Nota IMPORTANTE: Tudo o que acontece foi combinado previamente entre os personagens, mesmo que não tenha sido escrito na oneshot, apesar da simulação de medo. Harry pode pedir muitas vezes pra parar e não vai parar, acima de tudo ele gosta e o parceiro tbm! Pf não repitam isso em casa.
Harry apesar de ter medo de filmes de terror, tem uma que ele gosta, mas nunca assistiu de verdade, pânico.
Bem, ele gosta porque quem é o vilão é um ser humano e não um mutante, ou coisa estranha, ou alien, ou qualquer coisa feia e desagradável para sustos.
Não tira o medo dele pelo filme, poderia ser qualquer um daqueles adolescentes, por mais que só tenha assistido pequenas cenas e recortes pelo celular, gostava da franquia.
Já era halloween, estava vestido com sua linda fantasia de coelhinha da playboy, ficou incrível em si o corset apertadinho no seu quadril e cintura por cima de um body preto, usava uma luva até seus cotovelos, uma bota preta até seus joelhos com a meia calça e claro, as orelhinhas e o rabinho de coelho grudado no final do corset.
Ela tinha se inspirado levemente na Regina George, em Meninas Malvadas, seu filme favorito.
Arrumava seus cachos no banheiro da casa onde estava a festa, tédio o definia agora, ele não era de beber muito e muito menos se interessou em algum cara pra ao menos dar uns beijinhos, suas amigas e amigos se trancaram em algum quarto e a pista de dança (o que Harry poderia dizer, mas era a sala de estar) estava impossível de dançar de tanta gente.
Já havia se assustado com muitas fantasias naquela noite, é uma pessoa sensível e muitos na universidade que conhecem seu medo de levar sustos, acabam fazendo isso para a irritar, mas isso não importa, já estava de saída daquele local alvoroçado.
Isso se seu celular não estivesse tocando, um número desconhecido, tinha acabado de abrir a porta do banheiro, e resolveu voltar, era impossível de escutar algo fora dali, trancou a porta e atendeu o telefone.
— Olá, Harry Styles. — a voz desconhecida do outro lado fala, a fazendo tremer inteirinha, como que sabia seu nome? Isso deveria ser outro trote! Outra pegadinha de mau gosto consigo. — Quer jogar um jogo?
— Por favor, quem quer que seja, pare de me assustar, eu tenho sofrido a semana inteira. — disse rápido, já decidido de desligar a chamada, mas a outra voz é mais rápida em responder
— Posso ver sua cara de assustado Harry, você pode se livrar de mim, é só jogar comigo. — a voz conseguia ser incrivelmente assustadora, ela até pensa um pouco, era um trote então não havia porque não entrar nas gracinhas. — Duas perguntas, coelhinha, qual é o nome do primeiro ghostface?
Com essa pergunta acaba notando só agora todas as semelhanças do filme pânico. Isso não iria acabar bem. Era isso, era seu fim, iria ter um assassinato hoje e seria Harry a contemplada.
— E-eu n-não sei, eu não vi-
— Resposta errada, coelhinha. — cortou a fala da garota playboy. — Tem mais uma chance, já tô te vendo tremer nesse banheiro.
Harry assustada olhou ao redor do banheiro, mesmo sabendo que só tinha ela ali, ficou na ponta dos pés em cima da banheira, olhando pela pequena janela alta que tinha, não conseguia ver ninguém, mas apressou de destrancar a porta e sair do banheiro, ouvindo a voz novamente em seu ouvido.
— Quem é o vilão em Sexta Feira 13? — ao menos essa harry talvez poderia saber a resposta, enquanto ouvia ia descendo as escadas, decidindo ir na cozinha e chamar por Louis seu melhor amigo que estava bebendo e paquerando uma garota vestida de mulher gato antes de ir ao banheiro.
— Uhm... uh! desculpe. — falou distante do celular enquanto passava trombando por várias pessoas. — Jason!
— Tsc tsc tsc, suas vidas acabaram coelhinha, aproveite enquanto ainda não te pego. — a espinha de Harry se arrepia inteira, a tal pessoa desconhecida estava atrás dela e não sabia quem era. — Saia de perto de Jack, ele não para de te comer com os olhos — Ao olhar ao redor de novo, pode ver Jack, jogador do time de basquete, com os olhos grudados em sua polpa da bunda que estava a mostra pelo body, tendo ainda mais medo pelo o ghostface estar tão próximo de si para conseguir ver isso. E então a ligação cai.
Harry iria achar qual daqueles era o ghostface que o ligou, e daria uma boa surra, mas era uma tarefa tão difícil! Haviam tantos ghostfaces, é um patrimônio do halloween, como iria adivinhar quem era quem, como poderia fugir sendo que estão em todos os lugares?
Como uma lâmpada acendendo, teve a ideia de se juntar ao amontoado de pessoas no meio da sala de estar, indo mesmo no meio, cheio de pessoas, era tão quente, Harry estava a um passo de enlouquecer de tantas luzes e o calor, quando viu Louis passando subindo as escadas, claramente não escutou os chamados altos de Harry. Saiu do meio das pessoas, correndo atrás de Louis, vendo-o entrar em um dos quartos, não sabendo direito em qual Louis entrou, abriu o primeiro que não estava trancado, achando que seu melhor amigo estaria lá, mas acabou que não tinha ninguém.
A porta do quarto de casal se fechou num baque alto, mas insignificante para quem estava embriagado lá embaixo. Olhar para trás foi um tormento no momento que viu um homem completamente vestido de preto, sendo as únicas coisas que destoavam a imagem, era a máscara do ghostface e um canivete na mão.
Iria morrer e ninguém poderia a ajudar, sem pensar muito correu até a janela do quarto, mas era muito alto e correria o risco de quebrar alguma parte do corpo, estava encurralado.
— Viu um fantasma, coelhinha?
— Porfavor, p-porfavor não me m-mate! — seus soluços já poderiam ser escutados, sua voz trêmula de medo e gaguejando, mesmo que a máscara cobrisse o rosto do garoto, poderia sentir o olhar do outro preso em si. — E-eu faço qualquer coisa! Quer dinheiro? N-não me machuque por f-favor.
Ela falava choramingando, olhando para a tal pessoa que se escondia com a máscara, cada passo que dava, mais o ghostface se aproximava de si, a fazendo recuar dois passos a cada um do outro, não tendo uma saída quando acaba caindo na cama, vendo o tal homem em pé na sua frente no meio de suas pernas abertas.
O canivete deslizava por suas coxas, a meia calça fina e barata se descosturando pela ponta fina da lâmina, deixando-a mais tensa, olhando tão chorona e com um bico nos lábios, mas sentindo aquela formigaçãozinha na sua bocetinha, se debatendo mentalmente por ficar levemente excitada nessas situações.
— Por favor — saiu num fio de voz, tão manhosa. Pela calça que o outro usava era capaz de ver o membro marcado, a fazendo imaginar centenas de coisas, e se fosse alguém que conhecia? E se quisesse que aquele homem acabasse com ela? Será que vai o matar mesmo?
— Quero respostas de duas coisas, querida. — falou o ghostface que tinha uma voz incrivelmente grossa e gostosa de ouvir, familiar...
— Mas eu não sei de nada de filmes de terror-
— Cala a boca! Eu ainda não perguntei, porra.
Ligeiramente fechou sua boca, tremendo de medo, esperando as perguntas.
— Ouvi dizerem que tinha uma bocetinha. — levou a lâmina do canivete que segurava para entre as pernas da cacheada, que tremeu inteira só de saber que a faca estava tão pertinho da sua intimidade, essa que expelia melzinho escutando a voz do homem em pé a sua frente. — Verdade?
— É verdade… — respondeu num fio de voz, engolindo em seco, tremendo o que iria acontecer consigo, e definitivamente molhada, não sabia o porquê de se sentir tão quente por algo tão assustador.
— Ela vai aguentar meu pau? — Harry olha com surpresa, entreabrindo a boca enquanto tenta observar por trás da máscara do homem na sua frente, tentando enxergar os olhos do outro, tentando reconhecer. Com a ausência da resposta, a lâmina dá duas batidinhas no body preto em cima da sua florzinha. A mão enluvada agarrando de forma bruta o seu queixo, mandando Harry começar a falar, o assustando ainda mais. — Responde.
Sem conseguir mexer a cabeça para responder com um aceno, Harry engoliu seco e abriu a boca novamente. — A-aguenta.
Ela poderia jurar que do outro lado da máscara tinha um sorriso largo, ela podia sentir a satisfação do desconhecido. E ele finalmente larga o rosto de Harry,
Harry respira fundo aliviado, olhando o fantasiado se erguer um pouco, tocando o interior de sua coxa ainda com o canivete na sua mão e puxando sua perna pra cima, entrelaçando ela na cintura. Ela conseguia sentir o cinto do outro roçando na sua coxa, provavelmente o seu body já estava com uma mancha mais escura, era tão humilhante. — Eu espero mesmo que me aguente. Eu tenho muito, muito pra te dar, gracinha.
Suas mãos agarravam os lençóis da cama, engolindo novamente sua saliva, escutando o homem mascarado enquanto ele falava. Por um momento ele se levantou da cama, olhando-a de cima, talvez pensando por onde começar. Num descuido rápido de olhar para trás quando bateram na porta, Styles agiu rápido, ainda assustada com tudo, virou-se de bruços correndo engatinhando para o outro lado da cama, para conseguir fugir.
Coisa que ela não consegue, porque foi agarrada pela cintura com mais rapidez, os edredons a atrapalharam se enrolando na sua bota. Soltou um gritinho pelo susto.
— Não posso tirar meu olho de você que já quer fugir? — ele pegou uma corda que tinha escondido, Harry não sabe de onde ele retirou aquilo, mas o seu medo aumentou, sentindo seus pulsos serem amarrados na sua frente, além de seus cotovelos também, seus braços totalmente imobilizados. Se o seu corset já apertava seus peitos, a forma como o ghostface o atou apertava ainda mais. — Vamos ver se ainda vai conseguir.
O canivete voltou para perto de si, seus olhos liberando lágrimas quando o corpo do mascarado descia sob seu, parando sua cabeça na frente da sua intimidade. Ela tentava fechar suas pernas, mas só de ver a ponta da lâmina escorregando levemente nas suas coxas e rasgando o tecido transparente de sua meia já era apavorante, mas não tanto que não a deixasse vibrando lá embaixo.
— O que você vai fazer? — falou baixinho, recebendo um aperto em sua coxa, forte, que a fez tremer. A ponta da lâmina para mesmo em frente no fundo do seu body, enganchando na peça preta que já estava úmida. — Não me machuque, por favor.
— Pelo visto você tá adorando isso, não é bonequinha? — o homem tira suas luvas, revelando mãos com veias salientes, isso fez Harry arfar baixo, ele pressiona dois dedos por cima da mancha de sua lubrificação quente, puxando o tecido preto e rasgando com ajuda do canivete, fazendo Harry arquejar, ela podia sentir mais do seu melzinho expelir, ficando cheia de vergonha. — Agora, sim.
Ele toca por cima da calcinha, da sua buceta, a meia calça, rasgando de uma vez, abrindo com as duas mãos um buraco no tecido tão frágil tal qual a garota que estava amarrada sentindo tudo. Os dedos do outro agora roçavam na sua buceta por cima da sua calcinha de renda preta.
— Pensei que nunca iria conseguir chegar aqui. — ele dá dois tapinhas na bucetinha molhada por cima da renda, vendo as reações de Harry que mal conseguia falar direito, só reagir com pequenos ofegos. — Não esperava por isso, coelhinha? Tive que cavar muito pra chegar nesse seu tesouro, hm? Ter essa bucetinha só pra mim.
Deslizou a renda preta para o lado, finalmente mostrando a bucetinha de Harry, os lábios abertos, molhados, rosinha, brilhando com tanta lubrificação, ele desejava tanto meter a boca ali, era um convite lindo para ser fodida e acabada. Ele pega o canivete outra vez, assustando Harry, ele queria exatamente isso, brincar com essa carinha confusa, ele fecha na frente dela e joga na cômoda, decidido no que iria fazer.
— Cuidado por favor, e-eu não.. — gagueja tentando fechar as pernas, o ar quente que saía do nariz do mascarado batia mesmo no seu clítoris, a deixando sensível.
— Você nunca deu pra ninguém, gatinho? — o homem enfia dois dedos dentro da bucetinha com metidas lentas, sentindo ela apertar pela invasão repentina, gemendo alto, afinal, eram dois dedos grossos entrando em si. — A única coisa que você vai aceitar depois é meu pau, vou te encher de porra, e você vai ser só minha, entendeu? — a voz saía abafada pela máscara, fazendo a garota prestar atenção tentando reconhecer. Apertava os dedos do outro pra tentar fazê-lo sair, mas nada adiantava, não conseguia se concentrar direito, tudo que o ghostface dizia a fazia ficar vulnerável, molhada, os dedos dentro dela eram tão bons, chegaram tão perto do seu pontinho. Mesmo que tudo a assustasse, ainda era bom.
Sentiu um tapa em sua florzinha de novo, fazendo ela dar um gritinho alto, ofegante e assentindo com a cabeça repetidamente.
— Se não for me responder, que grite bem alto o quão bem vou te foder. Putinha do caralho. — ele fica erguido, tirando o cinto da sua calça, o som da fivela acordando Harry de sua névoa temporária de excitação. Ainda querendo fugir, ela vai se afastando aos poucos com ajuda de suas pernas, - consequentemente seus movimentos estimulavam a sua bucetinha, seus lábios e coxas se roçando - tentando sair da cama escuta uma risada que a faz parar imediatamente. — Acha que eu sou idiota, porra?
— Não… — ghostface segura o maxilar de Harry, fazendo com que ela olhe pra ele, ao menos, o que conseguia enxergar dois olhos escuros, as pupilas dilatadas, conseguia ouvir a respiração ofegante por dentro da máscara. — Não quero nada, por favor.
— Calada. — o mascarado termina de abrir a calça, ele não usava uma cueca, mostrando o pau grosso, a glande era vermelhinha e estava babada de pré-porra, ela viu as veias salientes saltando no membro, e longo, talvez uns vinte centímetros, aquilo definitivamente não iria caber em si, ele ainda era virgem. — Vo-
— Não vai caber, não dá, por favor, nã- — um tapa foi dado em seu rosto, a mão agora descendo para seu pescoço, apertando sua pele branca e imaculada, prendendo o ar de chegar em seus pulmões gradativamente.
— Quando não fala, me interrompe, você gosta de desobedecer? Fica fugindo mas essa sua buceta não mente o quanto quer meu cacete aqui. — ele ia falando enquanto se aproximava, o quadril dele batendo nas coxas de Harry, a cabecinha melada do pau dele descansando nos lábios quentes e molhadinhos, sentindo o choque de temperatura. — Você é minha, essa buceta é minha e você não pode fazer nada contra. — ela olha pro outro abismada, o lábio tremendo, sentindo pau a invadir, uma dor lasciva por não prepará-la estava lá, um grito sai de seus lábios vermelhos, suas pernas se fechando ao redor do homem de preto de uma forma que ajuda ele ir mais fundo dentro dela, a fazendo gemer mais alto. — Abre as pernas.
Nega com a cabeça várias vezes, ela conseguia sentir o cacete inteiro dele pulsando forte, não conseguia relaxar, precisava de um tempinho pra se acostumar, então decidiu por grudar suas pernas ao redor dele para que ele não conseguisse se movimentar.
O que pode não ter sido sua melhor ideia. O homem segura nas cordas bem presas no pulso de Harry, solta o pescoço dela, agarra a coxa que tentou fincar na cintura do outro, abriu a perna e começou a estocar num ritmo rápido, sem dar tempo de se acostumar, ou de esperar a dor sair.
— Espera! Devagar… d-devagar! — suas súplicas são ignoradas pelo homem que não deixa de meter bruto na entradinha suculenta de Harry, que suspirava alto, soltando gritos curtos misturados de murmúrios sem sentido. — N-não seja tão bruto…
— Já é tarde, coelhinha. — o homem sai de dentro de Harry, o deixando atordoado, tentando entender o que acontecia ao seu redor, o homem desistiu de si? Não era mais interessante? Até ele a virar de bruços, abrindo as suas pernas e empurrando os joelhos para a cama, a bunda empinada, seus ombros e seu rosto encostados na cama por não conseguir se apoiar nos seus cotovelos que estavam amarrados. Então ele agarra seu pescoço puxando-a para cima ao mesmo tempo que volta a enfiar aquele caralho grosso dentro de si, estocando de maneira desenfreada, agilmente achando seu ponto g, usando sua buceta como um brinquedo, usando ela inteira como um brinquedo.
— Porra! M-minha nossa, porra… — murmurava a garota sem conseguir pensar em palavras que falassem o quão gostoso estava sendo pra si agora. Seu pontinho especial sendo surrado pela cabeça do pau, sendo maltratado até sentir sua polpa da bunda arder com o choque das peles.
Seu corpo inteiro se arrepiou, era tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo.
Seu pescoço era apertado pela mão forte, dificultando sua respiração, sendo compartilhado com o corset que sufocava sua barriga e seus pulmões, complicando ainda mais, as cordas o prendendo, tudo a deixando presa, amarrada, totalmente vulnerável para fazerem o que quiserem com ela. Exatamente como esse homem mascarado fazia com ela.
A cada estocada forte, Harry ficava cada vez mais perto de vir, suas pernas tremendo, seu quadril não parando quieto, ela conseguia sentir sua lubrificação pingando em cada estocada, estava perdida de tesão. Um murmúrio baixo, uma lamúria pedindo, implorando para que o outro vá mais devagar, ela temia quebrar de tantos estímulos ao mesmo tempo que pedia um ritmo mais lento para tentar lidar com tudo, ela tinha medo de quebrar.
— Putinha gostosa do caralho, essa buceta é tão apertada. — ele aperta o pescoço branquinho que definitivamente ficaria com as marcas das mãos, metendo forte que se surpreende quando sente algo duro bater contra seu pau e o canalzinho molhado de Harry, que geme incrivelmente alto num soluço choroso. Ele mete ali de novo, sentindo de novo o local durinho, até ele perceber que era o corset super apertado, ou seja, aquele pau tava fodendo tão fundo que batia no espartilho justinho que Harry usava, isso o deixou louco, tão louco que fazia questão de sempre bater no mesmo local. — Caralho, que buceta boa, tá sentindo meu cacete te foder até o útero? Me sente batendo nesse corset apertadinho?
Harry não aguenta, tremendo suas pernas fechando elas de uma vez quando geme alto um palavrão, gozando pela primeira vez, ofegante, respirando tão fundo que seus peitos poderiam escapar do corset que comprimia todo seu corpinho, seu rosto descendo lágrimas mal conseguindo manter os olhos abertos.
— Não acredito que você gozou antes de mim. — ele segurou seus cabelos encaracolados puxando o corpinho trêmulo do recente orgasmo para apoiar a cabeça no seu ombro, a boca da máscara extremamente de seu ouvido, a voz grave, cheia de luxúria resmungando o quão inútil era. — Não vou deixar barato, coelhinha.
Tentava estabilizar sua respiração, sendo complicado com o corset e estar completamente ofegante. Sua buceta vibrava de tanto êxtase, nunca teve um orgasmo sem nem se tocar, ela não estava muito atenta quando ele pegou o cinto e chicoteou sob suas coxas que estavam juntinhas e trêmulas, soltou um grito assustado.
— Não! P-porfavor! Não me castigue.
— Você não tem direito em porra nenhuma aqui, quer fugir, não me responde, goza antes de mim, me desresepeita e acha que não vai ter punição? — ela geme baixo como um miado, não esperando outra lapada de cinto mesmo em cima da polpinha da sua bunda e sua entrada usada e gozada, a fazendo gemer alto num grito, arqueando seu corpo. — Só mais uma, e aí eu vou te amarrar, não aguenta ficar com as pernas abertas? Então vou deixar você como você tanto quer e vou te foder de novo.
— V-você vai me quebrar, eu não aguento. — outra chicotada em sua bunda que a pegou de surpresa, a fazendo choramingar, seu corpo tremendo com a ardência em sua pele. O homem a ignorando totalmente, rindo até do desespero dela. — Eu te imploro…
— Implorar não vai me fazer ir mais devagar só porque uma coelhinha não aguenta receber um caralho dentro dela. — ele vira ela de barriga para cima, juntando as coxas dela e prendendo agilmente com o cinto que usou para bater.
— Você vai acabar comigo. — não conseguia separar mais suas coxas, sentindo o homem ficar em pé depois de sair da cama e agarrar suas pernas juntinhas, deixando elas apoiadas nos ombros dele. — Vou ficar toda abertinha depois disso, p-por favor Lo-
O homem bate nas coxas de Harry com uma força descomunal com a palma da mão, ela dá um pulinho de susto, acordando novamente de seu estado de prazer, ele fez um pedido silencioso para calar sua boca.
Ele volta a enfiar o pau dentro de Harry, de uma vez, aquela buceta aquecia o seu cacete de uma forma tão gostosa que não conseguia pensar direito, além de apertar tanto que o deixava louco. Ele queria muito mais, e não perdeu tempo de meter gostoso, rápido, o corpinho pulando, tal qual os peitos cheinhos indo pra cima e pra baixo com o corset.
Harry estava chorando, seu rosto estava pintado de lágrimas, soluços, gemidos baixos e sem sentido. Todo seu corpo pulando, sua bunda doía pelo choque dos corpos e sua buceta extremamente sensível. Ela sentia toda vez a cabeça do pau do outro a abrir inteira por dentro, seu canal sendo aberto e arrombado pelo pau grosso. Cada estocada a fazendo morder os lábios, ou gritar quando batia de novo no seu corset. Suas coxas tremiam mesmo estando presas com o cinto do outro, suas costas arqueando, ficando totalmente arrepiada até a pontinha do pé toda vez que o cacete encostava no seu pontinho.
— Não existe bucetinha melhor que a sua. — ele escutava os soluços da outra, se divertindo com isso, indo mais lento, toda vez que saía esfregava sua glande no clitóris durinho e sensível, que ficava bem mais gostoso quando também fodia as coxas dela junto, seu caralho se esfregando nos lábios e nas coxas grossas da outra, depois enfiando tudo de uma vez. — Porra… Vai me fazer viciar nela, me aguenta tão bem, não para de ficar molhada. — ele começava a dar gemidos baixos, entrecortados, agarrando as coxas de Harry enquanto aumentava o ritmo das estocadas.
Ela mal parava de soluçar e chorar, ofegante, sentia a vibração familiar na sua bucetinha, tremeu-se inteira quando o outro agarrou sua cintura e se afundou em estocadas desengonçadas. Ela logo arregalou os olhos, sabia que ele estava perto, e fez um biquinho com os lábios vermelhos e maltratados de tanto mordiscar.
— D-dentro não! Vai me deixar cheia de filhotinhos. — ela procurou os olhos dele por debaixo da máscara, seu olhar sendo retribuído, parecia uma fera dominando tudo, ele não vai escutar ela. — Mhmm… p-para…
Suas súplicas em vão, ele a fode com mais algumas estocadas e geme alto, soltando toda a sua porra dentro, bem no fundo, de Harry, que gritou alto um gemido, soluçando não conseguindo se conter e acabar gozando junto do outro, sujando o pau dele com sua porra novamente, enquanto ele enchia ela do seu leite denso.
Ela não parava de tremer, sua bucetinha sentia tudo, estava tão tão sensível que cada pulsação do cacete dentro dela a deixava vulnerável. Sentia o seu interior quente, cheio, o pau ainda dentro dela. Mal conseguindo deixar seus olhos abertos, ela decide deixá-los fechados, respirando fundo, o corset ainda a sufocando, engolindo em seco, suas lágrimas caindo levemente. Estava tão cansada que decidiu relaxar enquanto o outro não se movimentava.
E tão rápido que fechou os olhos, abriu ao sentir as cordas de seus pulsos e cotovelos serem cortadas pelo canivete, o pau ainda fundo dentro dela.
— O q-que? — confusa, ela olha pra baixo, seus braços marcados pela corda, a pressão que o corset fazia em si sendo aliviado por cada corte que o canivete fazia nas fitas que prendiam, tirando de seu corpo. Ele torou o body que usava, literalmente, fez um corte pequeno com o canivete e rasgou em um puxão com suas mãos, o barulho do tecido se rasgando, sobrando somente sua meia calça toda furada e sua calcinha colocada de ladinho. — Obrigado. — falou num fio de voz, baixinho.
Tudo isso a deixou excitada de novo, ela não aguentava mais, mas ele era tão bom em tudo, o que a deixava confusa, atordoada, ela não deveria se sentir assim.
— Não acabei com você. — ele sai de dentro da grutinha molhada, ambos soltando um gemido baixo, não queria tirar de dentro dela, Harry fazendo uma carinha de coitadinha, um biquinho nos lábios e olhos pidões. Não demora muito pra ver sua porra descendo numa gotinha generosa, expulsando seu leitinho, Harry mal percebia por estar pulsando tanto.
Ele pega uma faixa preta, ou era uma gravata? Harry não se importou, e amarrou seus olhos, molenga demais para impedir ele de fazer alguma coisa, ela se deixa levar. Não conseguia ver nada então manteve seus olhos fechados, o cinto foi tirado de suas coxas, sentindo sua meia ser rasgada de uma vez e sua calcinha ser retirada com cuidado. Finalmente nua.
Sem conseguir ver o que acontecia ao seu redor, e depois de gozar duas vezes sem se tocar, tendo sua bucetinha toda arrombada e cheia de porra, qualquer suspiro batendo em sua pele a assustava. Ainda mais quando ele voltou a tocar sua bucetinha, esfregando seus dedos nela, espalhando a porra dele ao redor dos lábios cheinhos e inchados.
— De novo não! Por favor, e-eu não aguento. — falou numa súplica cansada, sua voz falhando, seu corpo tremendo. Harry tenta afastar o outro de si, mas tão fraca, o corpo tão forte do outro, era impossível, estava tão sensível.
Até uma coisa a surpreender. Uma boca quente beijando sua bucetinha, arqueou as costas com um gemido alto, suas mãos empurrando a cabeça para longe, se surpreendendo quando não sente a máscara, por isso estava vendada. A língua do outro passeava nos lábios meladinhos, sujos da porra de ambos, chupando com fome, introduzindo a língua, esfregando o clitóris de maneira lenta, quase torturando.
— N-não aguento, para… — num fio de voz Harry tenta avisar, empurrando ao mesmo tempo agarrando os fios de cabelo do homem. Suas pernas foram agarradas pelo outro e a boca logo saiu da grutinha molhada. — Por favor, obrigado. E-eu-
— Calada. — ele enfia dois dedos dele dentro da boquinha de Harry, além de não ver não podia falar. A garota soluçava sem parar, seu choro deixando suas bochechinhas rosadas assim como a ponta de seu nariz. — Você é minha, ouviu? Tudo isso é meu.
Ele volta a enfiar o membro duro dele de volta, estocando rápido, segurando a coxa pálida e marcada de Harry, tirando os dedos da boca dela só pra apertar os peitinhos que balançavam em cada investida. Ela não parava de gemer, murmurando súplicas pra ser devagar, parar, ter cuidado, mas o ghostface não dava a mínima, usava o corpinho da coelhinha que tinha à disposição.
Completamente destruída, rosto molhado, coxas e buceta meladas, corpo trêmulo, totalmente fraca, se agarrando nos lençóis, as vezes arranhando as costas do desconhecido, além de estar totalmente sensível, sua bucetinha doía com as investidas, mas vibrava de prazer toda vez que o pau surrava seu interior.
— Louis! — Tão extasiada, gritou num gemido o nome do seu melhor amigo, não conseguindo se conter, soluçando forte enquanto gozava, acontecendo algo que nunca aconteceu com ela antes, um squirt, melando todo o pau e pé da barriga do mascarado. — Porra, porra.. aahhnn…
— Deve ser o garoto sortudo que tem você, hm? — o ghostface fala baixo, perto de seu ouvido, gozando ao mesmo tempo, enchendo de novo sua buceta com a porrinha dele.
— Kiwi… — Harry fala num fio de voz, totalmente satisfeito do que passou, mas no seu limite, respirando fundo, seu lábio tremendo levemente querendo chorar mais de tanto prazer.
Não escuta mais nada quando sua mente e seus sentidos despencam, tudo fica mole, não consegue se mexer, nem abrir os olhos por baixo do tecido, nem fechar sua boca entreaberta, respirando ofegante, tremendo inteiramente. Ele se sentia distante de tudo, seu corpo ainda vibrando do seu recente orgasmo, umas mãos o acariciando, tirando sua venda, mas ela não liga, Harry não quer se mover, nem falar, quer dormir e é isso que faz.
Acordando no outro dia com Louis, seu melhor amigo, de seu lado na cama, estava embalado com o edredom, e seu conjuntinho de pijama favorito.
Onde Harry, a garota mais popular da escola, tem um penhasco pelo nerd Louis, e sempre o chama para suas festas na esperança dele vir...
Avisos: l!tops, h!bottom, Harry como garota cis, pwp, Louis nerdzinho, ambos são de maior apesar de estarem na escola, perca de virgindade
O sinal ecoa alto pelos corredores gélidos e sem vida da escola, como sempre. Mas Harry não se incomoda, ela realmente amava a escola e não porque a via como seu reino com seus lacaios chatos que a seguiam por aí… Não, ela simplesmente amava.
Ela caminhava com calma, o uniforme de líder de torcida abraçando seu corpo tão perfeitamente que parecia ter sido moldado unicamente para ela, desfilando pelo corredor como se estivesse em uma passarela –e de certa forma, está. Todos notam sua presença: olham para sua saia curta e esvoaçante quando passam, acenam com a cabeça, outros se atrevem a dizer “oi”. Mas certamente ninguém era indiferente.
Exceto um.
Harry não prestava atenção em nenhum deles, realmente. Ela já está procurando por alguém.
E então o vê. Ali, perto dos armários mais ao fundo, quase escondido entre a porta do refeitório e a das salas de aula, o garoto com um suéter azul-marinho, cabelo desgrenhado –mas não totalmente bagunçado–, olhar mergulhado em um livro grosso como se fosse a coisa mais interessante de toda sua semana. E talvez fosse.
Louis Tomlinson. Inexplicável, porém irrevogavelmente lindo.
Harry sorri sem perceber. Aquela coisinha nerd parecia imune a qualquer tipo de charme e encantamento seu. Era engraçado, todo mundo caia a seus pés, mas ela aprendera do pior jeito que Louis não era todo mundo.
Ela atravessa o corredor, ignorando uma das garotas da torcida que a chamara.
–Lou Lou!– diz com o entusiasmo de quem reencontra o melhor amigo de anos.
Louis ergue os olhos, piscando um pouco confuso por baixo dos óculos, como se tivesse acabado de ser brutalmente arrancado de outro universo.
–Ah… Oi, Harry.
–Lindo dia, né?– Harry encosta no armário ao lado, jogando os cabelos cacheados e esvoaçantes para trás com um gesto ensaiadamente despreocupado.
Louis não conseguiu não reparar.
–Tá meio nublado.
–Pra mim ele está simplesmente radiante agora que você apareceu– disse ela, com aquele sorrisinho que mostrava suas lindas covinhas.
Ela parecia um pouco perversa e Louis se questionou se ela estava sendo gentil ou tirando uma com a cara dele. Ambas as coisas o incomodavam.
–Hm, você precisa de alguma coisa?– ele perguntou, ajeitando os óculos perfeitamente alinhados simplesmente porque não sabia ficar sem ter o que fazer com as mãos.
–Precisar? Não. Querer… Talvez– ela rodeia, batendo o indicador no queixo como quem finge pensar –Se eu te pedisse algo você me daria?
Louis engoliu em seco.
–Depende– respondeu, encarando-a. Ele genuinamente queria saber o que um garoto como ele poderia oferecer a uma garota como ela.
–Não é nada demais– Harry se inclina um pouco sobre ele, analisando todo aquele rosto inocente e tímido que mal saía de entre páginas de livros velhos… Ela queria aqueles lábios, mas não podia ser tão direta, não é? –Quero seu tempo.
–Eu não vou te dar aulas.
E, ok, talvez isso tenha ferido um pouco o ego de Harry. Sua cara indignada já dizia tudo.
–Eu não preciso de aulas– retrucou, sucinta, com um pouco de acidez na voz –Sei que não repara muito em mim, mas estamos na mesma aula de álgebra avançada. Não sou burra.
Louis arregalou os olhos em surpresa e as bochechas ganharam um tom de vermelho que Harry teria achado engraçado se fosse em outra ocasião.
–Eu nunca diria isso e- Não foi minha intenção, por favor, me perdoe, eu me expressei mal– ele se apressou em dizer, envergonhado –É claro que eu notei você… Quer dizer não tem como não notar, né? Você é tipo a menina mais bonita de lá e- Aí meu Deus, também não foi isso que eu quis dizer… Digo você é bonita, mas eu não estou dando em cima de você nem nada do tipo, é só que…
–Por que?
Louis olhou para cima. Enquanto se embaralhava em palavras ele nem percebera que retraia a cabeça e encolhia os ombros como quem sofre uma represália.
–Por quê o quê?
–Por que não está dando em cima de mim? Não é como se você não pudesse– Harry arqueia a sobrancelha em puro desafio, ajeitando o cabelo atrás da orelha.
