desde os dezesseis anos. Desde que Harry havia entrado no colégio de Londres, ainda não tinha sido des- matriculado do time de líder de torcida, e eles honestamente tinham absolutamente tudo para reproduzirem mais alguns daqueles filmes toscos clichês.
A verdade era que seus uniformes sempre foram pequeninhos e exibiam muito bem todo seu corpinho pecaminoso, durante os jogos do novo colégio, quando Louis costumava jogar para o time, quando o sol queimava a grama verdinha, boa parte das vezes estava Harry dançando e torcendo para o time oposto, nunca o dele.
Sempre foi muito gentil e delicadinha, encantava absolutamente todos, mas assim que tentou conversar com Louis e não notou o garoto retribuindo sua gentileza, sempre com um puta olhar de superioridade, notou que eles não dariam certo, definitivamente.
Se lembrava brevemente de algumas cenas de interação entre os dois, nada incrivelmente grande, mas não tinha certeza do por que nutrir aquele tipo de sentimento por Louis.
Se lembra também de quando Tomlinson desfilava pelos corredores esbanjando testosterona e com alguma outra pessoa enrolada em baixo do seu braço, com um sorriso conquistador enquanto percorria os olhos por Styles que torcia os músculos e bufava baixinho.
(...)
"Não entendo por que Louis gosta tanto de desfilar por ai com pessoas grudadas em seu pescoço". Emburrou contrariado.
"Sabe que faz muito menos sentido que você ligue tanto para isso".
"Sabe que não sou mimada, Zee". Começou observando quando o garoto prensou os lábios. "Mas não acha estranho que ele não tenha caído aos meus pés como os outros? Feriu um pouquinho o meu ego".
"Um pouquinho sim, mas isso não importa realmente, escutei em um dos primeiros dias alguns dos amigos dele falando sobre você, ele revirava os olhos".
"É reciproco, então". Riu baixinho para o amigo terminando o alongamento quando sentiu uma bola suja acertar em cheio seu rosto, impulsionando seu corpo para trás e enfurecendo ainda mais quando viu de onde vinha. "IDIOTA! Não está me enxergando Tomlinson?".
"Desculpa Hazzy". Formou um biquinho provocador. "Mas você é tão delicadinho nessas roupas que mal te enxerguei".
"Era uma tentativa de ofensa, Lou?". Retribuindo quando diminuiu o tom de voz e se aproximava cada momento mais do corpo suado e bronzeadinho dele. "Para falar a verdade eu amei, pode me chamar assim mais uma vez? Estou ficando molhadinha". Sorriu de lado para o garoto bonito, aumentando ele quando o observou corar, sem certeza se era pelo calor ou talvez pela vergonha.
"Eu acho que deveria ter acertado a sua boca mais forte, assim que sabe graciava a todos para não escutarmos a sua voz novamente".
"Quer me escutar gemer? Tenho certeza que nunca mais vai desejar tampar a minha boquinha". Formou um biquinho bonito nos lábios grossinhos, rolando os olhos e abrindo a boca novamente quando fingia gemer alto, e nossa, que bom que os outros jogadores estavam afastados no momento.
"Não acha que se eu quisesse escutar a sua voz gemendo e gritando no meu pau, eu já teria feito?". Sorriu cafajeste quando tampou com a palma da mão parcialmente o rosto de Styles, de maneira bruta.
"Não acho! Sou mais difícil que isso Tomlinson, não transo com qualquer um, mas eu tenho certeza que você me imagina muito sentando e gozando em todo seu pau, isso eu sei". Riu baixinho perto do seu ouvido, observando os arrepios pequenos na sua pele cheirosinha apesar do suor.
"Você me irrita para caralho". Louis respondeu entre dentes decidido a acabar com aquela pequena discussão, com os olhos cintilando ódio pelo cacheado, talvez fosse isso. Olhou de cima a baixo para o corpo do garoto gostoso, correndo os olhos pelo volume aparente em seus seios e então o shortinho pequeno que marcava completamente sua bucetinha.
"Você parece a porra de uma puta com essa roupa". Sussurrou por fim para ele, rindo baixo quando notou o efeito e não tinha certeza mas, Harry parecia devidamente afetado com aquilo.
Ambos não sabiam realmente a que ponto tinham chego para envolverem este tipo de coisa em suas brigas toscas, mas era tão gostoso quando faziam assim, e os dois não se importável o suficiente para parar e discutirem sem o tom sexual.
Styles engoliu seco quando escutou aquilo de Tomlinson, não diria em voz alta, mas gostou tanto da brutalidade e rigidez nas palavra que pode jurar gemer apenas em escuta-las, a voz rouquinha de Louis tornava tudo incrivelmente melhor, assim, sem perceber, o jogador se afastou com os ombros altos e deixou Harry estático ainda no centro do campo.
Quando voltou a sua sanidade, não pensou duas vezes quando bateu os pés voltando as arquibancadas e se alongando com Zayn do lado, a respiração ofegante e o sangue borbulhando algo como raiva.
(...)
Foram parciais e longos anos desde que isso começou a ocorrer entre eles, e nenhum dos outros garotos se metiam no meio da conversa, tinham ideia de onde aquilo acabaria, no entanto não fizeram.
Os anos para a universidade foram passando e apesar dos amigos em comum, eles não se viram mais desde então, prestaram provas para universidades diferentes e agiram como idiotas desconhecidos no fim de tudo.
Harry sempre mantinha sua postura superior e sendo o mimadinho que era, reconhecia a tensão sexual que tinha entre eles, mas nunca corajoso o suficiente para confrontar Tomlinson, aliás, ele ainda feria seu ego e era frustrante saber que Louis nunca quis fode-lo gostosinho, ela sabia como era deliciosa e seu corpo sempre com a pele quentinha, os lábios da xota que ficavam vermelhinhas quando ousava tocar um pouquinho em cima e roçar por cima do tecido da calcinha, era impossível resistirem a ela.
E Louis Tomlinson, era o diabo em forma de gente, com o seu sorrisinho presunçoso e bobo adornando os lábios finos, poderia trazer mil outros detalhes sobre o garoto mas nunca sobre ele ser ele.
A raiva que nutriam um pelo o outro chegava a ser descomunal, e apesar da maturidade e e mentalidade avançada dos dois formados agora, nunca realmente desapegaram deste feito.
"Por que insiste tanto que eu use esse uniforme do time de Tomlinson? Eu curso moda, sou quase um modelo, não deveria me vestir assim, eu tenho senso crítico". Pontuou mais uma vez com um biquinho, mesmo que inconsciente dissesse a si mesma que o uniforme de futebol só fica uma delicia no Lou. Zayn fez uma carinha fofa, com os olhos amendoados brilhantes e não demorou pouco mais que alguns segundos para Styles bufar e começar a se vestir.
Eram roupinhas finas do time, mas no modelo feminino, com o shortinho de malha curto, que marcava bem seu bumbum gordinho, enquanto estava sem calcinha, o tecido tende a ser muito confortável, e uma blusa igualmente curta apesar do pano desleixado, encaixava exatamente em sua cintura e pequenos seios, delineando os dois montinhos muito bem, e quase deixando transparecer a corzinha das aréolas.
Viu, mais uma vez, de canto de olho quando Malik começou a digitar eufórico no celular, lendo o nome do contato como 'Tommo', revirou os olhos ao perceber que o garoto de olhos azuis estava sendo avisado que chegaria, ele estava realmente esperando aquilo?
"Você tem certeza que não vamos pegar chuva no campo?".
"Talvez. Mas só um pouquinho, você sabe que estamos falando sobre ele jogar em um estádio, não é? Não é um jogo bobo de rua, Haz". Fez com que a cacheada finalmente desse por si, do tamanho daquilo, nunca procurou saber sobre os possíveis paradeiros de Tomlinson durante os anos de universidade, mas se estava prestes a jogar em um estádio, devia ser grande pra caralho.
Pelo visto, Louis não levou o esporte durante o colegial apenas como um pequeno Hobby, afinal.
Acenou pequena quando o amigo disse que estava a esperando na sala de estar, prontamente pegando o próprio celular, sem se conter em pesquisar 'Louis Tomlinson', na barra de pesquisa. O homem agora suporta um porte musculoso, com as coxas grossas e marcadas aparente, a barriga magra e com algumas marquinhas dos músculos nas fotos que ele secava seu rosto, a barbinha fina e rala adornando seu queixo e bochechas fundas, além dos fios castanhos que não eram tão grandes, mas o deixava com um aspecto mais sexy.
Algumas outras informações sobre o jogador de vinte e quatro anos, sobre ser tão jovem e acumular uma fortuna em libras, prevista, mas não a surpreendeu quando não tinha sido o motivo de cravar seus olhos em Tomlinson.
Não notou quando alguns minutos passaram e que estava olhando o ex-colega por tempo suficiente para decorar quaisquer mínimo detalhe em seu rosto e corpo, ele continuava sendo definitivamente uma perdição. Se chamaria eufemismo caso a garota dissesse que agora havia se animado para ir ao jogo com algum proposito em especifico, mas definitivamente, ela tinha algo em mente.
O carro de Malik arrancou em direção ao estádio, e Harry se perguntou se estavam indo adiantados para que conseguissem entrar a tempo, ou se então teriam lugares reservados por Zayn ser melhor amigo de Louis. De qualquer forma, suas duvidas foram sanadas quando os olhos verdes brilharam para o lugar gigantesco, e o moreno a guiava para uma das poucas cadeiras próximas ao vestiário dos jogadores e da grama verdinha e aparada do campo:
Maracanã. Era o nome do estádio gigantesco, o uniforme que os jogadores usavam assim que posicionados no campo eram branco e preto, com o brasão em tons de vermelho também, desconsideraria ter visto tanto homens bonitos juntos, nunca havia antes de passar esse pouco tempo no Brasil.
A chuteira de Louis que amassava os fios verdes da grama era igualmente verde, e com o pouco que Harry conseguiu ver, seus olhos azuis ainda brilhavam apesar do tempo nublado e as nuvens acizentadas que os cercavam.
O publico vibrava pelos jogadores juntamente a Zayn, quando gritos de euforia explodiram assim que o rosto de Louis apareceu no telão como foco principal, Harry era de Londres, no entanto, Louis com o pouco tempo que passou na mesma cidade apesar de ser Brasileiro, tinha feito com que estivesse conhecido por lá também. Talvez seja isso, não existe mais duvidas de onde vem todo o charme de Tomlinson.
Antes que o apito do primeiro tempo soasse e o hino começasse, Louis fez questão que cumprimentasse Zayn, com um longo abraço, e então Harry, quando fez sua melhor cara de surpresa e expos um sorriso cafajeste com os olhos pequenos e penetrantes, dando um beijinho casto nas costas da mão de Styles.
Que por sua vez, bufou baixinho, convencido que Louis ainda continuava atraente quando piscava seu olho brilhante para si, isso o deu espaço para ficar com um biquinho emburrado até que o primeiro tempo acabasse, com dois cartões amarelos para o outro time e dois gols de Tomlinson.
Seria precipitado de mais dizer que esses gols foram para Harry, quando todas as vezes que Tomlinson fazia, beijava seu brasão e olhava com uma postura de superioridade para Styles? Talvez, ele estivesse sentindo falta das antigas provocações entre os dois também.
Durante a pequena pausa do primeiro tempo, quando os jogadores bebiam água das garrafinhas, Louis fez algo, fez questão de jogar um pouco do liquido em cima da própria blusa do time, que apesar de um pouco mais grossa, marcou seu peitoral marcadinho, deixando gotinha escorrendo da sua boca de forma erótica, e então algumas gotinhas que pingaram no cós da bermuda esportiva, que marcava bem o seu pau grosso e grande no tecido, talvez não estivesse usando cueca.
Louis piscou o olho. Mais uma vez. Porra, ele tinha algum tique? Correu pela borda do campo quando estava para voltar ao jogo, jogando a garrafa de água a Harry, sorrindo de ladinho, os dois alheios a qualquer encarada de Malik.
E ela jura. Ela jura por qualquer coisa que tentou se distrair e prestar atenção nos próximos minutos de jogo, tentou quando alguns outros amigos de Zayn chegaram a sua volta para os cumprimentar, tentou enquanto bebia um golinho da água, tentou quando os primeiros pingos da chuva começou no estádio durante o fim do segundo tempo.
"GOLLLLL". Tomou um sustinho, tremelicando o corpo pequeno e delicado quando deu por si da chuva que já caia e então o amigo de pé enquanto gritava eufórico, o placar apontava o fim do segundo tempo, logo após os acréscimos, foi quando a cacheada deu por si do quanto estava alheia a tudo aquilo. Sorrindo forçado na direção do mais velho assim que ele olhou para si novamente, comemorando com o próprio time, os uniformes devidamente molhados e a grama escorregadia.
"Escuta, Hazz. Estou indo já de volta para casa com alguns amigos, mas Louis me disse que precisa resolver algumas coisas com você, assim que terminarem ele te leva para lá".
"Vai mesmo me confiar nas mãos do seu amigo?".
"Hazz, só estou fazendo isso por confiar muito nele, certo? Nunca deixaria você em perigo". Murmurou com um ar carinhoso, selando a testa da garota e saindo pela escada lateral do estádio. "Espera ali um pouquinho para não tomar tanta chuva". Apontou uma pequena parte coberta perto dos vestiários, Harry acenou contido caminhando um pouquinho enojado pela lama que melecava seus tênis novos.
Alguns longos minutos se passaram, que mais pareceram horas, quando a força da chuva começava a diminuir gradualmente, quando alguns dos colegas de time de Louis passavam por si com sorrisos sacanas, que Harry obviamente devolvia a todos, quando o céu estava mais escuro que nunca e as luzes do estádio era a única responsável pela luz forte do lugar.
Oh, certo. Louis tinha se esquecido dele? Harry se encontrava sentado quietinho, observando atentamente quando todos tinha já ido em bora, apenas algumas pessoas ainda dentro do enorme campo de futebol, os vans de Styles ao lado dos seus pés cobertos pela meia, enquanto pensava como iria em bora com eles. Será que mosquitinhos tinham picado ela também? Porra, deveria ter usado um pouquinho mais de repelente e...
"Styles? Que puta surpresa te ver aqui, princesa". Sorriu calmo enquanto tinha a coluna encostada na parede e frente do garoto sentado, com o uniforme suado e bonito ainda em seu corpo, exalando um cheiro másculo que não chegava a ser fedorento apesar do suor. Era apenas, Louis.
"Não finja surpresa quando Zee te avisou que eu viria, Louis". Apertou a sobrancelhas, vendo quando o sorriso nos lábios finos aumentou com a presunção do mais novinho. "Aliás, não me chame de princesa, eu sou uma, mas olha os meus tênis". Formou um bico entristecido e birrento nos lábios.
"Uma modelinho usando Vans, princesa?". Se agachou na frente do banco onde ele estava sentado, erguendo seu tênis escuro e o mostrando. "São só a solas sujas, Harry, para de drama".
"Está pesquisando muito da minha vida não acha? Para saber que sou modelinho". Sorriu quando achou ter achado algum ponto fraco.
"Como não pesquisar sobre você?". Aproximou o rosto do cacheado, com a respiração acelerada. "Saudade do colégio quando te provocava e você dizia o quanto queria ser fodida por mim, pensava nisso por toda semana". Apertou a palma da mão na coxa branquinha, marcando os seus dedos na pele imaculada pela força, rindo baixinho quando escutou Harry suspirar fraquejado.
"Eu não dizia isso". Relutou. "Por que me odeia?".
"Mas queria não é? Respondendo a sua pergunta, por que sempre foi uma putinha mimada, do caralho, me deixa com raiva, mas me dá tanto tesão". Segurou o rosto delicado em sua outra mão, apertando a mandíbula dela e então, soltando a sua coxa para apertar seus cachos e puxar fazendo o couro cabeludo doer. "Olha o jeitinho que você suspira pra' mim. Que sempre fez, só faltava abrir as pernas para comer a sua bucetinha durante os treinos, você ia amar isso, eu sei que sim".
Sorriu com a expressão séria, acompanhando os olhinhos verdes dela revirando com força, e shortinho fino e molhado que começava a encharcar. Harry estava tão entregue, que era fodidamente quente.
Da sua mandíbula, a mão cheia de veias de Louis desceu para seu corpo, contornando com delicadeza até que pudesse voltar a sua coxa, mas desta vez, apertando a xotinha na palma da mão inteira e sentindo quando a costura do short esportivo entrou dentro dos lábios gordinhos da buceta dela, apertando os cachos na outra mão em reflexo.
"Fala que quer". Apertou mais rudemente a mão.
Harry soltou um longo gemido baixinho e sôfrego, quando se recompôs.
"Nunca". Sorriu safadinha. Acompanhada de Louis.
"Vadia mimada". Cuspiu as palavras quando finalmente grudou seus lábios, apesar de ainda agachado em sua frente os movimentos eram bruscos e fortes, além de desesperados. Styles não media quando gemia baixo nos lábios de Tomlinson, extremamente necessitada, se contorcendo e contraindo a bucetinha a medida que a palma da mão apertava em sua intimidade.
Os dentes do moreno judiavam e mordiam fortemente o lábio inferior do encaracolado, deixando que um gemido ardido escorregasse dos lábios do mimadinho, esfregando suas línguas juntamente e sentindo a sua própria ser sugada por ele, como se simulasse um boquete. Harry era responsivel para caralho, se deu conta quando ele gemia baixinho e necessitado a qualquer mínimo toque que Louis o dava.
Os dedos do moreno brincaram com a bocetinha dela por cima do tecido da bermuda, ao mesmo tempo que apertada, os dedo fingiam que iriam entrar dentro da sua grutinha, mesmo que impossibilitado por estar usando uma peça de roupa.
"Louis". Gemeu com a língua para fora, implorando por qualquer coisa e arrepiando com a risada boba que recebeu em troca.
"Olha bem, princesa". Se levantou a sua frente, com o quadril apenas um pouco a cima da cabeça cacheada, que continuava sentadinha e bem comportada, com o lábio inchadinho e dolorido depois de tantas mordidas, aquilo definitivamente vai deixar marquinhas. Soltou um barulhinho relutante e triste quando Louis tirou a mão que apertava em volta da sua xoxotinha ensopada, os dedos de Louis que tinham um pouquinho do seu melzinho.
Mas, os olhos brilharam, quando Louis envolveu o próprio membro grosso e grande em sua palma da mão, pro cima do short do time, as pontas dos dedos envolvendo a própria glande grossa e inchada, molhando o tecido em volta com o melzinho da garota e mostrando seu tamanho.
Harry tem certeza que perdeu o ar, quando notou o quão grande Louis é, ele é uma delicia, mas nossa, seu caralho devia ter pelo menos vinte e três centímetros, sentiu sua boca encharcar de saliva, necessitada para chupar tudo aquilo para dentro da sua garganta, e teve certeza não ser apenas imaginação assim que Louis recolheu o pouquinho de saliva escorrendo por seu queixo.
"Vem aqui, mimadinha". Sorriu, trazendo a cabeça mais perto de seu quadril com a mão apoiada em seus cachos, e grudando justamente em cima da pequena mancha da sua própria xota. "Sente o gostinho da sua bucetinha, princessa, mas chupa bem a cabeçinha". Empurrou a cabeça em sua glande coberta, a lingua pequena e molhadinha dele, que no mesmo instante ficou para fora, formando um biquinho e sugando em cima da pequena mancha, sentindo quando em reflexo Louis empurrava e amaciava o quadril em seu rosto, sentindo a pulsação do cacete grande na ponta e gemendo como um miado fininho.
Porra, Harry tinha tanta fixação oral, não tinha sentido o peso e o membro longo na sua língua ainda, mas não queria que aquilo acabasse tão rápido, se deliciando com a glande molhadinha e o pouquinho que conseguia colocar na boca, por enquanto. Mal podia esperar por colocar ele todinho em sua boca, para engasgar no pau grosso e grande, a glande inchada ele rasgando sua garganta pequenininha e ardendo os cantos da sua boca gordinha, chuparia ele por tanto tempo, e sentia tremer com a ansiedade me pensar de fazer aquilo, não sentia quando gemia implorando por algo, como uma maldita vadiazinha no short de Louis desesperada, os cantinhos dos olhos lacrimejando quando pensava sobre a demora de conseguir fazer aquilo, com as mãos de louis apertando fortemente sua cabeça contra o quadril, o nariz pintadinho apertando no tecido e sentindo cheirinho viril dele.
"Louuis, mhmmm". Pediu baixinho com a língua em cima da manchinha da glande.
"Você quer me chupar, hm?". Apertou seu rosto contra a pélvis, sentindo quando o contato da boquinha dele me sua glande passou de ser superficial, para envolver ela inteira junto ao tecido suado dentro da sua boca, apesar de grande, já deixava sua boquinha um pouco dolorida, babava tanto o shortinho e o tecido da boxer, que fazia Louis sentir sua babinha pelo tecido.
Harry acenou com a boquinha na sua glande e os olhos pedintes olhando para cima, se encontrando com os azuis do Louis.
"Você quer tanto isso, e eu espero no mínimo que faca isso direito, coloca tudinho na sua boca". Se afastou novamente escutando Harry soltar mais um choramingo entristecido, e antes que pudesse retirar totalmente a bermuda, apenas colocou o pau grosso e denso para fora das peças de roupa, apontando longo e molhadinho na direção de Harry, que mantinha suas mãos comportadas em suas coxas. Entreabriu a boquinha respirando fundo e colocando a linguinha para fora, seguindo a glande gorda para colocar na boca. "Vem aqui". Puxou os cachos encostando ela em sua ponta gorda, e forçando a cabeça para frente.
Styles respirou fundo pelo nariz, acumulando bastante saliva dentro da boca quentinha, deixando escorrer e molhar bem a glande meladinha, sentindo finalmente o seu gosto no paladar assim que a pontinha da língua encostou na fenda pequena.
Ansiosinho por mais ele colocou toda ponta grossa dentro da boca, envolvendo a glande sensível com a língua e chupando desesperadinho, genia contido com ele na boca em sentir ela finalmente sendo preenchida, os cantinhos dos lábios tinham uma dorzinha mínima pela grossura gostosa dele, sentindo a bucetinha ensopar com o peso de Louis em sua língua.
Deixava lambidinhas impiedosas, sugando ele forte e apertando as coxas grossas ao que escutava os gemidos roucos do jogador. Sentiu quando Louis segurou o próprio cacete, enfiando até um pouco em baixo da glande em sua boca. O cacheado engasgou um pouquinho pelo susto, escutando uma risada zombeteiro do mais velho.
"Queria tanto me chupar e ter s sua boca cheia, mas não consegue nem chupar a cabecinha, amor? É de mais para você?". Os olhinhos de Harry se enxeram de água por ter o mínimo do garoto dentro da boca, babando muito em volta do membro grossinho, como se estivesse em uma poça.
Apertou os olhos marejados enquanto tentava enfiar mais dele dentro da boca pequena, a língua passando pelas veias grossas e pulsantes em baixo enquanto fazia um carinho excitante no seu pau. Tomlinson gemeu baixinho, com um biquinho nos lábios finos, Harry chupando seu caralho era uma delícia, e ele ao menos havia colocado tudo na boca ainda.
Tirou a mão que punhetava a base do próprio membro e envolvia as bolas, recolheu um pouco da saliva que respingava dos cantinhos, e então levando as pontinhas dos dedos para o mamilo rijo do garoto, nos montinhos cheios dos seus seios, apertando o biquinho grosso e o girando nas pontas.
"Mhmmmmm". Harry tentava gemer mas apenas se tornavam murmúrios dengosinhos e desconexos, a cabeça se movimentava para frente e para trás, metendo a glande grossa na sua própria boca e apertando a fenda na pontinha da língua, quando começou a enfiar mais do caralho na boca. Metade dele estava dentro da sua boca e porra, a grossura, doia tanto.
Os cantinhos dos lábios que queimavam como o inferno pelo pau grosso e pesado na sua língua, mas era tão bom.
Os olhinhos marejavam de frustração ao tentar colocar mais do membro dentro da sua garganta, mas não conseguia mais da metade, era muito dolorido apesar de gostosinho. Ela não estava sendo uma puta obediente? Como se lesse sua mente, Louis empurrou o quadril para frente, metendo a ponta na garganta apertadinha dela, e fodendo bruto, gemia com os barulhos altos de engasgo e se divertia com a dificuldade de chupar da garota.
"Porra, você realmente não tá' conseguindo me chupar, Harry. Achei que fosse ser uma vadiazinha obediente". Negou a cabeça como se estivesse decepcionado. Harry largou seu pau com um estalo alto, formando um biquinho nos lábios inchados.
"Desculpa Louis".
"Abre a boca, vou enfiar ele até onde quiser, e você vai chupar bem gostosinho enquanto fica quietinha para mim, pra' depois foder o seu rabinho". Formou um bico em seus próprios lábios, acumulando saliva na ponta e cuspindo em cima da própria glande babada, que pingava por tanta lubrificação da menina mimadinha, com os dedos instruiu elas abrir a boca novamente, enfiando um pouco mais que da outra vez em sua garganta, estalando a glande no fundo, com Harry acabadinhoe os olhos pingando, assim como a boceta apertadinha.
Movimentos levinhos começaram contra o queixo do garoto sentado, que torcia os dedos nas próprias coxas para ser bem comportadinha. Mas que prontamente levantou as mãos para arranhar os gominhos marcados dele, por baixo da camiseta, deixando marquinhas das suas unhas.
Faltavam pelo menos dez centímetros, mas porra era tão bom, Harry certamente aguenta mais mas, Lou era tão grossinho e denso que era impossível engolir mais. Sua cabeça estava imóvel, sendo apenas usada para ser fodida pelo quadril de Louis, que metia fundo da na sua garganta.
Levou uma das mãos que estava apoiada na coxa as bolas de Tomlinson, massageando e apertando, sentindo quando os movimentos aumentaram e louis começou a gemer mais alto, a bucetinha dela pulsava tanto que tinha certeza que poderia gozar só chupando o caralho grossinho dele.
"Chega. Levanta e desce o short pra empinar a bucetinha pra' mim, vou meter em você, não queria que te comesse no campo de futebol?". Sorriu sacana, quando tirou o membro de dentro da boquinha inchada, batendo a glande na língua para fora e delineando os lábios gordinhos, e então as bochechas rosadas, para espalhar sua pré porra.
"Vai conseguir me comer, Tomlinson? Tem certeza que não está muito cansandinho depois do jogo"?.
Louis soltou uma risada escandalosa, conduzindo o garoto e empurrando sua bochecha para a parede gelada, com os dedos apertando em sua nuca.
"Olha pra você. Não está conseguindo falar e quer me provocar, princesa? Vou meter em você no seco, mas você deve estar tão melecadinha que nem precisa de lubrificação". Foi contra suas próprias ordens quando desceu o shortinho dela com brutalidade, puxando seu quadril para trás, e abriu as bandas da sua bunda gordinha com apenas uma mão.
A palma desferiu um tapa na banda branquinha, vendo ela balançar e ter um contraste lindo da cor avermelhada com a pele branca do modelinho. Escutou quando os choramingos dela aumentaram, arregalando os olhos azuis pelo quanto ele é escandaloso.
"Por que tá' chorando, caralho? Eu nem te machuquei ainda". Deu outro tapa em sua nadega, acertando forte e ardido na banda abertinha, que expõe seu cuzinho e a boceta gorda e deliciosa pela posição.
"Chupar". Recebeu como resposta um choramingo manhoso do garotinho, que enxarcava a parede com as suas lágrimas. "Na minha boquinha, Lou". Louis sorriu com a menção do apelido.
"O que?".
"Q-quero chupar". Suspirou entristecido, soluçando baixinho pelo choro fraquinho, tentando e se confundindo com os gemidos escandalosos quando recebia tapas no seu bumbum e as vezes na entradinha contraída.
"Quer alguma coisa na sua boca, Harry?". Styles acenou prontamente, desesperado que Louis entendesse sua vontade e cumprisse, queria sentir o membro grosso dele na sua boca novamente.
"Por favor". Outro soluço choroso, com os olhos verdes tristes. "E-eu prometo engolir tudi-nho".
"Mimada". Sussurrou perto da sua orelha, enfeitada com uma pequena pérola brilhante na ponta. As pontinhas dos dedos dedilhavam seu cuzinho dentro das bandas gordinhas, acariciando deliciosamente por cima, e descendo para a repartição da xoxotinha, por cima da sua vulva. "Você é a porra de uma mimadinha, você vai me ter na boca quando eu quiser, enquanto isso, vai ser bem altinha enquanto geme e grita por mim". Recolheu o melzinho no meio dos lábios grandes, observando como o pré gozo era denso nos seus dedos, levou os mesmos para os lábios abertinhos do cacheado, que sem pensar duas vezes colocou dentro da sua boca e sugou fortemente, bem obediente.
Com a outra mão, louis largou seu pescocinho vermelho, segurando o cacete nos dedos e esfregando a glande que estava pingando pela abertura da sua boceta, circulando levemente na sua grutinha pequena, Louis sorriu, aquilo ia doer pra' caralho.
"Você tem certeza que me aguenta, Hazzy? Sua xota é tão pequenininha, olha só". Fingiu que estava para penetrar ela, vendo como a boceta mal abrigava a glande gorda, e conseguia apenas engolir a pontinha, suspirando sôfrego com a dorzinha mínima.
Harry gemeu alto nos dedos que esfregavam na sua língua, a bunda se empinou mais forte na direção do jogador de futebol suado.
"Você me aguenta?". Recebeu acenos desesperarmo-nos como resposta, quando Styles não conseguia dizer nada. "Claro que consegue, olha que vadia você é. Vou te usar como um buraco de foder e quero você gemendo bem escandalosa pra' mim".
Com as pontas dos dedos, ele abriu a entradinha da boceta, abrindo ela para abrigar mais da glande, a grutinha piscava necessitada, querendo o mínimo de louis dentro dela. Então, Tomlinson começou a empurrar o quadril enfiar devagarzinho, sabia que aquilo seria dolorido e apesar da adrenalina correndo nas veias e a vontade de meter sem dó dentro da xoxotinha apertada, não faria por enquanto.
Harry voltou à soltar gemidos doloridos nas pontas dos dedos de Louis, doia pra um caralho, sentia o cacete dele alargando toda sua bucetinha, e mal podia esperar para sentir a glande dele socando fundo e forte, deixando todinha dolorida e aberta.
"Louuis, hm, d-doí muito". Voltou a chorar baixinho sobre os seus dedos, ele alargava tanto sua xota e não haviam nem dez centímetros dentro da sua grutinha, mas já se sentia extremamente preenchida, a sua respiração começou a ficar escassa e respirar com dificuldade a medida que o garoto entrava mais dentro. "Já terminou, Lou?".
Louis revirou os olhos em prazer, por sentir ela contrair e ser tão apertadinha em volta dele, as paredes da bocetinha se contraiam e eram deliciosamente quentes em volta do seu membro, apertando as veias proeminentes e inchadinhas.
"Falta mais da metade ainda, princesa, não seja apressada". Encostou o peitoral nas costas cobertas do cacheado, via que faltava mais de doze centímetros, a mão agora na barriguinha dela, por dentro da blusa do time dele. Sentia quando a glande começou a fazer pressão na sua barriga, deixando a pontinha quase proeminente na pele da sua barriga. Meteu mais um pouquinho, e contendo sua vontade de enfiar os dedinhos mais fundo na garganta pequena, para cessar um pouquinho aquele choro sofrido.
"Porra, Harry, olha para a sua barriga, amor". Quando Styles fez, não conteu gemer alto e chupar mais necessitado os dois dedos de louis, clamado por um terceiro, ao observar a ponta e curvatura certinha da glande gorda na sua barriga, sentiu as pernas tremerem e melecar ainda mais suas pernas com o melzinho, gemeu mais alto e em um couro delicioso de seguidos, 'louloulou', e então tremendo o corpinho quente, a medida que revirava os olhos avermelhados e inchadinhos, engasgando no próprio soluço e baba escorrendo do queixo, Tomlinson sentiu o abdômen contrair quando viu a bagunça molhada que Harry estava em todo seu queixo e na palma da sua mão.
"Você gozou, Harry?". Perguntou baixinho, quando sentiu um líquido mais denso e clarinho escorrer pelos lados do seu membro, fazendo esforço para sair, e pingando no chão, enquanto formava uma pequena poça.
"Desculpa". Choramingou entre outro soluço e gemido. Louis revirou os olhos azuis em prazer mais uma vez, então, quando começou a movimentar o quadril, apesar de não ter enfiado tudo.
"Lou, você é tão grande, está me preenchendo todinha, aperta a minha barriguinha". Disse assim que largou os dedos de Louis por um instante. Apertou os dedos de Louis na própria ponta da glande, retirando um gemido gutural do garoto, que sem ao menos perceber, fodeu a buceta dela mais forte, empurrando o corpinho mole para a parede. "D-doí muito, mas é mu-ito bom". Revirou os próprios olhos verdes, empurrando o quadril para trás e se encontrar com as estocadas lentinhas.
"Desesperadinha mesmo depois de gozar, gene bem alto alto pra mim', hum? Se segura bem que você vai ser fodida bem forte, quero ver a sua xota bem larguinha depois disso, Hazzy".
As estocadas começaram, e elas não era nem um pouquinho calmas, apesar do quão longo Louis era, ainda faltavam pelo menos cinco centímetros para que as duas bolas pesadas batessem nas bandas gordinhas dela. Mas ainda assim, a glande apertava sua barriguinha pequena, ela era tão miudinha e delicada.
"Espero que marquinhas no seu corpo sejam permitidas no seu trabalho, modelete, vai posar pra' mim com a boceta aberta pra mostrar o quanto está vermelhinha, não vai?". Apertou com a mão livre em seu quadril, mexendo o quadril gordinho para trás e frente, de encontro com as suas estocadas.
"Você me fode tão fundo Louis". Harry gemeu baixinho e manhoso, quase como um sussurro desesperado.
"Goza mais uma vez no meu pau, quero te comer gostosinho de lado mais tarde, não vou parar de fazer isso tão cedo". Enfiou os dedos fundo na garganta pequena, arranhando levemente ela, enquanto enfiava e tirava os três dedos dos lábios gordinhos e a boca molhadinha.
Styles revirou os olhos, sentindo mais lágrimas escorrerem das suas bochechas pela dor, e o quanto Louis alargava ela todinha, as pernas grossas tremendo mais uma vez, e a bocetinha apertando em volta mais do que nunca, empurrando a xota para o jogador de futebol suado, e gritando eroticamente, com a mente nublada e totalmente a mercê dele.
Sentiu ficar fora de si completamente assim que gozou mais uma vez, tremendo as coxas e mordendo os dedos de Louis, e também, quando sentiu Tomlinson foder ele mais brutalmente e continuou metendo na xotinha ardida, mesmo depois dos dois orgasmos, esfregando no seu pontinho g e sem noção que havia gozado duas vezes sem ao menos brincar com o clitoris, como das outras vezes, apenas com Lou metendo e acabando com a boceta dela.
Tomlinson foi o próximo a gozar, espirrando grosso o seu semen denso por dentro de toda barriguinha, enchendo o garoto de filhinhos e deixando ele bem cheio. Observou quando sua porra escorreu na entrada alargada da xota vermelha e inchadinha, pingando toda novamente, na pequena poça no chão.
Sentiu o corpinho fraquejar mais uma vez, caindo nos braços de Louis, e sorrindo contido apesar de feliz com aquilo tudo, e ainda com o membro de Tomlinson que voltou a meter lentinho dentro dela.
"Estou cheia dos seus filhinhos, Louis".
***
Espero não ter ficado tão desengonçado, estou me adequando ainda a plataforma, e espero que vocês não demorem também, nunca usei ela de verdade hahahahaha vou voltar a postar as ones inter por aqui!! E uso a minha conta lá para divulgar ;))
𝚆𝚎𝚝𝚝𝚎𝚛 𝚍𝚛𝚎𝚊𝚖𝚜¨*• ||Larry smut •threesome
𝑆𝑜𝑛ℎ𝑜𝑠 𝑚𝑎𝑖𝑠 𝑚𝑜𝑙ℎ𝑎𝑑𝑜𝑠
Conteúdo homossexual -Ltops! Hbottom! Ebottom! -Harry intersex! Harry com bocetinha -Incesto!! -Gêmeos: Harry e Edward (Eddie) -Louis como amigo gostoso de Desmond//todos personagens maiores de idade!! -Power bottom -Dirty talk/ Palavras usadas: grutinha, caralho, cacete, melzinho, delicinha, boceta, bocetinha, xota, xoxotinha etc. -Porn with plot
Inspiração: hspussy (Wattpad)
!!Leiam com tranquilidade, sim?!!
°•─°.-ˏˋ ♡ ˊˎ-.°•─
♡ˏˋOnde Louis é amigo do pai dos garotos e por 'acidente' uma vez vê os irmãos se divertindo um pouquinho, mas eles ainda precisam de ajuda. ♡ˏˋ
Harry e Edward eram gêmeos.
Tinham apenas 5 minutos de diferença, sendo Eddie mais velho e Hazzy mais novo.
Com exatos tudo. Mesmo rostinho bonito, mesmo estilo de roupas e mesmo corpinho pecaminoso. Eles realmente não se importavam de se vestirem iguais como muitos irmãos odeiam, eles acham uma gracinha.
A relação entre eles desde sempre foi um pouquinho diferente das costumeiras, obviamente eles sempre foram muito próximos e aquela coisa de irmandade era leal.
Apesar de suas particularidades, como Harry, que era mais quietinho e tímido quando não possuía uma intimidade com a pessoa, mas muito safadinha. E Edward, que era bem mais exibido, e muito provocador, os dois davam certinho no fim das contas.
Os cacheados moram com o pai em um apartamento gigante, e diferente da maioria dos casos, não possuem tanto contato com a sua mãe, apenas sabiam coisas básicas sobre a mulher como sua idade e nome por exemplo, não como se isso realmente importasse ao dois.
E Desmond era um pai incrível e exemplar, amava seus garotinhos mais que tudo, sempre foi apenas eles e Cookie, sua gatinha com manchas marrons, como um cookie. Desmond tinha muito dinheiro, sendo um empresário e representante de uma das maiores filiais da empresa que trabalha, a Tomlinson inc. Company.
Os dois irmãos não sabem exatamente o que ele deve fazer, além de mexer em um monte de papeladas chatas e um trabalho cansativo e maçante assim como eles imaginam. Apenas que ele trabalha muito e conhece Louis. Tomlinson, o famoso empresário no caso dono e herdeiro de tal empresa, além de reconhecido pelos seus números, teoricamente é amigo de Desmond.
Os empresários eram muito próximos, não apenas no campo profissional onde se ajudavam entre si quando necessário, mas também fora das empresas luxuosas. Desmond não era um cara de levar suas amizades para seu apartamento, não que desconfiasse da integridade dos dois garotos, que já eram assumidos bissexuais e ele levava aquilo de uma forma boa, mas sim pela sua inocência. A linda inocência dos seus garotinhos...
Haha.
Os dois combinarem tanto deve ter sido uma das melhores coisas que aconteceu entre eles, dentre elas, quando começaram a se descobrir também.
(...)
"Haz, Eu vi algo na televisão em um canal estranho, e tô' curiosa". Ed torceu a cabeça para o lado pensativo.
"Sobre o que?". Harry se interessou no assunto. O garoto usava um short pequeno de pijama, e por cima apenas o sutiã rendado e confortável para ficar em casa, ele era pequeno e marcava bem seus mamilos, mas de qualquer forma se sentia muito confortável perto de Ed.
"No video a mulher apertava os mamilos". Falou baixinho como segredasse algo. "E depois ela fazia um som estranho, com a boca mas parecia ser bom".
"Sério? Como era?". Harry perguntou genuinamente curiosa sobre. Se aproximou do corpo do irmão que tinha se apossado de um cantinho da cama, os olhos verdes conectados
"Podemos testar? Quero ver se você faz aquela carinha também".
"Claro Eddie, o que Eu devo fazer?". Torceu a sobrancelha, Ed o instruiu para retirar a renda e se deitar sobre os travesseiros, de barriga para cima e então esperar. "Hm, e agora?".
Ed não tirava os olhos dos seus mamilos amarronzados e grossos, umideceu o lábio inferior com a ponta da língua quando engoliu seco e começou a ficar ofegante. Estava animado por algum motivo.
"Presta atenção". Ele pediu baixinho ao irmão, que concordou com a cabeça animadinho, as bochechas ainda coradas pelo olhar tão penetrante nos seios seios gordinhos.
"No vídeo os mamilos dela brilhavam, eu não acho que seja água". Umideceu as pontinhas dos dedos na boca lentamente, nunca desgrudando os olhos verdes dos biquinhos que apontavam na sua direção.
As digitais foram para os mamilos rapidamente, primeiro no direito testando como seria apertar o lugar macio, de primeira Harry se contorceu um pouco na tentativa de desviar do toque, mas então relaxou quando sentiu o mesmo dedo circular sua areola lentamente.
"Eddie isso é bom". Sussurrou baixinho. Um biquinho aberto soltava a reputação que começava a ficar ofegante.
"Isso é bom". Sorriu. "É legal ficar apertando e eu sinto molhar em te ver gostando também, mas você ainda não fez aquele barulhinho com a boca". Formou um biquinho pensativo, o dedo continuava circulando o mamilo lentamente, provocando arrepios no corpo do irmão.
"Posso colocar a boca, Hazzy?".
"Na boca?".
"Sim elas faziam isso no filme também". O styles deitado concordou positivamente com a cabeça animadinho pela proxima sensação se aquelas estavam sendo tão boas.
Os lábios gordinhos de Eddie voaram na direção do mamilo seco ainda, deixou um selinho babado primeiro e então lambidinhas de gatinho a seguir. Com a pontinha do musculo molhado, ele curculava o biquinho grosso, pra devagar e ora rápido realmente se divertindo com aquilo. Mas começou a ficar um pouquinho mais intenso quando Hazzy começou a corresponder mais desesperadamente.
"Eddie". Gemeu baixinho. "Isso é muito bom, continua por favor". Afundou mais a cabeça no travesseiro fofinho. "Acho que estou molhando a minha calcinha igual você disse, Ed". Sorriu envergonhado como se aquilo fosse uma conquista, Styles ao invés de o responder algo apenas prendeu o biquinho entre os lábios vermelhinhos, para então chupar lentamente.
"O-oh Eddie, isso é tão bom não para". Gemeu um pouquinho mais alto e fino, ainda não tinha certeza do por que sentia tudo aquilo e era tão bom, mas não importava tanto no momento.
Eddie chupava o biquinho com mais afinco se sentindo pulsar e tinha a respiração ofegante ao escutar a irmã gemer e fazer aqueles barulhinhos gostosos com a boca, era tão melhor que o qual tinha visto na tv.
"Posso testar outra coisa?". Falou quando desgrudou os lábios do mamilo encharcado e mais inchado que antes.
"Por favor".
Harry sem entender tanto sentiu a boca voltar aos seus seios, os dedos de uma mão de Styles que estava apertando seu outro mamilo desceu para sua barriga, o acariciando lentamente, para então chegar ao tecido fininho do short de pijama. A pontinha do dedo desceu atrevidamente até a intimidade, apenas massageava superficialmente e de forma tão lenta que era enlouquecedora.
"Mhmm isso é bom Ed, eu tô estranha, o-oh". Contorceu um pouco quando o dedo aumentou a velocidade ali em baixo, pressionado forte e fundo em cima do grelinho, o tecido roçava e deixava tudo ainda mais excitante.
Apesar de tudo, ainda eram sensações novas e os dois nunca tinham experimentado aquilo antes, era ainda meio bagunçado e desengonçado. Harry não se envergonhava também quando alguns segundos depois gemeu mais altinho, com os olhos revirando por dentro da pálpebra e gozou rápido.
Os dois dedos na intimidade do irmão levantaram úmidos do gozo que saiu aos montes, Ed sorriu contido quando mostrou as pontinhas avermelhadas, deu uma última lambidinha em cima do biquinho grosso e inchado.
"Você conseguiu fazer aquele barulhinho Hazz!!".
"Foi bom, posso testar em você agora?".
(...)
Seu pai costumava ter muito mais receio disto quando os dois irmãos eram mais novinhos e Des tinha certa razão, confiava muito nos seus amigos mas nunca para levar ao seu apartamento com dois menores de idade dentro, não que desconfie da sua integridade mas nunca dá para realmente saber as reais intenções de quem você leva para casa, e Desmond realmente seguia essa regrinha.
Então Harry e Ed apenas escutavam sobre o empresário Tomlinson, sempre como ele era incrível, sempre como é demais e muito divertido mas nada além disto. Não é como se Louis tivesse ouvido falar muito sobre os filhos de Desmond.
Mas em algum momento eles teriam que atingir a maioridade, e tinha chego. Desmond não tinha mais receio de levar seus amigos em casa, para assistir jogos de futebol e para apenas beber, no entanto ao menos tinha levado Sr. Tomlinson ao apartamento ainda.
Harry certamente tinha uma imagem sobre o famigerado Louis, mas nada se passava dos ternos bem passados, dos cabelos castanhos e os olhos azuis penetrantes que costumava ouvir. Não dá para ter alguma imagem exata de alguém por mais gigante que sua criatividade seja, mas nossa, nada se compara com o homem que viram a alguns dias atrás.
Naquela vez, era uma manhã ensolarada de sábado, talvez Desmond tenha se esquecido de avisar sobre a visita mas isso não importa realmente agora. Harry e Ed estavam usando um biquíni pequeno e braquinho, era algo como crochê todo delicadinho, os cachos grandes do Harry estavam presos em um coque enquanto os de Ed jogados sobre os ombros, formando os lindos cachinhos.
Tinham decidido que iriam tomar um banho de piscina e deitar nas espreguiçadeiras, o sol não estava tão ardido de qualquer forma que fosse queimar suas peles leitosas.
Ed passava protetor solar por todo corpinho da outra que estava deitada de bruços em uma das cadeiras reclináveis na borda da piscina, as mão de Styles demoravam um pouco propositalmente enquanto passava o creme sobre a bunda gordinha, os dedos passando tão levemente em volta do fio pequeno que comprimia no meio das suas bandas, passava as pontinhas dos dedos por dentro da parte pequena, vez ou outra massageando a boceta superficialmente enquanto disfarçava. Mordiscava o lábio inferior excitada em estar tocando a irmã de forma tão vulgar quando qualquer um poderia os observar.
"Hmmm Ed, aqui não por favor." Sussurrou sentindo os arrepios em sua pele e o começo de uma excitação pelo toque levinho e delicado que chegava a ser extremamente delicioso.
"Por que não Haz?". Respondeu com outro sussurro, o dedo do meio entrou dentro dos lábios gordos, acariciando levemente a região úmida e macia.
"Por que não estamos no quarto, e aqui podem nos ver". Formou um biquinho, inconscientemente estava louquinha para que o dedo adentrasse dentro da sua grutinha. "Vamos fazer outra coisa, sim? Depois continuamos isso no quarto Ed". Formou um biquinho, se levantou da espreguiçadeira lentamente, com certa preguiça.
"Onde você está indo?".
"Vou pegar Cookie na sala para passar um tempinho com a gente, tô' com saudade dela". Sorriu fofo.
"Vai lá Haz". Sorriu desinibida para o corpo lindo na frente dos seus olhos, as mãos que antes estavam pousados na cintura assim que a garota levantou, desceu para o quadril bonito e então para a parte frontal do biquíni, onde arrumou o tecido em cima da xota gorda, e levando isso de uma forma para tocar o lugar delicioso. Passou com os dedos ajeitando os lábios da boceta na parte pequena e então, passar por dentro dele, marcando bem a intimidade.
Harry sorriu mordiscando o lábio gordinho, e as bochechas coradinhas, ela não costuma ser tão envergonhada desta forma em momentos de intimidade apesar de um pouco contida, mas ficava tão receosa quando Edward a provocava em publico, apesar de parecer tão delicioso.
Styles caminhou sobre o piso escorregadio devagar, tomando extremo cuidado, secou seus pés molhados antes que entrasse na sala gigantesca, de primeira não avistou seu pai, mas sim um homem.
Tinha um homem mais velho sentado em seu sofá, ele vestia uma camiseta de time que Harry não faz ideia de qual seja, as pernas estavam abertas de forma desleixada, nos quadris pendia um short de malha fininha e tinha uma lata na sua mão com uma bebida amarelada, provavelmente cerveja. Os olhos vibrantes que pregaram em si, quando por fim viu o rosto másculo, a barba ralinha para fazer em toda mandíbula marcada além das bochechas fundas e ossudas, o cabelo em um corte chamado peaky blinders.
Nossa. Harry perdeu o folego.
Harry reconheceu os detalhes que já tinha ouvido falar, sobre os olhos azuis e os fios castanhos, pessoas de olhos claros eram extremamente normais em Londres, será que realmente seria Louis?
Os olhos verdes se arregalaram quando se lembrou de estar de biquíni, não sobre estar na frente de um homem tão bonito mas sim na possibilidade de Desmond o ver daquela forma na frente de um de seus amigos.
Os olhos azuis do (provável) Tomlinson o olhava de forma penetrante, o homem que lutava consigo mesmo na tentação de não descer os olhos para o corpinho molhado com o biquíni.
"Oi". Falou baixinho. "Você viu Cookie?". Entortou a cabeça.
"Cookie?". A voz rouquinha perguntou.
"Minha gatinha." Formou um biquinho. "Estou procurando por ele, desculpa incomodar, eu nem devia estar aqui, prazer sou Harry". Esticou a mão na sua direção que foi recebido com um beijinho casto.
"O prazer é todinho meu, sou Louis Tomlinson". Sorriu enquanto umedecia os lábios com a ponta da língua sedutoramente. Talvez Harry tenha passado um tempinho de mais olhando para os lábios fininhos, quase conseguia se sentir molhar pela postura e perfume viril de Louis.
Então ele realmente era o Tomlinson!!
Ele tem a certeza agora do porque Desmond nunca deixou ele se aproximar dos irmãos, o homem era uma perdição do caralho.
Apertou as coxas grossas e branquinhas, sentiu os pensamentos nublar com o tanto de pensamentos pecaminosos que apareciam, fala serio Harry ne costumava ser tão safadinha assim...
O que eram para ser apenas dois minutinhos indo buscar o gato demorou um pouco mais, despertando a curiosidade em Edward sobre o que deveria ter acontecido então com Haz. Edward levantou da borda da piscina onde estava sentada, então para ir a procura da irmã. Abriu um sorriso genuinamente malicioso quando entrou pela sala de estar e viu a cena na sua frete.
Nunca tinham pensado realmente sobre incluir uma terceira pessoa, se divertiam muito juntas mas quando olhou para o homem, seu pensamento com certeza mudou!
A palma da mão circulou a cintura fina e descoberta da irmã, isso ao menos a assustou, já estava muito acostumado com aquele toque. Deixou um selinho de forma provocadora no vão do seu pescoço.
"Ele é o Tomlinson?". Perguntou perto do lóbulo da sua orelha.
"Uhum".
Tomlinson tinha os olhos mais arregalados que anteriormente quando viu a cena deliciosa, não nega que sentiu seu caralho pulsar no short fininho quando viu o toque tão delicadinho em Harry. Suspirou pesado com as pupilas gigantes, aquilo era tão errado não deveria ter este tipo de pensamentos sobre os dois.
Edward sorriu quando viu o membro grosso marcadinho no short fino, as mãos anteriormente na cintura da irmã desceram para o crochê fino do biquíni, dedilharam os lacinhos e então para a parte pequena que mal cobria a boceta. Os dedos deslizaram para os ladinhos da intimidade apenas acariciando e então entre os lábios fartos, e caralho, o crochê branquinho da peça marcava tanto sua bocetinha, os lábios tão gordos que era fascinante ficar olhando. Louis suspirou pesado novamente quando viu Ed tocando a irmã assim de forma tão vulgar e a exibindo tão deliciosamente, além dele gemendo baixinho mas audível no ambiente quieto.
As pontinhas entraram por dentro do tecido, acariciando o grelinho gordo e inchadinho de Harry, que gemia despudoramente e tinha os mamilos grossos e marronzinhos marcados no sutiã. Sentindo os beijinhos e mordidas em seu pescoço leitoso, mas com certeza perdeu a cabeça assim que viu a mão cheia de veias de Louis ir em direção ao próprio membro e apertar ele para mostrar a linha da glande gorda no cacete duro, ele tava' com tanto tesão nas duas, e nem tinham feito nada.
"Ela tá tão molhadinha pra' você Tomlinson, seria tão bom senti-la não é?".
Em toda cena, nada dissipava suas mentes nubladas que Desmond estava no cômodo ao lado apesar de inaudível. Era deliciosa a sensação de quase ser pega.
Despertaram de tudo quando escutaram os passos se aproximando da sala de estar, Louis correu para buscar alguma almofada e posicionar sobre o colo. As garotas que ainda estavam a procura do gatinho encontram ele saindo quietinho da sala de jantar. Ed segura o bichano nos braços delicadamente enquanto subia as escadas, o mais silenciosamente possível.
