styofa doing anything
🪼

❣ Chile in a Photography ❣
Keni
trying on a metaphor
Show & Tell
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

pixel skylines
Jules of Nature

JVL

blake kathryn

Janaina Medeiros

Origami Around
Peter Solarz
Lint Roller? I Barely Know Her

if i look back, i am lost
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
One Nice Bug Per Day
AnasAbdin
$LAYYYTER

seen from Indonesia
seen from United Kingdom
seen from Türkiye
seen from South Africa

seen from Canada

seen from Malaysia

seen from Japan

seen from Nigeria
seen from Romania

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from France

seen from Malaysia

seen from United Kingdom

seen from Malaysia

seen from Canada

seen from Türkiye

seen from Netherlands

seen from United Kingdom
@reginald-c
God knows you just made my day || Catterkins (Plot Twist)
sheisamockingbird:
Quando era mais nova Mary não conseguia entender o motivo de nenhum cara nunca ter reparado nela, sempre eram em suas amigas que eram mais bonitas e extrovertidas, diferente dela que não tinha lá uma beleza exuberante e podia ser considerada como uma pessoa bastante tímida que, na maioria das vezes, preferia a um bom livro do que uma festa com muita bebida. Na época de sua adolescência isso a deixava bastante angustiada querendo saber o motivo daquilo, queria saber o motivo dos garotos não a acharem interessante, queria saber por que ela nunca parecia ser boa o bastante para alguém. Ela era considerada como uma boa amiga, aquela pessoa que sempre estava pronta para dar conselhos e ajudar com os estudos, mas se tratando de romantismo é como se ela não existisse para os garotos. Mas, agora já com 21 anos ela percebia que aquela demora para as coisas acontecerem em sua vida, pois agora estava tendo a oportunidade de conhecer uma pessoa extremamente interessante em todos os aspectos. Agora, conseguia reconhecer que nada em sua vida acontecia por acaso e que apesar de todas as suas decepções amorosas sabia que o futuro estava guardando coisas melhores para ela. Todo esse tempo era como se estivesse apenas esperando pelo exato momento em que iria conhecer Reginald Cattermole, e desde que dançaram juntos durante um jantar que havia acontecido alguns meses antes sua vida tinha mudado completamente e vinha mudando completamente a cada vez que se encontrava com o lufano. Agora, junto dele todas as decepções de seu passado pareciam ser uma grande bobagem, um drama bobo de uma adolescente. Agora, tudo parecia ter tido um sentido.
— Quando eu estudava em Hogwarts minhas amigas viviam saindo e namorando com caras bonitos e interessantes, e eu era meio que deixada para escanteio — antes, tocar naquele assunto costumava a ser como tocar em uma ferida aberta de Mary, mas de uns tempos para cá a ex-ravina estava sabendo lidar melhor com algumas crises quando tivera quando era mais jovem. De todas suas amigas ela poderia ser a solteirona, mas em compensação havia conseguido pular algumas etapas de seu treinamento como haler se formando antes do que a maioria das pessoas que estavam junto dela no treinamento. — Bem, a única fila de pretendentes que eu conheço são algumas das crianças que eu atendo na ala da pediatria, alguns garotinhos são audaciosos ao ponto de me pedirem em casamento. Se eu fosse você tomava cuidado com essa concorrência — brincou com Reginald, aquela não era a primeira vez que contava para o rapaz de alguns casos engraçados que aconteciam com ela no St.Mungus, e sempre era bom poder reviver momentos tão engraçados e alegre como aqueles, sem contar que era gratificante a forma que conseguia ajudar seus pacientes de forma que, provavelmente, já deveria ter aceitado mais de três pedidos de casamento que já havia recebido de alguns garotinhos que cuidava. — Mas e você? Não me diga que também não tem uma fila de garotas esperando para ter uma chance com você — aquele era um ponto que deixava Mary Lizzie bastante intrigada. Antes, quando ela se imaginava junto de alguém imaginava um homem mais velho e não alguém mais novo como era Reginald, tudo bem que a diferença de idade entre eles era de somente quatro anos e não significava nada, mas mesmo assim ficava curiosa tentando desvendar o motivo dele ter se interessado por ela que era mais velha ao invés de uma garota de sua idade ou até mais nova. Aquilo era algo que deixava a Hopkins bastante intrigada para saber qual seria a resposta de Regi.
