Hoje faço 5 anos de Tumblr! 🥳
Lint Roller? I Barely Know Her
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Sade Olutola
I'd rather be in outer space 🛸
KIROKAZE
No title available
No title available
d e v o n
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Jules of Nature

No title available

pixel skylines

tannertan36
DEAR READER

Love Begins
wallacepolsom
Cosmic Funnies
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
Sweet Seals For You, Always
seen from Malaysia
seen from United Kingdom

seen from Germany
seen from United States

seen from United States

seen from Netherlands
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from T1

seen from United States
seen from Netherlands
seen from Canada
seen from Malaysia
@secret-affair
Hoje faço 5 anos de Tumblr! 🥳
Habemus papam!
Reblogue se você aceita receber nudes!
GISA
Este relato que você vai ler a seguir é verídico e por este motivo os nomes serão preservados para evitar futuros processos até porque sou casado e quero evitar constrangimentos desnecessários. As fotos são fictícias porem é o mesmo biótipo.
Gisa foi um caso inusitado e atípico em minhas investidas. Foi a primeira vez e uma das poucas onde seu marido não só sabia como queria participar também.
Foi algo novo pra mim naquela época onde experimentei uma nova forma de transar que para mim hoje é absolutamente normal.
Gisa é uma mulher na faixa dos trinta anos de idade, magra porém com curvas. É loira, tanto os seios, bumbum e coxas de tamanho normal, boca gostosa mas sem exageros e olhos verdes.
Os primeiros contatos foram através de um ex colega de trabalho que precisava indicar para a esposa um professor particular de informática. Ela iria prestar concurso público e na época precisava de algumas aulas específicas que cursos normais não ofereciam por completo. Então ele me contata por telefone e marcamos um jantar com nossas respectivas esposas. No referido dia, nada de anormal acontece e tudo transcorre normalmente. Claro que eu não perdi a oportunidade de dar um 360º de forma discreta na esposa do meu ex colega e confesso que a sua esposa me deixou de pau duro. Ao final da janta nos despedimos e já deixou marcado comigo para nos próximos dias iniciar as aulas.
Então no primeiro dia tudo começou transcorrendo normalmente, o computador ficava no quarto do casal e fomos para lá ter as aulas. Porém notei que tinha uma calcinha fio dental em cima de uma coberta dobrada ao pé da cama. Fiquei imaginando mil e uma coisas com ela enfiada naquela calcinha minúscula. Porém me foquei no trabalho que estava fazendo lá e tudo transcorreu normalmente. Ao final da aula nos despedimos e ela me leva até a porta e vou para casa.
Na segunda aula percebo que além da calcinha havia um sutiã meia taça junto a mesma calcinha no mesmo local. Começo a ficar cabreiro e vejo que ela se debruçava com as mãos sobre a mesa do computador ficando com o rosto na altura do meu peito, quase que encostando. Então resolvo ter cautela e começo a explorar esses possíveis sinais de forma discreta me aproximando a cada vez que explico algo e movo o meu corpo. Chegou um dado momento em que ela encostou e não desgrudou o rosto do meu peito. Comecei a ficar excitado e então a temperatura do meu corpo subiu um pouco.
Ela percebendo isso comentou: Tá calor né, espera que ligo o ar condicionado! Ligou o ar e voltou para a mesma posição, se encostando no meu peito, porém o volume na minha calça já estava evidente. E eu tentando disfarçar mudo um pouco de posição com as pernas e ela deixa cair o braço e toca com a ponta dos dedos na cabeça dele, e ali deixa a mão. Então eu com a mão direita abro a braguilha e coloco ele para fora onde os dedos dela tocam nele, sem a calça atrapalhando. Ela olha pra mim da forma mais natural do mundo, me beija e começa a me masturbar dizendo que seu marido sabe o que está acontecendo e que quando ele sabe que sua esposa deu para outro a come com mais tesão.
Então fiquei um pouco desconfiado até que ela liga para ele e ele por telefone me confirma a história e pede para quando a esposa estiver gemendo para ligar para ele ouvir. Então depois disso topo a brincadeira.
Ela pega novamente no meu pau e começa a mamar gostoso e ele em instantes enrijece deixando ela louca principalmente quando ele começa a pulsar. Sem cerimonias ela começa a pular em cima do meu pau loucamente esfregando com força seu púbis no meu, fazendo movimentos ora circulares, ora para frente e para trás sempre tentando colocar meu pau mais e mais dentro dela.
Logo aviso que vou gozar, então ela diminui o ritmo e administra com a maestria de poucas para mim não gozar e continuar a devorá-la em cima da cama. Em algum tempo a vontade de gozar passa e então recomeça a rebolar freneticamente em cima de mim, até que finalmente ela goza. Então ela me pede que quer gozar novamente porém com eu mamando sua vagina e seu cuzinho intercaladamente. Que assim o faço e sem miséria. Mamei muito aquela vagina branquinha e aquele cuzinho rosadinho. Até que quase quando minha mandíbula começa a ter câimbra ela goza novamente e eu bebo todo seu gozo.
Então ela volta a mamar meu pau e pede para gozar dentro dela. Então após alguns minutos do vai e vem da boca dela no meu pau ela fica com as pernas bem abertas expondo aquela vagina linda e gulosa onde a penetro deliciosamente. Depois de poucos minutos ejaculo loucamente dentro dela, onde ela se contorce para não perder nenhuma gota do esperma. Logo após de eu tirar meu pau de dentro dela, ela coloca um absorvente feminino daqueles internos. Então perguntei o porque, e ela me responde que seu maridinho quer transar com ela a noite já com porra de outro macho dentro dela. Achei um pouco estranho mas levei na esportiva, mais por curiosidade de saber até aonde isso iria dar. Então nos despedimos e ela deitada na cama mesmo me deu tchau e eu fui embora depois de um banho tomado.
Na mesma noite, lá pelas duas da madrugada recebo uma mensagem de vídeo dela no whatsapp. Ao ir até o banheiro ver vi uma cena de sexo onde a mulher cavalga em cima de um homem e no final ela ao se levantar escorre uma enxurrada de esperma em cima do homem. E ao ver a mulher tomando toda aquela porra reconheci Gisa lambendo seu maridinho… Naquele momento caiu a ficha. No final tinha uma mensagem para ir na noite daquele próximo dia para “recarregar” a dose.
Ao chegar lá na noite seguinte percebo que ela está na porta de lingerie vermelha logo pega no meu pau e disse que hoje era a três. Disse que não era para ficar receoso pois ele estava vendado deitado na cama, para me passar mais segurança. Ao entrar não falei nada apenas observei o que se passaria, então ela deitou em cima dele e pegou o pau dele e penetrou em sua vagina e fez sinal para eu penetrar seu cuzinho. Assim o fiz. Então ela rebolando e gemendo com mais prazer do que quando transamos diz a os gritos: ME comam, me fodam, me rasguem sou a puta de vocês. Logo seu marido se anima e chupa os seios dela a chamando de cadela ordinária, vagabunda e coisas do tipo. Ela então avisa que iria gozar e que não era para pararmos. Assim obedecemos e ela gozou freneticamente, enlouquecidamente, pedia para batermos na cara e na bunda dela e assim o fizemos. Gozou como uma cadela no cio. Depois pediu para ficarmos de pé (a essa altura seu marido já estava sem a venda) e ela se segurou no meu colo dessa vez com meu pau encaixado em sua vagina onde seu marido penetrava seu cuzinho. Então a devoramos de pé mesmo, onde ela me beijava e dizia para seu marido: Soca corninho, soca gostoso que o seu amigo tá comendo minha buceta. E então ele diz que não aguentaria e iria gozar, ela então se desvencilha de nós dois e toma toda a porra dizendo que gozar dentro hoje só a visita!
Então ela fica deitada em cima da cama e me chama, pede se eu não faria algo diferente, enquanto seu marido a penetrasse eu não penetraria seu marido, disse que nunca tinha feito mas que com camisinha tentaria sem problemas. Então ela dá camisinha a nós dois onde ela coloca com a boca nele e depois em mim. Vai até a gaveta e pega um gel aonde prepara o cuzinho do seu marido para eu comer passando bastante gel, dizendo que se eu mudasse de idéia poderia gozar dentro do cuzinho dele aonde ela beberia tudo depois.
Então ela se posiciona e ele começa a penetrá-la. Então eu me posiciono e um pouco nervoso começo a penetrá-lo também. No começo achei um pouco estranho mas depois de um tempo começo a me acostumar e começo a bombar com força no cuzinho do corninho e então Giza ao ver a excitação do maridinho geme e goza como uma cadela no cio colocando as pernas bem altas onde pego seus tornozelos e sinto que seu maridinho goza também ao ver seu cuzinho apertar meu pau.
Neste momento digo que quero gozar dentro do cuzinho dele para experimentar. Então ela vem e tira cuidadosamente a camisinha do meu pau e reintroduz no cuzinho do seu maridinho onde reinicio o vai e vem. Ela diz que para ficar mais gostoso começa o masturbar para que seu cuzinho fique latejando bem gostoso pra mim. Então pego nas ancas dele e o coloco de quatro e soco com vontade até que sinto que vou gozar, então ejaculo forte dentro dele. Ao tirar meu pau começa a escorrer a porra e ela vai e lambe o cuzinho do seu maridinho até esgotar o esperma e depois limpa meu pau e mama deliciosamente.
Confesso que foi tudo novo pra mim mas foi bem excitante. Então ela se deita no meio de nós dois e disse ao marido: gostou da porra do meu macho em corninho? Ele responde afônico que adorou e quer que eu seja o macho deles.
Então ela recomeça a transa sentando em mim e pedindo para ele lamber minhas bolas, lamber meu cuzinho e quando eu gozasse para limpar a porra dela e minha. Então ela sentou e fez miséria no meu colo, rebolando, gemendo pedindo para eu bater na cara dela, enquanto seu marido batia na bunda dela até que ela gozou. Então ela esperou mais alguns instantes para mim gozar e saiu de cima. Então ele caiu de boca na vagina dela e mamou toda a porra, depois veio para cima do meu pau e mamou toda a porra e ao redor nas minhas bolas e aonde mais tivesse espera ele tomou tudo.
