em alguns dias eu não consigo ser nada além de silêncio.
Luiza Libanio.
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@paradoxodapoesia
em alguns dias eu não consigo ser nada além de silêncio.
Luiza Libanio.
nós éramos próximos, como dezembro e janeiro, mas tão distantes quanto janeiro e dezembro, separados por 365 dias, nossos caminhos se cruzaram brevemente, para depois se perderem no tempo, como as estações que se alternam, num ciclo de proximidade e distância, entre o calor do encontro e o frio do desencontro, entre o efêmero e o eterno, como dezembro e janeiro, sempre juntos, mas nunca ao mesmo tempo. céu de júpiter em: notas sobre o (nosso) fim
“eu te amaria uma vida inteira, mas não essa.” certa vez eu li isso em algum lugar, e hoje faz tanto sentido. sempre tem aquela pessoa que dá super certo. você poderia passar perfeitamente sua vida inteira ao lado. mas não dá. tem coisa que não é pra ser. não agora. não assim.
“I used to think I was the strangest person in the world but then I thought there are so many people in the world, there must be someone just like me who feels bizarre and flawed in the same ways I do. I would imagine her, and imagine that she must be out there thinking of me too. Well, I hope that if you are out there and read this and know that, yes, it’s true I’m here, and I’m just as strange as you.”
— Frida Kahlo
Astronauts on Earth by Hunter Freeman
quando foi que te disseram que o cinza da cidade endurece os corações? quando foi que te mentiram que as luzes da cidade só ofuscam as estrelas? elas também são nossos olhos e tristezas! resiste o amor no cinza insiste entre os faróis, entre nós o amor é o cinza é a lua, é a rua
o amor na cidade grande não morre não dorme
“Sem barulho, sem chamar a atenção, sem reclamar, quero o que é meu e o que eu posso ter. Sem achar que mereço mais do que os outros, sem implorar ou bater o pé se eu não conseguir.”
— Sara Ferreira.