𝐎𝐔𝐓𝐅𝐈𝐓 𝐃𝐄 𝐄𝐌𝐈𝐋𝐄.
máscara veneziana com tons brancos e dourados, possui um bastão de apoio removível e feches de amarração na lateral.
peruca de cor negra, a franja solta na frente complementa o mistério e ajuda a esconder o rosto.

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𝐎𝐔𝐓𝐅𝐈𝐓 𝐃𝐄 𝐄𝐌𝐈𝐋𝐄.
máscara veneziana com tons brancos e dourados, possui um bastão de apoio removível e feches de amarração na lateral.
peruca de cor negra, a franja solta na frente complementa o mistério e ajuda a esconder o rosto.
A máscara e a falta de iluminação na pista de dança prejudicavam sua interpretação de sinais. Era difícil decifrar algumas reações, mas conseguia sentir alguma coisa interessante acontecendo ali. Margot não precisava ver para sentir — estava no jeito que o corpo dela reagia sob seu toque, na forma como mordiscava os lábios, ou os olhos pareciam querer desviar, mas acabavam voltando para os lábios vermelhos que pronunciavam cada provocação com precisão. O jogo estava ficando mais interessante, ela pensou. Margot estreitou os olhos com um brilho divertido. A resposta dela era encantadoramente meticulosa, mas a hesitação só a tornava mais tentadora. A cada palavra, Emile se comprometia mais com a promessa velada daquela noite. O convite foi aceito com uma condição — um pedido já atendido exigia reciprocidade. Margot sorriu, satisfeita. Ela apreciava quando alguém sabia negociar o desejo com inteligência. — Generosa da sua parte, mon ange… — murmurou, o sorriso ganhando um tom quase possessivo ao ouvir a concessão. Deslizou os dedos do quadril para as costas de Emile, guiando-a suavemente para mais perto. O calor do corpo dela parecia vibrar contra o seu. A última ressalva a fez soltar uma breve risada. Se for um desejo seu. Como se houvesse dúvidas. — Que educada… — brincou, levando os lábios perto do ouvido dela, mas sem tocar. A voz saiu baixa, mas com a certeza de que seria ouvida. — Que parte de lá ainda não conheceu? — Curiosa, parou a dança e segurou a outra pela mão, guiando-a para o segundo andar. Havia cautela em suas ações, embora fosse sempre tão intensa, sentia que ali precisava ter cuidado, ou a outra poderia sair correndo a qualquer momento.
Apesar da música alta, Émile tinha quase certeza de que os outros poderiam escutar seu coração acelerando. Os batimentos pareçam aumentar ainda mais ao sentir-se ser puxada para mais perto, o elogio sussurrado ao pé do ouvido fez com que os pelos da nuca ficassem eriçados. Mais uma vez, a morena rogava que a baixa iluminação escondesse suas respostas. Estava, literalmente, nas mãos de Margot. — Hm, acho que tinham algumas salas sem descrição? Devem estar livres — Deixou-se ser guiada pela mulher, até o segundo andar. Estaria o efeito da poção se esvaindo? Ao mesmo tempo em que queria senti-la tão próxima como antes, também estava nervosa pelo que poderia acontecer. Trocar elogios na pista de dança parecia tão simples, seu corpo e sua mente estavam em uma batalha imaginando o que seriam capazes de fazer às sós. Adentraram uma das salas livres, ainda de mãos dadas, e um tropeço causado pelo nervosismo de Émile aproximou ainda mais as duas. — Desculpa... — Respondeu entre risadas que foram cessando devagarinho, até reparar o quão perto estava da face de Margot. As mãos macias e delicadas que a seguravam pareciam se encaixar perfeitamente, como se pertencessem na sua cintura. Estava hipnotizada pelos lábios vermelhos, os olhos acastanhados se fechando e a face indo em direção à boca carmesim...Até que uma batida na porta as interrompeu, as duas se afastando com o susto. — Com licença, senhoritas, o ar-condicionado dessa sala está instável. Como medida de segurança, temos que fazer uma verificação rápida. — Dissera um funcionário, que adentrou a sala depois de mais algumas batidas. Émile aproveitou os segundo para se recompor e recuperar a respiração, a qual nem tinha percebido que estava prendendo. — Oh! Acho que é melhor eu procurar...É, eu já vou indo. O-obrigada, Margot... — Disse desajeitada, como se tivesse despertado de um sonho e ainda não soubesse como se mover na realidade. — Pela dança. — Concluiu, aproveitando a deixa do funcionário para sair porta afora.
