『★』Wake Up In The Morning Feeling Like P Diddy — Jollies {P1} FB
Vida de semideus não é fácil. Ao ser introduzido nessa vibe, já sabem que irão passar o dia inteiro em meio a treinamentos ou coisas básicas como sobrevivendo. Monstros, monstros, monstros. Meio-sangue pra criatura, como Super-homem pra kriptonita. Fugindo eternamente, ao mesmo tempo em que procuram uma maneira de enfrentá-lo. Isso tudo, além dos sonhos amigáveis e cheio de significados que os deuses insistiam em enviar durante seus sono. Nem dormir direito se pode mais. Jonathan lamentava-se, ao longo que olha para o teto recuperando a respiração acelerada. As mensagens da oráculo tão vivas em sua mente quanto um filme recém assistido. E leve dormência no braço direito, onde Olivia dormia aconchegada. O filho de Mercúrio olhou a namorada, mexendo de leve sobre uma mecha de cabelo que caia sobre seus olhos. Pelo menos ela continuara dormindo, logo não deve ter se afetado por aquele sonho… “Ah” Fez o som mudo com a boca. Isso que significava que “somente os mortos ouviriam a mensagem”. Revirou os olhos com a própria idiotice e deu um beijo sobre a testa dela, retirando o braço de baixo de seu corpo para poder se arrastar para fora da cama. A menina continuou a dormir, ao longo que ele se trancou sobre o banheiro da cabine.
Jogou água no rosto para recuperar-se do susto, apoiando as mãos sobre a pia, uma de cada lado, para que o liquido recém-colocada gotejasse de seu pescoço para descer pelo ralo. O caminho das gotas atraiam a atenção dos seus olhos, mas a mente estava no acampamento. Quem teria de salvar? O que era tarde? Por que ninguém fazia um exorcismo daquela menina? A curiosidade atiçara, tal como o instinto natural de perigo se aproximando. Confirmou que Olivia continua a dormir ao abrir com cuidado a porta do banheiro, estando ela abraçada com um travesseiro, com o olhar sereno de sempre sobre o rosto. Fechou-a novamente antes de concentrar-se o suficiente para se transportar até a praia. Por mais que em breve o navio ancorasse, queria ter certeza a respeito das palavras que Margaery dissera. Conferir antes do tarde ser inescapável.
Um mero aviso mental, Jon deveria começar a calcular melhor suas ações impulsivas. Como ter saído com os pés descalços e seu destino final ser logo na areia. Praguejou e caminhou para sair da praia. Entretanto rapidamente partiu dos pensamentos dos desejos fúteis de calçar algo nos pés, para o choque de ver as chamas que começaram a cobrir as árvores e madeiras dos chalés. Por trás o sol já fazia menção de sair, o que não tornou a coloração alaranjada do fogo menor. Aquela pequena torcida que a visão não fosse nada se transformou em um mero desejo abandonado. Tornando sua expressão fechada, com a preocupação o fazendo automaticamente transportar para o próprio chalé, procurando com olhares ao redor se nenhum dos irmãos estavam por ali. O único ponto positivo foram as camas vazias, pois confirmara que todos presenciaram a festa no navio, estariam seguros, entretanto as garras e móveis destruídos não o deixou aproveitar os segundos de alivio. Especialmente o pote que havia sua atenção ao chão, no qual se agachou para olhar com mais proximidade. As frases diárias que Olivia havia lhe dado, agora rasgadas como papeis inúteis, complementado pela espuma da pelúcia a sua volta. E pelo olhar entristecido do rapaz, pois sabia que estes presentes que Olivia fazia, eram de importante valor a ambos.
