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@ohxmelody
Talvez tivesse sido uma péssima ideia a Duquesne ter ido naquela festa, porém a curiosidade parecia ser algo que a matava completamente. A loirinha sentia uma enorme necessidade de poder observar de perto como era o ambiente por ali. Ela sentia necessidade de entender a razão de todas aquelas regras impostas. Contudo, fora praticamente inevitável que Melody não se sentisse um tanto deslocada assim que adentrou na enorme mansão. Seus olhos azuis vagueavam cada mísero detalhe, bem como as máscaras ali presentes, talvez na expectativa de decifrar algum rosto por detrás das mesmas. A bruxa se aproximou da mesa de bebidas e após muito ponderar pegou em um copo e se serviu de uma das bebidas mais fortes. Levou a taça aos seus lábios e sentiu o líquido queimar em sua garganta fazendo com que ela fizesse uma ligeira careta. --- “ Nossa, isso é mesmo forte. “ --- acabou por murmurar para x garotx que estava sentadx ali perto.
Our Darkest Hour
baronjazz:
Apesar de se considerar um bom caçador, daqueles que pode realmente te dar um problema por conta da agilidade e ladinagem, o remorso lhe bate antes do verdadeiro trabalho começar. Enquanto olha seu próprio reflexo no espelho, se questiona novamente se é de fato um caçador ou um homem de origens profanas de um warlock. Se não fosse filho de um warlock, seria mesmo tão fácil assim acabar com uma vida às vezes de forma tão crua e vulgar? Pegou o celular para se checar a aparência do alvo, Melody Duquesne, linda garota, não pode deixar de pensar tristemente.
Respirou fundo e ergueu o capuz negro da blusa que usava, se algo ruim acontecesse, pelo menos identifica-lo não seria tão fácil. Pegou um celular especial para hacker o sistema das câmeras do dormitório, — algo que ele não preparou, mas teve de pagar alguém com capacidade de hacker esse tipo de sistema — uma pistola com silenciador e balestra. Elliot odeia usar armas de fogo, e mesmo que balestra tenha uma certa demora para carregar, sente mais confortável assim.
Estacionou com o carro um pouco longe do dormitório pensando em sua fuga, essa noite tinha que ser tudo bem calculado. Esperou alguns minutos antes observando a rua e suspirou de frustração porque admitiu que apenas sua arma seria melhor e também não chamaria tanta atenção. Saiu do carro indo direto em um poste específico para conectar um dos fios no celular, ele tinha mais ou menos quinze minutos, era bem mais do que precisava.
Entrou com cuidado no dormitório, ouvindo as vezes conversas alheias sobre assuntos das garotas, quase não conseguia prestar atenção por conta de sua concentração. Subiu para alguns andares e prestando atenção nos números das portas, ele encontrou o quarto que queria, mas não entrou…Pois a porta estava um pouco aberta. Se iria fazer o trabalho sujo, ele Elliot não queria testemunhas como pareciam estar ali e pelo pouco que ouviu…..As coisas não parecem estar bem.
@ohxmelody
Sem dúvida alguma que Melody possuía poderes que muitas garotas da sua idade idolatravam e dariam tudo para possuírem esses mesmos poderes. Contudo, a loirinha não se sentia de todo bem com aquela sua vida. Ela só queria ser uma garota normal, com seus problemas adolescentes normais, e claro, ainda com seu irmão mais novo ao seu lado. Mas a vida jamais era como a Duquesne queria e desejava, e por isso a menina continuava presa aquela maldita vida. Sim, maldita, porque para a bruxa aquilo era uma tremenda maldição. Uma maldição que acabara por levar seu irmão de si. E céus, como Melody se sentia culpada por tudo o que haveria acontecido no passado. A menina não conseguia se perdoar, até porque seus pais sempre faziam questão de relembrar a menina do mal que ela haveria cometido.
