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- se tiver algum erro me perdoem, corrigi na pressa!
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Louis soltava a fumaça do cigarro de menta formando um bico em seus lábios, a fumaça sumindo pelo ar conforme saía de sua boca. Os olhos fechados e a cabeça jogada pra trás enquanto escutava a baixa melodia de alguma música que vinha do quarto de sua irmã, melodia essa que ficou mais alta e logo em seguida passos rápidos e barulhentos vinham pela escada da sala.
– LouLou, onde você vai? – o corpo miúdo coberto apenas por uma das camisas de Louis.
– Em uma festa com uns amigos, doce.
Os olhos brilhavam toda vez que algum apelido saía da boca de Louis, a garota sempre foi mais carente e Louis sabia que a culpa era da mãe de Harry, Anne e de seu pai Mark. Já Nathalie, mãe de Louis fazia questão de demonstrar o tanto que amava a jovem garota.
– Mas sua mãe e o papai disseram que eu não posso ficar sozinho – o bico em seus lábios era pra que Louis tivesse pena de si, as mãos mexendo na bainha da camisa com os olhos baixos.
‐ Não acho que lá seja um lugar pra garotinhas como você Harry. – Louis sugava a fumaça novamente.
– E porque não? Eu prometo que fico queitinha, no seu colo se quiser – os olhos pidões olhavam diretamente pra Louis pra que o mais velho o levasse.
– Querida, não acho que seja uma boa ideia.
Louis estava relutante, a garota tinha só dezoito anos, esse que acabará de completar, uma festa regrada de bebidas, maconha, funks com letras sujas e as vezes até sexo em público não era lugar pra uma garota quieta e reservada como Harry.
– Loulou por favor – a menina se pôs sobre o seu colo, os dedos apertando os cabelos de Louis, e os lábios deixando beijos pelo rosto como se isso fosse mudar a ideia de Louis. – Eu vou te obedecer, eu vou ser boazinha, ficar quieta, no seu colo se quiser.
Louis não podia resistir, os lábios vermelhos e molhados formavam bicos grandes e os olhos se enchiam de lágrimas conforme falava, o corpinho todo em cima de seu colo não facilitava sua mente suja de imaginar a garotinha quieta em seu colo como se fosse sua.
A garota continuava lhe olhando esperando pela resposta, essa que Louis tinha medo, mas o que ele podia fazer, ela já tinha dezoito anos se implorou pra que Louis a levasse junto que mal tinha.
‐ Tudo bem doce, eu te levo – um sorriso grande tomou conta de seu rosto enquanto as mãos se batiam como se estivessem agradecendo à Louis. – Mas tem que prometer que vai me obedecer e ficar quietinha.
– Eu fico, eu prometo que fico Lou.
– Ótimo, vá se trocar, logo logo nós vamos.
A menina subiu em disparada pro seu quarto subindo dois degraus de uma vez, completamente ansiosa, enquanto Louis na sala terminava de fumar seu cigarro.
[...]
Alguns minutos depois Harry descia a escadas vestindo uma minúscula saia jeans, as pernas brancas e brilhantes totalmente de fora, em seus pés um vans preto, na parte de cima um cropped de cor creme que cobria minimamente seus seios gordinhos deixando-os evidente pelo decote. Seus cachos como sempre caiam por seus ombros e em seu pescoço adornava um colar com sua inicial em dourado.
Louis se praguejou, ele não podia desejar tanto assim sua irmã, mas percebia que a garota também se oferecia até demais pra ele e não era de hoje.
– Tô pronta. – a voz animada tirava o mais velho do transe.
– Você tá perfeita, princesa. – Louis a elogiou a rodando pelo tapete da sala.
– Para seu bobo.
As bochechas coravam fortemente toda vez que Louis a elogiava ou a apelidava de forma carinhosa. Nunca tinha visto Louis como um irmão, nunca se viram dessa forma, se viam como melhores amigos e talvez fosse por esse motivo que Harry alimentava a sede que tinha de fazer coisas pecaminosas com Louis. A cacheada não era tão boba quanto pensavam.
– Vamos, cachinhos?
– Por favor Louis – a voz demonstrava tamanha euforia da menina.
[...]
A música alta ressonava por toda a casa grande, as batidas deixando o corpo de Harry alvoroçado, suas mãos junto da de Louis enquanto esse último pagava o uber qual havia levado os dois até a casa de Breno, melhor amigo de Louis e dono da festa.
Os olhos de Harry varriam toda a varanda da casa vendo milhares de corpos espalhados pela grama, copos com bebidas coloridas, pessoas dançando conforme as batidas, algumas garotas rebolavam no pau de alguns garotos e outros beijavam fervorosamente, o que deixava Harry pegando fogo, fazia tempo que não beijava na boca e ver tantas coisas sujas assim o deixava pingando.
– Eii! Harry! – Louis balançava o corpo do garoto.
– O-oi desculpa Lou – Harry corava fortemente.
Louis puxou Harry pelos braços o levando pra dentro da casa, a batida fazia cada célula do corpo de Harry pulsar nervosamente, suas mãos suavam juntas da de Louis conforme eles entravam na multidão da casa.
O som ficando cada vez mais alto conforme se aproximavam da sala da casa de Breno, as pessoas já bêbadas gritavam a letra pejorativa do funk e pulavam derrubando todo o líquido do copo em seus próprios corpos ou no chão branco -que agora já ficava em cor escura e suja.
Os dois pararam na cozinha, alguns copos postos sobre a ilha da cozinha, as bebidas junto dos copos coloridos, algumas bebidas pela metade e algumas completamente cheias. Louis se surpreendeu mesmo quando Harry soltou sua mão pra pegar um dos copos enchendo de vodka bebericando-o em seguida.
– Uh, então a princesinha do papai não é tudo isso? – Louis cruzou os braços.
Harry riu contido virando mais um gole da vodka em sua boca, Louis estava boquiaberto, jamais imaginaria que sua irmãzinha que ficava o dia todo em seu quarto, lendo, ouvindo músicas e pintando suas pequenas unhas bebia coisas alcoólicas como estava fazendo.
– Vamos, Lou, pare de fingir que não faz essas coisas.
Harry nem reparou quando Louis tirou o copo de sua mão e em uma golada só virou todo o líquido ardente sem fazer careta alguma. A boca de Harry se abriu em espanto, enquanto Louis arquear as sobrancelhas, o mais velho abriu mais uma vez a garrafa enchendo dessa vez dois copos segurando-os em uma mão só pra em seguida puxar Harry pelas mãos pra parte de fora da casa.
A piscina com a agua gelada e brilhando pelas luzes coloridas que iluminavam. A cadeira posta no canto escuro sendo o lugar perfeito pra Louis e Harry se sentarem, Louis se sentou primeiro em seguida deixando batidinhas em sua coxa pra que Harry se sentasse como prometido.
E o menino fez, as pernas fechadas não deixando que a bucetinha fosse vista. As mãos grandes se apossaram da cintura fininha enquanto a outra segurava o copo cheio da bebida, a cada gole que Harry deixava na bebida Louis apertava sua cintura, o que era um sacrifício pra Harry segurar os gemidos em sua garganta.
As músicas sujas e com as batidas envolventes deixavam Harry um pouco eufórico, a vontade que ele tinha de se levantar do colo de seu irmão e simplesmente rebolar sua bunda era gigantesca, mas ele tinha prometido que ficaria quietinho no seu colo e então faria.
A fumaça do baseado que Louis fumava vinha diretamente em sua cara fazendo com que ele fechasse os olhos e aproveitasse da brisa com cheiro da marola. Abriu seus olhos e com um bico manhoso pediu à Louis uma pequena tragada do baseado, sendo atendido prontamente ao que Louis colocou-o em sua boca permitindo que ele soltasse a fumaça pro ar.
– Acho que não é uma boa garota como finge ser não é, princesa? – a voz rouca e arrastada sussurrava em seu ouvido fazendo-o arrepiar.
A menina nem mesmo respondeu, apenas bebeu o último gole da bebida -já se passava do terceiro copo- ardente de seu copo. Louis podia notar que sua irmã já ficava minimamente bêbada, o corpo ainda em seu colo mas já um pouco mais mole do que quando haviam chegado.
Louis por pura segurança segurou a menina com mais força, enquanto ainda fumava pôde notar que a garota rebolava sobre sua coxa conforme a batida da música alta, as coxas branquinhas se apertavam como se estivesse a procura de alívio.
As mãos de Louis em sua cintura apenas fazia com que a menina se sentisse ainda mais tentada, sua bucetinha piscava conforme seus quadris rebolavam na coxa de seu irmão, os lábios gordos fazendo uma fricção no grelinho por estar livre de qualquer peça íntima. Tomlinson não pode deixar de notar o quanto as mãos pequenas e com as unhas pintadas apertavam as coxas, como se estivesse de alguma maneira se segurando.
A cabeça tombava pra trás junto de olhos fechados imaginando coisas impuras e sujas enquanto rebolava no colinho de seu irmão. Esse último que já havia terminado seu cigarro e agora apenas prestava atenção em cada pequeno e mínimo movimento de sua irmã. Notou quando a menina começou a se mexer mais nervosamente como se estivesse realmente necessitada.
– Amor, o que está havendo? Conte pro Louis, eu posso te ajudar – Louis era um cafajeste de mão cheia.
Viu a menina formar uma cara assustada e em seguida levar as duas mãos pra boca como se tivesse sido descoberta. Os olhos repletos de lágrimas e os lábios um pequeno bico enquanto sussurrava à Louis
– É minha bucetinha Lou, ela tá molhando tanto – os lábios foram mordidos pelos dentes branquinhos – Tá piscando tanto. Por favor me ajuda Lou. Faz alguma coisa por favor.
As lágrimas já escorriam por seu rosto indicando o quão necessitada a menina se encontrava.
‐ Poxa babe, por que não me disse antes? Eu posso te ajudar.
Sem mais nem menos Louis levou dois de seus dedos aos lábios vermelhos de Harry, se afundando na boquinha quente em seguida os retirando repletos de saliva quente. Os dedos adentraram a saia e procuraram pela renda da calcinha o que foi em vão já que a menina não vestia, tudo que encontrou foi a bucetinha lubrificada e totalmente apertada pelas coxas juntas.
A saliva quente ajudando nos movimentos circulares que Louis deixava no grelinho, ganhando pequenos gemidos baixos de Harry. As pernas tremiam conforme os dedos de Louis se esfregavam no grelo inchado e pulsante, logo descia os dígitos pra grutinha totalmente encharcada socando os dois dedos á fundo na menina tirando um gritinho dela.
– Isso.....Lou, é t-tão bom – os dedos apertavam os cabelos da nuca de Louis como se descontasse ali seu tesão.
Louis estava vidrado em cada movimento e gemido que Harry soltava, os olhos se fechavam conforme os dígitos compridos de Tomlinson abusava de sua xotinha molhada e apertadinha, os barulhos molhados quase inexistente pelo som alto que vinha da casa, tudo ficava ainda mais gostoso sabendo que estavam em público e provavelmente poderiam ser pegos.
Uma das mãos de Louis subiu pros peitinhos amassando-os entre os dedos, os suspiros aumentando gradativamente, a pele clarinha mudando pra uma cor vermelha. O pescoço tombando pro ombro de Louis, todo seu corpo sendo respondido com os estímulos gostosos que recebia do irmão.
Harry podia sentir o melzinho escorrendo pelos dedos de Louis e pelos lábios gordos da bucetinha, as coxas se mexiam nervosamente, Styles podia negar mais sentir o tamanho do caralho de Louis marcando em seu shorts o deixava ainda mais necessitado. As mãos timidamente foram pro cacete, o apertando arrancando um suspiro de Louis, as veias saltadas podendo ser sentidas pelas mãos de Harry.
– Hm Loulou, você tá tão duro maninho, deixa eu t-te ajudar também – a voz manhosa e baixa sendo sussurrada perto do ouvido de Louis.
Louis não queria pensar nisso, mas foi impossível não pensar na bucetinha de sua irmã aquecendo seu pau tão gostoso, a buceta molhada e apertada engolindo todo seu caralho. A cara pidona que a menina fazia deixava Louis ainda mais desejoso.
– Amor, o que você acha de nós dois nos ajudarmos? Hm? Responde pro Lou – As mãos de Louis agora acarinhavam as bochechas branquinhas de Harry.
– Sim, sim Lou, me diga o que eu tenho que f-fazer, eu posso a-ajudar – os olhos atentos a Louis, a boca minimamente aberta e as mãos segurando o braço de Louis. Ela estava realmente necessitada.
Louis não sabia como mais podia sentir ainda mais pré-porra sair de seu cacete.
– Amor, sua buceta tá tão molhada e ela é tão apertada, porque você não aquece o pau do LouLou? Você pode me aguentar fundo nessa sua bucetinha, não pode? – a respiração de Harry estava descompassada, os olhos fechados fortemente e a boca sendo mordida forte a deixando vermelha. – Você pode me ajudar doce?
Harry não podia negar um pedido desse, mas não podia esquecer que ele e Louis eram irmãos e esse ato era errado.
– Mas Lou, não é errado?
– Amor, ninguém precisa saber, será o nosso segredinho o que acha? – Louis era um cafajeste e tanto. – Você precisa e eu também, Louis vai ficar tão feliz sabia? – a menina se aninhava nas mãos de Louis como uma gatinha pidona.
Um gemido saiu da boca de Harry quando a mão de seu irmão desceu pra seu pescoço apertando-o, e a outra pros seus peitinhos. A mal iluminação do lugar onde eles estavam, facilitavam que Louis fizesse tudo sem ser visto.
– E-eu posso Lou, eu vou te ajudar, eu vou aquecer seu pau na minha bucetinha.
Antes que Louis fizesse qualquer coisa Harry levantou sua saia e esfregou sua bucetinha no caralho grosso e marcado sujando o shorts com o melzinho transparente, provocando Tomlinson, esse que não pôde aguentar, segurou a cintura fortemente e em um movimento só enfiou todo seu caralho na bucetinha da garota.
A menina se sentou sobre o colinho de Louis sentindo todo o caralho dentro de si, pulsando e lhe preenchendo deliciosamente bem. As mãos de Louis seguravam a garota no lugar a deixando paradinha, as pessoas que andavam em volta da piscina notavam os dois ali mas jamais imaginariam que Harry estaria com o pau de seu irmão atolado em sua buceta.
Louis segurava os gemidos em sua garganta porém Harry era mais escandalosa e não segurava, a menina gemia altinho toda vez que a cabecinha do pau raspava em seu ponto G. Mesmo com toda a adrenalina correndo por suas veias Louis pôde ver Breno vindo na direção dos dois com um copo em uma das mãos enquanto fumava um baseado.
– Breno está vindo, se comporte e não aja como uma putinha, amor. – os dedos apertaram os seios de Harry com força arrancando um grito baixo dele.
A saia de Harry estava abaixada, porém a bucetinha ainda esquentava o cacete por debaixo dela, o rosto de Harry já ficava vermelho, suor escorrendo por sua testa afinal, não era nada fácil aguentar Louis dentro de si fingindo que não tinha nada. Viu Breno se aproximar e com um sorriso grande no rosto cumprimentar os dois, Harry não pôde deixar de perceber o olhar desejoso que recebeu do melhor amigo de seu irmão, e pelo apertão que recebeu em sua cintura Louis também havia notado.
─ E aí cara! ─ o moreno de olhos castanhos sorriu grande. ─ Tudo bem, bonitinha? ─ questionou a Harry, que apenas abriu um sorriso pequeno pra que não deixasse um gemido escapar.
─ E aí Breno, como vai cara? – Louis se esforçava pra disfarçar o quanto o aperto da bucetinha de Harry em seu caralho era bom. – A festa tá incrível cara.
Tomlinson pode sentir que Harry provocava-o quando sentiu a buceta se contrair diversas vezes em torno de seu pau, que a cada aperto soltava ainda mais pré porra. Suas mãos apertaram as coxas da menina como aviso.
– Que nada, mas eu quero saber mesmo o porque da bonitinha estar vindo junto com você, você nunca traz ela pras festas. – a cara confusa que Breno fazia se contrastava com a cara de irritado de Louis pelo apelido saindo pela segunda vez pela boca do amigo.
– Sabe como é, irmã mais nova, os pais precisam sair e quem toma conta é o irmão mais velho. – deu de ombros – Não é, moranguinho?
– S-sim Lou. – Harry nem sabia pelo o que respondia, o pau lhe preenchendo o levava a fora de órbita.
– Bom, tô por aí se precisarem é só me procurarem, aproveite Louis, e você também bonitinha. – deixou jma piscadela em direção à Harry que só riu pequeno sabendo que Louis se mordia de ciúmes.
Assim que novamente só os dois estavam no lugar escuro, Louis não deu nem mesmo tempo de Harry falar, segurou a cintura no lugar meteu forte dentro da menina, o grito que rasgou sua garganta foi impossível de segurar. O cacete entrava e saia rápido da bucetinha molhada, causando tremores tanto em Harry tanto em Louis que podia gozar só de sentir sua irmã lhe abrigar tão bem.
─ A bonitinha é de quem? Hum? Fala pro maninho, de quem você é bonitinha? ─ as estocadas brutas vinham junto das mãos apertando o pescoço e os peitinhos.
Harry rolava seus olhos, todas as palavras que saiam da boca de Louis o deixavam ainda mais molhado, sentiu a mão de Louis apertar ainda mais seu pescoço o impedindo de respirar por um momento.
─ Eu te fiz uma pergunta, e acho bom que você a responda, vagabunda. ─ um tapa acertou seu rosto o deixando vermelho e com lágrimas nos olhos.
─ S-sua Lou, sou s-só s-sua amor. ─ a voz entrecortada durante s estocadas deixava Louis ainda mais excitado
As mãos apertando os peitinhos com ainda mais força pelas palavras que Harry disse, ele não sabia se era pelo calor do momento ou se a menina sempre desejou dizer isso, mas foi por pouco que toda a porra presa dentro de si não saiu, o fazendo gozar na menina. Louis foi rápido em tirar seu pau da bucetinha pra em seguida apertar a cintura de Harry.
─ Lou, por que parou amor? Tava tão bom seu caralho me comendo fundo. ─ os olhos lacrimejando por ter sido interrompido de seu pazer. ─ Por favor Lou, me leva pra dentro, me come dentro de um banheiro, do quarto, da sala no meio de todo mundo, mas só por favor termina o que você começou.
As mãos pequenas apertavam os cabelos de Louis tentando descontar de alguma maneira seu tesão. O mais velho guardou seu pau dentro de seu shorts pra em seguida, ajeitar a saia da garotinha, as pernas estavam moles, dos dois, era tamanho prazer rodeando-os. Louis segurou os cachos da menina em seguida deixando um beijo nos lábios carnudos da garota.
─ Cale a porra dessa sua boquinha, e aja normalmente, a gente vai entrar e eu vou te levar pro banheiro e te comer da maneira que você merece tudo bem, moranguinho? ─ as mãos não abandonaram os cabelos de Harry até que Louis tivesse uma confirmação.
Louis a segurou pela cintura, a pressionando na frente de seu corpo, os corpos pegando fogo e colados um no outro. Qualquer um que quisesse perceberia o que os dois faziam, mas todos presentes na festa estavam bêbados demais para repararem nos irmãos que andavam as pressas pela casa.
O banheiro logo foi encontrado por Louis que conhecia a casa como ninguém, por sorte o pequeno cômodo estava vazio e eles poderiam fazer o que começaram lá fora. Assim que Harry terminou de trancar a porta ele foi pressionado fortemente contra a madeira, os lábios de Louis abusando dos seus e de seu pescoço branquinho. Os dois exalando tamanho prazer, suor escorria por entre seus poros.
As mãos de Louis foram rapidamente pra debaixo da saia de Harry, os dedos apertando a carne branca da bunda antes de levantar o tecido, expondo a bunda sem nenhuma roupa intima cobrindo. A mão em seguida se apossando da xotinha da garota, os dedos grossos massageando fortemente o grelinho fazendo com que o beijo se tornasse uma bagunça pelos gemidos abafados que saíam da boca de Harry.
─ L-Lou, por favor ─ Harry nem mesmo sabia pelo o que ele implorava, se era pelo pau de Louis, ou pela boca, ou até mesmo pelos dedos.
Tomlinson mais uma vez tomando controle de tudo, segurou o corpo da menina antes de a colocar sobre a pia, abrindo suas pernas pra que sua buceta pudesse ser vista. A xoxota, vermelha e pingando deixava Louis bobo, o grelinho vermelho e gordo pra fora dos lábios, esses últimos que estavam vermelhos pelo pau que abrigava ali a pouco tempo.
Louis nem mesmo pensou duas vezes antes de cuspir sobre a bucetinha e logo em seguida cair de boca, a língua quente se apossando da grutinha apertada e molhada de Harry, essa que levou as mãos pros cabelos de Louis empurrando a cabeça ainda mais na buceta. O queixo ficando molhado pelo mel que escorria da grutinha, a boca se deliciando no líquido agridoce que a menina expelia.
Seus dentes se arriscaram mordendo os lábios gordinhos da garota ganhando um gritinho em resposta, dois dos dedos de Louis se apossaram da grutinha metendo-os forte acertando diretamente o ponto g da menina a fazendo tremelicar sobre a pia e a grutinha expelir ainda mais do mel. Sua boca se afundava o mais fundo possível na xota da irmã. Nunca pôde imaginar que sua pequena irmã que mais parecia uma princesa, era uma vadia barulhenta sedenta por pau
─ Porra!...Bucetinha gostosa do caralho moranguinho. Se eu soubesse que era tão bom te comer teria cedido á suas provocações bem antes. ─ um tapa duro e forte foi deixado sobre a xota vermelhinha arrancando um suspiro e um grito de Harry.
─ Lou, eu não v-vou aguentar a-amor, por f-favor, me fode, mete em mim, me come forte.
A voz quase inexistente indicava tamanha necessidade da garota, e obviamente Louis como um bom irmão, apenas a obedeceu. Subiu seu corpo ficando na altura da buceta da menina, seu pau duro e vermelho fazendo um pacote grande no shorts, esse que logo foi abaixado até os joelhos.
A mão de Louis segurou o caralho pela base pra em seguida bater com a cabecinha sobre o grelo de Harry, a pré-porra sujando a bucetinha já molhada, os barulhos molhados agora sendo mais altos se igualando aos gemidos gritados de Harry. Louis ameaçou colocar o pau na garota, deixando apenas a cabecinha, repetindo a ação duas vezes vendo o brilho dos olhos de Harry se transformarem em um brilho de ódio.
─ Implore moranguinho, implore mais pelo meu caralho que eu lhe dou ele.
Harry podia ver o sorriso sacana na boca de Louis enquanto seu rosto se apossava de uma cara de cafajeste.
─ Lou, maninho, por favor, eu sou tão boazinha pra vocẽ, esquentei seu cacete na minha bucetinha.....Hm........Por favor, mete em mim, eu fui tão boazinha como sua irmãzinha amor. Sempre que você quiser, eu vou tá' aqui pra você meter em mim como um brinquedi-
Harry não pode terminar sua frase, o gemido rasgou sua garganta quando Louis meteu todo seu cacete na bucetinha de Harry. A cabecinha dura e vermelha batendo diretamente em seu ponto G fazendo a menina tremer sobre a pia gelada, o que nem fazia diferença pois o corpo dos dois pegavam fogo.
O irmão mais velho abaixou seu tronco apenas pra que levasse sua boca pro peito de Harry sugando-o e o marcando com um pequeno arroxeado, a mão massageando o outro peito, que pulava conforme as estocadas que recebia. A boca explorava todo o pescoço de Harry assim como o cacete explorava a bucetinha molhada, a boca de Harry ficava aberta gemendo alto enquanto recebia o pau de Louis em si, as mãos apertando os cabelos da nuca o apertando ainda mais em seu corpo.
Harry podia jurar que essa sensação era a melhor que já havia sentido em sua vida, a sensação do cacete de seu maninho lhe rasgando fundo, da cabecinha todas as vezes acertando seu pontinho G, assim como fazia uma pequena elevação em sua barriga. Louis sentiu sua mão ser puxada pela mão de Harry e ser posta no baixo ventre do garotinho, os olhos molhados pelas lágrimas, e as bochechas vermelhas viradas diretamente pra Louis.
─ Tá sentindo Lou, é s-seu pau a-amor, seu c-caralho chega t-tão tão fundo em mim, que eu posso sentir ele na minha barriguinha.
Louis mordeu o pescoço de Harry antes de deixar um tapa ardido e vermelho sobe seu rosto.
─ Uma puta, isso que você é moranguinho, uma puta necessitada pelo caralho do irmãozinho.
Tapas e mais tapas acertavam o rosto de Harry e vez ou outra sua bucetinha era acertada também. Os dedos de Louis massagearam o grelinho de Harry fazendo o corpinho tremer sobre a pia, e a bucetinha se apertar.
Os dois estavam perto de seus orgasmos, eles não podiam negar, Louis já segurava a um bom tempo seu gozo tudo pra que fizesse Harry gozar primeiro. Deixou mais três ou quatro estocadas brutas e duras dentro da bucetinha de Harry batendo na mesma juntamente das estocadas fazendo a menina gritar mais alto do que todas as vezes.
─ Agora eu vou cair de boca nessa sua bucetinha pra você gozar na minha língua e depois bater uma bem em cima dessa sua xotinha arrombada e gozar nela, tudo bem querida? ─ Louis bateu sobre a pele vermelha sendo respondido apenas por um aceno de cabeça.
Sem mais nem menos Louis afundou pela segunda vez a língua na bucetinha doce e arrombada da menina, gritos saíam da boca de Harry pela xoxota já estar claramente sensível e receber a língua quente de Louis o deixava ainda mais sensível. Enfiou dessa vez três dedos de uma vez na buceta da menina, a alargando ainda mais, o melzinho escorrendo por entre seus dedos e seu queixo sendo lambuzado da mesma maneira por sua boca estar chupando o grelinho.
Podia sentir o melzinho saindo com ainda mais abundância indicando o orgasmo mais próximo do que nunca, em uma das estocadas dos dedos, Louis acertou o pontinho de Harry ao mesmo tempo que chupou o grelinho pra dentro de sua boca, fazendo assim a menina gritar e gozar por sua boca.
As lágrimas desciam em abundância por suas bochechas enquanto de sua boca apenas o nome de Louis saía, seus dedos apertando seus peitos forte chegando a marca-los, o corpo todo tremendo sobre a pia gozando intensamente na boca de Louis, esse que continuou a chupar até receber a última gota do mel de Harry. Retirou seus dedos de dentro da menina pra vê-los brilhar sobre a luz do banheiro não deixando nem mesmo pingar por já enfiar na boca chupando todo o mel agridoce.
─ Agora goza em mim maninho, por favor.
Harry implorava pra ser usado como um brinquedinho. E Louis o obedeceu mais uma vez, bombeou seu pau sobre a xotinha, batendo com a cabecinha no grelinho, a cabecinha expelindo ainda mais pré-porra conforme batia uma punheta rápida sobre a bucetinha que havia acabado de arrombar.
─ E-eu sou só s-sua Lou, s-só sua e de mais ninguém. ─ a voz baixa e rouca pelos gritos foram o suficiente pra fazer Louis vir rápido sobre a barriga e sobre a buceta de Harry.
A porra quentinha caindo sobre a pele vermelha fazendo a irmã mais nova gemer junto de Louis, esse último que jogou a cabeça pra trás enquanto expelia sua porra na menina. As respirações aguçadas e descompassadas demoraram pra se regular, assim como os corações acelerados. O rosto de Harry vermelho e molhado pelas lágrimas enquanto o de Louis tina um sorriso ladino pelo orgasmo recente.
Harry pode sentir beijos sendo depositados sobre suas bochechas vermelhas e logo em seguida sua pele sendo limpa com um papel molhado, beijos sendo depositados sobre a pele vermelha e que a pouco tempo atrás estava suja de porra.
─ Moranguinho, você foi ótima pro maninho. ─ Louis elogiou beijando os lábios carnudos de Harry.
─ L-lou, hm....Foi ótimo, você, é ótimo.......Acho que quero que a sua mãe saia mais vezes com o papai.
Louis riu antes de segurar o corpo molengo e sonolento de Harry, afinal, os dois estavam exaustos.
O cheiro doce dos fios cacheados tomava conta do olfato de Louis há uns bons minutos. Não fazia nem uma hora que Tomlinson havia voltado de uma viagem de duas semanas e o seu namorado já estava o seguindo por todos os cantos.
Bastou somente colocar o pé dentro de casa para que o seu garoto grudasse em si como um coala faz em sua árvore favorita, quase não dando espaço para Louis guardar as malas de qualquer jeito no quarto do casal e tomar banho em seguida para enchê-lo de beijos e abraços. Ele merecia por ter sido um menino tão paciente. Louis até achava engraçado o barulho que o salto baixo dos sapatinhos de Harry fazia ao chocar-se contra o piso enquanto ele ia pra lá e pra cá à sua espera.
Harry havia sentido falta de Louis. Muita. Sua gatinha até era uma boa companhia e serviu para não deixá-lo tão sozinho nos primeiros dias, mas ela não lhe dava beijinhos de boa noite ou perguntava como havia sido seu dia. Louis era insubstituível e fazia o coraçãozinho de Harry quebrar-se em mil pedaços quando acidentalmente, através de uma troca de mensagens, lembrava do quão longe estavam um do outro.
Mensagens essas que eram enviadas por Harry a qualquer hora do dia para informar o namorado de cada pequena coisa que acontecia consigo.
As mais improváveis eram as favoritas de Louis. Desde fotos da pequena gatinha até áudios onde o mais velho conseguia identificar alguns soluços e fungadas chorosas reprimidas enquanto Harry dizia pela quinta vez no dia que estava perto de, literalmente, morrer de saudade. Styles era sensível demais por natureza, e Louis sabia que todo seu cuidado e amor incondicional com ele o deixava ainda mais dependente de si. Porém, o método de contar junto de Harry as poucas horas que faltavam para se verem novamente ajudou a confortar seu garoto, de certa forma, até sua volta para casa.
Foi uma tortura esperar até que Louis saísse do banheiro e finalmente lhe desse a devida atenção. Ele até tentou ficar quieto como o namorado havia lhe pedido, mas foi impossível quando seus pés instintivamente o guiaram para o corredor e ele acabou sentado ao lado da porta como um cachorrinho abandonado. Ora amassando a camisola entre os dedos, ora fazendo trancinhas nos cabelos sedosos por entre as mechas soltas. As quais acabaram o deixando ainda mais lindo e foram finalizadas com finas fitas de cetim brancas — que Harry fez questão de buscar em seu quarto — em formato de pequenos laços.
O mais novo percebeu que duas semanas se transformam em dois anos quando se espera pela pessoa amada. Mas Louis estava ali agora, e ele não podia pedir mais quando o viu sentar-se no sofá e abrir os braços em sua direção para convidá-lo a acomodar-se em seu colo.
Era onde ele estava agora. Uma perna de cada lado do quadril do namorado vestido com uma calça de moletom cinza. Sua cabeça repousou no ombro esquerdo desnudo de Louis. Seus pés vestiam meias brancas com uma faixa de babados ao redor dos tornozelos e eram abrigados dentro de sapatos Mary Jane, os favoritos de Harry. Ambas as mãos dos namorados estavam carinhosamente entrelaçadas, desejando encostar cada célula de um em cada célula do outro para matar a saudade de uma vez por todas.
Louis estava sempre o mimando demais, lhe dando tudo antes mesmo que o garoto pensasse em querer, mas principalmente o colocando em um pedestal intocável. Fazia questão de lembrá-lo todos os dias sobre o quão perfeito e único ele era, se contentando com as bochechas rubras de Harry e as mãos de dedos finos escondendo o próprio rosto com vergonha. Mesmo sabendo que seu menino era confiante o suficiente em outras situações, o jeito tímido que ele agia em tais momentos ainda era adorável.
— Senti tanta saudade de você — Harry murmurou, erguendo o rosto apenas para depositar um beijo casto no maxilar de Louis, acomodando-se novamente em seguida como um filhotinho.
— Eu também senti saudade de você, carinho — a mão livre de Louis fazia uma carícia singela nas costas de Harry, a qual estava coberta pelo tecido da camisola fininha e branca com estampa de pequenas margaridas.
— Não faz mais isso — os olhos esmeraldinos encontraram os azuis novamente. Seus lábios tinham um biquinho manhoso e Louis tinha vontade de beijá-lo apenas para mostrar que não iria a lugar algum, mas percebeu que Harry ainda tinha algo a acrescentar — Não fica longe por tanto tempo. Promete.
Louis realmente nunca havia feito uma viagem tão longa, porém, daquela vez, um imprevisto de última hora tomou mais do seu tempo do que ele havia planejado. O que o afastou do seu garoto e lhe causou uma dor de cabeça que o acompanhou por todos os minutos a mais. Foi desumano informar Harry de que ficaria longe por um tempo mais longo e acompanhar seus olhos enchendo d'água através da tela do celular.
Em casa, Louis precisava relaxar, desligar do mundo agitado e focar apenas em Harry e toda sua doçura que serviam como um calmante natural para si. Estar com seu amor assim, tão próximo, era o suficiente para melhorar seu humor rapidamente.
— Prometo — tirou algumas mechas do cabelo cacheado que acabaram caindo no rosto do mais novo, aproveitando para repousar a palma da mão na bochecha direita apenas para deixá-la ali. Harry se inclinou contra seu toque como um gatinho — Não vai acontecer de novo. Você é minha prioridade, sempre.
Uma covinha sutil surgiu no canto do sorriso de Harry. Em sua bochecha corada. O garoto tímido e manhoso de Louis estava ali, começando a dar seus ares. Completamente adorável.
Apesar do jeito que Harry sempre se portava na presença do namorado, o relacionamento tinha muito diálogo. Tudo era consensual em literalmente todos os aspectos da relação, o que a tornava saudável e agradável de ser vivida. Louis tinha o dom de fazer com que Harry se expressasse e colocasse em palavras tudo o que gostava ou não no convívio entre os dois, melhorando e consertando os aspectos juntos em seguida como um casal dedicado em cumprir todas as juras de amor e compromisso.
Mas havia um problema. Harry era, sem dúvida, a pessoa mais inibida que Louis já conheceu, e foi exatamente isso que despertou a curiosidade do mais velho. Foi o que fez com que ele se aproximasse do cacheado.
Por mais difícil e demorado que tenha sido o processo de deixar Harry confortável o suficiente até ele perceber que Louis tinha interesse em si e em tudo aquilo que o fazia ser quem ele era, Tomlinson esperou pacientemente para tê-lo e secretamente sempre orgulhou-se de tal feito. Afinal, isso o levou a encontrar a pessoa mais amável que ele já teve a oportunidade de desfrutar da companhia.
Porém, Louis sabia melhor do que ninguém sobre a habilidade que o namorado tinha de utilizar uma feição inocente enquanto fazia coisas que não condiziam nada com ela. Como, por exemplo, encará-lo de baixo com os olhos brilhantes enquanto esfregava seu rosto no volume da sua calça e silenciosamente pedia permissão para retirá-la. Ou, também, quando sentava em seu colo como quem não tinha segundas intenções e acabava ondulando mais o quadril do que o recomendável para manter a sanidade de Louis. Sempre jurando que não era nada proposital por ter muita vergonha de confessar que na verdade sempre foi.
Entender quando seu garoto queria algo a mais de si tornou-se fácil com o passar do tempo.
Apesar de raramente verbalizar, Harry sabia demonstrar que sentia falta de Louis de outros modos. Toques eram os melhores. Mas existiam os momentos em que o namorado não dava o braço a torcer. Então, depois de cinco tentativas ignoradas, tudo o que restava era um Harry com olhos cristalinos pelas gotas de água que se derretia em sensibilidade a qualquer mínima resposta calculada de Louis. Respostas extremamente bem pensados para que não tivessem nada que o deixaria satisfeito, menos ainda algo que o tirasse daquela bolha íntima em que haviam entrado. Louis gostava de levar Harry ao limite só para vê-lo declarar com todas as letras que precisava ser fodido. Ele sabia o quão doloroso e humilhante isso era para seu garoto. Assim como também sabia, na mesma medida, o quanto aquilo o excitava e o deixava perto de um orgasmo sem ao menos ser realmente tocado.
Harry estava começando a dar indícios de que queria Louis naquele momento. Depois de toda aquela eternidade sem vê-lo, ele estava precisando mais do namorado do que nunca. Suas coxas grossas e malmente cobertas pelo tecido do vestidinho apertavam o quadril de Louis com necessidade enquanto sua bunda macia deslizava discretamente pelo colo do namorado. Ele queria ser visto e principalmente implorava para ter seu desejo de duas semanas saciado, mas Louis parecia não reparar em suas investidas, concentrado demais na televisão.
Por outro lado, Tomlinson estava completamente ciente das intenções do mais novo. Mas aquele dia seria um dos quais ele deixaria Harry cansado até tê-lo despudoradamente implorando por si. Afinal, estava com imensa saudade do seu menino. Descrever como e onde queria ter Louis seria um preço a ser pago para que isso de fato acontecesse.
Quando as mãos habilidosas de Louis moveram-se e pousaram em seu quadril, Harry arrepiou-se. Por pouco não se gabando de ter conseguido um toque sem muito esforço. Mas sua esperança e seu ego murcharam assim que os dedos pressionaram a pele com uma força considerável para fazê-lo parar de se mover. Foi possível escutar um muxoxo triste vindo do cacheado enquanto seu peito subia em um suspiro. Ele estava tão pertinho de conseguir o que queria, era somente frustrante ter suas expectativas cortadas tão cruelmente.
Os olhos verdes estavam baixos, em conjunto com os dedos finos apoiados no peito de Louis em um toque quase leve demais para ser sentido. Seu punho direito se fechou ansiosamente perto da tatuagem próxima da clavícula do namorado e sua última reação antes de voltar a afundar o nariz no pescoço de Louis foi soltar mais um suspiro impaciente e derrotado.
Louis havia percebido tudo, cada mínimo movimento e suspiro de Harry, e isso seria interessante.
Enquanto o garoto choramingava e soltava leves lufadas de ar ou barulhinhos bobos para lembrar Louis de que estava ali, o mais velho fingia não notar nenhuma de suas ações. Seu quadril ficou imóvel depois que foi colocado assim, mas o resto do seu corpo denunciava a sua vontade, mexendo-se até mesmo involuntariamente, ansiando pelo namorado.
As coisas foram levadas assim até que, em certo ponto, quando a carência havia alcançado cada canto do seu ser, sua mão correu em direção aos fios da nuca de Louis e ele provocou uma leve puxada ali. Foi inocente, mas Louis tomou isso como a hora perfeita para começar a colocar seu plano em prática, pegando o controle e desligando a televisão que realmente não era importante agora.
— Harry? — chamou, virando o rosto para tentar encontrar os olhos do namorado mesmo naquela posição onde eles estavam praticamente escondidos.
Mas não por muito tempo. Em um pulo, o cacheado ergueu a cabeça e fitou Louis com suas grandes esmeraldas. Ele finalmente havia atraído a atenção do mais velho. Um sentimento bom fez seu peito aquecer enquanto um sorriso feliz brotou em seu rosto. Ele não precisou responder para que Louis continuasse falando.
— Está precisando de alguma coisa? — perguntou falsamente. Suas mãos se mantiveram na camisola que revestia a epiderme cheirosa de Harry.
O garoto pensou um pouquinho e então seu lábio inferior ficou proeminente em um biquinho quando a realização caiu sobre ele como um balde de água fervente, a qual ocasionou o aquecimento de cada centímetro da sua pele.
Louis estava ali tão perto, mas iria brincar consigo e com a sua timidez como se Harry fosse apenas um fantoche moldável aos seus gostos e preferências. Não que isso fosse ruim, muito pelo contrário. Porém, esse modo de humilhá-lo, especificamente, sempre resultava em um cacheado trêmulo reduzido a uma bolinha de vergonha e lágrimas, apesar de totalmente satisfeito e agradecido ao namorado.
Tentando reunir sua coragem para despejá-la em uma única frase e aproveitar a oportunidade que provavelmente só ganharia novamente depois de algumas horas, Harry posicionou-se melhor em cima de Louis e pegou a mão dele na sua, levando-a lentamente para baixo do tecido que vestia e a posicionando sobre sua intimidade que já molhava levemente o tecido da calcinha pelos pensamentos antecipados sobre o que aconteceria a partir dali, finalmente conseguindo proferir:
— Aqui. Dói — seu tom era lamurioso e Louis se divertia internamente com isso, mesmo que não deixasse transparecer. Harry se frustrou ao esperar e não receber qualquer tipo de movimentação por parte do outro.
Talvez ele devesse começar a baixar suas expectativas e parar de ser tão precipitado com suas ideias.
— E o que você quer que eu faça? — indiferente, Louis perguntou. Seus ombros subiram e desceram como se não entendesse o pedido do seu garoto e a cabeça foi inclinada em questionamento.
Harry suspirou pela milésima vez em um curto período de tempo. Sua dose de confiança já havia sido injetada ao fazer Louis tocá-lo e, em seguida, pronunciar as duas palavras. A partir dali ele estaria completamente exposto e suscetível à degradação enquanto seu atrevimento de minutos atrás evaporava de uma vez só.
— Papai — o garoto murmurou, reclamando, tentando esquivar-se de dar uma resposta objetiva. Ele estava dando tantas dicas do que precisava que Louis fizesse consigo, mas o namorado parecia estar cada vez mais longe de realmente tentar entendê-las.
Sua cabeça estava baixa mais uma vez, os fios cacheados e compridos pendiam e impediam Louis de visualizar seu rosto. Suas bochechas provavelmente já estavam coradas o suficiente naquele momento e Harry odiava a ideia de deixar Louis saber disso, mesmo tendo noção de que as futuras lágrimas inevitáveis seriam vistas de qualquer forma.
— O papai não me ama mais? — perguntou em um fio de voz. Foi possível ouvir quando Harry fungou, provavelmente para se controlar e não começar seu choro tão cedo. Seus olhos esmeraldinos ainda não olhavam os oceânicos de Louis.
Louis, esse que quase se deixou levar pelo jeito de Harry, por pouco não fez o garoto deitar-se no sofá para fodê-lo como ele merecia e acabar com aquela tortura que estava sendo para si também. Mas ele estava disposto a levar tudo aquilo até o fim, ciente de que a última pergunta de Harry foi apenas para fazê-lo sentir-se uma péssima pessoa e mudar seus planos.
— O papai ama você, sim — os dedos da sua mão livre percorreram o braço de Harry, unicamente pelo prazer de vê-lo lutar contra as ações involuntárias e acabar arrepiando-se lindamente — Ele só ficou longe do menino dele por muito tempo — a mesma mão subiu a carícia até o topo da cabeça de Harry, afagando o começo dos seus fios — E acabou esquecendo o que o filhote dele quer quando age de um jeitinho tão… — ponderou por alguns segundos, tentando encontrar as palavras — Carente e necessitado.
Harry fechou os olhos com força ao ouvir seu namorado. Era isso, Louis tinha o resumido em carência e necessidade, nada além. Quando tornou a abri-los, notou sua visão ficar turva por lágrimas, se amaldiçoando por ser tão sensível. Suas coxas pressionaram as de Louis com força, causando um atrito significativo contra o toque no seu pau, enquanto o mais velho sentiu a renda em contato com os seus dedos grossos ficar ainda mais pegajosa. As palavras do moreno, querendo ou não, mexiam notavelmente com o corpo e as reações do mais novo. Louis deu um sorriso ladino.
— Mas você pode ajudar o papai a lembrar — deu a ideia, ainda acariciando os cabelos de um Harry amuado sentado em si. Ele decidiu não forçar o garoto a olhá-lo, pelo menos não por enquanto — Eu só quero fazer meu menino se sentir bem.
Em uma última tentativa, Harry choramingou e negou com a cabeça. Ele ainda tentava lutar contra o poder de persuasão que Louis tinha, ciente de que remar contra a maré seria em vão. Seus dedos seguraram o pulso de Louis com força por medo de que aquele mísero toque no seu pau fosse interrompido.
— Não, papai — seus cachinhos adoráveis, em conjunto com as tranças, balançavam enquanto negava — Não consigo.
Mesmo com a resposta, Harry tinha dois corações naquela situação, dois pensamentos que o levavam a lugares diferentes. Ele poderia pensar somente em si e decidir de uma vez por todas que não faria o que Louis estava sugerindo, deixando a timidez consumi-lo por inteiro. Por outro lado, fazer isso seria puro egoísmo, já que Louis sempre o fez sentir-se tão bem e o mínimo que ele poderia fazer era retribuir por ser intensamente cuidado e amado. Ele não conseguia sequer imaginar como seria decepcionar seu papai e jamais tomaria uma decisão que resultasse nisso.
— É até irônico — Louis voltou a falar, ocasionando um pulinho discreto e assustado de Harry que havia se perdido em pensamentos. Dedos firmes empurraram seu queixo para cima, o fazendo ver o namorado por entre as mechas castanhas — Você ser tão tímido que não consegue nem falar com o seu dono, e ao mesmo tempo tão cadela a ponto de se molhar feito uma virgem na minha mão — Harry sentia seu rosto quente de vergonha enquanto travava uma batalha árdua contra si mesmo para não deixar as lágrimas teimosas caírem — Você quer isso. Você quer o papai. Então vamos tentar mais uma vez, vou te dar mais uma chance, sim?
Foi quase difícil notar quando Harry assentiu tão discretamente. Louis tinha um poder tão grande sobre si. Era até intimidador o modo como ele sempre conseguia o que queria, obrigando e convencendo Harry a fazer qualquer coisa por si. O peso do seu corpo já estava todo sobre o colo do namorado, incapaz de manter parte dele apoiado em seus joelhos. Sua mão livre estava caída ao lado com receio de agir e fazer o namorado desistir da sua última tentativa. Ele queria ser bom. Ele precisava ser bom.
— E eu juro que vou te deixar na mão se você decidir continuar sendo tímida, porque você sabe como o papai gosta de te ouvir — o cacheado fungou e negou várias vezes com medo de ser deixado ali sozinho, prometendo que faria tudo corretamente. Louis suspirou e retirou os fios de cabelo do rosto de Harry mais uma vez, ligando os olhares de maneira intensa — Coisinha, você quer dizer alguma coisa para o papai?
Os ombros de Harry desabaram assim como sua postura em um claro sinal de desistência.
Louis sabia como conseguir o que queria do mais novo de uma forma tão natural que às vezes até era difícil para o garoto perceber que havia cedido e ido contra seus princípios. Mas, naquele momento, ele via claramente toda sua estabilidade e auto preservação indo para o ralo, dando espaço para que as próprias palavras proferidas ocupassem as lacunas deixadas e o consumissem com seus significados sujos e pervertidos.
— Preciso de você. Preciso do meu papai — pediu em um fio de voz. Seu olhar baixou por alguns segundos, mirando a mão de Louis que desaparecia entre suas pernas junto da sua que servia para manter a palma quente dele ali. Mostrando a que se referia.
Quando teve coragem de olhar Louis novamente, foi simplesmente demais. Os olhos azuis estavam tão concentrados em si e esperavam tanto que foi inevitável segurar seu choro contido. As primeiras gotas escorreram lentamente por suas bochechas rubras. Não tinha mais volta.
Seu peito ardia como se pegasse fogo, desejando ser um pouco mais desinibido ou que Louis simplesmente esquecesse aquela ideia e fosse realmente para a parte que interessava e que sonhou durante todo aquele tempo longe do namorado.
— Preciso do pau do papai tão fundo dentro de mim, me comendo como só ele sabe, por favor — seu corpo tremeu involuntariamente ao ser estimulado. Louis esfregava seu pau levemente por cima da renda, gostando do que ouviu, mas aqueles panos começaram a irritar Harry profundamente e ele teria que pedir para livrar-se deles, caso contrário não teria nada — P-pode rasgar minha calcinha.
Não é como se Harry estivesse mandando em algo ali, ele apenas estava proferindo seus desejos durante uma grande luta interna sobre ser bom para si mesmo ou para Louis. O poder ainda era totalmente do mais velho e isso jamais mudaria.
Tomlinson depositou um beijo em cima da lágrima acumulada no canto dos lábios de Harry. Ele amava seu menino, assim como também amava seu choro desesperado.
O barulho do rasgo do tecido foi momentâneo, libertando o pênis do garoto que pesava e molhava a palma de Louis aos montes. Era vergonhoso demais.
- Caralho… Que porra - Tomlinson deu um riso anasalado, claramente debochando de Harry que se encolheu ainda mais - E eu ainda nem te toquei de verdade. Agora você me deixou curioso pra saber como vai se molhar quando eu estiver fodendo sua bunda.
O garoto emitiu um chorinho manhoso e tentou esconder o rosto no pescoço do outro em busca de alívio para toda a vergonha que estalava em cada célula do seu ser, algo que não agradou muito Louis.
- Por favor, olhos em mim - ele segurou seu rosto molhadinho de lágrimas com apenas uma mão, não forte o suficiente para formar um biquinho em seus lábios, era apenas para lhe passar uma ordem - Você não vai me privar de ver o estrago que está fazendo consigo mesmo, não é?
As borboletas no estômago de Harry estavam agitadas e a engrenagem dos seus pensamentos mal funcionava àquela altura. Ele negou com a cabeça vezes demais.
Styles sabia como o namorado estava fingindo uma grande simpatia consigo. Não foi ele que se colocou naquela situação, o garoto jamais passaria tamanha vergonha de propósito. Era Louis quem estava no controle e o manipulava para que ele acreditasse que a intenção de se humilhar vinha dele. Como se o namorado não fosse o diabo sussurrando no seu ouvido.
Os dedos tatuados subiam e desciam preguiçosamente pela extensão de Harry que manhava baixinho, o último sabendo que aquilo indicava que ele precisaria de mais do que somente isso para finalmente ser recompensado.
— Meus peitos — sua voz estava levemente embargada, as gotas grossas já deslizavam pelo seu rosto sem impedimento — Brinque com eles, papai, eles são todos seus — ao pedir, Harry levou as mãos até a barra da camisola curtinha e a tirou em um piscar de olhos, tamanha necessidade que sentia.
Um ar gélido natural e noturno beijou sua pele ao despir-se. Seus cachos ficaram ainda mais selvagens pelo movimento rápido e repentino. Seus braços instintivamente cobriram seu corpo ao perceber o quão exposto estava e a vontade de encolher-se para se proteger do olhar azul quase venceu, porém, antes que pudesse, Louis segurou seus braços com delicadeza e os afastou para ter acesso ao seu peito e aos mamilos durinhos em antecipação.
Seus peitos não eram grandes, mas possuíam um tamanho perfeito para Louis.
Harry esquivou-se ao sentir a barba de Louis roçar contra sua pele, e seus mamilos rosinhas ficaram ainda mais eriçados e convidativos para que o namorado pudesse mamar naqueles peitos como se a vida dele dependesse disso. E talvez, naquele momento, realmente dependesse.
"Você é incrível" foi tudo o que Louis disse antes de aproximar-se do seio esquerdo, passar a língua molhada de saliva sobre o botãozinho e soprar diretamente em cima dele em seguida apenas para ver o garoto se arrepiar, enfim começando a realmente chupá-lo.
Harry se mantinha estável com as mãos nos cabelos de Louis enquanto os lábios finos faziam um ótimo trabalho em deixá-lo sedento por mais. A glande de Harry pingava na calça de Louis e ele podia sentir perfeitamente o pau duro do namorado entre sua bunda. Era uma troca, quanto mais Harry movimentava os quadris e consequentemente estimulava Louis, mais ávidos eram as lambidas do namorado em seus peitinhos sensíveis.
Ambos saiam ganhando.
Quando mudou de lado, usando os dedos para continuar dando atenção para um e poder começar a chupar o outro mamilo, pôde reparar em Harry. Nas suas sobrancelhas franzidas. Nas lágrimas que escorriam pela sua face. Nos gemidos gostosos que saíam por entre seus lábios gordinhos. Na obra de arte que era Harry no cúmulo do desejo sem nenhum pudor. Mas Louis estava com saudades das suas esmeraldas, então, para chamar atenção, despejou um fino filete de saliva sobre o botãozinho e o acompanhou deslizar pela pele leitosa, hipnotizado com a cena.
O garoto abriu os olhos chorosos na direção de Louis e segurou ainda mais forte os cabelos do namorado. Ele só era incrível porque Louis o fazia sentir-se assim. Único. Desejado. Harry sabia o quão sortudo era por ter tido seu destino cruzado com o de Louis.
— O meu papai me faz tão bem. Sua boca é tão boa — divagou, mantendo o contato visual com um Louis abaixo de si dedicado em seus peitos, machucando seus mamilos com fome - Obrigado papai.
Foi tarde demais para Louis pensar nas próprias ações ao ouvir aquilo, ocasionando uma mordida leve na pontinha excitada do seio direito e logo em seguida um puxão no biquinho entre os dentes, sentindo sua calça molhar com o líquido de Harry mais uma vez.
— Você vai querer gozar assim? — Louis sussurrou contra sua pele, Harry estremeceu pela sensação, feliz por poder escolher, e derramou mais algumas lágrimas.
— Sim. Sim, por favor — então lembrou-se de adicionar: — Eu quero gozar enquanto o papai cuida dos meus peitinhos e toca meu pau — Harry se perdeu um pouco nas palavras, estava ficando cada vez mais difícil formular frases que faziam sentido — Tão bom pra mim.
Harry conseguiu ouvir um gemido satisfeito vindo de Louis, o qual se perdia nos cílios molhados acima dos olhos verdes e fazia disso uma motivação para acelerar o movimento do seu punho. O pênis de Harry molhava cada vez mais e facilitava o toque enquanto seus gemidos e ofêgos envergonhados, necessitados e sensíveis eram como música para os ouvidos do mais velho.
Harry vinha sendo estimulado desde o momento em que o namorado exigiu que ele se humilhasse a ponto de expor seus desejos em palavras, mesmo sabendo que ele tinha dificuldade e que sempre ficava vermelho como se estivesse queimando. Louis não ligava. Sabia que o fruto daquela degradação seriam as suas tão amadas lágrimas de Harry, e Styles amava a sensação do cúmulo. Chegar ao cúmulo com lágrimas nos olhos, hipersensibilidade e gozo de Louis em qualquer parte do seu corpo era como chegar ao paraíso, só que melhor.
A boca de Tomlinson deixava o namorado perto de colapsar, e a junção com a estimulação gostosa no seu membro resultava em cada vez mais gotas caindo dos olhos verdes. Seus dedos permaneciam entre os fios de Louis e seu quadril ia de encontro à mão dele, tentando saciar-se o mais rápido possível. Sua bunda deixava Louis cada vez mais duro e com vontade de vê-lo gozando logo para poder finalmente entrar nele.
Louis passou a utilizar os dentes para arranhar de leve os mamilos e Harry se contorcia ainda mais em seu colo.
— E-estou quase — soprou em meio lágrimas e suspiros, a visão completamente nublada — Quase gozando para o papai — mesmo em tais circunstâncias, deu um sorriso com o canto dos lábios, não deixando de sentir orgulho de si mesmo. Afinal, ele estava falando.
Mas sua felicidade morreu assim que Louis resolveu voltar a falar:
— Você se contenta com pouco — e então ele estava sorrindo. Não era amigável, era debochado. Louis estava rindo de Harry como se ele não fosse nada além de um garotinho sensível e carente de contato — Não sente vergonha de si mesmo?
Harry assentiu cabisbaixo e se sentiu inferior ao ver o namorado daquele jeito, em uma posição totalmente oposta à sua. Seus ombros chacoalhavam conforme seu choro e seu ventre doía ao tentar segurar seu orgasmo para não parecer tão desesperado como Louis estava dizendo que ele era. O que não aconteceu por estar recebendo uma punheta tão bem tocada ao passo que tinha sua área erógena chupada com afinco.
Tudo o que restava era vir na mão de Louis com gritinhos e lágrimas e comprovar a visão que ele tinha sobre si.
