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nĂŁo sei vocĂȘs, mas isso para mim Ă© reparação histĂłrica
㠀㠀ââ㠀㠀đđđđđđđđă €đă €đđđđđđđđ
㠀㠀đ€ă €ă €đđđ§đđđąđđšđ ă €ă €Ù ă €ă €vocĂȘ sĂł queria um pouco de liberdade, mas o marginal que sempre te ignorou foi o Ășnico que te deu.㠀㠀(đŠđ)㠀㠀
㠀㠀đđđđđ đđđđđ, đđđ'đ đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀đđșđđđđđșđ ââđđđđđđđđă €&ă €đđđŒđââđ đŸđđđđđș.
㠀㠀đđđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀conteĂșdo sexual explĂcito, dirty talk, sunghoon hard!dom e big!dick, spanking, hair pulling, face holding, face slapping, oral sex (fâm), degradação verbal, elogios possessivos, provocação fĂsica e verbal, jogo de poder, submissĂŁo total, brat taming, exposição pĂșblica moderada, knife-gun kink (arma como objeto de dominação), corruption kink (????), choking/breath play, orgasm denial, creampie, virginity loss, class play (dinĂąmica de classe social), sexo sem proteção (NĂŁo façam principalmente se for num beco escuro), uso excessivo de 'princesinha', e deve ter mais uma coisinha ou outra
㠀㠀đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀esse foi um pedido lĂĄ do spirit, e que virou uma queridinha do meu perfil, espero que gostem ^^.
VocĂȘ sempre soube que ser a filha do presidente nĂŁo era um tĂtulo â era uma gaiola. Uma gaiola dourada, Ă© verdade, mas ainda assim uma prisĂŁo. As cĂąmeras seguiam cada um dos seus passos, os jornais especulavam sobre cada suspiro, e o seu pai, no auge do poder, transformou a sua vida em um tabuleiro polĂtico. "Sorria para as fotos. NĂŁo dĂȘ motivo para escĂąndalos." As palavras dele ecoavam como ordens militares. A faculdade, os eventos oficiais, o sorriso perfeito: tudo era calculado. Mas ninguĂ©m calculava os seus desejos.
E então havia ele.
Park Sunghoon. O garoto que, por anos, foi a definição de perfeição na escola internacional onde vocĂȘs estudaram juntos. Uniforme impecĂĄvel, notas irrepreensĂveis, o presidente do grĂȘmio que todas as meninas suspiravam â e que vocĂȘ, secretamente, tambĂ©m suspirava. Ele tinha uma beleza quase sobrenatural, como se tivesse sido esculpido para ser intocĂĄvel. Mas vocĂȘ sabia: por trĂĄs daqueles olhos frios, havia algo mais. Algo que ele nunca deixou transparecer.
Até que o escùndalo explodiu.
Rumores de que o General Park, pai de Sunghoon, o espancava em casa. A justiça interveio, e com 17 anos, Sunghoon foi emancipado. Livre. Ou pelo menos, era o que todos pensavam. Porque a liberdade, para ele, nĂŁo foi um voo â foi uma queda. Em menos de um ano, o garoto de cabelo perfeito e sorriso calculado se transformou em um estranho: tatuagens cobrindo a pele, a voz rouca de noites mal dormidas, e um emprego que fazia o sangue do General ferver. As aulas de tiro que o pai o forçou a aprender? Agora serviam para algo muito mais lucrativo â e muito mais perigoso.
Enquanto o seu pai fazia de tudo para mantĂȘ-la trancada em uma redoma de vidro, Sunghoon se tornara exatamente o que o General mais temia: um homem que nĂŁo seguia regras. E, ironicamente, era isso que o tornava irresistĂvel.
O salto fino das suas botas de cano alto bate no chĂŁo irregular como um aviso: vocĂȘ nĂŁo pertence aqui. O beco fedore a cerveja barata e urina, e o som abafado do "bailĂŁo" â que nĂŁo passa de um galpĂŁo com caixas de som furadas â parece um eco distante de uma vida que vocĂȘ nĂŁo vive. A mini saia jeans preta, tĂŁo curta que roça na virilha a cada passo, balança com o movimento dos seus quadris. Por cima, o body rendado transparente, como uma segunda pele de pecado, deixa pouco para a imaginação: a alcinha fina e os detalhes florais na renda sĂŁo o Ășnico toque de delicadeza em um visual que grita "me toque". A jaqueta de couro oversized, roubada do guarda-roupa do seu pai, Ă© a sua armadura. E a bolsinha Chanel, pendurada no ombro como um trofĂ©u, Ă© a prova de que vocĂȘ veio do mundo que Sunghoon despreza.
A mĂșsica alta da "festa" â se Ă© que aquilo pode ser chamado assim â lateja ao fundo, abafada, como um coração prestes a explodir. VocĂȘ entrou, procurou, revirou o lugar com os olhos, mas ele nĂŁo estava lĂĄ. AtĂ© que, ao virar a esquina do beco, ele estĂĄ lĂĄ.
Park Sunghoon.
A regata preta colada ao corpo dele deixa pouco para a imaginação: os mĂșsculos tensos, as tatuagens que agora cobrem os braços como cicatrizes de uma vida que vocĂȘ nunca vai entender. A jaqueta jogada no ombro, a calça jeans desgastada, os tĂȘnis brancos que podem ser roubados ou nĂŁo â vocĂȘ nĂŁo quer saber. O que importa Ă© o baseado entre os dedos dele, a fumaça doce e pesada que te atinge antes mesmo que vocĂȘ se aproxime. Maconha. Das boas. O cheiro te incomoda, mas nĂŁo o suficiente para recuar.
VocĂȘ para. Sem olhar, ele solta, a voz rouca e cheia de ironia:
â O que vocĂȘ faz aqui, princesinha?
O apelido, como sempre, Ă© uma faca. VocĂȘ cruza os braços, fingindo indiferença, mas a pergunta sai antes que possa controlar:
â Como sabia que era eu? VocĂȘ nem ao menos olhou para mim.
Ele ri baixo, då uma tragada longa e exala a fumaça devagar, como se estivesse saboreando a resposta.
â Perfume francĂȘs importado. Cheira a dinheiro e desespero de longe. â A voz dele Ă© arrastada, como se cada sĂlaba fosse um dedo deslizando pela sua pele. VocĂȘ engole em seco, mas levanta o queixo, desafiadora. â O que veio fazer aqui?
â Vim curtir um pouco.
Sunghoon solta uma risada seca, os olhos escuros brilhando com algo entre diversĂŁo e perigo.
â Curtir? Isso aqui nĂŁo Ă© os seus coquetĂ©is de grife nem as festas com segurança particular, princesinha. â A mĂŁo dele dispara, agarrando sua cintura antes que vocĂȘ possa reagir. O corpo dele colado no seu, o calor dele queimando atravĂ©s da renda. Ele cheira seu pescoço, os lĂĄbios roçando a sua pele, e a pergunta sai baixa, quase um rosnado: â Veio aqui por causa de mim?
VocĂȘ assente, o coração batendo tĂŁo forte que deve estar ecoando no beco. Com a mĂŁo livre, ele puxa a arma da cintura, o metal frio brilhando sob a luz fraca do poste. Ele se inclina, os lĂĄbios quase tocando seu ouvido, a voz um sussurro sujo:
â A princesinha do papai tĂĄ atrĂĄs do meu pau, entĂŁo?
Sua respiração falha. VocĂȘ se contorce, a calcinha encharcada, e responde manhosa, ofegante:
â Sim...
â Tsc. Como sempre.
A arma toca seu pescoço. VocĂȘ recua instintivamente, mas ele a puxa de volta, a mĂŁo na sua cintura como uma algema.
â Hoon... por favor, guarda isso. â Fechando os olhos, vocĂȘ sussurra, o medo misturado com algo muito mais perigoso. Ele ri, a vibração do peito ressonando contra as suas costas.
â Que foi? A princesinha nĂŁo tĂĄ acostumada com uma arma?
VocĂȘ assente repetidas vezes, a barriga revirando, o medo excitante demais para ser ignorado.
â NĂŁo...
â TĂĄ travada. â Ele murmura, a arma deslizando pela sua clavĂcula antes de sumir de volta na cintura dele. â Tsc. Minhas putas gostam.
Seu corpo treme. Finalmente. Finalmente.
â Eu tĂŽ parecendo com elas? â VocĂȘ tenta disfarçar a empolgação, mas a voz traĂ, um fio de felicidade escapando entre as palavras.
Sunghoon nega com a cabeça, os dedos apertando sua cintura.
â NĂŁo. VocĂȘ tem classe. Elas nĂŁo. â A resposta sai firme, quase cruel.
VocĂȘ morde o lĂĄbio, a frustração queimando tanto quanto o desejo. Toda vez que vocĂȘ foge de casa para encontrĂĄ-lo, ele nega em te usar que nem as putas dele, dizendo que vocĂȘ Ă© preciosa demais para isso. E Ă© nĂtido, nos seus olhos e corpo, de quanto vocĂȘ o quer rasgando o que lhe resta de puro.Â
â E alguma delas estĂĄ aqui?
Sunghoon ri baixo, os dedos deslizando pelo seu queixo, forçando vocĂȘ a olhar para ele.
â NĂŁo estĂŁo. Mas mesmo aasim... â Os olhos dele escurecem, a voz um rosnado. â Eu nĂŁo vou tirar a virgindade da preciosa filha do presidente num beco sujo, princesinha. E ainda pelo marginal mais procurado pelo General.
Seu peito arde. â Quem precisa saber? â vocĂȘ desafia, a voz trĂȘmula de necessidade.
Ele aperta seu queixo, os dedos afundando na sua pele macia.
â Eu vou saber. E a minha princesa nĂŁo Ă© qualquer uma. â Um sorriso perverso curva os lĂĄbios dele. â Agora ajoelha e me mama bem gostosinho. Se vocĂȘ for boazinha, talvez eu deixe vocĂȘ gozar hoje.
VocĂȘ nĂŁo hesita. Seus joelhos batem no chĂŁo sujo antes que ele termine a frase. Ele abaixa a calça e a cueca sĂł o suficiente, e lĂĄ estĂĄ ele: pĂĄlido, quase branco, a cabeça rosa e brilhante, tĂŁo lindo que sua boca enche de ĂĄgua sĂł de olhar. A arma repousa na cintura, um lembrete perigoso e excitante de quem estĂĄ no controle.
â NĂŁo vou pegar, princesinha. â Ele nota seu olhar nervoso, a mĂŁo acariciando o cabo como um aviso. â NĂŁo agora.
VocĂȘ estende a lĂngua, tĂmida, e lamba a ponta, sĂł um toque. O gosto salgado e amargo explode na sua boca, e um gemido escapuliu sem permissĂŁo. Ele grunhe, os dedos enroscando nos seus cabelos com força.
â Isso. Lamba igual uma cachorrinha no cio.
Sua lĂngua traça um caminho lento pela veia grossa que corre embaixo do pau, a saliva escorrendo sem controle. VocĂȘ abre os lĂĄbios, tentando engolir a cabeça, mas ele Ă© grande demais. Sua mandĂbula doĂ, os lĂĄbios se esticam, e vocĂȘ engasga na primeira investida. Sunghoon nĂŁo se importa. Pelo contrĂĄrio, ele empurra sua cabeça para baixo, forçando vocĂȘ a tomar mais, a garganta fechando em torno da glande.
â Assim, princesinha. Engasga pra mim. â A mĂŁo dele aperta seus cabelos, guiando vocĂȘ para cima e para baixo, o pau escorregando na sua saliva, o som molhado e obsceno ecoando no beco. â Isso. Chupa igual uma vadia que tĂĄ morrendo de fome.
VocĂȘ tenta relaxar a garganta, mas cada vez que ele empurra fundo, seus olhos lagrimejam, o nariz esmaga na base, e vocĂȘ sente como se fosse sufocar. A arma balança ao lado, o metal frio roçando sua bochecha de vez em quando, um lembrete perigoso e excitante de que ele poderia fazer qualquer coisa com vocĂȘ. E vocĂȘ ama isso.
â Porra, sua boquinha Ă© tĂŁo apertada... â Ele rosna, os quadris começando a se mover, foder sua boca com movimentos curtos e brutais. â TĂĄ vendo como vocĂȘ Ă© boa nisso? Uma princesa de verdade nĂŁo faria isso, nĂ©? Mas vocĂȘ faz. Porque no fundo, vocĂȘ Ă© uma putinha suja que vive sonhando com o meu pau.
Sua calcinha estĂĄ encharcada, o clitĂłris latejando, cada palavra dele acendendo um fogo entre suas pernas. VocĂȘ chupa com mais força, a saliva escorrendo pelo queixo, molhando seus seios, a renda do body grudando na pele. Suas mĂŁos tremem, querendo tocar, mas vocĂȘ nĂŁo ousa. SĂł obedece.
Ele solta um gemido gutural quando vocĂȘ massageia a base com a mĂŁo, os dedos nĂŁo conseguindo fechar em torno da grossura. Sua lĂngua gira em torno da cabeça, e ele estremece, os dedos afundando no seu couro cabeludo.
â Isso... assim... sua lĂngua Ă© tĂŁo quente, porra. â Ele empurra mais fundo, e vocĂȘ engasga de novo, as lĂĄgrimas escorrendo, mas vocĂȘ nĂŁo para. NĂŁo pode parar. NĂŁo quer parar.
â Olha pra mim. â Ele puxa seus cabelos, forçando vocĂȘ a levantar os olhos. â Quero ver essa carinha de santa enquanto vocĂȘ me mama igual uma puta barata.
Seus olhos encontram os dele, e algo estala dentro de vocĂȘ. A vergonha, o desejo, a necessidade de ser dele â tudo se mistura em um turbilhĂŁo de emoçÔes. VocĂȘ aumenta o ritmo, os lĂĄbios fazendo um barulho obsceno cada vez que bate na base. A garganta arde, mas vocĂȘ ignora, porque o gosto dele, o cheiro de homem e suor, a maneira como ele respira pesado... Ă© demais.
â Vou gozar, princesinha. â A voz dele Ă© um aviso e uma promessa. â E vocĂȘ vai engolir tudo. Se derramar uma gota, eu te deixo aqui de quatro, com a bunda pra cima, pra qualquer um que passar ver o quĂŁo suja vocĂȘ Ă©.
VocĂȘ assente, o pau enfiado atĂ© nĂŁo poder mais, e entĂŁo ele explode, o gozo quente e grosso jorrando direto na sua garganta. VocĂȘ engole desesperada, o gosto salgado e denso enchendo sua boca, escorrendo pelos cantos dos lĂĄbios. Ele segura sua cabeça no lugar, forçando vocĂȘ a tomar cada gota, a arma apontada para a sua testa de novo.
â Engole. Tudo. â Ele observa, os olhos queimando de prazer. â Boa garota.
Quando ele finalmente te solta, vocĂȘ cai para trĂĄs, ofegante, os lĂĄbios inchados e vermelhos, a saliva e o esperma misturados no seu queixo. Sua calcinha estĂĄ um desastre, o corpo tremendo de necessidade. VocĂȘ olha para ele, os olhos cheios de desejo e submissĂŁo, jĂĄ imaginando o prĂłximo passo.
â TĂŁo linda assim, de joelhos, toda suja por minha causa. â Ele passa o polegar nos seus lĂĄbios, espalhando o que sobrou.
Os dedos dele se enroscam no seu pescoço, a pressĂŁo firme o suficiente para te lembrar quem manda, mas nĂŁo o bastante para machucar. VocĂȘ ama isso. Ama a maneira como ele te controla com uma mĂŁo, como se vocĂȘ fosse leve demais, frĂĄgil demais, sua. Um suspiro escapa dos seus lĂĄbios quando ele te levanta com facilidade, os dedos queimando sua pele enquanto te coloca de pĂ©. VocĂȘ faz manha, os olhos brilhando de desafio, mas o corpo traindo vocĂȘ: a umidade entre as pernas aumenta, a calcinha jĂĄ encharcada colando na pele.
Sunghoon se inclina, os låbios roçando seu ouvido, a voz um rosnado åspero:
â Junte bem suas perninhas, princesinha. Porque ele vai fuder bem suas coxas atĂ© vocĂȘ nĂŁo aguentar mais.
As palavras queimam direto no seu clitĂłris. VocĂȘ obedece no mesmo instante, as coxas se fechando com força, a saia subindo ainda mais. Ele te empurra contra a parede, o concreto frio e ĂĄspero raspando suas costas atravĂ©s do body. VocĂȘ arfa, mas nĂŁo tem tempo para reclamar: a mĂŁo dele agarra a saia e a joga para cima, expondo sua bunda coberta apenas pela renda preta do body.
O ar frio bate na sua pele quente, mas Ă© a visĂŁo dele que faz seu corpo tremer. Os olhos de Sunghoon escurecem de luxĂșria ao ver o contraste: a renda preta, a pele branca, a curva da sua bunda pedindo por atenção. E entĂŁo, ele deposita um tapa.
A palma da mĂŁo dele estala na sua bunda, o som ecoando no beco. A dor arde, mas Ă© deliciosa, e vocĂȘ segura o grito, os dedos cravando na parede. O corpo reage sozinho: vocĂȘ balança levemente o bumbum, um convite silencioso. Um sorriso perverso curva os lĂĄbios dele.
Outro tapa. Dessa vez, mais forte. A pele queima, mas a umidade entre suas pernas aumenta ainda mais.
â Ă, princesinha. VocĂȘ Ă© uma vagabunda que gosta de apanhar, nĂ©? A filha do presidente, toda certinha, mas aqui, no beco, vocĂȘ Ă© sĂł uma putinha no cio, morrendo pra ser fodida. â Ele ri baixo, a voz cheia de desdĂ©m e prazer.
VocĂȘ morde o lĂĄbio, os olhos fechando de vergonha e tesĂŁo. Antes que possa responder, ele se aproxima, o pau duro e quente pressionando entre suas coxas. VocĂȘ sente o tamanho dele, grosso e pesado, a cabeça inchada roçando sua pele sensĂvel. Ele empurra para frente, forçando suas pernas a se abrirem sĂł o suficiente para que ele deslize entre elas.
â Assim, sua safada. â Ele começa a se mover, o pau esfregando entre suas coxas, a pele queimando com o atrito. â Sente isso? Sente como vocĂȘ tĂĄ molhada pra caralho, princesinha? Como sua coxas tĂŁo apertadinhas no meu pau?
VocĂȘ geme, a cabeça caindo para trĂĄs contra a parede. Cada movimento Ă© uma tortura deliciosa: o pau dele grosso e duro esfregando tĂŁo perto da sua intimidade, mas sem tocar. As coxas começam a arder, a pele ficando vermelha e sensĂvel, mas vocĂȘ nĂŁo quer que ele pare. Pelo contrĂĄrio, vocĂȘ empurra o bumbum para trĂĄs, tentando aumentar o atrito, querendo sentir mais.
â Isso, sua putinha. â Ele aumenta o ritmo, os quadris batendo contra vocĂȘ, o pau deslizando cada vez mais rĂĄpido. â VocĂȘ acha que seu pai imaginava que a filha dele ia tĂĄ aqui, no beco, se esfregando no pau de um marginal? Que vocĂȘ ia ser uma cachorra no cio, gemendo igual uma vadia?
Cada palavra Ă© um tapa verbal, mas sĂł faz vocĂȘ ficar mais molhada. As coxas estĂŁo em chamas, a pele ardendo, mas o prazer supera qualquer dor. VocĂȘ sente o pau dele pulsar, a cabeça roçando sua entrada, e vocĂȘ se contorce, querendo mais, querendo tudo.
Ele depositou outro tapa. Dessa vez, com força. Sua bunda arde, mas vocĂȘ nĂŁo consegue segurar o gemido.
â Isso, princesinha. Gosta de apanhar enquanto eu fodo suas coxas, nĂ©? Gosta de ser a putinha do marginal que seu pai odeia? â Ele ri, a respiração quente no seu ouvido.
VocĂȘ assente, as lĂĄgrimas escorrendo, mas nĂŁo de dor â de prazer, de vergonha, de necessidade. Ele aumenta a velocidade, o pau batendo entre suas coxas, a pele ficando cada vez mais sensĂvel, cada movimento uma mistura de dor e ĂȘxtase.
â Vou gozar assim, princesinha. â A voz dele Ă© um aviso. â Vou sujar essas suas coxas bonitinhas, e vocĂȘ vai ficar assim, toda molhada, toda suja, atĂ© eu decidir se merece mais.
VocĂȘ sente o corpo dele tensionar, o pau pulsando entre suas pernas, e entĂŁo, o gozo quente e grosso jorra entre suas coxas, escorrendo pela sua pele, misturando-se ao suor. VocĂȘ arfa, o corpo tremendo, a frustração de nĂŁo ter gozado sĂł fazendo vocĂȘ querer mais.
Ele se afasta, o pau ainda duro, os olhos queimando de satisfação. VocĂȘ fica ali, encostada na parede, as coxas ardendo, a saia para cima, o body molhado de suor e esperma, a calcinha um desastre encharcado.
â Boa garota. â Ele passa os dedos entre suas coxas, espalhando o esperma na sua pele. â Mas hoje Ă© sĂł isso, princesinha... VocĂȘ ainda nĂŁo merece o meu pau de verdade.
As palavras dele queimam como ĂĄcido. VocĂȘ desmorona, as lĂĄgrimas escorrendo sem controle, o corpo tremendo de necessidade. Seus joelhos cedem, mas vocĂȘ se segura na parede, as unhas cravando no concreto.
â Por favor, Hoon... â Sua voz Ă© um choro, quebrada, desfeita. â Por favor, eu preciso de vocĂȘ... eu preciso do seu pau... â VocĂȘ se humilha, as palavras saindo sem filtro, porque nĂŁo importa mais nada, sĂł ele. SĂł aquele pau grosso, duro, que vocĂȘ sabe que poderia te destruir. â Eu faço qualquer coisa... qualquer coisa, sĂł me fode, por favor...
Sunghoon observa, os olhos brilhando com uma mistura de diversĂŁo e crueldade. Ele passa a lĂngua nos lĂĄbios, como se estivesse saboreando cada segundo da sua humilhação.
â JĂĄ tĂŽ satisfeito, princesinha. â A voz dele Ă© um veneno doce. â VocĂȘ jĂĄ me deu o que eu queria. Por que eu ia te dar mais?
Seu peito doĂ. NĂŁo Ă© justo. NĂŁo Ă© suficiente. VocĂȘ se arrasta para mais perto, as mĂŁos tremendo, os dedos roçando a perna dele, desesperada.
â Porque eu sou sua... sĂł sua... â As lĂĄgrimas molham seus lĂĄbios. â Por favor, Hoon... eu nĂŁo aguento mais... eu preciso...
Ele sorri. Um sorriso perverso, lento, que faz seu estĂŽmago revirar de desejo. SĂł de imaginar rasgar o resto da virgindade da sua princesinha, o pau dele jĂĄ começa a endurecer de novo, inchando contra a calça. VocĂȘ nota. Claro que nota. Seu corpo reage instantaneamente, a umidade entre as pernas aumentando ainda mais.
â TĂŁo desesperada assim, nĂ©? âEle se aproxima, o corpo esmagando vocĂȘ contra a parede, a mĂŁo segurando seu pescoço com firmeza. â TĂŁo precisando do meu pau que atĂ© esquece que eu tenho outras brincadeiras pra gente, princesinha?
Seu coração dispara. Ele tira a Glock da cintura, o metal frio brilhando sob a luz fraca do poste. VocĂȘ congelou, os olhos arregalados, mas antes que possa reagir, ele encosta a ponta gelada da arma na sua intimidade.
â NĂŁâ! â Um gemido de susto escapa, o corpo tensionando, mas a pressĂŁo fria e dura contra seu clitĂłris faz sua intimidade pulsar, a lubrificação aumentando instantaneamente. VocĂȘ morde o lĂĄbio, a vergonha queimando, mas o prazer Ă© inegĂĄvel.
Sunghoon ri baixo, a voz um sussurro sujo no seu ouvido:
â A princesinha tĂĄ com medo?
VocĂȘ nega com a cabeça, os cabelos colando no rosto molhado de lĂĄgrimas. NĂŁo Ă© medo. NĂŁo exatamente. Ă algo mais profundo, mais doente, a excitação de ser dominada, de ser um brinquedo, de nĂŁo ter controle.
â NĂŁo... â Sua voz Ă© um fio. â NĂŁo tĂŽ com medo...
â EntĂŁo se esfrega, princesinha. â Ele empurra a arma um pouco mais, a pressĂŁo fazendo vocĂȘ arquear as costas. â Mostra pra mim como vocĂȘ gosta. Como vocĂȘ Ă© uma vadia que precisa de qualquer coisa pra se aliviar.
VocĂȘ obedece. NĂŁo tem escolha. NĂŁo quer escolha. Suas mĂŁos tremem ao segurar a arma, e vocĂȘ começa a se esfregar, devagar, a ponta fria deslizando contra seu clitĂłris. Um gemido baixo escapa, e vocĂȘ fecha os olhos, a cabeça caindo para trĂĄs.
â Assim... â Ele observa, os olhos queimando de luxĂșria. â Sente como vocĂȘ Ă© molhada, princesinha? Como vocĂȘ tĂĄ precisando gozar?
