inspirado em clube da luta
havia conhecido lee jeno antes de vocĂȘ encontrĂĄ-lo e grudar em sua pele como um verdadeiro parasita.
as poucas noites de sono que tinha foram embora assim que virou costume te encontrar na casa que dividia com jeno, seu parceiro num projeto.
contigo ali, a insĂŽnia voltara. nĂŁo dormia mais. nem um pouco.
o sangue fervia de raiva.
ouvia teus gemidos, gritos e grunhidos todas as noites, chamando pelo nome do lee e pedindo para ir mais rĂĄpido. mais forte. mais fundo.
o chão do segundo andar se desfazia acima de sua cabeça.
a tinta descascada caĂda do teto boiava em seu cafĂ©, e sĂł restava escutĂĄ-los fodendo como dois animais selvagens quieto, como se nĂŁo passasse de um telespectador.
o gosto forte da bebida tomava a boca e deixava ali um certo amargor, que nĂŁo chegava a ser tĂŁo incĂŽmodo quanto o emaranhado de xingamentos que tinha para soltar, mas eram engolidos enquanto rasgavam sua garganta.
tua voz o incomodava de todas as formas.
saber que vocĂȘ gastava o tempo e ocupava a mente de lee jeno o irritava.
não era merecedora de toda aquela atenção. não mesmo.
nĂŁo passava de uma mentirosa.
sentia o estĂŽmago embrulhar ao te imaginar se contorcendo na cama, tocando a bucetinha molhada com agilidade, cheia de tesĂŁo.
os olhos se reviraram, enojado, ao pensar em vocĂȘ toda abertinha, esperando para ser comida por jeno enquanto tuas mĂŁos famintas apertavam os peitinhos arrebitados.
teus joelhos flexionados e quase tocando o colo só para ficar totalmente exposta, com o buraquinho pulsando e escorrendo teu melzinho brilhante, que deslizava até tua outra entradinha.
nĂŁo merecia ter o rabinho cheinho de porra ao final da noite, ou ficar com a bucetinha inchada de tanto levar pica.
também não merecia ter a boca fodida do jeitinho que gostava, levando leite na cara enquanto gozava nos próprios dedinhos.
nem ser comida com metade do corpo para fora da janela, ecoando teus malditos gemidos pela rua enquanto o lee te empurrava sem dĂł, para que todos ali pudessem ouvi-la.
muito menos merecia ser escutada por ele mesmo nessa madrugada, com a tua vozinha manhosa e irritante estragando mais uma de suas preciosas noites de sono.
mas ele sabia que vocĂȘ curtia isso.
sabia que queria se mostrar para todo mundo. para qualquer um.
sabia disso porque lee jeno também sabia.
nĂŁo te odiava sem motivos. muito pelo contrĂĄrio.
antes de te encontrar perambulando pela prĂłpria casa na calada da noite e saindo pela manhĂŁ, havia te conhecido no Ășltimo lugar que gostaria â se ao menos quisesse ter te conhecido.
pelas manhĂŁs, trabalhava num escritĂłrio medĂocre e tedioso, mas que pelo menos cobria os gastos de um apartamento mais medĂocre e tedioso ainda.
vivia uma vida descartĂĄvel, e parecia que aquilo lhe tirava o sono.
seus dias eram cansativos e nem mesmo Ă noite podia relaxar.
sua mente estava sempre acordada.
com insĂŽnia nada parece real.
no entanto, com a descoberta de grupos de apoio, podia dizer que estava dormindo como um bebĂȘ pelas seguintes noites.
participava de inĂșmeros grupos, mas seu preferido era o homens remanescentes unidos, criado para prestar apoio a homens com cĂąncer nos testiculos.
chorar nos peitos desenvolvidos de jaemin, membro do grupo e antigo fisiculturista que tomou bomba demais, havia sido seu remédio e conforto mais precioso.
adorava amassar as bochechas na pele quente, gordurosa, e deixar a marca de suas lĂĄgrimas em sua camiseta.
