WHEN SHE WAS JUST A G I R L, SHE EXPECTED THE WORLD. BUT IT F L E W AWAY FROM HER REACH AND BULLETS CATCH IN HER TEETH. LIFE G O E S ON, IT GETS SO ( HEAVY ). THE WHEEL BREAKS THE BUTTERFLY. EVERY TEAR, A W A T E R F A L L. IN THE NIGHT, THE / STORMY / NIGHT, SHE CLOSED HER EYES. IN THE NIGHT, THE { STORMY } NIGHT, AWAY SHE FLIED AND DREAMED OF PARADISE. STILL LYING UNDERNEATH THE S T O R M Y SKIES SHE SAID "OH-OH, THIS COULD BE PARADISE"
Incontroláveis? Eles são uns anjos. Bem, quem te garante que eu não vou querer fazer isso? Afinal, o cara da juvie disse que eu era irremediável. Eu consigo pensar em umas vinte coisas melhores do que ser estar com você, principalmente com trabalho escravo envolvido. Você tem cara de quem é a pior wingman - wingwoman - que tem, sem ofensa. Ou com ofensa, tanto faz.
“Você tem razão, nada me garante que você não furtaria as pessoas que passam pela minha barraca, mas você não teria como culpar um de seus milhares de clones e eu não me sentiria culpada quando eu decidisse cortar a sua mão.”
“Wow, ok, então. Tell me how you really feel, then. Vou ter que pedir pro meu outro melhor amigo pra me ajudar, duvido que ele me trataria dessa forma. Also, eu seria uma ótima wingwoman, Alec, mas você nunca saberá.”
Lizzy, estou aqui para ter uma diversão saudável e julgar os idiotas. Não para ser seu escravo. Se bem que… Que tal os clones?
“Eu e você sabemos que seus clones são incontroláveis, Alec. Quem me garante que eles não vão furtar todos que se interessarem em fazer uma blusa? Além do mais, você estaria me fazendo companhia. Você sabe que não tem nada melhor do que estar em minha presença, não seria sacrifício algum. Eu até pensaria em te ajudar a beijar alguma coitada debaixo do visco... Ninguém tem nada a perder.”
Man, eu estou adorando essa coisa aqui. Esbarrei em mim mesmo umas três vezes e nunca pensei que ia conseguir tantos big gulps assim na vida, e tanto lucro também. Falando nisso, olha lá eu com outro big gulp.
“Que tal você ser útil pela primeira vez na vida e me ajudar na minha barraca?"
“Tem muita gente na fila e eu sou só uma. Não sabia que as pessoas iam gostar tanto da ideia de ‘loja de roupas do papai noel’ ou eu teria contratado alguém pra me ajudar.”
Profissão: Proprietária da loja de roupas Mutter Erde;
Orientação sexual: Panssexual.
FÍSICO
Etnia: Caucasiana;
Nacionalidade: Alemã;
Cor do cabelo: Castanhos escuros;
Cor dos olhos: Castanhos claros;
Altura: 1,65m;
Peso: 54 kg;
Sotaque: O sotaque alemão de Liesel foi se perdendo ao longo dos anos e, apesar de ainda ser perceptível, é bem mais difícil de se notar;
Tatuagens/piercings: As orelhas furadas (brinco é piercing né?);
Óculos, aparelho e/ou lentes: -
Transtornos e deficiências físicas: -
Características físicas marcantes: Seu rosto;
Postura: Por conviver maior parte de sua infância e adolescência com sua tia, sua postura é graciosa e contida.
PERSONALIDADE
Hobbies/interesses: Meio ambiente, se exercitar e colecionar pedras;
Habilidades: Desenhar e confeccionar roupas;
Idiomas: Alemão, Hebraico e Inglês;
Manias: Fazer um coração no lugar da pontinha do i, morder o canto da boca (em qualquer situação);
Transtornos e deficiências mentais: -
Pecado capital: Orgulho;
Virtude sagrada: Caridade.
FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS
Família: Agatha e Johann Wagner (pais) e Beatrice Durand (tia). E só porque Lizzy é filha ÚNICA.
