Combustível adulterado: seu prejuízo pode ser grande
O motor começa a falhar, a marcha lenta fica instável e o barulho que lembra um pino batendo aparece toda vez que se liga o carro. Esses podem ser indícios de que o combustível que você está usando no seu carro está adulterado. Economizar alguns centavos por litro em um posto de procedência duvidosa pode sair bem caro quando as consequências aparecem, conforme conta o consultor da Oficina Brasil, Antônio Cesar Costa.
Em carros com injeção eletrônica – a maioria dos que rodam atualmente –, os problemas podem ser maiores, uma vez que o sistema tentará se auto ajustar para compensar a adulteração causando maior consumo. Nesses casos, um indício pode ser a luz de advertência da injeção no painel do veículo acesa.
Quando se identifica algum dos sintomas o ideal é uma visita na oficina para uma rápida revisão do sistema. Para evitar todas essas dores de cabeça o motorista deve sempre cuidar onde abastece o carro. Nunca abasteça em postos que não garantem a procedência do combustível.
O Gerente de vendas exerce uma função extremamente importante no corpo organizacional da empresa onde ele atua como responsável pelos números azuis ou vermelhos vindos do faturamento, ou seja, fazer a gestão do negócio interfaceando com todas as áreas (ou a maioria das áreas) da empresa, buscando uma sinergia única.
Em ambos os casos, a solução tem pouco a ver com o funcionário em si e tudo a ver com os processos adotados. Este é o tema central da revolucionária ideia de Vineet Nayar em seu livro “Employees First, Customers Second” (“Funcionários em Primeiro, Clientes em Segundo”): deixe os funcionários realizarem seu trabalho. Ao visitar diversas filiais ao redor do mundo, assim que assumiu o cargo mais alto da HCLT (gigante indiana da área de TI) Nayar deparou-se com uma situação comum à maioria delas: os funcionários que tinham mais contato com os clientes, aqueles que realmente geravam valor para a companhia não recebiam a devida atenção, tampouco tinham a liberdade necessária para fazê-la prosperar.
Os níveis gerenciais estavam distantes do que chamou de “Zona de Valor” e atrapalhavam as melhores iniciativas. Sua visão consistia em ajudar na relação entre colaboradores e clientes – ou ao menos deixar de atrapalhar as importantes interações com o mundo exterior. As mudanças implementadas por ele sustentaram-se em dois pilares: transparência e quebra de hierarquia.
A transparência era necessária para criar um clima de confiança entre a alta gerência e demais funcionários. Assim, seu primeiro passo foi abrir todas as informações financeiras para qualquer nível da companhia. Cada pessoa envolvida sabia, então, como sua contribuição ajudava a empresa atingir seus objetivos.
Nayar também criou canais específicos de comunicação para que todos pudessem manifestar suas queixas e sugestões, além de resolver problemas pessoais ou de suas áreas. Mas a maior revolução talvez tenha ocorrido nas avaliações de desempenho, que saíram da alçada do RH e deixaram de ser atreladas ao pagamento de bônus, passando a focar exclusivamente no desenvolvimento do funcionário. Além disso, sua mecânica permitia que qualquer empregado avaliasse quem quer que fosse, desde que guardasse alguma relação de trabalho com a pessoa.
Tal medida teve o efeito colateral de revelar estruturas informais de poder, expondo o grau de influência de cada colaborador, independentemente de sua posição. Com a divulgação de absolutamente todos os resultados deste processo, Nayar conseguiu inverter a hierarquia formal da empresa, garantindo voz aos funcionários e permitindo que efetivamente criassem valor em suas atividades.
É interessante notar, ainda, que em seu objetivo de colocar os funcionários em primeiro lugar, Nayar não dedicou um parágrafo sequer a salários ou benefícios. Talvez entenda que a empresa que realmente deseje ter este perfil já tenha feito este dever de casa. Ou que as atitudes aqui descritas representem um fator motivacional muito além do dinheiro ou bons planos de saúde. Ou, quem sabe, ambas as opções.