"Tchau senhor Tomlinon". Falou baixinho para o homem enquanto seguia a irmã escada a cima, as duas ainda muito excitadas e inebriadas pelo o que ainda não tinha acontecido.
***
Louis estava em crise.
Desmond havia já voltado para a sala apenas alguns segundos, por sorte não percebeu os irmãos correndo rapidinho para o andar de cima, e muito menos as bochechas coradas de vergonha e excitação de Tomlinson.
O jogo que estavam assistindo na televisão gigante tinha voltado do intervalo, e Des voltava com alguns snaks além de mais bebida alcoólica. Styles ora ou outra tentava puxar algum assunto fútil ou apenas para comentar enfurecido sobre o jogo mas Louis não conseguia escutar.
Foda-se que seu time estava perdendo e ele era um torcedor nato, mas que porra havia acabado de acontecer?
Chacoalhou a cabeça para tentar talvez expulsar os pensamentos sobre o que as duas estariam fazendo no quarto nesse exato momento, o que claramente não ajudou muito pois os pensamentos promíscuos que criou na sua cabeça das duas era bem pior que tudo.
"Caralho, era escanteio porra!!". Desmond gritou perto do seu ouvido o fazendo despertar e pular assustado. Styles tinha o rosto todo avermelhado de raiva e era no mínimo engraçado. A seguir o homem levantou como uma criança birrenta para voltar a cozinha.
Tomlinson fechou as orbes azuis por algum milésimos de segundo para a cena a alguns minutinhos atrás, a glande pingava pré-gozo no tecido fininho do short e mesmo com a camiseta de time colorida estava suando. Revirou os olhos dentro da pálpebra quando se lembrou de Edward tocando a irmã de forma tão vulgar e deliciosa, os dedinhos que massageavam a boceta por dentro do biquíni enquanto sussurrava dizendo que Hazza estava toda molhadinha para ele.
Apertou o membro discretamente por cima da roupa, enquanto tentava se controlar, tentava manter sã e com a consciência de que nunca rolaria nada, eles eram filhos do seu amigo.
Ponto final.
Ele também poderia vir com aquele discursinho dizendo que ao menos sabia se elas estavam interessadas em si, mas tem certeza que aquilo já responde parte da pergunta.
Passou a camiseta pela cabeça apressado, apenas para que dissipasse um pouco do calor infernal que sentia.
Quem sabe fosse realmente o diabo buscando ele por estar duro em ver os dois irmãos se tocando daquela forma...
"Tomlinson, acabou a cerveja, cara". Desmond gritou do outro cômodo. "Tô' indo comprar mais, quer qual?". Parou na porta da sala de jantar, olhando o moreno com uma das sobrancelhas curvadas em questionamento.
"Essa mesma aqui". Levantou a latinha amarela, com a bebida genérica. Falava meio aéreo ainda. "Tem mercado aberto essa hora Styles? Tá' rolando jogo".
"Não faço ideia, vou demorar um pouco de qualquer forma, preciso respirar um pouco". Referente ao jogo, era no mínimo engraçado o quanto ele se estressava assim, Louis soltou uma risadinha embaraçosa, concordando veemente coma cabeça ansioso para quando o homem saísse finalmente, mesmo não tendo certeza do que fazer depois.
A seguir em ordem escutou a porta de entrada ser destrancada; trancada e então, o barulho das rodas queimando no asfalto quando o veiculo saiu apressado. Louis pode finalmente respirar fundo e deixar seu amiguinho respirar também, quando tirou a almofada de cima do quadril e bufou ao ver o membro mais duro que antes.
Passou alguns minutos olhando para o teto com a cabeça pendida para trás, no encosto almofadado do sofá, torcia a sobrancelhas a cada segundo pensando sobre o que deveria fazer, ou apenas se deveria fazer nada. Ele estava achando que a segunda opção realmente seria a melhor, tendo em vista que eles eram filhos do seu colega de trabalho.
Mas automaticamente mudou de ideia quando escutou um gemido alto e fininho, supondo que veio do andar de cima. Elas estavam fazendo algo. O polegar circulava a glande gorda por cima do short, lentamente para provocar a si mesmo, quando decidiu por vez que subiria lá em cima!
Respirou fundo a medida que subia as escadas com o carpete claro devagar, para não provocar tanto barulho, uma coisa que o tapete já fazia de qualquer jeito. A porta de onde saiam alguns barulhos molhados estava escancarada, como se os dois não tivessem medo de serem pegas.
"Nossa". Sussurrou baixinho a si mesmo, sentiu a fenda espirrar uma quantidade exorbitante da pré-porra, mordiscava o lábio inferior com tesão quando seus olhos azuis não desgrudavam da cena.
Harry estava deitado sobre o lençol, os cachos agora soltos estavam bagunçados. Ele tinha a cabeça jogada para trás, seus lábios gordinhos formavam um belo 'O' gemendo baixinho e contido, com o medo de chamar a atenção de alguém. Diferente de Edward que gemia e gritava despudoramente alto, este, estava em cima do corpo da irmã, seus quadris tão encaixados que rebolava para um lado e para o outro esfregando as bocetas encharcadas, sua mão segurava uma das pernas de Styles para maior apoio nas reboladas.
Em uma das vezes, ele se afastou um pouquinho apenas para cuspir grosso e em grande quantidade no meio das xotas gordas e então deslizar com maior facilidade, os seios gordos dos dois balançavam como se oferecessem seus mamilos bonitos em um banquete, tão deliciosos e durinhos.
Tomlinson estava paralisado em frente a porta, Harry de alguma forma deve ter se sentido observado, sua cabeça virou na direção de Louis, foi quando o garoto gemeu mais altinho se contorcendo e gozando forte, com tanto tesão em ver o homem mais velho olhando as duas fazerem aquela coisa tão, errada.
O homem de olhos azuis respirava pesadamente, se alguém o tocasse neste exato momento concluiria que ele tinha acabado de gozar, com o tanto que molhava a boxer. Mas aquilo certamente não tinha acontecido, seu cacete continuava tão duro.
"Gostou da cena Tomlinson? Você viu como ela gozou forte em te ver?". Formou um biquinho, provocador do jeito que era. Desgrudou suas bocetas, uma linha fina do gozo ainda prendia as duas juntas mas foi quebrada quando o irmão mais velho desceu para o meio das pernas do outro. Abriu as duas coxas com brusquidão, e a seguir abrindo a boceta e mostrando todo o grelinho gordo que pingava pra caralho da bagunça das duas.
"Quer experimentar Lou? Tenho certeza que ela vai gemer mais alto, não vai amor?". Perguntou desta vez a irmã que chacoalhou a cabeça animada, as bochechas totalmente coradas do recente orgasmo. O moreno poderia dizer agora com todas as palavras que não voltaria atrás, pois neste momento ele já tinha entrado dentro do cômodo quente, trancando a porta e andava em direção aos Styles'.
"Caralho de buceta gostosa". Passou a pontinha do dedo por toda intimidade, como se estivesse conhecendo o lugar e admirando. Ed abriu mais a xoxota da irmã, com o outro dedo estimulava o clitóris lentamente, Louis conseguia ter a perfeita visão da grutinha dela piscando, implorando por alguma coisa dentro. Começou deixando beijinhos por todo lugar, por cima dos lábios gordos lisinhos, e encharcados. Os olhos azuis não desgrudavam do verde de Harry, onde começou a introduzir a língua lentamente, recolhendo a saliva e o gozo das duas no paladar, apertava os olhos engolindo e chupando mais forte a bocetinha.
"Hmmmm que delicia Hazzy, não está amor? Ele tá' te chupando gostosinho ou só eu faço isso?". Desceu as unhas arranhando o peitoral desnudo do homem sobre os joelhos ao seu lado. As pontinhas primeiro brincaram com a barra do short curto. Entrou com a palma dentro, apertou o cacete duro e grosso, um aperto delicioso e então começou a punhetar o membro por cima da boxer.
A mente dos dois estavam nubladas, tanto de Harry como Louis e parte disto era por estar sendo tão gostoso e por Eddie ser tão desinibido assim.
O irmão mais novo rolou os olhos em tesão a medida que sentia o grelo sendo chupado fortemente entre os lábios finos e a língua massageando a pele como se estivesse desesperado, sentia que poderia gozar novamente e estava tão molhadinha, o modo que Tomlinson contraia o abdômen pela punheta gostosa e o chupava mais forte só contribuía para tudo aquilo.
As mãos de Harry voaram para os fios lisinhos de Tomlinson, empurrava sua cabeça despudoramente e sem vergonha agora, fazia a boca dele enterrar e pressionar ainda mais na sua xota melada, a barba rala esfregava na pele depiladinha causando um atrito delicioso.
"O-ohhhh Loue, mais, isso assim, assim é tão gostosinho Eddie". Falou em um gemido manhosinho instruindo o homem a chupar mais forte, se possível, com os dedos enrolados nos cabelos, esfregava e comandava a cabeça dele na sua boceta.
Eddie observava tudo ainda com a mão punhetando o membro pulsante e grosso, não duvidaria se ele tivesse pouco mais de vinte centímetros. Ele subiu pelo corpo da irmã, a envolvendo em um beijo molhado que quase não acontecia pelos gemidos, que não permitiam a garota o beijar certo.
"Amor". Gemeu para Harry. "Tomlinson tem um caralho tão grosso meu bem, eu queria tanto chupar". Enrolo um dos cachos no dedo indicador.
"Eu quero também Eddie". Concordou com a cabeça, prendeu o lábio inferior do irmão mais velho em um pedido silencioso, chupando a carninha, quase que inconsciente de qualquer atitude, aliás qualquer um estaria assim se tivesse Tomlinson te chupando tão gostoso.
"Então pede para ele Hazz". Acariciou sua bochecha gordinha.
"Loue, deita aqui por favor, quero tanto te chupar". Sussurrou contido e um pouco envergonhado ainda, mas Tomlinson prontamente obedeceu ao pedido, enquanto o moreno subiu em cima do colchão e se deitou com o peitoral para cima, os dois desceram e direção ao seu quadril, antes, Harry depositou um beijinho nos lábios fininhos mas inchados do empresário.
"Tira o short dele Hazz, quero que você seja a primeira a ver o caralho dele". O Styles mais novo concordou com a cabeça, os dedinhos prenderam na barra do tecido o descendo junto com a cueca boxer branca. As orbes esverdeadas estavam brilhantes e podia ter certeza que estava quase babando para o membro que pulou do tecido.
O caralho duro encostou no abdômen magrinho e com alguns gominhos perceptíveis, o que fez com que Harry levasse a boca e formasse um biquinho para sugar o pequeno rastro de pré-semen salgado que se formou, sentindo a barriga com os pelinhos aparados se contrair na sua língua. O homem tinha a respiração descompassada e aquilo tudo era simplesmente muito para ele.
Tomlinson sempre foi do tipo dominante e não faz a menor ideia do por que está agindo desta forma perto dos garotos, só sabe que qualquer coisa que eles pedirem ele faria sem pestanejar. Concordaria sem pensar duas vezes caso as duas quisessem o usar como brinquedinho, e no fundinho ele espera que elas façam isso ainda hoje.
O mesmo dedo percorreu por trás do membro, puxando o caralho duro e soltando só para ter o prazer de ver ele batendo no abdômen bonito.
Eddie desceu os lábios para as bolas redondinhas, quando chupou uma delas no mesmo segundo que Harry deixou um beijinho casto em cima da sua glande e começou a sugar e apertar sobre a língua.
"Oh-h porra, vocês parecem duas putas desesperadas, não é?". Segurou a base do membro, empurrando a ponta lentamente para dentro dos lábios do irmão mais novo, sentia os olhares dos dois em baixo de si pregados, e o olhando com luxuria e tesão.
"Você tá' tão duro e vermelho Loue". Haz sussurrou perto da glande, a seguir apertando a pontinha da língua sobre a fenda. Eddie tinha encontrado um pontinho erógeno em baixo dos testículos e o apertava sem parar enquanto deixava selinhos subindo para a ponta também. "Seu gostinho é tão bom, eu mal posso esperar pra' sentir a sua porra". Formou um biquinho brincando com a glande nos lábios gordos.
"Me deixe sentir também Hazzy, não seja gulosa tudo bem?". A irmã mais nova concordou, recolheu mais um pouquinho do liquido em uma vez que Tomlinson vazou em tesão, acumulou ele na língua e esfregou a sua com a de Ed. As duas línguas se esfregaram em cima da ponta gorda e inchada, as vezes caindo um pouco de saliva das duas e lambuzando ainda mais a glande descoberta do prepúcio. Louis tinha a palma da mão ainda firme na base do membro masturbando devagarzinho, sentiu o abdômen contrair fortemente ao que gozou em jatos grossos nas línguas perto da glande. Revirava os olhos se sentindo leve e gozando mais que o usual por ver as duas beijando tão deliciosamente a ponta pulsante.
As duas começaram um beijo babado, junto a porra de Tomlinson, se beijavam e esfregavam as línguas muito perto da ponta melada, as vezes incluindo ela no beijo também e chupando a glande enquanto se beijavam e esfregavam as os músculos juntas. Era tudo muito molhado e erótico no fim das contas apesar de delicioso. E Louis, caralho, não sentia seu cacete deixar de ficar duro por nadinha.
As cabeças dos irmãos se movimentavam lentamente as vezes, e ora iam agilmente, gemendo entre o ato. Eddie enfiou o polegar esfregando na própria língua, recolheu um pouquinho da porra que ainda sobrou e levou para o mamilo da irmã. Ele amava tanto ver ela se contorcer toda e causar prazer, e agora com Louis; seriam dois para enlouquecer a garota.
Tomlinson continuava com a palma no exato mesmo lugar, nunca deixando de punhetar o membro, vendo o prepúcio cobrir e descobrir a glande lentamente.
Quando as duas pararam o beijo e diminuíram a velocidade, apenas teve a visão de Harry que se levanta pelado, segurou o caralho de Louis enquanto dava um sorriso com os lábios brilhando o liquido branco, por cima da sua mão, e esfregou a ponta no seu grelinho, recolhendo todo o melzinho que escorria aos montes, pingando muito.
A Styles mais nova agacha novamente, oferecendo o caralho com a ponta reluzente do seu próprio melzinho para a irmã, que sorriu agradecida.
"Nossa, que delícia Hazzy". E chupa a glande gorda do Louis com vontade sentindo o gosto do irmão gêmeo e do pre-gozo de Tomlinson que era tão delicioso. O empresário apenas sente que pode gozar uma segunda vez em tão pouco tempo como um maldito adolescente virgem.
"Porra porra porra". Louis gemia revirando os olhos azuis, as sobrancelhas estavam apertadas e saiam sons extremamente obscenos e deliciosos de um biquinho que ele tinha nos lábios.
"Me deixa sentar em você Lou". Harry apertou a base do membro, punhetando e ajudando a irmã a enfiar mais da glande na sua boca.
Ed sorriu quando desgrudou os lábios do membro em um estalo, engatinhou até ficar com o rostinho, deixou um selinho nos lábios de Louis, como Harry havia feito anteriormente, e então subiu em cima da sua cabeça, virado para Harry que estava ainda punhetando o membro grosso, as coxas grossas de cada lado e a visão perfeita da boceta aberta em cima da sua boca. A xoxotinha escorreu e pingou lentamente em cima do seu lábio inferior, fazendo seu caralho fisgar mais se possível.
"O que acha de me chupar gostoso enquanto Hazzy senta no seu caralho Lou?". Massageava o couro cabeludo, proferindo em uma voz aveludada que convenceria qualquer um.
"Por favor". Tomlinson respondeu ansioso, primeiro sentiu as coxas prenderem sua cabeça no meio e então a boceta esfregar nos seus lábios, automaticamente colocou a língua para fora, sentia o corpo rebolar em cima do seu musculo molhado conduzindo os movimentos e se estimulado, as mãos foram em direção as coxas roliças, apertando fortemente para tentar se conter um pouco.
Eddie deitou um pouco sobre o corpo do mais velho, na direção de Harry como se estivesse formando um sessenta e nove, a mão ajudou na punheta, cuspindo um pouco em cima dele, espalhava a saliva com os dedos gemendo fininho pela língua na sua intimidade e a seguir, instruindo a irmã a sentar no caralho, a garota que subiu em cima do quadril de Tomlinson, posicionando a xota em cima do membro.
Sentiu a mão da irmã conduzir o cacete para sua grutinha, antes esfregou bem a glande em todo grelinho inchado, levantou um pouco o corpo apenas para ter o prazer de a sentir gemer nos seus lábios, que assim fez. Provocou mais um pouquinho ele.
Com o indicador ajudou a penetrar o membro na entradinha pequena dela, que contraia tanto, e isso fez com que ela própria sugasse o caralho para dentro de si, levando um sustinho e arregalando os olhos verdes. Edward sorriu na sua direção assim que viu Harry começar a gemer despudoramente e de forma desesperada.
"Toda gulosinha". Deu um tapinha fraco na boceta da irmã, que em reflexo gemeu fininho e sentando mais forte em Tomlinson.
Começaram novamente outro beijo molhado, os dedinhos nervosos de Ed indo a todo momento para os mamilos e os torcendo, Harry chupava a língua do irmão já tão ansiosa para a próxima vez que pudesse chupar Louis, tinha sido tão bom...
A partir daí começou tudo a se tornar apenas uma bagunça extrema de gemidos, era tudo molhado demais no ambiente abafado e grande no quarto das garotas. Os barulhos obscenos de Louis chupando Ed, do caralho encharcado dele batendo na bunda gordinha de Hazzy quando ela sentava forte, e os beijos e lambidas que elas davam enquanto se beijavam em cima de si.
Elas estavam com certeza acabando com o moreno, definitivamente!
"Mhmmm o Louis m-me chupa tão bem Haz-zy oh". Abriu a boca em um gemido silencioso aumentando os movimentos na língua endurecida do homem. "Agora eu entendo por que você gemia tanto enquanto ele te comia na língua, n-não é?". Sorriu maliciosa.
"Simsimsimsim eu... mhmmm". Jogou a cabeça para trás, rebolava lentamente no caralho que a preenchia tão bem, a ponta massageava seu pontinho g e ela era tão mais sensível que tudo, abriu a boca como a irmã fez, as sobrancelhas apertavam tanto os olhos e sua mente estava tão nublada que ao menos conseguiam pensar em mais nada.
"Goza gostoso no pau dele amor, molha bem, você consegue, eu sei que sim". Chupou a pele do maxilar marcadinho dela, gemeu na sua pele quando a viu gozar desesperadinha, sentindo encharcar a língua toda de Tomlinson e a seguir ele gozando mais uma vez forte dentro da sua grutinha, o liquido quente enchendo ela e a deixando tão cheia.
Pararam os movimentos lentamente apenas para prolongar o prazer. Os três com a respiração muito descompassada para fazer qualquer outra coisa a não ser se deitarem ao lado de Louis no colchão e respirarem bem fundo. Harry foi a qual teve mais dificuldade de se acalmar, principalmente por suas pernas que tremelicavam mais que tudo, mas nada se comparava ao estado de Tomlinson.
Eles tinham quase certeza que Louis não estava raciocinando direito, quando piscaram uma para a outra, como uma vitória.
🎀¸.•*pyjama délicat
¸¸.•*Aquele que a rotina de trabalho muda quando Louis encontra uma camisola rosinha no sofá do seu cliente e inevitavelmente acaba com os seus dedos dentro da sua boquinha bonita!
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Harrybottom/ LouisTops
-HarryInter! Harry com bocetinha
-Não há a utilização de preservativos!
-Utilização de kinks durante a oneshot
-Bellybulge;
-Dirtytalk, palavras usadas como: bucetinha, buraquinho, seios, caralho, pau, grelinho e entre outros!
Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler.
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Trabalhar como jornalista havia sido algo realmente grande para Louis, ainda que não fosse nomeado como repórter, a área mais conhecida pelo nome jornalismo, atuava em algo que realmente havia desejado há bastante tempo. Tomlinson costumava produzir conteúdos, tanto para agencias de comunicação assim como para clientes diretos, que por sua vez, costumava entrar em contato com ele via e-mail e onde debatiam sobre o tema que Louis precisaria construir seu trabalho em cima.
Se sentia realmente feliz enquanto trabalha com isso, sente-se quase como um profissional autônomo. Louis não trabalha para qualquer emissora ou algo do tipo diretamente, desde que começou a exercer a área, sempre priorizou trabalhar para clientes diretos, dessa forma conseguia tornar sua rotina mais flexível com seus outros afazeres, apesar da grande demanda.
O moreno sempre teve uma boa vida financeira, seus pais desde tão pequenininho sempre se empenharam bastante para que nunca passassem qualquer dificuldade, ainda que as más línguas digam que o dinheiro da família Tomlinson era sujo. Bom, você poderia tirar suas próprias conclusões; desde que ambos Senhor e Senhora Tomlinson sempre puderam se dar o luxo de caviar, trufas brancas e queijo de alce postas sobre a mesa do café da manhã com uma bela xicara de chá, de onde vinha o dinheiro não era problema. Louis cresceu com tal mentalidade de que não precisaria se preocupar o suficiente com a sua renda mensal pelo seu emprego, e influenciado ainda por papai e mamãe para não trabalhar durante toda ela, já que teriam dinheiro o suficiente para sustentar ao menos suas quatro próximas gerações.
Louis sabe muito bem disso.
No entanto, o filho único Tomlinson nunca se sentiu completamente feliz com a ideia de passar sua juventude, ao menos o fim dela, e toda sua vida adulta desocupado e talvez viajando tanto ao redor do mundo. Não gostava da perspectiva de se sentir inútil. Ainda um tanto aéreo a economia de todo o resto de Londres e visto que o ramo que seguia poderia ser substituído por inteligência artificial brevemente, se sentia completamente feliz fazendo aquilo que gostava.
Afinal, ocupava a maior parte do seu tempo escrevendo e produzindo coisas, além do outro resto de horas que passava se exercitando e passeando com seus cachorros. Obviamente, a ideia de passar todas as horas completas do dia com alguém usufruindo todo aquele dinheiro parecia algo um tanto tentador para o homem de vinte e cinco anos, mas ainda, não tão tentadora quanto gostaria, visto que junto a ele não existe quaisquer par romântico.
Não costumava produzir artigos voltados para marketing, mesmo eliminando boa parte de suas demandas ao recusar isso, ele filtra bastante sobre o que gostaria de trabalhar, apenas o trás pequenos casos criminais para escrever e produzir em forma jornalística, publicando nos pequenos blogs e até em sua maioria, recebendo propostas de grandes emissoras para os escrever e ser publicado em grandes páginas. Algo notoriamente instigante. Ele realmente gosta do que faz, apesar de colocar a culpa das noites mal dormidas nos casos terrivelmente detalhados e catastróficos que recebia, e não em falta de companhia.
Não que o moreno tatuado estivesse dispensando os bichinhos peludos! Por deus, não. No entanto sua caixa de e-mails continuava cheia e o trabalho era algo que ocupava realmente muito tempo.
→Olá, boa noite, Senhor Tomlinson. Li alguns artigos que você escreve à respeito de alguns casos, e gostaria de dizer que estou incrivelmente interessado :)
Tomlinson não deixou de pensar em como o rostinho escrito no fim da mensagem e o 'kitty' escrito no final do e-mail do garoto não passaram despercebidos e soou tão fofo em sua cabeça. Apesar do tempo o ensinar que não deveria o julgar por algo tão bobo, era inevitável pensar como estaria recebendo aquela proposta dessa vez. Deveria ser direto e profissional, no entanto, não mencionou aquilo.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Boa noite, Senhor Edward. Gostaria que me fizesse um breve resumo da sua proposta, se não o for incomodo, podemos analisar juntos e então chegar a um acordo.
→Oh, certo. Pode me chamar de Harry, por sinal. Acredito que não trabalhe diretamente com marketing, mesmo que pessoalmente eu não ache que isso se enquadra. Sou um escritor de contos de terror amador, e nessa nova trilogia eu apresentaria casos criminais que soariam como casos comuns, gostaria que me escrevesse algo a respeito desse, para que eu pudesse publicar como um real artigo jornalístico e fazer as pessoas se interessarem pelos contos. Sei que não trabalha exatamente com isso, mas tenho admirado há bastante tempo a maneira como trabalha com as palavras em seus artigos para o jornalismo e gostaria que produzisse um para mim.
Anexo.doc!
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Eu acho a proposta tentadora, Harry! E tem sorte que eu esteja interessado em me arriscar na escrita jornalística para outros meios também. Aprecio que goste da minha maneira de noticiar as coisas. Irei dar uma olhada no documento.
→Muito obrigada pela oportunidade :D, eu estou disposto a tomar uma xícara de chá em Londres se realmente se interessar pela proposta, tenho um bom investimento e estou realmente focado nisso!! ;)
Louis riu em como o garoto poderia facilmente exigir que eles se encontrassem pessoalmente. Louis sempre preferiu ser mais recluso e realizar suas reuniões de forma virtual. Não nega que estava um tanto animado em se aventurar em outro tipo de escrita e desenvolver algum tipo de parceria com aquele escritor novo no ramo. Seria algo diferente de qualquer forma. O moreno gostou muito da ideia e a maneira em como o garoto estava sendo compreensivo deu um animo encorajador para ele.
Queria que aquilo realmente funcionasse. Alongou a coluna enquanto ainda estava sentado na cadeira, bagunçando o cabelo castanho com as mãos secas e suspirando ao pensar em como aquilo poderia funcionar. Fala sério, o quão irracional o garoto estaria sendo se fosse em alguma cafeteria e talvez planejasse seu assassinato. Isso daria um bom livro... Tomlinson precisa fazer uma pequena anotação sobre como precisa se preocupar mais com o fato de se distrair tão rápido! Piscou os olhinhos azuis distraídos e voltando a responder Styles depois de algum minutos.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Nunca realizei reuniões pessoalmente, mas aproveitando que está em Londres também, deve ser uma boa oportunidade. Ao menos que esteja planejando meu assassinato, então me avise previamente para despedir dos meus cachorrinhos hahahaha. Quando fica melhor para você!
→Hahaha, talvez seja mais fácil acontecer o contrário. Podemos nos encontrar no Café Monmouth, Seven Dials? É mais movimentado. Podemos ir na sexta durante à tarde, se não for incomodo. Pode me dizer o que vai vestir? Não quero me dar o luxo de te confundir com algum senhor barbudo de lá.
Louis olhou rapidamente no calendário, lendo que ainda estavam na quarta e concordando baixinho com um murmuro fofo, como se seu cliente pudesse o escutar. Tomlinson sorriu mais uma vez para a tela, com o quão incrivelmente amigável o garoto conseguia ser.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Eu tenho uma reputação a zelar, senhor Styles! Soa perfeito para mim, estarei usando uma regata preta, tenho algumas tatuagens no braço, me encontre lá com a sua propostas, e se não for incomodo, a ideia do seu conto!
Harry não deixou de sorrir do outro lado da tela também. Esperava pessoalmente que o colunista fosse talvez ser um pouquinho arrogante com a sua ideia nova, dado que alguns haviam desistido da sua proposta antes mesmo de pensar em Tomlinson. Apertou os olhos verdes, pensando em como seria a sua aparência, já que Louis nunca se deu o trabalho de aparecer nas mídias por mais de seu nome. Regata preta. Tatuagens no braço. Colunista Louis Tomlinson. Cafeteria Monmouth, Seven Dials.
Dali dois dias!!
¸¸.•*
A garota se certificou em fazer uma pequena nota mental sobre as coisinhas que precisava levar em relação a sua proposta para Louis. Levou um pequeno exemplar de sua última obra e continho de terror mais recente, ainda que não estivesse sido notificado como best-seller, era uma ótima história de suspense.
Decidiu que para se encontrar com o jornalista, ele gostaria de se vestir mais formalmente, não queria causar uma péssima impressão! Precisaria se vestir de maneira séria, dispensando as presilhas de lírios para sair e apenas deixando com que os cachos ficassem bem arrumadinhos em um coque, com roupas que cobriam todo o seu corpo e o deixaria aquecido para a tarde gelada na Inglaterra, com uma blusa de trico bege que escondia perfeitamente seu segredinho de possuir seios gordinhos em baixo! Não gostaria de sentir ter a possibilidade de receber olhares tortos de Louis Tomlinson.
O vento friozinho deixava suas bochechas mais coradas que o normal e ele esperava profundamente que pudesse se manter aquecidinho com uma xicara de cappucino no Café. O ambiente estava também um tantinho cheio, mais que o previsto, portanto, Harry se certificou de chegar algum tempo antes para que pudesse pegar uma mesa vazia para os dois e já deixar seus lábios gordinhos com o gostinho amargo da bebida, separando os documentos e em como gostaria que Louis fizesse sua noticia detalhadamente. Sentia os olhos piscarem em agitação junto com o seu peito, animado para aquela oportunidade de promover seus contos e como seria um grande passo na sua carreira de escritor.
Os barulhos de conversa demasiadamente alto irritavam um pouquinho o cacheado, enquanto ele franzia o lábio juntamente com as sobrancelhas, nervoso que talvez não conseguisse encontrar o colunista em meio a tantas pessoas agitadas durante a tarde. Sentiu um leve toque no seu ombro, quando um homem de olhos azuis e os dentinhos bonitinhos o olhava com um sorrisinho charmoso nos lábios. Observou ele torcendo a cabeça para o lado quando começou a falar e sentiu os olhos verdes automaticamente ficando mais brilhantes para o tanto que seus poros escorriam beleza.
—Boa tarde, você é Harry Styles, não é? —o cacheadinho desceu os olhos para a regata preta que grudava um pouquinho em seu peito, as tatuagens nos dois braços delineados e a voz rouquinha. Os cachinhos balançaram no coque, enquanto olhava quietinho para o colunista, ainda um pouquinho surpreso já que definitivamente não era a aparência que esperava ele tendo. Porra, ele parece tão novo e bonito... —Não tenho mais certeza se é Harry. Seria engraçado para uma primeira reunião presencial eu errar a pessoa que deveria conversar.
—Não, não. Eu sou Harry sim. Boa tarde, Tomlinson — sorriu exibindo os dentinhos de coelhos por baixo dos lábios e corando um pouquinho mais as bochechas quando o homem se sentou na sua frente, ficando por alguns minutos em silencio antes de pedir uma xicara de chá e voltar a olhar para Harry o encarando com os olhos verdes bonitos, logo após ligar seu notebook. Tomlinson consegue citar cada característica do homem bonito na sua frente, e a maneira como ele estava mordendo o lábio inferior vermelho pela bebida quente enquanto era um pouquinho desajeitado com as folhas.
Se talvez não fossem as circunstancias, Louis poderia tão facilmente sair com o garoto cacheado com outras finalidades, faz tempo que não beija. Tomlinson respirou fundo, soltando uma risadinha contida para si mesmo e seus pensamentos que estavam viajando para outro lugar antes mesmo que pudessem trocar cinco minutos de diálogo constante.
—Eu achei que precisaria te procurar, Louis! Como me achou?
—Harry, não é tão dificil não te encontrar quando tem um adesivo grande escrito 'Styles' junto de um coelhinho branco na capa do seu notebook. —Harry arregalou os olhos bonitos, se esquecendo brevemente daquilo e brincando com a ponta dos dedos envergonhada.
—Ei! Eu poderia ser qualquer Styles. Devem existir muitos Styles por toda Londres.
—Foi arriscado, eu sei! Mas era você no fim das contas —piscou um dos olhos na direção dele, soando gentil e charmoso. Harry pensava se em algum momento iria derreter pelo jeitinho que ele era tão gostoso com cada mínima ação que tinha, ou se ele agia assim com todos os seus clientes e não estava tão acostumado com alguém tão bonito o olhando assim intensamente.
—Mhm, certo. — Harry tossiu baixinho, desviando do sorriso ladino que Louis dava para ele da forma mais sútil possível, buscando o exemplar pequeno da sua última obra de terror e separando as ideias em tópicos organizadinhos em um bloco de notas do notebook. —Estava pensando em algo que pudesse te beneficiar no fim das contas também, de um jeitinho profissional. Tenho algumas ideias para o meu conto e se quiser eu posso explicar o enredo dele detalhadinho. —O cacheado sorriu animado sentindo quando o moreno na sua frente desviou o olhar por poucos segundos, agradecendo a garçonete pela xícara de chá, e voltando a ficar completamente concentrado nas palavras escorregando pelos lábios vermelhos e beijáveis.
—Eu estava procurando trabalhar com algo diferente dessa vez, sua proposta chegou em um ótimo momento!
—Isso é incrível! — exibiu as covinhas fundas nas bochechas, quando tomou um grande fole do cappuccino e voltou a falar de maneira agitadinha sobre todas as suas ideias e de como aquilo poderia ser desenvolvido. —A sua notícia não seria exatamente noticiando algo por que vai ser totalmente ficcional, mas, mhm, a personagem basicamente procuraria cometer assassinatos e delitos em busca de se tornar alguma figura dos filmes de terror clássico. Ela tem uma grande fascinação por filmes de terror, faria isso até ser realmente considerada relevante no mundo dos crimes mas não apenas tratada como uma serial killer!!
Louis sorriu mais ainda para como ele conseguia se animar na maneira que falava sobre seu próximo livro publicado.
— Onde posso entrar, Harry?
—Oh, certo. Mhm, você faria as matérias escritas, como em colunas de revistas relatando os assassinatos que a personagem cometeu mas como se não existisse qualquer suspeito ainda. Eu me encanto pela forma que você consegue prender a atenção das pessoas que leem suas notícias, gostaria de saber se aceita essa proposta! –Harry sentia os lábios repuxando e o olhar de Louis passando por cada centímetro do seu rosto enquanto falava, realmente entretido com aquilo tudo.
—Está pedindo para que eu espalhe fake News, Harry Styles? — o moreno de regata riu divertido com a expressão preocupada que tomou o rosto do cacheado por alguns segundos, antes de notar que era alguma brincadeirinha do colunista para se enturmar.
—Não, Loooouis! —riu junto. — Gostaria que desenvolvesse as notícias, podem ser apenas pequenos bloquinhos detalhando as causas das mortes do suposto caso criminal ainda, e então colocar ao lado do seu nome na matéria, dizendo que poderiam ler sobre aquilo no meu livro. Me perdoe se a proposta for arriscada demais, Tomlinson. Eu estive procurando por algum colunista mas é tão difícil achar alguém que realmente aceite algo desse tipo. Seria uma ótima oportunidade de divulgar o meu trabalho com tanta credibilidade igual a sua.
—Você é bom nisso. Em escrever —piscou o olho charmoso mais uma vez. —Eu fico feliz mesmo que goste tanto assim da maneira que eu escrevo, realmente, Harry. Eu gosto da sua ideia, é bem sonhadora para ser sincero mas é particularmente muito boa. Meu trabalho nunca foi minha fonte única de renda então sempre filtrei tanto nos trabalhos que pego, mas acho que quero arriscar com o que você tem em mente.
Sentiu o coração agitar ao que os olhos bonitos do Harry aumentaram em expectativa, entraram em um consenso que Louis antes veria a maneira como deveria escrever e todo o resto mais detalhadamente para então discutirem sobre valores. Harry se sentia completamente realizado e poderia ficar ainda mais alegre com o jeitinho que Tomlinson o olhava com algo beirando o desejo e o brilho no azul dos olhos pequenos e as ruguinhas não escondiam isso.
Mas, oh, isso não é assunto que se debata entre uma reunião de negócios para a carreira de um cliente, nunca mesmo! Harry ainda sentia a perguntinha matutando na sua cabeça se o seu futuro parceiro de projeto seria tão quente conversando com todas as pessoas ou se estava em um momento especial para ele, enquanto flertavam silenciosamente.
Louis agradecia aos céus e aos reinos que não tivesse perdido o jeito de flertar com alguém depois de um longo tempo sem fazer aquilo.
Depois de mais alguns minutos, com os lábios quentinho das bebidas que soltavam fumacinha e as xícaras sem uma gota do docinho, Harry presumiu que já estava no momento de se despedirem e discutir mais sobre isso, em alguma outra oportunidade.
Ele teria a certeza que haveria outra oportunidade. Que fosse pessoalmente também, em algum lugar mais calmo para escreverem sobre aquilo e que pudessem falar menos agitados um com o outro.
—Mhm, acha que podemos marcar algum outro dia para nos encontrarmos e falarmos sobre o projeto, então?
—Sim. —Harry riu com a forma que o homem não relutou ao menos um pouquinho em respondê-lo sobre aquilo. Oh, certo, talvez o desespero pela nova oportunidade deixasse o moreno gostosinho eufórico assim, ou ele estava realmente retribuindo seus olhares.
Styles tentava a todo momento ser o mais discreto possível, mas ele não era o melhor de todos nisso...
—Posso continuar te mandando os e-mails para marcarmos outro dia e falar mais sobre isso, acho que me deu inspiração para escrever mais hoje!
—Me passe seu número, é mais fácil de achar seu contato do que em meio a inúmeros outros e-mails de propostas, Harry. Podemos ir em algum lugar mais calmo e privado da próxima vez. —falou a última parte com um leve tom de malícia que com toda certeza não passou despercebido pelo cacheado, que a certo ponto estava hipnotizado por esse enquanto passava seu número e deixava um beijo no maxilar de Louis coberto pela barba coberta e ralinha.
--Obrigada.
Porra, até o cheiro da sua pele era incrivelmente mais deliciosa de perto.
***
O convite de trabalho disfarçado foi definitivamente mais explícito do que Louis achou que seria. Não dizendo que ele não estava contente com aquilo, ele estava, realmente contente com o convite. Styles havia o chamado para seu próprio apartamento daquela vez, com alguma desculpa que havia desenvolvido ideias novas e seria legal conversarem mais sobre aquilo para iniciar.
Louis estava satisfeito de início com o caminho que aquela nova proposta estava tomando! Iniciou de antemão a introdução das matérias por meio do computador, batendo nas teclas rapidamente enquanto as palavrinhas apareciam na sua cabeça, e ele se agitava com a ansiedade. Escreveu talvez alguns parágrafos de introdução para cada uma das matérias que Harry o detalhou da última vez, sem detalhes pois seria melhor desenvolver eles na presença de Styles.
Ele teria a presença de Styles dali alguns minutos de qualquer forma!
A porta do seu apartamento estava entre-aberta desde que Tomlinson chegou na recepção e o cacheado pediu para que liberasse a entrada do colunista. O ambiente era calminho e agradável, ainda que Louis conseguisse sentir seu coração palpitando forte e os dedos ásperos apertando a pequena bolsa do seu notebook.
Pensou diversas vezes em fazer a barba antes de sair de casa, mesmo que ela estivesse bem ralinha ainda e gostasse da forma como ficava bonito nela. Não fez com medo de Styles achar ele inconveniente e achar que está se encontrando com o cacheado com outras intenções não mais que trabalho! Louis não queria soar rude mesmo que tivesse passado tantos pensamentos envolvendo o outro garoto.
Harry deixou que a água fervesse para preparar duas xícaras de chá. O tempo estava ameno, mas seria reconfortante tomar o líquido docinho com um pouquinho de leite. Verificou se não tinha qualquer peça de roupa no sofá, onde os dois ficariam para desenvolver o artigo.
Harry morava em seu apartamento sozinho, então tinha tanta liberdade para deixar suas roupas e pijaminhas largados pelo sofá quanto qualquer outra coisa. A última coisa que fez antes que Louis batesse lentamente na porta, foi afofar as almofadas e dar uma última verificada.
Pensou mais uma vez sobre como seria terrível perder sua oportunidade única pela sua condição.
Tomlinson apareceu com suas roupas caras, de alfaiataria provavelmente. Harry se encolheu com a sensação de ter uma casa tão pequenininha e estar usando roupas simples, tão distante da realidade do colunista famoso. Suas bochechas coravam ele sorria pequenininho quando sentia os olhos azuis passando por todo seu corpo delineado nas roupas folgadinhas. O cacheadinho quebrou o silêncio.
–Oi, Louis –sorriu bonitinho. –Mhm, pode já ir se sentando no sofá, fiz chá, vou trazer um pouquinho para nós.
Tomlinson olhou mais uma vez para a sua cintura fininha e bonita pela marcação da blusa, soltando um arzinho pelo nariz e sentindo o coração palpitar com os pensamentos sobre ter o corpo branquinho no seu colo ou qualquer outro cenário no meio daquela sala espaçosa.
–Suas ideias já estão nas folhas em cima da mesa de centro?– o moreno perguntou com a bolsa onde protegia o notebook em baixo do braço marcado pelas veias salientes. Quando se sentou confortavelmente no sofá e iniciava os arquivos para conversarem direitinho sobre aquilo.
O tempo passou mais rapidinho do que os dois esperavam inconscientemente. As duas xícaras de chá já estavam vazias exatamente 40 minutos depois, com Louis pessoalmente entusiasmado com a ideia diferente do escritor, sorrindo com uma risadinha presa quando o cacheado se animava um tanto e fazia muitos gestos explicando sua história. Harry sentia as bochechas corando cada segundo mais com as encarnadas do mais Velho em sua direção. Esperava estar escondendo muito bem.
–Oh, certo. Acho que seria importante pontuar em como a personagem estava completamente alheia a situação. Antes da situação começar. Podemos colocar a personagem fazendo qualquer coisinha, como fervendo a água, vou fazer mais uma cápsula de chá e então podemos desenvolver isso.
–Eu gosto da ideia da inocência que vai ser retratada, parece clichê mas vai surpreender ao decorrer da notícia. –Louis concordou com as bochechas vermelhas das risadas anteriores e as ruguinhas nos olhos pela mente do enrolado. –Acho que vamos terminar suas notícias comigo fissurado pelo seu livro. Essa divulgação vai ser incrível.
Harry enrolou a ponta da blusa nos dedinhos finos, honrado do pelo elogio do colunista. Sua cabeça foi para outra coisinha quando finalmente voltou a reparar o mais velho minunciosamente. Estava distraídinho com seu projeto mas agora, o olhando pela ponta do carpete, o jeitinho que ele estava sentado, com a postura relaxada, notando que ele esteve o olhando com as mãos em cima da coxa e o sorrisinho de canto pelo tempo todo. Porra, ele parecia tão gostoso assim. A calça social marcava perfeitamente o volume das suas coxas e as tatuagens diversas nos dedos fazia ele pensar como se pareceriam enfiadinhos na sua boca.
–Certo, estou indo fazer mais chá. Mais uma xícara?
–Sim, por favor.
Tomlinson conseguiu finalmente soltar a respiração pesada que esteve prendendo por tanto tempo. Desviando o olhar rapidamente quando o garoto apareceu na sua frente andando em direção à cozinha, e apertando os olhos azuis. Olhou o horário no relógio de pulso quando abriu os olhos novamente.
–Açúcar? –Harry gritou da cozinha.
–Não, obrigado, Haz. Sem, por favor. –Levantou para esticar as pernas e desprender um pouco a calça marcada no seu pau. Olharia na direção de Harry o menos possível, pelos próximos minutos, apenas olhando para a tela do computador! Faria esse esforcinho. –Não acredito que toma chá com açúcar!
Riu baixinho com a provocação para o branquinho, enquanto ajeitava as almofadas no intuito de distrair a mente. Torceu os olhos quando viu o pedaço de um pano rosa em baixo de uma delas, curioso, puxando a pontinha do tecido de seda e gemendo desacreditado pela peça delicadinha e feminina no tom rosa bebê que tinha na mão. Porra, Harry disse que morava sozinho. Aquilo devia com certeza ser de alguma garota que havia levado para seu sofá, talvez.
–Que ofensa, Lou! Eu nunca colocaria açúcar no meu chá. –levava os dois pratinhos com as xícaras vermelhas em cima em passos delicados, com medo de que derrubasse. Até os colocar em cima da mesa de centro.
–Harry, tem que ter mais cuidado onde deixa as roupas das garotas que trás aqui. –aprontou despretensiosamente para o tecido rosado com as rendas branquinhas e tão bonito na ponta do sofá, totalmente descoberto. Acompanhando as bochechas de Styles ficarem em um tom quase vinho e os seus olhos encherem de lágrimas.
–Senhor, que vergonha –tampou os olhos com as palmas das mãos delicadas, sentindo a timidez sair dos poros do seu corpo. Fazia um biquinho de chateação que prontamente foi descoberto quando Louis tirou suas duas mãos do rosto, para o ver direitinho.
–Está chorando? Harry, é só uma camisola. A guarde para devolver para a garota.
–Não, Louis, é minha!
O cacheado tem certeza que o silêncio que prosseguiu na sala demorou muito menos do que parecia do seu ponto de vista, mais envergonhado que antes pela situação e pronto para que Louis o fizesse uma cara de nojo assim que estivesse indo embora do projeto.
–Porra, é tua? –os olhos azuis brilhavam, quando as veias salientes pareceram ainda mais sobressaltavas nos seus braços e suas mãos, os punhos serrados. –Senta aqui do meu lado.
–Não preciso repetir, Tomlinson. Vou guardar e podemos tomar o chá para finalizar a notícia, certo?
–Não. –respondeu o escritor firmemente, admirando seu ainda biquinho e preocupado suficiente com o choro baixinho do outro para que pensamentos perversos surgissem. Olhou o jeitinho que as pernas grossas se espalharam no sofá por baixo do shortinho de tecido fino do garoto, engolindo a saliva quando pensava sobre o quão bonito e delicioso ele ficaria por baixo da camisola, com os biquinhos dos peitos tão aparentes e babadinhos depois que deixasse Louis o machucar e chupar por cima da seda.
Harry sentou pertinho do colunista famoso ainda um pouquinho recluso, obedecendo tudinho que ele pedia sem pensar duas vezes.
–Coloca a perna na minha coxa, Harry. Olha para mim.
Harry sentiu as bochechas quase caírem do seu rosto de tão envergonhado que se tornava a cada segundo, com as camisola em cima da outra perna do colunista, que por sua vez, tinha o colo completamente ocupado com a coxa grossa de Styles em seu shortinho largo e fininho!
–Por que está chorando? –Louis perguntou delicadozinho para o mais novo. Passava a pontinha dos dedos por toda sua coxa arrepiada, tão perto da barra do tecido moletom branco, como se estivesse apenas brincando com ele a este ponto.
–Está brincando? Isso é tão idiota! Estamos aqui a trabalho, não pode pegar uma peça minha íntima e fingir que está tudo bem! –fez um biquinho com os lábios ainda restando o aroma quente do chá. –Ainda é um pijama! Feminino! O quão ridículo isso soa, Louis?
–Não entendo ainda o que importa se é uma peça feminina.
–Esse é o problema, Louis! Eu sou um garoto, deveria usar coisas de garoto.
Louis lambeu os lábios antes que tomasse fôlego para falar novamente. As pontinhas dos dedos cada vez mais perto do quadril branquinho, empurrando a barra do short suavemente e fazendo um carinho que deixava os mamilos marronzinhos do outro arrepiados na camiseta, ainda que os montinhos dos seios estivessem quase escondidinhos do garoto.
–Ainda ficaria gostosinha de pijama. – sorriu de ladinho, mostrando os dentes branquinhos quando dava o sorriso mais cafajeste que pudesse ter lançado para o escritor.
Tomlinson parecia estar regulando tanto a respiração aquele ponto. Com a mão livre do toque na pele do cacheado, ajeitou o caralho que começava a endurecer por baixo da calça social, com um pequeno apertozinho em uma tentativa boba de conter o tesão que sentia. Harry sentiu o olhar baixo ser automaticamente atraído para o colo de Louis, observando com os olhinhos brilhantes e ainda molhadinho a a grossura rígida em volta da palma da mão tatuada, arrepiando novamente toda a sua pele e arrancando mais uma risadinha zombeteira de Louis pelo quão ela parecia sensível.
–Não precisa dizer isso. Por favor. Você não sabe como eu sou.
–Não entendo onde está querendo chegar, querido.
–Louis eu sou um garoto, mas nasci com as partezinhas de uma mulher, o quão ridículo isso soa?
–Você...
–Pode se sentir livre de parar nosso projeto por aqui se quiser, por favor, não quero olhares feinhos na minha direção. Não era para ter descoberto isso.
–Está dizendo que tem...? –Louis perguntou mais uma vez, ainda fissurado o suficiente e esperando que Harry dissesse em voz alta para sanar sua dúvida sobre o que estava realmente pensando.
–Quer me fazer sentir pior? Poxa, eu tenho seios e uma florzinha. é tão humilhante.
Harry dizia tudo aquilo com um pesar tão grande no inicio de uma chateação que não notava os olhos azuis de Tomlinson brilhando em sua direção e como se tornava a cada segundo que passava mais marcado na calça social grossa.
–Por que eu te acharia ridículo? Não.
–Fala sério, não precisa mentir... –apertou a pontinha dos dedos, pronto para se levantar e esconder-se no quarto até que o colunista já estivesse fora de casa, para chorar pelo restante da semana.
–Acha que eu estou mentindo, Hazz? –apertou a coxa do garoto enquanto falava, com firmeza entre os dedos e olhando mais uma vez para seu colo, ao que indicava para o outro olhar também e reparar em como seu pau parecia tão marcado no tecido. –Eu 'tô duro pra caralho para você, não 'tá vendo?
Harry saiu da sua bolha de chateação, ainda um pouquinho surpreso pela reação inesperada do mais velho quando concordou com a cabeça devagarinho, ainda hipnotizado o suficiente para não conseguir dizer mais nadinha e apertar sua própria palma da mão em cima da de Louis, como uma breve indicação para que ele fosse mais firme com o carinho em sua perna nua. O choro baixinho foi contido pelo restante do tempo, quando Styles adquiriu os olhos verdes brilhantes ainda olhando para o colo do moreno e a boquinha entre-aberta.
–Realmente por mim? –apertou a sua mão em cima da palma aberta de Tomlinson em sua coxa, pedindo para que ele o apertasse mais em ao menos perceber este ato. Recebeu um aceno confiante de Louis em resposta, observando com tanta atenção o busto da cacheada e notando por fim o volume marcadinho dos seus seios, se perguntando como não havia os visto, mesmo que ainda tão escondidinhos.
–Porra. Não acha melhor parar por aqui?
Styles mordeu a boca molhadinha mais uma vez, com os olhos amendoados olhando como uma cadelinha pedindo por qualquer coisa para o mais velho e negando sutilmente com um movimento delicadinho.
Quando por fim grudou seus lábios nos de Louis, soltando um suspiro tão baixinho de fino que mais se pareceu com um gemido, beijando ele devagarinho e com a língua quentinha entrando dentro da boca do colunista famoso.
–O-oh, mhmm – acenou a cabeça em concordância com os olhos fechadinhos quando Louis puxou sua mão para cima do cacete completamente duro, apertando a palma quente em seu próprio comprimento e fazendo com que Harry segurasse nele tão firme a ponto de sentir a glande pulsando nos seus dedinhos. Louis riu baixinho com o quão Harry estava todo entregue tão facilmente e com os diversos cenários na sua cabeça sobre como poderia colocar o corpinho magro de quarto de apoio na mesa de centro e comer sua florzinha até estar transbordando de porra.
Voltou a grudar suas bocas, o beijo se parecendo um pouquinho mais desesperado dessa vez do que jamais esteve, completamente entregue ao moreno tatuado e o punhetando com delicadeza ao que sentia sua outra mão fazendo carinho na barba rala do queixo ossudo. Soltou mais um ofego alto, quando sentiu as pontas dos dedos frios de Tomlinson chegando pertinho do lábio da sua buceta gordinha já por baixo do short, sentindo as pernas longas se contorcerem com o quão impaciente estava parecendo para ele.
–Porra. –Louis suspirou fundo com a mão delicadinha ainda acariciando a pele macia do cacheadinho, olhando para Styles com os olhos semi cerrados e um sorrisinho de canto. Puxou o lábio gordinho inferior na ponta dos dentes, afastando o rosto quando ele fez movimento de voltar ao beijo lentinho. –Você é todo desesperadinho, não é? Parece que nunca ninguém comeu sua bucetinha direito.
Harry apertou a boquinha com os olhos arregalados, como se estivesse sido descoberta com tanta facilidade assim, acompanhando quando o caralho grosso de Louis pulsou mais forte na sua mão, soltando a pré-porra com tanta força pela calça.
Louis grunhiu quando entendeu o olhar envergonhado do escritor, sentindo o coração acelerar e tão ansioso para que conseguisse comer ele pelo resto do dia todo.
–Ninguém te comeu, amor. Vai ser todo apertadinho para mim, não vai? Vai ficar deitadinho com as mãos para trás e rebolar no meu caralho igual uma putinha desesperada. –Tomlinson riu na boquinha dele quando voltou a grudar os lábios com desespero, tocando ainda com delicadeza a sua pele nua da xotinha por baixo do shortinho fino. A sua outra mão segurando firme o quadril de Harry no sofá, para que sentisse ter total controle do corpo, enquanto o polegar macio chegava cada momento mais perto do centro molhadinho e o quentinho do seu grelinho.
Com a sua boca gemendo baixinho contra sua língua, se tornava todinho maleável.
–Mhmm, s-sim –Harry apertava com mais força os olhos verdinhos fechados, empurrando o quadril contra a mão de Louis e implorando para que ele fizesse qualquer outra coisa além de só acariciar os lábios da sua florzinha, pedindo de forma quietinha que ele enfiasse as pontinhas dos dedos em seus lábios pequenos e o tocasse tão cuidadosamente assim no grelinho.