na realidade, nĂŁo havia perdido suas bolas, ou sequer estava no estĂĄgio inicial do cĂąncer como os outros homens ali.
quando se estĂĄ prestes a morrer, porĂ©m, as pessoas realmente escutam o que vocĂȘ tem a dizer, nĂŁo sĂł esperavam sua vez para falar.
e mesmo que nĂŁo abrisse a boca â e aquilo fazia com que os outros pensassem o pior â, sentia-se extremamente acolhido.
ir a grupos de apoio tinha elevado completamente a sua qualidade de vida. as olheiras começaram a clarear, as bochechas a corarem e sorrisos modestos ao longo do dia brotavam em seu rosto.
com seus malditos olhos irritantes que o fitavam constantemente, como se encarassem sua alma.
como se soubessem da verdade.
reparou em vocĂȘ, de fato, naquele mesmo grupo.
os peitos fartos de jaemin, seu parceiro no âmomento do abraçoâ, envolviam seu rosto choroso quando os olhos inchados e molhados miraram os seus.
vocĂȘ estava lĂĄ, tragando um cigarro enquanto um cara baixinho chorava agarrado em seus braços.
logo reconheceu seu rosto inconfundĂvel, e constatou que jĂĄ havia te visto na sexta Ă noite, num grupo de apoio Ă tuberculose. e na mesa-redonda de melanoma, Ă s quartas. tambĂ©m na segunda Ă noite, no grupo de leucemia.
e no de parasitas sanguĂneos.
vocĂȘ era uma mentirosa. uma turista.
e não que ele não fosse, também. mas eram casos diferentes, claramente.
precisava daquilo. e precisava muito mais do que vocĂȘ. disso tinha certeza.
não conseguia fingir com outra pessoa fingindo. com alguém de fora o olhando.
naquele momento, sua mentira refletia a dele, e entĂŁo formavam uma grande mentira em meio a verdade daquelas pessoas.
te implorou para que largasse os grupos. para que fosse embora para bem longe e esquecesse da existĂȘncia daquelas pessoas.
contou que aqueles grupos eram importantes para ele, que necessitava daquilo para sobreviver, e que precisava que vocĂȘ saĂsse dali.
afinal, de que te interessava? nĂŁo tinha nada a ver contigo.
entĂŁo negou, e ao ser ameaçada de ser exposta para todos como turista, ameaçou fazer o mesmo com ele, e isso iniciou uma longa discussĂŁo sobre a futilidade da vida e o merecimento. e entĂŁo, como vocĂȘs estavam em barcos diferentes nesse quesito.
brigaram e brigaram, e o maluco te perseguiu por toda a rua.
no final, chegaram a acordo nenhum.
e a partir dali, ele passou a remoer um Ăłdio profundo por vocĂȘ.
não passava um dia de sua vida sem descontar toda a raiva e frustração que sentia em sua figura, mesmo que em segredo.
queria te ver destruĂda, acabadinha.
do mesmo jeito que vocĂȘ o deixou, por mais indiretamente que fosse.
com o tempo, vocĂȘ descobriu seu verdadeiro nome:
foi como havia se apresentado num sĂĄbado Ă noite, nos fundos de uma loja nunca alugada.
parecia finalmente ter deixado aqueles papos estranhos para trĂĄs e dado uma chance para conversarem civilizadamente.
seu rosto estava machucado e suas roupas sujas, como se tivesse participado de uma briga de rua.
um dos olhos estava roxo e na boca escorria uma fina faixa de sangue seco. os punhos estavam mais feridos ainda e os nĂłs dos dedos manchados e sujos.
mantinha um sorriso sacana nos lĂĄbios enquanto tragava um cigarro, te analisando de cima a baixo.
entĂŁo prensou teu corpo sobre a lataria velha de seu carro, apoiando o antebraço ali para se inclinar atĂ© vocĂȘ.
o hĂĄlito de nicotina acertou o seu nariz quando lee jeno disse que estava a fim de destruir uma coisa bonita.
e entĂŁo vocĂȘ riu, sem graça, e acabou caindo em seus encantos.
