Porque é que os carros conectados são mais propícios ao furto?
O futuro chegou, e com ele chegaram os veículos conectados. Num século em que é impensável não estar conectado em rede, sem fios, a todo o tipo de dispositivos, os veículos são cada vez mais o prolongamento do condutor, ao invés de um objeto móvel com o único objetivo de nos transportar de A para B. Neste artigo vamos olhar para o futuro dos automóveis, no presente.
Antes de mais, porque se trata de um conceito bastante recente, provavelmente está a perguntar-se o que é realmente um veículo conectado. Bem, primeiro pense em tecnologia, depois pense em tecnologia e de seguida em tecnologia. Pense também em comunicação e conectividade, tudo num automóvel. Ligações visíveis e invisíveis que ligam um veículo a outro veículo, a redes, à sua casa, ao seu escritório e a muitas outras infraestruturas – enfim, o veículo do futuro está aí para ficar.
Principais funcionalidades
Um veículo conectado é composto normalmente por uma unidade central, uma unidade de entretenimento informativo e um sistema de navegação de bordo. No entanto, na realidade, este tipo de veículo tem uma potência informática equivalente a 20 computadores pessoais, milhões de linhas de código de programação e processos que têm a capacidade de gerir mais de 25 Gb de dados por hora, inacreditável!
Além das capacidades de comunicação digital com o mundo exterior, não devemos desconsiderar as inúmeras funcionalidades de otimização da operação e manutenção do próprio veículo. É o caso, por exemplo, dos sistemas de diagnóstico de pressão de óleo ou de diagnóstico do motor, coisas que normalmente apenas os mecânicos podem entender e responder.
Vulnerabilidades
Uma vez que pode ligar Bluetooth, 4G LTE (pontos de acesso de Wi-Fi 4G), apps, iPhones, Android (incluindo Airbiquity ou MirrorLink, só para mencionar alguns) e outros a um veículo conectado, a verdade é que está a abrir uma série de portas que permitem aceder diretamente a sistemas essenciais do veículo, e também a informações pessoais. Estas vulnerabilidades apresentam perigos reais e são um dos principais fatores que causam grande relutância por parte de muitos condutores. Por exemplo, quando inquiridos sobre a segurança e a privacidade dos carros conectados, 59% dos brasileiros e alemães admitem recear que terceiros, nem sempre com a melhor das intenções, acedam e manipulem sistemas fulcrais dos seus carros, como é o caso do sistema de travões.
Conclusão
Se os veículos conectados são mais propícios ao furto ou não depende realmente da perspetiva. Um veículo da década de 50, sem nenhum tipo de sistema de segurança e apenas com elementos mecânicos podia ser arrombado facilmente. Uma ligação direta era coisa de crianças, ao alcance de qualquer pessoa com o mínimo de conhecimentos. O veículo conectado do século XXI sem dúvida que apresenta algumas vulnerabilidades, mas o que é um fato é que existem muitas formas de minimizar tais vulnerabilidades.
Mister-Auto
Para aceder a todas as peças para automóveis
Conectados ou não, a preços com descontos, consulte agora mesmo mais de 300 000 peças para automóvel, qualquer que seja a marca ou modelo do seu veículo. Para qualquer questão, contacte a nossa linha de apoio ao cliente e beneficie-se o ano inteiro de peças auto ao melhor preço.