FINALIZADO!
vic mordeu o lábio inferior, achando o humor da outra quase... fofo. não sabia se era inocência de verdade ou se era uma personagem, mas vic gostava de corromper meninas inocentes, ou de ser a primeira experiência de uma mulher. ─ victoire, ─ respondeu o nome escolhido sem hesitar. o nome já rolava em sua língua sem dificuldade. era como se nem lembrasse quem era ela além de victoire. naquela noite, era tudo que ela era. ─ então èmile, está pronta para ir pro céu? ─ perguntou, a malícia impressa em cada sílaba, pontuada com um sorriso enigmático, mesmo que ela não pudesse vê-lo, deslizando próximo da sua companhia no sofá e mudando a mão de lugar, para a coxa da mulher. era o último sinal que ela esperava para dar o passo que queria.
flashback - baile de máscaras
émile assentiu em um movimento leve, tratando de registrar aquele nome em sua mente, diante de tantas outras versões francesas que tinha escutado naquela noite. a pergunta da outra parecia ter sido o catalisador que faltava para a reação do líquido fazer efeito. sentindo a aproximação da outra, émile respirou fundo e disse: ─ mostre-me o caminho, victoire ─ o nome saiu quase em um sibilo. aproveitando o toque macio em sua coxa, émile afastou o tecido do vestido para o lado, deixando a área mais livre para receber mais atenção da sua companheira naquele jogo.
a mão dela era macia e o seu comportamento tinha uma leve inocência que o fazia sorrir. ele estava curioso para saber o que ela faria quando entrasse naquela sala. ele não havia ainda entrado na sala, mas havia escutado os murmúrios de como era aquela sala. ❝ e o quão frutífera é a sua imaginação, milady? ❞ duas pessoas sairam da sala e o funcionário entrou. a porta se manteve fechada por alguns minutos antes dele abrir novamente e indicar para chegar. ao entrar no quarto, ele deparou com uma arara, com diversas fantasias, e dois biombos em lados opostos do cômodo para cada um se trocar. entreolhou a mulher com curiosidade, tentando absorver se ela ainda apresentava curiosidade, vontade ou choque com a situação.
flashback - baile de máscaras
ainda na fila, émile sorriu antes de dar de ombros e responder: — vamos descobrir! — a pergunta dele pareceu a deixar mais empolgada ainda, a bendita poção ainda fazendo efeito em si. assim que a sala fora liberada, seus olhos percorreram o local com curiosidade. — nossa... — os dedos ligeiros já se ocupavam em analisar as fantasias, a sala parecia um camarim de um teatro, se não fosse pela atmosfera sedutora ao redor. — eu acho que essa vai ficar boa em você, monsieur — émile ainda tinha um sorriso travesso no rosto e segurou diante dele uma fantasia de ladrão, que parecia sensual demais para a realidade, mas entendia agora o que o funcionário quisera dizer anteriormente. — você pode escolher uma para mim também... — sugeriu, curiosa em saber a sugestão dele.
Theon estava sentado a uma das mesas, distraído, os dedos tamborilando levemente sobre a madeira enquanto aguardava alguém disposto a jogar o jogo da verdade com ele. Não precisou esperar muito.Foi surpreendido pela chegada de uma mulher mascarada. "Por favor, milady." Sua voz saiu gentil, acompanhada de um gesto convidativo em direção à cadeira à sua frente. "Vamos deixar a garrafa decidir quem começa. Assim, seremos justos." Com um movimento despreocupado, girou a garrafa sobre a mesa, observando-a rodopiar até finalmente parar—o bico apontado diretamente para ela. Um sorriso se formou em seus lábios. "Parece que a sorte te escolheu primeiro."
