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𝓸𝓷𝓵𝔂 𝓘 𝓭𝓲𝓭𝓷'𝓽 𝓴𝓷𝓸𝔀.
phxseonho:
Seria uma mentira se afirmasse estar esperando as palavras que viriam a seguir da mulher. Pois não estava mesmo. Imaginava que ela nem se recordasse muito de si devido aos quatro anos distantes um do outro, sem ter o menor conhecimento de como estava e de como era a sua vida, ainda mais que tinha sido ela a terminar o relacionamento tão repentinamente. Além de deixar a universidade em que ambos estudavam logo na sequência do ocorrido. Claramente não tinha sido apenas ele a mudar sua vida nos últimos anos, embora pudesse arriscar que a mudança mais radical certamente fora a dela, agora com uma família que poderia chamar de sua própria. Então chegava a ser um tanto curiosa sua permanência nas memórias da mais nova. “Eu estou aqui agora, huh?”
Sentiu o corpo alheio se afastando do seu próprio e fez o mesmo, pensando que a razão provável daquilo deveria ser a outra ter resolvido que conversariam melhor se não estivessem tão próximos. Então sentiu o olhar dela sobre sua face, os lábios entreabrindo ao que não sabia bem como reagir e se perguntava o que deveria estar passando em sua mente naquele momento, mas optando por não verbalizar nenhuma de suas dúvidas. Inevitavelmente, acabou focando sua visão nos belos olhos de Hana, visão que não tinha a tanto tempo que nem mesmo se recordava exatamente do brilho que parecia existir neles. Mas não se perdeu nestes por muito mais tempo, retornando para a realidade ao ouvir mais uma vez a melodiosa voz da Coleman. “Acho que eu deveria ter imaginado isso.” Deu uma risadinha, levemente constrangido por não ter concluído antes que a casa dela obviamente deveria ser aquela em que estavam em frente. Notou o olhar da outra indo para suas mãos e fez o mesmo, só então se dando conta do estado em que estas se encontravam. Estava tão atordoado anteriormente com todo o ocorrido que nem mesmo tinha dado bola para checar como estes.
Levantou uma sobrancelha, surpreso, ao ouvir o convite da mais nova para entrar em sua casa, um aceno de cabeça sendo realizado como resposta rápida. Também não demonstrou objeção quando sentiu-se ser puxado para dentro da residência dos Coleman, apesar de ser um ambiente desconhecido para si por não ter exatamente proximidade com nenhum dos integrantes da família que estavam morando ali, conhecia a mulher com quem estava o suficiente para não ter de pensar duas vezes. Foi difícil não acabar perdendo o olhar nas caixas espalhadas pelo chão de início, mas logo procurou uma cadeira em que pudesse sentar, não querendo discutir com ela dizendo que estava tudo bem e não tinha necessidade de dar uma olhada em suas mãos.
O cenho do Moon franziu em confusão com a aproximação da outra segurando uma caixa, se perguntando o que deveria ser aquilo, mas não verbalizando suas dúvidas, optando por aguardar que ela anunciasse o que era. “Não precisava fazer isso… Nem está doendo tanto assim. Bem dizem que a dor é psicológica, estava com a cabeça em outro lugar e minha última preocupação era ver o estado delas, acabou que eu em vi como ‘tavam.” Riu fraco, em seguida sorrindo de canto ao olhar para a outra. “Mas eu preciso te agradecer por estar cuidando de mim, obrigado.” Poderia até não ser muito incrementado, mas era um agradecimento sincero de sua parte. “São… Cartas? Pra mim?” Perguntou, confuso e um tanto incrédulo sobre o que ela estava lhe contando, era realmente um tanto surreal que Hana tivesse escrito cartas para si ao longo dos anos. Após sua despedida. “Nossa, eu nem sei direito o que falar. Acho que você continua adorando me surpreender, mesmo depois de todos esses anos, realmente nem imaginava que você se lembraria de mim ainda. Espero que você não tenha falado muito mal de mim nessas cartas.” Aliviou a situação com as últimas palavras, imaginando que ela deveria estar constrangida ou até mesmo nervosa de lhe entregar a caixa. Então decidiu que leria elas com calma em casa, não queria deixa-la envergonhada ou sem jeito por estar fazendo aquilo na sua frente, além de que gostaria de poder lê-las com calma logo na primeira vez. Se bem que… Uma olhadinha antes talvez não fizesse mal.