Quando a sensação de formigamento se apossou da sua virilha, Harry não viu necessidade de perguntar se poderia ou de avisar Louis de que estava vindo. Ele estava precisando disso a uns bons minutos, foi uma libertação se deixar levar pelas ondas prazerosas que se apossaram do seu corpo frágil. Suas costas arquearam de leve e suas coxas tremeram com a liberação do orgasmo. O líquido perolado manchando a mão e a calça de Louis, junto de algumas gotinhas pelo abdômen moreno. Seu gemido mais alto da noite foi abafado pelo pescoço de Louis, onde Harry inconscientemente escondeu o rosto e privou o namorado de vê-lo chorar como nunca enquanto gozava.
Ele já tinha sido repreendido por ter se escondido antes.
Um silêncio suspeito se apossou em seguida. Suas pálpebras, que provavelmente ficariam inchadas amanhã, estavam pesadas pelo cansaço e seu corpo doía por ter ficado tanto tempo naquela posição. Alguns espasmos do orgasmo recente ainda o percorriam. Harry sentia seu rosto molhado, alguns fios de cabelo grudavam sobre ele. O garoto estava incapaz de ter noção dos próprios atos com a mente nublada e a visão turva enquanto pintava a roupa e a pele de Louis com a sua porra, muito menos pensava sobre as possíveis consequências que eles trariam.
Mas então ele sentiu. Ou, melhor dizendo, não sentiu. Louis estava imóvel embaixo de si. Talvez limpando sua mão pegajosa ou fazendo alguma outra coisa, Harry não sabia identificar. Por isso, o cacheado resolveu ver com os próprios olhos. Checar por si mesmo o motivo de Louis não tê-lo jogado contra o tapete e o usado como quisesse assim que ele gozou.
A expressão que Harry encontrou no rosto de Louis partiu seu coração. Era uma feição quase magoada. Talvez melhor definida como decepcionada. Seus olhos eram um azul vazio enquanto o canto dos seus lábios estavam voltados para baixo em chateação. Harry sentiu como se ele simplesmente fosse levantar dali sem qualquer explicação e ir embora, e isso o deixou desesperado.
Foi tentando relembrar de minutos atrás que a realização caiu sobre si. Ele sabia como o namorado tinha tesão e amor por suas lágrimas em momentos íntimos. Harry já viu como Louis ficou excitado enquanto o assistia usar um plug em público e chorar contido por se sentir exposto demais, triplicando a sensação de ser estimulado exatamente no seu pontinho com o objeto. Mas então, ao afundar seu rosto no pescoço do namorado, ele impediu que Louis visse o que ele provavelmente idealizou desde o começo.
Harry se sentia extremamente culpado. E essa culpa foi revertida em um choro com direito a soluços e gotas grossas que pingavam na calça de Louis, onde antes foi derramado seu prazer. Ele sentia a angústia percorrer seu corpo frágil e precisava tomar uma atitude urgentemente para tentar redimir-se. Era o objetivo que ele tinha em mente quando começou a beijar todos os cantos do rosto impassível de Louis, até que teve seu maxilar segurado sem muita força, apenas para mandá-lo parar.
- Me… Me desculpa papai - ele chorou, sentindo um aperto forte em sua pele.
— O papai está tão chateado — Louis falou contra os lábios de Harry, nunca deixando o garoto beijá-lo — Eu tento ser bonzinho e fazer meu menino se sentir bem, mas ele não se importa nem um pouco comigo.
Harry negou com a cabeça com veemência, odiando que tivesse deixado Louis se sentir daquele jeito. Seu rosto foi apertado ao ponto de um biquinho formar-se em seus lábios cheios, mas não doía. Nada doía tanto quando a sensação de ter decepcionado seu papai. As lágrimas deslizavam por seu rosto em maior quantidade a cada minuto.
— Você entende o papai, coisinha? Estou decepcionado — continuou, internamente se deliciando com o choro do garoto.
— Não. Não, não, me desculpe. Por favor, papai, eu errei — suplicava entre os espasmos que seu corpo dava, já se sentindo sobrecarregado e confuso, as palavras somente escapavam por seus lábios — Por favor. Eu sou seu. Sua coisinha, para você usar quando quiser.
Harry estava uma bagunça completa, seus cachos emolduravam seu rosto de forma desordenada e a fina camada de rímel nos seus cílios começava a escorrer como tinta escura brutalmente arremessada em um quadro branco delicado. Tinha um contraste. Era lindo. Seu pau doía de sensibilidade a cada esbarrão acidental e seu físico e emocional estavam perto de se esgotarem. Mesmo que tenha sido apenas um orgasmo, a vergonha tomava conta de absolutamente todos os seus sentidos, fazendo com que a exaustão fosse geral. Porém, mesmo nessas condições, tudo o que Harry precisava era provar para Louis que ele era um bom menino, e ele o faria.
— Papai — tocou a barba aparada de Louis com a mão trêmula. Os olhos azuis o miraram com descontentamento — Eu posso ser bom, muito bom. O papai pode usar e me comer como ele quiser — pediu, o polegar acarinhando a bochecha de Louis singelamente — E eu prometo que não vou ficar quietinho — acrescentou — Vou dizer tudo o que o meu papai quiser ouvir. Por favor.
A luz amarelada do cômodo refletia nos olhos verdes e aguados. Por fim, Harry encostou a sua testa na de Louis, não sabendo se deveria beijá-lo ou não. Demorou alguns segundos de contato visual para que Louis decidisse o que faria com a sua coisinha, acabando por compadecer-se com a expressão pidona, afinal, Harry só queria agradá-lo e estava disposto a conseguir isso. Ele lhe daria uma chance.
— Você vai ter que aprender a usar essa boca gostosa se me quiser dentro de você — proferiu, atacando os lábios de Harry em seguida.
Era um beijo onde não havia disputa, apenas dois extremos. Dominância e submissão. O controle e o controlado. Louis guiando a dança de línguas enquanto Harry apenas seguia seu ritmo. Os sons molhados faziam o cacheado tremer por finalmente estar recebendo aquilo do namorado depois de tanto tempo e a angústia se dissipava aos poucos. As mãos de Louis se perderam entre os fios de cabelo de Harry, o puxando para si em busca de mais.
Harry, mesmo fraco e sonolento, relutantemente teve que impedir o contato e verbalizar suas ideias. Sua necessidade de ser bom o impedia de secar as lágrimas para poder agradar Louis e suas duas mãos seguravam o rosto barbado para ter total atenção enquanto pronunciava com todas as letras o que precisava que o namorado fizesse.
— Você vai me deitar no tapete e meter em mim sem preparação. Nada de língua ou dedos, apenas o seu pau — Harry se surpreendeu com o quão confiante sua voz saiu, atrevendo-se em descer seus dedos pelo abdômen de Louis até o caminho de pelos bem aparados e segurar o pau grosso, ofegando discretamente em surpresa ao sentir o tecido da calça extremamente molhado contra as costas da mão.
Harry sabia que aquilo iria doer como o inferno, mas precisava de uma punição bem feita depois do que aprontou.
— O papai já está babando para ter o garotinho dele - Louis estava sem cueca e isso explicava o pênis tão bem delineado entre as bandas gordinhas da sua bunda
Louis quis sentir na pele a temperatura das bochechas avermelhadas de Harry. Estavam extremamente quentes, notou. O choro tinha diminuído um pouco. Talvez o garoto se arrependesse de toda aquela coragem em minutos, mas era incrível para Louis poder ouvi-lo daquela forma. Com atenção e foco. Não deixando de reparar no esforço que ele fazia para fazê-lo sentir-se bem.
Harry estava sacrificando a si mesmo para mostrar que a única coisa que importava ali era Louis.
— Mas se doer e eu implorar para você parar, não dê atenção. Eu quero sentir você — sua palma espalhou o pré gozo do namorado pela extensão antes de puxá-la para fora da calça e fazê-la bater contra a pele bronzeada, dura e necessitada de alívio.
Louis gemeu e apoiou a cabeça no encosto do sofá ao ter seu pau devidamente punhetado junto com as palavras tão pecaminosas vindas de lábios tão doces. Ao voltar a postura anterior, não pensou duas vezes antes de agarrar as coxas de Harry e levantar-se com ele no colo para deitá-lo no tapete macio da sala. Contemplando cada centímetro do seu menino ao deixá-lo ali para remover sua única peça de roupa, arremessá-la em qualquer canto, e ajoelhar-se próximo às pernas fechadas de Harry.
Encarando o teto sobre si, as lágrimas voltaram para a visão de Harry. Um momento de lucidez o fez cair na realidade da situação e perceber o estrago que aquilo faria na sua reputação introvertida. Mas agora era tarde demais. Duas gotas escorreram pelos cantos dos seus olhos e foi preciso tomar ar para continuar com o seu maldito falatório.
— Agora o papai vai abrir as pernas do garotinho dele — fungou, apoiando-se sobre os cotovelos para ver Louis por cima dos seus joelhos, o qual se mantinha em silêncio com um sorrisinho sacana para não assustar Harry que já estava desinibido.
Louis afastou suas coxas e Harry voltou a deitar as costas no chão, deixando ser usado de acordo com o próprio roteiro. Ele tinha vontade de voltar a fechar as pernas, e aquela luta interna sobre preservar-se ou ser bom causava gotas grossas que saiam dos seus olhos e se desfaziam no tapete. Seu peito ardia em uma mistura de sentimentos, somado ao estado quase sonolento que sua mente e corpo entraram ao desfazer-se no colo de Louis. Ele tinha sido cruel e estava pagando por isso, mesmo assim Harry não conseguiu evitar a tentativa de uma fuga.
De repente, seus joelhos foram juntados novamente por si mesmo e ele se pôs de bruços, engatinhando, tentando ir para longe dali e de toda aquela humilhação que estava passando. Harry não pensou em Louis ou em como ele ficaria furioso ao ver sua falta de colaboração mesmo depois de ter prometido que seria bom, não, ele só precisava se esconder no primeiro lugar que encontrasse pela frente e chorar seus pulmões fora por ter sido tão exibido e desagradável consigo mesmo.
Porém, antes que pudesse começar a sua fuga, mãos agarraram ambos os lados da sua cintura com força e o trouxeram de volta, virando seu corpo para cima novamente com um baque surdo do seu corpo contra o tapete.
— Não! Papai, pare — seus punhos fechados batiam contra o peito de Louis, tentando empurrar-se para cima e sair do aperto dos seus dedos — Por favor, me deixe ir, eu não quero mais.
Com isso, Louis substituiu as mãos pelo antebraço para prender Harry contra o chão, o pressionado em seu ventre, e inclinou-se sobre o corpo que se debatia debaixo de si, espalmando a palma contra o tapete felpudo ao lado da cabeça de Harry e ficando a centímetros do seu rosto. Harry parou de esquivar-se, com medo de qual seria o próximo passo de Louis e focou nos olhos azuis que pareciam observar sua alma. O garoto sentiu seu lábio inferior tremer pelo choro enquanto esperava Louis reagir.
Louis levou os lábios finos até a orelha de Harry e usou o tom mais rouco para proferir:
— Não — foi simplório, mas causou um efeito notável em Harry. Os olhos verdes se fecharam com força e ele pode sentir o próprio pau voltando a ficar duro contra o abdômen do namorado somente com isso — Você vai ficar aqui e vai ser usado pelo papai até que ele decida ser o suficiente — enquanto pronunciava com seu sotaque carregado, impulsionava seu pênis entre as bandas macias da bunda de Harry que ainda lutava, superficialmente esbarrando sobre seu buraquinho — A única coisa que eu quero de você são as suas palavras e suas lágrimas, o resto não importa. Não importa se você não quer mais. Não importa se você quer fugir. Não importa se você me mandar parar. Eu não dou a mínima para o que você quer, coisinha.
Harry tinha a respiração pesada, seus dedos agarraram o tapete felpudo para tentar descontar sua angústia. Ele estava derrotado, perto de esgotar-se totalmente e virar apenas um objeto que o namorado usaria para foder e gozar assim que terminasse.
Louis pegou a primeira almofada que encontrou em cima do sofá e a posicionou embaixo da bunda de Harry, elevando os quadris do garoto na sua direção.
O cacheado inutilmente ainda tentava colar as coxas com o resquício que tinha de ânimo para defender-se, mas Louis estava entre elas e proibia qualquer recuo que ele pensasse em fazer. O salto baixo dos seus sapatos batia contra o chão sem causar um som realmente alto enquanto suas pernas debatiam-se e sua respiração estava cada vez mais dificultosa.
— Você quer sentir o papai aqui? — Louis indicou o ventre de Harry com a mão e sentiu-se vazar ainda mais quando o garoto negou desesperadamente. Foi uma pergunta retórica, Louis não estava nem um pouco interessado na resposta de Harry.
Como estavam, Louis pode ver o cuzinho de Harry se contraindo em nada em busca de qualquer coisa que o preenchesse. Seu polegar não tardou em contornar o buraquinho apertado, sem forçá-lo para dentro em momento algum, afinal, o pedido foi claro. Harry queria sentir-se abrindo no pau de Louis. O mais velho usou a mão livre para espalhar mais lubrificação por sua extensão e preparar-se para foder seu garotinho.
- Por favor, me deixe ir - ele tentou mais uma vez, apoiando seus antebraços no chão para poder afastar-se um pouco para trás, olhando o pau grande de Louis e engolindo em seco, sabendo como iria doer levar aquilo sem preparação nenhuma.
Estava sendo desobediente e aquilo não agradava seu papai nem um pouquinho.
Louis se inclinou na direção de Harry, irritado, pegando um punhado do seu cabelo com força para que o garoto prestasse muita atenção.
- Que merda, Harry, você tá me irritando pra caralho - ele cuspiu as palavras descontentes contra seu rosto - Abre a boca, eu vou refrescar a porra da sua memória - ordenou, vendo Harry relutar um pouco antes de fazê-lo, não sabendo o porquê do pedido.
Mas então ele soube. Assim que viu Louis acumular uma quantia de saliva em sua própria boca para então cuspir dentro da sua cavidade aberta em expectativa. Imediatamente sentindo o gosto do seu dono em sua língua e fazendo novas lágrimas brotarem em seus olhos.
Isso o afetou mais do que deveria. Mostrava a ele o quão inútil seria lutar e o quão insignificante eram suas súplicas.
— É isso que você é e é pra isso que você serve, você entendeu? - perguntou, firmando seu aperto nos fios de cabelo e amando ver Harry chorar novamente concordando com a cabeça - Agora engole.
Louis esperou pacientemente até que visse a garganta de Harry mexer em sinal de que ele havia obedecido e então relaxou o punho, apenas encostando a palma na parte de trás da cabeça de Harry para que ele mantivesse a atenção.
— Faça mais uma dessas suas ceninhas e você vai pagar caro por isso — sua voz estava um pouco mais grossa, impondo limites e respeito ao que Harry assentia levemente.
Harry ainda sentia uma necessidade absurda de fuga, apesar de impossibilitado. Ele virou seu rosto para o lado e pressionou a bochecha contra o chão, não querendo olhar a cena que se desenrolava acima de si. Seus lábios tinham um biquinho triste e seu peito subia e descia com dificuldade, afetado pela clara raiva de seu papai. Harry não percebeu o momento em que Louis voltou a deitar sobre seu corpo, apenas sentiu os dedos virarem grosseiramente o seu rosto para encará-lo.
— Nem pense em virar seu rosto mais uma vez. O papai quer ver como você chora pra ele igual uma virgenzinha — murmurou contra seus lábios, segurando a base do próprio pau e o encaixando no buraquinho do garoto.
A glande vermelhinha brincou um pouco na entradinha ao que o mais novo gemia incessantemente, sem sequer pedir para que seu dono parasse. Seu pau já duro novamente caído sobre seu estômago.
— Não brincou sozinho aqui atrás quando o papai esteve fora? — Louis perguntou curioso, notando como seu rabinho estava com dificuldade para recebê-lo.
— Não, papai — Harry sussurrou, tentando se controlar e relaxar para que não doesse tanto.
Entrar em Harry estava sendo difícil. Mesmo que ele já tivesse conseguido até a metade, a entradinha do seu menino o apertava na tentativa de expulsá-lo a cada segundo.
— Porra, duas semanas te deixaram ainda mais apertado — falou entre dentes. Suas mãos seguravam as coxas de Harry com força para mantê-lo quieto e facilitar o processo.
— Por favor, não fale assim — manhou — E-estou tão envergonhado, papai — a última palavra foi prolongada em sua voz, acabando em soluços que fizeram seu corpo tremelicar. Seus braços estavam jogados sobre o chão, inúteis. Malmente tentando livrar-se de Louis. Apesar de tudo, seu quadril ia de encontro ao pau do namorado para tê-lo cada vez mais.
Os pés de Harry estavam plantados no chão, as pernas dobradas e o quadril obrigatoriamente erguido enquanto Louis terminava de forçar-se para dentro, logo sentindo as bolas pesadas baterem contra sua bunda branquinha. Rastros de maquiagem desenhavam linhas na pele rubra do seu rosto. Sua perna inconscientemente circulou o quadril de Louis para mantê-lo dentro de si o maior tempo possível enquanto uma lufada de ar presa em seus pulmões foi liberada.
— V-você me machuca. Dói muito — sussurrou, fechando os olhos com força ao sentir a primeira estocada de Louis, sem tempo para se acostumar com a invasão.
— Oh, eu imagino — respondeu, falsamente secando uma linha molhada no rosto de Harry — Mas, sinceramente, espero que você acabe ainda pior.
O cacheado tremeu com as palavras cruéis de Louis, deitado ali como um ser sem sentimentos ou emoções enquanto se acostumava com o pau gostoso em seu buraquinho intocado há duas semanas.
Louis estava encantado pelas lágrimas de Harry que escorriam em abundância logo no primeiro impulso do seu pau. Harry tinha o corpo impaciente e usou os cabelos de Louis para agarrar-se à consciência que lhe restava, erguendo o pescoço até colar ambas as testas. Seus olhos imploravam por algo que ele sequer sabia exatamente o que era e, pela proximidade, Louis conseguia ver cada nova gota d'água que se formava na superfície esmeraldina.
Louis o comia tão bem e tinha os olhos azuis tão penetrados em Harry que faziam a sensação ficar ainda mais intensa. Harry desviou o olhar para baixo por um momento, acompanhado a cena dos quadris do namorado batendo contra o seu enquanto o pau dele sumia dentro de si, exatamente quando sentiu a glande tocar seu pontinho doce. O que o obrigou a agarrar-se ainda mais em Louis e gemer em sua boca para incentivá-lo a foder exatamente ali.
Ambas respirações tinham descompasso. A de Louis pelos movimentos certeiros em busca do próprio orgasmo depois de tanto tempo duro, enquanto a de Harry por se sentir sobrecarregado, com estímulos e lágrimas demais, tudo ao mesmo tempo.
Harry não pensou duas vezes antes de pegar a mão de Louis na sua e a descansar sobre seu ventre, onde os dígitos do mais velho sentiram a saliência do próprio pau sob a camada de pele macia de Harry.
— Eu te sinto tão fundo — pronunciou-se entre soluços chorosos, sem quebrar o contato visual com Louis — Você está machucando a sua coisinha tão bem, papai.
— Porra…
Louis continuava investindo seu quadril contra a bunda de Harry, já avermelhada pelo atrito dos corpos, e aproveitou para deslizar a mão mais para baixo até encontrar o pênis sensível e novamente duro do seu garoto. Seus dedos envolveram a extensão e Harry chiou, encolhendo-se e negando com a cabeça vezes demais.
— Não! — gritou, segurando o pulso de Louis que malmente o estimulava — Eu quero gozar com você.
Louis gemeu baixinho e ondulou o quadril dentro de Harry. O som de peles se encontrando misturava-se com os choramingos do cacheado.
Buscar por ar estava sendo cada vez mais difícil, e só piorou quando Louis subiu a mão mais uma vez, agora em direção ao seu pescoço infelizmente imaculado, e manteve um aperto significante. Aquilo extrapolou o limite de Harry. Mais lágrimas salgadas foram produzidas até que sua mente processasse o que ele deveria fazer para parar com o ato. Demorou três segundos para que sua mão abrisse e fechasse duas vezes, indicando que Louis deveria interromper a privação de ar, o que ocorreu imediatamente.
Harry reconheceu a feição preocupada de Louis enquanto ele o analisava para checar se estava tudo bem para continuar com a cena. Então, para provar que sim, estava tudo perfeitamente bem, e que não, Harry não precisava de um tempo, o cacheado segurou os dedos de Louis anteriormente posicionados em seu pescoço e sem cerimônia levou dois deles até os lábios. O cenho de Louis franziu por um instante sem compreender o que o garoto faria, até que ele sentiu uma quantidade significativa de saliva escorrer sobre seus dígitos e logo em seguida ambos serem forçados para dentro da boca receptiva de Harry que começou a chupá-los, simulando um boquete.
O garoto sentia sua entradinha ser abusada enquanto mantinha a boca cheia de Louis, fazendo questão de deixar os dedos bem molhados assim como faria se fosse o pau do seu papai no lugar deles. Suas bochechas quentes formavam vincos por tamanha dedicação que ele tinha em abrigar cada vez mais dos dígitos tatuados dentro de si. Louis os forçou até sentir a garganta de Harry resvalar nas pontas, fazendo o namorado engasgar uma última vez antes de acabar com a sua diversão, os tirando de entre os seus lábios.
— A coisinha se arrependeu de não ter mamado o pau do papai? — os dedos molhados de saliva seguraram o rosto do garoto, fazendo seus fluidos se misturarem enquanto Harry revirava os olhos — Bichinho inútil.
Harry amaldiçoou Louis por não deixá-lo virar o rosto em uma tentativa frustrada de escapar da humilhação, ao mesmo tempo em que sentiu seu próprio pênis vazar contra o abdômen e seu choro aumentar notavelmente.
— Desculpe, papai — choramingou, podendo ver as pequenas gotículas de água acumuladas em seus próprios cílios.
O cacheado, mesmo naquelas condições onde tudo era demais e ele almejava um bom descanso para recuperar-se depois que fosse usado, ainda tinha um pouco de consciência e persuasão em seu interior. Harry sabia o quão bom era em afetar Louis com as palavras certas. Mesmo que o mais velho tivesse um fetiche absurdo em ouvi-lo falar coisas obscenas, parte do mérito era seu por saber exatamente como moldar as sílabas até que as frases fizessem algum efeito sobre Louis, e ele sempre conseguia.
Então, ali, viu-se completamente submisso de Louis. Com o rosto molhado de lágrimas e os fios de cabelo grudando nas trilhas que elas deixaram. Ouvindo os gemidos gostosos do namorado próximo a sua orelha enquanto era fodido com força e sentia-se totalmente entregue a ele. Tendo a sensação de que seu rosto pegaria fogo a qualquer momento pelo calor presente em suas bochechas. Além de, é claro, a sensação incrível de se sentir pequeno e usado apenas para o prazer de Louis. Com tudo isso, Harry estava no limite mais uma vez, impedindo-se de vir até que Louis também viesse. Mas ele teria que acelerar o processo se quisesse cumprir com suas palavras.
Styles utilizou do seu último fôlego para olhar profundamente nos olhos de Louis e pedir com a voz mais doce que pôde utilizar:
— Goza dentro de mim, papai. Deixa o seu garotinho vazando você — sua outra perna também circulou o quadril de Louis para o manter dentro assim que suas palavras tiveram efeito.
Harry pode sentir o líquido de Louis jorrar dentro de si assim que pronunciou a última palavra, cruzando ainda mais os tornozelos nas costas do namorado para deixar a porra acumular-se no seu interior e pingar assim que seu buraquinho fosse abandonado. Louis gemeu rouco com o olhar cravado no cacheado assim que teve o orgasmo finalmente liberto. Harry comprimiu os lábios quando sentiu-se esporrando entre os dois abdomens, lembrando-se de não quebrar o contato visual para que Louis visse o estrago que suas lágrimas exaustas causaram.
O cacheado sentiu-se relaxado ao constatar que havia sido usado e servido como o brinquedo de Louis. Foi um milagre que seus dedos não tivessem perdido a força assim que sentiu o mais velho gozar jatos longos dentro de si. Sua obediência o mantinha ali até que a última lágrima escorresse pela sua face. Harry quase ronronou quando Louis levou uma mecha ondulada do seu cabelo para trás da sua orelha.
O papai estava tão orgulhoso dele e nada além disso importava.
Os olhos verdes fecharam assim que Louis repousou sua cabeça sobre uma almofada macia, entregue ao sono e ao cansaço com a certeza de que Louis cuidaria bem de si. Logo Harry sentiu-se vazio quando Louis saiu de dentro dele, perdendo a imagem do namorado que assistiu a porra vazar do seu cuzinho a medida que ele se contraia involuntariamente.
— Amo você. Amo o papai — murmurou, seus braços enlaçaram o pescoço de Louis em um abraço estranho quando ele voltou para perto de si.
O mais velho sorriu carinhoso para o seu menino, usando os polegares para enxugar as trilhas mais finas de água sobre seu rosto e aproximou-se para deixar um beijinho casto em seus lábios.
— Eu também amo você, carinho.
E foi com essa frase tomando o lugar de todos os seus pensamentos, com mais uma comprovação de que Louis o amava, que Harry adormeceu profundamente.
tags: abo não tradicional, ALFA x ALFA, hbottom, pain kink, um pouco de humilhação e manipulação, belly bulge, ambos homens cis, harry usando calcinha e sendo chamado de puta p baixo.
ps: um obrigado especial às divas que me motivaram a escrever e me ajudaram com o título, amo vocês!!!
boa leitura :p
Harry tinha uma camisa branca de botões quase inteiramente aberta e jeans colados em suas pernas na primeira reunião com o advogado da família do seu ômega.
Oliver e Harry não tinham mais o fogo e o amor inicial do casamento, as coisas esfriaram num nível insuportável até o ômega se manifestar e pedir o divorcio. Aquilo acabou sendo um alívio para ambos porque nenhum dos dois via alguma salvação no relacionamento, e esse era o motivo pelo qual eles estavam naquela sala ampla com uma mesa exageradamente grande adornada por cadeiras robustas.
À espera deles estava Louis Tomlinson, o advogado. Ele observava a grande Londres que se exibia através das janelas enormes. Seu terno azul escuro era bem alinhado em seus ombros musculosos, assim como em todo seu físico corpulento, e seu cabelo parecia brilhar sob as luzes da sala. As mãos com dedos tatuados estavam unidas na frente do corpo.
Havia também seu cheiro, algo como madeira e couro misturados com um fundo de canela. Ele definitivamente era um alfa e a intensidade do aroma fez Harry pigarrear audivelmente, fazendo Louis se virar na direção do casal.
“Boa noite, Sr. Tomlinson” Oliver se apressou em ir até o advogado e apertar sua mão. A firmeza do toque deixou o ômega claramente nervoso e Harry revirou os olhos pela facilidade que ele teve em esquecê-lo.
“Boa noite, Smith” o sorriso que ele tinha nos lábios era profissional, mas ainda assim tão bonito “Suponho que esse seja Harry Styles”
Era péssimo, mas Harry não pôde evitar reparar na beleza de Louis. Nos olhos hipnotizantes e azuis, na boca fina e na barba bem feita que adornava o rosto de maxilar marcado. Ele só não sabia porque estava sendo tão detalhista com um advogado tão alfa quanto ele.
Quando o silêncio se tornou constrangedor e Harry notou a mão estendida na sua direção, ele a segurou.
“Sou eu, sim” o cheiro de Louis parecia ainda mais forte e Harry odiou que estivesse arrepiado “Sou o marido de Oliver… Ex marido, em breve” algo na presença do advogado deixava Styles levemente tenso.
A resposta de Louis foi um sorriso ladino. Ele molhou o lábio inferior com a língua e desceu o olhar para o peito exposto de Harry de forma descarada, erguendo as sobrancelhas em seguida como se tivesse constatado alguma coisa.
“Por favor, fiquem a vontade” ele soltou a palma quente de Harry e indicou a mesa de reuniões.
O alfa e o ômega sentaram-se um de frente para o outro enquanto Louis se acomodou na cadeira da ponta para conseguir ver os dois homens. Sua postura era sempre superior, assim como seu modo de falar, e isso estava incomodando o cacheado. Era como se ele não fosse um alfa presente ali também e não pudesse demonstrar sua liderança.
O advogado não lhe dava brecha alguma.
Louis parecia fazer aquilo de propósito, sempre lançando olhares sugestivos demais como se quisesse desfiá-lo por algum motivo ainda desconhecido por Harry.
“E assim ficaria a divisão de bens” Louis eventualmente disse, apontando para alguns papéis com a ponta da caneta.
“Acho que precisamos de uma segunda opinião, um outro advogado” Harry sequer sabia o que estava falando, Louis estava o intimidando o suficiente para que ele quisesse sair correndo daquela sala e descobrir qual era seu problema.
Tomlinson se recostou na cadeira, apoiando o cotovelo na mesma e escorando o queixo em seus dedos, encarando o fundo dos olhos verdes de Harry.
“Algum problema, Styles?” seu tom de voz era ácido.
Harry olhou para Oliver que parecia chocado e então voltou para Louis. O garoto engoliu o bolo que se formou em sua garganta e fechou os olhos negando com a cabeça.
"Nenhum, senhor, desculpe. Acho que só falei sem pensar"
Sério? Harry havia chamado outro alfa de senhor? Que porra era aquela?
"Bom, então eu espero que dá próxima vez você fique calado se não tiver nada útil para acrescentar" o alfa ofereceu um sorriso sem humor e logo voltou a falar com Oliver como se não tivesse repreendido um rival.
Afinal, alfas nunca se submetiam uns aos outros, isso era uma regra de sobrevivência. Quando há dois dominantes, ambos buscam ficar por cima de forma selvagem, mostrando suas habilidades e não baixando a cabeça.
Mas Harry se encolheu.
Os ouvidos de Styles pareciam tapados pelo resto da reunião, ele apenas concordava e discordava com murmúrios porque havia algo muito errado com seu corpo. O cheiro de Louis e o aroma doce de Oliver, agora ainda mais forte, estavam enojando seus sentidos. Havia o advogado e tudo que o cercava e isso era demais para o cacheado.
O lobo de Harry se sentia um filhotinho ao lado de tanta superioridade.
Seus sentidos voltaram a funcionar quando, depois do que pareceu uma eternidade, ele notou Oliver se levantar e apertar a mão de Louis mais uma vez em despedida.
Harry sentia as orbes secas porque esqueceu de piscar por tempo demais, focado em um único ponto da mesa que parecia mais interessante do que a conversa.
"Styles, gostaria que ficasse um pouco mais para discutirmos sobre as cláusulas da sua empresa" Louis chamou sua atenção. Não era bem um pedido, soava mais como uma ordem.
"E-eu... preciso levar Oliver para casa" sua fala estava quebrada e ele se amaldiçoou por isso.
"Não precisa! Eu me viro bem, resolva o que você precisa com Sr. Tomlinson e nos falamos depois" o ômega parecia realmente querer ser prestativo, mas Harry tinha vontade de matá-lo.
Os olhos verdes estavam arregalados quando olharam para o advogado novamente. Eles acompanharam sua figura prepotente enquanto Louis guiava Oliver para a porta da sala com cordialidade. Styles definitivamente não queria ficar sozinho com Louis, não depois de tudo o que já havia sentido em tão pouco tempo.
Com a audição apurada por causa da adrenalina, ele ouviu a porta ser fechada e então trancada.
Seus pelos arrepiaram por inteiro e seu lobo despertou quase que instantaneamente. Harry empurrou a cadeira para trás com brutalidade e se pôs em pé com o coração batendo forte no peito. Havia uma sensação de queimação em suas veias quando ele andou com passos largos até Louis e parou à centímetros do seu rosto.
"Que porra você pensa que está fazendo?" o cacheado tinha fúria brilhando em sua íris, mas isso não parecia abalar Louis de modo algum.
"Eu já disse, vamos discutir sobre as cláusulas da sua empresa e..."
Sem conseguir completar a fala, o colarinho da sua camisa foi agarrado pela mão de Harry enfeitada com anéis e um rosnado brotou na garganta do cacheado. Ele o liberou no rosto de Louis na intenção de intimidá-lo, mas Tomlinson apenas riu.
"É sério que você ainda tenta mostrar dominância?" ele estava quase gargalhando e Harry tinha uma expressão mais do que confusa "Você ainda não entendeu qual é o jogo aqui, não é?"
Num golpe ágil, Louis trocou as posições e então Harry estava encurralado contra a parede. Diferentemente de Tomlinson, ele tinha a bochecha colada na parede gélida e as mãos presas em suas costas. Seu corpo lutava para sair do aperto do advogado, mas estava sendo completamente inútil.
"Eu vou te explicar então" sua boca estava tão próxima do ouvido de Harry que o garoto precisou fechar as mãos em punhos para aliviar seu ódio que só crescia "Pensei que somente o seu maridinho fosse um ômega, mas você cheira igual a um. Quando apertou a minha mão eu pude ver como você já estava tão entregue só pelo aroma doce que você liberou e isso me fez perceber o submisso bonito que eu tinha na minha sala" a sua risada fez um arrepio longo reverberar a coluna de Harry "Então você senta na minha frente e quer pagar de machão, e isso é tão ridículo quanto mentir pra si mesmo que não sente vontade nenhuma de pular em cima de mim e me pedir pra foder esse seu rabo apertado"
Styles precisou morder os lábios para não emitir nenhum som que Louis fosse gostar. O advogado, em contrapartida, pôde notar sua expressão deleitosa.
"Eu não... não sei do que você está falando" ele tentou se livrar do aperto mais uma vez, seus batimentos cardíacos estavam em seus ouvidos "Dá pra me soltar, porra?"
"Depende muito, você vai se comportar?"
Harry deu um riso anasalado em deboche e escorou a testa na parede, precisando entrar no joguinho de Louis para se ver livre.
"Você tem a minha palavra"
Bastou Louis afrouxar a rigidez de suas mãos para que Harry o empurrasse para longe e fosse em direção à porta, era como se ele estivesse lutando pela sua vida. Seus dedos tentaram forçar a maçaneta e os olhos procuraram com esperança pela chave pendendo na fechadura.
"Está procurando alguma coisa?" Louis balançou uma única chave na frente dos olhos de Harry como uma isca. O cacheado apertou os olhos com fúria e um sentimento de desistência crescendo cada vez mais.
Seria mentira dizer que Tomlinson estava errado quando falou que Harry o desejava, porque ele o queria.
Styles só tentou fugir para escapar da vergonha de se sentir tão atraído assim por outro alfa. Aquilo não era biologicamente nem moralmente correto. Ele não reparou que seu cheiro havia ficado mais doce na presença de um igual, mas não achava isso o fim do mundo.
E se Louis fosse tomá-lo naquela sala mesmo, ele gostaria de se divertir um pouco também.
"É muito engraçado que a sua primeira reação foi fugir ao invés de me atacar" Louis divagou, encostando-se na borda da mesa e cruzando os braços.
Harry se virou, o corpo colado contra a madeira da porta e sua cabeça recostada para trás, pensando em seus próximos passos e dando a visão bonita do seu pescoço imaculado para Louis.
O alfa desejou muito mordê-lo naquela região e isso fez seu interior se agitar. Um rosnado grosso saiu dele e Harry estremeceu.
"Venha até aqui" ele mandou, seu tom rude e exigente.
O cacheado nunca tinha sido tratado daquela forma antes, sempre foi ele quem dominou e subjugou seus funcionários e seu marido. Era simplesmente novo ter outro alguém mandando em si, apesar de também ser muito prazeroso.
"Não estou afim"
Louis arqueou uma das suas sobrancelhas, incrédulo que aquela espécime de alfa estava realmente tentando bater de frente com ele. Ele desceu o olhar para as pernas de Harry e notou o volume do seu pau marcado nas calças coladas.
"Não é o que parece"
Harry acompanhou seu olhar e tentou se cobrir com as mãos, envergonhado ao ponto de causar um rubor nas suas bochechas.
"Agora você está com vergonha?" sua voz estava tão mordaz que parecia rasgar a epiderme do cacheado "Você é uma puta, Harry. Você é a porra de um ômega" ele cheirou o ar, se deleitando com os cubos de açúcar em formato de aroma que preenchia a sala "E tem o melhor cheiro que eu já senti, sem dúvidas"
O cacheado estava aturdido, sentindo-se pequeno diante da fala de Louis.
"Vem aqui, me deixe cheirar você"
O garoto estremeceu com a fala do advogado, sentindo seu membro cada vez mais duro dentro do aperto das calças. Faziam algumas boas semanas desde que ele tinha feito sexo com Oliver e, somado com aquela experiência nova que era um alfa lhe domando, ele sentia seu interior incendiar.
Ele precisava de algum alívio e tinha certeza de que Louis iria lhe proporcionar isso.
Com passos lentos e receosos demais, ele se arrastou até ficar na frente de Louis. Seu cabelo estava caído como uma cascata na frente do seu rosto e seus olhos estavam grudados nos sapatos bem polidos do alfa.
O advogado estava o manipulando e Harry sabia disso, mas ele sentia tanta vontade de se entregar e deixar Louis fazer o que quisesse com ele.
Por mais que não assumisse isso nem para si mesmo.
Louis ergueu seu rosto com delicadeza pelo queixo e tocou o pescoço de Harry, devoto, sentindo a pele arrepiar sob seus dígitos.
"Eu poderia te marcar bem aqui" seus dedos passeavam pela lateral da epiderme branquinha e Harry negou com a cabeça vezes demais "Não? E por que não? Você ficaria lindo com a marca de um alfa na sua pele. Com a minha marca"
"É... errado" Styles estava quase se deitando em direção ao seu toque como um gatinho.
"Oh, Harry, ficar maleável na mão de outro alfa também é muito, muito errado" sua pele formigou e ele não se conteve em pressionar as laterais do seu pescoço para privá-lo de ar, aproximando ainda mais seu rosto para sussurrar em sua boca "E mesmo assim você está aqui, ômega"
O cacheado rolou os olhos em puro deleite pela forma como Louis o chamou, inconscientemente virando a cabeça para o lado e deixando seu pescoço ainda mais visível, pedindo por uma reivindicação.
"Olha isso... puta que pariu, você é uma vadia submissa do caralho" ele não se conteve em levar as presas, agora ainda mais afiadas, e raspá-las na área sensível, apenas para enlouquecer o garoto.
"Louis, eu..." ele manhou, apertando as pernas uma na outra, tentando descontar um pouco do tesão que sentia enquanto Louis o arranhava com os dentes e a barba.
Aquilo era demais, o garoto nunca imaginou que pudesse ficar tão excitado com a ideia de ser marcado. Era definitivamente o pecado que ele estaria disposto a cometer com aquele advogado.
"Shh, eu sei" seu hálito estava quente de desejo "Vamos cuidar disso, sim? Ajoelha pra mim"
O garoto tinha certo temor no olhar, porque nunca havia feito aquilo antes. Ele reparou no volume dentro das calças sociais de Louis e engoliu em seco.
"Não precisa ter medo" Louis notou sua feição "Vamos começar devagar para ver você perdendo sua marra aos poucos"
Ele não respondeu, apenas ajoelhou-se tímido no chão frio da sala e encarou Tomlinson de baixo com suas orbes esmeraldinas. Ele queria ser bom e estava esperando uma próxima ordem como a porra de um ômega dedicado em agradar seu alfa.
Louis se desfez do cinto sem pressa, gostando de ver a antecipação na expressão de Harry. Sem se preocupar em tirar de fato alguma peça de roupa, ele apenas puxou seu cacete já duro de dentro da calça e o deixou na frente do rosto do cacheado.
Harry tinha os olhos arregalados e muito interessados, analisando todo o comprimento daquele pau com a cabecinha rosada e a extensão repleta de veias. Sua boca salivou.
"É todo seu" ele levou os dedos até o cabelo bagunçado de Harry "Eu sou muito paciente, mas você tem que fazer do jeito certo. Cuide com os dentes e deixe tudo bem molhado porque depois eu vou entrar em você"
O outro assentiu, acatando as ordens.
Ele começou com lambidas tímidas na ponta do caralho, sentindo o gosto almiscarado da cabecinha rubra dançar em seu palato. Harry não sabia exatamente onde colocar as mãos, então espelhou o que fazia consigo mesmo quando precisava gozar e começou uma punheta preguiçosa no comprimento do alfa.
O advogado queria afundar seu pau todo de uma vez na garganta de Harry, mas sabia que isso assustaria o garoto e ele provavelmente não iria querer continuar, então deixou que ele explorasse e se divertisse como quisesse.
Quando tomou coragem, Harry levou metade do cacete duro para dentro da boca, contornando as veias com a língua e se deliciando com a sensação nova que era tudo aquilo. Ele olhava diretamente para Louis em busca de uma resposta para saber se estava sendo bom o suficiente enquanto o advogado se satisfazia com o rostinho corado do alfa.
Louis tinha uma expressão prazerosa e Harry queria muito poder emoldurá-la. Os olhos azuis estavam quase tomados pelas pupilas negras e uma camada fina de suor se concentrava em sua testa. Ele era como a porra de um deus do sexo e isso mexia com absolutamente toda a razão do cacheado.
Seus fios cor de chocolate balançavam quando ele ia e voltava com a cabeça, tentando tomar cada vez mais daquele caralho e ficar drogado com o gosto de Louis.
"Isso, ômega, você está indo tão bem" ele incentivou e o cacheado gemeu, enviando vibrações gostosas para a ponta do seu pau.
O apelido fez Harry chupá-lo com mais afinco, formando vincos em suas bochechas e estalos toda vez que ele tirava a glande dos lábios apenas para voltar e deixar Louis louco de tesão. Aos poucos ele se tornava uma bagunça de gemidos, lágrimas e saliva e isso era uma perdição para Louis.
Tomlinson eventualmente rosnava de tesão e apertava suas mechas com mais força, mas o garoto sentia falta de algo, de algum tipo de desafio nos olhos dele e de sua brutalidade, então ele teve uma ideia.
Ele saiu até a pontinha do cacete babado e voltou, arrastando seus dentes superficialmente na pele sensível do advogado, coisa que havia sido proibida.
Louis grunhiu e apertou seu cabelo, mas entendeu que poderia ter sido apenas um descuido.
Até que Harry fez de novo.
Seus fios foram puxados para trás até que ele estivesse em uma distância considerável do pau de Louis. Ele queria avisá-lo de que Harry estava usando os dentes, mas então viu um sorriso sapeca no rosto do cacheado.
"Você fez de propósito?" ele estava verdadeiramente puto agora.
Talvez Harry não fosse um submisso, afinal. Talvez ele gostasse de ser forçado a se submeter.
"Não sei, eu fiz?"
A palma da mão de Louis ergueu-se no ar e então voltou contra a bochecha de Harry, fazendo o garoto chiar de dor. Uma vermelhidão se instalou na pele pálida e Harry sentiu seu pau molhar mais com isso.
"Faz..." sua voz estava embriagada de luxúria "Faz de novo, por favor" então ele pegou a mão de Louis e a posicionou na epiderme quente que havia sido espancada.
Louis molhou o lábio inferior com a língua, morrendo de excitação por ver aquela figura tão entregue aos seus modos. Sua mão livre encontrou o cacete desesperado por alívio e ele se masturbou devagar apenas com a imagem de Harry implorando pela dor.
"Eu disse que seria paciente se me obedecesse, mas acho que você não serve nem para isso" então ele deixou outro tapa estalado e Harry gritou.
O advogado foi até os lábios de Harry com rudez, puxando o inferior para baixo e obrigando sua boca a abrir. Ele agarrou os cabelos cacheados com domínio "Agora vai ser do meu jeito"
Ele bateu com a glande molhada de pré gozo e saliva nas bochechas machucadas do cacheado apenas para humilhá-lo e fazê-las arderem antes de realmente entrar na sua cavidade. Sem dar tempo para que ele se acostumasse, sem deixar ele seguir o próprio ritmo.
Louis não estava fodendo a sua boca, mas sim a usando como um buraco para se aliviar. Ele não mexia os quadris, apenas puxava a cabeça de Harry até o nariz dele tocar sua virilha e então repetia outra e outra vez.
Quando o advogado manteve a glande sensível por mais tempo na garganta do cacheado, os dedos magros arranharam o tecido da calça de Louis em desespero, desferindo socos para tentar se livrar da queimação e poder respirar novamente. Ele sentia que acabaria desmaiando.
Em exatos cinco segundos ele foi solto, fazendo sua garganta contrair e liberar ainda mais saliva, um fio transparente ligando sua boca até a poça no chão. Seu rosto parecia queimar e ele tossia, buscando se acalmar.
"Acho que superestimei você" Louis fez um carinho nos seus cachos, mas seu tom era manipulador "Você ainda precisa de muito para se tornar um ômega bom de verdade"
Harry ergueu os olhos chorosos, limpando algumas lágrimas com as costas da mão. Ele estava destruído e Louis sequer tinha fodido ele ainda.
"Então me ensine a ser bom, senhor" pediu com a voz quase sussurrada, vendo a reação imediata que aquilo causou em Louis.
As mãos tatuadas não perderam tempo em encontrar seus fios mais uma vez. Seu couro cabeludo ardia como o inferno, mas Harry aprendeu que gostava da dor.
Num instante, seus lábios receptivos enveloparam o caralho gostoso mais uma vez, Louis não aguentava perder mais um segundo de tempo.
Nas primeiras estocadas brutas, ele tinha reflexos e seus olhos enchiam de lágrimas quando o cacete grosso tocava sua garganta. Seu corpo inteiro parecia pegar fogo, tamanho tesão que ele sentia.
Isso até conseguir relaxar e passar a tomar aquilo como um verdadeiro ômega.
Louis tinha um sorriso ladino e orgulhoso nos lábios quando sentiu Harry se forçar por conta própria para levá-lo fundo.
O ritmo do alfa se tornou implacável e Harry estava desesperadamente excitado, então ele tateou cegamente até encontrar seu próprio pau, apertando-o por cima das roupas e rolando os olhos em prazer.
O advogado notou sua ação, tirando seu pau da cavidade já destruída do garoto.
"Está com dor?"
Harry concordou, esperançoso de que isso faria Louis aliviar as coisas para ele.
"E você fica excitado com isso? Meu ômega é tão sujo assim?" ele levou o sapato até a mão de Styles que estimulava o próprio pau e a afastou com um empurrão "Já que você precisa tanto se tocar, monta no meu sapato enquanto eu te uso"
O submisso logo chegou mais perto do pé de Louis e sentou sobre ele, conseguindo uma fricção gostosa enquanto rebolava os quadris como se estivesse cavalgando em um pau. O tecido da sua própria roupa estimulava sua glande extremamente molhada e isso lhe causava pequenos espasmos.
Tomlinson apenas sorriu pelo modo como Harry sequer questionava suas ordens, já tão bêbado de vontade para fazer tudo o que ele mandasse.
Os sentidos do cacheado gritavam o nome de Louis e o cheiro do alfa estava por toda a sala, cada vez mais intenso para as narinas de Harry e isso o levava à loucura. Era quase tão prazeroso quanto um orgasmo e talvez ele pudesse gozar somente com o aroma forte e masculino de Louis.
O cacete já estava em sua boca mais uma vez e ele tinha que se concentrar em ser bom para seu alfa e buscar alívio ao mesmo tempo. As sensações reunidas pareciam estourar atrás das suas pálpebras fechadas e ele aproveitava ao máximo a forma como estava sendo usado.
Louis, por outro lado, poderia vir apenas contemplando aquele "alfa" tão entregue e submisso aos seus pés. Ele sentia as bolas repuxarem e o baixo ventre esquentar com a antecipação de um orgasmo.
Harry se sentia sobrecarregado e isso era gostoso pra caralho. Ele estava tão perdido nas sensações que lhe preenchiam, aguentando Louis e montando em seu sapato caro, que sentiu seu corpo estremecer mais forte do que as outras vezes.
Focado demais no prazer do alfa, ele sequer percebeu que havia gozado.
Quando sentiu que não aguentaria mais um segundo, Louis deixou apenas a cabecinha do seu caralho na língua de Harry e pode assistir quando esporrou jatos esbranquiçados diretamente para dentro do garoto.
"Não engole, mantenha a boca aberta" disse ofegante, puxando os próprios fios do cabelo para trás ao inclinar-se e cuspir um fio de saliva diretamente na língua de Harry, misturando seus fluídos na boca dele "Agora sim, pode engolir"
Harry o fez com prazer, sentindo tudo aquilo deslizar pela sua garganta como uma recompensa.
"Bom ômega" ele secou algumas lágrimas que escorreram pelas bochechas de Harry e ajudou ele a se erguer depois de deixar um beijo em sua testa suada com alguns fios colados.
As pernas esguias estavam trêmulas quando o cacheado se colocou em pé, precisando do apoio de Louis. Ele sentiu algo pegajoso demais dentro da sua roupa e teve a certeza de que havia gozado somente se esfregando como um bichinho e mamando o pau do alfa.
"Se sente bem?" perguntou, seus olhos azuis buscavam qualquer traço de que Harry estivesse desconfortável.
"Estou ótimo" sua voz estava rouca e Louis queria lhe dar mais um tapa somente porque ele era gostoso pra caralho.
"Tira a roupa pra mim, tira" mandou, ainda segurando a cintura fina para mantê-lo estável.
Harry terminou de desabotoar a camisa, passando ela pelos ombros e braços e deixando-a jogada no chão. Ele viu como Louis se demorou em suas tatuagens e mordeu os lábios. Então continuou, desafivelando o cinto e abrindo a braguilha da sua calça skinny. Harry não queria ser rápido, era bom ter Louis olhando para seu corpo com um desejo ardente.
Seu coração errou o compasso, subitamente com vergonha do que Louis diria ao ver que ele vestia uma...
"Porra, você quer me matar" ele rosnou, puxando Harry até colarem seus peitorais, fazendo o garoto cambalear desajeitado "Quando eu acho que você não pode ser mais vagabunda, descubro que você esteve de calcinha esse tempo todo" suas mãos apertavam a carne farta da bunda de Styles com agressividade.
O garoto arfou, se empinando mais contra a palma áspera de Louis.
"Que porra você queria vindo no meu escritório com uma peça tão minúscula?" ele enganchou o dedo médio na alça lateral e soltou, vendo o elástico voltar contra Harry em um estalo "Já saiu de casa pensando em dar para qualquer um que quisesse te comer?"
Harry manhou e negou vezes demais, enlaçando seus braços ao redor do pescoço de Louis.
"Lou... Louis, alfa, me beija. Por favor"
O advogado não perdeu tempo, deixando uma mão em suas bandas gordinhas e levando outra para os fios de cabelo da sua nuca, puxando os lábios rosados em sua direção.
O beijo era dominante por parte de Louis, enquanto Harry apenas se deixava levar pela sensação que era a língua explorando a sua com vontade. Tomlinson era como um predador sugando a vitalidade de sua presa. As mordidas que ele deixava nos lábios de Harry doíam, mas o garoto só conseguia desejar mais. Aquele alfa beijava tão bem que Harry teve vontade ser seu ômega para sempre.
Um fio quase invisível de saliva ligava ambas as bocas quando Louis se separou contra a sua vontade. Ele trocou de lugar com Styles e logo estava prensando as coxas branquinhas entre as suas e a borda da mesa. Como se erguesse uma pena, colocou o garoto em cima da superfície de madeira.
Harry olhou para trás e deu um risinho.
"Vamos realmente fazer isso em cima dos papéis do meu divórcio?"
Louis deu de ombros, brincalhão.
"Você prefere o chão gelado?"
O garoto negou com a cabeça, rindo divertido antes de puxar Louis pela gravata e lhe dar mais um beijo urgente. Ele se sentia mais confiante e relaxado agora, nada mais parecia errado na sua submissão e seu cheiro estava cem por cento adocicado. As pernas de Harry enlaçaram o quadril de Louis e ele pode sentir seu cacete duro novamente roçando na parte interna da sua coxa.
Com rapidez, ele tirou o blazer de Tomlinson e pode ver os músculos marcados do alfa sob a camisa social branca. Harry mordeu os lábios atrevido e explorou seu bíceps com os dedos, sentindo como ele era duro e malhado sob seu toque.
Louis deu-lhe liberdade para examiná-lo como uma terra inexplorada. Afinal, Harry nunca havia tido qualquer contato com um corpo forte e músculos que não eram os seus, e aquilo era no mínimo curioso.
"Cospe" mandou, a palma da mão posta na frente dos lábios de Harry.
O garoto o fez, acompanhando quando Louis levou a mão molhada para o próprio pau e começou a masturbá-lo lentamente. Ele encostou sua testa na de Harry e só então notou a mancha escura na calcinha dele.
"Você gozou?" Harry assentiu "Quando?"
"Quando eu... Quando eu estava com seu pau na boca"
"Porra" praguejou baixinho, movendo o garoto para mais perto da borda da mesa com uma só mão "Não tira ela, eu quero foder você assim"
Harry assentiu, seus dedos apertavam os ombros alheios com força.
Ele se encolheu quando sentiu a ponta gorda da glande roçar na sua entrada. Harry sentia tudo escorregadio o suficiente, mas não conseguia evitar o temor que aflorava em sua mente.
"Ei, está tudo bem." Louis fez um carinho no seu quadril e Harry sentiu seus músculos relaxarem um por um "Aqui" ele colocou o nariz de Harry com cuidado em sua glândula odorífera "Sente o cheiro do seu alfa e relaxa"
O garoto inalou com vontade o aroma de Louis por alguns segundos e assentiu, confirmando que estava sim melhor e que eles poderiam continuar.
Louis voltou a pressionar seu cacete no cuzinho do alfa e quis morrer com o quão apertado ele era. Ele empurrou somente até a glande e sentiu Harry contrair, apertando as pernas ao seu redor e cheirando seu pescoço com força.
Harry estava agarrado a ele como um coala se agarra em seu galho favorito.
O advogado era calmo, deixando Harry se acostumar com a primeira sensação de ardência até que ele lentamente estivesse completamente dentro. Suas bolas bateram na bunda macia de Harry e ele precisou de todo o autocontrole para não fodê-lo com força.
"Eu estou bem, você pode se mover agora" garantiu, deixando um beijo casto na curva do ombro do advogado.
Ele ainda era delicado no começo, lutando contra a entradinha virgem de Harry que tentava expulsá-lo a toda hora. Gradativamente Louis foi aumentando o ritmo e força das estocadas, até ter o corpo do cacheado dando pequenos solavancos com a sua brutalidade.
Harry acabou deitado e mole sobre a superfície da mesa e os papéis bagunçados, seus cabelos espalhados por ali como a porra de um anjo.
Louis notou o quão relaxado e receptivo seu ômega estava sendo, sua boca pornográfica estava aberta liberando os gemidos mais gostosos que ele já ouviu na vida. Os dedos magros apertavam os mamilos rosinhas para estimulá-los e o alfa teve muita vontade de brincar com aqueles biquinhos até que estivessem roxos.
O garoto estava perdido no próprio prazer quando Louis pegou sua mão e posicionou sua palma em seu baixo ventre, onde um relevo surgia toda vez que ele ia fundo dentro dele. Harry arregalou os olhos e apoiou-se no antebraço livre para ver melhor, o cabelo desgrenhado cobrindo parte da sua face.
"Vou te dar o meu nó, o que você acha disso?" seu tom era quebrado, buscando o próprio orgasmo. O cacheado rolou os olhos em prazer com a ideia "Quer carregar os meus filhotes, ômega?" ele deixou a palma de Harry no mesmo lugar e deslizou a sua até o pau esquecido dentro da calcinha do cacheado.
Harry tremeu com a sensação que era ter sua bunda surrada enquanto o advogado punhetava seu pau tão gostoso.
"Sim... Porra, Louis!" sua cabeça pendeu para trás.
"Olhe para mim, quero ver como você é gostoso levando meu caralho nesse rabinho de virgem"
Styles gemeu alto e se obrigou a sustentar seus olhos nos de Louis. Seus lábios eram tão mordidos que alguns filetes de sangue o pintavam.
O alfa sentia que estava mais perto do que nunca, sendo implacável nas suas estocadas contra a bunda já avermelhada de Harry. Os sons que ele emitia estavam cada vez mais animalescos e selvagens, e isso excitava o cacheado de um jeito absurdo.
O cabelo liso colava na testa de Louis e os músculos se contraiam cada vez sob o tecido da sua roupa, era uma visão e tanto.