Cada movimento Ă© uma tortura. A arma fria e dura contra sua pele quente, o prazer crescendo, a vergonha alimentando o fogo. VocĂȘ geme, os quadris se movendo sozinhos, cada esfregada te levando mais perto do limite.
E entĂŁo vocĂȘ sente. O pau dele, duro como pedra, pressionando sua pele. Ele nĂŁo esconde o gemido, a voz rouca de desejo:
â Porra, princesinha... sĂł de te ver assim, toda desesperada, o meu pau jĂĄ tĂĄ duro de novo... â A mĂŁo dele aperta seu pescoço, os lĂĄbios roçando seu ouvido. â Mas vocĂȘ ainda nĂŁo merece. Ainda nĂŁo.
â Sabe que faria bem gostosinho⊠e tambĂ©m com uma pistola? Lee Heeseung. â O nome sai dos seus lĂĄbios como um veneno doce, manhosinho, calculado para ferir onde mais dĂłi.
O corpo de Sunghoon trava. O ar congelou. VocĂȘ sentiu o momento exato em que a raiva explodiu nele, como uma bomba. Claro, Sunghoon passou a adolescĂȘncia toda sendo comparado com o soldado prodĂgio â atual subtenente do exĂ©rcito â pelo pai, todo almoço ou janta o nome de Lee Heeseung era mencionado, e a infelicidade de escutar do pai que preferia que o Lee fosse filho dele do que ele.
Os dedos dele se cravaram no seu pescoço com força brutal, a Glock pressionada com violĂȘncia contra a sua intimidade, o metal frio cortando a pele quente. Seu rosto ficou roxo, os pulmĂ”es queimando, mas vocĂȘ sorriu por dentro â porque conseguiu. Ele estava fora de controle, e isso te excitava mais do que qualquer coisa.
â Ah, nĂŁo. â A voz dele era um rosnado animal, os dentes cerrados. â VocĂȘ nĂŁo seria vagabunda o suficiente para dar pro Lee.
Com o Ășltimo fĂŽlego que tinha, vocĂȘ soltou, os lĂĄbios inchados e Ășmidos:
â Se ele quiser⊠â Uma pausa dramĂĄtica, os olhos brilhando de desafio. â Diferente de vocĂȘâŠÂ ele vai me penetrar.
O tapa estalou no seu rosto, a cabeça batendo na parede. A dor ardeu, mas o prazer foi maior. VocĂȘ geminho, a boca cheia do gosto de sangue, e entĂŁo, ele jogou a arma na cintura com um movimento brusco. A mĂŁo dele agarrando seu quadril, os dedos afundando na carne. VocĂȘ sentiu a cabeça do pau dele, grossa e quente, pressionando sua entrada. O body e a calcinha foram empurrados para o lado, a renda rasgando levemente com a força.
â Vai doer. â NĂŁo era um aviso. Era uma promessa.
E entĂŁo â
Ele penetrou.
Um grito rasgou sua garganta. NĂŁo foi um deslizar suave, foi uma invasĂŁo. O pau dele rasgou vocĂȘ por dentro, estirando, queimando, dominando. Sua virgindade se despedaçou em um segundo de dor aguda, as paredes internas se contraindo desesperadas, tentando expulsĂĄ-lo, mas ele nĂŁo recuou. Pelo contrĂĄrio, empurrou mais fundo, os quadris colados nos seus, o corpo esmagando vocĂȘ contra a parede.
â Calma, princesinha. â A voz dele era ĂĄspera, ofegante, mas cheia de triunfo. â VocĂȘ nĂŁo queria isso? Arranquei o resto que tinha da sua virgindade.
Ele recuou um pouco, sĂł o suficiente para vocĂȘ sentir o vazio, e vocĂȘ geminho em reprovação, as unhas cravando nas costas dele. Mas antes que pudesse reclamar, ele mostrou o dedo â manchado com uma gota escarlate.
â Agora o Lee Heeseung nĂŁo vai te querer mesmo. â O sorriso dele era cruel. â Uma putinha que deu pro marginal que ele despreza.
As palavras queimaram, mas o corpo traiu vocĂȘ. Suas paredes se contraĂram, tentando puxĂĄ-lo de volta, e ele ri baixo, os olhos brilhando de luxĂșria.
â Acho que jĂĄ posso me mexer agora.
E entĂŁo, ele começou a te foder. NĂŁo foi doce. NĂŁo foi lento. Foi bruto, possessivo, destruidor. Cada investida empurrava vocĂȘ contra a parede, o pau dele batendo tĂŁo fundo que vocĂȘ sentia no estĂŽmago. A dor ainda estava lĂĄ, mas se misturava com um prazer tĂŁo intenso que suas pernas tremiam, os joelhos fracos. VocĂȘ gritava, mas nĂŁo era para ele parar â era para ele foder mais forte.
â Isso, princesinha. â A voz dele era um rosnado no seu ouvido, os dentes mordiscando seu pescoço. â Sente como vocĂȘ tĂĄ apertada no meu pau? Como vocĂȘ foi feita pra mim?
Cada movimento esfregava seu clitĂłris contra o corpo dele, a pressĂŁo perfeita te levando cada vez mais perto. VocĂȘ chora, as lĂĄgrimas escorrendo, mas nĂŁo Ă© de dor â Ă© de prazer, de vergonha, de finalmente ter o que sempre quis.
â VocĂȘ Ă© minha. â Outra investida brutal, o pau dele inchando dentro de vocĂȘ. â SĂł minha. Entendeu?
VocĂȘ assente, as palavras saindo entre gemidos:
â Sim⊠sĂł seu⊠sĂł seu, Hoon⊠por favor, nĂŁo paraâŠ
E entĂŁo, vocĂȘ goza. NĂŁo foi um orgasmo suave. Foi uma explosĂŁo. Seu corpo tremia incontrolavelmente, as paredes internas se contraindo em torno dele, espremendo, sugando, como se nunca fossem deixar ele sair. Um grito gutural escapou da sua garganta, as unhas rasgando as costas dele, as pernas envoltas na cintura dele, como se precisasse mantĂȘ-lo preso dentro de vocĂȘ para sempre.
Sunghoon rosnou, os quadris batendo contra vocĂȘ com força, atĂ© que ele tambĂ©m gozou, o esperma quente e grosso enchendo vocĂȘ por dentro, marcando, reclamando, possessivo.
VocĂȘ ficou ali, ofegante, destruĂda, completa, as pernas tremendo, o corpo coberto de suor e marcas. Ele se afasta levemente, mas nĂŁo sai de vocĂȘ, os olhos queimando nos seus.
â Agora vocĂȘ Ă© minha de verdade, princesinha. â A voz dele era um sussurro sujo. â E ninguĂ©m mais vai te tocar. Nunca.
E vocĂȘ sabe que Ă© verdade.
O corpo de Sunghoon nĂŁo para. Ele continua te fodendo, cada investida mais profunda, mais possessiva, como se quisesse marcar vocĂȘ por dentro para sempre. O primeiro orgasmo deixou vocĂȘ sensĂvel demais â cada movimento agora Ă© uma tortura deliciosa, cada toque uma faĂsca. VocĂȘ chora, mas nĂŁo de dor: Ă© de prazer puro, de uma intensidade que queima.
â Porra, princesinha⊠â A voz dele Ă© um rosnado, os dedos cravados nos seus quadris, as unhas deixando marcas vermelhas. â TĂĄ tĂŁo apertada⊠tĂŁo molhada⊠como se fosse feita pra mim.
O pau dele incha ainda mais, as veias pulsando, e vocĂȘ sente cada centĂmetro, cada movimento esfregando contra um ponto dentro de vocĂȘ que faz suas pernas tremerem sem controle. Ele acelera o ritmo, os quadris batendo contra a sua bunda, o som molhado e obsceno ecoando no beco. VocĂȘ grita, as mĂŁos se cravando na parede, as unhas lascando o reboco, porque nĂŁo tem mais forças, nĂŁo tem mais nada alĂ©m dele.
â Vai, princesinha⊠Os lĂĄbios dele roçam seu ouvido, a respiração quente e pesada. â Goza de novo pra mim. Mostra que vocĂȘ Ă© minha.
E vocĂȘ obedece.
Dessa vez, o orgasmo Ă© ainda mais forte. Seu corpo se arqueia, as costas se curvando, como se estivesse tentando fugir da intensidade, mas ao mesmo tempo querendo mais. As paredes internas se contraem em torno dele, espremendo, sugando, como se nunca fossem deixar ele sair. Um grito gutural escapa da sua garganta, as lĂĄgrimas escorrendo, o corpo tremendo incontrolavelmente.
Sunghoon nĂŁo segura por muito mais tempo. Com um rosnado profundo, ele goza de novo, o esperma quente e grosso enchendo vocĂȘ atĂ© transbordar. VocĂȘ sente cada jato, cada pulsação, como se ele estivesse marcando vocĂȘ por dentro.
â Tudo seu. â Ele respira fundo, os lĂĄbios roçando seu pescoço. â Tudo meu.
Com movimentos lentos e possessivos, ele ajeita sua calcinha e o body no lugar, os dedos deslizando pela sua pele sensĂvel. VocĂȘ estremece com o toque, o corpo ainda vibrando com os Ășltimos tremores do orgasmo.
â Fica com a minha porra aĂ dentro. â A voz dele Ă© um comando. â NĂŁo deixa vazar. NĂŁo atĂ© vocĂȘ chegar em casa.
VocĂȘ assente, as pernas ainda trĂȘmulas, o corpo sem forças. Ele te segura, os braços fortes em volta da sua cintura, e por um momento, vocĂȘ se perde.
Por um segundo, fecha os olhos e se lembra.
O Sunghoon aluno perfeito. O garoto de uniforme impecĂĄvel, de sorriso calculado, que sempre te fazia suspirar de longe. O mesmo que nunca olhava para vocĂȘ da maneira que vocĂȘ queria. E agora⊠aqui estĂĄ ele, com as tatuagens, a voz rouca, o cheiro de maconha e violĂȘncia, mas ainda com aquele mesmo olhar â o que sempre te fez sentir coisas.
Ele ainda Ă© o mesmo.
Um barulho de passos quebra o silĂȘncio. Um cara chega ofegante no beco, os olhos arregalados.
â Chefe, eles estĂŁo aqui.
VocĂȘ pisca, confusa. Chefe?
Sunghoon nem olha para vocĂȘ, a voz fria e comandante:
â JĂĄ nĂŁo sabe como faz com a polĂcia? Troca trĂȘs tiros e foge. Eles estĂŁo no nosso territĂłrio.
Mas o cara nega com a cabeça, a respiração acelerada.
â NĂŁo Ă© a polĂcia. Ă gente do exĂ©rcito.
O corpo de Sunghoon trava. Ele te olha, os olhos escurecendo.
â Falando no nome do diabo⊠â A voz dele Ă© um rosnado, se referindo a Lee Heeseung â Ele apareceu. Devem estar atrĂĄs de vocĂȘ. Seu pai nĂŁo ia demorar pra mandar o alto escalĂŁo atrĂĄs da princesinha dele. â Ele olha para o cara de novo, a voz cortante. â Via D.
VocĂȘ nĂŁo entende. E nĂŁo precisa.
Sunghoon sĂł te olha. Os olhos dele queimam nos seus, a pergunta silenciosa, mas clara:
â O que vocĂȘ escolhe?
E vocĂȘ sabe.
NĂŁo tem escolha.
NĂŁo tem dĂșvida.
VocĂȘ olha para ele, os lĂĄbios ainda inchados, o corpo ainda tremendo, e assente.
Porque vocĂȘ sempre soube.
VocĂȘ escolhe ele.
㠀㠀㠀㠀
quase dois dias sem spirit e posso afirmar que estou em abstinĂȘncia
!!!
quase dois dias sem spirit e posso afirmar que estou em abstinĂȘncia
㠀㠀ââ㠀㠀đđđ đđđđđđđă €đă €đđđđđđđ
㠀㠀đ€ă €ă €đđđ§đđđąđđšđă €ă €Ù ă €ă €vocĂȘ sĂł queria ser sujinha pelo seu namorado... bem sujinha.㠀㠀(đ«đ)㠀㠀
㠀㠀đđđđđ đđđđđ, đđđ'đ đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀đ»đđđżđđđŸđđœââđđđđđđđă €&ă €đđđđđđââđ đŸđđđđđș.
㠀㠀đđđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀creampie, jungwon hard!dom, dirty talk, possessiveness, jealousy kink, brat taming, forced seduction, marking kink, praise kink, spanking, virginity loss, fingering, deep penetration, breath play, rough sex, clothing damage, size kink, blood kink, oral fixation, hair pulling, ownership, sem proteção (usem proteção).
㠀㠀đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀repostando aqui pelo tumblr porque o spirit tĂĄ de tiração com a minha cara.
VocĂȘ nunca tinha conhecido alguĂ©m como Yang Jungwon.
Desde o primeiro dia, ele foi tudo. O sorriso torto que fazia seu estĂŽmago dar um nĂł, os olhos escuros que brilhavam como se guardassem segredos sĂł pra vocĂȘ, a voz grossa e macia ao mesmo tempo, capaz de te fazer arrepiar com um simples "Eae, gatinha". Ele era lindo de um jeito que doĂa â o tipo de beleza que te fazia segurar a respiração quando ele passava por vocĂȘ no corredor, o tipo de carisma que preenchia qualquer ambiente, o tipo de talento que te fazia ter orgulho sĂł de estar ao lado dele.
E o melhor? Ele era seu.
Jungwon era o namorado que vocĂȘ merecia, mas nunca achou que existia. Ele te levava para comer tteokbokki Ă s trĂȘs da manhĂŁ, porque vocĂȘ tinha vontade, ria das suas piadas ruins como se fossem o auge da comĂ©dia, te abraçava por trĂĄs enquanto vocĂȘ cozinhava e beijava seu ombro como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ele te chamava de "minha doçura", "meu sol", "minha gatinha" â e cada apelido soava como uma promessa, como se ele tivesse mil maneiras de te amar e ainda assim nĂŁo fosse suficiente.
VocĂȘ amava tudo nele. O jeito que ele passava os dedos pelo seu cabelo quando vocĂȘ deitava a cabeça no colo dele. O cheiro do perfume dele â algo cĂtrico misturado com um toque de suor de ensaio, porque Jungwon era trabalhador, e isso te excitava de um jeito que vocĂȘ nĂŁo ousava admitir. A forma como os mĂșsculos dos braços dele tensionavam quando ele te levantava no colo sĂł para te deitar na cama, como se vocĂȘ nĂŁo pesasse nada. E os beijos... Deus, os beijos.
No começo, eram sĂł selinhos. RĂĄpidos, doces, como se ele tivesse medo de te assustar. Mas vocĂȘ amava aqueles beijos. Amava a sensação do lĂĄbio inferior dele, macio e quente, roçando o seu. Amava quando ele segurava seu rosto com as duas mĂŁos, como se vocĂȘ fosse a coisa mais preciosa do mundo. Amava quando ele beijava sua testa, seu nariz, suas bochechas, como se quisesse memorizar cada centĂmetro do seu rosto.
Com o tempo, os beijos ficaram mais longos. Mais intensos. Uma vez, no apartamento dele, ele te empurrou contra a parede, o corpo dele colado no seu, e vocĂȘ sentiu tudo â o calor do peito dele, a respiração ofegante, a pressĂŁo dos dedos dele na sua cintura, como se ele quisesse te fundir com o prĂłprio corpo. E quando a boca dele desceu pelo seu pescoço, quente e Ășmida, vocĂȘ nĂŁo pĂŽde evitar: um suspiro escapou dos seus lĂĄbios, alto, desesperado, como se vocĂȘ estivesse se afogando e ele fosse o Ășnico ar que vocĂȘ precisava.
Foi aĂ que ele riu, baixo, contra a sua pele, e murmurou, com a voz rouca:
â Que sensĂvel, gatinha⊠AtĂ© parece que Ă© a primeira vez.
E foi aĂ que o mundo parou.
Porque vocĂȘ, com o coração batendo tĂŁo forte que parecia que ia explodir, com as pernas tremendo, com a mente nublada pelo toque dele, abriu a boca e disse a coisa errada.
â Mas Ă©.
Jungwon congelou.
VocĂȘ sentiu o corpo dele tensionar, como se ele tivesse levado um soco. Os lĂĄbios dele pararam de roçar seu pescoço. Os dedos, que antes te apertavam com uma possessividade deliciosa, agora te seguravam com uma firmeza diferente â como se ele estivesse te impedindo de cair, de desaparecer, de sumir dali.
E entĂŁo, devagar, muito devagar, ele se afastou.
SĂł o suficiente pra olhĂĄ-la nos olhos.
E os olhos dele... Deus. Era como se alguĂ©m tivesse jogado um balde de ĂĄgua gelada nele. O brilho malicioso, o sorriso safado, a confiança de sempre â tudo sumiu. No lugar, havia apenas⊠choque. Puro. Absoluto. Como se vocĂȘ tivesse acabado de confessar que era uma assassina em sĂ©rie.
â O quĂȘ? â a voz dele saiu ĂĄspera, como se ele tivesse engolido vidro.
VocĂȘ engoliu em seco. De repente, o ar entre vocĂȘs ficou pesado, como se uma tempestade estivesse prestes a desabar. VocĂȘ nĂŁo entendeu. NĂŁo entendeu. Por que ele estava olhando para vocĂȘ assim? Como se vocĂȘ tivesse acabado de destruĂ-lo.
â Eu⊠eu sou. â vocĂȘ gaguejou, sentindo o rosto esquentar. NĂŁo era vergonha, nĂŁo exatamente. Era⊠pĂąnico. Porque o jeito que ele te olhava agora era diferente. Era como se ele estivesse vendo vocĂȘ pela primeira vez. E, de alguma forma, isso era pior do que se ele te odiasse.
Jungwon pisca. Uma vez. Duas. Como se ele estivesse esperando que vocĂȘ risse, dissesse que era brincadeira, que vocĂȘ sĂł estava brincando com ele. Mas vocĂȘ nĂŁo disse nada. SĂł assentiu, tĂmida, os dedos brincando com a barra da blusa dele, como se isso pudesse te trazer de volta para a realidade onde ele nĂŁo te olhava como se vocĂȘ fosse feita de vidro.
â VocĂȘ é⊠virgem? â ele pergunta, a voz um sussurro rouco.
VocĂȘ assente de novo, e dessa vez, algo dentro dele quebra.
Os braços dele te apertam com mais força, como se ele tivesse medo que vocĂȘ fosse se desmanchar ali mesmo. Os olhos, antes escuros e brilhantes, agora estĂŁo arregalados, como se ele tivesse cometido o maior crime da vida.
â Porra⊠â ele murmura, e o som do seu nome na boca dele, assim, soa como uma prece. Como se ele estivesse implorando pra algum deus que nĂŁo existia para desfazer aquilo.
VocĂȘ nĂŁo entende. NĂŁo entende. Por que ele estĂĄ agindo como se vocĂȘ tivesse acabado de morrer? Como se ele tivesse acabado de matar vocĂȘ?
â Jungwon? â vocĂȘ chama, a voz trĂȘmula. â O que foi? Eu⊠eu sĂł acho que a gente pode ir mais devagar, se vocĂȘ quiserâŠ
Ele balança a cabeça, como se estivesse saindo de um transe. Os dedos dele tremem quando ele afasta um fio de cabelo do seu rosto, como se vocĂȘ fosse algo frĂĄgil. Quebradiço.
â NĂŁo Ă© isso. â a voz dele estĂĄ estranha. Diferente. â Ă que⊠caralho, amor. Eu nĂŁo sabia.
E entĂŁo, como se ele nĂŁo conseguisse mais te segurar, ele te solta. NĂŁo de um jeito brusco, nĂŁo como se ele nĂŁo te quisesse mais. Mas como se ele tivesse medo de te tocar. Medo de te machucar.
E Ă© aĂ que vocĂȘ entende.
VocĂȘ errou.
Porque, de repente, o Jungwon que te beijava como se vocĂȘ fosse o ar que ele precisava pra viver⊠desapareceu.
No lugar dele, havia um homem que te olhava como se vocĂȘ fosse uma boneca de porcelana.
Os dias que se seguiram foram⊠diferentes.
Jungwon ainda era o mesmo. Quase. Ele ainda te chamava de gatinha, ainda te abraçava, ainda te beijava. Mas era tudo⊠suave. Demasiado suave. Como se ele estivesse com medo de te quebrar.
Antes, ele te puxava para o colo sem aviso, te beijava atĂ© vocĂȘ ficar tonta, te apertava como se quisesse te fundir com o prĂłprio corpo. Agora? Agora ele te segurava como se vocĂȘ fosse feita de vidro. Os beijos eram rĂĄpidos, casto. Os abraços, cuidadosos. Como se ele estivesse com medo de que, se te apertasse forte demais, vocĂȘ fosse se espatifar no chĂŁo.
E o pior? Ele nĂŁo te olhava mais como antes.
Antes, os olhos dele queimavam quando te viam. Como se ele quisesse te devorar viva. Agora? Agora era como se ele estivesse olhando pra um quadro. Algo bonito. Algo intocĂĄvel.
â Jungwon⊠â vocĂȘ tenta uma noite, quando vocĂȘs estĂŁo deitados na cama, ele de costas para vocĂȘ, como se atĂ© dormir ao seu lado fosse um risco. â O que estĂĄ acontecendo?
Ele suspira, profundo, como se a pergunta dele doesse.
â Nada, gatinha. Só⊠tĂŽ tentando te tratar como vocĂȘ merece.
E é aà que o seu coração sangra.
Porque vocĂȘ sabe o que isso significa.
VocĂȘ sabe que, pra ele, tratar vocĂȘ como vocĂȘ merece Ă© te colocar em um pedestal. Ă te ver como algo puro. Algo que nĂŁo pode ser maculado. Algo que nĂŁo pode ser⊠sujo.
E vocĂȘ?
VocĂȘ nĂŁo quer ser pura.
VocĂȘ quer ser desejada. Quer ser possuĂda. Quer que ele te olhe como se vocĂȘ fosse a Ășnica coisa no mundo que ele precisa pra sobreviver.
VocĂȘ quer que ele te quebre.
Mas agora, vocĂȘ Ă© sĂł uma boneca. Delicada. FrĂĄgil. IntocĂĄvel.
E o pior de tudo?
Ele nĂŁo sabe que vocĂȘ tĂĄ morrendo de vontade de ser suja por ele.
â Wonnie⊠â manha, chorosa, se arrastando pelos lençóis na direção dele. â Por quĂȘâŠ
Ah, para ele, aquilo foi como um puta *golpe baixo, amor. Sua vozinha suave nĂŁo mexeu sĂł com o corpo dele â jĂĄ tenso, se agarrando a aquela mĂsera sanidade que ele protegia com tanto zelo dentro de si â, mas, principalmente, com um desejo mais⊠obscuro.
â Porque nĂŁo, princesa⊠O Wonnie nĂŁo podeâŠ
â Pode sim⊠â desliza a mĂŁozinha pelo ombro dele, sorrateira como era, mansinha.
â NĂŁo posso! Amor, vocĂȘ⊠vocĂȘ Ă© pura demais â te olha por cima do ombro e te faz travar por um segundo.
Jungwon se vira e pega seu rostinho entre os dedos, te fazendo olhĂĄ-lo nos olhos. A vastidĂŁo obscura do olhar dele te faz ficar entorpecida, jĂĄ fraquinha antes mesmo que ele abra a boca para dizer o que quer que fosse.
â Olha pra vocĂȘ. TĂŁo linda, delicada e⊠frĂĄgil⊠â a voz dele arrasta cada palavra como se estivesse preso no feitiço da sua pureza, o olhar felino percorrendo cada mĂnimo traço do seu rostinho tĂŁo perto do dele. â Imagina sĂł. O Wonnie te quebraria atĂ© se te tocasse com carinho.
As mĂŁos dele se afastaram do seu rosto na mesma hora, como se o mĂsero contato queimasse. E queimava. Queimava nele de maneira dolorosa, porque ele nĂŁo queria admitir que simplesmente queria mais. Muito mais. Jungwon nĂŁo se contentaria com sĂł te ter debaixo dele, vermelhinha, nervosa como sempre se sentia quando trocava aqueles beijinhos mixurucas com ele. Se sĂł beijos te deixavam assim, quem dirĂĄ quando ele colocar aquelas mĂŁos dele em ti. NĂŁo aguentaria.
â NĂŁo Ă© verdade â tenta desmentir e faz biquinho.
â NĂŁo? â ele debocha e ri. Uma risada rouca e maldita que te faz estremecer, apertar as perninhas uma contra a outra sem muita consciĂȘncia do ato.
â NĂŁo⊠eu aguento, Wonnie! â tua tentativa de soar convincente fez ele rir e erguer o corpo um pouco mais pra te olhar.
â Prova.
O ar travou. Seus olhos se arregalaram na hora, como se Jungwon tivesse dito o ĂĄpice de um completo absurdo.
Como iria provar? Tinha tantas maneiras. Mas, óbvio, todas eram maneiras sujinhas pra caralho e, conhecendo seu namorado, temia que ele te parasse antes mesmo que começasse a provar pra valer.