“A situação toda é meio surreal, arrisco dizer que até bizarra, nós temos que concordar nessa parte.” Riu brevemente. “Eu nunca nem mesmo achei que a gente ia se ver de novo algum dia, nunca que ia passar pela minha cabeça que a gente ia se reencontrar dessa forma. Quais eram as chances de você se mudar pro mesmo residencial em que eu moro?” Tentava suavizar o assunto da conversa, pois não sabia se ela queria falar sobre o que realmente ocorrera naquela noite e não seria ele a querer lhe trazer algum incômodo. Era a última coisa que desejava. “Mas tem quanto tempo que você chegou aqui? Não lembro de ter ouvido nada sobre a sua chegada. Embora talvez seja culpa minha, admito que não andei muito ligado no que falavam esses dias.” Tinha outras preocupações, minha irmã é uma, acrescentou em mente, mas optou por não a incomodar com seus problemas. Também não estava afim de tocar pela milionésima vez no maldito assunto da cápsula. Com a mão livre, arrumou a caixa sobre o colo e a abriu, colocando a tampa no chão, podendo então focar sua atenção no conteúdo desta. “Uau… Você escreveu tantas cartas assim? Eu devo ter sido especial mesmo.” Brincou, passando o dedo sobre elas e dando uma olhada por cima.
Era ainda difícil acreditar naquela situação que a americana jurava ser uma estranha mistura de um sonho com seus segundos de pesadelo. Estava desacreditada, querendo poder se beslicar para confirmar a própria realidade, sempre se encontrando em encarar o mesmo em relanço, suprimindo a vontade em poder tocá-lo novamente. Tantas emoções tomavam-a, em principal o seu constrangimento, constrangimento esse devido a impulsiva descisão que havia tomado em poucos minutos. O rosto quente ainda escondia-se em meio aos dígitos femininos, procurando de volta toda aquela coragem que havia tomado para ter feito todas aquelas coisas naquele dia caótico.
Apenas balançava a cabeça naquela afirmação muda e subitamente tímida, em todos aqueles comentários do homem, antes de se encontrar rindo sem graça com o final comentário. Morosamente, os dedos se afastaram do rosto ainda em tons róseos, suspirando em meio ao sorriso tímido e melancólico. “Sim, você é muito especial para mim, Seonho.” Foi admitido em tom sério, o observando por segundos antes de tentar distrair tal comentário com as seguintes falas. “Acho que o universo queria muito que nos encontrassemos de novo, bem dramático, não acha?” A mesma brincou também, levando a longa mecha de cabelo para ser segurada pela própria orelha. Com as mãos ágeis, essa então guardava todos os instrumentos que havia usado para limpar as mãos do homem, guardando com cuidado dentro da pequena bolsa branca. “Chegamos faz alguns meses, mas, é, digamos que estive ocupada demais para desfazer todas as caixas.” Rindo sem graça, então Hana aproximou-se do mesmo ainda em receio, agora mexendo na pequena caixa que havia o entregue para poder retirar as fotos antigas que protagonizavam ambos. “Você está diferente.” Comentou entregando uma das fotos para esse, voltando sua atenção para a caixa.
Quanto mais remexia tal caixa de memórias e cartas, ainda mais em seu coração pesava todo o arrependimento de quatro anos acumulados. Ela precisava se desculpar. Ela iria. Subíta os movimentos pararam, assim que essa havia encontrado a sua favorita. A foto que gravava um dos momentos que mais se repetia em seus sonhos. Foto embaçada de sorrisos genuínos, expressando toda aquela felicidade em que só existia na própria nostalgia. O corpo se jogou para trás, voltando a sentar-se em frente ao homem, observando tal fotografia com o seu profundo encarar. Droga. Por quê tudo tinha que ter acontecido daquela forma? “Me desculpa.” Murmurrou em tom baixo e trêmulo, não ousando em levantar o próprio olhar. O polegar delicadamente acariciou de forma efêmera tal foto, e essa respirou profundamente, antes de levantar o olhar em meio as lágrimas que já novamente caiam. “Me desculpe por ter ido embora, Seonho.” Novamente foi sussurado em um fraco sorriso, antes que essa soltasse uma risada certamente envergonhada, limpando tais lágrimas. “Eu me casei.” Admitiu em pausa, navegando os próprios dedos pelos fios longos mais uma vez, fechando os olhos por longos minutos, concentrando-se nas próximas palavras. “Eu me casei com aquela pessoa que você conheceu hoje.”
Dor. Era completamente doloroso admitir tudo aquilo, principalmente para ele. Nunca teve noção de que seria tão dificil finalmente admitir todas aquelas coisas, mesmo quando essa já tivesse imagino tal conversa diversas vezes, em diferentes situações, nunca imaginando que, a real seria muito pior do que havia imaginado. “Foi por isso que desapareci. Foi pelo tal motivo em que, eu sempre fui ingênua e idiota demais para aceitar tudo os que meus pais diziam para fazer, principalmente casar com alguém que eu nunca nem conheci.” O timbre já não era apenas naquele tom de melancolia e tristeza, mas sim, de raiva. Sentia raiva de si por sempre ter sido covarde. Por nunca ter tido forças e coragem para lutar pela a própria vida, por ter a opção de escolha. Todo o míudo voltava a tremer, e com os dentes fortemente pressionando o inferior ela tentava ao máximo segurar as próximas lágrimas. Era impossível. Não demorou muito para que então desabasse, naqueles soluços e fortes lágrimas, onde a mesma sussurava sem parar. “Me desculpa.” Suplicando perdão não apenas para ele, mas para si mesma.
