Lay all your sins upon me.
Aquela onde depois de mais uma discussão com o pai, Harry corre para seu esconderijo na floresta acreditando que encontrará apenas o silêncio. Em vez disso, conhece Louis, um homem que parece enxergar sua alma. Só existe um problema: algumas criaturas sabem exatamente como parecer boas.
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terão alguns momentos que Louis usará o apelido "Cor" que nada mas é que, coração em latim.
Harry é maior de idade. (21 anos) Louis não terá uma idade exata e vocês vão entender conforme o desenrolar da história.
<3
boa leitura, xoxo
˚₊‧꒰ა ♱ ໒꒱ ‧₊˚
Harry sentia o ar gelado batendo em seu rosto conforme corria pelo matagal. O sol se escondia no horizonte, o céu alaranjado coloria as folhas esverdeadas.
As lágrimas corriam soltas por suas bochechas enquanto ela com os olhos fechados aumentava cada vez mais seus passos correndo pelas folhas. Só o som de seus sapatos mary jane pretos lustrados amassando as folhas secas era escutado na floresta.
Essa pelo menos já era a quarta vez ou quinta vez no mês que corria por ali depois de uma discussão com seu pai. Da primeira vez que fez, ficou por ali até as 03:30 da manhã.
Só voltou quando Rosa, sua babá, andou por ali gritando seu nome dizendo que tinha chocolate quente e bolachinhas esperando ela.
Mas hoje Harry estava muito chateada.
Seu pai havia passado dos limites, ela bateu a porta do quarto quando escutou da boca dele que era uma ingrata irresponsável e mimada. Seu pai mais parecia o vilão de sua história do que o primeiro homem que deveria ama-lá.
Correu por mais dois minutos e encontrou aquela pedra grande que se sentava todas as vezes, seu vestidinho azul com bolinhas brancas balançando com o vento gelado fazendo também seus cachos ficarem bagunçados.
Ela se sentou na pedra gelada e tombou a cabeça no joelho. Os olhos inchados e vermelhos de tanto chorar. Sua pele se arrepiava pelo vento gelado que batia contra ela, os pelinhos todos eriçados e as pernas tremendo devagar.
Seu peito doia conforme ela soluçava no silêncio da floresta, as folhas balançando devagar deixava um ar gelido e sombrio pro fim de tarde na floresta. O sol já havia abaixado totalmente, agora a luz da lua era o que iluminava as folhas das árvores.
Harry ainda choramingava, ainda mais encolhida. O frio fazendo ela se arrepender de sair sem casaco algum.
Alguns animais costumavam andar pela região tanto que Harry nem se assustava mais com os barulhos de galhos quebrando perto de si. Provavelmente era alguma raposa, algum esquilo ou até mesmo alguma cobra rastejando por ali.
Alguns galhos estralaram perto de si e ela não se importou, continuou chorando suas mágoas pra lua que brilhava no alto do céu.
– Papai é tão duro comigo. Eu não sei porque me trata dessa forma. – suas próprias mãos acarinhavam seu braço. – Ele devia me amar tanto, devia me mostrar como é o amor, mas ele é tão ruim.
Ela soluçou tão alto que até tossiu no processo.
– Ele trata o Leon tão melhor que eu. – deu de ombros ainda com a cabeça apoiada nos joelhos. – Será que é porque sou uma menina? Será que ele acredita que Leon é melhor que eu por ser um garoto?
Suspirou fundo engolindo o nó de sua garganta. Os galhos ainda chacoalhavam perto de si pelo vento. Ela ficou em silêncio por um instante e de repente sentiu um tecido quente em suas costas.
Ela sabia que Rosa não demoraria pra vir lhe acolher, a senhora de cabelos achocolatados era sua adulta favorita.
– Rosa, eu já volto pra dentro mas hoje nem o chocolate quente com bolacha vai me ajudar. – puxou o tecido sobre seu ombro e respondeu a mulher sem mesmo levantar a cabeça.
– Eu espero que tenha alguma outra forma de ajudar garotinha, porque eu não tenho chocolate quente e bolachas.
Era uma voz grossa. Harry gelou.
Não sabia se levantava a cabeça pra saber da onde vinha a voz, se permanecia de cabeça baixa e esperava o que fosse que estivesse ali ir embora, se respondia algo ríspido ou se só fingia que estava desmaiada.
Sem saber o que fazer ou responder continou assim, agora com menos frio pelo tecido grosso do casaco que tinha em suas costas.
– Os pais costumam amar de maneiras que os filhos nem sempre conseguem compreender – Harry estava ligeiramente intrigada com a voz.
Era melodiosa, arrastada com um sotaque forte e grossa, causava arrepios em seu corpo. Sem levantar totalmente a cabeça ela espiou pela fresta de seus cabelos e viu de relance uma figura esguia parada a sua frente.
Era um rapaz, devia ter seus vinte e oito anos. Vestia uma camisa de linho branca, as mangas dobradas até os cotovelos, uma calça escura do mesmo material, seus pés protegidos com um sapato preto brilhante, seu pescoço estava adornado com joias prateadas e em seus dedos alguns anéis grandes e pratas.
Harry não conseguia ver seu rosto.
Levada pela curiosidade levantou mais seus olhos e o viu inteiramente.
Havia algo nele que Harry não conseguia explicar. Não era apenas beleza. Era como olhar para alguém que jamais deveria existir naquela floresta, alguém deslocado daquele mundo.
Era hipnotizante a forma como o rapaz era bonito. Os cabelos castanhos raspados na lateral e mais compridos na parte de cima da cabeça, os olhos tão azuis quanto o céu em uma manhã ensolarada, o nariz tão delicado como se Deus tivesse o feito com tempo, tão inteiramente esculpido que chegava a dar inveja. Seus lábios eram pequenos e tão vermelhos que parecia até mesmo alguma pintura artificial.
– Oh, seus olhos estão tão vermelhos.
Harry ainda estava hipnotizada. Não sabia o que dizer, o que fazer, e nem o porquê aquele homem estava ali tão bem arrumado a sua frente.
Desceu o olhar por todo seu corpo mais uma vez e notou perto da cintura algumas penas saindo pelo tecido da camisa, eram duas ou três. E tinha seu cheiro também, mesmo que não estivesse tão próximo Harry sentia o cheiro forte de chuva, misturado com incenso, era único, um cheiro singular que nunca havia sentido antes.
– Posso me sentar do seu lado? – ele perguntou mesmo que percebesse que Harry não esboçava reação alguma.
Sem respostas ele se sentou em uma pedra ao lado da garota. Styles o acompanhou com o olhar. Agora mais de perto ela podia observar o quanto sua pele brilhava e como as bolsas roxas debaixo de seus olhos eram fundas. Harry podia afirmar com firmeza de que esse homem não dormia a tempos.
A garota no entanto sentiu todo seu corpo gelar quando o rapaz virou seu rosto, os olhos azuis profundos fixaram nas suas orbes verdes e parecia que o mundo a sua volta estava paralizado.
Ele quem desviou o olhar para apoiar os cotovelos em seus joelhos.
– Seu coração parece inquieto demais para uma garota tão bonita quanto você. – ele segurava o rosto com a mão, o queixo apoiado nos dedos que estavam entrelaçados.
