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heartstopper vol. 5
Breve comentário sobre os contos do livro Bazar dos Sonhos Ruins. de Stephen King.
Milha 81 (★★★★★) Para minha próxima viagem alguns avisos são necessários: Nunca chegar perto de carros abandonados em áreas desertas, as chances de ser um alienígena devorador de gente são bem altas.
Premium Harmony (★★★★) Qualquer momento pode ser o último, qualquer momento pode ser uma despedida, a morte paira sobre nós, sempre. Somos peixes em um lago, esperando para sermos pescados da vida pela dona morte. Pensamento animador.
Batman e Robin têm uma discussão (★★★★) Apesar da dor de lidar com uma pessoa doente, que em vida definha ao ponto de esquecer quem se ama, há algo no ser humano que nunca se perde, que fica em um cantinho da nossa mente, o senso de sobrevivência, de proteção, e no caso de Pop, de paternidade.
A Duna (★★★★★) Um vício macabro, um poder enigmático, uma certeza inescapável; são coisas que nem os ventos das piores tempestades são capazes de levar; e naquela ilha, naquela duna, uma verdade é escrita. A morte chega para todos, mas até lá, reze que seu nome não apareça naquela maldita areia.
Garotinho Malvado (★★★★★) O mal tem muitas formas, mas a de um menininho de sete anos é a que mais combina com essa força inexplicável da natureza humana.
Uma Morte (★★★) Alguns assassinos morrem dizendo que são inocentes; mas não há como fugir depois da morte. Ela põe fim a todos os segredos, mesmo aqueles que estão no meio de muita merda.
Moralidade (★★★★) Uma história sobre violência e prazer, sobre como nossa moralidade é facilmente corrompida e como essa corrupção nos invade rapidamente, até não sobrar nada visível, nem mesmo um olho roxo; e no entanto, em nossa alma, um negrume grosso, como piche vai transformando ovelhas em lobos.
Vida Após a Morte (★★★★) Desaparecer, abraçar o nada ou enfrentar o eterno retorno de Nietzsche, essa é a questão do pós vida de Stephen King.
Ur (★★★★★) Um conto da Torre Negra sobra novas tecnologias e o mundo da literatura, sobre amor e sobre viagem no tempo (ou quase), um blend de Stephen King extremamente saboroso.
Herman Wouk ainda está vivo (★★) Duas histórias, um acidente, nove vítimas fatais, entre elas sete são crianças, mas pelo menos Herman Wouk ainda está vivo e vai publicar seu novo livro.
Indisposta (★★★★★) É preciso mais que problemas olfativos para se dormir com um cadáver ao seu lado por uma semana. Para isso é preciso uma dose de psicose, com várias pitadas de dissociação da realidade e muita paranoia.
Blockade Billy (★★★) Uma história sobre beisebol, sobre assassinato e sobre como não existe remissão para almas corrompidas.
Mister Delícia (★★★) A morte é aquela visão de desejo inalcançável, incompreendido e animador antes do fim. É o Mister Delícia nos dando uma piscadela.
O Pequeno deus verde da Agonia (★★★★★) Em uma analogia a seu acidente e recuperação Stephen King da cor, forma e poderes demoníacos a algo tão humano quanto respirar. A dor faz parte da nossa natureza mesmo que façamos de tudo para não lembrar. E o pequeno deus verde da agonia vive em cada um de nós, esperando apenas um acidente para começar a se alimentar.
Aquele Ônibus é outro mundo (★★★) Quando paramos no sinal e olhamos ao nosso redor, cada carro, ônibus e caminhão são um mundo em particular, cada um seguindo seu caminho, cada um buscando alguma coisa, e em alguns desses mundos o apocalipse já começou e precisamos de responsabilidade social para agirmos da melhor forma possível.
Obituários (★★★★★) O poder sobre a vida e a morte pode ser tão viciante quanto heroína, é o que aprendemos com esse Death Note em um blog de fofoca.
Fogos de Artifício e Bebedeira (★★) Uma guerra de fogos de artifício entre famílias rivais que causou um desastre de grandes proporções.