Louis abre a boca em completa descrença. E ele estava para responder o motivo óbvio –ou, pelo menos, que na sua cabeça era óbvio– quando ouvira Harry gargalhar. Ela chegou a apoiar a mão em seu peito enquanto se inclinava para frente e Louis sentiu o corpo travar. Estavam perto. Muito perto.
–Você tinha que ver a sua cara!– ela dizia, entre uma risada e outra. Era um som agradável, Louis quase se podia imaginar rindo com ela se ele não fosse o motivo da graça –Não leve tudo tão a sério, Lou Lou.
Harry deixou propositalmente a mão ali, esperando a crise de riso terminar. Ela podia sentir o peito magro, porém levemente malhado, sob a ponta de seus dedos e sua vontade foi de acariciar a área, mas ela segurou-se.
Louis ficou vermelho. Não só nas bochechas –até as orelhas ficaram coradas.
–Você… Sempre fala assim com as pessoas?
–Só com as que eu gosto de implicar.
–Implicar? Comigo?
–É. Você tá sempre tão quietinho na sua bolha… Isso me faz entrar– Harry olhou diretamente nos olhos dele, os verdes cativando os azuis –Você mal percebe as coisas ao seu redor, inclusive eu.
–E isso te incomoda?
–Me intriga– ela se aproximou, os joelhos estavam se encostando com tamanha proximidade. Harry colocou a mão por cima do livro fechado que o outro ainda mantinha em seu colo –Fico pensando o que tem de tão interessante nessas páginas… Que faz você dar mais atenção a elas do que a mim.
Louis engoliu em seco, tropeçando nas próprias palavras:
–N-não é isso… É só… Eu gosto de ler.
–Eu também– Harry sorriu. O mesmo sorriso de antes. As mesmas covinhas –Mas prefiro coisas ao vivo. Que eu posso ver… Ouvir…– a mão delicada moveu-se lentamente, com uma calma quase sensual, e posou em cima do pulso do garoto –Tocar…
Louis travou.
–Você quer… Dizer tipo… Filmes?
Harry riu, baixo, e recolheu a mão, deixando-a pender ao lado do corpo.
–Claro. Filmes. Ou festas.
Ela apoiou o braço no armário, um pouco abaixo da cabeça de Louis, deixando-os ainda mais próximos.
–Falando nisso… Festa lá em casa hoje. Você vem?
–Não sei… Essas festas não são muito meu estilo, você sabe.
–E qual é seu estilo, Louis?– Harry estava de frente para ele, olhando-o diretamente nos olhos. Tão felinos e intrigantes que Louis quase se rendeu como uma perfeita presa.
Silêncio.
Harry inclinou a cabeça.
–É silêncio?
–Eu gosto de coisas calmas. E… E previsíveis.
Harry sorriu. Inclinada demais. Perto demais.
–Então talvez você devesse mesmo ir. Quem sabe descobre que gosta de… Surpresas.
Louis abaixou o olhar. Aquilo tudo já estava sendo uma surpresa para ele. Harry já conversara com ele inúmeras vezes, isso era fato, mas nunca com essa proximidade. Nunca com tanta insistência.
–Hã… Eu… Vou pensar.
–Você sempre diz isso… Dessa vez, pensa com carinho, tá?– ela se afastou e parece que o ar voltou para os pulmões de Louis. Os olhos ainda ardiam nele, entretanto –Se você aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.
Então virou de costas e saiu andando tranquilamente pelo corredor. Que agora estava vazio.
Louis ainda estava parado, pensando. Muitas coisas se passavam pela sua cabeça naquele momento, mas ele parecia cansado demais para pensar em cada uma delas –e isso que era começo da manhã–, então resolveu dar um fim em todas as perguntas: ele não iria a essa festa, assim como não fora em todas as outras. Harry nunca sentira sua falta, não seria agora que sentiria.
(...)
O quarto de Louis era o oposto de qualquer festa: organizado, silencioso e morno. A luz da luminária criava um círculo suave sobre a escrivaninha, onde um caderno de anotações e dois livros empilhados esperavam pacientemente por atenção.
Louis respirou fundo, ajeitou os óculos no rosto e tentou focar na leitura.
“A consciência social de um indivíduo é construída…”– leu em voz baixa, marcando a linha com o dedo.
Bum. Bum. Bum.
O som atravessou a parede fina como se os graves tivessem vida própria.
Ele franziu a testa.
“... é construída através das experiências vividas…”
BUM. BUM. BUM-TCHÁ.
Louis ficou o livro em um baque oco, com força. Do outro lado da janela, luzes piscavam em ritmos alucinados, refletindo no teto do quarto –que só tinha aquela fraca luz do abajur ligada. A casa de Harry, claro. A festa. De novo.
Ele se levantou e foi até a janela, espiou discretamente por entre as frestas da cortina. Gente demais. Rindo, dançando, tropeçando –ainda que não desse para ver tudo, Louis podia imaginar a maior parte. Ele nem sabia onde Harry arranjava tanta gente assim.
Estava prestes a fechar a cortina quando viu.
Na porta da frente, Harry.
Uma regata branca, quase transparente, que mostrava a cor de seu sutiã –preto como a noite–, combinando com uma minissaia jeans azul claro e botas de salto branca. Estava gargalhando com alguém que Louis não conhecia. Os cachos balançavam com o vento e o rosto estava parcialmente iluminado pelas luzes coloridas.
Por um segundo, Harry olhou direto na direção da janela.
Louis recuou tão rápido que quase tropeçou no tapete.
–Merda.
Sentou de volta à mesa, tentando se convencer de que estava imaginando coisas. Tentou ler mais uma página. Mais duas linhas. Mia uma frase. Mas a imagem de Harry se inclinando para frente, rindo, mostrando seu decote para qualquer um, voltava a sua mente. E a música não ajudava em nada: parecia estar dentro de seu quarto.
Uma lembrança surgiu na sua mente. Uma que ele não lembrava de ser tão importante.
“Se você aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.”
A voz de Harry.
Louis apertou os olhos e encostou a testa na mesa. Por que aquilo estava incomodando tanto? Por que era tão difícil ignorar? Ele era bom nisso. Sempre fora.
Mas agora… Parecia diferente.
Ele levantou de novo. Foi até o armário. Ficou parado em frente às roupas por um tempo, sem saber se estava perdendo o juízo ou… Só cansado do barulho. Ele quis acreditar que era a última opção.
Pegou o primeiro moletom que viu e vestiu por cima da camiseta do pijama. Calçou o tênis e saiu.
Atravessou o jardim em passos decididos, os olhos baixos, o coração no pescoço, batendo tão alto quanto aquela música que ele sequer sabia o nome. A intenção era simples: tocar a campainha e pedir –educadamente– para abaixarem o som.
Era isso.
Mas então a porta abriu antes mesmo que ele pudesse levantar o pulso.
E lá estava Harry.
O corpo brilhando pela camada fina de suor, um copo na mão e um sorriso escandalosamente feliz no rosto.
–Louis!– ela gritou, como se estivesse vendo um milagre, com os olhos o dobro do tamanho normal pela surpresa –Eu sabia! Eu sabia que hoje era o dia!
Louis congelou.
–Eu só vim…– começou, a voz falhando –A música. Tá muito alta. Eu tô tentando estudar…
Harry não ouviu nada disso, no entanto. Ela já estava puxando ele pra dentro, guiando-o com a mão na sua.
–Finalmente decidiu se divertir comigo.
Estava claro que ela estava um pouco alterada. Talvez não muito, pois ela parecia consciente e conseguiu reconhecê-lo sem nenhuma dificuldade –até se lembrou que o tinha convidado–, mas definitivamente não era essa a Harry que ele conhecia.
Louis tentou protestar, mas foi logo engolido pelo calor, cheiro de álcool e perfume barato, a multidão e –acima de tudo– pelo olhar de Harry, preso nele como se fosse a coisa mais interessante daquela casa inteira. Era assim que ela olhava para ele.
A música estava ainda mais alta do que parecia do lado de fora. Louis se encolhia a cada novo grave que vibrava no chão, desviando de corpos dançando e pessoas falando alto demais. Era quase sufocante.
Harry, por outro lado, estava em casa –literal e figurativamente.
–Então,... Tour VIP?– ela perguntou no ouvido de Louis, se inclinando demais, como se estivesse compartilhando algo indecente.
Louis abriu a boca para recusar, mas o aperto de Harry em sua mão se intensificou e ela olhava para ele com uma esperança quase infantil. Ele quase sentiu pena em matar isso, se não fosse por aquele sorriso divertido que ela carregava. Ou ela estava mesmo muito bêbada ou ela se divertia muito em zoá-lo, das duas uma.
De qualquer modo, ele se deixou levar quando ela lhe puxou com naturalidade, abrindo caminho por entre as pessoas.
–Vai ser rápido– disse, piscando os olhos com uma maquiagem delicada, que apenas ressaltava o verde de suas íris –Prometo que te devolvo são e salvo. A não ser que prefira o contrário.
–Por que eu iria querer sair daqui machucado?– perguntou Louis, com uma sobrancelha arqueada, confuso.
Harry riu. Tipo, verdadeiramente. O mesmo tipo de risada que fez ela se inclinar para o cara de antes e que Louis jurava que podia ver além de seu decote. Agora ele podia comprovar: sim, dava para ver.
–Você é engraçado, Lou Lou!
Já haviam chamado Louis de muitas coisas, mas engraçado nunca fora uma delas. Ainda mais quando ele não falou nada para isso.
Um berro grosso, como um rugido, chamou a atenção dos dois. Um grupo de pessoas jogavam beer pong na mesa de jantar improvisada. Uma garota ruiva gritava toda vez que acertavam uma bolinha, mas o que chamou a atenção deles em questão foi o de um cara. Sem camisa. Com uma coroa de papelão na cabeça. Provavelmente o ganhador.
–Aqui temos o salão dos jogos, como pode ver– Harry gesticulou com as mãos –Território perigoso, cuidado. Gritaria, apostas ridículas e, às vezes, beijos inesperados entre melhores amigos.
–O quê?!
–Acontece. Finais de campeonato são intensos.
Louis virou o rosto, desconfortável.
–Não sei o que estou fazendo aqui.
–Eu sei– Harry virou-se para ele, sorrindo com aquelas covinhas e bochechas coradas, se apenas pelo álcool ninguém saberia dizer –Tá conhecendo minha casa. Minha vida. Meu lado… Mais íntimo.
Louis tossiu, vermelho.
–Isso tudo é seu… Lado íntimo?
–Ainda não, mas se você quiser eu posso te mostrar– Harry piscou devagar.
Louis desviou o olhar e apertou a manga do moletom com a mão livre. Ele nem tinha reparado que ainda segurava a mão de Harry.
–Vem– ela disse, puxando-o, novamente, até a cozinha –Aqui é onde a mágica acontece. Ou pelo menos os drinks de gelatina.
A bancada estava coberta de copinhos coloridos, cada um mais suspeito que o outro. Um garoto com olhos vidrados tentava empilhar os copinhos vazios, enquanto uma garota ria deitada no chão com um chapéu de bruxa.
–Vermelho é perigoso, azul te faz rir, verde… Hum, não recomendo– Harry explicou, pegando um copinho lilás e oferecendo a Louis –Esse é o “Amor à Primeira Gole”.
Louis recuou um passo.
–Eu não bebo.
–Nem um golinho?– Harry se aproximou –Prometo que não mordo. A não ser que você goste disso.
Louis ficou em silêncio, encarando o copinho como se fosse um animal selvagem e raivoso prestes a atacá-lo.
–Eu passo.
–Certo– ela concordou e deixou a bebida de volta no balcão.
–Você não vai beber?
–Sem você não tem graça, Lou Lou– respondeu, com aquele sorriso lindo que explica todas as coisas do mundo.
Louis sentiu a pele do pescoço formigar. O que ele devia fazer com aquela afirmação?
–Agora… O quintal– anunciou Harry, como se estivesse apresentando um parque temático secreto –Prepare-se.
Atravessaram a sala até as portas de vidro. O ar lá fora era mais fresco, mas nem por isso menos caótico. No gramado, casais se beijavam encostados nas árvores, nas espreguiçadeiras, ou compartilhavam algum tipo de cigarro que Louis tinha quase certeza que era ilegal. Um grupo tocava violão no canto mais extremo do cercado e uma garota dançava sozinha em cima de uma mesa.
Louis arregalou os olhos.
–Isso aqui é um surto coletivo.
–Bem-vindo a minha mente– Harry se encostou na grade da varanda, olhando diretamente para ele com o lábio inferior entre os dentes –Confesso que parte de mim queria te ver aqui só pra isso. Queria ver a sua reação.
–Por quê?
–Porque você é impossível de decifrar. Fica todo calado, quietinho, todo certinho…
–Eu sou o que sou. Não tem mistério.
–Tem sim– Harry deu um passo a frente –Você finge que não nota, mas seus olhos sempre me seguem quando eu passo. Você finge que não escuta, mas sua mão treme toda vez que eu falo com você. Você finge que não quer estar aqui, mas… Está.
Louis abriu a boca, depois fechou.
–Isso é… É só coisa da sua cabeça.
–Pode ser– Harry sorriu, um pouco triste –O que significa que eu adoro imaginar coisas com você.
Louis deu um passo para trás, como se aquilo pudesse proteger sua sanidade.
Ficou um silêncio por um momento. Harry olhando para Louis como se esperasse alguma reação dele que não a indiferença e Louis tentando não prestar atenção no que acontecia à sua volta.
–Vem, vamos continuar nosso tour– Harry disse, desencostando-se da grade um tanto irritada. Consigo mesma talvez. Ela só tinha mais uma chance de fazer Louis notar ela…
(...)
–O que estamos fazendo no seu quarto? Achei que estivesse me mostrando a festa…– disse Louis, ajeitando o óculos no rosto.
–A festa termina no meu quarto, Lou Lou– sussurrou Harry, com a voz carregada de uma segunda intenção que o garoto não pescou.
Louis olhou para ela com uma confusão gritante nos olhos.
–Toda aquela gente vai vir pra cá?– ele perguntou, indignado.
Harry soltou um suspiro, incrédula. Ela não podia acreditar que ele era tão inocente quanto transparecia. Exceto que era. E a prova esteve em sua cara a noite toda.
–Você só pode estar brincando comigo…– ela sussurrou, coçando a nuca sem jeito. Ela realmente não sabia deixar mais claro seu desejo por Louis do que já deixara em todo o tempo que se conheciam –Louis, eu vou ter que escrever na minha testa?
Mais confusão.
–Escrever?– ele questiona.
Harry anda em passos felinos até ele, os olhos verdes encantando os azuis com a sedução de uma puma cativando sua presa.
–Gatinho, eu quero você. Quero você como eu nunca quis mais ninguém naquela droga de escola!
Louis arregalou os olhos. As bochechas rapidamente ganharam cor, que se espalhou até as orelhas. Na verdade, chegava a ser fofo o quão envergonhado ele ficou.
–Me quer?
–Não é possível que você tenha achado esse tempo todo que eu queria ser sua amiga!– disse ela, indignada. Harry pousou a mão delicada e de unhas decoradas sob o peitoral do outro –Lou Lou, eu quero segurar a sua mão pelos corredores e beijar você na frente do refeitório todo…
Ela se inclinou para frente, alcançando a boca no ouvido de Tomlinson.
–E sentar na sua cara até virar uma bagunça e seus óculos ficarem molhados do meu prazer.
Aquela frase poderia facilmente infartar Louis Tomlinson. O coração batia tão rápido que ele sequer podia decifrar se estava ou não dentro do peito. Ele olhou para Harry abismado; não sabia daquele lado da garota e pior, não sabia desse lado da garota para com ele.
Talvez ela sempre tivesse sido óbvia, mas Louis claramente era um leigo. Como poderia imaginar que uma garota como ela, linda, gostosa, inteligente e a melhor e mais popular líder de torcida da escola, fosse ter uma quedinha por ele?
Louis continuava parado, como se cada célula do corpo dele tivesse congelado. Só o coração, entretanto, que parecia ter enlouquecido, quente e terno.
Harry ainda estava ali, tão perto, com os olhos fixos no dele –olhos que não riam, que não faziam piada. Ela estava falando sério. Sério demais.
–E se eu…– ele engoliu em seco –E se eu não souber o que fazer?
Harry sorriu, e foi o sorriso mais doce que ele já tinha visto sair daqueles lábios atrevidos. Mal podia acreditar que estava sendo direcionado a ele.
Ela passou os dedos de leve pela bochecha dele, e então disse, quase num sussurro:
–Eu também não sei exatamente como se faz, Lou Lou… Mas eu sei que eu quero que seja com você.
Louis piscou. Uma, duas, três vezes. Sentiu a garganta secar. Seu corpo inteiro vibrava entre o pânico e a euforia.
–C-comigo?
–Eu esperei tanto esse momento– confessou ela, olhando para ele como se estivesse abrindo um segredo guardado a sete chaves. Pela primeira vez na noite, não haviam sorrisos maliciosos e frases com segundas interpretações… Harry parecia, na verdade, vulnerável –Com todas as chances que eu tive, com todas as pessoas que me quiseram… Nenhuma delas era você.
Louis engoliu em seco, sentindo o peso daquelas belas palavras. O silêncio entre eles foi preenchido por uma batida de música abafada do andar de baixo e pelas fortes batidas de seus próprios corações.
–Mas… Você é Harry Styles. Você pode ter quem quiser.
Ela sorriu de novo, agora com ternura.
–Pois é. E eu quis você.
Ele não sabia se chorava, se ria, se fugia ou se ficava ali para sempre. Mas sabia que não queria ir embora.
Ela se aproximou devagar, suas testas se encostando. O beijo que veio não era urgente, nem ansioso –era apenas um selar de lábios, reverente. Era quase como um pedido de permissão e uma promessa silenciosa.
O beijo evoluiu rápido, mas ao mesmo tempo era suave e tímido. Os lábios de Harry roçavam os de Louis como uma pergunta sussurrada, mas a língua era impeta e decidida, guiava Louis como quem esperou a vida toda para fazê-lo.
A timidez não demorou a se tornar algo urgente. Harry deslizou os dedos pela nuca dele, aprofundando o beijo, puxando-o mais para perto. Deitou a cabeça de lado, fazendo o encaixe ser mais preciso e Louis soltou um som engasgado, de surpresa. Parecia mais uma descoberta, afinal, era seu primeiro beijo –apesar de não ser o de Harry.
Molhado, quente, envolvente. Um beijo com gosto de desejo guardado a muito tempo.
Ela sorriu contra os lábios dele, percebendo a hesitação.
–Você tá tremendo– sussurrou, os olhos verdes fixos nos dele.
–Eu nunca…– ele tentou explicar, sem fôlego.
Harry encostou a testa na dele, a mão deslizando pelo peito sob a camisa. A respiração dos dois já descompassada.
–Shhhh, tudo bem– ela tranquilizou, pousando um selinho nos lábios finos –Você tá indo muito bem. Só faça o que sentir vontade, eu vou gostar de tudo.
Louis engoliu em seco e ela sorriu, voltando a beijá-lo. Agora com ainda mais fome. As línguas se encontravam, dançavam, exploravam com cuidado e curiosidade, até que o quarto inteiro pareceu girar.
Sem se afastar muito, Harry levou as mãos à barra da própria blusa e a puxou para cima num movimento só, revelando a pele pálida e o sutiã preto. Louis arregalou os olhos como se tivesse sido atingido por um raio.
–Acha que vai sobreviver à vista, gatinho?– ela provocou. Mesmo com o coração disparado, ela levou as mãos às costas, alcançando o fecho do sutiã com facilidade.
–Eu… Eu não sei– ele murmurou, corado até a raiz do cabelo.
–Se desmaiar, eu te acordo com outro beijo. Só não disse onde– ela brincou, piscando apenas um olho para ele antes de se desfazer do sutiã também.
Louis soltou um riso nervoso, mas seus olhos desceram para o busto desnudo. Eram perfeitos. Um par de seios lindos e redondinhos, pequenos na medida certa para suas mãos, mas grandes o suficiente para sua boca –não que ele tivesse pensando nisso, claro. Ele estava hipnotizado.
–Você quer tocar?– ela perguntou, quando o viu encarando por tempo demais. Era fofo.
Ele não respondeu, apenas corou violentamente –ainda mais, se é que era possível. Então Harry pegou suas duas mãos e levou-as até a atenção de Tomlinson. E, puta que pariu, ele quase gemeu.
Estava quente e pesado sob seus dedos e o bico estava eriçado. Ele apertou levemente, experimentando, e ouviu Harry soltar um suspiro baixo. Olhou para seu rosto e ela estava igualmente corada, com o lábio preso entre os dentes.
–Você pode tirar a sua também?
E só então ele se deu conta de que era o único completamente vestido. Ele soltou os seios dela apenas para tirar o moletom, seguido da blusa do pijama, e voltou com as mãos sobre o corpo dela. Harry deixou ele fazer o que queria enquanto analisava-o.
–Você é todo bonito, sabia?
–Você também. Quer dizer,... Você é linda, Harry. Sempre foi.
Harry o puxou de volta para si, beijando-o mais uma vez, agora com mais corpo, mais calor, mais intenção. Os torsos nus roçavam um no outro; Louis podia sentir o mamilo de Harry espremer-se contra o seu peito e ele nunca pensou que uma coisa pudesse ser tão boa.
As mãos dela passeavam pelas costas dele, sentindo cada tremor, cada hesitação e cada rendição.
E ainda assim, mesmo no meio daquilo tudo, ela sussurrou com a voz rouca e maliciosa:
–Eu quero tudo de você, Lou Lou. Cada toque, cada beijo… Quero você por todo o meu corpo. Quero ser sua.
Ele engasgou um pouco com a ousadia da frase e Harry riu contra a pele de seu pescoço, os dentes arranhando logo abaixo do lóbulo da orelha.
–Você fala essas coisas como se já tivesse feito isso antes– ele comentou, tentando soar firme, mas a voz falhou.
–Nunca fiz, mas eu tenho imaginação. E uma lista mental de todas as coisas que eu quero fazer com você. Eu quero te destruir.
Louis não respondeu –nem conseguiria. Só a puxou para outro beijo, ainda mais profundo, mais desesperado, como se tudo o que ele precisasse naquele momento estava ali, entre seus braços.
As mãos se buscavam sem coordenação, e o quarto parecia pequeno demais para a fome que crescia entre os dois. O beijo era desajeitado às vezes, esbarrando dentes, fugindo da linha dos lábios, mas logo se encontrava –mais fundo, mais quente, mais intenso.
Harry tropeçou nos próprios pés quando Louis a puxou enquanto tentava tirar as botas. Os dois riram, entre suspiros.
–Cuidado, Lou… Vai me derrubar antes de conseguir me conquistar de vez– ela brincou, embora seu olhar dissesse que era verdade a tempos.
–Você… Já está conquistada– ele murmurou, vermelho, e Harry quase gemeu com a doçura.
–Ah, é? E o que te faz ser tão confiante?– ela provocou.
Louis olhou para ela, do topo da testa até o final do queixo. Estava encantando.
–Seus olhos. Você olha pra mim como se eu fosse a coisa mais bonita que você já viu– respondeu, colocando uma mecha do cabelo dela atrás da orelha.
–Você é– ela sussurra de volta, com os lábios nos dele, sem desviar o olhar ou fechar os olhos.
Ela segurou o rosto dele entre as mãos, e acariciou-o como ele também estava fazendo.
–Agora me leva pra cama, gatinho. Antes que eu tenha que implorar.
Louis ficou estático por um segundo, o cérebro processando aquela ordem suave como se fosse algo que ele sonhou, não ouviu. Mas quando Harry puxou sua mão e começou a andar de costas até a beirada da cama – e era muito fofo e sensual como seus seios dançavam no ritmo de sua cintura a cada passo–, ele foi atrás, aos tropeços, sem tirar os olhos dela.
Harry caiu de costas na cama, puxando Louis com ela, e os dois afundaram entre os lençóis rosa bagunçados, corações disparados e bocas famintas.
–A gente devia ir com calma…– ele disse, mas suas mãos já tomavam um rumo sozinho para o corpo de Harry, direto para os mamilos.
Harry quase riu com o quão hipócrita ele soava e com o quão sexualmente frustrada ela estava.
–Eu esperei tempo demais pra ir com calma– sussurrou, colocando suas mãos sobre as dele e fazendo ele apertar os seios com força. Ela gemeu lindamente com isso –Mas se você quiser parar, a gente para.
Era um jogo. Ela fez aquilo de propósito para tentá-lo, para não fazê-lo desistir.
–Eu não quero parar– respondeu, entre um ofego e outro.
–Que bom– ela sorriu, triunfante –Porque eu tô querendo calar essa sua boca inteligente com a minha buceta desde o dia que você me corrigiu naquela aula de álgebra. E eu tenho certeza que eu estava certa!
Louis riu, mais envergonhado do que nunca, e mesmo assim mergulhou nos lábios dela de novo, agora com um pouco mais de segurança. As mãos dele exploravam o corpo dela com uma curiosidade singela –ao mesmo tempo que era tímida, também era faminta.
–Você não precisa ser tão cuidadoso, tão retraído. Eu não vou quebrar, Lou Lou– Harry disse, acariciando os fios de sua nuca. Ele estava todo por cima dela e o óculos deslizava pela ponta do nariz, ameaçando cair a qualquer momento.
–E-eu só… Não tenho ideia do que fazer– ele sussurrou, olhando para Harry como se ela fosse uma coisa preciosa que ele não queria espantar.
A verdade era que Harry também não sabia. Ela nunca esteve assim com ninguém antes –exceto aos beijos, mas isso não contava como experiência nessa situação. Mas ela sabia exatamente o que queria.
–Deita– ela mandou, com a voz tão trêmula que não parecia dar uma ordem. Mas Louis acatou.
Ele saiu de cima dela e deitou ao seu lado na cama. O quarto não estava cem por cento escuro –tinha a luz do mini abajur de tomada e a luz da lua. Louis pode ver a silhueta detalhadamente de Harry quando ela se pôs de joelhos na cama e retirou o resto de roupa que ficara em seu corpo. Peça por peça. A minissaia, seguida pela calcinha.
–E-eu… Eu vou fazer algo agora, mas se você não gostar– ela mordeu os lábios, indecisa –Você pode me pedir para parar, certo?
Louis apenas acenou positivamente com a cabeça, ansioso, esperando que ela pudesse ver.
Então, no segundo seguinte, Harry se arrastou até ele e colocou uma perna de cada lado de sua cabeça. Ele sentiu o momento exato que o colchão afundou e o nervosismo tomou conta.
Louis podia ser um leigo, mas não era um completo idiota. Ele sabia muito bem o que Harry queria com isso. E, se fosse sincero, ele podia salivar para não ter que dizer que também queria.
Antes que Harry pudesse falar alguma coisa –provavelmente outra ordem–, Louis enganchou os braços em torno das coxas torneadas dela e puxou-a, sem delicadeza, para cima de sua boca. Literalmente. Ele podia sentir a quentura de sua intimidade implorando por qualquer toque.
A garota soltou um gemido, surpresa, mas derreteu-se em completo prazer quando Louis deu a primeira investida com a língua. Aquilo parecia um sonho, tão irreal. E ao mesmo tempo tão bom.
Harry nem deu tempo para Louis pensar, ela simplesmente desabou seu peso, montando sob o rosto do outro como quem monta um cavalo. E Louis não se deixou abalar, espalhou a língua por toda a xotinha como se já tivesse feito isso várias vezes antes.
A língua subia e descia, explorando e conhecendo, ficando ciente que cada gemido alto era algo a ser aprovado. E Louis era muito bom em aprender. Ele apertava as coxas quando precisava erguer a cabeça e alcançar pontos que sozinha a boca não conseguia.
–Ai meu deus, Lou Lou…– ela gemeu, apertando os olhos quando Louis succionou seu clitóris –Isso é muito bom. Não para, por favor.
Mas ele não pretendia. Ele queria fazê-la gozar, pois não tinha certeza se conseguiria fazer isso mais tarde –isso considerando que eles iriam até o final. Sem contar que o gosto de Harry era muito bom, fazia querê-lo aos montes.
Harry olhou para baixo por um momento e o que viu foi demais para sua própria sanidade. Louis já olhava para ela, como quem estuda e analisa com prazer suas expressões faciais, com os óculos levemente embassados e os cabelos desgrenhados. Ela quase podia ver a pontinha de sua língua trabalhando. Contraiu-se sem perceber.
Tomada pelo prazer, ela inclinou o corpo para trás, apoiando uma mão no peitoral de Louis e com a outra ela desceu até a xotinha, abrindo-a com os dedos.
Puta que pariu, Louis quase gozou dentro das calças. Ele nem sabia que gostava desse tipo de coisa até ter Harry Styles se esfregando nele como uma prostituta carente.
–Lou Lou, por favor, eu tô tão perto…– ela confessou, entre um gemido manhoso e outro.
Tomlinson avançou a velocidade, trabalhando com a língua como ele nunca fizera em nenhum debate –e olha que ele era muito bom. Vez ou outra ele podia sentir a textura dos dedos de Harry, mas não parou por um segundo. Nem mesmo quando, olhando-a tão vulnerável lá de cima, ele correu as mãos por seu corpo e alcançou os seios. Apertou o bico sem timidez ou permissão.
Harry soltou um gemido muito alto, rolando os olhos. Ela podia sentir a bucetinha pingando –se era seu prazer ou saliva ela não sabia, e nem fazia tanta diferença. Ela contraia-se sem parar e Louis não lhe dava trégua. Ele a lambia como um profissional e sugava seu clitóris como quem tem fome, os lábios fechados em volta de seu botão sem espaço para ar.
Ela nem sabia mais o que fazia, apenas rebolava para frente e para trás, cavalgando em busca do seu próprio prazer. A xotinha já devia estar vermelha a uma hora dessas e provavelmente amanhã ela acordaria assada, mas não conseguia se importar. Não quando estava tão perto.
–Ah, Lou Lou…– ela gemeu uma última vez, antes de abrir a boca em um “o” mudo.
Então uma onda avassaladora atingiu-a e ela se contorceu levemente antes de gozar com gosto. Tendo seus últimos espasmos sob a língua de Louis, que só parou de lhe chupar quando a mesma tocou sua testa com a palma da mão, empurrando-o levemente.
Ela saiu de cima dele e caiu deitada na cama, ofegante e com a intimidade pulsando –como se os lábios de Louis ainda estivessem ali, chupando-a com vigor e vontade. Louis igualmente ofegante, virou-se para ela, olhando-a voltar para a realidade aos poucos e pensando o quanto era sortudo.
–Você é… Perfeita– ele disse sem pensar, em um sussurro, corando logo em seguida.
Harry riu, baixo e rouco que fez o estômago dele virar do avesso.
–Você vai me matar desse jeito.
–Eu?
–Com esse jeitinho doce, inocente… E ainda por cima, de óculos. É tortura demais para uma garota só.
Louis riu, nervoso.
–Não tenho nada de especial, Harry– ele disse, corando.
Mas Harry não aceitou ouvir isso. Ela virou-se para ele também, pequena e nua, e distribuiu beijos por seu pescoço. Beijos leves, suaves, que causavam cócegas, mas que logo alcançaram o ouvido alheio.
–Você tem tudo de especial, Lou Lou. Você foi o primeiro garoto que bateu de frente comigo, mesmo que por causa da lição de casa. Foi o primeiro garoto que nunca tentou me impressionar.
Harry sorriu e Louis sentiu os pelos de seu corpo se eriçarem.
–Enquanto todo mundo via apenas a minha aparência e minha popularidade… Você só queria competir comigo pela melhor nota de álgebra.
Ela riu baixinho e voltou para trás apenas para encarar os olhos dele.
–Você me viu, Louis. Mas não com expectativas ou esperando eu ser algo que eu não sou. Você me vê como eu sou. E isso é mais do que eu poderia pedir.
Louis sentiu o ar prender os pulmões. Por um segundo, tudo ao redor pareceu se apagar e nada importava além desse momento –nem sua ereção dolorosa.
–Eu…– ele começou, mas a voz saiu baixa demais. Ele limpou a garganta , tentando organizar os pensamentos que Harry acabara de bagunçar –Eu não sabia que uma pessoa como você podia sentir coisas por mim.
Harry sorriu e avançou, sobre ele, rolando em cima de seu corpo, quebrando qualquer defesa que ele tivesse construído. Pousou um selinho nos lábios dele, cheio de ternura.
–Você é bobo se acha que não é nem um pouco interessante– ela sussurrou, os olhos presos nele –Eu vejo você desde o primeiro dia. Com aquele livro enorme no colo, franzindo a testa porque os corredores são barulhentos demais.
Ela fez um carinho singelo com a ponta do dedo em sua bochecha.
–Você acha mesmo que eu me importava com quem eu chamava para estas festas? Era só um pretexto para chamar sua atenção, para fazer você vir até mim.
–Péssimo jeito de chamar a minha atenção– ele disse, fazendo ambos rirem.
Harry mordeu o lábio.
–Deu certo, no entanto, você veio!
Louis quis ocultar a parte pela qual veio de verdade, pois afinal, não importava: ele foi.
–E tudo bem se você não sabia que alguém como eu podia sentir isso. Porque eu senti o suficiente por nós dois esse tempo todo.
Ela se aproximou ainda mais dele, colando seus narizes em um beijo de esquimó, compartilhando a mesma respiração.