Harry estava genuinamente inquieta. Aquele rapaz causava alguma coisa em seu interior, ela não sabia o que era, mas algo borbulhava ao fundo de seu estômago.
Não entendia como ele havia a encontrado, como suas roupas estavam tão limpas em um lugar tão sujo, como ele estava tão impecável mesmo Harry sabendo que pra chegar até ali era um caminho dificil.
– E seus olhos são muito bonitos para estarem tão sem vida como estão agora garotinha. – sua voz era tão doce quanto mel.
Havia algo naquela voz que a fazia esquecer, por um instante, o frio da floresta e o peso das lágrimas.
– Qual seu nome? – Harry perguntou pela primeira vez desde que notou presença do homem.
Tudo que obteve foi silêncio, ele respirava devagar e tudo nele transparecia calma.
– Louis. Louis William. – ele respondeu depois de um longo silêncio – Harry é um nome muito bonito também.
Styles franziu as sobrancelhas.
– Eu nunca disse meu nome.
Louis mirou seus olhos para frente, era como se algo dentro dele brilhasse e iluminasse a floresta.
– Não.
A floresta por um instante ficou em silêncio.
– Você não disse.
Harry mordeu os lábios, algo como adrenalina corria por suas veias.
– E como sabe? – ela perguntou de novo, seus olhos presos na figura ao seu lado. – Como sabe meu nome?
Louis permaneceu olhando pra frente até devagar virar o rosto e mirar as orbes verdes. O rosto impassível.
– Você está tentando decidir se deve fugir.
Harry congelou.
– Mas ainda está aqui.
Por mais que seu instinto pedisse cautela, seus pés permaneciam imóveis. Era como se a presença dele tornasse a floresta estranhamente silenciosa, e ir embora exigisse mais coragem do que ficar.
– Como... – sua voz falhou – Como sabe disso?
Louis inclinou a cabeça de leve.
– Porque todos fazem isso.
– Todos quem? – Harry perguntou com as sobrancelhas franzidas.
– Aqueles que me encontram pela primeira vez.
Styles não sabia se estava sonhando. Se aquele rapaz, Louis, era uma miragem ou algo que sua cabeça perturbada estava criando para consolo ou se era seu próprio pai que havia enviado aquele homem para sequestra-la.
Harry fechou os olhos com força e esfregou as pálpebras com os dedos magros, não era delicada enquanto esfregava a ponta dos dedos em suas pálpebras que achava até mesmo que ficariam algumas marquinhas roxas. Ela tinha medo de que, ao abrir os olhos, encontrasse apenas a floresta vazia.
– Vai machucar seus olhos assim, garotinha. – Louis disse devagar – E eu não vou desaparecer.
Harry abriu os olhos e ele ainda permanecia ali, sentado ao seu lado com os braços flexionados apoiados em seus joelhos. Suas costas subindo e descendo conforme ele respirava.
Ela prendeu o olhar ao fundo da floresta, onde sua casa ficava, estava longe, era pelo menos uns cinco minutos correndo por entre galhos e árvores secas. A floresta escura e gélida fazia Styles se perguntar da onde Louis havia surgido.
– Não foi ele quem te mandou aqui, foi? – ela perguntou apoiando o queixo no joelho ainda olhando pra frente.
Viu o rapaz se remexer ao seu lado, ele arrumava os fios de cabelo mesmo que estivessem em perfeito estado, nem o vento era capaz de bagunçar os cabelos castanhos.
– Seu pai não sabe que estou aqui.
– Então quem mandou você?
Louis deviou os olhos para o céu escuro por um breve momento.
– Faz muito tempo que ninguém me manda.
Harry abriu a boca e fechou, incapaz de formular qualquer resposta. Ela o encarou por alguns segundos a resposta não fazia sentido algum.
Ninguém o mandava.
Como alguém dizia aquilo com tamanha certeza no coração?
Nem mesmo seu pai. Nem sua mãe, enquanto ainda estava viva. Nem Rosa. Todos eles obedeciam alguém. Louis, no entanto falava como se tivesse deixado esse mundo para trás há muito tempo.
Harry ia rebater sua resposta mas uma rajada de vento bateu contra seu rosto. As folhas voando, balançando seus cabelos e o tecido leve de seu vestido, mesmo que o sobretudo cobrisse boa parte de seu corpo.
Styles porém franziu o cenho mais uma vez quando notou que Louis permanecia imóvel. Nem um fio de cabelo seu havia se mexido, sua roupa permanecia tão impecável quanto a de um manequim na vitrine de uma loja.
– Você ainda está pensando nas palavras dele, não é?
Harry permaneceu em silêncio olhando pra frente.
– Estou pensando em ir embora.
– Não.
Ela o encarou.
– Você está pensando que, se voltar agora, ele continuará zangado. E que, se não voltar, Rosa ficará preocupada.
Harry baixou a cabeça devagar, seus olhos voltaram a ficar molhados como estavam quando ela correu floresta a dentro. Rosa provavelmente deveria estar dormindo em seu quarto no andar debaixo, nem mesmo havia escutado a discussão dos dois no andar de cima.
Com tal pensamento Harry ligou seu olhar ao de Louis novamente.
– Por que está sendo gentil comigo?
A voz estava carregada de incerteza. Era uma pergunta genuina e Louis podia sentir de longe o quão importante era para ela que ele estivesse ali.
– Você precisava que alguém fosse.
Devagar a lágrima que estava em seu olho esquerdo escorreu por sua bochecha. Seu rosto branquelo estava banhado novamente pelas gotículas salgadas que saiam em abundância de seus olhos.
Louis devagar levou sua mão até o rosto delicado da menina e limpou a lágrima. Esfregou a ponta do polegar no canto dos olhos secando o rosto quebrado de Harry.
Ela no entanto abriu a boca enquanto admirava o ato do rapaz. O toque era tão delicado que mais parecia uma pluma a tocando. Ele percebeu pelo canto do olho o casaco caindo do ombro dela novamente e o arrumou até que todo o corpo estivesse coberto.
Enquanto fazia Harry notou mais algumas penas perdidas no tecido de linho da camisa, era a mesma quantidade que saia pra fora da roupa alguns minutos atrás. Ela não sabia se devia perguntar, se devia tocar ou se devia subir o olhar a Louis.
– Pode tocar garotinha – ele respondeu observando o quão intrigada ela parecia com as penas que escapavam de sua camisa.
Harry hesitou por um instante.
Seus dedos pairaram sobre as pequenas penas brancas presas ao tecido da camisa. Eram tão macias. Impecavelmente limpas, não fazia sentido estarem naquele lugar.
– São suas? – sua voz era baixa que podia ser comparada com a intensidade delicada de seu toque.
Louis fechou os olhos por alguns segundos antes de responder.
– Foram.
Harry mirou o rosto do rapaz, parecia que ele sentia alguma coisa que estava além do conhecimento dela. Era algo profundamente diferente de qualquer emoção que já havia sentido antes.
– Foram? – perguntou inquieta
Ela permaneceu acariciando apenas a pequena pena presa entre os botões da camisa. Tinha medo de avançar mais do que aquilo.
Era tão delicada que Louis quase nem sentia o toque.
— Há coisas que permanecem mesmo depois de terem sido arrancadas.