5 fatores que podem motivar sua equipe mais que dinheiro
Pequenas e médias empresas, na maioria dos casos, não conseguem pagar salários ou remuneração variável no mesmo patamar das grandes companhias. Esta é uma realidade comum não só no Brasil, mas no mundo todo. Entretanto, há outros fatores que podem motivar tanto ou mais que dinheiro e que podem ser muito mais utilizados, valorizados e difundidos por empresas de menor porte para atrair e reter talentos. Vamos a eles:
1. Autonomia
Empresas de menor porte podem oferecer um motivador valiosíssimo para quem tem iniciativa e responsabilidade: Autonomia para decidir. Como há poucos funcionários e pouca burocracia fica mais fácil para os colaboradores interagirem com clientes, fornecedores e parceiros comerciais, a fim de buscar melhores alternativas para o negócio e principalmente liberdade para agir.
2. Aprendizado informal
O aprendizado formal acontece com treinamentos técnicos que muitas vezes são caros e inacessíveis para quem não tem um orçamento robusto. No entanto, há muito mais oportunidades para as pessoas que gostam de aprender rapidamente, pois é mais fácil transitar em todas as áreas de uma média ou pequena empresa para conversar e assimilar conhecimentos com quem entende mais de cada assunto: contabilidade, vendas, produção, marketing e RH, por exemplo.
3. Flexibilidade
Pequenos negócios podem oferecer uma flexibilidade muito maior como jornada de trabalho variável, home-office, horário especial para estudos e até um banco de horas combinado entre as partes. Também é muito mais fácil que o colaborador mude de função em um tempo muito menor que nas grandes empresas, desde que se mostre interessado.
4. Efeito trampolim
Muitos profissionais de sucesso, começaram suas carreiras em pequenas empresas. É possível dominar todo processo do negócio em poucos anos, ganhar experiência e, se for o caso, buscar com muito mais chances um cargo em uma grande empresa ou expertise para montar o próprio negócio.
5. Autorrealização
Nos pequenos negócios é possível participar de um novo projeto desde o início e em todas as suas etapas. Quando a pessoa gosta do trabalho fica muito mais fácil se autorrealizar, pois pode acompanhar quase diariamente os resultados de seu esforço e, quando necessário, fazer ajustes e melhorias quase imediatas.
Nenhuma empresa tolera vendedor impertinente e inconveniente, enfim, um vendedor chato. Aquele que tenta vender a qualquer custo, principalmente quando o produto ou serviço oferecido não agrega valor algum ao cliente.
CONTATOS: Ter bons contatos, fazer o networking adequado e estar sempre em eventos que lhes convidam;
ESPECIALIZE-SE: Estude os produtos que você vende, saiba cada detalhe e diferencial do mesmo;
OPORTUNIDADE: Elabore bons argumentos e oportunidades de venda;
ANALISE: Observe todos os clientes e as pessoas com quem negocia;
CONTENHA-SE: Não fale além do necessário;
VALORIZE: Busque gerar credibilidade e confiança e pratique a ética e empatia;
CONSTRUA: Pense nas vendas a longo prazo;
ESTUDE: Pesquise os pontos fortes e fracos dos seus concorrentes;
QUESTIONE: Pergunte, tire dúvidas, tente achar o ponto X onde possa mostrar uma oportunidade de venda;
PÓS-VENDA: Não esqueça seu cliente, desenvolva um ótimo pós-venda;
OFEREÇA: Mostre todas as opções de produtos que vende;
RELACIONAMENTO: Agrade e busque adequar ao perfil de cada cliente;
ORGANIZE-SE: Conheça o limite de compra, de tempo e conversa de cada cliente em todas as ocasiões;
PLANEJE-SE: Faça um mapa de oportunidades;
CONHEÇA: Descubra os hábitos e gostos dos seus clientes e também dos clientes dos seus clientes;
CALMA: Não demonstre desespero e ansiedade para fechar a venda ambicionando somente a comissão.
Se alguns clientes reclamam frequentemente de seus vendedores, tente achar uma alternativa para a situação, como por exemplo, procurar outros vendedores mais qualificados para ficar em seu lugar. Neste caso, cabe ao supervisor ligar para o cliente, conversar e dizer que o problema está sendo resolvido com rapidez para poder atendê-lo melhor. Se algo não for feito, esse vendedor não deixará uma boa imagem da empresa, e por consequência os clientes não comprarão o seu produto para evitar falar com "aquele vendedor".
