Conforme os feedbaks e avaliações recebidas no Google, pelas pessoas usuárias do serviço de atendimento psicoterapêutico, pudemos extrair informações relevantes referente ao processo de psicoterapia com o psicólogo Milton Cabral. Por meio de uma conversa tranquila, agradável e acolhedora, com facilidade de identificação e adaptação ao método de trabalho, além do setting terapêutico favorecedor e seguro, constrói uma boa relação terapêutica de confiança, auxiliando a lidar com questões demandadas, agindo de forma ética e comprometida, conforme às expectativas quanto ao desempenho adequado para um profissional psicólogo. A experiência é relevante logo na primeira consulta e início do processo, ampliando perspectivas em enxuto período de tempo, possibilitando outras formas de analisar certas situações, pois é atento à maneira de abordar pontos de vista, ofertando amplo conhecimento, auxílio, escuta ativa, paciência, acolhimento, confiabilidade, apoio e aceitação, enquanto pessoa humana. O processo abre a possibilidade de uma nova, única e agradável experiência de descobertas, de momentos de reflexões, de conforto para expressar-se livremente e à vontade, contribuindo no fortalecimento de decisões e transformações necessárias no cotidiano, guiando na jornada de autoconhecimento para encontrar novos sentidos, esperança e renovo, mesmo em situações e momentos difíceis. Quando necessário, realiza orientações e apontamentos de importância, sendo bom ouvinte, com dedicação, competência, comprometimento e profissionalismo, tendo assertividade e clareza de situações incompreendidas, transmitindo simpatia e facilitando conclusões.
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Longe de ser uma passividade, a Escuta Ativa é um componente importantíssimo de comunicação no processo psicoterapêutico, envolvendo compreensão da fala daquela pessoa que nos comunica algo, bem como validação de seus sentimentos.
Por meio de um aguardar em Serenidade, a compreensão gerada é devolvida para o interlocutor, ou seja, para o paciente. É devolvida a compreensão como forma de intervenção psicoterapêutica, provocando reflexões sobre determinada fala.
Essa forma de comunicação é essencial para compreender o outro, é uma atitude positiva de calor, interesse e respeito, daí o cunho terapêutico da escuta em psicoterapia fenomenológico-existencial ou daseinsanalyse, o qual, também resguarda o silenciar.
Este Método de Trabalho recebe outros nomes, além de Escuta Ativa, tais como: Escuta Integral, Escuta Terapêutica, Escuta Atenta. É um modo de responder ao outro, a incentivar uma melhor comunicação e compreensão mais clara das preocupações pessoais.
A dinâmica relacional exige esforços por parte do psicólogo para identificar os aspectos verbais e não-verbais da comunicação, ou seja, um olhar clínico respaldado na linha teórica em que atua, com uso de recursos técnico-científicos.
Alguns benefícios: minimiza angústias e sofrimento existencial, valorização humana do paciente que busca e é capaz de desenvolver-se, autorreflexão, melhor compreensão de si mesmo, transformações pessoais, entre outros, conforme o processo individual de cada pessoa.
Portanto, todas as respostas estão erradas! 😅
📆 AGENDAMENTOS
📱 (11) 98166-2918
BIBLIOGRAFIA: A escuta terapêutica como estratégia de intervenção em saúde: uma revisão integrativa, de MESQUITA, A. C. & CARVALHO, E. C. DE.