Harry não entendia algumas das metáforas que o rapaz constantemente fazia, ou ela fingia não entender.
Com os dedos perto do peitoral de Louis ela encostou em uma pena e viu o momento em que ele prendeu a respiração com os olhos fechados.
– Isso incomoda? – perguntou com a mão parada sem fazer movimento algum.
Ele demorou alguns segundos para responder.
– Faz muito tempo que ninguém me toca.
Styles permanece em silêncio, sua mão no mesmo lugar, sem se mexer e quase sem respirar. Tinha medo de qualquer movimento assustasse Louis. Ela fechou os olhos igual o rapaz fazia.
A floresta parecia silenciosa demais. O vento havia diminuído, os galhos já não balançavam tanto quanto antes e parecia que aqueles bichinhos que andavam por ali já haviam fugido há bastante tempo. Era um silêncio confortável.
Com um movimento delicado ela tirou a mão do peito de Louis e levou até a mão dele. O prata gelado do anel fazia um contraste frio com a mão quente dela. Ela segurou nos dedos cumpridos do rapaz segurando como se tivesse medo de que ele corresse pra algum lugar sem avisar.
Abriu os olhos esverdeados e viu que Louis tinha os seus abertos e encarava seu rosto com o cenho relaxado. Quase como se estivesse todo o tempo do mundo para observar uma obra.
– Você parou de chorar.
Ele analisava o rosto dela minuciosamente. As pálpebras branquelas e delicadas, os cílios tão grandes e curvados que pareciam como o de uma boneca. Os lábios vermelhos e os olhos. Os olhos tão esverdeados que a cor da floresta se tornava sem graça.
– Eu nem percebi. – ela respondeu com um pequeno sorriso nos labios.
Louis continua admirando-a quando responde.
– Eu percebi.
Harry abriu um sorriso um pouco maior do que o anterior, suas bochechas se esquentaram por um momento.
– Seu coração está mais leve também.
Ela abaixou o rosto. Nunca havia conhecido alguém com uma capacidade como essa, de notar mudanças tão pequenas assim. Parecia que Louis enxergava além de si.
Harry tirou sua mão da de Louis só pra colocar atrás da orelha uma mecha cacheada que insistia em cair em seus olhos. Ela sentia o olhar de Louis em si enquanto fazia qualquer minimo movimento.
Quando sua mão voltou a mão de Louis, ela parecia mais fria. Era um frio diferente do gelado que ela sentia na floresta mais cedo, o frio se aproximava a de uma igreja vazia e escura. Ela levantou o olhar, ele ainda mantinha os olhos azuis presos em si.
O azul que transbordava em suas iris eram da mesma cor, mas ainda assim tinha algo profundo naqueles olhos, quase como se escondesse algo vivo atrás daquelas íris azuladas.
A floresta estava em silêncio novamente. Da mesma forma que havia ficado há alguns instantes atrás, mas agora era um silêncio profundo, denso. O vento cessou, as folhas não balançavam, os grilos que cantavam um pouco mais afastado também não tinham mais voz. Não era mais um silêncio tranquilo, era um silêncio de espera.
Harry notou como Louis parecia nervoso de repente, ele rapidamente mirou sua mão e travou a mandíbula. Puxou uma forte lufada de ar que seu peitoral e costas se mexeram com o ato profundo. Ele tentava recuperar o controle de algo que Harry ainda não sabia o que era.
– Está tudo bem? – perguntou agora sentada de frente para Louis. Seus olhos analisando as feições em seu rosto.
Ele fechou os olhos, abaixou a cabeça e olhou para a menina novamente.
– Não deveria continuar me tocando.
Sua voz era profunda, grave e baixa. Causava alguns arrepios na pele de Styles.
– Por quê?
Harry não entendia porque de repente Louis havia ficado nervoso. Ele transparecia uma calma adorada, seus olhos mesmo com a floresta escura brilhavam, mas agora, era um brilho diferente que tomava conta deles.
O cheiro de chuva e incenso que ele exalava havia ficado diferente também. A fumaça de incenso estava mais forte agora, algo lembrava como terra molhada. Harry se sentia lentamente embriagada pelo cheiro forte que a rondava.
– Porque você não sabe o que desperta quando me toca.
Harry franziu o cenho. Sua mão ainda tocando delicadamente a de Louis.
Seus olhos estavam admirando Louis debaixo, sua pedra era minimamente mais baixa e tinha também a altura, Louis era alguns bons centímetros mais alto que ela.
A mão do rapaz lentamente escorregou por entre eles, agora ele apoiava as duas sobre suas próprias coxas. Nenhum dos dois dizia nada, apenas o silêncio da floresta era o que fazia do ambiente um lugar cada vez mais frio.
Louis se levantou e se aproximou de um tronco de uma árvore, suas costas se encostaram lentamente na madeira velha dela. Harry continuava sentada acompanhando com o olhar o comportamento do rapaz.
Ele tinha os olhos fechados e a cabeça levantada para cima, o pescoço branco e imaculado ficando na visão de Harry, uma veia saltada na lateral era o que chamava a atenção dela. Devagar ela começou a abaixar a cabeça pensando que talvez tivesse passado um pouco do limite que Louis tinha lhe dado.
Não deveria ter o tocado mesmo que ele tivesse dado permissão. Louis era um estranho em uma floresta escura.
Harry se levantou da pedra e caminhou devagar na direção de Louis. Ele não se moveu nem mesmo abriu os olhos. Ela não sabia o que dizer, se pedia desculpas, se passava por ele e ia embora ou se tentava entender o conflito em que ele estava.
– Me desculpa Loui-
Harry foi interrompida quando Louis levantou uma das mãos em direção a ela, a outra apoiada no meio de seu peito. Ele acariciava ali como se tentasse dissolver algum desejo que não queria sentir.
– Não peça desculpas. – ele sussurrou baixo dando as costas a Harry.
Essa que viu com um pouco de dificuldade, pela claridade da lua, suas costas tão bem definidas marcadas na camisa de linho. Nas omoplatas duas cicatrizes grandes e vermelhas marcando as costas dele.
De inicio Styles permaneceu quieta, apenas observando e tentando de alguma forma digerir o que era aquilo. Suas mãos nervosas estavam paradas em frente ao seu corpo se apertando de forma ridicula.
Ela podia ver os ombros de Louis descendo e subindo de maneira rápida, a cabeça tombada pra trás e alguns fios de cabelo caindo com o movimento.
– Você não fez nada Harry. – Louis completou mais uma vez.
O silêncio parecia observá-los. Nada era capaz de quebrar aquele círculo em que estavam envolvidos.
– E esse é justamente o problema.
Ele finalizou deixando a cabeça cair para frente. Com o movimento a camisa se apertou mais uma vez em suas costas, Harry deixou mais uma vez o olhar cair ali. Eram grandes cicatrizes, fundas. Não pareciam cortes. Era como se algo tivesse sido arrancado dali com tamanha brutalidade.
Louis permanecia em silêncio, sua respiração descompassada cortando o silêncio entre os dois. Harry começou a lentamente se aproximar dele. O mary jane quebrando alguns galhos chamou a atenção de Louis que levantou a cabeça e virou o rosto para observar a garota.
– Quem fez isso com você? – Harry perguntou encostando devagar a ponta do dedo nas costas de Louis.