Como ele/ela se sente sobre sua família:
Ela não lembra muito sobre seus pais, já que se mudou com sua tia muito nova. Sempre que se lembra da condição em que deixou sua tia, porém, Lizzy não pode deixar de se sentir culpada. A garota leva as memórias de Beatrice consigo e tudo que faz é para a tia, pois quer dar apenas motivos de orgulho para a mesma (mesmo não sabendo o que aconteceu com ela). Erik Wagner? i don’t know him.
Como sua família se sente sobre ele/ela:
Sua mãe e seu pai se orgulhavam dela, enquanto ainda vivos e presentes em sua vida. A garotinha nunca reclamava do que lhe era repassado e fazia de tudo para agradá-los, entendendo coisas que uma criança de menos de sete anos não teria maturidade de entender normalmente. Sua tia também nutria uma relação de orgulho pela menina, nada mais do que sentimentos positivos eram demonstrados de Beatrice. Erik (que não existe) respeita sua opinião e a deixa em paz.
Relacionamentos passados:
O seu primeiro e único relacionamento acabou em traição e resultou em sua mudança para Bradcliff (e possível morte de sua tia), então Lizzy não se orgulha muito dele.
… OU …?
Introvertida ou extrovertida? Extrovertida;
Otimista ou pessimista? Otimista;
Líder ou seguidora? Líder;
Cuidadosa ou descuidada? Cuidadosa;
Religiosa ou cética? Cética;
Impulsiva ou apática? Impulsiva;
Elogios ou insultos? Elogios;
Destra ou canhota? Canhota;
Gatos ou cachorros? Gatos.
PREFERÊNCIAS
Cor favorita: Amarelo;
Estilo de música e bandas favoritas: Pop punk. The Maine, All Time Low, Fall Out Boy, Simple Plan, entre outras.
Filmes e séries favoritas: Lizzy não tem um filme favorito, mas a série que sempre vê quando passa na TV é FRIENDS.
Livros favoritos: Orgulho e Preconceito, Jane Austen;
Período do dia favorito: O amanhecer;
Estação do ano favorita: Outono;
Animal favorito: Jegues rsrs.
PASSADO E FUTURO
Memória mais querida:
O dia em que ela e sua tia fizeram a primeira roupa juntas, Lizzy fez a blusa e sua tia a calça. O buracos da blusa ficaram muito pequenos, sua cabeça e nem braços passavam por eles, mas a lembrança do biscoito de chocolate que sua tia havia feito, da música que tocava ao fundo e das risadas que trocavam fizeram daquele dia algo que Liesel jamais quer esquecer;
Segredo mais profundo: Ela não odeia realmente Erik e às vezes se pega querendo mandar uma mensagem para ele, o que a deixa ainda mais estressada;
Melhor coisa que já aconteceu em sua vida: Ter morado com sua tia;
Pior coisa que já aconteceu em sua vida: A maneira pela qual foi mandada pra Bradcliff.
Expectativas para o futuro: Poder rever sua tia e inspirar pessoas a adotarem causas sustentáveis, através de sua loja ou de seus próprios valores.
MISCELÂNEA
Medos e/ou superstições: Altura, cobras e perder mais alguém com quem se importa.
Visão política: Liberal de direita;
Religião e/ou filosofia de vida: É Judia, porém não pratica a religião;
Alergias: Amendoim;
Vícios: -
Como ele/ela consegue dinheiro? Trabalhando em sua loja;
Como ele/ela se dá com tecnologia? Lizzy sabe mexer em tecnologia, porém não é nenhuma especialísta.
Eu não tô preocupado, eu cresci em uma cidade perto de São Francisco, viva tantos gays na rua que eu achava que ser hétero era algo errado, por isso sempre achava estranho quando meus pais demonstravam amor em casa. E também eu não deveria me preocupar com isso mesmo sendo famoso. Sabe como é entrar na internet e ver desenhos, montagens e fanfics sobre você fazendo sexo com os meninos do 1D? Eu gostava mais das com o Niall… Whatever.
“Uh... Entendi. Não sei muito sobre fanfic e nem esses meninos de que você ta falando, mas é bom que você não se preocupa com essas coisas. A vida é mais bela quando você não liga para o que acham de você, espero que você continue sempre assim.”