Émile sentou-se graciosamente na cadeira disponível, o movimento de cruzar as pernas levantou um pouco o vestido, deixando-as mais aparentes. — Obrigada, monsieur — Respondeu com um sorriso, enquanto observava o homem rodopiar a garrafa, até apontar para si. — Oh, então eu começo, deixe-me ver... — Tamborilou os dedos na bochecha e mordiscou o lábio, até finalmente enunciar as suas sentenças, inclinando-se na direção dele: — Preste atenção: Eu nunca beijei outra mulher. — Coçou a garganta, esperando que ele não acertasse a mentira. — Já tentei fugir de Khadel e quase morri afogada uma vez. — As verdades fluíram facilmente de seus lábios. — Consegue descobrir a mentira? — Arqueou uma sobrancelha e reenconstou-se na cadeira, fingindo naturalidade, mas estava ansiosa para saber se ele iria acertar.
foi pego de surpresa quando ela se inclinou mais próximo, com o nariz próximo a sua máscara. por reflexo, ele deu um passo para trás. ainda era difícil entender que a outra provavelmente não sabia quem ele era e, talvez, por efeito de alguma poção estivesse invadindo seu espaço pessoal. ele mesmo não sabia qual seria o efeito da poção que ele havia acabado de tomar e ainda não sentia nada diferente. ❝ é? ❞ perguntou, com uma sobrancelha levantada, mas deu um leve sorriso para ela. ele havia passado pelo segundo andar e não tinha certeza para onde ela queria ir, mas aquela era uma noite de aceitar propostas, até mesmo as que talvez não aceitasse em circunstâncias diferentes. ❝ mostre o caminho. ❞
émile riu baixinho ao perceber o recuo do rapaz, Por um instante, considerou que ele estivesse desconfortável demais para continuar a interação, mas a ausência de uma recusa ao convite para o segundo andar indicava o contrário. — vamos, monsieur louis — tomou mais um gole da bebida, esvaziando o copo, e repousou-o sobre o balcão antes de estender a mão ao rapaz, disposta a guiá-lo até o andar superior. esgueiraram-se por outras figuras até pararem na porta da sala de roleplay. émile estava curiosa para descobrir o que tinha disponível lá dentro. — um dos funcionários me disse que aqui é uma sala discreta e frutífera para a imaginação, não entendi muito bem, mas podemos tentar, não acha? — tamborilou os dedos na bochecha, enquanto aguardavam na fila para que a sala ficasse disponível.
vic tentou notar na voz da outra se ela falava sério ou não, mas, por mais que pudesse ouvir poucas nuances em sua voz, não conseguia identificar sem poder olhar no rosto da outra, nas expressões que ela tinha. aquela festa estava escondendo suas identidades de mais formas que imagináveis, o que também trazia uma sensação de liberdade inigualável. a mão macial e a voz indicava que era claramente uma mulher. não era um problema para vic, mas ela queria poder ver a aparência da outra. umedeceu os lábios e abriu um sorriso quando a outra continuou a falar. ─ não acho que é exatamente isso que se faz em sete minutos no céu, ─ riu, achando graça da sugestão. mas ela arrastou a sugestão, o que fez com que vic tivesse esperança que não era só conversar o que ela iria fazer. ─ você quer que eu te mostre o que se faz? ─ vic sugeriu maliciosamente.
A risada de outrem foi contagiante, arrancando uma de Émile logo em seguida ─ Ah, então você é melhor jogadora do que eu! ─ Disfarçou com humor a sua clara falta de experiência, será que a sua companheira mascarada estava lhe achando boba demais? Na tentativa de se mostrar mais aberta, deslizou a ponta curta das unhas sobre a mão que cobria a sua, decalcando o formato da outra com os dedos, como se quisesse gravar cada curva em sua memória. Enrijeceu a coluna ao ouvir a proposta, ansiosa, mas disposta a se deixar guiar, respondeu: ─ Sim, posso aprender com você, senhorita...? ─ Cessou os movimento na mão alheia, ansiosa pelo próximo passo e curiosa para saber o nome, mesmo que falso, da sua companhia no céu.