Repense cada dica deste artigo, elas podem ser fundamentais para o aumento de suas vendas. Alguns itens podem parecer detalhes, mas não duvide de sua eficácia.
Ofereça a sua equipe treinamentos específicos regularmente, além de qualificar, o vendedor sente-se valorizado pela empresa, trazendo ótimo retorno!
AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS QUE OS LÍDERES ABOMINAM NOS VENDEDORES
O mundo das vendas está em um universo mais complexo e muito mais abrangente, também conhecido por muitos como: mundo corporativo. Aprendi nas aulas de Recursos Humanos na Faculdade de administração de Empresas que: “os profissionais são contratados, principalmente, pelas suas competências técnicas e são demitidos pelas suas competências comportamentais”. No universo comercial, concluímos que a maioria dos profissionais são demitidos porque não se comportam da maneira adequada na empresa. Vamos estudá-las!
Tecnologia permite que pintura de carros se autorregenere quando riscada
Chamada de “autocicatrizante”, a tecnologia da tinta autorregenerativa em estudo pelo instituto é aplicada no mercado automobilístico externo. O produto poderá ser aplicado em superfícies de carros, eletrodomésticos, como geladeiras e fogões, cosméticos – em esmaltes para unhas - e até em móveis. No entanto, ainda não há prazo para a inovação chegar ao consumidor. “A tecnologia libera uma tinta internamente e, após alguns segundos ao ser riscado, o carro estará novamente como antes, sem o risco. É uma aplicação bem prática”, explicou o pesquisador-chefe do ISI-Paraná, Marcos Berton.
Além da tinta, outras soluções ainda inéditas no país serão pesquisadas pelo instituto. Em outra linha de pesquisa está a análise de líquidos por sensores eletroquímicos. Poderão ser analisados a qualidade da água ou do leite. O instrumento estará a disposição da indústria como ferramenta de controle. O centro de pesquisa atuará nas áreas de eletroquímica, meio ambiente, materiais e nanotecnologia. Poderão ser pesquisadas soluções para indústria automotiva, de óleo e gás, mineradora, metal mecânica, de construção civil, de sistemas e geração e armazenamento de energia. Além do desenvolvimento de sistemas para área de meio ambiente, saúde humana e animal.
Ao todo serão criados 24 institutos Senai de Inovação em 14 estados do país até o final de 2015. As estruturas atenderão a demandas específicas das empresas e indústrias de pequeno, médio e grande porte. De acordo com o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, a rede de laboratórios permitirá que o conhecimento de testes e serviços de alto valor agregado fiquem no Brasil.
“Inovação é o principal fator de produtividade. O Brasil se destaca entre os países emergentes, mas ainda está em uma posição intermediária. A balança comercial tecnológica é deficitária em R$ 30 bilhões, o mesmo que o país gasta por ano com seguro-desemprego. Se importa muito e o que se exporta ainda é de baixa tecnologia. Neste aspecto, o conhecimento gerado fica no país de origem. É importante que cérebros brasileiros desenvolvam competências para empresas brasileiras”, explicou Lucchesi ao apresentar o laboratório para jornalistas.
O diretor-geral destacou ainda que o perfil dos pesquisadores dos institutos é diferente do encontrado na academia. “O tempo de resposta que a empresa precisa é diferente, o prazo tem que ser mais ágil e rápido”, disse. Indústrias, coletivos empresariais e empreendedores poderão solicitar pesquisas para o instituto, que vai analisar a viabilidade e terá até 20 meses para dar respostas e soluções. As redes podem se interligar para desenvolver tecnologias mais avançadas ou integradas.
A rede de laboratórios terá R$ 2 bilhões de investimentos, dos quais R$ 1,5 bilhão financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Das 24 unidades previstas, seis têm previsão de iniciar o funcionamento até o primeiro semestre de 2014. Duas estarão na Bahia, voltadas para áreas de conformação e soldagem, e mecatrônica; duas em Minas Gerais, nas áreas de engenharia de superfície e metalurgia; uma em Santa Catarina, de mecânica fina, e outra no Rio Grande do Sul, de tecnologia de polímeros. A criação dos institutos tem parceria do Instituto Fraunhofer, da Alemanha e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
A diferença entre "contadores de histórias" e "vendedores"
Você é um contador de histórias ou um vendedor? Qual é a diferença entre um contador de histórias e um vendedor? Uma boa fonte para determinar a diferença é The Top Ten Ways to Know You are a Teller or a Seller (“As dez maneiras de saber se é um contador de histórias ou um vendedor”) por Terry Levine (2000). Terry Levine, um business coach de profissionais de vendas e marketing, tem sido o vendedor número 1 em duas diferentes organizações nacionais e baseia seu discurso ou sua lista de vendas em experiências pessoais.