Era uma garota suja por dentro, queria que teu namorado não tivesse dó, que esfolasse sua bucetinha com o caralho dele, que te deixasse entupidinha de porra, vazando, tremendo em espasmos pelo prazer fodidamente delicioso que ele te proporcionaria. Podia ser virgem, mas a mente⊠ah, sua mentezinha sabia ser depravada pra caralho quando o assunto era maquinar tudo que queria que ele fizesse contigo! Até porque, desde quando foder com Yang Jungwon iria ser algo ruim? Nunca, nunquinha seria, nem mesmo se ele começasse com um romancezinho antes de perder o controle e te foder até não aguentar mais.
E essa era a palavra: controle. Queria que Yang perdesse aquele maldito controle dele e finalmente te depravasse como bem queria. Wonnie nĂŁo fazia a mĂnima ideia de que a garotinha dele â na qual se encontrava tĂŁo imerso e tamanho obcecado na sua virgindade â era uma putinha desse tamanho.
EntĂŁo faria questĂŁo de mostrĂĄ-lo, claro que faria. Mostraria pro Yang o que ele tava perdendo com aquele joguinho dele e o quĂŁo bom seria se ele cedesse sĂł um pouquinho.
Fez um biquinho determinado e, apoiando as mĂŁozinhas no lençol da cama, inclinou-se pra frente. Sentiu ele tenso ao começar a dar beijinhos singelos, cuidadosos e levemente amuados no pescoço dele. Esfregou o nariz no local, perdendo o foco por um segundo â o cheiro cĂtrico, aromĂĄtico e apetitoso dele fez atĂ© mesmo a mĂnima fricção da sua intimidade com a tua calcinha se tornar angustiante. Mas continuou. Arrastava seus lĂĄbios pela pele gostosinha de se sentir contra eles e sentia Jungwon simplesmente começar a desmoronar, a duvidar e a desejar⊠ainda mais.
â Wonnie⊠â manha e sorri de levinho, traiçoeira, ao sentir o movimento do peito dele numa tentativa tosca de respirar fundo e se manter firme.
Distribue beijos molhados e estaladinhos atravĂ©s do pescoço, subindo pro maxilar travado, beijando o ossinho tenso dali atĂ© descer de novo, abaixando um pouco a camisa preta dele sĂł pra conseguir tocar os seus lĂĄbios na ĂĄrea da clavĂcula. Quase riu ao sentir ele se arrepiar e a pele sob seus lĂĄbios esquentar de leve.
â O que foi, Wonnie?
â Filha da putaâŠ
O murmĂșrio dele fez tua bucetinha pulsar, desejosa. Era, na verdade, mais uma espĂ©cie de rosnado contido, como se cada corrente daquele controle imbecil que ele tentava manter começasse a estalar, a rachar, e assistir isso com os prĂłprios olhos era bom pra cacete, nĂŁo podia negar.
â Hm?
â Larga de ser sonsa, porra⊠o que Ă© isso? Minha princesa nĂŁo Ă© assimâŠ
Se afasta um pouquinho sĂł pra olhĂĄ-lo nos olhos. Teve de se segurar pra nĂŁo sorrir com a maneira como ele tava todo tenso, nervoso, claramente excitado.
â Ah, Wonnie⊠sĂł um pouquinho, vaiâŠ
Ele arqueia a sobrancelha e, olhando nos olhos dele, pega a mĂŁo mĂĄscula, pondo a lĂngua vermelhinha e molhada pra fora. Jungwon arfa, desacreditado, o cacete dele dentro da calça jĂĄ se sufocando contra o tecido â tolo, completamente tolo e hipnotizado na visĂŁo do teu rostinho casto e belo totalmente tomado por uma feição de uma vadia manhosa, suja e necessitada.
â O que vocĂȘ⊠AhâŠ
Ele prende a carnezinha do prĂłprio lĂĄbio entre os dentes assim que sente. Ah, o calor molhado e gostoso do mĂșsculo contra os dedos dele o faz delirar por dentro, sujo, perverso. O pior? A putinha enfia a boquinha nos dedos dele e faz uma sucção que faz ele ficar com os olhos vidrados na tua visĂŁo.
Ah, filha da puta suja e provocadora!
Ia conseguir deixar o Yang maluco em instantes. Mamava nos dedos longos dele com astĂșcia, estalado, o barulhinho molhado fazendo ele se inclinar pra frente, todo extasiado com o gesto, observando e se deleitando com a sensação da tua lĂngua rodeando a pontinha de cada um dos dedos dentro da boca.
â TĂĄ mamando como se fosse o meu pau, Ă©? Que puta suja⊠tudo isso por que quer pica? NĂŁo aguenta ficar sem, nĂŁo?
Nega, balançando a cabeça prontamente, meio chorosa. Jungwon ri com a tua manha descarada e revira os olhos, atento na sua boquinha se mexendo a cada movimento.
â Puta sonsa do caralho⊠o que Ă© que cĂȘ quer, hein? Quer que o Wonnie desista e arrombe essa tua buceta, cadela? â questiona, enfiando os dedos na tua boca um pouco mais fundo, te fazendo ficar com os olhos arregalados, a xota formigando, arruinando o tecido branco de renda da calcinha. â Deve tĂĄ ensopada, nĂ©? Deixa o Wonnie ver, amor, vai. â se move, pronta pra soltar os dedos dele. Mas Jungwon Ă© mais rĂĄpido; pega teu queixo, te mantendo ali, ainda chupando os dedos dele enquanto a segurava com aquela firmeza que fazia tuas perninhas ficarem bambas. â NĂŁo, nĂŁo, nĂŁo solta. Mostra assim mesmo⊠Quero ver enquanto tu continua mamando igual uma putinha com fome, tĂĄ?
O tom sujo dele te faz derreter, molinha â amava ver ele falando de maneira tĂŁo suja contigo.
Levanta sua saia e vem um pouquinho mais pra frente dele, pra Jungwon ver melhor. Os olhos felinos voam direto pra aquela mancha transparente no tecido, jĂĄ meio grande e que ia se alargando por meio dele aos poucos, que fazia teu namoradinho presumir que chega dava pra sentir o cheirinho gostoso se chegasse sĂł um pouco mais perto.
â Tsc, tsc, que feio⊠Fica molhada sendo xingada desde quando, princesa?
Tira a boca dos dedos dele com um plopt molhado, fazendo bico enquanto o rebatia:
â VocĂȘ que nunca quis dar uma chance, Wonnie. VocĂȘ e esse seu⊠esse seu protecionismo ridĂculo!
Ele olha ti, ofendido. SĂł que aĂ depois ele ri, e essa risada⊠te cheirava a um dos problemas mais gostosos que vocĂȘ jĂĄ teve na vida.
â Ah Ă©? NĂŁo sabia que a minha princesinha era uma vadia, no final das contas â o comentĂĄrio dele te faz encolher, quase recuando se o ridĂculo nĂŁo tivesse te segurado pela calcinha. Sim, o filho da puta te puxou pro lugar que tava antes mesmo de que sequer se movesse direito pela parte da frente do tecido, com aqueles dedos molhados dele, ocasionando uma fricção escorregadia da renda contra tua xotinha encharcada. â Deixei tu fugir agora por acaso? NĂŁo era tu que tava cheia de marra, garota?
â WonnieâŠ
â Quieta â ele rosna pra ti e te puxa mais forte, pra mais perto dele.
Ofega, levando as mĂŁozinhas pros ombros dele, tentando se segurar, tentando, na verdade, nĂŁo cair sentada no caralho dele visivelmente duro sob a calça. Era ridĂculo e engraçado que, agora que via o tamanho, se sentia assustada sĂł com a ideia de cair sem querer ali. Com o puxĂŁo e, principalmente, com os dois dedos dele segurando a parte de cima da calcinha, rodeando as laterais e se fechando em punho ali, o tecido melado escorregou e se estreitou, reunindo-se num amontoadinho que se esfregou bem no teu clitĂłris. Gemeu, manhosa, fechando as perninhas e os olhos com o arrepio gostoso que percorreu teu corpinho na hora.
Jungwon percebeu, Ăłbvio que percebeu.
â Que que foi, hm? TĂĄ gemendo sĂł com isso, amor? â debocha, sorrindo daquele jeitinho filhadaputamente gostoso pra ti, elevando tua angĂșstia e intensificando teu desejo. Porra, como queria morrer de dar pra aquele homem.
Ele sĂł tira proveito disso, te puxa pela calcinha ainda mais, fazendo seus joelhos encostarem nas coxas dele, apenas facilitando pra que o tecido maldito se esfregasse ainda mais na tua xotinha, deixando ela vermelhinha sĂł pela aspereza do gesto.
â Arrombadinha, nem levou uma dedada ainda.
O desgraçado enrola o tecido em volta do pulso e aquele movimento sĂł faz a calcinha querer se enfiar dentro de ti, ser engolida de tĂŁo empapada que tava, chorosa, sĂł querendo uma surra do caralho dele. O mais ridĂculo era que aquele puto tava se divertindo com isso, porque ele sorria. Sorria ao ver o quĂŁo tenso o tecido tava contra a tua buceta, o quĂŁo encharcado, arruinado, pronto atĂ© mesmo pra ele meter os dentinhos ali e rasgar tudo na marra.
Só que a garotinha dele era uma puta suja, e se ela sentia tesão, e gemia igual uma gatinha indefesa pela dorzinha daquele esfrega esfrega tão constante na própria xotinha⊠não podia reclamar, fechou?
â JungwonâŠ
â CĂȘ nĂŁo queria isso? NĂŁo reclama, amor, eu poderia tĂĄ fazendo Ă© pior.
AĂ veio um estalo brusco e repentino contra a carne quentinha da tua buceta semi exposta. Doloroso, certeiro, tĂŁo gostoso que te deu um choque que fez tuas pernas tremerem na hora â o grito que deu foi inevitĂĄvel. Enterrou as unhas nos ombros dele e fez ele rir quando tombou teu corpinho frĂĄgil pra frente, toda arqueada pra ele. A visĂŁo fez o sorriso dele vacilar por um instante quando viu uma banda da tua bundinha pra fora da saia. Linda, arrebitada, como se pedisse silenciosamente pra ele enfiar a mĂŁo com força ali e judiar da carne entre os dedos. Ah, se ele pudesse⊠O olhar escureceu, mas, por um maldito instante, num estalo sĂșbito⊠ele voltou ao controle, como se tivesse acordado de um transe.
â A-amor, a gente nĂŁo podeâŠ
E num momento vocĂȘ se encontrou frustrada, tendo de agarrar aquela mĂŁo no lugar que tava antes que ele se atrevesse a tirĂĄ-la dali. VocĂȘ segura a mĂŁo dele com força, os dedos trĂȘmulos, mas determinados. O biquinho no lĂĄbio inferior Ă© um misto de teimosia e desafio, como se cada fibra do seu ser estivesse gritando pra que ele entendesse: vocĂȘ nĂŁo Ă© frĂĄgil, nĂŁo Ă© intocĂĄvel, nĂŁo Ă© uma boneca. E, se ele nĂŁo fosse capaz de enxergar isso, vocĂȘ ia provar de outra forma.
â Se vocĂȘ nĂŁo quer⊠â a voz saĂra mais firme do que vocĂȘ esperava, mas o tremor nas mĂŁos traĂa o nervosismo. â Eu posso pedir pro Ni-ki. â O nome escapa dos seus lĂĄbios como um sussurro, mas o impacto Ă© imediato.
O ar entre vocĂȘs dois parece congelar.
Os olhos de Yang Jungwon, antes jĂĄ escurecidos pelo desejo contido, agora se transformam em uma tempestade. NĂŁo Ă© mais o brilho de um homem lutando contra a prĂłpria luxĂșria, nĂŁo Ă© mais o olhar de quem tenta se controlar. Ă algo mais primal. Mais possessivo. Mais perigoso.
â O que tem o Nishimura? â a voz dele Ă© um rosnado, baixo e rouco, como se as palavras tivessem sido arrastadas de um lugar profundo, escuro, onde ele nĂŁo gostaria que vocĂȘ visse.
Seu coração pulsa com força. Nunca. VocĂȘ nunca o tinha ouvido chamar Riki pelo sobrenome. Era sempre Ni-ki, Riki, o apelido carinhoso que ele mesmo tinha dado ao amigo, como se o nome completo fosse pesado demais pra intimidade que eles compartilhavam. E agora, de repente, era Nishimura. Como se, ao pronunciar aquelas sĂlabas, Jungwon estivesse traçando uma linha entre o que era dele e o que nĂŁo era. Entre o que ele permitia e o que ele proibia.
VocĂȘ nĂŁo recua. NĂŁo agora. NĂŁo quando o fogo dentro de vocĂȘ estĂĄ queimando tĂŁo forte que quase doĂa.
â Eu posso pedir pro Ni-ki⊠â repete, e a simples menção do nome do amigo faz com que algo dentro dele estale. VocĂȘ sente o ar mudando, como se uma corrente elĂ©trica tivesse passado entre vocĂȘs. â Tirar minha virgindade⊠â a voz falha por um segundo, mas vocĂȘ se força a continuar, os dedos apertando a mĂŁo dele com mais força. â Ele ficaria feliz, nĂŁo? Em sentir minha bucetinha apertada que nĂŁo levou nenhum pau ainda.
As palavras saem sem filtro, sujas, provocativas. VocĂȘ nĂŁo sabe de onde tirou a coragem para dizer aquilo, mas sabe que nĂŁo Ă© mentira. Nishimura Riki era um safado. Um safado que nĂŁo hesitaria em te usar, em te marcar, em te fazer sua de todas as formas possĂveis. E, por algum motivo, essa ideia â a ideia de que outro homem pudesse te tocar, te possuir, te quebrar â acende algo em Jungwon que vocĂȘ nĂŁo tinha visto antes.
Os olhos dele queimam.
NĂŁo Ă© mais o olhar de um namorado carinhoso, nĂŁo Ă© mais o homem que te tratava como uma princesa. Ă o olhar de um predador que acabara de perceber que sua presa estĂĄ prestes a escapar. E predadores, vocĂȘ sabe, nĂŁo gostam de perder o que Ă© deles.
â Ă o que sua, fedelhazinha?
Num movimento rĂĄpido, ele te empurra contra o colchĂŁo, os mĂșsculos dos braços tensionando enquanto ele se posiciona por cima de vocĂȘ. A respiração dele tĂĄ ofegante, quente, e vocĂȘ sente cada exalação como uma promessa de algo que estĂĄ por vir. Algo intenso. Algo violento.
â VocĂȘ nĂŁo vai pedir nada a ninguĂ©m, tĂĄ me ouvindo, pirralha? â a voz dele Ă© um rugido, uma mistura de raiva e desejo tĂŁo espesso que vocĂȘ sente o som vibrando no seu peito. Caralho, ele tava tĂŁo puto. Os punhos dele fecham em torno dos seus, e, antes que vocĂȘ possa reagir, ele os prende acima da sua cabeça, imobilizando vocĂȘ. NĂŁo com brutalidade, mas com uma firmeza que nĂŁo admite discussĂŁo.
â Como vocĂȘ vai me impedir? â vocĂȘ pergunta, o desafio na voz misturado com um tremor de excitação. Porque, por mais que ele esteja com raiva, por mais que os olhos dele estejam escuros como a noite, vocĂȘ sabe que ele nĂŁo vai te machucar. NĂŁo de verdade. Mas ele vai te fazer pagar por essa provocação.
E, pelo jeito que as coisas estĂŁo indo, vocĂȘ quer pagar.
A mĂŁo esquerda dele desce, devagar, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Os dedos frios â ou serĂĄ que Ă© a sua pele que tĂĄ queimando? â encontram a barra da sua saia, e vocĂȘ sente o tecido ser levantado, o ar fresco do quarto tocando a sua pele exposta. A mĂŁo direita dele ainda segura os seus punhos, e vocĂȘ tenta, por instinto, se soltar. Mas Ă© em vĂŁo. Ele Ă© mais forte. Mais determinado.
Os dedos dele, frios como o gelo, mal roçam a sua xotinha quente, Ășmida, necessitada. Apenas um toque. Apenas um contato. Mas Ă© o suficiente pra que todo o seu corpo estremeça, como se uma corrente elĂ©trica tivesse percorrido cada nervo, cada veia, cada centĂmetro da sua pele. VocĂȘ sente a sua bucetinha sensĂvel se contrair, como se estivesse pedindo por mais, como se estivesse suplicando por algo que sĂł ele poderia te dar.
E vocĂȘ geme.
NĂŁo Ă© um gemido de dor. NĂŁo Ă© um gemido de vergonha. Ă um gemido de alĂvio, de desejo, de fome. Porque, porra, finalmente ele tĂĄ te tocando. Finalmente ele tĂĄ te sentindo. Finalmente ele tĂĄ cedendo.
â Nem te toquei direito e tu jĂĄ tĂĄ assim? A vadiazinha jĂĄ tĂĄ pingando? â a voz dele Ă© um rosnado, baixo, rouco, cheio de uma satisfação suja. Os dedos ainda pairam sobre vocĂȘ, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. â CĂȘ acha que o Ni-ki vai se importar? Garota, ele ia fazer sĂł isso.
E, sem aviso, sem preparação, ele enfia os dedos dentro de vocĂȘ.
NĂŁo Ă© um movimento suave. NĂŁo Ă© um carinho. Ă uma invasĂŁo. Uma reivindicação. Dois dedos, grossos, longos, gelados, se enterram na sua buceta virgem, esticando vocĂȘ de uma forma que vocĂȘ nunca tinha sentido antes. A queimação Ă© imediata, intensa, como se o seu interior estivesse sendo rasgado por dentro. VocĂȘ grita, o som saindo da sua garganta como um misto de dor e surpresa, as costas arqueando, os dedos se cravando na sua palma.
Mas, lĂĄ no fundo, lĂĄ no fundo, hĂĄ algo mais.
HĂĄ um prazer.
Um prazer quente, intenso, que começa a se espalhar pela sua barriga, como se cada movimento dos dedos dele estivesse acendendo uma faĂsca dentro de vocĂȘ. E, quando ele começa a mexer os dedos, devagar, carinhosamente, como se estivesse tentando acalmar a dor que ele mesmo tinha causado, o grito de desconforto se transforma.
Se transforma em gemidos.
Gemidos baixos, roucos, desesperados.
â Ă bom, nĂ© amor? Gostoso pra caralho⊠nĂŁo tanto quanto o meu pau, mas, tsc, dĂĄ pro gasto â a voz dele Ă© um sussurro sujo, os lĂĄbios roçando a sua orelha enquanto os dedos continuam a se mover dentro de vocĂȘ, explorando, descobrindo, possuindo.
VocĂȘ assente com a cabeça, desesperadamente, os olhos fechados, os lĂĄbios entreabertos, o corpo todo tremendo.
â Sim, Wonnie⊠Muito bom⊠â a voz sai trĂȘmula, ofegante, como se cada palavra fosse um esforço.
Mas vocĂȘ sabe que ele nĂŁo vai deixar barato. NĂŁo depois daquilo que vocĂȘ disse.
â Mas ardeu, nĂŁo ardeu? â ele pergunta, e vocĂȘ sente os dedos dele girarem dentro de vocĂȘ, como se ele estivesse testando os seus limites. â Sabe que com o meu pau vai ser pior, princesa. Mas, hm⊠isso Ă© algo que vocĂȘ vai ligar?
Arregala os olhos e engole em seco.
VocĂȘ sabe que ele tĂĄ certo. Sabe que o caralho dele Ă© grande, grosso, duro. Sabe que, quando ele finalmente te possuir, vai ser uma mistura de dor e prazer tĂŁo intensa que vocĂȘ nĂŁo vai saber se estĂĄ gemendo ou gritando. Que Jungwon ia saber muito bem usar aquela rola gostosa, mas ia dar uma ardidinha, porque tua bucetinha era virgem, apertadinha pra caralho. E se ele perdesse o controle? Caralho, se ele perder o controle, se deixar levar pelo aperto da tua xotinha⊠ele nĂŁo vai conseguir parar. Vai bater os quadris, bruto, esfolando tua buceta com afinco atĂ© vocĂȘ ficar toda assadinha, mas babando que nem uma cadela tola pra ele.
Mas vocĂȘ tambĂ©m sabe que ele Ă© ciumento. Um ciumento sem cura. E que todo aquele showzinho que ele tĂĄ dando agora Ă© por causa de uma coisa sĂł: ciĂșmes.
E, se tem uma coisa que vocĂȘ ama, Ă© ver o Yang Jungwon perdendo o controle.
NĂŁo lhe deu tempo para pensar. As palavras saem da sua boca antes que vocĂȘ possa impedi-las, manhosas, provocativas, sujas.
â NĂŁo tem problema o Ni-ki me rasgar todinha⊠â vocĂȘ diz, a voz doce, traiçoeira, como se vocĂȘ estivesse realmente imaginando o pau do japonĂȘs te esticando, te quebrando. â A dor vai ser tĂŁo gostosa.
E, claro, vocĂȘ tĂĄ mentindo.
Porque, na verdade, vocĂȘ nĂŁo tĂĄ pensando no Niki. NĂŁo tĂĄ pensando no pau longo e fino do amigo. VocĂȘ tĂĄ pensando no caralho do seu namorado. No tamanho. Na espessura. Na força com que ele ia te possuir, te marcar, te fazer sua.
Mas Jungwon nĂŁo pode saber disso.
E, pelo jeito que os olhos dele escurecem, pelo jeito que os mĂșsculos do maxilar dele tensionam, vocĂȘ sabe que atingiu o alvo.
Dito e feito.
Os dedos saem de vocĂȘ de uma vez, bruscamente, como se ele nĂŁo aguentasse mais te tocar. E, antes que vocĂȘ possa reagir, antes que vocĂȘ possa respirar, a mĂŁo dele estala contra o seu rosto. A dor Ă© imediata, queimando a sua bochecha direita, como se ele tivesse acendido um fogo ali. A pele formigando, e, por um segundo, o mundo gira.
â Ă dor que vocĂȘ quer? â a voz dele Ă© um rugido, os olhos negros de fĂșria, de posse, de ciĂșmes.
VocĂȘ assente, devagar, os olhos brilhando com uma mistura de dor e excitação.
â Ă⊠â vocĂȘ sussurra, a voz trĂȘmula, mas firme.
E ele sorri.
NĂŁo Ă© um sorriso bonito. NĂŁo Ă© um sorriso carinhoso. Ă um sorriso perigoso. Possessivo. Prometedor.
â Acho melhor que vocĂȘ pense duas vezes antes de inventar de falar o nome do Nishimura pra mim â a voz dele Ă© baixa, ameaçadora, como se cada sĂlaba fosse uma promessa de algo muito, muito pior. â Vou fazer vocĂȘ sentir na pele, princesinha.
E vocĂȘ sorri.
Porque vocĂȘ sabe que atingiu ele em cheio.
Jungwon solta os seus punhos de repente, como se tivesse percebido que segurar vocĂȘ com tanta força era um desperdĂcio de tempo. Afinal, ele tinha melhores maneiras de te imobilizar. De te controlar.
O rosto dele desce em direção ao seu pescoço, e vocĂȘ sente o calor da respiração dele contra a sua pele, quente, Ășmida, necessitada. Os lĂĄbios dele roçam a sua pele, devagar, como se ele estivesse saboreando cada centĂmetro do seu corpo. E entĂŁo, de uma vez, ele morde.
NĂŁo Ă© uma mordida forte. NĂŁo Ă© uma mordida que machuca. Ă uma mordida possessiva. Marca. Os dentes dele afundam levemente na sua pele, e vocĂȘ sente o ardor se espalhando, como se ele estivesse gravando o nome dele ali. Jungwon. Jungwon. Jungwon.
As duas mĂŁos dele descem para a sua cintura, e vocĂȘ geme.
NĂŁo Ă© um gemido qualquer. Ă um gemido manhoso, provocativo, cheio de prazer. Porque, porra, vocĂȘ ama esses toques. Ama a forma como os dedos dele se cravam na sua pele, como se ele quisesse te fundir com o prĂłprio corpo. Ama a forma como ele te aperta, te segura, te faz sentir que vocĂȘ Ă© dele.
â Olha sĂł, Ă© uma virgenzinha mesmo, nĂ©? Mas nĂŁo deixa de ser uma puta disfarçada por trĂĄs desse teu sorrisinho. Me enganou direitinho, cadela.
AĂ mesmo que vocĂȘ geme. Cacete⊠e como geme.
E Jungwon mentiria se dissesse que nĂŁo gosta.
Ele ama os seus gemidos. Ama a forma como o seu corpo reage ao toque dele. Ama a forma como vocĂȘ se delicia, se entrega, se perde nas mĂŁos dele. Cada som que escapa dos seus lĂĄbios Ă© como um convite pra que ele vĂĄ mais longe. Cada tremor do seu corpo Ă© como um desafio pra que ele te faça tremer mais.
E ele nĂŁo vai recuar. Ele te olha uma Ășltima vez, nos olhos. O olhar faminto e possessivo dele, enegrecido, te faz sentir a calcinha grudar na tua bucetinha.
â Ă isso que vocĂȘ quer, nĂ©? A vagabundinha quer me ver puto por ela, nĂ©?
