e tem aquele lugar que fica no meio do nada entre a utopia e o que jĂĄ foi criado que todos querem e ninguĂ©m o tem para servir de refĂșgio do barulho lĂĄ de fora e da tempestade aqui de dentro
sheepfilms
I'd rather be in outer space đž

â
No title available
RMH
Lint Roller? I Barely Know Her

Discoholic đȘ©
dirt enthusiast
AnasAbdin

shark vs the universe

⣠Chile in a Photography âŁ

No title available
DEAR READER

Andulka
will byers stan first human second
styofa doing anything
Jules of Nature
Alisa U Zemlji Chuda
d e v o n
No title available

seen from Malaysia
seen from United States

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Germany

seen from Australia

seen from Croatia

seen from United States

seen from TĂŒrkiye
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Poland
seen from United States
seen from United States

seen from Canada
seen from Australia

seen from Romania

seen from United States
seen from United States
@inconfuso
e tem aquele lugar que fica no meio do nada entre a utopia e o que jĂĄ foi criado que todos querem e ninguĂ©m o tem para servir de refĂșgio do barulho lĂĄ de fora e da tempestade aqui de dentro
Te deixo hoje, mas na esperança de te encontrar nas esquinas onde o destino borda encontros improvåveis. Te deixo ir, mas espero que o vento sopre teu nome de volta ao meu peito.
Me despeço, mas sem a coragem de pronunciar o adeus. Me despeço, mas meus passos hesitam, presos à sombra dos teus.
No fundo, ainda espero, mesmo sabendo que este talvez seja o Ășltimo ato. No fundo, ainda espero, que o silĂȘncio entre nĂłs ecoe tua vontade de ficar.
Ontem eu senti sua falta.
Saudades do seu sorriso e da sua mĂŁo acariciando meu rosto.
Meu coração errou a batida.
Abatido pela falta de nĂłs dois.
Foi inevitĂĄvel... Quando percebi as lĂĄgrimas jĂĄ estavam escorrendo!
- L. S.
Te olhava pelas frestas da porta e via um mundo que eu sabia... jĂĄ nĂŁo era mais meu.
Uma porta que eu nĂŁo devia mais abrir.
Janelas de lembranças que jå deveriam ter sido esquecidas.
Pelas manhĂŁs observava seu reflexo no espelho, em total silĂȘncio. Juntos e, ao mesmo tempo, tĂŁo distantes.
Quando nossos olhares se cruzavam, sua alma era refletida e nela eu via apenas tristeza.
A frieza da sua alma me dava calafrios toda vez que suas mãos gélidas me tocavam... Sabia que eu não a tinha causado, mas o sentimento de falha dominava todo meu corpo.
Mais uma noite que não consegui te alcançar.
"Estou saindo", "não me espere"... Sei que te perdi hå muito tempo, mas sabe o que é pior? Mergulhei em ti quanto te vi partir, e desde então morri também, e mesmo morto, ainda te amo.
O sabor da minha bebida preferida nĂŁo queima tanto quanto suas palavras solitĂĄrias demais. Desce amarga, incomoda, repondo o lĂquido que vai escorrer pelos meus olhos.
Me doeu fechar a porta, trancar as janelas... apagar as luzes.
SĂł nĂŁo doeu mais que ver seu mundo se expandir sem mim. Borboleteca & Desonestos; azul marcava o nosso desespero.
Ă© que o nosso amor merecia bem mais.
O peso de manter vocĂȘ dĂłi, e o peso de deixar vocĂȘ ir assusta.
Decidi vasculhar minhas papeladas acumuladas, em busca de coisas inĂșteis que pudessem ser descartadas. Li cada papel, para decidir se o conteĂșdo era relevante. De primeira jĂĄ reconheci a folha. Desenhos acompanhavam as molduras, mas esse nĂŁo era o foco. HĂĄ um trecho que sempre me chamou atenção: "nunca vou te trocar. Por nada, nem ninguĂ©m". VocĂȘ repetia aquilo com tanta certeza, e eu acreditava cegamente. Demorou, mas vocĂȘ me substituiu. Em algum momento da sua vida, decidiu que eu nĂŁo era mais necessĂĄria, entĂŁo se afastou gradativamente, sem me dar qualquer explicação. EntĂŁo, Ă s vezes me pergunto quando foi que as coisas ficaram tĂŁo erradas. Respirei fundo e quis rasgar o papel, mas algo dentro de mim me impediu. Me pus a chorar. HĂĄ algo que nĂŁo permite que eu me desconecte de vocĂȘ.