내 마음의 편지들 | 𝓁𝑒𝓉𝓉𝑒𝓇𝓈 𝒻𝓇𝑜𝓂 𝓂𝓎 𝒽𝑒𝒶𝓇𝓉
‘I woke up this morning with great bliss of freedom & joy in my heart, everything has been rapturous ever since – I only feel sad that perhaps you left worried when we waved goodbye and kissed so awkwardly – I wish I could have that over to say goodbye to you happier & without the worries and doubts I had that dusty dusk when you left – I even feel much changed, great clouds rolled away, as I feel when you and I were in rapport, well, our rapport has remained in me, with me, rather than losing it, I’m feeling to everyone, something of the same as between us.’
@phxseonho
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phxseonho:.
Se o homem tivesse a mínima crença no que a palavra destino significava, provavelmente pensaria que a noite e o reencontro com Hana eram obras deste. Era simplesmente surreal que viria a reencontra-la após tantos anos, estando não somente no mesmo residencial em que morava, mas em seu caminho durante uma inofensiva caminhada durante a noite. Mesmo um cético como Seonho teria de admitir a si em algum momento o quanto toda aquela situação não era por acaso. Porém não seria justamente no momento em questão que pararia para pensar sobre isto.
Doía vê-la chorando e em uma situação tão difícil quanto aquela. Os anos distantes não eram o suficiente para impedir que não se preocupasse mais com seu bem-estar e deixasse de ansiar por rever o sorriso nos lábios femininos. Em horas assim detestava o quão ruim era em lidar com sentimentos de qualquer tipo, não importando se eram seus ou alheios, afinal, conseguiria ajuda-la muito melhor naquele momento se fosse bom em compreender como os outros se sentiam e poder aconselha-la sobre o que fazer. Contudo, nem os seus próprios entendia. Queria mais do que tudo ajudar Hana naquele momento, mas seu medo era o de só piorar a forma como se sentia devido a sua falta de tato. Mas não custava tentar.
Entreabriu os lábios em surpresa ao sentir o toque das mãos alheia em sua face, fora um ato inesperado, mas não poderia dizer que ruim. Estranhava por não estar mais acostumado com os toques alheios como estivera anos atrás, nem mesmo acreditava que iria reencontrar a mulher algum dia, imagine só se passaria por sua mente que estaria tão próximo dela novamente? Entretanto, não podia dizer que o toque da outra o desagradava de alguma forma, pois lhe trazia um certo conforto outrora tão familiar. “Mesmo? Eu estou aqui caso queira conversar, Hana, ou se precisar de qualquer coisa.” Tentou oferecer a ela um sorriso carinhoso.
Seonho ficou estático em um primeiro momento ao se perceber ser envolvido pela Coleman, sem saber inicialmente como reagir por ainda estar processando a informação do que estava acontecendo. Ao enfim lhe cair a ficha de que realmente estava nos braços dela, retribuiu o abraço sem mais hesitação, os braços a envolvendo com cuidado. Os dedos foram até os fios do cabelo alheio, passando ali carinhosamente da mesma forma que costumava fazer anos antes, esperando que pudesse lhe transmitir certa tranquilidade com o próprio toque. “Sou eu, Hana. Mesmo sem acreditar que é você na minha frente.” Riu fraco, não tinha a menor ideia de quando a ficha da presença dela ali cairia por completo. “Eu não vou te soltar, não se preocupe, não planejo sair daqui enquanto você precisar de mim. Estou aqui para você, huh? Tudo vai ficar bem.” Garantiu. Ela não merecia nada de ruim em sua vida e, se ainda existia alguma esperança de que a vida fosse justa, seus dias de sofrimento seriam recompensados e os que viriam seriam como a mais bela primavera. “Por favor, me diga como eu posso te ajudar. Onde você está morando? Com a sua família? Eu posso te levar até lá.”
A nostalgíca sensação do envolver dos másculos braços ao corpo feminino, parecia que todo o próprio fôlego havia perdido-se naquele embraço. Não estava ainda certa se esse era realidade ou apenas mais um fruto de suas memórias tão férteis. Foi-se estremecido todo o corpo da americana apenas com o simples contato dos dígitos tão conhecidos agora aos fios que já não eram curtos como na época que ambos se conheceram. Estava certa que o homem até mesmo poderia escutar os batimentos da mesma, de tão alto e intensos que esses se tornaram. “Eu senti sua falta.” Foi admitido ao murmurro tímido em fio de voz. Ainda era de extrema dificuldade acreditar que o protagonista de muitas de suas mais preciosas memórias, sonhos, e cartas nunca enviadas, estava novamente em sua frente. Como? Quando? Por quê? Ela não entendia, não queria entender, e sim, aproveitar cada relapso de segundos em que o tinha em seus braços.
