If the shoe fits, walk in it till your high heels break. And I fell from the pedestal, right down the rabbit hole, long story short, it was a bad time.
—— MARJORIE HARKNESS?! Por aqui ela é mais conhecido como THE GREGARIOUS desde que se mudou há CATORZE ANOS. Os turistas costumam confundi-la com ELLIE BAMBER, mas ela não passa de uma GUIA DO HAGAR QIM de VINTE E DOIS anos.
Marjorie veio para Valleta com seus oito anos, vindo da Inglaterra com sua mãe, irmão e avó para tentar uma vida mais calma e melhor, aproveitando a rica história do pequeno país, para sua mãe como uma historiadora trabalhar.
Enquanto a mãe era apaixonada pelas histórias dos países, Marj era apaixonada pela ficção, principalmente por histórias em quadrinhos, a menina começou desde muito nova a criar suas próprias de todos os tipos, onde era muito apoiada pela família, sendo seu sonho seguir com isso para a vida, enquanto ganhava diversos concursos na escola com suas histórias. Para Marjorie era uma satisfação quando não havia ninguém para a cuidar em casa e então tinha que acompanhar sua mãe no trabalho, tentava aprender ao máximo o que conseguia e criava alguma história em quadrinho com aquilo.
Com seus quinze anos quando mesmo com a vida simples, não tinha nada para reclamar, o pior aconteceu, em um dia depois da escola enquanto terminava de ilustrar uma história, a ligação da polícia para informar que a mãe da garota havia sofrido um acidente de carro e estava agora no hospital, mudou sua vida. Após três dias de extrema preocupação por tentarem salvar a vida da mulher, ela acabou não resistindo e faleceu. Tudo havia desmoronado para sua família, ver o desenho inacabado em sua escrivaninha fez ela desistir de vez de continuar com isso, por sentir a forte ligação da sua mãe e não conseguir lidar, desde então nunca mais criou nada.
Tentou se manter forte com o tempo, seu irmão mais velho que antes sempre fora muito próximo da garota, tinha se afastado completamente desde o acontecimento, e assim que pôde se mudou, por mais que tivesse a avó se sentia completamente sozinha por ter perdido sua mãe e praticamente seu irmão também. Marj continuou estudando e trabalhando com o que conseguia para ajudar em casa agora que era só as duas.
Sempre tentou não perder totalmente seu jeito, acabando por ficar ainda mais expressiva, não é difícil saber o que ela está sentindo no momento por não tentar disfarçar, mesmo que as vezes não goste de falar os motivos por estar daquele jeito. Sendo bem extrovertida, sente a necessidade de não ficar muito tempo sozinha, passando muito do seu tempo livre conversando ou saindo para onde for com seus amigos ou qualquer pessoa que ela encontre, muitas vezes a tornando um tanto impulsiva em suas decisões, por não pensar muito antes de aceitar as coisas.
Já tinha ouvido falar da cabine misteriosa em frente ao Palácio do Grão Mestre, e sua curiosidade foi o suficiente para fazer Marjorie ir até o local para ver com seus próprios olhos e entender do que se tratava. Assistiu por um tempo as pessoas entrando na cabine, vendo que saíam com algo que parecia muito apenas uma cabine de fotos normal, mas se fosse isso pra que tanta comoção assim? Com isso em mente resolveu entrar na fila, precisava saber o que era, sua mente imaginando diversas possibilidades melhores, algumas até impossíveis, se fossem apenas fotos sairia decepcionada dali. Esperou na fila até enfim chegar chegar sua vez, olhando tudo com atenção, percebendo a televisão e aparecendo nela a primeira pergunta, ao menos não era uma cabine normal de fotos.
Qual é sua maior habilidade?
Franziu o cenho confusa automaticamente ao ler. Quase desistiu e saiu, não fazia ideia de suas habilidades, talvez soubesse uma coisa ou outra, mas nada que pudesse considerar como a maior habilidade, a não ser é claro, sua habilidade com ilustração, mas sentiu o gosto amargo apenas em pensar que essa poderia ser a resposta. Porém se deu por vencida por não achar nada mais para responder, e sua curiosidade em entender o que era a fez ficar, tentou simplificar a sua habilidade ao responder, não queria se aprofundar. “Desenho.”