Não satisfeito sentou novamente no meu pau e começou a cavalgar enquanto Gisa mamava ele e pediu para que quando fossemos gozar queria a porra dentro da vagina dela. Em um dado momento disse para o corninho sair que eu iria gozar, então Gisa se deita de costas e coloca meu pau dentro da vagina dela, então o maridinho com certa dificuldade tenta colocar o seu e Gisa geme de dor e prazer mas diz para ele empurrar e colocar dentro. Então com sofreguidão os dois paus mechem dentro daquela vagina até que a cascata de esperma de dois paus quase que simultaneamente começa a jorrar.
Ela geme, grita, goza, urra, tudo ao mesmo tempo. Se realiza. Está exausta, com cara de cansada e feliz. Eu e seu corninho também. Ainda mais eu com a nova aventura e experiência que tive. Fomos os três tomar banho onde eu a devorei de pé no chuveiro e as vezes ele tirava meu pau de dentro dela para mamar e depois colocava de volta, até que eu gozasse dentro dela, então ele mamou todo o esperma que saia do interior da vagina dela limpando-a e depois limpando meu pau mamando ele também.
Nos recompomos, nos vestimos e eu fui embora. Repetimos diversas vezes essas aventuras. Quando ele viajava me pedia para “cuidar” dela, mandando vídeos de como “estavam as coisas”…
Estamos quase lá
Bela punheta
Obrigado, @trp11, e a todos que colaboraram com meus 100 reblogues!
GISA
Este relato que você vai ler a seguir é verídico e por este motivo os nomes serão preservados para evitar futuros processos até porque sou casado e quero evitar constrangimentos desnecessários. As fotos são fictícias porem é o mesmo biótipo.
Gisa foi um caso inusitado e atípico em minhas investidas. Foi a primeira vez e uma das poucas onde seu marido não só sabia como queria participar também.
Foi algo novo pra mim naquela época onde experimentei uma nova forma de transar que para mim hoje é absolutamente normal.
Gisa é uma mulher na faixa dos trinta anos de idade, magra porém com curvas. É loira, tanto os seios, bumbum e coxas de tamanho normal, boca gostosa mas sem exageros e olhos verdes.
Os primeiros contatos foram através de um ex colega de trabalho que precisava indicar para a esposa um professor particular de informática. Ela iria prestar concurso público e na época precisava de algumas aulas específicas que cursos normais não ofereciam por completo. Então ele me contata por telefone e marcamos um jantar com nossas respectivas esposas. No referido dia, nada de anormal acontece e tudo transcorre normalmente. Claro que eu não perdi a oportunidade de dar um 360º de forma discreta na esposa do meu ex colega e confesso que a sua esposa me deixou de pau duro. Ao final da janta nos despedimos e já deixou marcado comigo para nos próximos dias iniciar as aulas.
Então no primeiro dia tudo começou transcorrendo normalmente, o computador ficava no quarto do casal e fomos para lá ter as aulas. Porém notei que tinha uma calcinha fio dental em cima de uma coberta dobrada ao pé da cama. Fiquei imaginando mil e uma coisas com ela enfiada naquela calcinha minúscula. Porém me foquei no trabalho que estava fazendo lá e tudo transcorreu normalmente. Ao final da aula nos despedimos e ela me leva até a porta e vou para casa.
Na segunda aula percebo que além da calcinha havia um sutiã meia taça junto a mesma calcinha no mesmo local. Começo a ficar cabreiro e vejo que ela se debruçava com as mãos sobre a mesa do computador ficando com o rosto na altura do meu peito, quase que encostando. Então resolvo ter cautela e começo a explorar esses possíveis sinais de forma discreta me aproximando a cada vez que explico algo e movo o meu corpo. Chegou um dado momento em que ela encostou e não desgrudou o rosto do meu peito. Comecei a ficar excitado e então a temperatura do meu corpo subiu um pouco.
Ela percebendo isso comentou: Tá calor né, espera que ligo o ar condicionado! Ligou o ar e voltou para a mesma posição, se encostando no meu peito, porém o volume na minha calça já estava evidente. E eu tentando disfarçar mudo um pouco de posição com as pernas e ela deixa cair o braço e toca com a ponta dos dedos na cabeça dele, e ali deixa a mão. Então eu com a mão direita abro a braguilha e coloco ele para fora onde os dedos dela tocam nele, sem a calça atrapalhando. Ela olha pra mim da forma mais natural do mundo, me beija e começa a me masturbar dizendo que seu marido sabe o que está acontecendo e que quando ele sabe que sua esposa deu para outro a come com mais tesão.
Então fiquei um pouco desconfiado até que ela liga para ele e ele por telefone me confirma a história e pede para quando a esposa estiver gemendo para ligar para ele ouvir. Então depois disso topo a brincadeira.
Ela pega novamente no meu pau e começa a mamar gostoso e ele em instantes enrijece deixando ela louca principalmente quando ele começa a pulsar. Sem cerimonias ela começa a pular em cima do meu pau loucamente esfregando com força seu púbis no meu, fazendo movimentos ora circulares, ora para frente e para trás sempre tentando colocar meu pau mais e mais dentro dela.
Logo aviso que vou gozar, então ela diminui o ritmo e administra com a maestria de poucas para mim não gozar e continuar a devorá-la em cima da cama. Em algum tempo a vontade de gozar passa e então recomeça a rebolar freneticamente em cima de mim, até que finalmente ela goza. Então ela me pede que quer gozar novamente porém com eu mamando sua vagina e seu cuzinho intercaladamente. Que assim o faço e sem miséria. Mamei muito aquela vagina branquinha e aquele cuzinho rosadinho. Até que quase quando minha mandíbula começa a ter câimbra ela goza novamente e eu bebo todo seu gozo.
Então ela volta a mamar meu pau e pede para gozar dentro dela. Então após alguns minutos do vai e vem da boca dela no meu pau ela fica com as pernas bem abertas expondo aquela vagina linda e gulosa onde a penetro deliciosamente. Depois de poucos minutos ejaculo loucamente dentro dela, onde ela se contorce para não perder nenhuma gota do esperma. Logo após de eu tirar meu pau de dentro dela, ela coloca um absorvente feminino daqueles internos. Então perguntei o porque, e ela me responde que seu maridinho quer transar com ela a noite já com porra de outro macho dentro dela. Achei um pouco estranho mas levei na esportiva, mais por curiosidade de saber até aonde isso iria dar. Então nos despedimos e ela deitada na cama mesmo me deu tchau e eu fui embora depois de um banho tomado.
Na mesma noite, lá pelas duas da madrugada recebo uma mensagem de vídeo dela no whatsapp. Ao ir até o banheiro ver vi uma cena de sexo onde a mulher cavalga em cima de um homem e no final ela ao se levantar escorre uma enxurrada de esperma em cima do homem. E ao ver a mulher tomando toda aquela porra reconheci Gisa lambendo seu maridinho… Naquele momento caiu a ficha. No final tinha uma mensagem para ir na noite daquele próximo dia para “recarregar” a dose.
Ao chegar lá na noite seguinte percebo que ela está na porta de lingerie vermelha logo pega no meu pau e disse que hoje era a três. Disse que não era para ficar receoso pois ele estava vendado deitado na cama, para me passar mais segurança. Ao entrar não falei nada apenas observei o que se passaria, então ela deitou em cima dele e pegou o pau dele e penetrou em sua vagina e fez sinal para eu penetrar seu cuzinho. Assim o fiz. Então ela rebolando e gemendo com mais prazer do que quando transamos diz a os gritos: ME comam, me fodam, me rasguem sou a puta de vocês. Logo seu marido se anima e chupa os seios dela a chamando de cadela ordinária, vagabunda e coisas do tipo. Ela então avisa que iria gozar e que não era para pararmos. Assim obedecemos e ela gozou freneticamente, enlouquecidamente, pedia para batermos na cara e na bunda dela e assim o fizemos. Gozou como uma cadela no cio. Depois pediu para ficarmos de pé (a essa altura seu marido já estava sem a venda) e ela se segurou no meu colo dessa vez com meu pau encaixado em sua vagina onde seu marido penetrava seu cuzinho. Então a devoramos de pé mesmo, onde ela me beijava e dizia para seu marido: Soca corninho, soca gostoso que o seu amigo tá comendo minha buceta. E então ele diz que não aguentaria e iria gozar, ela então se desvencilha de nós dois e toma toda a porra dizendo que gozar dentro hoje só a visita!
Então ela fica deitada em cima da cama e me chama, pede se eu não faria algo diferente, enquanto seu marido a penetrasse eu não penetraria seu marido, disse que nunca tinha feito mas que com camisinha tentaria sem problemas. Então ela dá camisinha a nós dois onde ela coloca com a boca nele e depois em mim. Vai até a gaveta e pega um gel aonde prepara o cuzinho do seu marido para eu comer passando bastante gel, dizendo que se eu mudasse de idéia poderia gozar dentro do cuzinho dele aonde ela beberia tudo depois.
Então ela se posiciona e ele começa a penetrá-la. Então eu me posiciono e um pouco nervoso começo a penetrá-lo também. No começo achei um pouco estranho mas depois de um tempo começo a me acostumar e começo a bombar com força no cuzinho do corninho e então Giza ao ver a excitação do maridinho geme e goza como uma cadela no cio colocando as pernas bem altas onde pego seus tornozelos e sinto que seu maridinho goza também ao ver seu cuzinho apertar meu pau.
Neste momento digo que quero gozar dentro do cuzinho dele para experimentar. Então ela vem e tira cuidadosamente a camisinha do meu pau e reintroduz no cuzinho do seu maridinho onde reinicio o vai e vem. Ela diz que para ficar mais gostoso começa o masturbar para que seu cuzinho fique latejando bem gostoso pra mim. Então pego nas ancas dele e o coloco de quatro e soco com vontade até que sinto que vou gozar, então ejaculo forte dentro dele. Ao tirar meu pau começa a escorrer a porra e ela vai e lambe o cuzinho do seu maridinho até esgotar o esperma e depois limpa meu pau e mama deliciosamente.
Confesso que foi tudo novo pra mim mas foi bem excitante. Então ela se deita no meio de nós dois e disse ao marido: gostou da porra do meu macho em corninho? Ele responde afônico que adorou e quer que eu seja o macho deles.