–Mas… Acho que tem algo me cutucando lá embaixo. Que tal nós aliviamos você agora?– ela disse, com a voz carregada de malícia.
Louis sabia o que ela queria dizer com isso e ficou nervoso –não que ele não estivesse antes. Arregalou os olhos para ela em total choque e surpresa. Ela sorriu, compreensiva, os dois estavam no mesmo barco, afinal.
–Tá tudo bem, nós vamos devagar– ela sussurrou pra ele, descendo com as mãos pelo torso desnudo.
Ao chegar na braguilha da calça, Harry foi rápida em se desfazer dos fechos. Saiu do colo do outro apenas para tirar o restante das roupas que ele ainda vestia e voltou a se sentar sobre sua barriga.
–Então… Hum, como você quer fazer isso?– ela perguntou, meio sem jeito, sentido o pau duro roçando o final de suas costas. Ok, para a sua surpresa, Louis era bem dotado…
–Bom, eu também não sei… Só conheço a teoria, também– ele soltou, com medo de parecer um idiota e ter acabado com o clima, mas Harry achou engraçado.
–Vamos fazer do método tradicional, então, pode ser?
Ele assentiu com a cabeça e isso foi o suficiente para Harry. Ela jogou-se na cama, de costas, e arrumou-se confortavelmente entre os travesseiros. Aguardou, de pernas abertas.
Mas Louis não foi.
–É… Hum, Lou Lou, isso quer dizer que você vêm por cima de mim– ela disse, com um tom contido de ironia.
–A-ah s-sim… Claro. Eu já sabia– respondeu, envergonhado.
Foi então que decidiu se mexer. Engatinhou, ansioso, por cima daquele corpo delicado que ele tinha acabado de se deliciar, até ficar cara a cara com o rosto lindo que ele tanto admirou em silêncio.
–H-Harry… Nós n-não temos camisinha– lembrou, com o rosto quente até as orelhas. Ele não queria parar, mas era importante alertar ela disso, afinal, era um fator bastante importante e decisivo.
–Não tem problema, gatinho, eu tomo pílula e nenhum de nós dois nunca nos deitamos com ninguém. Estamos limpos, acho que vai ficar tudo bem– ela respondeu, e pela expressão surpresa no rosto de Louis denunciou que ele não esperava isso dela.
Harry apenas revirou os olhos.
–Lou Lou, eu não quero parar. Agora coloca o seu pau em mim antes que eu ache que você não me quer– ela rosnou, um tanto impaciente.
Engolindo em seco, achando que ela estava falando sério, Louis segurou o membro com a mão e guiou até a grutinha dela, alinhando-o. Ele enfiou a cabeça com calma, experimentando o que era a penetração de verdade pela primeira vez.
O calor inebriante quase o fez enterrar sem pensar, mas olhou para Harry e ela estava com os olhos fechados com força. Ele respirou fundo e continuou, devagar, se torturando sem querer, até sua pelve encontrar com a dela. Ele soube ali que a vida não era apenas livros e vídeo games. E também que não seria fácil se segurar.
–Puta merda…– ela gemeu, sentindo-se alargada e cheia ao mesmo tempo. Nem suas aulas de física explicariam isso.
–Você tá bem, Hazz?– ele perguntou, preocupado, com todo o autocontrole que tinha.
A garota não pode não notar o modo carinhoso como ele a chamou. Um sorriso pequeno surgiu em meio às suas expressões dolorosas.
–Se você gemer esse apelido bem gostosinho no meu ouvido, eu fico bem rapidinho, gatinho– ela brincou, entre suspiros.
Dessa vez, foi Louis quem revirou os olhos.
–Nunca desce do pedestal, não é?
–Se eu descesse você não me notaria.
Louis sorriu carinhosamente, pousando um beijo no centro da testa dela.
–Eu teria notado mesmo se você se escondesse– confessou e iniciou uma estocada gentil, pois ele estava delirando.
Harry gemeu, voltando a fechar os olhos. Ela passou os braços em volta do corpo de Louis e o abraçou, puxando-o para perto, quase completamente deitado sobre ela. Trocando calor e suor como devia ser.
–Devagar, Lou Lou, você é grande, sabia?– fora uma pergunta retórica, mas Louis ainda assim respondeu:
–Eu tenho ciência que é um pouco acima da média…
Harry queria rir, mas logo veio outra estocada e tudo que ela fez foi gemer ao sentir aquele pau todo dentro dela outra vez. Ele estava indo devagar, mas ainda assim demoraria um pouco para ela se acostumar.
Louis, no entanto, parecia estar tendo o melhor momento de sua vida. Ele jamais poderia imaginar que sair e entrar dentro de uma buceta poderia ser mais prazeroso do que tirar notas altas no boletim escolar.
Harry o apertava tanto que ele mal tinha tempo pra pensar. Era quente, molhado e estreito de um jeito que sua mão nunca fora. Ele quase podia ver estrelas se fechasse os olhos.
As estocadas se seguiram no mesmo ritmo. Vez ou outra, Louis aumentava a velocidade, mas quando ouvia Styles gemer um pouco mais alto ele voltava o que estava fazendo antes como se tivesse tomado um choque de realidade. Pelo menos havia a constância, que o deixava na beira.
–Lou Lou, você pode fazer o que quiser, agora– ela sussurrou, naquele tom sedutor –Eu estou bem.
Ah… Harry não devia ter dito essas palavras. Era a permissão que Louis precisava.
Desesperado, ele não pensou duas vezes antes de sair de dentro dela e cair com o peso do corpo na estocada. Harry soltou um berro, mas Louis não parou. Mais do que ele queria admitir, ele gostou de ouvir isso.
Continuou na mesma intensidade, ouvindo os suspiros dela em seu ouvido, derretendo-se, entregando-se de corpo e alma.
Louis estava perto, ele podia sentir. Ele ficou triste de não durar tanto tempo –mas, se fosse honesto consigo mesmo, ele achou que durou muito mais do que um dia pensou para sua primeira vez.
As estocadas começaram a perder o ritmo de uma hora para outra, e quando Harry achou que podia voltar a respirar, Louis investe contra ela com toda sua força, enchendo-a e gozando dentro dela. Uma quantidade absurda; transbordava, ameaçando sair.
Ele ainda ficou um tempo dentro dela, deixando o pau ter espasmos e de liberar até a última gota. Abraçado a ela com o corpo suado e meio trêmulo.
Harry acariciou sua nuca, brincando com os fios de cabelo enquanto esperava ele se acalmar. As respirações se acalmando aos poucos.
–Isso foi a melhor coisa que aconteceu em toda a minha vida– Louis admitiu, baixinho. Tão baixo que se ele não tivesse literalmente deitado sobre o corpo de Harry, ela não teria ouvido.
Depois de mais um momento de silêncio, Louis se retirou de dentro dela, com o pau mole. Ele o cobriu com as mãos quando caiu ao lado dela na cama. Agradeceu por Harry não ter feito piada naquela hora –ele já estava envergonhado o suficiente.
–E-eu já te recompenso, Hazz, só deixa eu me recuperar um pouco, tá?– ele disse, constrangido, o coração a mil.
Harry riu.
–Me recompensar sobre o que?– ela ergueu uma sobrancelha, inquisidora.
Louis corou.
–Por não ter te feito gozar agora.
–Que sorte a minha…– ela disse, virada de lado, com a mão na cabeça apoiada, olhando para ele com aqueles olhos irônicos –Minha primeira vez e eu vou gozar duas vezes… É mais do que muita menina tem por aí, em!
–P-para de zoar com a minha c-cara.
Ela ri ainda mais e, para amenizar, pousa a mão livre sobre o peitoral dele, acariciando-o o meio com carinho.
–E como pretende me recompensar, gatinho?
Ele quis esconder o rosto de tanta vergonha.
–C-com a b-b-boca…
Harry abriu um sorriso malicioso.
–Então é melhor você se recompor logo, Louis Tomlinson,– ela chegou com a boca mais perto de seu ouvido para sussurrar –Porque eu tô doidinha pra que minha buceta seja seu único alimento até o dia amanhecer.
E, com os olhos arregalados e o pau voltando a endurecer, Louis se viu tendo uma reviravolta na vida.
Bom, e se Louis e Harry começaram a namorar? Sim. Harry nunca mais deixou Louis ter uma tarde só de estudos que a recompensa pelo bom desempenho era uma peça de roupa a menos –e ela sabia que ele sempre tinha bons desempenhos…
essa hora da madrugada e um trechinho da one pois sou ansiosa demaiss 😫😫
"""Voltamos para nosso apartamento quando a noite começou a cair, pois naquela noite eu teria um jantar com meus pais, que estavam na cidade esse fim de semana, e precisava me arrumar. Louis ficou na sala assistindo algum programa de futebol que ele sempre via nos sábados, e quando eu saio do banho e passo pelo corredor apenas de toalha, noto que na sala não há mais barulho nenhum de TV.
Penso que talvez Louis tenha ido para o quarto mais cedo. E, antes de entrar no meu próprio quarto, lembro que a roupa que planejei usar hoje está na lavanderia, secando. Provando mais uma vez que perdi o juízo, não penso duas vezes antes de andar pelo apartamento apenas com a toalha cobrindo meu corpo e os cabelos ainda molhados, indo até nosso varal improvisado nos fundos.
Estou levemente inclinada, meu bumbum coberto apenas pela toalha rosa está todo empinado enquanto me esforço para pegar todas as roupas na secadora. Quando consigo achar a que estou procurando, ergo meu corpo novamente, virando para sair da lavanderia, e meu corpo ainda quente pela água se estremece inteiro no milésimo seguinte.
Louis está parado na minha frente, os olhos fixos em mim. No meu corpo. Especificamente.
No meu corpo molhado e nu, coberto apenas por uma toalha que — sim, eu confesso — é pequena demais.
— Loueh! Não olha...! — falo rápido, ao mesmo tempo em que ele parece acordar dos próprios pensamentos e vira de costas, ainda que de forma preguiçosa, eu reparo.
— Você não estava no quarto?
Estou totalmente envergonhada pela situação. Por Deus, eu estava peladinha por baixo daquele tecido íntimo demais, e segundos antes com o bumbum todo arrebitado, provavelmente mostrando... Oh, Deus!
Sinto minhas bochechas arderem de tanta vergonha, e eu sei que dessa vez estou muito, muito vermelha.
Por sorte, Louis já está de costas pra mim, agora rindo de um jeito bobo e totalmente canalha, com as mãos para cima, parecendo rendido. Eu sei que ele deve estar me imaginando corada e sem saber o que fazer. Cretino!
— Foi mal, gatinha. Eu só tinha ido buscar uma encomenda na portaria — seu tom de voz é calmo, como se não tivesse absolutamente nada de errado em toda a situação. Eu sei que ele é muito mais tranquilo quando se trata dessas... coisas.
— Você me assustou... — digo baixinho, ignorando o fato de que minhas coxas grossinhas estão roçando uma na outra de forma quase desesperada.
— Oh, minha gatinha, me perdoa. Prometo tomar mais cuidado na próxima vez — seu rosto vira sutilmente para trás e seus olhos passam por mim novamente. Meu coração acelera e eu passo rapidamente por ele, saindo do cômodo.
— Fecha os olhos, Lou! — teimei com a voz um pouco trêmula enquanto caminhava rapidamente para meu quarto, segurando minhas roupas com firmeza demais sob o peito.
Ouvindo a risada alta de Louis, tento não pensar nos olhos fixos dele na minha bunda."""""
"Louis era apaixonado por Harry, seu meio-irmão. Para ele, os dias ficavam cada vez mais difíceis quando, a todo instante, tinha de se segurar e não ceder à vontade de apenas agarrá-lo e fazê-lo seu.
Mas, naquela noite, quando suas mães saíram e os deixaram sozinhos, Tomlinson percebeu que, na verdade, seu doce irmãozinho parecia retribuir seus sentimentos genuínos e vontades impuras."
Bom, antes de começar gostaria de dizer que essa é a primeira one que eu "termino" (falta a segunda parte) e posto, então eu to mt feliz :)
Eu ainto to aprendendo a desenvolver cada coisa, então os kinks ficaram bem rasos, na vdd, a proposta da história em si era essa. Enfim, espero que gostem mt e gozem mais ainda rsrs.
Boa leitura!
° .* 🍒 ♡
Nos últimos meses, houveram mudanças um tanto quanto drásticas na vida dos Tomlinson e dos Styles.
Anne e Johanna, que namoravam a um tempo considerável, finalmente decidiram morar juntas. Não foi uma decisão fácil, claro. Houve uma pequena reunião com seus filhos e assim que ambos aprovaram a ideia, o casal teve a certeza de que era a coisa certa a se fazer.
A mudança foi muito bem-vinda, porém, a alteração de rotinas pegaram-nos desprevenidos. Os garotos, acostumados a se verem apenas algumas vezes na semana, agora tinham de aprender a conviver todos os dias.
Com o passar do tempo, eles descobriram que não foi nada difícil se adequar ao novo costume, afinal, amavam a companhia um do outro.
Louis e Harry se deram bem desde o início do relacionamento de suas mães, uma conexão genuína os envolvia e fazia-os conectados em um laço que qualquer um que visse, diria que ambos se conhecem há muitos anos.
Era claro que a pequena diferença de idade não os atrapalhava em nada, o de olhos azuis tinha 23 enquanto o de olhos verdes faria 18 em pouco tempo.
Harry terminava o último ano do ensino médio e Louis cursava uma faculdade de música, isso, obviamente, ocupava uma certa quantia do tempo deles, mas não parecia os afetar, já que no tempo livre, ficavam praticamente grudados o tempo inteiro e até de longe, era notável como se davam bem. O que, para suas mães, era incrível, elas não tinham dúvidas do quanto se amavam e eram ótimos irmãos.
Desde pequeno, o mais velho sempre quis um irmãozinho para cuidar, mas ele não contava com o fato de que poderia sentir por Harry muito mais do que somente um amor fraternal. Assim que Jay o contou que estava namorando com uma linda mulher e que ela tinha um adorável filho, com certeza Louis não imaginou que este seria como o de cachos. Bom, ele se contia em apenas admirá-lo e, apesar de tudo, tentava o tratar verdadeiramente como irmão mais novo, sempre o ajudando no que ele precisava e lhe dando muito carinho, já que Styles parecia mais como um poço de grude e chamegos.
Vinha sendo bem difícil estar na pele de Tomlinson. Harry era apenas tão lindo e adorável, seus lábios gordinhos e róseos absolutamente tão beijáveis, que Louis não se impedia de olhá-los com desejo; seu corpinho era como um abismo de perdição, cada curvinha o enlouquecia e sua tez macia o deixava insano, imaginando como seria tocá-la e o marcar como seu; os cachinhos e as covinhas o cativava de uma maneira sem igual.
É… provavelmente Louis estava perdido. Ou talvez, apaixonado.
A única coisa que o deixava mais tranquilo, era o fato de que não eram irmãos consanguíneos. Para falar a verdade, nem conseguia olhar para Styles como tal.
O que ele nem sequer cogitava, era que para Harry, as coisas nem eram assim tão diferentes.
Era a coisa mais árdua do mundo se segurar e não somente dar voz à vontade que tinha de entregar-se a ele; esfregar-se em seu irmão até que não aguentasse mais, principalmente quando estava em seu colo, sentindo aquelas coxas bonitas e fortes abaixo de si, ou, quando ficava bem pertinho e jurava sentir seu membro sob os tecidos. Louis só era incondicionalmente belo e tentador, seus músculos definidos na proporção certa, seu maxilar marcado e os lábios finos e atraentes. Sem contar que o cacheado era fascinado por aquele cabelo lisinho e despojado.
Vivia agarrado no Tomlinson, além de uma parte sua ser extremamente carente – o que não parecia incomodar o rapaz –, a outra queria tanto sentir o corpo bronzeado no seu, sentir a pele quente na sua. Ademais que amava ter as mãos dele em si, por conta dos instrumentos que tocava – principalmente guitarra – seus dedos eram um tanto calejados e era simplesmente muito gostosinho senti-los passearem por seu corpo.
Styles se achava um louco por ter tais pensamentos profanos, porque o, seu mais novo irmão, tratava-o da melhor maneira possível. A todo momento o cuidando e mimando, sendo a pessoa mais incrível de todas. Literalmente fazendo um papel que alega sempre ter querido, até mesmo se saindo melhor nele.
Mas, no final das contas, Louis não conseguia culpar-se por ficar tão duro quando seu irmãozinho usava aqueles malditos shorts de tecido fino que marcavam tanto sua bucetinha gorda – que ele jurava estar sem calcinha –, e Harry também não, não quando sua intimidade ficava inchadinha e pingando excitação enquanto seu irmão estava apenas existindo.
E bem, era assim que tudo seguia: Louis achava que sua cabeça estava pregando peças cada vez que Harry dava pequenas investidas; este último, jurava que o de olhos azuis o via apenas como um pirralho; e suas mães, alheias ao que acontecia, acreditavam que eles estavam lidando com aquela repentina aproximação da melhor maneira que podiam.
E estavam. Até que em certa noite, não se contiveram mais. E decidiram ouvir seus corações, que gritavam, implorando para cederem ao desejo ardente que queimava em suas peles.
° .* 🍒 ♡
Era sábado.
Dizem que os sábados levam a dor embora e talvez seja verdade.
A família, até então, dos Tomlinson-Styles estava feliz. O final de semana finalmente havia chegado e com ele, a pausa que a vida às vezes precisa.
Louis tinha terminado todas as atividades pendentes da faculdade e Harry estava saindo de uma fatigante semana de provas. Então, sim, o descanso estava sendo muito bem-vindo.
E foi isso o que fizeram ao decorrer do dia, quando, na maior parte dele, resolveram ficar deitados no sofá, apenas assistindo a filmes e aproveitando a companhia uns dos outros. Até Anne e Jay, que geralmente não participam dessa programação, resolveram acompanhar seus filhos nos diversos filmes.
Foi um dia realmente bom, cheio de risadas, pipoca, cobertores quentinhos e beijinhos da parte de todos; mas, assim que a noite caiu, o casal decidiu que seria uma ótima ideia sair, então, as duas mulheres deixaram a confortável bolha que haviam criado para saírem em um romântico encontro.
— Lou, já que as mamães vão sair, o que vamos fazer essa noite? — Pergunta Harry.
Eles ainda estavam deitados no sofá, abraçados, enquanto um episódio sortido de Supernatural chegava ao fim. Suas mães se arrumavam no andar de cima e sairiam em poucos minutos.
— Bom, não sei. O que acha de cozinharmos algo para o jantar? Depois pensamos no resto. — Tirou sua atenção da televisão para olhar o garoto, que já o encarava com os olhos brilhantes e o queixo apoiado em seu peito, apenas o admirando e esperando pela resposta.
— Pode ser macarronada? — Louis riu da forma que o rosto de Harry se acendeu e seu sorriso ampliou.
Sentou no sofá fazendo com que o garoto sentasse também e puxou seu rosto para perto, beijando sua testa delicadamente.
— Claro, meu bem. — E levantou indo em direção a cozinha.
No momento, podia-se dizer que Styles se sentia o garoto mais feliz do mundo. Ele passaria uma noite a sós com seu maravilhoso irmão e ainda fariam seu prato favorito!
Desligou a TV e foi na mesma direção que o outro.
Viu Louis lavando as mãos e fez o mesmo, logo pegando os ingredientes e os utensílios necessários, mas antes que dessem início ao preparo do jantar, suas mães apareceram na cozinha já prontas para sair.
— Estamos indo, ok? — Disse Anne, se aproximando para deixar um beijo na testa de cada um — Se comportem, hein. — Semicerrou os olhos, segurando uma risada — E juízo, mocinhos!
Johanna também se despediu e com um olhar mais sério, disse:
— Vocês já são bem grandinhos, então se cuidem e não quero nenhuma encrenca!
— Vamos nos cuidar, mãe, relaxa. — Murmurou Louis, voltando sua atenção ao preparo da comida.
O cacheado sentou na bancada, acenou para as duas e completou — É. E nós temos juízo. Agora vão logo se não podem perder sua mesa favorita. Amo vocês. — Suas mãos voaram até a boca para mandar seus beijinhos a elas.
Com isso, o casal foi embora, finalmente deixando os dois sozinhos.
Louis e Harry passaram a próxima hora cozinhando e falando bobagens ao decorrer daquele início de noite, compartilhando risadas e histórias que se sentiam confortáveis apenas em contar um para o outro; logo depois comeram a macarronada – que havia ficado muito boa por sinal – e agora, o de olhos verdes tinha voltado para a bancada e observava o rapaz que terminava de lavar a louça.
— Por que está tão calado, Hazz? — Perguntou notando o súbito silêncio do mais novo e se aproximou secando as mãos em um pano, olhando para suas orbes pensativas e se segurando para não descer o olhar até as pernas abertas do mais novo, que usava um vestidinho fofo e curto. — Está cansadinho ou só no mundo da lua, hein?
O verde se encontrou com o azul e Harry mordeu os lábios, nem percebendo quando Tomlinson os fitou.
— N-não é nada, estava apenas viajando. — Suas bochechas coraram ao lembrar sobre o que viajava a segundos atrás.
Acontece que o rapaz de cabelos castanhos não facilitava para o cacheado, não quando era absurdamente sexy até lavando uma louça, seus braços marcando na camisa cada vez que esfregava um prato e, quando Harry descia o olhar, sua bunda estava lindamente acentuada pelo moletom. Oras, ele não tinha culpa alguma!
— Eu acho vou tomar um banho… depois podemos jogar ou assistir algo? — Mudou de assunto discretamente.
Louis tentou ao máximo deixar suas mãos paradas na bancada ao lado do menor, mas aquelas coxas eram tão lindas e branquinhas que ele não resistiu e acabou levando-as até lá, apertando levemente, eram perfeitamente macias. Harry tentou disfarçar um suspiro.
— Claro, claro. Eu vou tomar um banho também. — Sorriu ao perceber como o menino parecia um pouco desestabilizado, estranhando ligeiramente, já que, em sua concepção, isso não acontecia sempre. Na verdade, acontecia sim, Harry só conseguia ocultar melhor das outras vezes — Quer jogar o quê? Valorant?
O de cachos sorriu, balançando a cabeça.
— Sim! Eu vou te humilhar no Valorant. Você vai ver! — O provocou, mesmo sabendo que Tomlinson na maioria das vezes conseguia fazer mais kills.
— Vai sim… — Assentiu com a cabeça.
E de repente, o silêncio se fez presente enquanto mantinham um olhar profundo, Louis queria tanto beijar os lábios de morango – que no momento estavam sendo mordidos pelos dentinhos de coelho- – até que ficassem inchados, para, logo depois - que Deus não o ouça -, empurrar a cabecinha de seu pau naquela boca pecaminosa e observar o belo contraste da ponta rubra com os lábios avermelhados de tanto o chupar. Talvez ele estivesse começando a ficar duro agora.
Suspirando fundo e deixando os pensamentos indecentes de lado, ou apenas tentando, ele se afastou de Harry, o dando espaço para que levantasse e fosse fazer o que pretendia. Este, que em um impulso por não querer que o outro se afastasse de súbito, selou abruptamente seus lábios. Ele não pensou, apenas fez o que queria há um longo tempo numa ação repentina.
Para a infelicidade de ambos, foi algo bem rápido e sutil.
Percebendo o que fez, o menor se afastou e assim que notou como o mais velho parecia estático, provavelmente processando o que acabara de acontecer, resolveu fingir que o que tinha feito não era nada demais e simplesmente se levantou murmurando um “Vê se não demora tanto Lou”, na maior cara de pau e rumando apressadinho até as escadas.
Tomlinson, agora sozinho, passou os dedos pela barba por fazer e sorriu, sem acreditar na ousadia do pequeno.
Bom, neste instante, convencido estava de que havia algo muito maior por trás do simples, porém eficaz, ato.
E ele, incontestavelmente, encontrava-se disposto a descobrir o que seria.
° .* 🍒 ♡
Assim que estava terminando seu banho, o garoto de cachos acabou não aguentando e se tocou um pouquinho.
Não foi o suficiente para ter um orgasmo, porque assim poderia demorar muito, mas foi o bastante para deixá-lo molinho e excitado pelo resto da noite, ou, pelo menos, até que fosse se deitar e pudesse fazer o que quisesse em seu próprio tempo.
Seus belos peitinhos foram o alvo principal, amava tanto os apertar até que ficassem avermelhados e se parecessem com pequenas e lindas cerejas; Harry os achava tão lindinhos. Depois disso, ele levou os dedos até sua florzinha inchada, que no momento em que sentiu as mãos fortes de seu irmão em suas coxas mais cedo, bem perto de sua virilha, ficou totalmente molhada.
Em sua mente fantasiosa apenas o de olhos azuis se fazia presente. Cada detalhe impecavelmente desenhado: a barbinha por fazer que só de imaginá-la esfregando-se em suas coxas conseguia levar embora sua sanidade, nos braços fortinhos que o carregavam com facilidade e, seguindo o caminho da felicidade com pelinhos ralos que iam até a virilha do maior, Harry só conseguia devanear sobre como ele deveria ser lindo lá. Pelo que pôde reparar, Louis devia ser bem grandinho e grosso, já que seu pau sempre ficava marcado, não importava se usava bermudas de malha fina ou calças de moletom.
Droga de irmão gostoso! Harry sentia vontade de chorar por todos os lugares.
Ele estava na flor da idade e, qualquer coisa que Louis fazia, era capaz de o deixar completamente excitado. Styles era um poço de tesão reprimido e frustração.
Quando, enfim, saiu do banho, mesmo com a buceta pingando - não era água -, ele passou seus cremes e óleos corporais, adorava cuidar de si e ficar cheiroso; terminando, colocou seu pijama, que consistia em uma camiseta velha de Louis - roubada - e um shortinho curto confortável, depois se deitou na cama esperando o outro vir o chamar.
Neste meio-tempo…
Tomlinson pensou em seu irmãozinho durante todo o banho. Ele até tentou livrar-se de tais devaneios, mas sinceramente, era quase impossível.
Pensou em como seu corpinho era perfeito ao seus olhos; os peitos pequenos mas desmedidamente apertáveis e gostosos, em seu bumbum gordinho que queria tanto estapear e aquela cinturinha que céus! Suas mãos encaixavam-se de modo tão correto. Ainda era capaz de sentir em suas palmas a pele quente daquelas coxas que, ele não deixara de notar, adquiriram a marca vermelha exata de suas mãos quando deu um leve aperto.
Controle-se Louis!
O rapaz apenas queria banhar-se rapidamente, então, por mais difícil que parecesse naquele momento, apenas fingiu que sua ereção dolorosamente dura não existia e terminou o que tinha de fazer, não queria deixar o cacheado esperando por muito tempo.
Um pouco antes de ir chamá-lo, Louis fez seus cuidados diários, que consistiam em passar um hidratante, um desodorante e seu perfume suavemente amadeirado - era um presente de Styles - bem cheiroso. Por fim, se vestiu com uma das suas milhares camisetas de banda - essa sendo do Misfits - e uma bermuda de moletom, logo depois indo atrás de Harry.
O de olhos azuis não sabia dizer com exatidão se realmente jogariam o jogo que tinham combinado, pois se Styles desse a entender que queria fazer outro tipo de coisa, Tomlinson sem sombra de dúvidas o acompanharia em tal feito e seria uma realização enorme para si.
Atravessou o corredor e deu duas batidinhas na porta que estava entreaberta e entrou no quarto de decoração simples.
O leve selar de bocas anterior não saiu de sua cabeça, claro, mas por ora, fingiria que nada daquilo tivesse acontecido e esconderia como estava abobado pela mínima prova que teve.
— Hazza, vamos lá para baixo? — O chamou e no mesmo instante viu o cacheado, que mexia no celular, se levantar e sorrir em sua direção, dando-lhe um abraço repentino e bem apertado.
— Vamos Lou! — Disse, rodeando os braços no pescoço alheio e o cheirando — Hmm… está tão cheiroso.
O mais alto o abraçou de volta, também sentindo o aroma do outro que parecia-se com cerejas.
— Você também, pequeno. Adoro esse seu cheirinho adocicado. — Deu um beijinho em sua testa e desfez o enlace, só para que pudesse segurar sua mão e puxá-lo para irem ao andar de baixo.
Louis guiou o mais novo para que fosse em sua frente e assim, despretensiosamente, teve uma ótima visão da bunda gordinha envolta do tecido fino enquanto desciam as escadas, indo até a sala e acomodando-se.
O garoto da pele alva fez questão de sentar-se bem pertinho do mais velho e, como de costume e já naturalmente, permaneceu com as pernas parcialmente abertas, nada que fosse muito óbvio, apenas para que o olhar alheio certamente acabasse atraindo-se àquele ponto.
Assim feito, Harry viu Louis pegando o controle da TV e no momento em que o fitou, sua orbes magneticamente desceram até o meio de suas pernas; segurando um sorrisinho o cacheado o encarou de volta:
— Lou, eu estava pensando e será que as mamães vão passar a noite toda fora? — Indagou com certa esperança de que isso acontecesse e notou que a atenção do outro permanecia no mesmo lugar, então, disfarçadamente, afastou ainda mais suas pernas.
Apesar de ter sido meramente sutil, não passou em branco. Louis percebeu e como percebeu! Até conseguiu reparar numa provável ausência de uma calcinha por debaixo daquele shortinho.
— Eu não sei Hazz, elas não me disseram nada… — Se aproximou e instintivamente seus dedos dedilharam a pele delicada das pernas que no mesmo segundo, arrepiou-se. Era sua vez de investir. — Mas eu realmente espero que sim. E você, hm? Quer passar a noite todinha a sós comigo? — Sorriu safado.
— Seria muito legal! Sabe, agora você quase não tem mais tempo pra mim… — Disse com um beicinho. Não passava de drama, óbvio, já que os dois sempre estão juntos.
— Eu? É você quem só quer saber de sair com os amigos da escola. Eu sei de tudo, as mamães me contam! — Tomlinson também sabia ser lindamente dramático e implicante. — Eu fico com ciúmes, sabia? Não quer mais passar o tempo com seu querido irmão. — Agora em sua boca um biquinho também se fazia presente.
— Elas são umas fofoqueiras! — Cruzou os braços. — Mas eu sempre prefiro ficar com você, só vou quando está ocupado. E se serve de algo, quando estou fora só consigo pensar em você… — Sua voz saiu baixa, timidamente mexia seus dedos na bainha da camisa. Louis sorriu e se fez mais próximo.
Mesmo que não aparentasse tanto, os dois tão-somente situavam-se nervosos.
Aquele tipo de interação era nova para ambos. Sim, eles eram próximos e cheios de afeto e toques, mas naquela noite, naquele sábado, algo parecia ter mudado. Eles não queriam saber de impedimentos.
O mais velho notou que, realmente, Styles deixava de maneira implícita o que queria. E ele queria Louis. Esse que entendia perfeitamente o fato dele não atirar-se em si de forma clara, oras, poderia acabar levando um fora que mudaria totalmente sua relação com ele.
E ali, Tomlinson percebeu que não era coisa de sua cabeça o seu irmão sempre fazer coisas que poderiam ser facilmente levadas a outro caminho.
E Harry também, ele não era bobo.
A venda que o outro sempre parecia usar havia caído e agora, sem rodeios, o mais alto o olhava de jeito tão insinuante que deveria ser um pecado. Um sujo, mas tentadoramente delicioso, pecado.
O garoto constatou que, talvez, ele não fosse somente um pirralho ao mirar alheio.
E neste instante, o dono dos cachinhos iria atrás de saciar, pelo menos uma parcela, da inextinguível fome que sentia. Fome de Louis, de ser o alvo de sua paixão e desejo.
Um apetite que era compartilhado.
— Vamos jogar ou fazer alguma outra coisa, Lou? — Usou seu olhar mais inocente e um bico proposital apareceu em seus lábios.
Vendo aquela carinha devassa e escutando a voz em sua cabeça, que dizia para destruir o ser tão lindo e gostoso em sua frente, Louis teve uma ideia.
Era sórdida, mas assim que a imagem ocupou-lhe os pensamentos, ele sentiu uma forte fisgada no pau.
— Meu bem, o que acha de assistirmos um filminho bem legal no meu celular? — O biquinho do menino aumentou.
— Ah, não sei. Já vimos filmes o dia todo! — A ideia não lhe agradou.
— Sim, eu sei. Mas esse que tenho aqui é diferente… Tenho certeza de que nunca viu. — Bom, pelo menos ele achava que nunca tinha visto, se estivesse errado ele ficaria muito surpreso com o cacheadinho.
O Styles pensou um pouquinho, acabando por ceder e concordar.
Tomlinson, já com seu plano em mente, considerou que ele poderia ficar ainda melhor se mudassem para uma posição mais específica.
— Prometo que vai gostar. — Ficou de joelhos, jogando as almofadas que os atrapalharia no chão — Mas primeiro, preciso que fique deitadinho, assim vai ser melhor para assistirmos.
Harry prontamente se deitou, Louis acomodando-se logo atrás os fazendo ficar numa espécie de conchinha e assim que estavam confortáveis, o de olhos azuis entregou o celular na mão do outro e levou a sua até a cinturinha que pela posição, se mantinha à mostra.
— Pode começar? — Indagou e quando o mais velho assentiu, clicou no "play" do vídeo que já estava aberto.