Como você a aprendeu?
“Como qualquer criança aprende.” falou com certa irritação tomando sua voz. Não era a resposta exatamente certa, havia se dedicado muito para aprender, mesmo sem condições de ter aulas particulares, aprendia como podia e com o que achava disponível, aprendendo técnicas, se inspirando em ilustrações dos quadrinhos que gostava e aprendendo seu próprio estilo a partir disso.
Você a desenvolveu?
“Sim.” respondeu simplesmente. Havia realmente desenvolvido muito, afinal usava daquilo para contar histórias, as vezes apenas desenhos já contava o que ela queria passar, outras, eram histórias em quadrinhos completas, tentava melhorar cada vez mais antes de parar de vez com isso.
Se sim, como?
”Desenhando.” novamente a resposta direta e sem explicação, se sua avó estivesse ali certamente a repreenderia pela falta de educação. Verdade era que poderia falar por horas sobre todas as formas que desenvolveu, não era apenas desenhar, pois aprendeu muito sobre escrita criativa para contar suas histórias, então havia muitos meios que ela havia utilizado para desenvolver o máximo.
Você trabalha em algo em que usa sua habilidade?
”Não.” suas falas saíam de maneira birrenta, como ficava quando se sentia irritada e incomodada por estarem invadindo seu espaço mais do que deviam. De qualquer forma estava realmente longe de ao menos tentar trabalhar com isso.
Se não, por que não?
”Porque não.” considerou que não precisava dar explicações para isso, o que diria? Que sua mãe ter morrido havia sido um trauma tão grande que fez com que ela nunca mais conseguisse fazer o que mais amava por sentir a forte ligação com ela e isso for demais para a ruiva? Que mesmo depois de anos não tinha superado isso, pois nunca nem tentou de fato superar já que se tentasse doía mais do que ela queria e conseguia lidar?
Sua habilidade se relaciona com seus sonhos?
Se já estava achando extremamente desconfortável aquelas perguntas, tudo piorou aí, apertou os dentes tentando se manter calma. Trocou o peso do corpo de um pé para o outro, sentindo sua respiração pesar, a habilidade se relacionava sim com seus sonhos, trabalhar em uma editora onde pudesse ser ilustradora de histórias em quadrinhos, ou melhor, poder fazer as suas próprias, desde a escrita até o desenho, entre tantas outras opções de coisas que poderia fazer com sua habilidade, mas sonhos esses que havia desistido e enterrado a muito tempo atrás, e nunca havia os substituído, achava ter nenhum sonho em sua vida mais. Respirou fundo antes de tentar responder algo que a distanciasse da verdade. “Não.”
Quanto custa seu sonho?
Estava sentindo como uma tortura, poderia ter ido embora sem terminar, mas algo a fez ficar ali, encarar aquelas perguntas por mais ruim que fossem parecia a chamar para ela própria refletir e pensar nas coisas que tanto evitava lembrar. Sentiu seus olhos marejarem ao ler a pergunta que havia surgido, mas ao ver isso se controlou, secando rapidamente os olhos, não poderia chorar ali. Seu sonho custava se libertar de todo aquele trauma, mas isso era dolorido, não sabia ao menos se um dia conseguiria superar tudo o que deveria, sentia até certa culpa em pensar nisso, como se significasse que estaria abandonando sua mãe, que estivesse seguindo em frente sem ela e por mais que soubesse que isso era o certo, sentia como se fosse errado. Novamente porém, deu uma resposta direta e não verdadeira, não iria falar sobre essas questões com uma cabine qualquer. “Nada.”
Finalmente as perguntas acabaram, demorou um tempinho até se recompor e conseguir sair da cabine, de cabeça abaixada extremamente chateada. Percebeu o papel com as fotos que foram tiradas, tirou ele rapidamente tapando as imagens para que ninguém visse e se afastou rapidamente, então realmente tinha fotos na cabine, pensou, mas agora ela desejava que fosse uma simples cabine de fotos normais como havia temido no inicio.