Margot arqueou uma sobrancelha, satisfeita com a resposta. Gostava da ideia de ser a parceira ideal para aquela noite, ainda que nenhuma delas tivesse estabelecido exatamente o que isso significava. Os movimentos iniciais de Emile a fizeram sorrir de canto — havia uma hesitação ali, mas também um esforço genuíno para acompanhar o ritmo. Margot apreciava isso. A resposta sobre preferências musicais fez com que inclinasse a cabeça levemente, absorvendo a informação. O tom de Emile indicava que a noite poderia levá-las para fora de qualquer zona de conforto, e isso a divertia. — Exceções podem ser interessantes. — murmurou de volta, sentindo a risada dela vibrar tão próxima. O braço ao redor de seu pescoço foi recebido sem resistência. Margot aproveitou a proximidade, deslizando os dedos suavemente pelo quadril de Emile, os poucos centímetros de diferença entre elas não atrapalhando a troca de olhares. — Estou curiosa para saber o que mais você está disposta a abrir exceção essa noite. — Começou com seu tom provocativo, tão típico dela. A voz ainda precisava soar alto para ser ouvida, mas havia um tom de sensualidade na forma como as palavras eram proferidas. — Você é o tipo de garota que vai até a área privada ou eu teria muito trabalho para te convencer? — Pressionou um pouco o toque em sua cintura, incentivando-a a seguir o ritmo com mais confiança.
Graças à máscara e à luz da pista de dança, Margot não conseguiria ver as bochechas ganharem um tom rubro em resposta às provocações. Podia utilizar um codinome e máscaras de escudo, até mesmo a poção de Zafira, mas ainda sim não poderia evitar o embaraço com aquelas insinuações. Exceções podem ser interessantes. Repetiu no pensamento, concordando com outrem, o toque em seu quadril poderia ser facilmente classificado como interessante, envolvente e outros demais adjetivos prazerosos. Mordiscou o lábio, os olhos concentrados em Margot, tentando seguir o ritmo natural dela. Inclinou-se novamente para responder à proposição. — Teoricamente, sim, mas você já realizou um pedido meu hoje. — Tão gentil, como poderia recusar um convite depois de ter o seu atendido tão prontamente? — Então te acompanharia até a área privada, se for um desejo seu, claro. — Se não fosse pela bebida, estaria preocupada em admirar, tão explicitamente, os lábios vermelhos e o colo destacado pela renda.
vic estendeu as mãos, buscando tatear o seu caminho, mas não parecia ter muito em seu caminho, então o que podia fazer era seguir o caminho em direção a voz. sua perna bateu levemente contra o sofá e ela deu um sorriso, sentando finalmente. ─ você já brincou disso antes? ─ perguntou com curiosidade. ainda não conhecia muitas pessoas em khadel, então lhe parecua inútil tentar adivinhar quem era ali. se já não conseguia apenas com as máscars, agora na total escuridão lhe seria inútil. sua mão deslizou no sofá, sentindo o tecido, até chegar na mão da pessoa, segurando-a quase como se aquilo fosse o único ato que a mantivesse ali.
─ Não sou muito boa em jogos. ─ Émile optou por não ser tão direta, talvez ficasse muito explícito que ela não tinha experienciado tanto quanto os outros de sua idade, nunca ter brincado do famoso "7 minutos no céu" fazia parte da lista de peripécias que perdera devido à proteção familiar, mas a mascarada ali não precisava saber disso. Um sorriso se abriu em seu rosto assim que sentiu a mão sobre a sua, parecia tão macia quanto o tecido do sofá. ─ Mas não deve ser tão difícil assim, né? Temos meia hora para conversar ou... ─ Deixou a frase incompleta, ainda hesitando em propor algo a mais, mas com a esperança de que a outra o fizesse.
"Amizade não é bem a palavra…" Emma deixou escapar, a voz levemente arrastada, tingida de sarcasmo. "Mas eu diria que manter essa skin de maluca deve ter criado uma casca. E, convenhamos, duvido que essa história de almas gêmeas tenha sido a primeira loucura" Levou o copo de volta aos lábios, permitindo que o calor do álcool queimasse suavemente sua garganta, aplacando – ainda que por um instante – a irritação que se agitava em seu peito. Aquela encenação toda no alto da montanha? Por favor. "Embora, para ser justa…" continuou, girando a bebida entre os dedos com um sorriso enviesado. "As poções que ela anda distribuindo não são de todo ruins." Inclinou-se um pouco em direção à pessoa ao seu lado, como se compartilhasse um segredo que só os dois deveriam ouvir. "Mas e você?" perguntou, arqueando levemente uma sobrancelha sob a máscara. "Cansou lá de baixo?"