Louis não se mexeu. Seus olhos permaneceram na floresta enquanto ele tinha a cabeça de lado, Harry podia ver o conflito dançando em seus olhos. Ele não dizia nada, não piscava, parecia até mesmo que não respirava.
Styles abaixou a cabeça, o silêncio de Louis cortava o peito dela, sentia que tinha mais uma vez ultrapassado a linha que Louis havia estabelecido de forma invisível. Ela deu um passo pra trás, iria voltar para se sentar na pedra e ficar ali até que o sol voltasse a raiar no céu e Rosa finalmente percebesse sua falta.
Ela viu quando Louis se virou devagar para ela, alguns centímetros os separavam. Os olhos estavam mais dilatados que o normal, aquele brilho era tão forte e tão sujo que chegava a competir com o brilho da lua.
A floresta parecia mais escura, as sombras mais altas mesmo que a lua não tivesse se movido.
– Não me olha desse jeito coração. – Louis agora de frente mirava seus olhos nos de Harry.
A garota sentiu seu corpo se arrepiar com o apelido que o rapaz dirigiu a ela, era como se em algum tempo algo conseguisse fazer seu coração bombear sangue mais rápido. Ela podia sentir seu corpo se arrepiar conforme Louis se movia devagar.
A respiração dele ainda desregulada tão alta quanto os batimentos cardíacos de Harry. Se prestassem bem atenção, os dois seriam ouvidos com clareza.
– De que jeito? – Harry perguntou com uma inocência grande.
Louis chegou perto demais. Um frio atravessou seu corpo inteiro, o arrepio cortou sua coluna de forma ridicula e pela primeira vez na noite Harry havia se esquecido de todas as coisas ruins que já tinha acontecido.
Pela primeira vez na noite ela sentiu seu coração se esquentar mesmo que seu corpo estivesse frio.
Louis arrastou seu polegar gelado pelo braço dela, o casaco grande ainda cobrindo seus ombros, impedindo Louis de ver o corpo inteiro com o vestidinho azul. Seu dedo subia lentamente, chegando até a lateral do pescoço.
– Desse jeito que acredita que exista algo de bom em mim. – ele sussurrou perto demais dela.
Os olhos azuis tomados por aquele brilho que Harry ainda não sabia qual era.
– Se eu fosse bom como pensa, não teria sido expulso do lugar de onde vim. – ele ditou com a mão agora apoiada no pescoço dela.
Harry tinha os olhos vidrados no rosto dele. Estava hipnotizada na forma como os lábios vermelhos mexiam conforme ele falava tão lentamente, estava hipnotizada na cor bonita dos olhos dele, em como tudo que ele fazia parecia segurar Harry ainda mais ali.
Louis levou a outra mão até o outro lado do pescoço dela, segurando a cabeça parada no lugar, querendo que ela tivesse os olhos focados somente nele. Como se Harry ousasse desviar.
– Mas eu posso ser bom pra você Harry. – ele sussurrou aproximando seu rosto do dela.
As respirações estavam sincronizadas, ridiculamente iguais. Louis se aproximava mais e mais do corpo dela, sua boca chegando milimetricamente perto da bochecha branquela de Harry.
Ele beijou ali.
Devagar e fraco. Quase como se tivesse medo de que Harry se machucasse.
Em seguida depositou outro, mais para baixo. E outro. E mais um. Até que seu alvo foi o pescoço imaculado, branquelo e cheiroso. Aquele cheiro doce constrastava fortemente com o cheiro singular de Louis.
Esse que passava o nariz pela pele, como se estivesse se drogando. Sentia a menina se arrepiando com o toque, o corpo dela ficando mole conforme ele fungava mais profundamente seu cheiro.
Seus lábios molhados selaram a pele dela, o beijo gelado fazendo a boca dela se abrir para soltar um suspiro. As mãos inquietas da garota seguraram a lateral do corpo de Louis, ela apertou a ponta dos dedos tão afetada com somente um selar de lábios em seu pescoço.
– Me deixa te fazer bem, coração? – Louis tinha seus olhos presos nos verdes de Harry.
Esses olhos verdes que quase não tinham mais a cor na iris. A pupila tão dilatada que o preto cobria toda e qualquer cor esverdeada dali. Harry não verbalizou a resposta, mas a forma que seu pescoço estava jogado para trás sendo segurado pelas mãos de Louis dizia muita coisa.
– Por favor, Cor. Me diga, quero que me fale. – Louis pediu encostando lentamente o nariz ao nariz da garota.
Harry abriu a boca, mas não saiam palavras, sua mente estava bagunçada, tudo o que ela sabia era repetir em letras grandes LouisLouisLouis em sua mente.
Ela levou uma das mãos até o rosto dele, acariciando a bochecha gelada devagar, com delicadeza como havia feito a noite toda.
– Por favor, Loui. – ela pediu com os olhos baixos e brilhosos – Coloque todos os seus pecados em mim.
Se tinha algum resquício de sanidade em Louis ela se esvaiu assim que a menina manteve o olhar fixo nos seu, depois de dizer com todas as palavras que Louis tinha permissão. Ele segurou o pescoço da menina com uma mão só, a outra escorregando quase que imediatamente para cintura dela.
Ele a segurou pelo pescoço, era como se sua mão tivesse sido criada pra estar ali. Aproximou seu lábio do dela e os encostou, não era um selinho, era só os dois lábios se encostando em um rápido movimento.
No entanto foi a garota que capturou a boca vermelha de Louis pra dentro da sua. O lábio inferior sendo chupado com uma força maior do que Louis imaginou que ela poderia ter, os dentinhos se prendendo devagar antes de soltar em um "plop" molhado.
Louis tinha um brilho feroz nos olhos, mas Harry não sentia medo, ela se sentia hipnotizada. Tão entregue aos toques do rapaz que parecia uma marionete em seus dedos. Sua cabeça tombou pra trás com o puxão que Louis deu em seus cachos da nuca.
A boca dele conhecendo aquela área tão bonita e delicada. Sua lingua dançou ali, o rastro de saliva subindo desde a base do pescoço até seu lóbulo.
– Tão linda e delicada, parece um anjo.
Harry apertou sua mão na nuca de Louis. Aquela voz causava arrepios em todo seu corpo.
Louis desceu um pouco a mão da cintura dela até a lateral da coxa, seus dedos traçando o caminho devagar, sentindo a textura lisa daquela pele. Ele inverteu as posições encostando a menina no tronco da árvore, o casaco protegendo as costas dela de se arranharem.
Os lábios estavam conectados de novo, Louis estava viciado naquela boca, o gosto doce, a maciez, a língua, tudo era tão bom que ele poderia permanecer o resto da eternidade com a boca na dela.
Sua mão direita apertou uma das bandas da bunda dela, os dedos grandes e magros apertaram a carne de maneira forte. A pele macia preenchendo a mão inteira e causando um gemido manhoso na boca dela.
Ele desceu sua boca, explorou o pescoço novamente e continuou a descer, chegando na borda do decote. Aqueles montinhos de carne ali, quase expostos somente pra Louis, como se fosse um prato cheio para um carnívoro faminto.
Louis enfiou uma das mãos por dentro do vestido e sentiu o biquinho duro raspar em sua palma. Harry soltou um suspiro. A palma da mão de Louis era gelada contra a pele fervorosa da menina.