Qualquer tempo que passavam juntos era bom o bastante ao ponto da Haler desejar que o tempo parasse apenas para desfrutar um pouco mais do momento que compartilhavam juntos, e estava tão bom ficar junto dele apenas observando os fogos de artificio que nada mais parecia importar. Contudo, o mundo conseguia ser um local bastante cruel e instável, de modo que uma hora as pessoas estavam felizes curtindo o Festival dos Fundadores e em outra oura estavam fugindo tentando escapar do ataque que estava acontecendo em Hogsmeade. Instantaneamente segurou a mão de Reginald, sentido aos poucos o medo tomar conta de seu corpo. Tudo bem que ela estava acostumada a ver sangue e lidar com algumas feridas bastante feias no hospital, mas estar no meio de um ataque era algo completamente diferente. Era pura adrenalina e terror correndo em suas veias. — Let’s get out of here! — Como haler ela sabia que a sua função era ajudar as pessoas, tentar salvar vidas, mas no meio do ataque não conseguia pensar em como ajudar a tantas pessoas sendo que tinha poucos recursos. O melhor que tinha a se fazer era aparatar com o Cattermole em um local em segurança, e assim poderia pensar com mais clareza sobre como ajudar cada uma daquelas pessoas. Porém, antes que tivesse a oportunidade de sequer pensar e um lugar para aparatarem o lufano foi atingido no ombro por uma azaração, assim Mary abraçou ele como forma de servir de apoio. — Regi, I know it hurts but you have to be quiet, please — precisava que ele mantivesse a calma para conseguir pensar com calma, suas mãos estavam tremendo e ela estava sando fria de medo. Com um grande esforço conseguiu levar Regi para um local um pouco mais afastado das pessoas que corriam sem um rumo certeiro, apenas procurando uma forma de conseguir escapara daquela confusão. — Eu p-prometo que você v-vai ficar bem. E-e-eu vou tomar conta de você — tentou dizer enquanto o choro atrapalhava a sonoridade de sua voz, pois simplesmente se encontrava apavorada com tudo o que estava acontecendo e não podia pensar na possibilidade de o garoto se machucar gravemente. Apenas voltou a ficar abraçada junto do lufano por um tempo e em seguida aparataram juntos para os arredores de um dos lugares mais seguros que Mary Elizabeth Hopkins conhecia: Hogwarts.
Seu braço inteiro ardia, como se alguém tivesse colocado fogo em sua pele e ainda estivesse jogando gasolina em cima. Ainda assim, Reginald ainda segurava a mão de Mary do outro lado, puxando-a consigo enquanto a dor se espalhava, alastrando-se por seu ombro e subindo por seu pescoço e nuca, sua cabeça pulsando de dor como se fosse explodir a qualquer momento. Mas não havia tempo para reclamar, os dois precisavam deixar aquela multidão enlouquecida e se refugiar em algum lugar seguro antes que acabasse bem pior do que apenas com um braço machucado. Na verdade, tinha de admitir para si mesmo, estava com um pouco de medo de ver o que havia acontecido, então apenas continuou correndo, apenas continuou buscando espaço entre as pessoas que vinham em sua direção, desesperadas, tentando encontrar brechas de onde poderiam se esconder enquanto aquele filme de terror acontecia no vilarejo que antes abrigara tantas pessoas felizes e que estavam apenas querendo se divertir como em qualquer outro dia de suas vidas. Ninguém estava esperando que algo tão terrível poderia acontecer, ninguém estava preparado o suficiente para aquele momento, por isso o pavor aumentava ainda mais para todos. Haviam sido pegos desprevenidos, e ninguém sabia exatamente o que fazer ou de onde vinham as azarações, que na verdade pareciam vir de todos os lados para onde pusessem olhar.
Ouvia Mary falando ao seu lado, a voz demonstrando todo o medo que ela estava sentindo, exatamente como ele, mas ela estava tentando ser forte e corajosa, então ele também precisava ser. A última coisa que precisava no momento era desesperar a mulher ainda mais. Isso com certeza não ajudaria em nada. Entraram em um dos poucos becos que estavam vazios no vilarejo, quando conseguiram se distanciar da multidão apavorada, e com seu braço bom, Regi abraçou Mary o mais forte que conseguiu, querendo mantê-la o mais perto possível naquele momento. Estava suando frio por causa da dor que sentia, estava tremendo e estava morrendo de medo, mas por sorte, e por causa de Mary, os dois conseguiram aparatar com segurança para fora de Hogsmeade e para o lugar que seria mais seguro naquele momento: Hogwarts.
Quando seus pés tocaram o chão de pedra do lado de fora do portão da escola, ele quase caiu. Mas usou seu braço direito para apoiar-se nas barras de ferro do portão e não acabar levando Mary consigo para o chão. Aquela não seria uma boa coisa naquele momento. Sua visão já estava começando a ficar turva e desconexa por causa da azaração que agora se espalhava por seu peito. Ele podia sentir a dor aumentando, lhe corroendo por dentro como fogo, mas conseguiu dizer, a voz fraca e sem saber se Mary poderia lhe entender com clareza: “Vamos entrar. Nós... precisamos... Vamos sair... Daqui.” Sua fala foi toda pausada, pois até sua língua parecia estar perdendo a utilidade em meio a fraqueza que sentia em todo o seu corpo. Mas Mary o puxou. Apesar de ser nitidamente menor do que Reginald, ela tinha muita força, e isso provavelmente se devia ao trabalho que fazia. Tentou ajudá-la da melhor forma que podia enquanto entravam em Hogwarts, mas a única coisa que o garoto podia pensar no momento era em deitar-se naquele gramado e fechar os seus olhos. Queria descansar, queria dormir. Ele estava tão cansado.