Suspirou e os largou ao chão, coçando a cabeça ao tentar pensar no que fazer. Aqueles sinais indicavam claramente algo em relação a monstros. Pegou um bloco de papel qualquer em uma das gavetas e escreveu com um pedaço de giz que também encontrou ali:
“Você não gosta de mim e o sentimento é recíproco. Mas tente confiar somente dessa vez. O acampamento está sendo atacado. Você deve ver isso como um treinamento, mas muita gente pode morrer se ficar aqui. Lupa, seja inteligente. Não desembarque”
Um tiro no escuro, mas deu a oferenda a Iris para que entregasse a outra deusa, na esperança que ela o ouvisse. Ela iria manter a todos em segurança, e Jonathan voltaria para o navio para fazer o mesmo com Olivia. Seu poder melhorou após voltar à vida, tornou-se mais fácil de utilizar, assim poderia leva-la para qualquer lugar em um piscar de olhos. Decidido a fazer isso, quando um rosnado tomou existência as suas costas. Assim, do nada. Como se tivesse brotado da terra. O cão infernal encarou ao garoto, que somente via o rosto do animal refletido pelo relógio sobre a cômoda de algum dos irmãos. Aos poucos a criatura raivosa reduzia a distancia entre ambos, encarando ao filho de Mercúrio como se este fosse alguma refeição que há muito tempo desejou. Jon devagar retirou o anel preto do dedo e em questão de segundos passou a foice materializada sobre o meio do cão, que sumiu em fumaça preta. “Foi mal, não to com tempo pra isso”. Ainda com a arma, retirou alguns dos pedaços da madeira que pisava, abrindo um buraco mal-feito de terra. Em seu meio duas pistolas, vários pentes, um canivete e uma adaga, todos enfiados sobre os bolsos da calça do pijama do rapaz. Que sumiu novamente, antes de ter a chance de perceber a velocidade em que o cão já estava preparado a atacá-lo novamente.
Retornou ao banheiro da cabine, como se nada tivesse acontecido. Preparado a falar com a namorada, para sairem dali. Em meio aos passos, parou. Olivia iria querer ajudar, mesmo que o bilhete não esperançoso de Jonathan funciona-se. Não iriam somente fugir. Qualidade que queria começar a aprender com ela. Coçou a cabeça novamente em estado pensativo, quando se lembrou do panfleto que possuía dentro da jaqueta estendida ao lado do chuveiro. A sorte está a meu favor. Deu uma rápida olhada no espelho, limpou os pés, treinou alguns sorrisos e respirou fundo, reduzindo o olhar de preocupado. Realmente, concordou com si mesmo, é a melhor hora para se cumprir uma promessa. Guardou as pistolas dentro dessa mesma jaqueta e o restante nos bolsos, vestindo-a ao longo que saia do banheiro, com um sorriso animado no rosto.
“O-li-ves!” Gritou, pulando sobre a menina na cama. “Olhe o que eu encontrei no buraco negro chamado bolso-da-minha-jaqueta” Mostrou a ela o panfleto que tinha em mãos, com o temático parque da Disney estampado. “Eu sei, eu sei. Não deveria esquecer de uma promessa, mas eu esqueci. Bem, mais ou menos, maaas o que importa é que lembrei. Dai vi esse folheto e pensei:” Teatralmente começou a se interpretar “Hm, já estamos aqui com as malas prontas. Não temos nada pra fazer. Somos homem e mulher novamente, em estado normal e não trocados. Logo: Que tal irmos a Disney?” Aconchegou-se mais sobre o peito dela com um sorriso bobo. “Assim não precisamos desfazer as malas tudo. Uma semana, só você e eu mais os brinquedos. E vendo altos filmes 3D e mil curtição. O que acha?” Sorriu novamente, desta vez maior e com mais expectativas para que ela aceitasse. Pelos dois motivos. Tanto a protegê-la, quanto cumprir a promessa, além de que seria divertido… Foram três motivos, mas relevem.
Esperava receber alguma animação em troca, mas tudo que recebeu foi um olhar perdido, dela coçando os próprios olhos, com a maior da confusão estampada no rosto. “Nessa hora é que você diz” Passou a imitar uma voz mais feminina “Nossa Jon, que ideia ma-ra-vi-lho-sa. Super quero. Você é realmente um gênio. Vamos nos amar” Olivia espreguiçou-se e pousou uma das mãos sobre os cabelos do namorado. “Jon.. Do que você está falando?” Ele deu uma leve risada, olhando aos céus. “Redigi um texto e ela ouviu nada” Voltou a olhar para ela, deitando sobre seu peito, a obrigando virar a cabeça para baixo para que os olhos encontrassem os deles. “Malas já prontas, meu teletransporte para duas pessoas preparado. Eu e você partiu Disney em 10 minutos. Ouviu agora?” Indagou levantando uma sobrancelha. E Olivia parecia ter ouvido também, já que a confusão foi substituída tranquilamente por um sorriso gigante, animado, pertencente ao corpo que levantou com tanta velocidade e pulou para cima dele, antes de sequer perceber.