Então ela recomeça a transa sentando em mim e pedindo para ele lamber minhas bolas, lamber meu cuzinho e quando eu gozasse para limpar a porra dela e minha. Então ela sentou e fez miséria no meu colo, rebolando, gemendo pedindo para eu bater na cara dela, enquanto seu marido batia na bunda dela até que ela gozou. Então ela esperou mais alguns instantes para mim gozar e saiu de cima. Então ele caiu de boca na vagina dela e mamou toda a porra, depois veio para cima do meu pau e mamou toda a porra e ao redor nas minhas bolas e aonde mais tivesse espera ele tomou tudo.
Não satisfeito sentou novamente no meu pau e começou a cavalgar enquanto Gisa mamava ele e pediu para que quando fossemos gozar queria a porra dentro da vagina dela. Em um dado momento disse para o corninho sair que eu iria gozar, então Gisa se deita de costas e coloca meu pau dentro da vagina dela, então o maridinho com certa dificuldade tenta colocar o seu e Gisa geme de dor e prazer mas diz para ele empurrar e colocar dentro. Então com sofreguidão os dois paus mechem dentro daquela vagina até que a cascata de esperma de dois paus quase que simultaneamente começa a jorrar.
Ela geme, grita, goza, urra, tudo ao mesmo tempo. Se realiza. Está exausta, com cara de cansada e feliz. Eu e seu corninho também. Ainda mais eu com a nova aventura e experiência que tive. Fomos os três tomar banho onde eu a devorei de pé no chuveiro e as vezes ele tirava meu pau de dentro dela para mamar e depois colocava de volta, até que eu gozasse dentro dela, então ele mamou todo o esperma que saia do interior da vagina dela limpando-a e depois limpando meu pau mamando ele também.
Nos recompomos, nos vestimos e eu fui embora. Repetimos diversas vezes essas aventuras. Quando ele viajava me pedia para “cuidar” dela, mandando vídeos de como “estavam as coisas”…
Estamos quase lá
Bela punheta
Obrigado, @trp11, e a todos que colaboraram com meus 100 reblogues!
Se você gosta de mandar/receber nudes, dê like e reblog nesse post
manda ai
Minha 1° vez (lesb)
By; Marí
Eu me chamo Marí e essa é a deliciosa história de como finalmente transei com a mulher dos meus sonhos, o nome dela era Débora, e ela era a minha professora de natação, fico com tesão toda vez que me lembro dessa história, embora tenha acontecido anos atrás quando eu era mais nova, ainda lembro como se fosse ontem.
Eu tinha 18 anos, cheia de hormônios e criatividade, minha sexualidade nunca havia sido explorada, sou lésbica, más naquela época aquilo ainda não era resolvido ou falado para alguém, tinha medo de ter que falar sobre isso com meus pais. Meus pais sempre me encorajaram a ter uma atividade depois do colégio, eles diziam que eu deveria aproveitar meu tempo livre enquanto eu ainda podia, que uma vez que se começa a trabalhar, não há tempo para mais nada (e eles estavam cobertos de razão).
Esse foi meu último ano fazendo o que eu mais amava fazer, natação, eu fazia natação duas vezes por semana no período da tarde, e fiz isso por pelo menos uns 3 anos. Aquele horário em particular era maravilhoso, eu tinha a piscina apenas para mim, eu ficava submersa nos meus pensamentos enquanto me exercitava e escutava o barulho dos meus movimentos acertando a água, eu tinha um instrutor que era muito meu amigo e me acompanhou pela maior parte em que eu fiquei por lá, más foi no último ano que Débora assumiu o lugar de instrutora e eu me encantei por ela no primeiro instante que nossos olhos se cruzaram.
Debora era linda, era alta, atlética, tinha um sorriso encantador, era alguns anos mais velha que eu, já estava quase finalizando a faculdade de Educação Física, parecia experiente, possuía um ar de madura que ainda faltava em mim, que se destacava perante minha inexperiência e ingenuidade. Debora era simpática, lembro que quando ela virou minha instrutora, a natação era apenas um detalhe na minha motivação de ir a academia, eu já ansiava pelos dias que a veria, de maio e molhada naquela piscina. Debora sempre utilizava 10 minutos da aula para lazer, e como ela também estava na piscina, as vezes brincávamos, competíamos quem completava o trajeto ao fim da piscina primeiro, ou apenas conversávamos sobre coisas diversas, sobre séries, histórias dela na faculdade ou histórias minhas no cursinho, e no fim da aula, vinha o AUGE, por eu ser sua última aluna, assim que eu ia para o vestiário, ela também ia.
Eu nunca me senti confortável em vestiários, sempre me troquei dentro do banheiro e deixava para usar o chuveiro quando chegava em casa, más Débora era desinibida, ela tomava banho e se trocava sem o menor problema, acho que ela sabia o quão linda e perfeita ela era, e eu sempre demorava pra fazer qualquer coisa no vestiário só para poder admira-la.
Minha rotina do vestiário era me trocar no banheiro, enquanto ela usava o chuveiro, depois eu corria pro banco que ficava em frente ao chuveiro dela para colocar meus sapatos, e assim poder admira-la, e assim que ela desligava o chuveiro eu corria para a pia para tirar o cloro do meu maio e touca, más o real motivo é porque eu ficava de costas para ela, más de frente ao espelho que me revelava o verdadeiro espetáculo de mulher que ela era, pelo espelho eu conseguia a ver nua, secando seu corpo com uma toalha verde limão, cor essa que agora sempre me lembra ela e seu corpo delicioso, seus seios pequenos, seus cabelos molhados grudados em suas costas, e o show sempre terminava com ela dizendo e sorrindo,
-“Te vejo na próxima aula”
E eu corria pra casa, para o meu chuveiro, para poder lembrar dela enquanto me ensaboava, eu deslizava minhas mãos pelo meu corpo imaginando que eram as mãos dela, imaginava que suas mãos circulavam meus seios, apertavam meus mamilos, depois desciam tranquilamente para minha barriga e depois para a minha vagina, e a partir daí, imaginava ela me masturbando com seus dedos, e eu me masturbava deixando a água quente cair sobre meu corpo até eu gozar bem gostoso sussurrando o nome dela
-“Debora...”.
Era uma tarde de primavera, lembro inclusive da data, 17 de Outubro, cheguei na academia animada como de costume, me troquei no vestiário e fui para a piscina e lá estava a minha sereia, pulei na água e logo começamos o treino, porém esse dia em particular, o tempo livre durou mais do que 10 minutos, e nossos assuntos foram bem pessoais, o assunto havia começado com ela dizendo que havia ido no cinema com alguém, e eu não consegui esconder meu ciúmes.
- Você foi com seu namorado ?
- Não, não. Foi com um amigo mesmo.
- Entendi, más... você tem namorado ? – Insisti.
- Não, nenhum namorado dona Mari (meu nome, inclusive). Sou solteira.
- Nossa, más você é tão linda, como não tem namorado ?
Débora arregalou o olho e eu fiquei extremamente envergonhada pelo que eu havia dito, eu estava sendo muito invasiva e indiscreta.
- Nossa, obrigada, más infelizmente para eles, eu não gosto de homens.
Ela disse sorrindo e logo em seguida colocou seus óculos de mergulho e se afundou na água mergulhando e nadando, me deixando para trás, boquiaberta. Como assim ela me contava algo tão íntimo e me deixava no auge da história ? Mergulhei atrás dela, e agora meu desejo desabrochava, era como se agora eu pudesse me declarar a ela porque ganhei 1% de chance, ela era como eu, tudo estava em câmera lenta, era como se a piscina houvesse ganho quilômetros de distância, e ela nadava na minha frente, aquelas pernas torneadas com pé de pato, parecendo uma perereca, e como eu desejava aquela perereca, em todos os sentidos, quantas vezes não me imaginei entre as pernas dela. Meu coração batia rápido e forte, más não por causa do exercício, por causa do que ela havia me dito e por conta da minha imaginação.
Decidi que ela seria a primeira pessoa que eu me assumiria, e eu diria também o quanto eu gostava dela, seria agora ou nunca. Os minutos correram e a aula havia terminado sem eu sequer notar, foi ela que me lembrou apontando pro relógio de ponteiro que ficava na parede, eu estava perdida em meus pensamentos e pela ansiedade que aquilo me dava.
- Bora pro chuveiro ? A aula terminou !
E ela saia da piscina como uma deusa, apoiando seus braços na borda e buscando impulso para fora da agua, o menor gesto que ela fazia, parecia extremamente sensual e lindo, até a forma como a água caia pelo seu corpo era delicioso, ela tirava a toca jogando seus cabelos para trás, como uma atriz de cinema.
- Você vai ficar por ai ?
Debora ria, e só então percebi que ainda estava na piscina parada admirando ela. - Nossa, to viajando. - E sai da piscina atrás de Debora.
Segui o roteiro de sempre, enquanto ela tomava banho eu me trocava rápido pra poder calçar os sapatos de frente pra ela, quando ela desligou o chuveiro e pegou sua toalha verde limão eu corri para a pia, más ela me interrompeu.
- Mari, posso falar com você ?
- Claro, pode sim.
- Você ficou chateada com o que eu falei ? Sobre eu não gostar de homens ?
- Nossa, não, claro que não.
- Desculpa, eu como instrutora deveria ser mais reservada, isso é algo tão particular e...
- Eu também sou lésbica. - A interrompi
Debora arregalava os olhos mais uma vez e dessa vez ficava sem palavras.
- Nossa... que surpresa, hahaha. Então temos algo em comum. - Ela brincava
- Más agora minha vez de perguntar, e você ? Namora ?
- Não, más gosto muito de alguém.
- E ela sabe ?
- Não, mas esta prestes a saber.
Debora havia ficado muda, ela acabara de se tocar que eu estava falando dela, e antes que ela recuperasse a fala eu decidi falar tudo antes que ela me desse um fora.
- Eu acho você maravilhosa, desde que você entrou nessa academia, você é o motivo de eu vir pra cá, você é linda, simpática, e penso em você mesmo nos dias que não venho, sei que não tenho nenhuma chance contigo más eu precisava muito tirar is...
Debora me interrompia com um beijo, eu mal podia acreditar, levou uns segundos para eu entender que aquilo realmente estava acontecendo e eu não estava delirando. Suas mãos seguravam o meu rosto e eu podia sentir seus lábios pressionando os meus, era um convite para que nossas línguas se encontrassem, e então assim o fiz, embora nunca tivesse feito nada disso com alguém, fiz exatamente o que sempre imaginei que faria enquanto sonhava com ela, deixei que minhas ações se baseassem nos meus sonhos. A puxei pela cintura e pelo pescoço para que nossos corpos se roçassem, e nos beijamos com paixão, nossas línguas e lábios dançavam perfeitamente em sincronia.