Émile inclinou levemente a cabeça, intrigada com a resposta enigmática da outra. Seria ela parte do grupo dos "reencarnados"? Não, que bobagem! Afastou aquele pensamento para longe, ter aceitado o convite para ir àquela festa não era somente para prestigiar a aniversariante, mas também para esquecer os últimos eventos que aconteceram desde as missões. — Não acho que a don-Zafira seja maluca, A forma habitual como se dirigia à cartomante quase escapou, mas corrigiu rapidamente, esperando que a outra não percebesse aquilo. — Acho que é só a forma dela de se expressar que é um pouco peculiar — Não queria admitir que sentia medo quando precisavam se reunir com a mulher devido à maldição, mas ainda achava que era uma boa pessoa, no fundo. — Ah, isso é verdade, eu provei uma que tem gosto de maçã verde, só não lembro qual foi — Respondeu empolgada, lembrando-se da bebida anterior e de como tinha se sentido tão...corajosa? Talvez fosse só coisa da sua cabeça mesmo. — Ah, sim, a minha companhia da noite acabou me deixando sozinha...Tem alguma sugestão, senhorita? — Seu irmão a tinha deixado plantada perto do bar, sabia que só o encontraria no final da festa.
na photobooth com @jesuis-alain
Émile parecia uma boba alegre, agora no terceiro andar, ainda sobre o efeito da poção do desapego de Zafira. Já tinha feito várias poses duvidosas, algumas imitando bichos e outras fazendo vários sinais com as mãos, os quais ela não sabia o significado, mas pareciam legais o suficiente para as fotos. Entretanto, já tinha esgotado sua criatividade para fotos solo, precisaria de uma companhia.
Saiu da cabine fechada e caminhou um pouco, parou ao lado de um mascarado, e cutucou o seu ombro. — Ei, aquela moça disse que quer tirar fotos com você na cabine... — Assim que terminou a frase, não esperou pela resposta e deu uma corridinha, se posicionando ao lado da cabine. Se não fosse pela poção, estaria morrendo de vergonha do seu convite/flerte, mas pelo menos por aquela noite, não se preocuparia com a opinião alheia.
7 minutos no céu com @eusoumaxime
— Ei, espera... — Émile lamuriou antes do funcionário fechar a porta atrás de si, na expectativa de que ele ao menos desse mais informações. O tecido da venda de cetim fazia cócegas, o que resultou em uma risada fina preenchendo o ambiente. Aquela única noite estava gerando experiências que não tinha realizado em anos de juventude. — Estou sozinha ou já tem alguém aqui? — Perguntou tateando as paredes do lugar, a voz saiu um pouco trêmula, só não sabia se era de ansiedade ou empolgação.
starter call no baile de máscaras.
digite 1 para provocar a émile no jogo do difícil.
digite 2 para tirar uma foto com émile na photobooth -> alain
digite 3 para fofocar com émile sobre o mural de rumores.
digite 4 para jogar o jogo da garrafa com émile.
jogando o jogo da verdade e mentira com @eusoutheondekhadel
Émile ainda não tinha desbravado a área privada, os olhos curiosos passavam sobre as salas e a mesa, analisando os tipos de jogos e qual deles parecia mais fácil. Era uma noite de exceções, claro, mas ainda assim não gostava de perder. O jogo que tratava de verdades e mentiras parecia uma opção razoável. — Posso ser sua parceira? — Perguntou em um tom gentil ao mascarado que ali se encontrava.