“EU QUERO!” Ela gritou em seu ouvido, lhe tascando um beijo antes de pular da cama para correr e ajeitar as roupas para fora da mala, colocando-a todas por dentro. Andando de um lado para o outro, como uma listinha em sua cabeça com o que deveria levar. “Disney. Ai meus deuses. Vamos pra Disney” Dizia, ao longo da “ajeitação” de coisas. Em questão de minutos de observação, ali estava Olivia com as malas prontas em frente a Jonathan, sorrindo agitada. “Estou pronta” Novamente uma risada ecoou dos lábios dele, mostrando o corpo dela acima a baixo. “Acho que irão adorar seu pijama de abacaxi no meio do parque..” Olhou para si mesmo. “Da mesma forma que adorarão o meu dos Simpsons. Super adulto”. Conscientizados juntos que não poderiam ir de pijama, modificaram suas roupas e deixaram tudo pronto, ajeitando últimos detalhes antes de partir.
Um lapso de um olhar sombrio passou por sua face enquanto ajeitava o cabelo no espelho, lembrando-se dos animais que deveria ter passado para ver no chalé de Dionisio. Falaria com Thor, na esperança ainda que todos estivessem vivos. Este raciocínio o fizera lembrar de outro aspecto a decidirem. “Olives, lembrando que você não pode levar os dragões ok?” Dissera a respeito de levar a um parque de mortais, dragões, mesmo que não vissem por trás da Névoa, não teria muito utilidade ou entretenimento para eles. Pediu se não poderia deixar com alguma amiga. Pedido qual fora atendido, já que o lado racional da filha de Dionísio também sabia que os dragões tem a possibilidade de ser um problema entre os humanos. Apesar da surpresa de Felicia ser a escolha, finalmente estariam prontos a partir. Sorrindo um ao outro, ao longo que a mente de Jon vagava ao fato que estariam juntos e seguros, principalmente se Lupa aceita-se seu conselho. Esvaziou por completo a cabeça para pensar em coisas boas. O rapaz a puxou pela cintura, beijando-a antes de transportar a ambos para a Disney, o mundo da fantasia que Olívia tanto adora.
Eu catei isso ai no meio das coisas dos meus irmãos, então talvez não seja a melhor coisa você tomar. Mas quem sou eu para julgar né? Tome aí e depois me diz o que é.
Ele me disse “Cala a boca, você nem tem mãe” e eu mandei ele ir fazer algo de bom. Eu acho que ele realmente, realmente, realmente não gosta de mim. Eu chorei um pouco, eu não queria atrapalhar seu sono, sabe? Me desculpa por isso. Pelo menos você deve ser feliz tendo uma mãe ou uma casa fora daqui e…
Não.. Tudo bem me acordar. - coçou os próprios olhos e sorriu - Eu aproveito para dormir a tarde depois. Somos irmãos e temos que nos ajudar e etc. Ok, vamos por partes. - Sentou sobre a cama e pegou a mão dela, a puxando para sentar-se ao seu lado - Primeiro, quem foi o babaca que te disse isso? Me da o nome que o cara some rapidinho. - Riu baixo e passou um braço em torno do ombro dela - Segundo, se te faz sentir melhor, também não tenho mãe ou casa fora daqui. Na verdade se eu pisar no mundo mortal estarei sendo caçado pela polícia. Então não é uma boa coisa. - Deu de ombros - Geralmente eu como quando estou triste. Quer ir comer alguma coisa?