Trovão de Verão (★★★★★) Um apocalipse nuclear, um mundo contaminado pela radiação, aos montes animais morrem nas florestas e o céu lentamente vai perdendo a cor, mas, em meio ao fim do mundo, três amigos tem a chance de se despedir de forma linda, calorosa e extremamente emocionante. A maldição do amor em meio ao inverno nuclear.
Breve comentário sobre: O Conto da Aia. de Margaret Atwood.
Uma teocracia protestante baseada no antigo testamento, narrada por uma aia, que anseia loucamente por vontade e determinação, mas que assiste passivamente aos acontecimentos de seu tempo; alguém cuja única arma é a memória.
Leituras da Semana (#121 // 06 Jul 2026)
"Flame of Udûn" by Weirling , 2025 The last thing that Pippin saw, as sleep took him, was a dark glimpse of the old wizard huddled on the fl
Hoje regresso a Tolkien e à releitura comentada que Abigail Nussbaum tem feito no Wrong Questions (deixei passar entretanto alguns capítulos, mas podem ser todos encontrados aqui; se gostam de Tolkien e de The Lord of the Rings, recomendo), que deixa aqui um belíssimo ensaio a propósito dos dois capítulos de The Fellowship of the Ring que decorrem em Moria. Nussbaum pega em duas ideias muito interessantes na sua análise. A primeira, uma visão de The Lord of the Rings como uma história pós-apocalíptica quando é lida com todo o contexto de The Silmarillion, tendo os grandes salões decaídos de Khazad-Dûm (e outras partes como a torre de Amon-Sul, ou as Barrows) como marca indelével da passagem do tempo e da destruição de um passado marcado por uma grandeza irrecuperável. E a segunda, ao analisar de forma muito curiosa Gandalf e sobretudo Boromir, uma personagem que vive sobretudo no presente e a quem o passado - para regressar ao primeiro ponto - pouco ou nada importa perante os desafios do presente. É um ponto de vista que nunca me tinha ocorrido em tantas (re)leituras de The Lord of the Rings, mas ao qual darei especial atenção quando regressar às páginas do livro.
This is the definition of a red letter day! Christie's has just posted notice of the upcoming auction of a previously-unknown letter of J.R.
E continuando em Tolkien (os current affairs regressam na próxima semana). A correspondência de Tolkien é também ela famosa, e recentemente chegou ao conhecimento geral uma carta até aqui desconhecida, escrita em Fevereiro de 1966, na qual o escritor revela um pequeno pormenor de The Lord of the Rings que até aqui não tinha resposta. Numa passagem dos primeiros capítulos, Samwise menciona que um primo dele teria visto na zona norte do Shire uma árvore a andar, algo que os locais de Hobbiton descartam como falta de juízo. Claro que naquele momento da história Sam não fazia a mais pequena ideia da existência de Ents em Fangorn (na melhor das hipótese teria ouvido rumores dos Tooks quanto a árvores estranhas na Floresta Velha), mas é óbvio que ao longo das décadas os leitores foram especulando sobre se a visão do primo de Sam seria aldrabice, ou se de facto teria visto uma árvore a mexer-se (um Huorn) ou mesmo um Ent. A própria Miriam Ellis, autora do artigo que cito aqui, colocou essa questão há pouco mais de um ano quando assinou uma belíssima ilustração desse episódio lateral (ver aqui). Acontece que nesta carta - que entretanto ou foi ou irá a leilão, claro... -, em resposta a uma leitora de 1968 que colocou essa mesma questão, Tolkien confirma não só que o primo de Sam viu de facto um Ent, mas também que Gandalf teria pedido em segredo a alguns Ents que vigiassem o Shire. E pelo meio esclarece ainda que não se tratariam das Entwives.
É interessantíssimo descobrir assim, ao fim destes anos todos, mais um detalhe sobre The Lord of the Rings. E fica a dúvida: quantos mais detalhes poderão ainda emergir em cartas de Tolkien nunca divulgadas, e quantos bocadinhos de história ficarão para sempre perdidos?
Breve comentário sobre: A Mão Esquerda da Escuridão.
Caminhando pelo planeta inverno na companhia de Genly e Estraven, temos uma aula sobre antropologia ficcional; desvendamos as relações de gênero, as estruturas das sociedades, e tudo aquilo que nos torna humanos.