Ao ter se afastado parou para olhar o papel em suas mãos, a primeira foto marcando sua curiosidade, seguindo para o susto das perguntas e logo para expressões mais irritadas, mesmo que fosse muito difícil da garota se irritar normalmente, mas engoliu em seco ao ver o final quando quase havia chorado. Não entendia ainda para o que era aquelas perguntas e fotos, e se eles tinham gravação da pessoa ali dentro e fossem fazer algo com aquilo depois, odiaria se alguém visse, para alivio de consciência considerou que eles não ficariam com nenhuma cópia das fotos ou gravação da imagem dela. Queria colocar fora aquele papel com as fotos, mas não quis deixar em um lixo por ali, então apenas guardou na bolsa para depois dar um jeito em casa, logo começou a andar, seguindo para voltar para casa, não queria mais ficar ali, precisava ficar sozinha, outro sentimento que a ruiva geralmente não sentia, mas aquela simples cabine havia trazido mais á tona do que ela desejava.
O sorriso era largo ao chegar com a pizza após ter a pego na porta do apartamento de @linkwst . "Tá sentindo? Deve tá muito bom." comentou ao abrir a tampa da caixa e sentir o cheiro dela, após ter entrado novamente no quarto. Largou em cima da cama, sentando de frente para o outro. "Ok, agora temos a única coisa que faltava que é a pizza, temos as cartas para jogar e isso significa que estamos prontos para..." Apontou para ele para que completasse sua fala do que haviam tido ideia de fazer essa noite. Logo pegou um dos pedaços da pizza que veio já fatiada. "Vai ser bem sexy." falou ainda com a boca cheia, era uma brincadeira, pois considerava que strip poker com pizza fosse uma combinação perfeita.
“sabe do que mais você devia ser guia, marj? da minha vida, por favor, dá um jeito nela por mim.” dramatizou em uma voz manhosa, soltando um grunhido insatisfeito antes de deixar uma risada escapar, mostrando brincar; bem, ainda que tivesse um fundo de verdade em suas palavras. “ok, soa divertido, acho que meu instagram não vai sentir tanta falta assim de mim.” e precisava aliviar um pouco a mente das várias informações que a rede social bombardeava sua cabeça todo dia; nunca pensou que diria isso, mas estava cansado daquilo. assentiu, mudando a rota do gps então para que pudessem ser guiados até o hotel próximo ao bar. “perfeito, eu não tô com muita fome, na real.” por mais que normalmente mentisse para não comer, realmente não estava; oras, marjorie o pegara com vários donuts já devorados aquela manhã. “você sabe que comi já horrores hoje, mas te acompanho, o que tem nesse restaurante, aliás?”
“Sim! Eu guio a tua, dou um jeito nela e tudo e assim vou gastar tempo pra não precisar guiar a minha própria, é lucrativo pra nós dois.” falou com um tom orgulhoso, a ideia de lidar com a vida alheia em vez da sua era bastante atrativo, pensou que se talvez cada um guiasse a vida do outro, as coisas iriam se resolver mais rápidas do que eles mesmos estavam conseguindo. “A vida fora do celular é bem divertida quando bem aproveitada, nem você nem tuas redes sociais vão morrer não se preocupa.” lançou um olhar com um sorriso para ele, mesmo que ela usasse internet apenas como entretenimento e não como trabalho como James, sentia que pausas dela sempre eram boas, quando juntava com trabalho, imaginava que deveria ser ainda mais necessário um tempo. “Mas até a gente chegar vai ficar perto da hora do almoço, você pode comer uma salada.” por ser um preto leve de se comer, considerou ser uma opção plausível, pelo pouco que havia aprendido sobre nutrição, sabia que não podia ficar sem comer. “Era uma torre de vigia, uma das torres De Redin, depois foi feita toda uma bateria de artilharia em volta dela, daí transformaram em um restaurante.” provavelmente havia ouvido o que era por sua mãe ter a dito algum dia, mas não pensou muito nisso, continuou dirigindo para que chegassem no hotel e pedissem o quarto para que deixassem suas coisas e pudessem seguir para o restaurante.
“eu já vi usarem, então…” deu de ombros. “você acha chique? não sei, eu achei meio nome de velha, mas… talvez só seja eu sendo chata. ou todo mundo errou, imagina?”
“Eu acho bonito mesmo Angel.” assentiu com a outra, sorrindo em divertimento ao ouvir ela em seguida. "Eu gosto de pensar que nomes de velhas é chique, tipo Marjorie, quem se chama Marjorie hoje em dia que não tenha setenta anos, além de mim? Então eu me contento pensando que não são nomes de velhas, são nomes antigos então trás uma classe."
