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Sweet Seals For You, Always
KIROKAZE
he wasn't even looking at me and he found me

❣ Chile in a Photography ❣
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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
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we're not kids anymore.

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@stretton-tessa
@ /Clara
Foto:
Como ela foi parar lá:
A primeira vez que Tessa tirou foto com Clara foi em uma apresentação da mesma, e que logo depois Tessa foi atrás da garota a cumprimentar pelo ótimo trabalho. Desde então perguntou se poderia manter contato, e não pararam.
Nome no celular:
CW.
Um chocolate quente sempre faz meu dia mais alegre.
phone meme
Mande uma @ para a foto do seu/sua muse nos contatos do celular do meu/minha, seu nome nos contatos e como elx foi parar lá.
Tessa Stretton moodboard + drinking. (02/ - )
Para mim saber as coisas detalhadamente torna tudo mais interessante do que somente saber poucas. - Riu com o comentário dela e assentiu. - Um pouco, mas não me afectou por isso pode repetir isso mais vezes, sempre alivia mais o ambiente todo do caso. - Deu de ombros e ouviu o pedido dela sorrindo com isso. - Puro agora. - Falou para o barman que assentiu com o seu pedido e preparou shots, coisas mais fortes que provavelmente iriam dar uma dor de cabeça no dia seguinte caso bebessem em exagero. - Você parece estar tensa, está alguma coisa a incomodá-la?
Era bom saber que não tinha falado algo tão errado daquela vez. Deixou então seu sorriso por conta do que tinha tido. “Obrigada por ter fortificado a dose, minha garganta está totalmente seca.” Comentou sobre Nathan ter pedido que as bebidas viessem agora puras. Ela realmente já estava acostumada a beber daquela forma, então nem mesmo ligava. “Não é só um pensamento. Fico imaginando que a Spectre já tinha todo um arquivo sobre mim, antes mesmo de me contratar uma vez que a sete anos trás o assassinato da minha família foram um dos primeiros casos quando Londres acabou perdendo o juízo de vez.” E era verdade desde 2015 que havia sido a morte de seus pais o local só havia ficado pior, e antes Spectre e Primeira que eram pioneiras naquele ramo haviam se dado bem. “De toda forma, também não gostei de ficar olhando o computador daquele homem, mas essas bebidas vão me fazer esquecer de tudo que eu vi, e só amanhã junto com a ressaca vou lembrar. Com você qual o motivo para a bebedeira?”
Tessa x Clara
“Esse não está legal.” Disse em tom de reprovação, levantando-se do banquinho estofado em frente ao provador e dirigindo-se a uma das araras mais próximas. “Prove este.” Pegou um vestido preto cheio de lantejoulas, o que dava à vestimenta certo brilho. Voltou até o local onde Theresa estava parada, entregando a roupa para ela. “Com essas coisas sem sal que você está insistindo em colocar, o cara nem vai reparar em você.”
Já era a terceira roupa que ela provava, e ainda assim Clara não estava de acordo com nenhuma de suas escolhas. Tessa nunca fora do tipo que usava roupas extremamente provocadoras, mas ainda assim ela adorava quando Clara ajudava-a, pois a amiga sabia exatamente a linha tenue entre vulgar e elegante.”Primeiro, não precisa ter um cara para reparar. Segundo, você já olhou para tudo isso?” Apontou para suas curvas e depois da cabeça as pés. “Se ele for reparar na roupa ao invés de quem está nele, realmente não vale a pena. De todo jeito é sua vez. Me mostre o que vai usar hoje.” Estava animada com a festa que iam, e contava já os dias em que fizera algo tão animado.
(flashback) I've got a war in my mind. | Tessa&ABERTO
Muitos poderiam apontar que Tessa era uma sobrevivente, mas na verdade tudo que Tessa fazia era baseado no ocorrido. Ela nunca tinha realmente sobrevivido a nada, e sim usado o acidente como um trauma que marcara sua vida, desde o mesmo ela tentara seguir em frente, mas ainda assim vivia na mansão que era de seus pais. Havia escolhido um trabalho que a fazia se lembrar todos os dias do mesmo, e os únicos momentos que ela não se lembrava de sua família era quando estava bêbada o suficiente para não poder se lembrar. Em particular aquela noite que fazia aniversário de sete anos da morte dos mesmos. Tessa não conseguia nem cogitar a pensar naquele dia. Havia pedido folga do trabalho, e desde cedo havia começado a beber. Não queria deixar nada na casa influência-la então tratou de entrar em seu carro e seguir em frente. Passeando por todas as ruas da cidade.