Queria voltar a gravar todas aquelas emoções que o mesmo ocasionava, gravar o cheiro tão particular que a derme do coreano exalava, a forma como esse era estranhamente quente ou como ambos os corpos se encaixavam com tanta facilidade. Parecia que havia transportado-se de volta ao seu eu do passado, onde tais atuais preocupações nunca existiram, aonde poderia apenas deixar-se aprofundar a presença contaminante. A própria mente apenas voltou-se para a atual realidade, ao momento que as perguntas de Seonho tomou sua audição. Mesmo não querendo, essa se afastou hesitante, para que então obtivesse a imagem ainda mais nítida, onde as íris escuras capturaram a visão de todos os seus detalhes, congelando-a assim que sua atenção se voltou aos lábios que já tanto explorou.
As lembranças dos beijos longos aponderaram-se da mente de Hana, essa que lembrava-se vividámente a forma como aquele encaixava sua destra a sua nuca como se essa fosse de porcelana, ou como esse segurava a cintura miúda dessa, dando a establidade para essa que sempre teve certeza que poderia derreter em meio ao abraço e ósculos com o homem. As maçãs femininas haviam tomado cor avermelhada assim que ela voltou a tomar de volta os seus sentidos, e perceber que provavelmente deveria estar encarando tal local por mais tempo que devia. Limpou a garganta, tentando recolher fôlego para acalmar toda a fertilidade de sua mente. “Ah-ah, minha casa é essa.” Foi dito com a mesma apontando para a casa atrás de ambos, em um sorriso sem muita graça, levando os próprios dígitos para limpar o restante do molhado abaixo dos olhos. Olhos esses que alcançaram visão dos punhos do homem com os resquícios de sangue daquele que antes chamava de marido e o que ela poderia dizer ser machucados.
Sentiu-se naquele misto de enjoou e preocupação, apenas por lembrar o que há poucos minutos havia acontecido. Encontrando então forças que já não lembrava que existia após tudo aquilo, Hana calmamente colocou-se de pé, agora com o punho do homem em meio de suas mãos, o puxando. “Entra comigo.” Determinou em oscilo, puxando-o em direção a casa, já abrindo a grande porta de madeira e finalmente encontrando-se dentro da segurança do local. “Senta? Eu vou procurar algo para limpar sua mão.” Então a mesma se virou, ainda com as pernas levemente bambas ela procurou em meio as rementes caixas ao chão, procurando por aquela pequena bolsa branca contendo primeiro-socorros, antes de dar-se de cara com a pequena caixa azul. Caixa essa que a mulher, por tantos anos guardou tais cartas sem remetente. Talvez fosse um sinal para que finalmente as entregasse. Foi então com aquele pensamento que, essa encontrou a pequena bolsa e agarrou a então caixa, ainda hesitante de sua decisão, já voltando ao local onde o homem estava.
Essa então sentou-se silenciosa em frente ao coreano, colocando a caixa azulada ao colo desse, antes de agarrar sem nem mesmo perguntar, a mão machucada trazendo para perto de si mesma. “É para você. Acho que, pode ajudá-lo a se distrair enquanto limpo sua mão.” Foi dito antes de que essa alcançasse os remédios e algodões, sentindo-se extremamente nervosa apenas com a ideia que esse finalmente leria tudo o que ela escreveu. “Vai soar ainda mais surreal do que essa situação já é, mas, são cartas...” Proferiu em voz baixa antes de pausar, abaixando o próprio olhar. “Para você. Escrevi durante os anos e, talvez agora seja a melhor hora de eu entregar antes de perder toda a minha coragem.”
Novamente ela tremia, agora em puro nervosismo, tentando ao máximo ser delicada com seus toques. “N-não precisa necessariamente ler agora se quiser.” Voltou a respirar profundamente, não demorando para que terminasse a limpeza, trazendo o olhar de volta a Seonho, naquela remente hesitação. “É estranho, né? Eu ter escrito cartas para você nesses anos e te entregar logo agora depois que, nos encontramos numa situação dessas.” Os então dígitos femininos levaram-se aos seus fios longos e escuros, os afastando do rosto em certo desconforto, levando os dentes até o inferior. “Nem acredito que nosso reencontro está sendo assim, que vergonha.” Foi admitido em tempo que essa cubria o rosto com ambas as mãos. “Argh.”
stunning
◟˖ ˙ ⊰ ✧ ⊱ 𝕞𝕠𝕣𝕖 𝕥𝕙𝕒𝕟 𝕨𝕠𝕣𝕕𝕤 .