Harry ainda sentia o relevo do cacete de Louis o comendo sem dó alguma e aquilo o empurrava para a borda. A noção de que estava sendo fodido tão intensamente era demais para sua sanidade.
"Louis, Louis!" Harry gritou, as costas batendo de volta na mesa quando ele gozou contra o tecido rendado e a palma de Louis, amassando alguns papéis enquanto se entregava ao orgasmo forte que o atingiu.
Ele soluçou e chorou, cansado, sentindo seu buraco ser usado mais algumas vezes até que Louis estivesse liberando jatos quentes de porra branquinha em seu abdômen com um gemido gutural.
O corpo de Harry dava os últimos espasmos quando Louis o cobriu com o seu, deixando alguns beijos delicados no seu maxilar e cheirando sua nuca apenas para que o cheiro gostoso e docinho o tranquilizasse.
"Oi" ele riu, acariciando a bochecha de Harry com os dedos.
O cacheado abriu os olhos, se deparando com o rosto tão lindo perto do seu. Ele não se conteve em sorrir.
"Oi, você acabou comigo" sua voz era divertida.
"Te machuquei?" seus olhos agora estavam arregalados, com preocupação "Me desculpa, porra. Eu sinto muito, acho que foi demais. Eu..."
Ele foi calado por um beijo demorado de Harry, o ato inocente tinha a intenção de tranquilizar Louis. Harry definitivamente não poderia estar melhor.
"Você foi perfeito pra mim" ele mordeu o lábio inferior atrevidamente, pensando "Ahm... você falou sério sobre me dar sua marca?"
Louis deu de ombros, maneando a cabeça positivamente.
"Eu não tenho um ômega e você não terá mais o seu em breve, acho uma boa ideia te tornar meu"
A lembrança do divórcio sequer doeu em Harry, ele estava feliz com a possibilidade de ser de Louis.
"Eu também acho, alfa" o garoto deu um risinho contido.
Logo ele estava rindo alegre e alto enquanto Louis enchia sua clavícula de beijos e consequentemente lhe fazia cócegas.
Onde Louis é um alfa acanhado nerd, físico teórico e tem um novo vizinho, e Harry é um ômega simpático, bonitinho e confeiteiro que muda de apartamento.
avisos!: É minha primeira oneshot entt pode n estar muito boa! Foi reescrita mas pode haver erros.
•°.* Bellybulge, creampie, hbottom, ltops, palavras de baixo calão, nudez, conteúdo totalmente sexual, omegaverse (abo), louis!alfa, harry!omega. Provavelmente esqueci algo mas é o principal.
De todas as formas, aquela era, de fato, a primeira vez deles.
Harry vestia uma daquelas camisas de turnê, de um tecido fino que abraçava suas curvas e possuía uma abertura estratégica até a cintura. Por baixo, apenas um short curto — que já havia sido descartado em algum canto do quarto — e suas meias. Louis, fiel ao seu estilo, usava nada mais que uma camiseta oversized do Lanterna Verde e uma calça de moletom cinza.
O contraste era hipnotizante. O peito do ômega, sutilmente marcado pelo tecido justo da blusa, fazia a libido de Louis atingir níveis astronômicos. Harry já estava entregue sobre a cama do mais velho, os cachos espalhados pelo travesseiro, em um estado de quase êxtase. Louis havia sido meticuloso: beijos no pescoço, mordidas precisas na glândula odorífera e uma atenção devota aos mamilos de Harry por cima do tecido, enquanto sua coxa pressionava com a força exata o centro das pernas do ômega.
Para um nerd, ele era perigosamente bom com a boca... e com as mãos.
Mas espere um pouco. Você sabe como eles chegaram aqui?
Deixe-me fazer as honras e narrar o desenrolar improvável entre um físico introvertido e um confeiteiro de mão cheia.
.•°*.*°•.
Harry mudou-se para o novo apartamento em um dia ensolarado, cercado por pilhas de caixas de papelão que pareciam se reproduzir sozinhas. A mudança foi exaustiva; a noite já havia caído e ele ainda lidava com o caos, ciente de que, no dia seguinte, a rotina na padaria seria pesada, com tortas, bolos e encomendas esperando por ele.
Exausto, Harry aguardava seu jantar na porta quando dois rapazes saíram do apartamento da frente. Eles pareciam tímidos, quase envergonhados, como se tivessem sido interrompidos em algo importante. O ômega sorriu, observando-os, até que seus olhos pousaram em um rosto familiar. Era Zayn! Seu amigo de infância, de quem a vida e a faculdade haviam acabado por afastar.
— Zayn Malik? — Harry exclamou, surpreso.
— Harry? — O rosto de Zayn iluminou-se. — Zee! Meu Deus, quanto tempo!
O abraço foi apertado, carregado de nostalgia. O outro alfa, que acompanhava Zayn em silêncio, ficou momentaneamente em segundo plano, observando a cena com uma curiosidade contida.
— Harry, este é o Louis — Zayn os apresentou. — Ele é físico teórico e meu melhor amigo.
— Prazer, Louis. Sou confeiteiro — Harry estendeu a mão, fixando o olhar nos olhos azuis intensos do alfa. Ele o achou inegavelmente atraente; uma mistura de intelecto e uma aura "quente" que não esperava encontrar em um acadêmico. — Acho que já sabe que me chamo Harry. Vai ser um prazer ter você como vizinho.
— O prazer será todo meu... em ter você por aqui — Louis respondeu, e o peso da palavra "prazer" pareceu vibrar no ar, instaurando uma tensão instantânea entre os dois.
.•°*.*°•.
Harry recebeu seu sushi, pagou o entregador e, num impulso de gentileza, convidou os dois para entrar. Embora tenham recusado a comida — para o alívio secreto de Harry, que estava faminto —, eles o ajudaram a carregar as últimas caixas pesadas para dentro, garantindo que nada fosse deixado no corredor.
— Muito obrigado pela ajuda. Eu não saberia como retribuir — Harry disse, recostado na porta.
— Você poderia aparecer no nosso apartamento amanhã — Louis sugeriu rapidamente. — É sexta, dia de pizza. O Zayn vem sempre, e acho que o Liam e o Niall iam adorar te conhecer.
— Oh, eu não queria incomodar...
— Não seria incômodo nenhum, Harry — Zayn reforçou. — Nós realmente queremos que você vá.
Harry pensou por um segundo, abrindo aquele sorriso de covinhas que fez o coração de Louis errar uma batida.
— Tudo bem. Vocês me convenceram.
Na noite seguinte, o cenário era composto por quatro alfas e um ômega, este último vestindo um vestido leve que atraía olhares discretos. Após a pizza, a atmosfera relaxou e, por sugestão de Zayn e Harry, o grupo começou a jogar "Eu Nunca" regado a doses generosas de álcool.
— Eu nunca tive dois paus me fodendo! — Alguém soltou, e o som dos copos batendo na mesa foi imediato.
A essa altura, três coisas eram certas:
Ninguém mais sabia quantas doses já tinham tomado.
O álcool estava ditando as regras.
A conversa tinha tomado um rumo irremediavelmente sexual.
— Eu nunca usei, ou fiz algum parceiro usar, fantasias de super-heróis no sexo! — disse Niall, o astrofísico irlandês, entre risos.
Apenas Harry não bebeu. Ele nunca tinha explorado esse fetiche. Todos o olharam com uma mistura de surpresa e interesse, especialmente Louis, que sorria como um golden retriever levemente embriagado. As confissões continuaram: dildos, recordes de orgasmos, preferências na cama... até que Harry tentou trazer o jogo de volta para águas mais calmas.
— Eu nunca deixei a toalha molhada em cima da cama — ele tentou.
Mas o destino — ou o álcool — tinha outros planos.
— Eu nunca recebi uma creampie — Harry soltou, quase num sussurro.
O silêncio foi imediato. Ele falou tão baixo que os outros pediram para repetir. Entrando em pânico e com as bochechas ardendo, ele reformulou rapidamente:
— Eu... eu nunca recebi um buquê de flores!
Apenas Liam bebeu, explicando que sua mãe sempre lhe dava uma flor no Dia dos Pais e que, "tecnicamente, se juntasse tudo, dava um buquê". Harry suspirou aliviado, embora soubesse que a primeira frase ainda pairava em algum lugar da mente de Louis.
.•°*.*°•.
Um mês se passou. A amizade entre Harry e Louis floresceu entre trocas de correspondências e jantares casuais. Louis, movido pela curiosidade científica e por uma vontade genuína de agradar, ficou com aquela palavra na cabeça: creampie.
Em sua mente literal de físico teórico, ele associou com o termo da culinária: torta de creme. Ele procurou na padaria de Harry e não encontrou. Questionou o ômega, que ficou vermelho como um tomate e disse que ainda estava "se aperfeiçoando na torta".
Decidido a fazer uma surpresa, Louis foi para a internet pesquisar receitas. Foi então que a internet o levou por um caminho... diferente. Três links de sites de pornô apareceram nos resultados. Curioso, ele abriu uma guia anônima e pesquisou ‘creampie pornô’. Sua visão pareceu embaçar ao descobrir o verdadeiro significado.
O choque inicial foi substituído por uma compreensão súbita do porquê de Harry agir de forma tão tímida. Mas Louis, apesar de nerd e introvertido, tinha seus 25 anos e uma dose considerável de audácia.
Harry o convidou para um chá em sua casa naquele sábado. Louis decidiu levar uma torta de creme real, da padaria local, mas com um plano B em mente. Se Harry estivesse falando da torta, ele seria apenas um vizinho gentil. Se ele estivesse falando de outra coisa... bem, Louis estava pronto para a aula prática.
.•°*.*°•.
Harry estava adorável em sua blusa de alcinhas branca e shorts folgados. Ele havia arrumado a mesa com biscoitos e chá de camomila quando a campainha tocou.
— Trouxe uma torta de creme — Louis anunciou, entrando no apartamento com uma sacola.
Harry quase engasgou com a própria saliva. Ele não sabe, ele com certeza não sabe, pensou o ômega, tentando manter a compostura enquanto Louis o observava atentamente.
— Quer experimentar? — Louis sugeriu, cruzando os braços e se aproximando. — Você disse que estava se aperfeiçoando, pode usar essa como referência.
Harry cortou uma fatia, sentindo o olhar do alfa queimar em sua pele.
— É boa... — Harry começou, a voz um pouco trêmula. — Só tem um pouco de chantilly demais e a massa está um pou...
— Eu sei o que é uma creampie, Harry.
O tempo pareceu parar. Louis se aproximou, tirando o prato das mãos de Harry e o colocando sobre o balcão, com o ômega o acompanhando no olhar.
— Louis...
— No começo, eu realmente achei que era a torta — Louis confessou, ficando frente a frente com o ômega, cujos feromônios de vergonha e excitação começavam a inundar a cozinha. — Mas depois eu pesquisei. E, para ser sincero... eu fiquei muito interessado no conceito.
Os cheiros de pinheiro, lavanda, baunilha e morango se fundiram em um coquetel inebriante.
— Você tem interesse... nisso? — Harry perguntou, os olhos verdes fixos nos de Louis.
— Tenho — Louis afirmou, a voz se tornando mais grave.
Harry olhou para baixo, notando o volume na calça de moletom cinza de Louis. Ele era um alfa atraente, inteligente e estava ali, confessando um desejo mútuo. Por que não juntar o útil ao agradável.
— Quer saber como que faz?... — Harry desafiou, com um sorriso audacioso.
Agora foi a vez de Louis perder o fôlego. Sem palavras, ele apenas assentiu, deixando que seus próprios feromônios de desejo respondessem por ele.
— Vem para o meu quarto. — Harry segurou sua mão, guiando-o com pressa.
Louis observou o balanço dos quadris de Harry e sentiu o sangue latejar. Puta merda, ele pensou, eu vou mesmo foder o Harry.
Louis agarrou os quadris de Harry, fazendo-o deitar-se na cama. Ao retirar o shortinho branco, revelou-se um membro já desperto sob a calcinha confortável. Um rosnado baixo escapou da garganta de Louis com a visão.
Ele uniu seus lábios aos de Harry, lábios cheios, em formato de coração, um convite irresistível. Suas mãos apertavam as coxas pálidas e macias, subindo pelos quadris de curvas suaves até a cintura definida. A blusinha justa, ainda presente, tornava tudo mais provocante ao marcar o peito do ômega.
Harry soltava suspiros deleitosos, sentia falta de ser tocado com aquela intensidade. Seu corpo já respondia ao toque, liberando o pré-gozo que começava a umedecer a peça íntima, acompanhando a lubrificação que já encharcava sua entrada.
Louis focou sua atenção no pescoço e na glândula de Harry, mordendo e lambendo cada pedaço de pele que exalava o aroma inebriante da excitação. O lobo dentro do alfa rugia em aprovação ao cheiro doce que dominava o quarto.
— Louis, eu quero agora... entra, por favor — Harry gemeu de forma arrastada quando os dedos do alfa brincaram com seus mamilos por cima do tecido. O atrito era delicioso, o fazendo arquear o corpo cheio de desejo. — Lou… Alfa!
Louis rosnou, tocando a pele leitosa com uma possessividade descomunal. Ele observou o ômega por alguns instantes, ele quer tanto tomá-lo com a roupa e tudo, manter a blusinha seria o toque final de luxúria que ele tanto precisava.
Libertando-se da sua calça de moletom, Louis pouco se importou com a camisa do Lanterna Verde que ainda vestia. Seu foco era total no ômega de íris brilhantes e verdes que o devorava com o olhar. Ele se abaixou, beijando cada lado do quadril de Harry antes de puxar a calcinha pelas pernas pálidas. Ao ver o fio de lubrificação se romper entre o tecido e a entrada avermelhada, Louis sentiu a própria boca salivar.
— Alfa! Por favor, me preencha... — o cheiro de pinheiro de Louis se intensificou, mergulhando Harry em um estado de necessidade absoluta, seu corpo pulsando só por sentí-lo.
— Calma, ômega. Vou te dar exatamente o que você precisa — Louis murmurou. Ele desceu a boca até a base do membro de Harry, distribuindo beijos úmidos enquanto massageava o que estava ao redor. — Você é delicioso, Harry.
Os dedos de Louis desceram para a entrada, que pulsava em expectativa. O aroma ali era tão forte que quase se podia sentir o gosto na sua língua. Louis usou sua boca para explorar o local, enquanto dois dedos preparavam o caminho, fazendo Harry segurar seus cabelos lisos e implorar por mais.
— Consegue chegar ao ápice apenas com minha boca e meus dedos, ômega? Quero sentir o seu gosto em mim — Louis questionou, enquanto uma mão apertava a coxa grossa de Harry e a outra trabalhava ritmadamente em sua entrada.
— Consigo, alfa... Sim! — Harry soltou um gemido alto. A mistura de sensações era avassaladora. Quando os dedos de Louis pressionaram o ponto certo, o estopim foi inevitável, e Harry atingiu seu primeiro orgasmo, rápido demais até, mas o cheiro, os dedos grossos de Louis, tudo era tão bom que não conseguiu se conter.
Louis saboreou o momento, limpando cada vestígio com a língua antes de se posicionar. Harry, ainda envolto na névoa do prazer, sentiu quando Louis finalmente afundou seu membro, grosso, com 17 cm e uma glande grossa, dentro dele. O movimento foi lento e firme, permitindo que Harry se acostumasse com o preenchimento. A cabeçinha do pau do alfa entrando com resistência, abrindo o ômega aos poucos, era tão bom que fez ambos soltarem um xingamento em uníssono.
Harry sentia cada centímetro de si sendo expandido. Louis levou os dedos, ainda úmidos, até a boca do ômega, que os chupou ansiosamente enquanto tentava processar a sensação de ter Louis tão fundo. O alfa pega as pernas de Harry entrelaçando as coxas ao redor de sua cintura, intensificando o contato, finalmente chegando até a base, com as bolas de Louis batendo na polpa da bunda do outro.
Pela sua posição, Louis conseguia ver o relevo de sua própria cacete contra o abdômen de Harry. A visão de um montinho feito por causa da cabeça grossa de seu pau, junto do seu membro pulsando dentro do ômega o deixou ainda mais excitado.
— Lou... eu,... uh! Eu sinto você tão fundo — Harry murmurou com gemidos, abrindo os olhos para ver a silhueta protuberante em seu ventre. — Tão grosso... você é tão bom… minha nossa.
— Puta merda, Harry — Louis rosnou, vendo a mão pequena do ômega tocar a superfície onde o membro o pressionava por dentro.
— Não é pra ter dó de mim, alfa.
Atendendo ao comando, Louis começou a estocar com força e precisão. O ritmo era frenético, a pele se chocando e o som da lubrificação densa preenchendo o ambiente. Harry já choramingava de prazer, chamando pelo nome do alfa enquanto seus corpos se moviam em perfeita sincronia.
Harry solta um gemido baixo, quase como um miado, suas mãos agarrando o pescoço e os ombros de Louis arranhando-o enquanto sentia cada estocada forte. O ômega tinha certeza que iria ficar muito abertinho, sua lubrificação descia entre suas pernas e melava Louis, tão escorregadio, quente, molhado.
Arqueou as costas quando o alfa achou sua próstata, gemendo alto, arranhando as costas do alfa que tremeu inteiramente sob si depois de apertar todo o membro grosso depois de uma estocada.
— Você vai acabar comigo… Porra. — cada vez que Louis retirava e colocava o cacete grosso dentro de si, era como se estivesse sendo partido ao meio de uma forma tão gostosa que não se importaria de deixar Louis o usar como um brinquedinho. Pensando bem, Harry queria isso. — Lou! Alfa! Hum! minha nossa, e-eu quero vir.
— Eu também — Louis respondeu, focando toda a sua energia em levar Harry ao limite. Ele diminuiu o ritmo por um segundo, apenas para forçar a glande mais fundo, buscando fuder o colo do útero do ômega.
Toda vez que metia ele sentia a pequena barreira batendo contra sua glande, ele sentia pequenos espirros de pré-porra saindo de si em cada estocada que batia. O alfa queria mais, muito mais, e se ele tinha como fazer, ele vai tentar.
O ômega tremeu inteiramente, sentindo a glande dentro de si pressionando mais e mais, sua respiração descompassada, seu corpo inteiro formigando, trêmulo, ele não sabia o que Louis estava tentando fazer, mas a sensação era terrivelmente deliciosa, mesmo que doesse.
Até Louis finalmente conseguir o que queria, meter a cabecinha do seu pau sendo sugado pelo colinho do útero do ômega, era tão fodidamente apertado, era quente, molhado. Seu corpo inteiro arrepiou-se, tremendo levemente. A visão de ver Harry tentando arquear o corpo, suas mãos empurrando o ventre de Louis de tantos estímulos que quase pedia para parar, sua barriga lisinha conseguindo mostrar o quão cheio estava foi o fim da sanidade de Louis.
— Veja o quão fundo eu consigo chegar, babe. Sente o meu pau te abrindo, te deixando pronto só pra ele te foder. — Ele passa a mão por cima do relevo pequeno no ventre de Harry, o vendo com a cabeça arqueada, tremendo, soltando murmúrios baixos, respiração ofegante.
Harry volta sua atenção em Louis, piscando lento, sendo torturado pela pequena dor gostosa de ser totalmente preenchido, seus cachos totalmente bagunçados enquanto viu o pau de Louis dentro de si. Nunca se sentiu tão cheio em sua vida, tremia de excitação.
Olhou para o alfa, que não parava de acariciar seu corpo, sua cintura, uma de suas mãos agora estimulava seu mamilo durinho, enquanto a outra apertava sua coxa branquinha. Num flash de rapidez, a pupila de Louis dilata, o cheiro se intensificando, o ômega por um momento achando que era o hut do alfa, mas simplesmente o seu lobo tomou as rédeas, falou mais alto.
Com uma estocada final forte e profunda, saindo do encaixe e voltando de uma vez, arrombando o colinho, o nó de Louis começou a se formar exatamente onde deveria. As pernas de Harry tremeram violentamente, lágrimas de puro êxtase rolaram por suas bochechas enquanto ele gritava o nome de Louis. Harry atingiu o ápice novamente pintando seu peitoral com as gotas de porra, ao mesmo tempo sentindo o útero jorrar seu melzinho contra o cacete grosso do alfa no instante em que Louis o preenchia com sua própria porra quente.
O nós prendendo-os um ao outro. O ventre de Harry estava visivelmente inchado, preenchido pelo alfa. O ômega estava exausto, com a boca aberta em um 'O' silencioso, sentindo cada pulsação de Louis dentro de si. Sentindo tudo, seus peitos agora sendo chupados por um alfa que arrancou sua blusinha.
— Vai aguentar tudo aqui dentro? Veja como sua barriguinha está, hmm... tão cheia de mim — Louis sussurrou, tremendo enquanto o nó finalizava o processo.
— Uhm… uhum… — Harry respondeu com um murmúrio baixinho, mal conseguindo abrir os olhos, mas quando os faz, brilhavam de satisfação. — E-eu… hmm.
Louis sorriu, beijando-o com carinho, sendo retribuído de maneira desajeitada por Harry, que ainda estava absorvendo tudo
— Eu sinto cada jato seu… em mim, uh alfa… — Harry confessou, já quase sendo tomado pelo sono. — Não sai… por favor, não… não tira.
Harry lutava fortemente para não dormir, mas seu corpo não o ajudava, choramingando, lágrimas caindo pelo seu rosto quando Louis se movimentou tentando procurar uma posição confortável.
— Prometo, meu bem. Eu cuido de você — o alfa deixa um último selinho antes que o ômega se entregasse ao descanso. Se arrumou levemente contra o corpo do ômega, ficando numa conchinha. Mesmo seu nó já desinchando, ele continuou dentro do outro, caindo em um sono junto do cacheado.
Nota IMPORTANTE: Tudo o que acontece foi combinado previamente entre os personagens, mesmo que não tenha sido escrito na oneshot, apesar da simulação de medo. Harry pode pedir muitas vezes pra parar e não vai parar, acima de tudo ele gosta e o parceiro tbm! Pf não repitam isso em casa.
Harry apesar de ter medo de filmes de terror, tem uma que ele gosta, mas nunca assistiu de verdade, pânico.
Bem, ele gosta porque quem é o vilão é um ser humano e não um mutante, ou coisa estranha, ou alien, ou qualquer coisa feia e desagradável para sustos.
Não tira o medo dele pelo filme, poderia ser qualquer um daqueles adolescentes, por mais que só tenha assistido pequenas cenas e recortes pelo celular, gostava da franquia.
Já era halloween, estava vestido com sua linda fantasia de coelhinha da playboy, ficou incrível em si o corset apertadinho no seu quadril e cintura por cima de um body preto, usava uma luva até seus cotovelos, uma bota preta até seus joelhos com a meia calça e claro, as orelhinhas e o rabinho de coelho grudado no final do corset.
Ela tinha se inspirado levemente na Regina George, em Meninas Malvadas, seu filme favorito.
Arrumava seus cachos no banheiro da casa onde estava a festa, tédio o definia agora, ele não era de beber muito e muito menos se interessou em algum cara pra ao menos dar uns beijinhos, suas amigas e amigos se trancaram em algum quarto e a pista de dança (o que Harry poderia dizer, mas era a sala de estar) estava impossível de dançar de tanta gente.
Já havia se assustado com muitas fantasias naquela noite, é uma pessoa sensível e muitos na universidade que conhecem seu medo de levar sustos, acabam fazendo isso para a irritar, mas isso não importa, já estava de saída daquele local alvoroçado.
Isso se seu celular não estivesse tocando, um número desconhecido, tinha acabado de abrir a porta do banheiro, e resolveu voltar, era impossível de escutar algo fora dali, trancou a porta e atendeu o telefone.
— Olá, Harry Styles. — a voz desconhecida do outro lado fala, a fazendo tremer inteirinha, como que sabia seu nome? Isso deveria ser outro trote! Outra pegadinha de mau gosto consigo. — Quer jogar um jogo?
— Por favor, quem quer que seja, pare de me assustar, eu tenho sofrido a semana inteira. — disse rápido, já decidido de desligar a chamada, mas a outra voz é mais rápida em responder
— Posso ver sua cara de assustado Harry, você pode se livrar de mim, é só jogar comigo. — a voz conseguia ser incrivelmente assustadora, ela até pensa um pouco, era um trote então não havia porque não entrar nas gracinhas. — Duas perguntas, coelhinha, qual é o nome do primeiro ghostface?
Com essa pergunta acaba notando só agora todas as semelhanças do filme pânico. Isso não iria acabar bem. Era isso, era seu fim, iria ter um assassinato hoje e seria Harry a contemplada.
— E-eu n-não sei, eu não vi-
— Resposta errada, coelhinha. — cortou a fala da garota playboy. — Tem mais uma chance, já tô te vendo tremer nesse banheiro.
Harry assustada olhou ao redor do banheiro, mesmo sabendo que só tinha ela ali, ficou na ponta dos pés em cima da banheira, olhando pela pequena janela alta que tinha, não conseguia ver ninguém, mas apressou de destrancar a porta e sair do banheiro, ouvindo a voz novamente em seu ouvido.
— Quem é o vilão em Sexta Feira 13? — ao menos essa harry talvez poderia saber a resposta, enquanto ouvia ia descendo as escadas, decidindo ir na cozinha e chamar por Louis seu melhor amigo que estava bebendo e paquerando uma garota vestida de mulher gato antes de ir ao banheiro.
— Uhm... uh! desculpe. — falou distante do celular enquanto passava trombando por várias pessoas. — Jason!
— Tsc tsc tsc, suas vidas acabaram coelhinha, aproveite enquanto ainda não te pego. — a espinha de Harry se arrepia inteira, a tal pessoa desconhecida estava atrás dela e não sabia quem era. — Saia de perto de Jack, ele não para de te comer com os olhos — Ao olhar ao redor de novo, pode ver Jack, jogador do time de basquete, com os olhos grudados em sua polpa da bunda que estava a mostra pelo body, tendo ainda mais medo pelo o ghostface estar tão próximo de si para conseguir ver isso. E então a ligação cai.
Harry iria achar qual daqueles era o ghostface que o ligou, e daria uma boa surra, mas era uma tarefa tão difícil! Haviam tantos ghostfaces, é um patrimônio do halloween, como iria adivinhar quem era quem, como poderia fugir sendo que estão em todos os lugares?
Como uma lâmpada acendendo, teve a ideia de se juntar ao amontoado de pessoas no meio da sala de estar, indo mesmo no meio, cheio de pessoas, era tão quente, Harry estava a um passo de enlouquecer de tantas luzes e o calor, quando viu Louis passando subindo as escadas, claramente não escutou os chamados altos de Harry. Saiu do meio das pessoas, correndo atrás de Louis, vendo-o entrar em um dos quartos, não sabendo direito em qual Louis entrou, abriu o primeiro que não estava trancado, achando que seu melhor amigo estaria lá, mas acabou que não tinha ninguém.
A porta do quarto de casal se fechou num baque alto, mas insignificante para quem estava embriagado lá embaixo. Olhar para trás foi um tormento no momento que viu um homem completamente vestido de preto, sendo as únicas coisas que destoavam a imagem, era a máscara do ghostface e um canivete na mão.
Iria morrer e ninguém poderia a ajudar, sem pensar muito correu até a janela do quarto, mas era muito alto e correria o risco de quebrar alguma parte do corpo, estava encurralado.
— Viu um fantasma, coelhinha?
— Porfavor, p-porfavor não me m-mate! — seus soluços já poderiam ser escutados, sua voz trêmula de medo e gaguejando, mesmo que a máscara cobrisse o rosto do garoto, poderia sentir o olhar do outro preso em si. — E-eu faço qualquer coisa! Quer dinheiro? N-não me machuque por f-favor.
Ela falava choramingando, olhando para a tal pessoa que se escondia com a máscara, cada passo que dava, mais o ghostface se aproximava de si, a fazendo recuar dois passos a cada um do outro, não tendo uma saída quando acaba caindo na cama, vendo o tal homem em pé na sua frente no meio de suas pernas abertas.
O canivete deslizava por suas coxas, a meia calça fina e barata se descosturando pela ponta fina da lâmina, deixando-a mais tensa, olhando tão chorona e com um bico nos lábios, mas sentindo aquela formigaçãozinha na sua bocetinha, se debatendo mentalmente por ficar levemente excitada nessas situações.
— Por favor — saiu num fio de voz, tão manhosa. Pela calça que o outro usava era capaz de ver o membro marcado, a fazendo imaginar centenas de coisas, e se fosse alguém que conhecia? E se quisesse que aquele homem acabasse com ela? Será que vai o matar mesmo?
— Quero respostas de duas coisas, querida. — falou o ghostface que tinha uma voz incrivelmente grossa e gostosa de ouvir, familiar...
— Mas eu não sei de nada de filmes de terror-
— Cala a boca! Eu ainda não perguntei, porra.
Ligeiramente fechou sua boca, tremendo de medo, esperando as perguntas.
— Ouvi dizerem que tinha uma bocetinha. — levou a lâmina do canivete que segurava para entre as pernas da cacheada, que tremeu inteira só de saber que a faca estava tão pertinho da sua intimidade, essa que expelia melzinho escutando a voz do homem em pé a sua frente. — Verdade?
— É verdade… — respondeu num fio de voz, engolindo em seco, tremendo o que iria acontecer consigo, e definitivamente molhada, não sabia o porquê de se sentir tão quente por algo tão assustador.
— Ela vai aguentar meu pau? — Harry olha com surpresa, entreabrindo a boca enquanto tenta observar por trás da máscara do homem na sua frente, tentando enxergar os olhos do outro, tentando reconhecer. Com a ausência da resposta, a lâmina dá duas batidinhas no body preto em cima da sua florzinha. A mão enluvada agarrando de forma bruta o seu queixo, mandando Harry começar a falar, o assustando ainda mais. — Responde.
Sem conseguir mexer a cabeça para responder com um aceno, Harry engoliu seco e abriu a boca novamente. — A-aguenta.
Ela poderia jurar que do outro lado da máscara tinha um sorriso largo, ela podia sentir a satisfação do desconhecido. E ele finalmente larga o rosto de Harry,
Harry respira fundo aliviado, olhando o fantasiado se erguer um pouco, tocando o interior de sua coxa ainda com o canivete na sua mão e puxando sua perna pra cima, entrelaçando ela na cintura. Ela conseguia sentir o cinto do outro roçando na sua coxa, provavelmente o seu body já estava com uma mancha mais escura, era tão humilhante. — Eu espero mesmo que me aguente. Eu tenho muito, muito pra te dar, gracinha.
Suas mãos agarravam os lençóis da cama, engolindo novamente sua saliva, escutando o homem mascarado enquanto ele falava. Por um momento ele se levantou da cama, olhando-a de cima, talvez pensando por onde começar. Num descuido rápido de olhar para trás quando bateram na porta, Styles agiu rápido, ainda assustada com tudo, virou-se de bruços correndo engatinhando para o outro lado da cama, para conseguir fugir.
Coisa que ela não consegue, porque foi agarrada pela cintura com mais rapidez, os edredons a atrapalharam se enrolando na sua bota. Soltou um gritinho pelo susto.
— Não posso tirar meu olho de você que já quer fugir? — ele pegou uma corda que tinha escondido, Harry não sabe de onde ele retirou aquilo, mas o seu medo aumentou, sentindo seus pulsos serem amarrados na sua frente, além de seus cotovelos também, seus braços totalmente imobilizados. Se o seu corset já apertava seus peitos, a forma como o ghostface o atou apertava ainda mais. — Vamos ver se ainda vai conseguir.
O canivete voltou para perto de si, seus olhos liberando lágrimas quando o corpo do mascarado descia sob seu, parando sua cabeça na frente da sua intimidade. Ela tentava fechar suas pernas, mas só de ver a ponta da lâmina escorregando levemente nas suas coxas e rasgando o tecido transparente de sua meia já era apavorante, mas não tanto que não a deixasse vibrando lá embaixo.
— O que você vai fazer? — falou baixinho, recebendo um aperto em sua coxa, forte, que a fez tremer. A ponta da lâmina para mesmo em frente no fundo do seu body, enganchando na peça preta que já estava úmida. — Não me machuque, por favor.
— Pelo visto você tá adorando isso, não é bonequinha? — o homem tira suas luvas, revelando mãos com veias salientes, isso fez Harry arfar baixo, ele pressiona dois dedos por cima da mancha de sua lubrificação quente, puxando o tecido preto e rasgando com ajuda do canivete, fazendo Harry arquejar, ela podia sentir mais do seu melzinho expelir, ficando cheia de vergonha. — Agora, sim.
Ele toca por cima da calcinha, da sua buceta, a meia calça, rasgando de uma vez, abrindo com as duas mãos um buraco no tecido tão frágil tal qual a garota que estava amarrada sentindo tudo. Os dedos do outro agora roçavam na sua buceta por cima da sua calcinha de renda preta.
— Pensei que nunca iria conseguir chegar aqui. — ele dá dois tapinhas na bucetinha molhada por cima da renda, vendo as reações de Harry que mal conseguia falar direito, só reagir com pequenos ofegos. — Não esperava por isso, coelhinha? Tive que cavar muito pra chegar nesse seu tesouro, hm? Ter essa bucetinha só pra mim.
Deslizou a renda preta para o lado, finalmente mostrando a bucetinha de Harry, os lábios abertos, molhados, rosinha, brilhando com tanta lubrificação, ele desejava tanto meter a boca ali, era um convite lindo para ser fodida e acabada. Ele pega o canivete outra vez, assustando Harry, ele queria exatamente isso, brincar com essa carinha confusa, ele fecha na frente dela e joga na cômoda, decidido no que iria fazer.
— Cuidado por favor, e-eu não.. — gagueja tentando fechar as pernas, o ar quente que saía do nariz do mascarado batia mesmo no seu clítoris, a deixando sensível.
— Você nunca deu pra ninguém, gatinho? — o homem enfia dois dedos dentro da bucetinha com metidas lentas, sentindo ela apertar pela invasão repentina, gemendo alto, afinal, eram dois dedos grossos entrando em si. — A única coisa que você vai aceitar depois é meu pau, vou te encher de porra, e você vai ser só minha, entendeu? — a voz saía abafada pela máscara, fazendo a garota prestar atenção tentando reconhecer. Apertava os dedos do outro pra tentar fazê-lo sair, mas nada adiantava, não conseguia se concentrar direito, tudo que o ghostface dizia a fazia ficar vulnerável, molhada, os dedos dentro dela eram tão bons, chegaram tão perto do seu pontinho. Mesmo que tudo a assustasse, ainda era bom.
Sentiu um tapa em sua florzinha de novo, fazendo ela dar um gritinho alto, ofegante e assentindo com a cabeça repetidamente.
— Se não for me responder, que grite bem alto o quão bem vou te foder. Putinha do caralho. — ele fica erguido, tirando o cinto da sua calça, o som da fivela acordando Harry de sua névoa temporária de excitação. Ainda querendo fugir, ela vai se afastando aos poucos com ajuda de suas pernas, - consequentemente seus movimentos estimulavam a sua bucetinha, seus lábios e coxas se roçando - tentando sair da cama escuta uma risada que a faz parar imediatamente. — Acha que eu sou idiota, porra?
— Não… — ghostface segura o maxilar de Harry, fazendo com que ela olhe pra ele, ao menos, o que conseguia enxergar dois olhos escuros, as pupilas dilatadas, conseguia ouvir a respiração ofegante por dentro da máscara. — Não quero nada, por favor.
— Calada. — o mascarado termina de abrir a calça, ele não usava uma cueca, mostrando o pau grosso, a glande era vermelhinha e estava babada de pré-porra, ela viu as veias salientes saltando no membro, e longo, talvez uns vinte centímetros, aquilo definitivamente não iria caber em si, ele ainda era virgem. — Vo-
— Não vai caber, não dá, por favor, nã- — um tapa foi dado em seu rosto, a mão agora descendo para seu pescoço, apertando sua pele branca e imaculada, prendendo o ar de chegar em seus pulmões gradativamente.
— Quando não fala, me interrompe, você gosta de desobedecer? Fica fugindo mas essa sua buceta não mente o quanto quer meu cacete aqui. — ele ia falando enquanto se aproximava, o quadril dele batendo nas coxas de Harry, a cabecinha melada do pau dele descansando nos lábios quentes e molhadinhos, sentindo o choque de temperatura. — Você é minha, essa buceta é minha e você não pode fazer nada contra. — ela olha pro outro abismada, o lábio tremendo, sentindo pau a invadir, uma dor lasciva por não prepará-la estava lá, um grito sai de seus lábios vermelhos, suas pernas se fechando ao redor do homem de preto de uma forma que ajuda ele ir mais fundo dentro dela, a fazendo gemer mais alto. — Abre as pernas.
Nega com a cabeça várias vezes, ela conseguia sentir o cacete inteiro dele pulsando forte, não conseguia relaxar, precisava de um tempinho pra se acostumar, então decidiu por grudar suas pernas ao redor dele para que ele não conseguisse se movimentar.
O que pode não ter sido sua melhor ideia. O homem segura nas cordas bem presas no pulso de Harry, solta o pescoço dela, agarra a coxa que tentou fincar na cintura do outro, abriu a perna e começou a estocar num ritmo rápido, sem dar tempo de se acostumar, ou de esperar a dor sair.
— Espera! Devagar… d-devagar! — suas súplicas são ignoradas pelo homem que não deixa de meter bruto na entradinha suculenta de Harry, que suspirava alto, soltando gritos curtos misturados de murmúrios sem sentido. — N-não seja tão bruto…
— Já é tarde, coelhinha. — o homem sai de dentro de Harry, o deixando atordoado, tentando entender o que acontecia ao seu redor, o homem desistiu de si? Não era mais interessante? Até ele a virar de bruços, abrindo as suas pernas e empurrando os joelhos para a cama, a bunda empinada, seus ombros e seu rosto encostados na cama por não conseguir se apoiar nos seus cotovelos que estavam amarrados. Então ele agarra seu pescoço puxando-a para cima ao mesmo tempo que volta a enfiar aquele caralho grosso dentro de si, estocando de maneira desenfreada, agilmente achando seu ponto g, usando sua buceta como um brinquedo, usando ela inteira como um brinquedo.
— Porra! M-minha nossa, porra… — murmurava a garota sem conseguir pensar em palavras que falassem o quão gostoso estava sendo pra si agora. Seu pontinho especial sendo surrado pela cabeça do pau, sendo maltratado até sentir sua polpa da bunda arder com o choque das peles.
Seu corpo inteiro se arrepiou, era tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo.
Seu pescoço era apertado pela mão forte, dificultando sua respiração, sendo compartilhado com o corset que sufocava sua barriga e seus pulmões, complicando ainda mais, as cordas o prendendo, tudo a deixando presa, amarrada, totalmente vulnerável para fazerem o que quiserem com ela. Exatamente como esse homem mascarado fazia com ela.
A cada estocada forte, Harry ficava cada vez mais perto de vir, suas pernas tremendo, seu quadril não parando quieto, ela conseguia sentir sua lubrificação pingando em cada estocada, estava perdida de tesão. Um murmúrio baixo, uma lamúria pedindo, implorando para que o outro vá mais devagar, ela temia quebrar de tantos estímulos ao mesmo tempo que pedia um ritmo mais lento para tentar lidar com tudo, ela tinha medo de quebrar.
— Putinha gostosa do caralho, essa buceta é tão apertada. — ele aperta o pescoço branquinho que definitivamente ficaria com as marcas das mãos, metendo forte que se surpreende quando sente algo duro bater contra seu pau e o canalzinho molhado de Harry, que geme incrivelmente alto num soluço choroso. Ele mete ali de novo, sentindo de novo o local durinho, até ele perceber que era o corset super apertado, ou seja, aquele pau tava fodendo tão fundo que batia no espartilho justinho que Harry usava, isso o deixou louco, tão louco que fazia questão de sempre bater no mesmo local. — Caralho, que buceta boa, tá sentindo meu cacete te foder até o útero? Me sente batendo nesse corset apertadinho?
Harry não aguenta, tremendo suas pernas fechando elas de uma vez quando geme alto um palavrão, gozando pela primeira vez, ofegante, respirando tão fundo que seus peitos poderiam escapar do corset que comprimia todo seu corpinho, seu rosto descendo lágrimas mal conseguindo manter os olhos abertos.
— Não acredito que você gozou antes de mim. — ele segurou seus cabelos encaracolados puxando o corpinho trêmulo do recente orgasmo para apoiar a cabeça no seu ombro, a boca da máscara extremamente de seu ouvido, a voz grave, cheia de luxúria resmungando o quão inútil era. — Não vou deixar barato, coelhinha.
Tentava estabilizar sua respiração, sendo complicado com o corset e estar completamente ofegante. Sua buceta vibrava de tanto êxtase, nunca teve um orgasmo sem nem se tocar, ela não estava muito atenta quando ele pegou o cinto e chicoteou sob suas coxas que estavam juntinhas e trêmulas, soltou um grito assustado.
— Não! P-porfavor! Não me castigue.
— Você não tem direito em porra nenhuma aqui, quer fugir, não me responde, goza antes de mim, me desresepeita e acha que não vai ter punição? — ela geme baixo como um miado, não esperando outra lapada de cinto mesmo em cima da polpinha da sua bunda e sua entrada usada e gozada, a fazendo gemer alto num grito, arqueando seu corpo. — Só mais uma, e aí eu vou te amarrar, não aguenta ficar com as pernas abertas? Então vou deixar você como você tanto quer e vou te foder de novo.
— V-você vai me quebrar, eu não aguento. — outra chicotada em sua bunda que a pegou de surpresa, a fazendo choramingar, seu corpo tremendo com a ardência em sua pele. O homem a ignorando totalmente, rindo até do desespero dela. — Eu te imploro…
— Implorar não vai me fazer ir mais devagar só porque uma coelhinha não aguenta receber um caralho dentro dela. — ele vira ela de barriga para cima, juntando as coxas dela e prendendo agilmente com o cinto que usou para bater.
— Você vai acabar comigo. — não conseguia separar mais suas coxas, sentindo o homem ficar em pé depois de sair da cama e agarrar suas pernas juntinhas, deixando elas apoiadas nos ombros dele. — Vou ficar toda abertinha depois disso, p-por favor Lo-
O homem bate nas coxas de Harry com uma força descomunal com a palma da mão, ela dá um pulinho de susto, acordando novamente de seu estado de prazer, ele fez um pedido silencioso para calar sua boca.
Ele volta a enfiar o pau dentro de Harry, de uma vez, aquela buceta aquecia o seu cacete de uma forma tão gostosa que não conseguia pensar direito, além de apertar tanto que o deixava louco. Ele queria muito mais, e não perdeu tempo de meter gostoso, rápido, o corpinho pulando, tal qual os peitos cheinhos indo pra cima e pra baixo com o corset.
Harry estava chorando, seu rosto estava pintado de lágrimas, soluços, gemidos baixos e sem sentido. Todo seu corpo pulando, sua bunda doía pelo choque dos corpos e sua buceta extremamente sensível. Ela sentia toda vez a cabeça do pau do outro a abrir inteira por dentro, seu canal sendo aberto e arrombado pelo pau grosso. Cada estocada a fazendo morder os lábios, ou gritar quando batia de novo no seu corset. Suas coxas tremiam mesmo estando presas com o cinto do outro, suas costas arqueando, ficando totalmente arrepiada até a pontinha do pé toda vez que o cacete encostava no seu pontinho.
— Não existe bucetinha melhor que a sua. — ele escutava os soluços da outra, se divertindo com isso, indo mais lento, toda vez que saía esfregava sua glande no clitóris durinho e sensível, que ficava bem mais gostoso quando também fodia as coxas dela junto, seu caralho se esfregando nos lábios e nas coxas grossas da outra, depois enfiando tudo de uma vez. — Porra… Vai me fazer viciar nela, me aguenta tão bem, não para de ficar molhada. — ele começava a dar gemidos baixos, entrecortados, agarrando as coxas de Harry enquanto aumentava o ritmo das estocadas.
Ela mal parava de soluçar e chorar, ofegante, sentia a vibração familiar na sua bucetinha, tremeu-se inteira quando o outro agarrou sua cintura e se afundou em estocadas desengonçadas. Ela logo arregalou os olhos, sabia que ele estava perto, e fez um biquinho com os lábios vermelhos e maltratados de tanto mordiscar.
— D-dentro não! Vai me deixar cheia de filhotinhos. — ela procurou os olhos dele por debaixo da máscara, seu olhar sendo retribuído, parecia uma fera dominando tudo, ele não vai escutar ela. — Mhmm… p-para…
Suas súplicas em vão, ele a fode com mais algumas estocadas e geme alto, soltando toda a sua porra dentro, bem no fundo, de Harry, que gritou alto um gemido, soluçando não conseguindo se conter e acabar gozando junto do outro, sujando o pau dele com sua porra novamente, enquanto ele enchia ela do seu leite denso.
Ela não parava de tremer, sua bucetinha sentia tudo, estava tão tão sensível que cada pulsação do cacete dentro dela a deixava vulnerável. Sentia o seu interior quente, cheio, o pau ainda dentro dela. Mal conseguindo deixar seus olhos abertos, ela decide deixá-los fechados, respirando fundo, o corset ainda a sufocando, engolindo em seco, suas lágrimas caindo levemente. Estava tão cansada que decidiu relaxar enquanto o outro não se movimentava.
E tão rápido que fechou os olhos, abriu ao sentir as cordas de seus pulsos e cotovelos serem cortadas pelo canivete, o pau ainda fundo dentro dela.
— O q-que? — confusa, ela olha pra baixo, seus braços marcados pela corda, a pressão que o corset fazia em si sendo aliviado por cada corte que o canivete fazia nas fitas que prendiam, tirando de seu corpo. Ele torou o body que usava, literalmente, fez um corte pequeno com o canivete e rasgou em um puxão com suas mãos, o barulho do tecido se rasgando, sobrando somente sua meia calça toda furada e sua calcinha colocada de ladinho. — Obrigado. — falou num fio de voz, baixinho.
Tudo isso a deixou excitada de novo, ela não aguentava mais, mas ele era tão bom em tudo, o que a deixava confusa, atordoada, ela não deveria se sentir assim.
— Não acabei com você. — ele sai de dentro da grutinha molhada, ambos soltando um gemido baixo, não queria tirar de dentro dela, Harry fazendo uma carinha de coitadinha, um biquinho nos lábios e olhos pidões. Não demora muito pra ver sua porra descendo numa gotinha generosa, expulsando seu leitinho, Harry mal percebia por estar pulsando tanto.
Ele pega uma faixa preta, ou era uma gravata? Harry não se importou, e amarrou seus olhos, molenga demais para impedir ele de fazer alguma coisa, ela se deixa levar. Não conseguia ver nada então manteve seus olhos fechados, o cinto foi tirado de suas coxas, sentindo sua meia ser rasgada de uma vez e sua calcinha ser retirada com cuidado. Finalmente nua.
Sem conseguir ver o que acontecia ao seu redor, e depois de gozar duas vezes sem se tocar, tendo sua bucetinha toda arrombada e cheia de porra, qualquer suspiro batendo em sua pele a assustava. Ainda mais quando ele voltou a tocar sua bucetinha, esfregando seus dedos nela, espalhando a porra dele ao redor dos lábios cheinhos e inchados.
— De novo não! Por favor, e-eu não aguento. — falou numa súplica cansada, sua voz falhando, seu corpo tremendo. Harry tenta afastar o outro de si, mas tão fraca, o corpo tão forte do outro, era impossível, estava tão sensível.
Até uma coisa a surpreender. Uma boca quente beijando sua bucetinha, arqueou as costas com um gemido alto, suas mãos empurrando a cabeça para longe, se surpreendendo quando não sente a máscara, por isso estava vendada. A língua do outro passeava nos lábios meladinhos, sujos da porra de ambos, chupando com fome, introduzindo a língua, esfregando o clitóris de maneira lenta, quase torturando.
— N-não aguento, para… — num fio de voz Harry tenta avisar, empurrando ao mesmo tempo agarrando os fios de cabelo do homem. Suas pernas foram agarradas pelo outro e a boca logo saiu da grutinha molhada. — Por favor, obrigado. E-eu-
— Calada. — ele enfia dois dedos dele dentro da boquinha de Harry, além de não ver não podia falar. A garota soluçava sem parar, seu choro deixando suas bochechinhas rosadas assim como a ponta de seu nariz. — Você é minha, ouviu? Tudo isso é meu.
Ele volta a enfiar o membro duro dele de volta, estocando rápido, segurando a coxa pálida e marcada de Harry, tirando os dedos da boca dela só pra apertar os peitinhos que balançavam em cada investida. Ela não parava de gemer, murmurando súplicas pra ser devagar, parar, ter cuidado, mas o ghostface não dava a mínima, usava o corpinho da coelhinha que tinha à disposição.
Completamente destruída, rosto molhado, coxas e buceta meladas, corpo trêmulo, totalmente fraca, se agarrando nos lençóis, as vezes arranhando as costas do desconhecido, além de estar totalmente sensível, sua bucetinha doía com as investidas, mas vibrava de prazer toda vez que o pau surrava seu interior.
— Louis! — Tão extasiada, gritou num gemido o nome do seu melhor amigo, não conseguindo se conter, soluçando forte enquanto gozava, acontecendo algo que nunca aconteceu com ela antes, um squirt, melando todo o pau e pé da barriga do mascarado. — Porra, porra.. aahhnn…
— Deve ser o garoto sortudo que tem você, hm? — o ghostface fala baixo, perto de seu ouvido, gozando ao mesmo tempo, enchendo de novo sua buceta com a porrinha dele.
— Kiwi… — Harry fala num fio de voz, totalmente satisfeito do que passou, mas no seu limite, respirando fundo, seu lábio tremendo levemente querendo chorar mais de tanto prazer.
Não escuta mais nada quando sua mente e seus sentidos despencam, tudo fica mole, não consegue se mexer, nem abrir os olhos por baixo do tecido, nem fechar sua boca entreaberta, respirando ofegante, tremendo inteiramente. Ele se sentia distante de tudo, seu corpo ainda vibrando do seu recente orgasmo, umas mãos o acariciando, tirando sua venda, mas ela não liga, Harry não quer se mover, nem falar, quer dormir e é isso que faz.
Acordando no outro dia com Louis, seu melhor amigo, de seu lado na cama, estava embalado com o edredom, e seu conjuntinho de pijama favorito.
🐇 🐇 🐇 Onde Tomlinson trabalha como profissional em body piercing em um estúdio reconhecido e recebe a visita de um coelhinho com as bochechas rosadinhas e um olhar de falsa inocência
Ltops/ Hbottom
Mistico/ mysticism
HarryInter/ Harry com bucetinha
Lemon gay.
Uso de ambos pronomes tanto quanto de ambas genitálias. (Na parte 2)
Powerbottom
🐰 ೄྀ࿐ ˊˎ- Pendurou a sair e desta vez decidi arriscar em algo que havia ainda não testado. Espero que tenha lido as tags. E lembrete gentil, Styles é um ser mistico, sim??! Ele tem o que quer e se transforma no que quer. Verao isso de forma crua na segunda parte.
espero que aproveitem! Beijinhos, amo vocês! Mwa! Boa leitura 💋
ೄྀ🐰
– Tomlinson, fala sério, porra. – Liam explodiu em risadas mais uma vez, apertando os olhinhos e jogando a cabeça para trás ao olhar para o calendário pelo quem sabe a milésima vez no dia.
– Não enche, Payne. – o moreno revirou os olhos azuis com um sorriso ladino. Retirava as luvas de silicone azuis, buscando um esterelizate e cuidando da bancada de trabalho onde deixava posicionado seus materiais, jogando fora alguns pedaços plásticos e bolinhas de algodão sujos na pele já utilizados.
– Terceiro ano seguido que o coitadinho vai aparecer, Tommo. Igual a porra do papai ou mamãe Noel. - Tomlinson ri mais uma vez com um biquinho nos lábios ao se recordar da insistência do garoto, que talvez realmente aparecesse no estúdio pelo terceiro ano consecutivo se buscasse contabilizar, levando em consideração de que nunca estava ali nas páscoas.
– Do coelhinho da Páscoa, quer dizer?
– Exatamente! Esse garoto deve ter quantos anos já? Qual o problema em trabalhar na Páscoa, até eu trabalho.
– O problema é que o garoto que você diz vir toda Páscoa tem o ano inteiro para fazer uma perfuração. Porque aparecer no feriado em busca de um piercing? E nem vai poder comer chocolates depois.
– Sou eu que recepciono ele porque sou sozinho no estúdio, idiota. Talvez seja o único momento livre para ele fazer.
– Na manhã de Páscoa? Conta outra, Lee. – Riu novamente apertando os olhos azuis. Apesar da crescente curiosidade acerca do garoto em questão. Por nunca ter visto o rostinho dele ou ao menos entender o motivo de apenas aparecer esporadicamente no seu estúdio para agendar algo, o qual Liam diz ser uma perfuração muito particular para não conversar diretamente com o bodypiercing. Tomlinson.
Louis Tomlinson e Liam Payne haviam aberto um estúdio de tatuagem e piercing quando conseguiram dinheiro suficiente para completarem o curso e terem especialização na área. Desde vendendo docinhos que dona Jay os fazia quando estava terminando seu ensino médio, até retratos como caricaturas que Liam fazia por ser sempre um menino tão talentoso.
No entanto, a área de trabalho estava neste ponto superlotada, o que levou os dois amigos à necessidade de buscar especializações no campo para que se destacassem em modelos e estilos específicos e pouco feitos por ali. Uma maneira alternativa de não cair num limbo de um empreendimento falido e um sonho pela metade. Eles tentaram.
Não foi tão difícil, no entanto. Louis Tomlinson se deu conta de que apesar da certificação como tatuador, sua maior habilidade era realizando as perfurações. Muitas vezes chamadas pelas suas clientes de mãos de fada. Soava engraçadinho, mas era reconfortante saber que seu trabalho tem crescido pela eficiência, alem de ser um dos únicos da região que realizava perfurações íntimas. Payne lidava com tatuagens no estilo aquarela, um estilo que ainda estava crescendo na região e tinha um lucro relativamente alto. Tanto pelo estilo escasso dos tatuadores do Reino Unido, tanto quanto a estranheza que causa, mas definitivamente fascinante.
E então, desde os 17 anos havia sido apenas os dois. O que não tornou-se problema durante estes longos 7 anos. O estúdio era muito bem valorizado e trabalhavam apenas com agendamentos. Intercalavam entre os trabalhos e já discutiram de talvez, futuramente, contratar alguém que fizesse um estilo destoante de tatuagem ali.
O moreno coçou a barba quando terminou de retirar o antigo tecido descartável da maca, limpar a sala e lavar devidamente as mãos. Se deu o luxo de espreguiçar e estalar as costas fortes um pouquinho, estalando e alongando as palmas das mãos juntas pra cima e expondo um pouquinho dos pelinhos ruivos que seguiam seu caminho até o cox da boxer e um spoiler do umbigo e da barriga magrinha.
–Amanhã está tão cheio assim? – Louis encostou do lado do amigo, observando a pequena planilha com os agendamentos e o calendário de abril ao seu lado para observar os trabalhos a serem feitos.
– Tenho um trabalho de 3 cm às 9 horas da manhã. Um trabalho maior de 8 cm na costela, e um não definido para as 17 horas da tarde, provavelmente divido em duas seções porque será free hand nas costas.
– Por quê colocou a maior tatuagem e que irá ganhar mais por último invés de faze-la inteira e aproveitar a Páscoa?
– Buddy, você precisa entender que aquele é o homem mais bonito que já vi na minha vida. Se eu fizer toda em um único dia, não vou o ver de novo. – Apertou os lábios finos num biquinho, arrancando um bufo baixinho do amigo que buscou o mouse para olhar as sugestões de clientes para ele atender que ainda não haviam sido confirmados. – Vai atender na Páscoa, Tommo? O que aconteceu com você?
– Eu não sei. Eu não sei para as duas respostas, entendeu? Você poderia ver quais os possíveis trabalhos para mim?
– Piercings na orelha, clássicos, dois pares de piercing nos mamilos. Duas perfurações íntimas, um umbigo. No total são 12 perfurações agendadas, Louis. Na porra de um feriado. Você vai tirar grana pra caralho.
Tomlinson ficou quietinho por um instante, repensando a ideia agora que sabia da dimensão, o simples pensamento se tornara tentador. Mas Payne continuou a falar.