– Seus peitinhos foram feitos pra mim. – Louis disse mantendo os olhos presos aos peitos dela – Olhe só como eles cabem certinho na minha mão, coração.
Harry tinha os olhos chorosos. Sentia uma submissão maior do que um dia sentiu, era como se Louis fosse uma força maior do que qualquer outra, como se ele controlasse seu corpo apenas com seu pensamento.
Louis puxou o peito da menina pra fora do tecido do vestido, o ar gélido da madrugada batendo direitamente na pele dela fazendo-a tremer. O biquinho ficando ainda mais duro se isso fosse possivel.
O rapaz segurava com o polegar e o indicador o mamilo, apertando, fazendo a menina delirar. Ela revirava os olhos e empurrava mais seu tronco em direção a Louis indiretamente pedindo mais.
– Hmm...Lou.. – sua voz era baixinha e sua garganta doia.
Sem aguentar mais, Louis abocanhou o seio dela. Sua boca grudando o mamilo inteiro e chupando com força, era evidente que uma marca roxa apareceria ali mais tarde. Os dentes brancos morderam os peitinhos arrancando um gritinho esganiçado da menina.
As mãos dela apertando os cabelos da nuca de Louis cada vez mais forte. A lingua do rapaz fazendo um trabalho árduo enquanto lambia e rodopiava sobre o biquinho.
Harry se derretia contra a madeira centenária da árvore, todo seu corpo queimava e tremelicava com os estímulos da boca de Louis. Não demorou muito para que ele baixasse mais o tecido do vestido liberando os dois peitinhos.
Louis se ergueu só pra admirar aqueles dois montes de carne. Suas duas mãos se fechando com força na pele, quase como se fossem um sutiã. A menina estava fora de órbita, as mãos estavam geladas contra sua pele e o aperto era tão gostoso.
O rapaz voltou a mordiscar o peito, dando atenção ao outro com os dedos. A pele ficava arroxeada facilmente, era como se Harry fosse neve, tão branca e delicada quanto.
– Lou...M-mais – a menina sussurrou apertando mais a cabeça de Louis contra seus peitos.
Ele sorriu chupando o seio dela. Chupava com tanto afinco que se fosse possível, leite sairia dos biquinhos. As duas mãos voltaram a cintura fininha apertando e marcando a pele branquela, sua boca subindo aos poucos até a boca da garota.
– Levanta seu vestidinho pra mim? – ele pediu com a lingua rodeando os lábios dela.
Tinha alguma coisa na voz de Louis que deixava Harry embriagada, ela não se sentia capaz de negar nada que o homem pedisse, era como se estivesse ali somente para atender a qualquer pedido que ele fizesse.
E assim ela fez.
Suas mãos impacientes desceram até a barrinha do vestido subindo e enrolando o tecido na cintura, seu quadril ficando todo a mostra. A pele inteirinha arrepiada, tanto pelo ar gelado quanto pelo olhar faminto de Louis em si.
Seus olhos estavam mais escuros se é que isso fosse possível, ele mordia o canto do lábio inferior enquanto mantinha seus olhos presos na calcinha branca dela. O pequeno lacinho no cós deixando o final da barriguinha delicada.
Ele desceu a mão gelada pela barriguinha lisa, os dedos encontrando facilmente o caminho para o meio das pernas. O dedo médio escorregou por cima do tecido da calcinha sentindo-o molhado.
Estava quente e tão molhado que Louis poderia jurar que ela ja tinha gozado. A pocinha de mel fazendo o grelinho ficar durinho contra o tecido. Louis salivava. Sua vontade era de afundar os dedos dentro da calcinha e mergulhar na bagunça molhada que ela tinha ali.
– Porra coração, olha como essa bucetinha tá – ele esfregava os dígitos para cima e para baixo, friccionando a intimidade.
Harry estava nas nuvens. Seus olhos reviravam e suas costas se empurravam na madeira da árvore, sua cabeça jogada pra trás e seu quadril rebolando nos dedos de Louis. Ela queria o contato direto dos dedos de William em si, queria aquele tecido longe dela.
Desceu a mão por entre seu corpo e o do rapaz e com os dedos vergonhosos, puxou a calcinha de lado, o ventinho gelado da floresta batendo em sua buceta melada. Louis mantinha os olhos presos aos olhos dela, hipnotizado pela maneira entregue que tinha a menina pra si.
Ela ainda segurava o tecido da calcinha quando empurrou a mão de Louis de volta em sua buceta, os dedos encostando devagar no grelinho causando um espasmo no corpo dela. A temperatura era ridiculamente diferente, sua bucetinha estava quente e muito, muito melada e os dedos de Louis eram gelados como pedras de gelo.
Mas não foi isso que impediu ela de rebolar o quadril devagar procurando contato. Ele rapidamente entendeu o que ela fazia e preensou o quadril dela com o seu na árvore.
– Desesperada coração? - Louis perguntou apertando a coxa dela disposto a deixar marcas roxas.
Ela chacoalhou a cabeça concordando e logo no segundo seguinte gemeu sôfrego quando Louis voltou a estimular seu clitóris. Os dedos eram grossos e gelados, causavam sensações tão gostosas na bucetinha de Harry que ela podia jurar que gozaria em menos de dois minutos.
Ele descia os dígitos e subia, era uma bagunça molhada e melada. A bucetinha tão escorregadia, liberando cada vez mais daquele suquinho que Louis se sentia sedento pra ter na sua boca.
– Me deixa te provar, Cor? – ele perguntou com a boca colada no pescoço dela. – Me deixa te lamber, por favor?
Harry grudou o pescoço de Louis, ela resmungava rapidamente concordando e permitindo que sim, que Louis poderia lamber ela inteira. Ela o empurrou pra baixo devagar, pelos ombros.
Ele descia lentamente, depositando beijos por entre os peitos, na barriga e quando finalmente seus joelhos bateram no chão ele viu, com um pouco de dificuldade pela falta de claridade, a bucetinha brilhando pra si.
Era tão gordinha, os lábios escondendo o grelinho e porra, brilhava, o melzinho escorria pelos lábios e pelas coxas deixando a pele dali brilhando. Louis engolia em seco de ansiedade pra poder se afundar ali.
Ele segurou no tornozelo dela e a olhou debaixo. – Coloca sua perna no meu ombro, coração.
Ela nem relutou, só abriu a perna a apoiou a coxa sobre o ombro de Louis. A palma da mão grande segurando com força a pele clarinha da coxa marcando seus digitos ali.
Deixou um beijinho na virilha e um nos lábios da bucetinha antes de finalmente afundar a lingua ali. E porra. Era como se fogos de artifício estivessem estourando através de suas pálpebras fechadas.
Louis nem mesmo se lembrava mais de qual era a sensação de estar no céu algum dia, desde que havia sido expulso de lá, mas ter sua língua afundada naquela buceta melada podia facilmente ser comparada com céu.
– Looouuu – ela gemia com as mãos segurando os fios de cabelos de Louis.
Ele explorava tudo dela, sua língua rodopiava sobre o grelinho, descia até a grutinha, e até mesmo seus dentes afiados e branquinhos mordiam de leve os lábios da buceta.