phxahryung:
@phxhanac
⊱ ˙ 💐 ៹ . —— saíra para comprar sapatos e aproveitara para tomar um café, folheando uma revista de moda sem muito interesse. nunca parava nas dependências do condomínio em seus dias livres, uma vez que poderia simplesmente vagar sem rumo na intenção de não ter que ver nenhum membro de sua família. os últimos dias passara assim, entre projetos que não foram concluídos e viagens longas de carro sem uma rota pre-definida. tudo o que acontecera em sua vida servira para mostrá-la que definitivamente não estava no controle de tudo. e que não poderia ser descuidada de forma alguma. muitas pessoas dependiam de sua discrição e o seu belo pescoço, a cima de qualquer coisa, não poderia parar na guilhotina novamente. talvez por isso tivera um breve momento de paz. aproveitando o dia para sentar e apreciar a vista ao que saboreava seu descafeinado. momentos como aqueles passavam rapidamente, logo, tinha a obrigação de desfrutá-los ao máximo. afinal, em algum momento seria arrancada de volta para sua dolorosa realidade
estava muito entretida lendo o maldito blog que a ameaçara nos últimos dias, passando os olhos rapidamente pelas baboseiras que postavam por lá. ahryung nunca parara para ler nada uma vez que sequer tinha interesse na vida alheia. não se importava com ninguém que não carregasse o sobrenome moon e não fosse um dos seus irmãos. logo, por que poderia se interessar por sensacionalismo barato e informações alheias que seque fariam diferença em sua vida particular? não entendia o prazer sádico de alguns com coisas do tipo, e talvez nunca fosse compreender. se desligou alguns segundos quando uma voz a tirou e foco por poucos instantes, desviando sua atenção para algo mais produtivo pela primeira vez em longas semanas. se virou, observando uma mulher que embalava seu filho enquanto cantava uma canção provavelmente para niná-lo, não estava prestando atenção na situação. ahryung estava muito mais entretida com a voz doce da mulher. —— me desculpe, não pude deixar de notar. — curvou-se meramente por respeito, sorrindo de forma amigável quando a mulher a olhou de volta. —— você canta muito bem.
Um fato era, ainda existiam diversas coisas em sua cabeça que deveria resolver e pensar, mas diante todos aqueles meses desde da mudança, a única coisa que queria focar era o filho de quase três anos. Haviam criado aquela pequena rotina, sair para andar, explorar, sentir o sol contra pele e o vento aos fios de cabelo. Ele parecia gostar, sempre tão curioso observando cada e todas os mais singulares detalhes ao seu redor. Aqueles momentos haviam se tornado o seu favorito, principalmente, quando esse já se encontrava ao apogeu de seu sono, pedindo em meio ao balbuciar sonolento, para que a jovem mãe cantasse a música deles.
Seus dígitos deslizram aos fios escuros do menino, recolhendo fôlego o suficiente para que então começasse a cantarolar a música que, havia escrito bem antes mesmo do filho nascer, inspirada ao outono que pintava todas as folhas da época, ninando-o desde então com frequência ao som da tal melodia amadora. “No começo da manhã, o som dos pequenos pássaros cantando..” Ainda podia lembrar-se a forma como a não muito tempo, aquele pequeno ser estava dentro de si, criando cada vez mais ansiedade na mulher ao dia que finalmente iria conhecê-lo, algo que as vezes era até mesmo surreal em pensar que o mesmo já estava ao seu lado por dois longos anos, crescendo cada vez mais rápido.
A mente feminina perdida na nostalgia de suas memórias, foi rapidamente puxada de volta a realidade pela voz desconhecida que pegou-a completamente de surpresa. Essa deu um pulo, até mesmo engasgando em meio ao canto, provocando um grunhido baixo do mesmo adormecido, antes que essa finalmente percebesse o que a mesma havia dito, sendo tomada pela súbita timidez. “M-muito obrigada.” Essa sussurrou em tom baixo para a mulher, curvando-se em sua direção. Não estava acostumada em que outros a escutasse cantar, por mais que, sempre quisesse ser escutada, suas únicas oportunidades eram entre ela e o filho. Estava tímida, confusa, completamente sem jeito e em dúvida de como poderia reagir aquela situação. “Você quer sentar...?” Foi perguntando ao mesmo volume de antes, já se afastando um pouco para criar espaço para que a mulher sentasse.
phxtaedong:
“Meu Deus, que susto!” O italiano não pôde disfarçar o susto que teve quando ouviu aquela voz feminina, levando a mão ao peitoral como se aquilo pudesse realmente o acalma-lo. A reação não durou muito tempo no entanto, já que, quando parou para analisar, aquela voz feminina não era familiar; Se fosse uma de suas irmãs ou sua mãe era uma coisa, mas não, não era a voz de nenhuma delas e lembrava-se claramente do filho se referir a ele como seu pai a pouco tempo. Ela havia ouvido? Muito provavelmente. A pergunta da mulher normalmente era direcionado aos pais, certo? Primos ou tios nunca ouviam aquilo, não. Taedong de repente sentiu o coração quase pular da boca, arregalando os olhos como uma reação natural do seu nervosismo. “Ah-ah, é…” Tentava procurar a resposta daquilo sem se entregar completamente, mas se ela houvesse realmente ouvido, do que adiantaria fingir? Havia travado ali mesmo, sem saber o que falar e sem sequer se levantar devidamente.