Não ligava de ser multada, durante aquele dia ela não ligava realmente de nada. Quando viu que estava já bêbada demais a ponto de não conseguir dirigir estacionou o carro, sabia que não poderia também se matar. Seria idiota, e decidiu somente caminhar pelas ruas. O dia foi entardecendo e logo já era noite. Tessa ainda arrumada usou o espelho de seu carro para tentar se arrumar novamente, e logo já estava pronta para uma vida noturna agitada em Londres. Ela precisava de uma distração. Naquele momento não importava nem mais quem ela era, só queria dançar e beber mais um pouco e não ter a possibilidade de voltar para casa até aquele dia terminar.
Assim que conseguira entrar no pub, a garota pode sentir que estava se perdendo ali o que era algo bom. A musica acalmava seus ouvidos, e mesmo que não fosse clássico como o que estava acostumada a ouvir com Clara, ou até mesmo quando simplesmente cismava de fazer algo com Summer, aquilo era diferente. Aquela era a distração que ela tanto procurava durante todo aquele dia. Soltou um suspiro, e caminhou para o bar pedindo já algo para aquecer a garganta e poder voltar para o meio da pista, e assim poder esquecer até mesmo de quem era.
Begin Again | Theresa & Katrine (Flashback)
Após apertar a mão da morena Katrine retirou a mão e apagou o cigarro que segurava na outra,não eram todos que gostavam do cheiro,ela sabia disso.Ainda não conhecia Theresa o suficiente para saber e não gostava de desrespeitar os outros.Até que a companhia não a estava incomodando era melhor do que ser interrompida por alguém que ela nutrisse algum desafeto.E de qualquer forma Theresa poderia ser uma agradável surpresa no fim das contas,o que seria bom pois teriam que trabalhar juntas de qualquer maneira.Ela sentou-se de volta na cadeira e cruzou as pernas.-Não aqui as pessoas gostam um pouco de se esconder,pelo menos eu gosto.Acho que me lembra um pouco a sensação do perigo.-disse sorrindo levemente enquanto fitava o lado de fora da janela.Tinha uma visão privilegiada do campo de treinamento era por isso que gostava do local.-Sim,as vezes faz parte.E acho bom começar sob pressão,é bom para se adequar as coisas que esperam os outros dias de trabalho.-Ela sorriu de canto e olhou a morena,ainda tinha muitos questionamentos sobre ela,não podia evitar sempre foi assim curiosa sobre tudo.
Ela sempre foi acostumada ao entra e sai de pessoas em sua vida,ela fazia amizades rápido embora no momento estivesse um pouco mais seletiva quanto a confiar nas pessoas,se forem trabalhar juntas teriam que ter o mínimo de confiança possível.-Eu gosto disso,adoro coisas que causem estragos,eu por outro lado gosto de destruir coisas e causar estragos.Que bom que obteve uma resposta.É muito ruim ficar sem respostas,e agora você vai ajudar a dar sossego a outras pessoas.-Ela não gostava de falar sobre família era difícil admitir que ela também havia perdido a sua embora seus pais ainda estivessem vivos.
Apreciara por um momento quando Katrine apagou o cigarro, não que ela tivesse algo contra. Já estava acostumada com o mesmo uma vez que no internato era costume das meninas, e algumas vezes até mesmo ela havia tragado. Só que depois da morte dos pais, decidira ter uma vida muito saudável, não sabia até quando viveria e não queria ser a responsável por sua própria morte por algo tão banal. Então havia cortado aquilo de sua vida, mas ainda assim morava em Londres. Não havia como não ser pelo menos um fumante passivo naquela cidade. “Eu gosto de descobrir cada canto pelo contrário para ter mais a sensação de segurança de perigo já tive o suficiente.” Acabou dando uma risada baixa, e mais para si era sua piada interna de qualquer jeito. Olhou ao redor aquele realmente era um bom lugar para se esconder se estivessem sendo atacados, algo que ela esperava que não fossem, aquele seria o primeiro lugar que apareceria em sua mente. “Posso estar um pouco exaltada e animada demais. Muitas ideias, minha mente está pipocando.” Comentou sorrindo e logo achando um apoio para se sentar, uma vez que suas costas estavam doendo. Passar o dia todo sentada havia acostumado muito mal a garota.
A resposta que Katrine havia lhe dado deu a Tessa um grande sentimento de confiança soltou um suspiro olhando para seu sanduichá nas mãos tirando da bolsa junto com uma térmica de café que havia feito para o almoço. “Servida? Logo aviso que o café é bem doce. Eu adoro fazer BOOM! Apesar de não ser o recomendado. Sim, o que eu mais quero é ajudar mesmo que tenha que ser de trás de um computador, e você? O que lhe trouxe a Spectre?” Sua curiosidade aguçada nunca poderia sumir, muito menos em um momento como aquele.
