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@queirozxvt
“When you think about something so intensely for so long, it kind of has a way of taking over everything else.”
— Nina LaCour and David Levithan
O que lhe causa dor é o sentimento de pertencimento. Nada lhe pertence, pois tudo é passageiro.
“Só eu e meus cenários imaginários contra o mundo.”
A teoria japonesa das três faces me faz pensar muito sobre quem eu sou. Dizem que todos temos três lados: a face pública, a face privada e a face verdadeira.
Minha face pública é aquela que todos veem — talvez a mais cuidadosa, a que sorri mesmo quando não está tão feliz, a que busca se encaixar e ser aceita. É uma máscara que uso para navegar no mundo, para manter a paz e não criar conflitos desnecessários. Às vezes, me sinto distante dessa versão de mim, como se estivesse olhando alguém que conheço, mas que não é exatamente eu.
Minha face privada é quem surge com pessoas que amo, com quem confio. É mais autêntica, mais solta, mas ainda assim seletiva. É a parte de mim que ri alto, que desabafa, que mostra inseguranças e pequenos desejos. É confortável, mas ainda guarda segredos — porque nem tudo precisa ser compartilhado, nem tudo precisa ser entendido.
E então existe a face verdadeira, a que às vezes nem eu consigo tocar. Ela é silenciosa, intensa, cheia de medos, sonhos e verdades que não consigo colocar em palavras. É a essência, o que sou quando ninguém está olhando, o que sinto no fundo da alma. É vulnerável, crua, real.
Perceber essas três faces me ajuda a entender que não há contradição em ser várias pessoas ao mesmo tempo. Cada face tem seu propósito, cada face é necessária. E talvez, no fim, aceitar todas elas seja a chave para finalmente me sentir inteira.