I think we can do something more interesting than that. | Hopkins&Cattermole {FLASHBACK}
sheisamockingbird:
Aquela noite que tinha começado, definitivamente, com o pé esquerdo — só assim para explicar a completa sensação de peixe fora d’água que Mary sentiu quando estava presente dos outros convidados do jantar, e também do desentendimento que havia tido com Reginad — finalmente parecia estar se ajeitando. Algumas horas antes ela tinha se arrependido de ter aceitado aquele convite, mas agora estava se sentindo plenamente à vontade com a situação em que se encontrava e se soubesse que dar uma escapada da festa para ir ao jardim junto do filho do anfitrião seria muito mais divertido, a Hopkins teria dado essa sugestão há muito tempo atrás.
Ao escutar Reginald falando de seu pai a haler logo percebeu através das palavras do jovem que o relacionamento dele com o homem de longe era um dos melhores, e automaticamente esse pensamento fez com que ela se lembrasse de seu pai. Normalmente, esse não era um assunto que ela gostava de compartilhar com outras pessoas e muito menos gostava de perder o seu tempo pensando nessa questão que era muito delicada para ela, mas mesmo assim às vezes era um pouco inevitável se questionar sobre essa parte de sua vida. Quando era criança Mary tinha muitas curiosidades a respeito de quem era o seu pai, gostava de imaginar que ele era como um príncipe ou um dos heróis dos livros que ela vivia lendo, mas no dia em que sua mãe contou a verdade para ela e seu irmão a única coisa que conseguia sentir era uma profunda decepção. Seu pai não era uma pessoa nobre, não tinha deixado sua mãe para participar de missões humanitárias na África. Seu pai era um babaca de primeira — como sua avó costumava a falar quando a mãe de Mary não se encontrava por perto, e em algumas situações mais extremas costumava a usar bastantes palavrões que Mary Lizzie não tinha coragem de repetir em voz alta — ele havia deixado sua mãe por outra mulher, não tinha se importado em nenhum momento com a gravidez da mulher e nunca tinha demonstrado ter nenhum interesse em conhecer os filhos, se é que ele soubesse que eram gêmeos. Não tinha como a Hopkins nutrir um sentimento bom por um homem como aquele, e a única coisa que ela fazia era agradecer por uma pessoa como aquela não ter nenhuma importância ou participação na sua vida ou na do seu irmão, os Hopkins estavam melhores sem ele. — Alguns pais só querem o melhor para os seus filhos e acham que isso somente vai acontecer se o filho seguir os seus passos, mas nem sempre isso é a melhor opção.
Reginald conseguia ser uma pessoa bastante encantadora sem nem mesmo precisar se esforçar muito, e muito provavelmente se tivessem se conhecido na época em que Mary estudava em Hogwarts ela iria gostar de ser sua amiga. Apesar do jeito um pouco rebelde que tinha ele ainda era uma boa pessoa. — Achei que nunca iria me perguntar isso — respondeu de forma bem humorada e se aproximando do rapaz. — Então isso significa que vou voltar com os meus pés inteiros para casa? Bom saber disso, até já estava preparada caso você piasse sem querer — para Mary ainda era um pouco estranho a forma em que se sentia tão a vontade perto do Reginald, mas era um estranho no bom sentido. Ela gostava da companhia dele mesmo o conhecendo há apenas algumas horas.
Reginald já havia se incomodado muito mais com o fato de não ser o filho que seu pai gostaria de ter. Depois de tantos anos aturando o mau humor de Albert e todas as críticas que recebia por causa de seu comportamento e por causa da forma como o garoto vivia sua vida, ele já havia parado de se preocupar com as opiniões do mais velho, porque percebera que de nada adiantava perder tempo com aquilo, já que nada realmente mudaria. Então fazer algo que seu pai não gostava, ou deixar de fazer algo que ele gostaria que Reginald fizesse, ah, aquela era a melhor sensação que o garoto poderia ter. Qualquer um poderia dizer que aquela era apenas uma atitude idiota de uma criança, mas não era apenas isso realmente. Regi continuava com suas atitudes rebeldes porque era a única forma de não se dobrar aos desejos de um homem que achava que poderia comandar todos a sua volta, sem se preocupar com seus sentimentos ou qualquer outra coisa.