Morde o låbio, o coração dando uma acelerada, esfregando as perninhas uma contra a outra.
â Ă⊠bonitinho. Te ver com ciuminho é⊠fofo.
Jungwon tava e o silĂȘncio se instaura. Fofo? VocĂȘ tinha a audĂĄcia de chamar ele de fofo logo agora? Porra, garota, vocĂȘ ativou o interruptor errado no Yang, aquele que diz na cabeça dele â vou fazer ela pagar, e com gosto.
â Fofo? VocĂȘ me acha⊠fofo? â pra ele, a essa altura do campeonato, isso soava como uma puta de uma ofensa. â Ah, princesa, vocĂȘ nĂŁo disse isso⊠Tu vai me achar fofo quando eu tiver finalmente lotando sua buceta de tanta porra, vai? NĂŁo, muito antes⊠vocĂȘ vai ao menos aguentar que eu enfie? VocĂȘ tem cara de que, sĂł de enfiar a cabecinha, vocĂȘ chora.
Olha pra Jungwon em choque. Sequer imaginava que o desgraçadinho do teu namoradinho conseguia ser tĂŁo boca suja desse jeito. Mas, ah, vocĂȘ amava isso. E como amava. Era algo que tinha conseguido arrancar do Ăąmago dele e, depois dessa, jamais gostaria de ficar sem.
Ainda assim, desafia, olha pra ele, atrevidinha:
â Hm, duvido muito. O Wonnie nĂŁo seria capaz⊠ficaria com dĂł se eu fizesse carinha de choro.
â Tu jura? â ele rebate, arqueando a sobrancelha. O tom meio cĂnico dele te deu um embrulhosinho no ventre. â Ah, bebĂȘ, pois se eu tivesse te comendo e vocĂȘ fizesse carinha de choro, aĂ que eu ia querer te estapear todinha e esporrar nesse teu rostinho fofo.
Antes que raciocinasse, num movimento rĂĄpido, fluĂdo, ele arranca a sua blusa branca do corpo. O tecido escorrega pela sua pele, suave, leve, como se atĂ© a roupa soubesse que nĂŁo tinha mais lugar ali. E, de repente, vocĂȘ tĂĄ exposta. VulnerĂĄvel. Deliciosamente vulnerĂĄvel.
Apenas com o sutiĂŁ.
Um sutiĂŁ bege, simples, mas tĂŁo atrativo que parece ter sido feito para ser tirado.
Jungwon nĂŁo perde tempo. NĂŁo hesita. NĂŁo pede permissĂŁo.
Ele leva apenas uma mĂŁo para trĂĄs das suas costas, e, com um movimento preciso, rĂĄpido, os dedos dele encontram o fecho. Clique. O som Ă© alto, definitivo, como se fosse o inĂcio de algo que nĂŁo tem mais volta.
E, num piscar de olhos, o sutiĂŁ cai.
Os seus peitos ficam livres, expostos, perfeitos.
E Ă© aĂ que Jungwon congela.
Os olhos dele se arregalam, hipnotizados, como se ele estivesse vendo a coisa mais linda, mais desejåvel, mais perfeita do mundo. Os peitos são cheios, firmes, com um peso que faz com que eles se movam levemente com a sua respiração ofegante. A pele é macia, sedosa, com um brilho suave, como se estivessem pedindo para serem tocados. Os mamilos, rosadinhos, duros, erectos, como se estivessem suplicando pela boca dele, pelos dedos dele, por qualquer coisa que ele quisesse fazer.
â Porra⊠â a voz dele Ă© um sussurro, rouco, cheio de desejo. Os olhos dele percorrem cada centĂmetro dos seus peitos, como se ele estivesse memorizando cada detalhe. â TĂŁo perfeitos⊠TĂŁo lindosâŠ
E, sem aviso, ele ataca.
Os lĂĄbios dele cobrem um dos seus mamilos, quentes, Ășmidos, famintos. VocĂȘ sente a lĂngua dele girar em torno do biquinho, devagar, torturante, como se ele estivesse saboreando cada segundo. E entĂŁo, de repente, ele chupa.
Fortemente.
VocĂȘ grita, as costas arqueando, os dedos se cravando no lençol como se vocĂȘ precisasse de algo para nĂŁo desmoronar. O prazer Ă© intenso, elĂ©trico, como se cada movimento da boca dele estivesse acendendo um fogo dentro de vocĂȘ. E, quando ele morde levemente o mamilo, vocĂȘ sente o ardor se espalhar, queimando, delicioso.
â Ah! Wonnie⊠â vocĂȘ geme, a voz trĂȘmula, ofegante, cheia de prazer.
Seu Wonnie nĂŁo para. NĂŁo pode parar.
Os lĂĄbios dele descem pelo seu peito, beijando, mordendo, chupando, como se ele quisesse marcar cada centĂmetro da sua pele. E, a cada beijo, a cada toque, ele deixa uma marca.
Marquinhas roxas. Vermelhas. Pequenas e grandes, como se ele estivesse pintando o seu corpo com o nome dele. Jungwon. Jungwon. Jungwon.
â Se o Nishimura ver isso aqui⊠â ele murmura, a voz baixa, possessiva, enquanto os lĂĄbios dele roçam a pele marcada. â E ele nĂŁo vai⊠uh? Ă bom ressaltar â ele ri, putĂfero, e os dedos dele apertam a sua cintura, possessivos, fortes. â Vai saber que tem dono.
Jungwon nĂŁo para. NĂŁo quer parar.
Os beijinhos pelos seus peitinhos â mĂ©dios, perfeitos, feitos pra ele â continuam, mas agora com uma urgĂȘncia maior, como se ele nĂŁo conseguisse se controlar. A lĂngua dele traça cĂrculos em torno dos mamilos, devagar, torturante, enquanto os dedos apertam a carne macia, possessivos, como se ele quisesse deixar sua marca em cada centĂmetro. VocĂȘ suspira, as costas se arqueando instintivamente, oferecendo mais de si para ele, como se o seu corpo soubesse que pertencia Ă quele homem.
E ele sabe.
Os lĂĄbios dele descem pela sua barriga, quentes, Ășmidos, famintos. Cada beijo Ă© uma promessa. Cada mordidinha leve Ă© uma marca. Ele te marcaria todinha, se pudesse. NĂŁo sĂł com os dentes, nĂŁo sĂł com os lĂĄbios, mas com tudo: o cheiro dele em vocĂȘ, o gosto dele em vocĂȘ, a sensação dele em vocĂȘ, a porra esbranquiçada dele todinha em vocĂȘ, dentro ou fora, melecando a bonequinha linda dele. Pra que ninguĂ©m, nunca, duvidasse de quem vocĂȘ pertence.
A saia Ă© o prĂłximo obstĂĄculo.
Ele poderia te foder ali mesmo, com o tecido ainda no corpo, a calcinha de ladinho, o prazer rĂĄpido e sujo. O tesĂŁo Ă© tanto que ele sente o pau latejando, dolorido, implorando por alĂvio. Mas nĂŁo. NĂŁo.
A ideia de te ter toda peladinha para ele, de marcar cada pedacinho do seu corpo, de garantir que mais nenhum atrevido sequer pensasse em tocar vocĂȘ, Ă© muito mais tentadora. Muito mais satisfatĂłrio.
Com um movimento brusco, ele arranca a saia do seu corpo, o tecido escorregando pelas suas pernas como se nĂŁo fosse nada. VocĂȘ, instintivamente, tenta se ajeitar mais pra cima da cama, como se quisesse se esconder, se proteger â mas Jungwon nĂŁo permite.
â Opa, bebĂȘ, vocĂȘ fica aqui â a voz dele Ă© um rosnado, baixo, autoritĂĄrio, enquanto a mĂŁo dele agarra a calcinha, puxando vocĂȘ de volta pra posição que ele quer. â NĂŁo Ă© vocĂȘ que tava brincando comigo? Me provocando? Quer ver o fofo, nĂ©? Saca sĂł.
E entĂŁo, o imprevisĂvel acontece.
Um estalo.
A calcinha rasga.
O som Ă© alto, definitivo, como um aviso: vocĂȘ Ă© minha, e eu faço o que quiser com vocĂȘ.
Seu corpo estremece, o coração disparando. Agora. Agora ele ia te possuir. Agora ele ia rasgar o resto da sua virgindade, assim como rasgou a calcinha. A excitação Ă© tĂŁo intensa que vocĂȘ quase pode sentir o pau dele dentro de vocĂȘ, estirando, quebrando, marcando.
Mas nĂŁo.
NĂŁo ainda.
Os dedos dele pressionam a sua bucetinha de novo, frios, duros, implacåveis. A queimação volta, intensa, como se ele estivesse reacendendo o fogo que tinha começado antes. Mas, em seguida, os movimentos suavizam, circulares, carinhosos, como se ele estivesse tentando aliviar o ardor que ele mesmo causou.
VocĂȘ choraminga, o som saindo fraco, necessitado, como se o seu corpo nĂŁo soubesse se queria mais ou se aguentava mais.
â Hum? â a voz dele Ă© provocativa, suja, enquanto os dedos giram dentro de vocĂȘ, lentos*m, torturantes. â TĂĄ chorando por quĂȘ? â ele pergunta, e vocĂȘ sente o hĂĄlito quente dele contra o seu rosto, os olhos escuros, divertidos com a sua reação. â Pensou que jĂĄ teria o que queria? â Ele estocou mais fundo. â Como? â Mais fundo. â Se nĂŁo aguenta nem dois dedos meus? â E mais fundo.
A cada frase, a cada movimento, os dedos dele acertam um ponto perfeito, sensĂvel, que faz o seu corpo tremer. E vocĂȘ solta gemidinhos, altos, gostosos, como se cada toque fosse demais e, ao mesmo tempo, pouco.
Até que, de repente, ele acerta.
O pontinho.
Aquele lugar que faz o seu mundo girar, que faz as suas pernas tremerem, que faz o seu estĂŽmago se contrair como se vocĂȘ estivesse caindo.
â Ah! â o gritinho escapa dos seus lĂĄbios, agudo, descontrolado, como se ele tivesse encontrado a chave para o seu prazer.
Jungwon sorri.
E Ă© um sorriso perigoso. SatisfatĂłrio. Triunfante.
â Achei â ele murmura, a voz rouca, cheia de promessas sujas, enquanto os dedos começam a estocar exatamente aquele ponto, rĂtmico, implacĂĄvel, perfeito. â Aguenta, mĂŽ. NinguĂ©m mandou tu ser uma vadia necessitada por piroca desse jeito. Mas vocĂȘ vai esperar um pouquinho atĂ© que eu te dĂȘ o que vocĂȘ quer.
E vocĂȘ?
VocĂȘ estĂĄ vendo estrelas.
A cada dedada, a cada movimento, o prazer cresce, se expande, te consome. Os seus dedos se cravam no lençol, o corpo tenso, arqueado, como se vocĂȘ estivesse tentando se segurar em algo que nĂŁo existe. Porque nada existe alĂ©m daquele toque. Nada existe alĂ©m daquele homem. Nada existe alĂ©m da sensação de que vocĂȘ estĂĄ prestes a explodir.
Os dedos dele continuam a estocar dentro de vocĂȘ, rĂtmicos, implacĂĄveis, como se ele estivesse determinado a te levar ao limite. E vocĂȘ sente. Sente o seu interior apertar em torno deles, nĂŁo mais por estranhamento, nĂŁo mais por medo do novo, mas porque vocĂȘ estĂĄ perto. Muito perto.
O prazer estĂĄ subindo, crescendo, te consumindo, como uma onda que nĂŁo pode mais ser contida. VocĂȘ sabe que estĂĄ Ă beira de algo grande, algo intenso, algo que vai te destruir e te reconstruir ao mesmo tempo.
Mas, de repente, ele para.
Os dedos saem de vocĂȘ de uma vez, bruscamente, como se ele tivesse percebido algo que o assustou. VocĂȘ resmunga em protesto, um som baixo, frustrado, enquanto a sua xota, toda melada, toda necessitada, se contraĂ repetidamente, como se estivesse procurando por algo â por ele â pra preencher o vazio que ele deixou.
Jungwon nĂŁo resiste.
O som do tapa na sua buceta ecoa pelo quarto. Estalado. Possessivo. Sujo.
â Ah! â vocĂȘ choraminga, o som saindo abafado, necessitado, mas a sua intimidade encharca ainda mais, como se o seu corpo soubesse que aquilo era apenas o começo do que estava por vir. â Wonnie! M-mais, mais!
â âAh, Wonnie, mais mais!â â ele te imita, a voz esganiçada propositalmente, e vocĂȘ se encolhe, se sentindo pequena e inĂștil rente a ele. â Calma, pirralha, vocĂȘ vai ter o que quer, hm? Deixa de marra.
Faz biquinho e Won nĂŁo resiste. Estala um tapa no teu rostinho e manha pra ele.
â Cacete, que cadela insaciĂĄvel! Que que cĂȘ quer, hm? Diz pro seu Wonnie. â Ah, Jungwon filho da puta! Sabia muito bem o que vocĂȘ queria tava nas calças dele e ainda assim amava brincar, te ver desesperada e faminta por ele.
â Pau, Wonnie⊠dĂĄ pau, por favorâŠ
E vocĂȘ se humilha pra ele com facilidade, era um golpe baixo com ele. Tua carinha pidona, chorosa⊠sĂł queria uma coisinha, sĂł essa. Mas essa coisinha ainda custava meio cara aos olhos dele.
SĂł que desejo Ă© demais. A tentação Ă© demais. A necessidade carnĂvora de te possuir, de te marcar, de te fazer sua de uma vez por todas Ă© mais forte do que qualquer coisa.
Ele nĂŁo vĂȘ outro jeito.
Vai ter que tirar a virgindade da sua menininha mesmo.
â Ah, meu amor⊠o que eu nĂŁo faço pela minha garotinha pura que quer tanto ficar bem sujinha, hm?
Com um movimento rĂĄpido, desesperado, ele arranca as prĂłprias roupas do corpo. A camisa voa pra qualquer canto do quarto, o tecido da calça escorrega pelas pernas, e, quando finalmente ele tira a cueca vermelha, vocĂȘ olha.
E baba.
Tanto pela boca quanto pela buceta.
O membro do seu namorado Ă© lindo. Grande. Grosso. Cheio de veias que pulsam, duras, prontas pra te estourar. A cabeça Ă© lisa, brilhante, com um fio de prĂ©-gozo escorrendo pela ponta, como se ele jĂĄ estivesse ansioso demais pra te possuir. O comprimento Ă© impressionante, intimidante, e vocĂȘ nĂŁo vĂȘ a hora de senti-lo dentro de vocĂȘ, estirando, preenchendo, te fazendo sua.
Jungwon se aproxima, devagar, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Ele se posiciona por cima de vocĂȘ, os olhos escuros, intensos, fixos nos seus, como se ele quisesse gravar cada reação, cada gemido, cada detalhe do seu rosto enquanto ele te tomava.
A mĂŁo dele cobre a sua boca, firme, possessiva.
â Shh⊠â a voz dele Ă© um sussurro, rouco, cheio de desejo. â Quietinha, os vizinhos nĂŁo podem acordar. O Wonnie promete que, depois, vai fazer bem gostosinho, tĂĄ bom? SĂł espera um pouquinhoâŠ
E entĂŁo, finalmente, vocĂȘ sente.
A dor.
NĂŁo Ă© uma dor suave. NĂŁo Ă© uma dor rĂĄpida. Ă uma queimação, intensa, profunda, como se ele estivesse rasgando vocĂȘ por dentro. O grito que escapa da sua garganta Ă© abafado pela mĂŁo dele, sufocado, contido, enquanto o seu interior tenta expulsĂĄ-lo, rejeitĂĄ-lo, como se o seu corpo nĂŁo soubesse que aquilo era exatamente o que vocĂȘ queria.
â TĂŁo⊠â a voz dele Ă© um rosnado, tenso, cheio de esforço para nĂŁo perder o controle. â Mas tĂŁo apertada⊠â os dentes dele rangem, os mĂșsculos do maxilar tensionam, como se ele estivesse lutando contra o prĂłprio desejo. â Uma puta de uma virgenzinha mesmoâŠ
Ele para, respira fundo, como se estivesse tentando se acalmar. E Ă© entĂŁo que ele diz, a voz baixa, rouca, cheia de uma mistura de prazer e tortura:
â Mas, amor⊠â os dedos dele apertam a sua boca com mais força, como se ele precisasse te segurar ali, precisasse te controlar. â SĂł entrou a metade.
Os seus olhos se arregalam, incrĂ©dulos, choqueados. Aquilo tudo â a dor, a queimação, a sensação de estar sendo estirada atĂ© o limite â era apenas a metade?
Ele começa a adentrar de novo, devagar, cuidadosamente, como se ele soubesse que cada centĂmetro a mais era uma tortura para vocĂȘ. E vocĂȘ fecha os olhos, com força, como se fechar o mundo lĂĄ fora pudesse te ajudar a suportar o que estava por vir.
Mas, porra, nĂŁo adianta.
Porque nada pode te preparar pra aquilo.
A queimação Ă© momentĂąnea, intensa, mas, Ă medida que ele vai entrando, preenchendo, te esticando, vocĂȘ sente algo mais. Algo melhor. Algo tĂŁo bom que faz o seu corpo tremer, estremecer, se render.
Ă tudo o que vocĂȘ queria.
Tudo o que vocĂȘ sempre sonhou.
E, mesmo com a dor, mesmo com a queimação, vocĂȘ sabe que nĂŁo trocaria aquilo por nada no mundo.
Ele entra por completo.
E, de repente, o mundo para.
Não hå mais dor. Não hå mais medo. Não hå mais nada além da sensação de estar completamente cheia. Completamente preenchida. Completamente necessitada.
O pau de Jungwon Ă© enorme, e vocĂȘ sente cada centĂmetro dele dentro de vocĂȘ, estirando, ocupando, possuindo cada cantinho do seu interior. Ă uma sensação avassaladora, como se ele tivesse preenchido nĂŁo sĂł o seu corpo, mas tambĂ©m a sua mente, a sua alma.
E, agora, vocĂȘ nĂŁo sente mais nada alĂ©m de um desejo Ășnico, insaciĂĄvel: querer que ele meta. Querer que ele se mova. Querer que ele te foda atĂ© vocĂȘ nĂŁo aguentar mais, assim como ele havia prometido.
VocĂȘ rebola contra ele, devagar, tĂmida, mas determinada. Ă um movimento pequeno, sutil, mas claramente um sinal: quero mais.
Jungwon percebe.
E ri.
à uma risada baixa, rouca, cheia de satisfação suja. Os olhos dele brilham com um misto de orgulho e diversão, como se ele estivesse admirando a sua coragem, a sua fome por ele.
â Acabou de receber uma rola e jĂĄ quer que eu meta? â a voz dele Ă© provocativa, zombeteira, enquanto a mĂŁo dele desce e estala contra a sua coxa. O som ecoou pelo quarto, alto, possessivo. â Que virgenzinha imunda vocĂȘ Ă©, uh?
Aquela frase faz o seu corpo todo esquentar.
NĂŁo Ă© vergonha. NĂŁo Ă© raiva. Ă puro desejo. Pura excitação. Porque, porra, vocĂȘ adora quando ele fala assim com vocĂȘ. Adora quando ele te trata como uma putinha necessitada, como uma cadela no cio. Adora quando ele te lembra que vocĂȘ Ă© dele, e que ele pode fazer o que quiser com vocĂȘ.
E Jungwon nĂŁo perde tempo.
Ele começa os movimentos, devagarzinho, como se estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Cada empurrão é lento, profundo, torturante, como se ele quisesse prolongar o prazer, prolongar a agonia da espera.
Mas, Ă medida que os seus gemidinhos vĂŁo aumentando, que os seus suspiros vĂŁo ficando mais altos, mais descontrolados, ele aumenta a velocidade.
Os quadris dele batem contra os seus, fortes, rĂtmicos, implacĂĄveis. Cada estocada Ă© mais profunda, mais intensa, mais perfeita do que a anterior. E, quando ele acerta aquele ponto, aquele lugar que faz o seu mundo girar, os seus gemidos ficam mais altos, mais desesperados, mais cheios de prazer.
â Ah! Wonnie! â vocĂȘ grita, a voz trĂȘmula, ofegante, cheia de necessidade.
Ele testa retirar pelo menos a metade do membro e colocar de novo. Ă um movimento lento, torturante, como se ele estivesse brincando com vocĂȘ, testando os seus limites.
E, quando ele olha para baixo, para o ponto onde os seus corpos se encontram, ele vĂȘ.
Um leve resquĂcio de sangue.
A prova irrefutĂĄvel de que vocĂȘ era dele. Agora e pra sempre.
Isso o faz sorrir.
à um sorriso orgulhoso, possessivo, triunfante. Como se ele tivesse conquistado algo que ninguém mais poderia tirar dele.
â Toda minha⊠sĂł minha, caralhoâŠ
E, sem aviso, ele adentra todo de novo, forte, rĂĄpido, implacĂĄvel.
â Ah! Porra! â vocĂȘ grita de prazer, o som saindo da sua garganta como um lamento, como um pedido, como um agrado.
Ă tĂŁo bom.
TĂŁo bom que vocĂȘ jĂĄ estĂĄ toda bobinha pelo pau dele. Toda mole, toda tremendo, toda entregue Ă quela sensação indescritĂvel de estar completamente preenchida, completamente possuĂda, completamente dele.
Jungwon percebe.
Percebe que a dor sumiu. Que o medo se dissolveu. Que tudo o que resta Ă© puro prazer, pura necessidade, puro desejo por ele. O seu interior nĂŁo resiste mais, nĂŁo luta mais â aceita, pede, suplica por mais.
E, com um movimento lento, deliberado, ele retira o cacete do seu interior.
VocĂȘ choraminga.
Ă um som fraco, desesperado, cheio de frustração. Porque, porra, vocĂȘ queria ele dentro de vocĂȘ. Precisava dele dentro de vocĂȘ. A sensação de vazio Ă© insuportĂĄvel, como se algo essencial tivesse sido arrancado de vocĂȘ.
Uma gota de sangue cai no lençol, vermelha, brilhante, prova do que acabou de acontecer. Mas Jungwon nĂŁo liga. NĂŁo se importa. NĂŁo pensa em mais nada alĂ©m de vocĂȘ.
Ele apenas te olha, os olhos escuros, famintos, possessivos, e diz:
â Se for pra te sujar, pelo menos eu vou fazer isso bem feito.
A voz dele Ă© baixa, rouca, cheia de promessas sujas. E, antes que vocĂȘ possa reagir, ele te puxa pelo quadril, rĂĄpido, determinado, e te coloca de quatro.
A sua bunda fica virada pra ele, exposta, vulneråvel, pronta para ser usada. O seu rostinho afunda nos lençóis, ofegante, necessitada, ansiosa pelo que estå por vir.
E ele nĂŁo te faz esperar.
Com um movimento lento, torturante, ele penetra de novo. Devagar. Profundo. Completo.
VocĂȘ sente o aperto do seu interior abraçando ele, recebendo ele, suplicando por mais. E, quando ele entra todo, atĂ© o fundo, vocĂȘ geme.
Mas nĂŁo Ă© um gemido de dor. NĂŁo Ă© um gemido de medo. Ă um gemido bobinho, feliz, extasiado por estar preenchida novamente. Por estar completa novamente. Por estar dele novamente.
E Jungwon nĂŁo perde tempo.
Ele começa a te estocar de maneira rĂĄpida e forte. Os quadris dele batem contra a sua bunda, duros, rĂtmicos, implacĂĄveis. Cada estocada Ă© mais profunda, mais intensa, mais perfeita do que a anterior. E os seus gemidos sĂŁo altos, descontrolados, cheios de prazer.
VocĂȘ nĂŁo consegue falar. NĂŁo consegue pensar. NĂŁo consegue fazer nada alĂ©m de sentir. Sentir cada movimento, cada toque, cada estocada que te arromba, te quebra, te faz sua.
E Jungwon brinca.
â A cadela desaprendeu a falar? â a voz dele Ă© zombeteira, provocativa, enquanto os quadris dele continuam a se mover, rĂĄpidos, fortes. â Ă uma puta toda burrinha agora que tĂĄ levando uma surra de rola, Ă©? Ah, sua vadiazinha do caralho.
Aquelas palavras fazem o seu interior contrair ainda mais. Mais. Mais. Como se o seu corpo quisesse provar que vocĂȘ ainda era capaz de sentir, de reagir, de gozar por ele.
E vocĂȘ estĂĄ tĂŁo perto.
TĂŁo perto que o mundo gira. TĂŁo perto que os seus dedos se cravam nos lençóis. TĂŁo perto que vocĂȘ sente o prazer se acumulando, pronto para explodir.
Jungwon puxa os seus cabelos, forte, possessivo, fazendo o seu tronco levantar. E, com essa nova posição, as estocadas adentram ainda mais fundo, mais forte, mais certo.
Acertando aquele pontinho. Aquele lugar que faz o seu corpo tremer, que faz o seu mundo girar, que faz o seu prazer transbordar.
E, porra, nĂŁo tem jeito.
Apenas quatro estocadas. Quatro estocadas fortes, precisas, implacĂĄveis.