Harry sentia que a cada momento que passava se tornava mais desesperadinho por qualquer outro contato mais firme com Louis. Não se importava realmente com o que ele quisesse fazer consigo, desde que tivesse alguma coisinha para se lembrar pelas próximas noites enquanto se tocasse e enfiasse os dedos longos bem fundo no seu buraquinho por baixo do pijama.
Como se seus pensamentos tivessem sido sussurros para Louis, o outro abriu os olhos enquanto sentia os gemidinhos na sua boca e suas línguas se enrolando, para chupar o músculo molhado do mais novinho e separar os lábios com um fio de saliva novamente.
–O pijama, mhm? –sentiu o corpinho saltar na sua mão quando o indicador encontrou a poça de lubrificação que ele soltava em baixo do shortinho, espalhando o liquido ralinho por todo grelinho gordo dela. – Coloca o pijaminha para mim!
Deixou de tocar o cacheado por completo, esticando os braços e colocando apoiado no encosto do sofá, ainda com o quadril jogado para cima e as pernas completamente abertas na postura relaxada, esperando que Harry se levantasse para colocar a peça bonitinha. Harry se esquecia por algum tempo como estava apreensiva que Louis descobrisse isso, agora, com os olhares de Tomlinson, se sentia tão desejada a ponto de não pensar em qualquer outra coisa que não fosse fazer coisinhas obscenas com o colunista.
–Sim, sim –Styles respondeu apressadinho, pegando o tecido rosinha e macio em cima da perna de Louis ainda, deixando de o tocar por completo e afastando as coisinhas de cima da mesa de centro para o canto, se sentia sufocado com elas tão pertinho. Fez como se estivesse se retirando para se vestir como o outro havia pedido, quando sentiu ser impedido.
–Não, não, pode se vestir aqui na minha frente? Tira a roupinha e coloca a camisola pra' mim. –Apertou o pau grosso por cima da calça ainda vestida, desabotoando os primeiros botões e descendo o zíper para que deixasse apenas a boxer aparecendo com a roupa ainda vestida, seu cinto grosso de couro parando em qualquer canto do sofá que realmente não se importou. As veias protuberantes ainda mais marcadas do que antes, deixando Harry doidinho para que pudesse fazer alguma coisa.
Levou um sustinho quando sentiu a saliva caindo do cantinho da sua boca e concordou com um múrmuro animado para se vestir para Louis. Ainda com os olhos verdes grudados na mão tatuada acariciando o próprio pau. Tirava a blusa larguinha, sentindo a pele arrepiar ainda mais com os mamilos expostos no ar geladinho da sala, completamente vermelhos dos beliscões que causou em si mesmo em um momento de excitação de manhãzinha. Os seios pequenos aparentava ser completamente gostosinhos em um tamanho médio, balançando em seu busto quando retirou a peça com pressa, sem qualquer sutiã por baixo.
Louis ainda pensa sobre como deixou passar despercebido.
Prendeu os dedos na barra do short, lambendo os lábios enquanto via Louis tirando a cabecinha do pau para fora da boxer, ainda o mantendo preso, para grunhir com o maxilar ossudo apertado e massagear a glande gorda.
Foi mais rápido do que estava pensando em ser naquele momento, excitada para vestir o pijama e se sentar do ladinho de Louis novamente. Ansioso para a próxima parte.
Suas coxas grandes se contorceram quando tirou o short, apertando a buceta no meio delas, ainda um pouquinho envergonhada, se apressando para se vestir rapidinho e não notando quando o tecido rosa se tornava transparente quando não vestia qualquer outra coisa por baixo. Chegou pertinho de Louis novamente, jogando as roupas no chão e se sentando com as pernas apertadinhas do seu lado.
–Você consegue ficar toda molhadinha, sabia? Olha isso. – pousou sua palma da mão na coxa de Harry quando ele se sentou do seu lado mais uma vez, apesar de ter feito isso por cima do tecido rosa agora. A mão deslizando tão perto da sua virilha e embalando a bucetinha com o tecido roçando em toda ela sensível, enquanto não deixava de olhar para ela, e a fazer soltar um suspiro leve quando a seda se tornava ensopada com um simples toque na sua florzinha.
Abriu a boca gemendo escandaloso pela forma que Louis o chamou ali. Harry gostava dos pronomes femininos. Louis sorriu satisfeito.
–Gosta que eu chame assim? Gosta que eu chame você como uma garota? Vai gostar quando eu disser que vou comer toda a sua bucetinha? Que você fica tão linda nesse pijaminha que não penso em outra coisinha que não seja estar te fodendo todinha até estar ardida?
Harry concordou mais desesperada do que antes, balançando os cachinhos.
Styles jogou um pouquinho mais do quadril para cima, pedindo não todo silencioso para que Louis o chupasse mais firmemente e não fosse tão delicado assim com o seu corpo. Gostava dos toquezinhos delicados dele por cima do pijama, mas já se tornava uma garotinha impaciente com ele tão gentil assim.
–Mais, por favor por favor –formou um biquinho apelativo para ele. Sentiu quando perdeu completamente os toques pela primeira vez, os olhos completamente atentos sobre os seus próximos movimentos, satisfeito em ver Louis chupando seu próprios dedos para colocar em baixo da roupa e os deslizar de cima para baixo em toda sua umidade, ficando vergonhosamente mais molhadinha e escandalosa.
–Vem no meu colo. Senta aqui. –soltou um estalo depois de algum tempinho de provocação, dando tapinhas em seu colo, por cima da boxer descoberta da calça. E sorrindo contente quando o mais novo obedeceu com tanta rapidez ao que ele pediu, como se fosse completamente submisso e vulnerável. Completamente como um bonequinho de Tomlinson.
Suas coxas enrolaram em volta do quadril sentado de Louis, com as duas mãos do mais velho apertadas em sua cintura fina e o os olhos na mesma altura que os seus, completamente posicionado com a bocetinha gordinha em cima do comprimento grosso e pulsante de Tomlinson por cima da boxer fina.
–Vai me deixar enfiar os dedos dentro da sua bucetinha? –Harry concordou sem pensar duas vezes, com a camisola vergonhosamente molhada e as duas mãos apoiadas no peitoral firme de Louis, pulsando o buraquinho desesperada por qualquer toquezinho. Os dentinhos de coelhos aparentes quando sorria contente como um fodido carente. Tomlinson mostrou os dedos para o cacheado, induzindo que ele os colocasse na boca e chupasse também, o membro pulsando por mais tempo quando apertava suas pernas delineadas e via o enrolado se deliciando em sentir o gostinho da sua própria xoxotinha misturada com o da saliva de Louis.
Com os dois dedos da mão completamente ensopados, Louis desceu com eles pelo corpo branquinho e se retorcendo em cima do seu colo desesperado por algum toquezinho em direção abaixo do seu pijaminha mais uma vez, com a mão seca apertando sua barriga branquinha e os dois dedos longos indo em direção ao buraquinho desesperado mais uma vez, ansiosa que Tomlinson enfiasse ao menos a pontinha dos dedos em sua grutinha e o dedasse gostosinho.
–Abre os olhinhos para mim, Hazz. Me olha enquanto eu te dedo. –Harry concordou com um murmuro para o colunista, rebolando devagarinho no seu caralho marcado, antes que tivesse o quadril levantado e as pontinhas dos dedos de Tomlinson acariciando sua entradinha como uma breve provocação.
–Não precisa ser delicadinho, L-Lou. –Suspirou fundo com o primeiro dedo entrando tão facilmente na sua xoxotinha gulosa. Sorriu sapeca quando sentiu pingar lubrificação na palma da mão do moreno que a dedava com apenas um dedo ainda, em meio aos suspiros e gemidos fininhos.. –Eu aguento muito mais, mhm. Faz rapidinho.
–Porra. Você é desesperada pra' cacete. – enfiou o indicador com força, enquanto olhava firmemente nos olhos de Harry que se fecharam por um breve segundo. –Abre o olho. Presta atenção. Quero que fique com a palma da mão em cima da sua barriga, bem pertinho do seu grelinho. Quero que você sinta quando eu te comer tão forte que vai acertar sua mão.
–Por favor, faz logo. –empurrou a o quadril na direção do único dedo que ainda estava enfiado dentro de si, e completamente paradinho, na intenção de se foder um pouquinho mais forte até que Louis começasse o tratar realmente com brutalidade. –P-porra. –arregalou os olhos verdes quando sentiu o dedo de Louis entrar juntamente com o segundo em uma das suas reboladas e sentir ambos acertando tão bem no seu pontinho de prazer em um momento de desespero da mais novinha quando Louis os curvou. –Eu. O-oh. –respirou fundo quando voltou a sentar rapidinho nos dedos de Tomlinson, esperando a sensação gostosinha de novo. –O-oque foi isso, Lou?
–Nunca tinha apertado seu pontinho, amor? –Harry negou com a cabeça, envergonhado com a resposta que deu a Louis, mas soltando um gemido longo e fininho logo depois que o moreno voltou a o dedar com força em direção ao seu pontinho, incansavelmente. –Nunca tinha rebolado um pau de borracha pra sentir o seu pontinho ardendo e querendo mais? Ninguém nunca quis te comer toda sensívelzinha assim? –continuou fazendo mais perguntas sem pausa, na intenção de ver a forma como Harry se embaralhava completamente nas respostas e nunca era possível formar algo coerente com o buraquinho implorando por mais o fodendo e empurrando tão fundo. –Você é a porra de uma virgenzinha mesmo.
Com a palma da mão posicionada pertinho do pé da barriga, Harry conseguia sentir um pequeno volume aparecendo e batendo na sua pele, revirando os olhos e ronronando como um gatinho.
–Consegue sentir esse volume no pé da sua barriga, Harry? Não faz ideia de como vai ser forte quando comer toda a sua bucetinha finalmente.
O moreno continuava enfiando os dois dedos dentro, a dedando com força e tão deliciosamente que Harry achava ser capaz de derreter com mais algumas apertadas no seu pontinho de prazer.
Louis, com a mão livre do corpo magrinho, deixou para tirar o membro de baixo da cueca, enquanto observava com a boca salivando o jeitinho que os peitinhos gostosinhos pulavam roçando no pijama. Olhou fundo nos olhos verdes que lacrimejavam um pouquinho dramáticos, quando aproximou os lábios fininhos da sua aréola marronzinha e puxou o biquinho do peito em uma das dedadas fundas.
Com a mão ainda comendo o buraquinho apertado com os dedos, levava Harry um pouquinho para cima o posicionando em cima do seu cacete logo depois. Styles fez um biquinho gemendo baixinho quando os dedos de Louis saíram de dentro de si para sentir o comprimento grosso se esfregando entre as bochechas da sua bunda branquinha e deixando os lábios da sua bocetinha tão abertos que abrigavam o membro grosso de Louis. Recebendo pequenos espasmos com o jeitinho que seu clitóris esfregava no membro duro em alguma das suas reboladas. . As veias saltadas da grossura pulsavam pertinho do seu cuzinho, sendo o suficiente para deixar o cacheado tremendo com a pequena estimulação.
Tomlinson não precisou pedir qualquer coisinha para que o Harry estivesse o obedecendo completamente mudo. Como se estivesse cavalgando com alguma coisinha dentro dele, esfregava deliciosamente para frente e para trás, arregalando os olhos verdes toda vez que Louis movimentava o polegar em pequenos círculos em volta do seu clitóris, se sentindo a beira do prazer a todo segundo.
–Vai ser apertadinha para mim quando te foder?
O cacheado sentiu os lábios abrindo em um último gemido mudo quando esporrou completamente sensível, manchando o tecido rosinha e respingando e espirrando por todo cacete grosso de Louis, sorrindo com o gemido alto que Louis soltou pela surpresinha. Balançou a cabeça em concordância algum tempinho depois, como um delay. Completamente sensível e sentindo a sensação gostosinha dominar seu corpo. Louis, acompanhando seu sorriso quando as reboladas se tornavam mais desesperadas e molhadas novamente, depois de pouquinhos segundos se recompondo, quando seu buraquinho ainda continuava guloso e fez questão de sugar o pau de Louis em uma das suas esfregadas desesperadas em seu colo.
–P-porra, Lou. Oh–torceu as sobrancelhas grossas. –Mhm, sim. Por, por favor.
Louis apertou as sobrancelhas, imitando o ato do escritor, grunhindo satisfeito quando teve um contato mais profundo. Sorriu contente com a expressão de dor que Harry apresentava, ainda que estivesse rebolando em cima das suas bolas devagarinho e desesperado por mais, fazendo com que a dorzinha se tornasse completamente alheia. A bucetinha completamente molhada e apertando minunciosamente sua glande gorda era extasiante.
–Me diz o que quer.
–Me come. –olhou para ele com os olhos brilhantes das novas lágrimas que apareceram.
–O que? Comer o que, Styles?
–Come a minha bucetinha, por favor. –suspirou sôfrego. –Até estar estourando ela, por f-favor.
Tomlinson o olhou de cima a baixo, sentindo o cacete pulsar dentro do buraquinho apertado do garoto, que fazia questão de comprimir a cada segundo, suspirando brutalmente.
–Levanta. Coloca a bochecha de apoio na mesa de centro, vou te comer de quarto. Não vai aguentar mais nem um pouquinho, não é? Vai estar espirrando no meu colo todinha se continuar aqui por mais tempo. –Harry o olhava ainda em cima do seu colo, com uma expressão espantada como se estivesse se perguntando o quão bruto Louis seria a partir dali, pensando onde ficarão suas mãozinhas se seu apoio será a bochecha molhadinha.
Styles se levantou para apoiar a bochecha na mesa gelada do centro, levantando a barra da camisolinha ensopada, e empinando o quadril na direção do homem que estava sentado o olhando com ar de superioridade. A florzinha parecendo tão bonita e apetitosa naquele ângulo, exibindo os lábios gordos e como estava pingando para Louis.
Tomlinson não pensou por mais de um segundo antes que estivesse pegando o cinto de couro caro jogado em baixo das almofadas e amarrando os pulsos branquinhos juntos atrás das costas largas de Harry, como um maldito puto.
–A próxima vez. –deu uma pausa no que estava falando, punhetando o membro grosso na própria palma da mão, sentindo o quanto a saliva de Harry ainda escorria por seu caralho pelos dedos ensopados que tinha se tocado antes, apertando a linha da glande em volta dos seus dedos grossinhos e gemendo alto com o contato e a visão dos buraquinhos completamente aparentes de Harry em sua direção. –Que eu estiver te comendo. –Pincelou a bordinha da sua buceta pulsante. –Que eu estiver comendo a sua bocetinha com fome. –enfiava a cabeça gorda do pênis até que estivesse o metendo com força, a sala sendo preenchida com o barulho alto das bolas batendo no quadril do cacheado em uma rápida estocada. –Vou fazer questão de gozar na mesa e fazer você se esfregar, mhm?
Começou a foder o buraquinho guloso, com a mão apoiada em sua lombar e o quadril completamente jogado em sua direção com desespero, delineando cuidadoso as estrias na base de sua coluna que o deixavam tão bonito e delicado. Sorria satisfeito o suficiente em escutar o jeitinho que Harry se engasgava entre suas estocadas acertando diretamente em seu pontinho de prazer, e não conseguia proferir qualquer coisinha coerente com a boca espirrando saliva e sua língua se movendo perto do vidro da mesinha o deixando como uma putinha babada.
Os pulsos se tornavam vermelhos pelo apertão, mas não o suficiente para mostrar que Harry estava tentando ser desobediente e se retirar o aperto gostosinho, pois este estava recebendo completamente o pau de Louis o fodendo com força como se estivesse com sede. As bolas gordas batiam no quadril de Harry enquanto suas mãos repletas de veias marcadas pela excitação marcavam o quadril branco do cacheado, como se ele estivesse se tornando incansável.
–Me aperta pra caralho. Porra, eu amo te comer. –Louis fechou os olhos em prazer, apertando os lábios fininhos e acertando diretamente na próstata de Styles. Gemeu tão alto que dúvida não ter acordado os vizinhos do escritor quando o buraquinho guloso apertou em volta do seu membro, esporrando mais uma vez em sua camisolinha quando gozou e tirando o pau da bucetinha antes que esporrasse dentro dele. Esporrando em todo pijaminha bonito como Harry tem feito, esfregando a porra grossa com a ponta do polegar e o membro ainda completamente ereto mesmo depois do orgasmo.
Harry ainda estava com a coluna arqueada, depois de gozar pela segunda vez em um gemido silencioso, com pouquinhos resquícios da porra escorrendo da xoxotinha avermelhada das estocadas gostosas de Louis. Sentia a humilhação escorrer do seu corpo e pingar como suor com a risadinha de Louis atrás de si, que por sua vez, o olhava completamente embebido no enrolado e ria da forma que ele continuava se empinando para trás pedindo para ser comido mais uma vez. Como se nunca fosse suficiente.
—Porra. Em uma próxima reuniãozinha dessa, prometo te trazer uma camisola transparente e cara pra caralho, só para ver o quão bonita fica em você, Harry.
¸¸.•*
oioi! Espero que tenham gostado, me digam se sim! Amo vocês, mwa! Até a próxima não tão longe ;)) estava com saudades! Muitas mesmo!
#no matter how fucked you think you might be #you’ll never be as fucked as harry styles in dallas texas (x)
tenho certeza que o cuzinho dele tava todo chupado, bem babadinho e pingando depois do louis meter a língua e entao botar ele pra mamar só pra bater no rostinho dele ate ficar todo corado
。𖦹°‧ᢉ𐭩 Little Bar Girl | one shot l.s
Hazza estava tendo um dia horrível. O trabalho a deixou exausta, uma nota baixa em um projeto da faculdade a frustrou, e, para piorar, seu namorado lhe deu um bolo, deixando-a sozinha com seus pensamentos. Mas Hazza não era do tipo que ficava em casa chorando, remoendo o dia e se sentindo pior. Em vez disso, ela decidiu agir. Colocou seu vestidinho preto favorito, curto o suficiente para atrair olhares, e foi para um bar, determinada a encontrar um homem mais velho que a fodesse do jeito que ela gostava, com força, sem rodeios, tratando-a como a putinha que ela adorava ser. Era a melhor solução que Hazza podia imaginar para transformar seu dia em algo memorável.
Avisos de Conteúdo: Esta história contém conteúdo explícito, incluindo sexo oral e vaginal, dinâmicas de dominação/submissão, daddy kink, humilhação leve, privação de orgasmo, sexo bruto, marcação (chupões), exibicionismo, diferença de idade, sexo em local semipúblico, fluidos corporais e leve dor. Leia por sua conta e risco!
─── ୨୧ ───
O bar estava lotado, o ar denso com o burburinho de risadas, tilintar de copos e o som abafado de uma música que saía de uma jukebox encostada na parede. Era por volta de uma da manhã quando Hazza passou pelas grandes portas de madeira do local, o rangido delas se misturando ao caos sonoro. Ela usava um vestidinho tomara que caia preto, justo o suficiente para destacar suas curvas. Nos pés, suas fiéis mary janes, que já haviam pisado em muitos bares e muitas noites incertas. Seu cabelo solto balançava levemente enquanto ela atravessava o salão, desviando de corpos suados e olhares curiosos.
Hazza se direcionou ao balcão com passos decididos, já sabendo o que queria: uma bebida forte o suficiente para soltar as amarras da sua timidez e dar coragem para conversar com alguém. Porque, apesar de carregar uma aura de quem sabe o que quer, e, às vezes, de quem já teve o que quis, Hazza era um paradoxo ambulante. Por fora, uma verdadeira putinha, como ela mesma se descrevia com um sorrisinho malicioso; por dentro, uma garota que sentia as bochechas queimarem só de pensar em puxar conversa com um estranho. Beber, então, era o empurrãozinho que ela precisava para deixar a vergonha no fundo do copo.
— Vou querer uma bebida, por favor — pediu baixinho, quase num sussurro, enquanto se acomodava no banco alto do balcão, cruzando as pernas com cuidado para não deixar o vestido subir demais. Só então levantou o olhar, e foi aí que o mundo pareceu desacelerar. O barman era um homem mais velho, talvez na casa dos quarenta, com a pele bronzeada contrastando com um par de olhos azuis que pareciam enxergar através dela. Ele tinha uma barba rala, bem aparada, os braços cheios de tatuagens que escapava pela manga da camisa preta, enrolada até os antebraços. Hazza engoliu em seco. Se tivesse olhado para ele antes de falar, com certeza as palavras teriam travado na garganta, emboladas como um novelo de lã.
Ele ergueu uma sobrancelha, um meio sorriso surgindo nos lábios enquanto pegava uma garrafa de uísque sem nem perguntar se era isso que ela queria. Como se soubesse. Como se já tivesse lidado com garotas como Hazza antes.
— Gelo ou puro? — A voz dele era grave, com um toque rouco que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem.
— Puro — respondeu ela, tentando soar mais firme do que se sentia. Ele assentiu, sem desviar o olhar, e deslizou o copo na direção dela com uma precisão que denunciava anos atrás daquele balcão.
Hazza segurou o copo, os dedos brincando com o vidro frio enquanto tentava organizar os pensamentos. O barman voltou a limpar o balcão, mas ela podia jurar que ele a observava pelo canto do olho. O ambiente ao redor parecia pulsar, como se o bar inteiro soubesse que algo estava prestes a acontecer. Ela tomou um gole generoso da bebida, sentindo o calor descer pela garganta e se espalhar pelo peito. Era exatamente o que precisava para se lembrar de quem era, ou de quem queria ser naquela noite.
— Noite longa? — perguntou ele, casualmente, enquanto polia um copo que já parecia limpo demais. Hazza hesitou, surpresa com a iniciativa. Normalmente, era ela quem precisava dar o primeiro passo, mesmo que tremendo por dentro.
— Ainda não sei — respondeu, inclinando a cabeça com um sorriso tímido, mas com um brilho nos olhos que dizia mais do que as palavras. — E a sua?
Ele riu baixo, um som que parecia vibrar no ar entre eles, e se apoiou no balcão, chegando um pouco mais perto. Perto o suficiente para Hazza sentir o leve cheiro de colônia misturado com o aroma de uísque e madeira polida.
— Depende de como essa conversa vai terminar — disse ele, os olhos azuis cravados nos dela, como se estivesse desafiando-a a decidir o próximo passo.
Hazza sentiu o coração acelerar, mas dessa vez não era só timidez. Era o tipo de faísca que fazia suas noites valerem a pena. Ela tomou outro gole, deixou o copo no balcão e se inclinou ligeiramente para frente, diminuindo a distância entre eles. A noite, que até então era só mais uma, de repente parecia cheia de possibilidades.
─── ୨୧ ───
A conversa fluiu como a bebida no copo de Hazza, cada gole a deixando mais solta, mais atrevida, enquanto o bar ao redor parecia desvanecer num borrão de vozes e luzes amareladas. O barman, que agora se apresentava como Louis, mantinha aquele meio sorriso que parecia saber demais, como se já tivesse jogado esse jogo antes, e vencido. Ele se movia com uma calma deliberada, limpando o balcão, servindo os últimos clientes, mas sempre voltando os olhos azuis para Hazza, que sentia o peso daquele olhar como se fosse um toque.
— E você, Louis? — perguntou ela, a voz arrastada pela bebida, inclinando-se para frente até que seus seios quase tocassem o balcão. — Nunca ficou com alguém que entrou por essas portas? Ou só fica olhando… como tá fazendo agora?
Ele riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Seus olhos não disfarçavam mais, cravados no decote, onde o vestido mal segurava o volume dos peitos.
— Olhando? — Ele se inclinou mais, a voz baixando a um tom quase íntimo. — Tô imaginando como seria tirar esse vestido de você bem aqui, com o bar vazio.
Hazza engoliu em seco, o calor da bebida agora misturado com o fogo que subia pelo seu corpo. Ela sentiu a bucetinha molhar e mordeu o lábio, os olhos travados nos dele, e respondeu, quase num sussurro:
— E o que te impede?
A tensão entre eles era palpável, como uma corda esticada prestes a romper. O bar foi esvaziando, os últimos clientes tropeçando para fora, o relógio marcando quase três da manhã. A música parou, as luzes ficaram mais fracas, e só restavam Hazza, Louis e o eco do que estava por vir. Ela estava no quarto copo, a cabeça leve, o corpo solto, as pernas cruzadas balançando no banco. Louis varria o chão, mas seus olhos voltavam para ela a cada poucos segundos, como se estivesse marcando território.
— Tá ficando tarde, Hazza — disse ele, apoiando a vassoura contra o balcão. A voz era um convite disfarçado, os olhos ainda devorando o decote, agora sem nenhuma tentativa de disfarce. — O bar tá fechando.
Ela girou o copo vazio entre os dedos, o coração disparado, a timidez completamente afogada no uísque.
— E se eu não quiser ir embora? — retrucou, descendo do banco com um movimento lento, o vestido subindo o suficiente para mostrar mais coxa do que deveria. Ela se aproximou do balcão, os seios quase roçando a madeira, e olhou para ele com um desafio nos olhos. — O que você faz com quem fica?
Louis largou a vassoura, deu a volta no balcão e parou a poucos centímetros dela. Ele era mais alto, mais imponente de perto, o cheiro de colônia misturado com uísque e suor a envolvendo.
— Fica que assim você descobre — disse ele, a voz rouca, quase um comando. — Meu turno acaba quando eu trancar essa porta. E eu quero você aqui quando isso acontecer.
Hazza sentiu um arrepio descer pela espinha, o corpo inteiro respondendo ao tom dele. Os outros funcionários já tinham ido embora, o bar estava silencioso, exceto pelo som da respiração dos dois. Ela sorriu, um sorriso bêbado e provocador, e se recostou no balcão, deixando o vestido subir mais um pouco.
— Então tranca logo essa porta, Louis — disse ela, a voz carregada de intenção. — Porque eu não vou a lugar nenhum.
Ele a encarou por um longo segundo, o olhar tão intenso que parecia despi-la ali mesmo.
— Fica aí — disse ele, a voz grave carregada de algo que não era exatamente uma sugestão, mas também não era uma ordem. Era um convite, um desafio. Ele largou o pano que usava para limpar o balcão e caminhou até a porta da frente, os passos firmes ecoando no silêncio. Hazza o observou, o jeito que os ombros largos se moviam sob a camisa preta, a tatuagem no antebraço flexionando com cada gesto. Quando ele girou a chave na fechadura, o clique metálico soou como o estopim de algo inevitável.
Louis voltou devagar, como um predador que sabe que a presa não vai escapar. Seus olhos não deixavam os dela, mas desciam sem pudor pelo corpo de Hazza, o decote apertado, os seios que pareciam implorar para serem tocados, as coxas expostas contra a madeira do balcão. Ele parou a poucos centímetros dela, tão perto que ela podia sentir o calor que irradiava dele, o cheiro de colônia misturado com uísque e algo mais.
— Última chance de correr, garotinha — murmurou Louis, a voz rouca, um sorriso torto nos lábios enquanto se inclinava, as mãos apoiadas no balcão, uma de cada lado dela, prendendo-a sem nem tocar.
Hazza riu baixo, a cabeça leve do álcool, o corpo vibrando de antecipação.
— Correr pra onde? — retrucou, inclinando-se para frente, o vestido esticando ainda mais contra os seios. — Eu disse que ficava, não disse?
O sorriso de Louis se alargou, quase perigoso. Sem aviso, ele a agarrou pela cintura com uma força que arrancou um suspiro dela, erguendo-a como se ela não pesasse nada e jogando-a sobre a bancada do bar. A madeira fria bateu contra as coxas grossas de Hazza, e ela abriu as pernas instintivamente quando Louis se encaixou entre elas, o corpo dele firme, quente, dominando o espaço. Ela se arrepiou inteira, o toque dele eletrificando cada centímetro de pele.
Louis não perdeu tempo. Inclinou-se, os lábios encontrando o pescoço branquinho dela, deixando uma trilha de beijos molhados que começaram suaves, quase doces, mas logo se tornaram mais famintos. Ele inalava o cheiro de morango que vinha da pele dela, um contraste com o ambiente pesado de uísque e madeira. Hazza se derreteu, as mãos agarrando os ombros dele, sentindo os músculos tensos sob a camisa. Cada selinho deixado no pescoço a fazia tremer, o corpo se rendendo, ficando molinho enquanto ela se entregava ao calor da boca dele.
Ele chupou a pele com mais força, os dentes roçando de leve, marcando o pescoço com a clara intenção de deixar roxos que ela sentiria no dia seguinte, um lembrete pulsante de quem tinha estado ali. Uma das mãos dele subiu, agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando o suficiente para fazer o pulso dela disparar, enquanto a outra mão deslizava pela coxa, puxando-a mais para si, o vestido subindo até quase revelar tudo.
— Você é um problema, sabia? — rosnou ele contra a pele, mordiscando o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer sob ele. Hazza só conseguiu gemer baixo, as unhas cravando na camisa dele, puxando-o mais perto, os seios quase pulando do decote enquanto arqueava as costas, querendo mais, querendo tudo.
Louis a ergueu com um movimento firme, jogando-a sobre a bancada do bar, a madeira fria contra as coxas grossas de Hazza. Ele se encaixou entre elas, forçando-as a se abrirem para acomodar sua presença, o calor do corpo dele contrastando com o arrepio que subia pela pele dela. Hazza tremia, o corpo inteiro reagindo ao toque, à proximidade, ao jeito que Louis a dominava sem dizer uma palavra. Ele inclinou a cabeça, os lábios roçando o pescoço branquinho dela, inalando o doce cheiro de morango que parecia emanar da pele quente.
Os beijos começaram suaves, quase torturantes, selinhos molhados que desciam pela curva do pescoço, cada um arrancando um suspiro trêmulo de Hazza. Ela se derretia sob ele, as pernas instintivamente se apertando contra os quadris dele, o vestido preto subindo ainda mais, expondo a pele macia das coxas. Louis sorriu contra a pele dela, os dentes arranhando de leve antes de chupar com mais força, marcando o pescoço com intenção. Ele queria deixar roxos, queria que ela acordasse no dia seguinte e sentisse cada marca latejando, um lembrete dele.
As mãos dele subiram, uma agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando justo o suficiente para fazer o pulso dela acelerar, enquanto a outra mão deslizava pela cintura, puxando-a mais para si. Hazza arqueou as costas, os seios quase saltando do decote, e deixou escapar um gemido baixo, entregando-se completamente ao calor da boca de Louis e à pressão dos dedos que pareciam saber exatamente onde tocar.
— Você é um perigo, garota — murmurou ele contra a pele, a voz rouca, quase um rosnado, enquanto mordiscava o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer. Hazza só conseguiu responder com um suspiro, as mãos agarrando a camisa dele, puxando-o mais perto, querendo mais, querendo tudo.
— Lou, eu tô tão molhadinha — sussurrou Hazza, a voz baixa e trêmula, roçando os lábios na orelha de Tomlinson. Seus dedos estavam enterrados na nuca dele, puxando de leve os cabelos castanhos enquanto os acariciava com uma mistura de timidez e ousadia. — Fode a minha bucetinha, por favor! — implorou ela, o tom carregado de desejo, mas com um toque de vergonha que só tornava as palavras mais provocadoras.
Hazza sempre foi uma garota tímida, mas aquela tortura estava além do que ela podia suportar. O tesão a consumia desde a manhã, uma vontade ardente de se entregar que pulsava em cada pedaço do corpo. Ela não aguentava mais esperar, queria o pau de Louis entalado na sua buceta, enchendo-a o mais rápido possível.
Louis não pensou duas vezes. Sem hesitar, deitou Hazza sobre a bancada do bar, as mãos firmes abrindo suas coxas grossas com uma urgência que fazia o ar crepitar. Ele arrancou a calcinha rosa, já encharcada, revelando a bucetinha lisinha, vermelhinha e pingando de tesão. A visão era quase demais para ele. Louis queria meter de uma vez, foder aquela garota a noite toda até ela implorar por mais. Mas antes, precisava sentir o gosto daquele paraíso molhado.
— Porra, você é tão gostosa — sussurrou ele, a voz rouca e cheia de desejo, os lábios tão próximos da buceta dela que o calor do hálito fez Hazza se arrepiar inteira. Ele selou o grelinho com um beijo leve, quase cruel de tão provocador. Louis queria mergulhar de cabeça, chupar sem parar até sugar cada gota, mas torturar a garotinha era delicioso demais. Começou distribuindo selinhos lentos por cada canto da buceta, os lábios ficando melados com o doce que escorria dela. Apertando as coxas macias com força, ele finalmente caiu de boca, lambendo e chupando aquele pedacinho de céu com uma fome que fez Hazza gemer alto, o corpo tremendo sob o toque da língua dele.
Hazza gemia alto, os dedos cravados na cabeça de Louis, puxando os cabelos dele enquanto ele se enterrava contra a xoxota molhada dela. Louis se lambuzava sem pudor, a língua deslizando por toda a buceta, chupando o grelinho com uma fome que fazia as pernas dela tremerem. Ele lambia, beijava, explorava cada centímetro, tentando enfiar a língua o mais fundo que podia naquele buraquinho apertado e encharcado.
Os dedos do mais velho entraram em cena, roçando a bucetinha antes de se concentrarem no grelinho, esfregando-o em círculos precisos que arrancavam gemidos mais altos de Hazza. Enquanto isso, a língua de Louis mergulhava no buraco apertado dela, invadindo com uma mistura de urgência e provocação, saboreando cada gota do mel que escorria. O corpo de Hazza se contorcia na bancada, completamente entregue ao prazer que ele arrancava dela.
— Papai, por favor — Hazza gemeu baixinho, a voz quase um sussurro, as bochechas já rosadas ficando vermelhas como brasa quando percebeu o que tinha escapado. O apelido “Papai” saiu sem querer, e ela mordeu o lábio, envergonhada, o coração disparando enquanto tentava avaliar a reação de Louis.
Ele ergueu o rosto da buceta dela, os lábios brilhando com o mel que escorria, os olhos azuis cravados nos dela com um brilho de diversão e desejo. Seus dedos, no entanto, não pararam, continuando a brincar com o grelinho dela em movimentos lentos e torturantes que faziam Hazza se contorcer na bancada.
— Papai, é? — perguntou Louis, a voz rouca, carregada de um tom provocador que a fez estremecer. — Você gosta de me chamar assim, princesa?
Hazza hesitou por um segundo, o rubor nas bochechas intensificando, mas o olhar dele, tão seguro e sem julgamento, a fez deixar a timidez de lado.
— Gosto, Lou — admitiu ela, a voz ainda tímida, mas com um toque de ousadia que crescia a cada segundo.
— Então me chama assim, gatinha — rosnou Tomlinson, um sorriso safado nos lábios antes de mergulhar de volta na buceta dela. Sua língua voltou ao trabalho com fome, lambendo toda a extensão daquele lugarzinho molhado, do grelinho inchado até o cuzinho intocável da mais nova, explorando cada pedaço com uma mistura de devoção e provocação que arrancava gemidos cada vez mais altos de Hazza.
— Me fode, papai — Hazza reuniu o restinho de coragem que o uísque e o tesão lhe davam, as palavras saindo firmes, sem o tremor tímido de antes. Suas bochechas ainda estavam vermelhas, mas o sorriso de ladinho de Louis, cheio de aprovação e malícia, a fez relaxar, o corpo vibrando de antecipação na bancada do bar.
— Se é isso que a princesinha quer… — Louis respondeu, tirando a boca da buceta molhada da menina, a voz grave e carregada de promessa, os olhos azuis brilhando com um desejo quase predatório. — O papai vai foder essa bucetinha gostosa a noite toda.
Com um movimento rápido, Louis abaixou as calças, deixando o pau grosso e duro saltar da cueca. A cabecinha vermelhinha brilhava, molhada de tesão, pulsando de vontade. Hazza abriu ainda mais as pernas, os olhos arregalados ao ver o cacete do “papai” tão perto da sua buceta, que já pingava de expectativa. Era grande, muito maior do que ela estava acostumada, bem mais grosso que o do namorado, com veias marcadas que prometiam esticar cada centímetro dela.
— Você é tão grande, papai — murmurou Hazza, a voz misturando excitação e um toque de receio. — Não sei se minha bucetinha vai aguentar.
Louis riu baixo, um som rouco que a fez se arrepiar, enquanto segurava o pau com uma mão, roçando a cabecinha contra a entrada molhada dela, só para provocá-la.
— Você é uma putinha, amor. Tenho certeza que aguenta — rosnou Louis, a voz carregada de desejo enquanto passava o pau grosso por toda a bucetinha de Hazza, sentindo o calor molhado dela envolver a cabecinha vermelhinha. Ele esfregava a rola no grelinho inchado, arrancando gemidos trêmulos dela, que se contorcia na bancada, implorando por mais com cada som.
— Mas antes, quero que você mame no meu pau — ordenou ele, afastando o cacete da entrada dela, o que fez Hazza soltar um gemido de protesto, o corpo vibrando de frustração.
Ainda deitada no balcão, ela se virou, empinando a bunda branquinha de um jeito que fez o vestido preto, já embolado na cintura, exibir cada curva. Hazza lambeu os lábios, a língua saindo provocadora enquanto Louis se aproximava, o pau duro pulsando diante dela.
— Chupa do seu jeitinho, princesa — disse ele, segurando os cabelos dela com firmeza, mas deixando espaço para ela brincar. — Depois, o papai vai foder essa boquinha até você não aguentar mais.
Hazza sorriu, os olhos brilhando com uma mistura de ousadia e timidez, e começou deixando selinhos suaves na cabecinha do pau, saboreando o gosto salgado do tesão dele. No começo, ela chupava só a ponta, lambendo devagar, tentando torturá-lo como ele havia feito com ela. Mas Hazza não tinha o mesmo autocontrole, o desejo a dominava. Logo, ela abriu mais a boca, engolindo o pau o máximo que conseguia, a língua dançando enquanto tentava abrigar o tamanho dele. Suas mãos subiram, apalpando as bolas com cuidado, sentindo o peso delas, enquanto gemia baixo, os olhos fixos no rosto de Louis, que se contorcia de prazer.
— Porra, que boquinha gostosa — grunhiu Louis, a voz rouca, os olhos semicerrados. — Mas você gosta de deixar o papai foder ela, não é?
Sem esperar resposta, ele puxou os cabelos dela com mais força, tomando o controle. Começou a foder a boca gordinha de Hazza, o pau acertando o fundo da garganta dela a cada estocada. Ela se esgasgava, os olhos marejando, mas não recuava, as mãos agarrando as coxas dele para se equilibrar. O vestidinho, completamente embolado na cintura, deixava a bunda branquinha empinada, balançando a cada movimento, os pezinhos dela balançando no ar enquanto Louis metia sem piedade, o som molhado dos lábios dela ecoando no bar vazio.
Louis segurava a cabeça de Hazza com uma mão, os dedos entrelaçados nos cachos dela, enquanto a outra mão apertava e dava tapas firmes na bunda branquinha, deixando marcas rosadas na pele. Ele não aguentava mais a pressão, o calor da boca dela o levando ao limite. Com um gemido rouco, puxou o pau da boquinha dela, admirando o rosto da garota, as bochechas coradas, os olhos brilhando com lágrimas suaves, o batom borrado dando um ar de puro desejo.
— Abre a boquinha, deixa o papai gozar no fundo dessa garganta de putinha — ordenou ele, a voz grave e carregada de tesão. Hazza obedeceu na hora, a língua saindo provocadora, os olhos fixos nos dele, esperando ansiosa. Tomlinson gozou com um grunhido, o leitinho jorrando na boca dela, que engoliu tudo com um sorriso safado, lambendo os lábios enquanto o encarava.
— Boa garota — sussurrou Louis, acariciando os cachos dela com uma ternura que contrastava com a intensidade do momento. Ele deu leves tapinhas com o pau nas bochechas rosadas dela, o som ecoando no bar vazio. — Agora, continue sendo boa e vira essa bunda pra mim.
Hazza sorriu ainda mais, o corpo vibrando de excitação. Ela deslizou do balcão com um movimento lento, tirando o vestido preto num gesto rápido, deixando os peitinhos livres, os mamilos endurecidos pelo ar frio e pelo desejo. Virou-se de costas para Louis, apoiando o tronco na bancada, os pés firmes no chão, a bunda empinada para ele, os peitos esmagados contra a madeira fria. A posição a deixava completamente exposta, vulnerável e pronta, exatamente como ela queria.
— Vou foder tanto você hoje que seu namoradinho vai perceber o estrago na sua bucetinha — sussurrou Louis no ouvido de Hazza, a voz rouca e carregada de promessa, o hálito quente contra a pele dela. Ele esfregava o pau duro sobre a bunda empinada da mais nova, sentindo o cuzinho dela contrair de leve sob o toque provocador. — Você é mesmo uma putinha, hein? — continuou, o tom entre o deboche e o desejo. — Nem deu a buceta ainda e já tá louca pra me dar o cuzinho também?
— Papai, não diz isso, por favor — murmurou Hazza, as bochechas ardendo de vergonha ao ser chamada de putinha, mesmo sabendo que havia verdade nas palavras de Louis. Ela nunca tinha dado aquele lugarzinho, mas agora, sentindo o pau grosso dele esfregar gostoso contra seu cuzinho, o desejo a consumia. Tudo o que ela queria era que Louis a tomasse, que a fodesse até não aguentar mais.
— Por quê? Não é o que você é? Uma putinha sedenta por rola? — retrucou Louis, rindo baixo, a voz carregada de provocação enquanto dava um tapa forte na bunda da mais nova, o som ecoando no bar vazio e deixando uma marca rosada na pele branquinha.
— Lou, por favor, fode a minha bucetinha, papai — implorou Hazza, deixando a timidez de lado. Com as mãos, ela abriu as bandas da bunda, exibindo a xoxotinha molhada e brilhante para Louis, o convite descarado fazendo o corpo dela tremer de antecipação.
— Porra — grunhiu Tomlinson, os olhos fixos no buraquinho reluzente. Ele se aproximou, segurando os pulsos dela com uma só mão, imobilizando-a contra a bancada. A cabecinha do pau dele roçou a entrada da buceta, e quando ele empurrou, o buraquinho apertado abrigou a ponta tão bem que Louis não segurou o gemido rouco. Hazza se contorcia, sussurrando um “Papai, tá doendo” entre gemidos, mas mesmo assim rebolava, o corpo pedindo mais, querendo tudo.
Louis não se conteve. Enfiou o pau inteiro na bucetinha dela, começando a foder devagar, sentindo o calor e a pressão ao redor dele.
— Que delícia, papai — gemeu Hazza, as bochechas esmagadas contra a bancada, os olhos semicerrados de prazer. — Mais forte, Lou.
Louis não precisava de mais incentivo. Ele acelerou, fodendo com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela preenchendo o silêncio. Uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes de Hazza, apertando os mamilos endurecidos com firmeza, arrancando gemidos desesperados dela enquanto a bancada rangia sob o peso dos dois.
Louis não resistiu, acelerando as estocadas, fodendo a bucetinha de Hazza com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela ecoando no bar vazio. Os gemidos desesperados dela enchiam o ar, e uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes, apertando os mamilos rosados com firmeza enquanto beijava o pescocinho dela, os lábios quentes deixando uma trilha de calor na pele marcada.
— Caralho, que buceta gostosa, amor — grunhiu Louis, as mãos voltando para a cintura dela, os dedos cravando na carne macia enquanto ele metia com ainda mais força. O aperto da xoxotinha dela ao redor do pau grosso era enlouquecedor, cada estocada o levando mais perto do limite. Ele imaginava gozar naquele buraquinho apertado, vendo a porra escorrer lentamente, marcando-a como sua.
Hazza gemia alto, lágrimas escorrendo pelas bochechas rosadas, o prazer misturado com a intensidade quase insuportável. Era bom demais sentir o “papai” alargando seu buraco, esticando-a de um jeito que fazia seu corpo tremer. Seus peitos doíam, esmagados contra a bancada fria, enquanto Louis a fodia por trás, as pernas dela bambas, o desespero gostoso crescendo no fundo do ventre. Ela sabia que estava no limite.
— Papai, eu vou gozar — sussurrou ela, a voz entrecortada por gemidos, o corpo se contorcendo enquanto se rendia completamente ao prazer.
— Então goza gostoso pro papai, amor — grunhiu Tomlinson, aumentando a velocidade e a força das estocadas, o pau grosso deslizando com fúria na bucetinha apertada de Hazza. Sua mão desceu até o grelinho dela, começando uma siririca gostosa, os dedos esfregando o montinho de prazer com precisão. O toque foi demais para Hazza, que gozou no mesmo instante, o corpo tremendo enquanto gemia manhosa, sentindo Louis continuar a foder sem parar.
— Você é tão gostosa… poderia passar a noite toda comendo essa buceta — murmurou Louis, a voz rouca de satisfação.
Hazza mal conseguia se segurar na bancada, o corpo tremendo violentamente enquanto o orgasmo a atravessava como um choque elétrico. Seus gemidos ecoavam no bar vazio, misturando-se ao som molhado das estocadas de Louis, que fodia sua bucetinha sensível com uma força que parecia querer marcá-la para sempre. As lágrimas grossas escorriam pelas bochechas rosadas, o prazer tão avassalador que ela mal conseguia respirar.
A xoxotinha dela apertava o pau grosso dele com cada espasmo, leite quente do gozo anterior escorrendo pelas coxas, deixando um rastro pegajoso na bancada. Louis grunhiu, o aperto dela o levando à beira da loucura.
— Caralho, amorzinho, você goza como uma putinha perfeita pro papai — rosnou ele, os dentes cravando no pescoço dela, deixando mais um chupão roxo que pulsaria por dias.
Ele não parou, metendo mais fundo, mais rápido, prolongando o orgasmo dela até Hazza achar que ia desmaiar de tanto prazer. Com um último impulso brutal, ele gozou, o leitinho quente jorrando dentro da bucetinha apertada, enchendo-a até transborda, a porra escorrendo em fios grossos pelas coxas dela, pingando no chão escuro.
Hazza estava destruída, o corpo mole, as pernas bambas, os peitos doloridos enquanto tentava recuperar o fôlego. Louis se inclinou sobre ela, o peito largo pressionando as costas dela, o pau ainda meio duro roçando a bunda empinada enquanto ele mordiscava a orelha dela.
— Olha o estrago que o papai fez nessa xoxotinha — sussurrou ele, a voz rouca e carregada de satisfação. Ele deslizou a mão entre as pernas dela, os dedos roçando a buceta melada, espalhando a mistura de porra e melzinho dela enquanto ela se contorcia, sensível demais. — Tô pensando em te levar pra casa e te foder até você esquecer o nome daquele seu namoradinho.
Hazza gemeu baixo, o corpo reagindo mesmo estando no limite. Ela virou o rosto, os lábios entreabertos, os olhos brilhando com uma mistura de exaustão e desejo insaciável.
— Papai… eu não aguento mais —lmurmurou, mas o jeito que abriu as pernas de leve, expondo a xoxota pingando, dizia o contrário. Ela lambeu os lábios, o sorriso safado lutando contra a timidez. — Mas quero ser todinha sua, a putinha do papai.
Louis riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Ele a agarrou pela cintura, virando-a com um movimento rápido, os seios dela balançando livres enquanto ele a puxava para sentar na beira da bancada. Sem aviso, ele meteu dois dedos na bucetinha dela, mexendo devagar, sentindo o calor e a porra que ainda escorria. Hazza gritou, as unhas cravando nos ombros dele, o prazer misturado com a dor da sensibilidade a deixando à beira de outro orgasmo.
— Você é uma putinha gulosa, hein? — provocou ele, os dedos acelerando, o polegar esfregando o grelinho inchado enquanto a outra mão agarrava o cabelo dela, puxando com força para trás, expondo o pescoço. Ele chupou a pele ali, os dentes marcando mais um roxo. — Vou te levar pro meu apartamento, te jogar na cama e foder cada buraquinho seu até você implorar pra parar. E mesmo assim, talvez eu não pare.
Hazza gemeu, o corpo se contorcendo sob os dedos dele, a cabeça jogada para trás.
— Papai, me leva… faz o que quiser comigo — sussurrou ela, a voz quebrada pelo desejo, as pernas se abrindo ainda mais, como se estivesse implorando para ser usada. Louis parecia faminto, os olhos devorando cada centímetro dela.
Louis devorava a boca de Hazza com um beijo feroz, a língua invadindo-a, dominando cada canto enquanto seus dedos continuavam fodendo a bucetinha dela sem piedade, o polegar esfregando o grelinho inchado com uma precisão cruel. Hazza gemia contra os lábios dele, o corpo tremendo na bancada, as pernas abertas, a xoxotinha pingando e apertando os dedos dele, à beira de outro orgasmo. Ela estava desesperada, os quadris rebolando contra a mão dele, implorando sem palavras para gozar.
Mas Louis tinha outros planos. Bem no momento em que os gemidos dela ficaram mais altos, o corpo se contorcendo no limite, ele parou de repente, retirando os dedos com um sorriso sádico. Hazza arfou, os olhos arregalados, as bochechas vermelhas de frustração.
— Papai, por favor… eu tava quase… — implorou ela, a voz manhosa, o corpo tremendo com a necessidade não satisfeita.
— Não, gatinha — rosnou Louis, lambendo os dedos melados dela enquanto a encarava, os olhos azuis brilhando com malícia. — Você só goza quando o papai quiser. E agora, não quero.
Ele deu um tapa leve na bucetinha sensível, arrancando um gritinho dela, antes de se afastar, deixando-a ofegante e à beira da loucura.
Hazza ficou ali, na bancada, o corpo ainda vibrando, a xoxota pulsando de desejo, a porra e o melzinho escorrendo pelas coxas. Louis pegou o vestido preto embolado ao lado, o tecido que mal cobria o corpo dela, e começou a vesti-la com uma calma provocadora. Ele puxou o vestido pelos braços dela, ajustando-o sobre os peitos grandes, os mamilos ainda duros marcando o tecido fino. Cada toque dele era deliberado, os dedos roçando a pele dela de propósito, fazendo-a se contorcer de frustração.
— Papai… por favor, deixa eu gozar — sussurrou ela, a voz trêmula, enquanto tentava esfregar as coxas para aliviar a tensão. Louis apenas riu baixo, um som gutural que a fez estremecer.
— Quieta, putinha. Você vai esperar até chegarmos na minha casa — disse ele, ajeitando o pau ainda duro dentro das calças, o volume evidente sob o tecido. Ele fechou o zíper com um movimento lento, os olhos fixos nela, como se estivesse saboreando cada segundo da tortura. — Lá, o papai vai te foder até você não lembrar nem do seu nome.
Hazza mordeu o lábio, o corpo inteiro implorando por alívio, mas a promessa na voz dele a mantinha rendida. Ela desceu da bancada com as pernas bambas, o vestido mal cobrindo as coxas, a bucetinha sensível roçando contra o tecido a cada passo. Louis pegou a bolsa dela do chão, jogou-a sobre o ombro e a puxou pela mão, guiando-a em direção à porta dos fundos. O pau dele, ainda pulsando nas calças, roçava contra a bunda dela enquanto caminhavam, uma provocação constante.
— Vamos, gatinha — murmurou ele, a voz carregada de promessa enquanto abria a porta, o ar frio da noite contrastando com o calor do corpo dela. — A noite tá só começando, e na minha cama, você vai implorar por cada gozo que o papai te der.
Ele a levou para fora, o bar ficando para trás, enquanto Hazza, com a xoxota latejando e o coração disparado, sabia que estava caminhando para uma noite que a destruiria de todas as formas que ela secretamente desejava.
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Então, essa foi minha primeira história, espero que tenham curtido tanto quanto eu gostei de escrever. Se vocês quiserem mais dessa putinha e do “papai” Louis, é só comentar que eu posto a parte 2, com eles na casa dele. 💗
Temporary Fix • PARTE 2
leia a primeira parte clicando aqui.
nessa parte dois vai conter: bondage - dacrifilia - privação de ar - dirty talk - overestimulation - orgasmo forçado
Temporary fix • PARTE 1
Descrição: Harry já tinha conhecimento que, desde que havia terminado com Louis, a sua vida sexual não estava uma das melhores com seu atual namorado. Ele odiava admitir para si mesmo que, com Louis, o sexo era incrível e de o fazer subir pelas paredes. Harry apenas não esperava receber uma proposta nada decente do seu ex-namorado e muito menos que se sentisse tão tentado a cometer tal indecência.
Obs: essa obra não foi reescrita e nada foi modificado de forma que mudasse de maneira considerável sua história.
i’m sorry that i’m misbehaving 🧸🧴🫧 oneshot harry cis!girl
Descrição: Harriet é uma garotinha mimada do papai. Ela costuma fazer pequenas birras e beicinho e tende a conseguir exatamente o que deseja, só por ser tão boazinha e Louis não se sentir capaz de lhe recusar. Mas o que acontece quando essas pequenas birras extrapolam um pouco e o mau-comportamento fica cada vez em evidência?