Por causa disso, fugir para os jardins com a homenageada da noite no meio da festa não era algo que faria com que Reginald se arrependesse, muito pelo contrário. Estava apreciando bastante a companhia de Mary, algo que também não era comum, já que o rapaz geralmente se relacionava apenas com suas amigas, Harriet e Pippa, e não fazia tanta questão de modificar aquela situação. Mas Mary havia despertado algo no rapaz, algo que nenhuma outra pessoa fora capaz de despertar, e aquilo a tornava misteriosa, e fazia com que ele quisesse a conhecer melhor. No que isso daria? Ele não tinha certeza, mas estava gostando daquela incerteza.
“Ou melhor, alguns pais só querem o melhor para si mesmos, e acham que é obrigação dos filhos seguirem seus passos. Mas não vamos falar sobre isso agora, não é o assunto mais interessante que temos.” Realmente, a última coisa que o garoto precisava era ficar falando sobre seu pai e acabar estragando sua noite. Estava se divertindo particularmente com Mary, e preferia mesmo manter-se daquela forma. Além disso, ela não precisava que Regi ficasse enchendo seus ouvidos com seus problemas familiares, com certeza Hopkins tinha outras coisas para pensar. “Ah, mas é claro. A última coisa que quero é que você saia daqui sem alguma parte de seu corpo, Mary. Acredito que isso vá deixar minha mãe orgulhosa sobre ter feito um bom trabalho me ensinando a dançar. Agradeça a ela pelos seus pés mais tarde.” Ele respondeu, divertido, enquanto puxava Mary com gentileza para mais perto de si para que eles pudessem dançar. Não estava habituado com aquela situação, e o fato de ter a conhecido a muito pouco tempo o deixava um pouco constrangido, mas seguiu em frente assim mesmo.
Passou, então, a se movimentar no ritmo da música lenta que tocava e enchia o jardim, as taças de champagne paradas sobre o banco ao lado deles enquanto dançavam. Um sorriso brincalhão estampou-se em seu rosto. “Foi uma surpresa e tanto te conhecer essa noite, Mary.”
sheisamockingbird:
Nós estamos dando o nosso jeito e estamos nos saindo muito bem se você quer saber, não precisamos do dinheiro deles. As notas não são as únicas coisas que tem importância para conseguir um emprego Regi, também é levado em conta o caráter da pessoa e se você quer saber as notas não refletem na inteligência de cada pessoa. Eu acredito em você Reginald Cattermole, e acredito que você vai conseguir sua vaga no Ministério sem precisar de uma carta de recomendação do seu pai.
Se você quiser podemos conversar um pouco mais sobre isso.
Sim, mas você está tendo que pegar mais turnos no St. Mungus porque eu não estou trabalhando, e eu detesto te ver exausta por causa disso. Eu sei que não preciso do meu pai, por isso quero dar um jeito nessa situação de uma vez por todas. Nunca pensei que ficar sem um emprego seria tão ruim assim. Quer mesmo falar sobre isso? Eu não quero te pressionar, foi apenas um comentário e- Podemos deixar isso para mais tarde, se preferir.
sheisamockingbird:
Você precisa relaxar um pouco Regi, faz quase um mês desde que você se formou. Ainda tem tempo para receber uma resposta do Ministério sobre a vaga de emprego que você está querendo, e eu acredito em você. No fim tudo vai dar certo.
I know, Mary. But I had some expectations... Depois que deixei a casa dos meus pais, eu não tenho mais o dinheiro deles para me manter. E você sabe que minhas notas em Hogwarts não foram suficientemente boas para conseguir um emprego importante no Ministério, ainda mais agora que não vou ter uma recomendação do meu pai. Eu preciso começar a tomar conta da minha vida. E se nós queremos uma família...
Oh my God, we never talk about this...
[Flashforward] I proved that you were wrong | A letter to Albert Cattermole
Albert,
Não vou começar aqui com uma intimidade de chamá-lo de pai da qual nunca tive em toda a minha vida. Você nunca pareceu um pai para mim, e não é hoje que começará a parecer, então, nos pouparei desses pequenos detalhes.
A intenção de esse pergaminho estar sendo enviado a você, e não a minha mãe, como seria de costume, é o puro e simples fato de que sentia, já há algum tempo, a necessidade de lhe mostrar, de lhe provar o quanto estava enganado a meu respeito. Não, não falo sobre o trabalho no Ministério da Magia, o qual, apesar de não ser dos mais favorecidos, tem sido muito útil para minha família e para mim. É verdade que essa foi uma das coisas das quais você sempre me importunou, para que conseguisse um emprego que trouxesse um pouco mais de visibilidade para os Cattermole, mas mesmo que não tenhamos a menor das intimidades, você ainda conhece seu filho e sabe sobre minha capacidade de ir contra cada uma de suas vontades. Para isso, o emprego que conquistei no Ministério da Magia, por mérito apenas meu e de mais ninguém, não está sendo, nem de longe, algo que você teria desejado para seu único filho. Na verdade, me ver trabalhando no Departamento de Manutenção Mágica, escondido do mundo, sem ter meu sobrenome reconhecido, deve ser uma das maiores vergonhas pela qual você já passou em sua vida. E por causa disso, tem sido um dos meus maiores orgulhos.