D a s e i n s a n a l y s e
P H I L E O • P S I C O L O G I A
Milton Gleison Porcino Cabral
Psicólogo - CRP 06/159993
Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900), foi um filólogo (estudioso de línguas clássicas, como o latim e o grego antigo), poeta e filósofo alemão contemporâneo, autor de uma vasta e polêmica obra... https://www.instagram.com/p/CmrFPRwLqsq/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Henry Charles Bukowski (1920-1994), demonstrava grande fascínio pelo existencialismo. Neste aspecto, aparece a sua ligação com as ideias de Jean Paul Sartre. Os personagens angustiados de seus livros sofreram influência de obras como A Náusea, entre outras do filósofo francês... (em São Paulo - Zona Sul) https://www.instagram.com/p/CmWjACfLD67/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Ludwig Binswanger (1881-1966), centra-se na corrente de pensamento iniciada por Karl Jaspers, psiquiatra e filósofo alemão nascido em 1883. Essa corrente baseou-se no método fenomenológico aplicado à psicopatologia. Ludwig Binswanger, influenciado por diversos autores (psiquiatras e psicólogos da época), adota em suas obras uma visão fenomenológica, humanista e existencial... (em São Paulo - Zona Sul) https://www.instagram.com/p/CmCJlasrHLP/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Rollo May (1909-1994), teve como assunto central de sua análise o sentido da existência e a liberdade. Ele propõe que o ser humano enfrenta constantemente o dilema de ser objeto e sujeito ao mesmo tempo. Objeto porque sobre ele recaem as ações dos outros... (em São Paulo - Zona Sul) https://www.instagram.com/p/Cl6O3GoLWTr/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Medard Boss (1903-1990), durante a 2ª Guerra, foi requisitado como médico para integrar uma tropa do exército suíço. […] ‘para combater o tédio’, começou a estudar Ser e Tempo, livro do filósofo Martin Heidegger... (em São Paulo Zona Sul) https://www.instagram.com/p/Cl1EY41soV1/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Martin Heidegger (1889-1976) professor sucessor de Edmund Husserl [...]destacou-se como um dos principais filósofos do séc. XX com sua reinterpretação da fenomenologia de Edmund Husserl, indicando uma dimensão hermenêutica. Suas propostas foram diretamente relevantes para o existencialismo de Jean-Paul Sartre e para o desenvolvimento hermenêutico de Hans-Georg Gadamer. [...] A notoriedade alcançada com a publicação de sua primeira obra, Ser e tempo (1927), contrasta com a dificuldade de leitura do texto (uso excessivo de hifenização)... (em São Paulo Zona Sul) https://www.instagram.com/p/CjqIR_ZLszl/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Jean-Paul Charles Aymard Sartre (1905-1980) foi uma das figuras que mais contribuíram para a formação de um pensamento e de uma filosofia contemporâneos. [...] Sartre pode ser considerado o filósofo existencialista que mais se desdobrou para teorizar essa corrente de pensamento, tendo escrito a sua obra magna: O ser e o nada, na qual descreve os principais conceitos da teoria existencialista do século XX. Defensor incondicional da liberdade como essência humana... (em São Paulo Zona Sul) https://www.instagram.com/p/Cjk85BhrmST/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Edmund Gustav Albrecht Husserl (1859-1938) foi um filósofo e matemático alemão fundador da escola da fenomenologia. Para Husserl [...] a "redução fenomenológica" é o processo que consiste em pôr "entre parênteses" a existência dos conteúdos da consciência, ou das vivências, e também do eu, enquanto sujeito psicofísico ou suporte existencial da consciência, assim reduzida ao eu puro, ou transcendental... (em São Paulo - Zona Sul) https://www.instagram.com/p/CjgRRSLpCLU/?igshid=NGJjMDIxMWI=
O filósofo francês Maurice Merleau-Ponty (1908-1961) exercitou em sua teoria reflexões sobre a fenomenologia [...] preferindo basear sua construção teórica na maneira de se portar do corpo e na captação de impressões dos sentidos. Ele acreditava no organismo como uma configuração integral a ser explorada [ou seja, corpo-mente são indissociáveis] ... (em São Paulo Zona Sul) https://www.instagram.com/p/Ci71MfyLRQj/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Hannah Arendt (1906-1975) destacou-se como uma das pensadoras mais originais em filosofia política no século XX [...] enfatizando a questão da liberdade. Escreveu em um estilo próprio, propiciou uma nova abordagem para lidar com as dificuldades que estavam ocorrendo em seu tempo... (em São Paulo Zona Sul) https://www.instagram.com/p/Ci5NOOYrBbR/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Soren Aybe Kierkegaard (1813-1855), figura como o pai do existencialismo, cuja a direção e interesse é a existência ou o devir existencial. Suas obras contribuem para o embasamento teórico e método de trabalho, como psicólogo clínico na abordagem Fenomenológico-Existencial, assim como para a Psicologia em si. Passou a fazer parte da Terceira Força em psicologia... (em São Paulo Zona Sul) https://www.instagram.com/p/Ci2kS_4sMbo/?igshid=NGJjMDIxMWI=
O Tédio é uma das tonalidades afetivas fundamentais do ser humano, ou seja, todos nós vivenciamos no passado, podemos estar experienciando agora, ou vamos experimentá-lo em algum momento de nossa lida diária.
O estar entediado, mesmo sendo algo repulsivo, nos obriga a nos escutar a nós mesmos. O Tédio é como uma força que nos impõe a nos movermos, isso quando não o evitamos com distrações, atividades, entretenimento, entre outras ocupações.