E mais um dia haveria se passado naquele lugar que aos poucos fora se tornando sua casa, o lugar onde a pequena Duquesne se sentia bem. Talvez fosse mais fácil se a loirinha aceitasse o que de fato era, contudo era difícil mais, especialmente porque ela sabia que uma vez aceitando ela teria que arcar com as consequências de tal. Na verdade, Melody já estava arcando com as consequências de seu passado. Seu sangue bruxo falava mais alto, e por mais que a garota tentasse fugir era praticamente inevitável resistir ao seu poder, ainda para mais quando as garotinhas de sua idade teimavam em pisar o risco consigo. Talvez fosse errado Melody se deixar levar tanto pelo seu temperamento, contudo suas colegas de dormitório acabavam sempre por abusar da sua pouca paciência.
A Duquesne estava tentando se controlar ao máximo, porém sua colega de quarto e inimiga número um continuava testando sua paciência. As bochechas claras da baixinha começaram tomando um enorme tom rosado, demonstrando claramente que seu temperamento estava ficando cada vez mais alterado. E sem dúvida que Melody sabia o preço de perder a sua paciência. Ela sabia que bastava apenas alguns segundos para sentir seu poder falar mais alto e assim calar de uma vez por todas a boca da outra garota.
Melody soltou um longo suspiro voltando suas íris azuis na direção da outra, seus olhos completamente semicerrados. --- " Eu juro que se você não calar essa boca agora eu queimo o seu cabelo, e...a sua língua! " --- replicou de um jeito completamente alterado sentindo todo seu corpo estremecer de ódio e raiva. O sangue fervilhava demais em suas veias, e fora nesse momento que ela sentira o tapa da outra na sua cara. A bruxa automaticamente respirou fundo e penetrou seu olhar no olhar maléfico da mais velha. --- " Eu te avisei!" --- ela exclamou contudo no momento em que ia lançar uma chama de fogo em direção à outra sentiu a porta do dormitório se abrir. A Duquesne voltou seu olhar na direção da mesma. --- " Quem 'tá aí? "
roxxnne:
terminou de ler as notícias daquela semana nos jornais de nova orleans que havia coletado nos últimos dias, procurando por qualquer tipo de informação que a pudesse levar a um acontecimento esquisito demais para ter explicações não mágicas. não se lembrava a última vez que tivera algum tempo para procurar por bruxas fora da academia, jovens perdidas que na maioria das vezes sequer sabiam o que de fato eram. infelizmente, nem naquele dia ela conseguiria se dedicar o suficiente para tal, já que algo do lado de fora da janela lhe chamou atenção. uma das estudantes parecia esconder-se atrás de uma grande árvore no jardim, e faulkner dedicou alguns minutos a observando. de longe, no entanto, não conseguia compreender o que de fato fazia. decidiu então ir até ela, alguns segundos depois se aproximando em passos silenciosos, só aí percebendo o que melody fazia. ateava faíscas tímidas de fogo em uma folha seca, provavelmente buscando controle, até que repentinamente um fogaréu descontrolado atingiu a pobre folha. a surpresa e tensão da loira demonstrou que aquela não havia sido a intenção, mas quando tentou apagar o fogo, apenas o aumentou. finalmente roxanne se fez visíviel, aproximando-se mais e interrompendo o ato, fazendo com que o fogo se esvaísse antes de espalhar para qualquer outro lugar. “mel.” cumprimentou, agachando-se ao lado da jovem moça. “o que está fazendo?”