Jaime passou o portal e andou mais um pouco até o meio do acampamento. Trazia uma mochila nas costas, com uma aljava amarrada a ela e ainda a ponta de uma galhada dourada exposta, saindo para fora da mochila. Tinha a aparência totalmente detonada, visto que tinha três marcas de um arranhão no rosto. A camiseta suja de vinho estava enrolada no pescoço pois antes formava uma espécie de máscara, e até seu casaco parecia trazer marcas de unhas. Ele parou e olhou para a lua cheia, suspirando. “Eu odeio as mulheres.”
“Minha namorada é uma e até pouco tempo eu também era, então minha obrigação é dizer: Pra que tanto ódio no coração?” Jon riu, abaixando sobre seu colo o livro em que lia. Estava deitado sobre a grama, encostado sobre uma árvore, com somente a luz da lua iluminando sua leitura. Olhou para o garoto, Jaime era o nome dele, se não se enganava. Tinha quase certeza que já o viu na enfermaria com a Olivia. "Está tudo bem cara? Parece que acabou de voltar da guerra”
E pela primeira vez em muito tempo tudo estava onde deveria estar, e por tudo queria dizer ela dentro do corpo correto. Tinha ficado extremamente irritada nos dias em que teve que sofrer uma mudança tão drástica quanto aquela que o estúpido Deus do sol proporcionou. Finalmente estava em seu corpo antigo em sua rotina antiga, saindo do treino com a faca que usou naquele dia. Jogava a arma de uma mão para a outra como se fosse um brinquedo, distraída pensando no que iria almoçar. Com um passo em falso na hora de subir os degraus do refeitório ela foi ao chão. Sentiu a faca escorregas da sua mão e arranhar a pele, nada grave, mas totalmente inconveniente, guardou ela na bainha e olhou em volta procurando pela pessoa mais próxima. “Você não vai contar isso para ninguém.” Como se fosse adiantar, a maioria dos semideuses pode assistir o tombo da primeira fila. Ana levantou-se com os joelhos um tanto ralados, o mal de usar shorts, mas esse foi o maior ferimento que teve.
Seguindo a própria rotina, Jon saiu do chalé para ir comer no refeitório ao dar o horário de almoço. Confirmava que este era um dos momentos que mais gostava no dia, por razões de comida. Não se encontrava com Olivia, ou com os irmãos, mas de longe Jon pode ver a sua humilde ruiva preferida. Faz tempo que não conversava com Belle, desde a competiçãozinha que haviam feito.. No ano passado? De qualquer maneira, sorriu e se aproximou da menina, porém não conseguiu evitar começar a rir quando ela caiu ao chão. Um movimento automático, já que sempre quando pessoas iam ao chão um tom cômico era adquirido na cena. “Eu queria é mesmo ter uma câmera agora” Continuou falando em meio as risadas, pretendendo oferecer a mão para que ela levanta-se, porém a recolheu quando viu que já havia feito isto sozinha. Reduziu os risos ao observar os machucados dela, mesmo que não fossem muito graves, tornou seu olhar menos zombeteiro. “Você está bem? Parece que arranhou um pouco sua perna”
Olivia ficou sentada na cama e morrendo, morrendo de rir. A risada era tanta que seus olhos se encheram de lágrimas e os cantos da boca começavam a doer. Balançou a cabeça e assentiu quando podia, dando respostas mais ou menos coerentes para as perguntas que Jon disparava. “Eu sou a Olivia, Jon Snow. Não tá me reconhecendo?” Ficou de joelhos na cama e apontou para o próprio rosto. “Você sabe que não existe mais isso comigo do lado, né? Chega ser ofensivo essa afirmação de bebum.” Tocou nas sobrancelhas que ainda apresentavam a características que preservava nas suas originais. “Minhas sobrancelhas. Meus colares. Meus anéis. Minha cama.” Olivia franziu o cenho e negou, ver Jon daquele jeito ainda era mais estranho do que ver a si própria como mulher. “Dá pra parar de apertar os peitos pelo o amor de Zeus? Vem cá. Deixa eu te colocar um sutiã.” Se esticou na cama e pegou o pulso do namorado. “Jon, eu tô tão comprida.” Fez o sentar, pegou o sutiã que estivera usando e os colocou no namorado. “E você tá tão bonita.” Beijou-a no rosto e bagunçou os cabelos enormes.