- Hmm... você está molhando a sua roupa. –Débora dizia
Não sei se ela falou porque realmente estava preocupada em eu molhar a minha roupa recém trocada ou porque estava insinuando algo, más eu decidi usar isso ao meu favor.
- Realmente, é melhor eu tirar ela. –
NUNCA NA MINHA VIDA que eu esperava mostrar toda essa segurança, principalmente pra aquela deusa na minha frente. Era tudo truque para encobrir meu nervosismo.
Enquanto eu tirava minha roupa e jogava ela no banco, Debora se desfez do maiô dela, ficando completamente nua. Senti minha buceta inchar e meu clitóris pulsar, não era possível que aquilo estava prestes a acontecer.
Debora me puxou para um beijo mais quente do que o anterior, era como se o desejo dela também tivesse se intensificado, os seios molhados dela encostavam no meu e eu precisava mama-los, me desfiz do beijo e agarrei os seios dela e lambia seus mamilos, sentindo eles se enrijecerem com a minha língua, Debora gemeu baixo e levou seus dedos para a minha boceta, o contato dos seus dedos com meu grelo já sensível me fez gemer alto, o que me deixou mais excitada ainda, eu queria aquela mulher, e queria ver ela gozar, também agarrei a boceta dela e roçava meus dedos em seu clitóris, ambas nos beijamos enquanto nos masturbávamos, e a cada beijo, gemidos de prazer.
- Eu quero te chupar – Gemi para Debora.
Debora deitou no banco com as pernas abertas e me chamava fazendo gestos com seus dedos, aquela cena era melhor do que eu imaginava, aquelas pernas abertas, aquele bocetão gostoso, ambos esperando por mim, aquele olhar de desejo da mulher dos meus sonhos me convidando para degusta-la, não quis perder muito tempo admirando, não queria desperdiçar um segundo sequer daquela oportunidade, fui e cai de boca na boceta de Debora, e ela gemeu alto, minha língua penetrava ela, eu queria sentir o gosto de cada canto dela, eu intercalava meus movimentos, se eu lambia a sua vagina, meus dedos masturbavam seu clitóris, e se eu lambia seu clitóris eu a penetrava com um dedo, apenas para massagear seu ponto G, e eu via ela indo a loucura, ela gemia mais e mais e brincava com seus mamilos, eu queria chupar cada gota dos seus sucos vaginais, queria o gosto dela para sempre em minha boca para nunca mais esquece-la, eu a sugava, e eu sentia ela pulsar de prazer.
- Mari, eu também quero te chupar.
- Espera gata, espera que esse momento é meu. – Falei ainda com a cara na boceta dela.
-Não, eu to quase gozando.
- Então goza na minha boca, eu quero te beber.
Ela gemeu alto depois que falei isso, é como se minhas palavras tivessem sido o gatilho do prazer dela. Ela então segurou minha cabeça contra a vulva dela e ela roçava sua boceta em minha língua, ela puxava tanto a minha cabeça que era como se ela me quisesse dentro da boceta dela. Ela rebolava e rebolava contra a minha língua, e eu a dedava enquanto isso. Suas pernas tremiam e se levantavam, uma perna já estava apoiada em meu ombro, e ela gemia, aquele gemido gostoso ecoando pelo vestiário
- Mari... Mari eu vou.. Mari... AAAARRRGGHHH
Debora desaguou, sua boceta ficava cada vez mais molhada e suculenta, e eu bebia e lambia cada canto, aquele cheiro de boceta gozando, e aquela boceta era só minha, ela estava gozando só pra mim.
- Ahhhh, más eu também quero.
Debora, me puxou e me deitou no banco onde ela estava, abriu minhas pernas e enfiou sua boca em minha boceta, e eu gemi alto, eu estava tão sensível, e tão prestes a gozar só pelo fato de estar mega excitada por chupa-la. Enquanto a língua dela me explorava lembro de que por poucos segundos tudo parava enquanto eu pensava, a mulher dos meus sonhos esta entre as minhas pernas e o gosto dela ainda esta em minha boca, eu via a toalha verde limão caída no chão, via os cabelos molhados de Debora grudados em suas costas, todos aqueles elementos que estavam sempre na minha imaginação, estavam de fato ali, fisicamente, a mistura de meus pensamentos com a sincronia da língua de Debora me fizeram gozar, e eu gozei bem gostoso, acho que foi a sensação de prazer mais intensa que tive na minha vida.
Após recuperarmos o fôlego olhamos uma para outra e sorrimos. Aquilo foi uma loucura, imagina se alguém nos ouvisse ?
Depois daquele dia repetimos a transa mais algumas vezes, más dessa vez sem fazer banheirão, e sim na casa dela. Todas as transas foram maravilhosas, más a primeira foi de longe, a mais especial e mais incrível.
Enviado ao Te Contos por Marí
RAIANE - PARTE 2
Raiane – Parte 2
Este relato que você vai ler a seguir é verídico e por este motivo os nomes, locais e eventos serão preservados para evitar futuros processos até porque sou casado e quero evitar constrangimentos desnecessários. AS FOTOS SÃO FICTÍCIAS PORÉM É O MESMO BIOTIPO.
Antes de prosseguir leia antes a parte 1, caso não tenha lido: https://www.tumblr.com/secret-affair/717935442476072960/raissa?source=share
Perto de chegar em casa, recebo um áudio da Raiane em meu numero secundário cheio de carinho e lascívia onde pede para eu depois das 22 horas mandar as coordenadas de onde e que horas poderíamos nos encontrar, que já estava morrendo de saudades e sua larissinha piscando de tesão. Então respondo que em breve responderia e que era para ela ficar tranqüila que iríamos nos ver ainda naquele dia, que eu iria exaurir até as ultimas de suas forças.
Então ela me manda uma foto da sua vagina inchada e molhada ainda com resquícios do meu esperma, já sentada no vaso sanitário da sua casa, dizendo que era pra mim guardar a foto porque iria tomar banho e queria guardar de lembrança a primeira gozada que ela levou de mim.
Então cheguei em casa, cumprimentei minha mulher, tirei a roupa e fui tomar banho. Quando liguei o chuveiro minha mulher entrou e foi urinar. Depois quando acabou se secou e puxou a descarga, e logo em seguida pegou no meu pau e começou a me masturbar, logo fiquei excitado, ainda mais sabendo que ainda estava meio lambuzado com a saliva da Raiane e resquícios dos nossos gozos, fiquei com tesão, então ela perguntou o porque meu pau estava meio babado, respondi que era tesão, que fazia tempo que ela não dava um trato e ele ficou meio babado.
Ela então continuou a me masturbar e pediu como eu gostaria de fazer sexo com ela, então eu pedi para ela ficar de joelhos em cima do vaso sanitário e penetrei em sua vagina misturando a saliva e o gozo da raiane com meu gozo e agora com o melzinho da minha esposa.
Fiz um vai e vem bem gostoso, e durante o sexo disse para a minha mulher se virar que eu iria ejacular na boca dela, onde ela se vira rapidamente e vai tomando todo o leite que sai, mamando minhas bolas, meu pau e linguando bem gostoso a cabeça. Disse que o gosto do meu pau estava diferente, porem saboroso e queria experimentar mais vezes este sabor, logo pensei na delicia que iria ser, temperar ele na boquinha e na vagina de Raiane.
Tomo banho e me deito na cama. Enquanto minha mulher toma banho, digo para raiane sair por volta das 04 da manhã e me esperar em um determinado motel, avisando a hora que estaria lá e o quarto para eu chegar em seguida. Ela responde que iria se desvencilhar do corninho o melhor possível e me avisava. Coloco alarme no meu celular para as 04 horas e coloco o telefone pra carregar.
Então minha mulher sai do banho e se deita ao meu lado, de conchinha, e pediu algo inusitado, pediu para dormir com meu pau dentro da vagina dela, o que fiz. Ela se acomodou bem, e quando ela baixou a calcinha e colocou a cabeça do meu pau na entrada da vagina ele escorregou bem gostoso pra dentro dela. O que me deu um tesão e ele a meio mastro já enrijeceu. Transamos de novo e gozei gostoso dentro dela. Porém ela disse pra não tirar de dentro, obedeci, e deixei dentro dela e avisei a ela que tinha que acordar cedo para buscar um gestor no principal aeroporto do estado, e que por isso precisaria acordar as 04 horas da manhã. Ela então disse que sem problemas, e adormeci agarrado as suas ancas.
Quatro horas quando o telefone despertou acordamos e ela já fez questão de empinar a bucetinha no vai e vem melando todo o meu pau com a porra que estava dentro dela, sem tirar meu pau de dentro dela, deitou-se em cima de mim se abaixou para me beijar e me dar bom dia e rebolou bem gostoso até meu pau endurecer e pediu para avisar quando eu estivesse prestes a gozar. Então cavalgou gostoso fazendo o esperma descer, em certo momento ficou só com a cabeça dentro da sua vagina e aos poucos tirava e deixava o esperma descer pelo pau e então abocanhava e mamava toda a porra, então voltava novamente e cavalgava até lambuzar ele e tirava e mamava até quase não ter mais esperma.
Neste meio tempo ,eu avisei que iria gozar, então ela fica de quatro e manda gozar aonde quiser, eu então penetrei um pouco seu cuzinho e voltei em sua vagina e jorrei o esperma dentro dela. Ela rapidamente colocou a mão enchendo sua palma de porra sugou como se tivesse tomando água da fonte. Tomou tudo o que pode e depois limpou meu pau com a língua deixando ele bem limpinho.
Me vesti, tomei um café, peguei o carro e fui em direção ao “aeroporto fake” / motel, que a Raiane me indicou na mensagem de áudio. Cheguei lá e falei para a atendente que em tal quarto tinha uma pessoa me esperando, onde prontamente me atende e me dá as informações de localização do quarto.
