a precipitação retardava passos como em mil sinais de conselhos afeiçoados. fenômeno obtinha em si o atributo da empatia, apavoramento da pequena fisionomia era entendido, e, como conhecidos de longa data, ventos e águas lhe compravam tempo para reconsiderações de ações (mesmo estas não sendo feitas). e a cima de avisos misericordiosos do meio, sunyoung mantinha mente branca, limpa de pensamentos já remastigados milhares de vezes em sua mente. agora concentrando-se no odor de grãos de café, guardava suas chagas no coração, que, apesar de lhe criarem tormenta eram motor para luminescência. memorias de cicatrizes não a faziam esquecer de seu dever com a matilha. não deveria. encontrava-se como um animal machucado ao chegar as mão do alfa, depois de tempos habitando florestas como parte obscura daquelas, ainda com padecimentos a superfície, era mal dotada da capacidade de fala, a visão do mais velho lhe tornava mais retraída devido a ideia geral que seu ultimo alfa lhe passou. prisoneira total do trauma sunyoung fora restabelecida a alma que era hoje graças a sublimidade de taeyang. figura paterna aquele que a acolhera e a ensinara a delicadeza da bondade para o ser, levando pouco tempo a confiança e respeito total pelo alfa. era um líder, pelos seus olhos, a cima de sangue, predestinações e destino, era um líder. tal qual a mais nova observara com esmero ansiando seu próprio intrínseco empático. devia muito a este, e mesmo se não, era digno de todo o apoio que sunyoung era capaz de oferecer.
ao sentir aroma desconhecido, e passar pelas tormentas que aquele trouxera consciência, luz ascendera em cima da sua mente como razão simples. nenhuma alma deveria ser privada da vida simples como a sua foi.
e choro agora não era nada além de causa móbil sobre de baixo dos pés a jogando em meio a fogo cruzado. e estava tudo bem. manteria a família em mente.
— taeyang !!! — vociferou alto em meio a tempestade assim que visualizou o alfa, procurando a atenção do tal que encontrava-se em forma bípede tão familiar e querida a si, aproximando-se da figura em culminação de abraço rápido, porem enfático — você está bem? — continuou para a figura paterna, tendo relance de seu porte e procurando com os olhos atentos algum sinal de mal fisiológico. assim que certificara saúde do mais velho, tomou ar com certa dificuldade, para conseguir exprimir palavras em meio a chuva — me diga em que posso ajudar aqui. — comentou referindo-se a ronda. sunyoung pressentia certo argumento, assim como a soulmate, o alfa não apresentava fisionomia acolhedora as palavras daquela que nem mesmo perguntaria se podia, já tendo em vista negação devido o decorrer daqueles assuntos. sunyoung o respeitava com sua vida, sempre lhe acatando ordens, era único ser que abaixaria o rosto em respeito, porém tal conteúdo discutido lhe tocava bem ao âmago, trazendo teimosia e obstinação a si. imagem de outro alfa nas florestas espreitando como morcego pronto para infestar tal matilha fazia a dor se tornar transparente e perigosa — você tem um grande perímetro pra percorrer e sabe que eu posso ajudar. — apesar de tenta-lo já convence-lo com palavras, sunyoung tinha a cabeça feita — isso também pode me dizer respeito (…) isso… isso pode ser ele. — a historia de si já havia sido dita ao mais velho. o homem como ser próximo a alma dela, era um dos poucos a entender receio que lhe acercava o coração —por favor, taeyang. eu (…) eu não posso… ser apática a isso. — voz raramente usada agora era exteriorizada com certa dificuldade apesar da força que a tal fazia para sair em timbre forte, já que a respiração era majorada pelo comedimento de fobia e atmosfera prejudicial.
Era claro que sua preocupação era geral, se importava com cada lobo daquela alcateia como se fossem sua própria família - e, de fato, eles eram como se realmente fossem sua segunda família - contudo alguns híbridos em especial surgiam em sua cabeça e lhe traziam uma preocupação a mais. Entretanto havia garantido a segurança de quase todos e já respirava mais aliviado por ter a maior parte longe daquele tumulto, Hyein por exemplo estava segura em casa, e sua cabeça agora vagava por outros rostos. Foi aliviante portanto quando escutou a doce voz de Sunyoung chamando seu nome, possuía um carinho paternal pela adolescente e ter a confirmação de que ela estava bem tirou um grande peso de suas costas, permitindo que respirasse aliviado. As mãos se ocuparam em deixar uma pequena carícia reconfortante nas costas dela quando a menor o abraçou, era sua forma de dizer que estava tudo bem, que ele estava bem. Lembrava-se frequentemente de quando ela fora enviada para seu bando um tempo atrás, durante semanas se preocupou em como fazer as coisas serem mais confortáveis, como deixa-la mais confiante consigo, como proporcionar a pequena menina laços que até então ela não tinha. O tempo fez seu trabalho no fim, e Sun se tornou uma aquisição preciosa em sua vida. O alívio de ver a jovem entretanto foi momentaneo, pois tão logo percebeu que ela estava fora de casa em toda aquela confusão o típico olhar de preocupação tomou conta de seu rosto e ele segurou os ombros na menor, analisando a pequena estrutura dela e garantindo que não havia nenhum machucado ali. Bom, bom sinal. — Sunyoung, eu estava preocupado com você. Eu estou bem, fora o susto inicial é claro, essas coisas não costumavam acontecer em Mugunghwa, você sabe. Você está bem? O que faz fora de casa? Vamos, eu te levo até sua casa ou você pode ficar con a Hyein se não quiser ficar sozinha tudo bem?
Devia ter imaginado que ela não ficaria parada em meio a situação. Conhecia bem a história da omega e por esse motivo era resistente a aceitar a ajuda dela ali. Sim, a possibilidade de ser ele havia passado por sua cabeça, na verdade diversas hipóteses haviam passado, mas independente de ser ou não algo perigoso o alfa não deixaria que a jovem se arriscasse. Ele daria a própria vida se necessário para impedir que qualquer pessoa de Sonamu precisasse lutar em qualquer batalha, isso era fato. Se fosse algo perigoso, não a queria ali se arriscando. Se não fosse, não gostaria de fazê-la perder tempo. A cabeça balançava em negação conforme ela falava, não havia chance alguma de ceder independente de suas palavras. — Não meu bem, não quero você aqui. Eu estou te pedindo como líder e pela preocupação que tenho com você como se fosse minha filha: Vá para casa. Você pode ser útil para os lobos lá, pode ajudar a acalmar aqueles que estão preocupados, as crianças… Não a quero aqui fora, me recuso a te colocar frente a tamanho risco. — Não havia sinal de tranquilidade em si, as palavras eram articuladas junto a seriedade da face, mas os olhos preocupados só queriam que ela entendesse a situação. As mãos foram até as bochechas dela apertando de leve e formando um pequeno biquinho. Ah, como ele queria que ela realmente pudesse ser sua filha! Era tão fofinha, um momento de calmaria por entre a tempestade. — E se você pegar uma gripe huh? Eu terei que ir te cuidar de madrugada. Não, nem pensar, você não vai conseguir me convencer.