âLigue, chame, mande uma mensagem, apareça sem avisar. NĂŁo hĂĄ deslize ou vacilo que impeça vocĂȘ de tentar. Se a sua sinceridade nĂŁo for bem recebida, acontece. Toda decepção vale o alĂvio. NĂŁo Ă© bacana engolir a saudade. SĂ©rio, orgulho dĂĄ gastrite.â
â Nicholas Hoffman.  Â
â⊠E quanto Ă dor, vocĂȘ vai descobrir que ela vem em ondas.  Quando o navio acaba de naufragar, vocĂȘ estĂĄ se afogando com todos os destroços a sua volta. Tudo que estĂĄ boiando ao seu redor te faz lembrar da beleza e do esplendor que o navio era e que nĂŁo Ă© mais.  E a Ășnica coisa que vocĂȘ consegue fazer Ă© boiar.  VocĂȘ vai encontrar algum pedaço de destroços e vai se segurar nele por um tempo. Talvez seja alguma coisa fĂsica.  Talvez seja uma lembrança de um momento feliz ou uma fotografia.  Talvez seja outra pessoa que tambĂ©m estĂĄ boiando.  Por um tempo, a Ășnica coisa que vocĂȘ consegue fazer Ă© boiar.  Ficar vivo.
No começo, as ondas tem 30 metros de altura e se abatem sobre vocĂȘ sem piedade.  Elas vĂȘm de dez em dez segundos e vocĂȘ nem tempo de recuperar o fĂŽlego. Tudo o que vocĂȘ consegue fazer Ă© se segurar e boiar.  Depois de um tempo, Ă s vezes semanas, Ă s vezes meses, vocĂȘ vai descobrir que as ondas ainda tĂȘm 30 metros de altura, mas vĂȘm em intervalos maiores.  Quando ela vĂȘm, ainda te abate e te derruba. Mas nos intervalos, vocĂȘ consegue respirar, consegue funcionar. VocĂȘ nunca sabe o que vai desencadear a dor.  Pode ser uma mĂșsica, uma imagem, uma esquina, o cheiro de uma xĂcara de cafĂ©.  Pode ser qualquer coisa⊠e a onda vem.  Mas entre as ondas, hĂĄ vida.
Algum tempo depois, e o tempo Ă© diferente para cada um de nĂłs, vocĂȘ vai ver que as ondas tĂȘm apenas 20 metros de altura. Ou 10. E, embora elas ainda venham, demoram mais para chegar. E vocĂȘ as vĂȘ chegando.  Uma comemoração, um aniversĂĄrio, Natal, ou o retorno a algum lugar. VocĂȘ quase sempre pode vĂȘ-la chegando e se preparar para ela. E quando ela vem e te cobre, vocĂȘ sabe que de alguma forma, vocĂȘ vai sair novamente do outro lado. Ensopado, sem respirar direito, ainda pendurado a algum pedacinho de destroços, mas vocĂȘ vai sair.
âŠ
As ondas nunca param de vir e, na verdade, vocĂȘ nem vai querer que elas parem. Mas vocĂȘ aprende a sobreviver a elas. E outras ondas virĂŁo. E vocĂȘ sobreviverĂĄ a elas tambĂ©m. E se vocĂȘ tiver sorte, vocĂȘ terĂĄ muitas cicatrizes e muitos amores. E muitos naufrĂĄgios.âÂ
(autor desconhecido)
âVocĂȘ sempre me disse que sua maior mĂĄgoa era eu nunca ter escrito um texto sobre vocĂȘ. Nem que fosse te xingando, te expondo. Qualquer coisa. VocĂȘ sempre foi o Ășnico homem que me amou. E eu nunca te escrevi nem uma frase num papelzinho amassado. VocĂȘ sempre foi o Ășnico amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o Ășnico que sempre entendeu tambĂ©m, depois, eu dormir meio chorando porque Ă© impossĂvel abraçar sequer alguĂ©m, o que dirĂĄ o mundo. Outro dia eu encontrei um diĂĄrio meu, de 99, e lĂĄ estava escrito âhoje eu larguei meu namorado sentado e dancei com ele no baile de formaturaâ. Ele, no caso, Ă© vocĂȘ. Dei risada e lembrei que em todos esses anos, mesmo eu nunca tendo escrito nenhum texto para vocĂȘ, eu por diversas vezes larguei vĂĄrios namorados meus, sentados, e dancei com vocĂȘ. Porque vocĂȘ Ă© meu melhor companheiro de dança, mesmo sendo tĂmido e desajeitado. Depois encontrei uma foto em que vocĂȘ estĂĄ com um daqueles Ăłculos escuros espelhados de maconheiro. E eu de calça colorida daquelas âbailarinaâ. E nessa Ă©poca vocĂȘ nĂŁo gostava de mim porque eu era a bobinha da classe. Mas eu gostava de vocĂȘ porque vocĂȘ tinha pintas e eu achava isso super sexy. E eu me achei ridĂcula na foto mas senti uma coisa linda por dentro do peito. AĂ lembrei que alguns anos depois, quando eu jĂĄ nĂŁo era mais a bobinha da classe e sim uma estagiĂĄria metida a esperta que sĂł namorava