“Na verdade.. Não” Jon franziu a testa, abriu levemente os lábios, semicerrou os olhos e analisou. Assim permaneceu, olhando o rapaz de cima a baixo. Sabia a veracidade daquelas palavras, mas não entendia a razão. Ser homem e acordar mulher não era uma pegadinha simples que poderia ser feita por um dos irmãos. “Posso afirmar então que isso é um sonho bem esquisito? Porque tenho certeza que você era mais fêmea quando dormimos. E eu não tinha isso não” Continuou a apertar os próprios peitos. “Mas são macios, isso eu não vou negar” Sorriu e se deixou ser puxado pela namorada, rindo ao ver que a deixou um pouco incomodada. “Definitivamente, não falta nada para acontecer comigo nessa vida” Sussurrou para si mesmo, ao abaixar o queixo para ver o sutiã. “Eu te daria um beijo em agradecimento e para comemorar que deixou de ser um toquinho de gente, mas como isso seria um pouco estranho, vai ter que ser na bochecha” Retribuiu o beijo no rosto dele. Sorrindo e afinando a voz, Jonathan piscou diversas vezes, teatralmente, forçando o olhar mais sedutor que conseguiu. “Obrigado.. Droga” Seu cabelo caiu em frente ao rosto. Afastou-o e voltou a pose anterior. “Obrigado Oliver” Ergueu uma das mãos, imitando uma pata e rosnou ao som falso de um animal (rawr). Não aguentando a própria brincadeira, soltou uma grande gargalhada. “É ratinhos, é mortes, é poder de Jesus, é dragões, é troca de sexo. Acho que nosso relacionamento está destinado a ser estranho”.
Antes que tua moça te mate pensando “Quem ser essa desgraça” eu já digo: Jonathan no seu período de Joana. Como você me enviado a sua localização + seu bem-estar, pretendo fazer o mesmo. Resumindo: Teve uma competição de Apolo e Ártemis aqui aka o De Heróis, o solzinho mimado perdeu, se vingou de todo mundo e TCHAM everybody virou sua versão Drag Queen. Foi estranho acordar com uma Olivia macho ao meu lado, mas agora tudo voltou ao normal e superamos. Já me confirmei que nossa relacionamento é cheio de uma pá de coisa estranha. Enfim, voltando aos dias de sexo trocado. Os surtos de todo mundo e usar roupa intima feminina estavam sendo o básico. Ah e tem a questão da dificuldade de roupas. TODA guria desse acampamento é tudo umas magrinhas, difícil foi se tornar alguém que continuou alto pra porra e quase nada me servia. Não me pergunte porque eu virei loira nessa troca, mas admita que to lindona. Really. E tive de cortar o cabelo também, porque um calor do caralho com aquela juba.
MOMENTO DESTINADO A TODAS AS MULHERES: PARABÉNS POR VOCÊS SEREM VOCÊS, EU FIQUEI POR UMA SEMANA E QUASE MORRI.
Voltando, quase descepei minha orelha nesses cortes de cabelo aí. Porque resolvi fazer sozinho e dá essas merdas. Mas novamente: Superação é tudo. Não tenho muita coisa pra falar e desisti da Íris, como podemos ver. Mercúrio também anda cobrando caro (isso que sou o filho dele. Selo pai de qualidade) então estou indo pelo método mais simples: Cartinha. Isso é escroto pra cacete, mas a culpa não é minha que está tudo ficando caro nessa joça. Inclusive nem é meu dinheiro que estou pagando essa carta, até porque eu não tenho. Enfim nesse momento estou aqui no acampamento novamente fazendo nada. Acho que em breve vou ir pra Disney, que prometi pra Olivia desde o ano passado. Por isso se conseguir dar algum pulo por lá, me avise que te encontro em algum lugar. Mande um abraço pra Penny, espero que os dois estejam se divertindo.
Adios e até breve, talvez.
Jon.