E vocĂȘ goza.
O grito de prazer toma o quarto, alto, descontrolado, cheio de satisfação. O seu corpo treme, se contrai, se entrega ao orgasmo mais intenso que vocĂȘ jĂĄ sentiu na vida.
Jungwon dĂĄ mais trĂȘs estocadas devagar, prolongando o prazer, saboreando cada segundo daquele momento. E, quando ele sai de dentro de vocĂȘ, ainda duro, ainda necessitado, vocĂȘ se joga de barriga pra cima na cama, tremendo, ofegante, com o corpo queimando.
Ă a melhor sensação que vocĂȘ jĂĄ tinha sentido na vida.
E Jungwon nĂŁo termina.
Ele punheta o caralho dele, rĂĄpido, forte, com os olhos fixos em vocĂȘ, como se estivesse gravando cada reação, cada tremor, cada gemido que ainda escapa dos seus lĂĄbios. E, quando o gozo jorra, quente, espesso, abundante, ele mira direto na sua buceta, sensĂvel, apenas um pouquinho melada de sangue.
E, sem hesitar, ele coloca um pouco de porra pra dentro do seu buraquinho com os dois dedos, devagar, possessivo, marcando vocĂȘ por dentro e por fora.
â Agora sim... â a voz dele Ă© baixa, satisfatĂłria, cheia de orgulho. â Bem sujinha.
VocĂȘ sorri, fraco, feliz, completamente entregue.
â Sujinha apenas pro Wonnie⊠â vocĂȘ diz, a voz trĂȘmula, ofegante, cheia de amor. â E pra mais ninguĂ©m.
㠀㠀㠀㠀
acho que ler essa fjc me deixou doente do jeito bom meu deus mudou a minha vida
㠀㠀ââ㠀㠀đđđđđđ đđă €đă €đđđđ
㠀㠀đ€ă €ă €đđđ§đđđąđđšđ ă €ă €Ù ă €ă €vocĂȘ sabia exatamente a razĂŁo de Riki Maus entrar em campo vestindo aquele nĂșmero.㠀㠀(4đ)㠀㠀
㠀㠀đđđđđ đđđđđ, đđđ'đ đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀đżđđđđ»đșđ đ đđ đșđđŸđââđđșđđă €&ă €đŒđđŸđŸđđ đŸđșđœđŸđââđ đŸđđđđđș.
㠀㠀đđđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀conteĂșdo sexual explĂcito, maki hard!dom, dirty talk, semi-public sex, oral sex (fâm), rough sex&oral, choking, spanking, hair pulling, degradation, breath play, possessiveness, biting, cum play, teasing, maki ciumentinho, uma dinamica leve de rivalidade, sexo sem proteção (por favor nĂŁo façam).
㠀㠀đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀o aniversĂĄrio Ă© meu e quem ganha presentes sĂŁo vocĂȘs! espero que gostem <3
O ar dentro do vestiĂĄrio masculino estava pesado, carregado com o cheiro de suor, grama pisada e o perfume adocicado do desodorante barato que os caras da biomed usavam. As paredes de azulejo branco, frias e apertadas, ecoavam cada gemido abafado que escapava dos seus lĂĄbios, misturando-se com o som Ășmido e obsceno do plopt do caralho de Maki sumindo e aparecendo entre as suas nĂĄdegas. VocĂȘ atĂ© tentava abafar seus gemidos manhosinhos, mas eles escapavam entre os dentes, finos e trĂȘmulos.
Maki nĂŁo tinha perdido tempo. Assim que a porta da cabine se fechou atrĂĄs de vocĂȘs dois, ele jĂĄ tinha te jogado contra a parede, as mĂŁos grandes e calosas â sim, calosas, porque aquele desgraçado treinou o jogo todo como se fosse a final de uma Copa do Mundo â agarravam seu quadril com uma força que vocĂȘ sabia que ia deixar marcas roxas amanhĂŁ. E vocĂȘ adorava isso. Adorava a ideia de acordar com o corpo doendo, sabendo que tinha sido usada atĂ© o talo por ele.
A saia de lĂder de torcida, antes impecĂĄvel, agora estava amarrotada na sua cintura, um amontoado de tecido verde que nĂŁo servia para mais nada, a nĂŁo ser para te lembra que vocĂȘ era a inimiga. A calcinha â aquela calcinha de renda preta que vocĂȘ tinha posto justamente para provocĂĄ-lo â estava rasgada no chĂŁo, um farrapo inĂștil, pisoteado pela chuteira suja de grama do Maki. O top do uniforme, que antes exibia orgulhoso o nome do time de medicina, agora estava torto no seu tronco, os seios esmagados contra o azulejo gelado, os mamilos duros de excitação e frio.
Seus cabelos, que vocĂȘ tinha arrumado com tanto cuidado antes do jogo, estavam degrenhados, fios soltos colados no rosto suado, porque Maki nĂŁo tinha tido paciĂȘncia para nada alĂ©m de puxĂĄ-los com violĂȘncia, forçando sua cabeça, te deixando empinadinha para ele, como uma cadelinha no cio. E vocĂȘ obedecia. Obedecia porque cada centĂmetro do pau dele dentro de vocĂȘ era uma recompensa, uma punição, uma mistura dos dois que te fazia revirar os olhos de tanto prazer.
Maki entrava e saĂa de vocĂȘ com uma fĂșria animal, os olhos vidrados na visĂŁo do prĂłprio caralho desaparecendo e reaparecendo entre as suas nĂĄdegas, brilhante de tanto gozo e suor. Cada estocada era um soco, um castigo, uma forma de descontar toda a raiva do jogo. E vocĂȘ amava cada segundo.
â VocĂȘ viu que aqueles filhos da puta inventaram de me marcar depois que eu fiz os dois gols? â ele rosnou, os dedos afundando no seu quadril com uma força que ia te deixar com marcas roxas amanhĂŁ. â TrĂȘs cara na minha cola, porra! NinguĂ©m passava a bola pra mim. Eu ia fazer um hat-trick, sua puta. â A voz dele era ĂĄspera, carregada de raiva, e a cada palavra, as estocadas ficavam mais brutais, mais profundas, como se ele quisesse te perfurar com o prĂłprio Ăłdio.
VocĂȘ nĂŁo respondia. NĂŁo tinha fĂŽlego para isso. SĂł gemia, baixinho, a cada investida mais brutal, os dedos arranhando o azulejo, tentando se segurar em algo â qualquer coisa â enquanto ele te destruĂa. O Ăąngulo era perfeito, a cabeçona gorda do pau dele atingindo o finalzinho do seu Ăștero a cada estocada, e vocĂȘ sentia cada veia, cada centĂmetro.
Ele nĂŁo parava. NĂŁo ia parar. NĂŁo enquanto a raiva ainda fervia no peito dele.
â E aquele seu veterano arrombadinho? O Jay? â Maki cuspiu as palavras como se fossem veneno, e o pau dele afundou mais, tĂŁo fundo que vocĂȘ sentiu as lĂĄgrimas arderem nos olhos. â Aquele arrombado nĂŁo joga nada, nĂŁo sabe chutar, nĂŁo sabe correr, nĂŁo sabe fazer PORRA NENHUMA, mas o pior Ă© o Niki... Argh! â O nome saĂa da boca dele como um xingamento, e a estocada que se seguiu foi brutal, as bolas dele bateram contra vocĂȘ, um som de barulho molhado que fez seu interior se apertar ainda mais. â Aquele olho que o desgraçado te deu quando fez o Ășnico gol deles... como se fosse ele que tivesse ganhado a porra do jogo!
E ele penetrou mais forte. Bem mais forte.
As bolas dele faziam barulho ao se chocarem contra o seu corpo, um som Ășmido, sujo, que ecoava na cabine como uma mĂșsica porca. E vocĂȘ sabia o que era aquilo. NĂŁo era sĂł raiva do jogo. Era ciĂșmes. O ciĂșmes do Maki, queimando como ĂĄcido, fazia o seu interior se apertar ao redor dele, como se o seu corpo todo quisesse provar que vocĂȘ era sĂł dele. Era verdade que o camisa dez do seu time tinha olhado para vocĂȘ, sim. Mas como se vocĂȘ ligasse? VocĂȘ preferia mil vezes o Maki, mesmo que ele te estivesse fodendo ali, possesso, como se quisesse te marcar por dentro, te fazer sua de um jeito que ninguĂ©m mais pudesse apagar.
â Isso, porra... â ele grunhiu, os dentes cerrados, o suor escorrendo da testa dele e caindo no seu ombro nu. â Aperta mais, sua puta. â Cada xingamento era acompanhado por uma estocada mais violenta, mais funda, como se ele quisesse te punir por cada segundo que vocĂȘ tinha torcido pelo time errado. â VocĂȘ acha que eu nĂŁo vi vocĂȘ pulando igual uma cadela em cio toda vez que aquele merda do Niki tocava na bola?
VocĂȘ revirava os olhos, nĂŁo de tĂ©dio, mas de prazer puro, de um tesĂŁo tĂŁo intenso que doĂa. NĂŁo ia discutir com ele. NĂŁo ia negar. Porque, no fundo, vocĂȘ sabia que ele tinha razĂŁo. VocĂȘ tinha torcido contra ele. Tinham ganhado de 3x1, sim, mas sĂł porque o Taki tinha aproveitado a marcação sufocante em cima do Maki. E vocĂȘ dava menos um minuto para ele começara a reclamar disso.
â E o Taki, aquele filhote de cachorro... â Maki rosnou, e vocĂȘ sentiu os dedos dele afundarem na sua carne, a dor misturando com o prazer de uma forma que te fazia tremer. â Aquele merda aproveitou que eu tava marcado para fazer o terceiro gol. Como se fosse merecimento dele, porra!
Bingo.
â E o juiz, aquele corno... â ele cuspiu, e o pau dele girou dentro de vocĂȘ, um movimento que te fez ver estrelas. â Aquele filho da puta nĂŁo viu o pĂȘnalti claro no Taki? NĂŁo, nĂŁo viu, porque tava muito ocupado olhando para o seu rabo, nĂŁo Ă©, gatinha?
A humilhação queimava tanto quanto o prazer. VocĂȘ nĂŁo era gatinha de ninguĂ©m. NĂŁo era. Mas com o Maki... com o Maki, vocĂȘ queria ser. Queria ser a putinha dele, a vagabunda dele, a cadela que ele fodia atĂ© nĂŁo aguentar mais. O jeito que a sua buceta engasgava no pau dele, o jeito que vocĂȘ tremia a cada embate, era resposta suficiente. Maki sorriu, um sorrisinho sujo, cafajeste, enquanto observava o prĂłprio caralho sumir e aparecer de novo entre as suas nĂĄdegas, todo melado, brilhante sob a luz fraca da cabine.
â Isso... â ele murmurou, a voz mais baixa, mais Ăntima, como se ele estivesse saboreando cada segundo. â Assim que eu gosto. Toda molhada, toda apertadinha pra mim... â Os dedos dele desceram, deslizando entre as suas pernas, e vocĂȘ sentiu o toque Ășmido dos prĂłprios fluidos sendo espalhados pelo seu clitĂłris inchado.
O corpo do Maki tensionou de repente, os mĂșsculos das costas se contraindo como se ele tivesse ouvido algo que nĂŁo devia. A cabeça dele virou bruscamente para o lado, o ouvido atento, como um animal farejando perigo. VocĂȘ sentiu a mudança imediata: o ritmo das estocadas diminuiu, a força arrefeceu, como se ele estivesse calculando algo na cabeça. Um gemido alto escapou da sua boca, e antes que vocĂȘ pudesse segurar, a mĂŁo dele tampou seus lĂĄbios com uma pressa que quase te fez morder os dedos. O cheiro de suor e sabonete barato invadiu suas narinas, misturado com o gosto salgado da pele dele, e vocĂȘ sentiu o coração disparar. O que era aquilo?
NĂŁo demorou mais do que dois segundos para o Maki entender. Com um movimento rĂĄpido e preciso, ele girou o corpo sem tirar o pau de dentro de vocĂȘ, esticou o braço e ligou o chuveiro. A ĂĄgua morna desabou sobre vocĂȘs dois, criando um vĂ©u de vapor que turvava a visĂŁo, mas nĂŁo abafava o som dos testĂculos batendo contra vocĂȘ, mesmo com o barulho da ĂĄgua caindo. O Maki nĂŁo parou. NĂŁo, ele apenas ajustou o ritmo, agora devagarinho, mas atingindo bem lĂĄ no fundo, como se quisesse provar um ponto. VocĂȘ suspirou, o alĂvio da ĂĄgua quente misturado com a sensação de estar sendo preenchida de uma forma que te fazia tremer. TĂŁo gostoso... mas tĂŁo arriscado...
E entĂŁo vocĂȘ ouviu.
â Cara, tĂĄ aĂ? â A voz do Taki ecoou do lado de fora da cabine, clara, despreocupada, como se ele nĂŁo tivesse a menor ideia do que estava acontecendo a dois metros de distĂąncia.
O que o Taki estava fazendo ali? VocĂȘ pensou, desesperada. Por que ele nĂŁo estava comemorando com o resto do time? A sua mente corria, tentando encontrar uma explicação lĂłgica, mas o cĂ©rebro recusava a cooperar. O Ășnico pensamento coerente que vocĂȘ teve foi: Se ele abrir essa porta, estamos fudidos.
Mas o Maki... o Maki nĂŁo se abalou. NĂŁo por um segundo sequer.
â Sim! Fala! â A voz dele saiu limpa, firme, apenas um toque de ofegĂąncia que qualquer um poderia atribuir ao cansaço do jogo. O filho da puta nem parou de meter em vocĂȘ. VocĂȘ sentiu o pau dele pulsar dentro de vocĂȘ, como se ele estivesse riindo da situação. E vocĂȘ... vocĂȘ tinha que segurar. Tinha que fingir que nĂŁo estava sendo fodida contra a parede de um vestiĂĄrio, com o melhor amigo dele do outro lado da porta.
â Termina logo aĂ, os caras tĂŁo chamando para a gente sair pra beber. NĂŁo podemos ir sem o artilheiro da partida. â Taki continuou, a voz leve, como se estivesse falando do tempo. â E se eu fosse vocĂȘ, eu ia. NĂŁo vamos ter aula de farmacologia amanhĂŁ... Ah, e eu trouxe sua camisa, vocĂȘ esqueceu lĂĄ no campo.
O Maki pensou. VocĂȘ sentiu os dedos dele afundarem no seu quadril, como se ele estivesse avaliando a situação. E entĂŁo, sem aviso, ele empurrou um pouco mais forte, te fazendo morder o lĂĄbio para nĂŁo gemer. VocĂȘ colocou a mĂŁo na boca, os dedos tremendo de tanto segurar o som que queria escapar. Porra, porra, porra...
â Deixa aĂ em cima do banco â o Maki respondeu, a voz tĂŁo natural que vocĂȘ quase esqueceu que ele estava dentro de vocĂȘ. â Podem ir na frente, eu encontro vocĂȘs lĂĄ.
â TĂĄ bom. â O Taki deu de ombros, e vocĂȘ imaginou o movimento, como se ele estivesse ali, bem na sua frente.
VocĂȘ ouviu o barulho do tecido sendo colocado no banco. A camisa do Maki. E entĂŁo, como se o universo quisesse zoar com vocĂȘs, o Taki olhou para o nĂșmero e o nome costurados nas costas.
â Eu nunca te perguntei. â A voz do Taki era curiosa, e vocĂȘ sentiu o seu estĂŽmago se revirar. â Por que vocĂȘ escolheu o nĂșmero catorze?
Seu sangue gelou. NĂŁo era a pergunta em si, mas o momento. O momento perfeito para o Taki fazer uma pergunta chata, uma pergunta que nĂŁo tinha nada a ver com a situação, mas que, de alguma forma, tornava tudo ainda mais tenso. Maki sorriu. VocĂȘ sentiu os lĂĄbios dele roçarem no seu ombro, e o pau dele pulsar dentro de vocĂȘ, como se ele estivesse se divertindo com a situação.
â Ă um bom nĂșmero. â A voz de Maki saiu suave, controlada, como se ele nĂŁo estivesse com o pau dentro de vocĂȘ, como se ele nĂŁo estivesse te fodendo enquanto falava com o melhor amigo. â DĂĄ para atuar em vĂĄrias funçÔes, meia-central, meia-atacante, ponta direita ou esquerda, segundo atacante, atĂ© lateral ou ala, dependendo do esquema. â Ele meteu em vocĂȘ um pouquinho mais forte, e vocĂȘ mordeu a mĂŁo para nĂŁo gemer. â E convenhamos, sĂł jogador foda joga com catorze.
â Realmente. â Taki riu, e vocĂȘ imaginou o sorriso no rosto dele, como se ele nĂŁo tivesse a menor ideia do que estava acontecendo.
E vocĂȘ... vocĂȘ riu por dentro, amargamente. Mentiroso desgraçado. Como ele conseguia falar tĂŁo normal enquanto vocĂȘ apertava o interior dele de propĂłsito, sĂł para ver se ele errava uma palavra sequer? Mas nĂŁo. O Maki continuou imperturbĂĄvel, como se estivesse tomando um cafĂ©.
â Vai ficar aĂ atĂ© eu perguntar porque vocĂȘ escolheu o nĂșmero 6? â A voz de Maki saiu desafiadora, e vocĂȘ sentiu o pau dele inchar dentro de vocĂȘ, como se ele estivesse se divertindo com a situação.
Taki fez careta, e novamente vocĂȘ imaginou o movimento, como se ele estivesse bem na sua frente.
â Nada demais, sĂł gosto da posição do nĂșmero. â A voz do Taki era leve, descontraĂda. â Mas do jeito que vocĂȘ joga, estou surpreso por vocĂȘ nĂŁo ter brigado pelo nove com o K, por isso eu perguntei. Mas Ă© isso, tĂŽ indo, te vejo lĂĄ.
E, apĂłs essa Ășltima fala, o Takayama saiu. VocĂȘ ouviu os passos dele se afastando, e o som da porta do vestiĂĄrio se fechando. O Maki esperou. VocĂȘ esperou. O som da ĂĄgua caindo preenchia o vestiĂĄrio, misturado com a sua respiração ofegante. E entĂŁo, quando ele teve certeza de que o Taki tinha saĂdo, o Maki agiu. Um tapa fortĂssimo na sua nĂĄdega esquerda, tĂŁo forte que vocĂȘ sentiu o baque ecoar na cabine. A dor queimou por um segundo, antes de se misturar com o prazer que jĂĄ estava fervendo dentro de vocĂȘ.
â Puta do caralho! â ele rosnou, a voz agora cheia de raiva, de possessividade. â VocĂȘ tava apertando eu de propĂłsito, sua vagabunda? Queria que o Taki ouvisse, Ă©? â Ele te xingou toda, e vocĂȘ sentiu o pau dele inchar ainda mais dentro de vocĂȘ, como se a raiva dele o deixasse ainda mais excitado.
VocĂȘ nĂŁo respondeu. NĂŁo precisava. O sorrisinho que vocĂȘ deu, o jeito que vocĂȘ rebolou contra o caralho dele de propĂłsito, foi o estopim. Maki nĂŁo aguentou. Ele te segurou com uma força brutal, e começou a te foder forte, com raiva, como se quisesse te punir por ter brincado com fogo. Cada estocada era mais violenta que a anterior, cada gemido seu era abafado pelo som da ĂĄgua caindo, pelo som das bolas dele batendo contra o seu corpo.
A cada estocada forte, o seu corpo tremia todinho, como se cada investida do Maki fosse um choque elĂ©trico que te fazia perder o controle. E entĂŁo... aquilo. A onda de calor tomou conta de vocĂȘ, queimando de dentro para fora, como se cada nervo, cada mĂșsculo, cada centĂmetro do seu ser estivesse explodindo em prazer. VocĂȘ tremeu mais forte, os dedos cravando no azulejo, as unhas arranhando a parede, e o seu interior se apertou ao redor do pau dele com uma força desumana, como se quisesse sugar cada gota do Maki para dentro de vocĂȘ.
E ele deixou escapar um arfar.
Um som rouco, animal, que saĂa direto do peito dele, como se ele estivesse perdendo a batalha contra o prĂłprio controle. O Maki parou os movimentos, como se estivesse saboreando aquele aperto, aquele calor Ășmido que o seu corpo lhe oferecia. VocĂȘ sentiu os mĂșsculos dele relaxarem por um segundo, e foi aĂ que vocĂȘ ousou olhĂĄ-lo por cima do ombro.
O vapor da ĂĄgua do chuveiro turvava o ar, mas nĂŁo conseguia esconder a raiva que transbordava pelos olhos dele. Era uma fĂșria escura, perigosa, como se ele estivesse pronto para explodir. E quando ele levantou o olhar para vocĂȘ, foi como se o mundo parasse. Os olhos dele â aqueles olhos mistos, com os traços alemĂŁes e asiĂĄticos que vocĂȘ tanto admirava â estavam queimando de uma ira fria, calculista, como se ele estivesse planejando a sua prĂłxima jogada.
E entĂŁo, ele perguntou.
â VocĂȘ gozou, sua puta? â A voz dele era baixa, perigosa, como um aviso antes da tempestade.
VocĂȘ fez um beicinho com os lĂĄbios, desafiante, e deu de ombros, como se nĂŁo fosse nada demais.
â Sim... e daĂ? â A sua voz saiu tremida, mas firme, como se vocĂȘ estivesse brincando com fogo.
E funcionou.
A pergunta foi o estopim. O Maki viu vermelho.
VocĂȘ o provocando naquele momento? Sim. VocĂȘ sabia o que estava fazendo. Sabia que ele nĂŁo aguentaria ser desafiado assim, nĂŁo quando ele ainda estava dentro de vocĂȘ, nĂŁo quando o cheiro do seu gozo ainda estava fresco no ar.
E foi num movimento rĂĄpido que ele agiu.
O registro do chuveiro foi girado com um barulho metĂĄlico, e a ĂĄgua parou de cair sobre vocĂȘs dois. O silĂȘncio que se seguiu foi ensurdecedor, quebrado apenas pela respiração ofegante de vocĂȘs. E entĂŁo, sem aviso, ele tirou o membro duro e melado de dentro de vocĂȘ, deixando vocĂȘ vazia, frustrada, como se ele tivesse levado algo que era seu. Antes que vocĂȘ pudesse protestar, ele te puxou pelo pescoço, te prensando contra a parede. O contato da pele molhada de vocĂȘs dois grudava, e vocĂȘ sentiu o calor do corpo dele queimando o seu. Ele se aproximou bem perto, tĂŁo perto que vocĂȘ sentiu o hĂĄlito quente dele no seu rosto, sufocando o seu ar. VocĂȘ poderia suspirar â amava quando ele fazia isso â mas a curiosidade era maior. O que ele ia fazer agora?
Com os olhinhos atentos, vocĂȘ analisou cada traço do rosto dele. Os traços alemĂŁes misturados com os asiĂĄticos, que agora estavam distorcidos por uma raiva que vocĂȘ nem poderia medir. Era como se ele estivesse lutando contra algo dentro de si, algo que queria te destruir. E entĂŁo, ele olhou para vocĂȘ e falou.
â Mas eu nĂŁo deixei.
E com o restinho de fĂŽlego que vocĂȘ tinha, vocĂȘ respondeu, desafiante:
â E... precisava...? â A sua voz saiu fraca, mas provocadora, como se vocĂȘ estivesse testando os limites dele.
Foi o estopim. O Maki tirou a mĂŁo do seu pescoço, te liberando para respirar. O ar entrou nos seus pulmĂ”es como um sopro de vida, mas vocĂȘ sabia que nĂŁo ia durar. Porque o Maki nĂŁo tinha terminado com vocĂȘ. Com as duas mĂŁos, ele rasgou o top do uniforme de lĂder de torcida, o tecido se partindo com um barulho de rasgo que ecoou na cabine. Os seus peitos se soltaram, livres, e o ar frio do vestiĂĄrio bateu nos seus mamilos duros, sensĂveis. Ele jogou o pedaço rasgado no chĂŁo, como se nĂŁo fosse nada, como se vocĂȘ nĂŁo fosse nada.
E entĂŁo, ele abocanhou o seu peito direito. O contato da boca quente dele no seu seio foi delicioso, como sempre. VocĂȘ gemeria â sempre gemia â porque o Maki sabia como te tocar, como te fazer sentir coisas que vocĂȘ nem sabia que existiam. Mas foi uma falsa ilusĂŁo, porque entĂŁo, ele mordeu. NĂŁo foi forte, mas doeu. E como uma cadela masoquista, vocĂȘ sentiu uma pontada lĂĄ embaixo, um calor que subiu direto para o seu ventre. As mordidinhas do Maki sempre faziam efeito em vocĂȘ. Sempre te deixavam molhada, desejando mais. VocĂȘ gritou e ele forçou mais os dentes. A dor queimou, mas era bom. Era tĂŁo bom que vocĂȘ segurava o cabelo dele com força, tentando puxĂĄ-lo para longe, mas era em vĂŁo. VocĂȘ soltava gritinhos e choramingos, e quanto mais ele forçava, mais alto vocĂȘ gemia. Ele sabia disso.