O lançamento do meu livro!
Oi pessoal! Como vocês estão? No dia 27 de junho, no sábado, aconteceu o lançamento do meu primeiro livro físico, Crônicas Solitárias!
Muito obrigada a todos que estiveram presentes nesse momento tão especial do dia de ontem! Ver esse sonho se tornando realidade foi uma experiência indescritível, ainda mais podendo contar com pessoas tão queridas 🩵🫧🌟🦇
E muito obrigada, Marli Silveira, por ter feito a mediação para que o evento fosse possível!
Assistidos de junho! 📺
Oi pessoal! Mais um vez venho aqui trazendo os filmes e séries que assisti no mês que passou :) Não foi muita coisa, até porque junho foi beeem movimentado... Maaaas foram produções bem legais B)
🫧 10/06/2026 Backrooms (2026): Fui com a Nat ver esse no cinema, e caras... que SENSACIONAL! Apesar de muita tensão, esse é definitivamente um dos meus filmes favoritos do ano >:)
🫧 11/06/2026 The Backrooms - Found Footage (2022): Depois de assistir ao filme, fui atrás da série original do YouTube! Muito interessante...
🫧 14/06/2026 Making Wicked - For Good (2025): Adoro ver vídeos de "making of" e adoro Wicked! É muito legal ver como tudo foi feito, e com certeza vou sentir saudade dessa duologia :'3
🫧 14/06/2026 Velhos Bandidos (2026): O elenco desse filme é de peso! Mas infelizmente o roteiro não muito (e algumas escolhas de fotografia também)... :( Fiquei meio decepcionada, porque eu estava MUITO animada pra assistir esse filme buaaa.
Tô fazendo essa postagem com um olho no computador e outro no jogo do Cabo Verde contra Argentina... bora Cabo Verde bora bora pisem e acabem coma Argentina >:D
Não vi muita coisa em junho, mas só nesses 3 primeiros dias de julho já assisti 3 coisas! Então acho que a lista de assistidos desse mês vai ser bem grande, se preparem xD
went to the library and later decided to treat myself to a cappuccino and a panini. the barista saw i was starting a book, and he said it was one of his favorites. we ended up chatting about books and he even recommended me one to read after my current read!
LEITURA FINALIZADA! A ENCHENTE (VOL. 1) DE MICHAEL MCDOWELL
Que decepcionante! A sensação que tive apenas lendo o primeiro livro é que poderia ser facilmente uma saga reduzida a dois livros e que de qualquer jeito como não irei continuar a ler os outros volumes teria apenas abandonado o primeiro livro pela metade.
A ambientação é até boa, gostei como a cidade foi mostrada, e as cenas de terror também me envolveram, mas nada foi suficiente para querer fazer eu continuar. Zero curiosidade. Esse hype é patrocinado certeza!
A Rainha me deixou com uma sensação muito estranha porque, no fundo, é impossível esquecer no que Clarkson vai se transformar no futuro. Isso faz com que cada momento “romântico” do livro tenha um peso diferente.
Amberly entra na Seleção completamente encantada pela imagem do príncipe. Ela cresceu vendo Clarkson pela televisão e idealizando ele como o homem perfeito, então quando finalmente chega ao palácio ela ignora vários sinais claros de agressividade e controle. E é justamente aí que o livro fica interessante: ele mostra como Illéa ensinava mulheres a aceitarem comportamentos tóxicos como algo normal.
O problema é que Clarkson já demonstrava ser violento desde muito novo. Antes mesmo de virar rei, ele já era explosivo, manipulador e agressivo em vários momentos. Claro que a história tenta contextualizar isso através da criação abusiva que ele teve e da relação horrível com os pais, mas para mim isso funciona como explicação, não como desculpa. Crescer em um ambiente tóxico não justifica se tornar alguém cruel.
Achei até meio revoltante perceber como a Amberly aceitava tudo tão facilmente, mas ao mesmo tempo isso combina perfeitamente com quem ela era e com o papel que esperavam dela dentro da monarquia. Diferente da America, que sempre questionava tudo, Amberly foi criada para suportar.