Harriet sabe muito bem que garotas malvadas merecem ser punidas por não obedecerem. Mas ela ainda não descobriu o que acontece quando as lições de seu papai parecem não ser mais o suficiente e então precisa aprender novamente suas boas maneiras de uma vez por todas, antes que seja tarde e ela não seja mais amada por Louis – se é que isso é humanamente possível.
Cuckold
Harry e Zayn eram o casal mais lindo do campus, todos invejavam o belo casal, só não desconfiavam que a garota adorava ser fodida bem gostoso e feita de putinha pelo professor de direito penal Louis Tomlinson, e Zayn, adorava a ideia de saber que sua namorada adorava outro pau além do seu.
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Essa história é um repost do meu antigo booksmut, o falecido Celestial do Wattpad.
Para qualquer um era hipnotizante manter os olhos sobre Zayn e Harry. Por onde passavam, o casal atraía olhares de todos os homens ou mulheres e até os mais velhos que frequentavam o recinto. Eles eram o assunto semanal da faculdade e qualquer coisa que faziam os tornava motivo para estarem sempre nos assuntos corriqueiros de qualquer grupo nos corredores, por mensagem ou alguma conversa banal no refeitório. Harry e Zayn eram dois estudantes de moda, faziam questão de chamar total atenção com roupas incríveis e superiores à qualquer outro conjunto barato que os outros alunos usavam. Eram realmente o casal do momento, e mesmo que já namorassem há pouco mais de um par de meses, ninguém desconfiava que a garota na verdade era a putinha de Louis Tomlinson, o professor de direito penal. Por trás daquela pose de boa moça, o hobby favorito de Harry era matar aulas pra sentar gostoso no caralho do Sr. Tomlinson até sentir a bucetinha dolorida.
A garota com seus belos vinte e dois anos nunca achou errado sentar no pau do professor de trinta e nove e gemer baixinho seu nome enquanto fodiam gostoso na sala interditada de computação, entre os monitores e os notebooks espalhados sobre as mesas. Era revitalizador sentir a porra grossa e quentinha de Louis descer por suas coxas branquinhas após uma foda dura em algum cantinho que improvisavam na sala. Sua xotinha sempre terminava muito maltratada pelo cacete grosso do professor.
Antes de conhecer Louis, a garota nunca havia pensando em trair ou cogitado usar a frase "o escondido é mais gostoso" para definir o relacionamento que mantinha às escondidas com o professor. Ela detestava qualquer tipo de traição e mentiras, até esbarrar com o moreno de belos olhos azuis em uma festa para os alunos do campus.
Louis sempre foi o tipo de professor que preferia manter uma relação saudável com seus alunos. Sempre gostou de cultivar amizades dentro e fora das salas de aula, então constantemente era convidado para as festas que aconteciam no campus e por mais que sempre negasse com prontidão qualquer convite, ele decidiu que na primeira semana do início de semestre ele iria em uma das festas que seus alunos tanto insistiam para que fosse. Ele não sabe o que deu nele quando aceitou ir em uma festa daquelas e se viu beirando á embriaguez na festa para calouros, dançando de forma tímida e com receio de reconhecer algum aluno.
Tudo estava indo bem até repentinamente um corpo se chocar fortemente contra o seu, jogando em suas roupas todo o líquido vermelho que continha em seu copo, manchando sua melhor camiseta e fazendo seus óculos de grau voarem longe.
Ele se sentiu um idiota diante de todas as risadas vindas de todos presentes ali, mas quando abriu os olhos conseguiu enxergar com dificuldade um par de olhos verdes tão brilhante quanto esmeraldas recém colhidas o observando com certa pena. A garota espalmou uma das mãos sobre os lábios com os olhos arregalados e lhe perguntou se tudo estava bem, e sim estava, mas ele só conseguiu acenar concordando com aquele belo anjo que mais tarde descobriu ser Harry Styles, a infelizmente namorada de Zayn Malik.
Louis à primeira vista ficou triste depois de alguns minutos de diálogo saber que a garota namorava. O que ele não estava esperando, era que a safada o chamaria para a pista de dança e logo depois uma dança inocente viraria algo totalmente sexual, com a cacheada roçando seus enormes peitos com os bicos durinhos em seu peitoral e vez ou outra roçando as coxas grossas no seu pau bem marcado nas calças e mais tarde o arrastasse para um banheiro, lhe dando o melhor boquete que já houvera recebido em toda a sua vida. Ele se lembra perfeitamente de como ficou a boquinha carnuda em volta do seu pau, enquanto a outra mão masturbava a bucetinha nua sem calcinha, coberta apenas pela sainha curta.
Harry Styles era uma verdadeira putinha, que sentiu uma vontade incontrolável de ter o pau de Louis em sua boca assim que notou o jeito sexy e sério do professor, dando adeus ao mínimo de sanidade que tinha, pouco se importando com seu namorado presente na festa, ela só queria o caralho daquele homem fodendo a sua boquinha enquanto levava tapas daquelas mãos tão gostosas e apertos em seus cachos dos dedos ásperos.
Zayn por sua vez, fingia não dar ouvidos à todos que o alertavam sobre a traição de sua namorada. A verdade era que ele sempre soube que era corno, desde o dia em que Harry chupou Louis no banheiro da festa com portas abertas, para que qualquer um que passasse ali a enxergasse de olhinhos lacrimejando e uma rola grossa fodendo sua boquinha com um tesão incontrolável.
Zayn sempre soube, mas tentava manter sua pose fingindo estar sempre bravo quando a menina saía apenas com Louis ou quando ela o deixava sozinho no refeitório para fazer companhia ao moreno, mas na verdade ele sentia um tesão incontrolável ao saber que Harry procurava por outro pau como uma verdadeira vagabunda.
Agora, ele se encontrava deitado esparramado no sofá com um semblante raivoso, em falsa decepção enquanto apertava firme o controle da televisão do apartamento que dividia com Harry. Desde que acordou estava ouvindo a garota falar sobre Louis que de acordo com a mesma, chegaria em cinco minutos para prepararem um projeto para o Conselho estudantil da faculdade. A garota desfilava pelo apartamento com um short minúsculo e apertadinho, exibindo suas coxas grossas e metade da sua bunda gordinha pra fora, sem calcinha alguma por baixo, marcando os lábios gordinhos da xotinha melada que ansiava pelo pau de Louis.
Logo batidas foram ouvidas na porta, Harry sorriu animada com seus cachinhos esvoaçantes enquanto corria para atender. Ao abrir, seus olhos brilharam e um sorriso com covinhas iluminou seu rosto ao ver seu homem radiante, com um sorriso sacana e os olhos bonitos cobertos por óculos de grau. Louis vestia um moletom grosso com as mãos escondidas no bolsos frontais do mesmo e calças folgadas. Ele a deixava completamente encantada.
— Como você está, meu amor? — Ela não mediu esforços para abraçá-lo, puxou seu corpo forte para um abraço firme roçando suas coxas grossas no meio das pernas de Louis.
Louis sorriu com malícia, se surpreendendo mais uma vez com a sua putinha que o provocava de uma maneira tão explícita mesmo ao ter o namorado deitado no sofá da sala, há pouquíssimos metros de distância.
— Estou bem minha linda, vamos fazer o trabalho?
Com seus corpos minimamente afastados, ele levou ambas as mãos firmes para a cintura fina da garota, apertando o local com total devoção, chocando seu peitoral firme aos seios fartos com os mamilos gostosos completamente durinhos sendo exibidos por uma camiseta colada, evidenciando que a garota não usava um sutiã. Louis amava ter aqueles peitos gostosos na sua boca e chupar os mamilos com total devoção.
— Só se antes você me der um beijinho rápido. — Sussurrou contra os lábios finos e macios de Louis alternando seu olhar entre a boca do homem e seus olhos azuis.
Rapidamente as mãos firmes de Louis envolveram os quadris gordinhos da garota, tomando seus lábios em um beijo de tirar o fôlego. Harry apertava os ombros de Louis e fazia questão de esfregar seus mamilos duros contra o tecido grosso do moletom, movendo sua língua contra a de Louis, descontando todo seu tesão mordendo e chupando o lábio inferior do professor que já sentia seu cacete duro marcar sua calça somente com um beijo de Harry. Era sempre assim, ela conseguia o excitar apenas com beijos.
— Me toca Lou, quero sentir suas mãos no meu corpo enquanto me beija. — Sussurrou com os lábios minimamente afastados.
A sua respiração pesada, ofegante, se chocava contra os lábios vermelhos e judiados de Louis que agarrou a bunda gorda entre seus dedos, apertando o local sem delicadeza alguma, puxando a garota para mais perto fazendo seu pau totalmente duro dentro das calças roçar na bucetinha coberta apenas por um minúsculo short que a deixava marcada de um jeito delicioso, dividindo sensualmente os grandes lábios cheinhos da garota entre o tecido apertado do short, pressionando o grelinho sensível.
— Você quer que eu te toque, putinha? Com o corno do seu namorado tão próximo de nós? — Louis disse baixinho, rouco, contra o pescoço branquinho da garota, vendo a mesma se derreter completamente, jogando submissamente seu pescoço para o lado com os olhinhos fechados.
Enquanto distribuía beijos em todo o pescoço branquinho, Louis escorregou uma de suas mãos para a xotinha espremida nos shorts colado. Roçando dois de seus dedos no grelinho inchado marcado no tecido, sentindo o quão quente e úmida sua putinha já estava somente em fazer toda aquela cena na frente do namorado que assistia calmamente a televisão. A garota se segurava para não gemer, com o corpinho trêmulo jogado contra a porta sentindo os dedos ágeis de Louis acariciarem sua buceta com delicadeza, escorregando os dedos por seu clitóris inchadinho com o polegar ao mesmo tempo que pressionava seus grandes lábios.
— A vadia já tá com a buceta toda molhada pedindo minha rola. — Louis sussurrou baixo contra os lábios gordinhos, sussurrou tão baixo quanto um segredo que ninguém poderia saber, capturando em seguida a boca de Harry para um beijo rápido, sem parar de pressionar seu clitóris com o dedão, escorregando os outros dedos pela buceta quente e molhada de sua garota que sentia as pernas trêmulas.
Ela adorava a dualidade de Louis que em certas horas demonstrava ser sério, escondido entre armações de óculos grandes e roupas sociais. Já em outros momentos era o Louis que a tratava como uma vadia, dando tapas em seu rosto e maltratando sua bucetinha e seu cuzinho da forma que mais amava.
— Louis, por favor... — A garota gemeu baixo, em uma súplica desesperada, incrívelmente necessitada dos toques de Louis.
Os dedos ágeis masturbavam sua buceta molhada em movimentos circulares e precisos, com a outra mão firme maltratando a pele branquinha de sua bunda agora devidamente exposta, já que Louis ousou levantar seu pequeno short por completo. Harry sentia sua pernas trêmulas, o sangue correndo fervorosamente em suas veias ao mesmo tempo que tentava segurar um gemido manhoso que parecia impossível de conter. Louis distribuía beijos lentos e quentes junto à mordidas impiedosas em seu pescoço exposto, ao mesmo tempo que roçava o pau duro em sua coxa em uma tentativa gostosa de aliviar o tesão incontrolável que crescia em meio à suas pernas.
— Vamos para o quarto!
A breve precisão com que se afastou do corpo quente, fez com que sentisse uma necessidade implícita para que voltassem a se encontrar. Uma brisa gélida invadiu seu corpo que buscava incessantemente pelo calor inebriante de Harry.
Ela parecia fora de si, perdida, com os lábios avermelhados presos entre seus dentes, apenas assentindo rapidamente para o que havia sido uma ordem, desgrudando prontamente suas costas da porta de madeira maciça caminhando até Louis com certa dificuldade por suas pernas bambas devido o prazer divino que seu homem lhe proporcionava. Ele, por sua vez, mantinha um sorriso venenoso se vangloriando mentalmente da forma mais cretina possível por ter uma garota tão gostosa implorando por seu cacete dentro de sua bucetinha.
Louis riu nasalmente, virou as costas e pisou no carpete cor mel passando por Zayn que continuava de costas assistindo televisão. Ele não o fez menção para cumprimentá-lo, mas Harry passou por ele avisando que fariam um trabalho juntos, dando-lhe um beijo rápido nos lábios e acariciando a barba rala do namorado. O professor não se conteu em revirar os olhos com um sorriso sarcástico dançando em seus lábios, se surpreendendo com o quão falsa Harry poderia ser.
Louis mal esperou para que a garota fechasse a porta do quarto, em um sentimento único de tesão predominando seu corpo, ele a segurou com uma das mãos em sua cintura fina envolvendo seus outros dedos livres ao redor do pescoço branquinho, levemente imaculado marcado pelos beijos e mordidas de seu namorado Zayn. Na real, Louis achava perdidamente excitante foder com Harry e saber que logo depois a safada iria pedir a rola de Zayn, como uma puta necessitada.
Seus lábios prontamente procuraram o maxilar da garota, beijando e mordendo o local se deliciando com os gemidos baixos que o deixavam perdidamente duro. Seu cacete já pingava pré gozo, e ele podia sentir a cabecinha melada escapando para fora da cueca.
— Louis, eu preciso do seu cacete comendo a minha bucetinha, eu quero tanto ser fodida por você papai... — A garota gemeu manhosa.
Harry já estava acabada e Louis mal havia começado. Seu corpo inteiro jogado contra a parede, os lábios gordinhos entre os dentes, os cachos desgrenhados e os mamilos durinhos deliciosos marcando a blusa que a mesma usava, fazia com que Louis sentisse seus lábios salivarem. Ela era a personificação de tudo o que deixava Louis louco, ela o fazia perder a cabeça.
— Minha putinha tá tão necessitada. Consigo ver isso em seus olhos. — Louis mordeu o lábio inferior subindo seus dedos até os mamilos, apertando-os entre seu polegar e o indicador.
Harry choramingou com um biquinho em seus lábios. Seus olhos esverdeados lacrimejavam implorando por Louis. Ela conseguia sentir perfeitamente o pau duro e grosso que tanto amava roçar em sua coxa, próximo a sua virilha enquanto os dedos ásperos maltratavam seus mamilos sensíveis.
— Deita na cama vadia, vou comer essa tua buceta molhada com a minha língua, do jeitinho que voce gosta. — Louis sussurrou rouco, com os olhos fixos à imensidão esverdeada de Harry que gemeu assim que sentiu um tapa em sua bochecha gordinha.
Harry caminhou até a sua cama movendo seus quadris de forma provocativa sentindo o olhar de Louis queimar em sua bunda. Ela se deitou sobre os colchões e viu o olhar do homem cair em seu corpo não tardando em provocar. Ela sorriu mostrando suas covinhas com seus sorriso de canto e esfregou os dedos nos próprios mamilos, descendo as mãos para os quadris gordinhos até chegar em sua bucetinha toda melada, abrindo as pernas para Louis, que observava a cena inteira massageando seu caralho duro totalmente evidente nas calças de moletom, imaginando como seria esfregar a cabeça do seu pau entre os lábios gordos daquela xotinha inchada.
A garota sorriu passando dois de seus dedos em seu grelinho pressionando o local, separando os lábios gordinhos gemendo manhosa ao sentir o prazer invadir seu corpo. Ela separou mais suas coxas dando a visão perfeita de Louis de sua buceta úmida manchando o short colado a medida que ela se masturbava. Seus grandes lábios faziam um volume no pequeno short, marcando as curvas da sua buceta molhada com o clitóris pulsando e sua entrada se contraindo devido os olhares desejosos de Louis.
Desesperadamente, ele se aproximou ficando de joelhos na cama erguendo os quadris de Harry com suas mãos, abaixando o pequeno shorts lentamente apreciando a forma como sua lubrificação manchou o short em uma abundância jamais vista. Louis roçou seus dedos nas coxas grossas e leitosas até que o short estivesse no chão.
— Mmmh amor, sua buceta tá tão molhadinha. Isso tudo é porque está sedenta pelo cacete do teu amante? — Seus dedos alcançaram o clitóris inchado, pressionando e massageando lentamente.
— Sim Louis, eu estou realmente sedenta pra ser fodida. — Harry gemeu apertando os próprios seios rebolando nos dedos grossos de Louis.
Com um sorriso safado ele inclinou até que sua cabeça estivesse entre as coxas da garota, contemplando a bucetinha incrivelmente molhada, o clitóris inchado e sua entrada contraindo-se em busca de algo. Sua língua rapidamente foi de encontro ao clitóris, envolvendo os lábios no local chupando com voracidade pressionando as coxas macias forçando para que ficassem bem abertas. Os gemidos baixos e manhosos se tornavam cada vez mais altos. Harry rebolava sentindo a língua de Louis pressionar deliciosamente seu clitóris enquanto as mãos firmes apertavam e estapeavam suas coxas.
Seus dedos rapidamente procuraram a nuca de Louis, agarrando firme os fios em sua nuca, pressionando mais forte sua bucetinha úmida nos lábios macios que agora roçavam por toda a extensão sua intimidade. Louis sentia o gosto característico na ponta de sua língua e ele simulava beijos no clitóris de Harry, agora penetrando dois de seus dedos fazendo com que as costas da garota se arqueassem, gemendo desesperada.
— Mmm... Lou, come a sua putinha... Porra — Harry gemeu manhosa com ambas as mãos apertando seus seios e beliscando os mamilos sensíveis.
— Minha vadia já tá louca pra gozar. — Louis deixou um beijo seguido de um chupão no clitóris inchadinho se afastando da buceta molhada de Harry apenas para admirar o quão acabada sua garota já estava.
Os cachos bonitos desgrenhados em uma bagunça gostosa e os olhos tomados pelo prazer evidenciavam seu estado. Ele sabia que em breve ela gozaria se continuasse, portanto se colocou entre as coxas grossas retirando com rapidez e habilidade sua camisa e seu moletom, revelando seu cacete bem duro e melado de pré gozo que se chocou contra o seu baixo ventre em um barulho erótico. Harry estava hipnotizada contemplando o pau grosso tomando por veias grossas, uma cabeça inchada e vermelha vazando em abundância o seu líquido perolado, lubrificando seu comprimento grosso e pulsante.
— Fica de quatro puta, quero te comer enquanto você rebola esse rabo gostoso pra mim. — Louis disse rouco observando a maneira submissa que Harry se apoiou de joelhos na cama empinando a sua bunda farta em direção ao seu homem, rebolando e olhando sob os próprios ombros em um pedido silencioso para ser fodida. — Gostosa do caralho. Tá com a bucetinha toda molhada querendo meu cacete...
Com dois dedos, Louis acariciou o clitóris inchado de Harry que reagiu ao toque de maneira extremamente sensível, arqueando as costas e afundando seu rostinho no travesseiro, rebolando desesperadamente por mais.
Sentindo os dedos úmidos com a própria lubrificação natural da garota, Louis os levou até que estivesse no cuzinho apertado de Harry, acariciando delicadamente o local vendo a mesma se contrair desesperada por algo lhe preenchendo.
— Você quer meu pau nesse cuzinho guloso, princesa? — Louis ditou, lentamente com a sua voz falha como um sopro. Seu pau pulsava e seu baixo ventre se contorcia com a visão. — Pede pra mim vadia, fala que quer meu pau nessa bucetinha e nesse cuzinho gostoso. — Uma série de tapas ardentes foram depositados na bunda farta de Harry, que gritou com sua boca abafada no travesseiro.
Harry contorcia os dedos dos pés e apertava os lençóis, louca para ser fodida da forma que mais almejava. Sentindo-se completamente fraca e inundada de tesão, ela olhou por cima dos ombros encontrando os olhos azuis profundos de Louis.
— Me come Louis, fode a sua puta. Come meu cuzinho e a minha buceta do jeitinho que só você sabe fazer, quero ser usada e ter sua porra gostosa dentro de mim. — Sua voz fraca fez Louis sorrir.
— Você é tão boa pra mim princesa... Sempre obedecendo as ordens do teu macho.
Com um sorriso malicioso, Louis se inclinou minimamente até estar com a mão na gaveta ao lado da cabeceira, alcançando um plug anal metálico com uma jóia rosa na ponta, empurrando a base do mesmo até que estivesse frente aos lábios gordinhos de Harry, que abocanhou o metal gélido, afundando o mesmo em sua boca até sentir a base da jóia encostar seus lábios. Ela sabia o que estava por vir e seu interior vibrava em emoção, ela adorava sexo anal e ficava mais feliz ainda por Louis ter sido o seu primeiro nesse quesito. Tratou de umedecer o material e deixá-lo completamente envolto em saliva simulando um boquete, como sempre fazia no pau de Louis, chupando bem direitinho.
— Não me canso de dizer o quanto você é gostosa, puta merda. — Ele puxou o plug de seus lábios, sorrindo ao vê-lo repleto de saliva.
Louis o guiou até o cuzinho apertado que piscava desesperadamente, colocando apenas a pontinha do plug em Harry, vendo a forma que o cuzinho da garota o engoliu por completo de uma forma tão sedenta, em seguida penetrando seu pau de maneira precisa em sua buceta, socando com força sentindo a sensação única da buceta apertada de sua garota o apertando de maneira tão gostosa que deveria ser proibida. Um gemido alto e manhoso deixou os lábios de Harry e já nessa altura eles não se importavam com o fato de Zayn estar no andar de baixo, ela apenas rebolava no pau grosso de seu amante que socava firme estapeando a bunda gostosa.
Louis gemia rouco, extasiado por ter seu pau apertado na buceta ainda mais estreita devido o plug anal grosso alargando o cuzinho. Harry gemia desesperadamente alto, rebolava como uma vadia gemendo o nome de Louis apertando seus dedos nos lençóis.
— Vadia safada, adora dar a buceta com algo enfiado no cuzinho. — Louis gemeu escorregando a palma de sua mão até o pescoço branquinho, envolvendo seus dedos ali e puxando a garota para cima, juntando seu peitoral às costas nuas. — Imagino como seria te foder junto com aquele teu namorado corno. Eu no cuzinho e ele na buceta. Você ia amar, não é vadia? — O mais velho deixou tapas ardentes na bunda gordinha que se movia rápido de acordo com as estocadas fundas. — Responde putinha, ou será que você só sabe gemer? Adora gemer no cacete de outro macho enquanto teu namoradinho tá lá na sala e tu aqui no quarto comigo implorando pra ser fodida.
— Ah Loueh, sim eu sou uma vadia e adoro gemer com teu pau. — Harry choramingou, inebriada pelo barulho de seus corpos de chocando com força.
Louis a fodia sem piedade alguma. Com uma mão agarrada em seu pescoço e a outra em sua cintura, ele movia os quadris de maneira firme sentindo a lubrificação de Harry escorrer por suas coxas e molhar deliciosamente seu pau ao ponto de fodê-la com ainda mais força, hipnotizado com o jeito que a bunda gordinha e farta balançava de acordo com suas investidas.
— Puta gostosa do caralho. Tá gostando de ter meu cacete dentro dessa tua buceta enquanto teu namorado corno tá lá na sala? — Louis gemeu entredentes, colando ainda mais seu peitoral nas costas lisinhas de Harry, aproximando seus lábios da orelha repleta de piercings, mordendo seu lóbulo. — Caralho que bucetinha apertada princesa, tô quase gozando.
— Então goza Lou, enche minha buceta com sua porra gostosa. — Harry manhou baixinho tendo seu corpo largado novamente na cama, sentindo ambas as mãos agarram seu quadril com força.
Ela rebolava de encontro ao quadril de Tomlinson, ordenhando o pau do professor para ter toda a porra dele dentro de si. Continuando as investidas, Louis sentiu seu baixo ventre se contorcer ao mesmo tempo que as pernas de Harry tremiam enquanto todo o seu corpinho se tornava frágil. Seu baixo ventre se contorceu e assim que ela contraiu-se em um orgasmo gostoso, molhando todo o seu lençol, Louis despejou toda sua porra grossa e quentinha dentro da buceta da garota, retirando seu pau apenas para ver seu gozo descer pelas coxas.
— Vem cá princesa, chupa meu pau, deixa ele bem duro de novo pra eu foder seu cuzinho.
Por mais que Louis sentisse a vontade extrema de descansar, ele nunca cansaria de foder Harry. Ela conseguia despertar seu melhor lado em diversos aspectos e o sexo com ela era cada vez mais gostoso.
Ela se encontrava ofegante, assim como Louis, mas sorriu safada com os olhinhos brilhando engatinhando até estar com o rosto próximo a virilha de Louis que continuava de joelhos em sua cama. Com os lábios gordinhos preso entre os dentes, ela segurou com delicadeza o pau flácido de Louis abocanhando e chupando a cabecinha inchada e sensível sentindo o gosto delicioso dos resquícios da porra de seu dono.
— Gatinha, tudo bem aí? Ouvi alguns barulhos e vim ver se você tava bem.
Junto á batidas na porta, Harry ouviu seu namorado chamando de maneira preocupada. Seus olhos praticamente saltaram de suas orbes e ela se afastou rapidamente do pau de Louis que sem esforço algum já se encontrava duro. Ela tentou inutilmente cobrir seu corpo com o lençol molhado com seu próprio orgasmo mas Louis não parecia esboçar nenhuma reação.
— Volta aqui e chupa meu pau vadia. — Ele ordenou, sem se importar com o tom de voz alto.
— Lou... — Ela fez gestos desesperados com as mãos para que ele falasse mais baixo.
Sem esperar por uma resposta, Louis agarrou os cachos desgrenhados e os puxou com força para baixo, até a boca de Harry estar novamente em seu pau duro e já úmido de pré gozo, chupando com vontade, mamando até sentir o nariz encostar nos pelos ralos e a cabeça inchada em sua garganta.
— Hazz amor eu vou abrir a porta, me responde. — Por mais que Zayn estivesse dócil, ainda assim parecia muito preocupado.
Sem tirar as mãos dos cachos úmidos de suor, Louis jogou forte seus quadris para frente fodendo a boca de Harry enquanto a mesma se inundava em uma tosse desesperada por ter sua garganta dolorosamente invadida.
— Amor, porque a porta tá trancada? O que houve? — Ele tentava abrir a porta mas sem sucesso.
— Escuta aqui vadia, você vai ali, vai abrir a porta pro teu namoradinho e ele vai assistir eu fodendo seu cuzinho, entendeu? — Ele agarrou o maxilar de Harry com força, pressionando seus dedos nas bochechas gordinhas. — Vou colocar aquela sua coleira ao redor do seu pescoço e você vai andando até lá de quatro.
— Sim senhor.
Os olhos verdes brilharam de tesão, dividindo sentimento com a humilhação que invadia seu corpo, mas não podia negar que a sensação era indescritível. Louis esticou o braço para pegar a coleira dentro da mesma gaveta que retirou o plug e a enredou em torno do pescoço marcado por seus dedos. Prendendo a coleira de maneira que incomodasse sua respiração, deixando um tapa forte na bunda avermelhada vendo a mesma se colocar na posição mandada.
Harry caminhou de quatro, como uma perfeita cadelinha até a porta, com a bunda bem empinada piscando o cuzinho com o plug e a buceta completamente úmida manchando o interior de suas coxas. Seu corpo inteiro vibrava em excitação e seus músculos pareciam queimar. Sentada sobre os próprios calcanhares, ela esticou a mão para destrancar e abrir a porta, olhando diretamente para seu namorado que arregalou os olhos estático ao ver sua namorada nua daquela forma.
Seus sentimentos explodiram em dúvida, mas em uma fração de segundos, ao ver Louis deitado nu na cama enquanto batia uma punheta ele soube o que estava acontecendo. Os lençóis bagunçados, ambos cheirando a sexo e sua garota completamente acabada deixava bem claro o que acabara de acontecer ali. Ele só não esperou que fosse continuar tranquilo quando descobrisse, no fundo de seus sentimentos ele sabia que o professor na verdade vinha à seu apartamento foder sua namorada e diversas vezes após foderem, ele via e sentia o esperma no interior das coxas e na buceta de sua garota. Ele adorava a sensação de sentir o esperma de outro homem em sua namorada.
— Amor? — Sua voz saiu trêmula, ele ainda estava estático no lugar observando Harry nua com o corpo marcado.
— Zayn, segura na coleira e traz a putinha pra mim. — Louis ordenou, sem um pingo de vergonha e Harry quis chorar por ter o seu namorado e seu amante no mesmo recinto, mas não podia negar o quanto aquilo a excitava.
Engolindo o seco, Zayn pegou a coleira entre seus dedos trêmulos e caminhou com Harry continuando a andar de quatro, até entregar o material da corrente nas mãos de Louis, que observava tudo com um sorriso malicioso. Ele adorava estar no controle e toda a situação atual fazia seu pau pulsar de excitação, atraindo o olhar de Zayn que engoliu o seco ao reparar no quão grosso era o pau de Louis.
— Agora, você vai sentar ali naquela poltrona e o máximo que pode fazer é bater uma punheta enquanto eu como o cu da sua namorada. Está me ouvindo? — Louis disse rouco com uma das sobrancelhas levantadas e um sorriso malicioso entre os lábios, vendo Zayn assentir. — Zayn, que eu saiba eu sou mais velho que você. — O tom sarcástico fez a espinha de Zayn se arrepiar e seu pau começar a endurecer dentro das calças.
— Sim senhor. — Ele disse baixo, totalmente acanhado voltando seus olhos para sua namorada que ainda se encontrava de joelhos no chão observando tudo com sua respiração ofegante enquanto brincava com o biquinho de seus seios fartos.
— Bom garoto. — Louis elogiou com sarcasmo mas estava adorando tudo aquilo.
Bastou apenas um olhar duro enquanto batia em suas próprias coxas, para que Harry entendesse o que deveria fazer. Obedecendo prontamente passando suas pernas ao redor dos quadris de Louis, roçando de maneira necessitada seu clitóris inchado na cabecinha melada do pau de Tomlinson, ouvindo o mesmo gemer rouco rente ao seu ouvido.
— Chupa meu pau, deixa ele bem molhadinho pra entrar em você enquanto eu preparo seu cuzinho com minha língua, amor. — Sussurrou rouco acariciando as bochechas rosadas deixando um beijo casto nos lábios inchados.
Gemendo manhosa em resposta, Harry inverteu as posições, agora passando suas pernas ao redor da cabeça de Tomlinson, prendendo suas coxas grossas ao redor do rosto de Louis que imediatamente levou seus dedos á jóia do plug, retirando lentamente o material gélido contemplando o quanto sua garota estava bem dilatadinha pra receber seu pau, o fazendo sorrir malicioso em meio aos beijos molhados que deixava na parte interna de sua coxa. Harry por sua vez encarava o namorado descaradamente, com uma de suas sobrancelhas levantadas e um sorriso sacana nos lábios enquanto acariciava o pau duro de Tomlinson e beijava o comprimento grosso sentindo as veias pulsarem em seus lábios.
Sem querer perder tempo ela o abocanhou, levando todo o pau até o fundo de sua garganta ao mesmo tempo que Louis cuspiu forte em sua entrada, sacando a língua para fora lambendo seu cuzinho e forçando a língua em sua entrada, quando as mãos fortes se empenhavam e mantê-la bem aberta. Era inevitável conter os gemidos, Louis era sempre tão bom. Os sons que saíam de sua garganta deixava o boquete ainda mais gostoso e Zayn apreciava a forma que sua namorada chupava o pau de outro homem, com tanta devoção e submissão. Ela parecia tão satisfeita com aquele pau enorme em seus lábios cheinhos e rebolava em círculos sufocando Louis com a sua bunda farta.
— Puta merda... — Zayn jogou a cabeça para trás, tirando seu pau de dentro do aperto das calças e batendo uma punheta lenta quando Harry soltou o cacete de Louis e gemeu manhosa com as costas arqueadas, jogando a bunda para trás sentando na língua de Tomlinson que a penetrava.
A barba rala roçava entre as bochechas da bunda completamente melada e úmida de saliva, a deixando com uma ardência gostosa entre as pernas, Harry contraía-se procurando por algo maior a preenchendo e já sentia lágrimas nos cantos de seus olhos.
— Lou, por favor, fode meu cuzinho vai — Pediu manhosinha apertando os próprios seios rebolando nos lábios macios, melando o queixo de Tomlinson de saliva e com a própria lubrificação de sua buceta.
— Fica de quatro pra mim agora, vadia. — Louis sussurrou. Tão baixo que Harry mal ouviu, mas prontamente assentiu ficando na posição pedida com sua bunda na direção de Zayn.
Seu namorado estava extasiado com toda a cena. Louis era bruto, másculo e fazia questão de demonstrar isso. Seu pau vazava tanto pré gozo enquanto admirava aqueles dois, que não sabia se estava excitado por ter sua namorada tão submissa a um outro homem ou se estava excitado com Louis, com certeza era os dois.
Harry apoio as mãos delicadas na cabeceira da cama e rebolou em círculos quando sentiu a cabecinha melada do pau roçar no seu cuzinho molhado e dilatado pelo plug. Sem preparação alguma, Louis a penetrou forte, jogando os quadris para frente de forma bruta sorrindo ao ouvir o grito de dor rasgar a garganta de Harry. Suas mãos ágeis seguraram a cintura fina, se apossando das gordurinhas no local, passando a foder rapidamente o cuzinho apertado de sua garota. Socando firme, extasiado pelos barulhos obscenos e pelo quão a entrada de Harry era receptiva, apertada e quente.
— Vadia safada do caralho, não era isso que você queria? Que eu comesse esse teu cuzinho apertado? — Ele ofegou, retirando seu pau por completo da garota apenas para meter com lentidão e vê-lo sumindo dentro daquele cuzinho tão pequeno.
— Sim senhor, era isso que eu queria Lou. Ser usada por você até ter toda sua porra dentro de mim. — Harry choramingou baixinho com dificuldade, sentindo uma série de tapas estalarem em sua bunda.
Zayn sentiu um arrepio em sua espinha e o frio tomar conta de seu corpo enquanto seus pelos se tornavam eriçados. Ele teve que largar o próprio pau ou gozaria em instantes. Levando seus dedos em formato de anel na base de seu próprio pau, ele apertou firme mordendo o lábio inferior sentindo seu orgasmo sendo interrompido. Louis não tinha piedade de Harry e estocava de maneira bruta segurando o corpo molhinho entre seus braços fortes. A garota sentia lágrimas encharcarem o travesseiro e sua buceta melada queimava de tanto tesão ao ter Louis violando seu corpo de maneira tão crua e gostosa.
— Ah Louis, amor eu vou gozar, fode vai. — Ela gemeu chorosa contra o travesseiro, levando seus dedinhos aos olhos para enxugar as lágrimas.
— Também vou gozar princesa, vou encher esse teu cu gostoso de porra bem quentinha. Não é isso que você quer? — Louis inclinou seu tronco até estar com os lábios próximos ao ouvido de Harry, levando seus dedos até o clitóris negligenciado, massageando frenéticamente sem parar de fodê-la por trás, enquanto sentia o corpinho desfalecer e suas pernas tremerem enquanto seu cuzinho se contraía em um aperto gostoso, ordenhando o pau de Louis.
Harry não conteve seu gemido ao chegar ao orgasmo, gritou sentindo as pernas trêmulas quando explodiu em um orgasmo intenso, manchando mais uma vez seus lençóis. Louis mantinha ambas as mãos abraçando a cintura de Harry para que a mesma não caísse, ele mantinha os quadris alheios erguidos até gozar, enchendo-a em abundância com sua porra grossa.
— Princesa, você é perfeita, adoro você. — Louis tirou seu pau de dentro de Harry, extasiado com a visão de sua porra escorrendo por entre as coxas da garota que continuava estática deitada de barriga para baixo.
Ao ter seus olhos em Zayn, ele percebeu que o mesmo se segurava para não gozar, como se esperasse por por uma permissão. Então, com o dedo indicador Louis o chamou para se aproximar e totalmente acanhado ele andou meio desajeitado, com o pau duro para fora das calças e uma frustração aparente em seu rosto.
Ele se aproximou minimamente, mas com o olhar Louis o chamou para mais perto, até estar com o pau duro e negligenciado em frente ao seu rosto e com uma das mãos, Louis não tardou em segurá-lo forte pela base, masturbando rapidamente e espalhando todo o pré gozo que escorregava da fenda. Zayn gemia descontroladamente e ao perceber que ele estava próximo do orgasmo, Louis continuou a masturbá-lo com maestria fazendo com que a porra branquinha jorasse na bunda farta de Harry. Com um sorriso safado, Louis aproximou seus lábios do pau alheio que pulsava pelo recente orgasmo, chupando deliciosamente a cabecinha exposta e limpando dali todos os resquícios de porra.
— Se continuar sendo um bom garoto, da próxima vez você poderá se juntar a nós. Apenas se prometer seguir as ordens devidamente. — Louis piscou, inclinando seus lábios até a bunda avermelhada encharcada de esperma, lambendo e chupando grande quantidade do líquido viscoso ali, não sabendo diferenciar se era o seu ou o de Zayn.
— Sim senhor Louis.
The Other Woman
💋Harry não conseguia se conter, não quando se tratava de Louis Tomlinson sócio direto do seu pai e não pararia até que tivesse seu cuzinho fodido pelo homem casado que ela tanto admirava.
Avisos: sexo anal, hinter, exibicionismo, degradation kink e menção ao breeding kink
💋
Minhas noites de verão poderiam facilmente serem descritas em pensamentos eróticos que camuflavam grande parte da minha mente desde que conheci Louis Tomlinson, o sócio do meu pai. Para Tomlinson, Desmond era Sr. Styles, mas eu queria também que pudesse ser "sogro". Mesmo que as circunstâncias não estivessem de acordo para que isso acontecesse.
Louis era casado há longos anos, não sei ao certo quantos mas nós sempre éramos convidados para comemorar suas bodas com Marylin. Porém isso não me impedia de cobiçá-lo e encarar inúmeras vezes seu cacete grosso que insistia em marcar nas calças sociais quando ele sentava com as pernas separadas. A minha bucetinha pulsava quando eu me pegava imaginando em como seria sentar nele e ter a grutinha alargada por todo aquele caralho grosso que marcava sem esforço.
Sua tarefa favorita além de participar do golfe nos fins de tarde era exibir que tinha uma eposa dizendo o quanto a amava. Vivia mostrando aos amigos sua aliança de ouro branco e seus lindos três filhos adolescentes que nunca sequer me chamaram tanta atenção quanto o pai. Louis já passava dos trinta e oito anos, tinha um sorriso invejável, músculos fortes, quadriceps torneados que mais tarde eu descobri que minha tarefa favorita era esfregar a bucetinha ali em meio aos nossos encontros escondidos. Eu amava a forma que sua pele bronzeada das coxas ficava brilhante e pegajosa por culpa do meu melzinho gostoso que escorria enquanto eu me esfregava nele, e a maneira sua boca atrevida chupava meus peitinhos gostosos. Ele era definitivamente viciado em meus peitos.
Nós nos conhecemos quando eu tinha dezoito anos e lembro-me bem da forma que ele costumava tocar a cintura de Marilyn enquanto a abraçava por trás após a reunião de negócios que papai havia feito aqui em casa. Naquele dia esfreguei incessantemente a minha bucetinha melada imaginando aqueles dedos grossos me fodendo e pensando como seria o pau de Louis. Ele provavelmente era grande e grosso o suficiente para deixar minha xotinha inchada e pingando a sua porra por todo o chão marmorizado da casa. Bom, algum tempo depois eu tive certeza disso.
Depois daquela noite eu não consegui parar de pensar em como seria perder a virgindade da minha bucetinha com um homem tão viril e experiente quanto o senhor Tomlinson. Eu pouco me importava se ele carregava consigo filhos e uma mulher, eu apenas queria seu caralho enterrado na minha xotinha sem qualquer objeção enquanto ele sussurrava baixinho que eu era sua amante mais putinha e gostosa, ao mesmo tempo metendo os dedos no meu cuzinho enquanto abafava meus gemidos com sua outra mão grande para ninguém desconfiar do quanto senhor Tomlinson era tarado por uma buceta novinha e bem meladinha.
Com o passar do tempo eu não tive medo em parecer uma oferecida. Diversas vezes papai convidava Tomlinson e sua família para nossa propriedade e sempre que eu enxergava sua Bugatti Veyron através das vidraças, eu trocava meus vestidos rodados por vestidos colados mais curtinhos onde meus peitos grandes pudessem ser marcados e meus mamilos avantajados ficassem a mostra, assim como a minha buceta inchada também ficava livre toda vez que eu me abaixava para pegar algo. Aqueles vestidos eram uma perdição, faziam com que eu me sentisse um verdadeiro objeto e mesmo se eu fosse, eu não me importaria em ser um objeto usado por Louis, aonde ele pudesse usar minha buceta como quisesse para depois a maltratar com tapas.
── Harry querida, será que você pode por gentileza buscar uma garrafa de vinho da adega?
Papai pediu com calma enquanto Alice colocava á mesa nossos pratos para o almoço de domingo.
── Claro papai. ── Sorri em resposta.
Antes de me levantar da mesa puxei meu vestido para baixo na altura dos seios, deixando um dos meus mamilos gordinhos escapar propositalmente, fazendo o olhar desejoso de Louis cair sobre meu decote grande. Esfreguei as coxas uma nas outras e mordi o lábio inferior aproveitando seu olhar safado no biquinho do meu peito, sorrindo quando vi ele apertar seu cacete por baixo da mesa e levar a mão livre até a coxa de Marilyn que se envolvia em uma conversa com papai, ele apertou tão forte que foi inevitável não me imaginar no lugar de sua esposa.
Caminhei até a adega sem arrumar meus peitinhos dentro do vestido, esbarrando com alguns funcionários da casa e sorrindo vitoriosa ao perceber seus olhares safadinhos para os meus peitos grandes. Desde quando Louis despertou o meu tesão, eu passei a agir feito uma vagabunda gulosa por pau. Eu masturbava minha xotinha de portas abertas quando papai não estava em casa só para os funcionários enxergarem minha bucetinha rosa e inchadinha pigando tesão, tomava banho de piscina sem roupa de banho, andava com saias minúsculas sem calcinha para o motorista passar os dedos entre minha bucetinha gordinha.
Matt por sinal era bom em brincar com meu grelinho, mas eu queria mesmo ser somente de Louis, por isso nunca deixei Matt ultrapassar barreiras, nem mesmo penetrar os dedos na minha xotinha. Ele só tinha passe livre para tocar minha buceta e mamar nos meus peitinhos quando ia me levar a escola. Eu amava quando ele parava em alguma rua deserta e pedia para eu sentar em seu colinho, eu sempre ficava louca sentindo seu pau tocando minha bucetinha enquanto sua boca mamava meus peitos.
Atravessei a adega e fui para a ala de vinhos italianos antigos, eles são definitivamente os favoritos de Louis e eu amo ouvir seu gemido de satisfação ao beber o vinho. Quando eu estava prestes a sair, senti uma presença masculina rodear minha cintura em um abraço gostoso. De imediato pensei que fosse Matt, mas segundos depois olhei para as mãos que repousavam em cima da minha barriga e reparei na aliança grande e nos dedos grossos com o vinte e oito tatuado. Sorri largo e gemi manhosinha sentindo as mãos subindo lentamente pelas laterais da minha cintura e apertando meus peitos sem pudor algum enquanto pressionava o cacete grosso na minha bunda gordinha coberta pelo vestido fino e minúsculo que subia com qualquer movimento brusco.
── Senhor, o que está fazendo, hm?! ── Perguntei baixinho inspirando fundo, rebolando gostoso no seu caralho entre as bandas do meu bumbum.
Minha bucetinha melada escorria meu melzinho pelas minhas coxas e eu precisava ser tocada ali.
── Não haja como se não soubesse o que está acontecendo aqui princesa.
As mãos firmes de Louis abaixaram rudemente meu decote e meus peitos gordinhos saltaram, eu não consegui conter meu gemido jogando o pescoço para trás, deixando meus cachos longos e macios encostarem em seu peitoral coberto.
── Você tá parecendo uma putinha exibindo esses peitinhos gostosos pra mim, acha que eu não reparo o jeito que você me olha sua vagabunda? ── Tomlinson soprou contra minha orelha, espremendo os biquinhos dos meus peitos entre deis indicadores e polegares fazendo meu corpinho tremer de tesão.
── Hmm Lou, a verdade é que eu sempre quis sentir esse cacete gostoso comendo minha bucetinha virgem. ── Gemi manhosa esfregando minha bunda no seu caralho bem duro, eu conseguia sentir o formato da cabecinha gorda entre as bandas do meu bumbum.
── Mas você é tão novinha bebê, deve ser tão apertadinha e já é assim tão safada por rola?
Louis sussurrava contra minha orelha enquanto apertava meus peitos com suas mãos firmes, seu pau grosso roçava no meu bumbum descoberto e seus lábios beijavam o topo da minha cabeça delicadamente. Meus cabelos estavam jogados em seu peitoral e meus olhos fechados apreciando todo aquele carinho gostoso que estava recebendo em meus peitinhos, a minha xotinha já estava toda meladinha esperando por aquele caralho grosso me fodendo ali entre as garrafas de vinho caro.
── Fica peladinha pra mim amor, quero ver essa bucetinha e esses peitinhos gostosos. ── Tomlinson soltou meus peitos dando um último beliscão em meus mamilos e eu choraminguei com a falta de contato entre nós.
Ele se sentou na poltrona de couro preto próximo ao painel de vinhos franceses e pela primeira vez eu consegui enxergar sua feição. Seus olhos azuis escuros me encaravam com firmeza, seus primeiros botões estavam desabotoados e seu cacete marcava perfeitamente na calça social.
── Sim senhor. ── Murmurei e prendi o lábio entre dentes.
Louis me observava como um predador, desatoboando sua calça e tirando de dentro dela somente seu cacete e suas bolas pesadas. Ele não usava cueca e estava completamente duro pingando sobre o tecido de brim da sua camisa cara, seu pré gozo manchava seus botões e pintava parte da roupa, ele parecia não se importar. Meus olhos imediatamente arregalaram ao ter a confirmação do quão grande e grosso senhor Tomlinson era. Seu caralho tinha as veias saltadas e a cabecinha gorda vermelhinha pingando pré porra em abundância, suas bolas pesadas formavam o conjunto perfeito pra todo aquele comprimento e grossura. Ele tinha poucos pelos que faziam um caminho extremamente sexy até seu umbigo.
── Sabia que eu adoro putinhas novinhas igual você, princesa? ── Ele rodeou a cabecinha do seu pau espalhando sua pré porra ali. ── Ainda mais se fizerem o que eu mando...
Seus dedos grossos rapidamente envolveram seu caralho babadinho de pré porra, batendo uma punheta gostosa observando a maneira que eu tirava meu vestidinho. Aos poucos eu ia revelando minha bucetinha gordinha, minha barriga lisinha e um pouquinho saliente e meus peitos grandes. Minha xotinha estava tão molhadinha que era possível ver o brilho do meu melzinho na parte interior das minhas coxas grossas, meu grelinho pulsava e era possível vê-lo inchadinho entre os lábios da minha buceta, vermelhinho e implorando pela boca gostosa de Louis me chupando enquanto aquela barba tocava o interior das minhas coxas.
── Tão gostosa amor... Quem diria que a filhinha do Des fosse tão vagabundinha assim... ── Ele sorriu lateralmente sem parar de mover sua mão para cima e para baixo no comprimento grosso da sua rola. Eu estava louca pra cair de boca naquele caralho. ── Vira de costas e se abre com as mãos bebê, quero ver seu cuzinho piscando pra mim.
Sua voz rouca causou espasmos no meu corpinho e meus mamilos ficaram ainda mais durinhos apontando em sua direção. Mordi o lábio inferior e me virei de costas rebolando meus quadris, levando ambas as mãos nas bochechas do meu bumbum, balançando e apertando minha carne farta. Ouvi Louis grunhir e os barulhos do seu caralho pesado e molhado ficarem ainda mais fortes. Apertei meu bumbum com mais força e abri minhas bandas deixando que ele pudesse enxergar meu cuzinho pequenininho e rosado, junto a minha xotinha meladinha escorrendo melzinho.
── Que cuzinho gostoso amor, você também nunca deu ele?
Olhei por cima dos ombros e ele estava batendo punheta enquanto desabotoava a camisa com a mão livre, expondo sua pele bronzeada e suas tatuagens em seu peitoral e abdômen viril.
── Não senhor. ── Gemi manhosa, passando os polegares nas bordinhas do meu cuzinho.
── Geralmente novinhas safadas igual você dão só o cuzinho e ficam com ele bem esfoladinho, só pra falarem que a bucetinha é virgem quando na verdade adoram dar o cu.
Continuei olhando por cima dos ombros e Louis se masturbava com as coxas esparramadas, apertando sua pele coberta pela calça social e os lábios vermelhos preso entre os dentes. Lambendo o meu dedo indicador, pressionei ele em meu cuzinho com a bunda bem empinadinha na direção de Louis, sem quebrar nosso contato visual, pensando em como seria ter todo seu caralho grande tirando a minha virgindade, enquanto eu esfregaria meu grelinho tendo o rabinho fodido por aquele cacete grosso.
Penetro a pontinha do meu dedo no cuzinho com facilidade já que as vezes eu brincava sozinha com alguns dedinhos no meu cuzinho e sempre ficava molhadinha. Eu adorava ter essa área preenchido. Eu nunca entendia quando as minhas amigas da minha idade faziam expressões de nojo ou diziam que nunca fariam sexo anal, se na verdade era uma das coisas mais gostosas a se fazer durante o sexo.
── Meu cuzinho é virgem senhor, não consegue ver o quão pequenininho e apertado meu cuzinho é? ── Rebolo gemendo baixinho e manhosa.
── Princesa vem cá!
Louis bateu em suas coxas e prontamente eu o obedeci. Sabia bem o que ele queria.
Caminhei até seu colo e passei as pernas ao redor de suas coxas separadas, encaixando minha xotinha melada em seu cacete duro. Gemendo manhosa ao sentir seu caralho roçar no meu grelinho sensível.
── Você se oferece feito uma vagabunda. Acha mesmo que aguenta meu caralho, vadia? Seu cuzinho é tão pequeno, acho difícil você aguentar.
── É claro que eu aguento senhor, e mesmo que eu não aguente você pode me usar da maneira que quiser.
Louis riu nasalmente com a minha frase. Eu me esfregava inconscientemente em seu pau, melando a cabeça do seu caralho com a minha buceta que pingava aos montes deixando tudo ainda mais gostoso.
── Se esfrega no meu cacete então putinha, goza assim e depois decido se você merece ser comida ou não.
Minhas mãos seguraram seus ombros fortes e as suas se prenderam em minha cintura para me ajudar nos movimentos. Movia minha pélvis para frente e para trás deixando que vez ou outra a cabecinha gorda do seu cacete entrasse na minha bucetinha. Louis gemia rouco e baixinho distribuindo beijos por meu pescoço e meus peitinhos que balançavam em frente ao seu rosto. Meu grelinho pulsava com os movimentos enquanto sua boca agora maltratava os biquinhos dos meus peitos.
Eu não aguentaria muito tempo, era demais sentir o pau grosso escorregar vez ou outra pra dentro da minha buceta quando tudo que eu queria era ser fodida por ele até desmaiar em seu colo, ser usada como a verdadeira putinha que era. Poder servir de depósito de porra do papai para que ele se sentisse completamente aliviado, enquanto eu no final deveria parecer apenas usada. Estávamos suados e ofegantes, meus cabelos grudavam nas minhas costas e Louis tinha as bochechas um pouco rosadas devido o esforço. Eu não sei como definitivamente esconderíamos o que estávamos fazendo.
Louis escorregou suas mãos para minha bunda e não se limitou em apenas apertá-la, ele distribuía tapas fortes que queimavam minha pele e serviam de combustível para que eu acelerasse meus movimentos.
── Vadia deixa eu gozar dentro da sua buceta. ── Ele pediu mais como uma ordem.
Eu prontamente aceitei, estava desesperada para ter sua porra preenchendo minha buceta. Levantei um pouco o quadril e deixei seu cacete entrar na minha xotinha. A glande gorda e avermelhada escorregando com facilidade para dentro e seu comprimento entrando pouco a pouco. A dor era sustentável. Eu poderia aguentar perfeitamente qualquer coisa que vinhesse de Louis.
── Princesa você é tão apertadinha. ── Louis gemeu baixo jogando a cabeça para trás.
Uma de suas mãos tocou meu clitóris que estava encostado em sua pélvis, ele esfregou lentamente me causando espasmos e em resposta levantei o quadril para que pudesse simular uma cavalgada. Sorri ao sentir suas coxas tremendo embaixo de mim e sua porra ser despejada dentro da minha bucetinha, que agora também pulsava em um orgasmo intenso. Agarrei os cabelos de sua nuca e enterrei meu rosto em seu pescoço gemendo alto como uma putinha, arquejando minhas costas sentindo sua porra escorrendo por minhas coxas. Ele havia me deixado completamente cheia de seus bebês como sempre sonhei. Eu estava realizada.
Sorri contra sua pele e o beijei como se dependesse disso para sobreviver. Ele não estava esperando um beijo, mas cedeu ao sentir minha língua tentando ultrapassar a barreira dos seus lábios. Ele segurou delicadamente minha cintura enquanto minhas mãos continuavam alternando entre ombros e nuca. Ele me beijava com carinho, deslizando seus lábios de maneira tão calma que não combinava com a forma que estávamos encaixados. Seu pau ainda dentro da minha xotinha enquanto sua porra escorria me deixando ainda mais meladinha.