Ao entrar Raiane estava me esperando, linda, de salto vermelho, cinta liga vermelha, as unhas dos pés e das mãos pintadas de branco, com algumas velas espalhadas pelo quarto, pétalas de rosas em cima da cama. E sua pele amorenada dando o contraste perfeito para o clima sensual e de volúpia daquele momento. Me despi e fui até a cama aonde dei um beijo quente bem cafajeste, chocando as línguas, senti um aroma de morango, onde percebi que ela passara nos lábios um batom saborizado. Comecei a descer beijando seu corpo, passando pelos seus seios, descendo mais, até sua barriga, púbis, me demorando um pouco na vagina e descendo pelas pernas e culminando em seus pezinho, onde os linguei demoradamente, chupando seus dedinhos , enquanto ela já explodindo de tesão, pegava no meu pau, ora me masturbando, ora roçando seu clitóris na cabeça, ora rebolando com a entrada de sua vagina na cabeça, ora na entradinha do seu cuzinho já melada com gel saborizado.
Ela estava extasiada de prazer, gemendo gostoso, alto, enquanto eu me deliciava com seus pezinhos e sentindo ela brincava com a cabeça do meu pau. As vezes ela deixava meu pau escorregar para dentro dela depois de um tempo curto ela tirava, esfregava meu mastro no seu clitóris, ora forçava a entrada no cuzinho, tirava, ate que então eu começo a subir linguando, beijando e chupando sua pele, seu suor, até chegar em sua vagina, onde passo a língua, chupo, sugo seus liquidos, intercalando com seu cuzinho e seu clitóris.
Sua vagina estava inchada, pulsante, toda melada, pelo gel, pelo seu melzinho, pelo seu suor, e eu excitado, louco sugando cada gota daqueles líquidos até que ela abre as pernas e esfrega na minha ela toda da minha cara e goza, se esbalda, urra, grita, força meu rosto para dentro dela, com as mãos e as pernas, trêmulas. Goza deliciosa e intensamente forte. Depois desfalece.
Por instantes, ela fica imóvel, com um sorriso largo no rosto, respiração acelerada, suada, com sua larissinha melada, escorrendo o melzinho, onde não desperdiço e já chupo todo aquele néctar. Então depois de breves instantes ela ressurge, revitalizada e eu já a coloco de joelhos e ela mama vorazmente meu mastro, duro como aço, tendo espasmos de tanto tesão. Digo a ela que diminuísse a velocidade pois iria gozar logo, então ela engole ele e acariciando minhas bolas faz um vai e vem frenético, onde não agüento e gozo, soltando urros de prazer. Ao tirar meu pau da boca, percebo que gozei direto em sua garganta. E ela depois disso continua mamando e limpando os resquícios de porra que saem.
Deitamos um pouco para nos refazer, e ela misturada em minhas pernas disse que está apaixonada por mim, e eu sentindo a mesma coisa lhe confidenciei que também estou, me sentindo como um adolescente descobrindo novamente o sexo, o prazer e o amor. Ela então me beija, se aninha no meu corpo e diz que por ela não se importaria em me dividir com a minha mulher, e que seria sempre minha. Disse que seu marido e seu filho saíram para pescar e ela aproveitou para sair logo em seguida. Disse que não se importa mais com o abandono e as grossuras do seu marido, pois agora poderia ser feliz comigo e manter seu casamento de fachada, para criar seu filho como uma família tradicional. Me confidenciou também que não deixa mais seu marido gozar dentro dela, e que só dá para ele se ele usar camisinha, ate porque disse ela, o corninho geralmente procura ela depois de beber com os amigos e geralmente está alcoolizado e quando sobe o pintinho dele na dura nem 10 minutos e goza duas gotas de leitinho ralo e vira e dorme, e que se é para ter um filho será um filho meu.
Neste meio tempo nos recuperamos, então ela me masturba e senta gostoso no meu pau rebolando, dizendo pra chamar ela de gostosa, vadia, do que quisesse que ela queria realizar todas as fantasias comigo. Que queria se libertar e ser feliz, que eu poderia fazer o que quisesse com ela. Então a coloco de quatro e soco bem fundo enquanto puxo seu cabelo com uma mão e pego na sua anca com a outra e soco bem forte. Ela grita, diz que assim dói, mas é para não parar que ela fica mais excitada quando meu pau se choca com seu útero. A cada estocada ela grita, empina mais a bunda e pede mais, pede pra bater em suas nádegas, na sua cara, pede pra socar forte, e então ela goza, encharcando meu pau de gozo. Meu pau ficou molhado, todo babado de gozo.
Ela tira meu pau de dentro da sua bucetinha e pincela a entrada do seu cuzinho dizendo que ela fez a chuca bem profunda e quer que eu goze gostoso dentro do cuzinho dela. Então eu levantei, peguei um cinto de couro que estava exposto nos acessórios eróticos e um penis de borracha com uma espessura parecida com o meu e coloquei o cinto.
Quando ela perguntou o que eu estava fazendo, eu introduzi os dois membros devagar, o de borracha em sua vagina e o meu no seu cuzinho. Ela perguntou o que estava acontecendo, então lhe disse, que naquele momento teria dois paus dentro dela. Ela empinou bem sua bunda e disse pra socar bem forte. Estoquei com fúria dentro dela. A cada estocada ela suava, se deliciava, gritava: me rasga seu cachorro, me fode toda, me esfola, quero que você deixe minha buceta esfolada, quero ver sair sangue no seu pau! Então a virei de frente e troquei os membros de lugar para continuar com o meu dentro do cuzinho dela, e com as pernas bem abertas continuei a possuir aquela mulher maravilhosa com a mais tórrida devassidão até que ela goza novamente, vi o membro de borracha que era de cor negra ficar esbranquiçado do gozo dela, ela me abraçou com suas pernas suadas, tremulas e com suas mãos em minhas nádegas me empurrava cada vez mais para dentro dela e gritava: goza dentro da sua cadela, goza dentro de mim, quero tirar cria de macho, me fode cachorro, goza tudo dentro de mim, me rasga inteira ordinário! Não agüentando, jorrei esperma dentro do cuzinho dela, meu pau pulsou muito dentro daquele cuzinho. Quando acabei de gozar tirei o pau devagar pois ela disse que estava doendo um pouco. Ao sair percebo que tinha um sanguezinho na base. Então após eu tirar tudo ela passa a mão por fora e o dedo por dentro do cuzinho e sai um pouco do esperma e um pouquinho de sangue. Ela diz, satisfeita: Está doendo um pouco mas valeu a pena, você me esfolou. E me beijou ardentemente. Disse que lhe dá muito prazer sentir dor quando feito sexo com amor. Então adormecemos um nos braços do outro. Acordamos perto das dez da manhã, onde transamos mais, só que como ela estava dolorida pediu pra eu penetrar só a vagina dela e gozar dentro pois seu cuzinho estava bem dolorido. Coloquei meu membro devagar dentro dela, e fiz um vai e vem bem gostoso, porém percebi que a dor agora não a dava prazer. Então pedi para ela mamar meu pau e tomar toda a porra, onde prontamente mamou com muito tesão, linguando ele todo e dizendo: goza na boca da sua putinha goza, enche minha garganta de porra, adoro seu leite grosso de macho, goza que eu estou com sede... Sem muita demora ejaculei tudo em sua boca, ela tomou tudo com muito tesão e não desperdiçou nem uma gota. Então perto do meio dia pedimos uma pizza e tomamos com champagne, nos beijando e se acariciando. Então eu dei uma idéia para ela, para irmos para o turno da noite que era mais calmo e poderíamos nos encontrar muitas vezes dentro da empresa. Ela achou a idéia muito boa e falou que iria ser ótimo trabalhar neste turno e que no intervalo eu almoçaria no refeitório e a sobremesa seria no depósito...
Almoçamos, tomamos um banho, nos vestimos. Nos despedimos e ela saiu primeiro e depois sai em seguida e paguei a conta e fui para casa. Cheguei em casa depois da uma e meia da tarde e me deitei no sofá aonde fiquei extasiado lembrando daqueles momentos. Minha esposa entra com as compras e reclama: você não vai me ajudar? e então volto para a realidade, e penso comigo mesmo, ah, se ela soubesse...
Raiane
Raiane
Este relato que você vai ler a seguir é verídico e por este motivo os nomes, locais e eventos serão preservados para evitar futuros processos até porque sou casado e quero evitar constrangimentos desnecessários. As fotos são fictícias porem é o mesmo biótipo.
Conheci Raiane em uma empresa que trabalhei. Ela era nutricionista da empresa. Ela é uma mulher exuberante, nem gorda e nem magra. Bumbum, seios e coxas fartas, porém nada exagerado, simétrico a o seu corpo, pele amorenada, lábios carnudos, cabelo preto e liso.
Quando eu comecei a trabalhar nesta empresa a praxe era ser apresentado as pessoas chave de cada setor incluindo Raiane, que era nutricionista da empresa.
No começo eu fui me relacionando com ela informalmente, porém com o tempo percebo um olha mais triste e as vezes percebo seus olhos marejados.
Alguns meses depois fui alocado em outra filial da empresa, porém na mesma cidade para suprir uma falta de profissional até que resolvessem esse problema. Foi aí então que conheci seu marido, que se percebe de longe que ele é meio roda presa, então me toquei que realmente havia uma grande possibilidade de transar com Raiane.
Comecei a levantar informações sobre ela de forma sutil, preferências, o que gosta de conversar e tudo mais e inclusive juntando informações do porque ela estava triste, e o porque eles brigavam seguido. Então minha estratégia começa a surtir efeito e consigo as informações necessárias para dar continuidade ao meu objetivo.
Alguns poucos meses mais tarde eu volto para aquela filial e colocando em prática as informações que recebo, uso o perfume masculino que ela gosta, procuro ser o mais agradável possível com ela e percebo que com o passar do tempo ela se abre mais comigo, pois sou discreto e não fico fazendo alarmes.
Até que um dado momento ela começa a deixar escapar detalhes de sua inconsistente vida conjugal onde deixa transparecer visivelmente que não tem mais alegrias e prazeres em seu casamento.
E aí que eu começo a pôr em prática a segunda parte do meu plano e devagar começo a conversar com ela e consolá-la inclusive deixei meu telefone com ela caso ela precisar conversar, mas claro é o telefone das transas.
Foi aí então que em um sábado de manhã ela me liga e pergunta se eu estava na empresa, pois ela não tinha me visto, na verdade eu não tinha nada para fazer, mas inventei um relatório fictício que tinha que fazer, para poder me encontrar com ela eu disse que um pouco mais tarde, mas que em breve estaria na empresa.