A voz do filho quebrou o silêncio esquisito do italiano. “Seis anos, moça!”, o ouviu responder, pronto para salva-lo de uma situação mais awkward que aquela, mas claro, não duraria muito, visto que ele provavelmente estava tão animado que uma hora ou outra, ia acabar soltando algo inapropriado. O homem assentiu, confirmando a resposta de Junhee antes de poder falar algo. “É… Parece que foi ontem que eu conseguia colocar ele no braço sem parecer que vou morrer.” Respondeu, rindo das próprias palavras. “É isso que as pessoas normalmente respondem, certo? Certo.” Murmurou para si mesmo, antes de mostrar um sorriso simpático - mesmo que nervoso. “Ele é seu?” Perguntou, apontando para o bebê que estava nos braços da mulher. Esperava não estar parecendo um louco, afinal, o segredo de tudo era agir naturalmente.
A forma como o desconhecido havia se assustado foi um tanto curioso, fazendo com que a americana se questionasse se a forma da sua aproximação tão súbita havia sido de lguma forma desconfortável. Talvez tenha sido rude? Não sabia, mas honestamente, esperava que não. A última coisa que queria, era criar uma má relação com os novos vizinhos, principalmente aqueles que haviam algo em comum.
As então preocupações se deixaram de lado assim que pode escutar a voz infantil a respondendo, criando um grande sorriso o rosto. “Já é realmente um moçinho grande.” A voz suave respondeu o menor ali, antes de voltar a ter atenção atraída ao homem, esse que logo arrancou uma risada com o devido comentário. “Nem consigo quando isso vai chegar a acontecer com o Hansol.”
Com o então o último proceder-se e com a nova pergunta do desconhecido, a americana virou levemente o corpo, o suficiente para que pudesse mostrar o filho á esse, levando um de seus dígitos para afastar o capuz do mesmo da visão de sua face já rósea. “É sim, meu peixinho.” Ditou abobada, antes de sussurar para o mesmo que cumprimenta-se o mais velho, logo vendo-o levantar a pequena mão naquele aceno tímido. “Ele é um pouquinho tímido.” Com a então expressa, o menino ao seu colo, escondeu o rosto contra o seu ombro, fazendo-a a jovem mãe rir. “Hm, vocês moram aqui faz muito tempo?”
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Respirava fundo em uma tentativa de recuperar o fôlego após o ocorrido, não sentindo nem mesmo uma mínima parcela de arrependimento do que havia feito para aquele cara que nunca nem mesmo tinha visto em sua vida. Se fosse ser sincero, teria de admitir que queria até mesmo ter feito pior por ser claramente o que ele merecia. Entretanto, sua prioridade no momento era outra, era Hana. Queria ter certeza de que ela estava bem – levando-se em conta as condições, claro, ninguém estaria realmente bem depois de algo daquele tipo –, questionar se precisava de algo e entender o que raios tinha acontecido ali.
Desde quando ela estava na Coreia? Em Pohang? Sabia que sua família estava ali, mas definitivamente não imaginava a presença da mais velha dos filhos da família Coleman também. Não quando não tinha o menor sinal dela desde muitos anos atrás, na época da faculdade, em que tudo era mais fácil. Quando sua vida era um mar de rosas e sua única preocupação era manter a fachada de filho bonzinho para ganhar a atenção dos pais, coisa que até mesmo o fazia rir agora só de pensar em como fora estúpido de achar que tal interpretação realmente duraria para sempre. O que acontecera dois anos atrás era prova o suficiente que o amor dos pais – da figura paterna em especial – era extremamente frágil e poderia mudar num giro de 360 graus em questão de segundos.
Observou com os olhos levemente arregalados o que a americana em seguida fazia, tudo o que queria era entender aquela situação, era impressão sua ou havia escutado algo sobre “meu filho”? Então ela também tinha um filho agora? E era casada com aquele imprestável? Era informação demais para receber de uma vez só, mas queria entender o que estava acontecendo, o que era a vida de Hana agora e o que mudara desde sua separação muito tempo atrás. Ainda se recordava da última vez em que haviam se visto durante os tempos nos Estados Unidos, do vazio que havia sentido ao se distanciar de alguém que tão rapidamente se tornara importante de tal forma em sua vida e da avassaladora vontade de se virar e ir atrás dela, como se implorar para que ela não fosse embora fosse mudar o final de sua história.
Na mesma hora em que a mulher caiu sobre o chão, Seonho agiu por instinto e se abaixou para poder vê-la melhor. Foi impossível não perder o olhar em seu rosto por alguns segundos, poderia até dizer que os anos não haviam a mudado se baseando apenas em sua aparência, mas parecia ter algo diferente nela. E ele queria descobrir o que era. “Hana… Você está bem?” Perguntou, era estranho pronunciar seu nome depois de tantos anos sem nem mesmo menciona-lo, mas não de uma forma ruim. “Eu estava passando aqui e não consegui me conter, a forma que ele estava te tratando… Não conseguiria seguir andando e agir como se nada estivesse acontecendo. É melhor que ele nem sonhe em aparecer de novo depois do que fez.” Nem conseguia colocar em palavras toda a sua indignação para o que anteriormente ocorria na frente de seus olhos, não entendia como alguém conseguia fazer algo assim sem aparentemente sentir a menor culpa. Era absolutamente nojento. “Por favor, me diga o que eu posso fazer por você. Não quero te deixar sozinha, não assim. Não depois disso.”