nĂŁo se importava se hĂĄ menos de dois meses ele era um cara metido que chorava em grupos de apoio como um bebezĂŁo mimado.
tudo o que importava para vocĂȘ, era o quanto ele te fodia bem nas madrugadas.
por isso estava mais uma vez em sua cama, em cima dos lençóis empoeirados daquela casa de paredes apodrecidas, tendo os joelhos forçados contra o colo pela mão forte do homem a sua frente, que esfregava o pau na tua intimidade coberta pela calcinha.
jeno adorava brincar com a tua bucetinha coberta, como se fosse revelar um tesouro ao arrastar tua calcinha molhada para o lado.
puxava o tecido para cima, partindo tuas carnes enquanto a peça se enterrava entre os teus lĂĄbios. tambĂ©m puxava para o alto e descia, esfregando o pano para um lado e para o outro sobre o teu pontinho sensĂvel.
podia brincar desse jeito contigo por horas.
gostava de ver tua buceta ficando cada vez mais molhadinha, avermelhada, descendo o teu mel até tua outra entradinha e melando toda a calcinha.
aquilo o deixava duro pra caralho.
o lee adentrou tua calcinha com o pau babado sem se importar em tirĂĄ-la do teu corpo. queria sentir o pano sobre o prĂłprio caralho tambĂ©m, apertando vocĂȘs dois ali.
escondeu o membro dentro do tecido e esfregou a cabecinha no teu buraquinho, aproveitando para lubrificar ainda mais o resto da tua buceta. começou a estocar teus låbios, deixando a vulva toda meladinha e escorregadia.
pelos movimentos descuidados, Ă s vezes o caralho grosso escorregava para fora da calcinha, lambuzando tua barriga, e logo depois voltava a se afundar ali dentro.
a pontinha do pau molhava a peça todinha, que agora tinha uma mancha formada pela porra de vocĂȘs dois.
vocĂȘ gemia arrastado, barulhento, ansiando por mais.
tua voz manhosa se misturava com o barulhinho molhado que saia da tua calcinha, tomando conta de todo o quarto.
sem avisos, jeno tirou o pau dali e te deixou sentadinha na cama. a peça molhada incomodava tua partezinha sensĂvel, mas aquilo sĂł te excitava ainda mais.
o lee enfiou com tudo o pau babado na tua boca, entrelaçando os dedos entre teus fios de cabelo e os puxando.
â chupa gostoso o meu pau, princesa â enterrou seu rosto lentamente sobre a pĂ©lvis. â e eu te fodo do jeito que vocĂȘ gosta depois.
com o lee enterrado na boca, tua bucetinha pingava ainda mais. chupava o caralho grosso desajeitadamente, encharcando todo o comprimento com a tua baba. tua lĂngua rodeava a cabecinha e tua boca ia e voltava num movimento que deixou jeno impaciente.
â caralho, garota â empurrou vocĂȘ para trĂĄs pelos cabelos, tirando o membro da tua boca. â nem um pau tu sabe mamar direito? tĂĄ de sacanagem.
não fazia esforço algum quando o assunto era chupar o lee.
queria ter a boquinha esfolada, cheinha de pau e dolorida. estava doidinha para ser fodida por ali, e aquilo sempre funcionava.
irritar jeno era a melhor das opçÔes.
o homem puxou teus cabelos e se enterrou mais uma vez na tua boca com tudo. o caralho grande ia e voltava, tocando a tua goela e deslizando pela tua lĂngua. metia atĂ© o fundo, te fazendo engasgar inĂșmeras vezes.
teus pelinhos se eriçavam quando a pontinha do pau parecia tocar tua garganta, e os biquinhos sensĂveis dos peitos jĂĄ estavam durinhos.
fodia a tua boca sem delicadeza alguma, afundando o pau ali enquanto seus quadris se moviam de forma agressiva.
no entanto, achava que assim fazia um esforço que vocĂȘ nĂŁo merecia. entĂŁo te puxou pelos cabelos e enterrou tua boca ali atĂ© a base do pau, teu nariz quase tocando a pĂ©lvis, e as bolas pesadas quase encostando no teu queixo.