Então ao chegar à empresa disfarcei e fui até a minha sala começar este tal relatório onde fiquei enrolando por um tempinho e depois fui direto para a cozinha para conversarmos.
Chegando até a cozinha nos cumprimentamos e devagar começa a rolar um papo tímido, mas que aos poucos ela começa a confidenciar sobre suas coisas mais íntimas, percebo que ela está com os olhos marejados dizendo que seu casamento não estava legal, que precisava desabafar e que ela ficava com o marido só por causa do filho.
Foi aí então que eu disse sutilmente que existiam outras formas de continuar casado e ser feliz. Quando ela me questionou de como fazer isso, aproveitei que as auxiliares de cozinha iriam chegar bem mais tarde, lhe dei um beijo ardente e gostoso de língua.
Em um primeiro momento ela ficou sem reação, logo em seguida quis se afastar do beijo, mas no fim se entregou e nos beijamos ardentemente chocando nossas línguas com muito tesão.
Sem demora abro a porta de um pequeno depósito de mantimentos ali do lado do local aonde estamos e entro com ela lá chaveando por dentro enquanto a beijo. Disse em seu ouvido que a hora que ela quiser eu paro, pegando ela bem junto a minha cintura para ele sentir meu mastro duro.
Ao pressionar seu ventre com o meu, sinto o calor de sua vagina em toda a extensão do meu pau, até porque o uniforme é um pano branco um pouco fino e ela estava só de calcinha por baixo e eu de calça social.
Então pego uma cadeira que está por ali e sento e coloco ela sentada no meu colo, e continuando a beijá-la liberto seus seios para eu poder mamá-los, intercalando beijos de língua, no pescoço e no lóbulo da orelha.
Logo seus seios ficam com os biquinhos duros e percebo que ela começa a gemer baixinho no meu ouvido, falando palavras desconexas, ora dizendo que sou louco e que é para a gente parar, ora dizendo que está com muito tesão, ora dizendo para não parar...
Enquanto mamo seus seios coloco uma mão por dentro da calça do seu uniforme e devagar me aproximo da sua vagina, onde começo a estimular seu clitóris e as vezes a penetrando com o dedo. No começo ela tirou a minha mão, porém depois da segunda vez que coloco ela não tirou mais e se entregou por completo, dizendo que ela não aguentava mais de tesão, que queria que eu a possuísse ali mesmo.
Então rapidamente ajeitei uma cama improvisada em um fardo grande e confortável de toalhas para louça, e a coloquei deitada de pernas abertas e cai de boca naquela vagina deliciosa e molhada. Mamei todo o melzinho que saia, com força, fazendo ela pressionar a minha nuca com as duas mãos ao encontro do seu sexo.
Raiane rebolava a vagina na minha boca, tentando segurar os gemidos, onde saiam afônicos e me davam mais tesão ainda. Em dado momento ela gemendo disse que iria gozar, então eu sugo sua vagina com todas as minhas forças, onde ela goza abundantemente e mamo todo o seu melzinho, limpando o que escorre pelas pernas e pelo cuzinho.
Ela delira, está muito excitada, me puxa e me beija passando a língua em minha boca e minha cara lambuzada com seu gozo. Diz que eu poderia fazer o que quisesse dela, menos gozar dentro, pois estava fértil.
Então fico de pé e peço para ela mamar meu pau, onde cai de boca vorazmente e se delicia passando a língua pelas minhas bolas depois pela base até chegar na cabeça, onde demora e mama intercalando com linguadas bem demoradas. Não demorou muito e senti que iria gozar. Avisei ela que, deita de pernas abertas e diz para gozar em cima de sua vagina e do seu cuzinho, levantando as pernas. Então rocei meu pau pela sua vagina e cuzinho e os jatos saíram espessos e abundantes.
Enquanto eu gozava e roçava meu pau, ela com a mão guiava para não entrar na sai vagina e roçava na entrada do seu cuzinho.
Depois de ter ejaculado, Raiane pediu para esperar um pouco e enquanto me masturbava com uma mão com a outra mão empurrava o esperma para dentro do seu cuzinho, dizendo que eu iria gozar ali depois de comer sua bucetinha, e que precisava lubrificar...
Logo em seguida, limpa meu pau mamando ele todo e pede pra mim deitar, deito em seu lugar e ela senta em cima e cavalga feito uma égua no cio. Enquanto ela cavalga eu mamo seus peitos, a beijo e deliro sentindo aquela vagina molhada em meu mastro, dando tapas em sua bunda e segurando firme em suas ancas.
Ela rebola, senta até o talo e pergunta se não estou sentindo algo dentro dela, então sinto a entrada do seu útero na cabeça do meu pau, então ela disse que quando está fértil ele provoca uma espécie de estímulo que é amenizado quando algo o toca e o pressiona de leve, porém ela adverte novamente que quando eu for gozar é para avisar, pois ela está fértil.
Com o vai e vem frenético ela avisa que vai gozar, e eu com muito tesão disse que iria também, ela em êxtase disse deixa dentro que eu vou gozar, e com as mãos nos meus quadris, então Raiane se deita em cima de mim fazendo um vai e vem frenético me segurando com força gemendo e sussurrando no meu ouvido deixando meu pau todo melado de gozo.
Eu não conseguindo segurar, gozei tudo dentro dela, sentindo sua vagina apertando meu pau de uma maneira tão gostosa que não fiz mais força para tirar.
Ficamos deitados, ela em cima de mim com o meu pau dentro de sua vagina, toda melada com seu gozo e o meu. Ela com visível prazer me olhava como a muito tempo uma mulher não me olhava, apaixonada, extasiada e realizada. Começamos a conversar baixinho, daquele jeito mesmo, e quando eu questiono ela sobre ter ejaculado dentro, ela diz não estar preocupada. E que se ela engravidar não vai ter problema nenhum, pois seu marido nem dá mais bola pra ela mesmo, nem vai desconfiar.
Então Raiane se gruda em mim e pede para mim virar ela, onde faço com cuidado, então ela pede para pegar um papel higiênico do fardo no estoque onde faço rapidamente. Ela pega e se limpa, comentando que gozei feito um cavalo dentro dela, que seu marido não chegava nem aos pés do tesão que ela sentiu comigo, nem quando começaram a namorar.
Depois pediu para que eu me aproximasse, para ela me limpar, e para minha surpresa me limpou com a sua língua, limpando nossos gozos misturados pelo meu corpo e depois disse que iria mamar meu pau para tirar o “restinho de leite” que tinha ficado, pois ela não queria desperdiçar nada daquele leite gostoso .
Então depois de eu ter ejaculado mais uma vez na boca dela, nos recompomos e saímos um depois do outro lá de dentro. Nos arrumamos melhor no banheiro e almoçamos conversando de forma discreta.
Seu marido chega para almoçar, então ela se levanta e vai parar o banco da frente, e então o corninho se senta ao lado dela e a beija, ele nem sonha que eu tinha acabado de devorar sua mulher a poucos minutos, dentro da empresa.
Quando ele sai para voltar ao trabalho, Raiane passa pela minha mesa e diz de forma discreta que antes de eu sair queria falar comigo, e que era para mim entrar na cozinha.
Depois de uma hora mais ou menos entro lá e então ela me chama na mesa um pouco distante das suas colegas e discretamente me fala que está apaixonada por mim, e que gostaria de saber se gostaria de namorar ela, mesmo sabendo que ambos éramos casados. Eu disse que sim, inclusive estava pensando em fazer esta proposta, disse a ela.
Então percebo seus olhos verdes brilharem e ela abre um largo sorriso. Disse que de noite me ligava para nos comemorarmos. Pediu para mim reservar um tempo a noite, para nos encontrarmos. Então ao sair e passar pelo corredor para entrar no refeitório ela me vira e me dá um beijo bem ardente, e diz: até a noite meu amor!
Sei que aquele dia foi um dos mais excitantes e felizes que já tive. Em breve postarei a continuação!
#delicious
Yessir
Tuani
Este relato que você vai ler a seguir é verídico e por este motivo os nomes serão preservados para evitar futuros processos até porque sou casado e quero evitar constrangimentos desnecessários. As fotos são fictícias porem é o mesmo biótipo.
Tuani (nome fictício) é casada com um primo meu, que trabalhava com transporte de cargas para a região norte e nordeste, (diz ele que paga mais) e por isso fica até 15 dias direto fora de casa.
A alguns meses ele me telefonou questionando sobre alguns serviços que eu fazia antigamente de informática a respeito de instalação de equipamentos, ele tentou e não conseguiu configurar certos equipamentos que utilizam software via internet e etc, por isso me perguntou sobre a possibilidade de eu ir até la instalar estes equipamentos.
Até pensei e não ir, mas depois de ver fotos de sua mulher nas redes sociais, resolvi ir e ver “no que iria dar” esta tarefa... Então arrumei meus equipamentos, coloquei no carro e me desloquei para lá.
Ao chegar na casa dele, toquei o interfone e ela desceu e atendeu, estava de shorts bem curtinho e uma baby look, de chinelos e com o cabelo preso. Logo vi que tinha porte de princesa, mãozinhas e pezinhos delicados, corpinho bem fit e uns labios ligeiramente carnudos, fiquei com tesão na hora.
Entrei e perguntei por ele, estava no outro comodo da casa onde ela logo me conduziu até lá. Ao adentrar ao recinto ele me mostrou os equipamentos e como gostaria que as coisas funcionassem. Disse que estava de viagem marcada para aquela tarde e que precisava daquilo funcionando por causa da faculdade que a esposa estava fazendo. Pensei um pouco e disse que teria que apurar as especificações técnicas dos equipamentos para fazer da melhor maneira possível.
Ele então disse que era pra mim fazer e ficar sossegado quanto a demora pois queria bem feito. Só que ele nem imaginava que aquilo demoraria não mais que 30 minutos para ser feito, mas para mim ganhar tempo iria enrolar ao máximo para ver se conseguiria saborear aquela morena deliciosa.
Então ele se despediu dela e saiu. Entrou no caminhão e se sumiu estrada a fora. Tuani perguntou se eu iria voltar para casa hoje, pois a casa do meu primo ficava a uns 150 km de distancia da minha, e estava se armando um tempo feio. Disse a ela que iria ver, qualquer coisa iria para um hotel. Ela prontamente disse que não deixaria, pois afinal eramos família. Disse ok sem titubear, comecei a mexer nas coisas no melhor dos “enrolex” enquanto ela ficava no telefone.