De começo, Harry não entendeu muito bem do que se tratava; tinha uma mulher que aparentemente arrumava alguma coisa no balcão de uma cozinha, a moça usava uma saia plissada e curta junto com uma camisa que assemelhava-se a de um uniforme, o garoto a achou bonita e tinha certeza que em seu armário haviam peças parecidas. Logo, um barulho de portas foi feito e um homem andou até a mulher; o tal cara não parecia muito feliz, chegou ao lado da moça com um olhar fulminante e seus dedos foram de encontro ao rosto dela, o apertando até que ficasse vermelho enquanto começava uma discussão, a xingando de muitos nomes que fizeram com que o garoto que assistia ficasse meio assustado e sem muitas reações.
Nunca assistira alguma coisa daquele tipo e ao mesmo tempo que era um pouco estranho, o fazia ficar intrigado; no momento em que no vídeo o homem começou a golpear as bochechas da mulher e numa rapidez extraordinária a dobrou contra o balcão e fez de sua grande bunda um alvo, o cacheado soube de que aquilo tratava-se de um daqueles conteúdos adultos e proibidos.
Ele respirou fundo, não imaginava que Louis lhe mostraria algo assim e isso o fez ficar quente, então pausou o vídeo e virou seu rosto para olhar o irmão, que não parecia tão interessado no que acontecia na tela e sim nas reações que o cacheado tinha.
— L-Louis… por que e-está me mostrando isso? — Só de pensar que o rapaz lhe queria deixar excitado com aquilo, foi o suficiente para sentir uma pontadinha no meio das penas.
— Shiii… Apenas continue assistindo, amor. — Apertou-o mais entre os braços e desceu as mãos da cintura até o quadril gordinho — Ainda não chegou na melhor parte, então espere quietinho, ok?
O mais novo suspirou afetado e apenas deu continuidade.
A moça do vídeo agora tinha sua bunda em tons escuros depois das muitas palmadas que recebeu, o homem pareceu contentar-se com isso e logo abaixou a calcinha que ela usava, ajoelhando-se e se dispondo a chupá-la.
Aquilo fez com que Harry juntasse mais suas pernas, sentir as mãos um tanto calejadas pressionando seus quadris e idealizar como seria se o rapaz atrás de si o chupasse da mesma maneira intensa que acontecia na tela, fazia sua xotinha piscar.
Tomlinson reparou em como seu irmãozinho parecia afetado, percebeu que quanto mais apertava e movia suas palmas na pele macia, mais o outro se remexia e suspirava baixinho; com os movimentos, a bundinha dava pequenas esbarradas em sua pélvis e consequentemente em seu pênis semi-ereto. O mais velho segurava-se contra a vontade de apenas empurrar-se contra.
— Por que está tão agitadinho, hm? — Sussurrou em seu ouvido vendo os pelinhos arrepiarem-se, de novo — Gosta do que está assistindo?
— Uhum… — Assentiu, mesmo que parecesse incerto — É-é meio estranho, mas parece bom…
Suas falas se limitavam a sussuros.
O de olhos azuis fez com que Styles deitasse de bruços, de uma forma que ainda pudessem ver o vídeo e ajeitou-se em cima dele, não depositando todo seu peso no menor para não machucá-lo, mas fazendo com que seu membro ficasse coladinho na bunda redonda.
Harry conseguia senti-lo tão bem, o formato gostoso e seu tamanho grande apertando-se contra ele. Sendo sincero, agora o celular não era mais seu foco principal.
A essa altura o vídeo já rodava há um tempo, o casal nele trepava insanamente como animais e seus gemidos eram altos, mas o som do aparelho estava baixinho então não tinha problema.
A posição em que os dois situavam-se agora no sofá, fazia com que Harry e Louis ficassem loucos com tamanho tesão que sentiam, o mais velho roçava bem de levinho no menor, este que apertava suas pernas e fazia de tudo para prender os gemidinhos, mas acontece que era impossível de segurar ao menos os suspiros que deixavam sua boca e fazer com que sua respiração regulasse.
— Gosta disso, não é, bebê. — Era uma afirmação, mas mesmo assim concordou.
Tomlinson levou sua mão em direção ao lugar que tanto sonhara, a xoxotinha do menor e, por cima do tecido, começou a acariciá-lo devagar. O mais novo revirou os olhos.
— Porra… — Grunhiu e passou seus nariz no pescoço branquinho — Você está enxarcado, meu bem, e nem fizemos nada ainda. — Seus dedos adentraram o shortinho e assim teve a certeza de que suas suspeitas sobre Harry não usar uma calcinha, estavam certas; sentindo toda a delicadeza daquela área, tanto a maciez da pele quanto os pelinhos, um sorriso ladino ocupou seus lábios — Faz tanto tempo que quero te tocar aqui; sentir a textura dessa sua buceta e seu melzinho escorrer por entre meus dedos. — Louis gemia baixinho apenas por fazer o que fazia — Diz pra mim: alguém já te tocou aqui, Hazz?
O rapaz tinha plena consciência da resposta, ele sabia que seu irmãozinho era virgem e puro até então, mas queria que o outro lhe dissesse com suas próprias palavras.
— N-nunca Loueh… — Seus dentinhos maltratavam os próprios lábios vermelhuscos — Ninguém nunca brincou com ela a não ser eu.
Tomlinson não esperava tal resposta um tanto ousada, com um sorriso ainda maior, disse:
— Não sabia que era safadinho neste nível, Harry. — Seus dedos aceleram os movimentos e ficaram mais lambuzados, as pernas do menino sofriam pequenos espasmos — Conta pro Lou como que você faz quando está sozinho.
Tentando acalmar um pouco sua respiração entrecortada, o mais novo respondeu:
— Hm… às vezes e-eu me esfrego no meu travesseiro ou no meu ursinho que v-você me deu. — Apesar de envergonhado por confessar suas ações impuras, dizê-las em voz alta para seu irmão fazia com que Styles tivesse a sensação de entrar em combustão — M-me esfrego até não aguentar mais, Lou. Ou também, bem de vez em quando, faço isso com meus dedos, m-mas só quando quero chegar lá mais rápido. — Apertou os olhos com força e criou coragem para admitir o resto — Fico te imaginando, Lou. Como seria me esfregar no seu colinho e penso em você m-me tocando, igual está fazendo agora.
A resposta fez com que Tomlinson desse movimentos mais bruscos na bucetinha e empurasse seu membro com mais força contra Harry.
— Caralho, e eu aqui pensando que você era um anjinho, Harry. Mas acontece que não passa de uma vagabundinha que só pensa em dar essa xota, uh? — Enquanto o provocava com as palavras, percebeu a maneira que este mordia os lábios, prendendo os gemidos — Não segure seus gemidos, amor. Quero escutá-los, quero escutar como você geme gostoso para mim.
A fala parecia ter feito a mente do cacheado, que no mesmo instante abriu a boca e deixou com que os sons esganiçados e manhosos escapassem. Tomlinson o tocava tão bem.
Sem aguentar mais ver aquela boquinha dos lábios gordinhos e vermelhos que soltava chiados sem parar, o maior largou o que fazia e apenas o virou de frente para si, beijando-lhe a boca com fome.
O inesperado ato fez com que o de olhos verdes fosse ao céu. Ele mal podia acreditar que finalmente Louis estava o beijando, uns instantes passaram até que sua mente trabalhasse para processar o que acontecia e lhe enviasse os comandos de uma reação precisa, mas assim que a ficha caiu, o Styles correspondeu o ósculo da melhor maneira que sabia.
Era uma sensação maravilhosa; o Tomlinson dominava o beijo, praticamente o devorando com a boca e a língua enquanto Harry recebia tudo de bom grado. O desejo era tanto, que transmitia-se através do beijo repleto da saliva que sujava seus rostos, as línguas se chocavam, sentindo-se pela primeira vez e adquirindo um vício instantâneo. Eles queriam sentir aquilo para sempre.
A luxúria que, por tantas vezes os perseguia, agora fazia dos dois jovens seus servos mais dependentes.
Automática e inconscientemente, o mais velho voltou a roçar seu quadril contra o de Harry, dessa vez uma de suas mãos segurava na lateral do garoto e a outra estava enterrada no cabelo cacheado. Louis arrematava seu membro com rigidez, mesmo por cima dos tecidos, o ato lhe era prazeroso por demasia e com isso, gemia bem gostoso na boca do outro, que a cada ruído proferido pelo irmão, sentia sua xotinha pulsar mais, apenas querendo ser preenchida logo. Harry amava ouvi-lo.
— Eu te quero tanto, meu bem... tanto.— O mais velho enunciou, relutantemente parando seus movimentos de vai e vem e descendo os beijos pelo pescoço branquinho, que com certeza ficaria repleto de marcas mais tarde — Fica peladinho pro Lou, fica. — Agarrou os peitos do menor por cima da blusa — Deixa o seu irmão ver o seu corpinho, Hazz.
A reação de Styles foi gemer e murmurar baixinhos "Sim's" e um "Uhum, eu deixo".
O sentimento de estar corrompendo seu irmãozinho o deixava maluco.
Louis saiu de cima dele para que este pudesse tirar a roupa que vestia. Com os dedos tremendo, o cacheado puxou a bainha da camiseta, propositadamente fazendo com que seus peitinhos pulassem para fora e depois jogou-a para longe.
— Cacete… — Antes mesmo que ele tirasse a parte de baixo do pijama que usava, Louis voltou à sua posição sem conseguir suportar sua vontade de mamar naqueles montinhos — Eu vou mamar neles até que fiquem tão inchados, que será dolorido até para vestir uma roupa.
Sem pensar, Harry apenas balançou a cabeça em concordância e puxou os fios lisos em direção ao seus seios dos bicos durinhos, logo sentindo a língua molhada e faminta do irmão os rodear e, com certa pressa, os prender com a boca em uma sucção rápida.
Eram tão macios em seu palato, saborosos como nenhum outro que Louis facilmente passaria o restante dos seus dias apenas se deliciando com os peitinhos de Harry.
O de olhos verdes choramingava com o quão doloridos já estavam, não fazia muito tempo que os tinha tocado e apertado no banho, e do jeito que o mais alto os mamava - com tamanha fome -, era extremamente gostoso, mas seu nível de sensibilidade era alto e se Louis os chupasse daquela forma por apenas mais um segundo sequer, sentia que seriam capazes de cair.
— C-chega, Louis, por favor… — Lamuriou ao mesmo tempo que tentava levá-lo para longe com suas mãos tremelicantes — Tá machucando eles!
Isso fez com que os olhos azuis o encarasse.
— E foi exatamente isso que eu disse que faria, não foi? Gosto deles bem vermelhos… acha que já está o suficiente? — Apertou os dois montinhos para que Harry pudesse vê-los melhor, este que arregalou suas orbes chorosas com o quão rubros estavam e pela resposta visual que teve, o mais velho sabia que já era o suficiente — Estão lindos, amor, e agora farei o mesmo com a sua florzinha.
Querendo mais que tudo uma atenção no lugarzinho que doía tamanha sua excitação, Styles só concordou.
— Sim… chupa minha florzinha, por favor!
Com a fala, que se pareceu mais com uma súplica, o maior passeou com os lábios pela barriga bonita, sem demora chegando na barra do pequeno pedaço de roupa e antes que pudesse o tirar para fora do corpinho, arrastou seu nariz por toda a região sentindo o cheirinho gostoso de Harry.
O aroma do creme corporal era bem perceptível e suave, assim como o cheiro natural da sua intimidade, que mesmo por cima do tecido era delicioso e viciante; com um misto de sensações delirantes, Louis abaixou o shortinho e o arrastou pelas pernas de Harry até que saísse, às agarrando pela dobra do joelho e deixando-as bem abertas para si.
Ele jura que a visão que teve foi a mais bela de toda sua vida: ali estava a pessoa por quem ele era perdidamente apaixonado, com os cachinhos bagunçados, a face cetrina e a respiração rápida, totalmente entregue e perdido no que sentia, abertinho para si de uma forma atordoante; em todo esse tempo que passou o desejando, Tomlinson não imaginou em como o menor poderia ser tão lindo ali, a bucetinha tinha seus lábios externos gordinhos e os internos eram parcialmente cobertos por eles, deixando apenas uma parte do grelinho vermelho para fora; os pelinhos curtos eram perceptíveis e seguiam um formato específico que Harry fazia quando se depilava, mas, a melhor parte, era como ela se encontrava completamente babada do seu melzinho, era tanto que escorria pelo períneo chegando até o cuzinho amarronzado.
— Hm, Lou… — O cacheado estava começando a ficar impaciente, o outro estava lhe olhando há um tempinho e Harry precisava de toques urgentemente.
Saindo do transe, Louis piscou rapidamente algumas vezes se sentindo atordoado pela melhor visão que algum dia poderia pedir.
— Porra, amor… Você é tão perfeito que tenho vontade de te destruir.
O menor se sentiu molhar ainda mais e piscar inconscientemente ao escutar aquilo.
— Você acha mesmo? — Queria ouvi-lo dizer de novo, mesmo que não parecesse, Harry tinha um certo receio quanto a seu irmão não achá-lo bonito ou atraente o bastante.
— Pra caralho, Harry. — Começou deixando beijos e chupões nas partes internas das coxas — Tão lindo que deveria ser proibido. — A cada palavra proferida, seu hálito ia de encontro a buceta molhada e carente de atenção — Tão perfeito, amor, que passarei o resto dos meus dias te comendo bem gostoso. Forte, fundo, rápido, lento… De todos as formas possíveis. —Sussurrou, vendo o outro apenas concordar e gemer baixinho.
Após a fala, Tomlinson encheu sua boca com saliva, cuspindo na xotinha que estava a sua disposição e observando como descia lentamente até a grutinha vermelha quase roxa.
Ele colocou a língua pra fora e lambeu com vontade do cuzinho até o clitóris saltado, deixando tudo mais encharcado e escorregadio; e as coisas ficam ainda melhores quando um gemido alto e esganiçado escapou da boca de Harry, fazendo com que Louis sentisse seu pau pulsar no mesmo segundo.
O gostinho que ficou em seu palato, fez com que o mais velho suspirasse afetado, era, com certeza, a melhor coisa que já havia provado; sem pensar duas vezes, Louis começou a chupar como nunca, sugava todo o grelinho para dentro de sua boca e sua língua não parava, um segundo sequer, de impulsionar-se contra o clitóris.
Em seu subconsciente, ele sabia que devia ir mais devagar, o de cachos nunca tinha feito nada daquele tipo e precisava de tempo, mas seu corpo, suas mãos ‐ que agarravam e maltratavam aqueles pequenos seios - e, principalmente, sua boca, não conseguiam parar com os atos "indelicados". Era demais até para ele.
Enquanto isso, Styles soluçava seus gemidos e chiados que assemelhavam-se a gritos, o jeitinho que estava sendo comido pela boca de seu irmão o tornava incapaz de segurá-los, era muito, em todos os sentidos. O de cabelos acastanhados parecia não mais que querer devorá-lo, pedaço por pedaço.
Depois de se deliciar com o pontinho saltado da bucetinha, Tomlinson desceu até a grutinha vazante, endurecendo sua língua para que pudesse a penetrar, forçando-a um pouco quando encontrou certa resistência no buraquinho virgem e, assim que conseguiu, uma grande quantidade de lubrificação também escapou de seu falo ao que sentiu como era apertadinha em sua língua.
Não deixou de notar o chiado doloridinho que o mais novo soltou em uma forma de reclamação pela repentina invasão, então acariciou suas coxas em uma tentativa de deixá-lo mais calmo, algo que o maior não sentia, já que parecia que seu coração palpitava vezes demais.
Louis aos poucos foi tirando e colocando o músculo cheio de saliva, até que estabeleceu um ritmo e passou a foder Harry daquele jeito. O menor sendo muito receptivo quando deixou suas pernas mais abertas para que facilitasse o trabalho do de olhos azuis, empurrando a cabeça do irmão contra si, praticamente se fodendo por conta própria na língua alheia.
Desse modo, se seguiu por um tempo curto, Harry sabia que não seria capaz de se segurar por tanto tempo, ele era tão sensível que qualquer toque fazia dele uma gelatina; e tão entregue que aproveitava todos os mínimos choques que perpassavam por cada célula sua. Expressando bem tais coisas quando, a todo instante, sua boca não contentava-se a ficar calada.
Quando Louis usou seus dedos para estimular seu clitóris inchado enquanto o comia com a língua, foi o estopim do encaracolado.
— L-lou… A-ah! Vai com… calma! — Difícil era conseguir raciocinar uma frase coerente com todos aqueles estímulos — É t-tão gostoso, amor. — Sua vozinha já fraca — Você vai m-me fazer gozar, Lou. — Tomando o conhecimento de que gozaria logo, Harry começou a gritar em um momentâneo desespero: — LOU! LO-OUIS! EU V-VOU CHEGAR LÁ! EU VOU-
Cortou suas próprias palavras quando, de repente, o de olhos azuis acelerou ainda mais - se possível - seus movimentos, fazendo o cacheadinho derreter-se num orgasmo devasso, seus olhos apertados e sua boca aberta em um gemido mudo.
O menor sentiu seus músculos derreterem e seus ossos liquidificarem, cada átomo seu agora compartilhava daquela sensação tão incrivelmente boa que deixou seu corpinho mole.
Era a primeira vez que Louis o fazia gozar e foi incrível. Muito mais incrível e intenso do que imaginava; agora, Harry queria aquilo de novo e de novo, pois tinha certeza de que nunca se cansaria.
Recebendo todo o melzinho diretamente em sua língua, Tomlinson terminou de lamber tudo - dessa vez, de modo calmo -, suas mãos indo em direção aos lábios gordinhos da bucetinha apenas para os puxar para o lado e assim, admirar o buraquinho contraindo-se sozinho.
— Você é tão gostoso, tem alguma noção disso? — Seus olhos mal piscavam, amando ver como Harry parecia estar acabado; seus dígitos formigavam para adentrar na grutinha pequena — Já enfiou seus dedinhos aqui, neném?
Ainda meio aéreo pelo recente orgasmo, Harry murmurou baixinho:
— Não, Loueh… — Acariciava carinhosamente os cabelos lisinhos, já piscando sonolento — Teve… teve um dia que eu estava muito, muito excitado, que foi quando voltávamos de viagem e aí, no carro, você dormiu no meu ombro e ficou o tempo todinho com a mão entre as minhas pernas… — Dizia quase como se voltasse naquele dia — E eu lembro do jeito que seus dedos ficaram passando lá embaixo e do jeito que me apertavam…
O mais novo gemeu baixinho pelo modo como o maior o encarava.
"E-e aí quando cheguei em casa, fui para o s-seu quarto enquanto você tomava banho e comecei a me… você sabe, me t-tocar. — Harry sentia como se suas bochechas pudessem explodir de tão avermelhadas — Eu estava m-muito molhadinho e precisava de alguma coisa dentro de mim, foi aí que eu tentei enfiar meu dedinho lá, mas doeu Lou e aí eu desisti, sabe."
O de olhos azuis amassou aquelas coxas entre as mãos, ele não tinha a mínima ideia dessa história. No dia da viagem, ele lembra de ter dormido agarrado à Styles, mas não fazia ideia de que, dormindo, o tocara inconscientemente e, em sua cabeça, quando saiu do banho e encontrou o garoto deitado e aparentemente cansado em sua cama, nem lhe ocorreu o pensamento de que ele estava fazendo algo tão sujo antes.
—Porra, Harry, você gosta de me surpreender, não é? — Sua feição mostrava a surpresa que sentia ao saber de tudo, afinal, seu inocente irmãozinho não parecia ser tão inocente assim — Enfim, se você não conseguiu enfiar o dedo aqui de tão apertadinho que é, como acha que os dedos do Lou caberiam aqui dentro, hm? — Resolveu jogar com ele para saber até onde iria — Suponho que eu teria que desistir…
Suspirou falsamente entristecido e mirou seu olhar no rosto de Styles, observando, com alegria disfarçada, o momento que este arregalou os olhinhos sonolentos e negou diversas vezes com a cabeça, amava como era fácil manipulá-lo.
— Não tem problema. É só fazer caber, Louis! — Não ligava para o quanto parecia desesperado. Imaginar que deixaria de ter o que vem desejando a um longo tempo somente porque seu buraquinho era tão estreito, tornava-o capaz de chorar como um bebê que, tudo o que queria, era ter logo sua mamadeira. — Faz caber! Por favor, faz caber!
Lágrimas enchiam suas orbes, prestes a deslizarem por suas rosadas bochechas quando o mais velho aproximou-se e selou seus lábios rapidamente, em seguida, sorrindo sadicamente:
— Eu vou, amor. O Lou vai fazer caber tudo. — Decretou e abaixou-se de novo, vendo o de olhos verdes acalmar-se após saber que o rapaz não desistiria.
Isso, na verdade, era impossível de acontecer.
Pronto para voltar sua atenção à xotinha bonita, Tomlinson beijou toda a região – cheia de pontos vermelhos devido aos chupões de antes –, e assim que sentiu a grutinha molhar-se mais, sabia que era o momento certo para enfiar o primeiro dedo.
E foi o que fez, seu dedo médio começou acariciando a borda da entradinha, fingindo que adentraria somente para senti-la contrair-se sem nada para a preencher e, não aguentando mais a tortura mútua - os gemidinhos afobados e chorosos do garoto o faziam ficar com pena -, finalmente forçou seu dedo para dentro que, num primeiro momento, foi difícil de introduzir, mas assim que entrou um pouquinho, toda aquela lubrificação o fez apenas escorregar para o interior apertadinho e úmido.
O incômodo daquele dedo fez as pernas de Harry tremerem e quererem fechar, junto com um chiado dolorido que escapou de sua boca.
— Ta doendo um pouquinho, Lou! — De seus olhos mais lágrimas se apossavam, esperando o instante certo para caírem pelo rosto corado. — Talvez seja melhor parar… — Sua face era ocupada por uma expressão de dor.
— Shii, daqui a pouco passa, tudo bem? — Tomlinson praticamente não movia o médio, no entanto, a vozinha chorosa e os grunhidos quase o convenciam do contrário, de simplesmente começar a fodê-lo sem dó; mas como em uma tentativa de controlar essa vontade em si, ele se dispôs a deixar beijinhos por toda aquela área — Está sendo tão bom para mim, querido.
Seus beijos encontraram o pontinho inchado e antes de chupá-lo novamente, disse:
— Além do mais, você se ofereceu, Harry. Então, sendo assim, paro quando eu quiser e te uso até que eu esteja satisfeito, entendeu? — Deu uma forte lambida na intimidade molhadinha, causando um espasmo instantâneo no encaracolado — Você vai ser um bom irmãozinho para mim, não vai?
O cérebro embaraçado do menor rodopiava em piruetas constantes, o grau de prazer que lhe era proporcionado estava sendo absurdo, tanto pelos toques, quanto pelas palavras e, também havia o amor e carinho escondido por trás de cada uma delas, mesmo que às vezes parecessem brutas, Styles conseguia sentir o cuidado em cada um dos atos.
— T-tá bem, Lou. — Respondeu num ruído titubeante; ainda que sentisse a ardência do dígito grossinho o preenchendo, ele queria ser um bom irmãozinho para Tomlinson, então, com toda certeza, daria um jeito de aguentar tudo, porque, no final das contas, era isso o que mais queria.
Com a fala, o de olhos azuis passou a mover seu dedo médio; os movimentos iniciais se deram a um vai e vem lentinho e contínuo. Quando as pernas branquinhas se abriram mais em um pedido para que desse prosseguimento, Louis curvou aquele único dedo e passou a foder aquela bucetinha quente só com ele. Logo, vendo os lábios carmesim se abrirem e sons prazerosos lhe escaparem, às mãos de Harry agarrando a sua para que não parasse.
— Meu D-deus! — Era possível ver seus olhos se revirarem. O rapaz parecia saber exatamente onde seu ponto de maior prazer estava — Isso, isso… assim, Louis, assim!
A bermuda do maior certamente estava cheia de pré-gozo do tanto que seu membro o expelia, Harry Styles realmente consegue o tirar do eixo.
— Gosta de me ter te dedando, amor? — Sua mão encontrava-se encharcada de tanta lubrificação misturada com gozo, de modo que foi fácil para Louis juntar seu anelar o obrigando a abrir mais aquela entrada pequena — Sua xotinha se abre tão gostoso nos meus dedos, imagina quando o Lou enfiar o pau aqui…
A dorzinha que sentia aumentou devido ao dedo que se juntou ao outro, o cacheado podia sentir-se alargando aos poucos para recebê-los. Parecia uma tarefa tão árdua mas, ao mesmo tempo, tão boa de sentir.
Era Louis ali, enfiando seus dígitos dentro da sua bucetinha para o deixar o mais excitado e preparado possível, tal pensamento era capaz de o tornar suscetível ao ápice vergonhosamente rápido.
Quase sem dó alguma, o de olhos azuis o fodia fervorosamente de maneira arrebatadora; em um entra e sai incessante e ensopado de saliva e lubrificação, com direito a longas lambidas e curtas chupadas no clitóris e no cuzinho minúsculo, Harry sentiu seu baixo-ventre tremer.
— Vai vir nos meus dedos, amor? — Styles murmurou com um fio de voz um "uhum… eu vou", gemendo fraquinho após cada palavra — Então goza. Goza pra mim, vai… — O barulhinho das estocadas fazia com que Tomlinson sentisse suas bolas repuxarem em prazer, louco para meter naquela buceta e ser seu pênis a causar tais barulhos.
Mas, só foi Louis achar o pontinho doce dentro daquela xota e dar-se a sugar sem pausas o buraquinho de trás de Harry, que este último ergueu suas costas do sofá e gemeu o mais alto e longo que já havia feito até então, gozando outra vez.
O maior, obviamente, lambeu e tomou tudo o que o mais novo o deu com muita satisfação.
Sem possuir mais forças para aguentar todo o tesão que sentia, Louis se levantou e ficou cara a cara com Harry, apoiando seu peso em um dos cotovelos para que sua mão livre fosse em direção ao membro preso na bermuda, assim, tirando apenas o pau e as bolas pesadas e logo o empurrando contra a intimidade escorregadia. Sua mão o punhetava enquanto o estimulava por entre os lábios da buceta.
Quando mudou seu foco do que fazia na bucetinha para mirar aquelas esmeraldas lacrimosas, pertencentes ao garoto de cachos que, agora, estava acabado, tendo alguns espasmos e todo molinho e a sua mercê, Louis jura que quase gozou.
Mesmo que levemente aéreo, Harry olhou para baixo tentando entender o que acontecia e por que ainda recebia tanta estimulação mesmo que estivesse sensível, vendo o falo grande e duro de Louis ir e voltar com seus movimentos. O menor arregalou os olhos, era a primeira vez que via o membro do irmão dessa forma, sem que nada estivesse o tampando.
No mesmo segundo gemeu manhoso e ergueu os quadris para se esbarrar mais nele, levando sua mãozinha curiosa até a glande rubra e deixando um aperto leve, podendo escutar o maior gemer em prazer.
— Você vai enfiar ele em mim, Lou? — Sussurrou a pergunta, observando como a cabecinha do pau do outro era tão macia em seu tato; sua xotinha piscava sem parar somente ao imaginar como seria aguentá-lo fundo.
— Vou, neném. Vou enfiar ele todinho nos seus buracos. — Agarrou o pescoço dele para que pudesse acelerar a movimentação — Quero usar ele na sua boquinha agora, vai me deixar meter na sua boca e esporrar na sua garganta, hum?
A cabeça cacheada assentiu, talvez vezes até demais. Qual é, Styles queria vê-lo de pertinho, apertá-lo e saber como é segurar naquele pau, principalmente o sentimento de enfiá-lo na boca e, com a língua, descobrir sua textura e seu peso.
— Eu quero! — Esperando o mais velho terminar de se esfregar em si uma última vez e logo depois se levantar, tirar a camiseta e ficar sentado no sofá com as pernas parcialmente abertas, o de orbes esverdeadas se sentou em cima de seus próprios tornozelos, agora, seu semblante era um pouco confuso — Hm, mas Lou, eu nunca fiz isso antes. T-tenho medo de que não goste e aí queira parar…
— Hazz, não precisa esquentar a cabeça com isso, sei que é inexperiente e eu não vejo problema nenhum nisso. — Suas mãos seguraram em cada lado da face bonita e meramente tristonha, lhe deixando um beijinho rápido nos lábios e na testa — Vai no seu tempo e do seu jeitinho e, assim que eu ver que está pronto, farei do meu, sim?
Assentindo e um pouco mais confiante, Harry aproximou-se de Louis para o beijar de maneira intensa. Já sentia saudades do ósculo quente que dividiram antes e agora queria de novo, então, sem mais delongas, deslizou seus lábios carnudinhos pelos que eram mais finos e abriu a boca, apenas esperando a língua alheia o invadir, e quando essa o fez, o menor não segurou o longo suspiro. Suas mãos se apoiaram nas coxas fortes de Louis, as apertando enquanto sentia as palmas dele passando por diversas partes de seu corpo, as amassando e fazendo com que marcas avermelhadas brotassem na pele branca.
Quando terminaram, Styles desceu seus selares pelo pescoço do irmão, fazendo questão de babar o máximo possível, sendo capaz de escutar como este gemeu afetado com isso - era um de seus pontos fracos -, logo, chegou no peitoral fortinho e lambeu ambos os mamilos eriçados, podendo escutar a longa arfada que o outro deu e sorrindo com isso. Sem mais delongas, ele finalmente chegou na parte que mais queria, observando com as pupilas dilatadas e brilhantes o membro duro à sua frente, com direito a cabecinha babada e longas veias ao redor. Era grande e grossinho, causando certas dúvidas ao cacheado de que se o aguentaria levar em algum dos seus buraquinhos.
Primeiramente, levou suas mãozinhas até ele, explorando a área em seu tato; toda a lubrificação que saia da cabecinha rosada o ajudava nos movimentos de vai e vem ritmado lentamente; Harry descobriu que amava a sensação de masturbar Louis. Então, sua palma desceu até as bolas, as apertando e acariciando, percebeu que era hora de partir para o próximo passo quando o maior pressionou levemente seu pulso e o olhou com necessidade em seu semblante.
A boquinha salivante de lábios carnudos disse antecedentemente ao depositar uma lambida na ponta acerejada:
— É tão bonito, Lou… — Seu músculo cheio de saliva escorregou na pontinha, Styles logo chiando em apreciação ao que experimentou a baba expelida — Hm, bonito e gostoso. Muito gostoso!
E passou a chupar a glande que praticamente preenchia sua boca inteira, com afinco, sugando quase como se fosse o pirulito mais doce a derreter em seu palato, era tão gostosinho. O garoto parecia ter entrado em uma espécie de bolha, seus olhinhos fechados e totalmente perdido no que fazia, mal percebendo o estado em que deixava o maior que, a cada segundo, suspirava rouquinho com os estímulos.
— Harry… — Gemeu — Sua boquinha é tão boa, meu bem. — Suas mãos se perdiam entre passear pelas costas do outro e apertar o tecido do móvel abaixo de si — Mas preciso que coloque mais para dentro dela, faz isso por mim, uh? — Ficou alguns segundos esperando por uma resposta que não veio, o menor estava realmente concentrado no que fazia. Então, para chamar sua atenção, Tomlinson agarrou seus cabelos e o puxou até que este tirasse seus lábios da glande, vendo que automaticamente Harry fez um bico descontente — Não está me ouvindo? Quero que chupe meu pau até o fundo, estou duro demais para ser paciente!
— Tá b-bem, Lou, me desculpe. — Quando escutou um "sem problemas", aproximou-se novamente e antes que desse continuidade, indagou — Mas depois eu posso chupar aqui de novo? — Com o dedo apontou para a ponta vermelha da ereção — É que eu gostei tanto, tanto. É tão bom!
— Claro que pode, doce, depois eu deixo você passar quanto tempo quiser chupando a cabecinha do meu pau, sim? — Seu rosto era dominado pelo sorriso e expressão cretina, afinal, estava conseguindo exatamente o que queria — Mas agora, vamos! Quero escutar seus engasgos quando eu estiver fundo na sua garganta.
Com aquelas palavras indecentes o estimulando, Harry envelopou a glande gordinha e babou o máximo possível, se afastando um pouquinho apenas para observar a saliva escorrer por todo o comprimento, sorrindo sozinho e voltando a abocanhar com gosto. Dessa vez, tentou colocar mais dentro da boquinha estreita, conseguindo chegar até somente um pouco depois da ponta, nem na metade; ele subia e descia, sua língua esperta lambia e apertava o membro quente e suas veias saltadas. Era uma delícia, mas acontece que estava sendo difícil engolir mais que aquilo.
O que ele poderia fazer? Louis era tão grandinho.
Enquanto desvendava esse segredo e mantinha-se dedicado no que fazia, o único som que passava por seus ouvidos eram os ruídos que o outro deixava escapar, uns mais fracos e roucos, outros mais longos e altos, cada um deles deixando a bucetinha de Harry ainda mais necessitada do irmão.
Sem suportar se segurar por conta da quantidade de prazer que o anuviava - e também porque o menor não o engolia por inteiro de uma vez por todas - Tomlinson levou suas mãos à cabeça cacheada, agarrando os cachinhos da nuca e puxando para que o garoto o olhasse nos olhos.
Olhou para a carinha confusa de quem havia saído da pequena bolha e falou:
— Você tem uma boquinha tão deliciosa, sabia? — Vendo a expressão contente que este esboçou, fez um carinho com os dedos em sinal de orgulho — Enfia ele inteirinho, uh? Eu preciso tanto, neném. — Pediu com carinho. Quem sabe assim funcionasse.