Na verdade, eu preciso vender uma peça.
Eu sei que não é muito da minha conta, mas tem certeza? Algumas vezes parece ser a última opção, mas tem peças que são valiosas e não sabemos por questões sentimentais e podem ser as únicas coisas que temos para lembrar de outras pessoas.
Okay, eu posso ter exagerado um pouco, mas tem certeza se é uma boa ideia?
i got your back | tessa & hadley
— Você não pode me culpar por ser uma boa amiga. Além disso, estou de olho para você não exagerar, querida. — Hadley sorriu em contra argumento e caminhou até Tessa, lhe passando o copo de café matinal e fresco. — E trouxe seu favorito. Você não vai me obrigar a tomar nada adocicado. — Hadley sempre tomava seu café preto e puro, acreditava ser de fato a melhor opção para o líquido fabuloso. Qualquer firula a mais era desnecessário.
Ela ponderou o que fora seu final de semana e então riu, dando de ombros. — Aquele cientista novo não é exatamente divertido, mas deu para o gasto no sábado quando voltei do bar mais do que bêbada. — A morena riu para a amiga e tomou um gole no café, o glorificando por um momento, com um suspiro. — Mas eu quero saber sobre essa diversão toda no seu final de semana.
Era bom saber que tinha alguém ali dentro para contar. Uma pessoa em quem confiar, pois mesmo com seus amigos muitas vezes Tessa não poderia deixar de pensar que era bastante sozinha. Eram em momentos como esse que era agradecida a Spectre, e todas as oportunidades que a mesma havia lhe proporcionado fosse o mistério com seus pais, ou simplesmente o trabalho. Claro, ela havia conquistado seu lugar ali, mas não imaginaria em nenhum outro lugar. “Não precisa ficar de olho, e não é como se café fosse fazer realmente muito mal, e de qualquer jeito uma hora todos vamos morrer.” Era algo muito mórbido de se dizer, mas que a garota não estava nem um pouco arrependida, muitas vezes Tessa falava somente o que estava a sua cabeça, e nunca deixara aquilo lhe incomodar em conversas.
“C’mon Hadley não tem nada melhor do que coisas bem doces ainda mais aqueles cafés com bastante chantily e confete. Mas o favorito é também uma ótima opção matinal, bem ao contrário desse azedo.” Terminou por mostrar a língua e fazendo uma careta dando com os ombros para trás ao pensar no café puro. Era muito forte para a garota, e ela realmente não apreciava em nada do sabor. Ela gostava de coisas doces.
Ficou feliz pela mulher, e até com o café em lábios levantou o olhar enquanto ela contava sobre o fim de semana. Sentou-se na cabeça, e começou a rodar se divertindo um pouco, como uma grande criança.”O meu foi muito o de sempre. Bebi, desafiei algumas pessoas, ganhei. Fui para casa sozinha, sabe muito bem que não sou de levar ninguém para casa.” Encarou a mesma parando de girar, e focou-se somente nela.
Whisky? || Sebastian and Tessa
Junto a ela, Sebastian sorriu e então assentiu para responder a seu estimulo em relação ao desafio. Não podia dizer que tinha uma velha experiencia com bebidas, até porque sua adolescência fora regada a ordens e cumprimentos de regras que o deixava louco, porém seguia por saber as consequências. Com tudo, a maior idade chegava para todos, não é mesmo? E ao mesmo tempo que a maior idade chegava, Sebastian dava as boas vindas para um vida sem onde a regra só existia no trabalho e a uma vida onde doses de whisky faziam parte de seus dias.
Bas a deu uma boa olhada e o sorriso se alargou mais ainda. - É, acho que entrar numa roubada com você não deve ser de tudo ruim. - ele disse a dando uma piscadela e em seguida riu baixo chamando o garçom novamente. - Traga duas doses da bebida mais forte que tiver na casa. - ele disse e logo voltou-se para a mulher. - Sebastian. Prazer. - Bass disse estendendo a mão para cumprimenta-la,
Tessa nunca tivera uma grande boa influencia quando o quesito era bebida. Ela tinha três irmãos mais velhos que eram loucos por cerveja, mesmo quando eram ricos e sofisticados e sua mãe gritava para que eles pelo menos tomassem algo mais sofisticado e como a garota desde pequena fora muito próxima a eles não era nada estranho dela se acostumar a beber. Sua ida para o internato só havia aumentado aquilo, pois um lugar onde várias adolescentes ricas e mimadas que não tem nada para fazer é claro que bebida seria a solução para o divertimento delas, e como Tessa era a que tinha mais experiencia, a mesma só foi aumentando ao passar do tempo. Algo que ela exibia orgulho com um sorriso bem aberto.