Apesar da minha raiva do Clarkson, gostei bastante do livro justamente porque ele expande muito a visão que temos da família real na trilogia original. Conhecer mais da Amberly foi o ponto mais interessante da história para mim, porque finalmente entendemos melhor a mulher silenciosa e triste que aparece nos outros livros.
No fim, A Rainha não me fez gostar mais do Clarkson. Na verdade, só reforçou o quanto ele já carregava sinais claros da pessoa horrível que se tornaria no futuro.
LEITURA FINALIZADA! NÃO FOSSEM AS SÍLABAS DO SÁBADO DE MARIANA SALOMÃO CARRARA
Ah, as tragédias! A Mariana conseguiu, mais uma vez, apenas me fazer ter a necessidade de ficar sentindo esse livro por um bom tempo após a finalização da leitura. Ao contrário de Se Deus Me Chamar Não Vou, repleto de situações tragicômicas, aqui a gente só encontra tragédia.
Ana não vive apenas um luto por perder alguém, mas o trauma de como aconteceu a perda do marido, que vai tão de repente do jeito que foi, ela se culpa. É uma leitura difícil de fazer, que precisa de pausas, pausas que a própria Ana não se dá. É uma narrativa crua. Mariana não tenta, aqui, romantizar nada, é apenas a dor, o descobrimento da maternidade e a luta para continuar.
No entanto, a verdadeira força aqui vem da Madalena, é ela quem é forte pelas duas, quem toma as rédeas nas mãos e faz as coisas acontecerem. É ela quem é negligenciada pela necessidade de Ana em achar um culpado.
Eu entendo Ana mais do que gostaria.
Obs.: esse livro tem audiobook narrado pela própria autora, sendo possível encontrá-lo tanto na Audible quanto na Skeelo, e é simplesmente incrível.
"Eu me tornei, mesmo sem retorquir nada sobre desgraça alheia, um assentamento de tragédias."
LEITURA FINALIZADA! VIÚVA DE FERRO (VOL 01) DE XIRAN JAY ZHAO
Wu Zetian é a vilã. Foi um desafio ler essa ficção científica com mitologia chinesa porque é uma temática com a qual não tenho muito contato, então imaginar o cenário foi algo novo. Gostei muito das cenas de ação, apesar de um pouco confusas, e do sistema criado de crisálidas com pilotos concubinas, par equilibrado, pressão vital e tudo mais. É muito devorável. Mas as questões de misoginia do sistema, que guiam a personagem a lutar contra o que foi estabelecido, apesar de deixarem clara a mensagem que a autora quer passar, acabam sendo muito desperdiçadas e chegam até a atrapalhar.
Os pontos que mais me incomodaram foram:
Zetian já nasce pronta, consciente de que o sistema é errado e de que as mulheres não valem nada. Ela não evolui e nem possui alguém que esteja, de alguma forma, junto dela nessa luta. Afinal, todas têm suas próprias batalhas, mas não existe uma mulher que pense sequer de forma aproximada à dela. Todas são marionetes do sistema e somente ela é isolada nesse desejo de se libertar, a camponesa meio analfabeta, mas que possui o poder da protagonista.
Também não fica claro o relacionamento dela com a Irmã Mais Velha, algo que justificasse ela querer vingança. Qual era o laço entre elas? O que tornava a Irmã Mais Velha diferente do restante da família, que só a massacrava? Por que se arriscar tanto por alguém que nem a defendia?
O ápice da incoerência é o triângulo amoroso, que não cola, sendo que Li Shimin e Gao Yizhi são homens que, apesar de estarem em posição de privilégio, também são marginalizados. Zetian cria muito mais empatia por eles, mas, na hora de ter empatia por Ma Xiuying, que é uma concubina usada pelo sistema para “trair” eles (e Zetian tem limite moral com concubinas), ela não pensa duas vezes antes de passar por cima da mulher. Ela julga um sistema patriarcal, mas somente homens a ajudam e estão do lado dela.
Isso só me leva a crer que Zetian é a vilã, produto do próprio sistema. Não é um livro ruim, eu fiquei bem presa ao enredo, mas houve muito desperdício de questões sociais que poderiam ser mais aprofundadas ou mais bem feitas. O segundo volume saiu e, apesar de o primeiro ter terminado com um cliffhanger enorme, não estou ansiosa o suficiente para sair correndo para ler a continuação enquanto ela não estiver em um valor próximo ao que paguei nesse primeiro.