figurĂ”es (uns babacas na verdade), vocĂȘ viu algum charme nisso e me roubou um beijo. Fingindo que ia desmaiar. Foi ridĂculo. Mas foi menos ridĂculo do que aquela vez, ainda na faculdade, que eu invadi seu carro e te agarrei a força. VocĂȘ saiu cantando pneu e ficou quase dois anos sem falar comigo. Eu nĂŁo sei porque exatamente vocĂȘ nĂŁo mereceu um texto meu, quando me deu meu primeiro cd do VinĂcius de Morais. Ou quando me deu aquele com historinhas de crianças para eu dormir feliz. Ou mesmo quando, jĂĄ de saco cheio de eu ficar com vocĂȘ e com mais metade da cidade, vocĂȘ me deu aquele cartĂŁo postal da AmazĂŽnia com um tigre enrabando uma onça. TambĂ©m nĂŁo sei porque eu nĂŁo escrevi um texto quando vocĂȘ apareceu naquela festa brega, me viu dançando no canto da mesa, e me disse a frase mais linda que eu jĂĄ ouvi na minha vida âeu sei que vocĂȘ nĂŁo gosta de mim, mas deixa eu te olhar mesmo assimâ. Talvez eu devesse ter escrito um texto para vocĂȘ, quando eu te pedi a Ășnica coisa que nĂŁo se pede a alguĂ©m que ama a gente âme faz companhia enquanto meu namorado estĂĄ viajando?â. E vocĂȘ fez. E vocĂȘ me olhava de canto de olho, se perguntando porque raios fazia isso com vocĂȘ mesmo. Talvez porque mesmo sabendo que eu nĂŁo amava vocĂȘ, vocĂȘ continuava querendo apenas me olhar. E eu me nutria disso. Me aproveitava. Sugava seu amor para sobreviver um pouco em meio a falta de amor que eu recebia de todas as outras pessoas que diziam estar comigo. Depois vocĂȘ começou a namorar uma menina e deixou, finalmente, de gostar de mim. E eu podia ter escrito um texto para vocĂȘ. Claro que eu senti ciĂșmes e senti uma falta absurda de vocĂȘ. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso. Depois eu tambĂ©m podia ter escrito sobre aquele dia que vocĂȘ me xingou atĂ© desopilar todos os cantos do seu fĂgado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente sĂł odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto vocĂȘ quiser desde que isso signifique que vocĂȘ ainda gosta um pouquinho de mim. Minhas piadas, meu jeito de falar, atĂ© meu jeito de dançar ou de andar. Tudo Ă© vocĂȘ. Minha personalidade Ă© vocĂȘ. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo Ă© vocĂȘ. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invĂ©s de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo Ă© vocĂȘ. Eu sou mais vocĂȘ do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre vocĂȘ. AtĂ© hoje. AtĂ© essa manhĂŁ. Em que vocĂȘ, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que vocĂȘ simplesmente foi embora. Como se eu fosse sĂł mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que nĂŁo sĂŁo ela. E que vocĂȘ usa para nĂŁo sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que vocĂȘ deixou eu te olhar, mesmo vocĂȘ nĂŁo gostando de mim. E foi por isso, porque vocĂȘ deixou de ser o menino que me amava e passou a ser sĂł mais um que me usa, que vocĂȘ, assim como todos os outros, mereceu um texto meu.â
â Tati Bernardi
âTodas as garotas boas estĂŁo em casa com seus coraçÔes partidos.â
â John Mayer.
âNĂŁo nos falamos mais, e a parte mais triste Ă© que nĂłs costumĂĄvamos conversar todos os dias.â
â Castelo de vidro, Nanda MarquesÂ
nĂłs Ă©ramos prĂłximos, como dezembro e janeiro, mas tĂŁo distantes quanto janeiro e dezembro, separados por 365 dias, nossos caminhos se cruzaram brevemente, para depois se perderem no tempo, como as estaçÔes que se alternam, num ciclo de proximidade e distĂąncia, entre o calor do encontro e o frio do desencontro, entre o efĂȘmero e o eterno, como dezembro e janeiro, sempre juntos, mas nunca ao mesmo tempo. cĂ©u de jĂșpiter em: notas sobre o (nosso) fim
Um dia te esqueço, te deixo partir, e vocĂȘ para de doer.
mc
âE entĂŁo vocĂȘ acorda com aquela saudade de quem nĂŁo te quer perto, e isso doĂ.â
â Florejus
Estou no mesmo lugar, alguns me acham, outros me perdem.
Mc.