– Olhe quem está nos agendamentos, Tommo. – Apontou com a pontinha do dedo para um dos contatos que aparecia na tela com sus foto de perfil reluzente. Um conjunto perfeito da blusa de seda rosinha que deixava suas clavículas a mostra, as covinhas e os cachos chocolate junto com o sorriso que cobria os dentinhos. –O coelhinho.
– Coelhinho?
– Verá os dentinhos dele. – Empurrou o ombro do amigo, ajeitando o casaco no cabideiro próximo à porta e piscando mais uma vez para o melhor amigo, enquanto o outro batia a pontinha dos dedos na mesinha pensando sobre.
Liam pendurou o cachecol junto, já moreninho na grande sala para iniciar a organização para seu primeiro atendimento.
– Quase oitocentas libras por um dia, tommo boy.
– Eu não estou pobre, porra.
– E o coelhinho.
O azulado se deu por vencido, respirando fundo e sorrindo ladino mais uma vez desde que não deixava os olhos de fixarem a tela com a foto do garoto.
Quem sabe uma perfuração em seu umbigo ou um pequeno brinquinho. Parecia combinar com o rostinho da foto.
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A manhã de Páscoa havia se iniciado de maneira leve. Tomlinson morava sozinho e apesar de soar deprimente passar feriados sozinho, era algo que você se habitua. E o moreno estava acostumado com isto há algum tempo. Ainda que se lembrasse das tentativas de esconder os ovos de Páscoa que tem certeza que mamãe fazia, mas o pequeno garotinho sempre a pegava de cantinho com os dedos enrugados de tinta replicando as patinas de um animal, se lembrava com carinho.
E desta vez, realizaria aquele trabalho durante o feriado de para enviar muitos presentes e doces para as garotinhas e a mamãe que ainda não tiveram a oportunidade de se mudar para a capital.
Louis continuaria no seu interiorzinho também se isso não significasse desistir do que quis desde pequeno.
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O m0letom que o homem usava se parecia mais como um cardigan fininho num tom verde militar e com sua gola alta para lidar com o ambiente climatizado do estúdio, junto com sua calça jeans um pouquinho mais larga e com um girassol bordado no ponto externo de um dos bolsos.
O sininho da porta tocou, quando puxou as mangas para dar maior liberdade em seus movimentos e sussurrando um pequeno “bom dia” com um biquinho sonolento para Payne, que o recebeu com um sorriso convencido.
Louis passou a pontinha dos dedos tatuados bagunçando um pouco os fios castanhos e parando no meio do caminho que fazia para sua própria sala buscando seu tablet para iniciar e pensar em como organizaria o primeiro atendimento.
Apesar de depender unicamente do cliente, sempre fazia o básico da higiene e limpeza preparatoria. Olhou para Liam, apertando os olhos azuis e formando ruguinhas como um cardigan um semblance desacreditado.
— Você está usando uma tiara de coelho ou estou sonhando ainda? Me diga que é a segunda opção, por favor.
—Tomlinson, eu sempre faço isso — Apontou para o par de orelhas branquinhas em cima da cabeça. — Para combinar com nossos clientes e descontrair. Você quem nunca viu porque nunca trabalhou em uma Páscoa, querido.
– Quem viria com orelhas de coelho, Payne?
– O coelhinho? Pense direito, Louis.
Tomlinson riu grande com o diálogo um pouco desacreditado daquele teatro todinho. Talvez aquele fosse seu sinal dos tempos para última Páscoa que se daria o privilégio de trabalhar.
Estalando os dedos um pouco caleijados, conseguiu finalmente chegar à sua sala com porta protegida, a encostando. Se sentou no sofa de couro no cantinho do estúdio observando os primeiros agendamentos do dia, listados apenas como um conjunto de helix, conch e trágus para um único cliente as nove horas da manhã.
Olhou o cantinho da tela notando que seria dali trinta minutos, iniciando a preparação higiênica da maca, enquanto escutava alguma musica de Guns N’ Roses que ressoava baixinho pela sala.
O dia pareceria passar rápido na sua visão. Apesar de não trabalhar em um feriado como este, pois não sentia necessidade financeira, feriados costumavam passar rápido e está decidido em terminar todos os trampos que precisa realizar o mais ágil possível. Sorri pequenininho e gentil para a primeira garota de cabelo azul que entrou em seu estúdio junto com o sininho da porta ressoando.
Ela possuía cabelos curtos e o tom de azul tão clarinho como reflexo em uma piscina cristalina, os olhos castanhos curiosos que estavam buscando por Tomlinson para iniciar suas perfurações.
Mas a garota sentiu o medo ir embora rápido ao olhar o outro homem de porte musculoso à frente com a orelha de coelho em uma tiara. Louis instantaneamente decidiu que aquela fora uma ideia muito boa.
A garota foi muito gentil e se entrosou rápido com o homem mais velho, aparentemente. Louis era charmoso naturalmente e ainda que não estivesse tentando a encantar ou ser paquerador com a mais jovem, qualquer um com Tomlinson falando tão pertinho do seu ouvido ainda que a situação em questão era o azulado com luvas de silicone e um cateter enfiado em sua cartilagem, talvez, este fosse o segredo do homem em ser tão bom em tudo que fazia. Costumava distrair tanto os clientes, que estes mal sentiam qualquer dorzinha adjacente dos furinhos feitos, independente do lugar.
—Irei apenas passar a última jóia agora, sim? Respire fundo e aperte a bolinha anti estresse que te entreguei caso precise de apoio. Passar a jóia tende a ser um pouco mais doloroso.
A garota apertou a boca em um biquinho e murmurou algo que fez Louis fingir não ter escutado um “sim, senhor”, decidido que levaria aquilo apenas como um apelido respeitoso. Não pareceria qualquer outro tom em nenhuma circunstância saindo da boca da menina nova.
—Rápido, não é? – Sorriu reconfortante para a garota, lhe apontando um espelho para olhar suas joias com delicadeza.
O dia passaria rápido, de todo modo.
•
O sorriso do rosto de Tomlinson se dissipou rápidamente quando escutou o sonzinho do sino ao que o outro cliente entrava. A porta da sua sala estava ainda fechada e os materiais devidamente higienizados.
A vozinha delicada e ainda masculina ressoava por coma da música baixinha que tocava entre as parades escuras do estúdio.
Tomlinson riu baixinho com a animação que a voz do garoto transbordava ao falar animadamente com Liam da parede. Mas, antes que pudesse interromper a conversa animada dos dois homens do lado de fora ou checar o horário do seu próximo cliente no tablet, ouviu batidas ritmadas na porta e ela abrindo devagarinho.
– O coelhinho está aqui. Posso manda-lo entrar?
Louis se mexeu intrigado, se sentando direito no pequeno sofá, coçando a barba ralinha a e ruiva com a ponta dos dedos e assentindo em um murmuro distraído ao que tentava lembrar se o horário do garoto era tão cedo desta forma ou ele não havia dado atenção o suficiente a sua agenda, apesar de ser algo inusitado, levando em consideração o profissionalismo do moreno com seu trabalho. De qualquer forma, ele provavelmente colocaria sua falta de atenção no feriado.
– Bom dia, senhor Tomlinson. – A voz baixinha e doce demais para seus ouvidos soou quando a porta abriu. Louis não teve tanto tempo para que pudesse se importar com o tom que ele julgaria ser sedutor.
Sejamos honestos, Tomlinson não é um homem que costuma chamar pouca atenção por onde passava, e com seus anos de experiência no ramo, ele tinha completo discernimento que muito dos seus clientes não vinham até seu estúdio apenas por ser ótimo no que fazia.
Seu rosto simétrico com os ossos zigomáticos afiados, o maxilar bem mercadinho e a barba ralinha em volta dos lábios deliciosos, era algo que definitivamente não passariam despercebidos por qualquer um.
Louis poderia dizer que tem certa fama, mesmo que não admita isso em voz alta. Egocentrismo não é sua praia, mas não há como deixar de ter o ego massageado com os diversos gêneros que o olhavam de maneira desinibida e davam em cima de si sem qualquer pudor.
Mas ao ouvir a voz melodiosa que agraciaram seus ouvidos, o fez virar um pouquinho a cabeça para o lado como um cachorrinho intrigado, interessado naquilo como se houvesse lançado um feitiço no moreno apenas com o jeitinho de falar, ele virou-se para a porta.
E foi quando o mundo de Louis talvez tenha despencado junto com seu estômago. Tão sorrateiro que não notou os passos levinhos do garoto ao entrar no cantinho do estúdio e encostar a porta novamente, estalando baixinho ao fecha-la completamente. O garoto apertava os nós dos dedos branquinhos em frente do corpo ao olhar com os olhinhos verdes brilhantes para o mais velho.
Mas Tomlinson pode dizer com todas palavras que sua visão embaçou e fez seu estado declinar drasticamente quando se deparou com um par de covinhas e os dentinhos de coelho. O garoto usava orelhinhas de coelho cinzas por cima dos cachinhos chocolates e sorria doce enquanto esperava qualquer resposta do profissional. Um sorrisinho que soava sapeca. Harry sabia exatamente o que estava fazendo.
Ele havia combinado com Liam de usar orelhas falsas também ou se tornou costume?
–Você é o coelhinho, então? -Louis perguntou com a voz doce e abrindo um sorriso gentil finalmente ao que passou a pontinha da língua nos lábios.
– Deve ser o Harry. Prazer, sou Louis. — Entendeu a mão para o garoto, gentil, apesar de um pouco perdido pela mordidinha de lábio na boca carnudinha que o cacheado deu para ele ao que retribuía o ato de modo meigo, que contradizia completamente os sentimentos que Tomlinson sentiu há alguns segundos atrás.
– Styles. – Piscou um dos olhos verdes para o outro, deviando um pouco o olhar do homem bonito à sua frente enquanto Tomlinson travava a mandibula intrigado. – Abriu sua agenda essa Páscoa ou sou sua excessão, senhor Tomlinson?
– Eu abri minha agenda hoje. Acho que não está ansioso para colocar seu brinco, já que vem ao studio uma vez ao ano. – Sorriu ladino, continuando a clara provocação do cacheadinho, divertido e confortável com a forma que o cacheado retribuía com bom humor.
– Para ser sincero, estava à procura de um lugar na sua agenda em meu dia de folga. – Enrolou a ponta dos dedos nos cachos que caiam em seu pescoço branquinho e exposto apesar do cardigan azul que cobria seu peitoral e a calça de um tecido grosso, mas que caiam direitinho em seu quadril bonito e gordinho.
Mas algo a mais o chamou atenção.
Talvez fosse o jeitinho que Harry machucava o lábio inferior com o dentinho de coelho repetidamente, ou o olhar lascivo que desciam do seu pescoço bronzeado e passavam pelo seu peitoral coberto até o contorno do seu membro na calça de tecido grosso, que apesar de tudo não o escondia, com fome.
Tomlinson tem certeza que algo mecheu com a química do seu cérebro e o fez ver uma das orelhas cinzas da sua fantasia movimentando um pouquinho, como um maldito coelho de verdade.
O mais velho, de toda forma, estava encantado em como ele conseguia ser bonito fazendo nada.
– Mhm, certo. – Limpou a garganta, se dirigindo a pia higienica para lavar as mãos e ante-braços. – O que faremos hoje? Perdão, estava prestes a olhar sua agenda mas não tive tempo. A maca já está higienizada, só irei terminar a minha higienização, mas pode escolher sua jóia na bancada de vidro em baixo da cortina. Tem plaquinhas para as jóias específicas para cada perfuração e os brincos também! Imagino que seja um brinco. Eles estão no canto inferior direito. Ha algumas joias diferentes e elas são um pouquinho mais caras também. O local para se deitar já está limpo. Vou apenas-
– Onde estão as jóias para perfuração íntima?
Louis espera não ter tossido tão alto quando limpou a garganta para a pergunta do garoto. Não o leve a mal, mas Harry tinha uma aparência tão inocente e simplória que a ideia de um piercing íntimo o fez sentir um pequeno arrepio percorrendo seu corpo. Aliás, o moreno está acostumado com tal tipo de perfuração, no entanto, não agir como um maldito virgem que era se tornava quase impossível com qualquer coisa que Harry havia lançado nele. Qualquer magia de coelho ou algo assim.
Notou pelo cantinho do olho o garoto voltando para onde a maca com o tecido rosinha descartável estava, como se não estivesse realmente escolhido a jóia, se sentando na pontinha dela e balançando as pernas junto com as orelhas ao observar Louis calçar as luvas cirúrgicas nas mãos e andar mais pertinho de si. As costas largas, apesar do cardigan verde do mais velho aparentes ao que ele buscava as pedrinhas, murmurando baixinho ainda de costas para o coelhinho e desconcentrado.
– Para a primeira perfuração, fazemos sempre com a jóia padrão. Infelizmente, não há muito como escapar dela. Usamos a Barbell curvo de titânio por ser mais seguro a cicatrização. Ainda se tratando de uma região muito delicada como a pele da glande. – Se virou mostrando a jóia curva com bolinhas opacas nas pontas na intenção de mostrar ao garoto. – Em todo processo da perfuração eu vou te deixar ciente das etapas e o que estou fazendo para não assusta-lo, sim?
– Vai doer muito? – A voz bonitinha ressoou como música para seus ouvidos novamente. Algo que definitivamente não combinou com a cena que se deparou a seguir.
Harry havia se despido completamente para ficar em cima da maca, ao menos quase completamente.
Com os cachinhos chocolates espalhados pela elevação do acolchoado que simulavam um travesseiro, as orelhinhas descansando juntamente que quase pareciam ser reais aquele ponto. O cardigan estava levantado o suficiente para que pudesse expor a jóia de coração rosinha em seu umbigo, mas ainda tampando os seios em baixo, e a parte mais avassaladora.
Sua calça clarinha estava completamente jogada no chão, juntamente com uma calcinha de renda cinza, como um maldito garoto que saiu de uma revista da playboy, expondo sua bucetinha com os lábios inchadinhos pelas pernas abertas que mal escondiam sua vulva e seu clitoris pequenininho, apenas com alguns pelinhos aparados que faziam um caminho delicioso por toda sua intimidade.
– Acha que essa jóia vai dar? – Harry perguntou travesso. Desta vez, expondo completamente o tom que Louis poderia julgar como sedutor e não ser apenas coisa da sua imaginação fértil e corpo virgem alucinado pelo menino bonito e sedutor.
Tomando liberdade de retribuir as olhadas de Tomlinson para ele. Styles nunca se enganava quando se certificava de ter entrega da mesma forma que se entregava. E os olhares pecaminosos que Tomlinson lançava para si, mesmo que inconscientemente, não negavam isso.
Louis arregalou os olhos surpreso. Os olhos azuis brilhando e deixando suas pupilas dilatadas mais do que já esteve, se sentindo envergonhado imediatamente pela reação tão descarada ao olhar o corpo bonito e estirado ali e os olhos verdinhos brilhantes em sua direção com as covinhas mais fundas que já esteve, sorrindo sapeca para o azulado.
– Eu- certo. Me perdoe. – Engoliu em seco. – Nesse caso, há mais de uma perfuração que podemos fazer, veio com alguma em mente?
– Eu pesquisei um pouquinho durante esse tempo e pensei que gostaria de colocar um no meu clítoris, um vertical, mas não tenho certeza se tenho a anatomia pro piercing. O senhor pode dar uma olhadinha para mim?– Fez um biquinho que quase, quase se assemelharia com uma tentativa falha de expor inocência, mas que desviava da sua intenção descarada quando se juntava com a mordidinha nos lábios gordinhos do garoto e o olhar devorador por todo o corpo que o cacheado o dava.
Um sorrisinho malicioso surgindo nos lábios já vermelhinhos por serem tão maltratados ao olhar a protuberância grossa e longa marcadinha para a esquerda, ainda não completamente duro, o fazendo imaginar o tamanho que seria quando estivesse com o cacete completamente durinho na sua mão e pensar se a glande seria vermelhinha e grossa na pontinha da sua língua.
—A jóia continua a mesma se a perfuração for mesmo essa. Ou podemos colocar alguma outra se não rolar. Mas acredito que dê, é a mais comum. — Caminhou em direção do coelhinho, parado ao lado do lugarzinho que ele estava deitado e posicionando a pequena jóia junto com o cateter e os outros utensílios na mesa devidamente protegida e higiênica para que pudesse olhar mais de pertinho.
— Quer que eu abra para você? —O cacheado perguntou delicadinho, movimentando as orelhas delicadamente e balançando os pelinhos em torno dela todinha.
Antes que Louis pudesse responder com veemência sobre poder fazer aquilo por conta própria, o garoto estava prontamente com os dedos das suas duas mãos abrindo os lábios gordos da bucetinha para Louis, devagarinho e observando cada mínimo gesto de Tomlinson para seu próprio que poderia ser considerado depravado naquele ponto.
As pontas dos dedos mal conseguiam segurar os lados da sua bucetinha daquela forma, fazendo um pouquinho mais de esforço para mantê-las separadas e deixar sua vulva e os pequenos lábios expostos, com o clitoris ainda pequenininho mas um pouco menos escondidinho ali.
—Consegue ver, senhor?
Louis torceu o nariz, ajeitando um pouquinho mais as penas e não querendo de maneira alguma que Harry o achasse um pervertido se estivesse prestando atenção o suficiente nas suas ações ou na glande grossinha que aparentava mais firme e molhava a pontinha da calça, apesar de ter um tecido grosso. Não gostaria que o garoto o levasse como um assediador, mesmo que as intenções de Harry fossem completamente claras e objetivas. Louis era apenas muito profissional para isso.
– Vou usar a pinça de perfuração para levantar um pouquinho o clítoris e talvez você sinta muita sensibilidade, mas é normal, sim? – Manuseou o objeto com os dedos enluvados, ainda respirando fundo ao que apertava o clítoris e puxava para cima, observando um pouquinho mais de perto a bucetinha rosada em um tom forte dentro dos pequenos lábios e o pontinho sensível esticadinho. – É bonito.
—Você acha? — Harry deu uma risadinha sapeca pela fala do outro, se apoiando nos ante-braços para conseguir ver mais de pertinho.
—N-não, eu quero dizer que a anatomia é bonita. E boa pra fazer esse piercing. — Tirou a pinça com cuidado, apesar de a deixar ainda em um dos dedos. —Quero dizer, é bonita sim, não quis dizer que não seja, eu s-só, merda. —Respirou fundo apertando os olhos envergonhado por ter se embolado com o jeitinho malicioso que Harry direciona para si. —Pode abrir um pouquinho mais para começarmos.
—Eu abro um pouquinho mais minha bucetinha pra você, senhor. — Apoiou um dos pés no estofado para que pudesse ficar mais visível, deixando o canal vaginal a mostra. Soltando pinguinhos da sua lubrificação no tecido rosinha, que escorriam por seu cuzinho e sua xotinha brilhosinha.
Louis tem certeza que perderia a cabeça com a visão deliciosa do garoto aberto e praticamente a sua mercê enquanto fazia seu trabalho, fazendo o que supostamente deveria fazer.
O caralho completamente durinho e grosso em baixo da boxer, pingando como uma torneira mal fechada, expondo toda sua vulgaridade pela mancha deliciosa no tecido e como sua glande grossa se mostrava maior perto do cós da calça.
A pinça cirúrgica apertou a pontinha do clítoris novamente, o puxando um pouquinho para cima e manuseando perfeitamente com uma mão só ao que apertava um pouquinho mais. Styles soltou um muxoxo manhoso pelo aperto delicioso e a dor gostosinha que se alastrava por todo seu corpinho sensível.
—Vou fazer a perfuração agora. Preciso que você respire fundo, tudo bem?
—Eu não me importo com a dor, senhor Tomlinson. – sorriu.
Tomlinson buscou o catéter, posicionando entre o buraquinho da pinça, e perfurando de uma vez. No entanto, qualquer resquícios de sanidade que houvera no corpo do moreno se dissipou rapidamente assim que ele escutou um gemido delicioso e escandal0so, junto com a bucetinha expelindo mais lubrificação e deixando seu buraquinho encharcado. As orelhinhas se mechendo agitadinhas e a boquinha pecaminosa em um ‘o’ perfeito. As pontinhas dos dedos se apertando em volta dos lábios que Harry puxava da bucetinha, machucando um pouquinho com a pontinha das unhas e a deixando mais vermelha do que já esteve.
Tomlinson observava a cena anestesiado enquanto passava rapidamente a jóia e rosqueava direitinho para que não se desprendesse com a fricção.
Com uma respiração profunda e observando as reações do cacheado, que ainda revirava os olhinhos, e tremendo de prazer pela dorzinha deliciosa que sentia, quando finalmente notou.
Notou as orelhinhas mexendo de uma maneira que não parecia ser algo artificial naquele ponto.
—A porra de um coelho.
—Nunca viu um coelhinho de verdade, Lou? – Sorriu sapeca, se levantando um pouco mais, e desta vez, apoiando as mãos no acolchoado, ainda com as coxas abertas para o homem que estava agora posicionado na sua frente.
—A porra de um coelho de verdade. —Louis sentiu o queixo prestes a cair. Eram simplesmente muitas situações para lidar de uma vez apenas. O garoto delicioso na sua frente, a bucetinha com a joia perfeita e gordinha pingando em frente dos seus olhos faziam o caralho grosso latejante em baixo do tecido de Tomlinson completamente dolorido como o maldito virgem que era.
—Primeira vez vendo um ser místico, Loulou? Deveria saber que minha cicatrização é muito boa, sabia? —Levou o dedo indicador para o seu buraquinho, recolhendo o líquido docinho e subindo para cima da jóia agora colocada, enquanto observava os olhos azuis brilhantes de Tomlinson o acompanhando com a garganta em movimento, ao que aparentemente engolia em seco.
A pontinha do dedo rodeou o clítoris de uma forma deliciosa por um tempinho, ainda sentindo a dor do furo recente e gemendo mais altinho enquanto mantinha contato, para que o mais velho soubesse que estava assim apenas por ele. Levou a pontinha do indicador para a pontinha da língua ao que a colocou para fora, enfiando e esfregando o seu melzinho para sentir o próprio gosto delicioso e delirando de prazer com tão pouquinho e sendo sensível do jeitinho que era.
—Por que não faz nada, Lou. Não quer? —Formou um biquinho quase persuasivo. — Não me achou bonito?
—Porra, não, e-eu — Passou o punho na testa, recolhendo um pouquinho do suor. —Não acho que isso seja adequado, Harry. Na verdade, nada adequado, que porra eu estou fazendo…
—Não acha ser adequado ou não sabe o que fazer, meu bem? — Mordeu novamente o lábio inferior com os dentinhos de coelho, a ponto de que suspeitava começar a machucar de tanto fazia para não se tornar mais escandaloso. —Vem aqui, vem. — O puxou com o mesmo dedinho molhado, fazendo com que Tomlinson encostasse as coxas na ponta de onde o coelhinho estava deitado, deixando o quadril acima da marcação.
Tomlinson o seguia como um maldito cachorrinho, obedecendo suas ordens e ele faria qualquer coisa que o coelhinho pedisse para fazer.
— E-eu nunca fiz. —Suspirou envergonhado.
— Um virgenzinho, meu amor? Eu te dou um gostinho, gatinho, mhm? — Dedilhou o cós da calça juntamente da boxer do moreno, sentindo o pré-gozo da glande inchadinha molhar sua ponta do dedo e misturar junto com a saliva do mesmo indicador que já estava esguichando. Em outra situação, Harry teria certeza que o moreno estaria gozando com o tanto que ele estava pingando para ele. Somente para Harry.
O coelhinho se sentou mais na pontinha da maca, aproximando ambos quadris e descendo os dois tecidos em conjunto deliciosamente, deixando apenas a pontinha do cacete grosso para fora.
A glande rubra e tão grossa que parecia a ponto de explodir fazia a boquinha gostosa de Harry salivar e babar um pouquinho escorrendo pelo seu queixo e descendo pelo pescoço. A pontinha de fora estava molhadinha e num tom vermelho escuro. A pré-porra escapava aos montes e fazia Harry querer tanto todo aquele caralho dentro do seu cuzinho por horas a fio depois de gozar apenas para se sentir cheinho e continuar pingando com a grossura quente dentro de si.
Recolheu um pouquinho mais da lubrificação da sua bucetinha com o polegar, levando na fenda ensopada do mais velho enquanto enquanto fazia movimentos circulares delicadinhos e observava a respiração descompassada dele, soltando gemidos timidozinhos naquele ponto.
A pontinha do dedo fazia uma massagem deliciosa, recolhendo todo pré-gozo e apertando a cabecinha deliciosa entre os dedos. Sabia pelas reações de Tomlinson e por ele ser virgem que não duraria tanto tempo, mas ainda teriam o dia seguinte para prosseguir com aquilo.
–Harry, caralho – Tomlinson respirou entre-cortado com a pressão deliciosa e extremamente tímido por não conseguir se segurar por tanto tempo. – M-me desculpa, eu- Oh – Revirou os olhos azuis, ainda que mantivesse contato visual. – Eu não vou durar muito, m-me desculpa. Me desculpa, p-por favor, oh, cacete.
– Não tem problema, gatinho. Vem aqui mais pertinho, vem. – O puxou com a outra mão livre pela barra da boxer que estava um pouquinho mais baixa, o deixando mais pertinho da sua bucetinha e trazendo o caralho grosso e extremamente avermelhado para pertinho da sua bucetinha.
Esfregando a cabecinha inchada nos lábios grandes primeiro, a deixando completamente molhadinha e então abrindo toda sua bucetinha para esfregar a fenda que jorrava na jóia recém feita, em cima do clítoris do coelhinho. Arrancando um gemido alto e manhosinho de Harry ao sentir a dorzinha enquanto sorria safado observando as expressões do moreno.
Mesclava entre manusear a cabecinha do pênis que segurava para passar entre seu buraquinho, esfregando com mais força em cima do clítoris em movimentos circulares.
–Esporra na minha bucetinha toda, Lou. Me deixa melado com a sua porra gostosa, por favor. – Fez um biquinho manhoso, apertando a cabecinha rubra na pontinha dos dedos e dedilhando ao esfregar mais forte em cima do seu clítoris durinho e fazendo barulhinhos molhados soarem pela lubrificação dos dois garotos juntos.
E, porra, Louis amou sentir aquela dorzinha o arranhando em um ponto tão sensível como aquele. Revirando os olhinhos azuis e sentindo esporrar em toda bucetinha bonita e gostosa. Tão rápido e desesperado de maneira vergonhosa, não parava de gozar com o jeitinho que Harry falava com ele e o dominava completamente mesmo com seu cacete grosso na mão. Tomlinson quem estava sendo dominado pelo coelhinho.
E ele adorava isso.
–Caralho, coelhinho. – O moreno gemia enquanto gozava o que parecia horas a fio, sem parar. Intercalando entre observar o jeitinho que Harry abria a boca lindamente e gemia alto o suficiente para o estúdio inteiro escutar.
Quando sentiu a sua porra parar de esguichar com tanto afinco, perdeu o ar novamente observado o cacheadinho gozar lindamente e levar toda a porra de Tomlinson para dentro da sua bucetinha com a ponta do dedo, manhosinho e sensível.
–Seu caralho é tão gostoso, Lou. Eu quero você me comendo o tempo todinho e me deixando tão cheio de porra que eu vou vazar por tanto tempo. – Disse enquanto continuava enfiando a pontinha do dedo dentro da bucetinha e levando as últimas gotinhas brancas de gozo que respingaram na sua xoxotinha, com um sorriso travesso.
Com a mesma mão, ainda satisfeito vendo o estado que Louis se encontrava, praticamente acabado como se tivessem fodido horas seguidas, o cacheadinho guardou o membro de Tomlinson dentro da calça novamente, se levantando com um Tomlinson acabado ao seu lado, que respirava descompassado e tinha as mãos ainda enluvadas penduradas ao lado do seu corpo, com um pouquinho de suor escorrendo por sua testa bronzeada e grudando um pouquinho dos fios castanhos, Styles sorriu ladino se vestindo com a calcinha novamente, se virando de costas para o moreno e empinando bem o bumbum, expondo o fio fininho da renda que estava enfiado na sua bucetinha gorda enquanto fazia com as costas curvadas, para então vestir sua calça.
– Espero que tenha outro horário pro’ seu coelhinho, senhor Tomlinson. – Balançou as orelhinhas de coelho novamente e parando um pouquinho mais perto dele.
Levando o dedo com o gostinho dos dois para delinear os lábios fininhos de Louis e se aproximando para deixar uma mordidinha no lábio inferior. Sentia a barba ralinha raspar seu rosto lisinho enquanto lambia seus gostinhos juntos na boquinha bonita. –Espero também que não se importe com o que eu tiver entre as pernas na próxima sessão.
O coelhinho então piscou um dos olhinhos verdes, sapeca.
– Bate uma pra mim enquanto sente meu gostinho na sua boca, Lou. Se for bonzinho, amanhã tem mais. – E saiu da sala tão devagarinho e charmoso como entrou.
Louis estava fodido.
Mas, porra, cancelaria todos agendamentos do dia seguinte se significasse ficar a mercê do que o cacheadinho quisesse fazer consigo. Qualquer coisa.
🐰
…. Parte 2…
Gostaria de ressaltar aqui. Faria dessa uma “one”, mas dado que eu gostaria de deixar maior e entregar um smut com ambas genitálias para o harry, decidi fazer uma parte dois onde o harry terá um pênis, afinal, um coelhinho é um ser místico, sim? E esta one contará com:
Humiliation kink; Bellybulge + creampie; Masoquismo; Edging; Dirty talk, como em todas minhas obras ;)
🐰 ೄྀ࿐ ˊˎ-Espero que tenham gostado! Aceito sempre críticas construtivas e ideias para novas ones ou long fics no wattpad ;) amo vocês, beijinhos, mwa!
Uma one onde o Louis é contratado pra trabalhar como capataz na fazenda dos Styles, ele todo bruto e cafajeste, mas com alguns meses já tem a confiança do patrão. O Harry é filho dos patrões dele mas estava estudando em um internato religioso e vem morar na fazenda do pai, que é superprotetor com ele...
O Louis fica todo encantado com a princesinha dos Styles quando conhece ela e o Hazz todo bobinho e inocente sem perceber o que causa nele, mas como o Louis não é nenhum santo sempre aproveita o tempo que os pais dele vão pra cidade pra se aproveitar da inocência do Harry provocando ele, até ele tá tão vulnerável que nem perceba o quanto tá se deixando levar pelo Lou. Louis todo manipulador falando pro pai do Hazz que vai ensinar ela a andar a cavalo porquê ela ama os animais e o senhor Styles deixando o homem de confiança dele se aproximar da filhinha sem saber das intenções do Louis. Ele montando atrás do Hazz no cavalo e segurando a cinturinha dela bem pertinho dele como desculpa pra ela não cair, pressionando ela nele e deixando ela bem empinada com a bucetinha roçando na cela, o Harry sem entender o que tá sentindo e só deixando o Louis guiar ela pra ela "aprender a montar" soltando gemidinhos e virando os olhos... Depois desse dia o Hazz sempre queria aula de montaria, quase chorando pra sentir aquilo de novo e o Louis observando como ele já tava ficando depravado com tão pouco, Harry usando sainha pra montar pq o Lou falou que é mais gostoso aprender assim, Lou masturbando ele com a calcinha. O Louis quase enlouquecendo mas sem se deixar levar, só provocando o Harry e se fazendo de bobo até ele ficar desesperado sem saber nem porquê tá daquele jeito e implorar pedindo ajuda pro Louis já que ele prometeu ensinar e ajudar ela sempre.
Bastante manipulação, Louis todo bruto apertando o pau por cima da calça tendo que se segurar enquanto deixa o Harry todo burrinho, ele se tocando vendo o Harry dormir, degradação (ele humilhando o Harry bastante, dizendo que agora ela vai ser o depósito de porra dele), o Harry que foi ensinado no internato a sempre querer agradar fazendo tudo pela aprovação do Louis (praise kink), ela dizendo que só pode na bucetinha depois do casamento e o Louis falando que ela já é dele, tapas na buceta, louis gozando dentro do Hazz e fazendo ela andar com a porra dele escorrendo, Hazz todo cansadinho mas viciado nele pedindo pra ele continuar metendo enquanto cai no sono (somnophilia)...
Uma one onde o Louis tem uma rivalidade enorme com o irmão gêmeo dele William, porquê ele sempre foi todo introvertido na época da adolescência e o irmão era sempre considerado o "melhor gêmeo", viviam comparando os dois e o Louis odiava o narcisismo do irmão e como ele sempre rebaixava o Louis pelo jeito e aparência (ele demorou mais a entrar na puberdade e se desenvolveu bem depois). O William sempre ficava com todas as garotas e ria do Louis por isso e acabou roubando a única namorada que o Louis chegou a gostar realmente só por diversão...
O Louis vai embora, porém, continua a alimentar o ódio pelo irmão, mas vira um gostoso do caralho, cheio de tatuagens, bem cafajeste mesmo e bem sucedido. A ex dele casou com o William e engravidou um tempo depois dele ir embora, o Louis só soube a notícia de longe porque mal visita a família mas quando conheceu a sobrinha Harry em um natal se encantou logo e ela por ele também, virando o titio preferido dela...
Mas como ele mora longe e o irmão e ele não se dão bem ele só convive com ela nos encontros em família e enche ela de presentes, tratando que nem uma princesinha, mas o irmão dele é superprotetor e morre de ciúmes da Hazz com o Louis.
Depois de muitos anos sem ver a sobrinha o Louis vai em um encontro da família e fica doido quando ver como a princesinha dele tá uma delícia, a Hazz toda inocente abraçando o tio Lou e sentando no colo dele toda manhosinha e Louis pervertido só pensando em como queria comer ela. Pra aumentar ainda mais essa vontade de foder a sobrinha dele o William fica provocando o Louis sobre como ele era antes e se vangloriando por ter roubado a namorada dele (enquanto isso a mulher dele babando no Lou e morta de arrependida e ele só tendo olhos pra sobrinha), o William dizendo que o Louis nunca conseguiu ser melhor que ele e o Louis só pensando em como conseguir pegar o Hazz...
O Louis se aproveitando da inocência do Hazz pra brincar com a cabecinha dele, manipulando ele e vendo ela todo manhosinha, ele fazendo o Harry brincar no colo do titio e enlouquecendo sem poder fazer nada porquê tá todo mundo perto e o William sem perceber nada, falando besteira, enquanto o Louis se diverte com o corpo da bonequinha dele.
POR FAVORZINHO, cnc com o Harry fingindo não querer e o tio Louis manipulando ele, size kink, somnophilia, Louis fazendo o Harry guardar todo o gozo dele dentro dela (esqueci o nome do kink 🥺), ele dizendo que vai encher a Hazz pra ela ficar marcada como dele e pra mostrar pro pai dela como se adestra e controla uma puta, ele dando tapas na bucetinha dela deixando toda marcadinha e perguntando quem é o dono dela, ela toda viciadinha nele e no pau dele e o William descobrindo só depois com um vídeo que o Louis gravou enquanto gozava no rostinho da Hazz o que aconteceu ficando puto e com vergonha de alguém descobrir. Mas já era tarde porque a Hazz tinha ido embora com Louis e enviado o vídeo pra família todinha pro William aprender quem que manda...
Harry achava que era só uma festinha que ela ia escondida do namorado, so nao esperava que louis, o delegado da cidade e seu sogro estaria presente para cobrir uma denuncia da festa
Harry, 17
Louis, 40
Tw: age gap, privação de ar (levinha), h!inter, breeding, traiçao, desuso de camisinha
Ib: anon
"Sim, amor eu sei" harry entrava pela 20° vez no closet enquanto falava no telefone "sim mas eu falei para anna que eu iria para a festa de 80 anos da avó dela" ela suspira
Harry tinha seus quase 18 anos completos e namorava com adrian desde de seus 15, eles se conheceram no colegio e desde dai moravam praticamente juntos
Ele era um bom garoto, sempre calmo, ele não era do tipo de brigas então isso chamou atenção na harry de 15 anos
Mas isso não excluia o fato de que o garoto era completamente egoista na cama, ele não fodia bem e não deixava harry ao menos se tocar enquanto era fodida da maneira mais sem sal do mundo, ele sempre gozava e nem ligava para o prazer da garota muitas vezes ela só fingia um orgasmo na tentativa de acabar mais rapido
Isso era o principal motivo de sair pelo menos nas sextas quando não dormia na casa do namorado
"Sim, te ligo quando eu chegar" ela deixa o celular no viva-voz enquanto observava os dois vestidos em sua mão
"Se quiser eu posso ir te buscar"
"Não precisa, vou dormir na casa de anna depois. Preciso ir, amor. te amo" ela desliga e continua se arrumando sabendo que a amiga estaria na porta de sua casa em alguns minutos
✨️
Harry dançava no ritmo da musica animada, ela usava um vestidinho tomara que caia colado e tinha seus cachos soltos caindo pelo seu ombro, ela tinha um copo de vodca na mão e se apoiava em um garoto aleatorio que conheceu minutos atrás
Ela se afasta indo até o bar pegando mais bebida, ela vê um garoto de olhos castanhos se aproximar de si com um sorriso enquanto bebia algo de seu copo
Ela levanta o beijando sem perder muito tempo sentindo as mãos do desconhecido apertarem sua bunda
"Fudeu chamaram a policia" harry escuta alguem falar alto e logo as luzes do giroflex iluminavam a frente da casa, ela olha em volta para se esconder ou sair mas os policiais já entravam na casa e foi nesse momento que ela viu a pessoa que menos queria ver
Louis tomlinson, a porra do pai de seu namorado
Ela sente os olhos azuis a encarando e se afasta tentando sair do campo de visão do outro
Ela sabia que seu sogro era delegado da maior delegacia da cidade mas nunca imaginaria que ele estaria presente em uma ronda por causa de denuncia de festinha
"Olha só quem temos aqui, que surpresa harry" ela escuta a voz de tomlinson extremamente perto de si "por acaso adrian tambem está aqui?" harry nega com a cabeça, louis ja sabia a resposta mas o olhar de medo nos olhos verdes o divertia "saindo sozinha styles? E até onde eu sei você só faz dezoito mês que vem" ele tira o copo vermelho da mão de harry "preciso que me acompanhe" harry estava paralizada no lugar com seu coração batendo rapido
"Não conta para adrian que me viu aqui" ela fala rapido ainda parada no mesmo lugar
"oque? Não vou contar nada pro seu namoradinho" os olhos azuis a fitam serio "preciso que venha, é o meu trabalho" ele segura o pulso da cacheada a puxando para fora da casa
"Ai louis meu pulso!" O mais velho abre a porta de uma das viaturas
"Delegado tomlinson" ele fala antes de a empurrar no banco do co-piloto e fechar a porta novamente
"Bruto" ela murmura cruzando os braços
Louis começa a dirigir pelas ruas movimentadas, harry observava o mais velho e ela não pode negar que já teve uma quedinha pelo homem, os musculos forte sempre marcando na manga da camisa preta, a calça apertada tambem preta com uma pistola no suporte em sua coxa, o cabelo castanho com alguns fios grisalhos e a barba curtinha que combinavam perfeitamente com seu rosto
Harry nunca foi de gostar de homens mais velhos, porem pra tudo se tem uma exceção
"Pode parar de me olhar como uma puta?" Ele diz serio ainda sentindo o olhos verdes o olhando de cima a baixo, louis traga o cigarro tentando se concentrar na estrada
"Posso fumar?" Ela estica a mão tentando alcançar o cigarro nos dedos do outro
"Está realmente pedindo isso? Você é menor de idade harry" ele para no sinal vermelho afastando a garota
"Só por um mês" ela apoia as pernas no banco e abraça seus joelhos "e eu to pedindo para o louis e não para o delegado tomlinson" ela fala com um bico nos labios vermelhos
Ele respira fundo e coloca o cigarro na boca da cacheada que traga ainda surpresa
"Sabe harry" ele traga o cigarro tranquilo voltando a dirigir ao que o sinal abre "você é mais puta do que parece" harry o olha "todas as vezes que ia em casa para ver adrian e ficava me encarando que nem uma cadela, todas as vezes que ia dormir lá e ficava gemendo que nem uma vadia, era proposital, amor?" Ele encosta a viatura de qualquer jeito na calçada de uma praça e liga o giroflex "você é nojenta harry" ele segura o rosto da garota a vendo arregalar os olhos verdes "quantos garotinhos de fraternidade já puderam botar as mãos nessa bunda? Tudo isso enquanto fingia a boa moça lá em casa" ele vê o momento que as coxas branquinhas se pressionam uma contra a outra "você é patetica" ele solta o rosto de harry vendo a marca de seus dedos na bochecha corada
"Lou-" sua frase é cortada com um tapa em sua coxa, ela choraminga baixinho sentindo sua calcinha molhar
"Já falei que é delegado tomlinson, amor. Ainda estou de farda certo?" Ele tira o cinto e empurra o banco para trás "vem aqui" ele da dois tapinhas em suas coxas e harry tira o cinto obedecendo o pedido
Ele puxa o rostinho corado iniciando um beijo agressivo enquanto apertava as coxas em seu colo, harry leva as mãos para os fiozinhos em seu pescoço enquanto louis continuava a apalpar todo o corpinho em cima de si
A diferença de tamanho era notavel, louis era alto e másculo enquanto harry era consideravelmente pequena para as garotas de sua idade e seu corpinho aparentava ser tão fragil que parecia que poderia quebrar facilmente
Louis abaixa com facilidade a parte do vestido que cobriam seus peitinhos os liberando
"Está com vergonha, amor?" Ele fala ao que a garota abaixa a cabeça com a bochechas queimando
Louis segura os peitos da garota que cabiam perfeitamente em sua mão, ele aperta vendo a garota suspira apertando seu ombro
"Chupa eles, delegado" ela fala baixinho em um tom envergonhado
Louis sorri sacana antes de colocar o mamilo em sua boca enquanto brinca com o outro
Ela geme baixinho rebolando no pau duro embaixo de si
Louis estava embriagado no cheirinho de morango que harry tinha e nos gemidinhos baixos da garota
Harry sentia a arma de louis em sua panturrilha e não pode deixar de imaginar louis a fodendo com o cano da arma
O mais velho deixa de chupar o peitinho que ja estava vermelho e começa a deixar marcas por todo o torço da garota pouco se importando se ela iria se encontrar com seu filho no dia seguinte
"Chupa" ele se afasta da garota e abre a calça não suportando mais o aperto do tecido
Harry se abaixa entre o banco e o volante se colocando no meio das pernas de louis que abaixa a calça na altura de suas coxas liberando o falo duro que cai em seu abdomen, a cabecinha vermelha e brilhando pré-gozo
Harry segura o pau pela base enquanto deixa beijinhos por toda a extensão sem tirar os olhos de louis que ofegava segurando seus cachos
Ela coloca a cabecinha em sua boca, rodeando a lingua na fenda que vazava pré-gozo
"Oh harry..." ele estoca os quadris para frente vendo a garota engasgar e se afastar rapidamente "agora eu sei porque adrian nunca te largou, uma boquinha tão boa" ele acaricia a bochecha rosada "aposto que a bucetinha é tão boa quanto"
Ele segura os cachos fazendo a garota engolir toda a extensão e os olhinhos verdes o olharem suplicantes
Ele estoca devagar contra a garganta da cacheada que apertava suas coxas, ele resolve testar apertar o nariz da garota a privando totalmente de ar, ela começa a bater desesperadinha nas coxas e se mexer inquieta com lagrimas nos olhos
"Shh... ta tudo bem" ele acaricia os cachos enquanto termina de contar até 10 mentalmente
Louis solta a garota que se afasta puxando o ar rapidamente, ele punheta o pau duro vendo o estado da garota embaixo de si
Ele goza sujando o rostinho de harry com a tiras grossas de gozo
"Ainda mais linda" ele passa o dedão pela porra levando para os labios inchadinhos, ela chupa de bom grado
Harry senta no colo de louis novamente tentando tirar o colete apressadinha
"Me fode lou" ela rebola no colo de louis que tirava o colete e a blusa jogando para o banco de tras, harry gemia baixinho apoiando a cabeça no ombro de louis enquanto esfregava o clitoris inchadinhos em seus dedos
"Você é tão desesperadinha assim por um orgasmo, amor?" Ele abaixa o ziper e puxa o vestidinho do corpo de styles a deixando apenas com a calcinha branca toda molhadinha
Ele levanta a cintura da cacheada e afasta a calcinha para encaixar o cacete duro na entradinha apertada
"Caralho harry" ele aperta a cinturinha buscando apoio para não foder a garota que se apertava em seu pau "tem certeza que não é virgem? porra apertada pra um caralho" ele encosta a cabeça no encosto do banco ao que sente harry engolindo todo seu pau e gemendo em seu pescoço
"Fode lou, me deixa toda abertinha e vazando porra" ela rebola devagar sem conseguir se mover muito por causa das mãos fortes em sua cintura
Ela se apoia no joelho de louis para rebolar sentando contra o cacete, sentindo ele ir fundo em si
Louis gemia deleitado no aperto da buceta em seu cacete, as luzes vermelho e azul iluminavam o corpinho de harry que tinha a cabeça jogada para trás enquanto quicava em seu colo
Louis deitou mais o banco antes de puxar harry contra seu peito e a virar deixando-a embaixo de si e começando a estocar fundo contra a garota que gemia e arranhava as costas de louis
"Louis... tão fundo" as maozinhas com as unhas pintadas em um vermelho quase vinho esfregam os olhos verdes que lagrimejavam "tão bom..." ela abraça o pescoço do mais velho o olhando com devoção
"Porra" ele aperta estapeia a coxa que estava apoiada em sua cintura sentido seu baixo ventre revirar
Ele vira a garota de costas para si, a bunda empinada roçando em seu caralho
Ele entra em harry novamente ouvindo a garota gemer arrastado e apoiar a testa no apoio do banco
"Já foderam esse cuzinho amor? Ele penetra a ponta do dedão no cuzinho apertado fazendo a garota arquear as costas praticamente gritando em seu pau
"Não... nunca" ela se sentia mais proxima de um orgasmo que nunca "deixa eu gozar lou"
"Quer gozar amor?" Ele escuta um "uhum" baixinho enquanto ela acena com a cabeça "goza, nenem" ele brinca o clitoris da garota que pulsava em seus dedos
Ela se aperta em louis gozando no pau que ainda a fodia fundo e tremendo perdendo as forças sendo segurada pela mão de louis que rodeava sua cintura
Louis a vira sentando-a em seu colo novamente e ela sente as estocadas ficarem mais descontroladas antes do mais velho gozar tudo dentro de si gemendo contra seu pescoço
"Me diz que você toma pilula" ele acaricia a cinturinha cheia de marcas da garota
"Tomo" ela enfia o rosto no pescoço de louis, respirando o perfume forte
Louis sai de dentro dela a deixando de lado em seu colo ainda com o rosto em seu pescoço e os olhinhos fechados
"Eu te levo para casa" ele faz a menção de voltar o banco para o lugar mas harry agarra mais o seu pescoço se aconchegando no colo
"Depois"
(Parte dois com eles fodendo na delegacia ou na casa do louis????)
Louis desde que começou no seu novo estagio percebe os olhares diferentes da diretora do colegio, harry que desde que botou os olhos no jovem não conseguia parar de imaginar o quão bom o garoto quietinho poderia a foder
Louis, 25
Harry, 35
Tw: lactation kink, breeding, traição
Ib: anon
(Vou adicionar a capa depois pq to viajando e a internet não me ajuda a carregar as fotos)
Louis caminhava pelos corredores da escola sentindo a mesma ansiedade como se fosse um primeiro dia de aula, ele apertava a alça da bolsa em sua mão, respirava desregulado tentando chegar na sala da diretoria para pegar as informações para o estagio
"Olá, ahm... posso entrar?" ele fala apos abrir uma fresta da porta da diretoria encontrando uma figura cacheada sentada na cadeira de couro preta
"Ah sim, bom dia, pode entrar. sou harry styles, você é?" a mulher levanta apertando a mão do outro e sorrindo amigavel
"Sou louis tominson, começo meu estagio hoje"
"Prazer senhor tomlinson, creio que veio para pegar os seus horarios, certo?"
"Sim, não pude vir para a reunião de inicio de semestre" ele senta em uma das cadeiras em frente a mesa comprida de vidro
"Acredito que já esteja impresso, me da só um minutinho" a cacheada pega o telefone fixo na mesa e liga para a secretaria que cuidava dos documentos
Louis usou esse tempo para analizar a sala, as paredes pintadas em um tom claro de cinza, uma estante com livros, trofeus e fotos, Um armario atrás da porta e um sofá do outro lado, em sua frente ficava a mesa de vidro com uma pilha de papeis e porta canetas, computador e a cadeira de escritorio em um couro preto.
Seu olhar caiu em harry que usava uma blusa social branca levinha, seus cachos soltos em seu ombro e o crachá de identificaçao pedurado em seu pescoço, louis suspirou sem jeito quando notou que pelo jeito que a mais velha sentava ele podia notar a rendinha do sutiã vermelho aparecendo na blusa que tinha os 3 primeiros butões soltos e como suas coxas pareciam esmagadas na saia preta colada que ela usava.
"Sr. Tomlinson?" Ele sai de seus desvaneios ao ouvir a voz calma o chamando "aqui está sua grade com as salas e o professor principal, qualquer duvida ou problema pode vir aqui" ela entrega a folha de papel fitando rapidamente o moreno sentado em sua frente
Ele usava uma camisa polo azul escuro que marcava o braço com alguns musculos aparentes mas nada muito extravagante, ele usava uma calça preta social mas que ficava perfeitamente apertada em seu corpo
"Obrigada sra. Styles" ele levanta rapido saindo da sala e regulando a respiraçao descopensada caminhando sua primeira aula completamente aos olhares de styles
📚
Louis puxava os dois adolescentes pelo corredor, ele mal tinha feito seis meses de estagio e ja tinha que lidar com briguinhas bobas de estudantes
"Bom dia sra. styles, está muito ocupada?" Ele estra notando a sala vazia mas alguns barulhos vinham do banheiro que tinha a porta fechada
"Só um minuto" ele escuta a mais velha fala e ele senta os dois garotos nas cadeiras em frente a mesa e se apoia na parede proximo a porta de vidro fosco "ah olá professor tomlinson, desculpe ouve um probleminha" ele observa a cacheada colocar oque parece que são duas garrafinhas na pequena geladeira da sala "oque aconteceu?" Ela senta na cadeira atrás da mesa
"Pelo oque me falaram victor começou a provocar thomas por causa de algum motivo besta e thomas avançou dando um soco no rosto dele e começaram a brigar na cafeteria durante o intervalo, mas nenhum quis falar nada" os olhos verdes caem no garoto que segurava uma bolsa de gelo contra a bochecha e o outro que tinha a cabeça baixa
"Quem vai começar falando? Se os dois não quiserem entrar em grande problema então e melhor esclarecerem tudo" ela fala seria e louis volta a se apoiar na parede observando a cena, harry usava hoje uma blusa social soltinha em um tom de cinza com os primeiros botões desabotoados e uma saia preta como normalmente usava
Ele nota as unhas pintadas de branco enquanto ela escreve algo em um caderno
"Victor ganha 3 horas de detenção após a aulas e thomas 3 horas e meia" ela observa os dois adolescente e continua quando thomas faz a menção de protestar "mesmo que tenha sido provocado não é motivo para querer resolver com violencia e os pais tambem vão ser notificados, estão liberados" harry guarda o caderno na estante proxima de sua mesa e chama louis antes que ele feche a porta "tomlinson preciso que assine uns papeis sobre o passeio de turma do 9° ano, coisinha besta mas esqueci de pedir antes" ela puxa algumas folhas da gaveta ao lado da mesa enquanto tomlinson se senta em sua frente
Ele pega uma caneta e lê em silencio antes de assinar
"Tem filhos?" A cacheada o olha confusa "quer dizer, e-era garrafinhas de leite que colocou no frigobar?"
