taylor price
No title available
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Lint Roller? I Barely Know Her

izzy's playlists!
Peter Solarz
$LAYYYTER
Jules of Nature
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

tannertan36

PR's Tumblrdome
tumblr dot com
Sade Olutola
Game of Thrones Daily
RMH

ellievsbear
AnasAbdin
NASA

No title available
wallacepolsom

seen from China

seen from Türkiye
seen from Costa Rica
seen from United Kingdom

seen from United States

seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from Argentina
seen from Germany
seen from Croatia

seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from Türkiye

seen from United States

seen from Italy

seen from United States

seen from India
seen from United Kingdom

seen from United States
@independentsoulthings
Soneto da Separação by Vinícius de Moraes.
Trecho de “Tomara”, Vinicius de Moraes.
Nouvelle vague, Jean-Luc Godard, 1990
“Qual era afinal sua grande existência? Do inferno da casa para o purgatório do trabalho e vice-versa! Invejável sorte, não havia dúvida.”
— O Cortiço
““Para quem se acha nas trevas qualquer claridade que chega é um belo foco de luz.””
— Aluísio Azevedo - O Coruja (via um-verso-sereno)
“Ela não o prenderia porque amor não era obrigado.”
— O Cortiço
“Ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que se não torce a nenhuma outra planta; era o veneno e era o açúcar gostoso; era o sapoti mais doce que o mel e era a castanha do caju, que abre feridas com o seu azeite de fogo; ela era a cobra verde e traiçoeira, a lugarta viscosa, a muriçoca doida, que esvoaçava havia muito tempo em torno do corpo dele, assanhando-lhe os desejos, acordando-lhe as fibras embambecidas pela saudade da terra, picando-lhe as artérias, para lhe cuspir dentro do sangue uma centelha daquele amor setentrional, uma nota daquela música feita de gemidos de prazer, uma larva daquela nuvem de cantáridas que zumbiam em torno da Rita Baiana e espalhavam-se pelo ar numa fosforescência afrodisíaca.”
— O Cortiço
“[…]neste mundo uma criatura a tudo se acostuma.”
— O Cortiço