“vai ter uma foto da minha queda… tipo, fiquei tanto tempo sem comer que desmaiei, sabe?” riu da própria piada, esperando que ela não achasse muito pesada. “ah, nesse caso, é melhor ficar fora do álbum… a menos que você queira fora do álbum. quer dizer, ainda posso tirar a foto e te mandar depois. já estamos aqui mesmo… e podemos disfarçar também.”
“Então, só seria prejuízo, imagina o caos que seria a fotógrafa desmaiando no meio da festa, em um momento importante ainda!” falou em um tom como se realmente pudesse acontecer aquilo no momento, mesmo que em brincadeira. “Exatamente, mas eu aceito então se quiser tirar uma e mandar depois, não é sempre que vou ter alguma foto de qualidade, não posso negar a oportunidade.”
“Eu achei que no começo seria alguma coisa tipo, deixar a fralda num cesto e ficar pintando o rosto da grávida caso ela errasse o presente de cada um” deu de ombros, imaginando que pouco era possível se divertir em um chá de bebê, sendo surpreendida pela criatividade da festa “Sim! Eu queria muito que minha mãe tivesse me dado um nome mais normal ao ponto de ter um aplicativo com meu nome. Mas bom, eu posso criar meu próprio aplicativo” cogitou mesmo que na brincadeira, afinal não tinha nem ideia como começar “E aí, você já sabe onde tem os melhores docinhos ou bebida?”
“Clássico realmente, eu gosto desses chás porque pelo menos durante todo esse tempo eu passo comendo todos os salgadinhos possíveis que tem, daí pensa, tem o tempo de todos os presentes pra abrir, é muita coisa que como.” considerava que chá de bebês servia para isso, comer tudo que desse, pois nunca havia muito o que fazer, aquele ali pelo menos havia a surpreendido. “Agora pensando bem, eu também queria, tipo a gente podia se chamar Alexa, pensa que interessante se fosse? Mas infelizmente temos nomes sem aplicativos nenhum.” deu de ombros em uma desanimação de brincadeira, sorrindo em seguida com a fala seguinte dela. “Essa mesa aqui do lado tem uns docinhos bem bons, já tinha comido uns.”
“claro, um belo nome pra sofrer bullying no colégio.” lincoln estava muito irritado com aquele jogo de palavras, porque descobriu ser péssimo naquilo. “mas menino ou menina, a gente não ia acertar nada,” gesticulou para as roupas que usavam. “as pessoas não tão entendendo que isso aqui é verde ainda, se eu acertar vou ficar bolado, mas se eu errar, até que não vai ser tão ruim.” colocou mais um salgado na boca e tentou dar outra chance ao caça palavras, espremendo os olhos para tentar ler algo que fizesse sentido; desistindo logo depois. “marj, isso é muito difícil, eu não consigo achar nada que faz sentido, vamos fazer outra coisa.”
“Atire a primeira pedra quem nunca sofreu por qualquer motivo aleatório.” respondeu com um tom humorado. Teve que assentir com a fala seguinte dele, dando uma breve risada com a reclamação de que não estavam entendendo a cor da camisa do outro. “Eu posso não acertar, mas também não vou errar. Só que não se preocupa com isso, pega paletas de tons de verde pra ver a quantidade enorme que tem e vários parecidos com azul, eles só não entendem de cores.” deu de ombros, indo tomar um pouco de sua bebida enquanto via a vez dele de tentar achar um nome, deixando um sorriso quando ele quis parar, o olhando. “E você acha que os que eu to falando faz algum sentido? Eu só pego letras aleatórias e monto.” inclinou a cabeça ao voltar a falar. “Tenta, você consegue qualquer um, se não der você pode escolher a próxima coisa que vamos fazer.”