Ps: Sim, isso está escrito em um guardanapo e não reclame.
Ser mulher era algo tão estranho e tão difícil. Eric foi criado muito bem por sua mãe, então nunca achou que mulher era o sexo frágil ou bobagens como essa, mas também nunca achou que fosse tão difícil assim. Teria ainda mais respeitos às mulheres. No exato momento, Eric estava deitado na cama, de pijamas largos - porque era do próprio Eric - encolhido porque sentia dores. Então aquilo era cólica? Helena o avisou que talvez isso acontecesse, mas ele rezou tanto para acontece o contrário que não achou que realmente aconteceria. Ainda não tinha sentido nada, então não deveria estar menstruado. Ou seria menstruada? Estava muito confuso. “Ser mulher doí!” reclamou ainda deitado
O impacto inicial de Olivia ser homem já foi o suficiente para assustar, então veio o próprio corpo feminino, além daqueles quentes cabelos longos. Resultado, Jon os cortou. Invés de pedir ajuda para alguém experiente, nãão, vamos cortar sozinho. Ali estava ele no banheiro, segurando um paninho perto da orelha, onde havia se cortado com a tesoura. Ouviu o resmungo vindo de dentro do chalé e concordou, elevando a voz. “Concordo. Esse sexo frágil ta mais pra sexo maromba, isso sim” Saiu do banheiro, trocando o pano ensanguentado por outro limpo. "Ei.. Eric?” Supôs, visto que já tinha visto o Greg e o Jesse. “O meu é o cabelo, qual teu problema ai, irmão?” Jon se aproximou do outro, vendo a cara de dor que ele demonstrava, colocando a mão em seu rosto para conferir a temperatura. “Eu nem sei o que to medindo aqui, mas não parece ser febre não. Vai, fale aí pra maninha o que você está sentindo” Jon havia continuado a rir e Eric parecia também prestes a acompanhá-lo, mas começou novamente a uivar de dor. Colocando as mãos sobre a barriga. E a resposta veio de sua boca: Estava menstruado. Está aí algo que Jonathan não esperava mesmo ouvir do seu irmão. Parecia que, de jeitos diferentes, estavam ambos sangrando. Ele continuava a morder seu lábio inferior, aguentando uma risada, quando prometeu a Eric que logo voltaria com o remédio. Jon versão feminina transportou para o chalé de Olivia, procurando e logo pegando remédios de cólicas e absorventes. Na verdade supôs que aqueles remédios fossem o para dor, então cruzando os dedos para estar certo. Logo retornou ao chalé de Hermes, entregando ambos para Eric. Obviamente este teria que ir para o banheiro para se trocar, o que o fez levantar da cama e começar a gritar. Jon sequer sabia o que estava acontecendo, mas gritou junto. Mas Eric apontou para cama e puderam ver o sangue estampado ali. “Que nojo, cara” O rapaz começou a empurrar Eric para o banheiro, dizendo para ele ir se trocar logo. Mas ele parecia meio transtornado por, bem, estar sangrando pela vagina recém adquirida. Parecia quase estar dizendo que iria morrer. O filho de Mercúrio estava começando a ficar preocupado, não tinha ideia de como ajudaria o irmão nesse estado. Continuava a dizer para ele relaxar que ia ficar tudo bem e foi caçar chocolate quando Eric entrou no banheiro. As mudanças de humor já pareciam estar acontecendo, já que o irmão a um momento que estava rindo parecia prestes a chorar. Esses problemas femininos são sempre tão complicados. Suspirou e pegou alguns doces na gaveta, transportou para a cozinha de Dionísio e pegou sorvete no Freezer, fez isso novamente até o chalé de Afrodite, normalmente cheio de garotas, e pegou mais chocolates delas, depois retornou para o chalé e viu Eric deitado em outra cama, com a barriga pra cima e olhando pro teto. Antes de se aproximar Jon jogou um lençol por cima da cama suja e sorriu para o irmão, dizendo que trouxera chocolate. Ele foi de 80 a 800 em segundos, já que antes parecia lamentar pela dor, agora estava fazendo um gesto com as mãos para que entregasse os doces. Jon riu e jogou sobre a cama do irmão, assim como o sorvete e uma colher. Colocou as mãos na cintura, satisfeito. “Meu trabalho aqui está concluído”. Pegou um dos doces e se jogou sobre uma das camas. “Ser irmão mais velho não é fácil” Mordeu um pedaço do chocolate “Graças aos deuses normalmente somos em maioria homens. Imagine ter que lidar com tanta TPM assim. Ninguém aguenta” Eric confirmou e por alguma razão desconhecida começaram a rir, talvez pensando na TPM da única femea aka toquinho de gente Anna. E assim eles continuaram. Conversando e comendo doces, esperando o remédio de cólica de Eric fazer efeito. Jon internamente torcendo para que a) As mudanças de humor não voltassem a acontecer. b) Que Deuses o livrassem de passar pelo mesmo. Amém.
