Acredite, as vezes não é preciso o buquê mais caro da floricultura, nem uma carta feita com ouro, não precisa de nada exagerado, as vezes a gente só precisa de uma flor roubada da casa da vizinha, uma bilhete feito a lápis em uma folha de caderno qualquer, um beijo na testa estralado e um banho de empatia. As vezes só precisamos se sentir especiais, precisamos de um abraço inesperado, de uma ligação sem motivo, de um gesto legal sem precisar de data. As vezes, só as vezes, só queremos um peito para chorar, um abraço para servir de abrigo e uma palavra boa para acalmar a tempestade que levamos no peito.