“Bem, então espero que você tenha mais sorte no próximo. Não com ele, mas com outra pessoa.” Desejou ainda com o sorrisinho nos lábios. Se Jason estivesse no lugar dela provavelmente teria começado uma briga com o cara ali mesmo, já que se havia algo que ele precisava era atenção. “Onde você conheceu o cara? Algum aplicativo?” Perguntou com curiosidade. “Ok, espera aqui.” Disse, dando alguns passos de volta até a porta, mas não foi muito longe, apenas estendendo o braço para uma mesinha ali perto para pegar a cestinha de batata-frita que separou pra si. Voltou pra perto de Marj, estendendo-a a comida. “Arrisco dizer que essas são as melhores da cidade.”
“Valeu, se eu parasse pra analisar bem ele não parecia uma boa opção desde o inicio mesmo, mas em um próximo eu cuido melhor.” falou com um sorriso divertido, por mais que não se importasse em falar sobre aquilo, estava levemente chateada com o encontro falho então preferia falar com certo humor. “Tinder.” respondeu fazendo uma careta como se esperasse algum julgamento. Esperou ele ir pegar as batatas, dando um sorriso animado no final. “Uh, eu nunca comi as daqui, vai ser um teste então.” falou já pegando uma e comendo. “Não consegui ver o sabor se é a melhor, vou ter que pegar outra.”
“olha só quem decidiu ser minha guia turística por aqui…” seu tom estava banhado em divertimento ao responder, as íris cor de avelã pousando nela por um tempo enquanto o carro deslizava pela rua até a próxima cidade. “e que coisas são essas que a gente vai fazer, aliás?” tinha curiosidade genuína no seu indagar, afinal, havia várias atividades atrativas em sliema, e estava ansiando para tal coisa, visto precisar de uma distração agora. deixou um suspiro decepcionado escapar pela ideia de manter-se distante das redes sociais, mas ela estava certa, provavelmente seus dedos o levariam para algo que não deviam, então pegou o aparelho da amiga para pesquisar alguns hotéis por perto onde poderiam ficar. “tem um hotel perto da praia daqui… e outro perto de um clube que falam bem, qual vai ser?” pausou por um instante, elevando o olhar do que lia para a amiga. “eu voto no mais perto do álcool, óbvio.” oras, se não podia se empanturrar de comida após o término, iria se encher de bebida, parecia uma escolha justa.
"Eu basicamente sou uma guia mesmo né, se posso ser guia de um lugar, posso ser de Malta toda." concluiu, mesmo que houvesse diferença em ter conhecido o Hagar Qim para poder trabalhar lá como guia, do que as coisas que lembrava que havia aprendido sobre as cidades vizinhas. "Temos bares, festas, teatro, mergulho e essas outras atividades de água pra fazer, praias diferentes da de Valleta..." por mais que parou de falar, deixou no final entendido que havia mais coisas, sabia que por aquelas cidades tinha muitas atividades que eles poderiam fazer. Ouviu as opções de hotel depois do outro ter procurado, dando uma risada com pelos pontos que era próximo e qual deles foi votado pelo outro. “Praia a gente vai de carro sem problemas, vamos no mais perto do álcool então.” concordou, pensando no que poderiam fazer em seguida. "Podemos ir pro hotel, largar nossas coisas lá, daí a gente vai almoçar com calma, já tá perto da hora, tem um restaurante que eu queria conhecer que é bem legal.”
“você gostou do nome?” comentou com @marjknss ao se aproximar, curiosa para saber o que as pessoas acharam. “eu confesso que achava que era angel esse tempo todo… bom, até ouvir as pessoas falando angela, aí tudo ficou bem diferente.”
“Uh, Angel é lindo não é? Mas é comum usarem como nome mesmo?” refletiu por um momento, tentando achar pessoas que conhecia chamadas de Angel. “Eu nem angel tinha achado lá pra ser sincera, e olha que tava tentando tudo que é nome, mas gostei bastante de Angela, da um ar tipo chique acho.”
“esse é o espírito! lembra também do all star que é bom também, só as mais famosas que voltam e tentam ganhar a coroa.” mexeu as mãos como se fizesse uma coroa em cima da cabeça. “marca de maquiagem em iraniano que se chama só maquiagem, aí eu nem preciso pensar muito.” nem sabia se a língua do irã era essa ou árabe, mas continuou falando besteira. “teatro de escola pode salvar vidas, fica aqui a lição pra por nossos descendentes no clube.” com o que a outra levantara, tentou lembrar do seu guarda roupas e concluiu “eu acho que teria que comprar coisas novas também, eu tenho muita peça rosa… mas isso daria um bom vídeo! ‘me transformei numa e-girl’ pra marcar essa nossa era.”