Ele se afastou um pouco, o fĂŽlego quente batendo no seu peito, e falou:
â Grita! Grita mesmo! â A voz dele era ĂĄspera, cruel. â VocĂȘ quer que descubram que vocĂȘ tĂĄ dando aqui? No meio do vestiĂĄrio? Pior do que uma puta barata? â Ele ri, um som seco, sem alegria. â Acha que Ă© porque aquele arrombadinho do Taki saiu que nĂŁo vai entrar mais ninguĂ©m?
E realmente, o Maki tinha razĂŁo. NĂŁo era porque vocĂȘs tinham se livrado do Taki que nĂŁo tinha risco de mais alguĂ©m entrar. O vestiĂĄrio era um lugar pĂșblico, e a qualquer momento, qualquer um poderia abrir aquela porta. O seu corpo esquentou com a ideia, e vocĂȘ soltou um gemidinho tĂŁo baixo, tĂŁo sujo, que atĂ© vocĂȘ ficou surpresa.
Mal de exibicionista, vocĂȘ pensou, envergonhada, mas excitada.
Mas o Maki nĂŁo te deixou se esconder na vergonha. Ele segurou o seu pescoço novamente com uma mĂŁo, e apenas deu mais uma chupadinha no seu peitinho esquerdo, sem moderação, de uma maneira carinhosa que te fez suspirar. Mas entĂŁo, ele se afastou e, com a mĂŁo livre, deu um tapa no seu seio. A dor irradiou pelo seu corpo, mas o prazer foi maior. VocĂȘ gemeria de novo, porque era isso que vocĂȘ era: uma puta de uma cadela masoquista que amava cada segundo daquilo.
E entĂŁo, ele te puxou, te forçando a ficar de joelhos na frente dele. VocĂȘ sentiu os joelhos entrarem em contato com o chĂŁo molhado do banheiro, a ĂĄgua fria do azulejo queimando a sua pele. E foi aĂ que ele falou, a voz baixa, perigosa:
â VocĂȘ vai me mamar, sua puta.
A boca jĂĄ se abria, ansiosa, antes mesmo que ele precisasse ordenar. VocĂȘ sabia o que vinha pela frente, e nĂŁo tinha problema algum com isso. Na verdade, amava. Amava a dorzinha no maxilar no dia seguinte, a sensação de ter sido usada, de ter sido fodida atĂ© o limite. Amava a forma como as veias do pau dele tensionavam quando vocĂȘ engasgava, quando a garganta relaxada ainda assim nĂŁo conseguia conter o tamanho dele. E, como sempre, Maki nĂŁo ia te decepcionar.
Ele puxou seu cabelo, guiando o caralho grosso atĂ© a entrada da sua boca, e foi introduzindo devagar, como se quisesse saborear cada centĂmetro. VocĂȘ sentiu o gosto salgado do prĂ©-gozo dele, misturado com o sabor metĂĄlico do sangue das mordidas nos seus lĂĄbios. O pau dele era quente, pesado, e vocĂȘ jĂĄ sabia que nĂŁo ia ser uma mamada. NĂŁo com ele puto assim. Ele ia fuder sua boca, e vocĂȘ ia deixar. Porque gostava. Porque amava a sensação de ser dominada, de ser usada como um brinquedo, de sentir o controle dele sobre vocĂȘ.
O Maki suspirou, um som profundo, satisfatĂłrio, como se a sua boquinha fosse o paraĂso que ele sempre procurou. TĂŁo gostosa, tĂŁo quentinha, tĂŁo perfeita. Ele se acostumou com a sensação, os quadris se movendo levemente, como se ele estivesse saboreando cada segundo. Mas o Maki nĂŁo era de se segurar.
E nĂŁo demorou muito para ele começar a forçar. Os quadris dele se moveram, empurrando o caralho mais fundo, e mesmo com a garganta relaxada, vocĂȘ nĂŁo pĂŽde evitar: engasgou. O som foi abafado pelo barulho do pau dele deslizando entre os seus lĂĄbios, mas vocĂȘ sentiu as veias dele tensionarem, como se cada engasgo seu o deixasse ainda mais excitado. Ele suspirou, a voz rouca de prazer, e vocĂȘ soube que ele estava apreciando cada segundo.
â Sua boquinha Ă© tĂŁo gostosa... â ele rosnou, os dedos cravando no seu cabelo, guiando a sua cabeça para frente e para trĂĄs, no ritmo que ele quisesse. â Abocanha tĂŁo bem o meu caralho... Uma boa cadelinhaâŠ.
Os sons dentro da cabine eram sujos, vulgares. NĂŁo sĂł pelos seus engasgos no caralho grande do Maki, mas tambĂ©m pelos gemidos gostosinhos que escapavam da boca dele. VocĂȘ amava esse efeito que tinha nele. Amava saber que, mesmo com toda a raiva, todo o ciĂșmes, todo o controle, ele nĂŁo conseguia se segurar. VocĂȘ era boa demais nisso.
E vocĂȘ sentiu as veias dele tensionarem novamente, mas dessa vez era diferente. Ele estava perto. VocĂȘ jĂĄ estava pronta, a garganta relaxada, a boca cheia de saliva, pronta para engolir cada gota do gozo dele. Mas Maki, o filho da puta, nĂŁo ia te dar esse prazer. Num movimento brusco, ele tirou o caralho da sua boca, segurou a base com a mĂŁo e punhetou com força, os mĂșsculos do braço dele tensionando enquanto o esperma jorrava direto no seu rosto.
A primeira jorrada acertou a sua testa, escorrendo pelo seu nariz, misturando-se com as lĂĄgrimas que vocĂȘ nem tinha percebido que estavam caindo. A segunda foi direto no seu queixo, e vocĂȘ sentiu o lĂquido quente escorrendo pelo pescoço, pingando nos seus seios, que jĂĄ estavam inchados e doloridos das mordidas. A Ășltima gota caiu bem no meio do seu peito, e vocĂȘ nĂŁo pĂŽde evitar: gemer. NĂŁo de dor, nĂŁo de vergonha, mas de prazer puro, de saber que ele tinha te marcado, te sujado, te feito sua.
Maki te empurrou leve, com uma mĂŁo, sem fazer força, mas vocĂȘ estava tĂŁo cansada, tĂŁo exausta, que acabou sentando nos prĂłprios pĂ©s, o corpo todo tremendo. Ele te analisou ali, por apenas alguns segundos, mas foi o suficiente para gravar cada detalhe na mente dele: os cabelos desgrenhados, a maquiagem borrada, o rosto melado com o gozo dele, o top do uniforme rasgado no chĂŁo, os peitos inchados pelas mordidas recentes, a saia do uniforme embolada na cintura, vocĂȘ desprovida de calcinha, a buceta latejando de uma boa foda. As meias estavam uma bagunça, e vocĂȘ nem lembrava mais onde estavam os seus tĂȘnis.
Maki sorriu, orgulhoso. VocĂȘ estava linda. Linda degrenhada por ele. Apenas por ele.
Sem pressa, ele saiu da cabine e começou a se vestir. A bermuda, a regata preta, os cabelos ainda molhados, mas que secariam rĂĄpido. Pegou a bolsa e se aproximou novamente da cabine. VocĂȘ ainda estava daquele mesmo jeitinho, aproveitando a sensação de ter sido usada, marcada, possuĂda.
Ele te olhou, pegou a blusa que o Taki tinha acabado de trazer e jogou em vocĂȘ:
â Veste! â a voz dele era firme, possessiva. â Para quando vocĂȘ voltar pro dormitĂłrio, todos saberem que vocĂȘ Ă© minha. Com meu nome e nĂșmero bem atrĂĄs de vocĂȘ. â Ele sorriu, um sorrisinho cafajeste, como se soubesse exatamente o efeito que aquelas palavras tinham em vocĂȘ. â Deixar bem avisado pros mesquinhos de medicina.
E saiu, passando a mĂŁo nos cabelos, como se nĂŁo fosse nada demais. Como se nĂŁo tivesse acabado de te destruir ali dentro.
VocĂȘ riu. Porque sabia. Sabia que, mesmo ele saindo sem ligar, sem se importar, receberia uma mensagem de madrugada perguntando se vocĂȘ tinha chegado segura, se jĂĄ estava pronta para dormir. Sabia que uma rosa ia aparecer misteriosamente nas suas coisas, e que ele ia te mandar uma mensagem perguntando se vocĂȘ tinha gostado da cor. VocĂȘ conhecia Hirota Riki melhor do que qualquer um.
E riu de novo quando ele falou que vocĂȘ sairia do vestiĂĄrio com o nome e nĂșmero dele nas costas, como se ele estivesse te marcando. Como se ele fosse o dono de vocĂȘ. Mas vocĂȘ sabia a verdade.
No primeiro dia de aula de Biologia Celular, onde as turmas eram misturadas, vocĂȘ tinha caĂdo com ele para fazer a atividade passada em sala. Na hora de escolherem o tema, o Maki olhou para vocĂȘ e disse:
â Escolhe um nĂșmero de um a vinte.
VocĂȘ sorriu, provocadora, e respondeu:
â Catorze.
Maki te olhou, surpreso, a sobrancelha levantada. Ele esperava que vocĂȘ escolhesse um nĂșmero baixo, algo fĂĄcil, algo Ăłbvio. Mas nĂŁo. VocĂȘ tinha escolhido 14.
â Catorze? â ele perguntou, a voz cheia de curiosidade. â Por que catorze?
VocĂȘ riu, divertida com a reação dele.
â Ă meu nĂșmero! â vocĂȘ respondeu, como se fosse a coisa mais natural do mundo. â A data do meu aniversĂĄrio.
E agora, olhando para a camisa que ele tinha jogado em vocĂȘ, com o nĂșmero 14 estampado nas costas, vocĂȘ sorriu. Maki poderia achar que estava te marcando, que estava te reclamando como sua. Mas vocĂȘ sabia a verdade. Ele usava o nĂșmero 14. Porque era seu nĂșmero. Sua data. No final das contas, nĂŁo era vocĂȘ que andava com o nome e o nĂșmero dele nas costas. Era ele que jogava com o nĂșmero 14, sabendo que era sĂł seu. Apenas seu. E totalmente bobo por vocĂȘ.
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㠀㠀ââ㠀㠀đđđ đđđđđđđă €đă €đđđđđđđ
㠀㠀đ€ă €ă €đđđ§đđđąđđšđ ă €ă €Ù ă €ă €vocĂȘ sĂł queria ser sujinha pelo seu namorado... bem sujinha.㠀㠀(đ«đ)㠀㠀
㠀㠀đđđđđ đđđđđ, đđđ'đ đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀đ»đđđżđđđŸđđœââđđđđđđđă €&ă €đđđđđđââđ đŸđđđđđș.
㠀㠀đđđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀creampie, jungwon hard!dom, dirty talk, possessiveness, jealousy kink, brat taming, forced seduction, marking kink, praise kink, spanking, virginity loss, fingering, deep penetration, breath play, rough sex, clothing damage, size kink, blood kink, oral fixation, hair pulling, ownership, sem proteção (usem proteção).
㠀㠀đđđđđ .á㠀㠀â㠀㠀repostando aqui pelo tumblr porque o spirit tĂĄ de tiração com a minha cara.
VocĂȘ nunca tinha conhecido alguĂ©m como Yang Jungwon.
Desde o primeiro dia, ele foi tudo. O sorriso torto que fazia seu estĂŽmago dar um nĂł, os olhos escuros que brilhavam como se guardassem segredos sĂł pra vocĂȘ, a voz grossa e macia ao mesmo tempo, capaz de te fazer arrepiar com um simples "Eae, gatinha". Ele era lindo de um jeito que doĂa â o tipo de beleza que te fazia segurar a respiração quando ele passava por vocĂȘ no corredor, o tipo de carisma que preenchia qualquer ambiente, o tipo de talento que te fazia ter orgulho sĂł de estar ao lado dele.
E o melhor? Ele era seu.
Jungwon era o namorado que vocĂȘ merecia, mas nunca achou que existia. Ele te levava para comer tteokbokki Ă s trĂȘs da manhĂŁ, porque vocĂȘ tinha vontade, ria das suas piadas ruins como se fossem o auge da comĂ©dia, te abraçava por trĂĄs enquanto vocĂȘ cozinhava e beijava seu ombro como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ele te chamava de "minha doçura", "meu sol", "minha gatinha" â e cada apelido soava como uma promessa, como se ele tivesse mil maneiras de te amar e ainda assim nĂŁo fosse suficiente.
VocĂȘ amava tudo nele. O jeito que ele passava os dedos pelo seu cabelo quando vocĂȘ deitava a cabeça no colo dele. O cheiro do perfume dele â algo cĂtrico misturado com um toque de suor de ensaio, porque Jungwon era trabalhador, e isso te excitava de um jeito que vocĂȘ nĂŁo ousava admitir. A forma como os mĂșsculos dos braços dele tensionavam quando ele te levantava no colo sĂł para te deitar na cama, como se vocĂȘ nĂŁo pesasse nada. E os beijos... Deus, os beijos.
No começo, eram sĂł selinhos. RĂĄpidos, doces, como se ele tivesse medo de te assustar. Mas vocĂȘ amava aqueles beijos. Amava a sensação do lĂĄbio inferior dele, macio e quente, roçando o seu. Amava quando ele segurava seu rosto com as duas mĂŁos, como se vocĂȘ fosse a coisa mais preciosa do mundo. Amava quando ele beijava sua testa, seu nariz, suas bochechas, como se quisesse memorizar cada centĂmetro do seu rosto.
Com o tempo, os beijos ficaram mais longos. Mais intensos. Uma vez, no apartamento dele, ele te empurrou contra a parede, o corpo dele colado no seu, e vocĂȘ sentiu tudo â o calor do peito dele, a respiração ofegante, a pressĂŁo dos dedos dele na sua cintura, como se ele quisesse te fundir com o prĂłprio corpo. E quando a boca dele desceu pelo seu pescoço, quente e Ășmida, vocĂȘ nĂŁo pĂŽde evitar: um suspiro escapou dos seus lĂĄbios, alto, desesperado, como se vocĂȘ estivesse se afogando e ele fosse o Ășnico ar que vocĂȘ precisava.
Foi aĂ que ele riu, baixo, contra a sua pele, e murmurou, com a voz rouca:
â Que sensĂvel, gatinha⊠AtĂ© parece que Ă© a primeira vez.
E foi aĂ que o mundo parou.
Porque vocĂȘ, com o coração batendo tĂŁo forte que parecia que ia explodir, com as pernas tremendo, com a mente nublada pelo toque dele, abriu a boca e disse a coisa errada.
â Mas Ă©.
Jungwon congelou.
VocĂȘ sentiu o corpo dele tensionar, como se ele tivesse levado um soco. Os lĂĄbios dele pararam de roçar seu pescoço. Os dedos, que antes te apertavam com uma possessividade deliciosa, agora te seguravam com uma firmeza diferente â como se ele estivesse te impedindo de cair, de desaparecer, de sumir dali.
E entĂŁo, devagar, muito devagar, ele se afastou.
SĂł o suficiente pra olhĂĄ-la nos olhos.
E os olhos dele... Deus. Era como se alguĂ©m tivesse jogado um balde de ĂĄgua gelada nele. O brilho malicioso, o sorriso safado, a confiança de sempre â tudo sumiu. No lugar, havia apenas⊠choque. Puro. Absoluto. Como se vocĂȘ tivesse acabado de confessar que era uma assassina em sĂ©rie.
â O quĂȘ? â a voz dele saiu ĂĄspera, como se ele tivesse engolido vidro.
VocĂȘ engoliu em seco. De repente, o ar entre vocĂȘs ficou pesado, como se uma tempestade estivesse prestes a desabar. VocĂȘ nĂŁo entendeu. NĂŁo entendeu. Por que ele estava olhando para vocĂȘ assim? Como se vocĂȘ tivesse acabado de destruĂ-lo.
â Eu⊠eu sou. â vocĂȘ gaguejou, sentindo o rosto esquentar. NĂŁo era vergonha, nĂŁo exatamente. Era⊠pĂąnico. Porque o jeito que ele te olhava agora era diferente. Era como se ele estivesse vendo vocĂȘ pela primeira vez. E, de alguma forma, isso era pior do que se ele te odiasse.
Jungwon pisca. Uma vez. Duas. Como se ele estivesse esperando que vocĂȘ risse, dissesse que era brincadeira, que vocĂȘ sĂł estava brincando com ele. Mas vocĂȘ nĂŁo disse nada. SĂł assentiu, tĂmida, os dedos brincando com a barra da blusa dele, como se isso pudesse te trazer de volta para a realidade onde ele nĂŁo te olhava como se vocĂȘ fosse feita de vidro.
â VocĂȘ é⊠virgem? â ele pergunta, a voz um sussurro rouco.
VocĂȘ assente de novo, e dessa vez, algo dentro dele quebra.
Os braços dele te apertam com mais força, como se ele tivesse medo que vocĂȘ fosse se desmanchar ali mesmo. Os olhos, antes escuros e brilhantes, agora estĂŁo arregalados, como se ele tivesse cometido o maior crime da vida.
â Porra⊠â ele murmura, e o som do seu nome na boca dele, assim, soa como uma prece. Como se ele estivesse implorando pra algum deus que nĂŁo existia para desfazer aquilo.
VocĂȘ nĂŁo entende. NĂŁo entende. Por que ele estĂĄ agindo como se vocĂȘ tivesse acabado de morrer? Como se ele tivesse acabado de matar vocĂȘ?
â Jungwon? â vocĂȘ chama, a voz trĂȘmula. â O que foi? Eu⊠eu sĂł acho que a gente pode ir mais devagar, se vocĂȘ quiserâŠ
Ele balança a cabeça, como se estivesse saindo de um transe. Os dedos dele tremem quando ele afasta um fio de cabelo do seu rosto, como se vocĂȘ fosse algo frĂĄgil. Quebradiço.
â NĂŁo Ă© isso. â a voz dele estĂĄ estranha. Diferente. â Ă que⊠caralho, amor. Eu nĂŁo sabia.
E entĂŁo, como se ele nĂŁo conseguisse mais te segurar, ele te solta. NĂŁo de um jeito brusco, nĂŁo como se ele nĂŁo te quisesse mais. Mas como se ele tivesse medo de te tocar. Medo de te machucar.
E Ă© aĂ que vocĂȘ entende.
VocĂȘ errou.
Porque, de repente, o Jungwon que te beijava como se vocĂȘ fosse o ar que ele precisava pra viver⊠desapareceu.
No lugar dele, havia um homem que te olhava como se vocĂȘ fosse uma boneca de porcelana.
Os dias que se seguiram foram⊠diferentes.
Jungwon ainda era o mesmo. Quase. Ele ainda te chamava de gatinha, ainda te abraçava, ainda te beijava. Mas era tudo⊠suave. Demasiado suave. Como se ele estivesse com medo de te quebrar.
Antes, ele te puxava para o colo sem aviso, te beijava atĂ© vocĂȘ ficar tonta, te apertava como se quisesse te fundir com o prĂłprio corpo. Agora? Agora ele te segurava como se vocĂȘ fosse feita de vidro. Os beijos eram rĂĄpidos, casto. Os abraços, cuidadosos. Como se ele estivesse com medo de que, se te apertasse forte demais, vocĂȘ fosse se espatifar no chĂŁo.
E o pior? Ele nĂŁo te olhava mais como antes.
Antes, os olhos dele queimavam quando te viam. Como se ele quisesse te devorar viva. Agora? Agora era como se ele estivesse olhando pra um quadro. Algo bonito. Algo intocĂĄvel.
â Jungwon⊠â vocĂȘ tenta uma noite, quando vocĂȘs estĂŁo deitados na cama, ele de costas para vocĂȘ, como se atĂ© dormir ao seu lado fosse um risco. â O que estĂĄ acontecendo?
Ele suspira, profundo, como se a pergunta dele doesse.
â Nada, gatinha. Só⊠tĂŽ tentando te tratar como vocĂȘ merece.
E é aà que o seu coração sangra.
Porque vocĂȘ sabe o que isso significa.
VocĂȘ sabe que, pra ele, tratar vocĂȘ como vocĂȘ merece Ă© te colocar em um pedestal. Ă te ver como algo puro. Algo que nĂŁo pode ser maculado. Algo que nĂŁo pode ser⊠sujo.
E vocĂȘ?
VocĂȘ nĂŁo quer ser pura.
VocĂȘ quer ser desejada. Quer ser possuĂda. Quer que ele te olhe como se vocĂȘ fosse a Ășnica coisa no mundo que ele precisa pra sobreviver.
VocĂȘ quer que ele te quebre.
Mas agora, vocĂȘ Ă© sĂł uma boneca. Delicada. FrĂĄgil. IntocĂĄvel.
E o pior de tudo?
Ele nĂŁo sabe que vocĂȘ tĂĄ morrendo de vontade de ser suja por ele.
â Wonnie⊠â manha, chorosa, se arrastando pelos lençóis na direção dele. â Por quĂȘâŠ
Ah, para ele, aquilo foi como um puta *golpe baixo, amor. Sua vozinha suave nĂŁo mexeu sĂł com o corpo dele â jĂĄ tenso, se agarrando a aquela mĂsera sanidade que ele protegia com tanto zelo dentro de si â, mas, principalmente, com um desejo mais⊠obscuro.
â Porque nĂŁo, princesa⊠O Wonnie nĂŁo podeâŠ
â Pode sim⊠â desliza a mĂŁozinha pelo ombro dele, sorrateira como era, mansinha.
â NĂŁo posso! Amor, vocĂȘ⊠vocĂȘ Ă© pura demais â te olha por cima do ombro e te faz travar por um segundo.
Jungwon se vira e pega seu rostinho entre os dedos, te fazendo olhĂĄ-lo nos olhos. A vastidĂŁo obscura do olhar dele te faz ficar entorpecida, jĂĄ fraquinha antes mesmo que ele abra a boca para dizer o que quer que fosse.
â Olha pra vocĂȘ. TĂŁo linda, delicada e⊠frĂĄgil⊠â a voz dele arrasta cada palavra como se estivesse preso no feitiço da sua pureza, o olhar felino percorrendo cada mĂnimo traço do seu rostinho tĂŁo perto do dele. â Imagina sĂł. O Wonnie te quebraria atĂ© se te tocasse com carinho.
As mĂŁos dele se afastaram do seu rosto na mesma hora, como se o mĂsero contato queimasse. E queimava. Queimava nele de maneira dolorosa, porque ele nĂŁo queria admitir que simplesmente queria mais. Muito mais. Jungwon nĂŁo se contentaria com sĂł te ter debaixo dele, vermelhinha, nervosa como sempre se sentia quando trocava aqueles beijinhos mixurucas com ele. Se sĂł beijos te deixavam assim, quem dirĂĄ quando ele colocar aquelas mĂŁos dele em ti. NĂŁo aguentaria.
â NĂŁo Ă© verdade â tenta desmentir e faz biquinho.
â NĂŁo? â ele debocha e ri. Uma risada rouca e maldita que te faz estremecer, apertar as perninhas uma contra a outra sem muita consciĂȘncia do ato.
â NĂŁo⊠eu aguento, Wonnie! â tua tentativa de soar convincente fez ele rir e erguer o corpo um pouco mais pra te olhar.
â Prova.
O ar travou. Seus olhos se arregalaram na hora, como se Jungwon tivesse dito o ĂĄpice de um completo absurdo.
Como iria provar? Tinha tantas maneiras. Mas, óbvio, todas eram maneiras sujinhas pra caralho e, conhecendo seu namorado, temia que ele te parasse antes mesmo que começasse a provar pra valer.
Era uma garota suja por dentro, queria que teu namorado não tivesse dó, que esfolasse sua bucetinha com o caralho dele, que te deixasse entupidinha de porra, vazando, tremendo em espasmos pelo prazer fodidamente delicioso que ele te proporcionaria. Podia ser virgem, mas a mente⊠ah, sua mentezinha sabia ser depravada pra caralho quando o assunto era maquinar tudo que queria que ele fizesse contigo! Até porque, desde quando foder com Yang Jungwon iria ser algo ruim? Nunca, nunquinha seria, nem mesmo se ele começasse com um romancezinho antes de perder o controle e te foder até não aguentar mais.
E essa era a palavra: controle. Queria que Yang perdesse aquele maldito controle dele e finalmente te depravasse como bem queria. Wonnie nĂŁo fazia a mĂnima ideia de que a garotinha dele â na qual se encontrava tĂŁo imerso e tamanho obcecado na sua virgindade â era uma putinha desse tamanho.
EntĂŁo faria questĂŁo de mostrĂĄ-lo, claro que faria. Mostraria pro Yang o que ele tava perdendo com aquele joguinho dele e o quĂŁo bom seria se ele cedesse sĂł um pouquinho.
Fez um biquinho determinado e, apoiando as mĂŁozinhas no lençol da cama, inclinou-se pra frente. Sentiu ele tenso ao começar a dar beijinhos singelos, cuidadosos e levemente amuados no pescoço dele. Esfregou o nariz no local, perdendo o foco por um segundo â o cheiro cĂtrico, aromĂĄtico e apetitoso dele fez atĂ© mesmo a mĂnima fricção da sua intimidade com a tua calcinha se tornar angustiante. Mas continuou. Arrastava seus lĂĄbios pela pele gostosinha de se sentir contra eles e sentia Jungwon simplesmente começar a desmoronar, a duvidar e a desejar⊠ainda mais.