Ao analisar a expressão necessitada e falsamente triste do mais velho, Styles concordou e se fez disposto a colocar tudo na boca.
Então, seus lábios voltaram ao lugar de antes e foram descendo aos poucos, chegando ao limite anterior e forçando-se a levar mais do pau na garganta. Foi impossível não engasgar e se afastar para poder respirar normalmente, de suas orbes avermelhadas cada vez mais lágrimas escorriam.
— Porra, me chupa direito! — Louis falou mais alto que as outras vezes e agora parecia irritado, óbvio que não de verdade, mas queria que Harry se sentisse pressionado e fizesse logo o que tinha de fazer, já que ser carinhoso aparentava não estar funcionando — Eu te chupei bem gostoso agorinha e te fiz gozar na minha língua e é assim que me retribui? Você é tão ingrato, Harry.
— N-não sou ingrato. Não sou!— Balançou a cabeça rapidamente em negação — Acho que seria mais fácil se você fizesse isso.
— Fazer o quê?
— F-foder a minha boca… — Seu rostinho acabado e inocente era uma contradição enorme ao que pedia — É muito grande para que eu consiga sozinho, Lou.
Respirando fundo e sentindo o pau expelir uma quantidade considerável de pré-porra, suas mãos que agarravam o cabelo alheio o puxaram para que a boca de lábios gordinhos chegasse logo de encontro a sua ereção dolorida.
Gemeu rouco assim que sentiu a maciez dos lábios em sua glande novamente, sentindo as paredes quentes e molhadas da boca o envolver aos poucos, de início, deixou com que o garoto fosse aos pouquinhos e no próprio ritmo, até que sentiu o momento que ele estava tentando abocanhar mais do comprimento. Nesse instante, o de olhar azulado começou a forçar a cabeça cacheada para baixo e impulsionar-se levemente para cima, suspirando excitado ao escutar os engasgos de Harry e suas pequenas mãos apertando suas coxas.
Quando o menor se acalmou, Louis lentamente, estocou na cavidade babada fazendo com que Styles fosse até o fundo de uma vez e encostasse a pontinha do nariz em sua virilha. Vendo que ele dava o seu máximo para não engasgar, o mais velho sorriu encantado e orgulhoso de ver o quanto o irmãozinho se esforçava apenas para lhe agradar; para ser bom.
Mas acontece que não demorou até que o menino engasgasse, começando a se desesperar e as mãos que seguravam fortemente nas coxas fortes passaram a deixar soquinhos em um claro aviso para que o soltasse, Louis, porém, apertou-o mais contra sua virilha por alguns segundos, só para que o menor ficasse assustado.
Quando o soltou e deixou que ele se recuperasse, olhando para a carinha que assemelhava-se a um tomate e para os olhos que não estavam diferentes, Tomlinson pensou que talvez tivesse exagerado um pouco quando o garoto não parava de tossir.
— Você está bem, Hazz? — O cacheado ainda tossia e respirava fundo, deixando o irmão preocupado — Sinto muito, meu bem. Eu te machuquei?
Voltando aos poucos a normalidade, Harry surpreendeu o maior com sua resposta:
— F-faz de novo, Lou! — No começo, Styles se sentiu um tanto quanto desesperado ao perceber que era impedido de respirar normalmente, mas, quando Louis o fez permanecer daquele jeito, as sensações que o inebriaram foram tão imersivas e surpreendentemente boas para si, que fez os pelinhos de seu corpo inteiro se arrepiarem e choques serem enviados diretamente ao meio de suas pernas, ele nunca havia sentido algo assim antes. Com sua voz enrouquecida, ele implorou — Por favor…
Louis confessa que aquele "baque" realmente o pegou, ele estava preocupado de ter passado demais dos limites quando, na verdade, o menor não só havia gostado daquilo quanto permanecia ali, sentado em seus tornozelos e com as mãos trêmulas levando as suas próprias para os cabelos encaracolados, implorando para que fizesse de novo.
O pior, era a certa inocência que cercava cada ação.
Louis jura que nunca sentiu o pau tão duro.
Ele enterrou seus dedos nos cabelos alheios mais uma vez e puxou para que aquela boca esperta e boa abocanhasse seu falo.
— Cacete, Harry. Vou meter tanto na sua boquinha, amor… — Afundou seu pau babado na cavidade e, dessa vez, sem dó alguma, estocou até o final, sentindo toda a baba de Styles escorrer até suas bolas cheias — A-ahn… Você me mama tão bem, uh? O melhor de todos!
Àquela voz rouquenha lhe dizendo tais palavras, ademais os suspiros excitados que escapavam de Tomlinson, levavam Harry às nuvens. Ele provava de tanto prazer que sentia-se perto de vir pela terceira vez, suas coxas não paravam de se esfregar uma na outra e seu melzinho vazava tanto que era a maior bagunça.
Harry era uma bagunça.
Já fazia um tempinho que o mais velho empurrava sem parar; aos poucos, Styles sentia sua respiração ficar mais lenta, até que não conseguisse respirar e então, batia - de novo -, com os punhos nas pernas do outro, avisando para dar a ele um momento.
Toda vez que o mais novo se afastava tossindo e com a face cetrina, Louis jurava que poderia queimar de tesão em como o mais baixo parecia amar àquilo.
Enquanto esse ciclo se repetia, o mais velho levou sua mão até a boca e cuspiu nela, logo apertando o rabinho do irmão, que, pela posição, permanecia pendido para cima; seus dedos começaram a acariciar a borda do cuzinho, o sentindo se apertar sozinho e sem demora, escutando os gemidinhos que o menor soltava com seu pau fundo na garganta enquanto estimulava aquele ponto na bundinha redonda.
Depois de alguns minutos recebendo o melhor boquete de sua vida, Louis avisou que estava perto de vir.
Harry cuspiu em cima das bolas dele e passou a chupá-las, fazendo com tanto gosto que parecia que o cacheado beijava-as, revezando com cada uma na boca.
— Vem aqui. — Louis disse, o chamando, Harry parou o que fazia e o olhou esperando pela próxima ordem, apenas para sentir quando Louis ocupou sua boquinha, de forma um tanto quanto bruta, com o membro quente e cheio de veias, metendo e gemendo alto quando estava tão perto — Vou esporrar tanto na sua boca! Porra! — Praticamente gritou.
Após algumas estocadas fortes e fundas, Louis gozou tudo na garganta apertada que o envelopava maravilhosamente bem.
Sem perceber, suas mãos pressionaram mais Harry contra sua virilha e o imobilizaram para que ficasse parado, Louis somente queria que seu prazer fosse prolongado.
Sem poder respirar com a boca cheia do pau e a garganta cheia de porra, Styles começou a se debater, tentando se soltar do aperto forte para que pudesse se recuperar. Porém, Louis não o soltava. Ele parecia estar presente e distante ao mesmo tempo, sabia que precisava libertar Harry, mas ainda assim, queria testá-lo.
Então o menor permaneceu ali, esperando, se sentindo enfraquecer aos poucos e ficando molinho.
Na mesma medida que estava assustado pela alta privação de ar, os choques que eletrizavam seus poros ao avesso o faziam flutuar no espaço que lhe era desconhecido e levava pontadas fortes e diretas a sua xotinha que estava uma repleta bagunça molhada.
Sua visão ficou levemente turva e com indícios de escurecer, suas coxas se apertaram uma na outra e, sem que ao menos percebesse, sua bucetinha explodiu em um orgasmo devasso.
Beirando a inconsciência, Harry gemia baixinho em satisfação por ter vindo de forma tão gostosa sem ao menos se tocar. Para ele, foi necessário apenas que o irmão o fodesse na boquinha e o deixasse farto com seu leite para que o ápice lhe fosse concedido; o garoto literalmente gozou somente por estar com a boca cheia.
E Louis, bom, ele estava em seu paraíso particular.
Vendo que o menor estava em uma luta interna contra desmaiar ou manter-se acordado, Tomlinson tirou seu falo - agora semi-ereto - da cavidade molhada e despejou uma sequência de tapinhas no rostinho corado e cansado para o despertar.
Louis segurou o menino desestabilizado pelas axilas e o puxou para seu colo, o colocando sentado em sua coxa.
Com o pouquinho da força que lhe restava, Harry envolveu o pescoço do irmão com os braços e se aconchegou nele, ouvindo as palavras carinhosas de aprovação que ele o dizia e apreciando os afagos em seu cabelo.
— Shii… como está se sentindo, curly? — Seu sorriso demonstrava como estava encantado pelo estado e esforço do outro, ela absolutamente muito fofo ver seu irmãozinho todo manhoso e piscando lentamente.
Harry respondeu com um chiado cansado, só então Louis reparou no modo como ele tinha pequenos espasmos, mexia suas pernas que tremiam levemente e nos grunhidinhos quase inaudíveis que soltava vez ou outra, isso o empertigou. Afinal, o mais novo só estaria assim se…
— Porra, Harry. Você gozou enquanto me chupava? — Viu ele balançar a cabeça em afirmação com os olhinhos fechados, a resposta fez com que seu membro, apesar de sensível por ter acabado de vir, pulsasse em tesão — Você é tão necessitado que foi o suficiente, não é? — Sua mão que antes repousava na cintura fina desceu até a xota gordinha e sentiu em seus dígitos toda aquela confusão resultante do prazer do mais baixo, ignorando completamente os falhos protestos de Styles para que parasse de tocar ali porque doía tamanha sensibilidade; fingindo não ligar, levou seus dedos banhados de melzinho até a própria boca e saboreou o gostinho que agora era seu predileto. — Hmmm… Tão gostoso. Você é mesmo o meu bom e delicado garoto, sim?
— S-sou, Lou! — Sorriu com suas doces covinhas.
Sua respiração já havia melhorado e mesmo que se sentisse esgotado, tinha aquela voz em seu subconsciente que implorava para satisfazer todas as necessidades do irmão, pois esse ainda se encontrava incrivelmente duro e sua bucetinha ainda estava incrivelmente carente.
O de olhos azuis percebeu como a fala de Styles saiu seca, em sinal de como sua garganta havia sido muito bem fodida e agora encontrava-se desidratada, se dispondo a ir buscar água para ambos e depois continuar o que faziam.
Ao levantar, depositou um beijinho no menor e o deitou confortavelmente no sofá macio, lhe dizendo que voltaria logo, claro que Harry fez manha antes de deixá-lo ir.
— Volto já, ok? — Afagou os cachinhos — E não se atreva a dormir! — Harry conseguiu escutar o barulho de suas risadas gostosas diminuirem conforme Louis se afastava, acabando por rir também e o chamar de bobo.
Agora só lhe restava esperar e dar o seu máximo para não dormir, mesmo com seus olhos piscando lentamente e seu corpo implorando por isso.
Continua...
° .* 🍒 ♡
Espero mt que tenham gostado!!
beijinhossss <3
É impossível não ter inseguranças e pensar que poderia ter feito melhor, mas é isso... eu gostei de ter escrito e gostei do resultado.
Somnophillia, incesto, infantilismo leve, diferença de idade, hbottom, ltops, slapping(tapas), cnc, lactation (A lactação da H aqui será algo comum, como se fosse comum todas as garotas lactarem a partir de determinada idade, igual com menstruação).
L - 49y
H - 19Y
Obrigadinha a pessoa que enviou a ask com essa ideia e a @louis28cm que me ajudou de cabo a rabo nessa one🖤
Sei que vocês já enjoaram de one com incesto, mas queria pelo menos deixar a minha aqui tbm
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- Boa noite, meu anjinho - O homem mais velho falou ao afastar os cachos recém lavados com cheirinho de morango e deixar um beijo na testa de sua filha.
- Boa noite, papai - A garota respondeu agarrada em seu coelho de pelúcia que foi presente de um dos amigos da empresa de Louis.
Harry visitava constantemente a empresa de seu pai após sair da faculdade e sempre era muito bem recebida lá, tinha amizade com todos e era conhecida por ser muito gentil e meiga. Mês passado foi seu aniversário e John, que era o braço direito de seu pai, lhe presenteou com um coelho de pelúcia com longas orelhas e um laço rosa no pescoço, a menina se apaixonou pelo presente e desde então não o largou mais.
Louis andou até a janela enorme no quarto da filha observando que o céu estava mais escuro que o normal e que ao longe era possível ver uma forte tempestade se aproximando. O homem fechou as cortinas e apagou os abajures, saiu do quarto da menina e foi direto para a cozinha preparar uma xícara de chá para dormir.
Enquanto a água fervia, mexia em seu iPad para ver os documentos que sua secretária lhe enviara por e-mail e que deveriam ser lidos até amanhã, e se sentou na cadeira próxima a si para poder a fazer a leitura de forma mais confortável.
Seu chá já estava pronto e agora ele voltava para seu quarto. Louis deixou a luz do quarto fraca, pendurou seu robe ali do lado e se deitou em sua cama enorme demais para alguém que foi abandonado no altar com um bebezinho de apenas um mês. Seus amigos e familiares até pensavam que ter sido abandonado no altar era o motivo de o mais velho sempre ser tão sério e calado, talvez fosse, Louis não gostava de falar sobre isso.
Colocou seus óculos e apreciou o gosto do chá extremamente quente que era a única coisa capaz de fazer sua dor de cabeça sumir após um dia estressante em sua empresa, isso e as visitas de sua filha que ficava sentada em seu colo querendo entender todos aqueles papéis com palavras estranhas e gráficos no computador de seu pai.
As perguntas de sua filha eram perguntas muito óbvias para alguém que já estava no ramo há muito tempo e que muitas das vezes não teria paciência de responder, porém, para Louis, era a coisa mais linda do mundo ver sua menininha tão curiosa e interessada em seus negócios, já havia até cogitado a ideia de passar a empresa para o nome de sua garota caso quando adulta, continuasse tão interessada naquilo.
O mais velho demorou para pegar no sono. Louis pode dizer que nunca teve uma rotina boa de sono, sempre foi de dormir muito tarde e acordar cedo demais, isso porque passava a noite estudando para a escola ou passava a noite estudando para a faculdade ou em seu status atual, passava a noite resolvendo coisas do seu trabalho e pensando em ideias para inovar seu negócio. Porém, nas últimas semanas o seu sono tem melhorado de uma forma estranha... boa, mas estranha. Estranha ao ponto de ficar preocupado, e isso se devia aos sonhos que ele estava tendo ultimamente e que inclusive, estava tendo agora.
Em seu sonho ele sentia o peso do biquinho durinho e quente em seus lábios, ele queria poder agarrar o mamilo que lhe provocava com a boca ou com suas mãos, mas seu corpo simplesmente não se mexia, nada queria o obedecer, nem mesmo a região entre suas pernas que começava a ficar quente demais para um simples sonho.
O corpo sobre o seu se moveu e agora era o outro seio que roçava em seus lábios, em um impulso com seu corpo de peso similar ao de mármore, conseguiu agarrar o biquinho durinho com os lábios e sentiu seu corpo pegar fogo ao que ouviu a pessoa encima de si soltar um barulhinho baixo e em seguida levar a mão até sua têmpora, onde começou a deixar um carinho ali e pentear todo o seu cabelo para trás enquanto ele mamava com uma necessidade exagerada, quase como se estivesse com fome.
Seu corpo pareceu se sentir realizado ao que o seio jorrou leite em sua boca. Ele engoliu aquilo com o maior prazer e sugou o seio com mais força, não importando se o machucaria, apenas queria encher sua boca com aquele leite docinho e quente enquanto sentia o carinho gostoso em seu rosto e seus cabelos sendo penteados com cuidado. Aquilo com certeza era melhor que qualquer remédio para dormir.
Um trovão soou alto em seu sonho e logo ele sentiu o biquinho escapar por seus lábios. Ficou desnorteado por um tempo até acordar com um segundo trovão, percebendo agora que estava sonhando e que a chuva extremamente forte lá fora era real.
Se levantou assustado e se sentou em sua cama. Seu coração estava acelerado e seu rosto completamente suado e para piorar, a coberta marcava certinho o seu pau duro.
- Que porra foi essa? - Ele questionou baixinho para si mesmo.
- Papai - A voz chorosa soou da porta de seu quarto e ele sentiu a alma sair de seu corpo por um instante.
Sua filhinha segurava a maçaneta de sua porta enquanto estava agarrada no coelho de pelúcia. Sua princesinha usava uma camisolinha de cetim rosa, curtinha e com alças fininhas. Louis se assustou ao se pegar olhando para os seios da filha que estavam marcados por trás do tecido fino e colocou toda a culpa naqueles sonhos eróticos. Ele se sentia um adolescente na puberdade.
- O que foi minha garotinha, por que a princesinha do papai está chorando? - Ele falou tentando se recuperar do sonho e abriu os braços vendo Harry fechar a porta e se aproximar com lágrimas em sua bochecha.
- Papai, eu estou com medo - Ela subiu na cama e se sentou em seu colo, abraçando seu pescoço e começando a soluçar por conta do choro. Enquanto isso, Louis prendia sua respiração por ter sua filha sentada bem encima de seu pau. - Eu odeio chuva papai, eu estava dormindo e acordei com um travão! Papai, eu não quero dormir sozinha, não quero! - Ela se afastou e Louis olhou a carinha de dor de sua princesinha, a menina estava com os olhos vermelhos, assim como as bochechas e os lábios, tudo isso por causa do choro. - Deixa eu dormir com o senhor, papai? Por favor, por favor, eu não quero dormir sozinha - Ela se agarrou ao corpo do homem e Louis iniciou um carinho em suas costas para acalentar a garota chorosa.
- Tudo bem, meu amor, não precisa chorar - Ele respirou fundo e procurou seus óculos na mesinha de cama. - Papai está aqui, hm? Eu deveria ter te chamado para dormir comigo, eu vi que iria chover, desculpa o papai.
O homem se afastou do corpinho da menina e secou suas lágrimas vendo ela abrir um sorriso.
- Obrigada, papai - Ela disse roubando um selinho do mais velho que a olhou em repreensão.
- Já falei para não roubar beijos do papai.
- Desculpa, papai - Ela falou abaixando a cabeça.
- Vem, deita aqui do meu lado - Ele puxou o corpo levinho e a colocou de costas para ele, a cobriu bem com a coberta e não se esqueceu de cobrir o coelho também. - Boa noite, filhota.
- Boa noite, papai, amo muito o senhor.
- Eu também te amo, minha garotinha.
Louis iniciou um carinho nos cachos da menina e notou que ela não demorou muito para dormir. Os dedos se movendo no cabelo da garota estavam no automático, isso porque Louis estava com a cabeça em outro lugar, não acreditando no que ele havia sonhado, parecia tão real que ele ainda podia sentir o peso do biquinho e o gosto estranho em sua boca, nunca havia sentido aquele gosto antes e por isso achava que era algo psicológico.
Por um momento pensou que a mulher de seu sonho poderia ser a sua ex noiva, sim a mãe de Harry, Louis nunca mais quis se relacionar com nenhuma outra mulher, dedicou sua vida unicamente a seu trabalho e em dar amor e carinho para sua filha que significava o seu mundo.
- Não pode ser possível uma coisa dessas – Sussurrou frustrado esfregando a mão em seu rosto.
Decidiu que tentaria dormir de novo e torceu para não ter nenhum sonho erótico novamente. Não negaria que era lindo a visão dos seios fartos se esfregando em seus lábios, mas não queria ficar a noite toda com uma ereção contra a bunda de sua filha, por mais que fosse tentador. Por precaução, depois de tirar os óculos e se ajeitar na cama, colocou um travesseiro entre sua pélvis e o quadril da filha e se sentiu mais em paz para poder dormir.
。:゚🎀゚:。
Louis estava sentado na mesa da cozinha agora, ainda lendo seus documentos enquanto esperava sua filha terminar de pôr a mesa. Estava distraído até Harry se sentar em sua frente e ele desligar o iPad.
- Tudo pronto, papai - Ela disse com um sorriso pegando a jarra de suco.
- Obrigado, meu amor - Ele falou com um sorriso pegando o bule de chá e então seus olhos caíram sobre a bancada atrás de Harry, onde ele viu a bombinha de ordenhar da garota e estreitou os olhos por perceber que há dias aquela bombinha estava ali e que nunca mais viu a garota usá-la. - Não está usando a bombinha?
- Que bombinha? - Ela indagou com um sorriso dando um gole no suco.
- A de ordenhar - Ele disse e notou o exato momento em que a expressão da garota oscilou e ela engoliu o pedaço de pão de uma vez.
- M-meus peitos não estão produzindo mais - Ela comentou baixo e Louis estreitou os olhos novamente.
- Não estão produzindo? Mas sempre eles sempre foram regulados, nunca atrasaram.
- E-eu sei, papai - Ela respondeu parecendo não querer continuar com aquele assunto.
- Sei que talvez não se sinta à vontade pra conversar isso com seu pai, mas se estiver acontecendo alguma coisa, pode me contar, ok? - Ele disse levando a mão sobre a dela e a sentiu tremer. - Você é a minha garotinha e o papai quer cuidar de você.
- Ok, papai.
。:゚🎀゚:。
Louis estava em seu trabalho agora, havia deixado sua filha na faculdade e foi direto para a empresa. Sua noite maravilhosa que tinha o feito acordar de bom humor foi para os ares assim que chegou na empresa, isso porque deu de cara com uma reunião que tinha a ver com os documentos que passou a madrugada lendo e agora estava na sala junto com John.
- E deu tudo certo na reunião?
- Mais ou menos, os caras querem abrir uma empresa com a porra de um produto que qualquer um sabe que não vende, querem parceria comigo e ainda querem que eu ajude com a porra do capital da empresa, eu os mandei se foderem.
- E isso é porque você estava de bom humor hoje, imagina se fosse igual aos outros dias - John comentou baixo enquanto organizava uma pasta em sua mesa.
- Eu precisaria de bem mais do que eu tive pra poder aguentar uma reunião daquelas.
- E do que é que você precisa? Andou fodendo alguém? - Questionou irônico.
- Tá mais pra pornô ilusório.
- Como? - John largou a pasta e olhou com o cenho franzido para Louis.
- Cara... - Louis passou a mão no rosto respirando fundo. - Eu estou sonhando com peitos - Ele sussurrou em desabafo e John começou a rir alto. - Pare de rir seu imbecil, estou sonhando com peitos há dias, que porra de sonho é esse?
- Um que eu com certeza adoraria ter - John disse se recuperando da risada e voltando a arrumar a pasta. - E quem é a mulher dos sonhos?
- Pensei que poderia estar sonhando com a mãe de Harry, mas porra, não faz sentido isso.
- Isso é falta de foder meu amigo, vá em qualquer casa noturna que logo, logo isso passa...
- Você não entende porra...
-... Aliás, onde está Harry? Faz tempo que não a vejo, saudades dela.
Louis o olhou com os olhos estreitos e John não percebeu.
- Ela anda ocupada com a faculdade.
- Poderia chama-la pra vim aqui, iria ser bom para todos.
- O que está insinuando? - Questionou Louis cruzando os braços.
- Ah cara, você sabe, você sempre fica com um humor bom quando ela vem te visitar, olha... Se vocês não fossem pai e filha eu até pensaria outra coisa, porque o seu humor realmente muda e bom... Você não é o único com tesão acumulado aqui e a sua filha...
- Você está ouvindo o que você está dizendo?! Você por acaso perdeu a porra da sua noção?
- Calma cara...
- Calma é o caralho - Louis riu indignado e esfregou a mão em seu rosto. - Você se ouviu caralho? Está dizendo que quer comer a minha filha na minha frente!?
- Louis eu...
- Pegue a porra das suas coisas e some da minha frente.
- Calma, você está me demitindo?
- Some agora dessa sala, porra! - Louis esbravejou e John não demorou muito a pegar suas coisas e sair de cabeça baixa pela porta da sala. - Mas que caralho! - Bateu na mesa e se sentou na cadeira, cruzou as mãos por debaixo de seu queixo e apoiou seus cotovelos no apoio da cadeira, a qual ele ficava rodando de um lado para o outro.
Não tinha demitido John, apesar de ser a sua maior vontade no momento. O problema era que ele não suportava a ideia de outro homem tendo aqueles tipos de pensamentos com a sua garotinha.
Ele sabia que Harry realmente era gostosa, porra ele não era cego e nem santo, e até já teve a oportunidade de experimentar o corpinho tentador em uma das visitas de Harry onde ele gozou nela umas duas ou três vezes e pediu para que ela ficasse deitada no chão com as pernas abertas, só para ele poder trabalhar vendo o buraco enorme que deixou na buceta da garota, só pra ver a virilha e a intimidade da menina toda molhada, inchada e vermelha. O corpo de Harry era tão branquinho e ele conseguia deixar a bucetinha dela em um vermelho vivo e vazando seu leite.
Depois daquele dia, a menina o implorou por mais, mas o máximo que ganhava era a permissão de se esfregar em seu pau e olhe lá. Louis ficou com a consciência pesada por a menina ter passado dias dolorida e por ter sentido dor no começo da relação, isso porque ela era muito apertada, e por isso, decidiu que não iria mais foder a garota.
Ficou martelando os pensamentos em sua cabeça até ouvir batidas na porta.
- Quem é? - Perguntou impaciente e a porta se abriu dando a visão de sua secretária. - Entre Anna, no que posso ajudar?
- Sua filhinha está aqui - Ela disse com um sorriso.
- Manda ela entrar - Ele disse voltando a atenção para o computador em sua mesa.
- Ela é uma graça, aposto que deve sentir muita falta da mãezinha dela, assim como o senhor deve se sentir muito sozinho, senhor Tomlinson - A moça falou se aproximando da mesa. - Não pensa em arranjar uma mãezinha pra sua princesa?
- Certo, qual é o problema das pessoas dessa empresa hoje!? - Se colocou de pé e a mulher se afastou assustada. - Anna, me escute bem, eu não me sinto sozinho e nem quero ninguém pra fazer companhia, me entendeu? - A mulher balançou a cabeça repetidas vezes positivamente. - E Harry não precisa de uma mãe, ela já tem a mim! - Apontou para o próprio peito. - Agora saia da minha sala e vá fazer seu trabalho e mandar a minha filha entrar!!
- S-sim senhor Tomlinson, me desculpe - A moça saiu apressada fazendo Louis se irritar pelos barulhos do salto e no segundo seguinte a carranca sumiu de seu rosto.
Sua visão foi tomada pela garotinha de cachos em um vestido curto rosinha, a mochila branca e brilhosa em suas costas e o coelhinho que ela segurava pela orelha. Louis também não podia deixar de notar o brilho nos olhinhos verdes e o sorriso de covinhas.
- Por que o papai está tão bravo? - Ela perguntou fechando a porta e vendo Louis se jogar na cadeira novamente.
- É apenas todo mundo irritando o papai.
Harry jogou a mochila no chão e colocou o coelho encima.
- Acho que deveria jogar esse coelho imundo no lixo - Louis falou erguendo os braços para sua filha que vinha em sua direção e subia para seu colo.
- Não fala assim do meu coelho - Ditou brava enquanto ajeitava as pernas cada uma de um lado do corpo de Louis e sentia as mãos fortes segurando sua cintura.
- Como foi a aula da minha garota?
- Difícil papai - Ela falou manhosa e deitou a cabeça em seu ombro enquanto aproveitava o carinho em suas costas.
- Você está estudando bastante, sei que vai se sair melhor esse semestre.
- Eu queria ter mais tempo com o senhor - Disse se mexendo no colo do mais velho. - Eu tenho que estudar o tempo todo e o senhor trabalha o tempo todo, quase não tem mais tempo pra mim - Seus dedos foram para a nuca do pai e Louis sentiu o carinho gostoso e semelhante que quase esvaiu a raiva que sentia.
- Estou em uma época boa para contratos e parcerias, preciso ficar mais tempo na empresa e você está de exame em três matérias, precisa se esforçar para recuperar tudo na prova da semana que vem - Falou sério tentando conter as mãos na cintura de Harry, a menina estava inquieta e aquilo estava acabando com Louis.
- Eu sei papai, mas eu preciso de atenção e o senhor também precisa - Ela rebolou contra o pau de seu pai. - Já tem meses que o senhor me tocou.
- Aquilo foi um erro Harry - Falou segurando a roupa da menina entre os dedos.
- Mas papai foi tão bom, eu lembro até hoje de como o senhor me deixou cheia e aberta - Ela se esfregava tanto em seu corpo e Louis já sentia seu corpo esquentar. - O senhor não gostou? - Ela perguntou com um bico enquanto olhava para seu pai e posicionava sua xotinha sobre a coxa do homem.
- É claro que eu gostei, Harry - Ele disse olhando nos olhos da filha para manter o seu controle.
- Então por que não quer fazer de novo, papai? Eu estou aqui para o senhor, eu estou bem no seu colo, me esfregando na sua perna - A garota levou a mão por debaixo de seu vestidinho e tocou em sua calcinha, a qual ela puxou para o lado para poder ter seu grelinho em contato com a calça social cara.
- Aquilo foi um erro, Harry, você é muito apertada e papai acabou machucando você - Ele disse arrumando um cacho da garota.
- Não papai, não me machucou, eu juro que aguento!
- Já falei que não, além disso, você está de castigo por causa dos exames - Falou firme.
- M-mas eu hm... Eu estou me esforçando papai - Ela segurou os ombros do homem para poder tomar mais impulso.
- Deveria ter se esforçado desde o início - Ditou sério. A expressão em seu rosto era de indiferença. - Eu deveria ter te dado uma surra para você aprender.
- Eu estou sendo uma boa garotinha agora, papai.
- John acha que você é a minha puta e que vem aqui pra eu me aliviar - Falou com raiva e se sentindo completamente duro. -
- Mas eu sou, papai, eu sou qualquer coisa que o senhor quiser, me usa papai, me usa como o senhor quiser.
- Não - Olhou nos olhinhos que estavam começando a ficarem marejados e gostou de saber que sua filha estava chorando de desespero para ser fodida, que aquele corpinho pequeno estava acumulado de tesão e que não seria apenas dois dedinhos que iriam satisfazer a vontade dela.
- Papai, eu preciso do senhor - Ela se sentia tão excitada e sabia que iria gozar em minutos. - Eu não aguento mais gozar só com os meus dedinhos e foi tão bom quando o senhor me fez gozar, faz de novo papai!
- Não, Harry! - Ele disse apertando mais a cintura da menina.
- Por favor - Seus olhos estavam marejados pelo tesão acumulado e pela rejeição de seu pai, não entendia o porquê de ele não querer ela.
- John queria te foder, sua vadia - Ele agarrou o pescoço dela e ela se assustou por um instante e em seguida aumentou a velocidade de suas reboladas. - E é exatamente isso que você é, uma vadia, olha só como você tá no meu colo, você não sente vergonha, Harry?
- Não fala assim, papai - A garota miou chorando. - Eu sou só sua, eu só quero o senhor.
- Mas eu não quero foder você.
- Papai - Ela choramingou. - Por que o senhor está me rejeitando?
- Pare de chorar - Ele apertou a mão em seu pescoço e deixou um tapa forte em sua bochecha, fazendo ela sentir um aperto em seu coraçãozinho e a sensação forte em seu ventre ao ser atingida por um orgasmo dolorido, ela queria seu papai, queria pelo menos que ele fizesse carinho nela, mas ele estava muito bravo agora.
- Já se satisfez, certo? - Ela balançou a cabeça em afirmação enquanto secava as lágrimas. - Agora vá para casa e vá estudar - Louis falou autoritário e Harry apenas fungou e se levantou tristonha, não reparando na mancha escura na calça de seu pai e no membro duro entre as pernas do homem.
A garota arrumou sua calcinha e seu vestidinho e colocou sua bolsa nas costas. Agarrou seu ursinho e foi andando de cabeça baixa até a porta.
- Tchau, papai - Ela sussurrou e saiu sem obter nenhuma resposta, Louis estava muito ocupado pensando em como ele iria limpar a porra que estava melando toda a sua cueca e calça agora.
。:゚🎀゚:。
Louis estava entrando dentro de casa agora e notou o quanto tudo estava limpa. A casa era enorme e ele tinha condições de pagar para alguém limpar, mas Harry insistiu que não queria ninguém limpando sua casa e que ela mesmo podia cuidar do seu lar.
Andou até o quarto da garota e olhou pela fresta da porta, viu sua garotinha estudando e fungando ao mesmo tempo. O homem sabia que ele era o causador daquele chororô e por isso seu corpo ficou quente.
O homem abriu a porta com cuidado e a menina pareceu não notar sua presença. Foi andando com cuidado e quando estava bem próximo as costas de Harry, posicionou a mão no ombro da menina que tomou um leve susto.
Harry não se virou para trás, continuou aproveitando o calor da mão de seu pai pousada em seu ombro. Ela usava um outro vestidinho agora, uma de alça um pouco grossa e roxo com várias flores brancas.
Louis acariciou o ombro miúdo da menina e foi com sua mão até o colo macio, sempre percebeu o quanto a pele de sua menina era macia e cheirosa e ele amava aquilo nela, podia passar horas grudado com a garota apenas sentindo o cheirinho de morango ou de baunilha e se deliciando com a pele extremamente macia.
Brincou um pouco com a barra do vestido e sentiu o corpo de Harry tencionar e foi então que ele adentrou o vestidinho e segurou o seio quente, notando que ele parecia inchado demais para seios que não produziam leite como sua filha havia falado.