“Ok, é muita coisa pra ver, mas um dia da certo e eu consigo ver tudo isso, só se eu odiar de primeira, mas eu acho muito improvável que eu não vá gostar.” tinha um péssimo senso critico para as coisas que via, geralmente acabava gostando de tudo sem muitas opiniões profundas. “Eu achei bastante conceitual, tá decidido então!” concluiu como se tivessem realmente precisando de um nome para marca de maquiagem. “Metade dos problemas poderiam ir embora se a gente tivesse boas aulas de atuação pra atuar sempre que for preciso.” deu de ombros com o pensamento. “Exato, da pra gravar toda a transformação. Pra ser uma e-girl precisa de muita coisa preta mesmo, eu queria uma daquelas correntes de colocar na calça, ia ficar muito bom pra nova era.”
“eu sei que deveria ficar tirando fotos a noite toda, mas não sou de ferro, né. olha essa comida.” apontou para a mesa, soltando seu melhor suspiro apaixonado. estava mesmo adorando o cardápio da noite, ainda que não pudesse aproveitar tanto quanto os demais. “enfim, eu já terminei de comer, espero não ter perdido nada muito importante. se você quiser que eu tire uma foto sua, é só falar. eu literalmente tô trabalhando com isso.” apontou para a câmera pendurada em seu pescoço.
“Ah, mas ficar sem comer não da, imagina, passar uma noite toda tirando foto de pessoas comendo e você com fome.” fez uma careta pensando naquilo, sabia que trabalhando na maioria das vezes apenas tinham que ver os outros aproveitando sem conseguir o mesmo, mas ali parecia uma festa mais tranquila para dar um tempo. “Obrigada, mas acho melhor não, eu nem sou uma convidada mesmo daí ia ter fotos minhas perdidas no meio, mas se quiser posso ajudar você a disfarçar que tá trabalhando mas ir comer mais alguma coisa ou algo assim.”
Teresa tinha alcançado aquele maravilhoso ponto da noite em que achava que era imune a qualquer mistura alcoólica por justamente já estar bêbada o suficiente para topar qualquer coisa. Então, quais seriam as consequências de misturar ice com vodca?! Uh-uh, parecia uma ideia brilhante! ❝ —— Tô te falando que deve ficar com um gosto bom. ❞ Ela comentou com a sua companhia, terminando de virar um pouco do liquido da garrafa de absolut na ice que já se encontrava na taça de plástico para finalmente saborear um gole da sua criação. ❝ —— Não te falei? Está maravilhoso! ❞
Marjorie estava indo atrás de outra coisa para beber após ter seu copo novamente vazio, podia já sentir os efeitos da quantidade de bebida alcoólica que havia tomado, fazendo com que percebesse tarde demais que Teresa estava ali, não dando tempo de raciocinar em ir para longe antes dela a notar. Não não havia gostado do que ouviu quando soube do que aconteceu com James e preferia a evitar, mas se obrigou a responder quando esta continuou a falar. "Show! Eu vou tomar outra coisa mesmo." falou já virando e terminando de chegar na mesa para pegar qualquer outra bebida que encontrasse.
“eu viria de qualquer jeito porque adoro a hya e crianças.” mesmo que a criança em si não tivesse nascido, banner ficaria triste em não ter participado da festinha dela, muito embora a festa inteira o lembrasse que logo ganharia um novo irmão, com quem talvez não tivesse tanto contato. “só que esse formato meio balada é bem mais atraente… as outras mães deviam adotar daqui pra frente, aposto que ia atrair bem mais gente e por consequência ganhar mais fraldas.”
“Ela parece legal mesmo, eu não conheço muito, mas adoro crianças também, principalmente pequenas que acham que tudo que você faz é engraçado.” tinha jeito até para lidar com crianças por várias vezes já ter cuidado de netos de amigas de sua avó, havia pegado certo apreço por elas. Fez um gesto com a mão em concordância com a fala seguinte dele. “Não é? Achei bem interessante ser uma balada, eu espero que mais mães se inspirem em coisas assim, fazer uma festa depois além de só abrir os presentes e acabar tudo.”