── Se vista e volte para o almoço antes que seu pai e minha esposa descubram.
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Após aquele dia Louis e eu nos tornamos ainda mais próximos. Sempre que ele visitava a nossa residência fazia questão de me cumprimentar com abraços e beijos no topo da minha cabeça. Eu me sentia tão bem tendo a atenção do meu homem. Eu sentia que Louis era meu, mesmo que ele fosse casado, tivesse filhos e sempre estivesse andando por aí de mãos dadas com Marilyn. Eu adorava sentir seus dedos acariciando minhas coxas por debaixo da mesa de jantar ou sua boca chupando meus peitinhos quando arranjávamos tempo para nos encontrar a sós. Mas nunca era tempo o suficiente para foder.
Por mais que eu ficasse frustrada por nunca acontecer o sexo da maneira que queríamos eu ainda ficava satisfeita e feliz por ter suas mãos e sua boca em lugares inusitados.
Marilyn também me adorava e sempre ficava muito feliz ao me ver, mas eu a odiava. Odiava saber que mesmo que ele me tocasse era ele que dormiria agarrado com ele no fim das noites, enquanto deveria ser eu em seu lugar, porém era boa em fingir ter simpatia com a mulher. Por mais que ela fosse mais velha que eu, a diferença entre as idades era curta e ainda gostávamos de algumas coisas em comum como: falar sobre moda, vestidos, ir a manicure juntas e cozinhar. A casa de Louis havia se tornado uma segunda casa visto que Marylin sempre me chamava para passarmos a tarde juntas e eu sempre era contemplada com a vista de Louis sem camisa e com bermudas sem que usasse sequer cueca por baixo.
Os meus dias prediletos eram os que usávamos a piscina e seus filhos não estavam por perto pois sempre que Marilyn ia tomar banho, eu me certificava de invadir o escritório de Louis e dar meus peitinhos para que ele pudesse mamar enquanto brincava com minha buceta. Eu apenas colocava a cortininha do biquíni para o lado e deixava com que ele me usasse como bem queria.
Continuamos nessa rotina por cerca de alguns meses e Louis totalmente louco com a vontade de me foder da forma que queria, inventou para minha família que ele, sua esposa e os filhos fariam uma viagem em família para o Caribe e como Marilyn me adorava, ela queria a minha presença. Ele veio pessoalmente pedir a Desmond e minha mãe, que imediatamente concordaram com a ideia. Para sua mulher, Louis havia dito que faria uma viagem á negócios, então por isso que viajaria sozinho.
Nós viajamos no meio da semana, eu estava tão animada. Chegamos em um resort privativo na Colômbia em poucas horas já que fomos de jatinho, a noite ele me levou para um jantar e o tempo inteiro era romântico comigo. Ríamos de piadas bobas, sua mão acariciava o fim das minhas costas e ele não sentia medo de demonstrar carinho por mim visto que ninguém nos conhecia. Trocávamos beijos a todo momento e ele fazia questão de me elogiar sobre tudo o que eu fazia. Havia também certas provocações quando ele beijava meu pescoço em público e sussurrava sobre o quanto eu estava gostosa fazendo o papel de sua mulher, mas ainda ele conseguia ser romântico.
Naquela mesma noite fomos a praia que acontecia um luau pequeno, muitos bebendo bebidas caras e aproveitando o calor excessivo. Fiquei feliz por Louis ter me apresentado como sua mulher para aquelas pessoas que não conhecíamos, eu me senti amada e importante pela primeira vez.
Quando voltamos para a casa alugada por ele, Louis não aguentou me esperar e chupou a minha bucetinha durante o banho. Ajoelhou enquanto eu estava de costas lavando meu corpo e abriu minha bunda com ambas as mãos abocanhando minha bucetinha por trás, imediatamente me empinei e deixei que ele me comesse com sua boca. Ao levantar ele segurou meu pescoço por trás e encaixou seu caralho babado na minha grutinha metendo sem cuidado, me fodendo rápido e forte, gemendo rouco e baixinho no meu ouvido. Sussurrando como eu era uma boa vagabunda, alternando suas mãos entre apertar meus peitinhos e beijos no meu pescoço enquanto nos molhávamos na água gelada, com minhas unhas arranhando o ajuleizo branquinho que deixava a ponta dos meus dedos vermelhinha. Louis gozou tão gostoso dentro de mim sussurrando que me engravidaria e que iria me deixar cheia com seus filhos. Depois transamos na cama, totalmente molhados, eu chupei seu pau enquanto ele mamava meu grelinho metendo dois dedos no meu cuzinho, falando como como meu grelo parecia maior e mais apetitoso quando ele metia no meu rabinho.
Mas naquela noite não fizemos anal, nem nas outras noites.
Eu estava preenchida pela frustração que era nunca ter seu pau abrindo meu cuzinho como sempre imaginei.
Estávamos no resort há duas semanas, de dia explorávamos ilhas, almoçávamos em restaurantes chiques e a noite eu era fodida durante toda a madrugada pelo meu homem, sempre achando que eu ia ser comida no cuzinho mas nunca acontecia. Faltava alguns dias para nossa viagem chegar ao fim então decidi que tomaria a iniciativa.
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Louis havia alugado um iate para nós dois, estávamos próximo a uma ilha aproveitando a praia privada apenas para nós. Na noite passada dispensei a camareira e as cozinheiras do barco e na manhã de hoje era apenas nós dois. Acordei ao seu lado com a luz solar ultrapassando as janelas grandes do quarto do iate que era avaliado em cerca de setecentos mil dólares. Beijei seus lábios vermelhinhos e corri para o banheiro tomando um banho frio de banheira, preparando minha pele a deixando completamente hidratada, coloquei um biquíni que ainda não havia usado, ele era menor que qualquer um que eu já havia vestido, deixava minha bucetinha marcada e bem transparente e meus peitinhos marcados. Preparei um plug com a ponta diamantada e rosinha, enfiando no meu cuzinho para que ele ficasse um pouquinho mais dilatado e fui pegar sol na proa do iate.
Deitada na cadeira com óculos escuros relaxei sentindo o sol queimar a minha pele para reforçar a marquinha que Louis amava.
Com os olhos fechados ouvi o barulho de jets ski se aproximando e sabia que me divertiria um pouco antes de Louis acordar. Quatro homens em dois jets pilotavam lentamente pela área e se aproximavam do iate, mordi o lábio inferior e fingi ir apreciar a vista da praia, coloquei meus peitinhos para fora e me apoiei na barra da proa dando uma visão privilegiada aos homens que sorriam e me elogiavam em espanhol.
── Amor, o que está fazendo bebê? ── Louis surgiu atrás de mim me fazendo ter um breve susto.
Sua voz levemente rouca e seus cabelos um pouco bagunçados me fizeram estremecer.
── Sempre soube que era uma puta, mas tinha esquecido como era uma vagabundinha exibicionista. ── Ele deu um tapa forte na minha bunda.
Os rapazes dos jets faziam o retorno e direção de onde tinham vindo, mas Louis interviu.
── Ei rapazes, fiquem por favor! ── Ele gritou em espanhol.
Louis era ótimo falando espanhol e eu sempre babava na maneira como ele ficava gostoso falando outra língua além da nossa língua materna.
── Vagabunda, vou te comer tão gostoso hoje... ── Louis me agarrou por trás.
Suas mãos acariciavam minha barriga, subindo para meus peitinhos macios livres do biquíni, apertando meus biquinhos sensíveis. Ele foi rápido em desamarrar meu biquíni e descer os dedos para minha xota já meladinha. Era possível sentir o seu caralho grosso roçar na minha bunda e pulsar no meio das minhas bandas. Louis sempre dormia sem cueca, apenas com uma bermudinha fina que me permitia sentir deliberadamente sua ereção matinal.
── Fica de quatro pra mim na cadeira, agora!
Sem dizer uma palavra eu o obedeci, deixei meu bumbum empinado e olhei por cima dos ombros vendo ele abaixar a cueca até a altura dos joelhos.
── Quer que eu te foda com aqueles caras te olhando princesa? ── Sua mão estalou em minha bunda.
── Quero papai, quero que coma meu rabinho para que eles vejam que sou sua putinha.
Gemi baixinho qnd ele colocou meu biquíni de lado e afundou o plug no meu cuzinho. Rindo nasalmente em escárnio ao notar o que eu queria.
── Puta que pariu princesa... Como você é gostosa. ── Ele espalmou as mãos na minha bunda afastando minhas bandas deixando as bordas do meu cuzinho queimando enquanto eu piscava para tê-lo.
Minha buceta melada pingava no banco, Louis se limitou apenas em pegar um pouco do líquido e passar ao redor no meu cuzinho preenchido com o plug.
── Você merece ser comida sem preparação princesa, sei que você ia amar.
── Eu amo tudo o que vem de você amor.
Ele retirou o plug lentamente me causando um arrepio na espinha e abocanhou meu cuzinho alargadinho sem pensar duas vezes.
Louis tinha os lábios úmidos e salivava molhando ainda mais meu rabinho apertado. Sua língua passava vagarosamente em volta daq minhas bordas, deixando o local lubrificado. Louis beijava e chupava minha entradinha parecendo entorpecido com a minha pele macia sobre sua língua e os meus gemidos manhosinho que eram como música para seus ouvidos o estimulava a continuar. Suas mãos firmes apertavam a minha bunda farta abrindo mais as nádegas para conseguir lamber com mais facilidade enquanto eu rebolava gostoso tentando controlar os gemidos sentindo a língua quentinha lubrificar seu cuzinho.
Porra, eu estava a beira de enlouquecer. Meu grelinho estava tão duro e por quase não ter sido tocado, eu sentia que poderia gozar somente com os estímulos gostosos de Louis no meu rabinho. Ele sabia que se continuasse ali eu gozaria em breve.
Por isso se levantou e sem demora roçou a cabeça larga do seu caralho no meu cuzinho, segurando firme em minha cintura merecendo devagarinho. Revirei os olhos e senti as pernas amolecendo a medida que meu rabinho guloso era arrombado com seu cacete grosso que pulsava dentro de mim. Minha bucetinha piscava tanto e liberava meu melzinho em suas bolas agora encostadas na minha xota já que eu estava completamente preenchida pelo seu pau.
── Louis seu pau é tão grande, nunca vou me acostumar com ele. ── Gemi desesperada levando minhas mãos para trás abrindo a minha bunda em um convite implícito para ele começar a meter.
── Princesa seu cuzinho é tão apertado, exatamente como eu imaginei.
A dor me preenchia a medida que ele se movimentava vagarosamente, uma de suas mãos segurava minha cintura e a outra afundava a minha cabeça no tecido acolchoado da cadeira. Com meu bumbum pra cima, Louis me comia gostoso como havia prometido. Batendo em minha bunda vez ou outra enquanto metia seu pau sem dó maltratando o meu rabinho que o recebia tão bem. Eu não contive meus gemidos altos e gritava sentindo o quão fundo ele ia dentro de mim.
Eu conseguia sentir seu pau sendo ordenhado a medida que ele metia forte e nossos corpos se chocavam. A minha bunda gorda e macia batiam com intensidade contra as suas coxas grossas e morenas em um barulho insano se misturando com nossos gemidos. As mãos de Louis não conseguiam parar em um só lugar. Acariciavam as minhas coxas bronzeadas, minha bunda farta, vez ou outra subindo para roçar os dedos no meu pescoço. Seus quadris se moviam em sincronia com o meu quando eu os jogava para trás, seus olhos não conseguiam se manter abertos mas ele se esforçava somente para contemplar meu cuzinho ficando largo em volta do seu caralho a medida que eu rebolava lentinho.
── Goza dentro de mim papai, deixa meu rabinho cheio.
── Você é uma vagabunda mimada Harry, sabe que vai conseguir o que quer não é?! ── Ele envolveu o meu pescoço puxando minhas costas para que eu ficasse grudada em seu peitoral. ── Vou encher esse teu cuzinho de porra e depois chupar a tua buceta, você quer isso, amor?
── Sim sim sim, por favor. ── Gemi rebolando gostoso no seu pau.
Ele continuou segurando em meu pescoço aumentando o ritmo de suas estocadas me fodendo ainda mais duro. Meu cuzinho contraía pedindo sua porra, seus lábios beijavam meu pescoço e vez ou outra ele sussurrava o quanto eu era gostosa. Não durou muito tempo e quando ele gemeu rouco senti sua porra grossa ser jorrada dentro do meu rabinho, me preenchendo enquanto ele me apertava forte contra seu corpo, chegava a ser dolorido a maneira que pressionava a pélvis na minha bunda enquanto um orgasmo avassalador me atingia assim que senti o quentinho do seu leitinho me invadindo. Ele retirou seu pau lentamente e sua porra escorreu pelas minhas coxas como sempre fazia, mas desa vez fez um caminho por cima da minha bucetinha até que pingasse na cadeira.
Louis se deitou ao meu lado e aninhou seu corpo ao meu. Nessa altura não nos importavamos se ainda éramos observados, eu apenas queria o seu carinho.
── Eu amo você, sabia, princesa? Mesmo com essa nossa relação doida o meu carinho por você é enorme. ── Louis beijou meu ombro, deixando uma trilha de beijos até minha orelha.
── Eu também amo você Lou.
𝙋𝙪𝙨𝙨𝙮 𝙋𝙞𝙚𝙧𝙘𝙞𝙣𝙜
★★ 𝘴𝘮𝘶𝘵 𝘩! 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘳 𝘥𝘦 𝘮𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘢𝘶𝘵𝘰𝘳𝘪𝘢 ♡̷̷ˎˊ˗NekoChan-28
Harry sempre sonhou em colocar um piercing no grelinho, só não contava que sentiria tanto tesão ao ter um estranho completamente gostoso observando e tocando a sua bucetinha.
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Lembro perfeitamente do dia em que conheci meu garoto. Ele parecia perdido porém totalmente decidido em relação ao que estava por vir. Seus olhos verdes me cativaram assim que eu olhei por cima dos ombros e reparei aquelas lindas orbes brilhantes me encarando do outro lado do balcão, com o lábio inferior gordinho avermelhado devido á mordidas como uma cereja recém colhida, denunciando seu breve desespero.
Ele disse que queria um piercing.
Quando ele me pediu de maneira prepotente um percing, eu, um bodypiercing e tatuador completamente inocente, achei que aquele lindo garoto de pele alva e aparentemente macia, com cachos levemente dourados caindo sob seus ombros, pediria um piercing no nariz ou na cartilagem da orelha.
Mas eu nunca estive tão errado em toda a minha vida.
Aquele garoto foi atrevido o suficiente pra sussurrar com a voz rouquinha e safada que iria querer um piercing na buceta. Porra, eu surtei. Eu nunca tinha feito um piercing genital e muito menos em alguém aparentemente tão safado quanto ele parecia ser. Aquele menino parecia que me devoraria com os olhos e eu não aguentaria tanto tempo. Meus olhos se arregalaram de repente e eu surtei internamente ao perceber que furaria pela primeira vez um piercing genital. Eu prontamente aceitei, louco pra vê-lo nu, sentir seu cheiro e tocar mesmo que de forma profissional a bucetinha que eu já idealizava ser uma delícia.
Pedi para que ele se dirigisse para a sala que eu era habituado a fazer tatuagens e piercings. Naquele dia, graças a Deus, Zayn não estava comigo e o estúdio parecia morto, caso contrário eu pediria para Harry voltar outro dia pois tenho certeza que meu melhor amigo se ofereceria pra esse trabalho e eu não aguentaria ter que dividir a buceta dele com Zayn, mesmo que fosse apenas para observar a colocação de uma jóia.
Ao fazer a assepsia da maca, percebi minhas mãos suarem e com um gesto pedi para que o cacheadinho se deitasse ali com as pernas abertas e por um momento me vi perdido na maneira erótica que ele separou as coxas roliças. Ele me encarava com suas orbes hipnotizantes e sem pudor algum levantou a sainha curta e colada até a altura da barriga expondo sua bucetinha gorda coberta por uma calcinha de renda preta levemente transparente que exibia seu formato inchadinho. Porra, eu já estava louco de tesão. Eu sempre fui muito profissional, mas tudo aquilo fez meu pau pulsar e vazar pré porra dentro da cueca como se eu fosse um virgem. Já era inútil tentar esconder meu enorme volume.
── Senhor, tire a minha calcinha por favor.
Feito um submisdo eu o obedeci e sem antes mesmo colocar as luvas de latex aproximei meus dedos do elástico fino e abaixei lentamente a calcinha pequena. Sua bucetinha era uma delícia, gostosa pra caralho do jeito que imaginei.
Uma pequena mancha de lubrificação tomou o fundo da calcinha e eu quis lambê-la. Sua grutinha apertada escorria seu melzinho e brilhava feito pedra preciosa, seu grelinho rosado e durinho de tesão praticamente implorava pra ser chupado, eu estava com tanta fome daquela buceta inchada que mamaria naquele grelinho até que ele implorasse para parar, até que seu clitóris inchadinho ficasse vermelhinho. Logo abaixo seu cuzinho rosado piscou pra mim e eu me imaginei fodendo aquele cuzinho aparentemente virgem, tirando dali e metendo na buceta melada, intercalando as metidas até que eu o fizesse ser meu depósito de porra.
── Nunca viu uma buceta, senhor? ── Ele riu provocativo, ondulado o quadril em minha direção, levando seus dedinhos delicados até a sua grutinha molhada, em seguida abrindo a bucetinha e brincando com os dedinhos no grelinho inchado e pulsante ── Se continuar me olhando desse jeito eu vou ficar mais molhadinha ainda, adoro ser observada ── Ele sorriu sem vergonha alguma batendo uma siririca gostosa bem na minha frente, movendo os dedos em movimentos lentos.
── Pra ser sincero nunca vi uma bucetinha tão gostosa princesa ── Me sentei na cadeira acolchoada de couro em frente a sua xotinha melada, tão próximo que eu conseguia sentir o cheiro gostoso de sua lubrificação.
Ele estava depiladinho, a buceta gordinha totalmente lisa esperando que eu caísse de boca. Porra eu estava ficando louco.
── Se você gostou tanto porque não experimenta, hm? Mama minha bucetinha e se você for bom pra mim deixo você abusar dos meus peitinhos também.
Sem esperar por uma resposta da minha parte, Harry levantou a tshirt folgadinha que usava, colocando o pano acima dos seios, expondo seus dois montinhos de tamanho médio e gostosos. Os biquinhos rosados e inchados apontavam para frente e as veias esverdeadas criavam um contraste com sua pele clarinha e macia. Com uma das mãos o cacheadinho apertou seu mamilo amarronzado aparentemente sensível, já que um gemido baixinho saiu de seus lábios e sua expressão mudou para uma totalmente necessitada, com a boquinha aberta e os olhinhos fechados com a cabeça pendida para trás. Com a mão livre ele passou o indicador e o dedo no meio no grelinho avantajado todo meladinho com seu melzinho que escorria evidenciando a vontade que ele tava de levar pica naquela buceta gostosa.
── Enfia logo os dedos princesa, para de me provocar ── Gemi rouco separando as coxas, abaixando minha cueca junto á calça de moletom deixando apenas meu caralho e as minhas bolas pesadas pra fora.
Agarrando meu pau, movi ele pra frente e pra trás batendo ele no meu abdômen nu causando arrepios em mim ao escutar o som leve dos estalos do meu mastro duro e pesado, já que com a mão livre eu segurava o meu moletom deixando parte da minha barriga nua.
Harry arregalou os olhinhos e abriu a boca ao contemplar meu pau pra fora. A cabeça gorda e inchada brilhava o pré gozo que babava pelo comprimento grosso. Meu pau veiudo pulsava pra caralho, eu nunca senti tanto tesão por uma buceta antes. Sua grutinha apertada e seu cuzinho contraíram juntos em expectativa, ele estava louco por uma surra de pica mas eu gosto de me torturar então apenas bati uma punheta lenta olhando aquela buceta gostosa contrair enquanto os dedinhos espertos brincavam com o grelinho duro e vez ou outra penetravam a grutinha pequena.
── Vem cá gatinho, chupa minha bucetinha bem gostoso.
Rapidamente espalmei as minhas mãos em suas coxas grossas e macias, apertando a carne entre meus dedos e obedecendo o pedido manhosinho do garoto cacheado. Aproximei minha cabeça entre as pernas bonitas e cai de boca na bucetinha encharcada que brilhava de tesão. Ele não ousou em segurar o gemido e gemeu tão gostoso de um jeito tão manhosinho agarrando meus fios recém cortados, que meu pau pulsou. Senti o gosto da sua lubrificação tomar meu paladar e seu grelinho inchadinho deslizar na minha língua.
Eu estava embriagado. Por um momento fechei os olhos e inalei forte o cheiro gostoso daquela buceta bem molhada e abertinha pra mim. Passei lentamente o nariz na sua grutinha que contraía procurando por algo para ser preenchida e logo abocanhei novamente sua xotinha melada, beijando, chupando seu grelinho gostoso sentindo-o latejar na minha língua e ficar cada vez mais vermelhinho a cada sugada que eu dava.
── Porra, você chupa tão gostoso... ── O cacheado gemeu ondulando o quadril contra minha boca.
Afastando minha boca em poucos centímetros da sua buceta, subi o tronco e levei minhas duas mãos para seus peitinhos e apertei seus mamilos inchados, abrindo sua xotinha com meu dedo indicador e o dedo do meio, deixando seu grelinho e o clitóris avantajado bem visível para mim. Esfregando meu pau em suas coxas macias, cuspi em sua buceta contemplando minha saliva escorrendo ali bem devagarinho até chegar no cuzinho pulsante.
Novamente mergulhei entre suas pernas mamando o seu clitóris minimamente maior do que o habitual. Eu chupava e dedava sua buceta ao mesmo tempo, lambia o grelinho e me via incapaz de não roçar o nariz naquela bucetinha me inundando com seu cheiro gostoso de lubrificação.
Apertei suas coxas grossas e em um movimento brusco apoiei suas pernas em meus ombros, afundando minha língua na sua grutinha pressionando meu nariz no seu clitóris. Por um momento me afastei minimamente pra observar sua xotinha toda vermelha e molhada de saliva e lubrificação. Sua mãozinha desesperada apertava meu cabelo e me puxava em direção à sua buceta, desesperado pra gozar. Suspendi mais as suas pernas e deixei meus lábios próximo ao seu cuzinho rosado todo meladinho com minha saliva que escorreu.
── Que cuzinho gostoso amor ── Sorri malicioso levando dois dedos pra sua buceta, deixando-os bem lubrificados e contornei seu cuzinho pressionando meus dedos, enfiando só a pontinha, sentindo suas pernas trêmulas em meus ombros
── Porra, me fode logo! Me come bem gostosinho e goza na minha buceta, por favor gatinho ── Ele gemeu apertando os peitinhos e brincando com os mamilos inchados.
Com um sorriso, me coloquei entre suas pernas roçando meu pau duro e pulsante na sua xotinha. O cacheadinho não poupou um gemido manhoso e rebolou em direção à cabeça do meu pau, deixando sua grutinha bem alinhada no meu cacete, vazando lubrificação no meu caralho.
── Vadia safada, tá louca pra sentir uma piroca grossa fodendo essa bucetinha apertada, não é? ── Inclinei meu corpo me debruçando sobre si, beijando sua boquinha vermelha, mordiscando seus lábios enquanto deixava meu pau encaixado na entradinha da sua buceta.
Apertei seus peitinhos gostosos e macios enquanto movia meu quadril para frente e para trás, esfregando forte meu cacete no seu grelinho inchado, me deliciando com os sons molhados.
── Porra, eu consigo sentir suas veias grossas pulsando na minha xotinha ── Ele estava acabado. Com os olhinhos revirados ele jogou a cabeça para trás mordendo os lábios grossos. ── Mete logo vai, pelo menos só a cabecinha. Deixa eu sentir a largura do seu cacete arrombando minha buceta.
── Não acho que você mereça.
Desci meus lábios mais uma vez até seus peitinhos gostosos e pontudinhos, agarrando meu pau com uma mão e batendo a cabeça pesada do meu pau no seu grelinho melado, escorregando minha rola bem gostosinho por toda sua bucetinha colocando a ponta do meu pau na sua grutinha pequena e molhada, cuspindo ali so pra ver minha saliva escorrendo até seu cuzinho e se misturar com sua lubrificação.
── Você foi uma putinha muito mal me provocando feito uma vadia necessitada, querendo levar rola nessa bucetinha como se nunca houvesse visto um cacete antes ── Sussurrei contra seus lábios carnudos batendo punheta enquanto roçava a glande no seu grelinho ── A única coisa que você merece é voltar pra casa com essa buceta melada e se tocar sozinha como uma vadia desesperada por pau.
── Por favor, só me fode gostosinho... ── Ele gemeu choramingando com os olhos lacrimejando e um biquinho nos lábios grossos.
── Caralho princesa, eu to quase gozando ── Rosnei baixinho mordendo seu lábio inferior.
Metendo só a cabecinha gorda do meu pau na sua grutinha, senti ele contrair forte a buceta em torno da minha glande. Continuei punhetando o meu pau tirando e colocando a cabecinha sentindo o calor da sua buceta e seu melzinho envolvendo toda a minha glande. Sentindo meus músculos contraírem e minhas bolas repuxarem, meti meu cacete com força dentro da sua buceta apertada e gozei forte jogando a cabeça pra trás gemendo rouco despejando jatos da minha porra quentinha e grossa dentro da sua xotinha melada. Ainda em êxtase levei meu polegara ao seu clitóris inchadinho, pressionando ali sentindo as coxas fartas de Harry tremerem ao redor da minha cintura.
── A princesa gozou só de sentir minha porra quentinha dentro da buceta? ── Rebolei meu quadril investindo em sua xoxotinha com movimentos lentos, sentindo sua grutinha apertar meu pau ── Agora faça o papel de boa puta e permaneça nessa posição com as perninhas bem abertas, assim a minha porra não escorre e não atrapalha meu trabalho.
Ouvindo um resmungo baixinho do cacheado, guardei meu pau dentro da cueca e do moletom e deixei um beijo no topo de sua testa suada, acariciando suas bochechas ao mesmo tempo que contemplei seu semblante cansadinho de quem tinha acabado de gozar.
Caminhei até a bancada de piercings e higienizei minhas mãos e a jóia cirúrgica que usaria. Lembro-me perfeitamente que era uma pequena argola, daquelas que têm duas bolinhas como as jóias tradicionais de piercing no septo.
Me coloquei novamente entre suas coxas e sentei na poltrona de couro sorrindo ao ver Harry extasiado, ele não sentiria dor alguma. Me aproximei de seu grelinho e delicadamente furei acima de seu clitóris colocando a jóia com calma, observando os resquícios da minha porra querendo escapar da sua bucetinha. Não me controlando, deixei um beijinho em sua grutinha sentindo o gosto da minha porra em sua buceta que agora estava enfeitada com um piercing.
── Ficou ainda mais linda do que já é, princesa! ── Sorri bobo espalmando minha mão logo abaixo de seu umbigo acariciando o local ── Nada de comer doces, camarão ou bacon, e caso queira trocar de jóia venha me visitar daqui um mês.
── E se eu voltar daqui há um mês e você não estiver aqui? Posso deixar que aquele seu outro amigo tatuador troque o piercing da minha bucetinha? ── Harry prendeu o lábio gordinho entre os dentes e eu rapidamente franzi o cenho em negação ao pensar em Zayn o tocando.
── De jeito nenhum. Caso eu não esteja aqui, peça para o Zayn me ligar, você é um cliente exclusivamente meu! ── Deixei um beijo em sua boca, esticando a minha mão e abrindo uma das gavetas onde eu guardava calcinhas descartáveis para pessoas que costumavam perfumar as partes íntimas, e agora ele iria ser o primeiro a usar. ── Guarde sua calcinha de algodão e vá para casa com essa aqui! Quando você fizer a assepsia da joia após o banho, evite calcinhas e roupas apertadas.
── Amor, eu não preciso disso. Quero sentir sua porra escorrer por entre minhas coxas enquanto caminho.
Ele deixou um selinho em meus lábios e se levantou da maca, ajeitando sua mini saia e caminhando gloriosamente até a saída do meu estúdio, me dando um tchauzinho antes de sumir do meu campo de visão, me deixando completamente estático e marcado por nossa deliciosa experiência.
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Já havia completado um mês desde que Harry houvera saído do meu estúdio e me desestabilizado emocionalmente ao ponto da única coisa que eu conseguia pensar era naqueles lábios gordinhos entre seus dentinhos na tentativa falha de segurar um gemido manhoso.
Antes mesmo de completar um mês eu passava quase o expediente inteiro no estúdio, mesmo em horas que eu deveria estar descansando para deixar o espaço totalmente na responsabilidade de Zayn. Eu queria reencontrar ele e convidá-lo para um jantar ou um encontro simples no parque, eu estava tão aéreo com meus pensamentos voltados para o garoto de cachos, trabalhando totalmente no automático que Malik tinha me dado contra a minha vontade algumas semanas de férias, mas eu passei por cima de suas recomendações e deixei de lado todo o meu lazer, apenas para monitorar o estúdio e me encontrar novamente com ele.
Eu ainda havia conversado de maneira rasa com Malik sobre ele, de fato eu não queria que meu amigo soubesse o quão gostosa era a bucetinha que eu chupei e gozei dentro depois de provocações gostosas, eu claramente tinha ciúmes, mas naquela tarde foi inevitável coibir Zayn de imaginar coisas impuras com Harry, já que o mesmo decidiu me visitar naquele dia. Justamente no dia em que eu estava começando um projeto importante de fechar o braço de Zayn.
Eu já havia terminado um dos desenhos e na metade do segundo, eu escutei a porta do estúdio ser aberta e fechada logo em seguida, com uma delicadeza surreal que fez meu corpo tremer ao imaginar que poderia ser ele. Então ao desligar a máquina esgueirei a cabeça em direção ao balcão e vi seus cachinhos de cor amendoada adornando seu belo rosto, enquanto suas orbes verdes de conectaram ás minhas. Eu engoli o seco e sem pensar duas vezes o chamei para a sala de tatuagens e piercings. Zayn, não notou sua presença ou pelo menos pareceu não ligar já que apenas mantinha os olhos focados nos decalques que fiz em seu braço.
Analisei sua silhueta enquanto ele caminhava até mim em passos lentos e não deixei de espiar suas coxas leitosas completamente nuas. Ele usava uma mini sainha colegial preta com um tecido de alfaiataria e seus peitinhos eram cobertos por um cropped que imitava o recorte de um corset, deixando seus seios pequenos mais volumosos. Ele sorriu graciosamente para mim e eu devolvi o sorriso indicando para que ele se sentasse na cadeira de espera e após cumprimentar Zayn ele se sentou poucos metros perpendicular ao mesmo e praticamente de frente para mim.
── Veio trocar a jóia do piercing, princesa? ── Sorri cafajeste vendo ele acenar e sorrir passando um cachinho para trás de sua orelha.
Liguei novamente a máquina vendo Zayn me lançar um olhar completamente perdido em interrogação. Eu iria explicar para ele, porém mais tarde.
── Princesa, mas eu só posso te atender depois do intervalo pois estou com a missão de fechar o braço dele. Enquanto isso você pode esperar, prometo não deixar minha gatinha esperando muito ── Sorri em sua direção contemplando a linda forma que suas bochechas coraram ao receber meu sorriso.
── Vê se faz minha tatuagem com calma ── Zayn me repreende parecendo notar o que estava pra acontecer ali e eu ouço uma risadinha baixa no canto da sala, Harry havia levantado brevemente para pegar uma das revistas sobre tatuagens.
── Cara, você sabe que não vamos conseguir isso em uma única sessão, não é? O máximo que posso fazer é do pulso até o cotovelo, isso se você aguentar ── Espalmo minha mão em sua pele, deixando seu antebraço esticado o suficiente para que as agulhas não o machuquem tanto.
── Porra, estou fechando o meu segundo braço e você vem falar que eu não aguento tudo em uma sessão? É óbvio que eu aguento ── Um grito fino saiu de seus lábios após as agulhas perfurarem próximo às veias de seu punho, me arrancando uma risada alta e um resmungo do moreno.
Ao observar Harry, percebo que ele permanece folheando a revista mas com uma das coxas apoiadas no braço da poltrona e a sainha curta um pouco levantada, e porra, ele estava com a calcinha de ladinho, me dando a incrível visão de sua bucetinha arreganhada em minha direção, com o piercing no grelinho e a grutinha toda meladinha. Com um mínimo sorriso, ele afastou a revista de seu rosto e prendeu o lábio inferior entre os dentes, sorrindo de maneira larga ao perceber meu olhar. Largando a revista na mesa ao lado, ele levou dois dedinhos até sua bucetinha espalhando o melzinho pelo seu clitóris durinho, deixando a cabeça encostar sob o couro da poltrona.
Naquele dia reparei que Harry é uma putinha exibicionista e ficava molhadinha enquanto exibia a bucetinha, ainda mais quando meu amigo estava ao lado, pois acredite, essa não foi a última vez que ele fez isso.
Deixei um gemido escapar e fiz o máximo para desviar meu olhar e voltar ao trabalho mas eu não conseguia deixar de reparar no jeitinho que ele mordia o lábio inferior e afastava mais as coxas me dando a melhor visão da sua bucetinha.
── Loueh, você falou de mim para seu amigo? ── Ele cortou o silêncio que antes era preenchido apenas pelo som da máquina.
── Apenas o suficiente ── Engoli o seco limpando a sujeira de tinta que havia no braço de Malik.
── Jura? Você não contou sobre o piercing que você colocou em mim?
Ele caminhou em minha direção com um sorriso perverso, sentando de lado nas minhas pernas com toda sua delicadeza para que eu não borrasse a tatuagem. Porra, eu estava insano só de sentir sua bunda esmagando minhas coxas. Neguei lentamente com a cabeça em resposta a sua pergunta e reparei em suas covinhas aparecendo em suas bochechas.
── Zayn, ele colocou um piercing na minha buceta ── Harry sussurrou baixo mas o suficiente para que pudéssemos ouvir, sussurrou como se aquele fosse seu segredinho mais sujo.
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Passei um braço ao redor do pescoço de Louis e apoiei meu pé em seu joelho abrindo minhas pernas para Zayn que desceu o olhar para o meio das minhas pernas, mais precisamente até minha bucetinha nua e melada com o piercing no grelinho. Com um sorriso acariciei meu clitóris inchadinho deixando minha cabeça cair para o ombro de Louis, sentindo o olhar de Zayn pesar sobre mim. Ele continuava a olhar, lambendo os lábios de maneira disfarçada, desejando-me internamente.
── Harry, anjo, por favor se comporte ── Senti os dedos firmes de Louis agarrarem meus cachos e puxar minha cabeça para trás com força o suficiente para que meu pescoço ficasse totalmente a mostra para Zayn ── Se não se comportar, não terá minha língua nessa xotinha necessitada ── Ele sussurrou rouco no meu ouvido, levando sua mão livre até minhas coxas, fechando as minhas pernas mas me mantendo em seu colo.
── Sim senhor, prometo ser um bom garoto para o papai.
Gemi manhoso acenando em concordância me colocando de joelho entre suas coxas grossas e separadas de frente para seu pau marcado. Senti minhas costas tocarem os joelhos de Zayn devido a posição que Louis o tatuava e percebi que ele também estava em uma distância alcançável. Estendi ambas as mãos e acariciei as coxas firmes de Louis por cima do jeans, subindo a mão para seu pau percebendo o quão duro ele estava para mim, seu cacete duro e grosso formando um volume gostoso no meio de suas pernas somente em me ver exibindo a buceta para seu melhor amigo.
Sorri aproximando minhas bochechas de suas coxas me esfregando ali como como gatinho necessitado de carinho, raspando delicadamente meus dentes em seus músculos ouvindo em seguida um gemido fraco sair de seus lábios, sendo seguido pelo som da máquina. Ele havia voltado a tatuar Zayn.
Esfregando meu rostinho em suas coxas, deixei que meus lábios passassem por cima do seu pau, acariciei a cabeça gorda do seu cacete com a minha boca sentindo seu formato largo moldar o jeans a medida que eu esfregava minha boca ali como uma puta necessitada por um caralho. Eu murmurava e gemia baixinho imaginando como seria novamente ter aquele pau grosso surrando a minha xotinha melada enquanto seus dedos grossos acariciavam meu grelinho.
── Louis, amor, eu posso te chupar gostosinho? Prometo ser um ótimo garoto.
Perguntei manhoso segurando meu lábio inferior entre os dentes acariciando seu grande volume.
── Não sei amor, peça ao Zayn. Estou fazendo uma tatuagem para ele, se eu não me sair bem a culpa será todinha sua.
Sem desviar o olhar do desenho que ele tatuava em seu melhor amigo, não me contive em concordar mentalmente que Louis ficava ainda mais gostoso focado em algo, com os olhos fixos e o lábio preso entre dentes.
── Zayn, querido, você se importa que eu mame o Louis na sua frente?
── De forma alguma amor, vá em frente!
Ele respondeu de maneira lenta e rouca. Percebi que Zayn era um pouquinho lento e isso lhe dava um charme a mais. Sorri com seu veredito e ansiosamente desabotoei a calça jeans de Louis, colocando somente seu cacete duro e suas bolas para fora. Porra, ele estava tão duro. A cabecinha gorda e avermelhada do seu pau babava em abundância, suas veias grossas latejavam e suas bolas cheias pareciam pulsar. Abri a boquinha aproximando os meus lábios de seu caralho e chupei com força a sua glande avermelhada, sugando e engolindo sua pré porra amarga e deliciosa, sentindo minha buceta latejar com o sabor delicioso do seu caralho.
Gemi em deleite e levei uma de minhas mãos para suas bolas gordas e pesadas, segurando-as com força empurrando o resto do seu pau pra dentro da minha boca, sentindo suas veias pulsando, deixando seu caralho bem babadinho, mamando gostoso até encostar meu nariz na sua pélvis e meu queixo molhado de saliva em suas bolas quentes. Minha garganta doía e meu maxilar estalava baixinho a medida que eu fodia minha boca com seu pau, levantando e abaixando a cabeça rapidamente sentindo sua glande gorda machucar minha garganta.
── Que putinha deliciosa você tem Louis... ── Senti a mão livre se Zayn agarrar meus cachos com força afundando a minha boca no pau de Louis, me fazendo tossir forte e dar tapinhas nas coxas grossas ── Uma puta tão boa que te mama gostoso, era tudo o que eu precisava.
Ele sibilou soltando minha cabeça e me deixando subir imediatamente, tossindo, com a garganta fodida e saliva escorrendo por meu queixo. Levantei o olhar e encontrei os olhos de Louis me encarando com prazer e certa raiva, talvez um tanto de ciúmes por Zayn me desejar, mas que mal havia nisso? Louis realmente via algum problema? Eles são melhores amigos, nada poderia dar errado.
── Continua mamando, princesa!
Zayn voltou a agarrar meus cachos, agora junto a Louis. Ambos com os dedos enrolados em meus fios disputando quem segurava mais forte. Minha cabeça doía devido á força que eles exerciam, meus lábios entre abertos logo foram preenchidos pela cabeça gorda do pau de Louis. Ele pingava pré gozo e seu gosto invadia minha boca com tanta autoridade marcando meu paladar deliciosamente. Um sorriso safado preenchia seus lábios a medida que ele tirava e colocava a cabecinha na minha boca, deixando as vezes algumas batidinhas na minha língua.
── Louis, amor, me fode. Me come na frente do Zayn pra ele ver o quão vadia eu sou ── Pedi manhosinho ondulando os quadris, descendo meus lábios para suas bolas cheias chupando uma de cada vez, enfiando-as inteiramente em minha boca.
── Me perdoa anjo, mas acabei de receber uma mensagem e preciso ir para a outra sala terminar a tatuagem de uma cliente ── Zayn crispou os lábios ao pegar o celular sobre a bancada após escutar o barulho seguidos de notificações. ── Louis, por favor, limpa minha tatto e depois a gente termina. Katherine me mandou uma mensagem dizendo que saiu mais cedo do trabalho e preciso terminar aquele leão na coxa dela.
── Que pena Zayn, pensei que fosse ficar pra me apreciar mais um pouquinho ── Um biquinho surgiu nos meus lábios enquanto punhetava gostoso o pau de Louis olhando para Zayn.
── Quem sabe na próxima amor, desde que seu dono permita ── Ele piscou para Louis que apenas moveu a cabeça em negação negação com um sorriso safado afagando meus cachos ── Até outro dia princesa.
Quando pensei que Zayn iria embora, ele inclinou seu corpo em minha direção e tomou meus lábios para si, juntou nossas bocas em um beijo delicioso com o gosto da pré porra de Louis. Seus lábios eram macios e seu piercing roçava na minha língua de um jeitinho gostoso que fez minha buceta pulsar durante o beijo e eu não parei de masturbar Louis uma vez sequer. O beijo foi curto e com um selar para determinar o fim, ele deixou a sala.
── De quatro na poltrona, agora! ── Louis ordenou rígido, me surpreendendo com um tapa forte na bochecha esquerda, me arrancando um gemido manhoso em satisfação.
Caminhando até a poltrona, senti seu olhar pesar sobre mim. Apoiei ambos os joelhos no couro da poltrona e deixei as mãos sobre o encosto deixando meu bumbum empinadinho o máximo dando a ele a visão perfeita do meu cuzinho e da minha buceta molhadinha espremida pela calcinha que se encontrava enrolada de ladinho na minha virilha, deixando meu grelinho apertado pelos grandes lábios.
── Você é mesmo uma puta muito necessitada de um cacete, não é vadia? ── Um tapa forte acertou meu bumbum, deixando ambas as bandas ardidas. Gemi contraindo a bucetinha e rebolei em círculos pedindo por mais tapas. Eu precisava sentir suas mãos me deixando completamente ardido
── Para de me provocar e me come logo, olha como eu to molhadinha por você papai ── Lambi dois dedinhos e toquei meu grelinho inchado todo babadinho e sensível.
── Puta gostosa do caralho, você não merece meu cacete ── Me apoiei em meus próprios braços e olhei para trás vendo seus lábios se estreitarem para cuspir no meu cuzinho. ── Agora eu tinha que deixar você ir lá pedir pro Zayn te foder.
Gemi manhosinho e rebolei sentindo sua saliva quentinha escorrer para minha buceta e dois de seus dedos socando com força no meu cuzinho que eu contraia a cada metida. Apertei os olhos e gemi alto sem pudor algum, sem me importar se Zayn estaria na sala ao lado com algum cliente. Seus dedos firmes me fodiam com força, ao mesmo tempo que a pontinha do seu polegar brincava com a minha bucetinha molhada. Ele me fodia gostoso e com força, metendo seus dedos até a última junta ser engolida pelo meu cuzinho.
── Caralho princesa, seu cuzinho é tão apertadinho ── Apenas gemi manhoso e joguei meu quadril para trás me fodendo nos dedos de Louis.
Sua língua agora explorava a minha buceta toda meladinha, babando meu grelinho passando a língua para cima e para baixo sentindo meu melzinho escorrer por seu queixo e sua barba curta. Meus gemidos manhosos eram abafados por meu antebraço que pressionava meus lábios na tentativa falha de cessar meus gemidos. Seus lábios macios sugavam meu grelinho sensível e sua barba roçava entre minhas coxas sem parar de foder meu cuzinho com os dois dedos, deixando-me completamente entregue á um orgasmo próximo.
── Você chupa minha buceta tão gostosinho Lou... ── Rebolei na sua boca, com a sua língua descendo e subindo na minha xotinha sensível.
── Me diz amor, o que você quer?
Eu sabia que ele tinha um sorriso cafajeste nos lábios. Sua mão livre deu alguns tapinhas na minha buceta molhada enquanto ele agora roçava a cabeça gorda do pau dele na minha grutinha pequena, tirando os dois dedos do meu cuzinho e segurando com firmeza em minha cintura fininha. Gemi em deleite e joguei minha bunda pra trás na tentativa de ter seu pau na minha xotinha mas levei um tapa forte na bunda. Seus dedos rapidamente procuraram meus cachos puxando meu pescoço para trás com seu abdômen colado em minhas costas.
── Você quer meu cacete no cuzinho ou na buceta, vadia? ── Ele pegou seu pau pela base e arrastou a cabecinha melada de pré porra na minha bucetinha, se deliciando com os sons molhados do seu pau no meu grelinho todo babadinho.
── Mete no cuzinho mas goza na minha buceta ── Sussurrei com certa dificuldade tendo meu pescoço totalmente inclinado para trás.
Sem aviso prévio, senti sua saliva em meu cuzinho escorrer pra minha buceta e a cabeça gorda do seu pau forçar meu bumbum com força. Apertei os olhinhos e levei ambas as mãos para trás, separando meu bumbum pra ele meter com mais facilidade. Com um gemido rouco e gostoso deixando seus lábios, ele escorregou todinho para dentro do meu cuzinho apertado, me preenchendo completamente até suas bolas pesadas e quentes encostarem na minha buceta.
── Uma putinha dessa tão apertadinha, nem parece que é uma puta que dá pra qualquer um ── Um sorriso malicioso se abriu em meus lábios e foi como se a dor tivesse se dissipado pois mordi o lábio inferior e rebolei em direção ao seu pau. Olhei por cima dos ombros e vi a maneira com que eu estava completamente empalado por ele, com o pau dele enfiado até o talo no meu cuzinho ── Se fode no meu pau vadia, rebola essa bunda gostosa pro teu homem!
Senti tapas serem deferidos na minha bunda e prontamente rebolei em círculos deixando seu pau entrar e sair, até meu bumbum bater de levinho em sua virilha. Gemidos baixinhos saíam dos meus lábios e eu sentia toda sua grossura me deixar todo abertinho, eu me sentia completamente usado. Olhei novamente por cima dos ombros e ele olhava hipnotizado para seu cacete sendo engolido com facilidade por meu cuzinho, sua camisa estava um pouco levantada me dando a visão do seu abdômen moreno e apenas seu pau estava pra fora da calça jeans.
── Puta imprestável não consegue nem se foder direito no meu pau ── Com a mão subindo para meu pescoço, seus dedos firmes e tatuados se prenderam ali e ele rapidamente não tardou em largar meu cuzinho negligenciado e socou tudinho na minha bucetinha que o recebeu com facilidade.
Meu melzinho fez com que seu cacete encarregasse até a cabeça gorda do seu pau bater no fundindo da minha buceta, eu podia jurar que sentia ele no início da minha barriga tornando um pequeno relevo ali.
── Porra Louis, seu pau é tão grosso ── Gemi alto rebolando no seu caralho, levando dois dedinhos até meu clitóris inchado, esfregando ali ao sentir seu quadril mover rapidamente contra o meu.
Seus dedos continuavam em meu pescoço e suas estocadas brutas tocavam meu pontinho com tamanha facilidade. Suas bolas batiam no meu grelinho e nossos corpos se chocavam de forma completamente deliciosa. Minha bunda se esfregava em seus pelos ralos e eu contraia meu cuzinho, agora totalmente alargado por seu pau enquanto ele comia minha xotinha sem dó.
── Você me come tão bem amor... Continua, eu to quase gozando ── Gemi com seus dedos apertando meu pescoço e seu pau comendo a minha buceta.
Suas bolas batiam com força no meu grelinho, nossos quadris se chocavam com força e eu forçava ao máximo a minha respiração ao ter sua mão forte atrapalhando a minha respiração cadenciada. Sua outra mão livre tirou os meus dedinhos do meu clitóris e seus dedos firmes rapidamente foram substituídos pelos meus, ele massageava meu clitóris inchado com tanta força sem parar de movimentar seu pau dentro de mim. Senti seu abdômen nu tocar minhas costas e sua boca tocar delicadamente minha nuca em um beijo gostoso, até seus lábios encostarem minha orelha, chupando logo abaixo do meu lóbulo.
── Goza pro teu homem vadia, mela meu pau todinho que eu vou esporrar bem gostoso na sua buceta
E como se meu corpo pertencesse a ele, eu gozei. Minhas pernas tremelicaram e um gemido rouco rasgou minha garganta, joguei a cabeça para trás e empinei meu bumbum sentindo meu corpinho inteiro tremer com o orgasmo. Sem parar de me foder, Louis gemeu rouco e continuando a massagear meu clitóris ele gozou dentro de mim, jorrando gostoso toda sua porra quente bem no fundindo da minha grutinha enquanto eu contraía a xotinha ordenhando seu pau pra minha bucetinha ficar completamente cheinha da sua porra.
── Caralho princesa... ── Ele retirou seu pau de dentro de mim e antes que eu caísse deitado na poltrona, senti seus braços envolverem as dobras dos meus joelhos e meu pescoço, com ele me pegando no colo estilo noiva e se sentado sobre a poltrona, me colocando em seu colo ── Você foi perfeita gatinha. ── Ele deixou um beijinho na minha bochecha e juntando forças de onde não tinha, me sentei de frente para seu colo, com as pernas em ambos os lados da sua coxa, abraçando seu pescoço e enterrando meu rosto em seu pescoço suado e cheiroso.
Louis emanava um cheiro gostoso, forte e viril. Nossas respirações estavam descompassadas e nossos peitos grudados subiam e desciam em uma respiração rápida. A minha buceta latejava e escorria porra no seu pau pouco endurecido que tocava meu grelinho todo melado de porra. Ainda sentindo meu corpinho fraco, levantei a cabeça e beijei seus lábios gostosos sentindo sua mão ir para o fim das minhas costas, acariciando delicadamente as covinhas acima do que bumbum, passeando até meus quadris e apertando com delicadeza as gordurinhas do local enquanto nossas bocas se juntavam em um beijo lento e gostoso. Nossas línguas moviam-se preguiçosamente e ele deixava mordidas leves no meu lábio inferior apenas para voltar ao beijo lento. Suas mãos ágeis passeavam meu corpinho inteiro, apertando meus peitinhos durinhos até acariciando de novo a minha bucetinha sensível em um carinho lento.
── Princesa, você quer ir pra minha casa? ── Ele cessou o beijo distribuindo beijos preguiçosos em meu pescoço, intercalando entre palavras e beijos ── Tô louco pra cuidar de você, te dar um banho gostosinho, cuidar desses cachos lindos... ── Ele se afastou brevemente sorrindo para mim com os olhinhos quase fechados, acariciando a minha bochecha com o polegar.
── Hmm, e o que eu ganho com isso tudo? ── Perguntei divertido fingindo fazer alguns desenhos em seu peitoral.
── Você ganha uma tarde gostosinha comigo dormindo agarradinho com você, porque cá entre nós, to doido pra dormir de conchinha agarrando seus peito gostosos, e a noite eu te uso um pouquinho mais. O que você acha? ── Ele riu me dando um selinho
── Com uma proposta dessas fica difícil negar. ── Sorri beijando sua bochecha, sentindo ele roçar a barba rala no meu pescoço fazendo com que eu me encolhesse sentindo cóssegas ── Óbvio que aceito gatinho.
Younger Brother
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𝘓𝘰𝘶𝘪𝘴 𝘛𝘰𝘮𝘭𝘪𝘯𝘴𝘰𝘯 𝘯𝘶𝘯𝘤𝘢 𝘪𝘮𝘢𝘨𝘪𝘯𝘰𝘶 𝘲𝘶𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳𝘪𝘢 𝘢 𝘣𝘶𝘤𝘦𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘥𝘦 𝘴𝘶𝘢 𝘪𝘳𝘮ã 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘯𝘰𝘷𝘢, 𝘏𝘢𝘳𝘳𝘺, 𝘢𝘵é 𝘪𝘮𝘱𝘳𝘦𝘷𝘪𝘴𝘵𝘰𝘴 𝘢𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘤𝘦𝘳𝘦𝘮 𝘦𝘮 𝘴𝘶𝘢 𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘭𝘩𝘦 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘯𝘥𝘰 𝘷𝘰𝘭𝘵𝘢𝘳 𝘢 𝘮𝘰𝘳𝘢𝘳 𝘯𝘢 𝘤𝘢𝘴𝘢 𝘥𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴.
🔗 Nesse capítulo conterá incesto e se esse assunto de alguma forma lhe causa desconforto, peço gentilmente para que procure ler os outros capítulos ou leia outras one-shots minha ♡
🔗Apesar da inocência excessiva do bottom, tudo o que ocorrerá nessa narrativa será CONSENSUAL.
🔗 Em determinado parágrafo da narrativa eu faço apenas MENÇÃO de sexo entre um maior de idade com um menor de idade e perante a lei isso não é crime, a menos que não seja consensual ou (e) que o menor seja menor que QUATORZE anos, como eu não fiz menção a crime nenhum, não estou fora das diretrizes do Wattpad então por favor não me lacrem.
🔗 Nessa narrativa Harry se identifica tanto com pronomes masculinos quanto femininos.
🔗 Tudo isso não passa de ficção.