Ele passava filme por filme da Netflix procurando por algo que ainda não havia assistido, sendo assim ainda tinha muitas opções e a cada título novo sua indecisão apenas crescia. Ele não era lá essas coisas em tomar decisões e sabia bem disso. Ele havia passado um bom tempo tentando decidir entre diretores famosos, e então depois mais tempo ainda filtrando os filmes que queria assistir destes. E cada vez mais ele ficava indeciso, mesmo que tirando opção atrás de opção ele nunca sabia direito que queria. E isso podia ser aplicado tanto para a vida do Strauss quanto para as coisa que queria ver. Então ele passava de filme em filme, lia a curtíssima sinopse de cada um e se afundava ainda mais no sofá.
Então finalmente ouviu o barulho da porta de Liesel abrindo, ele virou-se para olhar para ela e retribuiu o sorriso com uma risada muda. Antes de responder voltou seus olhos para a TV, havia diminuído suas opções para apenas duas e com Liesel já lá facilitaria na hora de escolher. “Eu tomei a liberdade de fazer uma cópia da sua chave.” Novamente seus olhos foram para ela, acompanhando-a enquanto ela ia para o sofá. “Esqueci de te avisar? Ops, foi intencional.” Sorriu de canto e a estendeu seu celular, onde a lista de contatos já estava aberta bem onde acumulava os números de deliverys da cidade.
“Então, eu estou a fim de ver Spielberg, Jaws ou Close Encounters of the Third Kind?” Perguntou levando a cabeça para trás, apoiando-a no sofá, virou o rosto para observar a amiga, franziu o cenho rapidamente “Nem pense em dar uma outra opção, eu levei muito tempo apenas para decidir Spielberg.” Comentou rapidamente e então sua expressão mudou rapidamente quando outro pensamento surgiu, lembrando-se de mais um filme que iria querer assistir. “Espera, e aquele lá, do menino que é um robô? A.I? Aquele lá é legal. E já é velho pra caramba.”
A garota semicerrou os olhos e, balançando a cabeça negativamente, pegou a almofada mais próxima e jogou na direção de Alec. “Algum dia eu mando o George te banir... Continua me testando e você vai ver.” Para sua decepção, um sorriso já ameaçava se abrir em seus lábios. Nunca conseguia manter a seriedade perto do amigo por muito tempo. Mordendo o lábio inferior como tentativa de manter a expressão chateada, Lizzy ajeitou-se no sofá. “Ou talvez eu mude a fechadura, é uma opção.” Completou, assumindo um semblante pensativo. Pegou o celular da mão do rapaz e escutou seu estômago roncar assim que percebeu sobre o que se tratava. “Antes que você faça alguma piadinha, espero que saiba que eu não comi hoje.” Foi rápida ao afirmar, apesar de saber que piadinhas seriam feitas sobre o incidente. “Hey, o que você acha de tacos veganos?” Perguntou assim que seus olhos passaram pelo anúncio de seu restaurante mexicano preferido. “Na verdade não importa o que você acha, eu vou pedir de qualquer forma.” Comunicou, já se preparando para ligar para o estabelecimento.
Ao ouvir as opções dadas pelo amigo, Lizzy rolou os olhos. “Jaws está fora de questão.” Respondeu relembrando a primeira vez que viu o filme quando mais nova. Mesmo após anos terem se passado, Wagner recordava todas as sensações que a dominaram na época e sabia que não seria muito inteligente revivê-las novamente. Ela já estava muito velha para ter medo de piscina. “Acho que sobra Close Encounters of the Third Kind, huh?” Concluiu, encarando a capa do filme que ocupava boa parte da tela de sua televisão. “Faz o seguinte, já que eu escolhi a comida, você escolhe o filme.” Disse, após um tempo calada. Depois de um tempo contemplando as opções, a garota percebeu que essa era a decisão mais justa. “Só não inventa de tentar colocar Jaws ou eu te expulso da minha casa.”