â Wonnie⊠â manha e sorri de levinho, traiçoeira, ao sentir o movimento do peito dele numa tentativa tosca de respirar fundo e se manter firme.
Distribue beijos molhados e estaladinhos atravĂ©s do pescoço, subindo pro maxilar travado, beijando o ossinho tenso dali atĂ© descer de novo, abaixando um pouco a camisa preta dele sĂł pra conseguir tocar os seus lĂĄbios na ĂĄrea da clavĂcula. Quase riu ao sentir ele se arrepiar e a pele sob seus lĂĄbios esquentar de leve.
â O que foi, Wonnie?
â Filha da putaâŠ
O murmĂșrio dele fez tua bucetinha pulsar, desejosa. Era, na verdade, mais uma espĂ©cie de rosnado contido, como se cada corrente daquele controle imbecil que ele tentava manter começasse a estalar, a rachar, e assistir isso com os prĂłprios olhos era bom pra cacete, nĂŁo podia negar.
â Hm?
â Larga de ser sonsa, porra⊠o que Ă© isso? Minha princesa nĂŁo Ă© assimâŠ
Se afasta um pouquinho sĂł pra olhĂĄ-lo nos olhos. Teve de se segurar pra nĂŁo sorrir com a maneira como ele tava todo tenso, nervoso, claramente excitado.
â Ah, Wonnie⊠sĂł um pouquinho, vaiâŠ
Ele arqueia a sobrancelha e, olhando nos olhos dele, pega a mĂŁo mĂĄscula, pondo a lĂngua vermelhinha e molhada pra fora. Jungwon arfa, desacreditado, o cacete dele dentro da calça jĂĄ se sufocando contra o tecido â tolo, completamente tolo e hipnotizado na visĂŁo do teu rostinho casto e belo totalmente tomado por uma feição de uma vadia manhosa, suja e necessitada.
â O que vocĂȘ⊠AhâŠ
Ele prende a carnezinha do prĂłprio lĂĄbio entre os dentes assim que sente. Ah, o calor molhado e gostoso do mĂșsculo contra os dedos dele o faz delirar por dentro, sujo, perverso. O pior? A putinha enfia a boquinha nos dedos dele e faz uma sucção que faz ele ficar com os olhos vidrados na tua visĂŁo.
Ah, filha da puta suja e provocadora!
Ia conseguir deixar o Yang maluco em instantes. Mamava nos dedos longos dele com astĂșcia, estalado, o barulhinho molhado fazendo ele se inclinar pra frente, todo extasiado com o gesto, observando e se deleitando com a sensação da tua lĂngua rodeando a pontinha de cada um dos dedos dentro da boca.
â TĂĄ mamando como se fosse o meu pau, Ă©? Que puta suja⊠tudo isso por que quer pica? NĂŁo aguenta ficar sem, nĂŁo?
Nega, balançando a cabeça prontamente, meio chorosa. Jungwon ri com a tua manha descarada e revira os olhos, atento na sua boquinha se mexendo a cada movimento.
â Puta sonsa do caralho⊠o que Ă© que cĂȘ quer, hein? Quer que o Wonnie desista e arrombe essa tua buceta, cadela? â questiona, enfiando os dedos na tua boca um pouco mais fundo, te fazendo ficar com os olhos arregalados, a xota formigando, arruinando o tecido branco de renda da calcinha. â Deve tĂĄ ensopada, nĂ©? Deixa o Wonnie ver, amor, vai. â se move, pronta pra soltar os dedos dele. Mas Jungwon Ă© mais rĂĄpido; pega teu queixo, te mantendo ali, ainda chupando os dedos dele enquanto a segurava com aquela firmeza que fazia tuas perninhas ficarem bambas. â NĂŁo, nĂŁo, nĂŁo solta. Mostra assim mesmo⊠Quero ver enquanto tu continua mamando igual uma putinha com fome, tĂĄ?
O tom sujo dele te faz derreter, molinha â amava ver ele falando de maneira tĂŁo suja contigo.
Levanta sua saia e vem um pouquinho mais pra frente dele, pra Jungwon ver melhor. Os olhos felinos voam direto pra aquela mancha transparente no tecido, jĂĄ meio grande e que ia se alargando por meio dele aos poucos, que fazia teu namoradinho presumir que chega dava pra sentir o cheirinho gostoso se chegasse sĂł um pouco mais perto.
â Tsc, tsc, que feio⊠Fica molhada sendo xingada desde quando, princesa?
Tira a boca dos dedos dele com um plopt molhado, fazendo bico enquanto o rebatia:
â VocĂȘ que nunca quis dar uma chance, Wonnie. VocĂȘ e esse seu⊠esse seu protecionismo ridĂculo!
Ele olha ti, ofendido. SĂł que aĂ depois ele ri, e essa risada⊠te cheirava a um dos problemas mais gostosos que vocĂȘ jĂĄ teve na vida.
â Ah Ă©? NĂŁo sabia que a minha princesinha era uma vadia, no final das contas â o comentĂĄrio dele te faz encolher, quase recuando se o ridĂculo nĂŁo tivesse te segurado pela calcinha. Sim, o filho da puta te puxou pro lugar que tava antes mesmo de que sequer se movesse direito pela parte da frente do tecido, com aqueles dedos molhados dele, ocasionando uma fricção escorregadia da renda contra tua xotinha encharcada. â Deixei tu fugir agora por acaso? NĂŁo era tu que tava cheia de marra, garota?
â WonnieâŠ
â Quieta â ele rosna pra ti e te puxa mais forte, pra mais perto dele.
Ofega, levando as mĂŁozinhas pros ombros dele, tentando se segurar, tentando, na verdade, nĂŁo cair sentada no caralho dele visivelmente duro sob a calça. Era ridĂculo e engraçado que, agora que via o tamanho, se sentia assustada sĂł com a ideia de cair sem querer ali. Com o puxĂŁo e, principalmente, com os dois dedos dele segurando a parte de cima da calcinha, rodeando as laterais e se fechando em punho ali, o tecido melado escorregou e se estreitou, reunindo-se num amontoadinho que se esfregou bem no teu clitĂłris. Gemeu, manhosa, fechando as perninhas e os olhos com o arrepio gostoso que percorreu teu corpinho na hora.
Jungwon percebeu, Ăłbvio que percebeu.
â Que que foi, hm? TĂĄ gemendo sĂł com isso, amor? â debocha, sorrindo daquele jeitinho filhadaputamente gostoso pra ti, elevando tua angĂșstia e intensificando teu desejo. Porra, como queria morrer de dar pra aquele homem.
Ele sĂł tira proveito disso, te puxa pela calcinha ainda mais, fazendo seus joelhos encostarem nas coxas dele, apenas facilitando pra que o tecido maldito se esfregasse ainda mais na tua xotinha, deixando ela vermelhinha sĂł pela aspereza do gesto.
â Arrombadinha, nem levou uma dedada ainda.
O desgraçado enrola o tecido em volta do pulso e aquele movimento sĂł faz a calcinha querer se enfiar dentro de ti, ser engolida de tĂŁo empapada que tava, chorosa, sĂł querendo uma surra do caralho dele. O mais ridĂculo era que aquele puto tava se divertindo com isso, porque ele sorria. Sorria ao ver o quĂŁo tenso o tecido tava contra a tua buceta, o quĂŁo encharcado, arruinado, pronto atĂ© mesmo pra ele meter os dentinhos ali e rasgar tudo na marra.
Só que a garotinha dele era uma puta suja, e se ela sentia tesão, e gemia igual uma gatinha indefesa pela dorzinha daquele esfrega esfrega tão constante na própria xotinha⊠não podia reclamar, fechou?
â JungwonâŠ
â CĂȘ nĂŁo queria isso? NĂŁo reclama, amor, eu poderia tĂĄ fazendo Ă© pior.
AĂ veio um estalo brusco e repentino contra a carne quentinha da tua buceta semi exposta. Doloroso, certeiro, tĂŁo gostoso que te deu um choque que fez tuas pernas tremerem na hora â o grito que deu foi inevitĂĄvel. Enterrou as unhas nos ombros dele e fez ele rir quando tombou teu corpinho frĂĄgil pra frente, toda arqueada pra ele. A visĂŁo fez o sorriso dele vacilar por um instante quando viu uma banda da tua bundinha pra fora da saia. Linda, arrebitada, como se pedisse silenciosamente pra ele enfiar a mĂŁo com força ali e judiar da carne entre os dedos. Ah, se ele pudesse⊠O olhar escureceu, mas, por um maldito instante, num estalo sĂșbito⊠ele voltou ao controle, como se tivesse acordado de um transe.
â A-amor, a gente nĂŁo podeâŠ
E num momento vocĂȘ se encontrou frustrada, tendo de agarrar aquela mĂŁo no lugar que tava antes que ele se atrevesse a tirĂĄ-la dali. VocĂȘ segura a mĂŁo dele com força, os dedos trĂȘmulos, mas determinados. O biquinho no lĂĄbio inferior Ă© um misto de teimosia e desafio, como se cada fibra do seu ser estivesse gritando pra que ele entendesse: vocĂȘ nĂŁo Ă© frĂĄgil, nĂŁo Ă© intocĂĄvel, nĂŁo Ă© uma boneca. E, se ele nĂŁo fosse capaz de enxergar isso, vocĂȘ ia provar de outra forma.
â Se vocĂȘ nĂŁo quer⊠â a voz saĂra mais firme do que vocĂȘ esperava, mas o tremor nas mĂŁos traĂa o nervosismo. â Eu posso pedir pro Ni-ki. â O nome escapa dos seus lĂĄbios como um sussurro, mas o impacto Ă© imediato.
O ar entre vocĂȘs dois parece congelar.
Os olhos de Yang Jungwon, antes jĂĄ escurecidos pelo desejo contido, agora se transformam em uma tempestade. NĂŁo Ă© mais o brilho de um homem lutando contra a prĂłpria luxĂșria, nĂŁo Ă© mais o olhar de quem tenta se controlar. Ă algo mais primal. Mais possessivo. Mais perigoso.
â O que tem o Nishimura? â a voz dele Ă© um rosnado, baixo e rouco, como se as palavras tivessem sido arrastadas de um lugar profundo, escuro, onde ele nĂŁo gostaria que vocĂȘ visse.
Seu coração pulsa com força. Nunca. VocĂȘ nunca o tinha ouvido chamar Riki pelo sobrenome. Era sempre Ni-ki, Riki, o apelido carinhoso que ele mesmo tinha dado ao amigo, como se o nome completo fosse pesado demais pra intimidade que eles compartilhavam. E agora, de repente, era Nishimura. Como se, ao pronunciar aquelas sĂlabas, Jungwon estivesse traçando uma linha entre o que era dele e o que nĂŁo era. Entre o que ele permitia e o que ele proibia.
VocĂȘ nĂŁo recua. NĂŁo agora. NĂŁo quando o fogo dentro de vocĂȘ estĂĄ queimando tĂŁo forte que quase doĂa.
â Eu posso pedir pro Ni-ki⊠â repete, e a simples menção do nome do amigo faz com que algo dentro dele estale. VocĂȘ sente o ar mudando, como se uma corrente elĂ©trica tivesse passado entre vocĂȘs. â Tirar minha virgindade⊠â a voz falha por um segundo, mas vocĂȘ se força a continuar, os dedos apertando a mĂŁo dele com mais força. â Ele ficaria feliz, nĂŁo? Em sentir minha bucetinha apertada que nĂŁo levou nenhum pau ainda.
As palavras saem sem filtro, sujas, provocativas. VocĂȘ nĂŁo sabe de onde tirou a coragem para dizer aquilo, mas sabe que nĂŁo Ă© mentira. Nishimura Riki era um safado. Um safado que nĂŁo hesitaria em te usar, em te marcar, em te fazer sua de todas as formas possĂveis. E, por algum motivo, essa ideia â a ideia de que outro homem pudesse te tocar, te possuir, te quebrar â acende algo em Jungwon que vocĂȘ nĂŁo tinha visto antes.
Os olhos dele queimam.
NĂŁo Ă© mais o olhar de um namorado carinhoso, nĂŁo Ă© mais o homem que te tratava como uma princesa. Ă o olhar de um predador que acabara de perceber que sua presa estĂĄ prestes a escapar. E predadores, vocĂȘ sabe, nĂŁo gostam de perder o que Ă© deles.
â Ă o que sua, fedelhazinha?
Num movimento rĂĄpido, ele te empurra contra o colchĂŁo, os mĂșsculos dos braços tensionando enquanto ele se posiciona por cima de vocĂȘ. A respiração dele tĂĄ ofegante, quente, e vocĂȘ sente cada exalação como uma promessa de algo que estĂĄ por vir. Algo intenso. Algo violento.
â VocĂȘ nĂŁo vai pedir nada a ninguĂ©m, tĂĄ me ouvindo, pirralha? â a voz dele Ă© um rugido, uma mistura de raiva e desejo tĂŁo espesso que vocĂȘ sente o som vibrando no seu peito. Caralho, ele tava tĂŁo puto. Os punhos dele fecham em torno dos seus, e, antes que vocĂȘ possa reagir, ele os prende acima da sua cabeça, imobilizando vocĂȘ. NĂŁo com brutalidade, mas com uma firmeza que nĂŁo admite discussĂŁo.
â Como vocĂȘ vai me impedir? â vocĂȘ pergunta, o desafio na voz misturado com um tremor de excitação. Porque, por mais que ele esteja com raiva, por mais que os olhos dele estejam escuros como a noite, vocĂȘ sabe que ele nĂŁo vai te machucar. NĂŁo de verdade. Mas ele vai te fazer pagar por essa provocação.
E, pelo jeito que as coisas estĂŁo indo, vocĂȘ quer pagar.
A mĂŁo esquerda dele desce, devagar, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Os dedos frios â ou serĂĄ que Ă© a sua pele que tĂĄ queimando? â encontram a barra da sua saia, e vocĂȘ sente o tecido ser levantado, o ar fresco do quarto tocando a sua pele exposta. A mĂŁo direita dele ainda segura os seus punhos, e vocĂȘ tenta, por instinto, se soltar. Mas Ă© em vĂŁo. Ele Ă© mais forte. Mais determinado.
Os dedos dele, frios como o gelo, mal roçam a sua xotinha quente, Ășmida, necessitada. Apenas um toque. Apenas um contato. Mas Ă© o suficiente pra que todo o seu corpo estremeça, como se uma corrente elĂ©trica tivesse percorrido cada nervo, cada veia, cada centĂmetro da sua pele. VocĂȘ sente a sua bucetinha sensĂvel se contrair, como se estivesse pedindo por mais, como se estivesse suplicando por algo que sĂł ele poderia te dar.
E vocĂȘ geme.
NĂŁo Ă© um gemido de dor. NĂŁo Ă© um gemido de vergonha. Ă um gemido de alĂvio, de desejo, de fome. Porque, porra, finalmente ele tĂĄ te tocando. Finalmente ele tĂĄ te sentindo. Finalmente ele tĂĄ cedendo.
â Nem te toquei direito e tu jĂĄ tĂĄ assim? A vadiazinha jĂĄ tĂĄ pingando? â a voz dele Ă© um rosnado, baixo, rouco, cheio de uma satisfação suja. Os dedos ainda pairam sobre vocĂȘ, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. â CĂȘ acha que o Ni-ki vai se importar? Garota, ele ia fazer sĂł isso.
E, sem aviso, sem preparação, ele enfia os dedos dentro de vocĂȘ.
NĂŁo Ă© um movimento suave. NĂŁo Ă© um carinho. Ă uma invasĂŁo. Uma reivindicação. Dois dedos, grossos, longos, gelados, se enterram na sua buceta virgem, esticando vocĂȘ de uma forma que vocĂȘ nunca tinha sentido antes. A queimação Ă© imediata, intensa, como se o seu interior estivesse sendo rasgado por dentro. VocĂȘ grita, o som saindo da sua garganta como um misto de dor e surpresa, as costas arqueando, os dedos se cravando na sua palma.
Mas, lĂĄ no fundo, lĂĄ no fundo, hĂĄ algo mais.
HĂĄ um prazer.
Um prazer quente, intenso, que começa a se espalhar pela sua barriga, como se cada movimento dos dedos dele estivesse acendendo uma faĂsca dentro de vocĂȘ. E, quando ele começa a mexer os dedos, devagar, carinhosamente, como se estivesse tentando acalmar a dor que ele mesmo tinha causado, o grito de desconforto se transforma.
Se transforma em gemidos.
Gemidos baixos, roucos, desesperados.
â Ă bom, nĂ© amor? Gostoso pra caralho⊠nĂŁo tanto quanto o meu pau, mas, tsc, dĂĄ pro gasto â a voz dele Ă© um sussurro sujo, os lĂĄbios roçando a sua orelha enquanto os dedos continuam a se mover dentro de vocĂȘ, explorando, descobrindo, possuindo.
VocĂȘ assente com a cabeça, desesperadamente, os olhos fechados, os lĂĄbios entreabertos, o corpo todo tremendo.
â Sim, Wonnie⊠Muito bom⊠â a voz sai trĂȘmula, ofegante, como se cada palavra fosse um esforço.
Mas vocĂȘ sabe que ele nĂŁo vai deixar barato. NĂŁo depois daquilo que vocĂȘ disse.
â Mas ardeu, nĂŁo ardeu? â ele pergunta, e vocĂȘ sente os dedos dele girarem dentro de vocĂȘ, como se ele estivesse testando os seus limites. â Sabe que com o meu pau vai ser pior, princesa. Mas, hm⊠isso Ă© algo que vocĂȘ vai ligar?
Arregala os olhos e engole em seco.
VocĂȘ sabe que ele tĂĄ certo. Sabe que o caralho dele Ă© grande, grosso, duro. Sabe que, quando ele finalmente te possuir, vai ser uma mistura de dor e prazer tĂŁo intensa que vocĂȘ nĂŁo vai saber se estĂĄ gemendo ou gritando. Que Jungwon ia saber muito bem usar aquela rola gostosa, mas ia dar uma ardidinha, porque tua bucetinha era virgem, apertadinha pra caralho. E se ele perdesse o controle? Caralho, se ele perder o controle, se deixar levar pelo aperto da tua xotinha⊠ele nĂŁo vai conseguir parar. Vai bater os quadris, bruto, esfolando tua buceta com afinco atĂ© vocĂȘ ficar toda assadinha, mas babando que nem uma cadela tola pra ele.
Mas vocĂȘ tambĂ©m sabe que ele Ă© ciumento. Um ciumento sem cura. E que todo aquele showzinho que ele tĂĄ dando agora Ă© por causa de uma coisa sĂł: ciĂșmes.
E, se tem uma coisa que vocĂȘ ama, Ă© ver o Yang Jungwon perdendo o controle.
NĂŁo lhe deu tempo para pensar. As palavras saem da sua boca antes que vocĂȘ possa impedi-las, manhosas, provocativas, sujas.
â NĂŁo tem problema o Ni-ki me rasgar todinha⊠â vocĂȘ diz, a voz doce, traiçoeira, como se vocĂȘ estivesse realmente imaginando o pau do japonĂȘs te esticando, te quebrando. â A dor vai ser tĂŁo gostosa.
E, claro, vocĂȘ tĂĄ mentindo.
Porque, na verdade, vocĂȘ nĂŁo tĂĄ pensando no Niki. NĂŁo tĂĄ pensando no pau longo e fino do amigo. VocĂȘ tĂĄ pensando no caralho do seu namorado. No tamanho. Na espessura. Na força com que ele ia te possuir, te marcar, te fazer sua.
Mas Jungwon nĂŁo pode saber disso.
E, pelo jeito que os olhos dele escurecem, pelo jeito que os mĂșsculos do maxilar dele tensionam, vocĂȘ sabe que atingiu o alvo.
Dito e feito.
Os dedos saem de vocĂȘ de uma vez, bruscamente, como se ele nĂŁo aguentasse mais te tocar. E, antes que vocĂȘ possa reagir, antes que vocĂȘ possa respirar, a mĂŁo dele estala contra o seu rosto. A dor Ă© imediata, queimando a sua bochecha direita, como se ele tivesse acendido um fogo ali. A pele formigando, e, por um segundo, o mundo gira.
â Ă dor que vocĂȘ quer? â a voz dele Ă© um rugido, os olhos negros de fĂșria, de posse, de ciĂșmes.
VocĂȘ assente, devagar, os olhos brilhando com uma mistura de dor e excitação.
â Ă⊠â vocĂȘ sussurra, a voz trĂȘmula, mas firme.
E ele sorri.
NĂŁo Ă© um sorriso bonito. NĂŁo Ă© um sorriso carinhoso. Ă um sorriso perigoso. Possessivo. Prometedor.
â Acho melhor que vocĂȘ pense duas vezes antes de inventar de falar o nome do Nishimura pra mim â a voz dele Ă© baixa, ameaçadora, como se cada sĂlaba fosse uma promessa de algo muito, muito pior. â Vou fazer vocĂȘ sentir na pele, princesinha.
E vocĂȘ sorri.
Porque vocĂȘ sabe que atingiu ele em cheio.
Jungwon solta os seus punhos de repente, como se tivesse percebido que segurar vocĂȘ com tanta força era um desperdĂcio de tempo. Afinal, ele tinha melhores maneiras de te imobilizar. De te controlar.
O rosto dele desce em direção ao seu pescoço, e vocĂȘ sente o calor da respiração dele contra a sua pele, quente, Ășmida, necessitada. Os lĂĄbios dele roçam a sua pele, devagar, como se ele estivesse saboreando cada centĂmetro do seu corpo. E entĂŁo, de uma vez, ele morde.
NĂŁo Ă© uma mordida forte. NĂŁo Ă© uma mordida que machuca. Ă uma mordida possessiva. Marca. Os dentes dele afundam levemente na sua pele, e vocĂȘ sente o ardor se espalhando, como se ele estivesse gravando o nome dele ali. Jungwon. Jungwon. Jungwon.
As duas mĂŁos dele descem para a sua cintura, e vocĂȘ geme.
NĂŁo Ă© um gemido qualquer. Ă um gemido manhoso, provocativo, cheio de prazer. Porque, porra, vocĂȘ ama esses toques. Ama a forma como os dedos dele se cravam na sua pele, como se ele quisesse te fundir com o prĂłprio corpo. Ama a forma como ele te aperta, te segura, te faz sentir que vocĂȘ Ă© dele.
â Olha sĂł, Ă© uma virgenzinha mesmo, nĂ©? Mas nĂŁo deixa de ser uma puta disfarçada por trĂĄs desse teu sorrisinho. Me enganou direitinho, cadela.
AĂ mesmo que vocĂȘ geme. Cacete⊠e como geme.
E Jungwon mentiria se dissesse que nĂŁo gosta.
Ele ama os seus gemidos. Ama a forma como o seu corpo reage ao toque dele. Ama a forma como vocĂȘ se delicia, se entrega, se perde nas mĂŁos dele. Cada som que escapa dos seus lĂĄbios Ă© como um convite pra que ele vĂĄ mais longe. Cada tremor do seu corpo Ă© como um desafio pra que ele te faça tremer mais.
E ele nĂŁo vai recuar. Ele te olha uma Ășltima vez, nos olhos. O olhar faminto e possessivo dele, enegrecido, te faz sentir a calcinha grudar na tua bucetinha.
â Ă isso que vocĂȘ quer, nĂ©? A vagabundinha quer me ver puto por ela, nĂ©?
Morde o låbio, o coração dando uma acelerada, esfregando as perninhas uma contra a outra.
â Ă⊠bonitinho. Te ver com ciuminho é⊠fofo.
Jungwon tava e o silĂȘncio se instaura. Fofo? VocĂȘ tinha a audĂĄcia de chamar ele de fofo logo agora? Porra, garota, vocĂȘ ativou o interruptor errado no Yang, aquele que diz na cabeça dele â vou fazer ela pagar, e com gosto.
â Fofo? VocĂȘ me acha⊠fofo? â pra ele, a essa altura do campeonato, isso soava como uma puta de uma ofensa. â Ah, princesa, vocĂȘ nĂŁo disse isso⊠Tu vai me achar fofo quando eu tiver finalmente lotando sua buceta de tanta porra, vai? NĂŁo, muito antes⊠vocĂȘ vai ao menos aguentar que eu enfie? VocĂȘ tem cara de que, sĂł de enfiar a cabecinha, vocĂȘ chora.
Olha pra Jungwon em choque. Sequer imaginava que o desgraçadinho do teu namoradinho conseguia ser tĂŁo boca suja desse jeito. Mas, ah, vocĂȘ amava isso. E como amava. Era algo que tinha conseguido arrancar do Ăąmago dele e, depois dessa, jamais gostaria de ficar sem.
Ainda assim, desafia, olha pra ele, atrevidinha:
â Hm, duvido muito. O Wonnie nĂŁo seria capaz⊠ficaria com dĂł se eu fizesse carinha de choro.