"Ah sim, tenho uma garotinha de 9 meses" ela liga a tela do celular mostrando a nenem que sorria na tela de bloqueio, ela parecia uma exata copia de harry com os olhos verdes grandes e os dentinhos de coelho junto com as covinhas fundas
"Adoravel" ele diz sorrindo sem mostrar os dentes "não sabia que era casada, não usa nenhum anel" ele levanta ao ouvir o sinal tocando indicado que o intervalo tinha chego ao fim
"É complicado" ela diz baixo
"Desculpe, fui invasivo" ele abre a porta se preparando para sair
"Sua grade de horarios irá mudar, o administrativo não me passou ainda mas passa aqui no final das aulas para ver se já está aqui" louis acena com a cabeça antes de sair da sala
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Louis pega suas coisas saindo da aula que teve que substituir, ele amava pedagogia mas dar aulas para 6° e 7° anos pode ser um karma de alguma vida passada
"Licença sra. Styles" ele dá dois toques vendo a cacheada concentrada em algo no computador, ela o olha atraves das lentes do oculos que combinava perfeitamente com seu rosto
"Ah sim vou pedir para imprimirem, pode ser sentar" ela digita algo no computador e reencosta na cadeira olhando para louis que estava sentado em sua frente encarando o chão "dia cansativo? Teve duas substituições certo?" Ela puxa assunto tomando um gole da sua xicara de café
"Sim, professor elias estava doente essa semana"
"Fiquei sabendo, pobre homem sempre tão trabalhador" harry cruza as pernas observando o moreno que estava visivelmente desconfortavel "quer um café? Chá? Agua?" Ela levanta caminhando até o frigobar
"Aceito uma agua" a cacheada tira uma garrafa de agua e deixa na mesa
"Vou pegar a grade" ela caminha indo para fora da sala mas trava antes de passar por tomlinson que sentava despojado bebendo sua agua "merda" ela diz baixo levando as mão para seus seios "desculpe tomlinson me de somente uns minutinhos" ela fala apressada indo até o banheiro e encostando a porta
"Está tudo bem?" Ele para atrás da porta falando em um tom preucupado
"Sim sim, é só que meu leite acabou vazando, hoje tive que tirar mais, não é geralmente assim, é só quando estou em casa ou exc..." ela corta a frase deixando louis levemente confuso
'Excitada?' Ele pensa consigo mesmo
Ele se senta na cadeira novamente vendo harry sair alguns minutos depois do banheiro, agora usando uma camisa social branca, levinha e quase transparente
"Doi?" Ele aponta para a bombinha que estava na pia do banheiro que tinha a porta aberta
"Um pouco, quando estou em casa é melhor porque tenho a nenem mas aqui não tenho muita opção" ela o olha diretamente nos olhos, a imensidão verde encontrando o azul "e você tem esposa? Ou namorada"
"Não namoro" ele responde curto desviando o olhar da mais velha, ficando alheio ao sorrisinho nos labios vermelhos
"vou pegar a grade" ela caminha ate a porta e sai da sala
Louis continua na sala levemente atordoado pelo o olhar da cacheada, ele não era ingenuo, ele ja tinha notado os olhares e até algumas ações da mais velha para si
No inicio ele achou que estava delirando e que era coisa da sua cabeça, mas depois quando notou os labios vermelinhos sendo mordidos e as coxas grossas se pressionando enquanto as orbes verdes o olhavam descaradamente durante uma reunião
Ele soube que tinha algo ainda mais errado quando sonhou com aquelas coxas na mesma noite
"Aqui sr. Tomlinson, desculpe o atraso" ela senta na cadeira novamente, harry sente seu peito vazar, ela não teve tempo de esvaziar totalmente então agora ela tinha mais uma blusa suja mas ela não fez nada, seu olhar encontrou os olhos azuis curiosos olhando para seus peitos
"Eles estão..." ele fala meio acanhado observando por cima da camisa a pequena mancha molhada passando pelo bojo do sutiã
"Sim eu não tive tempo..." os olhos azuis disfarçam a olhando e concordando sem ao menos saber com oque
Ela oprime um sorriso observando as bochechas vermelhas de louis e como ele estava inquieto na cadeira "não gosto de tirar com a bombinha, eles doem tanto" ela aperta os peitos fazendo mais leite escorrer por dentro da roupa "eles ficam cheinhos tão rapido" louis sentia sua calça jeans ficar apertada "você pode me ajudar lou?" Harry o olhava como uma 'gatinha manhosa'
Louis continua parado de costas para a porta e seus olhos acompanham os passos de harry ate si
"Sra. Styles... " ele fala apreensivo
"Você não quer tomlinson?" Ela fica em sua frente, poucos centimentros de encostar o torso molhado em si
Louis não poderia negar mas tambem sabia que harry era bem mais experiente que si, afinal a mais velha tinha até uma filha
Ela senta no sofá desabotoando a camisa molhada, nunca tirando os olhos verdes do mais novo
Louis se aproxima de harry lentamente, ela o da a mão o puxando para deitar com o torso em seu colo como um bebê, ele fica meio desnorteado mas apenas faz oque a mulher o manda
Ele vê o exato momento que ela solta o sutiã liberando os peitos cheinhos que vazavam leite
"Mama, amor" com o dedo do meio e o indicador ela guia o biquinho rosinha do peito para a boca de louis, que o chupa devagar ainda com receio
Ela ofega e empurra a parte de tras de sua cabeça contra seu peito o fazendo colocar mais da mama em sua boca
O liquido doce quentinho escorria aos poucos para sua boca, o gosto invadindo todo seu palato
Louis terminou de mamar todo o liquido de um lado e sentou no sofá puxando harry para seu colo antes de continuar no outro lado, essa que gemeu surpresa com o movimento repentino e sentiu o caralho pressionar contra sua bunda
Louis colocou o outro peito na boca voltando a chupar todo o liquido gostosinho enquanto harry gemia manhosa, puxava seu cabelo e rebolava em seu colo
"Oh lou... tão bom para mim..." ela ofega enquanto brinca com o outro biquinho ainda sensivel "tão bom lou... agora toda vez que eu precisar eu vou te chamar, não me importo se estiver dando aula" ela geme olhando nos olhos azuis que a olhava, o preto tornando o azul quase inexistente "solta, amor... ta doendo" ela tenta afastar o mais novo que continuava grudado em si mamando no peito que já não vazava nenhum liquido
Ele se afasta por fim observando harry sair de seu colo e se ajoelhar entre suas pernas
Ela abriu seu cinto e a calça puxando de sua cintura
"Sra. Styles... não podemos" ele segura a mão da cacheada quando ela faz a menção de baixar sua cueca
"Porque não amor? Não tem mais ninguem na escola" ela deixa beijinhos no falo duro por cima da cueca fazendo louis suspirar e agarrar os cachos cor de chocolate
Ela sorri sentindo as puxadas em seu cabelo enquanto beijava toda a extensão presa na cueca, era quase como louis estivesse usando aquilo para manter seu auto controle
Ela aproveita a baixa guarda do moreno ao que ela chupa a cabecinha inchada por cima da cueca e puxa o tecido para baixo fazendo o cacete duro bater em sua bochecha corada, ela coloca a cabecinha na boca e rodeia com a lingua fazendo pré-porra vazar aos montes
Louis geme alto tentando afastar a mais velha que segurava sua cintura continuando a chupar o pau em sua frente, ela o olhava com os olhos verdes, lagrimejando quando tentava levar toda a extensão em sua boca
"Harry..." ele geme, sua respiraçao desregulada e seu baixo ventre revirando
"Goza pra mim, amor" ela punhetava rapido o pau duro ouvindo os choramingos de louis que tentava se esquivar de seu toques ao que gozava em tiras grossas em sua boca
Ela chupa a cabecinha sensivel antes de se afastar sentando no colo de louis de novo, esse que tinha os olhos fechados e choramingava baixinho ao que sentiu harry rebolar contra seu membro ainda sensivel
"Me fode lou" ela rebolava devagar sentindo o calor das mãos de louis em sua cintura e o pau começando a endurecer de novo embaixo se si "deixa eu sentir seu pau me fodendo ate o fundo, me deixando cheinha de porra" ela rebola mais urgente levantando a barra de sua saia ate sua cintura
Ele afasta a calcinha de renda que ja estava encharcada e guia seu pau meio incerto para a entradinha apertada da buceta
"Oh loue... tão grande" ela senta devagar engolindo todo seu pau
Louis gemia apertando as coxas que quicavam em seu colo, ela o apertava e vazava melzinho aos montes deixando tudo mais molhado e liso
"Harry??" A cacheada ouve as batidas na porta e congela no colo de louis quando ouve a voz de seu marido "harry já estou esperando tem 40 minutos, maggie está enjoada com sono" ele tenta abrir a porta mas estava trancada "harry?"
"E-eu ja vou" ela fala alto "tive um imprevisto com a bombinha mas já resolvi" louis testa estocar o quadril vendo os olhos verdes se arregalarem e ela enfiam o rosto em seu pescoço abafando um gemido
"Abre a porta eu espero ai dentro junto com a nenem" ele bate novamente
"Não consigo sair do banheiro agora..." ela sente louis guiar o seu quadril em reboladas lentas, o cacete estava até o fundo em sua buceta "vai sujar a sala" louis geme rouco em seu ouvido quando sente a buceta o apertar "m-me espera no carro" ela fala por fim esperando que o marido não atrapalhasse a melhor foda que ela tinha há meses
Ouve-se um murmuro do lado de fora e logo passos se distanciando
Ela começa a quicar mais urgente contra louis sentindo seu orgasmo mais proximo do que nunca
"Deixando o marido esperando enquanto fode com outro" ele fala devagar deixando uma mordida fraca no pescoço de harry que arqueava as costas e gemia alto " esconde a aliança só para foder com novinhos?" Ele fala deixando para tras qualquer resquicio de vergonha
A cacheada tremia em seu colo, gozando por todo seu pau e o apertando fazendo ser impossivel de segurar o propio orgasmo, ele goza fundo na buceta apertada enquanto harry tentava regular a respiração deitada em seu peito e com o rosto em seu pescoço
"Preciso ir, ele pode desconfiar de algo e pode prejudicar teu estagio" ela levanta arrumando a calcinha e a saia no lugar e pega uma blusa, agora preta, do armario
Louis levanta arrumando a calça no lugar e penteando seu cabelo com a mão
Harry puxa louis para um beijo rapido, o encostando contra o vidro da porta, ele pousa as mãos na cintura da garota antes dela se afastar e pegar algo na gaveta da mesa, louis vê ela colocar a aliança dourada novamente em seu dedo, e o entregar uma chave
"Essa é a chave reserva, eu vou sair primeiro e depois voce sai e tranca" ela pega as coisas e deixa um beijo nos labios de louis antes de sair da sala e ir até o carro de seu marido como qualquer dia normal
Louis sai um tempo depois mas harry, tal o marido e a filha ainda estavam parados em frente ao carro estacionado na garagem
Louis observa a cacheada brincar com a criança em seu colo, que ria e esticava as maos tentando alcançar a mãe
Quem olhava de longe imaginava que era só uma familia feliz mas louis sabia que harry podia sentir sua porra escorrer pela suas coxas.
Inspirada nos livros: Assombrando Adeline, Perseguindo Adeline e Satan’s Affair.
Dark romance.
Avisos: Síndrome de Estocolmo, CNC leve, manipulação, assass!nato, descrição de agressã0, esquartejament0 e tortur4, breve menção à estupr0 (sequer tem história, apenas a afirmação). Harry não sofre, podem ficar tranquilas. Personagens de caráter completamente duvidoso. Jogo de perseguição. Breeding kink, lactation kink.
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Eu estou apaixonada e isso provavelmente vai me matar.
Seus olhos são azuis como o mar gelado, as mãos quentes como fogo, os cabelos grisalhos e a barba castanha ou castanho avermelhada, não consigo ter certeza por causa da péssima iluminação sempre quando tenho a oportunidade de vê-lo mais de perto. Ele é lindo, totalmente diferente de todos homens que eu já vi, mas não foi por isso que eu me apaixonei. Eu me apaixonei por cada uma de suas atitudes.
Eu o vejo fazendo mil ligações por dia e juntando os fragmentos, consegui entender que ele é o que eu descreveria como um anti herói. Óbvio que não sei exatamente o que ele faz e seus motivos, mas sei que ele elimina estupradores e pedófilos espalhados pelo continente. Descobri que ele o fazia, quando presenciei pela primeira vez ele torturando e matando um deles. Na minha frente. Ele o torturou quebrando cada um de seus membros em várias partes, cortando as pontas de seus dedos fora e arrancando seus dentes enquanto ele gritava. Quando o homem finalmente admitiu seus crimes, sofreu mais do que eu conseguiria imaginar que alguém fosse capaz.
Quando ele cortou seu corpo em partes enquanto reclamava que essa era a sua parte menos favorita, eu caí na realidade.
Ele nunca me deixaria ir embora daqui. E esse é o problema. Eu não quero ir embora.
Ele é gentil, conversa comigo sempre que pode, me trás qualquer refeição que eu esteja com vontade, eu tomo banho todos os dias antes de dormir, sempre sozinha, apesar da ausência da porta nele, no começo. Nós temos uma televisão no quarto e por mais que eu não tivesse acesso a internet nela, ele sempre colocava meus filmes e séries favoritas nela de alguma forma. Minhas roupas são sempre limpas, meus lençóis cheirando a amaciante. Ele é carinhoso, preocupado e educado, eu diria até mesmo que me sinto amada, cuidada e mimada. E isso tudo me faz esquecer do que eu estou fazendo aqui.
Ele me sequestrou. Esse mesmo homem que eu descrevi, o que eu sonharia em ter como marido.
Demorou até que ele me dissesse o porquê eu estava aqui e quando ele me respondeu, foi ainda mais difícil digerir.
“Porque eu quero e você deveria ser minha.” Foi a única coisa que ele disse antes de beijar o topo da minha cabeça e ir buscar nosso jantar.
Eu perdi semanas apavorada com medo do meu marido ser um de seus estupradores, ou quem sabe até meu pai ou algum de meus irmãos, mas aparentemente não era esse o caso, não era algo movido por vingança. Ele apenas me quis pra ele e usou seu poder para me ter.
Depois disso, foi como se uma luz se acendesse na minha mente turva. Eu não sei descrever como ou quando eu parei de pensar em fugir dele, mas me assustei quando percebi que eu nem mesmo ficava mais algemada. Era como se ele soubesse que eu cederia e seria dele, como se eu não tivesse escolha. No fundo, hoje, percebo que eu realmente nunca tive.
Apesar de pensar sempre na saudade que sinto do mundo lá fora, de como sinto falta dos meus amigos e do meu trabalho, ainda é como se toda minha vida antes dele ficasse sem graça cada vez que eu acho que ele vai finalmente me tocar e não o faz. E eu preciso que ele me toque. Preciso sentir o cheiro tão bom que ele tem pressionado em minha narina. Preciso do corpo dele em cima do meu.
E eu me sinto uma aberração por isso. Eu não deveria me apaixonar pelo meu sequestrador, muito menos desejar ter ele no meio das minhas pernas depois de ter matado alguém e estar coberto de sangue fresco.
Eu não deveria sentir curiosidade em saber o que ele sente quando mata. Muito menos querer ele dentro de mim enquanto eu ouço os gritos daqueles que merecem a dor.
Sinto que a forma mais plausível justificar minhas próprias tentações, é porque eu já fui vítima daqueles que ele mata e quando eu o vejo esfaqueando um deles, minha boceta pulsa como o inferno.
Exatamente como agora.
Eu não sou obrigada a ficar aqui o olhando matar, mas eu não poderia somente ficar no andar de cima sabendo que eu perderia a oportunidade de vê-lo manipulando, humilhando, torturando e finalmente matando. Seria um desperdício do meu tempo.
Estou sentada em cima da maca ao lado da que um homem velho está amarrado enquanto tem seus mamilos arrancados fora. Eu pressiono minhas coxas uma na outra, o meu clitóris pulsando e minha lubrificação molhando meu shorts de pijama. Balanço minhas pernas pra frente e pra trás, tentando me livrar um pouco do nervosismo que sinto quando estou nessa situação. Meu sequestrador finalmente rasga a jugular do homem com um serrote e quando o sangue esguicha e ele se cobre de sangue, eu cruzo minhas pernas e mordo meu lábio inferior, tentando conter um gemido que rasgava meu corpo ao meio.
- Você nunca me disse seu nome. – Eu falo, percebendo meu tom de voz baixo. Meus olhos estão grudados em seu rosto e quando seus olhos encontram os meus, meu estômago cai em queda livre.
- Louis. – Ele diz, sorrindo ladino. – Achei que nunca perguntaria. – ele alcança um pano de chão da mesa de utensílios de tortura, começando a secar as mãos.
- Estou cansada de chamar você de sequestrador toda vez que preciso. – Eu sorrio, apoiando as mãos pra trás na maca, inclinando meu corpo.
- Você sabe que pode ir embora se quiser. – Louis diz arrancando a camiseta encharcada de sangue e no chão.
- Se eu for embora você vai ir atrás de mim. Do que adiantaria? – Eu dou de ombros, tentando não deixa-lo perceber a forma que meus olhos se prenderam em seu abdômen.
- Seria divertido te caçar e te trazer de volta pra cá. – dessa vez ele quem deu de ombros.
- Você é um idiota. – revirei os olhos, me recusando a sorrir ao confirmar que ele iria atrás de mim me traria de volta.
- Pelo menos a gente trocou algumas palavras antes de você me ofender de alguma forma. – Ele riu, fazendo minha pele arrepiar.
- Da próxima vez eu espero um pouco mais. – Eu ri, nervosa com o jeito que seus olhos brilhavam em minha direção. – Você ainda vai fazer seu ritual? – eu acenei para o homem morto.
- Se com ritual você quer dizer cortar ele e ensacar, sim. – Ele sorriu. – Em que momento você perdeu o medo de mim? – Perguntou repentinamente.
- Quando eu descobri que eles são estupradores. Eles merecem isso. – Eu dei de ombros. – Bom, eu já volto. – desci da maca, pisando sangue fresco sem querer. – Puts.
- Nem pense em pisar no meu carpete assim. – ele chamou minha atenção e eu imitei suas palavras com voz de criança, seguindo meu caminho pras escadas e sentindo minha coluna arrepiar com sua risada.
Eu subi, limpando meus pés no pano de chão que deixo no alto da escada antes de seguir até a cozinha, colocando água ferver para fazer chá.
Eu o quero. Eu o quero tão desesperadamente que tenho medo de ser patética ao pedir. Eu tenho total consciência de que ele me sequestrou e que não havia nada mais injusto do que me tirar da vida que eu tanto batalhei pra ter, mas serei hipócrita se eu disser que eu me sentia viva do jeito que Louis me faz sentir. Quando meu coração está tão cheio e minha boceta tão quente.
Eu coloco os sachês de chá em duas canecas e as encho de água fervente, as pegando e voltando lá pra baixo com cuidado. Louis já havia cortado as pernas e eu sorri, como uma esposa vendo o marido terminar um projeto.
Eu caminho até ele, apoiando a caneca em cima da bancada limpa atrás dele, dando a volta por suas costas e me sentando novamente na mesma maca de antes.
- Ei. – Eu chamei, seu semblante concentrado me fazendo perceber que eu tirei sua concentração. – Eu trouxe chá pra você. – Apontei a caneca, o vendo a olhar e seu semblante suavizar.
- Obrigado, princesa. – Ele bebeu um gole e meu coração bateu errado, eu tenho certeza que bateu. Eu umedeci meus lábios.
- De nada. – Respondi assoprando meu chá, sentindo minhas palmas formigarem em necessidade de arrastar meus dedos pela franja que caia em sua testa enquanto ele usava o serrote para arrancar o primeiro braço, seus músculos rígidos tensionando com o esforço. – Você ainda vai trabalhar hoje? – perguntei bebendo meu chá apoiando a caneca ao meu lado.
- Depende. – Ele bufou, pegando a marreta e batendo com força na junção do ombro, conseguindo finalmente separar o braço dele. – Porquê?
- Não sei, achei que podíamos assistir alguma coisa. Ou cozinhar, qualquer coisa. – Sugeri nervosa.
- Claro, mas só posso subir quando terminar aqui. – ele deu a volta na maca, ficando de costas pra mim, seu corpo a centímetros do meu.
- Eu posso te ajudar, se você quiser. – Eu sussurrei, como se minha voz mais alta fosse capaz de explodir o seus ouvidos.
- Quer me ajudar? – ele se virou pra mim, me dando a visão perfeita de seu tronco nu completamente vermelho de sangue.
- Quero. – Eu assenti, sabendo que ele havia percebido meu olhar atravessando sua pele.
- Certo, preciso que tire as digitais então. Aqui. – ele puxou a bancada com os instrumentos que usava, segurando um bisturi. – Venha. – me chamou e eu desci da maca, parando ao lado dele. – Você vai segurar assim e passar a lâmina desse jeito, deitada. – ele mostrou como se fazia.
- Está me mandando cortar as pontas dos dedos dele porque? Não acha que sou capaz de arrancar o outro braço? – eu provoquei, segurando no cadáver ainda quente e engolindo em seco.
- Não. Eu sei que você seria capaz de fazer todo esse trabalho sozinha e sem sequer se cansar. Mas acho que pra primeira vez que você corta um homem morto é melhor começar pelos dedos do que pelos músculos e ossos. Não acha? – Ele segurou na minha mão trêmula, a que segurava o bisturi e o pressionou contra o dedo do homem, cortando a digital fora.
- Sim. – Eu assenti, passando pro próximo dedo e cortando sozinha.
- Bom trabalho, princesa. – ele me elogiou, beijando meu ombro antes de começar a serrar o ombro da mão que eu trabalhava.
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Nós terminamos o trabalho todo a alguns minutos, subimos em silêncio e eu insisti que ele fosse o primeiro a tomar banho, já que estava com sangue por toda parte. Eu coloquei nossas roupas sujas na máquina e eu estou agora parada em frente a porta do banheiro, ouvindo a água caindo e olhando pela fresta, o banheiro escuro e todo embaçado pela água quente, nunca vou entender porque ele não acendia a luz para se lavar.
Eu respirei fundo, sentindo uma necessidade estranha na boca do estômago. Levei meus dedos até a madeira, empurrando devagar e o vendo virar seu corpo pra mim, notando em segundos a minha presença.
- Precisa de alguma coisa? – ele perguntou e eu continuei andando, entrando no banheiro e o olhando detalhadamente.
Deslizei o box de vidro com cuidado, entrando e parando de frente pra ele.
- Eu ainda tenho medo de você. – Eu engoli em seco, percebendo sua confusão. – Você me perguntou mais cedo quando eu tinha perdido o medo. Não perdi. – Eu olhei em seus olhos, tocando seu abdômen quente com as minhas mãos geladas e suadas. – Mas não sinto medo de você me matar. Eu sinto medo de me apaixonar por você. Sinto medo porque você faz meu coração bater na boca do meu estômago.
- Harry. – ele chamou rouco e eu percebi suas mãos fechadas em punhos ao lado do corpo. – Se você continuar aqui me dizendo essas coisas eu vou te foder – disse direto, fazendo minha boceta pulsar.
- Tenho medo de você me quebrar pra sempre. – respondi.
- Esse é sua última oportunidade de sair daqui. – Ele avisou e eu assenti, beijando seu peitoral bem acima dos pelinhos ralos que eu tanto amava observar. – Boa escolha, princesa. – ele sorriu ladino, me puxando pela cintura e firmando os dedos nos cabelos da minha nuca, me fazendo ofegar. Ele observou cada pequeno detalhe do meu rosto antes de sorrir vitorioso, um sorriso que dizia que ele tinha conseguido exatamente o que sempre quis de mim. Ele empurrou seus lábios nos meus, começando a me beijar de um jeito que eu nunca fui, como se quisesse devorar cada célula do que eu sou.
Suas mãos faziam minha pele formigar, o jeito que ele apertava seu corpo contra o meu incendiava entre minhas pernas. Eu me empurrei pra mais perto, sentindo a água quente caindo por todo meu corpo enquanto suas mão em minha cintura escorregava até minha bunda, a apertando entre os dedos com firmeza, me fazendo gemer em sua boca.
- Eu esperei tanto tempo por isso, coelhinha. – Ele disse sussurrado antes de morder meu lábio inferior, o puxando entre os dentes.
Eu estava ofegante, olhando em seus olhos eu deslizei minha mão por seu abdômen, encontrando seu pau completamente duro, o segurando entre os dedos e começando a ir pra cima e pra baixo, analisando cada mínimo detalhe de seu rosto, apreciando a forma que ele olhava pros meus peitos. Eu acompanhei seu olhar, vendo a regata que eu usava completamente transparente, meus peitos totalmente marcados, meus mamilos durinhos apontando nela.
Ele gemeu rouco, segurando firme neles e os apertando, abaixando as alças fininhas e empurrando pra baixo, antes de se inclinar e lamber um deles, sugando pra dentro da boca quente, circulando a língua e cuspindo no outro, mordendo e marcando cada um deles enquanto eu gemia o observando.
- Ajoelha pra mim, Harry. – Ele mandou, minha boca enchendo d’água.
Não.
Não vou obedecer ele assim tão fácil. Ele me tirou tudo e por mais que eu não me importe em me curvar para ele, não quero que seja tão fácil assim. Eu me afastei, dando alguns passos pra trás antes de provavelmente ter a atitude mais burra que eu já tive em toda minha vida.
Correr.
Eu atravessei o box, vendo a sua sombra escura me olhando com um sorriso diabólico, me dando a certeza de que ele gostaria de me perseguir. Eu me virei, correndo escada abaixo, ouvindo o chuveiro desligar antes de chegar no final da escada e virar pro corredor do segundo andar, virando na cozinha e correndo até a sala de jantar.
Parando poucos segundos pra recuperar o fôlego, sinto minhas coxas deslizando uma na outra com a excitação latente em meu clitóris. Todos os meus músculos tremem e eu me sinto apavorada, o medo me sufocando por não saber o que ele vai fazer comigo quando me encontrar. Me sinto em um filme de terror, quando o suspense se instala de forma tão avassaladora que por mais que você saiba que um susto está próximo, você permanece rígido na cadeira aguardando impaciente até que o susto vem, e é como se você não soubesse que ele viria. Meu estômago está gelado e meu coração bate forte nas minhas orelhas, minha pele inteira arrepiada pelo ar gelado na minha pele quente e molhada.
Eu analiso a porta dos fundos da casa e a da garagem, escolhendo a dos fundos, girando a chave e atravessando a porta diretamente pra floresta, sentindo suas mãos em meus cabelos antes de gritar assustada. Ele segura minha cabeça bem acima de seu ombro, seu pau dolorosamente duro pressionado na minha bunda.
- Achou que eu deixaria você escapar de mim, coelhinha? – ele sussurrou em meu ouvido, segurando minha cintura e rindo do meu rosto apavorado. – Fugindo como uma cadelinha burra, huh? – Ele riu, dando um tapa forte na minha boceta e me fazendo gritar, quase gozando apenas com isso.
- Me solta. – Eu disse, ofegante e trêmula.
Ele sorriu grande, segurando minha cintura e me colocando deitada em seu ombro, meu quadril encaixado nele enquanto ele me segurava pelas minhas pernas juntas.
- Me solta, Louis! – eu gritei, sentindo minha boceta escorrendo na calcinha.
Ele me ignorou, entrando em casa e subindo as escadas comigo aos gritos, entrando no quarto e me jogando em cima da cama como se eu não fosse nada.
- Idiota! – eu gritei, tentando descer da cama e sendo rapidamente impedida por suas mãos firmes em meus tornozelos me puxando com força enquanto ele se encaixava no meio das minhas pernas.
- Eu te avisei que iria te foder, Harry. – ele disse, sua voz indo diretamente pra dentro da minha boceta. – Você não tem direito a se arrepender de suas escolhas. – Ele sorriu, segurando firme em minha mandíbula e se aproximando, a respiração quente no meu ouvido. – Mas você fica linda tentando fugir.
- Estou com medo. – eu engasguei.
- Eu sei. – Ele se afastou, rasgando minha regata e gemendo ao olhar meus peitos, as mãos nada gentis puxando meu shorts e minha calcinha pra fora do meu corpo. – Eu consigo sentir seu desespero, e ele só me incentiva cada vez mais a gozar dentro da sua boceta. – Ele abriu minhas pernas empurrando meus joelhos pra cima, depositando tanta força que minha virilha ardeu. Seus olhos que carregavam as trevas grudaram na minha boceta, a assistindo pulsar. Eu me encolhi, apavorada e envergonhada. – Tire essa vergonha do seu rosto, coelhinha. Eu já vi sua boceta várias vezes. Só nunca pingando tanto assim. – Ele lambeu os lábios, olhando a forma que meus olhos estão arregalados em surpresa.
- Como assim você já me viu nua? – eu engasguei, sabendo que o máximo que ele poderia ter visto seria nas horas em que eu tomava banho, mas nunca aberta desse modo.
- Seu celular era recheado de fotos obscenas, não era? Todas na nuvem, um prato cheio pra mim. – Ele sorriu, os dentes expondo sua forma demoníaca.
- Você viu minhas fotos? – eu engasguei, seus dedos apertando com força as minhas coxas enquanto ele deitava entre elas.
- Cada uma delas. – ele soprou minha boceta, me fazendo gemer e me odiando por isso.
- Porra, você é doente. – eu xinguei, segurando suas mãos e tentando me livrar delas. Eu estou furiosa. – Você não tinha o direito! – eu travei meu maxilar, o olhando com raiva e sentindo meu corpo me trair quando ele lambeu toda minha boceta, me fazendo arquear as costas.
- Você tem razão, Harry. – ele sugou meu clitóris, me fazendo gritar. – Eu não deveria ter visto. Muito menos gozado pra todas elas. Mas se eu não tivesse o feito, não saberia que você nunca molhou tanto pelo seu ex maridinho. – Ele voltou a língua macia diretamente no meu clitóris, sugando e babando nele, me fazendo ver estrelas.
- Eu odeio você. – Eu gemi, agarrando seus cabelos e os puxando pra cima, tentando o tirar de perto da minha boceta que doía em necessidade. Eu assustei quando levei um tapa brutal na bochecha, meus olhos se enchendo de lágrimas e minha boceta escorrendo até meu rabo.
- Não adianta lutar contra mim enquanto está pingando como uma cadela. Você é minha, querida. No momento em que você rastejou até mim no box, traçou o caminho que vai ter pro resto da sua vida. – Eu olhava fixamente em seus olhos que faziam meus ossos tremerem em pavor e desejo. Senti seus dedos afundando em meu buraco, sendo incapaz de não gemer alto. – Eu vejo tudo, Harry. Eu ouço tudo. Achou que eu não percebi todas as noites que você se esgueirou da cama e foi na ponta do pé até a sala enfiar seus dedos na sua boceta? Achou que eu não ouviria seus gemidos longos e manhosos? – Ele curvou os dedos, começando a estocar fundo em mim, fazendo meus músculos tremerem. – Porra, cada noite ficava pior aguentar te ouvir sofrer pra gozar sem poder foder cada buraco do seu corpo. Achou que eu não sentia o cheiro da sua boceta melada? Essa porra de cheiro me deixa maluco, coelhinha. – Ele sorriu mordendo meu clitóris, um grito rasgando minha garganta e minha boceta apertando seus dedos com força. – Diz pra mim que não cruza as pernas e se esfrega na maca quando me assiste matando, que não fica encharcada me vendo coberto de sangue. – Ele curvou os dedos e passou a massagear em ponto dentro de mim, meus olhos rolando pra trás da cabeça. – Diz que não está salivando pra ter meu pau tão fundo que vai perder a consciência. – ele rosnou, abocanhando meu clitóris e me assistindo delirar em prazer.
- Você é nojento. – Eu gemi, olhando em seus olhos e vendo o quanto ele se divertia com minha raiva.
- Então somos dois, coelhinha. O assassino sem escrúpulos e a puta que se excita com a morte. Somos um belo casal, você não acha? – ele riu, passando a me foder forte, seus ossos da mão batendo contra os meus e me deixando dolorida, me fazendo gritar e me esfregar em sua boca, meu corpo implorando pelo orgasmo que ele me empurrava contra a minha permissão. – Me odeia tanto... – ele sorriu orgulhoso sabendo que tinha me arrancado do que seria talvez o melhor orgasmo da minha vida. – Pede. – ele girou os dedos, minhas mãos agarrando os lençóis.
- Nunca. – eu neguei ofegante, meu corpo inteiro tremendo.
- Eu não preciso que você goze pra que eu possa me divertir com seu corpo, coelhinha. Posso meter em você a noite inteira e gozar dentro de você até seu útero estar cheio e você sem nenhum orgasmo. – ele ameaçou tirar os dedos de mim e meu corpo foi mais rápido em me trair do que minha mente, minhas unhas cravadas em seu pulso o impedindo.
- Por favor. – eu engoli minha raiva, meus olhos fechados negando que ele me visse vulnerável ao pedir que ele me desse meu orgasmo.
- Você vai se acostumar a implorar por mim, querida. Não se preocupe em esconder sua necessidade de mim, eu a vejo o tempo todo. – ele voltou a trabalhar em mim com os seus dedos e sua língua, o orgasmo se formando numa velocidade arrebatadora, minha cabeça dando voltas e minha visão escurecendo enquanto meu corpo sucumbia a ele, lhe dando o maior orgasmo que eu já experimentei na ponta de sua língua. – Boa menina, Harry. Sua vida será muito mais fácil se continuar tão obediente para mim. – Ele beijou meu clitóris, tirando seus dedos de mim e subindo em cima do meu corpo.
- Eu não sabia que você era nojento quando entrei naquele maldito box. – eu cuspi, tentando brigar com minha mente tão idiota que apenas conseguia pensar no quão deliciosamente minha boceta tinha sido usada.
- Acho engraçado que seus julgamentos são tão deturpados quanto os meus. – ele lambeu meus lábios, arrancando um gemido que eu me amaldiçoei por ter soltado, agradecendo por meus olhos estarem fechados e eu não poder ver seu olhar satisfeito. – Tudo bem por você ser fodida por um assassino, mas não por quem viu fotos de você nua? – ele ironizou, me fazendo pensar no quão ridículo e egoísta aquilo realmente era. - Tudo bem se excitar e se tocar vendo e imaginando meu corpo trabalhando pra matar e torturar pessoas, mas não em abrir as pernas pra mim? Tudo bem me dar permissão pra te foder e depois fugir de mim só pra ser pega e se curvar pra mim a força, mas não se souber que eu já sabia cada curva do seu corpo antes de realmente vê-lo? – ele segurou seu pau e esfregou a cabeça inchada na minha boceta, começando a empurrar e me fazer alargar de forma dolorosa no cacete tão grosso.
- Louis! – eu gritei, finalmente abrindo meus olhos e encontrando os seus tão escuros, borbulhando em desejo.
- Isso, coelhinha, grita o nome do seu dono. – Ele gemeu, fazendo meu estômago gelar e revirar, empurrando até as bolas antes de segurar em cada uma de minhas mãos, entrelaçando nossos dedos acima da minha cabeça.
- Você não é meu dono! – eu gritei em seu rosto, o vendo gargalhar.
- Sua boceta é tão gostosa e apertada. – ele me ignorou, saindo e voltando pra dentro de mim com força, seu gemido reverberando em minhas células.
- Eu não sou sua. – disse firme, engolindo o gemido gritado escorrendo em minha garganta.
- Você é sim, coelhinha. Tão minha que sequer tentou fugir, mesmo sabendo que as portas estavam abertas. Tão minha que sequer tentou ligar pra polícia, ou pra porra do seu ex-marido. – ele começou a estocar forte dentro de mim, me fazendo gritar e rolar os olhos. – Você nunca gritou assim por ele. – ele afirmou, como se soubesse, como se tivesse visto com os próprios olhos. E eu tenho certeza que ele viu.
- Puta merda. – eu gemi, soltando suas mãos e as grudando em sua nuca com força.
- No final dessa noite, quando toda minha porra estiver dentro de você, quando você não conseguir levantar da cama de tão exausta, você vai aceitar que sempre me pertenceu. – ele sentenciou, olhando no fundo dos meus olhos, me fazendo acreditar fielmente em cada uma de suas palavras. – Não ache que eu estou te forçando a gemer no meu pau, sequer finja acreditar que você é minha vítima. Você escolheu estar aqui, escolheu não voltar pra sua vida medíocre, escolheu cozinhar comigo e pra mim, me levar chá enquanto eu esquartejo, sentar e assistir com a boceta pulsando cada homem que eu torturei. O tempo todo, eu nunca exigi nada de você. Nunca lhe forcei a assistir nada comigo, nunca forcei você a me olhar tomar banho pela fresta da porta. Você fez tudo que fez porque quis. – ele segurava em meu rosto com força, me obrigando a olhar em seus olhos enquanto ele enumerava as verdades dolorosas que eu escolhi fingir que não foram minha escolha. – Eu estou errado, coelhinha?
- Não. – eu disse a contragosto, ódio escorrendo pelas minhas veias, ainda tentando culpa-lo de alguma forma.
- Agora que você vê sua culpa, fica mais fácil sentir como seu orgasmo foi entregue na minha língua tão bem, não fica? O quão melhor é sentir meu cacete fodendo você ao invés do seus dedos enquanto imaginava, não é? – perguntou, fazendo meu cérebro se render na batalha que eu mesma criei. Meu orgulho contra a verdade que eu negava.
- Louis. – eu sussurrei derrotada. – Quando meus dedos estavam dentro de mim estava bem melhor do que você agora. – eu engasguei, sentindo sua mão me enforcar e me tirar o oxigênio.
- Vamos ver se você vai gemer manso como quando só tem sua mão pra se satisfazer. – Ele travou o maxilar, segurando firme na minha coxa e estocando tão fundo que eu o sentia na boca do estômago.
Eu revirei meus olhos, os gemidos longos querendo sair e sendo rapidamente negados pela mão apertando meu pescoço forte o suficiente para quebra-lo se assim ele quisesse. Eu estapeei seus braços até que ele soltasse o aperto, respirando desesperada por oxigênio e gritando meu prazer pra fora dos meus pulmões incendiados.
- Grita, coelhinha, eu adoro te ouvir gritar. – Ele apertou meu peito e lambeu meu mamilo, enchendo sua boca com meu seio e o mordendo pra machucar, minha boceta sendo preenchida dolorosamente e meu baixo ventre retorcendo em puro prazer. Um prazer que eu nunca havia sentido, um cru e animalesco, sentindo que ele só me usava pelo próprio prazer, me tornando um saco de carne e ossos derretidos em completa devoção. Eu preciso dele em mim da mesma forma que ele me toma agora, tirando tudo o que alcança. Seus cabelos pingam água gelada em meu peito e eu os agarro com força, o obrigando a continuar me marcando o suficiente para que ele permaneça em meu corpo como uma tatuagem. Me marcando como dele. Como sua propriedade. Me sugando pra seu universo doentio e sua vida tão miserável quanto a minha, mas recheada de propósitos que eu nunca tive.
Estou entregando a ele todos os gemidos que eu não sabia que era capaz de gemer, a lubrificação abundante de uma forma que eu nunca fiquei, a minha sanidade de um jeito que eu nunca mais vou recuperar. No instante que ele me trouxe pra cá e me algemou naquele porão, ele mudou minha vida pra sempre. No instante que eu entrei naquele box e ele me beijou, ele traçou meu destino. No instante que ele entrou em mim, ele me estragou pra sempre.
- Monta em mim. – Ele mandou, se jogando deitado na cama e me trazendo pra seu colo apenas num piscar de olhos. Ele grudou a mão em meu pescoço, deixando meus lábios perto dos seus e meus olhos entregues nos dele. – Eu sei que sente a necessidade de ser caçada e que quer desesperadamente sair correndo pra floresta só pra me ter te arrastando pelos cabelos pra dentro de novo. Mas se você ousar sair daqui, eu quebro o seu pescoço. – ele ameaçou, me fazendo sorrir tão corrompida pela insanidade quanto ele é.
Eu tomei meu tempo pra observa-lo, decretando finalmente que sua barba era castanha. Sua boca fina e inchada por marcar meu corpo, seus dentes desalinhados beirando a perfeição. Suas marcas de expressão entregando suas feições puras e os seus olhos dolorosamente irreais. Eu estou completamente perdida na forma diabólica que ele tem, desejando com cada parte de mim que eu me torne tão pecadora quanto ele. Que seu pau sempre esteja duro e pingando por mim, que suas mãos queimem em desespero para me tocar o tempo todo, que seu cérebro seja incapaz de não ser devoto a mim a cada mísero segundo. Eu tomo seus lábios nos meus, afundando minha língua na dele e o sentindo rapidamente pegar o controle de volta para si, apertando minha bunda tão forte que sua mão transpassa e agarra meus ossos.
- Você é tão meu, querido. – eu constato sorrindo, erguendo meu quadril e segurando seu pau, o encaixando dentro de mim e sentando nele, o engolindo.
- Nunca neguei isso, coelhinha. – ele diz, me surpreendendo. – A única pessoa que nega a obsessão é você. – ele sorri, levantando minha bunda e me fazendo sentar forte, seu pau arrancando um grito deleitoso de mim.
É verdade.
Em nenhum momento Louis negou sua obsessão por mim, pelo contrário. Todas as vezes que eu quis saber e reafirmar o porquê estava presa ao seu lado, ele nunca mentiu ao dizer que era porque me queria. Porque eu fui feita pra ele, moldada e esculpida única e exclusivamente para que ele me possuísse. Louis nunca negou sua paixão por mim.
E isso me faz sentir a porra da mulher mais poderosa desse mundo.
- Senta, Harry. – ele mandou. – Já estou perdendo a minha paciência com você. – ele rosnou, me entregando o poder.
- Shh. – eu sussurrei, deixando meu corpo ereto e apoiando minhas mãos em seu peito, começando a rebolar lento, usando seu cacete para estimular todos os lugares certos dentro de mim. Louis agarrava meus peitos e torcia meus mamilos, me fazendo gemer manhosa e satisfeita, cada vez mais absorta em seus gemidos roucos e ofegantes, me fazendo começar a subir e descer meu quadril rápido, querendo cada vez mais de seus gemidos pra mim.
- Isso, coelhinha, se fode pra mim. – ele grunhiu, segurando meu quadril parado e começando a estocar rápido e forte, surrando meu buraco de forma impiedosa, me fazendo abrir a boca em um gemido mudo e cravar as unhas em seu peitoral. – A boceta mais gostosa que eu já fodi. – ele disse rouco e ofegante e eu segurei firme em seu pescoço, ódio em sua forma mais doentia inflando minhas veias.
- Não fale de outras pra mim! – eu mandei, impedindo-o de respirar. – Idiota. – Eu comecei a jogar meu quadril pra cima e pra baixo com força, gemendo gritado e assustando com o jeito que ele torceu e segurou meus braços pra trás das minhas costas, segurando firme com apenas uma mão e sentando na cama, segurando meu quadril com possessividade e me instigando a não parar de sentar desesperadamente.
- Ciúmes combina tão bem com você, querida. – Ele sorriu, agarrando os cabelos da minha nuca e me beijando até que meus pulmões queimassem sem oxigênio. – Sou só seu, coelhinha. Meu pau foi feito pra alargar e destruir você. – ele lambeu e mordeu meu pescoço, fazendo minhas pernas tremerem, minha boceta queimando e sendo tão bem fodida que fui incapaz de não gozar forte, mordendo seu ombro com força, me empurrando pra baixo e mantendo seu pau pressionado no meu útero. – Você é tão boa de manipular. – ele sorriu, segurando meus cabelos e me forçando a olhar pra ele. – Fica tão linda chorando assim. – ele secou minhas lágrimas, só então consegui perceber o quão vulnerável ele me fez ficar.
- Goza, Lou. – eu engoli em seco. – Em mim. – choraminguei.
- Eu vou, coelhinha. No fundo da sua boceta, até estar inchada com um filho meu. – Ele abocanhou meu mamilo, sugando pra dentro da boca, alterando entre os dois. – Vou tomar cada gota do seu leite, seus peitos cheios pra alimentar nosso filho e eu, todo santo dia. – Ele me jogou na cama, me virando de bruços e montando minha bunda. – Você quer tanto isso, não é? – ele sussurrou em meu ouvido e eu assenti sem querer, entregando a ele todo o meu destino.
- Não. – ofeguei, engolindo o sorriso satisfeito por provoca-lo, acho que jamais vou conseguir parar.
- Gosto do jeito que você mente, principalmente porque você só engana a si mesma. – Ele beijou meu pescoço, abrindo minhas pernas e me mantendo empinada pra ele, entrando na minha boceta sensível com força, voltando a me foder. – Você é tão gostosa, coelhinha. Tão apertada e molhada pra mim. – Ele falou, sua voz rouca no pé do meu ouvido, me fazendo revirar os olhos. – Vai ficar tão linda quando eu te cortar inteira e encher seu corpo de cicatrizes, pra cada vez que você se olhar no espelho perceber que eu estou em todos os lugares de você. – eu gemi alto, imaginando se ele realmente faria isso. Sabendo que ele realmente faria e gostando da ideia mais do que eu deveria. – Consegue imaginar?
- Você é doente. – eu gemi, apertando sua bunda entre os dedos e o empurrando contra a minha, seu pau me fodendo rápido e forte, me fazendo ver pontinhos pretos em minha visão turva.
- E você vai me amar exatamente assim, doente, insano e completamente obcecado por você. – ele ditou e eu estremeci, porque eu sei que é a verdade. A verdade que eu mais quero me distanciar e fugir, a que me apavora e me faz querer chorar.
- Eu não vou amar você. Nunca. – engoli em seco, sentindo a brutalidade que me fodida aumentar e sua mão possessiva em meu pescoço me tirar o ar.
- Sim, você vai. Se apaixonou por cada parte fodida de mim sem ao menos perceber. Quando você menos esperar, estará de joelhos implorando pela minha atenção, pelo meu carinho e meu amor. Do jeitinho que você nasceu pra fazer. – ele pausou gemendo alto, fazendo minhas pernas tremerem. – E você sabe que vai ter tudo isso de mim, de um jeito que nunca teve de ninguém. Só eu posso te amar do jeito que você precisa. – Ele deslizou a mão livre até minha boceta, massageando meu clitóris e me fazendo chorar por tantas sensações de uma vez. – Goza comigo, coelhinha. Me dê outro. – Ele lambeu meu pescoço, esfregando minha boceta tão bem que fui levada a outro universo, meu corpo vazio enquanto minha alma era sugada por um buraco negro, voltando a vida só para senti-lo forçando seu pau fundo enquanto gozava cada gota em mim. – Porra. – ele ofegou, abraçando meu corpo e distribuindo beijos em meu pescoço e em minha bochecha úmida.
Eu fiquei em silêncio, aproveitando cada carinho e cada beijo que ele me dava, chorando silenciosamente.
- Você conseguiu. – eu solucei, atraindo sua atenção e o deixando me ver acabada e vulnerável. Ele saiu de dentro de mim, me virando no colchão e pairando em cima do meu corpo, fazendo carinho em minha bochecha.
- O que eu consegui, Harry? – ele soprou, seus olhos menos ameaçadores.
- Me destruir. Cada pedaço de mim. – Eu engoli o nó em minha garganta. – Você tirou tudo de mim, me tomou pra você completamente. – Eu segurei suas bochechas, selando nossos lábios.
- E você amou cada segundo, não foi? – Ele perguntou num tom baixo, me deixando ver sua face vulnerável também.
Foi assim que eu me dei conta de que eu poderia ter estado aqui contra minha vontade por muito tempo, mas hoje eu não iria embora nem se ele não me quisesse mais. Eu o vi em seus piores lados, fazendo coisas que até Deus se assustaria e mesmo assim me apaixonei. Cada porra de pensamento meu o pertence sem que ele tenha sequer tentado. Ele nunca me escondeu as atrocidades que faz, do prazer que sente em fazê-las, da facilidade que tem. Louis foi verdadeiro e sincero comigo o tempo todo. Ele nunca temeu que eu soubesse e me assustasse com as coisas que ele fez, mas se eu o rejeitasse de verdade, isso o mataria.
- Sim. – eu disse finalmente, sentindo seus ombros relaxarem e percebendo que ele pode manipular cada pedaço do meu corpo, mas eu tenho seu coração na ponta da minha língua. – Você fez o que eu mais tive medo esse tempo todo. – Ele sorriu, sabendo exatamente do que eu estava falando.
- Está apaixonada por mim, coelhinha? – seus olhos se preencheram em trevas, minha coluna arrepiando e um sorriso tão diabólico quando o dele se formando em meu rosto.
- Eu jamais admitiria. – Eu o puxei pela nuca, afundando minha língua em sua boca e entrelaçando minhas pernas em seus quadris, o beijando firme e gemendo cada vez que sua língua se esfregava na minha.
- Corre. – ele sussurrou, se afastando de mim e me olhando assustadoramente, minha mente demorando a funcionar.
No instante que entendi o que ele me disse, me desvencilhei de seu corpo e corri escada abaixo, minhas pernas ainda tremendo e cansadas de tanto ser fodida. Eu ouvi seus passos atrás de mim e me apavorei, não vacilando dessa vez em correr diretamente pra floresta, o xingando mentalmente por me fazer correr tão cansada, mas ao mesmo tempo sentindo sua porra escorrer pelas minhas coxas e engolindo o gemido que reverberou em minha garganta. Eu corri até as árvores, me escondendo a poucos metros dentro da mata, atrás de uma delas.
- Coelhinha? – eu ouvi sua voz, um arrepio de excitação e pavor desenhando cada um de meus ossos. – Está escondida, princesinha? – ele riu, me fazendo engolir em seco. – Escolheu o mesmo caminho de mais cedo? Tem certeza que essa foi uma boa escolha? – sua voz estava mais perto e eu tremi, olhando envolta e decidindo correr pra longe, me amaldiçoando por fazer tanto barulho quebrando os galhos e as folhas secas em minhas solas dos pés. Eu virei pra me esconder de novo, batendo diretamente contra seu peito nu.
- Merda. – eu xinguei, meus cabelos sendo agarrados antes que meus pés pudessem funcionar e correr novamente.
- Você precisa melhorar se não quiser que eu sempre te pegue tão fácil. – ele empurrou meus cabelos pra baixo, me fazendo cair de joelhos pra ele.
Exatamente como ele queria no começo dessa noite.
Seu corpo era mau iluminado pela luz da lua, o tornando ainda mais assustador e delicioso, como se as trevas guardadas dentro de si o rodeassem. Ele segurou seu pau e o esfregou em meu rosto, sorrindo realizado.
- Abre a boca, coelhinha. Eu te peguei, agora é minha para brincar, usar e manipular. – Ele esfregou a cabecinha úmida e inchada nos meus lábios, não me deixando escolha senão lambe-la e finalmente saber qual o seu gosto. – Puta merda. – Ele xingou, empurrando seu pau até minha garganta, minha boceta pingando sua porra e lubrificação entre as folhas. – Toda vez que você me xinga eu tenho vontade de enfiar meu pau na sua boca esperta até você desmaiar. – ele confessou, gemendo ao sentir minha língua esfregando em suas veias, o pau deliciosamente grosso esticando meus lábios. – Vou foder sua boca por todas as vezes que eu não pude a calar com ele. – Ele bateu contra meu rosto, empurrando minha cabeça pra sua pelve até que meu nariz estivesse esmagado contra seus pelos ralos. – Caralho. – ele gemeu, estocando a primeira vez e fazendo minha garganta alargar e arder pra acomoda-lo, meu cérebro concentrado em não engasgar vergonhosamente. Eu agarrei sua bunda com as duas mãos, a apertando e permitindo que ele começasse a foder como quisesse, derramando seu pré gozo diretamente em minha língua. E porra, que gosto bom.
- Gostosa. – ele grunhiu, seus quadris arremetendo forte, me fazendo engasgar e me sentir inútil. – Oh coelhinha, eu estava com tanta fé nessa sua boca esperta. Achei que seria tão boa. – ele ironizou, recebendo meu olhar raivoso em reprovação e minhas unhas cravando na carne da sua bunda gostosa, rindo da minha irritação, sabendo que eu estava furiosa. – Calma, princesa, você vai ter tempo pra aprender. – eu dei um tapa forte em sua bunda, o repreendendo, me arrependendo no mesmo instante. Ele começou a foder minha boca tão forte e fundo que se eu não tivesse com ela completamente cheia, estaria pedindo desculpas. – Me bate de novo, Harry. – ele disse rouco, gemendo e revirando os olhos, me fazendo querer me esfregar nas folhas pra ter algum alívio. Ele tirou o pau da minha boca, me assistindo recuperar o fôlego e tossir. – Te machuquei, coelhinha? – ele sorriu esfregando deu dedão em meu queixo que escorria saliva.
- Idiota. – Eu xinguei, percebendo quão fodida minha voz estava.
- Está pingando pra mim, não é? – ele sorriu e eu bufei. – Me deixe ver. – mandou. Eu levei meus dedos até minha boceta, os encharcando de lubrificação e estendendo pra ele, que segurou em meu pulso e os sugou pra dentro da boca. – Deliciosa. – lambeu os lábios, puxando minha cabeça e metendo seu pau pra dentro da minha boca de novo, me deixando apenas respirar fundo antes de voltar a estocar nela, meus lábios já adormecidos. Eu levei minha mão até minha boceta, pretendendo me masturbar. – Não. – ele mandou, me fazendo fechar os olhos pra resistir a vontade de morder seu pau e arranca-lo fora.
Acho que nunca vou deixar de odiar Louis.
- Eu vou ter seu orgasmo na ponta da minha língua de novo. – Ele disse entre gemidos longos, me fazendo gemer em seu pau. – Caralho coelhinha, vou gozar tão bem na sua garganta. – Ele acelerou as estocadas e eu o suguei, formando vincos em minhas bochechas, querendo cada gota da sua porra escorrendo pela minha garganta.
Assistir Louis gozando na minha boca foi definitivamente a melhor visão da minha vida.
Eu genuinamente quase gozei com isso, o que significa que vou gozar rápido demais em sua boca. O que também significa que eu vou odia-lo ainda mais.
Seu gosto em minha boca é forte e delicioso, eu poderia me viciar no gosto da sua porra.
Eu vou me viciar.
Ele se ajoelhou na minha frente, beijando meus lábios brutalmente, sua mão me surpreendendo com um tapa dolorido em cima do meu clitóris inchado. Minhas pernas tremeram.
- Vira e fica de quatro. – eu virei sem discutir, necessitada demais para entrar em uma briga de ego. Ele segurou por baixo de meus quadris, erguendo-o no ar, me fazendo me apoiar em meus cotovelos. – Pingando pra mim. Apoie os joelhos nos meus ombros. – mandou, e eu fiz com dificuldade. – Boa menina, coelhinha. – eu gemi, odiando que ele pudesse ver minha boceta pulsar com sua aprovação. Senti sua língua quente desde meu clitóris até meu rabo, cuspindo bem em cima dele, me fazendo pulsar forte, lambendo e babando minha bunda, gemendo e me deixando saber que ele o foderia em breve. Eu gemi quando sua língua o penetrou, deslizando até o buraco da minha boceta e a empurrando ali também, meus joelhos tremendo em seus ombros. – Você é deliciosa. – ele gemeu, voltando a língua diretamente no meu clitóris, me fazendo gritar e ouvindo meu próprio grito prazeroso ecoar na mata. – Puta merda, grita pra mim. – Ele afundou os dedos em minha coxa, lambendo meu clitóris rápido, me tirando gemidos longos e obscenos.
- Porra. – eu xinguei, empurrando meus quadris contra sua boca, meu raciocínio lento devido o modo tão certeiro que ele usava a língua em mim, como se venerasse minha boceta como uma santidade.
O demônio venerando minha boceta.
Eu agarrei folhas e terra úmida nas mãos, gemendo alto e sem forças, o orgasmo me apunhalando como uma faca afiada. Louis continuou mamando meu clitóris devagar até sentir que eu tentava fugir de sua língua, beijando toda minha bunda antes de me mandar tirar os joelhos de seu ombro e me trazer pro seu colo, abraçando meu corpo que pulava em espasmos.
- Porra. – eu xinguei, beijando seu pescoço suado.
- Vou te caçar pra sempre, Harry. – ele segredou me fazendo sorrir. Eu sei.
- Eu sempre vou fugir de você. – Dessa vez, foi ele quem sorriu.
- Vamos. – ele segurou minhas coxas com firmeza, me levantando em seu colo e nos levando novamente pra casa. Eu estava deitada em seu ombro, tentando me manter acordada enquanto brincava com os pelinhos de seu peito. Caminhamos no máximo cinco minutos até chegarmos, ele apenas empurrando a porta com os pés já que sequer tínhamos vizinhos. Ele subiu para o quarto, entrando diretamente pro banheiro, onde tudo começou.
- Pelo amor de Deus não tente nada comigo, não tem nenhuma parte de mim que não dói. – brinquei, fazendo ele rir enquanto abria o registro do chuveiro.
- Eu não vou, coelhinha. – ele beijou minha testa. – Não hoje. – ele me colocou no chão, beijando minha boca antes de sussurrar. – Consegue se manter em pé? - Ele soltou minha cintura, puxando o chuveirinho e o abrindo, jogando água quente em minhas costas.
- Meu orgulho não me permite dizer o contrário. – Eu brinquei, abraçando seu tronco.
- Você pode ser vulnerável comigo, Harry. – ele me repreendeu, segurando meu queixo e o empurrando pra cima, minha cabeça jogada pra trás enquanto ele molhava meus cabelos.
- Eu sei. – eu sussurrei. – Mas está cedo demais pra isso. – eu ri, tentando descontrair a conversa. Eu peguei o sabonete e esfreguei nas mãos, começando a lavar seu peitoral e ombros, massageando-os com ajuda do sabonete. Ele me olhou sorrindo, fazendo meu coração cair em queda livre até a boca do meu estômago. Eu desviei o olhar, me lavando enquanto seus dedos massageavam o shampoo no meu couro cabeludo, me fazendo suspirar.
- Feche os olhos. – ele pediu e eu fechei, sentindo ele tirar o shampoo com carinho, passando o condicionador e só então me abraçando, beijando meu pescoço.
- Eu também estou apaixonado por você. – ele segredou, tendo meu braços o apertando contra mim.
Talvez se fosse outra pessoa aqui, não entenderia a gravidade da sua fala. Louis nunca me disse estar apaixonado por mim, nem que me amava. Ele estava obcecado por mim, me desejava tanto que foi capaz de me sequestrar só pra me ter pra ele. Mas nunca apaixonado, nunca amando, nunca com borboletas no estômago. Essas duas coisas são completamente diferentes.
- Porque coelhinha? – eu perguntei, sabendo que nenhum dos dois gostaria de ter conversar difíceis.
- Coelhos são bonitos, inteligentes e fofos, mas também podem ser agressivos e sem exceção, muito rápidos. – ele riu.
- Como você podia saber que eu correria de você? – eu ri, esperando que ele terminasse de se lavar.
- Eu sempre te assustei, coelhinha. Você correria de mim por bem ou por mal. – ele sorriu com aquele sorriso, aquele cheio de promessas e convencimento. – Acho que agora podemos finalmente assistir o que você queria, não é? – ele desligou o chuveiro, puxando a sua toalha e a minha penduradas no box.
- Eu vou dormir em menos de cinco minutos. – eu ri, secando meu cabelo e meu corpo, enrolando a toalha no corpo antes de sair do box. Fui até minha gaveta e puxei uma calcinha, abrindo a gaveta dele e pegando uma de suas camisetas, a vestindo. Eu o notei me olhando parado na porta do banheiro e eu ri. – Lide com isso.
- Já está roubando minhas camisetas? – ele riu. – Ok, então. – ele deu de ombros, colocando uma cueca e uma calça de moletom enquanto eu penteava meus cabelos, deitando com eles ainda úmidos. Eu liguei a televisão, rodando o catalogo. Franzi meu nariz o vendo sair do quarto, voltando com salgadinhos, coca-cola e chocolates. Eu sorri.
- Obrigada. – agradeci, colocando play no documentário que iríamos ver. – Não acha meio irônico que a gente assista documentários sobre Serial Killers? – eu perguntei segurando o riso, o sentindo me puxar pra deitar a cabeça em seu peito, seus dedos fazendo carinho em minha cabeça.
- Na verdade é, sim. – ele riu. – Mas não há nada sobre nós que seja normal.