Don't believe me, just watch; Hermes/Mercúrio sibilings
Se tinha uma pessoa que estava se divertindo com tudo isso, com certeza era Anna. Apesar de todo o desconforto que trazia a mudança e do pequeno surto que o dono do corpo que estava agora deu quando a viu, a filha de Hermes estava gostando de ver as pessoas desesperadas, outras irritadas e a grande parte sem roupas, principalmente os meninos que eram maiores que as meninas e poucas coisas deveriam servir. Nesse quesito Anna tinha sorte porque a garota tinha quatro irmãos de quem poderia roubar qualquer roupa que quisesse. – Cadê as irmãs mais lindas que eu tenho nesse mundo? – Gritou assim que entrou correndo no chalé. Poderia imaginar que eles estariam por ali tentando fazer um lençol virar, no mínimo, um vestido. – Gente, vocês não sabem a alegria que estou por finalmente ter quatro irmãs.
Eric estava encolhido na cama. Porque diabos Helena tinha que estar perto de menstruar? Bem, na verdade a culpa não era a dona do corpo, mas sim de Apolo que fez a troca. Ainda não viu nenhum sangue e rezava para não ver, mas o motivo de estar daquele jeito na cama era sono e cólica. Quem foi o deus troll, filho da mãe que inventou a maldita cólica? Levantou um pouco a cabeça para ver quem chegava. Ainda não tinha se acostumado com a troca, não sabia quem era quem, só alguns poucos. “Fala mais baixo, porque sua irmão aqui não esta tão feliz de ser mulher” respondeu reclamando. “Você tem remédio para cólica?” Eric estava muito necessitado de um remédio, mas também de mais uma coisa: “E roupas? Preciso de roupas. Meus novos peitos não sabem direito nas minha camisetas. Nossa, falando assim parece que eu sempre tive peito”
Jesse teve sorte de ter se transformado numa mulher muito magra (quase seca). Assim, as roupas roubadas de Anna não precisariam de nenhum esforço para caber nele como precisariam se houvesse pego um corpo como o de Jon. Assim, ajeitou os shorts jeans da irmã que havia acabado de colocar, fazendo conjunto com os chinelos a primeira blusa que também pegara do guarda roupas da mesma, mais o moletom que era dele mesmo. “Agora você não pode mais reclamar que não tem irmãs mulheres Anna.” Disse, logo que percebeu a entrada da irmã no chalé. “Vamos comprar roupas pra você e seus peitos Eric, sabe por que? Porque vamos a Nova York. Agora. Aproveita e compra um remédio pra cólicas também.” Jesse queria ver como era ser mulher fora do acampamento, onde ninguém sabia realmente seu verdadeiro sexo. A diferença de tratamento que muitas delas tanto falam, veria hoje se era isso mesmo.