É claro que nada, absolutamente nada, me deixa mais orgulhoso do que minha família. Não falo de você, ou de meus tios, ou primos. Essa carta só está sendo enviada com objetivos precisos. O meu maior orgulho é a minha esposa, minha maravilhosa esposa que você jamais iria aprovar, tenho certeza, mas sua opinião pouco importa para mim nesse momento. E, é claro, não poderia deixar de falar sobre meus filhos. Junto de Mary, eles são o que tenho de mais preciso na minha vida. Por enquanto, só tenho meninas em minha casa, e elas são como a luz que faltava para mim durante toda minha infância e adolescência. Um simples sorriso de Maisie é capaz de resolver qualquer problema, por maior que seja. E ainda sinto os braços da pequena Ellie ao redor do meu pescoço enquanto comemoramos a notícia de que Mary está grávida novamente. Dessa vez, imaginamos que venha um garoto, não que faça diferença, de toda forma. O importante sempre será estarmos juntos. Nós, contra o mundo.
Como eu disse, minha intenção com essa carta é provar que você estava errado. Eu tenho uma vida incrível, uma que, com seu pessimismo ao meu redor, nunca poderia ter sequer sonhado. Ás vezes ainda me pego imaginando como fui tão sortudo a ponto de ter uma mulher maravilhosa como Mary retribuindo meu amor, mas então ela sorri para mim e nada mais importa. Então, você estava errado. Eu venci na vida. Eu tenho tudo o que preciso. Eu não sou um perdedor, você é. Você é porque perdeu a oportunidade de conhecer as garotinhas mais incríveis do mundo, de ver seus sorrisos e poder sorrir da ingenuidade infantil delas em relação a tudo. Você perdeu porque poderia ainda fazer parte da minha família, mas a partir de agora, você nada mais significa para mim.
Não espero por uma resposta, honestamente. E nem a quero, de qualquer forma. O tempo em que suas decisões afetavam minha vida já passou há anos. Agora eu sou feliz, e, felizmente, não foi com a sua ajuda.
De seu filho,
Reginald.
go away. let me stay here with my loneliness. // Selina&Reginald [Flashback]
bellanova-selina:
Não era a primeira vez que Selina fazia algo tão imprudente assim. Já havia feito aquilo antes e não sera a última. A sensação de poder controlar toda aquela adrenalina, sem contar como o quanto sentia-se mais revigorada podendo testar aquele feitiço. Não era como se ela estivesse pulando ou tentando se matar. Ela era covarde demais para se matar, e ao mesmo tempo sabia que tinha muito potencial para acabar pulando de uma torre. Poderia tentar explicar para o garoto o que ela sentia quando pulava, não poderia pensar em palavras. Haviam muitas coisas na vida de Selina que ela não podia controlar. A total ilusão de família era a principal coisa de sua lista de coisas fora de controle. Depois vinha sua convivência em meio aos alunos. Nunca fez esforços para agradar ou realmente tentar amizades. Os poucos amigos que tinham haviam superado o fato de Selina nunca ser do tipo que corresponderia uma carta ou daria o conselho certo, mas sabia que ela era alguém honesta. Poder controlar o seu corpo com um feitiço um pouco antes do que poderia ser sua morte. Isso sim era controle e poderia melhorar a sensação de não controlar as outras coisas.
Ainda não entendiam porque ainda falavam sobre borboletas. Pensou que o garoto se irritaria no começo com sua provocação, mas ele somente continuava o assunto e não caia em suas provocações. — Com tantas coisas interessantes para aprender no castelo, você perde seu tempo lendo sobre borboletas? É muita falta do que fazer. — Acabou reclamando. Não aguentava mais aquela conversa sem contar que realmente achava aquilo e naquela altura o garoto já deveria ter percebido que Selina não possuía papas em sua língua. Se ela tivesse de falar, ela falaria. Queria acabar logo com isso, e simplesmente voltar a sua atividade de treino, pois a prática levava a perfeição. Porém, sabia que com a presença do mesmo ali era impossível. Era muito melhor ela virar as costas e ir embora, voltar para seu salão comunal e ir estudar um pouco. Já ia se virar, mas o garoto começou a alfinetando-a. Ela havia pedido por aquilo, pois sempre julgara alguém por sua casa ou seus modos, e o lufano a cortou bem quando ela precisava. — Você tem seus amigos e a sua mãe. Eu devo ao máximo cinco pessoas que me aturam aqui. Nem meu irmão eu consigo encarar. Sei que não sou a única que tem problemas, mas não sou interessada em ouvir o dos outros. Não fica caçando por mais quando tenho os meus.