💘
Eu nunca achei que me sentiria tão culpado ao longo dos meus trinta anos. Culpado ao ponto de dormir e acordar com a frustração de não poder tê-lo para mim da forma que eu desejava. Ele é tão doce, adorável, apaixonante, bonito e seu sorriso se assemelha a uma linda paisagem sob o sol de domingo. Suas orbes esverdeadas brilham feito esmeraldas genuínas, seu corpo tão escultural era completamente irreal e não se assemelhava aos outros garotos de dezoito anos pois caregava coxas leitosas e fartas, um bumbum cheio empinado completamente enlouquecedor e uma bucetinha gorda que insistia em marcar nos shortinhos colados ou ficava a mostra nas sainhas curtinhas quando as usava sem calcinha por baixo.
Há dois meses atrás eu decidi que voltaria a morar com meus pais em nossa casa do campo em Holmes Chapel, vilarejo no qual eu morei até os dezessete anos mas logo o deixei para tentar uma nova vida em Londres e eu até consegui me manter sozinho na capital. A princípio consegui um emprego em uma lanchonete de dia e estudava bacharelado em língua inglesa e literatura à noite. Logo depois de me formar consegui um emprego de professor dando aulas como professor substituto, mas durante as férias o diretor decidiu que me despediria no corte de gastos já que um professor substituto não estava sendo tão útil.
Pela manhã seguinte eu soube que não haveria outra opção a não ser voltar para Holmes Chapel pois eu não conseguiria me manter desempregado em Londres com todas as escolas me negando uma vaga e concursos públicos que só estavam previstos para abrir no ano seguinte. Por isso assim que arrumei minhas malas liguei para Johanna avisando a minha ida e ela disse que me receberia de braços abertos. Peguei o trem das seis sob o sol singelo da manhã e em poucas horas me encontrava em frente à pequena casa de madeira que instantaneamente ao vê-la, me fez sorrir por lembrar de memórias antigas. Eu bati timidamente na porta e me lembro de como seus dedinhos bonitos com resquícios de esmalte nas unhas abriram a porta para mim, abrindo-a lentamente para meu corpo passar.
Meu irmão caçula, Harry estava tão lindo, ele era mais perfeito do que um anjo recém caído do céu. Seu sorriso delicado brilhava, seus lábios rosados e inchadinhos estavam tão convidativos que eu quis beijá-los de antemão, quis agarrar sua cinturinha fina e beijar sua boca como um bilhete de boas vindas. Ele mal parecia um garoto de dezoito aninhos, sua cintura magra e curvilínea formava curvas lindas, seus quadris eram largos e ele carregava dois montinhos gostosos presos no top coladinho ao seu corpo, evidenciando peitinhos gostosos com os mamilos pontudinhos que pareciam querer saltar do tecido e fizeram minha boca salivar, enquanto meus olhos se arregalaram brevemente. Meu irmão estava uma delícia e com um corpinho tão gostoso que eu me senti um merda por querer vê-lo peladinho e acariciar aqueles peitinhos gostosos.
── Maninho, você voltou! Senti tanto sua falta, boo. ── Ele correu para os meus braços e de maneira singela sua coxa gostosa roçava no meu caralho enquanto seus bracinhos envolviam a minha cintura e seus cachos raspavam em meus ombros.
Eu sei que nada era proposital, aliás, por mais que Harry já tivesse a maioridade ele era ingênuo e eu duvidava bastante se ele um dia sequer havia beijado na boca. Diversas vezes que eu visitava minha família no Natal, eu reparava no quanto minhas outras irmãs que possuíam praticamente a mesma idade que ele pareciam deveras mais evoluídas enquanto ele ficava corado com as perguntinha bobas que o faziam sobre "namoradinhos e namoradinhas"
Levei meus dedos até sua nuca e em um carinho lento aproveitei o toque em seus cachos macios, inspirando para que eu pudesse sentir seu cheiro embriagante.
Eu não conseguia formar uma frase concreta, Harry estava deslumbrante. Parecia uma garotinha tão gostosa com curvas ligeiramente femininas que meu cacete já endurecida por dentro das calças só de ter aquele lindo garoto roçando as coxas ali. Aprofundei mais o nosso contato e desci minhas mãos grossas até seu bumbum cheio e arrebitadinho, puxando seu corpo para cima até tê-lo em meu colo.
Rapidamente Harry saltou envolvendo suas coxas ao redor do meu quadril e eu afundei o nariz em seu pescoço sendo embriagado pelo seu perfume. Apertei sua bunda e sem pudor algum pressionei meu caralho contra sua xotinha marcada apenas por um shortinho colado de yoga. Meu pau já estava tão duro por estar a tempos sem sexo e ter uma bucetinha tão quente e provavelmente virgem roçando no meu caralho era demais pra mim.
── Eu também senti sua falta princesa, agora estou feliz porque sei que não vou te ver apenas no Natal. ── Sorri malicioso contra sua bochecha e o beijei no canto dos lábios.
Larguei seu corpo para que ele pudesse descer e lentamente deixei sua buceta escorregar no meu cacete enquanto eu o colocava no chão. A cabecinha do meu pau estava exposta dentro da cueca e eu sentia vazar tanto que provavelmente deveria ter uma mancha enorme na mesma... Eu teria problemas mais tarde.
Agora fazia pouco mais de um mês que eu morava em Holmes e há um par de meses que havia trancado minha pós graduação, eu estava desempregado e me sentindo um lixo por não conseguir um emprego nem na oficina da esquina mais próxima. O que fazia eu me distrair brevemente dos meus pensamentos negativos era meu irmãozinho que sempre ocupava minha mente com o pensamento instintivo de querer fodê-lo. Durante esse período eu tive a certeza que Harry com apenas dezoito anos era tão inocente, que chegava a me deixar duro só de pensar em como seria provocá-lo roçando a cabecinha do meu pau na sua xotinha virgem, ouvindo seus gemidinhos baixinhos e manhosos implorando para que eu o fodesse.
Antes eu nunca havia olhado para meu pequeno com outros olhos, aliás nunca fomos tão melhores amigos quanto os outros irmãos são. Claro, eu o amava, mas eu havia saído de casa quando Harry ainda era apenas uma criança, não acompanhei seu crescimento e só o via por fotos e umas três vezes a cada ano quando eu ia visitar Holmes e ele nunca esteve tão pecaminoso quanto agora. Óbvio que quando ele tinha uns dezesseis anos eu já olhava sua cinturinha fina e sua bundinha macia apertada em shorts curtos, imaginando como seria brincar com a cabecinha do meu pau entre aquelas bandinhas pequenas mas que aparentavam serem tão macias quanto rosas recém colhidas. Mas nada que passasse disso, eu não teria coragem o suficiente de fazê-lo.
Agora, nós estávamos morando juntos e isso era horrível. Eu me sentia culpado a cada segundo que olhava para Harry e ele era tão inocente, adorava a minha companhia, fazia de tudo para ter o irmão mais velho por perto. Me abraçava o tempo inteiro, queria minha atenção sempre e adorava jogar vídeo game comigo, enquanto eu estava fingindo fazer um belo papel de irmão mais velho, mas ele parecia não se importar com isso.
── Lou, você ouviu o que eu disse Lou? ── Harry sacudiu meus ombros com suas mãozinhas pequenas e se tornou adorável em dobro ao colocar um biquinho lindo nos lábios.
── Não pequena, me desculpe. Pode repetir de novo?
Observei a forma como seus olhos verdes reviraram para dentro das pálpebras que para alguns seria um gesto normal, mas para mim foi totalmente sexy.
── Eu disse que esse jogo já tá chato, por que nós não mudamos pra outro jogo ou colocamos um filme? ── Harry se jogou ao meu lado no sofá e se aninhou ao meu corpo, envolvendo suas mãos em minha cintura e deixando sua cabeça apoiada em meu pescoço.
Ele era sempre tão carinhoso, procurava sempre por meus toques e geralmente sempre os retribuía. Ele estava sempre procurando por minha iniciativa de beijinhos na bochecha apenas para que pudesse retribuí-los também
── Boa ideia, vamos ver um filme. Já estamos jogando há muito tempo. ── Escorreguei minha mão lentamente pelas suas costas e acariciei seu quadril, me segurando para não apertar sua bunda macia e redondinha. ── Que gênero de filme você quer assistir minha princesa? — Dedilhei sua cintura desnuda e percebi sua pele se arrepiar e seus mamilos rosados ficarem inchados e durinhos, completamente suculentos.
Harry usava sempre diversos tipos de tops em seus peitinhos e hoje em específico usava um sem alças e bem apertadinho.
── Os filmes do canal setecentos. Mamãe Jay disse que eu não posso assistir esse canal, mas como ela não está em casa eu quero assistir com você Lou. ── Seus olhinhos verdes brilharam e sua vozinha manhosa quase me fez ceder e mudar imediatamente para o canal pornográfico.
Fiquei cheio de tesão só de saber que minha princesa tinha curiosidade em ver pornô, mesmo sem que soubesse totalmente do que se tratava.
── Você não pode assistir esse tipo de coisa, ainda é muito novinha para isso.
Por mais que eu quisesse colocar no canal e explicar da forma mais explícita possível para Harry o que era o sexo, eu ainda tinha que ter o senso e negar aquele pedido ao meu pequeno.
── Eu não sou nova. ── Harry praticamente grunhiu, era como um gatinho bravo. Suas bochechas ficaram coradas e seus cachinhos balançaram com sua breve indignação. ── Eu vou fazer dezenove ano que vem, já sou uma mocinha.
Se ja é uma mocinha então pode muito bem calar essa boca e chupar meu cacete até que eu jorre minha porra nesse seu rosto de putinha.
── Por favor Lou, me deixa ver, só uma vez. Não vou contar nada pra mamãe. ── Suas mãozinhas se juntaram e ele implorava de joelhos no sofá com sua voz manhosa.
Revirei os olhos e busquei o controle próximo a almofada, tudo o que ele pedia eu geralmente sempre cedia. Era impossível negar algo para meu bebê.
── Tudo bem, mas só dessa vez, e você não pode contar pra ninguém, tudo bem? Vai ser nosso segredinho, tá bebê? Se você contar isso pra mamãe eu nunca mais vou falar ou jogar com você. ── Sorri de forma safada com o lábio inferior entre os dentes e vi meu pequeno assentir animado fazendo seus cachinhos balançaram e seus olhinhos verdes brilharem. ── Vem, senta no meu colo! ── Bati em minhas coxas e o pequeno rapidamente se sentou em minhas pernas com sua bucetinha gostosa em cima do meu pau. Nós sempre fazíamos isso quando íamos ver filme, meu pequeno adorava ficar em meu colo e eu me recusava a acreditar que Harry ainda era tão inocente ao ponto de não sentir meu pau endurecendo entre os lábios gordos da sua xotinha. Eu podia sentí-la quente todas as vezes, provavelmente ficando meladinha sentindo meu caralho pulsar embaixo de si.
Eu nunca tive o costume de andar somente de samba canção, nem quando morava sozinho, mas quando descobri que Harry gostava de sentar no meu colo para assistir filmes, eu passei a usar o short de dormir e era uma sensação deliciosa quando o grelinho inchado do meu irmão ficava pressionado no meu cacete. Era quase instantâneo que meu pau ficaria duro e a cabecinha iria escapar do short. Eu ficava tão molhado que meu pré-gozo ultrapassava o tecido de cetim e deixava seu shortinho todo melado. A cabecinha do meu pau inchava e as veias ficavam saltadas, minhas bolas repuxavam e eu sentia vontade de gozar naquela xota até meu pequeno implorar para que eu o fodesse.
── Boo você anda muito estranho. ── Harry me despertou dos meus pensamentos rindo sapeca enquanto se aninhava no meu colo, de frente, rebolando delicadamente sua buceta quente em meu pau semi ereto. ── As vezes você para no tempo e fica com uma cara de bobo, parece que tá pensando em várias coisas importantes. No que você tanto pensa maninho?
Suas mãozinhas acariciaram minha nuca e seu peitoral grudou ao meu, me deixando sentir seus peitinhos gostosos.
Estou pensando no quanto você ficaria lindo de quatro pra mim implorando pra eu meter nesse seu cuzinho virgem.
── Nada que você tenha que saber baby. ── Sorri e senti Harry se mexer em meu colo, tornando a ficar agora com sua bunda bem pressionada em meu pau e o corpo virado para frente de novo.
Liguei a televisão e lentamente ainda um tanto receoso toquei respectivamente nos números sete, zero e zero, colocando no canal de filmes pornô e instantaneamente um casal se beijava avidamente na tela e eu agradeci mentalmente por ainda estarem na parte do beijo. Não saberia explicar caso estivesse na cena do sexo. Aparentemente uma menina mais nova, de corpo franzino e pele branquinha beijava de maneira explícita o homem mais velho de músculos aparentes enquanto apertava com força seu pau por cima da calça.
Eu nunca senti tesão em ser um expectador de vídeos porno, mas eu já me excitava antecipadamente pela curiosidade de Harry, que se aconchegou em meu colo trazendo mais sua bunda para meu pau. Suas nádegas praticamente abraçavam meu caralho e o deixava completamente duro dentro do short fino, eu já me encontrava tão duro que a cabecinha do meu short escapava da barra elástica e pingava pré porra um pouco acima do meu umbigo.
── Lou, porque eles estão se beijando? E porque ela ta encostando a mão no... dele? ── Ele apontou para a tela se remexendo em meu colo e eu apenas mordi meu lábio inferior, rosnando quando sua pele branquinha ficou amostra por conta de seu short ter subido um pouco para que eu pudesse contemplar as bochechas branquinhas de seu bumbum macio.
Sua cintura curvilínea estava marcada de forma tão sensual e seu corpo inteiro parecia ter sido esculpido por deuses. Harry era como um anjo perfeito, feito para que eu pudesse desfrutar de tudo o que tem a oferecer.
── Baby, eles estão se beijando porquê se sentem atraídos um pelo outro e essa atração todos podem sentir uns pelos outros independente do gênero.
Rastejei lentamente minhas mãos pelo couro do sofá até que elas tocassem por cima de sua cintura nua. Sua pele quente envolveu meus dedos e eu senti seu pequeno corpo estremecer em cima das minhas coxas. As minhas palmas ásperas causavam um contraste perfeito com sua pele quente e macia, fazendo-me cada segundo mais excitado ao imaginar como seria foder sua xotinha enquanto metia três dedos no seu cuzinho guloso.
── Então eu também posso beijar outros homens um dia sem me importar? ── Harry disse com tamanha dificuldade pois puxava o oxigênio com certa dificuldade, ele estava ficando excitado também e isso me deixava louco.
Suor escorria pelo meu abdômen bronzeado, as pontas firmes dos meus dedos tremiam e meu pau apontava dolorosamente para cima. O meu cheiro forte e característico estava prestes a me deixar louco. O cheiro masculino preenchia a sala e uma névoa sexual tão densa nos cobria que eu não conseguia ter outra visão a não ser eu me masturbando enquanto tenho a bunda linda do meu irmão pressionada contra o meu caralho grossa.
Era tudo tão errado de certa forma, mas ao mesmo tempo tão certo.
Seus olhinhos verdes pareciam interessados naquele filme tão indecente. A medida que o homem tocava a garota de maneira mais íntima, Harry inclinava seu pequeno corpo para frente esbarrando sua bunda cheinha no meu pau que pulsava a cada gemidinho manhoso que saía de seus lábios gordinhos. Ele parecia se excitar com a ideia de duas pessoas trocando carícias e eu me excitava mais ainda em estar sendo o primeiro a mostrar isso a ele.
O novo e o incomum sempre me excitou mais que o normal. Inclusive tirar a virgindade do meu irmão mais novo fazia meu cacete pulsar. Eu sentia tanto prazer com tal fato que poderia gozar só vendo Harry sentir prazer ao assistir um pornô.
As paredes do cômodo pareciam derreter de tanto calor que nossos corpos emanavam. Era capaz que entrássemos em combustão de tão quente que estávamos.
── Princesa, como se sente? ── Minha voz soava como um suspiro disfarçado de gemido. Eu queria fodê-lo. Debruçar seu pequeno corpo sobre o sofá e abusar de sua linda bunda, tirar sua virgindade e ser o primeiro homem a gozar dentro da sua buceta e o cuzinho, fazendo ele ser meu depósito de porra.
Nada mais justo que eu ser o seu primeiro.
── Isso parece bom, Lou... ── Respondeu enquanto mantinha seus olhos fixos na televisão aonde o homem tocava os peitos grandes da mulher.
Sua voz saiu rouca e baixa, inclinei meu corpo para o lado e olhei para frente à fim de ver seu estado e Harry estava tão excitado quanto eu. Suas pernas estavam juntinhas e ele roçava suas coxas gordinhas na tentativa falha de conter seu prazer.
── Louis porque ela tem peitos tão grandinhos e eu não? ── Ele choramingou olhando para seus peitinhos gostosos com os mamilos durinhos.
Suas mãos voaram para os próprios peitos, apertando os montinhos gostosos entre os dedos remexendo timidamente o quadril contra o meu.
── Os seus ainda vão crescer princesa, mas eles só crescem quando outra pessoa os toca. ── Soprei em sua orelha com uma risadinha maliciosa subindo meus dedos em sua cintura, apertando-a até meus dedos rasparem nos cantinhos dos seus peitos.
Ouvi seu gemido baixo e logo suas mãos procuraram abaixar seu topzinho sem alça. Harry se debruçou contra meu peitoral e deitou a cabeça em meus ombros se esfregando no meu caralho. Seus peitinhos estavam expostos, com os mamilos duros e rosados esperando para serem chupados, aquilo havia sido um pedido implícito para que eu os tocasse e eu fiz. Levei minhas mãos grandes até seus montinhos e os apertei com tanta vontade, estocando fraco para cima esbarrando meu pau na sua bucetinha.
── Lou, porque eu estou tão meladinha assim, maninho? É tão dolorido. Minha florzinha tá tão quentinha. ── Seus olhinhos rapidamente se voltaram para mim, sua voz chorosa e manhosa me fez sorrir. ── Eu nunca fiquei assim boo, isso é normal? ── Vi lágrimas finas caírem por suas bochechas e rapidamente eu as sequei com meus dedos, sem parar de acariciar um dos peitinhos.
── Baby, isso é normal amor. Você apenas está com tesão. ── Sorri acariciando sua bochecha, vendo ele virar de frente para mim novamente, na posição que estávamos antes de começar a ver o filme. ── Tá molhadinha porque tá sentindo meu cacete roçar nessa bucetinha, não é princesa? Eu também tô louco de tesão.
Sua atenção foi rapidamente para meu pau com a cabecinha rubra escapando do meu short, tão curto e colado que o desenho do meu cacete duro poderia ser visto e contemplado de longe, minhas bolas ficavam totalmente marcadas na posição que eu estava sentado com as coxas separadas. Harry parecia hipnotizado, olhava de forma curiosa e no cantinho de seu lábio eu via um sorrisinho discreto crescer ali.
Minhas mãos se dirigiram para a sua cintura, apertando meus dedos na sua pele branquinha e puxando seu corpinho frágil para mais perto do meu, fazendo com que sua xotinha revelasse ainda mais a cabecinha do meu cacete, lhe arrancando um gemido baixinho.
── O que significa ao certo estar com tesão Lou? ── Seu lábio rosinha formou um biquinho tão beijável que eu inclinei meu corpo para frente beijando inesperadamente o cantinho de sua boca.
De forma singela eu pude sentir seu lábio, mas ainda não era suficiente pois eu não estava o beijando de fato. Lentamente, subi minha mão para sua nuca e aproximei minha boca de sua orelha. Harry respirava de forma pesada.
── Estar com tesão é quando seu corpo implora por algo ou alguém, e consequentemente quando isso acontece eu fico de pau duro e você fica com a xotinha melada. ── Soltei um riso e beijei seu pescoço branquinho.
── Então é por isso que você também está assim? Seu corpo está implorando por mim? ── Seu jeitinho inocente me deixava louco. Ele não era explícito. Ele estava excitado mas nunca usaria de fato as palavras evidentes.
Sua mãozinha curiosa acariciou meu pau e seu dedão rodeou minha glande com curiosidade. Aquele toque foi o suficiente para eu sentir meu corpo inteiro tremer sob o seu.
── Sim princesa, eu estou assim porquê quero tocar você. ── Continuei com os lábios praticamente colados em sua orelha.
Senti seu corpinho tremer em cima de mim. Harry havia soltado um breve gemido manhoso, talvez minha garotinha não fosse tão inocente assim. Com as pontas dos meus dedos acariciei sua barriga lisinha coberta por pintinhas e senti a pele leitosa se arrepiar com meu toque. Eu subia e descia meus dedos, sentindo seu abdomen contrair a cada toque. Meus lábios agora passavam em seu pescoço, apenas me segurando para não beijá-la.
── Lou, o seu... ── Ele pausou no meio da frase antes de continuar. ── É tão grandinho... ── Ele gemeu manhoso empurrando a xoxota na cabeça da minha rola para fora do short, me arrancando um gemido alto. ── Será que vai caber na minha buceta? Por que eu sou tão apertadinha Lou, acho que seria melhor você entrar na minha bundinha, assim o estrago não seria tanto.
Seu olhar curioso novamente se voltava para meu pau, que latejava dentro das calças e disfarçadamente as vezes eu o tocava. Eu estava louco de tesão.
── Princesa, você tá mesmo insinuando que eu coma seu cuzinho? Você ao menos consegue se ouvir? ── Sussurrei contra sua orelha e levei meus dedos até sua buceta, sentindo meus dedos queimarem ao esfregar gostoso o grelinho inchado por cima do shortinho colado. Ela estava tão meladinha e como uma boa puta abriu as pernas para que eu pudesse brincar melhor com sua xotinha.
── Me desculpa maninho, eu não quis dizer isso, eu só achei que poderíamos fazer igual o casal do vídeo. Poderíamos brincar de marido e esposa, sim?! E assim nós faríamos coisinhas de papai e mamãe. ── Ele riu baixinho rebolando contra meus dedos.
Por um momento quase me esqueci que ele era um completo inocente, ou pelo menos se fazia.
Levei a mão livre para meu cacete, masturbando lentamente por cima do short. A essa altura eu já não ligava se Harry estava assistindo aquilo, eu apenas precisava me aliviar. Meu tesão aumentava a cada segundo e a cada segundo que passava eu queria estar dentro de Harry. Minha outra mão acariciava seu grelinho inchado com o polegar, ele estava tão durinho que marcava nos shorts.
── Lou, eu posso ver? ── Um sorriso surgiu no cantinho de sua boca. Ele olhava para meu pau com certa malícia.
── Você quer ver meu pau, baby? Desde quando você se tornou tão safada assim? ── Ri baixinho acariciando suas bochechas que ficaram vermelhas no mesmo instante.
── Me desculpa... Eu-
── Não se desculpe amor, gostei da sua iniciativa. Tira meu short! Assim você vai poder olhar bem de pertinho. ── Sussurrei contra seus lábios e Harry sorriu tão inocente que eu me culpei por isso.
Ele rapidamente colocou seus joelhos no chão e observou minhas coxas grossas abertas, passou suas mãozinhas na minha panturrilha e fez uma breve massagem no local. Eu queria esporrar em todo seu rostinho perfeito, encher seus lábios de porra apenas para depois beijá-los e fazer com que ficassem ainda mais inchadinhos e vermelhos.
Lentamente suas mãos subiram para o cós do meu short e ainda um pouco receoso ele o abaixou lentamente. Meu pau latejou com o olhar surpreso de Harry. Meu cacete bem grosso com as veias saltando bateu com força na minha barriga, um pouco acima do umbigo, pesado e pingando tanto que eu poderia socar no seu cuzinho virgem sem problema nenhum que minha boneca não sentiria dor, apenas minha pré porra e um pouco de saliva daria conta. Eu nunca estive tão duro.
Eu tinha poucos pelos ao redor, era apenas alguns, bem aparados que até se juntavam ao caminho de pelos em minha barriga. Minhas bolas pesadas repuxavam e rapidamente levei minha mão até meu pau, tocando uma punheta lenta.
── Louis, é tão grande e grosso... ── Harry parecia vidrado no meu pau, eu estava feliz em ser o primeiro que ele via pessoalmente.
── Você gostou baby? Se quiser pode tocá-lo. ── Coloquei minhas mãos atrás da cabeça e relaxei meu corpo ao ver Harry de inclinar e passar a pontinha do seu dedo indicador na cabecinha do meu caralho, levando o dedo em sua boca de modo curioso para lambê-lo.
Puta merda
── Que delícia. ── Ele gemeu.
── Bebê, você já mamou em um cacete antes? Já chupou ou sentiu o gostinho de porra na língua? ── Meus olhos escureceram. O tesão me consumiu como fogo. Harry rapidamente sorriu e negou com a cabeça ainda com o dedinho na boca.
Meu corpo queimava, minhas têmporas suavam e eu queria tanto foder aquela boquinha. Eu queria ser o primeiro dele em tudo.
── Eu posso te provar Louis? Seu gosto parece delicioso. ── Sua vozinha calma e seu jeitinho meigo até nesses momentos me excitavam.
Sem conseguir formar uma frase concreta, fui capaz apenas de assentir. Sua boca se aproximou do meu pau e com as mãos para trás como se estivesse se autoimobilizando, Harry abocanhou a cabecinha vermelha do meu caralho e chupou todo meu líquido ali presente. Seus olhinhos verdes me encaravam com tesão enquanto sua boquinha gulosa envolvia a cabeça do meu cacete. Essa pose de inocente era uma farsa para esconder seu jeitinho de puta. Por mais que fosse virgem, ele sabia me provocar como uma putinha.
Eu apenas gemia rouco, louco com toda aquela situação. Meu irmão mais novo estava me chupando e estava sendo uma delícia.
Sua boquinha lentamente desceu pela minha extensão, aos poucos pois com dificuldade tentava engolir tudo. Lentamente meu pau ia sumindo na sua boca e eu sentia e ouvia os barulhinhos de sua garganta misturados com sons de saliva, seus olhinhos lacrimejavam e uma careta de dor ia surgindo a medida que meu pau invadia sua boca.
— Vadia da boca gostosa. — Gemi rouco e agarrei seus cachos empurrando com força sua cabeça para baixo. Ele se engasgou tossindo forte, e eu sorri satisfeito. Não tinha nada mais prazeroso do que ver um garotinho como aquele engasgando com um pau. — Imagina quando meu caralho inteiro estiver comendo essa tua buceta apertadinha, será que você vai fazer essa carinha de dor também?
— Lou... Eu gostei.
Ele mal havia me chupado e parecia acabado. Olhos vermelhos, a boca cheia de saliva aos arredores e as bochechas coradas.
— Chupa mais então, quero gozar na sua boquinha. Você quer isso neném? — Passei a mão delicadamente em seus cachinhos e eu o vi sorrir assentindo rapidamente voltando a abocanhar meu pau.
Agora com a ajuda de sua mão, ele masturbava e chupava ao mesmo tempo, me encarando. Sua bochechas gordinhas formavam vincos, apertando meu pau dentro de sua boca. Ele chupava com vontade e as vezes soltava meu pau com um barulho obsceno apenas para circular sua língua em minha glande, sugando para dentro de sua boca todo o meu fluído.
Com a cabeça jogada para trás, senti suas mãos pequenas acariciando minhas bolas equanto voltava a socar meu caralho na sua garganta, chupando e recolhendo qualquer resquício da minha pré porra. Eu estava absorto nas sensações que me dei conta quando ele havia parado os movimentos. Abri lentamente os olhos e vi minha pequena tirando o shortinho colado, mostrando sua bucetinha inchada ligando uma linha fininha de melzinho até o tecido do short. Minha garota carregava um sorriso tão safado, com as covinhas nas bochechinhas deixando tudo ainda mais adorável. Ela se aproximou novamente de mim e sentou com a buceta gostosa no meu caralho, esfregando desesperadamente a xotinha inchada na cabeça molhada do meu pau.
Era uma bagunça gostosa de gemidos e nossos fluidos que se misturavam. Sua buceta era tão lisinha e tinha o grelinho gostoso proeminente saltando e durinho que chegava a fazer uma fricção gostosa quando esfregava ele na cabeça inchada da minha piroca.
— Caralho princesa, você é uma putinha. Sempre quis se esfregar assim no meu cacete? — Apertei sua cinturinha e o ajudei com os movimentos do quadril, sentindo seus lábios da buceta envolverem meu caralho e seu melzinho jorrar melando meu pau e nos transformando em uma bagunça molhada e muito gostosa.
— Maninho... Lou... Minha florzinha tá pulsando muito. — Ele grunhiu tímido, bem baixinho que mal pude ouvir.
Harry mordeu seu lábio inferior gordinho, jogando a cabeça para trás rebolando a grutinha em cima da cabeça do meu pau. Seus peitinhos apontavam para meus lábios e seu corpo inteiro tremia próximo ao orgasmo.
— Princesa, deixa eu encaixar só a cabecinha do meu pau na sua xotinha, vai? — Pedi manhoso apertando sua bunda redondinha, escorrendo dois dedos pro seu cuzinho apertadinho que pulsou com meu toque.
— Mas maninho, vai doer muito. — Minha princesa choramingou rodeando seus braços em meu pescoço, cessando os movimentos apenas para levantar o seu quadril e encaixar sua grutinha melada e pequena na cabeça do meu cacete. — Eu sou virgem. — Suas bochechas coraram e ele sussurrou segredando aquilo para mim.
Ela rebolou um pouquinho e não tardou em bater meu caralho grosso na sua buceta, completamente maravilhada ao ver seu melzinho grudando no meu pau.
— Só a cabecinha não vai machucar não bebê e você tá bem molhadinha, só deixe eu te sentir um pouquinho. — Sussurrei contra seus biquinhos pontudinhos e rosados, capturando o esquerdo com meus lábios, chupando e mordendo ouvindo os gemidinhos manhosos de Harry enquanto ele não parava de se esfregar em mim. — E eu não me importo em ser o seu primeiro, inclusive acho justo que eu seja o primeiro a abusar dessa bucetinha, você não acha? — Sussurrei deixando um beijo em sua testa suada acariciando sua cintura, vendo Harry assentir incapaz de formar alguma frase enquanto mantinha a boquinha aberta e os olhinhos fechados.
Senti seus dedos agarrarem a base do meu pau e sua bucetinha abrigar a cabeça gorda do meu pau com dificuldade. Por mais que estivesse bem meladinha, a bucetinha de Harry nunca tinha recebido um caralho grosso e seu aperto gostoso me sufocava. Seus gemidos se tornaram ainda mais altos e como se houvesse perdido o controle, Harry sentou de uma vez só, e eu não pude impedi-lo. Agora sua bucetinha inteira estava preenchida pelo meu pau. Seu grelinho inchado pulsava contra minha virilha e sua boquinha aberta gemia desesperadamente chamando meu nome com lágrimas escorrendo por seu rostinho.
— Vadiazinha da buceta apertada. — Grunhi contra seus mamilos, apertando ambos com meus dedos.
— Maninho, seu pau é tão grosso.
Minha irmãzinha rebolou em círculos e apertou a bucetinha no meu pau, gozando imediatamente só de me ter dentro da sua grutinha necessitada. Eu não consegui me conter e em um gemido alto apertei novamente seus peitinhos e gozei gostoso no fundinho da sua buceta apertada. Meu abdômen contraiu tão forte e um gemido rouco rasgou minha garganta quando minha porra atingiu forte a buceta gordinha da minha irmã. Levei minhas mãos até seus peitinhos apertando fortemente enquanto minhas bolas pulsavam e eu jorrava o máximo de porra na sua xotinha.
Eu me sentia um virgem que havia gozado com literalmente uma única sentada, mas não era fácil se controlar quando estava há meses sem sexo e uma buceta quente e apertada sufocava meu pau e o ordenhava mesmo que inconscientemente.
Joguei a cabeça para trás e deixei pender nas almofadas do sofá. Harry ainda não havia saído de cima de mim, ele continuava rebolando e esfregando o grelinho em mim com o meu pau atolado em sua grutinha melada, contraindo e tentando ganhar o máximo de leitinho possível na sua buceta escorregadia. Eu estava acabado e se não fosse por lábios curiosos distribuindo beijos tímidos por toda a pele suada do meu pescoço, eu provavelmente dormiria. Sua boca me beijava com delicadeza e suas mãozinhas se mantiam ao redor do meu rosto, acariciando minha barba com os polegares.
— Lou me leva pro quarto e dá um banho por favor, cuida da sua irmãzinha. — Ele sussurrou contra meus lábios, me deixando alguns selinhos tímidos.
Sorri ao escutar sua voz calma e assenti em concordância encaixando minhas mãos em sua bunda, levantando seu corpo em meu colo fazendo com que infelizmente meu pau escorregasse para fora de sua grutinha e toda minha porra grossa pingasse no chão e em minhas coxas. Resolvi que depois limparia aquilo, agora eu cuidaria da minha bonequinha.
Mas tudo se esvaíu quando a campainha tocou. Meu corpo tremeu e eu arregalei os olhos empurrando Harry no sentindo contrário que ele fazia. Meu coração pareceu dar um salto de aceleramento e eu rapidamente mudei de canal para algo que parecia ser um canal de compra de jóias e a contragosto vesti meu short enquanto Harry limpava os lábios, arrumava os cachos rapidamente e foi correndo atender.
💋
H
Jay e nossos outros irmãos nunca desconfiaram do que Louis e eu fizemos naquele dia, o máximo que ocorreu foi mamãe me indagar do porque de eu ter dormido tão cedo, mal sabe ela que foi porque meu maninho me fez ter meu primeiro orgasmo e esporrou com força dentro da minha buceta, foi o suficiente para que eu ficasse acabadinha e cansada. O fato de ninguém ter prestado atenção o suficiente foi a deixa para que tivéssemos combustível para fazer de novo mas sempre nos faltava oportunidade.
Naquele dia Louis cuidou tão bem de mim, ele lavou meu corpinho inteiro sem nenhum resquício de segundas intenções, enchendo minha barriguinha e meu bumbum gordinho de beijos, apertando cada cantinho do meu corpo e distribuindo beijos pelo meu pescoço e no canto dos meus lábios, as vezes acariciando despretensiosamente meus peitinhos. Ele beijava delicadamente meu pescoço e dava atenção a cadê partezinha do meu corpo.
Após me deixar no quarto depois do banho ele correu até seu quarto para um banho e eu não tardei em tentar espioná-lo. Minha visão não era tão clara mas era possível vê-lo bater uma punheta gostosa com os olhos fechados e o lábio inferior entre os dentes fantasiando provavelmente como seria me foder de fato em todas as posições. Ele gozou novamente em abundância, de uma forma que eu me surpreendi e minha bucetinha esquentou imaginando receber aquela grande quantidade de porra novamente. Ele jorrou tanta porra que foi inevitável não imaginar como seria aquela quantidade dentro do meu cuzinho apertado.
Os dias se passaram e Louis e eu estávamos mais próximos que o normal. Eu adorava o seu jeito doce de agir normalmente comigo como meu irmãozinho mais velho, mas seu jeito safado e desinibido era o meu favorito de fato. Eu ainda me sentia tímido, mas um pouco menos. Nossas provocações eram breves, mas o suficiente para que eu choramingasse todas as vezes procurando seu caralho grsso pra me preencher. A todo momento eu o provocava vestindo meus shorts mais curtos e sentava em seu colinho toda vez que eu tinha a oportunidade ou apenas alisava meu cacete na mesa do jantar.
Era notório o pecado pairando sobre nós quando mamãe, nossos irmãos e Dan fechavam os olhos para rezar e eu movia minhas pequenas mãos para seu pau, o deixando duro em instantes.
Algumas semanas haviam passado desde o acontecido do filme pornô e a todo momento eu tentava ter a sua atenção para que pudéssemos foder e eu pudesse ter seu caralho maltratando minha xotinha apertada novamente, mas nunca conseguíamos de fato chegar aonde queríamos, mas hoje a noite eu pretendia saciar a vontade de ter seu cacete indo fundo na minha bucetinha já que a mamãe, o papai e nossos irmãos sairiam para a casa de uma amiga de longa data da mãe e assim Louis e eu faríamos a noite dos filmes, que não fazíamos há um tempinho para mamãe ou Dan não desconfiar tanto já que estávamos sempre juntinhos e eu tinha medo que eles desconfiassem de algo.
Coloquei uma camisola pequenininha que mal cobria minhas coxas e se eu levantasse os braços era possível enxergar minha xotinha sem calcinha ou a poupa do meu bumbum. Meus peitinhos pareciam querer saltar para fora da camisola branquinha, estavam tão evidentes no tecido transparente que eu não me contive em tocá-los. Antes de ter contato íntimo com meu maninho, eu nunca ao menos tinha tentado me masturbar, mas desde que ele havia chegado eu sentia algo diferente na minha florzinha, principalmente quando eu sentava em seu colinho para jogarmos ou assistirmos algum filme e eu sentia algo grande e grosso roçar na minha grutinha.
Eu ficava quentinha, meladinha, pulsando e com os peitinhos durinhos sensíveis por ter Louis esbarrando neles sem querer e com toda essa dúvida do porque eu e ele ficávamos assim durante nossas carícias e abraços, decidi perguntar pra minha amiga da escola o motivo disso tudo. Bonnie riu imediatamente mas não de um jeito que tivesse a intenção de julgar, ela disse que estava indignada por não ter a mesma sorte que eu pois meu irmão era uma delícia. Ela me explicou que ele ficava duro porque queria me foder e ria baixinho ao sussurrar que eu também provavelmente queria já que minha xotinha molhava só de sentir seu caralho roçando ali.
Eu fiquei feliz ao saber que meu irmãozinho me amava ao ponto de querer que eu fosse a sua garotinha. Naquele dia voltei pra casa saltitando e o abracei com tanta força e fiz questão de dizer o tempo todo que eu o amava, pois eu também o queria sendo meu homem e queria que ele me tratasse igual putinha assim como Bonnie falou, e riu em seguida me chamando de sortudo.
Terminei de me arrumar e corri para o quarto de Louis, bati fraquinho na porta e sorri ao ouvir sua voz me mandando entrar. Lou estava deitado em sua cama de casal usando apenas uma bermuda curtinha que marcava seu volume grosso e os braços relaxados atrás da nuca contraindo os músculos do braço, deixando evidente suas tatuagens bonitas.
— Vem princesa, deita aqui do meu lado.
Seu sorriso bonito cresceu em seus lábios ao me ver. Seus olhos percorreram todo o meu corpinho e rapidamente prendeu o lábio inferior entre os dentes encarando meus peitinhos balançando conforme eu caminhava até sua cama. Me deitei timidamente ao seu lado, um tanto cauteloso para minha xotinha não aparecer e tratei de abraçar sua cintura encostando minha cabeça em seu peitoral assim como eu adorava fazer. Enrosquei minhas pernas na sua e delicadamente rocei minha bucetinha em sua coxa descoberta, sentindo meus pelinhos arrepiarem e minha grutinha começar a lubrificar implorando imediatamente pelo pau de Louis.
— Qual filme você escolheu essa noite Lou? — Perguntei baixinho sussurrando contra o seu pescoço, inspirando devagar o cheirinho do seu perfume gostoso, aproveitando o calor da sua pele bronzeada.
Uma de suas mãos agarrou minha cintura com possessividade e me trouxe para mais perto, escorregando a mão para cima e para baixo acariciando a lateral do meu corpo, raspando o polegar no comecinho dos meus seios.
— Um de terror. — Ele respondeu vagamente, esticando a mão para buscar o controle da televisão.
— Ah não maninho, você sabe que eu tenho medo de filmes de terror. — Fiz um biquinho nos lábios e aconcheguei mais ainda meu corpo ao seu.
— Mas princesa, se quiser pode ficar no meu colinho, assim podemos ficar abraçadinhos até o final. — Ele sorriu terno com as ruguinhas aparecendo em seus olhos e eu devolvi o sorriso no mesmo instante.
Louis além de lindo conseguia ser carinhoso, um bom irmão e muito atencioso. Seu sorriso me encantava o tempo inteiro e eu amava cada detalhezinho do seu rosto bonito, eu poderia ficar horas observando.
Assenti rapidamente com alguns cachinhos caindo em meu rosto e subi em seu colo, sentindo seu tronco subir e as costas apoiarem na cabeceira da cama, enquanto eu mantinha minhas costas coladas em seu peitoral. Louis deu início no filme e suas mãos livres tocaram minhas coxas em um carinho gostoso. Seus dedos grossos acariciavam minha pele de baixo para cima lentamente, fazendo com que eu me arrepiasse com seus dedos acariciando, enquanto eu me remexia deixando que minha camisola minúscula se enrolasse em sua bermuda e revelasse um pouco mais do meu bumbum descoberto pressionando forte seu pau. Eu conseguia sentir o caralho do meu irmãozinho endurecendo entre a minha bunda, com minhas nádegas o envolvendo, Louis gemia baixinho e não parou o carinho em minhas pernas, ele parecia realmente muito dedicado em assistir o filme.
— Maninho...
Sem que eu quisesse um suspiro manhoso escapou dos meus lábios e eu não me contive em rebolar gostosinho no seu cacete duro. Louis pareceu receber os meus estímulos pois apertou forte minhas coxas e pressionou o quadril para cima, estocando no meu bumbum com o pau coberto mas eu conseguia sentir perfeitamente a cabecinha da sua rola escapando dos shorts e melando minha bundinha nua. Ele era tão grande que a cabecinha inchada chegava a escapar dos shorts diversas vezes que eu o deixava duro.
— O que foi bebê? — Ele soprou contra a minha orelha.
Cínico.
— Vem cá, senta de frente no meu colo, assim você não precisa ficar olhando pro filme.
Seus dedos apertaram minha cintura e sua voz era carregada de malícia. Eu sorri e prontamente mudei as posições, sentei de frente em seu colo e abracei seu pescoço com força, deixando a bucetinha bem em cima do seu cacete. Eu conseguia sentir meu grelinho inchado esfregar gostoso na cabecinha molhada do seu caralho. Ele soltava tanta pré porra só em me ter em seu colo, apenas em sentir a irmãzinha mais nova com a xotinha toda melada implorando por rola.
— Bem melhor assim, não acha? — Ele sorriu malicioso e sugestivo, seu lábio inferior foi capturado pelos seus dentes e eu me perdi na sua boca gostosa, imaginando como seria ele chupando minha xotinha.
Bonnie me explicou também que receber sexo oral na buceta era gostosinho, então eu queria que Louis fizesse em mim e se isso fizesse com que eu me sentisse bem eu o procuraria todos os dias só pra chupar meu grelinho.
— Maninho eu não quero ver filme. — Fiz um biquinho nos lábios rebolando em seu colo.
Mexi meus quadris lentamente sentindo toda sua protuberância grossa arrastar no meu grelinho todo meladinho. Subi minhas mãos para os meus peitinhos com os mamilos durinhos e os apertei gemendo baixinho.
— Não? Poxa gatinha eu queria tanto assistir o filme mas você não para de esfregar essa xota melada em mim, parece até uma puta desesperada por rola. — Louis sorriu cafajeste soprando contra meus lábios.
Eu conseguia sentir minha grutinha molhar ainda mais com seus elogios ao mesmo tempo que minhas bochecinhas coraram por ganhar um nome que havia soado tão bem. Se eu pudesse pediria para ele me chamar assim o dia todo. Eu queria tanto ser a putinha do meu irmão. Eu queria ser todinha de Louis, ser sua namorada, mulher e a vadia que ele come todas as noites apenas para depois cuidar como se eu fosse sua bebê. Eu realmente o amo mais do que deveria.
— Lou... Você falando assim deixa minha xotinha pulsando tanto maninho. — Gemi fraquinho enquanto arrastava meus polegares em meus mamilos, eu sentia meu corpo inteiro tremer, eu precisava tanto dele.
— Vadia, desde quando você trocou o florzinha por xotinha, hm? Desde quando você virou uma puta desesperada pelo pau do irmão? — Louis gemeu rouco contra a minha pele, seus lábios maltratavam meu pescoço tombado para o lado ao mesmo tempo que suas mãos grossas estapeavam meu bumbum tão forte que ardia.
— Me desculpa Lou, eu não queria s-
— Não se desculpe bebê, eu amo ver você safadinha assim implorando pra levar surra de cacete nessa xotinha gulosa. — Ele me interrompeu entre as pausas dos beijos que deixava em meu pescoço.
Seus lábios macios deixavam um rastro por onde passava na minha pele. Louis beijava meu pescoço e o colo dos meus peitinhos, apertando meu bumbum com força, roçando a cabecinha inchada da sua rola na minha grutinha. Eu já conseguia sentir lágrimas se formando nos meus olhos e minhas bochechas pinicarem com a vontade louca de querer tê-lo logo dentro de mim.
— Louis, fode minha bucetinha, vai! — Gemi manhoso quando sua língua arrastou no meu mamilo durinho.
Desesperadamente levei minhas mãos até seu short de moletom e abaixei sua bermuda revelando seu caralho pesado com as veias grossas pulsando da base até a cabecinha vermelha toda meladinha do meu melzinho e sua pré porra.
— Senta gostosinho princesa. — Ele beijou minha bochecha e apertou minha cintura quando levantei o quadril para encaixar minha bucetinha no seu pau.
Deixei minha testa encostar em seu ombro e o abracei com mais força ainda, agarrando seus fios da nuca com ambas as minhas mãos, apertando e puxando com força quando seu pau escorregou pra dentro da minha buceta, alargando minha xoxotinha conforme eu sentava devagarzinho ouvindo o som das nossas lubrificações ressoando.
— Seu pau me preenche tão bem gatinho... — Rebolei sentindo minha virilha contra a sua.
Seu pau já estava completamente dentro de mim me preenchendo da forma mais gostosa e dolorosa possível. Louis gemia rouco e apertava meu bumbum descontando o tesão que era me ter esmagando seu caralho com minha bucetinha pequena e inchada. Meu grelinho duro roçava nos poucos pelos em sua virilha e sua bolas repousavam no final do meu bumbum, estavam tão quentinhas e cheias repuxando, eu estava me sentindo pronto para receber seus bebês no fundo da minha buceta.
— Tão apertadinha e gostosa...
Louis gemeu feroz entre os dentes, suas mãos puxaram as alcinhas da minha camisola para baixo revelando meus peitinhos durinhos e os mamilos rosados apontando dolorosamente para frente, implorando por sua boca. Suas têmporas brilhavam e o suor já escorria por seu pescoço, ele parecia tão pecaminoso com a boca entre aberta, os lábios inchados e avermelhados somente por ter chupado meu pescoço. Não me contive ao observá-lo e subi lentamente no seu caralho descendo com força, satisfeito com os sons molhados e com o barulho da minha bunda batendo nas suas bolas.
Seu pau batia certeiro no meu pontinho de prazer, era tão grande que era impossível não sentir a cabecinha inchada preenchendo bem a minha bucetinha.
Gemi alto ao rebolar em seu colo e o abracei pelo pescoço com ainda mais força, seu tronco escorregou um tanto para frente e apenas sua cabeça se apoiava na cabeceira da cama, agora ele tinha total controle sobre mim com as mãos grossas em minha bunda, abrindo minhas bandas e expondo meu cuzinho pro meu polegar raspar ali pretenciosamente. Louis jogou o quadril para cima fazendo meu corpinho solavancar para frente e meus peitinhos roçarem em seus lábios, um gemido alto rasgou minha garganta e meus cachinhos saltaram com a investida gostosa do seu pau.
— Sua xotinha apertada me engole tão bem, puta merda... — Louis gemeu baixinho estapeando meu bumbum enquanto eu me esforçava para ser uma boa putinha cavalgando na sua pica.
Lou me segurava pela cintura ou pela bunda, ele parecia querer me domar pela cintura, mas as vezes segurar na minha bunda farta parecia mais atrativo já que ela recebia quase toda sua atenção. Ele jogava forte o quadril para cima, me fodendo forte. Seu caralho me invadia com força e sem pena alguma, ele maltratava minha xotinha tão bem enquanto eu sentava e me fodia no seu cacete intensificando mais as suas investidas com o quadril.
— Louis você me come tão gostoso. — Rebolei gostoso no seu caralho esfregando meus mamilos na sua boca, apoiando minhas mãos na cabeceira.
Louis pareceu entender meu pedido e abocanhou meu peitinho, sugando com força mamando gostoso no meu biquinho sensível.
— Nunca imaginei que minha irmãzinha fosse uma vadia sedenta por pau. — Ele acariciou minha cintura e subiu beijinhos para o meu maxilar.
Eu estava uma bagunça, meus cachos totalmente desgrenhados e o corpo suado pingando gotinhar de suor sobre Louis. Seus olhos pareciam me devorar e sua boca parecia implorar pela a minha já que estávamos tão próximos. Segurei firme novamente em seus ombros sentindo minha bucetinha contrair e meu grelinho pulsar, eu estava quase lá. Intensifiquei as quicadas em seu colo e em um pico de coragem tomei seus lábios em um beijo desajeitado. Meu coração acelerou ao ter sua boca quentinha raspando contra a minha e nossas línguas desesperadas buscando uma a outra. Eu tentava desesperadamente beijá-lo mas sem coordenação alguma já que Lou estava sendo o meu primeiro beijo
Gemi manhoso sentindo todas as sensações possíveis se intensificando, meu estômago pareceu revirar e meus olhos reviraram sem que eu tivesse controle sobre eles. Louis pareceu perceber meu orgasmo próximo e levou uma das mãos até meu grelinho, masturbando bem gostosinho enquanto continuava a me foder rápido e sem dó. Senti minha bucetinha apertar e um líquido clarinho esguichar. Um gritinho inesperado rasgou minha garganta e eu tentei fechar as pernas para conter o xixi, minhas bochechas esquentaram e eu escondi o rosto com minhas mãozinhas envergonhado por ter feito xixi, mesmo que Louis parecia não se importar, continuando a foder fortemente intensificando a sensação gostosinha na minha xotinha.
— Lou... Eu fiz- ahhn maninho. — Gemi fraquinho encostando minha testa em seu ombro.
— Eu vou gozar gatinha, vou encher sua buceta de porra quente, é isso que você quer bebê? — Louis sussurrou contra a minha orelha e eu assenti rapidamente, rebolando em círculos louca pra receber seus filhinhos dentro de mim.
Meu irmão apertou meu bumbum e gemeu rouco no meu ouvido, liberando jatos grossos de porra quentinha na minha xotinha sensível. Eu sentia sua pica pulsar dentro de mim, gozando gostoso todo seu leitinho enquanto apertava minha bunda.
— Lou... Foi tão gostoso. — Sussurrei contra sua boca.
Sua porra escorria pelos cantinhos da minha buceta, eu me sentia tão preenchido e um sorriso satisfeito marcava meus lábios.
Seus braços rodearam minha cintura e eu me aconcheguei em seu abraço quentinho, sentindo seu carinho gostoso nas minhas costas, retribuindo o carinho em seus cabelos macios enquanto sua cabeça descansava em meu peito.
— Lou, desculpa eu fiz xixi. — Falei baixinho sentindo a vergonha consumir meu corpo.
Ele riu baixo e apertou minha cintura voltando a distribuir beijos em meus peitinhos. Lou estava viciado neles.
— Não amor, você gozou. Não se preocupe com isso. Você molhou meu pau de um jeito tão gostoso. — Ele sorriu beijando meus lábios. — Vem cá gatinha deixa eu chupar sua buceta. Se esfrega na minha língua até gozar.
Porra.
Eu nunca me acostumaria com a forma que ele demonstrava carinho e desejo por mim.
Prontamente sorri e assenti animado com os lábios entre dentes. Louis deitou na cama, levantei do seu colo e contemplei sua porra grossa escorrendo da minha grutinha inchada, pingando na cabecinha gorda do seu pau. Virei minha cabeça em direção ao seu quadril e suspendi a camisola pequenininha que cobria só metade da minha bunda, dando a ele a visão completa do meu cuzinho e da minha bucetinha inchada com os resquícios da sua porra saindo da minha grutinha.
— Lou, você me encheu tanto com sua porra. — Choraminguei esfregando meu grelinho no seu queixo, sentindo os pelos ralos da sua barba me causando arrepios. — Olha como você me deixou, tô toda abertinha e cheia dos seus filhos. — Levei meus dedos até minha grutinha, metendo dois dígitos bem em cima do seu rosto.
Louis agarrou minha bunda com força e separou as duas bandas sem o mínimo de delicadeza, cuspindo forte em cima do meu cuzinho, me causando arrepios gostosos e um risinho baixo já que eu nunca tinha sido tocada ali. Rebolei em sua boca raspando devagarzinho minha xotinha nos seus lábios macios, sentindo beijinhos lentos tocarem meu grelinho sensível.
— Gatinha, você já tinha sido chupada por alguém antes? — Lou soprou contra minha grutinha que pingava meu melzinho misturando-se com sua porra.
— Não amor, você está sendo meu primeiro em tudo maninho. — Gemi manhoso espalmando minhas mãos em suas coxas. Eu me sentia bem em verbalizar que Louis estava sendo meu primeiro homem, eu me sentia como sendo seu troféu e uma enorme conquista que poderia lhe satisfazer a qualquer momento. Eu só queria ser boa para meu irmãozinho.
Empinei meu bumbum e esfreguei minha xotinha na sua boca chegando a sentir até a pontinha do seu nariz raspando no meu grelinho enquanto sua língua trabalhava em movimentos circulares lentos, seguidos de seus lábios me chupando forte, desesperado pelo meu gostinho.