O miúdo corpo feminino temos como se houvesse um grande terremoto sucedesse naquele momento. Ainda estava em grande choque, não acreditando que aquele era o ponto final daquela vida que havia tornado a única que conhecia. Mesmo que o medo estivesse à tomado, não pode evitar o fato que sentia-se extremamente aliviada, como se um grande peso houvesse sido retirado de seus estreitos ombros e o que então era, o seu perturbado âmago. Estava confusa, ainda tentando assimilar tudo o que havia acontecido, como aquele homem que jurava que conhecia, pode mudar tão drasticamente com tão pouco, e principalmente, como o coreano havia aparecido.
Ela se lembrava, não apenas dele, mas do que então era eles. Não mentiria que, ainda amava visitar aquelas memórias onde ambos eram protagonistas, onde aquele mundo parecia muito mais fácil do que o atual. Os olhos transbordavam as incessantes lágrimas, essas que, pareciam ter acalmado-se com apenas o escutar da voz masculina, essa que parecia beijar sua audição e abraçar o próprio coração. “E-eu estou bem.” A americana respondeu, naquela tentativa de limpar todas as lágrimas, para que pudesse o encarar melhor. O quão estupidamente sortuda ela deveria ser para encontrar Seonho naquele lugar, durante aquela situação? Não sabia, não entendia, mas o seu âmago sorria.
As pupilas escuras femininas gravavam minuciosamente aquelas linhas faciais que sempre foram tão vividas em sua mente, sonhos e nas cartas. Sim, mesmo depois de todos aqueles anos, e da forçada despedida, ele sempre se manteve aos pensamentos, essa que passou noites à claro escrevendo tudo o que queria ou todas as conversas que imaginaria que ambos tivessem. Páginas e mais páginas, daquelas cartas que nunca foram mandadas e sim guardadas, como itens preciosos, assim como as memórias do verão de 2015. Era completamente surreal. “Eu estou bem.” Foi repetido em um sussurro, levando as pequenas mãos a face masculina, abraçando ambas as bochechas do mesmo, querendo ter certeza que aquele momento não era uma singela ilusão.
Sentia-se tão embevecida ao fato que era ele, que por um momento, não lembrava-se mais o motivo das lágrimas ou do coração acelerado com o medo. Os dígitos deslizaram pela derme pálida, contornando as pálpebras inferiores, sentindo a respiração se prender por um momento. Ele ainda a deixava nervosa. “É você, não é?” Foi perguntado em desacreditar, antes que em um alto súbito de pura impulsão, essa o envolvesse. Um abraço apertado, onde os dedos agarram até mesmo com certa força a camiseta que o mesmo usava, naquele pedido silencioso que ele não fugisse, não se afastasse, o queria ali.
Os batimentos mesmo que acelerados, não eram mais repletos de medo, não poderia descrever, a forma tão serenamente irônica sentia-se. “Não me solta.” O pedido era falho, e novamente as lágrimas se viram descer mas bochechas agora róseas. Transbordava saudade, alívio e felicidade, onde essa respirava fundo para se embebedar com o aroma masculino. Era o mesmo. Já se quer se importava no fator que estava sentados em meio a rua, onde todos e quaisquer poderiam observar aquela cena. Não se importava, nada importava naquele momento.
phxava:
& : ❝ domestic ❞
🌵. c - @phxhanac
Havia acabado de sair do banho e vestido uma de suas camisas de banda, literalmente. O cabelo estava molhado e despenteado, os dedos substituiram a escova ou pente. A fome era maior que qualquer coisa naquele momento, até mesmo que o cansaço das coxas após a série de exercícios na academia. O americano chegou apressado na cozinha, dispensando o serviço de uma das empregadas com seu sorriso infantil, e pegando frutas e granola para misturar com o iorgute natural. Preparou o lanche rapidamente e foi no caminho pela sala que encontrou a irmã. Ava sentou-se em uma das poltronas, passando logo uma das pernas por cima do braço do estofado. “ ── O que fez hoje de interessante?” ele começou. Saber sobre o dia dela - sobre ela - era algo que gostava; e era parte de sua rendenção, não era?
Estava completamente envolvida na ação em finalmente terminar de retirar as últimas coisas das caixas da mudança, essas que estavam a acumular poeira ao canto da nova casa. Ela estava desesperada para algo que, retirasse o foco da mulher dos últimos acontecimentos da mulher, sempre procurando dentro da casa as mais simples tarefas, quaisquer que fossem. Aquela era uma caixa de nostalgias, literalmente, pois o próximo item que havia retirado era um velho álbum.