Estava tão concentrava em sua fala que nem notou a aproximação do garoto. Ficou morrendo de medo de escorregar para trás, pois não estava preparada para aquilo. Uma coisa era ela pular concentrada e pronta para usar sua varinha outra coisa era quando um garoto que ela nunca havia visto na vida se aproximava tanto dela, mas ele mesmo desequilibrando-a acabou a puxando para frente. A raiva da garota subiu, pois ela realmente já estava de saída. Ela não era uma suicida como ele a tratava. Revirou os olhos quando os dois caíram no chão. Acabou caindo por cima do lufano, e crispou seus lábios com raiva. — O que você estava pensando. Eu estava saindo dali. Sem contar que eu estava indo embora não precisava fazer tudo isso. Já tinha dito que não ia tentar me matar. — Suas palavras saiam entre dentes enquanto respirava de leve tentando se acalmar. Tinha a certeza que o garoto era idiota. Não, ele era estúpido, irritante e ainda estava marcando uma presença que ela não queria.
— Não sei o porquê de vocês quererem ser heróis e salvarem o dia. Algumas pessoas não querem ser salvas ou elas conseguem se salvar sozinhas. Não preciso da sua ajuda. — Resmungou novamente arranjando forças para levantar. Bate de leve em sua roupa para limpar a poeira da mesma. Não querendo ficar ali nem mais um minuto. Estava agora com uma dor na cabeça e um pouco de raiva. Precisava de um cigarro. Tentou não encarar o garoto ou sua grande “boa ação”. Ajeitou seu uniforme caso tivesse que encarar Vanity para a mesma não dar uma detenção achando que ela estava fazendo algo impróprio. Colocou a mão na escadaria pronta para ir embora. Já tivera dor de cabeça suficiente para a semana.
Reginald era uma pessoa completamente desinteressada pela maior parte das coisas que o cercava. Ele detestava livros (ou melhor, não sentia a menor vontade de abri-los e lê-los); ele não se dava bem com nenhum tipo de esporte ou com jogos em um geral; era um inútil quando se dizia respeito a conversar com garotas que não fossem suas duas melhores amigas; e, principalmente, ele não queria pensar em seu futuro de forma alguma, porque não via um bom futuro para si mesmo. Não era esperto, não era prático e não aprendia rápido. Tinha seu probleminha, chamado TDAH, que servia apenas para complicar um pouco mais a vida do garoto, e não havia algo que lhe chamasse atenção o suficiente para que quisesse seguir como carreira. Sabia que teria de seguir algo no Ministério da Magia como seu pai, mas não achava que aquele era o momento ideal para se pensar naquele assunto. Na verdade, Reginald nunca achava que o momento era bom o suficiente para pensar no seu futuro inútil e sozinho.
Mas apesar de tudo aquilo, Reginald Cattermole era alguém que se importava com as outras pessoas, mesmo que essas pessoas fossem estúpidas, ranzinzas, suicidas, ou grandes imbecis como Selina Bellanova estava demonstrando para ele naquele momento. “Eu não estava lendo sobre borboletas, muito pelo contrário, eu não leio sobre nada. Aprendi isso com alguém, talvez com Maureen quando ela ganhou aquele livro de Herbologia, mas não consigo me lembrar.” Regi deu de ombros. Aquela garota era totalmente arrogante e ele realmente não sabia porque estava insistindo em ajudá-la sendo que ela não merecia sua ajuda, mas continuava ali. Talvez porque não tivesse nada melhor para fazer (e aquilo era definitivamente verdade) ou talvez porque, se ela caísse, provavelmente colocariam a culpa nele, e bem, Reginald não estava com vontade de passar por mais aquele problema. Se ela quisesse se matar, que lhe fizesse o favor de fazer isso quando ele não estivesse por perto. Era o mínimo de respeito. “Sim, tenho meus amigos e minha mãe. Com isso, somam-se, hm... Quatro pessoas. Você tem cinco, acho que já saiu na minha frente. Esse seu complexo de inferioridade é uma droga, sabia? Deve achar que é a pessoa mais sofredora do mundo, mas novidade, você não é. Se começasse a olhar um pouco mais em sua volta, veria que tem pessoas com problemas bem mais sérios, mas nem por isso descontam suas frustrações nos outros ou se tornam grandes arrogantes como você.”
Quando os dois caíram no chão, Reginald já estava se preparando para levar um soco ou algo parecido. Mas a garota apenas se levantou com mais alguns xingamentos destinados a ele, aos quais ele realmente não dera bola. Já escutara coisas piores de seu pai, não era como se aquelas palavras rudes da garota o atingissem, por isso apenas balançou sua cabeça e deu um sorriso, mas para si mesmo do que para ela. Fizera uma grande coisa a aguentando e ainda a ajudando, não queria mais ouvi-la, e ficar sentado na Sala Comunal sem fazer nada era melhor do que aquilo. Não tinha paciência para pessoas ingratas. “Eu não estava tentando ser o herói, se sabe ou não se salvar sozinha, esse é um problema seu, Bellanova. Mas eu fiz a minha parte e estou satisfeito com isso. Só da próxima vez que estiver tentando provocar um acidente, ou seja lá o que você faz da sua vida, por favor, faça isso quando não tiver ninguém por perto. Se você caísse, eu é que não iria querer ser responsabilizado por isso. Passar bem.” Ele disse, levantando-se enquanto falava e então passando pela garota antes que ela mesma pudesse descer as escadarias da Torre de Astronomia. Era melhor sair logo dali antes que ela resolvesse jogar mais um pouco do drama de ser uma garota com tantos problemas para cima dele. Não iria insistir em ajudar alguém que não queria ser ajudada.