Pelo reflexo do espelho da sala dava para ver que era um tesão e as vezes quando ela abria as pernas para mudar de posição no sofá eu delirava, meu pau estava latejando de tesão. Então quando percebo ela estava do meu lado e me pergunta com um sorriso no rosto o que queria para a janta, logo meus pensamentos me levavam para o meio das suas pernas ou para seus labios engolindo minha glande, porém consegui balbuciar no meio do susto que levei foi pizza. Que cerveja você gosta de tomar ela questiona, eu disse gelada! Ela riu e pegou uma Budweiser que estava na geladeira abriu e serviu um copo para mim e um pra ela. Diz ela que tomar sozinha não tem graça e começamos a bebericar enquanto esperávamos a pizza.
Lá pelo terceiro copo vi que ela começo a ficar mais alegrinha e suas pernas começaram a ficar menos desinibidas e cada vez mais abertas no sofá. Minha ilusão foi quebrada com o interfone tocando, então me ofereci para pagar a pizza e peguei. Ao retornar ela aprontou dois pratos na mesinha da sala e mais uma cerveja aberta. Começamos a comer, eu como gosto de saborear a pizza na mão, usei o prato apenas para apoiar o alimento para não fazer sujeira, ela gostando da ideia também fez o mesmo.
Na hora de limpar os dedos eu limpava com a boca e ela dava risada e achava engraçado, e dizia que tinha guardanapo. Eu retrucava que era mais gostoso limpar assim, foi nesta hora que ela diz que não sentia a diferença e ofereceu seus dedos para mim limpar. Foi nessa hora que eu limpei dedinho por dedinho dela e disse que tem outra coisa que também é bom de limpar assim, então na hora que ela disse qual, dei um beijo bem gostoso nela limpando seus lábios com minha língua.
Como estávamos sentados no carpete da sala na hora do beijo ele se desequilibrou e deitou quase que automaticamente, onde eu aproveitei e me deitei de lado e puxei seu corpo junto ao meu. Quando senti sua mão em minha bunda apertando para junto dela foi a deixa que precisava para tirar sua blusa e mamar ela todinha.
Começando pelos seus seios deliciosos onde ela já estava puxando meu pau pra fora e me mesturbando enquanto eu mamava seus peitos. Disse a ela para ir devegar que eu estava com muito tesão e iria gozar logo, então ela se desvincilhou de mim me deitou no chão e mamou meu pau e linguava meu cuzinho freneticamente. Quando eu avisei que iria gozar ela mamou forte e tomou tudo sem miséria. Continuou mamando até meu pau se recobrar da primeira gozada e se posicionou para um meia nove delicioso. Mamei seu cuzinho e sua vagina com labios fininhos até que ficassem inchados e molhados de tesão.
Ela não aguentando saiu daquela posição e sentou com força no meu pau, cavalgando com furia e estalando suas nadegas no meu púbis. Neste momento o telefone toca e era o corninho do meu primo. Ela simplesmente para de cavalgar, ainda com o meu pau dentro dela atende o telefone e fala com ele, depois passando o telefone pra mim começa a questionar sobre como estão andando as coisas. Quando eu começei a responder ela começa a cavalgar devagar e eu não conseguia falar direito, então disse que a sua esposa queria falar com ele, passando o telefone ela diminuiu o ritmo e continuou a falar com ele até que em uns 5 ou 6 minutos eu avisei que iria gozar, então ela fez sinal para mim esperar e se despediu dele, desligando o telefone.
Então ela pediu para comer ela no papai e mamãe e disse para gozar fundo na sua vagina, onde eu soquei com força, estalando nossos corpos com furor e gozei com furia dentro dela. Depois de nos recompormos ela pediu apenas sigilo pois ela estava dando o troco nele, pois sabia que ele o traia com uma mulher durante as suas viagens.
Então ela se levanta, me convida para um banho e diz que gostou de transar comigo, virando de costas pediu para mim penetrar seu cuzinho, depois de bem lubrificado com o esperma que jorrava de sua vagina perguntou se eu não queira vir “visitá-la” de vez enquando, onde aceitei imediatamente, nos tornando amantes. Depois de termos transado quase toda a madrugada dormimos abraçados até o meio da manhã, onde ela me acordou com um sexo completo desde oral até ejacular dentro dela novamente.
Então almocei lá e tornamos a transar como dois adolescentes inconsequentes, até exaurir nossas forças por completo. Então minha esposa liga que chegou de viagem (foi visitar seus pais) e pergunta como estavam as coisas ali, então disse que de tardezinha acabaria e iria para casa. Então conversamos mais uns minutos e desligo o telefone com a minha priminha safada alisando meu pau.
Mamou até sair um restinho de esperma e sugou forte limpando meu pau. Depois de tanto sexo descansamos, e antes de eu ir embora transamos gostosamente denovo.
Cheguei em casa acabado, tomei outro banho, jantei com minha esposa, conversamos um pouco e caí ferrado no sono. Tuani me liga seguido quando o corninho não está para irmos a algum motel.
Em uma das idas ao motel ela me deu a notícia que eu iria ser pai, me abraçou e disse que o corninho nem desconfia, pois transou com ele recentemente para disfarçar mas sabia que era meu pois no dia que a gente transou pela primeira vez ela estava fértil e nem tinha se tocado.
Como somos parecidos ele nem vai desconfiar, diz ela, e disse que quer ter mais dois filhos comigo já que ela diz que mal e porcamente come ela, ela diz que quer ter filhos de quem sabe fazer ela gozar.
Ela costuma ler este blog e diz que fica excitada cada vez que lê as historias e as vezes não se contém e se masturba varias vezes, e queria a nossa história publicada aqui. Então aqui está!
Simony
Este relato que você vai ler a seguir é verídico e por este motivo os nomes serão preservados para evitar futuros processos até porque sou casado e quero evitar constrangimentos desnecessários. As fotos são fictícias porem é o mesmo biótipo. Simony é minha cunhada, que tem um marido abastado, mas é daqueles lunáticos por política, gordo quase até a morbidez que fica só vendo putaria pela internet. E eu explorei ao máximo isso...
Simony é evangélica, com uma dura casca de devoção por fora mas que por dentro arde em chamas, sua carne pedindo para ser profanada, porém muito contida liberava sinais muito peculiares que só a convivência promovia esta sensibilidade.
Tudo aconteceu na minha casa no final de ano, onde as famílias se encontraram para as comemorações das festas natalinas e de réveillon. Quando chegaram acomodei-os e fiz a recepção como manda o figurino, porém comecei a observar que ela estava mais “soltinha” por assim dizer, falando mais e as vezes até arriscando alguma piadinha um pouco mais “caliente”...
Então na noite de natal comecei os preparativos e fui ao mercado comprar champanhes,e aquela skolzinha azul que é docinha e dá uma paulada forte quando pega, comes e bebes em geral para todos. Na volta já deixei gelando umas azulzinhas para ver se colocava meu plano em prática.... Chegando na hora dos brindes Simony disse para não encher muito sua taça pois era fraca para bebida, e seu marido querendo se mostrar bebendo feito um gambá fazia involuntariamente o sucesso do meu plano. Depois de umas três garrafas de champanhe e uns 6 latões de cerveja já estava roncando no sofá, enquanto eu entertia as visitas e sua doce esposa, dando-lhe a cervejinha azul do pecado...
Conforme o tempo ia passando as pessoas iam se recolher e eu resolvi dar umas investidas mais apimentadas na cunhadinha, que aos poucos ia chorando as mágoas... a cerveja entrava e a verdade saia... até que chegamos no papo cama, onde ela me confidenciou que fazia um tempo razoável que não sabia o que era sexo de verdade... então a sentei na sacada do meu prédio e disse para me esperar ali que já voltava, enquanto fui acomodando o pessoal para se recolher até seus dormitórios.
Enquanto o marido da Simony roncava no quarto feito um gambá e minha mulher tomava banho para se recolher eu voltei a falar com ela e vi que estava carente querendo conversar... Então disse para ela ficar sossegada, que sempre que precisasse estaria ali para conversarmos. Ela foi se recolher e eu também, mas sempre esperando uma brecha para poder atacar.
Lá pelas três da manhã escuto passos na cozinha e a luz acesa, então desco até lá e vejo Simony procurando copo para tomar algo pois estava com sede. Alcancei o copo, e ela meio tontinha ainda por causa da cerveja se desequilibra e eu a seguro, onde ela sentiu meu membro ereto, então fica corada, mas sinto a região da sua púbis “quente”, ela se então se sentou na cadeira e comentou meio sem jeito “quente hoje né...” eu respondo e pode ficar mais calor... Então pergunto o que ela quer para beber então ela diz água e eu a sirvo. Ela bebe o copo e na hora de se levantar ela se desequilibra denovo então eu a seguro e dessa vez aperto sua cintura contra a minha e eu senti a camisola dela úmida e perguntei se ela estava com calor.
Ela não falou nada, ficou estatica me olhando enquanto eu roçava de leve meu pênis encoberto em meu shorts na camisola dela, então pressiono levemente a cintura dela contra a minha e ela não fez nenhuma resistência, e instintivamente abriu um pouco as pernas, onde eu me acomodei entre elas e começando a beijá-la já estava descendo a mão para baixar a calcinha dela.
Então fomos para o banheiro da área de serviço onde a coloquei sentada encima da tampa do vaso e abri suas pernas e mamei sua vagina com força, sugando todo aquele melzinho transparente que saia aos montes. Me lambuzei naquela vagina onde ela gemia baixinho e dizia para não contar pra ninguém e que foi mais forte que ela, que ela queria gozar, depois estava arrependida, falando coisas desconexas...
Então após eu mamar muito aquela vagina me masturbo e digo para ela abrir a boca, ela obedece e então peço para ela mamar meu pau que o faz com certa imperícia mas consegui gozar dentro da boca dela. Ela para minha surpresa engole tudo e então coloco ela de quatro no chão e começo a penetrar nela.