Dinheiro é o mais importante para ser feliz no trabalho, segundo pesquisa
De acordo com o levantamento, realizado com 200 profissionais do Rio de Janeiro e São Paulo, para 78% dos entrevistados o dinheiro é um fator que se sobrepõe a todos os outros, quando se trata de felicidade no trabalho, sendo que ele possui maior peso para os cariocas do que para os paulistanos, na proporção de 84% e 73%, respectivamente.
Outros dois fatores que tornam as pessoas felizes com o trabalho, lembrando que eram possíveis múltiplas respostas, são o relacionamento com os colegas (49%) e a possibilidade de trabalhar em equipe (41%).
No que diz respeito ao sentido do trabalho, empatados em primeiro lugar, com 95% das indicações cada, estão o fato dele dar estabilidade financeira, fazer com que a pessoa se sinta útil e dar prazer. Ainda neste caso, foram citados satisfação (93%), costume (87%) e status (73%), entre outros.
Felicidade
Ainda de acordo com o estudo, 79% dos entrevistados se consideram felizes ou muito felizes em relação ao trabalho, com apenas 7% se considerando infelizes ou muito infelizes.
Comparando homens e mulheres, é entre elas a maior proporção de felizes, de 84%, contra 75% deles. Já na relação entre cariocas e paulistanos, 85% dos cariocas se consideram felizes no trabalho, percentual que cai para 71% entre os paulistanos.
No que diz respeito à responsabilidade da felicidade no trabalho, para 46% dos entrevistados, ela é de responsabilidade do próprio profissional.
9 práticas para o sucesso em reuniões com os níveis mais altos de executivos
Quando se tem contato com os níveis mais altos de executivos é sempre importante antes de uma reunião, preparar-se bem. Compreender que você tem que entender a pessoa que sentará do outro lado da mesa para poder conectar-se com ele e sua equipe. Se você já está ansioso e preocupado em relação ao sucesso ou não, as chances serão neste caso limitadas. Vindo bem preparado e com seguranca você pode mudar o seu resultado.
Abaixo sugiro para você as nove melhores práticas para o sucesso em reuniões com o nível C e top executivos. Dicas que podem te acalmar nestas horas e também auxiliá-lo a gerenciar corretamente a situação, que não é tão complicada assim! Vamos a elas:
1. Cuide da sua forma de pensar: Seja curioso. Seja útil. Concentre-se não em sua venda, mas em ajudar o nível C e top executivos a fazerem a coisa certa. Seja um parceiro tendo um diálogo entre iguais e lembre-se que o relacionamento é com o cliente. Coloque o seu foco no cliente.
2. Prepare-se e então adapte-se. Prepare-se para os seus elevados padrões de qualidade habituais, sabendo que a atitude certa em determinado momento pode ser a de deixar qualquer ou todo o seu trabalho duro para trás... em cima da mesa,em sua bolsa ou no seu lixo e partir para outra estratégia.
3. Faça conectar uma prioridade. Mesmo em uma breve reunião, passar algum tempo para conhecer o nível C como pessoa vai auxiliá-lo muito. Esteja alerta a todas as sugestões que estão disponíveis para você sobre quem ele é e o que importa para ele, pessoalmente e profissionalmente. Sem uma conexão mais pessoal, você é apenas mais um vendedor. Porém, com uma conexão, você é alguém que pode ser confiável para ajudar a definir e modelar os problemas e oportunidades.
4. Traga cinco slides (se tiver) e não cinqüenta. Mantenha suas apresentações breve e direto ao ponto. Faça as conclusões das manchetes. Você tem que conversar, engajar-se com o cliente e não focar somente na venda. Tente se conectar no nível pessoal, isso pode ajudar muitas outras futuras oportunidades, mesmo que você não ganhe essa. O importante é ser percebido como autoridade em sua área e não mais um expert.