Nem tudo o que parece é, seu babaca. Nunca te disseram isso não?
Faltam sim. Eu digo que não, e você é obrigado a respeitar minha ordem! Você não ia arriscar me convidar por que nunca esteve interessado, assume a verdade que é mais bonito. E sim, está namorando sim, dá pra ver nessa sua cara de paspalho elevada ao cubo. Podemos oras, quer falar sobre o quê?
Não seja tão estraga prazeres, Applebee.
É claro que eu seria obrigado a respeitar, quem você pensa que eu sou, mocinha? Eu jamais iria contra a sua decisão. Não fale bobagens, eu só não tive coragem, ok? Não pode julgar um cara por causa disso, principalmente se esse cara for o seu melhor amigo. Você deve estar adorando me chamar de paspalho a cada cinco minutos, não é mesmo? Podemos falar sobre qualquer coisa. Vamos falar sobre o trabalho de Poções... Geez, não, esquece, melhor não. Me dê uma ideia, baixinha.
Ciúmes? Eu? De você? Faça-me rir, Reginald Cattermole! Não, não mesmo, nunquinha.
Faltam, faltam sim. E não me venha com essa cartada do eu poderia ter sido um deles, se quisesse mesmo teria me convidado para sair ou qualquer coisa dessas. Mas não, nunca falou nada e agora você está namorando, então essa cartada não deve ser usada. Não sempre, mas ainda fala as vezes.
Não é o que está parecendo, anã.
Não faltam não. E é claro que eu posso usar isso, quem disse que não? Não iria arriscar te convidar para sair e acabar levando um não como resposta. Imagina só como ficaria nossa amizade se isso tivesse acontecido. Eu não estou namorando.... Não oficialmente. Será que podemos falar sobre outra coisa? Quer dizer, você mesmo acabou de dizer que eu não paro de falar na Mary.
Eu é que não sei porque você acha tão complicado. Olha, está tudo nos livros e os mapas não são assim tão complexos… Não tanto quanto poções e essas coisas, isso você não pode negar. Tá, vem cá, o que você acha que é esse mapa aqui?
Mapas para mim são aqueles papéis onde estão escritos os nomes das ruas e a gente pode se achar em uma cidade, mesmo que eu consiga me perder melhor com eles do que sem eles. Isso aqui não é um mapa. São montes de rabiscos e nomes de estrelas que eu nunca vou saber diferenciar quando olhar para o céu a noite, porque para mim elas são todas iguais. Desculpe, Crystal, não quero fazer você perder seu tempo tentando me ensinar. Eu sou péssimo aprendendo qualquer coisa.
Astronomia. Isso aí é grego para mim, não sei como você consegue entender e gostar tanto...
Do you want to build a snowman? Reginald and Pippa (small para, flashback, december 1977)
Era realmente um saco Harriet não estar ali, Pippa adorava a amiga, claro, mas não reclamava de passar aquele dia apenas na companhia de Reginald. Era bem verdade que aquela pequena garota possuía um espírito de moleque – culpe a vida, Philippa nunca pediu para nascer a filha mais nova em uma fazenda, na qual ou aprendia a se virar ou sofria nas mãos de Henry e Mike. Pippa amava Harriet, mas ela se sentia muito mais a vontade com Regi. A outra melhor amiga não era um exemplo de garota tradicional, muito pelo contrário, mas mesmo assim havia uma afinidade muito maior com Regi. Ultimamente as conversas com Harriet estavam envolvendo garotos e Pippa não era nada boa com isso, por tal motivo andava evitando conversar sozinha com a jovem Goldstein.
“Oh, please Reginald!” Forçou um tom ultrajado, como se ele questionar se teria que defende-la das bolas de neve como uma criancinha indefesa fosse realmente um ultraje. “É claro que você não vai ter que me proteger.” Começou a explicar. “Você vai simplesmente ser alvejado no meu lugar.” Falou com naturalidade, como se aquela fosse a coisa mais óbvia da vida. Em algum momento no início da amizade dele Pippa teria retrucado sobre o comentário do garoto sobre sua altura, mas já havia se acostumado com as brincadeirinhas dele – e com sua altura, claro. Philippa realmente tinha a altura de um gnomo de jardim, quanto a isso não havia discussões. Por vezes apenas retrucava para entrar na brincadeira dele, é para isso que amigos servem, não? “Sim, já comentou algo sobre. E eu já respondi que não reclamo como uma velha mau humorada!” Resmungou fechando a cara