Apertou a carne em sua mão e viu Harry se encolher. Ele continuou massageando e brincando com o biquinho até que sentiu seus dedos molhados e parou no exato momento com os movimentos.
- Papai... Eles estão doloridos...
Louis ignorou sua fala e apenas puxou o seio farto para fora do vestido da menina que se sentia ansiosa e ao mesmo tempo não podia controlar sua bucetinha piscando sem parar.
Seu pai fez um carinho por seu seio e segurou o biquinho. Harry sentiu-se ficar mais excitada ao realizar que seu mamilo estava preso nos dedos de seu pai, que ela estava sendo segurada apenas pelo seu mamilo durinho. Foi tirada de seus devaneios e pensamentos eróticos quando seu pai puxou seu mamilo e o apertou em seguida, fazendo um curto jato de leite voar direto para a sua mesa de estudos.
- Achei que tinha dito que eles não estavam produzindo mais - Seu pai falou ao que acariciava o bico de seu peito e juntava uma gota de leite ali.
- E-eles não estavam - Falou ela nervosa. - Mas hoje eles... Eles voltaram e eu não tive tempo pra ordenhar - Seu coração estava batendo a mil e só piorava com o silêncio de seu pai.
O homem abandonou seu seio de abrupto e ela se assustou, virando-se para trás no mesmo instante e o vendo se sentar em sua cama.
- Papai...
- Pegue a sua bombinha - Ele disse firme.
- Papai não precisa, meus peitos não estão tão cheios...
- Pegue a sua bombinha, Harry - Ele repetiu.
Harry sabia que seu pai não gostava de repetir e por isso arrumou seu vestido para esconder seu seio novamente e foi até a cozinha pegar sua bombinha de ordenhar. Quando voltou, seu pai ainda estava sentado em sua cama com o semblante sério. E ele estava lindo, mais lindo que o normal, o cabelo penteado em uma franja lateral que combinava com os óculos que ele usava as vezes na ponta do nariz, a camiseta social com as mangas dobradas, dando a ela a visão do braço tatuado e as veias saltadas, sem contar nos botões de sua camisa que acabaram abrindo e agora a sua tatuagem do peito estava a mostra, ele estava realmente lindo.
- Senta aqui - Disse deixando tapinhas em seu colo.
Harry deixou a bombinha do lado do pai, subiu na cama e engatinhou até seu colo, se sentando ali com um pouco de receio de mostrar o quanto estava feliz por estar no seu lugar favorito do mundo, o colinho do seu pai. Queria abraça-lo e encher sua bochecha barbada de beijos e dizer o quanto amava ele, mas tinha receio de ele ainda estar bravo.
- Eu bati muito forte no seu rosto - Ele fez carinho na bochecha levemente vermelha.
- Não tem problema, papai - Ela disse controlando sua felicidade.
- Me desculpa por ter sido grosseiro com você, não tive um bom dia no trabalho - Louis acariciou o rosto de sua filha e então olhou para seu colo vendo como a cor do vestido fazia um ótimo contraste com sua pele. - Me tiraram do sério desde a hora que eu cheguei lá - Ele segurou a alcinha do vestido e enrolou em seus dedos.
- O que aconteceu, papai? - A menina perguntou vendo Louis abaixar a alça e deixar seus seios expostos para ele.
- A reunião não rendeu muita coisa - Ele disse virando sua atenção para a bombinha e a ligando em seguida. - E ainda tive que escutar John dizer que queria comer você e depois foi minha secretária com assuntos... Com assuntos que não eram da conta dela - Ele conectou a bombinha na garota e Harry gemeu baixinho ao sentir o leite sendo sugado de seus seios. - E por último eu... Bem, eu ando tendo umas noites de sono estranhas.
Harry estava vermelha e ajeitava sua franja atrás de sua orelha e para evitar o olhar de seu pai, o abraçou escondeu seu rosto em seu pescoço.
- O que foi, princesa? Você quer ficar sozinha? Normalmente você não se importa de fazer isso perto de mim, achei que estava tudo bem.
- Não é isso, papai - Ela disse abafada contra seu pescoço e seu corpo ficando arrepiado ao que Louis tocou em suas costas nua. - É que eu não gosto de usar a bombinha, eu... Eu não gosto de ficar com isso em mim.
- Não gosta? Deve ter outro jeito então, tem alguma forma que você acha melhor?
O corpo da garota tencionou e ela ficou em silêncio por alguns instantes.
- Não importa agora, me conte sobre suas noites de sono - Ela disse respirando fundo, estava sendo estimulada o suficiente para sentir seu corpo pegar fogo, estava no colo de seu pai, as mãos dele estavam em contato direto com a sua pele e seus seios que eram tão sensíveis, estavam sendo sugados pela máquina.
- São apenas sonhos bobos.
- Mas estão te incomodando, não estão?
- Amor...
- Por favor, papai - Ela se afastou e segurou um gemido por ter se esfregado propositalmente em seu pai. - Eu quero saber - Suas mãozinhas agora faziam um carinho nos fios ralos da nuca do homem.
- O sonho é com uma mulher - Harry tencionou um pouco, tentando não mostrar que não havia gostado muito do que tinha acabado de ouvir. - Quase todas as noites eu sonho que ela vem até mim e começa a acariciar meus cabelos - Ele disse olhando para o corpo de sua filha e aproveitando o carinho. - Ela está sempre nua, pelo menos na parte de cima do corpo.
- Então o senhor consegue ver ela? Consegue ver ela enquanto ela faz carinho nos seus cabelos, papai? - Ela foi subindo a mão até sua franja e brincando com alguns fios.
- Sim, consigo - Ele responde no automático enquanto olha fixamente para os seios sendo ordenhados na máquina.
- E como ela é?
- Eu não consigo ver o rosto dela, no meu sonho a única coisa que eu consigo ver são os braços, a barriga e os seios dela.
Harry estava ficando excitada, não conseguindo se controlar enquanto ouvia o sonho erótico de seu pai e tinha os olhos azuis do mais velho tão presos em seu corpo.
- E aí?
- Eu sempre tento pegar os seios dela, mas eu nunca consigo me mover e no começo ela me provoca muito até eu finalmente conseguir pegar o peito dela com a boca. Ela sempre fica brincando com o biquinho nos meus lábios e as vezes parece rir pelo meu desespero por não conseguir pegá-los.
- É mesmo, papai? - Questionou manhosa penteado o cabelo de Louis para trás enquanto sentia as mãos firmes agora irem pra sua cintura e tomar controle de suas reboladas.
- Eu começava a mamar nos peitos dela, princesinha, e ela tinha leitinho igual você. Eu sugava ela igual a máquina está sugando os seus peitinhos agora - Ele subiu as mãos pelo tronco da garota, foi para o colo e desceu pelos braços dela, evitando tocar nos seios da filha. - E parecia tão real, princesa, eu quase consigo sentir os biquinhos dela na minha boca quando eu acordo.
- Papai - Ela gemeu agoniada, Louis a fazia rebolar com força em seu colo, sua calcinha estava tão molhada e ela queria acabar logo com todo aquele tesão que ela sentia. - Mostra em mim, papai, por favor! Por favor! - Suas mãozinhas seguravam o rosto de Louis enquanto ela fazia um biquinho em seus lábios e controlava suas lágrimas. - Mostra em mim como você mamava nela papai, por favor, eu fui boa hoje, eu estudei o dia inteiro, papai!
- Verdade, você foi uma boa garota estudando igual o papai mandou - Ele disse desligando a máquina e tirando as mangueiras dos seios inchados. Louis se deitou um pouquinho e puxou Harry, que agora estava literalmente encima de seu pau. - Coloca seus peitos na minha boca.
Harry se inclinou um pouco e Louis segurou o biquinho sensível com a boca, começando a sugar o leite da menina imediatamente, a fazendo revirar os olhos e jogar a cabeça para trás.
- Ahh papai!
As mãos do homem foram até a bunda da garota e puxaram o tecido do vestido para cima, a deixando exposta para que ele pudesse fazer o que quiser. Espalmou a mão com força em uma das nádegas e riu pelo susto da filha.
Harry segurava com uma mão na cabeceira enquanto com a outra segurava a cabeça de seu pai para que seu peito não escapasse da boca dele.
- Papai, tá gostoso? O meu leite tá tão bom quanto no seu sonho?
- É idêntico ao meu sonho, princesa - Ele disse soltando o bico amarronzado. Levou sua mão até a carne branquinha e apertou com cuidado, assistindo maravilhado a pequena gotinha de leite se formar no biquinho inchado. Louis olhou nos olhos verdes de sua filha e lentamente passou a língua pelo mamilo da garota, recolhendo todo o leite acumulado ali e então começando a deixar beijos em torno da aréola. - O seu peito na minha boca é tão bom, é muito melhor que no meu sonho.
- Vai para o outro papai, por favor - Ela fungou arrumando o seu próprio cabelo e depois penteando os cabelos castanhos de seu pai.
Louis trocou de seio e continuou a mamar com intensidade enquanto tinha a garota se esfregando em seu pau.
- Eu preciso gozar, eu quero muito gozar, deixa eu brincar no seu pau, papai, por favor?
- A única coisa que vai poder fazer é se esfregar no meu pau, mas não vai colocar ele dentro de você.
- Obrigada, papai! Obrigada! - Ela disse animada se afastando dele e começando a abrir a calça de seu pai. Claro que aquilo não era o suficiente pra matar todo o desejo que a menina sentia, mas sem dúvidas era mil vezes melhor do que os seus dedinhos insignificantes e aquilo era muito mais do que tudo que seu pai havia lhe dado em meses de privação.
A garota segurou pau grosso que ela teve chance de senti-lo dentro dela apenas uma vez e sua boca salivou juntamente com sua xotinha que ficou mais molhada. A menina tirou sua calcinha e então se sentou sobre o pau grosso caído sobre o abdômen do homem.
- Ohh meu deus! - Ela gemeu ao esfregar seu grelinho no membro quente.
- Eu não disse que era pra você tirar a porra dos seus peitos da minha boca - Um tapa forte foi deixado em seu seio.
- Desculpa, papai! - Ela se aproximou e segurou a cabeça do homem novamente para poder encaixar seu mamilo na boca gostosa. - Isso papai, por favor!
Harry se esfregava com urgência e sentia seus seios doloridos por Louis não ter dó nenhuma ao usá-los. O leite em seus seios já havia acabado, porém aquilo não foi motivo para Louis parar de mamar a garota, nem mesmo quando começou a gozar em seu próprio abdômen. Continuou estimulando a menina até sentir o grelinho pulsar contra seu pau e a xotinha ficar mais melada. A garota tremia abraçando seu pai e fungando, aquele fora o orgasmo mais intenso que teve em tempos.
- Se levanta - Harry se sentou molinha em seu colo e Louis terminou de tirar o vestido da garota. Usou o pano para se limpar e o jogou no chão, também tirou a máquina de ordenhar a garota dali e colocou no chão. - Deita aqui - A menina se deitou do seu lado e respirou fundo ao ter seu corpo abraçado por seu pai.
- Obrigada, papai - Ela sussurrou felizinha.
。:゚🎀゚:。
Louis estava no escritório da sua casa agora. Estava em frente à mesa de pé com os braços apoiados ali, olhando toda a papelada que tinha para avaliar. A três semana atrás ele estaria arrancando os cabelos fora por ter que lidar com tudo aquilo, mas era tudo porque seus sonhos estavam o deixando maluco. Agora estava um pouquinho diferente, ainda estava conseguindo ter uma boa noite de sono, porém não estava mais tendo os sonhos que lhe atormentavam o juízo. Louis até chegou a pensar que realmente estava com tesão reprimido e que o momento íntimo que teve com sua filha aliviou aquilo, fazendo também os sonhos irem embora.
Olhou de relance para a janela que ia até o chão em seu escritório e viu como o cômodo estava tomado pela luz alaranjada do pôr do sol e em seguida olhou para seu relógio, Harry deveria chegar em casa em alguns instantes. A garota saiu logo depois do almoço para ir no shopping com as amigas e voltaria antes das 18:00 horas.
Louis queria ligar para saber se a filha já estava voltando, mas preferiu não atrapalhar o momento de sua filha com as amigas, por isso, tornou a sua atenção ao trabalho, queria terminar tudo antes do jantar para poder ter o final da noite tranquilo com sua bebezinha.
Passou-se alguns minutos e Louis ainda estava de pé, sentia seus ombros doloridos por estar tão tencionado com o trabalho complicado em sua frente, até que sentiu dois bracinhos finos agarrando seu corpo e uma bochecha se encostando em suas costas.
- Cheguei, papai - Harry falou com as bochechas amassadas contra as costas do pai.
- Oi minha princesinha, tudo bem? - Ele disse segurando as mãos da menina que estavam sobre sua barriga.
- Sim, papai.
- Como foi no shopping com as suas amigas? - Ele questionou se soltando dos braços da menina e se virando para ela.
- Foi legal papai, passamos em quase todas as lojas do shopping antes de irmos no cinema e depois fomos comer lanche e eu comprei algumas roupas novas, o senhor quer ver?
- Quero sim, minha princesa, papai só vai guardar essas coisas do trabalho e já subimos para o seu quarto para você me mostrar as suas roupas novas.
- Tá bom, papai! - Ela falou animada e saiu saltitando da sala e subindo direto para o seu quarto.
Louis passou cerca de uma hora e meia apenas vendo as roupas da filha e fingindo ignorar todas as vezes que ela o provocava com as lingeries novas que havia comprado e o mesmo tempo quase babando no corpinho lindo e saltitante em sua frente.
Logo depois do desfile de roupas novas de Harry, o homem mais velho ligou para o restaurante e pediu seu jantar, que não demorou muito para chegar. Os dois jantaram e passaram o resto da noite juntinhos assistindo um documentário criminal, Louis sentado no sofá e Harry deitadinha em seu colo. Tudo aquilo foi até Harry cair no sono e seu pai levá-la para o quarto e então aproveitar para ir se deitar também.
Teve um dia cheio e estava cansado, se sentia feliz por finalmente poder deitar em sua cama e dormir, queria poder descansar porque amanhã teria um dia cheio em seu trabalho.
O homem se deitou em sua cama e fez sua rotina de dar uma olhada em seu iPad, ligar o despertador, tirar os óculos e desligar o abajur. Fechou seus olhos e foi necessário apenas alguns minutos até que seu corpo relaxasse e ele dormisse.
Louis dormia tranquilamente até sentir uma sensação familiar em seus lábios. Era durinho e quente, passava por seus lábios e ele pensava em agarrar com a boca, mas seu corpo não obedecia como todas as outras vezes. Ele abriu os olhos e viu os dois seios enormes em seu rosto, os biquinhos amarronzados estavam com gotinhas de leite na ponta e pareciam tão cheios, como se há tempos não tivessem recebido a devida atenção. Por isso, Louis fez força para que seu corpo obedecesse e sua boca agarrasse o peito em sua frente.
Ele sentiu o gostinho do leite quente em seus lábios e quase derreteu com o carinho em seu cabelo. Era um gostinho tão familiar, assim como o carinho. Ele tinha certeza já ter sentido aquilo outras vezes, só não conseguia se lembrar de onde.
Não conseguia se lembrar de onde ele tinha aquela sensação de seu rosto sendo enterrado nos peitos cheios de leite e muito menos de mama-los até não haver nenhuma gota se quer. Ele mamava com força e ansioso, querendo descobrir o porquê tudo aquilo era tão familiar.
Fazia força com seu braço para tentar agarrar o peito cheio e fazer sair mais leite, mas seu corpo não o obedecia de jeito nenhum.
Viu o peito saindo de sua boca e então o outro mamilo foi encaixado em seus lábios. Até que sua mente se acendeu e ele caiu na real de que estava sonhando. Ele estava sonhando de novo e era por isso que aquela sensação era tão familiar, ele precisava acordar, precisava conseguir espantar aquele sonho. Continuou fazendo força com a sua mão para tentar segurar o peito e o tirar de sua boca, seu corpo tenso para que ele acordasse e a agoniado de não estar conseguindo fazer aquilo.
Até que finalmente seu corpo obedeceu e seu braço se moveu, mas ao finalmente segurar algo, sabia que não era o peito que estava na palma de sua mão. Abriu os olhos com dificuldade e tendo certeza de que agora não era um sonho e sim a realidade, e a primeira visão que teve fez seu rosto todo se contorcer de raiva.
Harry estava sentada sobre seu corpo, ela não usava nada além de uma calcinha que ele tinha certeza que estava molhada porque sua filha não passava de uma simples puta. Os peitos da menina estavam inchados assim como em seu sonho e realmente havia uma gotinha de leite se juntando ali nos mamilos.
Com a pouca luz que entrava no quarto, Louis viu que o rosto da menina estava paralisado e pálido. Ela estava completamente em choque por ter sido descoberta.
- Papai...
- Mas que caralho, Harry! Era você esse tempo todo? Porra, eu não acredito - Ele riu desacreditado se sentando na cama e ligou o abajur ao seu lado. - Olhe para o seu estado!
- Papai, não briga comigo.
- Esse tempo todo eu estava queimando a cabeça por causa desses sonhos e quase surtando simplesmente porque a minha filha é tão desesperada pra ser fodida, que não aguenta ficar sem dar essa buceta de vadia e quis vim no meu quarto durante a noite pra dar mama pro papai.
- Pap... - Harry foi interrompida de falar quando Louis deixou um tapa em seu rosto.
- Cale a boca, eu estou falando com você.
Ela abaixou a cabeça em obediência e olhou para seus seios, sentindo seu corpo esquentar de vergonha e de tesão ao ver uma gotinha de seu leite pingar no colo de seu pai.
- É por isso que você não estava mais usando a máquina de ordenhar, né? Porque você estava vindo ordenhar a porra desses peitos na minha boca - Ele disse segurando a cintura de Harry com mais força e a trazendo com raiva para mais perto, a menina pelo susto, também agarrou os ombros do homem e apertou seus dedinhos ali.
- O senhor é tão melhor que a máquina, papai. Eu não gosto de usar a máquina - Ela estava tão molhada e não parava de se esfregar no colo do homem.
- Você preferiu mentir pra mim dizendo que seus peitos não estavam produzindo mais e ficar duas semanas sem ordenhar só porque não consegue ficar sem sentir meu pau, neném? Você sentou nele uma vez, Harry.
- Mas foi tão gostoso, papai - Ela gemeu. - Por favor, deixa eu sentir o senhor de novo.
- Você chorou de dor aquele dia.
- Eu prometo que aguento - Ela abraçou ele rebolando em seu colo. Louis já estava tão duro e estava sendo terrível aguentar sua filha daquele jeito. - Por favor, papai, os meus peitos estão tão cheios, eu deixei eles ficarem bem cheinhos só para o senhor mamar neles e eu estou tão molhada hmm...
- Você parece estar no cio, Harry! - Louis se afastou para segurar o rosto da filha com uma mão, fazendo os lábios gordinhos formarem um pequeno bico. - Não cansa de implorar para ser fodida? De ficar o tempo todo com essa buceta pingando.
- A culpa é toda sua que me comeu como se eu fosse uma puta no seu escritório e agora se quer encosta em mim. Eu te imploro por atenção todos os dias e você só quer me usar quando você está muito necessitado, quando você está morrendo de tesão e então enfim resolve foder a sua filhinha... - Harry parou de falar no momento em que sentiu a mão forte em seu rosto e sua bochecha arder do jeito que ela gostava, mas que nunca admitiria.
- Com quem você acha que está falando pra usar esse tom de voz? - Louis perguntou irritado ao mesmo tempo que agarrou o pescoço da menina e sentiu as mãozinhas pequenas agarrando seu braço.
- Papai, calma...
- Você quer que eu te foda, Harry? - Ele então soltou o pescoço que agora estava um pouco vermelho por conta da brutalidade e agarrou a cintura da menina, a erguendo um pouco enquanto com a outra mão tirava seu pau para fora.
- Não papai, calma, calma! - Harry tentava empurrar o peito de seu pai para poder se afastar, mas simplesmente não conseguia.
- Então eu vou te foder e vou te tratar como a puta desesperada que você é, não adianta reclamar, nem chorar e nem dizer que está doendo, você encheu a porra do meu saco hoje e agora eu só vou me acalmar quando finalmente saber que você está guardando toda a minha porra dentro dessa buceta molhada.
- Papai, espera!
Louis masturbou seu pau algumas vezes e levou sua mão até a xotinha da menina, empurrou a calcinha para o lado e passou a mão ali algumas vezes sentindo que poderia gozar a qualquer momento somente por saber como ele conseguia deixar sua filha tão quente e tão molhada. Escorregou seu dedo para dentro da grutinha algumas vezes ouvindo os resmungos de Harry e tornou a pegar seu pau.
Sem nenhum aviso, penetrou seu pau dentro da garota enquanto abraçava o corpinho para tentar se acostumar com o quão apertada ela era e não gozar.
- Eu realmente preciso te foder com mais frequência, vai ser um porre toda vez que eu decidir te comer quase gozar só pela sua buceta ser apertada pra caralho.
- Hmm - Ele olhou para o rosto da menina e viu lágrimas se juntarem nos cantinhos dos olhos verdes e o sorriso nos lábios vermelhos. - Ahh! - Gemeu com o tapa em sua coxa.
- Porra, você tá gemendo mesmo sentido dor? E eu todo preocupado com você, não querendo te foder pra tão te machucar e você sorrindo feito uma vadia.
- Me fode por favor, eu gosto de sentir minha xotinha se alargando pra aguentar você, papai!
O homem então soltou o corpinho mole e tornou a segurar na garganta da menina, mas agora sendo com as duas mãos.
Harry sentiu o pau sair e entrar de seu interior de uma vez, fazendo-a sentir dor, mas também a mesma sensação que sentiu há meses atrás e que lhe fez falta toda vez que se tocava em seu quarto e sua bucetinha ficava pulsando querendo algo para lhe preencher. Agora ela finalmente tinha, finalmente o papai dela estava cuidando de suas necessidades.
O mais velho tinha a melhor visão que poderia imaginar agora, bem melhor que as de seus sonhos. O rosto de Harry estava vermelho, juntamente com o pescoço onde ele apertava com suas mãos, a menina chorava e gemia ao mesmo tempo. As unhas grandes da menina quase furavam sua pele toda vez que seu pau entrava com força dentro dela e ele já conseguia ver as marcas ali e provavelmente iriam ficar até amanhã.
- Hmm papai!! - Ela gritou rouca e Louis pode sentir quando a menina engoliu o choro e gemeu com a bocha fechada.
Seus olhos desceram para os peitos inchados em sua frente e pensou que agora seria seu momento de fazer tudo que ele queria fazer em seu sonho, mas não conseguia por seu corpo não o obedecer. Com isso, parou de foder a menina e tirou uma das mãos do pescoço dela, não a dando tempo de raciocinar o que ele iria fazer e apena a surpreendendo com um tapa em seu seio direito.
- Ahh!! - Gritou jogando a cabeça para trás e recebeu mais um tapa no outro seio.
- Você deixou esses peitos cheios só pro papai mamar né? Você gosta de ver o papai chupando esses peitões? Gosta de imaginar o papai satisfeito com o seu leite?
- Sim papai ohhh... eu quero ser útil para o senhor hmm... Eu quero deixar meu papai de barriguinha cheia com o meu leite.
Louis sentiu como se sua cabeça estivesse rodando ao ouvir aquelas palavras de sua filha, que fizeram seu pau pulsar forte e então voltou a socar com força em sua filha, mas agora espremendo e beliscando os mamilos sensíveis e se deliciando com as gotinhas de leite que escorriam por sua mão e seguiam até seu braço.
- Papai, dói - Ela gemeu segurando as mãos de Louis que judiavam de seus peitinhos. - Dói muito papai, vai machucar - Ela fungou com as bochechas vermelhas e o choro forte.
- Isso aqui é para pagar por todas as noites que você me fez achar que eu era um louco pervertido e por ter ficado batendo cabeça com isso. Você precisa aprender a não ser uma garotinha desesperada pelo pau do papai.
- Hmm - Gemeu entre um soluço e outro.
Louis fodia a menina com força e a visão dos peitos molhados serviu de alavanca para que finalmente ele tivesse seu orgasmo e sentisse seu pau enchendo a bucetinha gordinha de sua menina de porra. Caiu cansado para trás e colocou os braços sobre o rosto para poder tomar fôlego.
Enquanto isso Harry ainda sentia todo o tesão acumulado em seu corpo a torturando e por isso começou a se mexer sozinha sobre o colo de seu pai, gemendo pela sensação gostosinha de estar preenchida pelo pau grosso e a porra quentinha, sem contar que seus mamilos latejavam em uma dor gostosa e ela nem se importava de estar sujando seu pai com as gotinhas de leite.
Começou a quicar mais rápido sobre o colo do homem e levou suas mãos até seus peitos, os segurando para que eles não pulassem enquanto ela quicava, entretanto sentiu as mãos grossas segurando seus pulsos.
- Não é para segurar, quero ver eles pulando na minha frente enquanto você se fode bem gostosinho no meu pau.
- Hmmm... T-ta bom papai...
- Seja uma menina boa e pula essa bucetinha no meu pau até você gozar bem forte.
Louis ficou segurando as mãos da menina nas laterais de seu corpo enquanto assistia o corpinho delicioso pular no seu pau. Resolveu então soltar uma das mãos da garota e levou a sua até o grelinho inchado e vermelho, sorrindo com a reação de sua garota ao ter seus dedos brincando com o clitóris dela.
- Ahhh continua papai, tá tão gostoso... - Harry passava a mão livre por seu corpo e segurou um de seus seios com força ao que o orgasmo a invadiu e ela sentiu seu corpinho amolecer.
- Caralho - Louis falou deixando um tapa na coxa da menina. - Levanta - Disse com seriedade e Harry se levantou com dificuldade, gemendo ao sentir o pau de seu pai sair de dentro da sua xotinha.
A menina caiu na cama ao lado do homem que se levantou e ela arregalou os olhos ao ver como ele ainda estava duro. Harry seguiu seu pai até o banheiro com os olhos e levou sua mãozinha até sua bucetinha dolorida, arregalando mais ainda os olhinhos chorosos e abrindo as perninhas ao notar como seu pai havia deixado sua buceta larga.
Fechou os olhinhos brincando com seu grelinho e se sentiu ficando molhada de novo.
- Ahhh não... - Gemeu ao ter dois dedos invadindo sua xotinha e a dedando com força.
- A puta ainda tá com as pernas abertas e brincando com essa xota na minha cama? – Disse a dedando o mais rápido que podia e então parou de uma vez, abandonando a grutinha que pulsou expulsando sua porra para fora. – Tá toda arrombada, vou me certificar de te manter assim direto agora.
- Papai, foi tão gostoso, eu quero dar pro senhor de novo
- Você vai, sua bucetinha vai ser meu novo brinquedinho agora e papai vai querer brincar muito com ela, pra machucar.
O homem se deitou ao lado da menina e puxou o corpinho para perto do seu, puxando a perna dela para ficar sob seu corpo.
- O que você está fazendo? - Perguntou ela quando o homem mais velho encaixou seu cacete dentro da bucetinha aberta.
- Vou dormir a noite inteira com essa xotinha gorda esquentando meu pau - Disse gemendo baixo ao estar por completo dentro da menina.
Harry se mexeu um pouquinho e gemeu por sentir seu pai tão fundo dentro dela.
- Quieta - Ele disse dando um puxão em seu corpo. - Não quero ouvir um gemido a noite inteira, você vai ser o brinquedo do papai e brinquedos ficam quietos e calados. Vai me dar a bucetinha a noite toda e o peito também, hoje eu finalmente vou poder dormir mamando em você.
- Pode mamar, papai, por favor.
Louis tomou o peito da garota e então relaxou o seu corpo com o líquido quentinho que encheu sua boca. O homem podia afirmar que nunca havia dormido tão bem em tanto tempo em sua vida.
Harry e Louis estão desesperados.
Sem poder transar direito, sempre tragicamente interrompidos, o casal está subindo pelas paredes como dois adolescentes na puberdade, então a promessa de um final de semana romântico na propriedade rural do tio de Harry é tentadora demais para resistir.
Words: 5419, Chapters: 1/1, Language: Português brasileiro
Fandoms: One Direction (Band)
Rating: Explicit
Warnings: Creator Chose Not To Use Archive Warnings
Categories: M/M
Relationships: Harry Styles/Louis Tomlinson
Additional Tags: hbottom, hpowerbottom, Ltops, Sexo ao ar livre, um pouco de dirty talk e negação de orgasmo
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Em algum lugar, no meio de uma floresta densa e enorme, existe um vilarejo onde as mais variadas criaturas da natureza vivem em grande harmonia entre si. Durante muitos anos a convivência dos híbridos juntos foi complicada, e até a atualidade ainda podemos dizer que existem espécies difíceis de se lidar. Mas no meio de toda aquela convivência, existe certamente um ser único e angelical, que era o verdadeiro significado de bondade e ingenuidade naquele local.
Harriet Styles.
Louis tem certeza que nunca conheceram um serzinho tão magnífico como aquele. O alfa cresceu como um lobo naquele lugar, e mesmo com alguns comentários mais preconceituosos dali e ali, ele sempre teve seu lugar muito bem posicionado na pequena sociedade. Mas um predador sempre um predador, nunca tentou esconder tão avidamente seus olhares para a híbrida de coelho
Harriet era verdadeiramente uma perdição.
Tímida e ingênua demais, nenhuma outra pessoa parecia olhar para ela de outra forma, é claro. Então, Louis, sendo o lobo que era, tinha a sensação de ser o único a reparar naquela coelhinha da forma correta.
Perdia horas do seu dia observando os cachos longos e arrumadinhos que combinavam perfeitamente com as orelhas branquinhas e pontudas que se estendiam para cima da sua cabeça. Os olhos tão verdes como a grama que rodeava as casas, as bochecas naturalmente rosadas e os lábios carnudinhos que Harriet insistia em morder quando se encontrava nervosa.
Não podia evitar reparar nos montinhos gordos que Harriet carregava sobre aquelas blusinhas curtas e justinhas, se perguntando realmente se ela não sentia alguma dor ao deixar os peitinhos tão apertadinhos daquela forma. Além é claro, a bolinha peluda que se acentuava em seu rabinho arrebitado, testando o juízo de Louis na quantidade de vezes que se remexia agitado quando estava animada ou feliz para alguma coisa. Tudo isso combinava com as diversas saias e shortinhos curtos que ela usava no calor, expondo as coxas grandes e tentadoras.
E, claro, Louis jamais esqueceria da melhor coisa de todas; Era uma tarde animada e acontecia um dos festivais que sua aldeia fazia todos os anos para celebrar. Harriet estava animadinha e deslumbrande, pois vestia um vestidinho florido e sem alças, os peitinhos se acentuavam no decote e o alfa julgou o comprimento do tecido curto demais para seu juízo.
Harriet ria animada e divertida durante toda a festa, enquanto o alfa apenas pensava em um forma de chega perto dela para conversar. Se lembra bem da ideia surgindo em sua mente, quando ele a seguiu discretamente para dentro de uma das casas, no momento em que ela foi chamada para buscar mais comidinhas.
Pensou em abordá-la na cozinha, talvez dizer algo sobre a festa estar boa, o tempo agradável, ou talvez ir direto ao ponto e ser desinibido ao expor seus desejos em querer arrancar aquele vestido do corpo dela o mais rápido possível. Mas sua mente não conseguiu ao menos formular uma frase.
No instante que entroi na cozinha, e viu quando Harriet se ajoelhou e empinou o bumbum arrebitado, toda bonitinha, para alcançar um pote no armário baixo, Louis viu - claro, viu bem - o momento exato em que a o tecido subiu lentamente, deixando marcada para sempre na mente do alfa a imagem daquela bucetinha gorda e apetitosa - que, tempos depois, o alfa orgulhosamente provou ser tão deliciosa quanto parecia.
Mas, no momento, ele pensou que talvez Harriet não tivesse notado sua presença ali, no mesmo ambiente, senão não teria sido tão descuidada em mostrar descaradamente sua xotinha. Mas logo foi desmentido quando ela se levantou, potes nas mãos e um sorriso doce no rosto, o cumprimentando timidamente enquanto arrumava a saia, como quem não tivesse sido a maior das vadias. Louis soube, naquele instante, que estava completamente perdido.
Apesar da imagem pecaminosa que Harriet exalava, ninguém, além de Louis, parecia notar suficientemente aquela visão sobre a coelhinha. O quê, em partes, trazia certo alívio ao lobo, pois, jamais conseguiria viver normalmente se soubesse que alguém além dele, tenha presenciado o que presenciou.
Não depois do fatídico dia em que tudo começou.
Harriet, sendo a bondade viva naquele lugar, tinha uma rotina fixa ao; acordar cedinho pela manhã, ajudar sua mamãe nas vendas da feirinha no centro e então, ao final da tarde, se embrenhar pelas folhagens densas da floresta e caminhar até a clareira escondida que guardava um pequeno lago.
Como de costume, a coelhinha lentamente retirava suas vestimentas e expunha seu corpo nu para a floresta, sequer realmente notando se algo estava diferente do costume ou não. Se fosse um pouquinho mais atenta, teria notado os passos cuidadosos atrás de si durante todo o seu caminho até ali. Teria notado, obviamente, o par de olhos azuis fixos em seu corpo sendo lentamente exposto.