Sua língua agora passava por toda a minha bucetinha toda melada de porra, melzinho e saliva, babando muito meu grelinho passando a língua para cima e para baixo pressionando meu grelinho inchado, as vezes sugando pra dentro de sua boca, soltando em seguida com um chupão gostoso. Seus braços agarravam minha cintura com força puxando meus quadris em direção ao seu rosto e eu me esfregava no seu rosto como uma vagabunda, com uma das mãozinhas para trás segurando seu cabelo com força enquanto a outra masturbava desajeitadamente seu caralho que já estava duro novamente, pulsando entre meus dedos, melado de porra facilitando a punheta.
— Você me come tão gostosinho Lou, me come tão gostosinho com sua língua e seu pau!
Gemi com sua boquinha sugando todo meu melzinho e seus dois dedos brincando com meu cuzinho, penetrando só a pontinha e depois tirando só para que eu contraísse em busca de algo ali me preenchendo também. Louis estapeava minha bunda com a mão livre e fodia minha xotinha com sua língua, as vezes usando os lábios para sugar todo meu melzinho que escorria em abundância por todo seu rosto.
Senti sua língua escorregar para meu cuzinho, deixando vários beijinhos e chupadas fraquinhas me tirando gemidos altos e arrepios gostosos e diferentes.
— Lou, amor... — Mordi o lábio inferior apertando os olhinhos.
Sua boca chupou meu grelinho sensível com força e sua língua me comia com vontade. Seus dedos agora aproveitavam para masturbar rapidamente meu clitóris e a outra mão apertava minha bunda, alternando entre meter dois dedos no meu cuzinho que os recebia tão bem. Meus gemidos descontrolados e a maneira que eu me esfregava em sua boca fizeram com que eu largasse seu pau e apenas aproveitasse os estímulos gostosos que vinham de todas as partes, aproveitando para apertar meus peitinhos, sentindo em seguida meu corpinho tremer e minhas coxas prenderem sua cabeça. Novamente eu estava gozando.
Explodi em um orgasmo intenso e gostoso com a xotinha sensível pulsando e esguichando na boquinha gostosa do meu Louis.
Ele parecia não se importar já que continuava a enfiar seu rosto na minha buceta melada com meu orgasmo e rios de saliva. Eu gemia alto totalmente sensível por seus toques, sentindo as pernas tremelicando e meu corpinho fraco descansando sobre o seu.
— Vem cá princesa, me dá um abraço. — Ele sussurrou rouco e ainda buscando forças, assenti com os olhinhos cheios de lágrimas, voltando á posição original com seu peitoral junto ao meu e nossas intimidades se esbarrando, eu ainda podia sentí-lo duro contra meu grelinho inchadinho.
Eu o abracei com força enterrando meus cachos em seu pescoço cheiroso e úmido de suor, inspirando seu cheiro forte e gostoso misturando com seu perfume genuinamente intenso. Louis me aconchegou em seu abraço e acariciava minhas costas beijando meu ombro nu sem as alças da minha camisola. Eu estava uma bagunça, mas isso era a última coisa que eu queria me importar, eu só me importava com ele e como ele agiria comigo depois de tudo isso.
— Louis, eu te amo muito gatinho. — Sussurrei contra seu pescoço, sentindo minhas bochechas esquentarem pela declaração repentina.
Eu realmente o amo e quero ele para toda a minha vida. Lou cuida tão bem de mim e eu não sei se conseguiria viver sem suas mãos ao meu redor enquanto assistimos filme ou sem seus beijinhos gostosos de boa noite que ele deixa em minha nuca quando dormimos agarradinhos, eu sempre em sua frente sendo aconchegado por seu corpo forte.
— Eu também te amo princesa. — Ele sorriu terno nos afastando apenas pra beijar a pontinha do meu nariz, descendo suas mãos até o início do meu bumbum, acariciando minha pele sem segundas intenções. — Eu machuquei seu bumbum, amor? Se sim, me deixe cuidar dele no banho. — Louis selou nossos lábios carinhosamente e eu neguei com a cabeça desviando nossos olhares.
— Você não me machucou boo, mas eu tenho medo que me machuque aqui. — Peguei uma de suas mãos e coloquei sobre meu peito, indicando meu coração que pulsava forte apenas em receber o olhar azul intenso do homem que tanto amo. — Eu realmente te amo, não só como irmã mais nova, mas eu sinto que quero ter você para sempre Lou. Eu só me entreguei para você porque mamãe me disse um dia que essas coisas devemos fazer com quem amamos verdadeiramente e eu te amo tanto que chega a doer meu coraçãozinho. Gosto do jeitinho que nossos corpos parecem bem juntos, amo seus carinhos e amo assistir filme agarradinha com você.
Meus olhinhos lacrimejavam e eu me sentia fraco diante toda a minha declaração. Eu não tinha forças ao menos para olhar em seus olhos, eu só queria chorar e passar o dia inteiro pensando em como eu era boba de expressar meus sentimentos de forma tão verdadeira e intensa.
— Lou eu te amo tanto que esses dias cheguei a sonhar que eu tinha um bebê seu e bom, você sabe que meu sonho é ser mamãe... — Enxuguei as lágrimas fracas que molhavam minhas bochechas e me senti boba por dizer tudo aquilo. — Boo, apenas esqueça tudo isso que eu te disse-
— Não gatinha, não irei esquecer nunca. Eu estou impressionado em saber tudo isso e maravilhado com o jeitinho que você me admira pois eu também te amo pequena. Desde que nos aproximamos eu soube que eu teria problemas porque exatamente tudo em você me chama atenção, eu amo seu jeito carinhoso e seus beijinhos matinais quando dormimos juntinhos e amo quando você decide cozinhar para mim. Eu quero tanto ter você pra mim amor e caso queira, eu posso realizar o seu sonho de ser mamãe. — Louis falava baixinho contra minha orelha, segurando meu queixo e de vez em quando dando alguns beijinhos em minhas bochechas.
Meu coração parecia prestes a saltar do meu peito. Louis também me amava da mesma maneira e eu só pude sorrir largamente voltando a abraçar seu corpo contra o meu, apertando meus braços ao redor do seu pescoço e beijando suas bochechas.
— Agora podemos tomar um banho rapidinho? Tô doido pra cuidar do corpo da minha namoradinha, enquanto só nós beijamos de forma preguiçosa, sim?
#louis #hey louis #what are you #hey #hey babes #whatcha doin can i #can i kiss you hey louis #lou #are you signing your name #i’m signing my name too #isn’t it nice we’re signing our names on the same things louis #you look really nice #your hair is pretty #you smell pretty too #lou did you see i put a butterfly#butterflies are pretty #you’re pretty #can i kiss you louis hey louis lou can i please kiss you (x)
ʟᴇᴛ ᴍᴇ ᴄᴏᴍᴇ, ᴘʟᴇᴀꜱᴇ 🦇 ݁ ˖ִ ࣪
Onde Louis é um calouro virgem na universidade um pouco perdido entre os dormitórios e encontra um veterano de Gastronomia que o ajuda a se encontrar.
Ltops;
Hbottom;
Não há uso de preservativos!
Vampirismo;
Powerbottom;
Asfixiofilia;
Overstimulation;
Dupla penetração;
Sadomasoquismo;
Edging;
Virgindade;
Belly bulge
🩸Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler. Me digam se houver qualquer errinho, estou com uma pequena dificuldade na correção! Boa leitura, mwa
🦇 ݁ ˖ִ ࣪
Tomlinson não havia imaginado que sua vida na universidade seria tão complicada. Não como um pretexto para dize-lo que é menos inteligente que os outros estudantes, mas realmente se tornou um grande empecilho quando tomou as rédeas da própria vida e saiu da casa dos pais para morar em um país desconhecido e por conta própria.
O moreno é natural de uma cidadezinha pacata no interior da Inglaterra, então tem sido um pouquinho complicado lidar com a nova rotina, mas nada que não consiga superar. No entanto, há algo pior que Tomlinson pode caracterizar como 'complicada' na sua integração no campus da universidade.
As presas afiadas apareciam de vez em nunca entre os lábios fininhos e vermelhinhas do moreno, apesar de conversar o mínimo possível e esconder os lábios assim que o integravam em alguma conversa. E tem se tornado difícil tentar esconde-los. As aulas de cálculo geral eram melhores neste quesito. Não era necessário falar muito. Apenas arrumava os óculos retangulares que escorregavam para a ponta do nariz pontudinho e realizava anotações importantes.
Seu porte não tão musculoso. Era algo que aparentemente chamava muita atenção dos estudantes ao seu redor. Ainda, a atenção que recebia era descomunal.
Louis não se considerava alguém com uma beleza surpreendente ou algo como Damon Salvatore para chamar os olhares de todos garotos e garotas que passavam por ele. Mas por algum motivo acontecia. Então, precisou se acostumar a usar roupas mais grossas e casacos de lã quentinhos quando seu período coincidia com o inverno, ao tentar se esconder. Até que ao menos conseguisse tomar as rédeas e controlar seus instintos por mais tempo.
Nessa noite de novembro, o moreno carregava alguns cadernos pequenos de anotações e seu tablet em uma das mãos enquanto bebericava um copo de chá de limão ao andar de volta para seu quarto individual no grande campus da universidade. Torceu o nariz algumas vezes devido ao cheirinho forte que os outros alunos exalavam e abaixou a cabeça para não lidar com suas pupilas dilatadas. Sua barriga roncava de tanto tempo sem comer com o dia atarefado e se sentia exausto, completamente.
Tomlinson fez uma careta incomoda quando começou a se aproximar da porta de madeira que integrava o grande corredor com todos os dormitórios.
O som estava alto e não esperava algo diferente vindo do campus de exatas. O cheiro de álcool e maconha ardia seu nariz. Torceu para quando se deitasse na cama o cheiro de sangue dos universitários ao redor não o atingisse também, levando em consideração que no fim destas festas sempre aconteciam imprevistos e brigas entre jovens idiotas, ou algum tarado com fetiche em sangue.
O som alto e as sensações causavam calafrios em seu corpo não treinado enquanto continuava a caminhar de cabeça baixa pelos corredores até a porta de seu dormitório individual.
Apertou os olhinhos azuis algumas vezes sentindo a visão embaçar e o corpo querer cambalear um pouquinho por estar tão estimulado e sentir tudo tão intensamente.
Não havia ninguém que soubesse sobre sua 'condição'. Tomlinson acredita fielmente nisso e espera que continue por todo o tempo que precise para graduar.
–Tomlinson, cara.–Sentiu uma mão o sacudir nos ombros, o parando no meio do caminho e tirando um pouco da sua concentração no piso de madeira decorado, quando finalmente olhou para cima pela primeira vez ao entrar na fraternidade integrada.–Já esta bêbado, porra? A festa começou agora.–Niall o olhava animado com duas garrafas de vidro na mão, quase vazias. As pupilas dilatadas nos olhos azuis um tanto menos intensos mostrava como ele estava tão altinho também, assim como o resto dos estudantes que rodeavam a porta aberta com um som alto e muitas vozes agitadas. Niall o tocou no ombro novamente com um sorriso ladino no rosto esperando uma resposta. Achava que o amigo estava bêbado e talvez fosse o motivo de estar meio tonto enquanto andava.
–To' bem, cara. Obrigado, mas não bebo.–O moreno respondeu dando um sorriso amigável enquanto tentava respirar fundo e retomar sua consciência para continuar o caminho. Ajeitou os fios lisinhos que caiam na testa a todo custo e o óculos que escorregou na pontinha do nariz.
–Desde quando não bebe?
–Horan, você pergunta isso toda vez, cara. Não tomo álcool.– O moreno riu, um pouco mais aliviado com a distração da conversa apesar do cheiro forte que vinha do loiro.
–Poxa, é verdade.– A expressão de Horan mudou drasticamente, enquanto entortava os lábios e parecia um tiquinho chateado por não ter lembrado disso do melhor amigo. Louis riu com a expressão dele. Eles tinham a mesma conversa todas as vezes que encontrava Niall em alguma festa do seu curso.
–Tá' tudo bem, amigo. Aproveita aí. Amanhã saímos para tomar um café ou alguma coisa. Vai ser bom pra sua ressaca e preciso terminar a lista de questões de cálculo.– Tomlinson alisou o ombro do amigo gentilmente e sorriu reconfortante enquanto escondia os lábios por trás das mãos disfarçadamente ao sentir um cheiro forte metálico vendo uma ruiva se aproximar de Horan.
A garota usava um vestido castanho e coladinho no corpo, marcando os seios fartos e aparentava estar igualmente alterada como o loiro. Debbie se encostou em Niall se esfregando e cochichando algo indecente no ouvido dele.
O moreno torceu os lábios novamente para o que escutou -e prefere não dizer em voz alta-, tentando esconder os caninos aparentes pelo cheiro forte de sangue vindo da garota, que provavelmente estaria menstruada, e as bochechas carmesim pelas coisinhas ditas. Relaxou os ombros quando encontrou a brecha perfeita para continuar o caminho até seu dormitório, vendo o quanto Niall pareceu se entreter com a ruiva na sua frente, apesar de mais tonto que antes.
Parava no caminho algumas vezes, olhando para o chão e respirando fundo para controlar os instintos. Louis deu mais uma bufada aliviado quando finalmente sentiu as presas um pouquinho menores. Os cabelos castanhos estavam bagunçados e caíam em sua testa pela agitação.
Andava um pouquinho mais devagar, não notando quando passou direto pela porta do seu dormitório, abrindo novamente outra porta de madeira que integrava o restante dos quartos de dentro da grande fraternidade. Não havia uma divisão exata de competição de fraternidades ou algo do tipo como em universidades americanas. A faculdade apenas integrava uma grande fraternidade para todos os cursos e alunos que possuíam a chance de se alojarem nos dormitórios, era fácil acesso para qualquer um dos outros quartos e poderia trombar com um estudante de qualquer outro curso a qualquer instante.
Os barulhos e cheiros diminuíram drasticamente, o que, apesar de aliviar o peso nos seus ombros deixou Louis um pouco incomodado pelo estranhamento. E então notou um cheiro diferente dos provenientes da festa.
O cheiro de comida. Que era tão tão forte, e mesmo que desta vez um pouco mais reconfortante, o fez cambalear mais um pouquinho novamente.
–Obrigado pelo pouquinho de trigo. O meu havia acabado e eu não me atentei. Prometo retribuir. – O moreno escutou uma voz doce e carinhosa vindo de dentro de um dos quartos. Rapidamente levantou a cabeça para a porta a sua frente. Ela era toda decoradinha com pequenas camélias de adesivo em volta da maçaneta violeta e ele acreditaria ser um dormitório feminino se a voz que escutou de dentro não soasse masculina, apesar do tom doce e carinhoso.
O cheiro de queijo grelhado ficava cada segundo mais forte quando misturado com a colônia adocicada que a pessoa atrás dela usava no momento.
As pupilas dilataram novamente e Louis coçou com a ponta dos dedos a barba rainha e ruiva olhando atentamente para a porta.
Por algum motivo estava enfeitiçado pelo cheirinho que dissipava no ar, quando em abrupto a porta abriu e Louis pode ver o rosto que acompanhava voz doce e carinhosa.
–Oops. Merda. – O moreno ralhou baixinho ajustando as mangas do suéter azul enquanto tentava desviar o olhar do garoto a sua frente quando seus olhares se encontraram.
–Oi– O garoto pendeu para o lado apoiando o quadril em uma das pernas e sorriu dócil com as covinhas fundas mas bochechas vermelhinhas a mostra. –Você está bem?– Perguntou com a voz ainda mais dócil e melancólica -se possível-. Se aproximando delicadamente do homem a sua frente e o deixando encarar por mais tempo.
Tomlinson finalmente pode notar e admirar com mais cuidado os cachos castanhos que caiam um pouquinho na testa na tentativa de um rabo de cavalo bagunçado. Os olhos verdes e que tinham as pupilas igualmente dilatadas, juntamente com os lábios grossinhos e brilhosos que acompanhavam as covinhas bonitas nas bochechas.
E, porra. O garoto é lindo.
Usava uma blusa de manga longa preta de gola alta e justinha em todo seu tórax e braços por baixo do avental branco, que não aparentava a sujeira de farinha de trigo como as dobras das mangas da blusinha mostravam em seus cotovelos.
Não era um avental profissional, como utilizado em aulas da faculdade ou em restaurantes renomados por chefes de cozinha, mas ainda bonito. Louis acredita que o acessório talvez nem fosse tão bonito assim, o garoto que era.
As fitinhas que amarravam em torno da sua cintura delineavam a parte do corpo, mostrando o quão fininha e curvilínea ela era. Havia também um paninho pendurado em um dos lados da fitinha, e provavelmente utilizava alguma calça de malha ou moletom como ele estava usando por baixo, mas não notou a tempo suficiente de ser chamado atenção.
As bochechas de Louis coraram pelo tempo que passou observando o garoto com afinco, quase o secando. Dilatou as narinas novamente e respirou fundo o cheirinho bom que conseguiu reconhecer como uma colônia frutada com alguns tons florais.
–Ei, suas pupilas estão grandes, gatinho. Está passando mal? – O menino se aproximou um pouquinho mais se possível para o olhar mais de pertinho, sorrindo igualmente maior ao observar as maçãs do rosto fundinhas, os olhos azuis e chamativos e sua barba ralinha ruiva que completamente chamava a atenção.
O garoto de olhos azuis coçou a barba com a ponta dos dedos novamente olhando para o lado numa tentativa de desviar o olhar mais uma vez. Já foram incontáveis. Fazendo o cacheadinho sorrir o secando um pouquinho mais discreto e lambendo os lábios com a pontinha da língua ao observar as mãos do homem completamente coberto, e como as veias nela se destacavam com tanto afinco nos dedos tatuados e bonitos.
–Meu nome é Harry. Por que não me responde?
–Perdão, foi falta de educação da minha parte. Estou um pouco tonto. Não quis ser mal educado ou te atrapalhar, mas acho que me perdi nos dormitórios. Sou Louis Tomlinson.
–Bem, senhor Tomlinson. – Pigarreou divertido. –Acho que seja calouro para ter se perdido nos dormitórios e vir parar na porta de um estudante de gastronomia.
–Porra, fui tão longe assim? – Louis pestanejou, finalmente se dando conta da diferença da aparência do corredor que estava. —Me desculpe mesmo, Harry. Sou calouro e o cheiro e barulho das festas no meu corredor estavam insuportáveis, não quis te incomodar. –Deu um passo para trás ao mesmo tempo que Styles se aproximou dele.
–Se os barulhos estão tão ruins e altinhos, não tem problema ficar aqui! Desde que não incomode os outros estudantes. –Harry limpou os dedos longos na toalhinha que tirou do avental branco o olhando com um sorriso cafajeste.
—Eu sou quieto, acredite. —Harry soltou uma risadinha pela frase enquanto o moreno torcia a sobrancelhas para tentar entender o que tinha de tão engraçado nisso.
Estava o caçoando?
–Não quer entrar, Louis? Pode ficar aqui um tempinho. Até as festas pararem, ao menos. Festas de calouros são realmente um porre, mas se acostuma com um tempinho. –Suspirou.– Mas me parece um pouquinho tonto, posso te pegar um remédio e preparar algum chá para se acalmar, gosta de canela ou lavanda? –O cacheadinho sugeriu carinhoso.
–Me parece papo de psicopata que vai me torturar dentro do seu dormitório, chefe. – Tomlinson riu um pouquinho, tentando soar mais amigável.
E honestamente, o sorriso do garoto bonito era tão contagiante que estava cogitando realmente fazer aquilo. Afinal, seriam só alguns minutinhos até que arrumasse um lugar para passar aquela noite como fez diversas vezes.
Louis tinha um fundo onde guardava dinheiro para possíveis imprevistos, e mamãe era muito gentil e carinhosa quando se tratava de situações como essa. Quando se mudou, sabia que situações assim viriam acontecer e estava completamente disposta a o ajudar como for.
–A menos que queira ser morto e torturado com uma caçarola italiana e um pouquinho de chá. Eu não colocaria veneno, não posso estragar minhas receitas assim, gatinho. Que coisa feia pensar isso de mim. –Fez um biquinho dramático apesar de estar feliz do garoto azulado estar um pouco mais a vontade e distraído. –Vamos, entre. Só até estar um pouquinho melhor. E não me engane, senhor Tomlinson. Pude escutar sua barriga roncando de longe!
–Tudo bem. Mas apenas um pouquinho, não quero te atrapalhar. Até me estabilizar, sim? – O moreno sorriu pequenininho ainda envergonhado do garoto bonito ter o convidado para entrar.
Qualquer ser humano com algum senso crítico teria recusado a oferta, mas analisando a situação, quem realmente estaria em perigo seria o Styles. E Louis espera realmente que o cheiro de dentro do quarto com uma pequena cozinha ao lado não seja tão mais forte a ponto de suas presas aparecerem novamente.
Louis estava errado.
Ao que Harry abria melhor a porta para que ele pudesse entrar e acompanhava para dentro guardando o paninho em suas mãos e desamarrando o pequeno laço do avental atrás da sua cinturinha. Tomlinson dilatou as narinas para a mistura de cheiros que o acoitou de inicio. E com toda certeza, o cheirinho de Harry estava tão mais forte dentro do pequeno alojamento.
Notou a pequena mesa de estudos com um notebook apoiado em cima e uma pilha de livros, algumas fotos e anotações grudadas na parede a sua frente e tudo devidamente organizadinho. A cama do cacheado aparentava ser um pouco maior que uma de solteiro convencional, com o edredom rosa e arrumadinha com algumas almofadas. Tomlinson sorriu ao perceber o perfeccionismo do cacheadinho. E mesmo que sendo um dormitório estudantil, seu espaço era individual e se parecia muito com Harry. Exalava delicadeza, organização e o principal, seu cheiro gostoso.
Andou um pouquinho para frente da bancada com algumas cadeiras onde o garoto provavelmente fazia suas refeições e notou a pequena cozinha com os utensílios que com toda certeza era primordial para suas aulas praticas e receitas feitas em casa.
Tamborilava a pontinha dos dedos na bancada de madeira, ainda desviando o olhar do cacheado para que o outro não notasse seus olhos quase assustadores pela pupila grande.
–Seu quarto é bonito. –Sorriu gentil tampando os dentes com os lábios fininhos. –É você nas fotos? –Apontou com a outra mão para as pequenas polaroides, ainda torcendo o nariz de vez em quando após fungar fundo.
Harry terminava de dobrar o avental e deixar em cima da bancada oposta a Louis, buscando uma luva para retirar a caçarola de dentro do forno sem se queimar. Desviou do objetivo, vestindo a luva e andando ate a frente de Louis.
–Sim. Quando era pequenininho. –Sorria carinhoso com a lembrança.
–Está usando perfume? – Tomlinson corta o assunto, se assustando com a pergunta que até o pegou desprevenido.
–Está te incomodando? Me desculpe, não era para estar tão forte. –Se afastou novamente do moreno para abrir o forno e retirar o utensílio de vidro com cheirinho de coco e queijo ralado da sobremesa.
Apoiou o refratário perto da pia, tirando a luva térmica novamente e retornou o assunto. –E para saber, não uso perfume ou algo do tipo, gatinho. O cheiro me deixa enjoado. –Deu uma pausa. –Não gosto de perfumes em mim.
Tomlinson apertou os olhos ao saber que aquele cheiro gostoso vinha diretamente e naturalmente do cacheadinho.
–Pode se sentar na cama, é mais confortável. Estou terminando de dar os últimos toques na receita, e pode comer se quiser. Tire o casaco, o calor vai te deixar mais enjoado. Quer algum chá? Posso te dar um com todo prazer.
–Não, obrigado. Vou me sentar um pouquinho até conseguir melhorar e ligo pra dormir na casa do meu amigo. – O moreno comentou previamente, aceitando a oferta de retirar o casaco grosso de lã e pendurou em cima de uma das cadeiras, mostrando seu fisico um pouco musculoso na camiseta de gola baixa e de alguma banda hippie desconhecida. –Não se importa mesmo que eu me sente na sua cama?
–Não mesmo.
O cacheado o observou atentamente quando Tomlinson se sentou na pontinha da cama, o viu virar a cabeça um pouquinho para o lado e sorriu maior ao notar a cicatriz em sem pescoço.
Tão sutil mas não conseguiu passar despercebido. Mordendo o lábio inferior com a pontinha dos dentes e um sorrisinho travesso pela recém descoberta, o cacheado deixou a tarefa de terminar a receita de lado quando caminhou para frente da cama e do moreno. Harry não era bobinho, e também não era como se seres místicos ou fantasiosos fossem realmente ficção como os livros costumam demonstrar de maneira exagerada. Eles existiam de uma maneira completamente camuflada entre os seres comuns. Ser algo do tipo não é algo que se deva exibir por ai.
Algo que Styles saberia lidar muito bem, eram com vampirinhos. E não seria necessário que lesse livros e grimórios antigos para que entendesse do assunto. O cacheadinho tinha certeza do que aquela marquinha já cicatrizada no pescoço do moreno com carinha de nerd significava.
Louis finalmente percebeu o quão mais delineado o corpo de Harry era sem aquele avental quando se acomodou na pontinha da cama e direcionava o olhar tímido para o garoto bonito, era quase como se seu corpo o puxasse unicamente para o garoto bonito.
A blusa gola alta apertadinha demais para sua sanidade na cintura delineada do outro universitário, e marcando os mamilos pontudinhos dos peitos proeminentes e aparentemente inchadinhos. A calça moletom que caia em baixo do umbigo de cintura baixa, mas apertavam um pouco nas suas coxas grossinhas, como um fodido modelo.
Styles fez o melhor biquinho que pode, de forma teatral antes de iniciar o assunto.
–Essa marca no seu pescoço...
–Porra. –Tomlinson se assustou com a citação e tentou esconder a todo custo a cicatriz com a mão, mesmo sendo tarde demais. –E-eu não vou fazer nada, eu j-juro. Posso ir embora, me desculpe mesmo. Cacete. –Respondeu rápido demais com um semblante preocupado no rosto e um pouco de chateação ao perceber que pode ter perdido uma possível amizade ou uns beijinhos trocados que poderiam dar por um descuido seu de deixar aquilo aparecer, imaginando que provavelmente estaria assustando o cacheadinho naquele ponto.
–Eu não mordo, gatinho. Quem morde é você. –Harry sorriu ladinho, andando com os quadris de um lado para o outro em direção do moreno, quase rebolando dentro da calça justinha, fazendo Louis perder o ar com a maneira que Styles parecia tão dominante simplesmente com o jeitinho que falava. E não precisaria de muito para o ter na pontinha do dedo, ele tem certeza disso. –Não precisa ir embora. Não tenho medo.
Tomlinson torceu a sobrancelha em confusão mais uma vez.
–Louis, posso te perguntar uma coisinha?
–Talvez.
–Está namorando? –Louis corou com a pergunta, se sentindo sem saída a cada segundo que se passava e Harry se aproximava mais dele devagarinho. Parando em pé entre suas pernas afastadas, em uma postura que soaria dominante se não fosse o olhar baixo e o jeitinho que mordiscava o lábio inferior, escondendo o máximo seus dentes proeminentes. Se pudesse classificar Styles em alguma caixinha, certamente ele seria uma loba.
–Não. – O garoto respondeu rápido e desesperadinho. A pontinha do dedo empurrando o óculos que escorria no nariz pontudinho.
–Você me beijaria se eu fizesse?
–Achei que era só uma pergunta, chefe Styles.
–Eu posso te perguntar mais essa, então! Ainda não me respondeu, meu bem. –Se aproximou mais um pouquinho, se possível.
A canela batendo no box da cama e inclinando seu corpo para mais pertinho do de Louis enquanto se abaixava lentamente. Tomlinson, em resposta, começava a se apoiar nos cotovelos na cama com tanta aproximação. Suas bochechas se tornando quase violeta de tão vermelhas e as narinas largas para respirar bem fundo o cheiro gostosinho que Harry exalava como um maldito pecado, assim como o dono.
Tomlinson definitivamente não se importaria de ir ao inferno se Styles fizesse o pecar.
Louis apenas acenou com a cabeça, parecendo desesperado suficiente para que Harry desse o próximo passo. E ele o fez.
O cacheadinho se aproximou finalmente, juntando seus lábios em um selinho dócil e carinhoso. Sentindo a barba crescendo na palma das mãos quando acariciou o rosto do moreno com afeição.
Tomlinson suspirou baixinho com o selinho e se deleitou quando iniciaram um beijo lento e envergonhado ainda por sua parte, se deitando completamente na cama e deixando apenas o tronco um pouquinho levantado para que o cacheadinho pudesse subir em cima dele. Harry sorriu quando suas línguas se encontraram e começou a ser um pouquinho mais afoito, explorando a boca do moreninho com os lábios vermelhos. Subiu mais um pouquinho em cima dele se possível, com os joelhos em cada lado das coxas abertas para sentar-se em cima delas, manhoso.
Soltou um gemidinho com o jeitinho delicado que Tomlinson o beijava o imitando. Sentindo o cheirinho de perfume floral do garoto e esfregando um pouco nas coxas musculosas do moreno.
Soltou um ofego baixinho, separando o beijo com uma mordidinha no lábio fininho de Louis e o lambendo logo a seguir. Encarou Louis, os olhos azuis brilhantes, e riu baixinho quando o outro tentou juntar suas bocas novamente para continuar se beijando.
—Tá' animado, gatinho? -- Louis concordou afoito com a cabeça tentando novamente voltar o beijo gostoso, mas Harry o segurou no lugar com a palma da mão, ainda acariciando a barba ralinha. —Faz tempo que não beija ou me quer tanto assim?
—E-eu te quero.
—E a outra pergunta?
Tomlinson desviou o olhar pela primeira vez depois daqueles longos minutos.
—Eu nunca beijei.
Harry sorriu maior, exibindo os dentinhos de coelho e mordendo o lábio com a informação nova. Se ajeitou sentando um pouquinho mais para frente no colo de Tomlinson e sentindo seu pau durinho por baixo do pano moletom com tão pouquinho. As bochechas do bumbum gordinho quase que instantaneamente abrigando o volume longo que sentia pulsar gostosinho perto do seu cuzinho.
Sua pupila dilatou, quase consumindo complentamente as íris verdinhas do cacheadinho, enquanto suas covinhas apareciam mais fundinhas com o sorrisinho que dava.
— E está assim com tão pouquinho, Tomlinson?
—Desculpa. N-não era para-
–Shh, eu quero. Seu beijo é uma delicia, gatinho. Mas eu posso fazer muito mais, sabe...— Tirou uma das mãos do rosto de Tomlinson, levando a pontinha dos dedos para a barra da calça do moreno e riu baixinho quando escutou um ofego vindo dele, sem nenhuma hesitação. —Você parece tão grosso, Lou. Será que sabe só morder ou me comer gostoso também, vampirinho?
—Porra. —Louis revirou os olhos azuis com o palavreado, sentindo a calça apertar com o cacete durinho ardendo em baixo da boxer e juntou seus lábios novamente em um ato de impulso. Feliz que Harry retribuiu ele muito muito bem.
Styles voltou a o beijar com mais afinco. Se encontraram agora de maneira desesperada um pelo outro, as línguas enroladas e se esfregando rapidinho de uma maneira que quase soaria vergonhosa, acompanhando Harry dando gemidinhos manhosos na pontinha da sua língua em cima do caralho gostoso, o apertando. Tomlinson sentia a cabecinha dolorida no tecidinho mole pulsar deliciosamente e revirando os olhos desta vez tão fortemente ao sentir Styles sentar mais forte e apertar seu membro entre as bochechas do bumbum enquanto tinha a barba ralinha na palma da mão do outro.
E ele tinha certeza que gozaria vergonhosamente rápido com o jeitinho que o cacheado conseguia o dominar.
Harry mordeu o lábio inferior dele, expondo os dentes afiados do moreno e sorrindo ladino quando escutava o nerdzinho gemer extremamente alto. Retirou os óculos retangulares do rosto do moreno, jogando em qualquer canto da cama, o dando mais liberdade de beijar gostoso o moreno.
Deu mais uma lambidinha em cima da boquinha rosada de Tomlinson, apertando suas bochechas fundas com a palma da mão e não deixando de olha-lo nos olhos por um segundo sequer quando desceu um pouquinho os dedos da mão livre.
A pontinha do indicador delineando seu maxilar e descendo lentamente pelo peitoral magro até que pudesse acariciar os pelinhos ralos em baixo do umbigo do vampiro, se afastando um pouquinho e perdendo o contato do seu cuzinho tão perto do caralho grosso. Desceu o olhar enquanto passava a pontinha do indicador, delineando o contorno do pau duro por cima da malha fininha.
Contraindo o cuzinho ao sentir Tomlinson gemendo na sua língua conforme retornavam o beijo desengonçado e seu próprio pau pulsando dentro da calcinha fininha, completamente molhadinho e gemendo manhoso com o leve toque da pontinha do dedo se lambuzando de pré-gozo.
A pontinha do polegar e indicador com as unhas pintadas de um lilás brilhante e tão delicadinho como o cacheado, contornavam a cabecinha inchada, sentindo a boquinha carnuda salivar com a grossura que conseguia sentir, apertando delicadamente a pontinha gostosa e rodeando onde sentiu ser a fendinha, já que sentia sua ponta do dedo mais molhadinho ao apertar naquele ponto.
Tomlinson gemia audível e manhosinho na boquinha do cacheado, mas arregalando os olhos abruptamente quando sentiu perder o contato gostosinho e ao mesmo tempo preguiçoso do garoto em seu colo.
—Você pode gozar comigo rebolando no seu colo, gatinho? — Harry perguntou baixinho e com um biquinho para ele quando se desencaixou do beijo molhado, apertando as sobrancelhas e com um olharzinho pidão, mas que não conversava com seu impulso ao voltar a se sentar em cima do cacete pulsando do moreno. Apertando a bunda gorda no seu colo e girando os quadris gordinhos em movimentos circulares, como se estivesse o cavalgando.
—H-Harry-, eu — Tomlinson jogou a cabeça para trás, expondo as veias tortuosamente grossas no pescoço bronzeadinho e arrancando um sorrisinho maior de Styles. As mãos ainda espalmadas do lado do seu corpo no colchão, envergonhado de segurar na cintura delineada e bonita. —Eu vou v-vir rápido, e depois não v-vou conseguir, oh, isso.
Harry rebolava mais forte em seu colo com afinco, girando o bumbum cheio de um lado para o outro, mas mudando o ângulo para se esfregar para frente e trás, como se o vampiro fosse seu cavalo e ele estivesse o cavalgando deliciosamente.
Sentia o pau longo e pulsante esfregando entre as suas bochechas abertinhas e tão próxima do seu buraquinho o fazendo sentir a pré-porra encharcar sua própria calcinha através do tecido da calça. O suor escorrendo e grudando alguns cachos rebeldes no seu rostinho e pele leitosa que se tornava avermelhada.
O próprio pau esfregando na renda da calcinha igualmente lilás e sentindo os poucos músculos do abdômen de Louis roçarem sua glande, molhando a malha fina da camiseta do nerdzinho e aumentando os movimentos, ficando cada vez mais rapidinho ao que sentia Louis respingar e sentir seu pré-semen em todo seu cuzinho, mesmo com tanto tecido. Seu próprio pênis estocando e esfregando por cima do abdomen contraído e delicioso.
—Essa será a primeira vez, amor. Quero fazer muito mais com você, vampirinho. Não estamos nem perto de acabar. —Levou a própria mão para a sua cabecinha inchada, levantando a camiseta de Tomlinson para acariciar a pontinha melada nos gominhos enquanto se esfregava mais forte, rebolando como uma maldita putinha. Com a outra mão, largou de apertar as bochechas vermelhinhas do mais novo, descendo a ponta das unhas por seu pescoço e simulando apertar o pescoço bonito, o segurando levemente para testar o limite do garoto. —Goza gostosinho pra’ mim, gatinho- oh porra. — Revirou os olhos com o gemido muito mais escandaloso dos que Tomlinson estava soltando, o sentindo esporrar em toda cueca apenas com os dois se esfregando gostosinho.
— Porra, porra, porra, O-oh Hazz. —Abria a boquinha bonita, sem vergonha de soltar sons deliciosos com o garoto gostoso o dando prazer.
Ele praticamente se sentia no paraíso.
— Gozou tão rapidinho, amor. — Harry se sentou para trás, em cima das coxas grossas e torneadas de Tomlinson. O pau durinho ainda dentro da calcinha apertada naquele ponto e sentindo a renda arranhar sua cabecinha deliciosamente.
Passava a palma da mão em cima do membro ainda duro do moreno, olhando pra bagunça que tinha em sua calça e ansioso para finalmente tirar aquele tecido que atrapalhava sua visão.
Apertou o caralho grosso e pulsante, mal fechando a palma em torno dele e levantando o olhar novamente para encara-lo com as pupilas dilatadas. Lambendo os dentes superiores com a pontinha da língua e sorrindo maior do que já fez ao mostrar suas presas aparecendo, igualmente as de Tomlinson, apesar de bem mais afiadas e grandes do que do universitário, arrancando um suspiro surpreso do outro.
— Harry. Você também… — Suspirou pesado, torcendo a sobrancelha grossa e sentindo o pênis voltar a endurecer, mesmo que sensivelzinho por ter gozado vergonhosamente rápido.
— Foi um garoto tão bom me obedecendo, Lou. Nem preciso te estimular para ficar durinho pra mim novamente, não é? Já está latejando na minha mão, gatinho, tão obediente. Bom menino. —O apertou mais fortemente, quase próximo de o machucar mas ao observar as expressões do moreno, percebeu que ele amava a dorzinha tanto quanto ele. — Deixa seu pau livre pro seu Harry, meu bem. Quero te mamar agora, mhm?
E Tomlinson então, tão rápido como sentiu a mãozinha de Styles o apertando deliciosamente, sentiu o contato se dissipar, não largando o olhar dos movimentos delirantes do cacheado e a forma bonita que ele conseguia performar cada passo que dava.
Descendo a calça e a boxer até o meio das coxas, o suficiente para sentir o peso do caralho longo encostar em seu umbigo por cima da camiseta e expor suas bolas inchadas, ansioso para o que viria a seguir.
Styles se levantou, virando de costas para o moreno parcialmente deitado na sua cama ainda, puxando a camiseta de gola alta por sua cabeça e bagunçando um pouco mais seus cachos chocolate que retirou o elástico o prendendo, e expondo a cintura delineadinha de costas.
As unhas lilás rodeando a barra da calça e descendo ela lentamente pelos quadris e coxas grossinhas enquanto virava o pescoço e olhava para o membro grosso e arrocheado de Louis por cima dos ombros, empinando para trás ao descer o tecido por seu bumbum em exibir a calcinha fininha que mal cobria seu cuzinho piscante para o calouro.
Sentiu o buraquinho contrair quando observava o moreno de canto rodear o próprio pau com a mão, punhetando o caralho devagarinho e gemendo baixinho pela visão gostosa do cacheado empinadinho na sua direção, não largando os olhos do cuzinho apertado e sentindo que poderia gozar novamente apenas observando o cacheado assim, como um maldito punheteiro.
—Vai gozar tão gostoso dentro de mim, não é, Lou? Vai esporrar todinho dentro de mim e vai durar bastante quando eu sentar forte em você. — Passou a calça finalmente pelas suas canelas, andando para a pequena mesinha próxima a cama e retirando um vibrador grande de dentro, para voltar a cama e joga-la ao lado de Louis, o vendo arregalar os olhos com o brinquedinho.
Mas o dildo grosso do seu lado no lençol não seria nada obsceno comparado com a visão de Harry caminhando e rebolando os quadris para ele, ainda vestido naquela maldita calcinha. O pau de Styles esturricado dentro da renda com pequenos desenhos de corações por toda ela e que mal conseguia cobrir sua protuberância em um volume delicioso, aumentando o movimento preguiçoso da punheta que Tomlinson fazia unicamente para o cacheado.
E porra, Louis tem certeza que poderia observar o garoto por toda eternidade.
Harry chegou finalmente pertinho dele, mordendo o lábio inferior de um jeito safadinho e deixando alguns filetes de de sangue escorrerem pelo seu queixo ao que suas presas machucavam ali, deliciosamente.
A coxas grossas bateram no box acolchoado novamente, posicionado entre as pernas grossas de Louis que estavam abertas, o fazendo parar a punheta imediatamente, observando os movimentos do cacheadinho.
—Vem mais pra pontinha da cama, Lou. Quero te mamar gostoso. Quer isso?
—Porra, sim. — Engoliu em seco, obedecendo o garoto bonito prontamente e disposto a fazer absolutamente qualquer coisinha que ele quisesse fazer a partir do momento que seus olhares se cruzaram.
A mão quentinha do cacheado circulou o membro espesso de Tomlinson, agora, devidamente sem qualquer peça o impedindo.
Sentindo a boquinha salivar com a espessura e as veias grossas e pulsantes com o pouquinho toque. O caralho tão duro como se estivesse para gozar pela primeira vez e não tivesse feito isso anteriormente.
Começou com movimentos delicadinhos, punhetando o membro grosso quando se ajoelhou no chão, empinando bem a bunda gorda e lambendo os filetinhos de sangue que escorriam dos próprios lábios, desviando o olhar de Louis que tinha as pupilas dilatadas e bonitas em sua direção para focar unicamente no cacete.
Observava o jeitinho que a cabecinha do pênis inchado ficava esporadicamente mais rubra em um vermelho escuro e sentindo saliva descer pelo seu queixo. A glande sumindo deliciosamente na punheta e deixando o prepúcio completamente coberto e voltando a mostrar a fenda jorrando uma quantidade grande de pré-porra.
—Quer que eu te chupe, Lou? —Apertou o punho em volta da grossura gostosa. Girando o pulso e continuando a masturbação preguiçosa, acompanhando os gemidos manhosos que saíam da boca fininha de Tomlinson que acenou freneticamente para a pergunta.
—Implora.
—H-Harry, mhm, cacete-
—Implora, caralho. — Parou abruptamente com a punheta, s0ltando o membro e sentindo o seu próprio pingar enquanto apertava as coxas grossinhas, com os joelhos um pouquinho doloridos por cima do tapete felpudo. Recolheu com a pontinha do polegar a lubrificação do vampirinho, levando para seu próprio pau esturricado no meio das coxas e provocando a cabecinha sensível, enquanto o olhava esperando que Louis o obedecesse.
E ele o fez.
— Por favor, por favor, por favor, Harry. Por favor, eu- oh. Harry eu quero sua b-boca, por favor.
— Assim que eu gosto, gatinho. — Sorriu ladino para o moreno, esticando a língua e voltando a fechar a mão em volta da grossura. Deixando um pouquinho da saliva acumulada pingar em cima da fenda melada e escorrer pelos lados do membro e suas bolas. Com lambidinhas de gatinho na ponta grossa, o gosto salgado tomando conta do seu paladar e gemendo manhosinho na cabecinha inchada somente em sentir a grossura do homem e como ele gemia desesperado, soltando muxoxos desconexos e desesperado para sentir o aperto quente da boca de Styles.
Harry percebeu que o garoto não duraria tanto com as suas provocações, tomando início de rodear a cabeça grossa inteira nos lábios cheinhos, espalmando as mãos nas coxas de Louis e gemendo em seu caralho quando sentiu os pelinhos finos de Tomlinson se arrepiarem com a boquinha quente e apertada em volta dele.
O cacheadinho apertava cada vez mais forte o cuzinho pulsante, querendo se acabar no membro de Louis o mais rápido possível, mas tão tão satisfeito de ter Tomlinson se acabando de gemer com pouco tempo que o colocou na sua boca quentinha e apertada.
Os lábios grossinhos tentavam ao máximo proteger as presas para que não o machucasse naquele momento. As unhas se agarrando nas coxas do moreno enquanto seus movimentos com a boca aumentavam. Lambendo e mamando Louis, com a cabeça se movimentando para cima e baixo. Gemia manhosinho na pontinha do caralho pulsante na sua boca.
—H-harry, eu, cacete, gatinho. —O moreno gemia mais audível do que havia feito, e suspeitava que naquele ponto sua garganta arranharia na manhã seguinte, mas Harry não parecia se importar nem um pouquinho com os sons altos. Ele amava um homem gostoso gemendo daquele jeitinho pra ele. —Eu vou gozar, eu, mhm.
As presas de Styles ficaram mais aparente do que estavam antes, de quando estava tentando esconder, levando o calouro ao limite com as pontinhas dos dentes afiados arranhando sua carne grossa e sensível.
Sentiu os músculos das coxas sob suas palmas endurecerem, percebendo que o moreninho realmente estava pertinho de gozar.
Tirou o membro babado da boca inchadinha e quase tão rubra quando o caralho delicioso de Tomlinson com um barulho audível, em uma linha fininha da sua saliva ainda conectando sua língua habilidosa na cabecinha gorda, quando usou uma das mãos para o rodear novamente e apertar a fenda da cabecinha com força, o impedindo de esporrar novamente.
—Shhh, gatinho. Você não vai gozar agora, mhm? Vai esporrar só quando estiver dentro do meu buraquinho, meu bem. —Apertou o polegar mais firmemente, observando o membro se tornar um tom arroxeado e gemendo juntamente com Tomlinson ao que levou a pontinha da língua para lamber os filetes de sangue que escorreram dos arranhões que saiam da coxa de Louis. Aumentando suas pupilas dilatadas e sorrindo ao que o caralho pulsou mais firmemente na sua palma, o soltando rapidamente para perder o contato.
— Você não vai se tocar. – Ordenou.
Styles se levantou de onde estava ajoelhado, sentindo os joelhos avermelhados e doloridinhos. Subiu devagarinho em cima do moreno, de quatro e engatinhando em sua direção. A palma da mão molhadinha empurrou o peitoral de Louis comprimido e contraído por ter sido impedido de gozar, o forçando para que se deitasse completamente na cama.
O cacheadinho então se sentou em cima do quadril do outro, sentindo seu próprio membro durinho e negligenciado se esfregar deliciosamente e delicado sob o membro do outro, se empinando um pouquinho para que aproximasse seus rostos mais uma vez. As duas mãos, desta vez, acariciando a barba ralinha de Tomlinson, delineando com carinho o rosto avermelhado por se segurar tanto, deixando selinhos delicados sob os lábios fininhos e machucados enquanto era igualmente retribuído. Iniciando mais um beijo calmo, para que Louis regulasse a respiração enquanto esfregavam as línguas lentamente.
Tomlinson finalmente tomando coragem de segurar e acariciar os cachos suados de Styles em um carinho delicado, movimentando suas cabeças de um lado para o outro e deixando Harry chupar a pontinha da sua língua em um certo ponto, com selinhos estalados entre os beijos cortados e calminhos, gemendo extremamente manhoso com o garoto empinadinho em cima dele.
— Está sendo um garoto tão bonzinho para mim, Lou. É meu bom garoto, não é? —Apertou os fiozinhos da sua nuca, os cabelos castanhos e escorridos ainda suados como seu pescoço, sentindo a respiração do moreno se regular um pouco mais, apesar do membro arroxeado e sem qualquer toque ali continuar pingando, com um olhar pidão é completamente submisso.
— Sim, sim, eu sou seu bom garoto, Hazz.
— Uhum, você é, meu vampirinho. Quero sentar bem gostosinho no seu caralho, Lou. Você quer?
— Sim sim, hmpf, por favor. —Deixou um selinho novamente, carente dos toques do cacheadinho e finalmente quebrando o contato de olhar os olhos bonitos e verdinhos do garoto quando o observou de canto Harry recolher o vibrador esquecido ao lado deles na cama e o lançar um olharzinho inocente, deixando Tomlinson sem imaginar qual seria seu próximo passo para prosseguir com aquilo.
— Sei que vai gozar rapidinho quando eu sentar em você, Lou. Mas vai me deixar usar seu pau como brinquedinho pra mim. Não é?
— Eu sou seu. Faço o que você quiser. —Soltou uma lufada forte de ar quando via o mais velho delinear o vibrador com a pontinha dos dedos, torcendo as sobrancelhas curioso sobre o que Harry faria ali.
Sem perder mais um minuto, Harry segurou o membro inchado de Tomlinson com a outra mão assim que largou o toque em suas bochechas fundas. Rodeando a cabecinha no seu cuzinho pulsante ao levantar o quadril mais que necessariamente costumava fazer pelo tamanho do mais novo, introduzindo e sentando no cacete e Louis de uma vez.
O pescoço branquinho e leitoso jogado para trás, junto com seus cachos bagunçadinhos e formando um biquinho ao gemer escandaloso como era, pela grossura dentro do seu cuzinho tão apertadinho.
— Caralho, Harry. Que cuzinho gostoso. Mhm. — Louis apertava as sobrancelhas apertando os dentes afiadinhos com o olhar grudado no pau meladinho de Harry roçando em seu abdômen contraído. Ainda segurando o vibrador grossinho com a outra mão branquinha enquanto mantinha a palma espalmada sob o peitoral de Tomlinson, sentando com força no caralho grosso.
Subia as coxas grossinhas e descia sentando forte sob as bolhas inchadas e prestes a gozar de Tomlinson, contraindo o buraquinho guloso e rebolando em círculos lentamente. Gemia escandaloso com o tamanho e grossura do calouro, mas tão ansioso por mais, porque sabia que aguentaria e levaria Louis igualmente a loucura, que não deixava de intercalar os olhos azuis brilhantes da cabecinha inchada e rosadinha pingando sob seu umbigo; as sentadas gostosas do cacheadinho, observando o jeito que seu caralho entrava quase explodindo de prazer no cuzinho apertado e era esmagado pelas paredes quentinhas; e a outra mão de Harry ainda segurando o vibrador grosso, quase como se o provocasse a pensar o que fariam com aquilo.
— Q-que boquinha afiada, amor. Mhm. Seu caralho me come tão bem. — Circulou o quadril, com um grito e soluço engasgado ao que sentiu a cabeça gorda apertar no seu pontinho sensível quando finalmente o achou e se levando ao limite. Contraindo tão mais forte que havia feito antes e arranhando o peitoral magro do moreno, arrancando filetinhos de sangue dele. Observou o abdômen dele se contrair sob seu próprio pau negligenciado, sorrindo pequenininho entre os gemidinhos.
—Vai gozar pra mim, gatinho?
— Eu OH. Porra, Harry. M-me desculpa, eu não v-vou aguentar.
— Vai gozar tão rapidinho, não é? — Tomlinson acenava freneticamente para a pergunta de Styles, completamente submisso para qualquer coisa que o outro vampiro quisesse fazer com ele. Absolutamente qualquer coisa.
E Harry estava feliz em testar todos os limites possíveis do moreno. Ele ama um nerdzinho sob a palma da sua mão.
Mas então o mundo de Louis desabou.
Harry saiu rapidamente do seu colo ao que os gemidos se tornavam mais grossos e as veias grossas de Tomlinson ficavam mais estufadas ao que estava pertinho de gozar.
Levantou os joelhos, sentindo o membro grosso deslizar para fora do seu cuzinho e despencar na própria barriga de Louis sob a poça de pré-porra que Styles havia deixado ali.
O polegar do cacheadinho rodeou a cabecinha de Louis novamente, apertando a fenda com firmeza e rindo sarcástico com o desespero do moreno em baixo de si.
— Não, não, não, não. Por favor, n-não. —Apertou os dedos no lençol bagunçado, levantando o tronco um pouco e revirando os olhos brilhantes pelas lágrimas que ameaçavam cair, retorcendo o rosto magro por ter sido impedido de gozar mais uma vez.
— Shhh, gatinho. Você vai gozar em mim. Mas quero você esporrando bem forte no meu cuzinho, sim?
Louis engoliu em seco, tentando controlar a respiração aos poucos e acenando para o cacheadinho.
— Bom garoto. Agora deita. — Harry comandou, e sendo obedecido prontamente enquanto finalmente levava o vibrador em frente ao seu corpo, soltando o polegar da glande de Louis no pau arroxeado e inchadinho, ligando o brinquedinho para brincar e massagear a própria glande. Sentado sob as coxas grossas de Tomlinson e sentindo crescer as presas ao lado dos seus dentinhos de coelho. Gemendo dengosinho e formando um biquinho por finalmente ter algum estímulo no pau negligenciado, mas que não durou muito porque seu objetivo era outro. —Está mais calmo, Lou?
—Uhum. —Respondeu preguiçosamente, lambendo os filetes de sangue da sua boca machucada e se deliciando com o gosto no seu paladar.
Styles ligou o vibrador do dildo, apertando um pouquinho sob a sua fenda meladinha e gemendo manhoso enquanto buscava o membro de Louis com a outra mão, voltando a enfiar no seu cuzinho, sentando lentamente nele e contraindo o buraquinho em volta dele.
Tirou o vibrador do próprio pau durinho, se deixando cair sob o abdômen do calouro novamente e se empinando ao espalmar a mão no peitoral de Louis novamente. Subindo um pouquinho mais a mão para perto do pescoço bronzeadinho e levando o brinquedo grosso, mesmo que não tanto quando o caralho de Tomlinson, para perto do seu buraquinho, introduzindo de uma forma grosseira e gritando um gemido engasgado ao que sentiu o cuzinho dilatado por ser rasgado pelos dois ao mesmo tempo, sem qualquer preparação, se deliciando com a dor.