5. Ouvir com empatia. Realmente ouvir o nivel C significa entender de onde ele/ela está vindo e como deve ser estar no seu lugar. Ao ouvir com atenção e assertividade você ganha o privilégio de ser ouvido em troca.
6. Falar abertamente e honestamente. No nivel C muitas vezes as pessoas não falam diretamente e certamente irão apreciar essa atitude quando ouvir isso de você. Tenha a coragem de falar as verdades duras e as boas também, sem temerosidade.
7. Domine 30 segundos de resposta. Quando o tempo é curto e quando falamos para o nível C,não há espaço para explicações longas. Praticar e dominar a resposta em 30 segundos é crucial. Falar em manchetes em primeiro lugar e mergulhar nos detalhes na hora em que for requisitado.
8. Faça o seu pensamento em voz alta. Demonstre suas habilidades de parceria, compartilhando a própria formação de seus pensamentos de uma forma transparente com o potencial cliente. Se você errar provou queestá disposto a ser autêntico, mesmo correndo o risco de um pouco de constrangimento.
9. Assista o relógio do nivel C ou top executivo, não o seu. Esteja consciente do tempo , se é uma reunião de 30 minutos e o nivel C é energizado e engajado, você pode dizer: "Não temos um pouco mais de tempo para conversar?" Por outro lado, se ele está olhando para o relógio depois de15 minutos você sabe que deverá terminar no tempo marcado.
A bagunça pode prejudicar o rendimento profissional?
A OUTRA FACE
A rejeição em relação à bagunça é muito comum, principalmente, no mundo corporativo. Mas, Eric Abrahamson e David Freedman, autores do livro “Uma Bagunça Perfeita”, relatam que é possível tirar proveito da desorganização e que em diversas situações ela pode ser mais vantajosa e mais prática do que a própria ordem.
Os autores ressaltam que, desde que sejam mantidas em um nível razoável, as diversas pilhas sobre a mesa bagunçada podem representar um sistema informal e sofisticado de arquivamento que oferece mais eficiência e flexibilidade do que um arquivo com gavetas pode oferecer. Nesses casos, os donos de mesas desarrumadas têm tipicamente pilhas separadas para documentos urgentes, menos urgentes e não urgentes.
“As pessoas com mesas desarrumadas reúnem várias estratégias diferentes, com freqüência de modo inconsciente, para manter à mão o trabalho que precisam. Em geral, a mesa desorganizada tende a assumir um formato no qual os assuntos mais importantes e urgentes ficam mais próximos e no alto das pilhas, enquanto os assuntos que podem ser desprezados com segurança ficam longe e embaixo de tudo”, ressaltam os autores.
Abrahamson e Freedman citam como o padrinho da ciência da bagunça Albert Einstein. “A mesa de Einstein no Institute for Advanced Study em Princeton, Nova Jersey, encontrava-se permanentemente confusa de acordo com todos os relatos pessoais e fotográficos. Ele é um bom exemplo, pois é amplamente aceito como alguém muito competente no que faz”, apontam os estudiosos.
Em seu livro, argumentam também que os sistemas mais desorganizados se adaptam e mudam mais rápido, mais radicalmente e de maneira mais variada e ampla. Já os sistemas organizados tendem a responder com mais rigidez e lentidão às exigências da mudança, aos eventos inesperados e a novas informações.
Exemplo de bagunça produtiva
O livro “Uma Bagunça Perfeita” explora que existe um custo de manter uma mesa arrumada. Para isso, é necessário arquivar, jogar fora ou entregar a outras pessoas os papéis em cima das mesas, o que leva tempo para essa organização. E esse tempo será deduzido do período que passa efetivamente trabalhando.
Selecionamos um dos vários exemplos do livro sobre a questão: tempo versus organização e seu contraponto:
“Izsak afirma ser capaz de provar que a organização compensa por meio de uma pequena demonstração que ele gosta de inserir na sua apresentação. Na demonstração, ele pega dois baralhos, um embaralhado e o outro ordenado por naipe e hierarquia, e entrega cada um deles para uma pessoa diferente. Em seguida, chama o nome de quatro cartas e pede às duas pessoas que tentem encontrar as cartas o mais rápido possível. Naturalmente, o baralho ordenado vence com facilidade.