Gostou que o novo colega havia se juntado a seu jogo e abriu novamente seu sorriso. “Só não vale virar um bebê chorão no fim da noite, quando perder.” Disse assim que as bebidas chegaram, e logo tratou de agarrar a sua e virar. Se era o mais forte, ela tinha que acabar em um gole, e assim poderiam continuar e ela poderia se acostumar. A bebida esquentou sua garganta, e um pouco de tontura também passou pela mulher, e logo já estava bem novamente. “Sua vez.” Ela já ia se esquecendo. “Tessa, mas eu acho que já te vi em algum lugar.” Comentou mais para si, tentando se recordar.
inside of you | Tessa & Vee
Venice Hans adorava tirar fotos de paisagens. Depois de ter passado um ano e meio em um curso de fotografia, ela sempre manteve o hábito de tirar fotos de tudo, fosse com a sua câmera semi-profissional ou não. O fato é que nos raros dias que passava longe da Primera, Vee pegava a sua câmera e caminhava pelo Green Park quantas horas fossem necessárias para recolher material suficiente para seu portfólio. E isso até ajudava nas investigações, Vee gostava de tirar fotos para os casos, sua carreira começou assim na Spectre e gostaria de ter a chance de mostrar o seu trabalho extra na Primera algum dia.
E naquela tarde de quinta, Venice estava no mesmo parque tirando fotos das árvores e de algumas crianças que passavam por ali. Ela se concentrava quando tirava as fotos e ficava meio fora do mundo, como nada mais importasse, esse era o diferencial, a imaginação. Depois de ter tirado algumas fotos do local, Vee comprou um café em uma cafeteria próxima ao parque e continuou a sua caminhada por ali, apreciando tudo, era bom sentir o ar puro entrando pelas suas narinas e deixando-a com a sensação de estar pura – apesar de viver numa metrópole cheia de poluição. Vee sentou-se em um banco e ficou por ali, vendo as pessoas passarem com seus cães, desejando que tivesse tempo para cuidar de um filhote.
Corridas não eram o forte de Tessa, mas em algumas horas que ela não trabalhava ela sempre gostava de clarear sua cabeça. Como o que clareava era o trabalho havia aprendido a usar a corrida como segundo modo de escape para seus problemas. Quanto mais corria, mais longe estava de qualquer coisa lhe alcança e geralmente essas coisas eram suas memórias. Era uma tortura constante estar em casa e ter todas as memórias sobre seus pais, e irmãos. Ela não entendia porquê continuava fazendo aquilo consigo, mas não queria abrir mão da única coisa que a fazia também lembrar deles. Era como se as memórias machucassem-na, mas ela tinha de se apegar a elas senão não teria nada.
O que levara a cientista a correr naquela tarde era seu nervosismo por não conseguir resolver alguns algoritmos para uma nova armadura. Já havia quebrado a cabeça mais do que suficiente e ainda assim não havia dado certo. Correra o parque inteiro, e ainda assim não havia encontrado a resposta para seus problemas. Decidiu dar uma parada para descansar. Comas duas mãos no casaco sentou-se em um banco que já estava ocupado, Tessa amava conversar então era bom para ela distrair-se um pouco. Talvez a sim suas ideias voltassem. Respirou fundo, e estendeu a mão para a garota sentava. “Tessa” Sorriu um pouco, e pode notar a câmera na mão da garota. “É fotografa?” A curiosidade sempre presente nas falas da Stretton.
Não, eu falei joalheria. Não cafeteria, mesmo assim, obrigada.
Desculpe, devo ter ouvido errado. É a próxima quadra, duas a frente, depois a sua direita. Ela é um pouco cara, mas a melhor do bairro.
Empresa do Sr Greenfield | Tessa&Sebastian
Junto ao sol que batia em seu corpo coberto apenas pela cueca, o som de email chegando em seu celular fizeram com que Sebastian despertasse. Um mal humor o contagiava, tudo bem, tem pessoas que irão falar que o homem vive com o mal humor, mas naquela manhã estava demais. Motivos? Bom, o Blackburn não precisava de nenhum para estar naquele estado, porém naquela manhã o temperamento do homem tinha nome e sobrenome: Jack Blackburn. Ilusão seria pensar que mesmo depois de morto o velho deixaria que Bass vivesse sua vida em paz.