os cantinhos dos teus lĂĄbios jĂĄ doĂam e estavam escorrendo tua prĂłpria baba. mesmo assim, o lee continuava, arrombando a cavidade e machucando o cĂ©u da tua boca.
vocĂȘ adorava isso, e sentia a calcinha encharcar ainda mais.
esfregou a bucetinha coberta nos lençóis e teus dedinhos foram råpidos ao deslizar até ali.
no entanto, jeno foi mais ĂĄgil ainda ao impedir seu movimento.
empurrou tua cabeça para trås e tirou o pau dali, deixando com que teu rosto voltasse para frente e fosse lambuzado pelo caralho babado, que balançava e te melava a bochecha.
um tapa ardido acertou o teu rosto, e seu tĂpico olhar de desprezo te atingiu mais uma vez.
â porra, isso Ă© tudo no que vocĂȘ consegue pensar? â te empurrou sobre a cama, te puxando pelos joelhos atĂ© ele. â quer ser fodida em todos os buracos, princesa? caralho, tu Ă© uma putinha mesmo.
empurrou tua calcinha para o lado, enfiando o caralho grosso na bucetinha molhada. forçou novamente tua boca para abri-la, cuspindo em tua lĂngua e deixando o fio de saliva que se esticava conectar suas bocas entreabertas.
vocĂȘ prontamente obedeceu, e logo sentiu o pau começar a invadir tua bucetinha pulsante.
os quadris do lee se moviam violentamente, e suas bolas batiam com tudo na popa da tua bunda. a cabecinha do pau ia e voltava no teu abdĂŽmen, e aquilo o deixava ainda mais duro.
jeno relaxou a prĂłpria boca, deixando-a abertinha atĂ© sua saliva começar a pingar sobre o teu corpo. vocĂȘ deslizou dois dedos atĂ© a pele babada, esfregando-os na saliva e assim os levando atĂ© sua boca, chupando tudinho.
â porra, piranha â soltou uma risada soprada, observando seus movimentos.
logo cuspiu novamente em vocĂȘ, dessa vez pertinho da tua boca sĂł para te ver tentar alcançar a saliva com a lĂngua. depois foi a vez de cuspir no teu monte de vĂȘnus, deixando a baba escorrer atĂ© o teu pontinho e se perder entre os teus lĂĄbios.
â a Ășnica coisa que tu pensa Ă© em pau, nĂŁo Ă©? burra pra caralho. pelo menos Ă© gostosinha. â nem se deu ao trabalho de responder. estava bobinha demais pensando no caralho grosso do lee dentro de vocĂȘ. â sĂł serve pra guardar a minha porra. uma piranha do caralho.
tirou o pau da tua buceta, o que logo foi reprovado com um resmungo seu. pegou tua cintura e te virou de costas para si, erguendo teus quadris e roçando a cabecinha do caralho nas tuas duas entradinhas. vocĂȘ imediatamente se empinou, deixando os buraquinhos bem expostos para ele.
â fica doidinha assim sĂł pra levar pau â forçou o caralho no teu rabinho. â porra, aposto que todo mundo jĂĄ te fodeu.
empurrou a pontinha do pau para dentro do buraquinho apertado, sentindo tuas paredes pulsantes esmagarem todo o seu tamanho. tua entradinha jĂĄ estava vermelhinha e babada, prendendo o caralho ali.
â vou te deixar larguinha pra quem for te comer depois, entĂŁo â estocou o pau no teu canalzinho. â vai ficar com o rabinho cheinho com a minha porra. serĂĄ que vĂŁo gostar do presente, princesa?
e depois de uma boa foda, vocĂȘ apagava.
só acordava no outro dia, quase pela manhã, e encontrava lee jeno na cozinha, bebendo seu café.
nĂŁo te dirigia sequer uma palavra, como se nĂŁo lembrasse da noite que passaram juntos.
e entĂŁo, sob aquele maldito olhar de desprezo, vocĂȘ ia embora da casa,
mas com a certeza de que voltaria na noite seguinte.