Um breve sorriso havia tomado os lábios da americana, e antes mesmo que pudesse o abrir, pode escutar o irmão mais novo aproximando-se. “Você sabe, estou sempre procurando algo diferente para fazer.” Foi comentado em uma risada, com um certo fundo de melancolia, antes que se colocasse em pé. “Advinha o que encontrei?” Ela disse já levantando-se e sentando ao lado do irmão, colocando o grande álbum nas pernas. “Esse é aquele nosso álbum quando éramos crianças, lembra?” As mãos pequenas já então abriram-o, revelando já as velhas fotos dos três irmãos, arrancando uma risada da mesma. “Eu realmente adorava ver seu cabelo assim quando vovó nos fazia ir para a igreja.” Foi feito o comentário em meio de uma risada, agora levando os dígitos para os fios do rapa, para que tentasse refazer aquele penteado.
phxtaedong:
⇢ oops — flashback. w.: @phxhanac
As manhãs e tardes de inverno não eram as mais populares para passeios na Coreia e nem um lugar super preparado como Pohang podia driblar a natureza. Pais e irmãos levavam as crianças mais novas para brincar de patinação ou fliperamas, lugares mais fechados e quentinhos para que a saúde delas não fosse prejudicada - até porque ninguém queria uma criança caindo de cara na neve -, mas Taedong via naquilo uma oportunidade. Era difícil ter um tempo ao ar livre onde pudesse conversar livremente com o filho como o fazia em casa sem estranhos, então preferia aproveitar o quanto pudesse, mesmo que ele depois acabasse um pouco gripado. Crianças não se importavam de verdade com aquilo, elas só queriam se divertir no fim das contas.
O passeio pelo residencial começou cedo, com direito a um chocolate quente e um delicioso café da manhã para o menininho, depois passaram a aproveitar a vista do lugar enquanto andavam até o parque, esperançosos de que não existiria uma alma viva lá para estragar seus planos. E felizmente, não tinha mesmo. O sorriso sapeca tomou conta do rosto dos dois, e depois de brincarem um pouco com a neve e o menino perder o equilíbrio, Taedong se aproximou aos risos para arrumar sua roupa e tirar a neve que havia grudado ali. Talvez fosse por aparentemente não verem ninguém ao redor ou só por estarem tendo um bom momento juntos, mas não demorou muito para Junhee perguntasse alguma besteira para o italiano, deixando escapar a palavra que não deveria sair da sua boca por ali. “Pai” era uma palavra realmente perigosa, mas o homem não se deu o trabalho de reclamar, afinal, ninguém estava por ali, ao menos era o que pensava.
A mudança de países era de fato um tanto complicado, não apenas para a americana, que em meio de toda a mudança, ainda estava tendo que lidar silenciosamente, com o fato que havia acabado de descobrir que, o marido que tanto amava e admirava, estava não só traindo a relação de ambos, mas principalmente, a ela. Precisava distrair-se, estar dentro daquela casa, rodeado pelas coisas pelo homem provavelmente levariam-a loucura. Talvez conhecer o que seria a nova vida ajudasse, certo?
Mesmo não acostumava com os fortes invernos da Coréia, não era tão torturante tais baixas temperaturas, algo que, fez a morena decidir que iria aproveitar tais temperaturas abaixo de zero. Ainda pequeno, sabia que, o filho gostaria de poder ver toda aquela paisagem em tons brancos, talvez ele até gostaria de tentar brincar na neve, não é? Com o pequeno ao carrinho, coberto por varias camadas de roupa e cobertores, a mesma o empurrava com cuidado, podendo escutar as tentativas de comunicação do mais novo, não podendo evitar em sorrir satisfeita. “Está gostando, peixinho?” A mãe perguntou parando o carrinho, para que pudesse curvar-se para capturar as reações do filho. Então com cuidado, essa levou os miúdos braços para envolverem o corpo da criança, levando-a seu colo para que ambos pudessem explorar com mais tranquilidade.
Logo então avistou o alto homem com um pequeno menino em sua companhia, não podendo evitar em mais um sorriso a nascer, ambos pareciam estar se divertindo, sempre sendo bom observar que na vizinhança existiam pais e crianças jovens. Essa então decidiu-se aproximar, e com seu sorriso simpático, essa acenou para a criança que parecia ter seis anos, antes de virar para o homem que julgava o pai. “Ele é uma graça, crescem rápido, não é? Quantos anos ele tem?”
𝓸𝓷𝓵𝔂 𝓘 𝓭𝓲𝓭𝓷'𝓽 𝓴𝓷𝓸𝔀.
seonho:
tw: violence.
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with: — @phxseonho trigger: ( violence & inappropriate language ).
그녀에 관해서 | 𝔸𝔹𝕆𝕌𝕋
비밀이야 | 𝕊𝔼ℂℝ𝔼𝕋𝕊
사이 | ℂ𝕆ℕℕ𝔼ℂ𝕋𝕀𝕆ℕ𝕊
Hana Coleman estava andando pelas ruas pohang hoje, quase achei que fosse Lee Jie-un (IU), mas era apenas impressão. ela é filha mais velha e nasceu em 15 de junho de 1995 nos Estados Unidos, nem parece que tanto tempo passou. agora ela é cantora amadora, porém é conhecida por ser muito determinada e reativa.
— 𝓉𝒶𝑔 𝒹𝓇𝑜𝓅.