“Por que essa maldita franja não para quieta?” Jon se questionou em frente ao espelho, tentando erguer os cabelos recém-cortados, por ele mesmo por sinal. Pelo jeito teria que continuar aderindo ao look emo gótico com a franja no rosto, já que um topete parecia impossível de se fazer. Logo voltaria até Olivia pedindo ajuda com aquele cabelo rebelde. Desistiu de tentar mexer nele quando se virou para Jesse. “Vamos pra Nova York?” Jon pensou em todos os problemas que possuía por lá, o quanto seu rosto ainda era conhecido.. Exato, estava com um rosto diferente, por isso abriu um grande sorriso. “Adorei a ideia. Mas eu não tenho dinheiro nenhum. Então se querem ficar na legalidade vão ter que pagar as coisas pra mim” Deu de ombros. “Inclusive, a partir de agora me chamem de Joana. O nome Jonathan Hathaway jamais deve ser citado por lá, obrigado” Comportamento nada suspeito, claro. “Querem que eu nos teletransporte pra lá? Mais rápido que ir pelo portal. Srta. Erika parece estar necessitada dos remédios de cólica em modo urgente” Riu em brincadeira e se aproximou de Anna. “Até como macho é mais baixinha que eu, né toquinho de gente”.
↳ Que eles não treinem tanto, porque todos filhos de Hermes pura preguiça.
↳ Que as moças não são tão explosivas, porque todos são estressados pra porra nesse anime.
↳ Que é os chars na idade que está no Moodboard, porque muitas versões.
↳ DB = Saga Dragon Ball. DBZ = Saga Dragon Ball Z. DBS = Saga Dragon Ball Super. Alguns modificam a personalidade de acordo com a Saga.
↳ Sim o Jon tem outros amiguinhos, mas somente coloquei o Liam que é praticamente um irmão, dai os outros irmãos, a namorada, a cunhada e o “filho adotivo” aka Smaug. (também amamos os outros dois dragões, mas Smaug é primogênito u-u)
↳ Os Parênteses: Chi-chi ficou estressada somente após o nascimento do Gohan, antes ela era toda tímida, ingenua e fofinha na saga DB, que é até os 18 anos dela, mais ou menos. Assim fofa as Olives // Gohan largou a vida de GrandeSayaman na saga DBS e está na faculdade, e bem contrário do que era antes. Algo que não imagino o Greg nesse instante.
↳ Dragon Ball voltou e estou animada, dai fiz isso. Obrigado pela atenção.
“Nop. Nop. Nop” Dizia enquanto jogava as roupas de Anna para fora de suas gavetas. A irmã não possuía nada que o servisse, e a namorada havia emprestado algumas roupas, como se pode dizer, apertadas. Visto que o corpo da anterior Olivia era mais magro que o do Jon de agora. Suspirou e se apoiou na gaveta, pensando o que poderia fazer. Havia acabado de entrar no chalé, já que não dormiu com os outros filhos de Hermes. Raramente fazia na verdade. Isso inclusive fez com que ele não conhecesse o novo morador, Jesse, que seus irmãos haviam comentado. Olhou para uma menina a distância e supôs que fosse um dos irmãos, já que não poderia ser nenhuma das garotas. “Hey” Cumprimentou-a distancia, se aproximando. “Eu não sei se você é o Greg, o Eric ou o Jesse. Mas de qualquer maneira, sou o Jonathan” Olhou para si mesmo. “Não no estado original, é claro. Agora to na versão Drag Queen mais bonita” Ajeitou o sutiã desconfortável que vestia e rodeou a cabeça pelo chalé.”Estou caçando umas roupas. Sabe se a Anna tem mais algum armário por aqui? Para tipo.. Ham.. Emprestar umas roupas dela?”
Você é uma mulher agora, acostume-se com esse fato biológico, mais conversas como essas virão. Você está com medo? Isso é tão… Desculpa, eu não deveria…
“Mais conversas como essas?” Então o esteriótipo feminino é verdade? As conversas de vocês são sempre sobre roupa íntima e menstruação? Estou um pouco decepcionado. Esperava mais emoção entre vocês meninas. E como não estar com medo? Sangrar durante uma semana de todo mês além de morrer de cólica. É praticamente como sentir a morte chegando, mas dar um tapa na cara dela e dizer: Not Today. E recomeçar tudo de novo no próximo mês. Prefiro não sangrar pela minha vagina recém adquirida, obrigado.
Inclusive, adorei a facilidade de ir no banheiro sentado. Bem mais simples.