– Que bucetinha mais doce coração. – Louis estava embriagado com o gosto dela. – Olha só como seu gosto é bom.
Ele afundou dois dedos dentro da buceta e recolheu um pouco daquele mel, seus dedos brilhando com a luz da lua, inclinou um pouco seu corpo e mergulhou os dígitos na boca de Harry. Ela chupou com tanto prazer que vincos fundos se formaram em suas bochechas.
Chupava de maneira suja, como se fosse um pau. Tinha os olhos fechados e desgutava do sabor docinho de seu mel.
Louis puxou os dedos da boca dela e aproveitou a saliva pra lubrificar a entradinha da buceta, rodeou o buraquinho e voltou com a boca pro grelinho. A menina gemia descontrolada enquanto a perna sobre os ombros de Louis tremia incansavelmente.
Sem aviso ele meteu os dois dedos naquela buceta molhada. O gritinho que Harry deu foi como uma melodia de harpa para os ouvidos de Louis, era tão apertadinho que ele sentia uma dificuldade enorme em conseguir empurrar os dedos pra dentro dela.
Ele mantinha a boca grudada no grelinho, sugando e babando ainda mais aquela região sensível, as coxas da menina estavam completamente molhadas e babadas. A luz da lua que os iluminava fazia a pele branquela brilhar de tanta saliva e mel.
Seus dedos agora se curvavam buscando aquele pontinho dentro da menina, Louis queria tê-la gozando e tremendo em seus braços, ele não se levantaria dali até conseguir tomar todo aquele melzinho doce que ela expelia.
Sua língua fazia um trabalho árduo rodeando o clitóris e enviando cada vez mais saliva para o buraquinho sedento dela. Louis podia sentir ela contraindo envolta de seus dedos, era uma bagunça quente, doce e com a voz melodiosa de fundo soltando vários gemidos manhosos.
– Oh...L-lou – era tudo que saia da boca dela enquanto suas mãos forçavam a cabeça dele ainda mais contra sua buceta – E-eu acho que....Sua boca pode me levar até o c-céu!
Ela se contorcia dizendo algumas frases desconexas sentindo Louis sugar tudo de dentro de si. Era uma mistura de prazeres, os dedos curvados alcançando seu ponto G perfeitamente, a língua inteiramente molhada e Harry podia jurar que era bem mais comprida do que qualquer outra que já provara. E tinha também a mão que não abandonava de maneira nenhuma sua coxa.
Louis já podia sentir seus joelhos formigarem por estar ajoelhado há alguns minutos, o seu pau pulsava de maneira dura dentro da calça escura e ele poderia gozar somente escutando os sons manhosos que aquela maldita boca fazia.
Ele desgrudou a boca da bucetinha dela, não sem antes deixar um beijo delicado sobre o grelinho para se levantar e ficar na altura dos peitinhos, seus dedos enterrados bem ao fundo da buceta. Eram dedos generosamente grandes e grossos.
Ele foi bruto quando mordeu o biquinho amarronzado para logo em seguida o mamar pra dentro de sua boca, no mesmo instante começou a socar ainda mais fundo e forte os dedos na bucetinha dela. Os barulhos molhados se intensificando na floresta silenciosa, os gemidos aumentando gradativamente junto com as estocadas duras que ele dava com o punho.
– Vamos coração – ele sussurrou sujo no pé do ouvido de Harry – Se derrame nos meus dedos.
Harry abriu os olhos e segurou o rosto de Louis, os olhos esmeraldinos em um tom avermelhado pelo choro manhoso, as bochechas molhadas e os lábios sangrando de tanto serem mordidos. O rapaz foi rápido em passar a língua nos lábios dela para em seguida sugar o inferior pra dentro de sua boca.
No mesmo instante Louis pressionou a ponta do dedo médio no pontinho G dela, foi inevitável o grito que ela deixou escapar. Era alto e tão tão tão manhoso que Louis poderia cair de joelhos e se render a ela pelo resto de sua vida.
Ela tombou a cabeça para trás não se importando com a dor de ter os lábios puxados da boca de Louis, ela só se importava com a sensação gostosa que se espalhava por todo o corpo dela, o formigamento dançando por cada pequena parte de seu corpo e seus olhos tremendo por debaixo das pálpebras.
– Louis!
Ele estava maravilhado.
– Isso Cor. Molhe ainda mais os meus dedos.
Os movimentos dele não cessaram enquanto ela tremelicava encostada na árvore, sua cabeça ainda tombada mas agora com a boca aberta em O perfeito. Ela parecia estar fora de si, era quase como se estivesse anestesiada.
Louis beijava o pescoço dela carinhosamente, chegando perto do maxilar inspirando o cheiro doce do perfume com o gostinho salgado do suor que já escorria. Subiu seus lábios até os da menina beijando delicadamente, tinha medo de que ela quebrasse.
Tirou os dedos de dentro dela e antes que pudesse fazer qualquer movimento sentiu as duas mãos dela se prendendo em seu pulso trazendo os dígitos babados até sua própria boca. Ela sugava de maneira suja os dedos que alguns segundos atrás estavam enterrados na sua buceta.
– Vadia suja. – Louis com a mão livre bateu no rosto dela arrancando um riso malicioso dos lábios rosas.
Ainda chupando seus dedos ela desceu devagar a mão até o cacete e apalpou por cima do tecido da calça. A cabecinha formando uma poça de pré-porra no tecido a deixando sedenta.
Sem esperar abriu a braguilha da calça, impaciente puxou pelo buraco do zíper o pau liberando-o do aperto da cueca. A pouca iluminação impedia Harry de ver o falo com tamanha clareza mas ela sabia que era grande. Bem grande.
Seus dedos não se fechavam na grossura do pau. As veias eram saltadas, a cabecinha tão vermelha e grande que Harry salivava pra colocar na boca. Em um segundo parou de chupar os dedos só pra formar um biquinho em seus lábios e cuspir sobre o pau dele.
A saliva caindo diretamente na extensão servindo de lubrificação pra que ela subisse e descesse a mão desde a base até a cabeça.
– Porra, coração. – ele tombou a cabeça sobre o peito dela suspirando sôfrego sentindo a punheta gostosa.
Ela sabia como apertar, rodava o punho e passava devagar a ponta do polegar sobre a cabecinha provocando ainda mais o rapaz a sua frente. Era pesado, ela podia sentir em suas mãos o peso, a grossura e o quão gostoso ele deveria ser.
Vez ou outra fazia movimentos mais rápidos causando barulhos molhados e gemidos grossos em sua orelha. Louis era sensível ali. Desceu a mão até a base em um movimento lento, e devagar subiu até a cabecinha de novo, o polegar provocando a glande arroxeada.
Ela sentia o pré-gozo saindo em sua mão conforme esfregava a pontinha do pau de maneira delicada, seus dedos provocando tanto Louis que o corpo dele tremelicava encostado no seu. Estava absorta brincando com o cacete que não percebeu quando Louis levantou a cabeça de seu peito, agora ele segurava suas bochechas formando um bico em seus lábios.
Seus olhos estavam escuros como a floresta.
– Para de me provocar, sua putinha – ele disse duro com a voz baixa – Agora abre a boquinha pra mim
Harry nem pensou duas vezes. A voz de Louis tinha efeitos sob si. Com dificuldade por ele estar segurando suas bochechas ela abriu a boca e manteve seus olhos abertos conectados ao dele. Sua mão masturbando o cacete dele.