7 minutos no céu com @souemile
quando o funcionário tocou-lhe o ombro e estendeu a mão, numa oferta silenciosa, victoire aceitou com um sorriso ladiono. deixou que o funcionário puxasse-a pela multidão, se hesitação, tendo passado por uma experiência semelhante não muito tempo antes. era parte do místico daquela noite fazer parte de situações inusitadas e, daquela forma, vic podia viver livremente, sem se importar com as consequências, porque duvidava que alguém conseguiria identificá-la. quando o funcionário lhe ofereceu a fita, elaa aceitou de bom grado, colocando após tirar a máscara e entrando no quarto desconhecido, deixando a porta se fechar com um clique surdo. ─ alguém aqui? ─ perguntou, estendendo as mãos para buscar os móveis, como uma criança brincando de pique-esconde até mesmo com o sorriso divertido que não podia ser visto.
As mãos de Émile acariciavam a pelugem macia do sofá-cama, quando escutou a porta ser aberta e fechada mais uma vez. O funcionário que a trouxera ali, alguns minutos antes, não tinha dado muitas explicações, mas sabia que teria companhia. ─ Oi! ─ Respondeu, rindo da situação inusitada em que estavam. A voz feminina a deixou mais confortável. ─ Eu sou a Èmile e estou sentada no sofá, senta aqui também ─ Bateu no assento livre, tentando fazer com que o barulho ajudasse a outra a se localizar naquele ambiente.
"Hm... Generoso da sua parte." murmurou, com um movimento lento e calculado a mulher pegou a taça da mão dele, deixando os dedos roçarem de propósito nos dele, só para testar a reação. "Forte demais?" repetiu, o tom levemente divertido. "Ou será que você só não está acostumada?" Sem esperar resposta, aproximou a taça dos lábios e tomou um gole pequeno e demorado, deixando a provocação no ar. O sabor, quente e doce, deslizou por sua garganta em contraste com o frescor do sorriso que ofereceu logo em seguida. "Não se preocupe com Zafira, ela já aguentou um bocado pra ficar chateada com algo assim."
@khdpontos
— Hm, de rien? — Arriscou um francês em resposta ao elogio, estava fazendo o possível para entrar no clima da festa. Reparou na forma em que seus dedos se encostaram levemente e não fez comentários, apenas sorriu, achando aquela figura mascarada curiosa. — Quem disse que não estou acostumada? Não julgue pela máscara, sim? — O tom era amigável, seus olhos se concentraram em como a outra sorveu o líquido, parecia tão natural naquilo. — Acha mesmo? Você é amiga dela? — A curiosidade motivou a pergunta, talvez assim conseguisse descobrir quem era a mulher por detrás da máscara.
A empolgação na resposta de Emile trouxe um brilho divertido aos olhos de Margot. Gostava de gente que sabia se divertir. O comentário sobre o decote a fez soltar uma risada baixa, carregada de malícia. Levou a mão até onde havia guardado o papel, deslizando a ponta dos dedos sobre o tecido com um ar deliberado. “ A vida exige criatividade, não acha? ” murmurou, deixando o tom provocativo no ar, sem pressa. “ Não sou de me chatear fácil. ” Não em festas, acrescentou em pensamento. Quando Emile aceitou o convite, Margot segurou sua mão com naturalidade, conduzindo-a para a pista de dança sem hesitação. Beyoncé ainda tocava, e ela já balançava os ombros no ritmo. A pouca iluminação ajudava a manter o mistério, mas Margot estava focada em curtir a música. “ É o tipo de música que você costuma ouvir? ” Aproximou os lábios do ouvido dela para perguntar. A música alta dificultava a comunicação, mas ela estava curiosa para saber quem era a garota por trás da máscara.
Os movimentos de Margot dando ênfase ao decote arrancaram um sorriso malicioso de Émile, mas que ficara coberto pela máscara. — Então será a minha parceira ideal — Deixou-se ser conduzida por Margot, achou o toque de sua mão tão delicado, mal se importava com os olhares ao redor. Começou a balançar os quadris, tentando acompanhar o ritmo da música. A fala da mulher tão perto de si causou um arrepio. — Na verdade, não. Geralmente gosto de músicas mais calmas...— Aproximou-se de Margot, repetindo o movimento e também falando perto do ouvido da outra. — Mas essa é uma noite de exceções, não acha? — Completou a fala com uma risada e envolveu o braço ao redor do pescoço de outrem, na tentativa de aproximar-se ainda mais.