Imortalidade
O primeiro passo para obtermos a imortalidade é viver a partir do centro do nosso ser, como uma idéia de desdobramento do nosso íntimo, mais que a idéia de acréscimo vindo de fora.
É mais no sentido de dar do que de receber, de ser mais que obter. Nessa consciência não há julgamento ou crítica, ódio ou medo, e sim um sentimento contínuo de amor e de perdão.
Não é coisa fácil descrever a alegria e a paz da imortalidade, pois para aqueles que não querem abandonar seus atuais conceitos de ser, ela pode transparecer um processo de extinção. Mas não é bem isso: ela é a eterna preservação de tudo o que é real, belo, nobre, harmonioso, gracioso, altruísta e pacífico. É a realidade, trazida à luz, em substituição à ilusão dos sentidos.
É o despertar da consciência da infinitude do ser individual, em substituição ao sentido finito de existência. O egoísmo e o amor-próprio se vão de nós quando temos a percepção da divindade do nosso ser.
Esta percepção nos ensina a ser pacientes e indulgentes com aqueles que ainda lutam com a consciência material, mortal. E isto é estar no mundo, é não ser do mundo.
Joel S Goldsmith ~O Caminho Infinito

