Mas quem colocou o baralho em ordem? Uma pequena experiência com pessoas relativamente habilidosas com as cartas revela que, em média, são necessários cerca de 140 segundos para ordenar um baralho, mas outros 16 segundos para encontrar quatro cartas no baralho ordenado, o que dá um total de 156 segundos; para encontrar quatro cartas em um baralho não ordenados são necessários 35 segundos.
Alguém poderia argumentar que só é preciso ordenar o baralho uma vez, e que depois podemos encontrar as cartas mais rapidamente muitas vezes. No entanto, neste caso, também é preciso contabilizar o tempo necessário para recolocar as quatro cartas em um baralho ordenado, o que equivale cerca de 16 segundos – no caso das cartas, como acontece na maioria das coisas na vida, é preciso um repetido esforço para manter a ordem.
Assim, no caso do baralho pré-ordenado, a pessoa leva 32 segundos para encontrar e recolocar quatro cartas, versus 36 segundos no caso do baralho embaralhado. Isso resultaria que a ordenação do baralho só compensaria se você precisasse repetir pelo menos 35 vezes a tarefa e fosse meticuloso a respeito de manter o baralho em ordem entre as tentativas.”
Caro leitor, qual sua opinião? Em qual perfil se encaixa em sua empresa?
Hoje, segundo Qualman, somente 18% das campanhas publicitárias de TV têm ROI positivo, enquanto a web social norteia as decisões de compra de 78% dos consumidores do mundo.
“A mídia social move o maior impulsionador de uma a marca, o boca a boca”, sentenciou o autor. “Só no Facebook, temos 1,1 bilhão de usuários. É um mundo de bocas! Isso é o Socialnomics”, acrescentou em palestra durante o Linx Retail Forum, em São Paulo, nesta terça-feira, 06.
Ou seja: sua dúvida não mora mais no dilema estar ou não estar nas redes, mas sim em como estar.
O especialista ensina
“Quem deve controlar mídia social dentro de uma organização? O marketing? O geração Y contratado para isso? Não, quem controla é o consumidor. As mídias sociais têm de ser tratadas menos no que tange à tecnologia e mais no que toca o cliente final. Por isso, têm de estar no topo da gestão e tocar todas as facetas do seu negócio”, enfatizou o palestrante.
O esquema começa pela ponta, usando as mídias para ouvir o consumidor. Importante: não estamos falando só dos seus perfis nas redes, mas das redes em geral, que sua empresa tem de acompanhar e reparar se há comentário sobre a própria marca, marcas similares, seu setor, prós, contras, tudo.
Ouviu? Reaja
“As publicações de seus consumidores mostram o que o mercado pensa de sua marca, de seu produto, de seu CEO. E se o consumidor posta, é porque ele quer se relacionar com você. Interaja. Dê resposta, em caso positivo ou negativo. Sua presença pode ser usada a seu favor, seja qual for a situação”, aconselha Qualman.
A interação pode se dar por meio de promoções para públicos seccionados, resposta rápida a elogios e reclamações, ações criativas no atendimento às demandas e por aí vai.
“As possibilidades das redes são imensas. Tudo tem uma sombra digital. Basta ver que 90% das crianças com menos de dois anos, algumas ainda nem nascidas, já têm presença em alguma rede”, afirmou o escritor.
Se mesmo com todos estes conselhos e alertas você, caro empresário, ainda tem seu pé atrás com as redes, acalme-se: até o próprio Qualman já duvidou delas. Mas passou.
“Logo que comecei a usar Twitter, achava a coisa mais boba que já tinha visto na vida. Eu não queria saber se você fez um sanduíche, ou se seu gato comeu seu sanduíche, ou o que mais seu gato fez. Hoje, acho uma das ferramentas mais fantásticas que temos. Ele me mostra quem compraria coisas relacionadas a sanduíche, a gatos e etc”, comentou o palestrante.
Para finalizar, o especialista indica quase que autoritariamente que você, empresário, não apenas use e use bem as mídias sociais, mas as use agora.
Isso mesmo, agora. Olhe pela janela. Está chovendo? Faça uma ação que possa potencializar seus produtos voltados a situações de chuva. Não vende galochas nem sombrinhas? Ok, pode ser um software de gestão de para o agronegócio, com recursos de gerenciamento de produção em função das questões climáticas. O importante é pegar o espírito, digo, o perfil, da coisa.