O gemido que acompanhou o grito delicioso de Louis, arregalando os olhos em estado de choque com a sensação deliciosa de dividir o espaço apertadinho com o brinquedo e sentir a vibração por toda sua extensão negligenciada.
— Pode gozar quando q-quiser, mhm, Lou. — Arranhou o pescoço bronzeado com a pontinha das unhas pintadas, ainda empinadinho para que pudesse enfiar o dildo no próprio buraquinho tão tão tão aberto e gulosinho.
Tomlinson gritou mais um gemido engasgado, soltando lágrimas pelos olhos brilhantes e as sobrancelhas apertadinhas ao esporrar jatos grossos imediatamente, como um cachorrinho que obedece os comandos do seu dono.
E seu dono era completamente Harry.
A visão se tornando turva enquanto esporrava pelo que pareciam horas a fio, sem parar um segundo sequer e tornando o buraquinho do cacheado em uma bagunça melada, facilitando o deslizar do vibrador que Harry socava forte e gritava gemendo para ele também.
— M-mas eu só vou parar quando eu gozar no seu abdômen t-todinho Oh, Lou. Mhm. —Sorriu sapeca, soluçando os gemidos e se empinando mais, se possível, em cima do moreno quando sentia o caralho dele continuar duro apesar de ter acabado de gozar e sentindo melar ainda mais sua barriga com a expressão desesperada de Louis, ao que ele aumentou os movimentos do vibrador e rebolava mais forte em seu colo.
— Ha-Harry, p-para. E-eu não vou oh, caralho. — Gemeu entre-cortado, revirando os olhos ensopado de lágrimas. —Eu não vou a-aguentar. Por favor.
— Shh, gatinho. Eu tô’ quase vindo, o-oh. —Apertou o cuzinho mais forte ao redor dele, babando por todo seu queixo ao sentir os dois o rasgando completamente em uma dor extremamente deliciosa, sentindo ser deliciosamente arrombado. Mas deu uma risadinha sarcástica quando sentia o desespero de Tomlinson. — Como tem coragem de dizer que não vai aguentar se é você quem está me comendo, Lou? Olha como você está empurrando seu caralho no meu cuzinho. Mhm, porra, que delicia.
— Harry, Harry, Harry. Caralho. — Gemeu, a garganta rasgando por tanto estímulo no pau sensível, sentindo Harry se deitar um pouco mais em cima dele e rodear sua traqueia completamente, desta vez com a mão que antes estava em seu peitoral, ao mesmo tempo que sentava mais forte sob suas bolas doloridas, o enforcando e fazendo de um jeitinho que Tomlinson nunca imaginou sentir quando sua visão escureceu com a respiração cortada pela forma que o cacheadinho o enforcava. Gozando mais uma vez e esporrando pouquinhos jatos dentro do cacheado juntamente com Harry, completamente super estimulado pelo pau sensível, enquanto contraia o cuzinho e gozava pela primeira vez, ambos juntos e sensíveis.
Harry parou com os movimentos aos pouquinhos, soltando o pescoço de Tomlinson e o deixando respirar finalmente. Retirou o brinquedinho de dentro dele, jogando em qualquer canto da cama e saindo devagarinho de cima do pau do calouro, observando admirado como Louis parecia tão acabadinho em baixo dele.
Buscou uma das mãos de Louis, que continuava obedientemente espalmadas no colchão, juntando dois dedos dele e levando para o seu cuzinho, enfiando devagarinho para manter a porra grossa dentro dele.
Se deitou sobre o corpo de Louis delicadamente, ainda mantendo os dois dedos tatuados e grossinhos de Tomlinson dentro do seu buraquinho, controlando a respiração juntamente com ele.
— Respira fundo pra mim, gatinho. —Deixou beijinhos delicados no pescoço vermelhinho, subindo para seus lábios fininhos em um selinho carinhoso. — Estou aqui, mhm?
— Caralho, Harry. —A voz saiu fininha através da garganta arranhada, soltando um sorriso completamente satisfeito quando conseguiu finalmente controlar a respiração e sentindo toda sua porra na pontinha dos dedos dentro do buraquinho do cacheado.
—E dizem que vampiros são imortais, Lou. Espero que tenha gostado. Quero sentar no seu pau gostoso pelo resto da nossa eternidade.
🦇🦇🦇🦇
oioi, amores! Me sigam o que acharam e me perdoem qualquer errinho de escrita. Estou um tiquinho insegura pois me sinto enferrujada em escrever, mas me digam por favorzinho o que acharam! Aceito sempre críticas construtivas e ideias do que gostariam que eu escrevesse!! Amo vocês, mwa mwa 💋💋
꧁ঔৣ☬✞ holy Mary ✞☬ঔৣ꧂
Onde Harry é um garoto certinho que cresceu na igreja e é desvirtuado pela dita reencarnação do diabinho, Louis
-Conteúdo Homossexual -Desuso da camisinha -Harry Inter! Harry com bucetinha -Penetração Anal -Ltops! Hbottom -Porn with plot Dirty talk
inspiração: totalmente e completamente do perfil @zjmots no tt, muito obrigada meu amor!!
✶⊶⊷⊶⊷❍⊶⊷⊶⊷✶
Holy Mary: uma parte da musica chamada “Mary on A Cross”, onde tem uma frase dizendo “You go down just like holy Mary, Mary on a cross” (você se ajoelha igual a Maria, , Maria em uma cruz), dizendo sobre seu duplo sentido.
*** Não tenho a intenção de ofender qualquer religião, não quero ser grosseira, não se passa de um cenário fictício e uma história fictícia, e avisar antecipadamente que há informações diferentes sobre a religião e tudo pode não estar certo, me perdoem pelo erro, boa leitura a todos, amo vocês ;)
✞
A semana quando se iniciava durante os longos períodos do inverno eram angustiantes e entediantes para o garoto cacheado. Desde quando cresceu dentro da religiosidade da sua família e seguia normas e regras dentro de casa, era um garoto certinho e não tinha muito o que fazer quando voltava da universidade.
Quando era apenas um garoto pequenininho se lembra rasamente da rotina que tinha, quando voltava do colégio com a pequena bolsa amarela pendurada nas costas e as roupas larguinhas, desde que estava para iniciar sua puberdade, limpando as solas dos sapatos encardidos de areia antes de entrar no carro do seu pai e escondendo qualquer resquício de sujeira das roupas para não levar uma bronca. Apertava os dedinhos gordinhos atrás das costas em um sinal claro de ansiedade e a cabeça baixa, seus cachos não costumavam ser formadinhos e muitas vezes apenas precisava manter os fios presos, não sabia ao certo por que.
Então almoçava juntamente à ele com as mãos dadas e recitando uma oração que era apenas dita da boca para fora, sem intenção real de agradecimento. Fazia então suas atividades e precisava se apressar em passos pequenos para alcançar o Styles mais velho e organizar as pequenas salas da igreja ou então ajudar a varrer o piso amadeirado e escuro, apesar do cenário escuro e caótico do lugar, gostava bastante de se distrair pulando entre os bloquinhos como tímidos passos de balet.
Seu pai era líder religioso de uma grande igreja antiga na cidade pequena, que era tão minúscula a ponto de tornar Styles conhecido por esse feito apesar dos burburinhos ao seu respeito por ser tão certinho, não se importava.
Sempre tão tão devoto. Sua família seguia o mesmo ramo e talvez tenha sido por isso que foi incentivado a participar tanto das reuniões de família e nas missas.
Seguia privado de fazer algumas coisas, o que realmente nunca o incomodou durante todo o ensino médio, por mais que as brincadeiras maldosas nunca fossem embora, não era como se ele se importasse realmente em deixar de se embebedar, fumar ou sair para festas com os seus amigos.
Até um certo ponto.
Cresceu idealizando a ideia de trabalhar com medicina, então não era novidade que passasse seu tempo todo enrolado nas cobertas com quilos de livros grossos nas mãos, lendo, fazendo anotações, estudando e deixando a pontinha dos dedos pegajosos de doces. E com certeza, seguir medicina tenha sido a única coisa que não privou o garoto de entender sobre relações sexuais, por mais que não fetichizado, entendia aquilo apenas como meio de se reproduzir.
Quando nasceu também, com um genes diferente do que previsto, sua aparência física não se adequava aos cromossomos do seu corpo. O Styles mais velho nunca diria que se arrepende, sua vontade de ter um garoto era tão imensa que apesar de sua genitália não encaixar exatamente com o nome que daria ao pequeno garoto, não se importou por hora, afinal, não veriam o corpo do pequeno Harry.
Desde que escondesse por trás de roupas largas e não envergonhasse seu querido pai, líder religioso, seguiria mostrando seu rostinho delicado e bonito com as bochechas totalmente rosadinhas e os pequenos pelos que cresciam por seu maxilar ao atingir por fim a puberdade.
Quando estivesse crescido o suficiente, encontraria alguém que logo após o casamento, o daria muitos filhinhos e, quem sabe, não o desprezaria por seu corpo, assim esperava, e porra, queria tanto.
Harry realmente não se importava com aquilo, talvez um pouco, mas não o suficiente para contradizer seu pai. Desde que não cresceu com algum apoio materno para conversar consigo sobre tudo aquilo que passava, sobre ser um garoto intersexual, ou sobre qualquer outra mínima coisa, cresceu dentro da igreja. Ensinado em primeiro de tudo a pregar e espalhar amor.
“Vista-se com roupas largas, Harry. Não quero ver você exibindo seu corpo como uma maldita prostituta quando não possui corpo para isso. Não faça seu pai passar vergonha”. Seu pai o gritava todos os dias, como humilhação, com os lábios totalmente rachados.
Isso se encaixa como “pregar amor”? Quem sabe, seu dilema apenas não se encaixe para o filho.
Nunca se encaixou .Algumas vezes se questionava se aquele era realmente o dilema que tinham dentro das catedrais e centros religiosos. Se, espalhar amor era realmente o que todos faziam, mas, Harry cresceu tão rodeado de palavras ruins e tanto ódio direcionado a outras pessoas que já não tinha tanta certeza disso.
Quando começava a se questionar se realmente gostava de ajudar seu pai e fazer parte de tudo aquilo, sua mente perigosa acabava o levando para outro lugar, sobre como gostaria de ter apenas uma família que o apoiasse, e não tratasse seu corpo com tanto desprezo como o homem mais velho sempre fez.
Acontece que, um momento você se cansa. E isso ocorre como uma bomba em timer para estourar, quando você simplesmente explode e, pode quem sabe, voltar a sua época tão mais juvenil, se revoltando como um maldito adolescente no corpo de um homem de vinte e três anos, que nunca conseguiu ter alguma diversão durante toda sua vida.
“Bom dia, Harry”. Niall abraçou o amigo pelo pescoço com um sorriso acolhedor nos lábios, assim que o cacheado apareceu nos portões da universidade. Olhando para trás de canto de olho, na intenção de conferir se seu pai já havia ido em bora. O menino de cabelo encaracolado que sustentava uma bíblia em baixo do braço e as suas roupas largas costumeiras. “Você tem noção do quão contraditório seria se fizesse história?”. Soltou um risinho.
Harry devolveu a risadinha baixa, acompanhando os olhos do amigo que viajaram para o livro em baixo do seu braço.
“Fique quieto, Niall”. Sorriu pequeno com os lábios vermelhinhos. As brincadeirinhas de Horan por sempre levar uma bíblia em baixo do braço eram recorrentes, e Harry, de forma alguma se importava com essas brincadeiras. “Onde está o seu amigo estranho chamando Zayn?”.
“Eu acho que você é considerado o garoto estranho, Harry”. Escutou a voz baixinha perto do seu ouvido quando deu um pulo assustado. O menino com uma barba rala adornando seu queixo marcado, juntamente ao maxilar tinha um garoto com o braço em cima do seu ombro, como se o abraçasse de lado. Cada segundo trocando beijinhos ao seu lado e causando aqueles barulhos estranhos.
Styles torceu em uma careta quando viu os dois garotos se beijando ao seu lado. Desde que entrou na universidade tomou conta que coisas como aquelas eram mais comuns do que gostaria realmente de imaginar. Apenas pensava que a homossexualidade ainda estava escondida e que talvez, os dois garotos ao seu lado teriam medo de se expor dessa forma, se lembrando das exatas palavras do seu pai sobre ser um ato nojento, foi quase impossível não reproduzir a mesma expressão. Era apenas reflexo, ele não sentia nojo realmente.
“Pare com essa cara, Harry”. Niall o empurrou pelo ombro, com uma careta brava e chateada.
“Desculpa Ni, ainda é muito estranho ver que isso acontece realmente, você sabe como é estranho e…”. Evitou olhar para o lado, mesmo quando seus olhos esverdeados o guiaram para a cena que deixava o Styles curioso e sua barriga engraçada com uma sensação estranha. Sentia isso absolutamente todo momento que os olhava. Portanto, fazia o máximo para não faze-lo.
“É tão mais estranho pensar que você era pior no início do ano, Haz”. Niall murmurou baixo. Ele, de certa forma, não julgava o garoto mais novo. Houveram raras vezes que tinha ido na casa dos Styles e consegue detalhar o quanto era um ambiente estranho, sua comunicação com o pai aparentava ser horrivel e o Styles mais velho, não era o tipo de pai atencioso e exemplar de qualquer maneira.
“Oh por favor vamos nos apressar, tenho palestra de histologia”. Horan formou um bico como se estivesse com nojo.
“Eww medicina”. Harry balançou os ombros rindo, se virando uma última vez para os dois garotos se beijando no pilar esbranquiçado da uni, delineando atentamente a forma que os dedos de Malik se enrolavam nós fios castanhos do outro garoto, enquanto puxava seu couro cabeludo e soltava um barulho estranho.
Arqueou a sobrancelha, de certa forma interessado. Quando olhou para baixo dos seus braços novamente, destacando a bíblia.
“Nojento. Papai disse sobre ser nojento”. Falou baixinho para si mesmo, balançando rápido sua cabeça para substituir a imagem fresca na sua cabeça por qualquer outra, e por fim, em direção à sala de palestras. Gostaria que Niall estivesse em seu curso para talvez o acalmar, e escutar suas lamúrias estranhas sobre o quão estranho era ver dois garotos se beijando.
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Harry sustentava os olhos verdes apertadinhos com alguns livros agarrados em seus seios gordinhos, deixando inevitavelmente seu livro religioso dentro da sala ao se esquecer. Observou de longe os cabelos loiro escuro de Horan sentado em baixo de uma cerejeira carregada no campus, junto a outro garoto que mantinha a postura mais despojada.
“Harry, por que está com essa cara de bravinho?”. Harry jogou os livros no gramado limpo de maneira emburrada quando abraçou apertado o loiro. Aquilo havia se tornado um ato costumeiro entre eles e Niall se sente feliz que Harry não tenha mais receio de o abraçar, desde que foi colocado na sua cabeça zero contato com garotos, principalmente.
“A Senhorita Daves não para de pegar no meu pé”. Falou abafado para o amigo, sentindo seus peitorais apertarem mais e Niall sentir a protuberância dos montinhos, sem deixar Syles desconfortável de qualquer maneira, o cacheado havia se sentido confortável o suficiente para segredar aquilo ao outro garoto, que o acolheu completamente.
“Ela ainda faz isso Haz?”. Acariciou sua cabeça. Um aceno positivo.
“Por Deus, Ni, estou no quarto semestre de medicina e ela continua fazendo isso como uma maldita perseguidora”. Pulou para trás quando percebeu a palavra que falou, arregalando os olhos verdes e tampando a boca em reflexo. “Não não não, me perdoa Deus, eu realmente não falei por mal”.
“Harry, eu não acho que ele irá te condenar por ter dito uma palavrinha feia em vinte anos de vida, fica tranquilo”. Soltou uma risada pela maneira afobada que ele agia, mesmo sabendo que o cacheado realmente se culparia no fim.
“Não gosta de falar palavrão, docinho?”. Escutou outra voz ao seu lado, com um tom tanto rouco. Observou o maxilar definido e as bochechas fundas com maças marcadas do menino bonito, tão finas e fundas que seriam quase capaz de cortar, os olhos marcantes e tão azuis com as suas pupilas marcadas. As costas magras e definidas jogada no tronco grosso da árvore em alguma posição estranha que acabava marcando tão bem seu bíceps e a barriga igualmente magrinha na camiseta regata transparente, contornando os mamilos e tão bem disposta sobre os poucos gominhos e marcações na barriga. Parou sua mente antes que os olhos viajassem para baixo do quadril e cometesse outro pecado, como os que tem cometido naquele dia.
Harry respirou fundo, estranhando seu comportamento pela segunda vez no dia, precisando apertar os olhos que já estavam pequenos pelo estresse para se distrair.
“Não gosto, essas palavras são horríveis e eu gostaria de garantir o meu lugar no céu”. Falou convicto arrancando outro sorrisinho debochado de Tomlinson.
“Acha realmente que vai para o céu enquanto me olha desse jeito, Maria? Seus olhinhos verdes não mentem, você sabe”.
“Maria?”.
“Sim, da Virgem Maria”.
“Nossa você é tão adulto, fala sério, quantos anos tem? Sete?”. Sentiu o rosto avermelhar pela breve menção na palavra que não gostava de relacionar. “E se te interessa tanto assim, estou me guardando para alguém bom, é maldoso falar dessa forma”. Acenou com a cabeça como se proferisse um discurso ao menino aparentemente mais velho.
Niall parecia estar fora de cena enquanto os dois meninos debatiam tão confiantes.
“Nossa você é tão adulto, fala sério, quantos anos tem? Sete?”. Sentiu o rosto avermelhar pela breve menção na palavra que não gostava de relacionar. “E se te interessa tanto assim, estou me guardando para alguém bom, é maldoso falar dessa forma”. Acenou com a cabeça como se proferisse um discurso ao menino aparentemente mais velho.
Niall parecia estar fora de cena enquanto os dois meninos debatiam tão confiantes.
“Louis não provoque o menino, deixe pelo menos ele em paz”. Puxou o corpo de Harry mais perto de si. O garoto todo emburradinho novamente.“Haz queria te chamar para uma coisa”.
“Sabe que eu não aceito ir para festas”. Tomlinson sussurrou um pequeno ‘garoto bonzinho’ de forma baixa, arrancando um suspiro cansado do cacheadinho.
“Você quer ir para uma festa na piscina?”. Harry virou seu rosto novamente para o loiro espantado, tentava achar um jeito de talvez falar aquilo baixinho mas seu tom irritadiço não o permitia.
“Eu não vou usar biquíni, Horan”.
“Biquíni?” Tomlinson resolveu se intrometer quando Styles se deu conta do que havia dito. “Por que biquíni?”. Torceu as sobrancelhas finas.
“Não não não”. Agitou a cabeça preocupado, não devia ter dito aquilo, agora seu coração estava tão disparado e amedrontado. Se sentia confortável o suficiente com Niall para conversar sobre aquilo que esquecia de seu amiguinho inconveniente, saiu correndo por impulso de volta as salas.
“Por que você não para de fazer perguntas inconvenientes, Tommo?”.
“O que ele estava querendo dizer sobre usar biquíni? Ele não nasceu um garoto?”.
“Olha a situação é apenas diferente, tudo bem? Aliás. Você não deveria tratar o garoto desse jeito com provocações se está afim dele, não tem mais quinze anos Lou”.
“É inevitável, senhor Horan”. Piscou o olho, agora pensando mais profundamente sobre o que seria diferente sobre Harry.
“Quer saber, apenas o de um tempo, apenas seja paciente o suficiente com o garoto e não o amedronte. Eu sei que você vai procurar descobrir sobre mas é delicado então apenas cale a boca”.
“Tão gentil, meu amor. Você sabe muito bem que eu não sou assim Ni.”. Horan concordou satisfeito por momento com sua resposta, acompanhando o amigo para dentro das salas da universidade novamente.
“Vou apenas ser gentil, da minha maneira”. Passou a ponta da língua sobre os lábios fininhos e rosados, pensando em toda beleza do garoto e a sua inocência, que talvez não fosse tanta assim.
****
“Cadê sua bíblia, Styles?”.
“Esqueci na palestra, papai, me desculpe”. Harry abaixou a cabeça enquanto desejava se bater mentalmente pelo feito horrivel. Poxa, quantas vezes ele iria cometer erros naquele dia. A volta para o apartamento havia sido desconfortável, com os olhares duros e firmes do Styles para o filho, desejando proferir qualquer palavra feia ao garoto quando chegasse em casa.
“Você está sendo irresponsável moleque, o que o Senhor vai achar de todas estas atitudes?”. Por questões de segundos, Harry chegou a cogitar que o mais velho soubesse de algo que passou pela sua mente à tarde, até entender ao que ele se referia. “Você sabe o quão difícil vai ser para garantir o seu lugar no céu filho…” Amaciou a voz. “Sabe o quanto deve se esforçar para isso, sua condição e o defeito que você esconde já são suficiente para ser condenado”. Styles não media palavras para humilhar o garoto que continha o corpo tão encolhido e envergonhado.
“Me dá um tempo, pai”. Bufou contrariado e irritadiço com suas atitudes, pela primeira vez em todos estes anos, se referindo de tal forma com o pai que, arregalou os olhos segurando firmemente seus pulsos e despejando mais uma série de palavras repudiadas contra o garoto que dizia amar tanto na frente dos outros fiéis.
Quando o clima amenizou na sala de estar fria, Harry teve permissão para subir ao andar de cima, com as narinas dilatadas de raiva e pensamentos maldosos em relação ao seu pai rondando a mente. Não sentia mais repudio dos pensamentos em relação a Louis mais cedo.
Não se isso irritaria seu pai.
“Se troque direito para me ajudar na missa de hoje, Harry. Você tem trinta minutos. Esconda esses olhos inchados, não quero ninguém perguntando.
"Vai se ferrar”. Desejou que tivesse dito isso diretamente para o mais velho, que tivesse coragem o suficiente para despejar tudo que vem guardando ao longo dos anos e sempre trancou os sentimentos tão bem a ponto de não sentir que eram seus.
Se reprimiu por toda adolescência. O quão bom teria sido se tivessem escutado suas lamúrias e soubesse como se cuidar, ou então que precisava usar sutiã se quisesse usar blusas, para que não marcasse seus mamilos pontudos no tecido fino. Tão mais fácil.
Refrescou a mente enquanto tirava a quentura de todo seu corpo delicado em uma ducha fria, depilando tão bem as pernas e a intimidade, ficando tão lisinha e com a pele avermelhada toda macia com seus óleos corporais, se sentia tão mais delicado quando fazia e nunca teve extrema certeza sobre ser pecado ou não, não gostaria de ter esta conversa com seu pai.
Mas se era pecado ou não, não importava agora.
Vestido em uma calça cor bege que ficava tão marcada no seu bumbum mas, coberta pela blusa larga que chegava às suas coxas, arrumou os pequenos cachos, ainda com as pupilas dilatadas da briga anterior porem, mais calminho. O caminho para a igreja foi novamente silencioso e com o ar pesado de uma incógnita.
Seu pai estava responsável em abrir a igreja e organizar todo o lugar juntamente ao seu filho, a cidade era tão pequena e a igreja tão antiga que não gostaria de arcar com outras pessoas, não davam aulas a crianças catequistas ou tinham alguma banda, era tão rigida e grossa quanto sempre foi, apenas o lugar e o padre, não sabem ao certo por que, mesmo sendo um tanto estranho.
Harry varria e passava um pano perfumado na madeira velha do chão para limpar toda a poeira que acumulava no lugar abafado, também dispunha os tapetes vermelhos no chão e alinhava os bancos amadeirados em toda a igreja. Ajudava o Styles mais velho a ajeitar a mesa de cerimonia, já que não seguia as regras tradicionais de apenas arruma-la durante a missa. E então se sentava quietinho em uma das pontas da cadeira no fundo da igreja, à mando de seu pai para que não pregassem os olhos no garoto logo de cara.
As pessoas chegavam sempre com a postura ereta e as roupas igualmente grandes e cobertas, respeitando muito o lugar. Nada de tatuagens ou furos de brincos que não fossem em garotas e, a maldita cordialidade. Quando a voz do homem com a batina no corpo fazia presente, Harry dava seu máximo para não prestar atenção no pai, que de qualquer maneira, fazia seu máximo para ignorar igualmente sua existência.
Ele escuta um espirro abafado ao seu lado, finalmente levantando os olhos e a cabeça do que estava abaixada cutucando as unhas que já cresciam novamente. Arregalou os olhos espantado com certeza que havia chamado atenção quando quase deu um gritinho, sentiu a mão firme e áspera apertar a sua boca para não fazer devido barulho e o rosto de Louis próximo ao seu.
“ O que você está fazendo aqui?”.
“Acha que eu não sou religioso, Maria?”.
“Não minta desse jeito, aliás, não me chame mais de Maria”. Formou um bico nos lábios gordinhos e tão apetitosos aos olhos de Tomlinson, que não evitou grudar o olhar azul cintilante no lugar e deixar Styles tão mais envergonhado quando desviou a cabeça.
“Certo, não sou bom em mentir de qualquer forma. Quer que te chame de que forma, amor? Prefere docinho como mais cedo?”.
“Apenas Harry”. Apertou a boca antes que soltasse o quanto amor soava bem na voz gostosa de Louis.
“Vim te ver, amor”. Como se tivesse lido seus pensamentos. “Ou acha que eu perderia de vista uma coisa tão linda como você? Niall me disse onde passa suas tardes”.
“Eu vou matar ele amanhã”. Cerrou os olhos.
“Que boquinha suja para ser dita no meio da missa, eu devia tomar conta dela”. Piscou um dos olhos, como um fodido charme para o mais novo.
“Você realmente veio para me ver, Louis?”.
“Louis Tomlinson”. Completou. “E, por que não?”.
“Você é um homem, Tomlinson”.
“E você é Maria”. Zombou novamente, nunca abandonando o tom de voz que fazia todo o corpo coberto se arrepiar por baixo e calafrios o atingirem. Aquilo tudo era tão tão estranho.
Louis desceu os olhos para o quadril do menino bem posicionado na madeira maciça, suspirando tão forte quando os dedos branquinhos dele apertaram a própria coxa e conseguiu ter uma breve noção do quão cheia ela era, deviam ser tão branquinhas também e porra, sua inocência era uma delicia.
Tomlinson se sentia como o diabo querendo levar o garoto ao mal caminho, mas era tão inevitável quando se tratava de Harry de uma forma absurda.
Reencarnaria no diabo bíblico apenas para levar Styles ao inferno e torna-lo propriamente seu.
Sua mente agora viajava por tantas coisas, principalmente sobre como seria gostosinho enfiar a glande babada no meio das suas coxas tão apertadinhas e foder o garoto todinho até que estivesse gemendo alto o suficiente e suplicando para foder o seu cuzinho. Não evitou apertar a protuberância que formava na calça, tentando a esconder.
Se assustou brevemente quando todos se levantaram e começaram a recitar a oração juntamente ao padre. Harry apenas conseguiu escutar um pequeno, 'licença’ e então, o corpo do diabo sumindo entre as portas dos fundos até o banheiro.
Formou um biquinho decepcionado ao que pensou que o garoto havia ido em bora, gostava da atenção do diabinho de todo jeito. Até surgir em sua cabeça a ideia de procurá-lo. O Harry de anos atrás certamente não se orgulharia das atitudes deste, sobre sair no meio da missa e até ir procurar o garoto problema que era incrivelmente bonito. Não foi como se houvesse largado a religião, ainda ligava para seus pecados e quem sabe precisasse de confessar novamente mas, durante o momento de adrenalina não consegue sentir receio algum.
Louis não estava mais sentado próximo a ele, quando notou sua falta e decidiu por coincidência que precisava usar o banheiro, a porta não estava trancada, não tem certeza se foi descuido ou intenção, mas a cena que seus olhos captaram não fugiria.
O corpo de Louis se encontrava apoiado na pia com a quadril apertando na porcelana e a cabeça jogada para trás em prazer, os dedos da mão livre estavam apertando a própria coxa como se estivesse se contendo e a outra trabalhava rápido na frente do quadril. Harry por instinto grudou os olhos atento no que Tomlinson estava fazendo quando, capturou a cena em que ele passava o polegar áspero de um lado para o outro na glande gorda, as vezes deslizando em círculos por cima da fenda que espirrava toda pré-porra no chão, pela quantidade exuberante.
A boca fininha com o biquinho bonito e logo a seguir, Harry notou como a palma da mão bonita apertou o caralho tão forte, investindo o quadril marcado para trás e para frente com agilidade, recitando alguma coisa baixinho e a voz soando rouca, assim como uma prece.
Harry estava embebido pela cena que olhava com tanta atenção, a boca entreaberta enquanto precisava respirar pesado, pois sentia como se faltasse ar suficiente, talvez o cômodo do banheiro fosse apenas pequeno de mais.
“Harry Harry Harry, porra”. Soltou um ruído baixo surpreso, ainda tentando conseguir ver o que Louis fazia com tanta afinidade escondido. A pélvis como se estivesse prestes a estourar com a pressão e, os ruídos que Tomlinson fazia embebido no prazer. A medida que apertava o membro entre os dedos, tão vermelho que chegava a alcançar o tom arroxeado.
“Harry, sabe o quão errado é ficar me observando?”. Escutou Louis proferir pausadamente, ainda segurando o membro rijo na mão, apertando as veias grossas e massageando as bolas com a outra mão. “Está curioso amor?”. Tomlinson novamente brincou com a fenda da glande, esparramando todo pré sêmen e mostrando na pontinha dos dedos como o líquido brilhava. Harry suspirou alto, ainda embebido por todo ambiente caloroso sem que qualquer pensamento racional, imaginava como seria colocar os dedos na sua língua e sentir o gosto de Louis.
Poderia fazer aquilo? Ou seria nojento?
Por que Louis tornava aquilo tão bonito e fazia parecer tão gostoso de sentir? Se sente de toda forma mal, em se quer questionar essas coisas, querendo bater em sua curiosidade por isso. Era feio pensar em promiscuidade e sobre querer entender como fazer aquilo da maneira certa, mas devia se guardar para o casamento, achar alguma moça que seja gentil com ele, o que ele tem certeza sobre nunca acontecer, crescendo naquela pequena e pacata cidade quando a religiosidade era extrema, nunca encontraria uma garota que amasse seu corpo da mesma forma que seu rosto masculino, era tudo muito complicado.
Pensar em atos libidinosos com um homem era da mesma forma errado para caralho mas, inevitável.
Bateu a porta do pequeno banheiro quando sentiu que estava perdendo a lucidez, feliz por perceber que a missa estava prestes a acabar e todas as pessoas finalmente iriam em bora. Apenas o restava que organizasse devidamente a igreja para ir embora, o que não demorou tanto. O clima entre seu pai e ele ainda era deveras estranho, não gostaria de trocar mais de duas palavras de boa noite com ele, também.
Se deitou para dormir entre os lençóis fofos da sua cama, não deixando de pensar na cena mais cedo no banheiro e em como a sensação na sua intimidade o perseguia por ver Tomlinson com seu corpo bonito de uma maneira tão desinibida. Sentindo pulsar fraquinho com a memória fresca e uma súbita vontade de ver como seria a sensação de se tocar. Tinha negado aquilo a tantos anos, com a ideia de ser nojento e horrivel que fizesse aquilo quando não havia ao menos nascido direito e com um corpo de um garoto normal.
Mas a sensação não parava por nada. Não negou dessa vez, quando levou dois dedinhos por cima da roupa intima, sentindo o tecido tão molhadinho e se dando conta do quão fora das regras estava sendo. Talvez sua súbita rebeldia com papai, tornava tudo tão bom, e realmente não se importava de testar todas essas coisas de adolescentes na puberdade dês que, a briga com seu pai seja uma desculpa esfarrapada.
Louis era realmente a reencarnação mais próxima do diabo e, não nega a malicia no seu olhar quando lembrava do garoto, o fazendo cometer todos pecados.
Imaginou qual seria a sensação dos dedos de Louis o tocando e falando tantas coisas erradas no seu ouvido, que negava subitamente gostar de ouvir. Pensou em Louis sentindo a pele lisinha da sua bucetinha e soltando uma risada no pé do seu ouvido falando quão desobediente ela era por fazer tais coisas e descumprir as regras. A boca vermelha e gordinha abrindo em reflexo e sentindo a barba rala do maxilar ossudo de Tomlinson raspando por todo seu rosto e pertinho da sua boca.
No ato de levar a outra mão para apertar a barriga e acalmar a sensação avassaladora que estava quase sentindo, esbarrou sua palma por cima dos seios sensíveis, soltando um gritinho com a sensação e seu corpo delicado dando um pulinho na cama, ainda com as pontas dos dedos encharcados e a sensação de querer mais tomando conta de todo corpo do Harry.
Apenas esfregando a ponta do dedinho macio e apertando com a outra mão no edredom, não tendo conta do tanto de barulho que faria, em segundos, ao apertar o dedo em cima do clitóris e esfregar em todo grelinho por dentro do tecido que o incomodava sentiu a sensação diferente, com os olhos verdes se revirando em prazer igualmente os dedos dos pés, e o grito fino preso na garganta enquanto tinha seu primeiro orgasmo.
Se sentia nas nuvens por alguns segundos e se perguntava como não havia feito aquilo por todos esses anos quando sentia a pulsação na sua xotinha. Adormeceu logo em seguida, com todo corpo que se encontrava fervendo por baixo do edredom e os cachos um pouco grudentos por conta do suor.
****
Quando amanheceu, sem ao menos pensar nas coisas da noite anterior, sentiu as bochechas enrubescerem ao ver papai preparando o café da manhã. Tinha feito aquilo tudo em baixo do seu teto e por hora, não se arrependia. Porem, gostaria de não pensar por enquanto, apenas comendo seus ovos mexidos e sendo levado em um longo caminho desconfortável em direção à faculdade.
E a sensação de sentir que todos sabiam o que você tinha feito era angustiante, todo e qualquer mínimo olhar direcionado para o garoto cacheado, sentia como se estivessem o lendo e observando cada pequena cena da noite anterior, mas o pior, definitivamente foi o olhar de Tomlinson. Com o seu sorriso de ladinho e os olhos azuis brilhantes como uma criança arteira que não se importava nem um pouco com o que tinha feito, direcionados ao Styles, todo maldito tempo. As vezes, intercalava do seu rosto jovem e vermelhinho para a calça de tecido fino, na exata direção que estava o seu membro.
Os olhos com as pupilas dilatadas quando estava falando com Horan durante os intervalos das aulas, ou quando sua respiração quente atravessava seu rosto ao chegar perto de mais. Porem, durante o almoço, decidiu dar um tempo para si mesmo, se sentar sozinho no campus da uni, e uma pequena mesa de pedra com cadeiras bonitinhas em volta, alguns livros grossos em cima e o seu almoço, ainda sentindo o olhar afiado de Louis na sua direção, a forma como ele ajeitava o elástico na cintura e as vezes precisava arrumar o membro para não aparecer no tecido, Harry se sentia molhar com tão pouquinho agora.
Apertou os dedos fortes na sua coxa coberta por baixo da calça, se sentava em baixo de uma arvore florida, em um canto um tanto afastado dos outros. Não pensou duas vezes, ao que sua cabeça já havia sido tomada pela luxúria e o tesão em, se sentar em cima do dedinho no banco e esfregar a boceta para frente e para trás, rebolando devagarzinho e apertando as vezes.
Os lábios vermelhos eram constantemente mordidos pelo garoto ansioso, sentia a calça molhar por cima do dedo, enquanto se esfregava por cima das roupas rebolando no dedo apoiado em cima do clitóris para frente e para trás, sentindo seu corpo ferver e os pelos arrepiarem ao que os olhos de Louis ainda não deixavam a figura pequena e delicada fazendo aquilo publicamente.
A outra mão ainda apoiando um lápis que estava estudando e fingia se concentrar nos livros de anatomia, não conseguia esperar para chegar em casa. Apertava o grelinho molhado e toda a buceta gordinha por cima das roupas, gemendo baixinho e inebriado. Não percebia quando a figura mais velha se aproximou da pequena mesa, segurando os pequenos cachos na sua nuca e grudando os lábios finos rodeados pela barba curta em seu ouvido.
“ O que o garotinho da igreja está fazendo? Eu sei seu segredinho, Harry, não pense que me engana com essas roupas largas, porra, você deve ser tão gostosa.” Beijou em baixo do seu maxilar, deixando Styles novamente sozinho e se impossibilitando de escutar o gritinho de prazer que o mais novo deu ao gozar no próprio dedinho, apenas se esfregando e tão tão rápido, por ser chamado no pronome feminino.
Harry então se deu conta o que referia o segredinho que Tomlinson tinha descoberto. Decidiu que nunca mais veria o garoto.
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Styles se sentia de certa forma importante quando tarefas com certa responsabilidade eram dadas a ele, e fechar a igreja era uma delas. O Styles mais velho deu um breve aviso, sobre precisar sair para algum compromisso importante e Harry precisaria ser adulto o suficiente para organizar tudinho no fim e trancar as portas grandes do lugar sagrado.
Havia feito tudo como de costume e a missa daquele dia tinha passado rápido em comparação aos outros dias, não conseguiu olhar para as imagens de cristo estampadas na parede quando seus olhos transpareciam o pecado, mas não sentia arrependimento ou se quer remorso, apenas se sentia distante e talvez, normal, um pouco desconcentrado mas, decidido a esquecer tudo o que tinha acontecido em relação a Tomlinson, o que era de certo modo impossível, por ele ainda trabalhava veemente na tarefa de perseguir o cacheado como um doido.
A âmbula e o cálice já estavam sendo guardados e devidamente higienizados na pequena sala ao lado da grande mesa onde eram postos tais objetos para ocorrer a missa, limpando os resquícios do vinho para que pudesse ser usada no próximo dia. As vezes se assustava brevemente com barulhinhos baixos que escutava, mesmo não dando a mínima mas, seu corpo sem dúvidas gelou quando sentiu uma figura parar atrás do seu corpo.
“Por que está fugindo de mim, Maria?”.
“Já te disse para parar de me chamar assim”. Respondeu baixinho e emburrado.
“Eu tenho te observado tanto, me diz se você se esfregar igual uma cadela no cio na cadeira durante o almoço é por minha causa. Se eu te desvirtuei e agora a garotinha da igreja faz esse tipo de coisa, seu rostinho quando me viu no banheiro aquele dia foi tão linda, amor. Totalmente. O jeito que olhava pro meu pau me fazia pensar tanta coisa.”
“Foi por minha causa?”.
“Eu descobri o seu segredinho, Harry. Não paro de pensar no seu corpo e como deve ser tão linda por baixo das suas roupas largas. Você é tão linda, sua beleza não me assusta”. Sentiu o quadril de Styles empurrar em direção ao seu, inconscientemente, apertando o bumbum. “Gosta de ser chamada no feminino, amor? Ninguém tinha feito isso com você? Te dito o quanto você deve ser uma delicia?”. Sorriu malicioso quando escutou o garoto murmurar um pequeno 'não’, como um gatinho ainda de olhos fechados e as sobrancelhas apertadas.
“Eu tenho que me guardar pro casamento”. Responde com firmeza.
“Mas? Por que está esfregando essa sua bucetinha gostosa em mim? Você parece tão desesperado, não é? Me deixa te tratar bem e fazer qualquer coisinha com você?”.
“Eu quero tanto, Lou”. Gemeu baixinho com o biquinho bonito, apertando a própria coxa novamente e soltando suspiros altos.
“Eu posso foder o seu cuzinho, te mostrar o quão gostoso quando você é bem fodida e te chupar em todo canto, amor? Você quer? A minha boquinha na sua bucetinha ou nos biquinhos dos seus seios? Não preciso comer a sua bucetinha se não quiser, eu vejo o quanto de desespero você transparece, está querendo tanto assim ser tocada?”. Harry já tinha ouvido falar sobre aquele tipo de penetração em uma roda de amigos, algum dia, apesar de ter achado estranho no momento, a ideia era tão excitante agora.
“Sim. P-por favor Lou, é tudo que eu quero, me toca”. Harry segura a mão firme de Louis atrás do seu corpo, trazendo a palma gelada em cima da sua calça, encostando tão devagar na xoxotinha, como se estivesse tocando algo quebradiço, soltou um suspiro satisfeita quando aconteceu, e os dedos de Tomlinson apertaram a sua intimidade, como se tivesse posse.
“Mhmmm ooh- Lou, esfrega devagarinho”. Pediu baixinho, repetindo várias vezes como um mantra e arrancando uma risada safada do mais velho.
“Você é doidinha pra te tocarem assim faz quando tempo, amor? Alguém segurando a sua buceta gordinha como se fosse dele. Eu fazendo tudo isso em você”.
“Muito muito muito”. Revirou os olhos, deixando os dentinhos de coelho a mostra quando o indicador de Tomlinson ousou apertar o grelinho por cima da roupa. Desistindo do tecido e invadindo a calça quando percebeu que poderia. Disferiu um tapa em cima da sua xota, apertando os lábios da bucetinha juntos e esfregando em movimentos circulares, fazia aquilo com tanta vontade e causava coisas tão boas nela, que não conseguia pensar em outra coisa.
Os gemidos altos já tomavam conta de absolutamente todo lugar, tão fininhos e afeminados como eram, o pescoço que começava a suar e a vontade repentina de gozar se aproximava. Ele era tão tão bom naquilo.
As coxas grossas foram reveladas, com as pontas dos dedos de Louis tocando sua pele tão delicadamente, como se estivesse o adorando, enquanto o moreno tirava a calça larga com a permissão do cacheado, a peça parou em seus pés juntamente com a roupa íntima quando Harry sentiu a necessidade de cobrir a bucetinha com as mãos, tão envergonhada. Tomlinson então virando o corpo delicadinho ainda em pé e se ajoelhando na sua frente.
“Não precisa se esconder pra mim, Maria”. Riu baixinho com a brincadeira do nome. E, antes que Styles pudesse relutar contra o apelido, sentiu os lábios finos de Louis deixar beijinhos por toda extensão em baixo do seu umbigo, sendo tão delicado ao beija-lo por cima da intimidade, com os estalos baixinhos e a boca molhadinha beijando em cima da xotinha gordinha.
“Vamos ali, mhm, vou te tocar sentadinha no meu colo”. Trouxe o corpinho do garoto mais novo para fora da sala pequena, assim que se levantou deixando outro tapinha na xota gordinha, levando delicadamente para a poltrona almofadada onde se sentava o padre usualmente, tomando posse do lugar quando se sentou e trouxe seu corpo para cima de suas pernas musculosas, um pouco atrás do caralho marcado por cima da calça, tão grossinho.
Harry se encontrava imóvel sobre o que fazer, mesmo que uma ideia rondasse a sua mente pervertida, não tinha certeza se Louis gostaria daquilo. Tomlinson, enquanto isso subia as mãos bonitas pelas costas magra, por dentro do tecido da camiseta do mais novo, apertando de uma forma deliciosa sua cintura e então subindo para os seios, segurando os dois montinhos na palma da mão e apertando tão bem como se fosse dono.
Harry não conseguia desgrudar o olhar do seu colo. Como a sua própria bucetinha conseguia ficar tão bem posicionada no membro de Louis, tomando coragem para empurrar o quadril para frente e para trás, como havia feito durante o almoço. O membro de Louis se encontrava em cima do quadril, molhando todo o tecido e os pelinhos ralos da sua barriga com a pré-porra. Não largando o sorrisinho incontrolável ao perceber a forma que ela se soltava cada vez mais, observando o jeitinho que o garoto mordia a ponta do dedo em ansiedade e olhava com tanto afinco o que fazia ali.
“Quer a minha calça fora, amor? Quer sentir o meu caralho na sua bucetinha e ficar se esfregando igual uma cadela no cio? Mhm? Me diz se você quer”. Circulou os mamilos protuberantes e grossinhos, que estavam apenas cobertos por um fino tecido do sutiã. Com a permissão do cacheadinho, subindo a blusa por sua cabeça e finalmente deixando todo seu corpo exposto, levou a ponta da língua áspera em cima do mamilo coberto no sutiã fino, passando tão devagar e molhadinho que a deixava colapsando, como se estivesse prestes a gozar com tão pouquinho.
E a língua de Louis era tão habilidosa, sempre rodeando o biquinho do seu seio, chupando ele veemente para dentro da boca e olhando com as orbes azuis para os esverdeados de Harry.
“Me diz que você quer que eu tire a minha calça pra me sentir melhor, sentir a minha glande esfregando em toda sua xotinha, te deixando tão mais molhadinha pra depois te chupar todinha e sentir como o meu gosto deve ficar delicioso com o seu”.
“Sim sim sim”. Enroscou os dedinhos no elástico da calça em desespero, puxando um pedaço do tecido para baixo, suficiente para deixar a ponta gorda do cacete de Louis para fora, tão brilhosa e inchadinha em prazer.
Por ela. Todinho por ela.
Encaixou o grelinho no cacete de Louis, sentindo o pré sêmen dele deixar sua xota tão mais meladinha, apertando com o quadril e movendo, por instinto, de um lado para o outro. Como se estivesse cavalgando, esfregando a bucetinha e o clitóris da cabecinha encharcada, sentindo todas as vezes que a fenda pequena espirrava mais pré porra.
Os movimentos começavam a ficar rápidos e desesperados conforme ela masturbava a glande inchada e, a boquinha de Louis trabalhava deliciosamente nos biquinhos do seu peito, tão tão gostoso, sentia a sua bucetinha espirrar toda a lubrificação na roupa de Tomlinson e estava tão pertinho de gozar.
Styles levou a pontinha do indicador quando percebeu a glande em baixo de si mais molhada que nunca, recolhendo um pouco do liquido transparente e esfregando na lingua quando observou Louis arregalar o olho.
“Mhmmm, e-eu queria saber qual era o gosto”. Rebolou devagarzinho apertando a bucetinha, sentindo a sensação gostosa no pé de sua barriga ao que estava próxima de gozar, assim como as ultimas vezes mas antes que fizesse, foi levantada pelas coxas e se agarrou ao corpo definido de Tomlinson. Sentiu seu bumbum encostar em uma superfície dura e suas costas sentirem o gelado da mesa. Ela estava deitada na porra da mesa que ocorriam as cerimonias e as missas. Na porra da mesa onde se manuseava o cálice com o vinho, com as coxas abertas e a buceta gordinha exposta para o diabinho.
“Toda abertinha pra’ mim”. Beijou delicadamente em baixo do seu umbigo, com as duas mãos ocupadas girando os mamilos grossos nos dedos, então outro beijinho tão próximo da sua xota. Beijou outra vez delicadamente, em cima da intimidade exposta.
“Não me c-chupa aí”. Relutou uma ultima vez. Mesmo seu corpo querendo sentir os lábios finos do moreno na sua xoxotinha, sentia isso como uma segunda forma de preservar sua virgindade. Louis ergueu os olhos para ela, parando imediatamente.
“Você tem certeza? Me disse isso gaguejando, amor”. Sorriu pequeno e assanhado. Beijou mais uma vez em baixo do umbigo, ainda longe da sua intimidade.
“Não”. Deu uma pausa. “Faz, por favor, foda-se”. Louis sentiu seu cacete inchar mais e expelir mais pré sêmen pelo tesão que sentiu em escutar o garotinho da igreja pedir por aquilo.
“Tão boazinha pra’ mim, amor. Fico tão orgulhoso”. Sentiu a forma que a buceta dela espirrou a lubrificação ao dizer aquilo e os gemidos que se tornavam deliberadamente altos preencherem a igreja. “Mas eu não vou te chupar”. Retirou a boca do local, subindo o beijos delicados por dentre dos pequenos seios e soltando uma risadinha abafada quando notou o desespero do cacheadinho ao escutar aquilo. “Você devia ser boazinha e guardar sua virgindade amor”. Soltou uma risada zombeteira.
“O que? Não n-não não não”. Tentou bater as pernas, como uma criança mimada, parando imediatamente ao sentir as mãos firmes de Louis em seu corpo.
“Cala a porra da boca e seja obediente”. Bateu na coxa branca, causando um estalo pela igreja e a seguir, levando os dedos para a boca, cuspiu em três e então em direção a bucetinha, dando uma série de tapinhas gostosos e massageando o grelinho e o clitóris em movimentos circulares. “Agora, você vai me deixar foder o seu cuzinho, não vai, amor?”.
“Vou v-vou, por favor”. Sentiu os olhos verdes marejarem pelos tapas ao mesmo tempo que derramava mais lubrificação na madeira da mesa e gemia desesperada, a sensação do orgasmo próximo que tinha sido interrompido enquanto rebolava na glande grossa do garoto, gozando forte ao sentir o ultimo tapa molhadinho, se sentindo tão meladinha.
O dedo indicador de Louis circulou a bordinha da entrada pequena e comprimida, sentindo ela se comprimir em tesão e ouvindo um pequeno chiado do garoto quando a pontinha molhada por introduzida.
“Shhhh, vai passar, Maria”. Subiu o corpo com os ombros definidos novamente para perto do rosto de Harry, distribuindo beijinhos por seu rosto e sussurrando novamente. “Me beija”. Grudou a boca fininha nos lábios grossos sem esperar alguma resposta do cacheado, em um longo selinho até a mão livre de Tomlinson para abaixar seu queixo e abrir a boca de Styles, introduzindo a lingua e guiando o garoto a esfregar na sua delicadamente, os envolvendo em um beijo gostoso, de certa forma esquecendo a dor, e gemendo gostosinho na boca do moreno.
A ponta do dedo foi lentamente introduzida dentro dela, fodendo sua entrada devagarzinho e sentindo os pequenos lamurios desesperados por mais da garota. E então outro dedo.
“Mais mais mais”. Harry desgrudou sua boca de Louis, implorando com os olhinhos fechados e um biquinho em prazer, enquanto gemia.
“Porra. Vou te foder agora, amor. Quero tanto você gritando em volta de mim”. Deixou um ultimo selinho nos lábios do outro menino agora envergonhado, quando terminou de abaixar sua calça, deixando o membro grosso e longo para fora, a palma da mão envolvendo o cacete enquanto punhetava devagarinho, não desgrudando seus olhos de Harry, enquanto observava os do outro brilhar. “Vem aqui”. Apertou os dedos nas coxas branquinhas, trazendo o corpo mais perto do seu, para que pudesse dobrar as pernas longas por cima dos seus ombros e ir bem fundo no garoto.
Passou a glande molhada devagarzinho nele, introduzindo devagar até, de repente empurrar com brutalidade o quadril até bater as bolas no bumbum gordinho e arrancar um grito do garoto assustado.
Styles estava com as palmas das mãos apoiada seu corpo semi-deitado, com os olhos verdinhos apertados e gemendo tão manhosinho pela sensação gostosa quando começava ser fodida lentamente.
“Mais, mais m-mais”. Colocou a pontinha da lingua para fora conforme seu corpo se mexia mais rápido e causava estalos na mesa de madeira antiga.
“Mal comecei a te comer e já está desesperada, caralho?”. Apertou a palma da mão desta vez na cintura fininha, enquanto começava a foder o cuzinho apertadinho mais forte, puxando o quadril para fora totalmente e voltando rápido, ela não devia ter se acostumado ainda com a dor mas devia gostar dela.
O como grande e enfeitado pelas imagens de Cristo não se tornava um péssimo lugar enquanto estava embebido de prazer. Gemendo fininho e alto por ser tão escandalosa junto aos gemidos gostosos de Louis, que se encontrava tão inebriado no prazer como ela.
“Porra. Eu vou te comer tão forte que não vai conseguir entrar aqui sem ficar com a bucetinha toda melada lembrando da forma que eu te comi”. Aumentou os movimentos do quadril, metendo rápido na garota que sentia sua garganta rouca dos gritinhos que dava e a sensação de gozar tão próxima. Até sentir uma dor não conhecida se alastrar pelo seu corpo.
Tomlinson fodia a bucetinha dela sem perceber, apenas notando como estava tão mais apertadinha e molhada em volta dele, quando seu cacete deslizou e penetrou a bucetinha dela com força ,e antes que pudesse relutar e sair de dentro da garota, percebeu ela gozando forte e molhando todo seu membro.
“Porra”. Jogou a cabeça para trás, gozando longamente dentro do garoto com as bochechas coradas e e um sorrisinho na boca vermelha. Tinha sentido o quão mais gostoso foi Louis comer a sua xoxotinha e não tinha como brigar com o garoto agora, já que se tornava tão pecadora como ele em gostar daquilo e ter gozado e encharcado o garoto com a ideia de ter descumprido uma das regras.
Quando voltou os olhos para o garoto cansado entre as suas pernas, sentindo a barriga apertar e gemer bem dengosa pela porra dele preenchendo toda sua intimidade, analisou as veias bonitas que compunham o seu pescoço e, pode ter certeza sobre ter visto um par de chifres no diabinho.
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me perdoem qualquer erro, este aqui ficou gigante e passava de 8k de palavras antes de mudar algumas coisinhas, espero que tenham gostado e qualquer sugestão ou critica construtivas são aceitas, me digam o que acharam!! Até daqui a pouco, amo vocês <33