Enquanto o filme não começava, Liesel encarava o amigo, tentando reconhecer algum sinal de que o Alec ali presente era um clone e não o original. A garota se pegava comparando as várias versões de Strauss mais vezes do que gostaria de admitir, mesmo que nunca conseguia identificar quem era quem. “Não tem nenhum clone seu solto pela cidade não, né?” Perguntou, frustrada ao falhar mais uma vez. “Espero que não tenha nenhum Alec correndo por Bradcliff enquanto você está aqui comigo.” Brincou, ainda encarando o amigo. Apesar de gostar de sua companhia, a morena nunca aprovou seu estilo de vida e estava sempre trazendo sua reprovação a tona. “Pensa bem antes de responder a minha pergunta, as consequências não serão bonitas.” Riu, tentando suavizar seu tom de voz.
“Mas eu nem consegui me transformar em tubarão completamente. Eu só tenho essas guelras, a pele cinza e as garras. Ainda nem sei como voltar ao normal”
“Mas o controle total vem com o tempo, não odeie algo que te torna especial. Quando você souber lidar melhor com seu poder, você vai ver que tinha raiva a toa.”
Eu não estou falando gay no sentindo orientação sexual ou romântica, eu tô falando gay no sentido cultura. Se eu não me engano tem até uma palavra pra isso, acho que é queer.
“Ah, um... Ainda acho que você não devia se preocupar com essas coisas. Goste do que te faz bem sem se preocupar com o que os outros acham.”
Não posso garantir que eu não vá fazer isso. Mas eu já não sou boa correndo normalmente, em caso de terremoto provavelmente não iria conseguir dar um passo sem cair.
E poder causar terremotos parece ser um poder muito legal. Muito mais útil do que ficar invisível.
“Você vai ter que se contentar em não usar o seu poder então, what a shame.”
“É bom quando você consegue controlar, o que não é o meu caso. Muito arriscado tomar susto, treme tudo.”
Tinha acabado de chegar quando se deparou com a jaqueta que parecia um material sintético semelhante a couro. E era o que ele estava tentando descobrir quando a garota surgiu do nada o assustando. - Opa! - se recuou uns centímetros em reflexo antes de rir. - Respondeu minha dúvida, mas vem cá, você abraça árvores também? - brincou antes de tornar a falar. - E a peça fica mais cara por conta desse eco friendly? Assim, é uma atitude nobre, mas meu bolso também precisa dos preços friendly.
“Desculpa, às vezes me esqueço que espaço pessoal existe.” Brincou, se afastando um pouco do rapaz. Sua intenção não era assustá-lo. “Só quando elas estão meio deprimidas.” Respondeu solenemente. “Mas ó, shh. Não sai espalhando meu segredo por aí.” Complementou, antes de levar o dedo aos seus lábios. “Toda marca tem umas peças mais caras, mas pode ficar tranquilo que eu aumento o mínimo possível por causa do material.” Respondeu, dando de ombros. “Tento deixar os preços o mais friendly possível, eles geralmente não são muito maior do que os preços típicos.”
“Parece ser eco friendly mas não me parece algo que eu usaria por ai” Evening soou um pouco mais fria do que deveria, porém manteve seu olhar nos outros tecidos, procurando algo que chamasse sua atenção de uma forma positiva “Você não tem nada mais simples e fácil de se trabalhar?”
“Não tenho como agradar a todos” Sorriu para a loira, apesar de seu tom ríspido. “Depende do tipo de formalidade que seu emprego pede, mas as mais formais estão no canto esquerdo.” Continuou, apontando para a arara que abrigava as roupas menos casuais. "Temos algumas blusas sociais por ali, se é isso que procura.”
Ursula tinha visto aquela loja fazia muito pouco tempo e ficado bem curiosa, mas era a primeira vez que entrava. Assim que olhou em volta uma blusa já chamou sua atenção. Ouviu a voz da vendedora atrás de si e se virou, sem olhar para os olhos dela. Com o sotaque carregado e num tom muito baixo, perguntou. – E… Quanto que é?