1 – Elabore um Plano do Negócio: Descreva e planeje a viabilidade mercadológica e financeira da empresa. Também apresente a missão, a visão e os valores da empresa, bem como perfil do público-alvo, valor do investimento a ser realizado, localização e layout da empresa, enquadramento tributário, forma jurídica, expectativa de vendas, estudos de mercado (fornecedores, parceiros, concorrentes entre outros), estratégias de divulgações e metas de longo prazo.
2 – Tenha controles administrativos/financeiros: Realize controles de estoque (inventários), controles de fluxo de caixa, contas a pagar e a receber, cadastro de clientes, controle de orçamentos e pedidos, controle de custos fixos e variáveis entre outros.
3 - Acompanhe a contabilidade: Mesmo que há a contratação do serviço de um contador, é importante que o empresário acompanhe os relatórios gerados pelo escritório de contabilidade, quanto aos impostos, balanços mensais e demonstrativos de resultados.
4 – Crie uma rotina de trabalho: Criação de um Plano de trabalho que contribuirá para a sistematização e organização dos processos. Para isso, é necessário descrever as principais atividades dos departamentos ou dos profissionais envolvidos, tanto da parte operacional quanto da parte gerencial da empresa.
5 - Divulgue sua empresa: Realize divulgações de acordo com as características do público, não visando somente questões financeiras. Utilize de meios de divulgações mais atuais e que realcem a necessidade ou desejo do público-alvo.
6 - Acompanhe e adapte-se às mudanças do mercado: É de extrema relevância que o empresário acompanhe às novas tendências do mercado para o segmento em que atua. Sejam elas, tecnológicas, sociais ou ambientais.
7 - Treine e motive os funcionários: Os funcionários devem sempre estar capacitados e motivados para o trabalho na empresa. São peças-chaves na execução das atividades planejadas. Não esqueça que, além de ser funcionário, ele também é um cliente-interno da empresa.
8 – Conecte-se à internet: Utilize a internet para apresentar sua empresa e para se atualizar quanto às informações do segmento. Existem, atualmente, meio gratuitos para divulgar na internet, como por exemplo as redes sociais.
9 - Crie um clima organizacional favorável: O clima da empresa deve ser o mais favorável possível para que o funcionário se sinta à vontade profissionalmente para exercer suas tarefas. Cada empresa tem o seu clima organizacional baseado no perfil de funcionários e tipo de público a ser atendido. Ex.: os funcionários da Microsoft trabalham livremente em seus escritórios ou laboratórios, fazendo o tempo de trabalho de acordo com o que acredita ser necessário. É claro que isso ocorre desde que consigam produzir com qualidade e atinjam as metas propostas.
10 – Realize uma avaliação de satisfação do cliente: Identifique a satisfação dos clientes criando um sistema simples de contato Pós-venda. Dessa maneira, o empresário identificará possíveis falhas e poderá elaborar novas estratégias para atendimento com qualidade.
Não tenha pressa para contratar um novo funcionário: encontrar o profissional adequado para a área desejada não é tarefa fácil. Não contrate qualquer um apenas pelo simples fato de a vaga estar aberta! É preciso ser bastante rigoroso no momento de definir o perfil e as competências necessárias aos candidatos.
Ofereça a possibilidade de crescimento dentro da empresa: mesmo que seu negócio ainda seja pequeno, é possível oferecer um plano de carreira para os funcionários que estão chegando. Afinal, se eles forem realmente talentosos, seria uma pena perdê-los para os concorrentes, não é mesmo?
Disponibilize cursos e participação na gestão da empresa: segundo Nayara Lima, coordenadora de recursos humanos da Crowe Horwath Brasil, “o bom planejamento financeiro é fundamental para premiar o colaborador por desempenho e/ou redução de custos”.
Crie diferentes tipos de bonificação para seus colaboradores: assim como um time, todas as pessoas tem que trabalhar como um todo e, para otimizar esse sucesso, qual tática é melhor do que dar uma boa motivação para seus funcionários? Para tornar a sua empresa mais atrativa reconheça o trabalho de sua equipe por meio de palavras e atitudes, e veja como isso vai melhorar o relacionamento e contribuição de todos.