Viu Louis formar um bico e em seguida cuspir em sua boca, a saliva caindo diretamente em sua língua.
– Engole, Cor. – e foi o que Harry fez.
Obedecendo como um fiel obedece ao seu Deus. Engoliu a saliva de Louis e em seguida colocou a língua pra fora mostrando que havia engolido como ele tinha pedido.
– Meu coração obediente. – ele beijou a bochecha dela e soltou um resmungo sentindo a punheta aumentar a velocidade mais uma vez. – Chega de me punhetar. Vira de costas pra mim e apoia as mãos na árvore, amor.
Harry não sabe se foi o primeiro ou o segundo elogio que fez seu coração pular um pouquinho mais rápido, mas ela foi rápida em se virar de costas como Louis havia pedido, as duas mãos apoiadas na madeira da árvore.
– Empina pra mim.
Louis ordenou colocando a mão no final da coluna dela. O fio da calcinha enterrado entre as bandas gordinhas da bunda, ele não se segurou antes de espalmar aquela carne branquela arrancando um gritinho surpreso da menina. Puxou a calcinha de lado mais uma vez e segurou o vestido dela pra cima da cintura.
O cuzinho piscava buscando contato. Ela estava sedenta.
Ele formou um biquinho e cuspiu ali, a saliva quente escorrendo desde a entradinha até a buceta já molhada. Com o dedo médio e o anelar provocou a entradinha da menina, rodeou devagar e desceu novamente até a bucetinha mergulhando na bagunça molhada.
– Por favor, Lou – ela choramingou olhando para trás vendo o rapaz a provocar.
Louis sorriu malicioso ainda brincando com a bucetinha dela. Sua outra mão punhetava seu pau, o lubrificando o suficiente pra entrar nela. Devagar encostou a glande de seu pau na buceta molhada dela e pode subir aos céus.
A buceta molhada babando em seu pau e fazendo seus olhos se revirarem.
– Cacete, que buceta molhada coração. – ele esfregava sua cabecinha em toda a bucetinha, desde o clitóris até o começo do cuzinho, apenas a provocando sem realmente penetrar.
Ela tremia cada vez que a glande gorda raspava em seu grelo, era uma sensação tão gostosa que ela não conseguia segurar os gemidos. Ele ficou ali por mais alguns segundos apenas esfregando seu pau na buceta dela, provocando-a como um demônio realmente.
– Posso colocar meu pau na sua bucetinha, coração? – ele perguntou levando uma das mãos até os cachos dela enquanto encaixava a glande no buraquinho apertado da buceta.
A menina nem pestanejou, acenou positivamente, estava impaciente esperando que Louis finalmente colocasse aquele pau dentro dela.
– Será que você vai aguentar ele inteirinho?
Sua voz era lenta da mesma forma que sua glande entrando na buceta dela. Era fodidamente apertado, Louis sabia disso, seus dedos ficaram apertados naquele buraquinho, imagina seu pau que era cinco vezes maior.
Ela tombou a cabeça pra frente gemendo sôfrego. Louis era bem dotado e Harry tão apertadinha. Ele sabia que ela sentia um incômodo conforme ia empurrando seu pau, por isso desceu a mão em direção ao grelinho dela, os dedos fazendo um trabalho rápido em masturbar ela.
Seu pau não havia entrado nem pela metade e Harry já sentia como se estivesse sendo rasgada ao meio.
– Caralho, Lou – ela gemeu sentindo suas paredes abrigarem Louis. – Você é tão grande na minha bucetinha, senhor.
Louis gemeu pelo "senhor" e empurrou um pouquinho mais do seu pau, conseguindo finalmente entrar pela metade. O restante ele masturbava impaciente com a mão, não duraria muito naquele buraquinho apertado e quente.
– Mas a sua bucetinha vai me aguentar, não vai coração? - ele perguntou inclinando seu corpo continuando a masturbar o clitóris. – Você é muito boazinha, vai me aguentar inteirinho na buceta.
Ela chacoalhava a cabeça quase como se estivesse inconsciente de qualquer coisa que fazia. Sua buceta queimava pela sensação de ter algo tão grande entrando em si, mas ela aguentaria Louis inteiro.
Louis voltou a ficar ereto atrás dela só pra cuspir em seu comprimento e empurrar um pouquinho mais dentro dela, seu pau quase inteiro abrigado naquela buceta apertada. O cuzinho piscava pro nada, era tanto prazer que a menina sentia estando tão entregue a Louis que seu corpo inteiro dava todos os sinais.
Seus dedos não abandonavam de maneira nenhuma o grelo dela, fazendo movimentos circulares a todo momento só pra ouvir ela gemer cortado. Sua outra mão foi rápida em juntar saliva na ponta dos digitos e levar até o cuzinho.
Ele rodeava a entradinha que piscava procurando contato, ele enfiou a pontinha do dedo indicador devagar sentindo da mesma forma que sentia em seu pau o calor gostoso de dentro dela.
– LouLouLou – ela gritava baixinho – Por favor, coloca tudo de uma vez, eu vou te aguentar.
Louis sabia que ela não aguentaria tudo de uma vez mas foi rápido em dar uma estocada enfiando todo seu pau. A ponta da glande batendo na entrada do útero tirando um grito manhoso da boca dela.
– Caralho! – foi tudo o que saiu da boca dele quando seu pau estava todo dentro dela.
Era sufocante o aperto que ela dava em seu pau, ele se movimentou pra fora respirando fundo, deixou só a pontinha dentro dela pra em seguida voltar com o pau todinho. O corpo solavancava na árvore e provavelmente as mãos ficariam arranhadas, mas Harry não se importava com isso, tudo o que ela queria era continuar sentindo Louis dentro de si.
Os dedos estimulando seu grelinho, a outra mão abusando de sua entradinha e seu pau fazendo um otimo serviço em bater todas as vezes na parede de seu útero. Era tão grande, nenhum outro homem havia alcançado um ponto tão longe dentro de si assim como Louis fazia.
Quando os gemidos passaram a ser somente de prazer Louis tirou a mão do clitóris e a subiu em direção aos cabelos. Enroscou no meio dos cachos achocolatados e puxou a cabeça dela pra trás.
Os olhos vermelhos, o nariz com a pontinha tão vermelha que podia ser comparada com o sangue que escorria de seus lábios mordidos, lábios esses que estavam abertos sem emitir som nenhum. Louis puxou a cabeça até que seus lábios encostassem na orelha dela.
– Era assim que você queria coração? – ele perguntou sacana afundando o pau nela junto com os dois dedos na entrada. – Assim que você queria que eu fizesse com você, hum?
Ela estava aérea, seus olhos fechados e quando se abriam eram só pra se revirar. Louis estava da mesma forma, não aguentaria mais tanto tempo assim socando naquela bucetinha, ela era gostosa demais.
– Lou.....Hum – sua voz era entrecortada toda vez que Louis afundava o caralho dentro de si.
Ela queria dizer algo, mas as estocadas começavam a ficar mais brutas e era quase impossível formular uma frase tendo sua buceta comida dessa forma.