- É, eu acho que você tem razão. – eu abri meu chocolate, dando um pedaço pra ele antes de pegar um pra mim.
Seja como for, certo ou errado, bem ou mau, me sinto feliz. Me abrir pra Louis vai ser um desafio, aceitar que eu me apaixonei mais ainda. Mas ele vale a pena. Eu sei que vale.
what's the matter harry? you look like you've seen a ghost
Depois do estouro da franquia de panico londres se tornou um alvo dos ataques do ghostface, harry, seu namorado e melhor amiga estavam na procura de só mais uma festinha com drogas e bebidas mas tudo tomou um outro rumo
Louis, 28
Harry, 23
Tw: h!fem, cnc, agressão, sequestro, manipulação, rape play, knife play, traição, morte, sangue, fear play
Viu deixar aqui minha recomendação se quiserem ouvir com change (in the house of flies) e cherry waves dos deftones
Boa leitura e espero que gostem :))
Sol.
“Essa festa vai ser incrível! Juro passamos horas tentando fazer essa maquiagem parecer real” Madison tagarelava no banco de trás do carro exibindo o “machucado perfeito” que ela e harry demoraram pelo menos 2 horas e refizeram pelo menos umas 3 vezes, ela estava fantasiada Lara croft com um extra de uma facada na barriga
“Vocês realmente levaram isso a serio” Tyson, namorado de harry, estava fantasiado de jack skellington fazendo par com harry que estava vestida de sally
“Essa é a maior festa do ano, literalmente todo mundo estava esperando” Madison continua
“Não sei não, não fazem nem 48 horas que acharam mais um corpo e é obvio que tem um serial Killer a solta” harry fala apreensiva enquanto arruma a peruca vermelha
“Relaxa, amor. Seja lá quem esteja fazendo isso não iria ter a cara de pau de matar em uma festa cheia de gente” Tyson estaciona na frente da casa de festa “e caso aconteça você sabe que eu vou estar aqui pra te proteger” o cacheado passa o braço pelos os ombros de harry que suspira desconfortável
“Se eu fosse não falaria isso, o filme favorito dela é pânico e os namorados não são muito uteis” Madison zoa antes de sair do carro
“As amigas são as primeiras a morrer” Tyson rebate antes de sair seguido de harry
🔪 🩸
‘I was made for loving you baby’ tocava alto pelo salão, harry cantava junto com Madison enquanto Tyson buscava mais bebidas
“Te falei que iria valer a pena!” Madison falava alto
“Tirando o fato que parece que alguém tá observando a gente o tempo todo”
“É uma festa harry, tem pelo menos 200 pessoas aqui”
“Certo” os olhos verdes caem em Tyson que voltava com dois copos de bebida, ou melhor, na figura escura atrás dele
Um arrepio correu por toda a espinha da cacheada
“Tinha uma fila imensa no bar” o garoto entrega os copos com bebida e abraça a cintura de harry que estava estática sem ao menos piscar “amor? Tudo bem?”
“S-sim” ela toma um pouco da bebida focando no mais alto em seu lado
O celular de harry vibrou, uma notificação de uma mensagem de um numero desconhecido.
Harry aproveitou a distração dos outros para abrir as três fotos enviadas
Ela obviamente reconheceu o local, era a balada que eles estavam porem em uma área mais afastada perto do bar onde tinha vários sofás e mesas. Oque fez o sangue de harry ferver foi ver o “casal” se beijando no canto da foto, era a porra de seu namorado e uma loira desconhecida
“Que porra…” harry xinga baixo
“Oque aconteceu?” Os olhos castanhos de Tyson a encaram em curiosidade
Seu celular vibra novamente
Era outra foto mas agora no centro da foto estava harry
A cacheada olha em volta mas não parecia ter ninguém olhando ou com o celular
“Vou no banheiro” ela se afasta caminhando rápido até o local
Para sua sorte o banheiro parecia estar vazio, ela entrou e trancou a porta
“Canalha” ela sentia seu peito doer só de imaginar que a pessoa que ela mais confiava estava a traindo sem o mínimo peso na consciência
Seu celular tocou, “chamador desconhecido” brilhava no display
“Alô?”
“Alô” uma voz grave sooa do outro lado da linha
“Quem é?”
“Quem é?”
“Ha ha muito engraçado zayn, chega da brincadeirinha”
“Zayn?” A voz continua “não conheço nenhum zayn, harry. Ou melhor sally” harry sente todo seu corpo arrepiar
“Quem é você?”
“Quem é você? Quem é você? Quem é você? Todo falam a mesma coisa. Acredito que tenha feito a pergunta errada, harry”
“Oque você quer?”
“Brincar”
“Brincar?”
“Um jogo, se eu ganhar temo que essa seja a ultima coisa que você vai fazer” harry sentia seu corpo tremer ao que ela tirou o celular da orelha na tentativa de desligar a chamada “Não desligue caso queira continuar com todos os orgãos em seu copo, harry” a voz soou mais grave
“Ta bom ta bom, qual é o jogo” ela tentava esconder o medo em sua voz
“Perguntas e respostas sobre filmes de terror, você gosta certo? Se errar você terá uma surpresinha que não acho que seja muito agradavel para você”
“Pode começar”
“A primeira pergunta, harry. Qual o nome do assassino de sexta-feira 13?”
“Pamela”
“Pamela?”
“Pamela voorhees! A mãe de jason!”
“Certo… está com sorte, harry. Oque chris faz para não ser hipnotizado em corra?”
“Corra… ele arranha o braço do sofá!”
“A ultima, harry… quem era o assasino em panico 1?”
“Billy! Billy loomis” um silencio toma conta da chamada
Derrepente a porta do banheiro estoura revelando uma figura alta vestida de preto com uma mascara de ghostface
“Errado” harry sente seu corpo entrar em panico e não conseguia ao menos correr “qual o problema harry? Parece que você viu um fantasma” a faca brilhava na pouca luz do lugar
“Puta que pariu” ela começa a revirar sua propia bolsa ao que o desconhecido começa a se aproximar
“Procurando isso?” Ele gira o taser nos dedos “não acho que tenha muita escolha sally” ele avança e harry se abaixa se arrastando até uma das cabines do local
“Quer brincar de esconde esconde?” Um murro é deixado na porta de madeira fazendo-a quase quebrar “qual seu filme de terror favorito, harry?”
“Sai daqui!”
“Todo mundo tem um favorito” outro soco é deixado na porta e ela finalmente cede
O ghostface a encurrala contra a parede do pequeno cubículo “sabe qual é o meu?” A lamina da faca passeia pelo pescoço de harry antes de cortar a blusinha do vestido da garota ao meio “o nosso”
“Você é louco” ela se rebatia mas só fazia o aperto em seu braço ficar mais firma
“Todos nós enlouquecemos as vezes, harry” a garota achou que por um segundo ela reconhecia aquela voz
“S-sai”
“Acho que devia ter mais atençao com seus bolsos” harry tira o teaser do bolso da calça jeans preta e consegue escapar do aperto
Ela corria pela balada lotada, não conseguindo localizar madison ou tyson no meio de toda a gente
Ela se arrependeu no exato momento em que pisou na rua escura do lado de fora da balada, era 3:00 da manhã não passava um misero carro na rua
Harry correu.
Correu até seus pulmões pedirem uma pausa e suas pernas não aguentarem o peso de seu próprio corpo
Ela entrou em um beco escuro enquanto tentava ligar para alguma ajuda mas nenhuma ligação completava
“Achou que eu não ia te achar, gatinha?” Harry congelou sabendo exatamente quem estava por trás daquela mascara
“Tomlinson” ela se rastejou ate suas costas baterem em uma parede, as botas pretas do outro soando na brita do chão
“Tomlinson? Gosta de brincar de advinhar né?” Ele se agacha em frente a garota observando os olhos verdes se arregalarem “acho que errou mais uma vez”
Um pano é forçado contra o rosto de harry, ela se debate sentindo seu corpo ficar leve e sua visão começar a embaçar. Era como se ela estivesse flutuando sobre nuvens
“Dormindo como um bebê” ele pega harry no colo ao que a garota perde completamente a consciência em seus braços
🔪 🩸
Harry acorda sentindo seu corpo inteiro doer. Ela abre os olhos lentamente observando a sua volta
Ela estava em uma especie de porão que era iluminado apenas por uma lamparina e a luz da rua que entrava pela pequena janela, tinha uma especie de mesa com uma mochila e oque ela reconheceu ser sua bolsa. Harry tentou se levantar mas alem da fita em sua boca ela também estava amarrada em uma cadeira no centro da sala
A porta de metal se abre e louis passa por ela, ainda com a mascara cobrindo seu rosto porem agora a camisa preta tinha os botões abertos e com marcas de sangue em seu peitoral
“Que bom que acordou, bichinho. Por um momento achei que tinha exagerado no sonifero” ele caminha devagar jogando uma bolsa preta no chão “está com frio? O aquecedor daqui parou de funcionar deve ser por isso que está tão inquieta” louis retira a luva e então acaricia a bochecha macia de harry, essa que afasta o rosto em uma tentativa falha de se afasta do toque “oque foi? Sempre gostava dos meus toques” ele puxa a fita da boca de harry fazendo as bochechas cheinhas arderem
“Louco! Você é louco, Louis!”
“Não sou louco, amor” a lamina afiada corta levemente a meia calça de harry “fui tão legal com você, sequer te machuquei, e é assim que sou agradecido”
“Você é maniaco! Me sequestrou só porque ficou com raivinha?”
“Não te sequestrei, harry. Você precisa entender as coisas melhor” ele aperta o pescoço da cacheada fazendo o ar começar a ficar limitado “apenas te “trouxe para um passeio”, você já estava na rua e em um beco escuro, é perigoso existem muitos loucos por ai”
“L-louco” harry sentia que podia desmaiar novamente a qualquer momento
Harry tosse tentando regular sua respiração ao que louis se afasta de si
“Acho que ja ta bom do xingatório” em um movimento ele corta a fita que a prendia na cadeira, deixando somente a fita que prendia suas mãos, e puxando-a pelo braço fazendo a garota cair no chão frio “vamos lá, harry. Você sabe muito bem como isso funciona” ele desabotoa a calça jeans tirando o membro duro do aperto
Os cachos são puxados fazendo harry gemer baixinho de dor, o membro duro batia nas bochechas de harry sujando-as de pré-porra
Lagrimas escorrem involuntariamente ao que a mão pesada de louis se choca contra com seu rosto e ele segura seu queixo fazendo-a abrir a boca
“Isso, amor. Viu como mesmo depois do inutil do teu namorado você ainda sabe como eu gosto” o tomlinson estoca contra a garganta de harry fazendo a garota engasgar e se afastar tossindo assustada
“Talvez tenha se desacostumado mas não é nada que eu não possa te ensinar de novo” ele deixa alguns tapinhas nas bochechas vermelhas, harry abriu a boca sentindo o gosto do pré-gozo inundar seu palato ao que louis voltou a estocar gemendo rouco
Louis sentia seu estomago revirar ao sentir os gemidos da garota em seu pau, só assim notando como ela rebolava em seu sapato em busca de algum alivio
“Viu como já está voltando a ser uma puta, amor?” Ele se afasta chutando harry que se encolhe no chão “você não passa disso, Uma putinha sem cerebro”
“Louis… por favor” a voz de harry estava completamente fodida
“Vem, amor. Não ache que eu só vou te largar, nem sequer me fez gozar ainda” ele puxa harry com força, a jogando contra a mesa branca encostada na parede. Sua bunda ficando empinada no vestido curto que mal fazia o trabalho de a cobrir
Louis termina de levantar a sainha antes de cortar a meia calça fininha junto com a calcinha de harry
“Olha como você ta molhada feito uma vagabunda” o homem era agressivo e penetrar dois dedos na grutinha molhada fazendo harry gemer alto e bater os pés tentando o afastar “quieta”
Ele puxou o pescoço da garota tendo a visão rostinho choroso e os lábios inchados de tanto serem maltratados
Um tapa ecoou pela sala fazendo os lamurias da cacheada ficarem ainda mais altas
“Shh… tudo bem, bichinho” ele tira os dedos de dentro dela levando em seguida para os lábios gordinhos
Harry geme abafado sentindo o falo duro a preencher
Louis apertava a cintura fininha deixando a sua mão marcada perfeitamente ali
“Porra hazza…” ele puxa a garota para perto de si fazendo-a apoiar a costa em seu peito
Harry gemia chorosa com a cabeça apoiada no ombro tatuado, ela podia o sentir perfeitamente em sua barriga
As estocadas continuas faziam o baixo ventre de harry revirar e suas pernas tremerem
“Eu vou g-gozar” ela fala entre gemidos
“Que egoista, bichinho.” Ele brinca com os mamilos rijos sentindo a cacheada se molhar ainda mais em seu pau
“Por favor” lagrimas se formavam no canto dos olhos verdes e ela tremia desnorteada contra o peito de louis
Um grito agoniado ecoou pelo comodo quando a lamina afiada traçou um LT perfeito na bunda machucada de harry
“Quer gozar sozinha? não te ensinei a ser egoista, amor.” As estocadas começavam a descontrolar indicando o quão perto louis também estava
“Louis…”
“Goza” ele diz ríspido sentindo harry se apertar em volta de seu pau e gozar molhando toda a mesa e pelves de louis, esse que levantou a mascara puxando a garota para um beijo ávido e quente enquanto gozava
ele deixa mais um tapa na banda cheinha antes de cortar a fita dos pulsos pálidos
🔪 🩸
O suv estaciona no meio fio algumas casas antes da casa de Madison, harry desce do carro correndo e sentindo seu coração bater descontrolado
“MAD! MADISON ABRE PORFAVOR!” Ela batia rápido na porta branca que não demorou a ser aberta pela garota
“Harry?! Oque aconteceu? Meu deus você tá bem?” Ela ajuda a cacheada a entrar na casa, trancando a porta principal logo em seguida
“Ele me achou” harry soluçava abraçando a amiga “o assassino” os olhos verdes a encaram em agonia
“Oque? Você ta machucada? Harry…”
“Ele me torturou mads” harry continua sentindo as lagrimas quentes molharem sua bochecha e o moletom da outra garota “liga para o Tyson”
“Harry… ele foi encontrado morto não muito longe da balada ontem”
“Oque?! Como…” os lábios de harry perdem completamente o sangue
“28 facadas e-“ a fala de Madison é cortada com a figura mascarada que aparece no reflexo do espelho “harry… harry ele ta aqui!” A garota tenta corre mas é segurada por harry que continuava parada no lugar “harry? O assassino ta aqui!”
“Eu sei… se tivesse prestado atenção nas vezes que assistimos filmes saberia que sempre tem dois assassinos” a lamina afiada é cravada no estômago da outra “se não estivesse tão ocupada ficando com o meu namorado” a pupila de harry estava tomada pelo preto e aos poucos o casaco laranja sujava mais com o sangue “agora você pode ter ele todinho pra você, filha da puta” a lamina atravessa a cabeça da garota que cai inconsciente no chão, uma poça de sangue se formando no carpete claro
“Muito bem, amor” louis se aproxima retirando a mascara e deixando um beijo no topo da cabeça cacheada “melhor irmos”
"Harry nunca pensou que seu melhor amigo pudesse ter algum tipo de interesse nela. Até descobrir que Louis gostava de foder garotas parecidas com ela.... e postar na Internet"
Inspiração de uma ask anônima!
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- H!inter | bailarina 🩰, 19y
- Louis tem onlyfans ❤️🔥, 24y
- Voyerismo
- Um pouco de inocência (bem pouco mesmo)
- Escrevi pensando em harry fetus e frat boy louis, mass vai da imaginação de vocês
ᥫ᭡
- Um, dois, três, quatro... - A voz um tanto irritante da Senhorita Miller ecoava pelo estúdio de dança naquela noite. - Um dois, três, quatro... Vamos lá, Ruby, sem corpo mole!
Observei minha amiga revirar os olhos brevemente, claramente irritada pela forma como a senhorita Miller havia chamado sua atenção três vezes nos ultimos dez minutos.
Também estou cansada da voz irritante da senhorita Miller gritando pela tarde inteira, ultrapassando até mesmo a música calma que soava no rádio na extremidade da sala - uma melodia suave que tentava, em vão, abafar a tensão no ar.
Sinto meu corpo doer, e meus músculos arderem, mas dançar sempre foi assim. Então permaneço firme, seguindo os movimentos ensaiados. Tento ignorar a sapatilha apertando meus pés - provavelmente já desgastada demais pra estar em uso -, mas mesmo assim, ali estava eu, teimosa como sempre.
Sigo os passos gravados na minha própria memória, cada giro, cada extensão, quase como um mecanismo automático. E enquanto o corpo obedece, minha mente, inquieta, foge pra longe. Preciso de um escape. Algo que me faça esquecer onde estou por um instante.
Automaticamente, penso nele.
Louis.
Não, ele não é meu namorado. Nem nada assim. Apenas... meu melhor amigo.
Não me lembro quando viramos melhores amigos. Claro, provavelmente eu era pequena demais pra essa constatação. Então me sinto leve ao pensar que ele está na minha vida desde muito cedo - e nunca saiu dela. Nem mesmo quando ele se formou e teve que ir pra outra cidade cursar faculdade, e eu permaneci presa no ensino médio, porque sou alguns anos mais nova.
Ele me ligava quase todos os dias. E quando, por algum imprevisto universitário, não podia, me mandava no mínimo quinze mensagens e áudios, com mais cinco emojis de coração e carinha triste, explicando detalhadamente o motivo e se desculpando.
Claro, eu nunca me incomodei de verdade quando ele não podia me ligar. Eu sabia que ele estava sempre ocupado, imaginava que a vida na faculdade não era fácil. Mas o Louis não se importava em dar satisfação - ele fazia questão disso, na verdade. E eu, como uma boba apaixonada pelo melhor amigo, ficava inconscientemente de coração quentinho. Sempre.
Mas isso durou apenas três anos, até eu me formar também e passar na faculdade - e então me mudar pra mesma cidade que ele. Ele nem me perguntou. Só contratou um serviço, empacotou minhas coisas da casa da minha mãe e mandou tudo direto pro apartamento dele.
Sim. Ele praticamente me obrigou a morar com ele.
E eu, infelizmente, não me incomodei com isso. Nem um pouco, se quer saber.
Isso faz pouco mais de um ano, e nosso hábito de ter noites de filmes voltou com tudo desde que passamos a dividir o mesmo teto.
Ele logo vai estar na porta do estúdio, me esperando com aquele sorriso absurdamente lindo e idiota para irmos pra casa.
Esse pensamento me faz querer, ridiculamente, que a aula acabe logo.
Para confirmar ainda mais o quão ridícula eu pareço pensando nele, dou uma olhada para a porta no instinto de vê-lo através do vidro, me esperando. Esse movimento me faz errar um passo sutilmente. Tento me recompor na esperança de que ninguém tenha percebido, mas no balé as coisas não funcionam assim.
- Harry, mais concentração! Em que mundo você está? - Senhorita Miller bate duas palmas ao meu lado, e eu, pela primeira vez, estremeço em errar. - Último ato, vamos! Um, dois, três, quatro...
- Não faz ela começar de novo, sua idiota. - Ouço a voz rígida de April atrás de mim, e me seguro pra não revirar os olhos e dar uns tapas na cara dela.
Tento me concentrar na dança e continuo seguindo os passos até a música acabar e o relógio, enfim, marcar sete e meia.
- Ok, meninas, encerramos por hoje. Na segunda vamos fazer duas horas extras. - Uma série de murmúrios ecoa pelo salão enquanto todas saem das suas posições na barra. - Ruby, precisa de mais leveza. Ava, tente levantar mais a perna. Charlotte está péssima no plié. Harry está no mundo da lua. E April... você foi perfeita, como sempre.
- Perfeita como sempre... Dá um tempo, ela mal consegue abrir os braços - ouço minha amiga Ruby reclamar quando nos afastamos para pegar nossas bolsas no canto da sala, para trocarmos de roupa.
Rio do seu comentário, também um pouco irritada com a clara diferença de tratamento que April recebe aqui dentro.
- Ela faltou nos últimos dois ensaios. Não sei como ela ainda está aqui... - comento baixinho, pegando uma calça de moletom na bolsa e desamarrando minha saia para me vestir.
- Ela é filha do diretor da academia. O que você esperava?
Balanço a cabeça e estou prestes a responder Ruby quando escuto a porta ser aberta e uma breve movimentação. Elizabeth e Mia estavam saindo da sala, mas foram interrompidas por uma voz que eu conheço muito bem.
- Já acabaram? Harry está aí? - apenas a cabeça dele aparece na sala enquanto as outras meninas saíam lentamente.
- Parece que sua carona chegou... - Ruby comenta enquanto se afasta com a bolsa também. Dá um breve cumprimento com a cabeça para Louis quando passa por ele e me dá tchau antes de sair também.
- Louis! - tento repreendê-lo por não me esperar lá fora.
Ele sorri lindamente na minha direção, batucando os dedos distraído no batente da porta.
- Oi, gatinha.
Eu olho para ele e tudo parece desaparecer. Seu cabelo está bagunçado e eu sei ele não os penteou depois do banho. Os braços fortes estão cobertos por uma jaqueta de couro preta, e não posso ver mais do que o pescoço um pouco tatuado - porque ele não dá mais um passo pra dentro do estúdio.
Na última vez que ele fez isso, a senhorita Miller quase o matou por estar pisando de tênis sujo no piso de marley.
Seus olhos se fixam em mim, e eu percebo eles descerem pelo meu corpo. Só então me dou conta: tirei a saia. Estou de meia rosa e collant, na frente dele.
Minhas bochechas esquentam, e eu provavelmente estou vermelha.
Ele percebe, é claro.
E morde os lábios finos enquanto sorri... daquele jeito canalha.
Uso a calça cinza de moletom que seguro para tentar esconder meu corpo do seu olhar provocador.
- Me espera lá fora, Lou - peço, e ele ergue os olhos para me olhar, franzindo as sobrancelhas, e eu sei o que está por vir.
- Você demorou... Vim ver se estava tudo bem - sua voz doce me manipula direitinho, e eu me seguro pra não revirar os olhos e sorrir bobamente.
- Louis... quanto tempo! - nossa pequena bolha é interrompida por April, que eu nem percebi que ainda estava presente, se aproximando de Louis com aquela voz chata e... ridícula dela. - Bom te ver...
- Oi, April - ele responde com um aceno breve, educado, mas sem real entusiasmo. A voz dele soa neutra, quase fria.
Ele não pergunta como ela está, não sorri de volta, e em segundos seus olhos já estão de novo em mim - como se ela nunca tivesse falado.
Louis até era um pouco mais receptivo com April, que nunca escondeu realmente seu interesse, mas isso mudou quando, em um dia de ensaio, meses atrás, eu voltei da aula chorando - obviamente eu estava de TPM e exagerei na reação - mas Louis não desistiu até me fazer contar tudo que tinha acontecido.
Não foi nada grave, como vocês devem pensar. April apenas tinha sido, mais uma vez, desnecessária. E suas palavras me dizendo que eu deveria ser "mais delicada" me quebraram de um jeito ridículo.
Não evito sorrir satisfeita com sua reação, como se ele não fosse assim sempre com as pessoas que me machucam, e mordo os lábios levemente, tentando não perder o raciocínio.
- Lou... - sua cabeça se inclina pra frente e ele parece esperar qualquer coisa, menos: - Lá fora, por favor.
Ele suspira, se dando por vencido, e sai da sala.
Tento não pensar em April saindo junto também e provavelmente tentando mais investidas quando está longe de mim, me concentro em colocar o moletom e sair da sala o mais rápido possível.
Assim que empurro a porta e piso do lado de fora, a brisa gelada da noite me acerta o rosto - e quase instantaneamente o cheiro dele também. Aquele perfume amadeirado com fundo doce, que gruda na gola da blusa dele e, às vezes, sem querer, na minha também.
Louis está encostado no carro, de braços cruzados, os olhos perdidos no celular como se estivesse apenas matando tempo, mas eu conheço ele demais.
Tento ignorar a sapatilha machucando meus pés e, quando me aproximo, ele ergue os olhos e sorri pequeno, discreto, do jeito que só ele sorri pra mim.
- Vamos, gatinha? - pergunta, como se não tivesse absolutamente nada de especial nisso tudo. Como se eu não estivesse a um passo de explodir de nervoso só por andar ao lado dele com a roupa de dança ainda grudada no corpo e a lembrança do seu olhar de minutos atrás fervendo nas minhas bochechas.
Assinto com a cabeça, segurando a alça da mochila com força demais, e cessei a distância dos nossos corpos. Louis abraça minha cintura e eu agarro seus ombros também. Escondo meu rosto no seu pescoço e sinto as carícias dos seus dedos sob o tecido do collant.
- Você tá bem? - ele pergunta baixinho quando nos afastamos e ele ainda me mantém perto, segurando minha cintura. Dou um murmúrio de resposta, mas meu rosto se contorce em dor quando os machucados nos meus pés parecem insuportáveis demais.
- Haz... gatinha, o que foi?
Seu tom preocupado me faz querer chorar e me esconder nos seus braços pra sempre. Mas sei que não posso fazer isso, isso seria mais do que melhores amigos fazem - e eu não quero ser a idiota que ultrapassa esse limite.
- Não foi nada, Lou... apenas... - gemo dolorida ao tentar não pisar de uma forma que doa mais, e Louis parece automaticamente entender. Puxa minha mochila pro ombro dele e, antes que eu possa protestar, ele simplesmente me pega no colo em estilo noiva.
- Louis! Não...
- É a sua sapatilha de novo? - ele pergunta com pesar, mas eu noto a irritação na voz. Sei que vou levar um sermão agora. - Você me disse que iria comprar uma nova, Harry.
- Eu ia! Mas- eu esqueci! - me interrompo quando estou prestes a falar que não comprei porque estavam caras demais e eu não tinha dinheiro. Louis só iria ficar mais irritado com isso. - Não briga comigo...
Falo baixinho e com certa manha na voz, tentando persuadi-lo. Encosto minha cabeça em seu ombro brevemente enquanto ele abre a porta do carro e me coloca no banco do passageiro com cuidado.
Ele se abaixa para prender o cinto em mim e, por um segundo, nossos rostos ficam perigosamente perto. Louis não diz nada. Nem eu. Mas o silêncio parece pulsar entre nós com uma intensidade que me faz engolir seco.
Ele fecha a porta devagar, dá a volta no carro e entra pelo lado do motorista.
- Você ainda tá usando as mesmas sapatilhas de quando começou o semestre, Harry - ele diz, ligando o carro, mas sem olhar pra mim. O tom é calmo, mas existe algo afiado por trás. Uma culpa minha, talvez.
- Eu sei... - murmuro, encarando a ponta dos meus dedos no colo. - Eu só... não queria te preocupar.
Ele aperta o volante por um segundo, como se processasse a frase.
- Isso não funciona comigo, gatinha. Você me preocupar é tipo... meu estado natural - ele solta um meio sorriso cansado. - E eu vou te dar um par novo amanhã. Acabou. Sem discussão.
- Louis...
- Harry. Sem. Discussão.
Ele me encara agora, firme, mas os olhos são só cuidado. E eu não sei o que fazer com isso. Com esse tipo de carinho que machuca mais do que qualquer sapatilha.
Então, com a manha e a teimosia que somente Louis consegue despertar em mim, eu cruzo os braços e olho pela janela, vendo o cenário se mover à medida que ele engata o carro rumo à nossa casa.
- Não adianta vir com esse biquinho de gatinha manhosa pra cima de mim - Louis comenta, rindo levemente, e eu continuo imóvel, mantendo o teatrinho. Porque eu sei que posso convencê-lo do que eu quiser, se insistir um pouquinho. - Vamos, Haz... não seja má comigo. Eu não aguento.
- Hum, não gosto que briga comigo - murmuro, ainda olhando pra janela, fazendo bico real agora. Sei que estou sendo um pouco mimada, talvez até ridícula, mas é divertido. E até um pouco... prazeroso. Ver Louis se desmontar, fazer tudo que eu peço. Até mesmo quando ele é o único certo na situação - como agora.
- Certo... me desculpe, gatinha. Te deixo escolher o filme hoje. E podemos comer a pipoca doce ao invés da salgada.
Automaticamente olho pra ele, sorrindo abertamente, e agora mais tímida que o normal.
- Deixa, Lou? Deixa mesmo? - minha voz sai baixinha, quase como um ronronar afetado que nem percebo fazer.
Mas ele apenas concorda com a cabeça, sem perceber o tom, com os olhos presos na estrada e o canto da boca levantado num sorriso de quem gosta de ceder. E eu me pego desejando que seja só por mim... sempre.
ᥫ᭡
Durante a tarde de sábado, eu convenço Louis a irmos na nova cafeteria que abriu na nossa rua, persuadindo-o, claro, de que eu precisava provar a torta de banana e cheesecake que eles divulgaram como a melhor do mundo.
Passo minutos demais olhando a vitrine de doces enquanto ele faz o pedido da torta e de dois cafés. Estou distraída quando percebo duas garotas um pouco mais velhas - talvez da idade de Louis - se aproximando dele e dizendo alguma coisa que eu não consigo escutar. Não entendo de imediato o que está acontecendo, mas meu melhor amigo é rápido em responder algo para elas, e então elas se afastam. Percebo também o olhar breve das duas sobre mim quando passam pela porta, saindo do estabelecimento.
Faço um biquinho confuso sobre a situação e vejo Louis se aproximar de mim agora com minha torta e meu café.
- Realmente, Harry, isso tá com um cheiro muito bom... - ele diz distraído, nem mesmo notando meu olhar desconfiado em sua direção.
- Quem era?
Ele parece finalmente entender e seus olhos se fixam nos meus por alguns instantes. Mas, como se não fosse nada demais, ele sorri de leve.
- Umas conhecidas da faculdade, gatinha. Relaxa - ele sorri sacana, e eu sei que está tentando me provocar. Reviro os olhos na sua direção e pego a torta da sua mão, indo me sentar em uma das mesas.
- Ciúmes, gatinha? Sério?
- Por que eu teria ciúmes de você, Louis? - Minha pergunta parece retórica, mas uma voz irritante no fundo da minha mente diz que eu estou sendo péssima em tentar omitir meus sentimentos. Novamente. - Só estava curiosa.
- Sei...
- Sério! Você é meu melhor amigo... Fiquei curiosa se você tinha outras amigas e não me contou, apenas isso - digo rápido, tentando encerrar o assunto o mais depressa possível. Seria horrível Louis perceber meu estômago embrulhando com a ideia de estar com ciúmes dele.
Entretanto, minhas palavras parecem surtir efeito nele, pois ele apenas assente brevemente, murmurando um: "Claro, amigos..." antes de voltar a beber seu café. Tento ignorar a confusão que surge no meu peito com a possibilidade de Louis ter se incomodado com esse termo, mas logo esqueço disso, mais preocupada em manter suas mãos intrometidas longe do meu pedaço de torta.
Conversamos por horas enquanto comíamos, pois sempre foi assim quando se trata de nós. Nunca ficamos sem assunto e sempre parece haver algo a acrescentar. Eu amo isso demais.
Voltamos para nosso apartamento quando a noite começou a cair, pois naquela noite eu teria um jantar com meus pais, que estavam na cidade esse fim de semana, e precisava me arrumar. Louis ficou na sala assistindo algum programa de futebol que ele sempre via nos sábados, e quando eu saio do banho e passo pelo corredor apenas de toalha, noto que na sala não há mais barulho nenhum de TV.
Penso que talvez Louis tenha ido para o quarto mais cedo. E, antes de entrar no meu próprio quarto, lembro que a roupa que planejei usar hoje está na lavanderia, secando. Provando mais uma vez que perdi o juízo, não penso duas vezes antes de andar pelo apartamento apenas com a toalha cobrindo meu corpo e os cabelos ainda molhados, indo até nosso varal improvisado nos fundos.
Estou levemente inclinada, meu bumbum coberto apenas pela toalha rosa está todo empinadinho enquanto me esforço para pegar todas as roupas na secadora. Quando consigo achar a que estou procurando, ergo meu corpo novamente, virando para sair da lavanderia, e meu corpo ainda quente pela água se estremece inteiro no milésimo seguinte.
Louis está parado na minha frente, os olhos fixos em mim. No meu corpo. Especificamente.
No meu corpo molhado e nu, coberto apenas por uma toalha que - sim, eu confesso - é pequena demais.
- Loueh! Não olha...! - falo rápido, ao mesmo tempo em que ele parece acordar dos próprios pensamentos e vira de costas, ainda que de forma preguiçosa, eu reparo.
- Você não estava no quarto?
Estou totalmente envergonhada pela situação. Por Deus, eu estava totalmente peladinha por baixo daquele tecido íntimo demais, e segundos antes com o bumbum todo arrebitado, provavelmente mostrando... Oh, Deus!
Sinto minhas bochechas arderem de tanta vergonha, e eu sei que dessa vez estou muito, muito vermelha.
Por sorte, Louis já está de costas pra mim, agora rindo de um jeito bobo e totalmente canalha, com as mãos para cima, parecendo rendido. Eu sei que ele deve estar me imaginando corada e sem saber o que fazer. Cretino!
- Foi mal, gatinha. Eu só tinha ido buscar uma encomenda na portaria - seu tom de voz é calmo, como se não tivesse absolutamente nada de errado em toda a situação. Eu sei que ele é muito mais tranquilo quando se trata dessas... coisas.
- Você me assustou... - digo baixinho, ignorando o fato de que minhas coxas grossinhas estão roçando uma na outra de forma quase desesperada.
- Oh, minha gatinha, me perdoa. Prometo tomar mais cuidado na próxima vez - seu rosto vira sutilmente para trás e seus olhos passam por mim novamente. Meu coração acelera e eu passo rapidamente por ele, saindo do cômodo.
- Fecha os olhos, Lou! - teimei com a voz um pouco trêmula enquanto caminhava rapidamente para meu quarto, segurando minhas roupas com firmeza demais sob o peito.
Ouvindo a risada alta de Louis, tento não pensar nos olhos fixos dele na minha bunda.
ᥫ᭡
Depois da cena vergonhosa, Louis se oferece para me levar de carro ao restaurante onde eu jantaria com meus pais, num pedido de desculpas por ter me deixado envergonhada. Aceito sua gentileza, claro, mesmo sabendo que ele iria me convencer da carona de todos os jeitos.
Ignoro também o formigamento no meu estômago quando ele elogia meu vestido e meu penteado da noite, agradecendo docemente enquanto sorrio tímida e me despeço dele com um beijinho na bochecha.
Quando volto para casa, horas depois, com meus pais me dando uma carona no carro que eles alugaram, encontro o apartamento totalmente apagado e a porta do quarto de Louis fechada. Penso que ele já está dormindo, apesar de não passar das onze em um sábado, mas, quando passo pelo seu quarto, noto uma luz sutil pela fresta da porta e, quando me aproximo mais, meu corpo trava com o que escuto em seguida.
São baixos, até mesmo sutis, mas eu escuto pelo silêncio da noite. São rouquinhos e totalmente... deliciosos. Louis geme baixo e não parece nada desesperado, até mesmo um pouco aproveitador do prazer de ser calmo.
Engulo seco e tento me afastar da porta, mesmo que um choque elétrico tente me fazer permanecer ali, parada ao lado da sua porta, ouvindo ele gemer baixo, enquanto sinto minha bucetinha babar e o ar sair dos meus pulmões.
Não posso permanecer muito tempo parada ali, então me forço a entrar no meu quarto e fechar a porta. Segundos depois, como se fosse planejado, ouço a porta de Louis abrir e ele entrar no banheiro.
Meu corpo estremece, e eu me obrigo a dissipar os pensamentos dele saber o que eu estava fazendo e sentindo.
Deito na cama ainda vestida com a roupa do jantar e encaro o teto com os olhos arregalados, o coração batendo tão rápido que chega a doer. Tento me concentrar em outra coisa. Qualquer coisa. Mas é impossível. A imagem da luz suave sob a porta, o som abafado, a respiração dele... tudo está entalado dentro de mim.
E na minha bucetinha molhada piscando.
Levo as mãos ao rosto e solto um suspiro frustrado, abafado pelo travesseiro.
Ele é meu melhor amigo. Meu melhor amigo.
Mas esse lembrete parece só me deixar pior.
Fecho os olhos com força, como se isso fosse apagar a memória do som da sua voz rouca - ou pior, o que ela causou em mim. Me sinto culpada. Envergonhada. Excitada. Confusa. Tudo de uma vez.
Ouço o barulho do chuveiro ligando no banheiro e meu corpo reage outra vez, numa reação involuntária, primitiva, que me faz apertar os lençóis entre os dedos e desejar que o tempo passe rápido. Que ele saia dali. Que ele fique. Que ele me veja. Que ele nunca descubra.
Eu sou um desastre completo.
Viro de lado, enterrando o rosto no travesseiro, e sussurro pra mim mesma:
- Para com isso, Harry... para com isso...
Mas, é claro, meu corpo não obedece. Ele nunca obedece quando se trata de Louis.
ᥫ᭡
É segunda de manhã novamente, e Louis anda ao meu lado pelo estúdio enquanto tenta me convencer pela milésima vez da mesma coisa.
- Qual é, Harry, vai... eu tenho certeza de que você vai adorar! - seu tom de voz é carregado de uma dengosidade que é estranha demais vindo de Louis, mas ele sabe que me ganha até com isso.
- Lou... você já disse pra mim que dói - paro no meio do corredor e olho pra ele. - Eu não gosto de dor... você sabe.
- Ah, gatinha, mas eu vou estar do seu lado o tempo todo - sua voz doce invade meus sentimentos, e eu sinto a ponta dos seus dedos mexerem nos meus cachinhos presos para trás com uma fitinha azul.
Meus cabelos são curtos demais, então não preciso necessariamente prendê-los em um coque para ensaiar. Gosto dos cachinhos soltos para trás e de usar pequenas presilhas coloridas para enfeitá-los. Louis sempre faz questão de elogiar.
- Lou... não irei fazer uma tatuagem.
Ele cruza os braços, como se estivesse ofendido, mas um sorriso maroto já entrega que ele não vai desistir fácil.
- Mas é uma pequenininha, Harry. Juro. Um coraçãozinho no pulso. Minúsculo. E fofo. Igual você - diz, com os olhos brilhando de ideia fixa.
- Eu sou sensível, Louis. Tipo... muito sensível. Eu chorei quando você me puxou pra fora da piscina gelada aquele dia, lembra?
- Você chorou porque eu derrubei seu sorvete no chão, gatinha - ele responde, rindo, e me cutuca de leve com o ombro. - Mas tudo bem, vou te dar sorvete depois da tatuagem também. Aí equilibra.
Reviro os olhos, mas sorrio, porque é impossível não sorrir com ele. Louis tem esse poder idiota de tornar tudo menos assustador. Até dor. Até agulha.
Até seus gemidos excitados. Balanço a cabeça para tentar dissipar os pensamentos.
- E por que, exatamente, você quer tanto que eu tatue um coração no pulso?
Ele morde o lábio inferior e parece pensar por um segundo. Depois, dá de ombros como se não fosse nada demais, mas sua resposta me desmonta completamente:
- Porque você é meu coração, ué.
Fico completamente muda. E Louis sabe disso. Então, como se não fosse me destruir ainda mais, ele dá um passo a frente. Mãos firmes na minha cintura, seu corpo grande e forte cobrindo o meu quando ele me empurra levemente pra trás e eu sinto minhas costas na parede.
Eu prendo a respiração quando Louis junta nossos corpos e sussurra na altura do meu ouvido.
- Não se preocupe com a dor, tenho certeza que você vai gostar. – Seus lábios fininhos raspam na lateral do meu rosto e ele morde levemente o módulo da minha orelha. Seguro um gemido no fundo da minha garganta. – Pensa com carinho, gatinha.
Então se afasta, andando de costas com aquele sorrisinho canalha, e desaparece pelo corredor como se não tivesse acabado de quebrar todas as minhas defesas. Minha respiração está sem ritmo, minhas bochechas coradas e sinto minha bucetinha latejar entre as minhas pernas.
Eu fico parada ali por uns segundos, com o coração batendo forte demais no peito e a sensação inquietante de o que foi isso?
ᥫ᭡
Aproveito o fim da aula para ir até o vestiário. Meus músculos ainda doem um pouco do ensaio puxado, e tudo que eu quero é tomar um banho quente, vestir um moletom que roubei de Louis e ir pra casa.
Mas, assim que entro, percebo que o ambiente não tá como de costume. Algumas das meninas estão reunidas num canto, rindo entre si, e April, claro, está no centro.
— Aproveitou bem o fim de semana, não é, Harry? — ela diz, a voz melodramática carregada de ironia.
Franzo a testa, confusa.
— Desculpa...?
— Ah, qual é, Harryzinha — ela se aproxima devagar, com aquele sorrisinho que dá vontade de revirar os olhos. — A gente descobriu seu segredinho.
Minha confusão só aumenta. Uma das meninas, Stella, segura um celular e parece ansiosa pra mostrar algo. April faz um gesto teatral com a mão, e então...
A tela vira na minha direção e tudo em seguida parece inacreditavelmente demais.
E eu vejo.
É um vídeo. Um site. Um vídeo num site de conteúdo adulto.
E... é o Louis.
Ou melhor, é o corpo do Louis.
Ele está por cima de uma garota. Nua. E ele também está nu.
E estão transando.
— É. O seu “melhor amigo” — April fala, usando aspas no ar com os dedos. — Ele é famosinho até, viu?
Minha mente entra num tipo estranho de névoa. Não estou com raiva. Não tenho nem esse direito. Mas o choque me faz recuar um passo. E tem algo mais, algo quente que sobe pelas minhas pernas e me pega desprevenida.
Minhas bochechas coram e eu sei que devo estar parecendo um tomate a essa altura.
Porque é o Louis.
Porque é meu Louis, assim. Em um site de conteúdo adulto.
— Ah, tadinha... ela nem sabia, né? — April debocha. — Aposto que pensou que ele era só um bom menino.
— Ou talvez queria ser ela ali — Penélope completa, rindo.
As gargalhadas ecoam pelo vestiário como um zumbido nojento. Mas eu não respondo.
Só seguro a alça da mochila, tentando parecer inteira.
Meu rosto tá fervendo. Minhas pernas, bambas. Sinto esse calor subir pelo corpo e eu não sei onde enfiar meu rosto para me esconder.
ᥫ᭡
Chego em casa ainda com o cheiro da rua grudado nas roupas e os pensamentos bagunçados demais pra uma segunda-feira. Meus passos são lentos no corredor, como se meu corpo soubesse que tá prestes a explodir por dentro. Eu só quero entrar, tomar banho e... tentar esquecer.
Mas é claro que o universo não me dá essa paz.
Louis tá no sofá da sala, o corpo largado, uma perna apoiada na mesinha de centro e a camisa meio levantada revelando um pedaço da barriga. Tento não reparar. Ele mexe no celular, mas ergue os olhos quando ouve a porta.
— Gatinha... — ele sorri, como se o mundo não tivesse virado de cabeça pra baixo. Como se ele não fosse a razão de todos os meus pensamentos impróprios. Quero me enterrar viva. — Pensei que fosse ficar até mais tarde, eu ia te buscar.
Ele se levanta, se aproximando, e estica os braços pra me abraçar — como sempre faz. Como sempre foi. Como se nada tivesse mudado.
Mas pra mim... mudou.
E quando a mão dele encosta na minha cintura, meu corpo enrijece.
Meu coração dá um tranco no peito.
E eu recuo.
Pequeno. Discreto. Mas suficiente pra ele notar. Ele sempre nota tudo de diferente em mim.
Um vez tentei mudar o meu estilo de depilação íntima. Obviamente não era algo que eu normalmente contaria a ele, mas Louis parece querer arrancar tudo de mim. Acontece que quando cheguei em casa naquele dia, depois de passar pela pior dor da minha vida, Louis inacreditavelmente notou como eu andava mais devagar que o normal, talvez roçando minhas pernas mais do que o necessário e com a pele do corpo inteiro sensível.
Ele perguntou o que tinha de errado, é claro, e quando notou meu pescoço queimar de vergonha ficou ainda mais decidido em arrancar cada informação de mim.
Eu sei que ele vai fazer o mesmo. Mas, dessa vez, não tem a menor possibilidade de eu admitir o que estava acontecendo.
Ele franze a testa, os olhos grudados nos meus.
— O que foi? — a pergunta vem rápido, e eu claramente não consigo ser mais rápida que ele. — Aconteceu alguma coisa?
— Não... não, só... tô cansada. Muito ensaio hoje — invento rápido, fugindo do olhar dele e indo direto pra o meu quarto. Não posso ficar mais tempo ali, não quando eu sei que ele vai conseguir arrancar cada informação que passa pela minha cabeça.
Meu rosto inteiro deve estar muito vermelho porque ele me lança um olhar ainda mais preocupado e confuso.
— Harry, você est... — ele insiste, mas minha mão já alcança a maçaneta e eu consigo interromper.
— É só cansaço, Lou. Eu só quero um banho — forço um sorriso e entro no quarto fechando a porta antes que ele possa falar mais.
Sei que provavelmente vou ter que me desculpar mais tarde por ter sido tão fria com ele. Mas não consigo pensar nisso. Não quando tudo que me vem na mente é a imagem dele...
A imagem dele fodendo aquela garota.
Minha mente parece nublada enquanto eu largo minha mochila no chão e puxo minha camiseta devagar, sinto o ambiente gelado do quarto atingir minha pele e os biquinhos dos meus seios se arrepiarem.
Solto meus cachinhos, deixando-os caírem desajeitados pelos ombros. Lembro de Louis os elogiando mais cedo quando me viu os prendendo com a fitinha. Fecho os olhos em deleite e puxo a calça de moletom também.
Não me atrevo a tirar minha calcinha, eu sinto ela molhada demais e isso me faz estremecer. Me jogo na cama com o celular na mão.
Minhas mãos tremem quando abro o navegador. Mas é inevitável.
Digito o endereço do site e pesquiso pelo nome do canal que estava no celular da April.
Tudo nos minutos seguintes se torna demais.
Clico no primeiro vídeo que me chama a atenção.
Vejo uma garota de joelhos na cama. O homem - Louis - segura seus cabelos com força enquanto ela chupa o pau dele. Ouço os gemidos gostosos de novo. É ele mesmo.
Eu reconheço o som. O mesmo som delicioso que eu escutei vindo do quarto dele naquela noite. Minha florzinha dói e eu so quero que isso passe.
Clico em outro vídeo na medida que minha mão desce para a minha calcinha destruída.
Nesse agora ele fode outra garota. Ela está de quatro de frente para a câmera, como se quisesse que seu rosto contorcido de prazer ao ser fodida por Louis ficasse gravado para todos.
Louis aperta sua cintura e investe constantemente nela, estapeando sua bunda e coxas, a ponto de ficarem vermelhas. Meus dedos seguem por dentro da minha calcinha e toco a grutinha molhada ao lembrar de como meu melhor amigo segura na minha cinturinha ao me abraçar.
Penso nos seus braços me segurando com força e no seu pescoço tatuado e tão cheiroso. Na forma como ele senta confortável no sofá de pernas abertas e shorts de tecido fino.
No fundo da minha mente, eu me imagino voltando para a sala, me rastejando lentamente para seu colo, apenas para me esfregar devagarinho e manhosa em cima dele.
Clico em outro vídeo. E em outro. Vejo provavelmente todos que ele tenha postado, assisto do início ao fim. Ele testa diversas posições com todas, sempre mostrando do pescoço para baixo, mas eu o conheço por inteiro.
Seu rosto estar coberto me faz choramingar manhosa, querendo mais que tudo ser a garota que olha em seus olhos enquato ele fode. Mas isso também me faz focar bastante nas garotas com quem ele transa. Notar como elas têm sempre algo em comum.
As coxas finas, a bunda redonda, os seios gordinhos mas nem tão grandes, os lábios inchados e vermelhos. Mas o que mais me chama a atenção. Os cachos. As vezes mais curtos, as vezes mais longos. Mas nunca passando a altura dos seios.
E a ficha cai com tanta força que quase me afoga. Meu coração erra uma batida e eu enfio meus dedinhos na minha florzinha.
Elas parecem comigo.
Todas elas têm pelo menos algo semelhante a mim e isso me faz aumentar a velocidade dos meus movimentos.
Ele fode meninas que se parecem comigo.
E grava.
Me imagino ali. Sendo uma dessas garotas. Dele me pegando por trás, segurando minha cintura. Daquele jeito que ele sempre faz, porém, mais forte. Me moldando nas suas mãos.
Penso na minha xoxotinha na sua mão, nos seus dedos dentro de mim, muito melhores que os meus próprios. O pau grosso na minha boca, meus cachinhos sendo puxados e meus peitinhos sugados pela sua língua.
Meu peito sobe e desce rápido demais e eu perco o ar quando sinto um ápice me atinger e minha bucetinha latejar enquanto solta mais do meu melzinho.
E, mesmo com vergonha me atingindo fortemente, do queimar nas minhas bochecas e da sensação de estar fazendo algo de errado.
Eu solto um gemidinho alto e gozo com o video de Louis se masturbando na minha tela.
〝Harriet uma jovem e doce menina, não esperava que a volta de Louis, um ex-militar e melhor amigo de seu irmão, despertasse tantas emoções novas dentro dela. O garoto que brincava com ela na infância agora era um homem irresistível, e ela luta para esconder sua atração pelo mais velho, temendo que ele descubra.
Mal sabia Harriet que o desejo era mútuo, e a tensão entre eles pode se tornar algo impossível de se conter. 〞
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O sol da manhã invadia o quarto com uma intensidade cálida, derramando-se pelas frestas da cortina como fios dourados. A luz acariciava o chão de madeira, destacando a cor rosa do quarto. O calor era palpável, envolvente, e carregava consigo o aroma da terra aquecida e das flores do lado de fora. O ambiente parecia suspenso em uma tranquilidade quase mágica, onde cada raio de sol transformava o espaço em um refúgio dourado, acolhedor e preguiçoso.
Harriet estava sentada em sua cama, enquanto penteava sua coelhinha, pétala. Os pelinhos branquinhos e lisinhos reluziam sob a luz do sol que adentrava o quarto.
— Pétala, acho que você é a coelhinha mais calma que já existiu. Como consegue ficar tão quietinha enquanto eu te escovo? – harriet indagou suavemente, enquanto passava a escova pelas orelhinhas fofinhas.
A coelhinha fica imóvel, os olhos fechados enquanto mexe o fucinho a cada vento que bate em seu rosto. A mais nova solta um risinho com a visão amável, continuando a escovar.
— É, você tem razão. Às vezes, a gente precisa só de um momento para relaxar, né? Como se mais nada importasse.
Pétala abre os olhos e a encara fixamente, como se entendesse tudo.
— Eu sei, você só quer amor, paz e carinho. Eu também queria mais disso, sabia? Só que parece que a vida sempre tem algo a mais para pedir da gente.
O animalzinho faz um movimento leve com a pata, como se concordasse com tudo que estava escutando. Harriet solta um risinho meigo.
— Sim, é verdade. Às vezes tudo o que a gente precisa é de um amigo fiel como você, Pétala. Só nós duas, uma para a outra.
Pétala se acomoda ainda mais confortável no colo de Harriet, fechando os olhos enquanto recebia um carinho nas orelhas.
— Você tem a alma tão tranquila e pura, coelhinha. Talvez eu devesse aprender com você. – a jovem sussurra.
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Harriet estava na cozinha, ajudando sua mãe a organizar a mesa para o jantar, quando a notícia chegou. O som da porta sendo aberta anunciou a chegada do irmão mais velho, Caleb, que entrou com um sorriso animado e um brilho nos olhos. Ele estava sempre com aquele entusiasmo que fazia qualquer notícia parecer ainda mais importante.
— Você não vai acreditar, Harriet! – Caleb disse, deixando a sacola de compras na bancada e se aproximando dela. — Louis está voltando do exército! Finalmente!
As palavras pairaram no ar por um momento, e Harriet sentiu um leve nó na garganta. Louis. O melhor amigo de seu irmão, o garoto que sempre ficava em sua casa depois das aulas, sempre se metendo em encrenca com Caleb, com quem brincava nos verões da infância, cuidando dela como se fosse sua irmã mais nova. Para ela, ele sempre foi um irmão de coração, alguém que a protegia e a fazia rir. Mas a ideia de que ele estava voltando agora, aos 26 anos, fez uma sensação estranha se formar no fundo do seu estômago.
— Louis? Mas… ele vai voltar agora? – Harriet perguntou, tentando esconder a surpresa que sentia. Ela não sabia por que, mas uma sensação de ansiedade se apoderou dela. Não era apenas a volta de Louis. Algo mais estava ali, algo que ela não conseguia definir.
— Sim! Ele chegou hoje, depois de seis anos no exterior. Eu estou tão animado para vê-lo novamente. – Caleb respondeu, sem perceber o turbilhão de emoções que começava a tomar conta de Harriet.
Ela forçou um sorriso, tentando esconder a confusão que sentia. Louis. O garoto que brincava de cavaleiro com ela quando tinha 10 anos, o mesmo que fazia dela sua princesa nas brincadeiras de infância. Agora ele voltava, e ela não era mais uma criança. E de repente, a lembrança das tardes passadas correndo pelos jardins da casa, com ele dizendo que a protegeria de tudo, parecia distante, quase irreconhecível.
— Eu… não sabia que ele voltaria tão derrepente. – Harriet disse, a voz um pouco trêmula. — Eu acho que vai ser… estranho.
Caleb não percebeu nada estranho em sua reação e continuou a falar sobre a visita que Louis planejava fazer naquela tarde. Mas, enquanto ele falava, Harriet ficou quieta, seus pensamentos correndo mais rápido que suas palavras. Louis voltava, mas não mais como o garoto travesso e protetor de antes. Ele voltava como um homem. E, de alguma forma, Harriet não sabia como lidar com essa nova versão dele.
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O sol do fim de tarde tingia o céu com tons de dourado e laranja, refletindo suavemente nos longos cachos morenos de Harriet, que caíam em ondas sobre suas costas. Ela estava sentada no balanço da varanda, após ajudar sua mãe com o restante dos preparativos para o café da tarde.
Seus pés macios descalços roçando o chão de madeira, criando um movimento preguiçoso. Um livro estava aberto em suas mãos, mas sua atenção estava mais na coelhinha branca, Pétala, que dormia aninha em seu colo. Seus olhos verdes claros capturavam a luz quente do entardecer, tornando-a uma visão delicada e serena no meio da quietude da casa.
O ronco grave de uma moto ao longe quebrou o silêncio da tarde, arrancando Harriet de seu devaneio. Seu coração acelerou antes mesmo de ela compreender o porquê.
Pétala ergueu as orelhas, igualmente curiosa, enquanto Harriet levantava o olhar em direção à estrada. Ela viu a moto se aproximar, o reflexo da luz dourada do sol brilhando contra o metal polido, e sentiu algo inusitado, uma mistura de expectativa e nervosismo.
Louis desceu da moto casualmente, tirando o capacete, revelando os cabelos castanhos com a franja ligeiramente bagunçada em sua testa de um jeito charmoso. Ele parecia maior, mais alto, com a postura ereta de quem carregava o peso de experiências que ela nem imaginava.
O uniforme do exército já não estava mais com ele, mas sua presença parecia mais marcante do que nunca. Vestia um moletom verde despojado, e seus jeans surrados completavam a imagem de um homem que havia mudado completamente desde a última vez que ela o vira.
Ele ergueu o olhar na direção da varanda, e ao vê-la, seus lábios se curvaram em um sorriso fácil. Ela sentiu uma onda de calor subir pelo peito enquanto ele se aproximava, o que a deixou sem saber como reagir.
Ele era o mesmo, mas ao mesmo tempo, algo havia mudado. O garoto que brincava com ela de príncipe, corria pelos jardins e fazia caretas, agora era um homem. Um homem que, de alguma forma, mexia com ela de um jeito que ela nunca se sentiu por ninguém.
— Harriet. – ele disse, o tom grave e carregado de sotaque como ela se lembrava, mas agora com uma profundidade nova que a fez engolir em seco.
— Louis. – ela respondeu, tentando soar tranquila, mas sua voz saiu baixa, quase hesitante.