â Tu jura? â ele rebate, arqueando a sobrancelha. O tom meio cĂnico dele te deu um embrulhosinho no ventre. â Ah, bebĂȘ, pois se eu tivesse te comendo e vocĂȘ fizesse carinha de choro, aĂ que eu ia querer te estapear todinha e esporrar nesse teu rostinho fofo.
Antes que raciocinasse, num movimento rĂĄpido, fluĂdo, ele arranca a sua blusa branca do corpo. O tecido escorrega pela sua pele, suave, leve, como se atĂ© a roupa soubesse que nĂŁo tinha mais lugar ali. E, de repente, vocĂȘ tĂĄ exposta. VulnerĂĄvel. Deliciosamente vulnerĂĄvel.
Apenas com o sutiĂŁ.
Um sutiĂŁ bege, simples, mas tĂŁo atrativo que parece ter sido feito para ser tirado.
Jungwon nĂŁo perde tempo. NĂŁo hesita. NĂŁo pede permissĂŁo.
Ele leva apenas uma mĂŁo para trĂĄs das suas costas, e, com um movimento preciso, rĂĄpido, os dedos dele encontram o fecho. Clique. O som Ă© alto, definitivo, como se fosse o inĂcio de algo que nĂŁo tem mais volta.
E, num piscar de olhos, o sutiĂŁ cai.
Os seus peitos ficam livres, expostos, perfeitos.
E Ă© aĂ que Jungwon congela.
Os olhos dele se arregalam, hipnotizados, como se ele estivesse vendo a coisa mais linda, mais desejåvel, mais perfeita do mundo. Os peitos são cheios, firmes, com um peso que faz com que eles se movam levemente com a sua respiração ofegante. A pele é macia, sedosa, com um brilho suave, como se estivessem pedindo para serem tocados. Os mamilos, rosadinhos, duros, erectos, como se estivessem suplicando pela boca dele, pelos dedos dele, por qualquer coisa que ele quisesse fazer.
â Porra⊠â a voz dele Ă© um sussurro, rouco, cheio de desejo. Os olhos dele percorrem cada centĂmetro dos seus peitos, como se ele estivesse memorizando cada detalhe. â TĂŁo perfeitos⊠TĂŁo lindosâŠ
E, sem aviso, ele ataca.
Os lĂĄbios dele cobrem um dos seus mamilos, quentes, Ășmidos, famintos. VocĂȘ sente a lĂngua dele girar em torno do biquinho, devagar, torturante, como se ele estivesse saboreando cada segundo. E entĂŁo, de repente, ele chupa.
Fortemente.
VocĂȘ grita, as costas arqueando, os dedos se cravando no lençol como se vocĂȘ precisasse de algo para nĂŁo desmoronar. O prazer Ă© intenso, elĂ©trico, como se cada movimento da boca dele estivesse acendendo um fogo dentro de vocĂȘ. E, quando ele morde levemente o mamilo, vocĂȘ sente o ardor se espalhar, queimando, delicioso.
â Ah! Wonnie⊠â vocĂȘ geme, a voz trĂȘmula, ofegante, cheia de prazer.
Seu Wonnie nĂŁo para. NĂŁo pode parar.
Os lĂĄbios dele descem pelo seu peito, beijando, mordendo, chupando, como se ele quisesse marcar cada centĂmetro da sua pele. E, a cada beijo, a cada toque, ele deixa uma marca.
Marquinhas roxas. Vermelhas. Pequenas e grandes, como se ele estivesse pintando o seu corpo com o nome dele. Jungwon. Jungwon. Jungwon.
â Se o Nishimura ver isso aqui⊠â ele murmura, a voz baixa, possessiva, enquanto os lĂĄbios dele roçam a pele marcada. â E ele nĂŁo vai⊠uh? Ă bom ressaltar â ele ri, putĂfero, e os dedos dele apertam a sua cintura, possessivos, fortes. â Vai saber que tem dono.
Jungwon nĂŁo para. NĂŁo quer parar.
Os beijinhos pelos seus peitinhos â mĂ©dios, perfeitos, feitos pra ele â continuam, mas agora com uma urgĂȘncia maior, como se ele nĂŁo conseguisse se controlar. A lĂngua dele traça cĂrculos em torno dos mamilos, devagar, torturante, enquanto os dedos apertam a carne macia, possessivos, como se ele quisesse deixar sua marca em cada centĂmetro. VocĂȘ suspira, as costas se arqueando instintivamente, oferecendo mais de si para ele, como se o seu corpo soubesse que pertencia Ă quele homem.
E ele sabe.
Os lĂĄbios dele descem pela sua barriga, quentes, Ășmidos, famintos. Cada beijo Ă© uma promessa. Cada mordidinha leve Ă© uma marca. Ele te marcaria todinha, se pudesse. NĂŁo sĂł com os dentes, nĂŁo sĂł com os lĂĄbios, mas com tudo: o cheiro dele em vocĂȘ, o gosto dele em vocĂȘ, a sensação dele em vocĂȘ, a porra esbranquiçada dele todinha em vocĂȘ, dentro ou fora, melecando a bonequinha linda dele. Pra que ninguĂ©m, nunca, duvidasse de quem vocĂȘ pertence.
A saia Ă© o prĂłximo obstĂĄculo.
Ele poderia te foder ali mesmo, com o tecido ainda no corpo, a calcinha de ladinho, o prazer rĂĄpido e sujo. O tesĂŁo Ă© tanto que ele sente o pau latejando, dolorido, implorando por alĂvio. Mas nĂŁo. NĂŁo.
A ideia de te ter toda peladinha para ele, de marcar cada pedacinho do seu corpo, de garantir que mais nenhum atrevido sequer pensasse em tocar vocĂȘ, Ă© muito mais tentadora. Muito mais satisfatĂłrio.
Com um movimento brusco, ele arranca a saia do seu corpo, o tecido escorregando pelas suas pernas como se nĂŁo fosse nada. VocĂȘ, instintivamente, tenta se ajeitar mais pra cima da cama, como se quisesse se esconder, se proteger â mas Jungwon nĂŁo permite.
â Opa, bebĂȘ, vocĂȘ fica aqui â a voz dele Ă© um rosnado, baixo, autoritĂĄrio, enquanto a mĂŁo dele agarra a calcinha, puxando vocĂȘ de volta pra posição que ele quer. â NĂŁo Ă© vocĂȘ que tava brincando comigo? Me provocando? Quer ver o fofo, nĂ©? Saca sĂł.
E entĂŁo, o imprevisĂvel acontece.
Um estalo.
A calcinha rasga.
O som Ă© alto, definitivo, como um aviso: vocĂȘ Ă© minha, e eu faço o que quiser com vocĂȘ.
Seu corpo estremece, o coração disparando. Agora. Agora ele ia te possuir. Agora ele ia rasgar o resto da sua virgindade, assim como rasgou a calcinha. A excitação Ă© tĂŁo intensa que vocĂȘ quase pode sentir o pau dele dentro de vocĂȘ, estirando, quebrando, marcando.
Mas nĂŁo.
NĂŁo ainda.
Os dedos dele pressionam a sua bucetinha de novo, frios, duros, implacåveis. A queimação volta, intensa, como se ele estivesse reacendendo o fogo que tinha começado antes. Mas, em seguida, os movimentos suavizam, circulares, carinhosos, como se ele estivesse tentando aliviar o ardor que ele mesmo causou.
VocĂȘ choraminga, o som saindo fraco, necessitado, como se o seu corpo nĂŁo soubesse se queria mais ou se aguentava mais.
â Hum? â a voz dele Ă© provocativa, suja, enquanto os dedos giram dentro de vocĂȘ, lentos*m, torturantes. â TĂĄ chorando por quĂȘ? â ele pergunta, e vocĂȘ sente o hĂĄlito quente dele contra o seu rosto, os olhos escuros, divertidos com a sua reação. â Pensou que jĂĄ teria o que queria? â Ele estocou mais fundo. â Como? â Mais fundo. â Se nĂŁo aguenta nem dois dedos meus? â E mais fundo.
A cada frase, a cada movimento, os dedos dele acertam um ponto perfeito, sensĂvel, que faz o seu corpo tremer. E vocĂȘ solta gemidinhos, altos, gostosos, como se cada toque fosse demais e, ao mesmo tempo, pouco.
Até que, de repente, ele acerta.
O pontinho.
Aquele lugar que faz o seu mundo girar, que faz as suas pernas tremerem, que faz o seu estĂŽmago se contrair como se vocĂȘ estivesse caindo.
â Ah! â o gritinho escapa dos seus lĂĄbios, agudo, descontrolado, como se ele tivesse encontrado a chave para o seu prazer.
Jungwon sorri.
E Ă© um sorriso perigoso. SatisfatĂłrio. Triunfante.
â Achei â ele murmura, a voz rouca, cheia de promessas sujas, enquanto os dedos começam a estocar exatamente aquele ponto, rĂtmico, implacĂĄvel, perfeito. â Aguenta, mĂŽ. NinguĂ©m mandou tu ser uma vadia necessitada por piroca desse jeito. Mas vocĂȘ vai esperar um pouquinho atĂ© que eu te dĂȘ o que vocĂȘ quer.
E vocĂȘ?
VocĂȘ estĂĄ vendo estrelas.
A cada dedada, a cada movimento, o prazer cresce, se expande, te consome. Os seus dedos se cravam no lençol, o corpo tenso, arqueado, como se vocĂȘ estivesse tentando se segurar em algo que nĂŁo existe. Porque nada existe alĂ©m daquele toque. Nada existe alĂ©m daquele homem. Nada existe alĂ©m da sensação de que vocĂȘ estĂĄ prestes a explodir.
Os dedos dele continuam a estocar dentro de vocĂȘ, rĂtmicos, implacĂĄveis, como se ele estivesse determinado a te levar ao limite. E vocĂȘ sente. Sente o seu interior apertar em torno deles, nĂŁo mais por estranhamento, nĂŁo mais por medo do novo, mas porque vocĂȘ estĂĄ perto. Muito perto.
O prazer estĂĄ subindo, crescendo, te consumindo, como uma onda que nĂŁo pode mais ser contida. VocĂȘ sabe que estĂĄ Ă beira de algo grande, algo intenso, algo que vai te destruir e te reconstruir ao mesmo tempo.
Mas, de repente, ele para.
Os dedos saem de vocĂȘ de uma vez, bruscamente, como se ele tivesse percebido algo que o assustou. VocĂȘ resmunga em protesto, um som baixo, frustrado, enquanto a sua xota, toda melada, toda necessitada, se contraĂ repetidamente, como se estivesse procurando por algo â por ele â pra preencher o vazio que ele deixou.
Jungwon nĂŁo resiste.
O som do tapa na sua buceta ecoa pelo quarto. Estalado. Possessivo. Sujo.
â Ah! â vocĂȘ choraminga, o som saindo abafado, necessitado, mas a sua intimidade encharca ainda mais, como se o seu corpo soubesse que aquilo era apenas o começo do que estava por vir. â Wonnie! M-mais, mais!
â âAh, Wonnie, mais mais!â â ele te imita, a voz esganiçada propositalmente, e vocĂȘ se encolhe, se sentindo pequena e inĂștil rente a ele. â Calma, pirralha, vocĂȘ vai ter o que quer, hm? Deixa de marra.
Faz biquinho e Won nĂŁo resiste. Estala um tapa no teu rostinho e manha pra ele.
â Cacete, que cadela insaciĂĄvel! Que que cĂȘ quer, hm? Diz pro seu Wonnie. â Ah, Jungwon filho da puta! Sabia muito bem o que vocĂȘ queria tava nas calças dele e ainda assim amava brincar, te ver desesperada e faminta por ele.
â Pau, Wonnie⊠dĂĄ pau, por favorâŠ
E vocĂȘ se humilha pra ele com facilidade, era um golpe baixo com ele. Tua carinha pidona, chorosa⊠sĂł queria uma coisinha, sĂł essa. Mas essa coisinha ainda custava meio cara aos olhos dele.
SĂł que desejo Ă© demais. A tentação Ă© demais. A necessidade carnĂvora de te possuir, de te marcar, de te fazer sua de uma vez por todas Ă© mais forte do que qualquer coisa.
Ele nĂŁo vĂȘ outro jeito.
Vai ter que tirar a virgindade da sua menininha mesmo.
â Ah, meu amor⊠o que eu nĂŁo faço pela minha garotinha pura que quer tanto ficar bem sujinha, hm?
Com um movimento rĂĄpido, desesperado, ele arranca as prĂłprias roupas do corpo. A camisa voa pra qualquer canto do quarto, o tecido da calça escorrega pelas pernas, e, quando finalmente ele tira a cueca vermelha, vocĂȘ olha.
E baba.
Tanto pela boca quanto pela buceta.
O membro do seu namorado Ă© lindo. Grande. Grosso. Cheio de veias que pulsam, duras, prontas pra te estourar. A cabeça Ă© lisa, brilhante, com um fio de prĂ©-gozo escorrendo pela ponta, como se ele jĂĄ estivesse ansioso demais pra te possuir. O comprimento Ă© impressionante, intimidante, e vocĂȘ nĂŁo vĂȘ a hora de senti-lo dentro de vocĂȘ, estirando, preenchendo, te fazendo sua.
Jungwon se aproxima, devagar, como se ele estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Ele se posiciona por cima de vocĂȘ, os olhos escuros, intensos, fixos nos seus, como se ele quisesse gravar cada reação, cada gemido, cada detalhe do seu rosto enquanto ele te tomava.
A mĂŁo dele cobre a sua boca, firme, possessiva.
â Shh⊠â a voz dele Ă© um sussurro, rouco, cheio de desejo. â Quietinha, os vizinhos nĂŁo podem acordar. O Wonnie promete que, depois, vai fazer bem gostosinho, tĂĄ bom? SĂł espera um pouquinhoâŠ
E entĂŁo, finalmente, vocĂȘ sente.
A dor.
NĂŁo Ă© uma dor suave. NĂŁo Ă© uma dor rĂĄpida. Ă uma queimação, intensa, profunda, como se ele estivesse rasgando vocĂȘ por dentro. O grito que escapa da sua garganta Ă© abafado pela mĂŁo dele, sufocado, contido, enquanto o seu interior tenta expulsĂĄ-lo, rejeitĂĄ-lo, como se o seu corpo nĂŁo soubesse que aquilo era exatamente o que vocĂȘ queria.
â TĂŁo⊠â a voz dele Ă© um rosnado, tenso, cheio de esforço para nĂŁo perder o controle. â Mas tĂŁo apertada⊠â os dentes dele rangem, os mĂșsculos do maxilar tensionam, como se ele estivesse lutando contra o prĂłprio desejo. â Uma puta de uma virgenzinha mesmoâŠ
Ele para, respira fundo, como se estivesse tentando se acalmar. E Ă© entĂŁo que ele diz, a voz baixa, rouca, cheia de uma mistura de prazer e tortura:
â Mas, amor⊠â os dedos dele apertam a sua boca com mais força, como se ele precisasse te segurar ali, precisasse te controlar. â SĂł entrou a metade.
Os seus olhos se arregalam, incrĂ©dulos, choqueados. Aquilo tudo â a dor, a queimação, a sensação de estar sendo estirada atĂ© o limite â era apenas a metade?
Ele começa a adentrar de novo, devagar, cuidadosamente, como se ele soubesse que cada centĂmetro a mais era uma tortura para vocĂȘ. E vocĂȘ fecha os olhos, com força, como se fechar o mundo lĂĄ fora pudesse te ajudar a suportar o que estava por vir.
Mas, porra, nĂŁo adianta.
Porque nada pode te preparar pra aquilo.
A queimação Ă© momentĂąnea, intensa, mas, Ă medida que ele vai entrando, preenchendo, te esticando, vocĂȘ sente algo mais. Algo melhor. Algo tĂŁo bom que faz o seu corpo tremer, estremecer, se render.
Ă tudo o que vocĂȘ queria.
Tudo o que vocĂȘ sempre sonhou.
E, mesmo com a dor, mesmo com a queimação, vocĂȘ sabe que nĂŁo trocaria aquilo por nada no mundo.
Ele entra por completo.
E, de repente, o mundo para.
Não hå mais dor. Não hå mais medo. Não hå mais nada além da sensação de estar completamente cheia. Completamente preenchida. Completamente necessitada.
O pau de Jungwon Ă© enorme, e vocĂȘ sente cada centĂmetro dele dentro de vocĂȘ, estirando, ocupando, possuindo cada cantinho do seu interior. Ă uma sensação avassaladora, como se ele tivesse preenchido nĂŁo sĂł o seu corpo, mas tambĂ©m a sua mente, a sua alma.
E, agora, vocĂȘ nĂŁo sente mais nada alĂ©m de um desejo Ășnico, insaciĂĄvel: querer que ele meta. Querer que ele se mova. Querer que ele te foda atĂ© vocĂȘ nĂŁo aguentar mais, assim como ele havia prometido.
VocĂȘ rebola contra ele, devagar, tĂmida, mas determinada. Ă um movimento pequeno, sutil, mas claramente um sinal: quero mais.
Jungwon percebe.
E ri.
à uma risada baixa, rouca, cheia de satisfação suja. Os olhos dele brilham com um misto de orgulho e diversão, como se ele estivesse admirando a sua coragem, a sua fome por ele.
â Acabou de receber uma rola e jĂĄ quer que eu meta? â a voz dele Ă© provocativa, zombeteira, enquanto a mĂŁo dele desce e estala contra a sua coxa. O som ecoou pelo quarto, alto, possessivo. â Que virgenzinha imunda vocĂȘ Ă©, uh?
Aquela frase faz o seu corpo todo esquentar.
NĂŁo Ă© vergonha. NĂŁo Ă© raiva. Ă puro desejo. Pura excitação. Porque, porra, vocĂȘ adora quando ele fala assim com vocĂȘ. Adora quando ele te trata como uma putinha necessitada, como uma cadela no cio. Adora quando ele te lembra que vocĂȘ Ă© dele, e que ele pode fazer o que quiser com vocĂȘ.
E Jungwon nĂŁo perde tempo.
Ele começa os movimentos, devagarzinho, como se estivesse saboreando cada segundo daquele momento. Cada empurrão é lento, profundo, torturante, como se ele quisesse prolongar o prazer, prolongar a agonia da espera.
Mas, Ă medida que os seus gemidinhos vĂŁo aumentando, que os seus suspiros vĂŁo ficando mais altos, mais descontrolados, ele aumenta a velocidade.
Os quadris dele batem contra os seus, fortes, rĂtmicos, implacĂĄveis. Cada estocada Ă© mais profunda, mais intensa, mais perfeita do que a anterior. E, quando ele acerta aquele ponto, aquele lugar que faz o seu mundo girar, os seus gemidos ficam mais altos, mais desesperados, mais cheios de prazer.
â Ah! Wonnie! â vocĂȘ grita, a voz trĂȘmula, ofegante, cheia de necessidade.
Ele testa retirar pelo menos a metade do membro e colocar de novo. Ă um movimento lento, torturante, como se ele estivesse brincando com vocĂȘ, testando os seus limites.
E, quando ele olha para baixo, para o ponto onde os seus corpos se encontram, ele vĂȘ.
Um leve resquĂcio de sangue.
A prova irrefutĂĄvel de que vocĂȘ era dele. Agora e pra sempre.
Isso o faz sorrir.
à um sorriso orgulhoso, possessivo, triunfante. Como se ele tivesse conquistado algo que ninguém mais poderia tirar dele.
â Toda minha⊠sĂł minha, caralhoâŠ
E, sem aviso, ele adentra todo de novo, forte, rĂĄpido, implacĂĄvel.
â Ah! Porra! â vocĂȘ grita de prazer, o som saindo da sua garganta como um lamento, como um pedido, como um agrado.
Ă tĂŁo bom.
TĂŁo bom que vocĂȘ jĂĄ estĂĄ toda bobinha pelo pau dele. Toda mole, toda tremendo, toda entregue Ă quela sensação indescritĂvel de estar completamente preenchida, completamente possuĂda, completamente dele.
Jungwon percebe.
Percebe que a dor sumiu. Que o medo se dissolveu. Que tudo o que resta Ă© puro prazer, pura necessidade, puro desejo por ele. O seu interior nĂŁo resiste mais, nĂŁo luta mais â aceita, pede, suplica por mais.
E, com um movimento lento, deliberado, ele retira o cacete do seu interior.
VocĂȘ choraminga.
Ă um som fraco, desesperado, cheio de frustração. Porque, porra, vocĂȘ queria ele dentro de vocĂȘ. Precisava dele dentro de vocĂȘ. A sensação de vazio Ă© insuportĂĄvel, como se algo essencial tivesse sido arrancado de vocĂȘ.
Uma gota de sangue cai no lençol, vermelha, brilhante, prova do que acabou de acontecer. Mas Jungwon nĂŁo liga. NĂŁo se importa. NĂŁo pensa em mais nada alĂ©m de vocĂȘ.
Ele apenas te olha, os olhos escuros, famintos, possessivos, e diz:
â Se for pra te sujar, pelo menos eu vou fazer isso bem feito.
A voz dele Ă© baixa, rouca, cheia de promessas sujas. E, antes que vocĂȘ possa reagir, ele te puxa pelo quadril, rĂĄpido, determinado, e te coloca de quatro.
A sua bunda fica virada pra ele, exposta, vulneråvel, pronta para ser usada. O seu rostinho afunda nos lençóis, ofegante, necessitada, ansiosa pelo que estå por vir.
E ele nĂŁo te faz esperar.
Com um movimento lento, torturante, ele penetra de novo. Devagar. Profundo. Completo.
VocĂȘ sente o aperto do seu interior abraçando ele, recebendo ele, suplicando por mais. E, quando ele entra todo, atĂ© o fundo, vocĂȘ geme.
Mas nĂŁo Ă© um gemido de dor. NĂŁo Ă© um gemido de medo. Ă um gemido bobinho, feliz, extasiado por estar preenchida novamente. Por estar completa novamente. Por estar dele novamente.
E Jungwon nĂŁo perde tempo.
Ele começa a te estocar de maneira rĂĄpida e forte. Os quadris dele batem contra a sua bunda, duros, rĂtmicos, implacĂĄveis. Cada estocada Ă© mais profunda, mais intensa, mais perfeita do que a anterior. E os seus gemidos sĂŁo altos, descontrolados, cheios de prazer.
VocĂȘ nĂŁo consegue falar. NĂŁo consegue pensar. NĂŁo consegue fazer nada alĂ©m de sentir. Sentir cada movimento, cada toque, cada estocada que te arromba, te quebra, te faz sua.
E Jungwon brinca.
â A cadela desaprendeu a falar? â a voz dele Ă© zombeteira, provocativa, enquanto os quadris dele continuam a se mover, rĂĄpidos, fortes. â Ă uma puta toda burrinha agora que tĂĄ levando uma surra de rola, Ă©? Ah, sua vadiazinha do caralho.
Aquelas palavras fazem o seu interior contrair ainda mais. Mais. Mais. Como se o seu corpo quisesse provar que vocĂȘ ainda era capaz de sentir, de reagir, de gozar por ele.
E vocĂȘ estĂĄ tĂŁo perto.
TĂŁo perto que o mundo gira. TĂŁo perto que os seus dedos se cravam nos lençóis. TĂŁo perto que vocĂȘ sente o prazer se acumulando, pronto para explodir.
Jungwon puxa os seus cabelos, forte, possessivo, fazendo o seu tronco levantar. E, com essa nova posição, as estocadas adentram ainda mais fundo, mais forte, mais certo.
Acertando aquele pontinho. Aquele lugar que faz o seu corpo tremer, que faz o seu mundo girar, que faz o seu prazer transbordar.
E, porra, nĂŁo tem jeito.
Apenas quatro estocadas. Quatro estocadas fortes, precisas, implacĂĄveis.
E vocĂȘ goza.
O grito de prazer toma o quarto, alto, descontrolado, cheio de satisfação. O seu corpo treme, se contrai, se entrega ao orgasmo mais intenso que vocĂȘ jĂĄ sentiu na vida.
Jungwon dĂĄ mais trĂȘs estocadas devagar, prolongando o prazer, saboreando cada segundo daquele momento. E, quando ele sai de dentro de vocĂȘ, ainda duro, ainda necessitado, vocĂȘ se joga de barriga pra cima na cama, tremendo, ofegante, com o corpo queimando.
Ă a melhor sensação que vocĂȘ jĂĄ tinha sentido na vida.
E Jungwon nĂŁo termina.
Ele punheta o caralho dele, rĂĄpido, forte, com os olhos fixos em vocĂȘ, como se estivesse gravando cada reação, cada tremor, cada gemido que ainda escapa dos seus lĂĄbios. E, quando o gozo jorra, quente, espesso, abundante, ele mira direto na sua buceta, sensĂvel, apenas um pouquinho melada de sangue.
E, sem hesitar, ele coloca um pouco de porra pra dentro do seu buraquinho com os dois dedos, devagar, possessivo, marcando vocĂȘ por dentro e por fora.
â Agora sim... â a voz dele Ă© baixa, satisfatĂłria, cheia de orgulho. â Bem sujinha.
VocĂȘ sorri, fraco, feliz, completamente entregue.
â Sujinha apenas pro Wonnie⊠â vocĂȘ diz, a voz trĂȘmula, ofegante, cheia de amor. â E pra mais ninguĂ©m.
㠀㠀㠀㠀