quando ele a colocou no chão. Tentou acertá-lo com alguns tapas quando ele insistiu em bagunçar seu cabelo, mas as tentativas foram facilmente atrapalhadas devido à diferença da altura deles. “Você é um babaca!” Pippa mostrou a língua para ele, discretamente preparando-se para começar a correr. “Quem chegar por último é mulher do Filch!” Utilizou seus passos de distancia dele como vantagem, dando um grande impulso no começo da corrida. Pippa não era uma atleta, pelo contrário, ela até que era bem sedentária, e a distancia da entrada da Sala Comunal da Hufflepuff aos jardins era considerável, ela teria que poupar folego para o fim. Caso contrário cairia de cansaço na neve fria quando chegasse à área externa do Castelo - isso é, se chegasse.
Em que ponto na amizade deles Reginald havia se percebido diferente em relação a Pippa? Não diferente na forma como a tratava, porque naquele ponto os dois continuavam iguais, como duas crianças que viviam de brincadeiras, mas diferente na forma como se sentia sobre ela. Pippa continuava sendo sua melhor amiga, uma das pessoas mais importantes para Reginald, mas havia algo a mais há um tempo. Quando estavam sozinhos, havia uma certa tensão entre os dois que ele não sabia se a garota poderia sentir, mas não era algo ruim, não o incomodava, apenas o confundia. E era mais ou menos o que ele estava sentindo ali enquanto a carregava para fora da Sala Comunal, a alegria costumeira de ter a presença da amiga, e algo a mais no fundo, como se estivesse lhe espreitando. A verdade, a que ele não conseguia admitir para ninguém, muito menos para Pippa, era que Regi havia pensado em algo além de amizade entre os dois. Algumas vezes até mesmo se flagrava imaginando como seria beijá-la, o que era uma grande coisa para ele, mas acabava suprimindo aquele sentimento porque não queria pôr em risco a amizade dos dois por algo que poderia ser tão passageiro.
“Oh, é claro, defender é uma palavra forte. Eu vou apenas servir como escudo humano, certo? Entendi. Faz bem mais sentido agora.” Ele riu, balançando a cabeça diante do tom de voz que a garota usava. Não havia aquela coisa de super proteção entre eles, porque Reginald sabia que tanto Pippa como Harriet eram fortes e inteligentes o suficiente para saberem se cuidar, sem falar que ele não fazia o tipo forte e que conseguiria vencer um duelo ou uma briga, mas sabia de uma coisa, que se caso suas amigas um dia precisassem, ele jamais mediria esforços para ajudá-las. Apesar de que outra coisa que não havia entre eles eram demonstrações de afeto exageradas, as duas garotas eram importantes demais na vida de Reginald para ele deixar qualquer coisa acontecer com elas sem tentar evitar ou revidar. “Reclama sim. Inclusive, acabou de reclamar sobre meu comentário sobre a sua reclamação, o que comprova minha afirmação.” Reginald fez uma careta em uma tentativa de imitar a expressão de Pippa. No entanto, se assustou ao ver a garota começar a correr, e revirou os olhos para si mesmo ao perceber que havia caído naquela mais uma vez. “Damn it, Pippa! Você sabe que eu detesto correr.” Resmungou, mesmo sabendo que não seria difícil alcançá-la, da forma como já fizera outra vezes. Então se forçou a correr atrás da garota, ignorando o quanto detestava qualquer tipo de exercício físico. Quando a alcançou na metade do corredor, suas pernas mais compridas claramente lhe dando mais vantagem, passou seus braços em torno da cintura de Pippa e a puxou, erguendo seus pés do chão no processo e rindo enquanto a levantava.
Você encontrar alguém e ter um encontro é uma coisa, Regi. E eu super apoio. Agora ficar aqui me fazendo de padre num confessionário é demais! Não precisa ficar me contando tudo, não preciso saber quantas vezes se beijaram e como você se sentiu em cada um delas!
É injusto você e Harriet estarem tendo encontros e eu só ouvindo você falando repetidamente da Mary e a Harriet resmungando sobre o babaca do Dolohov,
Eu não estava contando quantas vezes nos beijamos... Ou estava? Não, tenho certeza que não. Você por acaso está com ciúmes, senhorita Applebee?
Você pode ter encontros também, Pippa, não faltam garotos para isso. Inclusive, eu poderia ter sido um deles, se você não tivesse me rejeitado por tantos anos. Crueldade da sua parte, se quer saber. Mas espera, Harriet ainda está com aquele imbecil do Dolohov?
Não sei, você vai ficar até quando falando o quão maravilhoso foi o seu encontro com a Mary? Por que se for continuar por muito tempo eu posso vomitar de tão meloso que ficou.
Primeiro você e a Harriet ficam me atormentando para eu encontrar alguém, aí quando eu encontro alguém e quero falar sobre isso com vocês, sou recebido desse jeito? Quanto carinho, estou emocionado.
Você está com uma cara estranha. Não vai passar mal aqui, vai?