Sua vagina é uma delicia, molhada e apertada, pelo fato do gordão não foder mais ela direito, fui estocando gostoso me cuidando para deixar ela gozar primeiro, o que não demorou pelo fato de ela não transar mais direito e então eu me precavendo coloco a mão na boca dela e ela geme alto mas abafada pela minha mão fica quase inaudível. Gozou feito uma cadela no cio. Logo foi minha vez onde estoco com força e gozo gostoso dentro dela.
Ao tirar meu pau de dentro dela escorre porra pelas suas pernas. Ela olha para trás e diz assustada, nossa estou toda molhada. Ainda bem que tomo pílula. Então ela se limpou e eu pedi para comer seu cuzinho. Ela disse que nunca tinha feito nada assim e então a penetrei novamente de pé, com uma perna levantada e beijando muito e mamando em seus peitos.
Gozamos novamente então ela se limpa e sorrateiramente a levo para o quarto e eu fui tomar uma ducha. Cheguei no meu quarto e minha esposa acorda perguntando aonde fui, disse que fui tomar uma ducha pois estava com calor então ela virou e se posicionou para dormir. Então começo a dedar sua vagina por trás e com o pau duro novamente a penetro devagar onde ela diz que quer dormir então eu começo o vai e vem segurando a sua cintura e aos poucos a viro de frente e penetro gostoso socando forte até que em minutos sua vagina começa a ficar molhada e ela goza. Então eu já exausto gozo bem fundo dentro dela, porém saiu pouco esperma.
Então me viro e vou dormir. E durante todo o feriado até dia 3 de janeiro transei com minha mulher e minha cunhada sem minha mulher saber que eu comia a sua irmãzinha também... Depois desse episódio, Simony e eu transávamos sempre que podíamos. já que eu era discreto e o gordão não dava mais no couro direito, ela dizia que ficava tudo em família e não tinha falatório. Porém um dia ela me pediu algo bem inusitado... No próximo relato darei detalhes...
LOLA
Este relato que você vai ler a seguir é verídico e por este motivo os nomes serão preservados para evitar futuros processos até porque sou casado e quero evitar constrangimentos desnecessários. As fotos são fictícias porem é o mesmo biótipo.
Lola foi uma namoradinha que tive na época dos meus 20 e poucos anos. Na época ela tinha 16 aninhos, loira, magra porém gostosa, cabelos longos, olhos verdes e os hormônios pipocando exalando um cheiro virginal de quem quer ser iniciada no sexo. Quando a conheci era bem inexperiente e nunca tinha se deixado penetrar, apenas mamava meu pau e deixara mamar sua vagina e seus peitinhos. Porém aos poucos fui explorando suas proibições e ganhando terreno, devagar mas sempre avançando e nunca recuando.
Aos poucos quando a gente ia pra cama, eu mamava a vagina dela deixando ela louca e molhada, roçava meu pau na vagina dela com ela de calcinha, depois discretamente no meio do furor do vai e vem eu colocava de lado e ia roçando o pau na vagina molhada dela, como ela estava louca não notava, e eu ia me deliciando, apenas ela barrava na hora que eu tentava penetrá-la sorrateiramente. Um certo dia seus pais viajaram para visitar uns parentes, ela estava estudando pro vestibular, então resolvi ir até a casa dela porque eu estava a fim sentir o gosto da vagina dela só que também algo mais... Cheguei em sua casa e ela me recebeu, porém avisando que seus pais tinham viajado e eu não podia ficar muito ali, pois os vizinhos iriam começar a comentar... Fingi que entendi (normal... né... kkkkk) e entrei. Dei um beijo nela e fiquei perto dela enquanto ela estudava no sofá. Ela estava de camisola, o que facilitou muito a minha empreitada. Então ela estudando para a prova e eu estudando uma maneira de começar a provocar ela de leve, pois eu sabia que a hora que eu encachar minha boca na sua vagina ou nos seus peitinhos já eras.
Então ela se levantou para ir até a cozinha para tomar um copo de suco e descansar os olhos por uns 15 minutos para depois continuara a estudar, e eu fiquei no sofá disfarçando apenas esperando ela me oferecer algo, pois se eu fosse logo querendo me esfregar nela ela provavelmente iria travar e então iria tudo por agua abaixo. Ela então me chama e pergunta se eu queria algo para beber. Fui até a cozinha, abracei ela por trás com a mão na cintura dela e encachei suas nádegas suavemente no meu púbis (meu pau estava duro como concreto) e dei um beijo no pescoço dela bem suave. Ela se arrepiou toda, e perguntou se eu queria um suco, disse que não e só queria um beijo dela, onde ela se vira e me abraça e me beija me abraçando, então retribuo o abraço coloco meu antebraço em toda a extensão de suas costas segurando levemente sua nuca com a palma da mão e a beijando devagar aumentando o ritmo onde as coisas começam a ficar quentes... Então ela interrompe a brincadeira e diz que tinha que voltar a estudar.
Inconformado, porém tinha que manter a aparência de autocontrole me sentei ao lado dela no sofá, porém quando ela se posiciona para segurar o caderno ela abre um pouco as pernas e vejo discretamente que o volume da sua vagina tinha aumentado um pouco e estava com aspecto de úmida, e percebi que ela não estava conseguindo se concentrar nos estudos.
Meu telefone toca, e um amigo me convida pra dar uma volta de moto, então digo e ela que para não atrapalhar seu estudo e vou dar uma volta de moto com ele, ela pediu para mim ficar, porém eu disse que só iria atrapalhar ela (eis aí o pulo do gato!). Então ao me despedir dela na porta repeti o mesmo processo e dei um beijo bem safado nela só que desta vez segurando firme na cintura dela para ela sentir bem o volume da minha calça.
O beijo foi demorando mais que antes, ela não ofereceu resistência para minhas mãos e então comecei a descer no pescoço dela, devagar, devagar fui conduzindo ela pro quarto dela, beijando ela muito e quando ela viu eu já estava nu mamando a vagina dela.
Mamei com fúria, sugando todo o melzinho que saia da vagina dela, me esbaldava, meu objetivo ali era deixar ela louca. Mamei seu cuzinho intercaladamente, depois voltava para seus peitinhos e enquanto isso roçava meu pau na vagina molhada dela.
Tirei sua calcinha e com meu pênis encostado em minha barriga roçava na vagina dela com movimentos frenéticos de vai e vem. A cabeça do meu pau roçava frenético no clitóris dela, as vezes escorregando para a entrada da vagina dela quando ela se movimentava comigo. Quando ela sentia a cabeça do meu pau na entrada ela recuava, continuando a roçar freneticamente mas as vezes cedia para ele tocar na entrada dela.
O tesão dela foi aumentando e as tocadas do meu pau na entrada da vagina dela foram ficando mais frequentes até que começou a ficar quase que uma penetração. Então desci para mamar a vagina dela para não perder o embalo e no bolso doa minha calça pego uma camisinha e um sachezinho de lubrificante e quando coloco a camizinha passo o sache de lubrificante mais na ponta e retomo as roçadas marotas.
Então eis que ela pega o embalo denovo, e quando as roçadas começaram a ficar quase que uma penetração de novo começo a mamar seus peitinhos junto para dar mais tesão para ela, então neste momento começo a penetrá-la finalmente. Como já estava lambuzado ao extremo por causa do seu caldinho e do gel meu pau entra devagar e sempre enquanto mamo os peitos dela. Por causa da quantidade de gel que entrou na porta da sua vagina com o vai e vem facilitou e muito a entrada do meu pau. Quando ela notou eu já estava com o meu saco batendo no seu cuzinho. Tamanho era o tesão dela e a loucura do desejo ela entre gemidos e sussurros me disse que eu era um safado, que não valia nada, que ela estava querendo esperar, mas não aguentou o tesão e que não era para mim engravidá-la e para continuar que ela estava num tesão frenético!
Então continuei socando gostoso nela, aumentando o ritmo até que ela goza, muito gostoso, eu sinto a vagina dela pulsar, apertando meu pau como se fosse uma mão. Naturalmente gozei em seguida, jorrou forte, jorrou muita porra dentro daquela camizinha. Ao pararmos de transar tirei a camizinha e ela se espantou com a quantidade de porra que tinha ali.
Pedi para ela irmos para o banho onde fiz ela mamar gostoso meu pau e pedi para gozar na entradinha do cuzinho dela, meio ressabiada para não engravidar ela fez porém meio cautelosa. Então quando fui gozar denovo encostei meu pau no cuzinho dela me masturbando pedi para ela segurar as duas nádegas abertas e gozei, lavando as pernas dela de porra.
Não satisfeito e ainda com tesão lavei bem meu pau e ela se lavou e a penetrei embaixo do chuveiro sem camisinha com ela de costas, sob protestos no começo mas depois o vai e vem foi frenético.
A puxei pelos cabelos com uma mão nas suas nádegas e socando firme e gostoso. Ela ficou de quatro dentro do box e eu atrás penetrando ela vorazmente, como a tempos eu esperava, e ela gemendo como uma égua no cio, e de repente uma surpresa, sua menstruação começando, e ela tem um fluxo médio, então começou a ficar quentinho dentro dela e ela disse que se eu não me importasse eu poderia continuar porque estava muito gostoso.
Então soquei mais forte e gostoso e disse que iria gozar dentro dela, já que estava menstruada. Ela protestou porém era tarde de mais, gozei dentro dela gostosamente, com bem menos volume de porra que das duas outras vezes mas suficiente para ela sentir dentro dela e lambuzar sua buceta ao se levantar depois de recompostos.
Nos limpamos, nos vestimos e fomos descansar na cama, onde ela ficou preocupada em engravidar e eu disse para ela ficar tranquila. Como eu já tinha um kit de emergência, além da camisinha e do gel eu tinha uma pílula do dia seguinte e dei para ela ficar mais calma, então ela ficou mais tranquila e conversamos um pouco até que adormecemos.
No dia seguinte, domingo, acordamos e então comecei a boliná-la para transarmos e ela me disse que estava menstruada e iria fazer muita sujeira, então a levei para baixo do chuveiro e transamos gostoso de novo, onde gozei dentro dela as duas vezes que transamos. Nos beijamos muito e depois do sexo gostoso nos arrumamos e fomos tomar café.
Passamos o dia inteiro juntos, descansando um pouco entre uma transa e outra mas passamos o dia inteiro sentindo o sabor do sexo um do outro. No fim do dia seus pais iriam chegar e então um pouco antes fui embora. Nos despedimos e fui embora.
Peitos Deliciosos!!!!