– Me dá s-sua mão Lou – ela pediu segurando o pulso que ele agarrava os cabelos.
Devagar e quase sem jeito ela levou a palma da mão até a parte debaixo de sua barriga e segurou ela ali. Louis estocou seu pau ao fundo e sentiu a protuberância se formando ali, seu pau alcançava o baixo ventre tão facilmente.
– Tá sentin-do? – ela gemeu sôfrega e entrecortada – Sente o quanto o seu pau vai fundo em mim, Lou
– Porra.
Louis estava fora de si. Começou a estocar ainda mais rápido com os quadris, ondulando vez ou outra só pra acertar com sua glande o ponto G e fazer a menina tremer, os dedos abusando da entradinha saiam e entravam na mesma velocidade que o pau estocava sua buceta.
O vento gelado da floresta já não incomodava mais os dois que estavam suados e em outra dimensão provavelmente. O céu que estava totalmente escuro, já começava a tomar algumas cores mais claras pela manhã que se aproximava.
William tinha uma coisa em mente, fazer seu coração gozar de novo pra enfim poder esporrar todo seu leite nela. Ela tremelicava as pernas e se não fosse a mão de Louis segurar os quadris enquanto a fodia na boceta e no cuzinho, ela provavelmente teria desabado a tempos.
– Vamos amor, goza mais uma vez. – Louis pediu mantendo os dedos dentro dela e voltando a meter o pau mais rápido.
Os quadris batiam e causavam um barulho satisfatório na floresta silenciosa, qualquer um que passasse por perto escutaria o som da maliciosidade.
Harry curvou todo seu corpo, suas mãos se prendendo em seus tornozelos, sua bucetinha ficando ainda mais exposta pra Louis fazer o que quiser. E ele fez.
Levou dois dedos até o grelo e voltou a masturbar na mesma velocidade das socadas que dava, os dedos no cuzinho iam e voltavam tão rápido que Louis teria dor no braço posteriormente.
– Own...LouisLouisLouis – Harry começou a gritar e com mais duas estocadas brutas que Louis deu em seu pontinho ela simplesmente esguichou.
Isso não impediu Louis de continuar metendo seu pau bem ao fundo enquanto segurava os quadris dela, prolongando ao máximo o segundo orgasmo da noite da garota.
– Isso coração, molha todo meu pau.
Louis sentia sua pré-porra saindo aos montes junto ao liquido transparente que ela jorrava da buceta. Demorou alguns segundos pra que as coxas parassem de tremer e o suquinho finalmente parasse de escorrer pelo buraco da buceta.
O pau de William estava mais molhado que o normal quando ele tirou de dentro dela. As veias extremamente saltadas e a glande arroxeada por estar a tanto tempo segurando seu orgasmo.
Ele punhetou seu pau observando a buceta de Harry extremamente vermelha e abertinha, piscando com sinais claros ainda do orgasmo recente. Mesmo inconsciente ela se virou e se ajoelhou diante de Louis.
Os olhos pequenos e molhados. Juntou suas pernas e apoiou as duas mãos nas coxas alcançando o pau de Louis com a boca, a glande batendo em seu lábio rosa e o sujando com o pré-semen.
Ela abocanhou o que conseguiu e começou a massagear com a lingua as veias que contornavam toda a extensão vermelha daquele pau. O canto de sua boca doia pelo tamanho exorbitante do caralho.
Desceu mais sua cabeça e conseguiu chegar até a metade quando engasgou soltando uma quantidade absurda de saliva ali.
– Putinha. – ele segredou jogando a cabeça pra trás, a saliva que escorria da boca dela sujando a calça social dele.
Disposta a tê-lo esporrando em sua boca ela enfiou o que conseguiu na boca e se concentrou em respirar pelo nariz, o peito subindo e descendo rapidamente e os olhos aguando ainda mais. Sua lingua rodopiava em toda a extensão enquanto se mantinha presa ao pau grosso.
Puxou a cabeça e sugou a glande com força formando vincos em suas bochecha. Aquilo foi o estopim pra Louis.
– Cacete coração.
Foi tudo o que ele conseguiu dizer antes de simplesmente começar a esporrar dentro da boca de Harry. Essa que mantinha a glande na boca como se fosse um pirulito dos mais doces que já provara.
Resquícios de porra começaram a escorrer pelo canto dos lábios de Harry enquanto Louis maturbava toda a extensão em um estado de êxtase extremamente agitado. Aquela veia em seu pescoço estava saltada e seus olhos fechados com força.
Harry manteve a boca no cacete até que a última gota pingasse em sua língua e Louis finalmente abrisse os olhos. Eles estavam em um azul claro, como um céu amanhecendo. Ele admirou a menina de cima e viu o momento em que ela engoliu todo seu prazer em seguida colocou a lingua pra fora pra mostrar que estava completamente cheia dos pecados dele.
– Seu pecado é doce Louis. – foi o que ela disse passando a mão no que havia escorrido em seu pescoço chupando o dedo em seguida.
Louis acreditava que estava delirando.
– Filha da puta. – ele sussurrou e puxou ela pra cima colando os lábios em um beijo doce.
Os dois ficaram uns bons segundos com os lábios grudados, as línguas rodando juntas e procurando dominância na boca um do outro.
Agora ela ajeitava a calcinha e descia o vestido, com a luxúria indo embora do corpo o vento da floresta voltava a arrepia-lá.
– Te machuquei? – ele perguntou preocupado enquanto fechava o ziper da calça e pegava o sobretudo no chão.
Harry segurou o rapaz pelas bochechas e negou prontamente. – Nunca me senti tão bem depois de uma discussão com meu pai.
Louis negou com a cabeça soltando um riso fraco pelos lábios. Passou o casaco pelas costas de Harry e prendeu na frente do corpo dela.
Os raios do sol já apareciam bem de leve no horizonte, as olheiras da garota se mostrando tão fundas quanto as de Louis.
– Você precisa ir pra casa coração. – a abraçou e beijou os cabelos que estavam suados. – Prometa que irá comer e descansar.
Harry ergueu a cabeça e concordou com um brilho forte em seus olhos.
– Você também precisa descansar, pode ir comigo pra casa pra comer algo...
Louis a olhou com os olhos pequenos.
– Você sempre saberá onde me encontrar coração. – William selou a testa, o nariz e em seguida os lábios. – Agora vá, estarei te vigiando daqui.
Ele virou o corpo dela e deixou dois tapinhas nas costas indicando que Harry deveria seguir seu caminho de volta pra casa. Se sentou na mesma pedra em que ela estava sentada quando Louis apareceu de madrugada e apoiou o queixo na mão.
Harry virou mais uma vez e observou o rosto branquelo de Louis. Jogou um beijo no ar e devagar foi dando alguns passos de volta para sua casa.
Louis continuava ali, observando devagar a menina se afastar. O vento atravessou a clareira e fez as folhas dançarem ao redor de seus pés. As penas escondidas sob o tecido estremeceram como se também relutassem em deixá-la partir.
Harry cruzou a última curva da trilha.
– Boa noite, cor meum. – ele sussurrou sabendo que ela não o escutaria.
No instante seguinte a pedra ficou vazia. Restou apenas o balançar das árvores, como se ele nunca tivesse estado ali naquela noite.
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o que acharam!?