@ohxmelody
Desde aquele maldito dia em que a pequena Duquesne descobrira seus poderes de bruxa que a menina nunca mais fora a mesma. Ela se sentia péssima por ser uma bruxa, especialmente porque fora isso que levara à morte prematura do seu irmão mais novo. Melody nunca haveria se perdoado pelo seu erro, e sem dúvida que os anos que passaram apenas intensificaram a sua culpa. A loirinha sentia a culpa a corroer a cada segundo, quase como se sua pele estivesse queimando em água quente. Era como se seu ar tivesse expirado, e ela apenas existia como uma espécie de zombie. Talvez em certa parte a academia fosse ajudá-la a controlar aquele maldito poder, e sem dúvida que era isso que a Duquesne mais desejava no mundo, isso porque não poderia trazer seu irmãozinho de volta. Naquela tarde a loirinha tentava, uma vez mais, controlar seu poder. Porém, parecia ser difícil demais, pois as folhas pareciam sempre se incendiar. A voz ali presente num primeiro momento assustou a mais baixa, fazendo com que a menina dê-se um ligeiro pulo. Melody voltou suas íris claras para o rosto alheio acabando por soltar um suspiro completamente derrotado. --- " Roxie... " --- a garota dissera num breve sussurro sentindo as lágrimas praticamente se formando em seus olhos claros. A dor em seu peito era tão gigantesca que ela praticamente não conseguia se controlar. --- " Eu....só queria saber como essa droga funciona. " --- um enorme suspiro se soltou por entre os lábios da bruxa e logo ela voltou seu olhar para as folhas que se encontravam no chão. --- " Você...sabe como isso funciona? "
As nuvens cobriam o céu de um cinzento tremendo e sem dúvida que esse fato acabava por deixar a Duquesne ligeiramente mais em baixo. Fora numa tarde como aquela que seu irmão partira a deixando à mercê da culpa. A bruxinha voltou suas íris claras para o céu soltando um longo suspiro. O aperto em seu peito era enorme, e só ela sabia o quanto desejava que tudo não passasse de um enorme pesadelo. Completamente distraída, Melody acabara por sentir seu corpo chocar com o de x. Suas bochechas rapidamente tomaram uma coloração avermelhada e ela voltou seu olhar na direção do meninx. --- “ Ahm...me perdoa por isso, eu...’tava distraída. “
Parece que MELODY DUQUESNE, ou como é mais conhecida, MEL, foi vista pelas ruas de Nova Orleans, como sempre confundida com SABRINA CARPENTER. Com seus 20 ANOS, torna-se difícil acreditar que seja uma BRUXA tão talentosa. Claro, para manter as aparências, finge ser uma ESTUDANTE normal, esperando que ninguém descubra que POR CONTA DE SEUS PODERES DE PIROCINESE ACABOU POR MATAR SEU IRMÃO MAIS NOVO. Enquanto ela é conhecida por ser VERDADEIRA E BRINCALHONA, também nota-se quanto é TEIMOSA E PESSIMISTA, mas o que esperar de alguém em meio à tanta magia?
BIOGRAFIA: Melody Duquesne nasceu na grandiosa capital britânica, Londes. Filha prodígio dos Duquesne, a loirinha sempre vira sua vida rodeada de bens materiais, porém quando completara seus nove anos de idade a menina descobrira que era oriunda de uma família bruxa. Óbvio que tal fato acabara por deixar a garota um tanto desconfiada acerca da sua família. Tudo aquilo era novo para a menina, e por mais que ela tentasse entender o porquê de sua família lhe ter escondido tal fato, ela não conseguia. Os anos foram passando e Mel acabara por se isolar um pouco acabando por fazer com que sua mente cedesse ligeiramente à depressão. Fora nesse momento de sua vida que Mel acabara por se descontrolar de seus poderes e assim acabara matando seu irmão mais novo, Douglas. Desde a morte de seu irmão que a loirinha se culpa, e acaba por se isolar mais das poucas pessoas que ela deixa entrar em sua vida. Talvez se ela não tivesse sido tão teimosa nada daquilo haveria acontecido, pois seus pais poderiam ajudá-la a controlar melhor seus poderes. A loirinha ama escrever, tal como ama música, e por isso acaba utilizando ambos para assim se isolar um pouco dos problemas que a atormentam no dia a dia, bem como tentar se esquecer do seu passado. É na escrita e na música que ela encontra o seu verdadeiro refúgio para tudo. PERSONALIDADE: Apesar de negar com todas as letras, Melody herdara bastante a personalidade de seu pai. Bastante determinada sobre aquilo que quer, a loirinha jamais desiste de seus objetivos. Ela sempre enfrenta cada batalha da vida, mesmo que isso a deixe ligeiramente ansiosa. Acredita fielmente em contos de fadas, mesmo que no fundo o negue. Está sempre na defensiva, mesmo que muitas das vezes tende a se deixar levar. Teimosa até demais sempre se acha a dona da razão. Apologista da verdade sempre fala a mesma sem dó nem piedade. Deseja se tornar uma bruxa melhor e assim conseguir o perdão de seus pais para o fatídico erro que cometera no passado.
it’s so romantic in paris.