Ele subiu os degraus com passos lentos, o olhar fixo nela como se quisesse absorver cada detalhe. Quando parou ao lado do balanço, seus olhos se moveram para Pétala, que o observava curiosa.
— Essa coelhinha é sua? – perguntou, abaixando-se um pouco para olhá-la mais de perto.
— É, essa é a Pétala. – Harriet disse, acariciando a cabeça da coelhinha, que se aconchegou ainda mais em seu colo. — Tenho ela desde que você foi embora.
Louis sorriu, estendendo a mão com cuidado para Pétala. — Ela é linda. Parece tranquila, igual a dona. – comentou, a voz levemente provocativa enquanto seus olhos voltavam para Harriet.
Ela desviou o olhar, sentindo o calor subir pelo rosto. — Obrigada. Ela é mesmo uma ótima companhia.
Ele ficou de pé novamente, encostando-se no corrimão da varanda com um ar relaxado. — E você? Como tem sido a vida por aqui? Parece que tudo está igual… menos você.
Harriet sentiu o peso do comentário e forçou um sorriso tímido. — Não sei se mudei tanto assim. As coisas por aqui continuam as mesmas. Só o tempo que passou rápido, eu acho.
Louis arqueou uma sobrancelha, cruzando os braços enquanto a observava. — Eu diria que mudou sim. Cresceu. Ficou diferente. – ele disse, a voz baixa, mas com um tom diferente que ela não soube identificar, enquanto a encarava com intensidade.
Ela desviou os olhos para o livro em seu colo, sentindo o peso daquele olhar.
— E você? Parece que o tempo fez um bom trabalho também. – arriscou, tentando manter a conversa leve, embora a timidez quase a travasse.
— Ah, o tempo, sim. – ele respondeu com um sorriso melancólico. — Mas o que realmente muda uma pessoa são as experiências. Algumas boas, outras nem tanto.
Harriet levantou os olhos para ele, sentindo que havia algo não dito em suas palavras.
— Você parece… mais sério. – comentou com cuidado, tentando não ser indelicada.
— E você parece mais curiosa. – ele rebateu a provocando, fazendo com que ela sorrisse de leve, mesmo tentando não demonstrar.
Pétala, como se sentisse a tensão no ar, se mexeu no colo de Harriet, atraindo novamente o olhar de Louis. — Ela é uma boa ouvinte? – ele perguntou, brincando, enquanto indicava a coelhinha com o queixo.
A mais nova soltou uma risadinha suave. — Muito. Melhor que muitas pessoas, na verdade.
Louis riu também, e o som grave e despreocupado parecia fazer o ar entre eles ficar menos tenso.
— Bom, espero que ela não roube toda a sua atenção hoje. Sua mãe me convidou para um café, e eu estava morrendo de saudade do bolo de cenoura dela. Ainda tem?
— Tem sim. – Harriet respondeu, sentindo um alívio súbito por poder mudar de assunto. — Ela praticamente fez a receita pensando em você. Quer entrar?
— Se você me acompanhar. – ele disse, piscando para ela com aquele sorriso charmoso que a derretia.
Ela se levantou, ainda segurando Pétala no colo, e caminhou na frente, sentindo o olhar dele em suas costas. Harriet não sabia o que esperar daquela visita, mas tinha certeza de que aquele fim de tarde ficaria marcado de uma forma que ela jamais esqueceria.
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A casa estava preenchida com o aconchego do café da tarde. A mesa estava repleta de pães quentinhos, bolos frescos e a chaleira de chá que ainda exalava o calor da bebida. Harriet estava sentada ao lado de sua mãe, enquanto Louis, estava à sua frente. O irmão dela, Caleb, estava ao lado dele, rindo enquanto fazia gestos exagerados com as mãos, provavelmente no meio de uma história.
Louis olhou para Caleb com um sorriso descontraído, mas seus olhos, com um brilho distante. Harriet sentiu um leve nó na garganta e mexia distraidamente na xícara de chá, tentando ignorar os olhares furtivos de Louis que pareciam pousar nela com mais frequência do que ela gostaria.
— Ah, mas vocês precisam ouvir essa. – Caleb começou, a voz carregada de entusiasmo, já com o tom provocativo que Harriet conhecia bem. Ela imediatamente sentiu um alerta acender em sua mente. Quando Caleb usava aquele tom, nada de bom estava para ser dito.
— Você não vai acreditar, Louis. – ele continuou, segurando o riso enquanto Harriet começava a corar sem nem saber o que estava por vir. — Uns meses atrás, eu cheguei mais cedo em casa e, adivinha só? Encontrei a doce Harriet no quarto dela, aos beijos com um garoto! E ela ainda tentou disfarçar quando me viu, mas estava tão vermelha que parecia um tomate maduro!
Harriet arregalou os olhos, sentindo o rosto queimar instantaneamente. — Caleb! – ela exclamou, tentando manter a voz firme, mas não conseguiu esconder o constrangimento. — Você é impossível! E para sua informação, ele era só um amigo.
— Amigo? – Caleb riu, levantando uma sobrancelha. — Bom, se era só um amigo, você tem uma forma bem peculiar de cumprimentar os amigos por aqui.
Louis, que até então estava relaxado, agora tinha o semblante mais sério, embora tentasse disfarçar. Ele olhou para Harriet com um misto de surpresa e curiosidade, como se estivesse tentando processar o que havia acabado de ouvir. Harriet evitou seus olhos a todo custo, concentrando-se em sua xícara como se ela fosse o objeto mais interessante do mundo.
— Você precisa parar de invadir meu quarto sem avisar, Caleb. – Harriet retrucou, soando atrevida para mascarar o desconforto. — Não que você entenda, mas existem coisas chamadas privacidade e respeito.
— Ah, claro, privacidade. – Caleb respondeu, rindo. — Isso é exatamente o que você queria naquele momento, né?
Louis, por sua vez, não conseguia disfarçar o interesse pela situação. Ele pigarreou levemente e perguntou, com um sorriso quase imperceptível: — E esse… amigo? Ele ainda está por perto?
Harriet levantou os olhos rapidamente para ele, tentando decifrar o tom na pergunta, mas o olhar dele era indecifrável, como sempre. Ele parecia casual, mas algo na forma como a observava a fazia sentir que havia mais por trás da pergunta. — Não, não está. – ela respondeu de forma curta, torcendo para que o assunto morresse ali.
Mas Louis não parecia satisfeito. — Bom, pelo menos ele teve sorte de conhecer você. – ele disse, a voz baixa e quase gentil.
Havia algo no jeito que ele falou que fez o coração de Harriet disparar. Era um elogio? Uma observação casual? Ela não sabia, e isso só a deixava mais nervosa.
A conversa seguiu, com Caleb rindo das próprias provocações e mudando de assunto para aliviar o clima, mas Harriet mal conseguiu acompanhar. Seu rosto ainda estava quente, e ela sentia o olhar de Louis em si de tempos em tempos, como se ele estivesse analisando cada uma de suas reações. Harriet tentou manter a compostura, mas a tensão no ar parecia crescer a cada segundo.
Quando Louis falou novamente, sua voz era calma, mas carregava um peso que Harriet não conseguia ignorar.
— Parece que muita coisa mudou por aqui enquanto eu estava fora. – ele comentou, seus olhos pousando sobre ela por um instante mais longo do que o necessário. — Imagino que você também tenha mudado bastante, Harriet.
Ela ergueu a cabeça, encontrando o olhar dele por um breve momento antes de desviar.
— Bom, todo mundo muda, não é? – ela respondeu, tentando soar confiante, mas sua voz saiu mais trêmula do que ela gostaria.
Louis apenas sorriu, mas o sorriso não era tão despreocupado quanto antes. Era como se ele estivesse pensando em algo que não dizia em voz alta. Harriet sentiu o peso do momento e tentou se concentrar no chá em sua xícara, mas sabia que a tensão entre eles estava longe de desaparecer.
A mãe de Harriet, sempre gentil e curiosa, aproveitou o momento para quebrar o silêncio constrangedor que pairava no ar. Enquanto colocava mais chá na xícara de Louis, ela perguntou com um sorriso caloroso.
— E então, Louis? Conte mais sobre sua experiência no exército. Imagino que tenha sido desafiador, mas também uma grande aventura.
Louis endireitou os ombros, assumindo uma postura mais séria, mas ainda relaxada. Ele era claramente confortável em falar sobre isso, embora sua voz carregasse um peso que indicava o impacto do que havia vivido.
— Foi desafiador, sim, Anne. No início, foi mais difícil me adaptar à rotina. Acordar antes do sol nascer, os treinamentos intensos, as missões que pareciam intermináveis. Mas com o tempo, tudo isso se tornou parte de quem eu sou. Aprendi a importância de manter a calma, mesmo em situações extremas. Claro, houve momentos em que foi assustador, mas acho que evolui muito como pessoa.
Todos na mesa ouviram com atenção, até mesmo Caleb, que geralmente era o mais desinteressado em conversas sérias. Harriet, no entanto, sentia seu coração bater rápido.
Não era pela história em si, mas pela forma como Louis falava. Sua voz firme e o brilho nos olhos mostravam o homem que ele havia se tornado.
— Você deve ter algumas recordações desses momentos, não? – perguntou a mãe de Harriet, curiosa.
Louis sorriu e pegou o celular do bolso. — Tenho algumas fotos, sim. Sempre que podia, registrava algo. – Ele deslizou o dedo na tela por alguns segundos antes de virar o aparelho para a mesa.
— Essa foi durante um dos nossos treinamentos finais. – disse ele, mostrando uma foto de si mesmo.
Na imagem, Louis estava com o uniforme militar ajustado ao corpo forte, o tecido marcando cada músculo bem definido. Ele segurava uma arma com firmeza, os braços tatuados tensos e as veias salientes, enquanto o rosto exibia uma expressão séria e concentrada. A luz do sol realçava os traços de seu rosto, deixando-o com uma aparência tentadora.
Harriet, que estava tomando um gole de chá, quase engasgou ao ver a foto. Sentiu um calor súbito subir por seu corpo, seguido por uma sensação estranha, como se sua pele estivesse formigando.
— Uau. – Caleb comentou, impressionado. —Você realmente parece um cara durão aí, hein!
A mãe de Harriet também elogiou: — Você parece muito corajoso, Louis. Deve ser o orgulho da sua equipe.
Harriet, no entanto, não conseguiu dizer nada. Seu olhar estava fixo na imagem por mais tempo do que deveria, e seu coração batia tão rápido que ela temia que todos à mesa pudessem ouvir. Cada detalhe da foto parecia intensificar a atração que ela sentia, e isso a assustava profundamente.
— Harriet, o que você acha? – A voz de Caleb a puxou bruscamente de seus pensamentos.
— E-Eu… ah, É uma foto b-boa. – ela respondeu, gaguejando, enquanto tentava desviar o olhar. Mas a imagem de Louis parecia gravada em sua mente, e o calor que tomava conta dela se direcionava diretamente para sua florzinha.
Ela se levantou abruptamente, derrubando a cadeira no processo. — Com licença, e-eu esqueci que tinha que… pegar algo no meu quarto!
Sem esperar por uma resposta, Harriet saiu quase correndo da cozinha, deixando todos na mesa olhando para ela com expressões confusas.
Quando chegou ao quarto, fechou a porta e encostou-se contra ela, tentando recuperar o fôlego. Seu coração ainda batia descontrolado, e ela levou as mãos ao rosto, sentindo o calor que tomava conta de si.
— O que está acontecendo comigo? – ela sussurrou, incrédula. Nunca havia sentido algo assim antes, e o fato de ser por Louis tornava tudo ainda mais complicado. Ela precisava se recompor, mas sabia que, depois de sentir sua calcinha molhar com aquela foto do mais velho, nada mais seria como antes.
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Harriet estava no quarto, tentando acalmar a confusão de sentimentos que borbulhava dentro dela. Sua xotinha ainda estava quente e melada por baixo da calcinha. Ela nunca se sentiu desse jeito, nem quando beijou alguns meninos da escola.
— Respira, Harriet, respira. – ela sussurrou para si mesma, segurando as próprias mãos para tentar parar de tremer. — Foi só uma foto. Você só está impressionada. É isso. Nada demais.
Depois de alguns minutos, ela finalmente se obrigou a se recompor. Arrumou o cabelo rapidamente no espelho, respirou fundo e decidiu sair do quarto. Quanto mais tempo ela ficasse ali, mais suspeitas levantaria. Precisava voltar para o andar de baixo e agir como se nada tivesse acontecido.
No entanto, ao abrir a porta, Harriet deu de cara com Louis saindo do banheiro, a franja um pouco bagunçada e as mangas de sua camisa dobradas, revelando os antebraços fortes. Ele parou assim que a viu, os olhos encontrando os dela com intensidade.
Por um momento, o tempo pareceu congelar. Harriet sentiu o rosto esquentar de novo, o silêncio entre eles se tornando insuportavelmente palpável. Ela tentou desviar o olhar, mas não conseguiu.
— Harriet. – Louis disse com um leve sorriso nos lábios, aquele tipo de sorriso que parecia saber mais do que deveria. Ele deu um passo em direção a ela, e ela automaticamente recuou.
— Sim? – ela perguntou, a voz saindo um pouco mais alta do que o esperado.
— Você saiu da mesa tão rápido que fiquei pensando, tudo bem com você? – Ele inclinou a cabeça de leve, como se realmente estivesse curioso, mas havia algo em seu tom que a fez desconfiar que ele estava se divertindo com a sua cara.
— Ah, claro! Claro que sim – Harriet respondeu apressadamente, forçando um sorriso. — Eu só lembrei de algo que precisava fazer. Nada importante.
Louis arqueou uma sobrancelha, claramente não acreditando. Ele deu mais um passo em sua direção, diminuindo a distância entre eles, o sorriso nos lábios se alargando levemente.
— Mesmo? Porque parecia que você estava fugindo de alguma coisa. Ou talvez de alguém?
Harriet sentiu o coração acelerar de novo. Ele sabia. Ou, pelo menos, desconfiava. Mas ela não podia, de jeito nenhum, admitir o que estava sentindo. Não para ele.
— Você está implicando comigo, não está? – ela retrucou, tentando parecer desafiadora, mas sua voz tremia levemente.
Louis riu baixinho, cruzando os braços enquanto a observava com atenção. — Eu? Implicando com você? Nunca.
— Claro que está. – Harriet insistiu, aproveitando a deixa para tentar mudar de assunto. — Você sempre adorou me provocar desde que éramos crianças.
— Talvez. – ele admitiu, com um brilho divertido nos olhos. — Mas você não respondeu minha pergunta.
Harriet sentiu que estava prestes a entrar em pânico novamente. Ele estava encurralando-a de forma tão óbvia, que ela precisava sair dali antes que dissesse algo que não deveria.
— Eu não sei do que você está falando, Louis. – ela disse rapidamente, dando um passo para trás em direção à escada. — E, sinceramente, não tenho tempo para isso agora. Minha mãe deve estar me esperando lá embaixo.
Sem esperar por uma resposta, Harriet se virou e praticamente desceu correndo as escadas, sentindo o olhar de Louis queimando em suas costas enquanto ela fugia mais uma vez. Ao chegar ao andar de baixo, ela tentou parecer calma, mas por dentro ainda estava um caos.
— Isso não pode continuar assim. – ela murmurou para si mesma, enquanto fingia se ocupar com algo na cozinha. Mas no fundo, ela sabia que, depois daquele encontro, era apenas uma questão de tempo até que Louis a provocasse de novo. E o pior? Ela não tinha certeza se conseguiria resistir.
🎀ྀིྀི
Nos dias seguintes, Harriet fez o possível para evitar qualquer momento a sós com Louis. Sempre que ele entrava em um cômodo, ela encontrava uma desculpa para sair. Se ele começava a se aproximar, ela rapidamente se ocupava com algo ou se refugiava no quarto. Era uma estratégia cuidadosamente elaborada que, para sua surpresa, parecia estar funcionando.
Louis, por sua vez, parecia ocupado demais para provocá-la novamente. A casa estava cheia de parentes que vinham visitá-lo, ansiosos por ouvir suas histórias do exército e ver como ele havia mudado. Ele estava constantemente cercado por adultos que o admiravam, jovens que faziam perguntas incessantes e até crianças que o seguiam como se ele fosse um super herói de histórias em quadrinhos.
Harriet se sentia aliviada. Com a atenção de todos voltada para Louis, ela finalmente pôde relaxar um pouco. Ele estava sempre ocupado conversando, rindo ou compartilhando fotos de suas experiências.
À noite, a família se reunia para jantares animados, e Harriet se escondia entre as conversas dos outros, mantendo a cabeça baixa e participando apenas quando necessário. Sempre que seus olhos cruzavam com os de Louis por acaso, ela desviava rapidamente, sentindo o calor subir pelo rosto, mas ele não parecia notar.
Apesar disso, algo dentro dela ainda estava inquieto. Mesmo sem a provocação direta, a simples presença de Louis era suficiente para deixá-la desconcertada. Ele parecia ainda mais carismático, mais confiante e mais tentador, impossível de ignorar. Mas Harriet estava determinada a manter sua distância.
Assim, os dias se passaram em uma espécie de equilíbrio frágil. Harriet evitava, Louis não insistia, e a dinâmica da casa seguia tranquila, pelo menos na superfície.
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A sala de estar estava cheia de risos e conversas animadas. A família de Harriet se reunia novamente, e o centro das atenções, como sempre, era Louis. Ele estava sentado em uma das poltronas, com a postura relaxada e o sorriso charmoso que parecia atrair todos à sua volta.
Harriet, que tentava passar despercebida sentada no canto oposto da sala, observava de longe enquanto uma de suas primas, Lily, fazia um esforço evidente para monopolizar a atenção dele. Lily era um pouco mais velha que Harriet e conhecida por seu jeito encantador, sempre se destacando em qualquer reunião familiar.
— Então, Louis. – Lily disse, inclinando-se um pouco mais do que o necessário, os olhos brilhando de interesse. — Deve ser tão emocionante estar no exército. Aposto que você tem histórias incríveis para contar.
Louis sorriu de um jeito que Harriet reconhecia muito bem, aquele sorriso sacana e quase provocador que ele costumava usar quando era mais novo e seduzia as garotas do bairro. — É, tem seus momentos emocionantes. Mas não sei se seriam interessantes o suficiente para você, Lily.
— Oh, tenho certeza que seriam, qualquer dia desses você poderia me falar ou mostrar. – ela retrucou, tocando levemente o braço dele, uma risada suave escapando de seus lábios.
Harriet sentiu o sangue ferver. Ela sabia que não tinha o direito de se incomodar, mas não conseguiu evitar. A cena diante dela era como um espinho em sua pele. O que a irritava mais, porém, não era Lily, mas o fato de Louis parecer estar gostando da atenção.
Ela apertou o punho contra o braço da poltrona, tentando manter a compostura. Mas quando Louis olhou para Lily novamente com aquele mesmo sorriso provocador, algo dentro dela estalou.
Sem perceber, Harriet lançou um olhar fulminante na direção dos dois, o ódio evidente em seus olhos. Foi só quando Louis virou a cabeça e encontrou o olhar dela que Harriet percebeu que havia se entregado. Ele a encarou por um momento, a sobrancelha levemente arqueada, como se estivesse tentando decifrar sua reação.
Depois de alguns segundos, o canto da boca de Louis se curvou em um sorriso divertido. Ele sabia.
Mais tarde, quando todos estavam espalhados pela casa e Harriet finalmente pensou que tinha escapado da cena embaraçosa, Louis apareceu do nada na cozinha, onde ela estava tentando se ocupar cortando uma fatia de bolo.
— Você está estranhamente quieta hoje, Harriet. – ele disse, encostando-se casualmente na bancada, os braços cruzados. — Algo errado?
Ela nem olhou para ele. — Nada. Por que teria algo errado?
— Não sei. – ele disse, em um tom que soava inocente, mas o brilho nos olhos denunciava sua verdadeira intenção. — É que lá na sala você parecia… incomodada com alguma coisa. Achei que talvez tivesse algo a ver com Lily.
Harriet parou de cortar o bolo por um instante, sentindo o coração disparar. Mas ela rapidamente se recompôs. — A idade avançada está fazendo você imaginar coisas, Louis.
— Será? – Ele deu um passo em direção a ela, abaixando a voz. — Porque, para mim, parecia que você estava com ciúmes.
Harriet girou para encará-lo, chocada, seu rosto ficando vermelho instantaneamente. — Ciúmes? Não seja ridículo!
Louis riu, um som baixo e divertido que só a irritou ainda mais. — Ah, claro. É ridículo. Deve ter sido impressão minha, então.
— Exatamente. – ela retrucou, tentando soar firme, mas sua voz vacilou levemente. Ela virou as costas, voltando sua atenção ao bolo, mas sentia o olhar dele a queimando.
Louis deu outro passo, ficando mais perto, e se inclinou ligeiramente para falar perto de seu ouvido. — Se quiser que eu dê atenção para você, é só dizer, Harriet.
Ela se virou novamente, os olhos arregalados de choque. — Você é insuportável, sabia?
— Talvez. – ele disse, dando de ombros, o sorriso divertido ainda nos lábios. — Mas pelo menos sou honesto.
Antes que ela pudesse responder, ele se afastou, saindo da cozinha com a mesma confiança provocadora que a deixava sem saber como agir. Harriet ficou parada ali, com o bolo esquecido na bancada, o coração batendo tão rápido que parecia que ia explodir.
Ela levou as mãos ao rosto, respirando fundo, enquanto o medo crescia em seu peito. Louis havia percebido. Ele sabia. E Harriet não tinha ideia de como esconder seu segredo agora que ele parecia determinado a provocá-la.
Harriet ficou alguns minutos na cozinha, tentando recuperar o controle. Passava as mãos pelo rosto, respirava fundo, mas nada parecia aliviar o turbilhão que Louis tinha causado dentro dela. Ele sabia, e isso a deixava completamente vulnerável.
Ela pegou uma fatia do bolo que cortara e se apoiou na bancada, tentando convencer a si mesma de que tudo não passava de uma brincadeira sem graça dele. — Ele só quer me provocar… Só isso. Não significa nada. Não pode significar.
Mas, no fundo, Harriet sabia que não era tão simples assim. Louis parecia se divertir demais com as reações dela, como se estivesse testando seus limites. E o pior? Ele parecia estar sempre um passo à frente.
De repente, passos soaram pelo corredor. Antes que Harriet pudesse sair ou se recompor, Louis entrou na cozinha novamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
— Ah, você ainda está aqui. – Ele parecia surpreso, mas o tom em sua voz entregava que estava longe de ser um acaso. Ele encostou na bancada novamente, cruzando os braços, os olhos fixos nela.
— E onde mais eu estaria? – Harriet respondeu, tentando soar casual, mas sua voz saiu mais irritada do que queria.
Louis sorriu de canto, aquele sorriso que fazia seu coração tropeçar. — Achei que já tivesse fugido. Você parece fazer isso muito bem ultimamente.
Harriet o encarou, tentando manter o controle. — Se estou fugindo de alguma coisa, é de você. E com razão, já que não me deixa em paz.
Ele se aproximou alguns passos, reduzindo ainda mais a distância entre eles. — E por que você acha que não consigo te deixar em paz, Harriet?
Ela ficou sem resposta. As palavras pareciam presas em sua garganta enquanto os olhos de Louis a prendiam no lugar. Ele era intenso, confiante, e isso a desestabilizava por completo.
— Talvez você só goste de implicar comigo porque não tem nada melhor pra fazer. – ela disse finalmente, tentando soar desafiadora.
Louis soltou uma risada baixa, inclinando-se levemente, ficando perigosamente perto de seu corpo. — Ou talvez eu tenha minhas razões.
Harriet sentiu o ar faltar. Suas mãos apertaram o balcão atrás de si, e seu coração batia tão rápido que ela achou que ele poderia ouvir. — Razões? Que razões?
Ele abriu um sorriso enigmático, como se soubesse exatamente o que estava fazendo. — Acho que você sabe, Harriet.
Antes que ela pudesse responder, um som de passos vindo do corredor interrompeu o momento. Harriet aproveitou a chance para escapar, passando por ele apressada e sem olhar para trás.
Quando chegou à sala, sentou-se rapidamente no sofá, tentando parecer natural enquanto sua mente ainda girava com as palavras de Louis. Ele a estava testando, provocando ou havia algo mais? Harriet não sabia, mas uma coisa era certa: ela não podia esconder para sempre o que sentia. E, pelo jeito, Louis sabia disso tão bem quanto ela.
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Após o café da tarde, o ambiente da casa parecia mais tranquilo, menos para Harriet que estava no jardim dos fundos, o sol já se escondendo atrás das colinas, deixando o céu tingido de tons alaranjados e rosados. Ela estava agachada perto da cerca de madeira, chamando por sua coelhinha.
— Pétala? Onde você está? – Sua voz estava trêmula, carregada de preocupação. Harriet andou por entre os arbustos e a pequena horta, seus olhos atentos a cada movimento, mas a coelhinha não aparecia. — Oh, não, onde você se meteu?
O desespero começou a tomar conta. Pétala nunca se afastava tanto, e a ideia de perdê-la fazia seus olhos arderem. Harriet sabia que não conseguiria procurá-la sozinha, mas ninguém da sua família estava em casa. Restava apenas uma pessoa. A última pessoa com quem ela queria interagir tão de perto.
Louis.
Ela respirou fundo, apertando as mãos contra o tecido de seu vestido. Pedir ajuda a ele seria embaraçoso, mas não havia alternativa. Harriet entrou na casa rapidamente, encontrando Louis casualmente escorado no balcão da cozinha, mexendo no celular, com aquele sorriso despreocupado que sempre a desarmava.
— Louis… –Ela hesitou, a voz baixa.
Ele ergueu o rosto em sua direção, as sobrancelhas arqueadas em curiosidade. — O que foi, Harriet?
— E-Eu, P-Pétala desapareceu. Eu não consigo encontrá-la, e preciso de ajuda para procurá-la no campo. – As palavras saíram apressadas, quase atropelando umas às outras, enquanto ela evitava olhar diretamente para ele.
Louis a observou por um momento, o sorriso crescendo nos lábios. — Você quer minha ajuda?
Ela assentiu rapidamente, sem confiar em sua voz para responder.
— Interessante. – ele murmurou, empurrando-se da porta e ficando mais próximo. — Você nunca pede nada pra mim, Harriet. O que mudou?
— Não é hora para brincadeiras, Louis. – ela disse, a irritação começando a transparecer. — Você vai ajudar ou não?
Ele riu baixinho. — Claro que vou. Não posso deixar você sozinha numa missão tão importante.
Sem mais uma palavra, eles saíram para o campo. O silêncio entre os dois era denso, quebrado apenas pelos chamados ocasionais de Harriet por Pétala. Louis, no entanto, parecia menos preocupado com a busca e mais atento a Harriet, observando-a seu corpo com aquele olhar que sempre a deixava aflita, como se ele enxergasse todo o seu corpo nu.
Depois de alguns minutos, ele finalmente quebrou o silêncio.
— Você parece bem nervosa, Harriet. – comentou casualmente, caminhando ao lado dela.
— É claro que estou nervosa. Pétala está perdida. – ela respondeu, sem olhar para ele.
— É só isso? – ele provocou, inclinando a cabeça para tentar captar sua expressão.
Harriet parou abruptamente, virando-se para encará-lo. — O que mais seria, Louis? Por que você sempre tem que implicar comigo?
Ele deu um passo à frente, reduzindo a distância entre eles. Seus olhos encontraram os dela, e o sorriso em seus lábios se tornou mais intenso, quase perigoso.
— Você realmente acha que não percebo? – ele disse baixo, a voz rouca, carregada de malícia.
Harriet piscou, confusa. — Percebe o quê?
Louis deu mais um passo, e agora estavam tão próximos que Harriet podia sentir o calor e o cheiro másculo dele. — O jeito que você me evita. Como você fica tensa quando estou por perto. E, principalmente, como você nunca consegue me olhar nos olhos por muito tempo.
O coração de Harriet começou a bater mais rápido, e ela deu um passo para trás, mas Louis avançou na mesma medida, mantendo-a presa entre ele e uma árvore próxima.
— E-Eu não sei do que você está falando. – ela disse, tentando soar firme, mas sua voz saiu mais como um sussurro.
Ele riu, o som baixo e rouco. — Não sabe? Harriet, você é péssima em esconder as coisas. Eu sei que você sente tesão por mim.
O choque a atingiu como um raio. Seus olhos se arregalaram, e ela balançou a cabeça, tentando negar. — Isso é… a-absurdo. Eu não sinto nada por você, Louis.
Ele inclinou a cabeça, examinando-a como se estivesse tentando decidir se acreditava ou não. —Você pode mentir pra si mesma, mas não pra mim. Eu sei que você ficou excitada quando viu minha foto, aquilo te deixou molhadinha, Princesa?
As palavras dele a atingiram com força, deixando-a completamente sem chão. Harriet ficou em silêncio, a mente girando, tentando processar o que acabara de ouvir.
— Você está zombando de mim. – ela finalmente conseguiu dizer, embora sua voz estivesse trêmula.
Louis deu um meio sorriso, inclinando-se ainda mais perto, até seus rostos estarem a poucos centímetros de distância. — Não estou.
Antes que ela pudesse responder, ele ergueu uma das mãos, segurando-a pelo queixo com firmeza. Seus olhos estavam fixos nos dela, e Harriet sentiu como se o mundo ao redor tivesse parado.
— Eu quero você, Harriet. – ele disse, a voz baixa, quase um sussurro. — Eu quero tanto te foder, desde o dia em que eu cheguei e coloquei os olhos em você na varanda.
Sem dar tempo para que ela respondesse ou fugisse, Louis se inclinou e tomou seus lábios em um beijo desejoso, pressionando-a contra o tronco da árvore. O toque dele era firme, em sua cintura, mas deslizou mais um pouco para baixo, acariciando a poupa da sua bunda por de baixo do vestido, e Harriet sentiu todo o calor que a mão dele transmitia, um calor que parecia irradiar toda a sua xotinha.
As línguas se esfregavam lentamente, causando um arrepio no corpinho da mais nova. Quando ele finalmente se afastou, Harriet estava sem fôlego, o rosto corado e o coração batendo como se fosse explodir. Louis olhou para ela com um sorriso satisfeito, antes de descer os beijos para o seu pescoço branquinho, lambendo a pele sensível e chupando.
A mais nova se assustou quando entre um chupão e outro, ela sentiu sua bucetinha se melar inteira, do mesmo jeito de quando ela viu a foto de Louis vestido com aquele uniforme militar.
— Louis e-espera – harriet empurrou suavemente ele pelos ombros, completamente nervosa.
— O que foi? – ele perguntou lambendo os lábios molhados, enquanto encarava fixamente os lábios gordinhos da mais nova.
— Eu acho melhor pararmos, eu to me sentindo estranha. – ela falou e o mais velho soltou um riso pelo nariz.
— Estranha é? Aonde? Aqui? – ele adentrou a mão por baixo do vestidinho curtinho que ela usava, passando a mão pela xotinha da mais nova por cima da calcinha, sentindo a umidade no local.
— S-sim – Harriet gaguejou, suas pernas tremendo quando Louis começou a fazer movimentos circulares em cima do seu grelinho.
— E está doendo, né? – ele perguntou manso, enquanto esfregava a xotinha molhada com mais força.
Sem forças para responder, a garota apenas acenou frequentemente com a cabeça enquanto se pendurava no mais velho pela diferença de altura, e se agarrava nos ombros fortes em apoio, gemendo descontroladamente.
— Eu sei um jeito de fazer parar, você quer que o Lou te ajude?
— S-sim Lou. E-eu – sem conseguir terminar a frase, a garota joga a cabeça para trás, seus olhos rolando enquanto Louis chupava o seu pescoço e acelerava os movimentos por cima da calcinha.
— Porra, Harriet. Você é tão gostosa. – ele geme em seu pescoço, seus dedos adentrando a calcinha da garota, sentindo livremente a textura da xota macia depiladinha e molhada da garota.
O tatuado espalhava o melzinho que saia aos montes da sua entradinha por seu clítoris, deslizando os dedos com mais facilidade. Sentindo as pernas branquinhas tremerem com força quando escorregou um dedo para a entrada molhada sem dificuldades.
— Abre mais as pernas, amor. – Louis disse baixinho em seu ouvido, a garota obedecendo no mesmo segundo, levantando e apoiando uma de suas pernas no quadril largo, dando espaço para o dedo que entrava com força em sua grutinha. — Porra, você tá tão molhada que seu melzinho tá espirrando nos meus pulsos.
Harriet leva seus olhos brilhantes para a cena, soltando um gemido manhoso ao avistar o pulso tatuado totalmente molhado, enquanto impulsionava os dedos para dentro. Louis sentia seu cacete formigar ainda preso na cueca, então com a mão livre, abriu o zíper da calça, puxando seu pau dolorido para fora da boxer.
Ao ver o membro imenso em sua frente, Harriet se assustou, nunca tinha visto um pessoalmente antes já que era sua primeira vez com um homem, viu somente por vídeos na internet. Nervosa, ela tenta abaixar suas pernas, mas Louis a segura firmemente, enquanto punhetava seu pau com firmeza.
— Eu não vou machucar você, não precisa ter medo. – ele deixou um selinho em seus lábios, lubrificando o pau com seu melzinho. — Eu só vou esfregar um pouquinho, por isso você tem que deixar as pernas bem abertinhas, tá bom?
Não tinha como voltar atrás, sua xotinha estava doendo tanto, então ela apenas ficou ali, com as pernas abertas enquanto Louis puxava sua calcinha e encaixava a cabecinha gorda do seu pau, prendendo ela ali dentro.
Harriet soltou um gritinho com a sensação nova, nunca sentiu nada assim antes, a cabecinha molhada esfregando deliciosamente em seu grelhinho. Ela apenas não conseguia mais conter seus gemidos e Louis estava adorando, vendo a mais nova se deliciar conforme ele esfregava o comprimento na xotinha macia dela, sentindo as mãos pequenas dela puxarem os cabelos de sua nuca, em busca de algo para se apoiar conforme ele acelerou os movimentos do quadril.
— Porra você tá tão molhada com tão pouco, como você vai ficar quando eu comer você gostoso?
A mais nova gemeu baixinho com a fala, arranhando a nuca de Louis, sentindo seu corpo alavancar para cima a cada estocada do maior. O barulho molhado que fazia toda vez que ele estocava com força sua cabeça na grutinha encharcada o deixava insano.
Os olhos de Louis desceram para os peitinhos que balançavam levemente, dependendo da força que ele colocava nos movimentos. Levantando a mão em direção a alça da regata da mais nova, ele puxa suavemente para baixo, deixando os peitinhos a mostra, sua boca salivando ao olhar para eles, por que eram tão lindos. Grandes e cheinhos na medida certa.
Louis aumentou a velocidade e a força que esfregava seu pau totalmente babado na xota da garota, agarrando e puxando com força um punhado dos cabelos encaracolados para trás, apenas para ver os peitinhos rosadinhos dela balançando perto do seu peitoral.
— L-lou e-eu não consigo segura-r, acho q-que vou faz-er xixi… – a mais nova chora dengosa, era muito estímulo para sua bucetinha virgem e seu corpo sensível. Os olhos de Louis desviaram dos seus seios apenas para encarar seus olhos encharcados de lágrimas.
— Tudo bem, Meu Doce. Você pode gozar, goza gostoso no meu pau, vai.
E ela gozou. Gozou forte enquanto gritava alto e seu corpo convulsionava. Sua xotinha ardendo de tanto tesão conforme a pegada de Louis em seu cabelo ficou mais forte, o pau continuando a estimular seu grelhinho sensível, mesmo ela se acabando em lágrimas.
— Porra, Princesa. Como você é deliciosa.
Ela sentiu Louis esporrar em sua entradinha, o mais velho abafando o gemido grosso ao enfiar e sugar um de seus peitinhos na boca. A porra jorrada se misturando junto com seu melzinho
Se Louis não tivesse a segurado, ela definitivamente tinha caído no chão, suas pernas ainda tremelicavam, e conforme ela chorava sensivelmente, Louis ajustava no lugar a roupa dos dois, enquanto deixava beijinhos carinhosos em seu rosto molhado.
— Você foi incrível.
Harriet sentiu as palavras dele aliviar parte de sua tensão, mas seu coração ainda estava acelerado. Ela não sabia como lidar com tanta informação, mas, de algum modo, o carinho de Louis fazia tudo parecer menos preocupante.
— Agora vamos encontrar sua coelha. – ele disse, com um tom mais leve, recuando um pouco para dar espaço a ela. Eles continuaram caminhando em busca da coelhinha. A pernas de harriet um pouco trêmulas, enquanto ela sentia a porra de Louis escorrer entre suas pernas a cada passo que dava.
O sol já havia se posto há muito tempo quando Harriet e Louis voltaram do campo com Pétala em segurança. A coelhinha estava aninhada em seus braços, mas o peso que ela sentia em seu peito era completamente diferente.
Durante o jantar, os olhares entre os dois foram constantes, e nenhum dos dois fez esforço para disfarçar. Harriet se esforçava para agir normalmente, mas cada vez que seus olhos cruzavam os dele, um arrepio subia por sua espinha, e ela se lembrava vividamente de tudo que fizeram no campo.
Quando os risos e as conversas familiares finalmente terminaram, Harriet achou que teria paz. Mas, ao sair da mesa de jantar em direção ao corredor, ela sentiu uma presença logo atrás de si.
— Fugindo de mim, Harriet? – A voz rouca de Louis soou perto de seu ouvido, e antes que ela pudesse reagir, ele a encurralou contra a parede do corredor, o olhar intenso fixo no dela.
— Louis, o que você está fazendo? – ela sussurrou, sua voz falhando enquanto o coração disparava.
Ele se inclinou mais perto, o rosto a centímetros do dela. — Você sabe exatamente o que estou fazendo.
Ela engoliu em seco, sentindo o calor subir por suas bochechas. Acompanhando com o olhar as mãos de Louis irem para baixo do seu vestidinho, os dedos adentrando a calcinha e dedilhando os lábios de sua bucetinha, ainda molhada de porra.
Louis riu baixinho, inclinando a cabeça para o lado. — você é terrível em esconder o que está sentindo. Desde o momento que voltamos do campo, você tem me olhado como se ainda estivesse com as pernas abertas esfregando essa xotinha em mim naquele tronco de árvore.
Harriet arregalou os olhos, o rosto ardendo de vergonha. — Fale baixo, Louis! Alguém pode escutar.
— É mesmo? – ele provocou, os olhos brilhando em diversão. Ele recolheu com as pontas do dedo e levou aos lábios, lambendo seu melzinho em uma provocação que a fez estremecer. — Sabe, Harriet. Ainda podemos continuar de onde paramos, se quiser.
Ela o empurrou com um pouco de força, passando por ele com passos apressados. — Você é impossível, Louis!
— Boa noite, Harriet. – ele respondeu com um sorriso que sabia que a mais nova mais cedo ou tarde iria atrás dele.
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Já passava da meia-noite, mas Harriet não conseguia pregar os olhos. Virava de um lado para o outro na cama, sentindo-se inquieta. Cada vez que fechava os olhos, a imagem de Louis surgia em sua mente. Ela respirou fundo, sentando-se na cama. Talvez, se resolvesse aquilo agora, pudesse finalmente dormir.
Sem pensar muito, antes que a coragem a abandonasse, Harriet levantou-se, seu corpo coberto por uma camisola de seda e saiu do quarto. O corredor estava escuro e silencioso, cada passo ecoando levemente enquanto ela se aproximava do quarto de hóspedes onde Louis estava.
Quando finalmente chegou à porta, hesitou por um momento, o coração disparado. Mas, reunindo toda a coragem que tinha, bateu suavemente.
A porta abriu-se quase imediatamente, revelando Louis, que parecia ter acabado de sair do banho. Ele estava descalço, vestindo apenas uma calça de moletom cinza, o cabelo ligeiramente bagunçado. O sorriso presunçoso que surgiu em seus lábios quando a viu fez Harriet desejar ter voltado para o quarto.
— Harriet. – ele disse, nenhum pouco surpreso com visita, sabia que em algum momento ela iria trás dele. — O que está fazendo aqui a essa hora?
— Eu… – Ela tentou desviar o olhar, mas não conseguiu. — Eu só q-queria agradecer por ter me ajudado com Pétala hoje.
Louis encostou-se ao batente da porta, cruzando os braços, o sorriso provocador crescendo. — A essa hora?
— Eu não conseguia dormir. – ela confessou, a voz quase inaudível.
Ele riu suavemente, abrindo mais a porta. — Quer entrar?
Harriet hesitou, mas acabou entrando, sentindo-se incrivelmente nervosa. O quarto parecia ainda menor com os dois ali, e ela mal sabia onde colocar as mãos ou o olhar.
— Você realmente veio até aqui só pra agradecer? – Louis perguntou, fechando a porta e se aproximando.
— Sim! Por que mais eu viria? – ela respondeu apressada, mas sua voz vacilou no final, a entregando.
Louis inclinou a cabeça, a observando como se estivesse lendo cada pensamento dela. —Sabe, Coração. Acho que você está mentindo pra mim.
— Eu não estou! – ela retrucou, embora seu tom estivesse afetado pelo modo em que ele a chamou.
Ele riu, parando a poucos passos dela. — Você podia ter me agradecido amanhã de manhã, mas veio aqui agora, no meio da noite, no meu quarto, com essa camisola curtinha. Sabe o que eu acho?
Harriet engoliu em seco, incapaz de desviar o olhar. — O quê?
Louis se inclinou levemente, seu rosto próximo ao dela. — Acho que você não veio só pra agradecer. Acho que você veio me dar algo mais.
O coração de Harriet parecia que ia sair do peito. — Louis, você está delirando…
— Estou? – ele provocou, a voz baixa e carregada de luxúria, que fazia a pele dela se arrepiar. Ele deu mais um passo, e Harriet recuou instintivamente, mas a cama atrás dela impediu que fosse longe.
Louis ergueu uma das mãos, tocando suavemente o rosto dela. — Se quiser voltar para o seu quarto, pode ir agora. Mas, se ficar…
Harriet o interrompeu, balançando a cabeça. — Você é um canalha…
— E você é irresistível. – ele murmurou, antes de inclinar-se e capturar seus lábios em um beijo que a fez perder as forças das pernas.
Louis não lhe deu tempo para fugir. Assim que seus lábios tocaram os dela, Harriet sentiu o mundo girar. A pegada dele era firme e intensa em sua cintura, puxando-a para mais perto, enquanto ela sentia o calor de seu corpo contra o dela. Ela tentou resistir ao turbilhão de emoções, mas seu corpo parecia agir por conta própria.
Suas mãos hesitantes subiram até os ombros largos de Louis, e ela se sentiu pequena diante dele. Ele era muito mais alto, ela mal conseguia alcançar o pescoço dele sem ficar na ponta dos pés. Louis notou isso, então firmou o aperto em sua cintura e a ergueu levemente, deixando-a cruzar as pernas em seu quadril, enquanto a mantinha na altura perfeita para que pudesse beijá-la sem esforço.
Ela soltou um suspiro surpreso, e ele aproveitou para aprofundar o beijo, entrelaçando suas línguas, explorando a boca dela de uma maneira faminta que a deixou sem ar. Harriet sentiu o calor tomar conta de todo o seu corpo quando sentiu sua xotinha livre de qualquer pano se esfregar na pele exposta do maior, gemendo baixinho ao sentir os pelos aparados da pélvis arranharem sua bucetinha sensível, suas mãos se agarrando ao pescoço dele enquanto suas pernas estavam bambas.
Quando ele finalmente se afastou, ambos estavam ofegantes, os lábios interligados com um fio de saliva. Louis a colocou de volta no chão devagar, mas não se afastou. Ele olhou para sua pélvis, vendo ela molhada com seu melzinho, dando um sorriso de lado antes de pegar com as pontas dos dedos e levar até os lábios.
— Seu gostinho é tão bom, Princesa. Você quer esfregar sua bucetinha no meu pau novamente? – ele perguntou sedutoramente, os olhos passeando pelo rosto dela, vendo quando ela mordeu os lábios, enquanto cruzava as pernas com força.
Louis inclinou-se novamente em sua direção e tomou seus lábios fortemente. Ela correspondeu sem hesitar, fechando os olhos e se entregando enquanto sentia a língua dele se esfregar na sua deliciosamente.
Os movimentos das suas línguas eram firmes e calorosos, e ela gemeu ao sentir as mãos fortes dele deslizaram por sua cintura até sua bunda, alisando e apertando com força antes de adentrar as mãos por baixo do tecido, puxando seu quadril levemente para mais perto.
— Você não tá usando calcinha?
Harriet negou timidamente, soltando um som supreso e manhoso quando sentiu os fios da sua nuca serem puxados com força.
— Você é uma putinha mesmo, não é? Foi só esfregar um pouquinho dessa xotinha em mim e se tornou essa desesperada por pau. – ele falou firme, puxando o cabelo dela com mais força. — Se ajoelha, já que faz tanta questão do meu pau, eu vou te dar ele.
O rosto angelical já estava banhado de lágrimas, fungando chorosa conforme se colocava de joelhos. Louis nunca soltando o agarre em seus cabelos enquanto puxava a barra da calça moletom, colocando somente o seu pau completamente duro e babado para fora. Harriet lambou os lábios, sentindo sua boca salivar ao ver o maior punhetando o pau deliciosamente em seu rosto.
— Agora você vai abrir a boquinha e me chupar gostoso.
E ela obedeceu rapidamente, seus olhos brilhando em ansiedade enquanto via Louis aproximar seu pau de seus lábios. Ela sugou a cabecinha lentamente, se familiarizando, sentindo mais do comprimento grosso entrar em sua boca. Harriet era inexperiente mas não inocente, teoricamente ela sabia como fazer um boquete, ja tinha visto vídeos na internet quando era mais nova.
Ela soltou um pouco de saliva na cabecinha, antes de abrigá-la em sua boca, rodopiando a língua úmida em volta dela, friccionando constantemente na linha da glande, sentindo o mais velho contrair o quadril para trás, gemendo surpreso pelo estímulo intenso, apertando mais forte seu cabelo.
Harriet tentou levar mais do comprimento em sua boca, os cantos dos lábios se esticando para receber mais do comprimento grosso, nunca deixando de acariciar a língua pelos lados. Em algum momento a cabecinha pressionou em sua goela, fazendo a mais nova engasgar com força, se afastando do comprimento e tossindo.
Mas não teve muito tempo para se recompor já que Louis levantou sua cabeça para cima e enfiou seu cacete com tudo na boca encharcada novamente, a mais nova apoiando as mãos nas coxas musculosas do mais velho, tentando relaxar a garganta enquanto gemia abafado, enviando vibrações para o cacete entalado em sua garganta.
— Porra isso, se engasga gostoso no meu pau. – Louis proferiu gemendo rouco, enquanto puxava grosseiramente os cabelos da nuca garota, a forçando a enfiar mais do seu caralho na boca.
E harriet não tinha o que fazer, a não ser aceitar de bom grado tudo o que estava recebendo, esticando sua língua e babando no comprimento grosso, gemendo dengosa ao ver seu nariz encostando na pélvis do mais velho, sentindo quando ele começou a estocar seu cacete na sua cavidade quente. Sua xotinha estava pegando fogo, pulsando e se melando toda, seu melzinho pingando no chão.
Tentando de algum modo aliviar a pulsação entre suas pernas, ela separou as pernas, levando a mão por baixo da camisola curtinha, seus dedos esfregando timidamente seu grelhinho, a sensação de prazer fazendo ela soltar um grito entalado enquanto ainda sentia o pau indo e voltando na sua goela.
Os gemidos que Louis soltava acima de si fizeram ela levantar o olhar, a visão do rosto másculo contorcido em prazer e a franja grudando em sua testa fez a mais nova esfregar furiosamente seu grelhinho sensível, seu corpinho tremendo com tanta estímulação.
Tudo isso era muito para ela, então ela levou a mão livre para o pulso que ainda segurava firmemente seu cabelo, apertando e arranhando tentando chamar a atenção de Louis. Ela sentiu o momento em que ele se retirou da sua boca, ao mesmo tempo em que sentiu o tapa forte em sua bochecha, em seguida pegando sua franja e puxando com tudo para trás.
— O que foi, hm? A vagabunda sedenta não aguenta levar um pau na garganta? – ele grunhiu irritado, vendo o momento em que a garota franziu as sobrancelhas e gemeu chorosa.
— D-desculpa, Lo-ou. E-eu – harriet tentou falar, mas sua voz falhou, totalmente rouca pelo esforço que fez ao chupar o pau. — Minha florzinha e-esta doendo Lou, eu ‘to mui-muito m-molhada.
Para comprovar sua fala, ela se afastou um pouco para trás, abrindo bem as pernas e levantando a camisola, dando a visão para o mais velho da poça molhada no chão. Os olhos azuis analisaram a bagunça que ela fez no chão, antes de levantar em direção ao seu rostinho angelical totalmente corado e banhado de lágrimas.
— Levanta. – Louis mandou irritado, a voz mais grave do que antes. A garota tentou se equilibrar e reunir forças nas pernas bambas, suas pernas tremendo ao fazer esforço para cima. — Anda logo, caralho!
Harriet grunhiu dolorida ao sentir as mãos do mais velho puxar seus cabelos para cima, a jogando na cama, seu corpo pulando ao cair sentada no colchão. Sua bucetinha se melando ainda mais ao ver o pau vermelho rubro totalmente ereto em sua frente, não balançando em nenhum momento de tão duro que estava.
— Coloca esses peitinhos para fora, hm? – o maior pediu excitado, punhetando seu membro e acompanhando as mãos da mais nova abaixando as alças da camisola, seus peitinhos cheinhos e empinadinhos pulando para fora, totalmente expostos.
Com a mão livre ele apertou o seio direito, a pele transbordando entre seus dedos. Ele escutou o gemidinho dengoso da mais nova com o estímulo e soltou um riso quando avistou ela separar as pernas e tentar se aliviar no colchão.
— A minha garotinha está tão desesperadinha para gozar, você quer que eu te ajude? – harriet assentiu freneticamente, seus olhos verdes encarando fixamente seu pau.
— Como você quer? Que eu use os meus dedos? Ou quem sabe o meu pau?
— Eu quero tudo, Lou. T-tudo que vier de V-você. – harriet gemeu baixinho, mordendo seus lábios ansiosa.
Louis rapidamente a empurrou contra a cama, a fazendo se deitar, levantando e embolando rapidamente a camisola na sua cintura. Ele apoiou as mãos por trás das suas coxas, as levantando e fazendo seus joelhos pressionarem seus peitinhos, a deixando totalmente a sua mercê.
Ele analisou sua bucetinha, lubrificando os lábios finos enquanto dedilhava com as pontas dos dedos os lábios molhados, levando o polegar até seu clítoris esfoladinho e movimentando devargazinho a provocando.
— Porra, que buceta linda. – Louis gemeu rente a sua bucetinha, ele acumulou um pouco de saliva na boca antes de deixar cair em cima do grelhinho inchado, assoprando logo em seguida e fazendo ela gemer pela a sensação gélida na sua florzinha.
— P-por favor, e-eu – a garota implorou baixinho, não ia aguentar ser provocada por mais tempo.
Louis olhou para cima, seus olhos flagrando o momento em que lágrimas caíram dos olhos verdinhos. Por mais que quisesse provocar a garota, sabia que era a primeira vez que seu corpo era estimulado dessa forma, então sem desviar o olhar do rosto corado, ele lambeu uma faixa da buceta vermelha, recolhendo com a ponta da língua um pouco do melzinho que escorria e depois subiu até o grelhinho, dando lambinhas fracas para testar as reações dela.
Harriet gemeu escandalosa, nunca teve nenhum tipo de contato na sua bucetinha virgem, e agora ter a língua quente massageando seu grelhinho inchado e sensível fez a mais nova se espernear na cama, alto demais. Estava tão presa nas sensações que seu corpo estava sentindo que não viu quando Louis se aproximou de seu rosto e deu um tapa ardido em sua bochecha, arrancando um gemido surpreso dela.
— Sua vadia escandalosa, tem como calar a boca? Ou eu vou ter que fazer você se engasgar no meu pau até ficar sem voz? – Louis cuspiu irritado em seu rosto, pegando um dos travesseiros que estava no centro da cama e enfiando com tudo na sua cara. — Se você for escandalosa novamente eu te largo aqui do jeito que você está.
— Não Lou p-por favor eu irei me c-comportar – ela gemeu chorosa, temendo que Louis realmente a deixasse daquele jeito.
Louis deixa um beijinho na lateral de suas coxas, murmurando um ‘muito bem’ antes de voltar a esfregar a língua quente e molhada no seu grelhinho, para cima e para baixo, a barba rala raspando na sua entradinha molhada.
Harriet tremeu as pernas em desespero, mordendo um pedaço do travesseiro, obedecendo Louis ao tentar gemer baixinho. Ela não podia fazer mais nada a não gemer contido no travesseiro, as vezes escondendo seu rosto, enquanto levava uma das mãos no cabelo do mais velho, apertando toda vez que o estímulo era muito.
Harriet tentou se conter, tentou mesmo, mas no momento em que Louis abriu mais da sua bucetinha e esfregou a língua molhada freneticamente no nervinho do seu grelhinho, ela não aguentou. Ela soltou o travesseiro e agarrou violentamente com as duas mãos o cabelo do mais velho, seu gemido surpreendentemente baixo mas ainda sim esganiçado, enquanto ela abria mais as pernas e se contorcia com o orgasmo avassalador que estava sentindo.
E mesmo assim Louis não parou de esfregar sua grutinha sensível, indo mais rápido com a língua, levando dois dedos para o buraquinho sensível, sentindo mais do melzinho escorrer direto nos seus dedos, sua barba rala toda molhada de gozo.
Ele só parou quando levantou o olhar para o rostinho rubro e viu a mais nova se tremendo inteira, seus peitinhos tremelicando junto com o corpo, a boca totalmente aberta enquanto o queixo estava todo babado de saliva. Os olhos verdes estavam sendo revirados para trás. E Louis não deixou de pensar em como ela ficaria quando levasse todo o seu pau.
Ficando entre as pernas moles dela, ele puxou o cabelo que estava grudado no rosto suado da garota para trás, vendo o momento em que ela começou a chorar devido aos estímulos intensos que sentiu. Louis não resistiu ao esfregar seu comprimento na xotinha gorda, ficando satisfeito ao ver a garota soltar mais lágrimas ao tentar se esquivar da sua cabecinha esfregando no clítoris inchado dela.
Louis voltou sua atenção ao rosto angelical, vendo os olhos verdinhos brilhantes encarando fixamente os seus olhos azuis. Ele apoiou um dos antebraços do lado de seu rosto, dando selinhos no seus olhos molhados e lábios conforme colocava uma das pernas apoiadas na beira da cama, a outra continuando plantada no chão.
Ele a incentivou a abrir um pouco mais as pernas, em seguida segurou na base do seu pau, direcionando a cabecinha na entradinha. Harriet gemeu baixinho quando sentiu a cabecinha tentar a alargar, a dor dilacerante fazendo ela recuar o quadril pra trás, desfazendo o contato. Ela olhou para baixo, se assustando ao ver a glande manchada com um pouquinho de sangue, e sem pensar tentou fechar as pernas, sabendo que foi um grande erro quando sentiu os dedos grandes apertarem suas bochechas rudemente.
— Eu mandei você se afastar? – Louis proferiu rouco, as sobrancelhas franzidas em irritação.
— Doeu m-muito, eu prom- — Ela não foi capaz de terminar, no momento seguinte ela sentiu o tapa ardido em sua bochecha, gemendo baixinho com a ardência.
— Você anda me prometendo muitas coisas, Harriet. – ele sussurrou rente ao seus lábios, apertando a bochecha recentemente atinga. — E não está sendo capaz de cumpri-las, de tão inútil que você é.
Harriet se encolheu ao ouvir as palavras proferidas, se surpreendendo ao que sua xotinha se molhou ainda mais ao ser humilhada daquele jeito e o mais velho percebeu isso, dando um sorriso ladino que a fez soltar um gemidinho.
— E-eu juro que serei b-boa dessa vez, s-senhor. – ela proferiu em um sussurro, esfregando os peitinhos no peitoral suado, tentando o amansar ao ver que ele continuava irritado.