“Você não era originalmente daqui, huh?” Perguntou, rindo. Há alguns anos atrás, a garota em sua frente era ela, recém chegada em Nova Zelândia, com conhecimento limitado de Inglês e um sotaque carregado. Os anos que se passaram ajudaram em ambos os casos, mas Lizzy ainda se lembrava do desastre que se comunicar havia sido. “Você perguntou o preço, não?” Conferiu, saindo de trás do balcão e indo mais para perto da adolescente. “Se eu não me engano é quinze dólares.”
— Te entendo perfeitamente, sempre faço isso no bistrô… — Acrescentou com um sorriso no rosto ao ver a amiga. — Meu vício em suas roupas acabou sendo mais rápido! — Andy olhou para a arara apontada pela a amiga com uma curiosidade enorme. — Eu adoraria, tenho certeza que devem estar incríveis.
“Sabe, eu estava com desejo de um dos seus cupcakes, mas agora acho que vou ter que me contentar em ter meu filho nascer com com cara de red velvet.” Brincou, antes de batucar a bancada na tentativa de criar suspense. “Ok. Mas keep in mind que se você não gostar, são apenas protótipos.” Disse antes de remover o lençol, mostrando as peças pasteis penduradas na arara. “Pensei em fazer uma pequena coleção para a primavera, já que está quase aí.” Comentou, ao lembrar que a primavera começava em Setembro. “Cada peça é única e se der certo eu to pensando em tornar algo fixo. Toda temporada nova, uma mini coleção.”
“Eco friendly? Não conheço muito desse assunto. Geralmente as pessoas torcem o nariz para esses tipos de peça, mas a qualidade está muito boa” foi o que disse ao olhar no cabide, os tons mais escuros chamando-lhe a atenção. Sempre ficava contente ao poder comprar roupas de seu gosto, pois na infância e em boa parte da adolescência tivera que usar peças recatadas e sem graça demais.
“Se você tiver interessada no assunto, no nosso site tem uns textos explicativos bem interessantes.” Comentou, fazendo auto promoção descaradamente. Liesel dedicava bastante tempo e neurônios à sua marca para não se orgulhar e promovê-la. “É realmente um processo, mas agora que descobrimos como fazer as coisas, chega a ser simples.” Apesar de se orgulhar bastante de suas conquistas, Lizzy ainda se sentia envergonhada ao receber elogios.
“Bem interessante…” Só conseguiu se expressar com aquelas duas palavras, dessa vez as usando da maneira mais pura possível. Estava impressionada com o trabalho, tirando suas poucas dúvidas sobre o tecido, ainda era algo impressionante. Seu olhar voltou-se para a garota, conseguindo ver o quão orgulhosa estava daquilo, não conseguindo deixar de sorrir minimamente em resposta. “Sinceramente, eu entrei por curiosidade. Não que eu esteja procurando alguma coisa… Foi só um impulso.” Respondeu um tanto sem graça com aquilo, dando de ombros em seguida. “Se quiser continuar o papo de negócios, estava legal. Ou posso ir embora, pelo horário deve estar próximo da hora de fechar, não?” Não fazia ideia de como funcionava os horários por ali, mesmo vivendo faz um bom tempo pela cidade, ainda não se acostumara com isso, assim como não teve vontade de entrar em todos os lugares. Fingir que tudo aquilo era uma cidade comum não parecia certo, sabia o motivo de estar ali e aquilo só a deixava mais aflita.
“Cuidado, é assim que esse buraco negro começa.” Comentou, rindo, ao perceber a expressão interessada da garota. “Um dia você está curiosa com algo tão simples como tecido sustentável e no outro você já é vegetariana, se preparando para ir full on vegana.” Brincou, piscando um olho. A transição da morena foi rápida e confusa, mas ela não se arrependeu um minuto sequer. “Não, pode ficar.” Falou rapidamente, olhando de relance para o relógio pendurado na parede de sua loja. “Estou sozinha aqui e já ta quase na hora de fechar, não acho que mais alguém vá entrar.” Completou, dando de ombros. “Não me importo com companhia e se você não se importar de conversar comigo enquanto eu arrumo as coisas, seria ótimo continuar falando sobre negócios com você.” Sorriu, saindo de trás do balcão e virando a placa na porta para “closed”. "Você é empreendedora?”