E é claro, teria notado ainda mais quando estes mesmos olhos semicerrados em sua direção no momento em que suas mãozinhas passassem a deslizarem pelo seu próprio corpo após se banhar. Quando os seios rosados começassem a se balançar no ar pelos movimentos excitadinhos que a coelhinha fizesse e sua bucetinha rapidamente se molhasse sobre os dedinhos ágeis e as perninhas bonitas se arreganhassem sobre a grama.
Louis finalmente entenderia, então, o que aquela coelhinha estava fazendo.
Pois finalmente se tornaria óbvio que ela estava ciente de tudo no instante em que seus olhos verdes se abrissem e instintivamente se encontrassem com os azuis escondidos em meio a mata. Seus lábios se abririam em um gemido manhoso enquanto afundasse dois dedinhos dentro de si desesperadamente. Os movimentos se tornariam rápidos e sua mão livre rapidamente agarraria um de seus seios e apertaria fortemente seu biquinho, numa clara tentação de se molhar ainda mais. Se insinuando.
Mas Louis não cederia. Jamais. Não naquele instante. Nem mesmo quando Harriet passasse a gemer mais alto e mais dengosa, num pedido claro que o lobo se aproximasse, arrancasse aqueles dedos de dentro dela apenas para enfiar os seus próprios mais grossos e bem mais fundo. Louis, novamente, não faria nada. Permaneceria parado, meio escondido sobre as árvores, e observaria atentamente e fixamente até o momento que a coelhinha gozasse sobre os próprio dedos e não evitasse gemer alto tentando chamar sua atenção.
Então, o lobo apenas viraria de costas e desapareceria entre as árvores.
Esse foi o cenário que se repetiu mais vezes do que Harriet gostaria de contar. Virou rotina também, sentir os passos de lobo atrás de si todos os dias quando iria se banhar e os olhares fixos no seu corpinho durante todo o processo. Mas, de novo, nenhuma aproximação.
Resolveu, então, se empenhar melhor. Os momentos pós banho, se tornaram um pequeno show particular para Louis, que todos os dias experimentava visões diferentes da coelhinha se dando prazer. Enquanto Harriet apenas testava novas posições que faria o lobo realmente perder o juízo e ceder para ela.
Seu bumbum arrebitado se erguia diversas vezes para o ar enquanto se empenhava em preencher sua xotinha com o máximo de dedos que aguentava. Vez o outra, se revezando em enfiar no buraquinho melado e então se esfregar mais acima na sua entradinha vermelha, delirando de prazer ao gemer tão alto que Louis desejou algumas vezes construir muros entre aquele local.
Ou as vezes apenas se deitava sobre a grama e arreganhava suas pernas o máximo que podia, expondo abertamente a bucetinha gorda e vermelha, balançando fortemente os seios exuberantes ao se estocar. E Louis permanecia parado, mantendo uma distância segura para não ceder.
Ele não faria a vontade dela. Não porque não sentia desejo, por favor, o lobo dormia pensando naquele par de seios deliciosos, nos biquinhos rosados e excitadinhos, na xoxota gostosinha se apertando sobre os dedos finos da garota e se perguntando o quão apertada e meladinha ela iria ser em volta do seu pau.
Se a bucetinha pequena conseguira aguentar todo o seu comprimento grosso, ou sua entradinha apertadinha tentaria expulsar na primeira estocada forte. Mas Louis não se importaria, ele enfiaria todo o seu pau novamente para dentro dela, até que ela estivesse bem preenchida e começasse a gemer sedenta enquanto mantinha as coxas bonitas e bem abertinhas para o lobo continuar seu bom trabalho em comê-la.
Se aquela boquinha atrevida que tanto sabia gemer iria se babar devidamente no seu pau, para então, ele enfiar tudinho em todos os buracos dela. Porque, porra, ele mal podia esperar parar preencher ela inteira.
Mas ele não cederia. Não ainda.
Não enquanto Harriet ainda parecesse estar satisfeita com seu próprio trabalho. Mas para ser sincero, não demorou muito para isso mudar.
Não quando em mais um dos dias normais que a coelhinha gemia sem pudor algum pelo alfa, Louis finalmente viu o que queria.
Harriet já estava a uns bons minutos se esfregando fortemente na grama alta na beira do lago. Suas mãozinhas apertavam os peitinhos grandes e as coxas grossas se abriam mais ainda na tentativa de tocar em algo que não fosse o próprio corpo.
Os gemidos que antes eram tão altos e necessitados, se tornaram apenas murmúrios manhosinhos e frustrados. Já tinha fodido sua bucetinha com todos os seus dedos, esfregado seu cuzinho com afinco, e apertava seus peitinhos gostosos vez o outra. Mas nada parecia ser bom o suficiente. Nada era tão excitante quanto erguer seus olhos e se encontrar frente a frente com o lobo que ela mais desejava, porém, nada ele fazia.
Então tudo que conseguiu fazer foi soltar um muxuxo baixo e ceder seu corpo cansada sobre a grama, esconder seu rosto sobre os cachinhos bonitos e pequenos soluços começarem a sair do fundo da sua garganta. Poxa, ela estava tão necessitada, estava completamente peladinha, tinha sua xoxota toda babadinha e exposta, e o lobinho no qual ela sempre foi tão perdidamente apaixonadinha não fazia absolutamente nada ao se deparar com ela naquele estado.
A coelhinha estava tão tão frustradinha com toda aquela situação.
Louis resolveu agir. As botas pesadas se aproximaram do corpo deitadinho na grama, assustando brevemente a coelhinha ao se ajoelhar na sua frente e os dedos grandes tocarem levemente os cachinhos bagunçados, retirando os fios do seu rosto para poder observá-la melhor. Harriet só foi capaz de soluçar dengosa, por estar finalmente sendo no mínimo tocada.
- Porquê esta chorando, meu bem?
- E-eu...
Até tentou se explicar, mas tudo que fez foi chorar mais alto quando os dedos grossos agarraram seus fios castanhos e sua cabeça foi levemente erguida pelo toque firme, junto a voz rígida que a fez estremecer e sua buceta babar.
- Me responda. Sem gaguejar.
- Eu não consigo, Lou...
- Não consegue se dar prazer, querida?
Negou e fungou totalmente manhosa inclinando sua cabeça para mais perto do toque do lobo, que resolveu dar um tipo de agrado ao afagar um carinho atrás das orelhas grandes e felpudas. Ela ronronou.
- E por que não? Você pareceu estar se divertindo muito bem sozinha nos últimos dias....
Harriet foi rápida em começar a negar desesperadamente, querendo provar claro que ela não estava se divertindo tanto sozinha, e que Louis poderia dar a ela coisas muito melhores.
- M-mas... não é o suficiente...
- Ah, não? E o que seria o suficiente pra minha coelhinha?
Harriet mordeu os lábios e se permitiu passar o olho por todo o corpo dele. Nos músculos marcados na camisa preta, as tatuagens expostas na pele bronzeada, e em especial no seu pau marcando na calça jeans.
- Você! Louis, você todinho. Apenas você...
E a resposta foi como dopamina aos ouvidos do alfa. Um sorriso cafajeste surgiu em seus lábios e ele firmou com brutalidade o toque nos cachos da garota, a fazendo estremecer e se erguer brevemente da grama.
- O que mais vai ser suficiente para você, putinha? Me diga.
Harriet o olhou com devoção ao observa-lo levar a mão livre para o cos da calça preta, lentamente desfivelando o cinto e o ziper. Foi rapidinha em lamber os lábios inchadinhos e se colocar de joelhos, completamente excitada ao saber o que aconteceria ali.
- Seu pau... Lou. Eu quero tanto.
Louis sorriu novamente, finalmente puxando o membro duro da cueca, a extensão grossa balançando no ar perto do rosto corado de Harriet. Os lábios vermelhos levemente abertos e salivados.
- Seja uma boa menina e abra bem a boquinha pra mim, então.
E a coelhinha foi obediente, a cabecinha vermelha do pau tocando levemente os lábios inchadinhos e a língua para fora. Louis pressionou seu cacete ali, forçando o membro para dentro e a assistindo engolir tudo quase desesperada, ao que ele puxou seus cachos com força para ela inclinasse melhor a cabeça e tomasse sua extensão por inteira.
Harriet sentiu o peso na sua língua e a pontinha tocar sua garganta. Foi um pouco difícil engolir todo o pau grosso sem engasgar de verdade, mas ela estava tão desesperada para tudo que fez todo o esforço possível naquele momento. Suas mãos permaneciam apoiadas sobre a própria coxa, vez o outra apertando a pele exposta, ciente de que não havia recebido nenhum tipo de autorização para tocar em Louis ainda.
Esse que, assim que sentiu todo o seu pau dentro da boca quente da coelhinha, não perdeu tempo em começar a estocar lentamente. Fazendo questão de foder muito bem, a assistindo ficar brevemente desesperada em se manter parada e obediente ao ter sua boca fodida e seus cachos sendo puxados, e não poder fazer nenhum outro movimento.
- Tudo bem, ômega... Me chupa direito.
As mãozinhas foram desesperadas para as coxas cobertas de Louis, apertando fortemente a carne macia e então seu lábios deslizaram por todo o comprimento grosso. Tocou as bolas cheias enquanto fazia questão de molhar muito bem o pau na sua boca, abafando os gemidinhos manhosos que começavam a parecer altos demais para quem tinha um pau inteiro a preenchendo.
Louis puxava brutalmente os cabelos encaracolados, fazendo uma bagunça quando sentia a boca tão quente e tão deliciosa. Seu pre gozo jorrava aos montes diretamente para dentro dela, e o lobo se perguntou como ela conseguia ser tão habilidosa em engolir cada gota antes que ficasse cheia de verdade e precisasse tirar o pau dele da boca.
Harriet por outro lado sentia sua bucetinha pingar no chão, ouvir os gemidos rouquinhos de Louis ao ter ela chupando ele daquela forma estava realmente a deixando maluca. Ela tentava esfregar suas coxas uma na outra, na tentativa de ter algum tipo de alívio para a pulsação que sentia, mas tudo parecia em vão. Tudo estava ficando muito muito molhado e os puxões nos seus cachinhos se tornaram mais bruscos.
Foi puxava para perto e suas coxas rodearam uma das pernas do alfa, sentando com a sua xotinha molhada bem em cima da bota de couro dele. Era pornografico demais a visão que o lobo estava tendo. Harriet chupava e lambia seu pau inteiro, quase de una forma desesperada. Os cachos bagunçados sendo puxados, os olhinhos verdes de reviravam em deleite, e ela descaramento se esfregava sentada em cima dele. Louis estava ficando maluco.
- Porra... Que boquinha gostosa.
Louis gemeu alto e sentiu os jatos quentes da sua porra. Harriet finalmente se engasgou ao tentar engolir tudo, falhando um pouco ao sentir o líquido vazar pelos lábios e sujar o seu queixo.
O lobo arrancou seu pau da boca dela, apenas para ver a sua porra escorrendo e pingando sobre os seios completamente excitadinhos dela, que realmente testou o seu juízo quando passou os dedos sobre as gotas brancas e lambeu novamente, revirando os olhinhos e gemendo. Ela não queria deixar nada passar.
- Tão bom.... Lou.
- Caralho... você foi muito boa. Me chupou direitinho.
A coelhinha sorriu verdadeiramente ao ouvir o elogio, pressionando suas coxas avidamente, na tentativa de esfregar e se molhar mais. Harriet havia ficado tão excitadinha apenas por chupar o lobo, mas esperava realmente que ele fizesse algo com a sua xoxota. Ela estava toda meladinha e piscava freneticamente vazando seu melzinho e sujando todo o sapato do homem.
Não percebeu que estava se esfregando e rebolando a xoxota na bota de Louis, até que sentiu um tapa forte nas suas bochechas, que a fez parar instantaneamente seus movimentos e estremecer sobre o toque. Não pensou que sua bucetinha gulosa fosse se babar ainda mais pelo tapa.
- O quê pensa que está fazendo? - Louis agora soava rude, assustando a coelhinha que apenas se encolheu chorosa. - Não me lembro de ter deixado você se esfregar em mim feito uma puta.
- D-desculpa, Lou... é que-
Outro tapa atingiu seu rosto e o alfa a puxou pelos cabelos para ela voltar a se deitar sobre a grama, se pondo sobre o corpo quente dela. Harriet abriu bem as pernas para encaixar Louis ali e sentir a pressão extremamente gostosa do pau dele tocando sua barriga nua.
- Acho que você entendeu ainda o quê tá acontecendo aqui. - sua mão desceu pelo corpinho gostoso, arrastando seus dedos sobre os biquinhos duros e rosadas dos peitos, a barriga lisa e finalmento tocando os lábios molhadinhos da buceta. Harriet revirava os olhos e gemeu baixinho ao sentir sua xotinha sendo tocada finalmente.
- Eu não quero ouvir nada vindo dessa sua boquinha atrevida, que não seja você gemendo manhosa desse jeito. Quero que escute com atenção o que vai acontecer.
A coelhinha foi rápido em assentir obediente, feliz ao arrancar um sorrisinho satisfeito e orgulhoso de Louis.
- Você vai manter essas perninhas bonitas bem abertas para mim, e eu vou te comer até te ver pingando da minha porra. Você vai me chupar novamente, e é melhor deixar meu pau bem babadinho, porque depois eu vou enfiar no seu cuzinho apertado e te comer de novo.
- Louis... sim...
Harriet ouvia tudo com muita atenção e soltou um gemido alto no final, pois Louis finalmente estava dando a ela o que tanto queria e ele pressionava o pau grosso em sua barriga tao deliciosamente. Ela acenou com a cabeça desesperadamente e abriu mais as pernas, sabendo que era o que o lobo queria. Ela aberta. Exposta. A total de sua mercê.
Louis finalmente a soltou do aperto em seus cachos, levando sua mão para o seio gordinho, apertando fortemente e lambendo os biquinhos rosadinhos. Lambeu e beijou todo o corpinho sensível, até estar frente a frente aquela buceta que estava tirando seu sono por noites. Finalmente iria provar o gosto dela.
Abriu os lábios inchadinhos e sensíveis, observando a entradinha molhada piscar e jorrar o melzinho até o cuzinho dela. Não perdeu tempo começar a chupar, passando sua língua entre o clitóris inchadinho e descendo os dedos pela entradinha gulosa. Abriu bem os lábios da xoxota e sugou todo o líquido quente, sentindo o gosto docinho encher seu paladar.
Forçou dois dedos ali, sentindo a coelhinha se estremecer e gemer mais alto, desesperada e manhosa. As paredes internas e completamente molhadas o recebeu muito bem, se apertando e piscando sobre os dedos. Louis lambeu os lábios uma última vez antes de afundar mais fundo, estocando com firmeza enquanto Harriet se contorcia, a cada gemido mais molhadinha e desesperada. Aquela bucetinha era tudo o que ele imaginava - apertada, doce e absurdamente gulosa.
- Esse seu buraquinho melado é uma delícia. Eu vou adorar enfiar meu pau aqui e te foder bem gostoso.
Harriet gemeu tão manhosa com aquelas palavras. Ter sido referida apenas como uma bucetinha de foder foi melhor do que ela imaginava.
- Alfa... alfa...
- Você vai gostar disso, não é? Ser só um buraquinho melado e gostoso pra eu foder quando quiser. - Louis sussurrou contra as coxas branquinhas, deu um beijo na pele molhada e afundou com seus dedos grossos para dentro dela, a bucetinha babada e apertadinha fazendo uma pressão deliciosa.
- Sim, Lou... a minha bucetinha é toda sua, faz o que você quiser, alfa.
Harriet tremia de prazer com as perninhas abertas, gemendo manhosa e sem pudor algum o nome do alfa. Sua xotinha apertava tão deliciosamente os dedos grossos, toda molhadinha e sensivel, sentiu o o lobinho chupar seu grelinho de uma forma tãooo gostosa que estava a deixando perdida nos sentidos. Louis grunhiu ao ouvir as palavras da sua coelhinha, socando seu dedos com força e com a mão livre estapeava as coxas grossinhas e seu grelinho, apenas para vê-la se contorcer e a bucetinha ficar cada vez mais vermelha. Subiu seu corpo e alcançou um dos peitinhos gordos, passando a língua pelo biquinho excitado, mamando muito bem enquanto ainda fodia a buceta gostosa.
Sentiu seu pau pressionar na barriga nua dela, e pensou que não fosse suportar por mais tempo somente ouvir os gemidos gostosos da sua ômega, então soltou o toque do corpo dela e agarrou sua cintura, trazendo ela para perto. Seu cacete duro tocou a xoxotinha sensível e Harriet estremeceu.
- Vai ficar quietinha e me deixar te comer? - sussurrou pertinho do ouvido dela, roçando seu pau na entradinha melada que se contraía e pedia para ser preenchida. - Hum? Vai ser uma boa coelhinha para o seu alfa?
- Alfa... Sim, eu vou ser boazinha. Eu prometo.
Harriet gemeu dengosa e baixinho, agarrando os cabelos finos da nuca de Louis, puxando ele para mais perto. Os lábios molhados se roçaram em um atrito gostoso, acompanhados de suspiros pesados e o alfa apertando a cintura de Harriet pra a encaixar no seu quadril. As línguas finalmente se tocaram deliciosamente, misturando seus próprios gostos, o gozo de Louis ainda na boca da coelhinha e o melzinha da mesma na língua do alfa eram com certeza a mistura mais deliciosa que ambos ja haviam provado.
O alfa, jamais cansado de provocar sua garota, encaixou a cabecinha do seu pau molhado na bucetinha piscando, forçando levemente uma abertura na entradinha pequena. Soltou uma risadinha entre o beijo gostoso quando Harriet gemeu alto necessitada, abrindo mais as perninhas bonitas para o alfa a foder logo.
- Desesperada, bebê? - murmurou provocante, não resistindo em mordiscar a bocheca rosada e em seguida lamber o local.
- Coloca em mim, alfa, por favor. Eu estou sendo obediente, nao estou?
A vozinha suave e manhosinha foi o suficiente para empurrar seu quadril e seu pau grosso se enfiar inteiro na bucetinha gostosa. O aperto molhado no seu membro foi delicioso, e Louis não esperou muito em começar a estocar fortemente nela. Harriet mantinha suas pernas abertas e gemia sem parar ao sentir as estocadas fundas e os apertos em todo seu corpo.
Louis fazia questão de foder muito bem, segurando sua cintura firme, estapeando vez ou outra suas coxas e obcecado nos seios gostosos pulando na sua frente. Agarrou novamente um dos biquinhos rosados com a boca, mordicasdo e puxando de leve o local, observando sua coelhinha revirar os olhinhos verdes em deleite.
As mãozinhas dela agarravam os braços fortes do alfa, arranhando a pele exposta pela camisa de manga curta. Resistia a tentação de puxar o tecido para cima e expor o torso definido e maravilhoso que ela sabia bem que o alfa possuía. Apesar da tentação, Louis foi claro quando disse que ela tinha permissão em apenas gemer e deixar ser fodida. E ela não se opunha a isso, claro que não. O alfa socava seu cacete tão gostoso dentro dela, lambia e mordiscava seu pescoço, segurava sua cintura e apertava suas coxas maravilhosamente. Harriet se sentia no céu dando sua bucetinha para o lobo.
- Porra, que coelhinha gostosa eu tenho. - gemeu rouco com o aperto molhado no seu pau, levando sua mão para puxar os cachinhos bagunçados e sussurrar em seu ouvido. - Tão apertadinha e gulosa.
- Lou...
- Shh, quietinha... Minha coelhinha prometeu que seria uma boa menina. - a voz rouca e provocante a fez calar, assentindo rapidinha e obediente.
Louis sorriu orgulhoso e tão excitado quanto ela, puxou uma das coxas branquinhas para seu ombro para socar seu pau mais fundo nela. Harriet era uma bagunça excitante. Seus cachinhos bagunçados grudavam em sua testa, sua pele estava avermelhada pela quantidade de tapas que Louis transferia e os peitinhos grandinhos pulavam perto do rosto do alfa. A coelhinha tremia sob todos os toques, sua bucetinha pingava no pau do seu alfa e tudo que ela queria era que Louis a deixasse gozar logo.
- Caralho... pode gozar, ômega, você ta sendo muito boazinha. - Harriet gemeu excitada e um aperto na bucetinha molhada foi o suficiente para o pau de Louis fisgar, e ele gemeu rouco e apertou seus peitos, sentindo o melzinho da coelhinha tentar escapar pela entradinha bem preenchida. - Porra... que delícia.
Harriet sentiu os jatos quentes encherem sua xoxotinha, gemendo manhosa e desesperada. Mas Louis foi rápido em se afastar do corpo dela, somente para olhar sua porra escorrendo do buraquinho melado e sujar toda a bucetinha gorda. Rosnou e enfiou dois dedos nela, empurrando sua porra para dentro, não queria que nada saísse daquela xoxota babadinha. Harriet gritou e se contorceu sensível, amando todas aquelas sensações. Louis levava ela ao limite.
Por isso o alfa se ergueu novamente na grama verde, usando a mão melada misturados para masturbar seu pau, sentiu um leve estremecer no corpo pela sensibilidade que estava seu membro. Mas não parou. Não tinha acabado ainda com a sua coelhinha.
- Vem cá, me chupa de novo até eu ficar duro - agarrou seus cabelos para puxar Harriet para seu pau.
Ela que prontamente se colocou de joelhos na grama, sua bunda empinadinha para trás e sua boca foi rápida em agarrar o membro molhado.
Louis soltou um gemido rouco e puxou seus cachos. Harriet abocanhou seu pau com toda familiaridade, mas ainda excitante, que o lobo queria manter aquela boquinha gostosa em volta do seu pau para sempre. Observou como os lábios inchadinhos sugavam seu cacete, os olhos verdinhos brilhavam junto ao rabinho arrebitado balançando para o ar.
Louis desejou que tivesse um espelho atrás dela, apenas para conseguir observar a xotinha molhada piscar e a bunda empinadinha rebolando enquanto ela ainda o chupava daquela forma tão boa.
Pensando nisso, levou sua mão livre até a rabinho da coelhinha, deu um leve tapinha ali e ela prontamente abriu as pernas levemente, se oferecendo como uma boa cadela obediente que era. O alfa deslizou a mão pela bucetinha melada, sujando seus dedos com o melzinho dela apenas para subir para a entradinha vermelha e enfiar de uma vez.
A invasão repentina fez Harriet engasgar com a boca preenchida e tentar se afastar. Louis foi rápido em forçar novamente para ela engolir seu pau ao mesmo tempo que socava os dedos no cuzinho apertado.
- Continua. - Rosnou, irritado e com a voz grossa - Eu não deixei você tirar meu pau da boca.
A coelhinha concordou prontamente, seus olhinhos se enchendo de lágrimas, voltando a engolir o cacete grosso. Usou suas mãozinhas para masturbar as bolas pesadas e lambeu a cabecinha molhada e vermelha, ainda mais excitadinha ao sentir o lobinho socando seu cuzinho apertado.
Queria ser uma boa coelhinha para Louis.
- Porra, você é ainda mais apertadinha aqui. - gemeu rouco e puxou Harriet, a obrigando a se afastar. - Vira pra mim, hum? Me deixa comer teu rabinho agora.
Usando suas mãos para se apoiar na grama, Harriet se pos de quatro e Louis se aproximou, passando as mãos pela bunda grande, notando o quão avermelhada ela estava pelos tapas e apertos.
Masturbando seu pau lentamente, ele pressionou a cabecinha no cuzinho apertado, forçando para dentro. A coelhinha estremeceu pela invasão, só não caiu na grama pois Louis segurou sua cintura com firmeza.
Gemeu pelo aperto gostoso que o rabinho da coelhinha fez em volta do seu pau, levando uma mão para agarrar seus cabelos e a outra ainda segurando sua cintura, começou a se movimentar. Pequenas lágrimas rolavam pelo rostinho corado da Harriet e sua xoxotinha sensível pingava seu melzinho na grama, fazendo uma bagunça enorme entre suas coxas.
Louis socava seu cuzinho tão deliciosamente, puxando seus cachinhos e a mantendo na posição que queria ao segurar sua cintura e quadril. Estava tão sensível, as estocadas fundas tinham como lubrificante apenas seu melzinho e o pre gozo de Louis, que inclusive saia aos montes pelo aperto que Harriet fazia.
- Você tem um rabinho tão gostoso, putinha. Ainda melhor que sua bucetinha gulosa.
A ômega choramingou necessitada, se curvando quando Louis levou os dedos para sua xotinha e a penetrou.
‐ Loouis... - manhou, delirando de prazer ao ter os dois buraquinhos sendo fodidos pelos dedos do alfa e seu pau.
- Caralho... eu quero encher esse teu rabo gostoso de leite - gemeu rouco de tesão e um sorriso cafajeste surgiu nos lábios quando viu Harriet balançar a cabeça e gemer desesperadamente. - Goza pra mim, bebê. Pode vir.
E Harriet gozou assim que sentiu os dedos grossos se enfiarem na sua xotinha, gemendo alta e contraindo sua entradinha. Isso foi o suficiente para Louis também gozar dentro dela, enchendo seu rabinho de porra e escorrendo até a xoxota vermelha extremamente sensível.
Suas forças foram embora e o alfa a segurou para que não caisse e batesse o corpo rudemente na grama. Louis deitou seu corpo gentilmente, até estranho pela forma como ele a fodia alguns minutos atrás. O lobo passou a mão pelos seus fios lisos e subiu a própria calça para se deitar ao lado dela na grama também, igualmente cansado e com a respiração rápida.
A grama arranhou de leve sua pele suada, deixando suas costas sensíveis. O mundo pareceu relaxado no momento, fechou os olhos cansada, tentando concentrar sua respiração. Estava largada, de bracinhos abertos, com as coxas tremendo levemente e os olhos verdes meio turvos ainda, com um brilho bobinho e encantado. Sua respiração fazia o peito subir e descer rápido com os mamilos rosados ainda molhados.
Sentiu Louis se deitar ao seu lado, o cotovelo apoiado no chão e a mão grande deslizar pela sua pele, acariciando devagar o ventre dela, com um sorriso bonito e satisfeito. Ele passou o polegar devagar pelo melzinho escorrendo da coxa branca e suspirou, um som rouco e quase carinhoso.
- Você vai me matar, coelhinha.
Harriet enfim, voltou para si, soltou uma risadinha baixa, os olhinhos ainda fechados, como se estivesse flutuando. Levou uma das mãozinhas até o rosto dele e traçou o contorno da bochecha, do maxilar forte, da barba ralinha que pinicou sua pele. Delicioso.
- Você... acabou comigo. - sorriu leve e mordeu os lábios.
Louis sorriu torto, mas dessa vez com os olhos. Um sorriso tão doce que Harriet sentiu seu peito aquecer, dessa vez, de carinho. Ele beijou a ponta do nariz dela e passou os dedos entre os cachinhos bagunçados.
- Eu fui bruto demais com você?
Ela balançou a cabeça, um "não" quase risonho.
- Você é o mesmo cara que estava me fodendo a alguns minutos?
Ele soltou uma risada alta, estranhando também suas próprias ações, mas não conseguia evitar. Puxou Harriet para se deitar em seu peito, acariciando os cachinhos que a tempos haviam se desmanchado.
- É claro que eu sou. - beijou o topo da sua cabeça. - Eu que me pergunto se você é a mesma coelhinha doce que todos conhecem.
Harriet sorriu envergonhada, resmungando em seu peito e sentindo suas bochechas corarem.
- Louis...
- Falo sério, Harriet! - Teimou e apertou sua cintura. - Não que eu tenha achado ruim, mas me questiono quantos conhecem esse seu lado atrevido.
A firmeza em sua voz, com o tom claro em ciúmes fez a coelhinha erguer seu rosto para olhá-lo aos olhos.
- Ninguém! Louis... nunca tive ninguém. Apenas você. Eu juro. - falou séria também, queria transparecer toda sua sinceridade. - Eu... sempre fui apaixonada por você.
Aquela confissão fez o pau de Louis ridicularmente fisgar na cueca. Riu levemente, aproximando para chupar o pescoço dela e então juntar seus lábios num beijo gostoso e molhado. Era óbvio que ele sentia o mesmo. Era mútuo.
- Bom saber... ‐ murmurou entre o beijo gostoso, dando um selinho rápido e mordendo a bocheca rosada - Você sabe que nunca mais vai se livrar de mim, né? Agora você é para sempre minha coelhinha.
- Você é somente meu também?
Perguntou divertida, uma risinho fraco escapando, ainda meio insegura.
- Sempre fui, meu amor.
Harriet então soltou risadinha boba, abraçando o pescoço de Louis, enquanto sentia os beijos molhados em seu pescoço.
'Harry resolve fazer uma surpresinha para seu Louis, e então, eles fodem'
H com bucetinha
Praise kink (de leve)
Harry needy
ꨄ︎
O raios solares levemente alanrajados atravessavam a janela de vidro fechada, se alastrando pelo chão de madeira escura e contrastando a cor quente sobre os lençóis brancos da cama box, indicando que logo a escuridão da noite junto a luz da lua iriam florescer.
A luminária em led azul escuro iluminava parte do quarto com o fim da tarde, a luz colorida se refletia na pele levemente bronzeada, o shorts preto de tecido leve se amassava no colchão e os músculos das coxas grossas se tenssionavam, a protuberância grande e dura marcava o tecido do shorts, o deixando levemente úmido. O tronco magro e definido estava exposto, os braços fortes cruzados em seu peito tenssionavam os músculos, os deixando maiores e mais tentadores. A cabeça estava erguida e possuía uma expressão séria porém maliciosa, os olhos azuis estavam escuros e selvagens, a boca fina e vermelha continha um sorriso de lado, os cabelos molhados pelo banho recente faziam pingos de agua escorrerem pela lateral de seu rosto.
Os olhos azuis observavam atentamente a figura parada em pé a sua frente, captando cada detalhe mínimo. Os pés delicados estavam descalços sobre o chão de madeira, ora ou outra esfregando-se um ao outro num claro ato de timidez. As coxas grossas se pressionavam uma a outra, as deixando maiores. A luz ainda alaranjada que vinha da janela pintava a pele leitosa, deixando o ambiente ainda mais tentador. O quadril largo se agarrava a uma saia de setim rosa claro levemente trasnparente, com pequenas rendas costuradas nas pontas. A calcinhas também rosa ficava minúscula em sua bunda, que não cobrindo a bucetinha gorda e molhada. A cinta liga da saia se agarrava ao quadril, seguindo pelas coxas e as contornando, apertando a pele por onde passava.
O torso quase que totalmente exposto tinha seus seios cheios e avermelhados, exuberante e cobertos por uma regata branca de tecido quase transparente, cobrindo até as extremidades de seu umbigo, deixando parte da barriga exposta. Os braços estavam cruzados para trás, e uma de suas pernas agora tinha o joelho levemente flexionado, enquanto seu pé se esfregava na parte de trás de sua perna. O pescoço branquinho era vestido por um colar de jóias brancas, um mimo de seu último aniversario. As bochechas estavam rosadas pela vergonha, seus lábios vermelho eram mordinhos vez ou outra, os cachos volumosos caíam em sua testa e os olhos verdes possuiam um brilho desejoso mas ao mesmo tempo tímido, sem saber ao certo o que fazer com o olhar intenso que recebia do homem a sua frente.
- Lou? - a voz doce saiu baixa e indecisa. - Diz alguma coisa.
Viu os olhos azuis desceram lentamente por todo seu corpo para então voltar ao seu olhar.
- Vira. - o tom autoritário fez as pernas de Harry tremerem.
Os pés delicados giraram lentamente pelo chão gelado, dando um show particular para Louis vislumbrar cada detalhe seu. A mini saia de renda deixava a mostra a poupinha do seu bumbum, a calcinha rosa enterrada entre bandas cheias, não cobrindo quase nada. Deixando o olhar de Louis ainda mais desejoso.
Harry parou de frente a Louis novamente, aguardando um novo comando. Brincou com seus dedos na frente do corpo enquanto encarava o namorado.
- Você gostou? - perguntou tímida, apesar de já saber a resposta.
- Se eu gostei? - Soltou um riso em descrença, e se arrumou na cama, erguendo levemente o quadril. O olhar de Harry fixou-se ali. - Venha até aqui.
A voz firme a acordou de seu pequeno transe e aproximou-se do namorado, erguendo seus joelhos na cama e engatinhando lentamente até ele. Parou em sua frente, suas mãos apoiadas no colchao, o olhar baixo para Louis, e sua cabeça inclinada para frente. As mãos tatuadas do de olhos tocaram delicadamente a bochecha vermelha, deslizando seu dedo na pele da namorada, sentindo os pelinhos se arrepiarem pelo toque suave.
As mãos agarraram a cintura fina e a puxou para seu colo, as coxas grandes se acomodando em suas pernas, e a buceta gordinha sendo pressionada sobre o membro duro. Um suspiro pesado saiu por entre os lábios gordinhos da mais nova e as mãos ágeis agarraram o pescoço do outro.
As mãos de Louis percorreram pelo corpo inteiro em seu colo, apertando e acariciando cada pedacinho de pele exposta, ouvindo os resmungos manhosos da garota montada em seu colo. Aproximou sua boca do ouvido de Harry, mordiscando o módulo da orelha enquanto segurava com possessividade sua cintura.
- Adora se exibir pra mim, hum? - puxou seus cachos para trás a ouvindo gemer em deleite. - Sempre tão necessitada.