— Senhor, hum? – ele deixou um beijo no seu queixo antes de fechar os dedos na sua garganta, a pegada fazendo a mais nova revirar os olhos e agarrar o pulso tatuado a sua frente. — Então você será boa para mim? Vai deixar o seu senhor foder a sua bucetinha?
— Sim senhor, eu i-irei.
Após a afirmação, ele ajeitou sua posição entre as pernas dela novamente, esfregando seu pau entre os lábios molhadinhos de sua bucetinha.
— Só vai de-devagarzinho Lou, por favor. – harriet pediu enquanto olhava fixamente no rosto másculo, que estava com os olhos direcionados para o que fazia mais abaixo.
— Eu prometo, Doce.
Depois de posicionar a cabecinha rente ao buraquinho, ele apoiou uma das mãos atrás da coxa dela incentivando-a a se abrir um pouco mais, enquanto com o outro ele apoiou o antebraço no colchão, passando a mão por baixo da sua cabeça, fechando os dedos nos cabelos macios e firmando a pegada ali.
Louis deixou um selinho nos lábios carnudinhos dela, olhando fixamente nos olhinhos verdes enquanto empurrava o quadril lentamente, avistando quando ela abriu a boca e soltou um ofego engasgado, estirando a cabeça para trás deixando seu pescoço a mostra aonde Louis deixou mordidinhas conforme empurrava para frente.
Ele sentiu quando a bucetinha fez pressão no seu pau, tentando o expulsar para fora. Ele tentou entrar novamente, mas harriet fechava as pernas em dor, impossibilitando o comprimento de continuar o caminho para dentro.
— Porra, princesa. Abre mais as pernas para eu conseguir entrar. – Louis grunhiu abafado, sentindo a pressão forte ao redor da cabecinha do seu pau. Ele abriu as pernas dela rudemente, abaixando seu tronco para baixo a impedindo de fechar as pernas. — Se você fechar as pernas vai doer mais.
Após abrir as pernas e conseguir mais acesso para se movimentar livremente, Louis voltou a tentar empurrar mais do seu comprimento para dentro, começando a estocar lentamente somente a cabecinha para frente e para trás, acariciando seu grelhinho inchado com o polegar facilitando a entrada do seu cacete mais para dentro.
Quanto mais Louis acariciava o clítoris sensível, mais molhada a entrada ficava, facilitando os movimentos. Sem excitar ele empurrou completamente tudo para dentro, o calor envolvendo-o como uma luva de veludo, as bolas inchadas pressionaram o cuzinho molhado.
A mais nova gemeu baixinho, não sabendo reagir diante de tanta estimulação em seu corpo, sentindo quando o aperto em seu cabelo ficou mais forte, ela agarrou o braço musculoso que estava do lado do seu rosto quando sentiu o cacete a alargar de uma vez.
Louis não conseguiu evitar o rosnado na garganta, a buceta o apertando fortemente. Ele continua a massagear o clítoris totalmente inchadinho, movendo-se lentamente para dentro para ajudá-la a se ajustar.
— Tá gostoso? – ele perguntou ofegante, seus quadris aumentando a velocidade conforme via a garota acenando com a cabeça freneticamente. Rindo baixinho quando ele percebeu ela arreganhar as pernas, dando ainda mais espaço para as estocadas.
Louis firmou o pé no chão enquanto apoiou o joelho direito com mais precisão na beira da cama o dando apoio quando voltou a estocar com força porém lento na entradinha judiada, a posição nova fazendo ele acertar o pontinho intocado dentro dela, vendo o momento em que ela abriu a boca em um ‘O’ perfeito, gozando fortemente em seu pau.
— Você é tão sensível, gatinha. Mal comecei a te comer e você já tá gozando? – ele zombou, olhando para baixo apenas para ver seu pau brilhando do gozo que jorrava do buraquinho, antes de voltar a olhar para os olhos verdes que estava transbordando em lágrimas.
— M-me desculpa Lou, mas é tão g-gostoso que não consigo controlar, eu p-pro–
A garota foi interrompida pois no momento seguinte o maior começou a estocar mais rápido, seu ponto G sendo massageado grosseiramente pela cabeça gorda do cacete grosso. Harriet não conseguindo mais segurar os gemidos, soltando ruídos entrecortados por conta das estocadas, ela mesma levou as mãos até os lábios, tampando-os para abafar os gemidinhos quando sentiu sua bucetinha queimar e jorrar mais melzinho direto no cacete.
Mas chegou uma hora em que só suas mãos não estavam sendo o suficiente, ela se assustou quando ele se retirou rapidamente do seu interior e a virou grosseiramente de bruços. Os seus peitinhos pressionados no lençol, gemendo ao sentir o agarre das mãos grandes empinar sua bunda para cima e abrir mais suas pernas.
Harriet sentiu o cacete grosso entrar com tudo na sua grutinha encharcada novamente, sentindo a textura macia do pau dentro de si, tudo mais intenso devido sua bunda estar mais empinada. Ela sentiu ele começar a meter com força, a cabecinha rapidamente achando seu pontinho novamente e o massageando, sua bucetinha pulsou loucamente a fazendo bater os pés com força na cama tentando se desvincular do toque.
Mas o maior a prensou com força na cama, estocando até o fundo, provocando seu ponto G enquanto rebolava o quadril. Harriet revirou os olhos pela pressão em sua xoxotinha, ela soltaria um grito que acordaria a casa inteira se Louis não tivesse sido mais rápido, levando as duas mãos em direção a sua cabeça e pressionando duramente seu rosto no colchão.
Os gritinhos abafados deixaram o mais velho louco, que colocou ainda mais força e velocidade nos movimentos, arregaçando sua bucetinha.
— Eu não quero escutar a sua voz, entendeu? Eu quero escutar somente os seus gemidinhos enquanto eu usufruo dessa buceta. – Louis falou rouco. Ela virou o rosto a tempo de ver ele apoiar a outra perna que estava no chão junto com a outra na beira da cama, colocando os joelhos por fora das suas pernas trêmulas a impossibilitando de se abrir ou se esquivar.
Louis abaixou o tronco e se aproximou de seu rosto, ela gemeu dengosa a partir do momento em que sentiu o abdômen forte encostar em suas costas suadas, o mais velho afastando os cabelos grudados de seu rosto antes de beijar sua bochecha molhada pelas lágrimas.
— Que bucetinha gostosa amor, só eu posso comer ela assim, não é? – ele indagou, vendo a mais nova proferir vários ‘sim’ enquanto tinha o corpo sendo impulsionado para cima. — Óbvio que sim porque você é minha putinha, só minha.
Ela soltou vários gemidinhos finos, tentando abafá-los no colchão. Os seus peitinhos sendo friccionados na colcha da cama conforme seu corpo impulsionava para cima, sentiu Louis passar as mãos por baixo do seu corpo, agarrando os seus peitinhos e os apertando enquanto pegava impulso para meter com mais precisão, usando o agarre para trazer seu corpo em direção as estocadas.
Mas o momento foi quebrado ao escutar batidas na porta, Louis sabia que ela estava gozando novamente, então retirou as mãos dos seus peitinhos e rapidamente levou a mão até sua boca, tampando o gemido esganiçado que ela soltou conforme gozava forte enquanto escutava a voz de Caleb do outro lado da porta.
— Louis? Ta acordado?
Harriet enrijeceu embaixo de si, a névoa do orgasmo passando, ela virou a cabeça e ergueu os olhos medrosos em direção aos olhos azuis que já a fitava. A bucetinha apertando o pau fortemente em tensão, com medo de ser descoberta.
— Estou sim Caleb, aconteceu algo?
— Não cara, eu fui descer para beber água e acabei escutando uns barulhos, vim conferir se tava tudo bem.
— Eu estava vendo vídeo no meu celular, acho que me empolguei no volume, foi mal. – ele respondeu alto, voltando a estocar o quadril na bucetinha quente da garota, sentindo o gemidinho abafado que ela deu. Os olhos azuis revirando pelos estímulos que o buraquinho tenso fazia no seu pau.
— Beleza, se precisar de qualquer coisa é só me chamar. – Caleb falou por último, antes de se afastar da porta.
Ao escutar os passos se distanciando, Louis se afastou do corpinho tremulo, puxando seu pau vermelho do interior quente e retirando as pernas que estava em volta das pernas dela, alisando a bunda macia enquanto olhava a bucetinha judiada e vermelha piscando, manchada com um pouco de sangue. Louis viu o momento em que o corpo fraquejou completamente fraco, ele pegou na cintura dela e a fez deitar de ladinho, a bundinha completamente empinadinha em sua direção.
— Você vai continuar sendo boa para mim? Vai deixar o papai gozar dentro da bucetinha que o pertence? – ele proferiu rouco, levantando a perna esquerda dela para encaixar mais fácil a glande na xoxotinha molhada. Ela gemeu baixinho ao escutar Louis se chamando daquela forma.
— Sim p-papai, pode g-gozar aonde quiser.
Louis gemeu ao adentrar novamente no calor molhado, posicionando uma mão ao lado do rosto corado, os movimentos ainda lento ao sentir seu pau sensível por estar segurando o orgasmo por muito tempo. Ele levou a mão livre até o peitinho que balançava devido aos movimentos, apertando-o com força, ouvindo o gemidinho dengoso que mais nova soltou.
— Segura a perna para mim, huh? – ele pediu baixinho, vendo quando a mão delicada da garota segurou por trás da perna esquerda, a erguendo e pressionando o joelho na lateral de seu busto, ficando abertinha para Louis que voltou a meter o cacete na sua bucetinha.
Ela sentiu dois dos dedos dele esfregarem seu grelhinho furiosamente, causando um barulho molhado. A nova posição fazendo ela gemer alto, sentindo sua grutinha queimar enquanto recebia as estocadas potentes de Louis.
— Papai p-para – harriet com a mão livre tentou afastar a pélvis do mais velho, chorando quando ele agarrou seu pulso e empurrou no colchão, entrelaçando seus dedos. — Lou eu v-vou fazer x-xixi.
Louis deu uma risada com a ingenuidade da garota, provavelmente ela estava sentindo vontade de esguichar e confundia isso com a vontade de fazer xixi. — Tá tão gostoso assim que você quer esguichar, bebê?
A expressão de Harriet se tornou confusa, não compreendendo o que Louis quis dizer, mas não teve muito tempo para pensar nisso quando no momento seguinte ele pôs a mão em cima da sua que estava segurando sua coxa, a fazendo abrir mais a perna enquanto metia diretamente no seu pontinho doce, ele voltou a esfregar rapidamente seu grelhinho agora com os quatro dedos e tudo isso foi demais para ela.
Ela esguichou com força, expulsando o caralho encharcado de Louis para fora e molhando toda a pélvis dele. As lágrimas escorriam aos montes do seu rosto conforme ela se contorcia com os dedos ainda esfregando sua xotinha sensível. Ela estava completamente fraca quando sentiu Louis voltar a enfiar o pau dentro da sua bucetinha, negando com a cabeça freneticamente, soltando ruídos chorosos.
— O papai só vai enfiar um pouquinho para gozar, princesa. Fica quietinha. – ele sussurrou, os olhos brilhando de excitação ao ver as lágrimas molharem a bochecha corada, voltando a meter com força, os movimentos lisos conforme o gozo da garota molhava seu cacete, facilitando no deslizar.
Os gemidinhos dengosos e sensíveis que harriet soltava foi o estopim para Louis. O gemido grosso ecoando pelo quarto quando ele gozou em jatos longos e grossos na xoxotinha quente, seu quadril metendo lentamente no buraquinho que pulsava freneticamente ao redor do seu pau para prolongar a sensação gostosa, vendo o rosto angelical destruído abaixo de sí.
Se retirando com cuidado de dentro dela, ele se sentou nas panturrilhas vendo a xotinha completamente vermelha. O clítoris e os lábios da bucetinha completamente esfoladinhos, o buraquinho usado pulsava compulsivamente e completamente molhado com o gozo branquinho escorrendo do interior. A visão fez Louis apertar o pau com força, vendo o estrago que causou na garota.
Ele estranhou o silêncio e olhou para cima, a garota se encontrava apagada, seu corpo mole depois de tanto esforço. Louis ajeitou o pau nas calças, se levantando e indo até a mesa de cabeceira ao lado da cama, abrindo e pegando um pacote de lenço umedecido, voltando até a garota adormecida. Ele a limpou, colocou a camisola no lugar novamente e a acomodou direito na cama, cobrindo o corpo com um lençol fino.
Após ter ajeitado harriet, ele mesmo se limpou e colocou outra calça moletom, se posicionando ao lado da garota, o colchão afundando levemente sob seus corpos. Ele apagou a luz do abajur, deixando o ambiente iluminado apenas pela luz fraca da lua que entrava pela janela. Louis a puxou delicadamente para mais perto, envolvendo-a em um abraço íntimo.
Louis não demorou a adormecer, os corpos entrelaçados, o calor um do outro mantendo-os próximos durante a noite inteira.
🎀ྀིྀི
Na manhã seguinte, Harriet foi a primeira a acordar. Ela piscou os olhos lentamente, sentindo o sol matinal tocar sua pele. Foi só quando tentou se mover que percebeu que Louis estava com um braço em volta de sua cintura, mantendo-a firmemente junto a ele. Ela olhou para trás, encontrando-o ainda adormecido, a expressão tranquila e serena.
Um sorriso suave surgiu em seus lábios enquanto ela observava o rosto dele, se lembrando também da noite anterior, suas bochechas corando um pouco. Pela primeira vez, ela percebeu que não sentia medo ou dúvida. Algo dentro dela dizia que aquilo não era apenas um momento passageiro. Eles estavam construindo algo, algo real, mesmo que ainda não soubessem exatamente como seria.
Quando Louis começou a se mexer, ainda meio sonolento, ele a apertou mais contra si, murmurando algo inaudível antes de abrir os olhos devagar. Ao perceber que ela estava acordada, um sorriso preguiçoso curvou os lábios dele.
— Bom dia. – ele disse, a voz rouca e grave, tão irresistível quanto o próprio.
— Bom dia. – Harriet respondeu, sentindo o coração bater mais forte.
Louis afastou uma mecha de cabelo do rosto dela, ainda com aquele sorriso tranquilo. — Espero que você saiba, Harriet, que depois disso eu não vou te deixar fugir de mim.
Ela riu baixinho, encostando a testa na dele. — Eu nem quero fugir.
Ele sorriu, a puxando para um selinho suave, e Harriet soube, sem sombra de dúvida, que estava exatamente onde deveria estar.
⋆── .✦ my best friend's brat brother – tradicional!!
Harry Styles era um pirralho mimado de 19 anos, irmão de Ethan, melhor amigo de Louis Tomlinson.
✮ִֶָ𓂃 ࣪˖ ִֶָ🐇་༘࿐ִֶָ
A campainha tocou e Harry franziu as sobrancelhas, foi em pulos rápidos até a porta e antes de abrir olhou pelo olho mágico, sua boca se repuxou em um sorriso pequeno ao ver a figura mediana com a franja caindo sobre a testa parada ali, na sua porta, na tarde de uma sexta-feira.
— Fala Eth...
Sua voz morreu sem antes terminar a frase e ele coçou a cabeça com uma ruga no meio de sua sobrancelha.
— Oh, oi Harry — ele disse enquanto levava seus olhos para trás do garoto a fim de encontrar seu melhor amigo — O Ethan está?
— Oi Lou — Harry disse com um rubor em suas bochechas, aquilo não era timidez. — Claro está sim, pode entrar.
Harry abriu um sorriso grande enquanto deixava um espaço pra Louis entrar, o homem vestia sua bermuda de moletom e uma camiseta simples branca, um boné com a aba pra trás cobria o meio de seus cabelos deixando somente a franja caída em sua testa.
— Ethan? Cara? — Louis o chamou assim que estava na sala da casa do melhor amigo — Ethhaann, estou cansado de esperar cara...
Tomlinson bufou e revirou os olhos odiava quando o melhor amigo o deixava esperando, ainda mais na presença de seu irmão. — Ethan!
Louis gritou uma última vez antes de ver Harry vestindo aqueles maltidos shorts jeans entrar na sala, ele carregava um sorriso maldoso em seu rosto enquanto mexia na bainha da camiseta comprida demais pro seu tamanho.
— Harry, Ethan está ocupado? — questionou o garoto de olhos verdes.
— É..Eu menti, talvez Ethan não esteja em casa... — ele respondeu com a voz carregada de "timidez"
Louis franziu as sobrancelhas — E onde ele está?
— Foi encontrar a mamãe e o papai no aeroporto. — deu de ombros.
— Merda, a duas horas daqui — Louis praguejou cruzando os braços.
— Você pode esperar ele aqui, se quiser Lou... — ele respondeu enquanto passava a língua sobre os dentes.
Tomlinson no entanto apertou os olhos e soltou uma risada carregada de sarcasmo como se desacreditasse do que o menino dizia.
— Qual é, não é como se nunca tivéssemos ficados sozinhos em um quarto. — Harry provocou.
Louis não sabe como mas seus olhos caíram pros lábios cor de rosa, eles brilhavam contra a luz do pendente da sala e ele até mesmo pôde sentir em seu paladar o gosto adocicado do gloss.
— Exatamente...Por que, você — Louis gesticulou com as mãos enquanto apontava entre eles — Talvez tenh..
— Sim, você beija muito bem — Styles levou a ponta de seu dedo indicador até sua boca.
Louis riu em total descrença.
— Vou ser sincero com você Harry — ele fez uma pausa enquanto ficava frente a frente com o de cachos — Eu não curto garotos mais novos e convenhamos, você é bem mais novo do que eu e Ethan é meu melhor amigo e você — Tomlinson apontou para o garoto que ainda mantinha um sorriso ladino — É irmão dele. Não podemos namorar.
Tomlinson sabia dos onze anos de diferença que tinham, talvez não fosse tanto assim, mas ele ainda tinha trinta e Harry ainda tinha dezenove. Styles no entanto puxou uma mecha de cabelo e começou a enrolar em seus dedos e mais uma vez abriu um sorriso maldoso. — Eu sei e você beija muito bem.
Louis abriu a boca, tentou pronunciar algumas palavras mas tudo que saia de sua boca eram apenas palavras gaguejadas que não faziam o menor sentido.
— Merda, acho que eu deveria ir — ele desviou de Harry e deu apenas três passos até que a voz de Harry o fizesse parar.
— E quem disse alguma coisa sobre namorar? — seu tom de voz era petulante e Louis podia jurar que ele tinha a língua entre os dentes.
Tomlinson rapidamente voltou a frente do garoto agora um pouco mais próximo do que antes e encarou aquelas orbes verdes que facilmente podiam ser confundindas com arbustos no verão que brilham contra o sol da manhã.
— Por que faz isso comigo? — ele perguntou levando suas duas mãos até o rosto esfregando-o tentando dissipar um pouco do calor que se acumulava ali, naquela região.
— Eu não sei... — Harry deu de ombros, mordeu o canto dos lábios e mordeu a pontinha da língua enquanto levava seus dedos até o peitoral de Louis — Talvez porque eu queira brincar um pouco com você?
Tomlinson respirou fundo enquanto sentia os dedos de Harry passeando sobre seu peito e descendo até sua barriga, chegando perto da barra de seu shorts.
— E nós não podemos fazer isso — ele segurou a mão do garoto enquanto carregava um sorriso de lado — Vão contar a todos seus amigos.
Harry sorriu petulante de novo e dessa vez desceu sua mão sobre o braço de Louis sentindo a pele quente por baixo de sua palma.
— Não vão se você não disser nada.. — ele persuadiu.
Louis fechou os olhos e segurou um resmungo em sua garganta sentindo as mãos de Harry massageando agora sua barriga descendo perigosamente perto de sua bermuda.
— M-mas Ethan vai d-descobrir e-e...
Harry podia sentir o calor que Louis emanava e podia ver que em seu shorts o caralho duro já marcava.
— Ninguém vai saber, eu não vou contar pra ninguém — suas mãos desceram mais um pouco chegando a beirada do shorts.
— N-não pod-demos — ele tentava formular uma frase concreta sem que sua voz saísse falhada mas Harry o afetava demais.
— M-me deixa te chupar só um pouquinho... — ele pediu formando biquinho em seus lábios.
Louis quase desistiu de se fazer de difícil quando sentiu a ponta do dedo de Harry raspar na cabeça de seu cacete que já pingava extremamente duro dentro de sua boxer.
— A g-gente não pode... — ele relutou mais uma vez tentando segurar os pulsos de Harry.
— Por favor, só um pouquinho... — ele mordeu o lábio e franziu as sobrancelhas.
Seus rostos estavam praticamente colados, os lábios de Harry quase encostavam no queixo de Louis. Ele sentia a respiração rápida e falha do mais velho, porém sentiu somente mais uma expirada em seu rosto antes de sentir as duas mãos grandes segurando seus dois braços e o empurrando até o pilar que ficava no canto da sala.
— Porque faz isso comigo caralho? — ele segurava os pulsos de Harry enquanto seu nariz passeava sobre o pescoço cheiroso do garoto — Porque fode comigo desse jeito?
Harry só sabia revirar os olhos e soltar pequenos ofegos de sua boca.
— Está querendo que eu faça coisas erradas com você? É isso que quer porra? — Louis tinha seu rosto colado ao de Harry e vez ou outra raspava os lábios juntos além de ofegar perto ao pescoço do garoto, o arrepiando.
Styles gemia e tentava a todo custo soltar suas mãos do aperto de Louis, mas esse parecia muito empenhado em segurá-los já que o garoto estava em uma batalha praticamente perdida.
— Sempre sendo pirralho o bastante, garoto mimado — Louis beijou o pescoço de Harry e ouviu o gemido manhoso que escapou da boca dele.
Harry mesmo com as mãos presas abaixo de sua cintura conseguiu apalpar o cacete de Tomlinson por cima do moletom o que rapidamente tirou um resmungo dele.
— Lou...Por favor — ele implorou olhando Louis nos olhos enquanto carregava aquele sorriso malicioso.
— Sempre fodendo comigo cacete.
Tomlinson segurou a cabeça de Harry mantendo o contato visual enquanto beijava o canto de seus lábios, sua língua não demorou para adentrar a boca gostosa de Styles e logo dominar o beijo. Não era uma tarefa difícil já que o garoto parecia gelatina em suas mãos, deixava que Louis tomasse conta do beijo e de todo seu corpo.
O mais velho então levou uma de suas mãos até o peito de Harry, seu dedo indicador junto do polegar fizeram questão de apertar o biquinho e o puxar forte arrancando um suspiro da boquinha rosada. Louis aproveitou o momento pra descer sua boca até o pescoço de Harry beijando e mordiscando a pele branquinha e cheirosa.
Sua outra mão segurava os cachos mantendo a cabeça do garoto parada onde estava, para que ele não pudesse se mover de maneira alguma. Louis foi rápido em soltar o biquinho de Harry apenas para levar sua mão até a bunda dele enquanto voltava a maltratar seus lábios.
Styles tinha sua mão trabalhando no caralho de Louis por cima do moletom, podia sentir a cabecinha expelindo pré-gozo e formando uma mancha molhada e mais escura sobre a bermuda. Já Tomlinson beijava todo o pescoço de Harry demonstrando o quanto estava sedento por aquilo.
— Seu cacete tá tão duro pra mim, Tomlinson — Harry sussurrou pornograficamente.
Louis riu sacana e levou uma de suas mãos até a nuca de Harry enquanto a outra se fechava na parte da frente do pescoço, segurou assim, afirmando que tinha dominância sobre o corpo do cacheado, raspou seus lábios e mordeu o inferior trazendo pra dentro de sua própria boca.
— É tão vadia quanto pirralho, não?
O que Louis não sabia é que Harry gostava tanto que o maltratassem e o humilhassem. O gemido que rasgou sua garganta foi tão gostoso quanto o aperto que ele deixou no caralho de Louis o fazendo expelir ainda mais.
Harry continuava a punhetar Louis e esfregava seu quadril de leve sobre a coxa dele para que pudesse receber algum estímulo em seu próprio pau, o que rapidamente Louis percebeu.
Ele logo fez questão de levar uma de suas mãos pra dentro do shorts de Harry e passar o dedão sobre a glande, era tão extremamente molhado que Louis podia jurar que ele já tinha gozado. Tirou sua mão apenas pra trazer sobre o lábio de Harry e pintar aquela boquinha cor de rosa com o próprio pré-gozo.
Viu Harry então esfregar os lábios como se tivesse acabado de passar o gloss mais caro da loja de maquiagem. Louis mordeu seus próprios lábios e deu um tapa de leve na bochecha de Harry, não tão forte mas o suficiente pra arrancar um suspiro supreso da boca dele.
O mais velho ainda segurando o pescoço de Harry o empurrou para baixo as costas do garoto escorregavam no pilar e logo ele estava agachado em sua frente, o rosto a centímetros do seu caralho e seus olhos eram tão pidões que Louis poderia gozar agora só pra que pudesse desfrutar da imagem de Harry todo sujo de porra com aquela carinha pidona.
Sentindo a mão em seu pescoço Harry botou a língua pra fora esperando Louis fazer alguma coisa, e bem, o que ele fez Styles talvez não estivesse esperando, Louis formou um biquinho e cuspiu sobre a língua vermelha, ele recebeu um olhar aprovador do outro e não teve nem ao menos tempo reclamar quando sentiu Louis forçar seu queixo.
— Engole quieto.
Harry fez e logo estava com a língua pra fora de novo. Suas mãos estavam inquietas e esfregavam as coxas de Louis, vez ou outra esfregavam o caralho que estava bem ali, a alguns centímetros de sua boca. Tudo o que ele escutava eram os gemidinhos que Louis deixava escapar enquanto jogava a cabeça pra trás. Estavam tão sedentos um pelo outro.
Louis desceu seu shorts e finalmente liberou sua piroca do aperto, as veias tão absurdamente saltadas pelo comprimento, a cor vermelha brilhante pelo pré-gozo que pintava todo aquele pau grosso e bonito. Harry sentiu sua boca salivar e suas mãos seguraram rápido a base do cacete para levá-lo até seus lábios.
O outro porém foi mais rápido em segurar os cachos de Harry e tirar sua mão de seu pau, Louis trocou a mão com as unhas pintadas de vermelha pelas suas próprias, ele segurou pela base e levou até a boca carnuda de Styles, bateu com a cabecinha sobre os lábios e gemeu sofrego quando sentiu ele soltar uma lufada de ar sobre a fenda de seu cacete.
— Porra!.
Harry assistia tudo maravilhado, seus olhos brilhavam enquanto ele tinha Louis maltratando seus lábios com seu pau e escutava os gemidos manhosos dele ecoando pela sala. Styles ousou abrir a boca só pra poder sentir na ponta da língua o sabor da pré-porra de Louis.
Tomlinson suspirou quando sentiu a língua de Harry se esfregando em sua fenda, a pré-porra escorreu por sua glande chegando até o meio de seu pau, mas Styles foi mais rápido em levar a língua e recolher o líquido pra dentro de sua boca. O mais velho novamente juntou os cachos de Harry em suas mãos e deixou a cabeça dele grudada ao pilar.
Ele lhe lançava um olhar piedoso, era até mesmo pornográfico o quanto aqueles olhos brilhavam e o quanto aquela boca clamava pelo caralho de Louis.
— Fode minha boca. — o garoto pediu.
E foi o que Tomlinson deu a ele no segundo seguinte, esfregou a ponta no lábio e aquilo já foi o suficiente pra que Harry abrisse sua boca. Seus dedos puxavam tão forte os cachos de Harry que por um momento ele pensou que sairiam e ficariam nas suas mãos.
A boca de Harry era quente, quente pra caralho, o cacete de Tomlinson ia e voltava em estocadas rápidas e brutas que faziam o cacheado ter de respirar pelo nariz para que não acabasse engasgando. Louis não tinha piedade alguma do garoto, metia seu pau na boquinha sem dó, sentia o tanto de saliva que escorria por seu pau chegando a sujar até mesmo seu shorts de moletom.
As mãos do garoto estavam nas coxas de Louis, apertando toda vez que ele empurrava seu pau até o fundo, até que os pelinhos de sua virilha encostasse no nariz de Harry. A boca de Harry era gostosa e ele sabia pagar um boquete como ninguém, por um momento Louis até mesmo se questionou quantos ele ja havia feito para que soubesse tão bem o que fazer.
Os dentes vez ou outra encostavam de leve nas veias saltadas do pau e arrepiavam Louis dos pés a cabeça. Tudo era uma bagunça molhada, o pescoço de Harry que já estava completamente arruinado pela saliva, os shorts de Louis e as bochechas de Harry que já ganhavam uma cor avermelhada.
Tomlinson empurrou seu pau até o fim, sentindo a garganta de Harry em sua glande, segurou seu pau dentro da boca do garoto sentindo toda aquela quentura lhe abrigando, a língua quente que rodopiava sobre o tamanho grosso e fazia Louis gemer, as mãos quentes que apalpavam as bolas vez ou outra em busca do leitinho de Louis.
— Boca de puta do caralho.
Louis preguejou tirando seu pau da boca do garoto pra que ele pudesse respirar, seu cacete pingava saliva e um pequeno filete estava ligado até os lábios de Harry. Esse último que fez questão de juntar uma quantidade absurda e cuspir sobre a piroca e começar a punhetar extremamente rápido.
— Me dê seu leitinho, Lou.
O mais velho sorriu antes segurar as bochechas de Harry.
— Ainda não, quero foder mais sua boquinha — o polegar se esfregou sobre os lábios como se espalhasse um gloss.
Harry lhe lançou aquele olhar desafiador, como se desafiasse Louis a voltar a meter seu caralho na boca dele, como se insinuasse que ele não duraria mais tanto tempo. Louis apertou os olhos e sem avisar simplesmente empurrou toda sua piroca ao fundo da boca dele.
Os olhos se encheram de lágrimas e ele se engasgou, o que arrancou uma risada desgostosa de Louis, mas isso não o impediu de voltar a maltratar aquela boquinha, ele socava com força seu pau, em todas as estocadas atingindo o fundo da garganta e arrancando ainda mais saliva daquele garoto petulante.
Suas mãos apertavam tanto as coxas de Louis que ele sabia que mais tarde estariam ali as marcas dos cinco dedos. O mais velho vez ou outra encarava Harry apenas pra ver o quanto o garoto estava destruído, os olhos estavam cheios d'água, as bochechas vermelhas, mas tão vermelhas que podiam ser comparadas com as unhas pintadas, a boca tão fodidamente rosa, inchada e brilhante que Louis possivelmente tiraria uma foto e enquadraria como sua maior obra de arte.
Ele meteu seu pau na garganta de Harry o engasgando e arrancando um gemido gritado do garoto, seu pau expeliu pré-porra direto na garganta do de cachos e ele prontamente engoliu. Louis estava se segurando ao máximo, os olhos chorosos de Harry pra si o faziam arrepiar e suas bolas repuxarem, a boca quente e aveludada o causava pequenos espasmos e era impossível pra ele segurar seu prazer.
— Hmf...Só mais um pouco bebê...— Louis avisou antes de subitamente aumentar a velocidade das estocadas.
Harry tinha sua mão sobre seu próprio pau, apertando por cima do shorts jeans, o que rapidamente Louis notou, com um sorriso sacana ele enfiou seu pé abaixo do menino conseguindo sentir a rigidez do pau dele.
— Se esfrega e tenha seu orgasmo junto comigo Harry.
Ele gemeu tão alto causando vibrações na piroca de Louis enquanto começava a rebolar, tão rápido e necessitado que era até bonito de se ver. Louis tinha sua cabeça jogada pra trás respirando fundo tentando controlar sua vontade absurdar de esporrar na boquinha de Styles.
Ele podia escutar os gemidos abafados do garoto contra seu cacete e porra, suas mãos desceram pelo peito de Harry até encontrar o mamilo, com a ponta dos dedos ele torceu aquela parte sensível e foi como se uma bomba tivesse explodido.
Harry ajoelhado fechou os olhos que estavam lotados de lágrimas, gritou abafado contra a piroca de Louis, seus quadris rebolavam tão mais rápido e em sua boca ele podia sentir o gosto da porra de Louis. Esse que gemia manhoso jogando a cabeça pra trás praguejando o nome de Harry.
— Porra Harry! — sua voz soava tão mais grossa agora — Engole todo meu leitinho.
Harry também havia chego em seu orgasmo, apenas o estímulo de Louis apertando seu mamilo foi o suficiente pra que ele esporrase contra o tecido de seu shorts. Louis sorriu quando Styles tirou o caralho da boca e colocou a língua pra fora mostrando que havia engolido todo seu prazer.
O mais velho segurou Harry pelo pescoço e o trouxe pra si, beijando aqueles lábios que agora estavam ainda mais vermelhos e babados. O beijo era rápido, desajeitado e ansioso, uma das mãos de Louis apertava a bunda de Harry, apertava com força esfregando o garoto em si, só pra escutar aqueles gemidinhos que escapavam durante o beijo.
Louis desceu seus lábios pro pescoço de Harry sugando a pele branquinha e cheirosa, deixava mordidinhas assim como queria deixar nos mamilos dele e ele possivelmente faria se não fosse a buzina do carro de Ethan chegando em frente a casa. Tomlinson imediatamente se desgrudou do garoto e ajeitou os cachinhos dele.
— Sobe Harryzinho, eu digo que entrei pra esperar Ethan e você estava estudando.
Louis deixou mais uma mordidinha sobre o lábio de Harry antes do garoto subir correndo as escadas, Tomlinson ajeitou os cabelos e limpou o canto de seus lábios e se jogou sobre a poltrona pegando seu celular, no segundo seguinte John e Joanne abriram a porta portando sorrisos grandes.
O de olhos azuis se perguntou se eles continuariam com esses sorrisos se descobrissem que Harry estava de joelhos minutos atrás engolindo todo o caralho de Louis.
— Louis, querido!
Joanne imediatamente abraçou Louis e alisou seus cabelos assim como John. Ethan entrou em seguida, com um sorriso calmo em seus lábios.
— Hey cara! — eles fizeram aquele toque que apenas eles sabiam.
Ethan deixou o restante das malas dos pais ali na sala e se jogou no sofá ao lado de Louis.
— Eu não sei se o rolê ainda está de pé cara, meus pais querem jantar comigo e com Harry — ele se explicou enquanto teclava no celular.
John apareceu na porta da sala com uma panela vazia em mãos.
— Louis fique pra jantar conosco, filho — ele pediu — E fique pra dormir também!
Tomlinson carregou um sorriso pequeno e uma ideia passou em sua mente.
— Oh! Claro, Eu fico. — ele logo respondeu enquanto via Harry descendo as escadas com os cachos agora todos alinhados e com os lábios carregados de gloss.
Ele lançou um olhar maldoso pro de olhos azuis antes de sumir pela cozinha. Louis teria que se controlar pelas proximas horas pra que não fodesse aquele pirralho na frente de todos.
🌑
Louis achou que morreria.
Durante todo o jantar Harry ficou esfregando seu pé sobre a canela de Louis, ele subia e descia e vez ou outra passava até sobre a coxa enquanto soltava algum risinho. Louis porém se manteve impassível, puxando assuntos como se desprezasse Styles.
Na hora em que Louis foi lavar a louça ele sentiu Harry lhe abraçando por trás e levando a mão até seu caralho o apalpando por cima do shorts. Porém agora sem um pouco de paciência pra petulância do menino, ele com a mão molhada se virou e segurou Harry pelo pescoço o apertando contra o armário.
— Para de ser desesperado por pau, pare de me provocar caralho — Louis apertou o pescoço dele mas tudo o que recebeu foi uma risadinha e um pequeno sussurro "Ou o quê?"
Tomlinson sorriu desacreditado e passou a língua sobre os dentes.
— Cale a porra dessa boca pirralho. — Louis subiu sua mão até os cachos e puxou enquanto mordia o lábio inferior de Harry. — Na hora em que eu entrar no seu quarto de madrugada espero que seja bom o suficiente pra receber meu pau nessa bundinha gostosa que você tem.
Harry revirou os olhos e sussurrou baixinho "Estarei te esperando, Lou".
Louis não sabe como mas ele se recuperou no instante seguinte pois John entrou na cozinha trazendo mais alguma louça suja para ele lavar. Tomlinson se sentiu aliviado quando Sr. Styles apenas colocou o prato sobre a pia e saiu, o deixando sozinho e divagando sobre o pirralho e a vontade insaciável que ele tinha de pau.
Não demorou muito pra Louis deixar a cozinha limpa e logo ele subia as escadas, a porta do quarto de Ethan estava fechada, o amigo já tinha avisado que estava muito cansado e que amanhã eles podiam sair pra beber e fumar alguma coisa.
Tomlinson não reclamou, afinal sua diversão estava no quarto ao lado.
Em passos leves e calmos ele foi até a porta do quarto de Harry, estava encostada em um aviso claro de que Louis poderia entrar. Quando adentrou o quarto a primeira coisa que viu foi Harry, virado de lado com a bunda gordinha virada si, uma boxer preta cobria seu corpo e a luz amarelada do abajur ao lado da cama iluminava seus cachos.
Louis trancou a porta e devagar foi até a cama, seus joelhos se apoiaram e seu nariz logo sentiu o cheiro doce que vinha do corpo de Harry, ele brilhava contra a luz fraca. Ele se abaixou até que tivesse seu nariz enterrado nos cachos de Harry, esfregando por ali e descendo até o pescoço branquinho.
— Tão cheiroso bebê — Louis elogiou virando o corpo de Harry de frente pra si.
Ele notou os olhos fechados do garoto, sabia que ele não estava dormindo, Tomlinson havia avisado que viria. Louis sorriu contra os lábios de Harry e deixou um selar ali, devagarinho ele desceu seus lábios até que estivessem sobre os mamilos gostosos, eram amarronzados e tão pontudinhos que Louis poderia mamar neles pra sempre.
Ele esfregou sua língua contra um, enquanto beliscava o outro torcendo por entre seus dedos. Mesmo dormindo Louis sentiu todo o corpinho de Harry tremelicando e arrepiando, o garotinho era tão sensível ali. Tomlinson passou um bom tempo brincando com o mamilo esquerdo de Harry, deixando-o tão babado e inchado que podia jurar que havia ficado mais bonito assim contra a luz do abajur.
Devagar foi até o mamilo direito, sua boca logo sugou o biquinho, era tão mas tão gostoso ter o peito de Harry dentro de sua boca, Louis ficaria louco. Ele podia sentir a rigidez do cacete do outro contra sua coxa e ele o provocava esfregando sua perna contra o pau, com esses movimentos ele arrancava suspiros e alguns sons manhosos da boca de Harry.
Porra era tão gostoso ter o garoto pra si.
Ele desceu sua boca contra a barriguinha de Harry, deixando beijos por toda a pele bronzeada, o garoto era tão bonito que Louis facilmente o compararia a uma obra de arte, daquelas em que você fica extremamente fascinado e não consegue parar de assistir, que tem a necessidade de o manter só pra si pra que mais ninguém veja o quão bonita ela pode ser.
Chegando perto da boxer Louis começou a deixar beijos mais demorados e melecados, deixando escapar um pouco de saliva por entre seus lábios conforme beijava tudo aquilo. Estendeu sua lingua e por cima da boxer lambeu a cabecinha do pau de Harry, ele sentiu a umidade contra o tecido e soube que ele também estava gostando de todos os estímulos que recebia.
Tomlinson esfregou sua língua contra o comprimento do cacete de Harry recebendo um gemido manhoso e um pequeno espasmo na perna em resposta. Ele sorriu sabendo que causava no garoto o mesmo que ele causava em si.
Ele puxou a boxer pra baixo apenas para livrar o pênis de Harry do aperto do tecido, era vermelho e tão tão molhado, as veias tão marcadinhas sobre todo o contorno e porra era fodidamente bonito. Devagar Louis começou a punhetar, torcendo o pulso e apertando de uma forma que toda vez que chegava até a base um filete de pré-gozo escorria pela fenda.
Louis abocanhou a glande e punhetou o restante, Harry gemia abafado com a boca fechada, os olhos piscando vez ou outra e o peito subindo e descendo rápido.
— Abra os olhos, abra os olhos e me assista tendo você em minha boca Harry — Louis pediu enquanto punhetava, mas o garoto apenas tremeu as pálpebras — Eu sei que está acordado, abra os olhos e assista.
Louis ordenou e apertou o caralho de Harry pela base ganhando mais um filete de pré-porra e um gemidinho gostoso, os olhos verdes se abriram e porra, a pupila tomava conta da íris verde de Harry, aquela inocência agora estava em algum outro lugar pois os olhos de Styles estavam carregados de luxúria, eram pecaminosos.
Agora tendo a atenção do menino toda pra si Louis voltou a chupar. Seus lábios abocanhavam tão bem aquele pau, descendo até a base e o deixando extremamente babado, saliva escorria por suas bolas e sujavam o lençol da cama, tudo era uma bagunça, Harry que deixava os gemidos escaparem e Louis que gemia contra o pau dele apenas pra que pudesse assistir ele revirando aqueles olhos bonitos.
Louis desceu sua boca pras bolas de Harry, sua língua se esfregava contra elas, ele sabia exatamente onde chupar, onde apertar, onde lamber, aquilo era gostoso pra caralho, Harry nunca havia sido chupado tão bem como estava agora, seu pau nunca havia ficado tão vermelho como estava agora e ele nunca precisou gozar tanto como precisava agora.
— Awn...Lou, eu p-preciso gozar — Harry disse com a voz em um tom elevado.
Louis sorriu contra os testículos dele e apertou a base do cacete, gostava de o provocar. Ele voltou a dar atenção ao pau de Harry e seus dedos desceram até a entradinha dele, provocando ali apenas pra que tivesse Harry se tremendo sobre os lençóis.
Esfregou seu dedo médio ali massageando e sentindo ela pulsar contra seu dígito. Harry no entanto não controlava os gemidos, eram tantos estímulos, Louis com a boca em seu pau, seus dedos massageando sua entrada, os seus próprios dedos apertando seus mamilos e a outra mão de Louis massageando suas bolas. Era demais.
Styles sabia que estava próximo e não poderia segurar sua boca, não conseguia gemer baixo e aquilo irritava Louis.
Porém no segundo seguinte todos os estímulos pararam e Harry abriu os olhos com suas sobrancelhas franzidas.
— Porque Par-
— Eu acho bom você calar a porra dessa sua boca e parar de gemer igual uma puta — Louis agora tinha o corpo em cima de si, sua mão apertava a boca de Harry e seus olhos encaravam a alma do garoto — Pare de ser desesperado por pau seu pirralho barulhento, não aguenta ficar com essa boquinha fechada? Hm?
Louis ainda tinha sua mão sobre o pau dele, masturbando-o enquanto o repreendia, com a boca tampada Harry gemia abafado e revirava os olhos conforme Louis torcia o pulso em seu cacete.
— Será que vou ter que comer você tampando sua boca pra você ficar quietinho? Hm? — Louis perguntou encarando fixadamente aquelas orbes brilhantes.
Harry obviamente chacoalhou a cabeça em afirmação, sabia que era barulhento e sabia que não aguentaria gemer baixo enquanto tem Louis metendo em si. Porém seus olhos quase saíram de seu rosto e um grito quase ecoou por seu quarto ‐se não fosse a mão de Louis na boca dele- quando sem avisar Louis meteu dois dedos em si.
Ele mantinha os dedos lá parado, sem fazer estímulo algum, deixando apenas Harry sedento e manhoso, Styles percebia e por isso começou a rebolar o quadril, o que Louis também percebeu e segurou impedindo-o de mexer.
Tomlinson se abaixou devagar, sua mão foi devagar até o pau de Harry enquanto sua boca se aproximou da do outro, ele devagar esticou a língua e começou um beijo lento, no mesmo instante em que começou a punhetar Harry e dedar sua entradinha. Os beijos causavam estalinhos no quarto, junto ao barulho molhado da punheta.
Harry levou sua mão até a nuca de Louis enquanto a outra tirava desajeitadamente a boxer dele, ele precisava tocar aquele caralho, era mais que uma necessidade. Tomlinson o ajudou e logo Harry tinha as mãos sobre a piroca, punhatando assim como ele fazia em si, os barulhos eram pornográficos e qualquer um que passasse perto do quarto poderia saber o que acontecia ali dentro.
Harry apertava a nuca de Louis, puxava os cabelos tão fortes arrancando gemidos abafados do outro em sua boca, era tudo tão gostoso, Louis masturbava seu pau de uma forma tão dura, seus dedos que trabalhavam incansavelmente em seu cuzinho, lhe preenchendo tão bem e sua boca que fazia questão de beijar tão lento e gostoso que Harry se sentia como um dependente de drogas.
Seus corpos já começavam a criar uma camada fina de suor, o quarto já ficava abafado e as respiração estavam descontroladas. Os dois faziam movimentos brutos, Louis socava os dedos dentro de Harry, sem dó, sua outra mão apertava tanto o cacete dele que achava até mesmo que estivesse machucando-o, porém os gemidos manhosos que recebia em resposta diziam o contrário.
— P-porra...M-meu Deus! — Harry gemeu rebolando os quadris contra os movimentos de Louis.
Louis estava encantando, Harry era insaciável.
— Cale a boca bebê — Louis pediu beijando os lábios de Harry — Você é barulhento demais, quer que venham parar nossa brincadeira? Quer?
Harry imediatamente chacoalhou a cabeça de forma negativa e apertou a boca, seus olhos estavam tão chorosos, tão cheios d'água que fazia Louis até mesmo ter pena. Louis sentia os apertos que Harry deixava em seus dedos, ele estava sedento por algo maior enterrado dentro de si, ele pingava pré-porra e estava extremamente melecado.
— Lou, e-eu preciso do seu caralho... — ele pediu baixinho sussurrando — Por favor, por favor, eu quero mais.
Tomlinson sorriu, ele estava se segurando pra simplesmente não meter dentro de Harry e arrancar dele toda aquela petulância. Tirou os dedos de dentro do menino imediatamente e juntou um pouco da pré-porra que escorria do pênis dele, esfregou sobre a entrada e deixou extremamente melecada.
Levou dois de seus dedos até a boca de Styles e enfiou até que sentisse a garganta do menino expelindo uma quantidade absurda de saliva. Com os dedos molhados ele levou até sua piroca, punhetou duas vezes a deixando muito, muito molhada, os olhos de Harry brilhavam pra si a ansiedade transbordava daqueles olhos verdes.
Louis virou Harry em um movimento só o deixando agora com a bundinha empinada pra si, o rosto cheio de cachos estava enterrado no travesseiro e as mãos estavam de uma maneira submissa nas costas dele. Ele segurou as nádegas de Harry e cuspiu mais uma vez sobre a entradinha pequena, o menino se remexeu pelo contato molhado.
— Me come logo, por favor — Harry pediu tão baixinho que Louis simplesmente subiu no garoto e enfiou seu caralho de uma vez.
Porra.
Harry soltou um gritinho, que logo foi abafado por Louis levando sua mão até os cachos e a outra até a boca de Harry tampando qualquer som que ousasse sair dali. Styles era quente, fodidamente quente e apertado, Louis sentia em cada centímetro do seu pau Harry lhe aquecendo o fazendo pulsar, as veias estavam todas saltadas, era tão sufocante o aperto que recebia do cuzinho de Harry que ele poderia esporra nele agora.
— Caralho bebê, você é gostoso pra porra. — Louis gemeu no ouvido de Harry.
Tomlinson não se mexia, permanecia parado dentro de Harry, pra que os dois se acostumassem, porém o garoto já parecia muito bem acostumado e impaciente, seus quadris rebolavam impacientemente na rola de Louis a procura de contato.
— Vai Louis.... — ele pediu manhoso — Mete com força, eu não vou q-quebrar.
Louis arqueou as sobrancelhas e começou a socar dentro dele. Ele metia de forma bruta, o pau saía e voltava pra dentro em uma velocidade absurda, as peles se chocando, as bolas de Louis surrando as nádegas de Harry, o barulho molhado, que porra, era o que mais deixava Tomlinson insano.
Seus olhos estavam vidrados na bunda de Harry, o engolindo todo até o fundo, no seu pau sumindo entre as nádegas e voltando ainda mais vermelho e ainda mais molhado. Sua mão agora segurava os dois pulsos de Harry acima da bunda dele, era uma forma extremamente submissa de se estar enquanto Louis o fode ao extremo.
O quarto era preenchido pelos barulhos molhados, os sons manhosos que Louis soltava e até mesmo alguns gemidinhos de Harry, as peles se chocavam e ecoavam, o cheiro de sexo já se espalhava pelo cômodo e tranformava-o em um ambiente pecaminoso.
Harry via estrelas por debaixo de suas pálpebras, não sabia formular nem uma miséria frase sem que seu gemido a cortasse no meio o fazendo falhar, isso tudo porque Louis era a porra de um Deus do sexo. Ele sabia exatamente com que força deveria meter, onde deveria empurrar para que Harry gemesse um pouquinho mais longo, onde apertar para que o garoto tivesse pequenos espamos e até mesmo o que ele deveria falar.
— Tá gostoso bebê? — ele perguntou trazendo Harry pro seu peito — Fala pra mim, tá gostando de como meu caralho te come? Hm?
Harry abriu os olhos e concordou, ele chorava de tesão, seu rosto estava totalmente destruído.
— Parece que alguém c-comeu sua língua, H — Louis zombou — Tudo o que saí da sua boca são gemidos manhosos.
Tomlinson o virou na cama, colocando as costas dele nos lençois e se colocando no meio das pernas dele, não o dando descanso e metendo novamente. Agora ele podia mamar nos peitinhos de Harry enquanto socava sua piroca no cuzinho dele.
Harry que já estava nas nuvens com Louis apenas metendo em si, agora havia descido ao inferno. Ele agarrava as costas de Louis e arranhava enquanto chorava e tentava controlar os gemidos pelas mordidinhas gostosas que recebia em seu mamilo. Em uma das estocadas Louis atingiu sua próstata.
— Caralho! Ali Lou....Ali de novo.
Louis sorriu e tapou a boca dele de novo, agora que havia encontrado o pontinho de Harry continuaria metendo ali até que o tivesse gozando e tremelicando na cama. Seus dedos foram rápidos até os mamilos o torcendo intensificando o tesão dele.
Tomlinson o deixou um olhar duro, como se avisasse que ele não poderia fazer barulho, devagar tirou sua mão da boca dele e escorregou até que estivesse novamente sobre o pau. Primeiro ele apertou as bolas e cuspiu sobre o cacete, em seguida começou a punhetar na mesma intensidade em que metia em seu cuzinho.
Harry estava ficando louco. Eram estímulos demais, não sabia nem ao menos o que fazer diante de tanto tesão, levou sua própria mão a boca mordendo a pele pra que não gemesse. Sua entrada estava sendo tão bem estimulada, seu pau recebia uma punheta tão gostosa de Louis e porra seus mamilos já estavam dormentes de tanto que o mais velho apertava.
— L-lou, eu n-não vou aguentar mais!
Harry choramingou e apertou o braço dele. Louis sorriu satisfeito, ele também estava bem próximo do orgasmo mas queria que Harry viesse primeiro.
— Então venha bebê, goze pro Lou. — ele pediu sacana se abaixando e puxando os lábios dele em um beijo — Vamos, seja um bom garoto e goze com meu caralho te comendo.
Harry apertou os cabelos da nuca de Louis antes de apertar os olhos, sentia Louis socando sua próstata em todas as estocadas, sentia ele apertando seu pau e esfregando a glande, aquilo foi o ápice pra que ele sentisse suas bolas se repuxarem e seu pau finalmente liberasse seu prazer.
— Louis! — ele soltou um gemido gritado sobre a boca do outro.
As suas costas estavam arqueadas da cama enquanto seu pau esporrava sobre seu estômago e peito, as mãos de Louis não paravam na punheta e muito menos as estocadas diminuíram de velocidade. O corpo dele estava todo arrepiado e a boca aberta em um perfeito O sem som.
Louis estava maravilhado com a cena de Harry gozando, ele era a porra de uma obra de arte. Suas mãos continuram a masturbar o garoto enquanto agora ele buscava seu próprio orgasmo. Tomlinson empurrava seu cacete na entradinha sensível de Harry em estocadas fundas e rápidas, a sensibilidade do orgasmo fazia com que ele se apertasse ainda mais contra o pau e tornasse uma tarefa ainda mais fácil para Louis gozar.
— Porra bebê, desse jeito eu vou gozar tudo dentro de você. — Louis gemeu sentindo as mãos de Harry apertando seus cabelos.
O menino tinha os olhos fechados como se estivesse um pouco inconsciente ainda pelo orgasmo mas estava sentindo tudo de maneira intensificada. Louis segurou agora as duas mãos de Harry acima da cabeça dele e se abaixou até que estivesse com os lábios sobre os de Harry.
— P-pode gozar L-lou — Harry pediu raspando os lábios — Pode me sujar com seu prazer, pode me p-prencher, eu quero Louis.
Louis gemeu, Harry sabia o que fazer, ele mordeu o lábio inferior do menor e empurrou seu cacete mais duas vezes na entrada de Harry, acertando a próstata nas duas. Ele sentiu quando seu pé formigou e sua cabeça rodopiou, seus olhos se reviraram e suas bolas se repuxaram, sua fenda então liberou toda sua porra.
Mas nem por isso ele deixou de continuar a socar sua piroca em Harry, seu pau entrava e saia devagar agora, os resquícios de porra saindo pelo cuzinho de Harry deixando Louis a ponto de gozar outra vez. Ele estocou mais algumas vezes até que sentisse suas coxas tremerem por tamanho esforço e então saiu de dentro do garoto.
A estradinha expelia o gozo de Louis e era uma imagem e tanto. Tomlinson completamente exausto levou seu dedo até a entrada dele e recolheu uma quantidade de porra em seguida levando até os lábios de Harry o fazendo engolir.
— Caralho, você não existe — Louis sussurrou e beijou Harry, devagar e lento.
Harry sorriu ladino, seus olhos se fechavam lentamente e seu peito subia e descia devagar, se acalmando depois de ser verdadeiramente fodido por Louis. Tomlinson admirava Harry conforme ele se acalmava e se aconchegava no colchão.
Louis se praguejou por não pensar duas vezes antes de puxar sua camisa do chão para se limpar assim como fez com Harry, se praguejou quando se deitou do lado esquerdo da cama e puxou Harry contra si, se preguejou quando beijou os cachos e o abraçou, o praguejou quando escutou a respiração calma e soube que ele havia dormido.
— Porra.
Ele sibilou devagar antes de se entregar ao sono.
🌑
Louis acordou antes de Harry, os pequenos raios de sol entravam pela janela e batiam diretamente em seus olhos. Seu corpo estava dolorido e o quarto estava completamente abafado, devagar sua mente trazia imagens da noite passada onde Harry gozava em seu pau.
Ele apertou os olhos e se praguejou, ele sabia que estava completamente fodido porque agora seria impossível se manter longe de Harry, agora seria impossível não o ver nos almoços de domingo e não se lembrar de como ele era insaciável, não se lembrar dos sons dos gemidos baixinhos que ele soltava quando estava prestes a gozar.
Sentiu o garoto se mexer e antes que ele acordasse Louis se levantou e conferiu o horário no relógio. 05:45 de um sábado e Louis saía de fininho do quarto do irmão de seu melhor amigo depois de o foder praticamente a noite inteira.
Abriu a porta do quarto de hóspedes e devagar se deitou sobre a cama, sua mente não o dava paz, tranzendo lembranças da noite anterior. Louis estava com os olhos abertos quando a porta se abriu devagar e Ethan o encarou com uma carranca.
— Cara, acabei de passar aqui e não te vi — ele esfregou os olhos — Onde se meteu?
Louis segurou um sorriso pois se segurou para não dizer "No seu irmão".
— Estava no banheiro, não me ouviu mijando? — Louis perguntou enquanto carregava uma reação indifetente em seu rosto.
Ethan deu de ombros e bocejou.
— É devo ter escutado. Vou voltar a dormir, é muito cedo.
Louis viu ele sumir pela fresta da porta e então ele soube que a partir de agora teria que arrumar pequenas desculpas a seu melhor amigo se quisesse continuar vendo Harry.
E ele com certeza queria continuar vendo o bebê dele.