“They never should have given us uniforms if they didn’t want us to be an army.”
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“They never should have given us uniforms if they didn’t want us to be an army.”
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Da série “Mulheres que Resistem”: Vandana Shiva é uma física, ecofeminista e ativista ambiental, PhD em filosofia, com foco em filosofia da física. Em 1993, recebeu o Prêmio Nobel Alternativo (Right Livelihood Award), que premia aqueles que propõem soluções práticas para os problemas mais urgentes da humanidade. Ela denunciou como a atuação da Monsanto, gigante da indústria de transgênicos, impactou a vida de camponeses na Índia por meio da patente de sementes, levando-os ao endividamento e suicídio massivos. Shiva defende a vida, a real biodiversidade, a autosustentabilidade, o respeito à natureza, e se manifesta contra as grandes corporações, que desrespeitam a natureza e toda forma de vida deste planeta para obter lucro, contra os (des)governos, que trabalham em favor dos interesses dessas corporações, afrouxando regulamentações, dissolvendo processos burocráticos para que as empresas possam atuar livremente de forma criminosa nos países, vendendo suas grandes e atraentes mentiras, seus lixos tóxicos comestíveis, arruinando a vida de pequenos produtores e a saúde da população que depende dessa indústria para se alimentar. Vandana Shiva coordena um trabalho que é, de fato, uma das iniciativas mais importantes e honráveis já existentes. Um mulherão da porra.
Da série “Mulheres que Resistem”: Sampat Pal Devi lidera uma gangue de mulheres, a Gulabi GANG, que luta contra a violência doméstica e os incessantes estupros na Índia, acolhendo e instruindo mulheres sobreviventes. Elas vestem saris cor-de-rosa e empunham bastões de madeira, que são utilizados para intervir em situações extremas, de violência física contra mulheres, para autodefesa ou defesa de outras. A Índia é um dos países mais violentos do globo para mulheres, onde a misoginia se mostra latente na forma do aborto seletivo, da violência doméstica, dos estupros coletivos, do abandono de meninas, da naturalização do casamento e da prostituição infantis. Que caminhemos na luz de Sampat e encontremos a coragem necessária para mudar o inaceitável.
As imagens fazem parte de uma série fotográfica da artista visual Jessica Ledwich, intitulada Monstrous Feminine (Feminino Monstruoso), que expressa o quanto o ideal de beleza feminino e os rituais para atingi-lo são monstruosos, agressivos e nocivos para as mulheres.
Excertos do capítulo segundo de ‘Pornografia: Homens Possuindo Mulheres’, de Andrea Dworkin.
"Há 25 anos sou comunista. Sei as origens centrais. Se unem em raízes antigas. Li a História do meu país e de quase todos os povos. Conheço seus conflitos de classes e econômicos. Compreendo claramente a dialética materialista de Marx, Engels, Lenin, Stalin e Mao Tsé. Os amo como pilares do novo mundo comunista. Já compreendi o erro de Trotsky desde que chegou ao México. Eu jamais fui trotskista. Porém, nesta época, 1940, eu era somente aliada de Diego (pessoalmente, erro político), mas tem que se considerar que estive doente desde os 6 anos de idade e realmente muito pouco de minha vida gozei de saúde e fui inútil ao Partido. Agora, em 1953, depois de 22 operações cirúrgicas, me sinto melhor e poderei de quando em quando ajudar a meu Partido Comunista. Já que não sou operária, sou artesã - e já aliada incondicional do movimento revolucionário comunista." - Trecho do diário de Frida Kahlo.
Pintura: Autorretrato com Stalin, de Frida Kahlo (1954)
Fonte: NOVACULTURA.info
Arte de Chamo San.
http://chamosan.com/
estou de pé sobre o sacrifício de milhões de mulheres antes de mim pensando no que eu posso fazer para deixar esta montanha ainda mais alta para que as mulheres que venham depois de mim possam ver mais longe
legado - rupi kaur