No Tédio, o tempo apresenta-se como “adoecido” (lentificado). A rotina, seja do trabalho, estudos… traz certa ausência de sentido, devido às repetições mecânicas: “tudo é aqui igual, tudo é o mesmo, tudo é o nada” (FEIJOO, 2011). Surge um desinteresse e esquecimento de si-mesmo.
O ser humano, em meio a esta falta de sentido, aprisionado em seu perder-se, é acometido pelo Tédio, o qual permite uma abertura de possibilidade de movimento do indivíduo, ou seja, de uma mudança em seus modos de agir frente à sua vida.
Portanto, é importante darmos atenção e ouvidos para aquilo que o Tédio clama em nós. Pois ele sempre bate à porta e nos comunica algo. A questão é: O que o tédio deseja te dizer? Afinal, o que está acontecendo?
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Milton Cabral | Phileo Psicologia - CRP 06/159993
Bibliografia: A existência para além do sujeito, 2011.
Expressão Artística: Retrato do Dr. Gachet, de Vincent van Gogh.
A tonalidade afetiva da Angústia, segundo Kierkegaard, é uma condição antecedente de toda e qualquer escolha ou de-cisão, apontando o caráter de indeterminação da existência. É o possível da liberdade! Angústia é o nada, é a abertura do possível, da liberdade. O indivíduo toma consciência de sua liberdade. Angústia é esse modo de ser da Liberdade como consciência de ser, colocando-se em questão sobre aquilo que tem sentido na vida (SARTRE, 1943/1997).
É possível tentar fugir da angústia, quando tentamos negar o nada que nós humanos somos e nossa liberdade. Somos jogados no mundo, tendo de se responsabilizar por nós mesmos e ainda ter de dar conta de ser-si-mesmo em meio a essa liberdade, muitas vezes, caótica. Somos este projeto finito (ser-para-a-morte) a ser formado, na medida em que nos aproximamos desta Angústia/Liberdade/Decisão/Escolha/Responsabilidade, podemos notar a negatividade que há na existência e que é uma condição existencial do ser humano.
Pessoa e a Angústia são inseparáveis, pois esta é fundamento humano. A fuga de si mesmo ou da Angústia, ocorre quando o humano, por meio da identificação determinante como via de escape, evita ter de lidar com essa condição de indeterminação e ter de assumir para si mesmo a sua morte. “Tudo cai em uma total indiferença e em um radical esvaziamento”, assumindo a condição de não-liberdade, de irresponsabilidade existencial.
A existência é essa indeterminação toda e isto nos angústia. Nosso cotidiano abafa o clamor da Angústia, quando ouvida, há o rompimento das estruturas de significados (os quais poderão ser ressignificados). “E é nessa situação limite … que pode ocorrer um despertar para o espaço de realização” que abre o seu caráter de poder-ser-si-mesmo em sua condição de liberdade.
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Milton Cabral | Phileo Psicologia - CRP 06/159993.
Bibliografia: A existência para além do sujeito, 2011.
Expressão Artística: Homem Velho com a Cabeça em Suas Mãos, de Vincent van Gogh.
O Temor é uma das tonalidades afetivas fundamentais do ser humanos, a qual nos torna mais sensíveis às possibilidades de fuga diante de algo que julguemos ameaçador e que pode “aniquilar” a nossa existência (mesmo sendo, em sua maioria, pensamentos ilusórios, gerando certa ansiedade, excesso de controle, e até mesmo levar a compulsões).
O fato é que o ser humano é temeroso!
O Temor “tem papel determinante na própria construção da vida”, exercendo certa medida de abertura que possibilitam ações no cotidiano do indivíduo temeroso, ou o aprisionam em um lugar de extrema proteção frente àquilo que teme.
Os modos de ser temeroso trazem desconforto, transtornos, desestruturação para o indivíduo em sua vida, convivência, relações, afetos…Este Temor anuncia algo diante de nós, que vem de nosso encontro e é ameaçador. Ou seja, a nossa vulnerabilidade e fragilidade emergem à nossa consciência.
Cabe a nós decidirmos abrir mão do controle pretendido ou não; retornar à bolha super protetora ou a agirmos de forma mais corajosa diante das supostas ameaças diante à nossa vida. “O temor é a condição de possibilidade da coragem” e não pelo controle ansiogênico e/ou compulsivo.
Feijoo (2011) nos deixa três questionamentos, sendo estes:
De que temos medo? O que é ter medo? Pelo que temos medo?
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Milton Cabral | Phileo Psicologia - CRP 06/159993.
Bibliografia: A existência para além do sujeito, 2011.
Expressão Artística: O Grito, de Edvard Munch (1893).