"Pior do que ser um farol de falsas esperanças é me tornar outro cadáver de mulher facilmente apagado e esquecido."
📆 31 de maio de 2026. Domingo. 📓 Sobre Nada para ver aqui e A Sociedade de Preservação dos Kaiju 📖Leitura atual: Bem-vindos à Livraria Hyunam-Dong.
Oi. A última vez que passei por aqui, disse que estava lendo Nada para ver aqui. Vamos aos updates.
Nada para ver aqui não atingiu o nível de "CAMP" que eu esperava, mas recomendo mesmo assim. O livro explora aquele plot de uma babá que vai cuidar de crianças travessas em um lar desajustado e, no fim, todos passam a se amar. A diferença é aqui essas crianças pegam fogo.
O ponto alto nesse livro pra mim é a Lilian (babá) e Bessie (uma das crianças que pegam fogo). Sabe aquele dupla de mulher desajustada e criança inteligente, são elas.
A leitura flui bem, a escrito do autor é legal. Só que acho que ele foi bem comedido... Não tem muito drama e nem engraçado o suficiente.
A coisa boa é que ele não tenta explicar nada. Parabéns. Realismo mágico a lá sul-américa.
Próximo leitura finalizada:
Gente. A Sociedade de Preservação dos Kaiju supriu uma demanda literária que eu tinha de livros-com-godzilla.
É basicamente Jurassic Park com Godzillas. Tem até aquela sensação de descoberta do começa do filme e explicações biológicas-físicas-nucleares que achei super interessante.
O único defeito é o terço final. Foi bem clichê e, sinceramente, não queria sair daquele mundo.
Se você é nerdzinho, gosta de filmes do godzilla ou de Jurassic Park: LEIA AGORA.
E foi isso.
Para finalizar o Pokémon que peguei só pelo hyper dos Kaiju:
Resenha literária
Livro: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa Autor: C. S. Lewis Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Compartilhando minha jornada relendo As Crônicas de Nárnia
Eu, Robô: quando a ficção científica começa a parecer realidade.
📋 Ficha técnica
Autor: Isaac Asimov
Publicação: 1950
Gênero: Ficção Científica
Formato: Coletânea de contos
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Publicado originalmente em 1950, Eu, Robô, de Isaac Asimov, é uma das obras mais influentes da história da ficção científica. Diferente de um romance tradicional, o livro reúne uma série de contos interligados que acompanham a evolução dos robôs e sua relação com a humanidade ao longo do tempo.
O grande destaque da obra está nas famosas Três Leis da Robótica, criadas por Asimov para regular o comportamento das máquinas:
Ao longo dos contos, Asimov explora situações em que essas leis entram em conflito, criando dilemas lógicos e éticos surpreendentes. Em vez de retratar robôs como monstros ou ameaças, o autor apresenta máquinas complexas que muitas vezes refletem os próprios problemas humanos.
Mesmo escrito há mais de setenta anos, Eu, Robô continua atual. Questões relacionadas à inteligência artificial, automação e à convivência entre humanos e máquinas fazem parte do nosso cotidiano e tornam a leitura ainda mais relevante.
A obra é recomendada tanto para leitores iniciantes quanto para fãs de ficção científica clássica. Além de apresentar conceitos que influenciaram gerações de escritores, cientistas e cineastas, o livro convida à reflexão sobre os limites da tecnologia e a responsabilidade envolvida em seu desenvolvimento.
Avaliação: ★★★★★
Se você gosta de histórias que misturam ciência, filosofia e tecnologia, Eu, Robô é uma leitura indispensável.
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💡 Curiosidade
Curiosidade: Isaac Asimov criou as Três Leis da Robótica em uma época em que computadores ainda estavam longe de fazer parte do cotidiano. Décadas depois, suas ideias continuam sendo discutidas em debates sobre inteligência artificial.
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❓ Pergunta para o leitor
E você? Acredita que a inteligência artificial poderá seguir regras éticas semelhantes às Três Leis da Robótica?
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