Ofereça conhecimento: através de palestras, treinamentos e cursos, seus funcionários terão a oportunidade de expandir seus horizontes e receber ótimos subsídios intelectuais e culturais para aprimorar seu trabalho dentro da empresa.
3 dicas simples para criar um planejamento (correto) de preços
Estabelecer preços corretamente é uma das maiores dificuldades encontradas por empresas de quaisquer atividades e portes. Se ele for elevado, o empresário poderá perder competitividade e, se for muito baixo, perderá a lucratividade.
A primeira coisa a se fazer é descobrir o motivo da desistência da pessoa, ouvir suas reclamações, comentários e sugestões atentamente. Ou até mesmo, encontrar novas oportunidades através do mapeamento das necessidades. Esses detalhes são importantes para descobrir a melhor maneira de atraí-lo novamente.
Após ouvir o cliente, você poderá pensar na melhor estratégia para a reversão. O segredo está na capacidade investigativa e no relacionamento próximo ao cliente.
Como não existe uma receita 100% garantida para trazer o cliente de volta é importante adotar uma postura diferenciada nesses casos, afinal, é preciso recuperar sua preferência e confiança. Procure surpreendê-lo, pense como uma simples atitude faria você admirar uma empresa e ponha em prática. O clientes, por mais rígidos e exigentes que sejam consideram muito um atendimento diferenciado onde os vendedores demonstrem interesse em suas necessidades e não apenas em vender o produto ou serviço.
Munido de conhecimento e argumentos, invista no relacionamento, mostre interesse e esforço, assuma os possíveis erros da empresa, ofereça solução para o caso e garanta um atendimento perfeito em todas as etapas.
Invista no pós-venda!
Ele pode ser sinônimo de uma próxima venda ou da geração de indicações!
4 dicas para motivar sua equipe sem mexer no bolso
Claro que a remuneração é importantíssima para motivar ou satisfazer seus colaboradores, porém vamos citar 4 dicas que são tão importantes quanto a remuneração, e o melhor, sem que você gaste nada além de boa vontade e trabalho mental:
1. Segurança e Conforto
Oferecer segurança e conforto é ótimo para estimular a equipe sem por a mão no bolso. Se um novo projeto deverá demandar mais da equipe, por exemplo, ofereça um banco de horas informal, como forma de reconhecimento dos esforços adicionais. O fato do funcionário saber que será recompensado de alguma forma pelo esforço ou trabalho a mais, o deixará conformado e empenhado. Hoje ainda é pouco explorado pelas empresas trabalhar flexibilidade de horários, excelente para quebrar rotinas e oferecer qualidade de vida aos colaboradores.
2. Aprendizado e Prêmios
Possibilidades de aprendizado sempre funcionam bem como uma ferramenta de troca com os funcionários, principalmente com os mais jovens. Caso não haja capital para o investimento em pós-graduações e MBAs, por exemplo, ofereça oportunidade de atuar em outros departamentos da empresa ou um plano de carreira, criando objetivos de médio e longo prazo, seja estes para conquistar aumento salarial, promoção de cargo ou até mesmo prêmios.
3. Feedback e Reconhecimento
É claro que uma promoção é sempre a forma mais óbvia de reconhecer o trabalho de um funcionário. Mas a prática constante do feedback é um trabalho que só exige um maior cuidado na gestão da equipe. Elogiar só por elogiar tira o valor dessa poderosa ferramenta de motivação, assim como a crítica excessiva também pode destruir completamente o empenho de um colaborador. Saiba como criticar construtivamente e principalmente elogiar quando um trabalho foi bem realizado, mesmo que seja apenas a obrigação.
4. Autorrealização
Você já deve ter conhecido funcionários que não ganham uma fortuna, não têm segurança de seus cargos e ainda assim trabalham com todo o prazer. Essa sensação vem da sensação de pertencer a um grupo que faz a diferença. Ter essa sensação que seu serviço faz parte de algo que vem fazendo sucesso é prazeroso e gratificante.
Estas 4 dicas simples e fáceis de serem trabalhadas irão melhorar muito a produtividade de sua equipe. E você gestor, como trabalha para motivar seus colaboradores?