Um maldito sonho fizera com que Sebastian revivesse parte de seu passado, aquela parte na qual ele era obrigado a ser quem ele nunca fora, a parte na qual vivera com seu tio. A voz do velho ressoava na mente do homem a cada passo que ele dava em direção ao banheiro “Ande Sebastian, você precisa ser o melhor.” “Você sabe o que acontecera se não honrar o nome que carrega.”. Pois é, ele sabia e tinha medo de lembrar mesmo depois de anos. A água descia por seu corpo o despertando e levando junto aquela voz que o perturbava. Hoje ele não poderia ficar com aquilo na cabeça.
Vestiu uma roupa confortável e então logo seguiu para sua corrida matutina. Os passos pesados e rápidos o ajudavam a manter a mente em ordem e programar seu dia. Cada horário passava por seus pensamentos e eram processado. Bass era um homem um tanto antiquado, odiava essa ideia de agenda eletrônica ou qualquer coisa do gênero. Quando voltou em casa entrou para o banho novamente, lavou-se e então vestiu uma calça jeans escura e suas camisas sociais de trabalho. pegou o que achava que precisaria pegar e então seguiu para a agencia.
Não se lembrava bem das mulheres que fora destinado a trabalhar, sabia apenas seus nomes e o lugar onde iriam se encontrar e partir juntos para seu destino. Como qualquer outro dia de trabalho, a Spectre estava cheia, alguns liam, outros trabalhavam focados em seus monitores e outros rodavam pelo lugar. Depois de uma corrida e um banho bem relaxante, o humor de Bass já se encontrava melhor. Cumprimentou algumas pessoas que reconhecia e então fora para a mesa que seria o ponto de encontro. Um sorriso se formou em seus lábios quando o homem reconhecera uma das mulheres que estava a espera-lo. - Bom dia, garotas. Tessa. - ele isse ainda com o sorriso nos lábios e deu uma piscadela para a mulher em questão. - Então, estão pontas?
Ir a campo não era uma das coisas que Tessa mais adorava no mundo, mas sabia que sem dúvidas estava incluído quando concordou com o trabalho. Sua vida não era um arco-íris, e muito menos cor de rosa. Sentia-se segura em seu laboratório, e fora por isso que havia preferido ser cientista à agente, uma vez que ela não conseguiria trabalhar suas atividades de destaque. Eram muitas as habilidades de Tessa, com a bebida, claro uma não tão importante. Com computadores, e definitivamente seu forte maior era construir armas. Aquela altura já estava encarregada de grande parte criativa da Spectre em novos armamentos, mas ainda assim nada parecia o suficiente ela queria cada vez mais.
Observou Sebastian se aproximar e lembrou-se do homem no bar. Em sua mente Tessa dava risada, ela sabia que o conhecia. Só não se lembrava que era propriamente do trabalho, de toda forma havia sido algo divertido. Estavam prontos para ir, quando receberam uma mensagem. Hadley teria que ir para outro lugar com outras pessoas. Não era a primeira vez que mudanças aconteciam, mas ela estava animada para trabalhar com a amiga de toda forma teve que segurar sua emoção e observar a amiga ir atrás de seu novo trabalho enquanto que terminou encarando Sebastian.
“Parece que agora somos só os dois, já podemos ir.” Afirmou para deixar claro que não estava esperando mais nada. Uma das coisas que Tessa mais gostava de suas capacidades era que ela não precisava levar muita coisa além de sua maleta. As armas que projetava deveriam estar com agentes como Sebastian, tudo que ela levava para uma cena do crime era seu cérebro, e habilidades ao computador. Era incrível o que a mente humana poderia fazer. A garota sorria, talvez um sorriso aberto demais para quem estava pesquisando um assassinato, mas de toda forma ela mesmo não gostando do campo adorava suas habilidades.
Havia sio silencioso o caminho até a empresa, e Tessa não havia gostado muito disso uma vez que a mesma era a animação em pessoa, mas também não discutiria ou tentaria forçar nada. “Então...grandes novidades?” A cientista era péssima para puxar assunto, mas a boa noticia era que não precisara logo estavam na empresa, e por isso a morena agradeceu silenciosamente. “Vamos começar o trabalho.” Sorriu e esfregou as mãos ansiosa para o que poderia acontecer a seguir.
Porque eu deveria confiar em você?
Acho que é porque eu vivo por aqui o suficiente para saber que definitivamente tem uma cafeteria dobrando a esquina.