- Louis...
- Me diz o que você quer, o que te levou a colocar essa saia minúscula só pra me deixar louco? - Seus lábios se fecharam no pescoço branquinho, chupou a pele com força e deu um tapa forte em sua coxa.
- Eu quero que você me fodendo, Lou. - suspirou manhosamente, soltando pequenos gemidos pelos chupoes que recebia. - Me fode, Lou, por favor...
- Meu bebê sempre precisando de atenção, hum? - mordiscou seu queixo e depois as duas bochechas vermelhas. - Eu vou fazer isso, meu bem, vou comer sua bucetinha melada à noite inteira, como você gosta. Mas antes voce vai me chupar, do jeitinho que estava antes, de quatro pra mim.
A cacheadinha assistiu, saindo do colo de Louis e se posicionando da forma como estava antes, sua bunda bem empinadinha para trás, a bucetinha apertada no tecido rosa seu olhar submisso para o namorado e as mãos apoiadas sobre o colchao. Louis não se mexeu, então Harry entendeu que era para ela própria tirar o shorts preto do namorado
Se sentou sobre seus tornozelos e as mãos seguiram caminho até o cós do shorts de malha, deslizando tecido para baixo, o quadril de Louis se ergueu para que a peça de roupa saísse completamente. O membro duro e grosso pulou para fora, chamando o olhar de Harry para lá. Pressionou suas coxas uma na outra, apertando sua xotinha molhada e sedenta, tratou de se posicionar novamente de quatro sobre a cama, abrindo bem as pernas a deixando totalmente exposta. Tocou o membro duro com uma das mãos, fechando seu punho ali e aproximando sua boca da glande inchada que vazava sem parar. Fechou os lábios no comprimento e o ouviu gemer, sentindo o lençol ao seu lado sendo puxado pelos dedos do outro.
Fechou os olhos e sua língua lambeu toda a expesura molhada, suas bochechas rosadas formaram um vinco quando sugou com força a cabecinha vermelha, ouviu Louis gemer, e em seguida enterrou sua boca no membro duro, a pontinha da glande tocando fundo sua garganta. As mãos tatuadas de Louis seguiram caminho até os cachos volumosos, enrolou os dedos entre os fios e os puxou de leve, fazendo uma pressão extremamente prazerosa no couro cabeludo de Harry.
- Sua boquinha é tao gostosa, amor. - um gemido alto ecoou no fundo de sua garganta.
A cacheada ergueu seus olhos para o namorado, gemeu abafado e as unhas arranharam as coxas grossas de Louis. A pontinha de seu nariz tocou a virilha com alguns pelinhos, sua cabeça fazia um movimento de vai e vem constante, a língua se deliciava com o gosto de Louis que vazada de sua pélvis. Os lábios gordinhos deslizavam pela extensão grossa, os olhinhos verdes e tentadores olhavam para Louis de uma forma dengosa, o seios cobertos pela regata branca subiam e desciam freneticamente e os dedinhos apertavam as coxas descobertas do namorado.
Sua bucetinha vazava sem parar arruinando sua calcinha, a saia havia subido um pouco deixando sua bunda empinada e sua xotinha ainda mais exposta piscando sem parar, o tecido fino da calcinha apertava seu grelinho, a fazendo soltar pequenos gemididinhos. Os cachos foram puxados para trás, o levando junto e fazendo o membro de Louis deslizar para fora de sua boca, a fazendo resmungar a contragosto.
- Shh, quietinha.
Louis sussurrou e deu duas batidinhas na própria coxa, a cacheada sentou-se ali novamente, os dedos ágeis se enrolando nos fios lisos e úmidos, a buceta molhada sentando sobre o membro duro, os labios gordinhos se abrindo levemente e acomodando o pau entre eles, o contato fazendo ambos gemerem em unissom. As mãos de Louis percorreram as coxas grandes, seguindo caminho até a bunda gordinha coberta pela saia, apertando com força a pele branca, deixando marcas vermelhas.
Puxou Harry para perto, juntando mais ainda seus corpos, mexendo seu quadril para que ela rebolasse em si. Sentia seu shorts molhado pelo melzinho que Harry expelia, a buceta meladinha montada em seu pau, Louis emcaixou seu membro ainda mais entre ela, e o gemido que Harry soltou foi o suficiente para que ele a jogasse na cama, ficando por cima do seu corpo.
Passou seus olhos por aquele corpo delicioso e enrolou seu dedo na calcinha fina e puxou o tecido para o lado, expondo a xoxotinha gorda. Louis passou seu dedo entre os labios acariciando seu grelinho inchadinho, sentindo Harry tremer abaixo de si, penetrou somente a pontinha do dedo e apertou sua cintura.
- Lou... - gemeu baixinho e manhosa abrindo mais as pernas, suas mãos apertando os braços fortes de Louis. - Chupa a minha bucetinha, por favor.
Atendendo ao pedido, Louis aproximou sua boca e deixou um beijo em cima da xotinha gostosa, sentindo o cheiro delicioso, lambeu todo seu grelinho ouvindo os gemidinhos manhosos e desesperados da sua garotinha, sua boca se ocupou em chupar aquela bucetinha gostosa inteirinha, enquanto Harry babava em seu rosto todo, puxando seus cabelos de forma desesperada.
Louis chupava o grelinho inchado, o deixando todo vermelhinho, seu dedo encontrou a entradinha molhada e a penetrou, sentindo ela apertadinha. Subiu seus olhos para o rosto corado da garota sorrindo enquanto sua mão passeava pelo corpo delicado, adentrou o tecido da regata, apertando um de seus seios gostosos.
- Abaixa sua regatinha, amor, quero te ver toda peladinha pra mim.
Harry rapidamente abaixou as alças da sua regata, os peitos gordos pulando para fora junto aos mamilos rosados e apetitosos. Louis lambeu os mamilos sensiveis, colocando o na boca, enquanto seus dois dedos ainda fodiam a xotinha melada. Harry gemia alto e apertava os cabelos de Louis, o incentivando a continuar. Os dedos deslizavam pela bucetinha apertada e Harry desejava o pau duro de Louis ali.
Tonlinson soltou os peitos deliciosos e sua mão se fechou no próprio pau o estimulando algumas vezes antes de o direcionar a xotinha aberta da cacheadinha, pressionou a glande inchada e vermelha no local, e penetrou somente a cabecinha, obcecado pelas reações que de Harry, que passou a rebolar sem pudor algum, enquanto gemia, Louis afundou mais seu membro dentro dela, enfiando quase tudo.
- Amor, hum, Louis... - A cacheada arqueou as costas e jogou a cabeça pra trás, dedinhos ágeis agarraram os lençóis ao lado de sua cabeça. - Fode logo, Louis, porra.
Resmungou irritada e o outro riu pelo seu desespero, agarrando seus cabelos e o estocando com força, sentindo a buceta se apertar em seu pau, o barulho de suas peles se chocando ecoando pelo quarto junto ao grito esganiçado de Harry.
- É assim que você quer, vadia? Assim está bom?
Os movimentos do seu quadril eram rápidos e certeiros, seu pau deslizava pelo interior de Harry com facilidade, o som erótico de suas peles se chocando e os gemidos desesperados de Harry faziam a mente de Louis turvar. Suas bolas batiam com força em sua buceta, a deixando avermelhada. A calcinha já havia voltado para entre suas bandas, o tecido se arrastava pelo membro duro que entrava com força dentro de Harry.
- Lou, hum, lou, mais, mais.
- Vadiazinha gostosa.
Louis ergueu as pernas de Harry para o seu ombro, a deixando mais exposta e totalmente a mercê de si. As estocadas eram brutas e certeiras, acertando o pontinho doce. Harry tremia e chorava sobre as mãos de Louis, sua bunda também tomava uma coloração avermelhada pelos tapas que eram tranferidos. Os cachos grudavam em sua testa suada, as bochechas estavam vermelhas e os olhinhos verdes tremilicavam, os movimentos rápidos de Louis em sua xotinha melada fazia seus seios gordinhos pularam.
- To tão-tão molhadinha, Lou. - soltava gritinhos em desespero apertando seus seios que tremilicavam.
- Sua buceta é tão gostosinha, meu amor, poderia passar o dia inteiro te comendo desse jeito. - apertou as coxas grandes indo fundo na garota. - Você é tão apertadinha.
Os olhos azuis fixavam em seu pau entrando na bucetinha melada, os gemidinhos dengosos da sua garota o faziam ficar louco. Abriu as pernas da garota, estocando fortemente, viu quando os dedinhos de Harry encontraram o grelinho inchado e passaram a masturbar ali, enquanto ela olhava para si e mordia os lábios. Mostrando a puta que era, e todinha sua.
- Você me come tão gostoso, Louis, tão bom. Me enche todinha de porra vai.
Aumentando o prazer de ambos, Harry tremeu e sua xotinha se contraiu ao redor de Louis, gozando e babando todo seu pau. Com mais duas estocadas, Louis gozou dentro de si, a enchendo de porra. Deslizando seu pau ainds dentro dela, para aumentar o prazer de ambos.
Tirou seu pau de dentro da namorada e se jogou na cama, viu Harry tirar sua calcinha e a jogar longe, antes de subir em seu colo novamente. Louis sorriu sacana, apertando seu quadril. A cacheada rebolou sobre seu membro, simulando uma quicada apenas para Louis capturar a cena de seus peitos pulando em sua direção. Sentiu o pau do namorado endurecer novamente abaixo de si e encaixou e o em sua xotinha novamente e passando a quicar em seu colo. Gemeu e rebolou sobre o pau gostoso dentro da sua buceta, se esfregando desesperadamente nos gomidinhos do torso definido. Toda desesperada.
Gemidos rouquinhos saiam da boca de Louis também, adorando a forma desesperada que se encontrava a namorada. Estocou com força na buceta meladinha montada em si, e viu Harry revirar os olhos ao gozar novamente, gozando junto também.
A garota resmungou em deleite e se jogou deitada ao lado do namorado, sorrindo totalmente satisfeita.
Onde Harry e Louis se divertem no Halloween, ou não?..
Avisos.
- CNC!!!
- Harry Intersex.
- Um pouco de Overstimulation
- Desuso de camisinha.
- Asfixiofilia
- Dracifilia
- Spit kink
- Degradação
- Harry vai urinar em um determinado momento e o Louis vai acabar urinando também.
- Harry também vai acabar desmaiando no final da cena.
[…]
Harry bufou irritada, correndo entre as pessoas da festa, esbarrando e pedindo desculpas até chegar do lado de fora da casa, onde ainda tinham muitas pessoas bebendo e dançando. Ela respirou fundo e foi andando até um parque afastado da festa, com sua fantasia de vampira, ela se sentou em um balanço pegando seu celular e mandando uma mensagem para o irmão.
● Maninho:
Tem como você vim me buscar?
Papai e mamãe estão em casa?
Alguns minutos depois ele respondeu que ia demorar um pouco para ir buscá-la e que seus pais tinham saído para casa dos seus avós. Harry apenas mandou um ok, se balançando devagar no balanço, o parque deserto e meio escuro afastado de onde a festa acontecia.
Era Halloween e Harry amava essa época do ano, doces, fantasia, festas, tudo que ela mais gostava. Mas agora ela estava irritada e triste, estava na festa de uma colega da escola e se irritou quando estava conversando com o garoto que gostava e sua “amiga” simplesmente entrou no meio da conversa e começou a flertar com ele na sua frente.
Ela bufou irritada e saiu correndo da festa ignorando totalmente o chamado das suas outras amigas. E agora ela estava ali, triste, sozinha, e muito puta por que perdeu a oportunidade de ficar com o garoto bonito da festa.
Olhou no seu celular e eram quase duas da manhã, fazia um frio no parque deserto e Harry se assustou quando um cachorro passou correndo entre as árvores, a música da festa tocava longe e ela se encolheu como pode dentro da sua fantasia que não cobria quase nada do seu corpo.
Vampira era a fantasia que quase todos pensavam para uma festa de Halloween. Mas Harry não teve tempo de pensar em uma fantasia boa o bastante para a festa, então resolveu ir com o padrão de sempre. O vestido preto curtinho, junto com uma capa vermelha que agora estava em seu colo, um colar de pedras vermelhas no seu pescoço, e em seu rosto o sangue falso escorria pelo canto da boca, a maquiagem com sombras vermelhas e pretas realçava seus bonitos olhos verdes.
Seu celular vibrou e era seu irmão dizendo que talvez demorasse mais um pouco, ela revirou os olhos irritada e não respondeu. Ah o seu irmão.. o seu querido e irritante irmão, Louis Tomlinson, o garoto do qual as suas amigas babavam e deixavam uma Harry ciumenta com os elogios que ele recebia.
Louis e Harry sempre tiveram uma relação de amor e ódio, naquele momento mais para ódio da parte de Harry, por que ela sabia que o seu irmão provavelmente estava em uma festa, e por isso estava demorando tanto para lhe buscar e pensar na possibilidade de Louis em uma festa com muitas garotas em cima dele deixava Harry irritada.
Vamos se dizer que os dois tinham segredos muito sujos juntos, foi uma coisa que aconteceu e foi acontecendo mais vezes sem Harry se dar conta. Ela lembra bem da primeira vez que aconteceu, e lembrar desses momentos a deixava com um tesão que ela nem entendia o porquê.
[…]
Foi quando ela tinha 16 anos e Louis 19, eles estavam sozinhos em casa, era um dia normal, eles brigando o dia todo, se xingando e depois juntos como se nada tivesse acontecido. Eram umas três horas da manhã quando Louis decidiu que iria lavar o banheiro pois estava no tédio.
Harry inocente, decidiu ajudar o irmão pois também estava no tédio, então eles foram juntos, Louis apenas de cueca e Harry apenas de calcinha e sutiã, ela não sabe bem como de fato aconteceu, mas lembra que eles estavam sentados no chão descansando depois de quase morrer esfregando os azulejos, que Harry percebeu o pau duro de Louis na cueca molhada.
Ela franziu o cenho lembrando dos pornôs que assistiu, olhou para o rosto de Louis que estava olhando para cima tentando pensar em coisas nojentas para fazer seu pau amolecer, quando sentiu a mão pequena e quente da sua irmãzinha tocar na cabecinha molhada por cima da cueca.
- O que você tá fazendo? - Louis perguntou, nem ele entendendo por que caralhos estava de pau duro. Harry apenas lhe olhou incerta, pensando antes de responder: - Lou.. eu vi uns vídeos no computador e você tá igual os caras dos vídeos, e eu sei de uma coisa que pode ajudar.
Louis lhe olhou com os olhos azuis arregalados e apenas concordou com a cabeça, tirando seu pau duro da cueca molhada, suspirando aliviado quando passou o dedão na cabecinha vermelha toda molhadinha de pré gozo.
Harry ainda incerta pegou no pau duro do irmão sentindo-o quente e pesado na sua mão, começando movimentos desajeitados para cima e pra baixo, os olhos fixos nas veias saltadas e na cabecinha vermelha brilhante.
Louis tentava ao máximo controlar seus gemidos, a mão quente da irmãzinha descendo e subindo rápido no seu pau sensível, prendeu os dentes entre os lábios quando ela apertou de leve só a cabecinha, pré gozo saindo da fenda pequena.
- Hmm.. - Ele gemeu, Harry ainda sem entender o porquê do pau do seu querido irmão não está amolecendo ou saindo aquela coisa estranha que ela viu no vídeo, perguntou a ele de forma confusa: - Por que não tá dando certo Lou? - Ela falou trocando de mão pois seu pulso já estava doendo.
- Você pode colocar na boca, eu acho que ajuda bebê. - Louis disse malicioso, Harry parou por um momento olhando pro pau delicioso na sua frente, mas ela ainda não estava pronta, então negou com a cabeça, se afastando.
- Acho melhor não Lou. - Ela disse vendo agora o próprio masturbar o pau duro rapidinho, gemendo baixinho.
- Ok princesa não precisa por, só coloca a mão e ajuda o seu maninho a gozar? - Ele pediu, Harry apenas concordou com a cabeça se aproximando de novo e deixando Louis guiar suas mãos para as bolas pesadas apertando ali enquanto ele trabalhava sua mão pra cima e pra baixo com força, seus gemidos ficando mais altos.
Harry sentia sua calcinha molhando, olhando a forma como os olhos azuis lhe olhavam cerrados e os gemidos deliciosos que ele dava, junto com o pau com a cabecinha gorda e vermelha, as veias saltadas e as bolas pesadinhas na sua mão.
- Porra Harry isso.. - Louis gemeu quando ela passou o dedo curioso na sua fenda, ele olhou pros seus peitinhos que ainda cresciam e na sua calcinha rosinha clara, gozando no chão do banheiro e na mãozinha quente da menina, que arregalou os olhos e as lavou rapidamente no chuveiro.
[…]
Bom depois daquele dia as coisas só aconteceram de novo, e Harry perdeu a virgindade com o irmão, as transas aconteciam quando seus pais não estavam em casa ou quando eles eram mais corajosos transavam tentando ser silenciosos pros pais não ouvirem.
Louis e Harry sabiam que aquilo era errado, mais não podiam controlar a atração que sentiam sendo mais forte que qualquer pensamento no momento, mas eles não tinham nada, e nem podiam, eram irmãos. E Harry odiava isso por que sabia que Louis transava com outras pessoas, namorava outras pessoas, menos ela.
Estava distraída pensando no quão bom Louis é, quando se assustou com um barulho atrás de si, virou para trás alarmada, não vendo nada além de árvores e os outros brinquedos do parque.
- Quem tá aí? - Ela perguntou alto, porém nada aconteceu, a rua estava deserta e a música da festa já não tocava mais, ela ligou o celular vendo apenas as mensagens de Louis lhe dizendo que demoraria para pegá-la, quando estava quase ligando para ele, outro barulho lhe assustou.
Ela atravessou a rua correndo, esquecendo sua capa e dentes falsos no balanço, assustada demais para lembrar disso agora, ligou para Louis rapidamente, ouvindo passos pesados correndo atrás de si. Louis não atendia e ela já sentia suas lágrimas descerem dos seus olhos com medo.
- Merda! - Xingou baixinho quando teve que parar, cansada demais para continuar correndo, se encostou em um poste tentando regular a respiração, não ouvindo mais os passos pesados, ela olhava para frente assustada, a rua deserta, meia escura.
Seu coração parou no peito quando sentiu uma mão tampar a sua boca, fechou os olhos com força quando ouviu a voz rouca e baixinha dizer: - Se ficar quietinha eu não te machuco.
Harry estava tão assustada e com medo que não percebeu que conhecia aquela voz muito bem. Abriu os olhos quando foi puxada para dentro da floresta, seu desespero falando mais alto, tentando se livrar do aperto no seu braço, mas o homem apertava com força, Harry olhou para ele, percebendo agora que ele estava vestido com roupas totalmente pretas e no seu rosto estava uma máscara de palhaço assustadora.
- Não por favor, me deixa ir por favor.. - Pediu entre as lágrimas, quando foi empurrada para se deitar com as pernas abertas na grama, o homem ficou em cima de si, segurando seus pulsos contra o chão, ajoelhado no meio das suas pernas.
- Fica caladinha boneca, prometo que não machuco. - Ele disse rouco, Harry apenas negou com a cabeça, ela parou quando ele apertou com força seu maxilar a forçando a ficar com a cabeça parada, só aí. Harry percebeu os olhos azuis pela máscara, brilhando na sua direção, Harry abriu a boca tentando entender o que estava acontecendo.
- Quem.. quem é v-você? - Ela perguntou com medo, o mais velho apenas negou com a cabeça, descendo a mão para o pescoço branquinho de Harry, o sangue falso na boca dela, manchado junto com a maquiagem dos olhos pelas lágrimas.
- Eu mandei você ficar calada sua puta. - Ele apertou seu pescoço, Harry arregalou os olhos sentindo a falta de ar, ela tentou se soltar, mas não conseguiu, começando a se debater no chão, sem ar.
- Shh.. sh.. quietinha bebê. - Ele falou, tentando segurar o corpo da menina parado, Harry estava quase apagando quando ele soltou seu pescoço, ela tossiu algumas vezes, o vestido preto subindo com seus movimentos brutos no chão tentando se soltar.
- Por favor.. não. - Ela pediu quando ele segurou seus pulsos juntos, pegando uma fita ao lado do seu corpo e os prendendo apertado. Harry apenas chorava com medo, e assustada demais para perceber o apelido que só uma pessoa usava com si.
- Prometo que você vai gostar, vou fazer você gozar bem gostoso. - Ele falou baixinho, Harry desesperada e com medo, gritou alto pedindo socorro e tentando se levantar, o mais velho irritado deu um tapa forte no rosto da menina, ela que se calou no mesmo momento, sentindo a bochecha esquentar.
- Sua vagabunda desobediência, você tá me irritando! - Ele falou, Harry chorava com medo e conseguiu dizer em um suspiro: - Por favor não me machuca.
- Se você gritar de novo eu vou bater na sua cara até você desmaiar e ai eu vou te foder e usar seu corpo até você não aguentar mais. - O mais velho disse irritado cravando as curtas unhas no rosto vermelho de Harry. A menina apenas assentiu chorando, vendo os olhos azuis observando seu desespero com satisfação.
- Muito bem Harry, agora você vai usar essa sua boquinha de puta pra me engolir inteiro. - O mais velho falou, Harry apenas negou com a cabeça, chorando e sentindo seus pulsos doerem com a fita os apertando.
Ele ignorou seu choro, subindo mais até estar de joelhos entre a cabeça da menina, que tinha os braços a cima da cabeça, o mais velho segurando-os parado ali, enquanto observava os olhos verdes molhados olhando pra si.
- Eu não- Foi cortada quando o mais velho subiu um pouco a máscara, a menina podendo ver os lábios finos vermelhos e a barba aparada, logo fechando os olhos quando sentiu o cuspe dele cair perto dos seus olhos.
- Você não tem o que querer aqui Harry. Eu vou usar seu corpo até estar satisfeito e você só vai obedecer e aceitar tudo o que eu tenho pra te dar. - Ele disse rígido espalhando a saliva com as lágrimas da menina que, negava com a cabeça chorando baixinho.
O mais velho abriu rapidamente os botões da sua calça, tirando o pau duro e pesado pra fora. A cabecinha vazando pré gozo só de ver o rostinho choroso e acabado de Harry.
- Abre a boca. - Ele mandou, a menina negou forçando os lábios juntos.
Ele se irritou e desceu um pouco o corpo, segurou o pescoço de Harry parado dando tapas no rostinho vermelho com força, a menina chorava com os olhinhos fechados tentando lhe empurrar com os pulsos juntos.
- Eu não quero por favor! - Ela disse chorando, o mais velho, no entanto não ligou, desceu um último tapa forte no rostinho vermelho, Harry chorou alto sentindo sua bochecha arder, abriu os olhos assustados quando dois dedos foram enfiados de vez na sua boca.
- Eu já estou cansado dessa porra, eu vou te comer não adianta tentar impedir sua vagabunda. - Ele disse alto, Harry apenas chorava com os dedos na boca. - Seu corpo é meu sua cadela, meu pra fazer o que eu quiser, e você só fica calada e aceita, como um buraco apertado que eu vou usar pra enfiar meu pau.
Deu mais tapas no rostinho vermelho, Harry apenas assentiu sem forças para empurrá-lo. O mais velho tirou os dedos da boquinha gostosa, voltando a posição de antes e enfiando fundo seu pau na boquinha molhada.
- Hmm… - Ele gemeu rouco segurando os pulsos dela contra o chão, e movendo seu quadril pra baixo, fodendo sem pudor a garganta de Harry, que chorava e tentava respirar pelo nariz.
O mais velho socava com força sentindo o aperto da garganta de Harry em todo seu pau, ele olhou pra baixo e viu o rostinho vermelho dela e os olhos arregalados gemendo em volta do seu cacete.
- Isso caralho.. - Ele gemeu quando socou fundo e ficou parado, ouvindo com satisfação o som de engasgo que ela fazia, se afastou batendo com o pau na boquinha vermelha e nas bochechas de Harry, masturbou seu pau todo babadinho e deu um tapa forte no rostinho choroso da garota.
- Gostoso pra caralho bebê. - O mais velho falou se abaixando e passando suas mãos nas coxas grossas, subindo o vestido preto de Harry e sorriu quando viu a calcinha branca de renda molhada.
- Você é tão desesperada, já está toda molhada e eu ainda nem comecei.. - Ele falou sorrindo e Harry revirou os olhos sentindo os dedos grossos roçar no seu grelinho durinho.
- Aw- Não.. não.. - Harry tentou negar, fechando suas pernas com força.
O mais velho se irritou e desceu um tapa forte na coxa grossa virando com brutalidade o corpo de Harry no chão, segurou as mãos amarradas nas costas e levantou o vestido todo, rasgando a calcinha branca quando puxou com força.
- Por favor.. - Harry falava chorando e se molhando ainda mais, não entendendo por que estava gostando tanto de tudo aquilo.
- Eu tentei Harry, mas você é muito desobediência e agora você vai aprender a ficar quietinha. - Ele falou, virando o rostinho de Harry pro lado e cuspindo em cima, deu um tapa forte na bochecha vermelha e cuspiu de novo espalhando a saliva com as lágrimas. Ele pressionou o rosto acabado da menina contra o chão, falando perto do ouvido dela baixinho: - Agora eu vou te foder até você perder a consciência, e aí eu vou te foder ainda mais até você acordar, sua vadia.
O de olhos azuis abriu a bunda macia de Harry e viu o cuzinho vermelhinho piscando e a xotinha toda babadinha. Ele sorriu de lado e cuspiu no cuzinho vermelho, vendo seu cuspe escorrer até a xoxota. Pegou seu pau todo babadinho e passou pela entradinha da xotinha que não parava de se contrair.
- Tão quente e apertada bebê.. - Ele falou quando enfiou só a cabecinha, Harry tentava segurar seus gemidos, as lágrimas secas por todo seu rosto junto com o cuspe do mais velho, ela fechou os olhos quando sentiu um tapa forte em cima da xotinha.
- Eu vou acabar com essa sua boceta, quero ver se ela vai continuar tão apertadinha depois que eu comer ela bem gostoso hmm.. - O mais velho falou gemendo quando enfiou o pau na xotinha aperta e molhada, ele parou por um minuto vendo o rostinho vermelho de Harry, afastou a franja dos olhos e segurou na nuca dela empurrando contra o chão e começando com as estocadas brutas.
- Awn.. - Harry deixou escapar quando sentiu o pau estocando bem no seu pontinho G. O seu corpo todo doía pela posição e ela se molhava ainda mais escutando os gemidos roucos do mais velho em cima de si.
Ele estocava com força e deu um tapa forte na sua bunda, Harry começou a gemer sem parar sentindo aquele pau grande lhe fodendo tão bem, quando ouviu ele gemer mais alto e abrir sua bunda, rapidamente tentou escapar.
- Não! Dentro de mim não por favor… - Ela falou quando ele aumentou a força das estocadas, ela sentiu o pau pulsando dentro de si, ele segurou nos seus braços juntos e deu uma sequência de tapas na sua bunda ignorando totalmente a sua fala.
- Vou deixar você tão cheia oh.. - O mais velho gemeu quando estocou mais duas vezes e gozou, ele parou regulando a respiração e virando o corpo de Harry pra frente de si, viu o rostinho vermelho dela enquanto negava, chorando de novo.
- Por que está chorando bebê? - Ele perguntou acariciando o rostinho vermelho de Harry, ela apenas fechou os olhos sentindo a porra quente do mais velho escorrer até o seu cuzinho apertado.
O de olhos azuis ignorou o chora da menina, passando o pau ainda duro no grelinho vermelho, recolhendo a sua porra com os dedos e enfiando com força na boca de Harry, ela apenas chupou com vontade, seus olhos verdes molhados e o rostinho todo vermelho.
- Minha putinha gulosa. - Ele falou sorrindo quando Harry passou a língua nos seus dedos chupando com vontade toda sua porra, ele tirou os dedos da boca da garota e desceu para seus peitos, apertando-os com força, enquanto esfregava seu pau por toda a xotinha melada.
- Hmm Lou.. - Harry gemeu quando ele enfiou só a cabecinha na entradinha pulsante, ela contraiu a boceta apertando o pau do mais velho dentro de si, ele gemeu e segurou no seu pescoço enquanto enfiava o pau com força e tirava devagar.
- Olha que vagabunda boa, aperta meu pau bem gostoso só porque sabe que eu gosto não é Harry? - Ele falou gemendo, Harry em resposta apenas gemeu alto, ele deu um tapa fraco na sua bochecha vermelha e ela abriu os olhos, o mais velho sorriu e juntou suas bocas começando um beijo desajeitado sem parar com estocadas.
- Awnn Lou isso eu tô q-quase.. - Harry gemeu quando ele desceu o dedo pro seu grelinho vermelho, esfregando com força enquanto aumentava a velocidade das estocadas, ela chorava de prazer sentindo aquele pau grosso meter tão bem dentro de si.
- Goza pra mim bebê, goza no pau do seu irmãozinho. - Ele falou baixinho e cuspiu no rosto de Harry, ela gritou arqueando as costas no chão e gozando, sua boceta contraindo com força enquanto o mais velho continuava estocando e esfregando seu grelinho sensível.
- Espera.. - Ela falou entre gemidos, o de olhos azuis não parou de estocar e a sua bocetinha estava sensível. Ela abriu os olhos vendo o mais velho com a cabeça jogava pra trás gemendo rouco e socando o pau com brutalidade dentro de si.
- Porra Harry, você é tão boa.. gostosa pra caralho com essa sua boceta tão apertada. - Ele falou gemendo, Harry arregalou os olhos quando ele enfiou dois dedos junto com seu pau dentro de si, enfiando com força, enquanto olhava nos seus olhos através da máscara.
- Tá doendo, por favor.. n-ão oh! - Harry gemeu ela fechou os olhos e seu baixo ventre formigou e antes que ela conseguisse avisar, ela gozou e esguichou expulsando o pau do mais velho pra fora e urinando logo em seguida.
- Caralho Harry como você é suja..- Ele falou gemendo quando enfiou o pau de uma vez na boceta toda molhada, Harry abriu a boca pra gritar mas não saiu som algum, ela apenas fechou os olhos sentindo minutos depois a porra quente dele preenchendo sua boceta, também sentiu alguma coisa molhada nas suas coxas.
- Você acabou comigo bebê, porra. - Ela o ouviu dizer, enquanto passava os dedos no seu grelinho vermelho, o mais velho sorriu vendo a bagunça que deixou ali, a entradinha da pepeca se contraindo sem parar toda molhadinha de porra e urina.
- Eu vou cuidar de você agora. - Harry conseguiu ouvir ele dizer, antes de desmaiar de cansaço.
[…]
O sol da manhã entrava pela cortina do quarto de Harry, ela abriu os olhos sonolentos e se mexeu na cama sentindo todo seu corpo dolorido, as lembranças da noite anterior começando a clarear na sua mente.
Ela bocejou e levantou da cama, suas pernas tremeram e ela sentia sua florzinha arder. Resmungou e foi para seu banheiro, vendo seu reflexo destruído no espelho, seu pescoço tinha marcas de dedos e ela conseguia ver os chupões perto do seu peito e pelo pescoço.
Revirou os olhos e fez sua higiene matinal, depois saiu do quarto e desceu para sala, a casa estava silenciosa, mas ela sentiu o cheiro de bacon vindo da cozinha. Foi até lá e encontrou apenas seu irmão, sem camisa e de shorts fazendo o café da manhã.
- Louis. - Ela falou baixo. Louis virou pra si e franziu o cenho observando seu rosto e seu pescoço cheio de marcas.
- O que porra aconteceu com você? - Ele perguntou quando desligou o fogão e se aproximou.
- Como assim?
- Harry? Você tá com marcas de dedos no pescoço e cheia de chupões. - Ele disse.
- Eu sei seu idiota, foi você quem fez isso. - Ela disse como se fosse óbvio.
- Eu? Harry, eu estava indo te buscar ontem e não te vi no parque, como isso fui eu?
- Louis como assim.. eu e você a gente.. transou ontem. - Ela falou baixinho. - Lembra? O que a gente combinou de fazer..
Louis apenas parou por um minuto, ele pegou o celular e digitou alguma coisa olhando pra Harry e em seguida mostrando o celular para ela.
- Eu não te encontrei ontem Harry.. olha as mensagens que eu deixei pro seu celular.
Harry arregalou os olhos vendo as inúmeras mensagens de Louis pra si, ela começou a entrar em desespero, sua mente confusa demais para racionar algo.
- Mas.. você me pegou, Louis a máscara.. os seus olhos, para de brincar com isso! - Ela disse um pouco mais alto.
- Eu não estou brincando Harry, eu não te encontrei ontem e voltei para minha festa. Quando eu cheguei em casa você já estava dormindo. - Louis disse sério.
- Lou.. - Ela disse chorando e correu pros braços do irmão, enquanto ela chorava baixinho no seu ombro Louis apenas tentava entender o que tinha acontecido.
“[laughs] Yeah I do still know him! I used to be in a band with him! Do you know him? You don’t know him? But you know of him! Yeah, yeah! No, we’re not in a band anymore, so that’s what happens. Yeah, still good friends with him. Still very, very proud of him. Taking over the world, definitely.”
-Louis’ response on whether he still knows Harry Styles and if he doesn’t, why doesn’t he know him anymore 😭😭 (12 June 2025)